Maurício Manieri apresenta nova tour “Inesquecível”

Maurício Manieri traz aos palcos uma nova etapa de seu projeto mais emblemático, “Classics – Tour Inesquecível”. O espetáculo nasce da força de um show que vem conquistando plateias em todo o país e agora ganha uma edição especial, pensada para celebrar histórias, memórias e a relação duradoura do artista com o público.

Em Belo Horizonte, a apresentação acontece nesta sexta-feira, dia 23 de outubro, no  Minascentro.

Os ingressos podem ser adquiridos na plataforma Sympla.

Nesta temporada, o espetáculo ganha um novo cenário, figurinos impecáveis criados especialmente para a turnê e um repertório pensado para emocionar e celebrar grandes canções. A proposta é transportar a plateia para uma atmosfera de celebração inspirada em grandes produções internacionais. O público acompanha uma apresentação dinâmica, com momentos emocionantes ao piano e outros mais dançantes, em que a energia toma conta da casa, sempre com a banda afiada e arranjos preparados especialmente para esta fase do projeto.

“Classics – Tour Inesquecível” apresenta um roteiro musical que costura grandes momentos da carreira de Maurício com canções que marcaram gerações. Sucessos consagrados como Minha Menina, Bem Querer, Classic e Pensando em Você não podem faltar. O repertório também passeia por grandes clássicos nacionais e internacionais que ganham novas leituras na interpretação e na voz inconfundível de Maurício Manieri, compondo uma grande trilha sonora afetiva. A cada música, uma lembrança é despertada e um novo capítulo dessa relação é escrito ao vivo, marcando o público que acompanha o espetáculo.

No palco, Maurício Manieri reafirma a reputação de grande showman. Com voz grave e timbre inconfundível, ele conduz o espetáculo como uma conversa direta com quem está na plateia, mesclando histórias, interação espontânea e interpretações que valorizam cada verso. O resultado é um espetáculo que reúne em um só lugar casais, famílias e diferentes gerações que se reconhecem nas letras e melodias.

“A trilha sonora de nossas vidas. Esse é o espetáculo que conta as histórias que a gente viveu junto. Cada música nos remete a um momento, uma lembrança, um amor. Classics é isso, é inesquecível, a trilha sonora da sua vida encontrando a minha, no mesmo lugar e ao mesmo tempo. Preparem-se para dançar e se emocionar”, diz Maurício Manieri.

Depois de temporadas de grande sucesso pelo Brasil, com ingressos esgotados e números expressivos nas plataformas digitais, onde soma mais de 1 bilhão de visualizações, o artista revisita o projeto sob um novo olhar, sem abrir mão do que o tornou tão querido pelo público: a escolha cuidadosa do repertório, o clima de proximidade com a plateia e o foco em grandes canções que atravessam o tempo e seguem emocionando gerações.

O espetáculo propõe uma experiência emocional em que o público reconhece músicas que acompanharam fases importantes da vida e reencontra canções que atravessam gerações. É essa combinação de memória, presença e renovação que faz da “Classics – Tour Inesquecível” um capítulo especial na trajetória de Maurício Manieri.

 

SERVIÇOS – Maurício Manieri “Classics – Tour Inesquecível”

Dia: 23 de outubro de 2026 (sexta-feira)

Local:  Minascentro – Av. Augusto de Lima, 785 – Centro, Belo Horizonte / MG

Abertura da casa: 20h| Show: 21h

Valores:

Setor Classics – R$590,00 (inteira)

Setor I – R$245,00 (meia) / R$265,00 (social) / R$450,00 (inteira)

Setor II – R$195,00 (meia) / R$205,00 (social) / R$350,00 (inteira)

Superior – Esgotado

Ingressos: Plataforma Sympla

Realização: Ímpar Shows

Sala VIP do BH Airport é eleita a melhor do Brasil

A ADVT VIP Lounge do BH Airport foi eleita a melhor do Brasil no World Travel Awards 2026, uma das principais premiações internacionais do setor de viagens e turismo. O espaço venceu a categoria Brazil’s Leading Airport Lounge 2026, definida por votos do público e de profissionais do setor de diferentes países. O prêmio foi entregue na Jamaica, durante a cerimônia regional Caribbean & The Americas Gala Ceremony 2026, e celebrado com parceiros e representantes do segmento no BH Airport.
A premiação amplia o histórico de reconhecimentos da sala VIP, escolhida em 2025 como a melhor do mundo pelo Priority Pass. A sala reúne gastronomia, áreas de descanso e serviços como o Fast Track, que dá mais agilidade à inspeção de segurança, e o VIP Plus, com atendimento personalizado antes do embarque. A unidade integra a oferta de hospitalidade do BH Airport, formada por seis salas VIP: quatro no embarque doméstico, uma no internacional e outra na área pública. O terminal conta ainda com mais de 100 operações, entre lojas, restaurantes e serviços.
“A conquista da ADVT VIP Lounge projeta internacionalmente a qualidade dos serviços oferecidos no BH Airport e confirma a consistência de uma estratégia comercial orientada pela experiência do passageiro. A competitividade de um aeroporto se constrói pela combinação entre a conectividade da malha aérea, a qualidade dos serviços e a capacidade de reunir parceiros de excelência para oferecer uma jornada cada vez mais completa. Esse reconhecimento demonstra a força do nosso ecossistema e reforça o compromisso de ampliar, em conjunto com operadores qualificados, o padrão de hospitalidade e conveniência no terminal mineiro”, afirma o gestor Comercial do BH Airport, Geovane Medina.
A oferta de hospitalidade inclui ainda soluções de hospedagem e descanso para passageiros em conexão, viagens corporativas ou permanências mais longas. Integrado à área de embarque, o Hotel indoor Ruby ocupa aproximadamente mil metros quadrados e dispõe de 45 unidades habitacionais. A estrutura se soma ao Hotel Linx Confins, instalado no sítio aeroportuário, com 174 quartos, taxa média de ocupação superior a 90% e nove dormitórios para períodos de descanso de até 12 horas. Em média, o terminal mineiro recebe 38 mil passageiros diariamente. Em dias de pico, esse número se aproxima dos 41 mil viajantes.

NEO Estech leva inteligência operacional à Superminas 2026

Desperdícios de energia, falhas operacionais e manutenção reativa podem representar um potencial de recuperação financeira equivalente a 0,60% a 0,75% do faturamento dos supermercados, segundo estimativas do NEO Estech, empresa especializada em inteligência operacional para o varejo alimentar. De acordo com cálculos da companhia, em um setor no qual as margens líquidas costumam variar entre 2% e 3%, a redução dessas ineficiências pode representar uma expansão de até 35% na margem operacional. É com foco na relação entre tecnologia, eficiência e rentabilidade que a empresa participa da Superminas Food Show 2026, realizada entre os dias 27 e 29 de outubro, no Expominas, em Belo Horizonte (MG).
Promovido pela Associação Mineira de Supermercados (AMIS), o evento reúne supermercadistas, atacadistas, fornecedores e especialistas para discutir tendências, inovação e oportunidades de negócios. Durante a programação, o NEO Estech apresentará seu posicionamento como Sistema Operacional de Ativos, conceito desenvolvido para integrar informações de refrigeração, energia, manutenção e utilidades em uma única camada de inteligência operacional. A empresa atende mais de 55% do varejo brasileiros, incluindo grandes marcas como Carrefour e Assaí.
A proposta é permitir que redes supermercadistas avancem do monitoramento isolado de equipamentos para uma gestão capaz de identificar prioridades, antecipar falhas e orientar decisões que impactam diretamente os resultados financeiros. Segundo dados institucionais da própria empresa, atualmente sua tecnologia está presente em operações que representam mais de 52% do varejo alimentar brasileiro, monitorando mais de 55 mil equipamentos por meio de mais de 300 mil sensores ativos.
“Os supermercados operam com margens muito apertadas, e isso significa que pequenas ineficiências podem comprometer uma parcela importante do resultado. Quando conseguimos identificar desperdícios de energia, evitar falhas de refrigeração e reduzir intervenções emergenciais, estamos atuando diretamente sobre a rentabilidade do negócio. Nosso objetivo na Superminas é mostrar que a gestão dos ativos precisa ser tratada como uma decisão estratégica, e não apenas operacional”, afirma Sami Diba, CEO do NEO Estech.
Tecnologia para transformar dados em resultado
A presença na Superminas acontece em um momento de evolução do posicionamento da companhia, que recentemente passou a apresentar sua solução como um Sistema Operacional de Ativos. A mudança reflete a ampliação de uma proposta originalmente concentrada no monitoramento de equipamentos para uma abordagem que conecta diferentes áreas da operação supermercadista.
Na prática, a plataforma integra dados de sistemas já existentes nas lojas, permitindo acompanhar o desempenho dos ativos e identificar situações que exigem intervenção. A arquitetura aberta possibilita a conexão com equipamentos de diferentes fabricantes, sem a necessidade de grandes mudanças na infraestrutura instalada.
Segundo Diba, um dos principais desafios enfrentados pelas redes está justamente na dificuldade de transformar o grande volume de informações geradas pelos equipamentos em decisões efetivas. “Hoje, muitos supermercados já possuem sistemas de monitoramento, sensores e indicadores de desempenho. O problema é que essas informações frequentemente permanecem fragmentadas, dificultando a identificação do que realmente precisa ser resolvido. Não basta saber que um equipamento apresentou uma anomalia. É necessário compreender o impacto daquela ocorrência, estabelecer prioridades e agir antes que ela se transforme em prejuízo”, explica.
O executivo destaca que a inteligência operacional ganha relevância especialmente em redes com múltiplas unidades, nas quais a administração simultânea de equipamentos, consumo energético e equipes de manutenção exige uma visão integrada do negócio. A refrigeração, por exemplo, representa uma estrutura crítica para a conservação de alimentos e a continuidade das operações. Falhas nesses sistemas podem provocar perdas de mercadorias, necessidade de manutenção emergencial e aumento dos custos operacionais. Da mesma forma, equipamentos funcionando fora dos parâmetros ideais podem consumir energia desnecessariamente, comprometendo a eficiência das lojas.
Minas Gerais no centro das discussões sobre eficiência
A escolha da Superminas como espaço para apresentar essa abordagem está relacionada à importância do mercado mineiro para o varejo alimentar brasileiro. O evento funciona como um ponto de encontro entre redes regionais, fornecedores e empresas de tecnologia, reunindo diferentes perfis de operação e oportunidades de negócios.
Para o NEO Estech, a participação representa uma oportunidade de ampliar o diálogo com supermercadistas de Minas Gerais e demonstrar como a integração entre tecnologia e gestão operacional pode contribuir para enfrentar desafios comuns ao setor, independentemente do porte das redes.
“O varejo mineiro reúne operações com características bastante diversas, desde redes regionais até grandes grupos supermercadistas. Apesar das diferenças de escala, os desafios relacionados ao custo de energia, à conservação de produtos e à eficiência da manutenção são compartilhados. Queremos mostrar que existe uma oportunidade concreta de melhorar resultados utilizando de maneira mais inteligente a infraestrutura que as empresas já possuem”, conclui Diba.

Bistrô em BH prevê alta de 20% em eventos e confraternizações

Empresário e chef de cozinha, responsável pelo local, investe em mão de obra e estrutura para a temporada

Com a aproximação do fim do ano, as confraternizações de empresas começam a movimentar bares, restaurantes e espaços que são alugados para  eventos corporativos e confraternizações de fim de ano.

Segundo levantamento da DataEventos, plataforma que analisa informações sobre o mercado de eventos no país, revelam que, em 2025, Minas Gerais registrou um crescimento de 14,86% nos eventos corporativos em comparação com o ano anterior. Para 2026, a expectativa é de continuidade do crescimento do setor, projetando aumento de 14,9% nesse segmento.

Em Belo Horizonte, o bistrô no Quintal com Chefs, na Savassi, espera um aumento de 20% na contratação do espaço para a temporada em relação ao último ano. Palmeira, empresário e chef à frente do bistrô, investe em mão de obra e estrutura do espaço para a temporada. “Para esse período sempre contratamos freelancers para ajudar nossa equipe fixa nos eventos, neste ano, não será diferente, contratamos mais funcionários para atender melhor nossos clientes”, ressalta.

Além disso, Palmeira reforçou o mobiliário da casa com novas cadeiras, garantindo maior comodidade ao público. O empresário também pretende investir na infraestrutura do bistrô, com a instalação de uma cobertura na área externa, a céu aberto, para proporcionar mais conforto e comodidade aos clientes, especialmente durante o período de chuvas.

O bistrô no Quintal com Chefs comporta, em sua capacidade máxima, 60 pessoas e conta com área interna e externa que totalizam, aproximadamente, 180 m2. Palmeira também falou sobre o diferencial do local. “O ponto forte de nosso espaço é a privacidade, já que fica totalmente exclusivo para a confraternização da empresa contratante, sem clientes externos do bistrô. Também trabalhamos com grupos pequenos, desta forma, é mais fácil elaborar um cardápio que atenda as necessidades de cada grupo que deseja contratar nossa equipe e espaço”.

no Quintal com Chefs

Inaugurado em 2020, o no Quintal com Chefs, no coração da Savassi, é um bistrô com alma de um quintal brasileiro. Com cozinha contemporânea, extensível ao salão da casa, e decoração com identidade de casa de vó, o local se destaca por ser intimista e um refúgio em meio a loucura urbana da capital mineira.

Um dos diferenciais da casa é a liberdade em que o público têm de acompanhar de perto e, em tempo real, o preparo dos pratos pelos chefs na cozinha que é aberta, adicionando exclusividade à experiência. O no Quintal com Chefs também conta com obras de arte em todo estabelecimento, além de um espaço arborizado, onde é possível comer em meio a um “oásis urbano”.

Serviço

 Confraternizações de fim de ano no Quintal com Chefs

Mais informações: Instagram.

Reservas para confraternizações de fim de ano: Compartilhe no WhatsApp.

 

MARO faz apresentação única no Teatro SESIMINAS

A cantora, compositora e instrumentista portuguesa MARO sobe ao palco do Teatro SESIMINAS no próximo dia 4 para apresentar as canções de SO MUCH HAS CHANGED. O seu nono álbum de estúdio, gravado no Brasil, já ultrapassou 10 milhões de streams nas plataformas digitais. Conhecida pela voz suave, pelo tom confessional das composições e pela habilidade de transitar entre folk, pop e world music, a artista traz a São Paulo um espetáculo que alterna delicadeza e intensidade, refletindo o amadurecimento de sua linguagem musical.

Nesta turnê, MARO se apresenta pela primeira vez acompanhada por uma banda fixa, formada por Carbeau (baixo), Manuel Rocha (guitarra), Pedro Altério (guitarra) e Gabriel Altério (bateria). Com quase duas horas de duração, o show percorre diferentes momentos de sua carreira, alternando passagens intimistas com arranjos mais encorpados e momentos de celebração. A proposta é ampliar as nuances de seu repertório sem abrir mão da proximidade com o público e da autenticidade que marcam suas apresentações.

Lançado em janeiro, SO MUCH HAS CHANGED é um dos trabalhos mais pessoais da discografia de MARO. Gravado integralmente no estúdio Gargolândia, em Alambari (SP), o álbum reúne canções em inglês que abordam amadurecimento, gratidão e recomeços. Com arranjos que privilegiam violão e piano, acompanhados por sutis texturas eletrônicas, o disco destaca a força das melodias e a expressividade da voz da artista, em uma atmosfera delicada e luminosa.

A turnê traduz ao vivo o espírito do álbum, marcado por uma perspectiva mais leve e otimista. “A resposta dos fãs às novas músicas tem sido muito bonita. É emocionante ver tantas pessoas cantando as letras do início ao fim. O show reflete a energia positiva do álbum, é mais leve, mais vibrante, e o público se conecta muito com essa mensagem”, afirma MARO.

A dimensão colaborativa também é parte importante dessa nova fase. Durante apresentações recentes da turnê mundial, a artista recebeu convidados como Charlotte Cardin, Jacob Collier e November Ultra, em encontros que reforçam a cumplicidade musical e a espontaneidade de seus concertos.

Em junho, MARO lançou o videoclipe de “Feeling So Nice”, uma das faixas de SO MUCH HAS CHANGED. Com uma mensagem de amor-próprio, superação e transformação, a canção sintetiza o espírito do álbum ao celebrar a possibilidade de encontrar crescimento mesmo nos momentos mais desafiadores. Gravado na Itália e produzido por Marco Braia, o vídeo reforça a atmosfera solar que caracteriza esta etapa de sua carreira.

Reconhecida por sua versatilidade artística, MARO construiu uma trajetória que atravessa diferentes tradições musicais, aproximando folk, jazz, música popular e sonoridades contemporâneas. Formada pela Berklee College of Music, em Boston, ela já colaborou com nomes como Jacob Collier, Eric Clapton, Jessie J e Pablo Alborán, consolidando-se como uma das vozes mais relevantes da nova música portuguesa.

Em 2022, venceu o Festival da Canção e representou Portugal no Festival Eurovisão da Canção com saudade, saudade, alcançando o Top 10 da competição. Desde então, sua carreira ganhou projeção internacional, levando seus espetáculos para salas esgotadas na Europa, América do Norte e América Latina, além de participações em festivais e turnês ao lado de artistas como ODESZA, Parcels e Shawn Mendes.

A relação de MARO com o Brasil vem de longa data e foi construída por meio de parcerias musicais e laços pessoais. Ela tem colaborações com artistas como Milton Nascimento, Caetano Veloso, Ivan Lins e Anavitória. Em Can You See Me?, álbum de 2022, dividiu com Milton os vocais na faixa “juro que vi flores”.

No Brasil, a cantora também criou laços com a família de Pedro Altério, integrante do grupo 5 a Seco e filho do casal Rita e Rafael Altério. A Gargolândia, sítio e estúdio da família em Alambari, no interior paulista, é hoje a sua segunda casa. Foi justamente nesse espaço que ela gravou SO MUCH HAS CHANGED, reforçando a ligação afetiva entre sua música e o país.

 

“O Brasil é hoje minha segunda casa. É um país com o qual tenho uma ligação muito especial, e fazer esses shows aqui tem um significado enorme para mim. O público brasileiro é incrível. Estou muito feliz por trazer esse show para cá e compartilhar com as pessoas o que estamos construindo no palco. É uma troca que torna cada apresentação única”, conclui a artista.

SERVIÇO

MARO / So Much Has Changed

Data: 4 de novembro

Local: Centro Cultural SESIMINAS

Endereço: Rua Padre Marinho 60, Santa Efigênia – Belo Horizonte

Horário: 20h

Capacidade: 660 pessoas

Classificação: Livre

 

Ingressos

R$ 200 (inteira)

R$ 160 (meia social)

R$ 100 (meia-entrada)

Link de vendas

Ouro Minas celebra 30 anos em noite histórica

Há eventos que ultrapassam o calendário de celebrações e conquistam um lugar especial na memória de uma cidade. Foi assim a comemoração dos 30 anos do Ouro Minas Dolce by Wyndham, realizada na noite de quinta-feira, 15 de outubro, no salão do hotel, em Belo Horizonte. Uma festa grandiosa, em que a sofisticação de cada detalhe, a emoção das homenagens e a atmosfera de alegria e emoção se encontraram para celebrar muito mais do que a trajetória de um hotel: a comemoração de três décadas de histórias, conexões e momentos que ajudaram a construir a identidade da hospitalidade mineira.

A celebração reuniu autoridades, empresários, colaboradores, clientes, parceiros, imprensa e influenciadores em uma noite marcada pelo bom gosto, pelo acolhimento e por manifestações de carinho e reconhecimento. Entre as autoridades presentes estavam o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira; o secretário de Estado de Governo, Renato Rezende; o secretário municipal de Investimentos e Relações Internacionais de Belo Horizonte, Qu Cheng, representando o prefeito Álvaro Damião. O evento também reuniu importantes nomes do turismo e da hotelaria, entre eles a presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Minas Gerais (ABIH-MG), Flávia Badaró; o coordenador regional da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Marcos Valério Rocha; o presidente da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo de Minas Gerais (Abrajet-MG), Antônio Claret Guerra; e o vice-presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens de Minas Gerais (ABAV-MG), Peter Mangabeira;.

À frente da celebração estava a empresária Érica Drumond, CEO do Ouro Minas, filha de José Décio Drumond, fundador do hotel e de Marieta Drumond. Em um discurso marcado pela gratidão, ela destacou que a trajetória do empreendimento ultrapassa as conquistas empresariais e se confunde com as histórias das pessoas que participaram de sua construção. “Três décadas representam muito mais do que tempo. Representam sonhos realizados, desafios superados, conquistas compartilhadas e, acima de tudo, pessoas que ajudaram a construir uma história da qual temos muito orgulho”, afirmou.

Érica também agradeceu aos clientes, fornecedores e parceiros, ressaltando que a operação de um empreendimento dessa dimensão depende de uma ampla rede de profissionais e empresas. Com centenas de apartamentos, espaços para convenções e capacidade para atender simultaneamente a um grande número de hóspedes e participantes de eventos, o Ouro Minas representa uma engrenagem que envolve diferentes áreas e especialidades. “Não teríamos como tocar uma engrenagem dessa, de 342 apartamentos, mais de 800 pessoas no café da manhã e 20 salas de convenção, se não fossem os nossos fornecedores”, destacou, reconhecendo a importância das parcerias construídas ao longo dos anos e o compromisso compartilhado com a qualidade dos serviços.

Para Érica Drumond, a festa também representou um reencontro com pessoas que acompanharam diferentes momentos da trajetória do hotel. Ao lado de familiares, entre eles, o marido James Davidson e os filhos Henrique, Estela Drumond, Henrique Drumond e João Victor Silva a executiva recordou o legado deixado por seu pai e agradeceu à família incluindo os irmão Simone e Alexandre Drumond, pelo apoio ao longo dos anos. A celebração evidenciou a continuidade de um projeto que nasceu de uma visão empreendedora e se consolidou como uma das referências da hotelaria mineira.

Durante a solenidade, o secretário Leônidas Oliveira prestou uma homenagem à CEO do Ouro Minas, lembrando sua trajetória empreendedora e sua contribuição para o turismo mineiro. Ele destacou a capacidade de liderança de Érica, a determinação e a autenticidade que marcam sua atuação profissional, reconhecendo-a como uma inspiração. Representando a Prefeitura de Belo Horizonte, Qu Cheng ressaltou o papel do Ouro Minas na transformação e no desenvolvimento da região Norte da capital. Segundo ele, a implantação do empreendimento na Avenida Cristiano Machado representou uma aposta importante no potencial econômico da região, contribuindo para a geração de empregos, a atração de eventos e o fortalecimento do turismo e dos negócios na cidade. O secretário também reconheceu a parceria construída entre o poder público municipal e o hotel ao longo das três décadas.

Érica ressaltou a importância das parcerias institucionais para o fortalecimento do setor. “Valorizamos o diálogo, a cooperação institucional e a importância de trabalharmos juntos pelo desenvolvimento da nossa cidade, pelo fortalecimento do turismo e pela geração de oportunidades”, destacou a empresária.

Uma noite memorável para celebrar um legado de hospitalidade

Um dos destaques foi o menu comemorativo, especialmente elaborado pela equipe gastronômica do Ouro Minas para a celebração. As preparações reuniram ingredientes selecionados, combinações contemporâneas e apresentações cuidadosas, traduzindo a proposta do empreendimento de proporcionar experiências gastronômicas que valorizam tanto a identidade mineira quanto referências da culinária internacional. No menu, salmão ao forno com mousseline de banana e maracujá e tornedor de filé-mignon acompanhado de risoto de queijo brie, peras caramelizadas e molho de vinho do Porto e café. A recepção contou ainda com uma seleção de queijos, frios, doces deliciosos, vinhos e espumantes, em uma experiência marcada pelo cuidado com os detalhes e pela hospitalidade. Entre as novidades, o drinque autoral “Ouro Minas 30 anos”, criado exclusivamente para a data, com pó de ouro comestível em referência ao nome do hotel.

A sofisticação esteve presente em cada detalhe da comemoração. A produção contou com o trabalho impecável de Karla Delfim, da Usina360 e Eventos, e criou uma atmosfera envolvente, em que a decoração, a iluminação, a gastronomia e o acolhimento dos convidados se integraram para tornar a noite especial. Os tons de dourado predominavam em toda a ambientação, em uma elegante alusão ao nome do hotel e ao brilho de uma trajetória de três décadas marcada por conquistas, sofisticação e momentos memoráveis. A escolha da imponência à celebração, traduzindo em cada detalhe a grandiosidade da ocasião e o valor de uma história que se tornou referência na hotelaria mineira.

Da ambientação cuidadosamente concebida à experiência gastronômica criada especialmente para a ocasião, tudo refletia a importância da data. Mais do que impressionar pela produção, o evento emocionou pela maneira como valorizou as pessoas que fazem parte dessa história.

Pessoas que transformam hospitalidade em histórias

Um dos pontos mais marcantes do discurso de Érica Drumond foi o reconhecimento aos clientes, fornecedores, parceiros e colaboradores que, segundo ela, são parte essencial da história do empreendimento. Ao falar dos hóspedes e clientes que escolheram o Ouro Minas ao longo das últimas três décadas, a executiva destacou a importância das relações de confiança construídas durante esse período. “Cada hospedagem, cada evento, cada encontro e cada momento vivido aqui dá sentido ao nosso trabalho. Vocês são a razão pela qual buscamos diariamente oferecer uma experiência de excelência, acolhimento e hospitalidade”, declarou.

Mas foi ao falar dos colaboradores que a comemoração ganhou um de seus momentos mais emocionantes. Érica fez questão de homenagear publicamente os profissionais que trabalham diariamente para garantir o funcionamento do hotel, muitos deles presentes na festa, enquanto outros permaneciam em suas atividades, cuidando da recepção e do atendimento aos convidados. “São vocês que transformam uma estrutura em acolhimento, um serviço em experiência e cada detalhe em uma lembrança especial”, afirmou, ao reconhecer a dedicação daqueles que dão vida ao empreendimento.

A empresária ressaltou que, embora as instalações, a localização e a infraestrutura sejam importantes diferenciais, a hospitalidade se concretiza no cuidado e na dedicação das equipes. “Um hotel pode ter uma arquitetura e instalações sofisticadas, uma localização privilegiada, mas é a dedicação das pessoas que realmente faz a diferença”, declarou. Em um gesto simbólico, Érica convidou ao palco os colaboradores que puderam participar da homenagem, em um reconhecimento coletivo aos profissionais que transformaram a festa em realidade e que, ao longo dos anos, contribuíram para a consolidação do Ouro Minas como referência em hospitalidade.

O momento sintetizou a mensagem central da celebração: um empreendimento pode ser reconhecido por sua estrutura, seus serviços e sua trajetória, mas são as pessoas que constroem os vínculos capazes de atravessar gerações. Ao encerrar seu discurso, Érica Drumond deixou uma mensagem de gratidão que emocionou os presentes e traduziu o sentimento compartilhado durante toda a comemoração. “Os 30 anos são do hotel, mas essa história pertence a todos nós.”

 

 Fotos: Edy Fernandes

ESG incorpora proteção contra os efeitos do calor extremo

Democratização do acesso a ambientes termicamente adequados entra na discussão climática

 

O avanço das ondas de calor tem ampliado o debate sobre sustentabilidade para além da redução de impactos ambientais. À medida que temperaturas elevadas passam a representar riscos para a saúde, para a produtividade e para a infraestrutura, medidas de adaptação climática também ganham espaço na agenda social das empresas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, entre 2000 e 2019, cerca de 489 mil pessoas tenham morrido por ano em decorrência do calor no mundo. Em 2025, um relatório do Lancet Countdown divulgado em parceria com a organização apontou uma média ainda maior, de 546 mil mortes anuais relacionadas ao calor.

No Brasil, o problema também tem sua notoriedade. Nota Técnica publicada pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) em 2026 mostrou aumento contínuo da frequência das ondas de calor nas últimas quatro décadas, com intensificação do fenômeno em todos os Estados desde o início dos anos 2000. O órgão também aponta que os eventos tendem a se agravar em anos de El Niño, cenário que ganha importância diante da previsão de persistência do fenômeno entre 2026 e 2027.

É nesse contexto que o conforto térmico deixa de ser tratado apenas como uma questão de bem-estar e passa a ser considerado uma dimensão da proteção social. Para empresas que atuam com engenharia e isolamento térmico, a discussão envolve democratizar o acesso a soluções capazes de reduzir a exposição das pessoas ao calor, sobretudo em ambientes residenciais, comerciais e industriais. A lógica aproxima a agenda ambiental da dimensão social do ESG, ao relacionar eficiência energética, adaptação climática e proteção da população.

“Combater os impactos do calor e democratizar o acesso ao conforto térmico é parte da nossa missão. Quando falamos de isolamento térmico, não estamos tratando apenas de eficiência ou de redução do consumo de energia. Estamos falando também de proteger pessoas dos efeitos do calor extremo e preparar os ambientes para uma realidade climática que já está acontecendo”, afirma Ricardo Valentini, empresário e CEO do Grupo 3TC, engenheiro especialista em soluções contra o calor.

A dimensão social também aparece em iniciativas voltadas a comunidades expostas a temperaturas elevadas. Um exemplo é a ação realizada em João Pessoa, que levou soluções de engenharia térmica para um espaço comunitário e reforçou a discussão sobre a desigualdade no acesso a ambientes termicamente adequados. O tema ganha importância porque os efeitos do calor não são distribuídos de maneira uniforme. Idosos, crianças, gestantes, pessoas com doenças crônicas e trabalhadores expostos ao calor estão entre os grupos mais vulneráveis, segundo a OMS.

“Conforto térmico não pode ser visto como luxo. Em um cenário de temperaturas cada vez mais elevadas, ter um ambiente capaz de reduzir a exposição ao calor é uma questão de saúde, segurança e qualidade de vida. O nosso papel é ajudar a levar conhecimento e tecnologia para que essa adaptação também seja acessível a quem mais precisa”, afirma Valentini.

Para o setor empresarial, a discussão abre uma frente adicional dentro do ESG. A sustentabilidade passa pela redução de resíduos, pela eficiência energética e pelo desenvolvimento de produtos com menor impacto ambiental, mas também pela capacidade de preparar edifícios, fábricas, centros de distribuição e outros espaços para condições climáticas mais severas. No caso do isolamento térmico, a mesma solução pode contribuir para reduzir a carga térmica no ambiente, diminuir a necessidade e consumo de energia de sistemas de climatização e tornar os ambientes mais resilientes aos impactos do calor.“O ESG precisa acompanhar os problemas que a sociedade está enfrentando. O calor extremo já deixou de ser uma preocupação exclusivamente ambiental. Ele afeta a saúde, o trabalho, a produção e a vida cotidiana. Quando uma solução de engenharia ajuda a reduzir esses impactos, ela atua simultaneamente na sustentabilidade e na dimensão social”, completa Valentini.

Busca e apreensão de documentos e provas: como funciona ?

Busca e apreensão de documentos e provas: como funciona e é possível evitar?

Imagine receber policiais em sua residência ou empresa com um mandado judicial autorizando a busca por documentos, computadores, celulares e outros materiais relacionados a uma investigação criminal. Essa situação pode provocar insegurança, dúvidas e preocupação, principalmente quando a pessoa desconhece seus direitos e não sabe quais procedimentos devem ser respeitados.

A busca e apreensão de documentos e provas é uma medida utilizada pelas autoridades para localizar e recolher elementos que possam contribuir para o esclarecimento de crimes. Entretanto, sua realização não significa que o investigado seja culpado, tampouco autoriza uma atuação ilimitada dos agentes responsáveis pela diligência.

No Brasil, a Constituição Federal e o Código de Processo Penal estabelecem garantias destinadas a proteger a intimidade, a privacidade, o sigilo das informações e o direito à ampla defesa. Mas como funciona uma busca e apreensão criminal? A polícia pode acessar qualquer documento ou aparelho eletrônico? É possível impedir uma diligência ou solicitar a anulação das provas obtidas? Compreender essas questões é fundamental para reconhecer possíveis abusos e assegurar que a investigação respeite os limites da legislação.

O que é busca e apreensão de documentos e provas?

A busca e apreensão é uma medida de investigação destinada à localização e, quando cabível, ao recolhimento de objetos, documentos, dispositivos eletrônicos e outros elementos que possam ter relação com uma infração penal. O procedimento encontra fundamento principalmente nos artigos 240 a 250 do Código de Processo Penal. A busca pode ocorrer em residências, estabelecimentos comerciais e outros locais, observadas as exigências legais aplicáveis a cada situação.

É importante diferenciar os dois conceitos. A busca corresponde à atividade de procurar determinado objeto ou elemento de interesse da investigação. Já a apreensão consiste no recolhimento do material encontrado, quando existe fundamento legal para essa medida. Em investigações envolvendo crimes financeiros, fraudes, corrupção ou delitos praticados por meios digitais, por exemplo, documentos contábeis, contratos, registros eletrônicos e equipamentos podem ser relevantes para a apuração dos fatos. Contudo, a autoridade responsável precisa respeitar os limites legais e a finalidade da diligência.

Quando a Justiça pode autorizar uma busca e apreensão?

A autorização judicial para busca domiciliar deve estar fundamentada em elementos concretos que indiquem a necessidade da medida. O artigo 240 do Código de Processo Penal prevê hipóteses nas quais a busca pode ser realizada, incluindo a apreensão de objetos relacionados à prática de crimes e a descoberta de elementos necessários à prova de infrações penais. A decisão não deve ser utilizada como instrumento de investigação genérica ou como autorização indiscriminada para procurar qualquer informação.

O mandado judicial deve indicar, de maneira suficientemente precisa, o local da diligência e sua finalidade, conforme as exigências do artigo 243 do Código de Processo Penal. Isso significa que a existência de uma investigação criminal, isoladamente, não justifica buscas ilimitadas em residências ou empresas. A necessidade, a proporcionalidade e a fundamentação da medida são aspectos essenciais para avaliar sua legalidade.

A polícia pode entrar em uma residência sem mandado judicial?

A Constituição Federal estabelece, no artigo 5º, inciso XI, que a casa é asilo inviolável do indivíduo. Entretanto, essa proteção não é absoluta.

A entrada em residência sem consentimento do morador pode ocorrer em situações constitucionalmente previstas, como flagrante delito, desastre ou prestação de socorro. Também é possível o ingresso durante o dia por determinação judicial. Nos casos de entrada forçada sem mandado, o Supremo Tribunal Federal exige fundadas razões, justificáveis posteriormente, que indiquem situação de flagrante delito no interior do imóvel.

Uma denúncia anônima, por si só, não autoriza automaticamente o ingresso forçado em uma residência. Quando a entrada ocorre sem respaldo constitucional, os elementos obtidos podem ser questionados judicialmente. Portanto, a legalidade da diligência depende não apenas da existência de um mandado, mas também das circunstâncias concretas que justificaram o ingresso no imóvel.

A polícia pode apreender celulares, computadores e documentos pessoais?

Sim. Durante uma investigação criminal, dispositivos eletrônicos e documentos podem ser apreendidos quando houver fundamento legal e relação com os fatos investigados. Entretanto, é necessário diferenciar a apreensão física de um equipamento do acesso às informações armazenadas nele.

O Superior Tribunal de Justiça reconhece, como regra, a ilicitude do acesso policial a dados de celulares apreendidos em flagrante sem autorização judicial, ressalvadas hipóteses juridicamente válidas, como o consentimento voluntário. Por outro lado, uma ordem judicial de busca e apreensão pode fundamentar o acesso aos dados, conforme seu conteúdo e os limites da autorização. Isso significa que a apreensão de um celular não representa autorização irrestrita para acessar todas as informações pessoais do investigado.

É possível impedir uma busca e apreensão criminal?

Quando existe uma ordem judicial válida, o investigado não pode simplesmente impedir sua execução. Entretanto, é possível questionar judicialmente a legalidade da medida, inclusive antes de seu cumprimento, quando houver conhecimento da decisão e fundamentos jurídicos adequados. A defesa pode avaliar a ausência de fundamentação, a desproporcionalidade da medida ou a falta de relação entre os materiais procurados e os fatos investigados.

Também pode requerer providências para proteger informações sigilosas e documentos sem pertinência com a investigação. O caminho adequado é a atuação jurídica, nunca a ocultação, destruição ou alteração de provas, nem a resistência física à diligência.

Quando a busca e apreensão pode ser anulada?

A legalidade da busca e apreensão pode ser questionada quando existem violações constitucionais ou processuais relevantes. Entre os exemplos estão o ingresso domiciliar sem fundamento constitucional, a execução de diligências fora dos limites da autorização judicial e a obtenção ilícita de dados protegidos. O artigo 157 do Código de Processo Penal determina que provas obtidas mediante violação de normas constitucionais ou legais são inadmissíveis e devem ser retiradas do processo.

A restrição pode alcançar provas derivadas das ilícitas, ressalvadas as exceções legais, como a ausência de nexo causal ou a existência de fonte independente. Contudo, nem toda irregularidade resulta automaticamente na anulação integral da investigação. É necessário examinar a natureza do vício e suas consequências jurídicas.

O que é cadeia de custódia e por que ela é importante?

A cadeia de custódia corresponde ao conjunto de procedimentos utilizados para documentar a trajetória dos vestígios coletados durante uma investigação. Seu objetivo é preservar a rastreabilidade dos elementos probatórios, desde o reconhecimento e a coleta até o armazenamento e eventual descarte.

Em provas digitais, essa preocupação ganha relevância porque arquivos eletrônicos podem sofrer alterações, exclusões ou problemas de integridade. A defesa pode examinar os procedimentos de extração, preservação, armazenamento e análise dos dados. Eventuais falhas devem ser avaliadas concretamente, pois não provocam necessariamente a exclusão automática da prova.

O que fazer durante uma busca e apreensão?

A presença de policiais em uma residência ou empresa exige atenção, mas também tranquilidade. É recomendável verificar a identificação dos agentes, conhecer o conteúdo do mandado apresentado e entrar em contato com um advogado criminalista.

O investigado possui direito ao silêncio e não é obrigado a produzir prova contra si mesmo. Isso, entretanto, não autoriza impedir fisicamente o cumprimento de uma ordem legítima. Também é importante solicitar o registro dos materiais apreendidos e preservar informações que possam ajudar a defesa a verificar a regularidade da diligência. O artigo 245 do Código de Processo Penal prevê a elaboração de auto circunstanciado ao final da busca domiciliar.

Qual é a importância de um advogado criminalista nesses casos?

A busca e apreensão pode representar uma etapa decisiva da investigação criminal, especialmente quando envolve documentos empresariais, registros financeiros ou informações digitais. A atuação de um advogado criminalista permite analisar a fundamentação da ordem judicial, acompanhar a legalidade dos procedimentos e identificar eventuais violações de direitos fundamentais.

O profissional também pode avaliar a necessidade de requerer a restituição de objetos apreendidos, o reconhecimento da ilicitude de provas ou outras providências processuais. A defesa técnica não busca impedir uma investigação legítima, mas assegurar que a produção das provas respeite a Constituição e a legislação.

Conhecer seus direitos é essencial

A busca e apreensão de documentos e provas é um instrumento importante para a investigação criminal, mas sua utilização está sujeita a limites jurídicos. A existência de uma investigação não elimina os direitos fundamentais do cidadão. Da mesma forma, uma ordem judicial não autoriza necessariamente o acesso indiscriminado a qualquer informação.

Recebeu um mandado de busca e apreensão ou teve documentos e equipamentos recolhidos durante uma investigação? Buscar orientação de um advogado de sua confiança é fundamental para compreender a situação, avaliar a legalidade das medidas e identificar as possibilidades de defesa. Para mais informações, entre em contato pelo WhatsApp: 3198327 8116

O atendimento será realizado com total discrição e compromisso com a defesa dos seus direitos. | Site: gabrielnogueiraadvocacia.com.br

Automóvel Clube de Minas Gerais – 100 anos de tradição

Pela primeira vez no Brasil foi realizada uma visita cultural cujo tema era o estilo eclético! Até muito recentemente este estilo de arquitetura e design tinha sido deixado de lado, perdido entre um neoclássico imperial e o modernismo brasileiro. Porém o ecletismo é a síntese de Belo Horizonte, cidade idealizada e construída exatamente na belle epoque tardia, na virada do século XIX ao XX, período em que o ecletismo ditou as regras . Com mais de 500 edificações deste estilo – Belo Horizonte se tornou uma das referências mundiais, e o prédio do Automóvel Clube de Minas, talvez seja essa grande “joia da coroa” deste estilo que reúne elementos palacianos, gregos, romanos, barrocos, clássicos, góticos, renascentistas…. a própria palavra “eclético”, já resume bem, é um conjunto harmônico de vários períodos históricos, onde a arquitetura comunica ideias e mensagens, uma arquitetura da história útil, que demanda a própria cultura do visitante.
Com um grupo bastante seleto de mulheres o passeio cultural ao Automóvel Clube se iniciou pelo majestoso Hall de acesso à portaria, logo de frente – o primeiro elevador a ser colocado em funcionamento em Minas Gerais. Um grande exemplo da revolução industrial que estava em curso, uma máquina geniosa que levava as pessoas para cima e para baixo. Hoje algo até banal, porém cem anos atrás, um grande atração da engenharia humana. O elevador do estilo pantografico todo estruturado em bronze polido apresenta elementos vazados, exatamente para que a jornada, prédio acima, fosse uma experiência visível. E onde o observador que estivesse no Hall visse, a coragem e modernidade de quem ascender aos andares superiores. Uma revolução do pensamento. Ao fundo do elevador uma grande cortina de luz, traz foco aos vitrais que contam a história do Automóvel ao longo dos milênios. Cortina de luz que brotava de um jardim de inverno instalado na cobertura do edifício. Já no primeiro vitral a interessante referência aos carros de corrida que tanto sucesso faziam nos anos 1920. Carros de corrida que representavam toda a velocidade, dinamismo e coragem necessários para viver o revolucionário século XX que se iniciava. Em círculo floral, entre acantos, a imagem de Pietro Bordino, “il diavolo rosso” piloto em maior evidência nos anos 20, um italiano extremamente arrojado. E logo ao lado também em círculo floral a imagem de uma piloto mulher, Helle Nice, uma francesa que simbolizou o heroísmo e esteve no Brasil, onde foi recepcionista pelo Automóvel Clube, ela inclusive influenciou em muito a criação do nome que batizou toda um geração “Hellenice” foi nome popular nas décadas que se seguiram. “Muito interessante e até revolucionário o Automóvel Clube ter homenageado uma mulher piloto de corrida, isso em pleno 1929” destaca Geórgia Moraes uma das visitantes do passeio.
Logo na sequência o vitral mostra um referência a carruagem do rei francês Luís XIV – o rei sol, com toda sua imponência majestatica. É a arquitetura mandando recado, comunicando, um grande símbolo do ecletismo. “você visitante do Automóvel Clube, também seja nobre, nobre nas atitudes e no comportamento, nas ações”.

O Hall é realmente um espaço extremamente interessante do ponto de vista arquitetônico, traz uma “pronaus” uma sequência de escadarias que definem na época greco romana, o que era um edifício para ir de carro – o carro ou veículo ficava do lado de fora da pronaus, indicando assim mais uma referência arquitetônica do ecletismo. Logo na sequência vemos as 3 portas simétricas em arcos plenos que incorporam ferro forjado, encinado por teto de vidro. Elementos da revolução industrial incorporados ao edifício. “A soma de todos estes elementos gera uma estética muito interessante, uma verdadeira viagem no tempo” destaca Bia Neiredo, visitante deste passeio.
Adentrando mais um pouco neste Hall temos as colunas de estilo toscano encimadas por capitéis de estilo jonico, coisa que no neoclássico não veríamos pois uma coluna jonica pediria um fuste canelado ou vincado, ao gosto grego, e ao incorporar um fuste liso toscano temos mais uma refencia perfeita ao ecletismo. As escadas do Automóvel Clube são puro fausto. Muito porque haviam pessoas avessas ao elevador, preferiam a tradição da escada que é calçada de lindo mármore e decorada com apliques de pedra, traz gradio de interessante junção antropomorfico, zoomorfico e fitomorfico, talvez sendo único representante no mundo eclético desta junção. O bocel da escada é a junção da referência a uma pata de leão com algo pitoresco como um ramo de Carvalho. A junção de elementos naturais…
Subindo um pouco mais e antes de adentrar ao salão dourado, temos o vitral que mostra a megalopole, a metrópole que Belo Horizonte se propunha a ser, em pleno 1929, não haviam prédios maiores que 4 pavimentos na cidade, não haviam arranha-céus, porém o vitral do Automóvel Clube já antecipa tudo isso, como que prevendo a verticalização da cidade que viria logo após. Também ilustra os interessantes faróis de diversos carros, formando cena que traz movimento de acordo com a incidência da luz…. verdadeiro deleite visual, ral como um cinema de luz.

O salão dourado é realmente o ápice das salas de reunião e festa em toda Minas. É um espetáculo à parte. Janeloes deixam os raios da avenida Afonso Pena entrar no recinto e trazem também o verde natural do parque municipal que está logo à frente. Verde este que ao refletir nos espelhos do salão trazem a mesma natureza que se vê em Versalhes, onde o salão dos espelhos foi a grande inspiração do arquiteto Luiz Signorelli que assina o projeto. O salão dourado possui espelhos muito parecidos com os de Versalhes, inclusive com o mesmo recorte veneziano do Palácio do rei sol francês. Também possui ao centro 3 lustres de cristal da Boêmia, lapidados manualmente peça a peça, trazem na sua faceta a própria luz pois refletem como caleidoscópio cada faixa de luz emitida pela grande novidade da época a luz elétrica. Logo ao lado o salão Príncipe de Gales que recebeu este nome para homenagear a visita da corte real inglesa à Belo Horizonte, isso em 1931. Imaginar que uma cidade com menos de 90 mil habitantes recebeu a visita dos futuros Reis da Inglaterra e do Reino Unido, George e Eduardo que na oportunidade dançaram com jovens moças no salão do Automóvel Clube, é desta época o palco instalado para receber atrações musicais e teatrais. Há um recuo no salão onde orquestras de bolso poderiam tocar de form bastante intimista o jazz da época. Porém temos relatos que os príncipes ingleses dançaram inclusive maxixe um ritmo bem brasileiro, sincopado, e que deu origem ao samba de gafieira.
Grande destaque do passeio cultural do estilo eclético foi poder analisar a mobília de época, toda fabricada pela empresa Laubisch & Hirth que traz estilo francês e inglês à decoração suntuosa. “Podemos acessar inclusive a prataria, onde vimos taças coupe de cristal centenárias e os talheres de prata abrasonados com o timbre do Automóvel Clube, um charme”, destaca Sil Ribeiro, organizadora desta visita temática.
Só para se ter ideia, o grande design de móveis Joaquim Tenreito era um dos artesãos da empresa Laubisch & Hirth e pode ter posto a mão em alguns dos objetos que vimos no passeio. Também vale muito lembrar que o arquiteto Luiz Signorelli que idealizou cada cantinho do Automóvel Clube foi professor de Lúcio Costa, criador das formas arquitetônicas de Brasília e também de Atilio Corrêa que deu vida a arquitetura da nova cidade de Goiás… Veja a importância deste arquiteto e sua obra eclética.
Subindo mais um andar fomos recebidos pelo piano de cauda que estava executando belíssima peça de Bach. Isso em pleno restaurante do Automóvel Clube que hoje é totalmente aberto ao público em suas mesas e cadeiras de estilo Michel Thonet. O restaurante é arejado por imensas janelas que trazem fluxo de ar, e possui decoração de arandelas de luz anarela, o que traz leveza e intimismo ao ambiente. Com cardápio que resgata clássicos dos anos 1920, como o filet Suíço que traz deliciosa peça de carne recheada e gratinada com farta camada de queijos. “Um dos poucos lugares do Brasil onde se pode beber bom vinho e comer pratos com 100 anos de tradição”… inclusive este filé Suíço foi um dos pratos preferidos de Juscelino kubitcheck que usava as instalações do automóvel clube para comemorar em jantares de gala os grandes feitos do seu governo nos anos 50. O Automóvel Clube a essa época era conhecido como o gabinete invisível, epicentro da política de conciliação, onde situação e oposição conversavam e chegavam a algum ponto em comum. Reuniões entre opositores como Benedito Valadares, JK, Milton Campos e Pedro Aleixo mostravam como a arquitetura do automóvel clube foi acertiva ao edificar um templo, não um templo religioso, e sim um templo ao diálogo, onde um clube pode proporcionar momentos únicos com o outro, o interlocutor, e onde o consenso pode ser construído. Talvez a grande mensagem da arquitetura que fica neste centenário do Automóvel Clube seja essa, há sempre espaço para o diálogo em uma sociedade, desde que exista um local propício, tal como o templo que é o Automóvel Clube de Minas… e para fechar o passeio ficamos de frente ao último vitral, o mais proeminente que traz a figura egípcia de Ramsés II, maior faraó de todas as dinastias, é ilustrado em seu carro na batalha de Cadexe, onde dirige a biga de 2 cavalos e ao mesmo tempo combate com arco. Essa imagem veio a tona exatamente na feira mundial de belas artes de Paris de 1925 quando os planos da construção do automóvel Clube de Minas estavam sendo desenhados. E é extremamente interessante ver que o carro ilustrado no vitral é um dos carros de outro faraó, tutancamon que acabava de ser desenterrado das areias do deserto mais de 3 mil anos depois de ser selado em uma tumba. Isso ilustra como Belo Horizonte estava diretamente conectada e interligada com o mundo que vivia, e alguma foto de jornal serviu como referência a esse vitral tão eclético ao ponto de misturar 2 faraós distintos… um passeio ao automóvel clube revela histórias tão palataveis e pitorescas como essas… imagine quantas outras histórias existem ainda à serem reveladas nesta arquitetura?
“Observar o pórtico do salão dourado e ver as colunas do barroco tardio, talvez grande referência ao esplendor das Minas Gerais do ciclo do ouro, mexeu com meu lado artístico, principalmente por ver que no frontao do arco existem duas cornucopias, símbolo da abundância greco romana” destaca Mary Cusin, artista plástica e visitante do passeio. Ótimo destaque arquitetônico este das cornucopias da abundância, pois elas desejavam como augúrios a quem adentrar ao salão dourado exatamente abundância e riqueza, porém não só riqueza pessoal, riqueza moral e social. Refletindo como a sociedade de 1929 pensava… um cidadão não é pleno sem ascender também artisticamente e culturalmente, veja a beleza que é o que comunica a arquitetura eclética…

Grand Tasting Niterói reúne vinho e gastronomia

 

O universo dos vinhos e da gastronomia terá um encontro especial em Niterói no próximo sábado, 17 de outubro. O Grand Tasting Niterói – Wine and Food 2026 promete proporcionar uma experiência voltada aos apreciadores de bons vinhos, sabores e momentos de convivência.

O evento será realizado no salão de eventos do Hotel Orizzonte by Atlântica, localizado em Gragoatá, Niterói (RJ), reunindo o cenário ideal para uma experiência que valoriza a cultura do vinho e a conexão entre pessoas que compartilham o interesse pela enogastronomia.

Mais do que uma oportunidade de apreciar vinhos, encontros como o Grand Tasting aproximam o público de um universo que combina tradição, conhecimento e experiências sensoriais. A proposta também dialoga com o crescente interesse por eventos que unem gastronomia, lazer e relacionamento em ambientes diferenciados.

A escolha de Niterói como palco do encontro reforça o potencial da cidade para receber experiências que movimentam o setor de eventos e ampliam as opções de programação para moradores e visitantes.

Serviço

* Evento: Grand Tasting Niterói – Wine and Food 2026
* Data: 17 de outubro de 2026, sábado
* Local: Salão de eventos do Hotel Orizzonte by Atlântica
* Endereço: Gragoatá, Niterói – RJ
* Ingressos: disponíveis pela plataforma Sympla.

O Grand Tasting Niterói convida o público a reservar a data e vivenciar um encontro dedicado ao universo dos vinhos e da gastronomia.