O preço do Etanol na gsolina. Motos sofrem mais que os carros

Prof. Me. Eduardo Dias   @profedudias
Professor universitário e apresentador do programa
Conexão com IA da Tv Horizonte.

O crescimento acelerado da frota de motocicletas nas grandes e médias cidades transformou as duas-rodas na espinha dorsal da mobilidade urbana moderna e da economia de entregas. Contudo, enquanto celebramos a eficiência e a agilidade desse modal, um problema técnico e econômico avança nos bastidores dos postos de combustíveis: o impacto agressivo do aumento constante na porcentagem de etanol anidro adicionado à gasolina comercializada no país. O que para muitos parece apenas uma questão de variação no consumo por litro esconde, na verdade, um processo corrosivo e destrutivo para a mecânica das motocicletas.

Historicamente projetados para lidar com combustíveis de composição mais equilibrada, os motores das motocicletas, em especial os modelos de baixa e média cilindrada, que representam a esmagadora maioria das ruas, sofrem diretamente com as propriedades químicas do álcool em excesso. O etanol possui alta capacidade higroscópica, o que significa que ele absorve com facilidade a umidade do ar. Com taxas elevadas de mistura, essa água acumulada no tanque decanta e gera um processo acelerado de oxidação nas paredes internas, além de entupir bicos injetores e carburadores.

As consequências práticas dessa verdadeira bomba-relógio química logo aparecem na rotina de quem depende da moto para trabalhar. Borrachas de vedação ressecadas, mangueiras de combustível porosas, corrosão precoce da bomba de combustível e falhas constantes na câmara de combustão tornaram-se rotina nas oficinas mecânicas. Além da corrosão metálica e do desgaste prematuro de componentes vitais, a queima desse combustível alterado reduz a vida útil das velas e compromete a lubrificação das paredes dos cilindros, resultando em prejuízos financeiros recorrentes para trabalhadores e entusiastas que veem sua principal ferramenta de trabalho desvalorizar e quebrar precocemente.

 

7 mitos x verdades para você entender sobre proteção veicular

Boa parte dos motoristas brasileiros saem de casa todos os dias colocando em risco seu veículo e, consequentemente, sua saúde financeira. Levantamentos apontam que apenas cerca de 30% da frota de carros, motos e caminhões que circulam no país possuem algum tipo de seguro ou proteção veicular. Isto significa que, a cada três veículos, apenas um está protegido.

Gradativamente, a proteção veicular vem mudando essa realidade, sobretudo pela chegada de novos associados, atraídos pelo valor acessível das mensalidades. A contratação do serviço cresceu nos últimos anos, e o setor deve seguir em alta com as novas regras estabelecidas pela Lei Complementar 213/2025 e pela Resolução CNSP nº 491, que regulamentam a proteção veicular.

Dentre as principais transformações estão a exigência de autorização para que as associações operem com proteção veicular, a manutenção de capital mínimo e de um fundo de reserva por parte dessas prestadoras para assegurar o pagamento de sinistros, um modelo de rateio transparente e um prazo de até 24 meses para total adaptação às novas regras.

As associações passarão a ter a supervisão direta da Superintendência de Seguros Privados (Susep), ligada ao Ministério da Fazenda, o que deve contribuir para aglutinar mais governança, transparência e novas normas de conduta ao serviço de proteção veicular.

Porém, ainda há dúvidas de muitos consumidores sobre o que é este serviço e as diferenças em relação ao seguro convencional. Para saná-las, levantamos sete mitos x verdades que costumam ser dúvidas para o público em geral, trazendo respostas que podem ajudar a entender o que é cada produto e qual a melhor opção para o seu veículo. Confira:

Proteção veicular não cobre perda total

MITO. A maioria das associações de proteção veicular oferece cobertura para perda total decorrente de eventos previstos no regulamento, como colisão, roubo, furto, incêndio ou fenômenos da natureza. Antes da contratação, é importante verificar quais situações estão efetivamente cobertas.

“Por ter um valor bem mais acessível do que o seguro, muitas pessoas ainda acreditam que a proteção veicular só cobre pequenos danos. Mas a verdade é que ela não perde em nada para nenhuma seguradora. O que o proprietário do veículo deve fazer é pesquisar qual associação oferece o serviço mais completo em caso de dano”, orienta Gustavo Rocha, diretor executivo da Mobili, uma das maiores associações do setor em Minas.

Proteção veicular cobre motorista culpado

VERDADE. Na maioria dos casos, sim. Se o acidente estiver dentro das coberturas contratadas e não houver nenhuma hipótese de exclusão prevista no regulamento — como dirigir sob efeito de álcool ou sem habilitação —, o fato de o associado ter sido o causador do acidente não impede, por si só, o direito à indenização.

Proteção veicular é ilegal

MITO. A proteção veicular é um modelo de proteção baseado no associativismo, diferente do seguro tradicional. Quando a associação atua em conformidade com a legislação aplicável e com seu regulamento, sua atividade é lícita. O consumidor deve sempre optar por entidades sérias, transparentes e bem estruturadas.

“A proteção veicular é uma atividade legal, e, mais do que isso, agora também é regulamentada. As associações estão sob a supervisão da Susep, ligada ao Ministério da Fazenda”, lembra Gustavo Rocha.

Proteção veicular só atende carros antigos e quitados

MITO. Veículos novos, seminovos, antigos, financiados e, em muitos casos, até veículos utilizados para trabalho podem ser aceitos. As regras de aceitação variam conforme a política de cada associação. “Mais uma vez, nossa recomendação é para que o consumidor analise cada modelo e escolha aquele que melhor atende às suas necessidades”, orienta o gestor.

Proteção veicular é mais barata que seguro

VERDADE. Em muitos casos, sim. Como o modelo de funcionamento é diferente do seguro tradicional, a proteção veicular frequentemente apresenta um custo menor, principalmente para veículos ou perfis que enfrentam preços elevados nas seguradoras. Ainda assim, a comparação deve considerar também as coberturas e os serviços oferecidos.

Proteção veicular não faz análise do condutor

VERDADE. Em geral, as associações não utilizam os mesmos critérios de perfil de risco adotados pelas seguradoras, como idade, sexo, estado civil ou histórico de sinistros. Isso amplia o acesso de muitos motoristas à proteção, embora cada associação tenha suas próprias regras de aceitação.

A cobertura da proteção veicular só vale para a cidade contratada

MITO. Grande parte das associações oferece cobertura em todo o território nacional. No entanto, é importante confirmar essa informação no regulamento, pois a abrangência pode variar entre as entidades.

É mais vantagem ter seguro do que ter proteção veicular

MITO. Não existe uma resposta única. A melhor opção depende do perfil do motorista, do veículo, das coberturas desejadas e do orçamento disponível. Para algumas pessoas, o seguro tradicional será mais adequado; para outras, a proteção veicular pode oferecer um excelente custo-benefício.

Não tem como saber se a proteção veicular é confiável

MITO. Existem diversos critérios que ajudam o consumidor a avaliar a credibilidade de uma associação. Vale pesquisar o tempo de atuação, reputação em plataformas de avaliação, índices de atendimento, transparência do regulamento, estrutura da empresa e a experiência de outros associados antes de tomar a decisão.

“Uma dica é verificar a credibilidade da empresa em sites como o Reclame Aqui, que ao menos servem de termômetro da imagem que os próprios consumidores constroem da empresa. Quanto mais informações a associação disponibiliza ao público, maiores são as chances de ela ter a credibilidade necessária para receber mais associados”, sugere Gustavo Rocha.

Menopausa: por que a pele perde firmeza e o cabelo afina?

Ondas de calor, alterações de humor e irregularidade no ciclo menstrual costumam ser os sintomas mais lembrados da menopausa. Mas muitas mulheres também percebem que a pele perde firmeza, hidratação e viço, enquanto os cabelos ficam mais finos e com menos volume. Essas mudanças têm relação direta com a queda hormonal característica dessa fase, explica a dermatologista Ana Paula Furst, da Lenzaví Clinic.

“A redução do estrogênio interfere diretamente na produção de colágeno e no ciclo de crescimento dos cabelos. Por isso, muitas mulheres percebem mudanças importantes na pele e nos fios durante a menopausa. O mais importante é entender que essas alterações têm explicação biológica e, na maioria dos casos, podem ser tratadas”, explica a médica.

Segundo a dermatologista, a menopausa acelera um processo que já acontece naturalmente ao longo da vida. “A pele perde colágeno com o envelhecimento, mas durante a menopausa essa perda acontece de forma muito mais intensa. Nos primeiros cinco anos, a mulher pode perder cerca de 30% do colágeno, o que explica por que tantas pacientes sentem que envelheceram de uma hora para outra”, completa Ana Paula Furst.

O cabelo também sofre os efeitos da queda hormonal. Com menos estrogênio, os fios passam a nascer mais finos e permanecem menos tempo na fase de crescimento, reduzindo o volume ao longo do tempo. Apesar dessas mudanças, elas não precisam ser encaradas como inevitáveis.

“Hoje contamos com tecnologias que estimulam a produção de colágeno, bioestimuladores e protocolos personalizados que melhoram a qualidade da pele. Para os cabelos, também existem tratamentos voltados ao couro cabeludo capazes de fortalecer os fios e estimular o crescimento quando bem indicados. Quanto mais cedo começamos esse cuidado, melhores costumam ser os resultados”, contextualiza.

Cuidados com a pele e cabelos nessa fase

Além dos tratamentos realizados em consultório, alguns hábitos ajudam a preservar a saúde da pele e dos cabelos durante a menopausa:

– Manter a pele bem hidratada;
– Usar protetor solar todos os dias;
– Incluir produtos indicados pelo dermatologista para estimular a renovação da pele;
– Manter uma alimentação equilibrada, rica em proteínas e vitaminas;
– Praticar atividade física regularmente;
– Cuidar do couro cabeludo e procurar avaliação médica ao perceber aumento da queda ou afinamento dos fios.

“Envelhecer faz parte da vida. O que mudou é que hoje entendemos muito melhor as transformações que acontecem na menopausa e sabemos que muitas delas podem ser tratadas. Informação e acompanhamento médico fazem toda a diferença para que a mulher atravesse essa fase com mais saúde, autoestima e qualidade de vida”, finaliza a médica.

Período de inverno pode ser estímulo para atividades físicas

O despertador dispara às 5h da manhã. Ainda está escuro. Mesmo assim você se levanta, dá uma olhada pela janela e, lá fora, percebe uma imensa névoa denunciando que o dia está mais frio. Sair com uma temperatura baixa pode até provocar um resfriado. Entre sair e ficar mais tempo na cama, a preguiça acaba falando mais alto. Em vez da academia, pelo menos hoje, o melhor é ficar em casa. O treino não vai rolar.

Se você já passou por alguma coisa parecida com isso, saiba que não é a única pessoa. Perder a disposição para o frio ou para a chuva ou para qualquer outra situação climática é mais comum do que se imagina. Porém, no inverno, em particular, a tendência de autossabotagem é maior. Para quem sonha em estar em boa forma daqui a alguns meses, em meio ao verão, o mais adequado é encontrar forças para sair de casa.

“O inverno é um dos melhores períodos para iniciar o treino, pois o corpo sofre menos estresse térmico. Durante os exercícios, boa parte da energia que o organismo produz se transforma em calor. No verão, o corpo precisa vencer justamente esse calor, mas também a temperatura ambiente. Já no inverno, esse gasto de energia é mais otimizado, porque há menos impactos provocados pelo clima”, explica o educador físico Lucas Menezes, sócio-franqueado da Silva Gym, academia que está em vias de abrir as portas no Vale do Sereno, em Nova Lima.

Segundo ele, as temperaturas amenas típicas do inverno também favorecem o desempenho físico. “No inverno, o treino provoca menos fadiga, a temperatura corporal fica menor, assim como a sensação de esforço. Além disso, como há menos perda de líquido, há menos risco de desidratação, de aumento da pressão arterial, de câimbras provocadas pela sensação térmica e pela exaustão mesmo”, acrescenta.

Outro ponto que o educador físico destaca é que, para quem está disposto a iniciar o “projeto verão”, a hora é de iniciar os treinos é no curto prazo. “Essa cultura de frequentar a academia sazonalmente é bastante comum no Brasil. O segundo semestre é a alta temporada, pensando na temporada de férias e carnaval. Pra ficar com o corpo em forma, muita gente inicia o treino alguns meses antes. O ideal é que a atividade física tenha constância, mas quem tem a pretensão de resolver no segundo semestre, é bom já projetar o início por agora”, recomenda.

Mitos, verdades e erros comuns para quem está iniciando

O número de novos alunos que chegam às academias nesta época costuma ser elevado. Muitos chegam conscientes de que a saúde depende mais da constância do que de alguns meses de treinos firmes. Outros, porém, não levam isso tão a sério. Algumas crenças comuns entre os novos frequentadores merecem ser esclarecidas:

Dá pra chegar no verão com o corpo ideal

Mito. “Vai depender de qual verão”, brinca Lucas Menezes. Ele orienta o aluno a não alimentar a fantasia de que dá pra chegar no próximo verão com um corpo esguio ou musculoso. O mais adequado, segundo ele, é evitar estabelecer prazos para não se deparar com frustrações.

“Muita gente chega com ambições que dificilmente podem ser alcançadas em poucos meses. Não é um projeto de curto prazo. E, em relação ao próximo verão, já estamos no curto prazo. O melhor a fazer é começar a malhar ciente de que é uma atividade física importante, saudável, e que tende a dar os resultados num período que não se pode prever. A constância é mais importante do que prazos pré-fixados”, avisa.

Treino bom é aquele que dói depois

Mito. “Este é um mito que deve ser banido de dentro das academias. A dor muscular pode vir posteriormente, depois que os músculos perdem a contração do momento do exercício, mas sentir ou não dores não é um termômetro para avaliar se o treino foi produtivo”, explica o educador físico e sócio-franqueado da Silva Gym. “Mais importante do que a dor é o exercício ser feito corretamente para exigir uma carga do grupo muscular certo”, pontua Lucas Menezes.

Descansar faz parte do treino

Verdade. Segundo o profissional, o período de descanso é fundamental para aliviar os músculos e não provocar uma fadiga que seja prejudicial ao desenvolvimento através da atividade. “O excesso de atividade pode provocar lesões nas articulações, fadiga crônica e, em casos mais graves, até uma destruição das fibras musculares. Por isso, o descanso é parte do processo e deve ser respeitado adequadamente”, orienta.

Somente exercícios aeróbicos são suficientes para uma boa saúde

Mito. Exercícios aeróbicos, como corridas e caminhadas, têm impactos positivos para o sistema respiratório e para os músculos dos membros inferiores (pernas e quadril), mas, isoladamente, não garantem uma atenção completa ao corpo. A combinação com o fortalecimento muscular e com atividades de mobilidade garantem resultados mais precisos, de acordo com Lucas Menezes.

Silva Gym oferece treino diferenciado

E para garantir que o treino seja intenso e completo, é fundamental que o momento na academia seja sem direito a dispersões. Neste sentido, a Silva Gym, que tem previsão de inauguração para setembro, é uma opção diferenciada em relação à rotina de outras academias. O projeto, que terá 1.142 m² de área construída, nasce com um conceito de academia super premium. O diferencial é a exclusividade, que começa pelo agendamento dos treinos.

“O foco na boa forma, seja pensando no verão ou em qualquer outro período, exige treino intenso, sem perda de tempo com revezamento de aparelhos ou superlotação, por exemplo. O ambiente deve ser adequado ao usuário que quer fazer suas atividades físicas com qualidade. Por isso, vamos trabalhar com um limite de três alunos no máximo para cada personal training. Isso significa que o profissional vai ter uma participação ativa durante o tempo em que o aluno estiver na academia, para evitar riscos de lesões”, explica Túlio Cária, sócio de Lucas Menezes na unidade de Nova Lima.

Os equipamentos, segundo ele, serão de ponta, e o espaço terá um clube de saúde, spinning, estação de esteira para cardio, sala de musculação e cafeteria. O agendamento do horário poderá ser feito diretamente pelo aplicativo da franquia. “Falta muito pouco para acontecer a inauguração, e vamos abrir as portas ao público já convictos de que os usuários vão ter acesso a uma nova forma de experiência envolvendo academia. E, claro, oferecendo todas as condições para que as atividades sejam realizadas com conforto, ou seja, sem aquela superlotação incômoda, e ainda com segurança e profissionalismo”, garante Túlio.

Oxum para Todos promove celebração da cultura afro-brasileira

Foto: Letícia Reis

Evento gratuito será realizado em 6 de setembro, com apresentações culturais, entrega de presente biodegradável a Oxum e celebração do protagonismo feminino e dos Povos de Terreiro

Belo Horizonte recebe, no dia 6 de setembro, a partir das 12h, mais uma edição do “Oxum para Todos”, evento promovido pela Casa de Candomblé Ilê Asé Omi Ogunsade, que levará ao Parque Municipal Américo Renné Giannetti uma celebração da cultura afro-brasileira, da ancestralidade e da presença dos Povos de Terreiro nos espaços públicos da cidade. A programação será realizada na região das estátuas de Carolina Maria de Jesus e Lélia Gonzalez e contará com apresentações culturais de grupos de Belo Horizonte, além da entrega de um presente biodegradável a Oxum. O evento é gratuito e aberto ao público.

Em sua edição de 2026, o festival tem como tema o empoderamento feminino, em diálogo com a trajetória do próprio Ponto de Cultura Ilê Asé Omi Ogunsade, historicamente liderado por mulheres. A proposta é reafirmar o protagonismo feminino, negro e dos Povos de Terreiro na construção da cultura mineira, promovendo um encontro aberto à população e valorizando diferentes manifestações culturais de matriz africana.

A entrega do presente biodegradável a Oxum também reforça a relação entre espiritualidade, preservação ambiental e cuidado com a cidade. Para a tradição de matriz africana, Oxum está associada às águas doces e à fertilidade. A iniciativa busca chamar a atenção para a importância da preservação da natureza e para os conhecimentos e práticas sustentáveis mantidos historicamente pelas comunidades tradicionais. “Eventos como este reafirmam a potência da cultura afro-brasileira e simbolizam a resistência e o direito à ocupação de espaços públicos com práticas de axé. É também uma forma de reconhecer o protagonismo das mulheres negras e de terreiro e mostrar que nossas tradições fazem parte da construção da cultura e da história de Minas Gerais”, afirma Iyá Andréa de Oyá, matriarca e representante legal do Ponto de Cultura Ilê Asé Omi Ogunsade.

A realização do “Oxum para Todos” também se insere em uma discussão mais ampla sobre racismo estrutural e racismo ambiental. Segundo a organização, embora comunidades tradicionais de matriz africana desempenhem papel importante na preservação de territórios, da natureza e de saberes ancestrais, suas práticas ainda são alvo de preconceito, estigmatização e invisibilização. “Resgatar essa dimensão ambiental da religiosidade afro-brasileira é também um ato político e educativo de resistência”, destaca Iyá Andréa de Oyá.

A programação no Parque Municipal pretende aproximar a população das manifestações culturais dos Povos de Terreiro e contribuir para a democratização do acesso à cultura, ocupando um dos principais espaços públicos de Belo Horizonte com arte, ancestralidade, música e celebração.

SERVIÇO
Oxum para Todos – @oxumparatodos
Data: 6 de setembro de 2026 (domingo)
Horário: a partir das 12h
Local: Parque Municipal Américo Renné Giannetti – concentração nas estátuas de Carolina Maria de Jesus e Lélia Gonzalez, Belo Horizonte (MG)
Entrada gratuita
Realização: Ponto de Cultura Ilê Asé Omi Ogunsade – @casadecandomble

Corrida da Padroeira de Ipatinga reúne diferentes gerações

A fé, a gratidão e o espírito de solidariedade marcaram a 1ª Corrida e Caminhada da Padroeira de Ipatinga, realizada neste sábado, na Igreja Nossa Senhora da Esperança, no bairro Horto. A iniciativa reuniu cerca de mil participantes em uma manhã que uniu esporte, religiosidade, saúde e mobilização comunitária.

A abertura foi conduzida pelo empresário Anderson Franco, fundador da Allp Fit, ao lado do padre Efferson. Antes da largada, os participantes foram convidados a viver um momento de oração e agradecimento a Deus, colocando a programação sob a proteção de Nossa Senhora.

“Nada melhor do que começarmos com gratidão a Deus e em oração, colocando-nos na presença Dele. Que Nossa Senhora estenda seu manto sobre todos nós, sobre nossa cidade e sobre nossas famílias, trazendo proteção e paz”, afirmou o Padre Efferson Andrade.

O momento de espiritualidade também fez referência ao período dedicado a São Francisco de Assis, símbolo da paz, reforçando uma mensagem de união e esperança para Ipatinga e para as famílias do Vale do Aço.

À frente de um dos grupos empresariais que vêm ampliando sua presença em diferentes estados brasileiros, Anderson Franco destacou que apoiar iniciativas comunitárias faz parte de uma visão empresarial que ultrapassa os negócios e busca gerar impacto positivo onde a empresa está inserida.

A Allp Fit, fundada por Anderson, nasceu com o propósito de ser “a academia da família brasileira”, levando saúde, atividade física e bem-estar a diferentes públicos. A participação na corrida reforça justamente essa conexão entre esporte, qualidade de vida e comunidade.

“Estou muito feliz por estar presente e poder contribuir como apoiador e aliado deste grande evento. É uma iniciativa que marca a primeira corrida da Igreja do Horto, celebra a Assunção de Nossa Senhora e, ao mesmo tempo, promove solidariedade e união. A Allp Fit nasceu com o propósito de servir à família brasileira e estar ao lado da comunidade em momentos como este faz parte desse compromisso”, destacou.

Além da dimensão esportiva e religiosa, a corrida também teve um importante caráter social. A mobilização contribui para a arrecadação de materiais destinados à reforma e ampliação do centro pastoral, transformando a celebração em uma oportunidade concreta de colaboração com um projeto de relevância para a comunidade católica local.

A participação de aproximadamente mil pessoas demonstrou a força da iniciativa e o envolvimento da população em uma proposta que reuniu diferentes gerações em torno de valores como fé, saúde, solidariedade e convivência.

Para Anderson Franco, a manhã representou mais do que o apoio a uma competição esportiva. Foi uma oportunidade de estar próximo da comunidade e reafirmar uma filosofia que acompanha sua trajetória empresarial: crescer junto com as pessoas e contribuir para o desenvolvimento do lugar onde sua história começou.

Mais do que uma corrida, o encontro deixou uma mensagem de paz, proteção, saúde e esperança, fortalecendo os laços entre a Igreja, a comunidade, o esporte e a iniciativa privada em favor de Ipatinga e de todo o Vale do Aço.

Cenário Minas nas Eleições 2026: começa a corrida pelo voto

As Eleições 2026 entram oficialmente em uma nova fase neste domingo (16), quando começa a propaganda eleitoral nas ruas e na internet em todo o país. A data marca o início da campanha eleitoral após o encerramento, no sábado (15), do prazo para partidos, federações e coligações registrarem suas candidaturas junto à Justiça Eleitoral.

A partir de agora, eleitoras e eleitores passam a acompanhar de forma mais intensa propostas, agendas, debates e estratégias dos candidatos que disputarão os principais cargos do país e de Minas Gerais. No primeiro turno, marcado para 4 de outubro, estarão em disputa as vagas para presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. Um eventual segundo turno para presidente e governador será realizado em 25 de outubro.

Cenário Minas acompanha a disputa

O Portal Cenário Minas inicia, a partir deste domingo, uma cobertura especial das Eleições 2026, com atenção voltada às movimentações dos principais presidenciáveis e à disputa pelo Governo de Minas Gerais.

A proposta é oferecer ao leitor informação, contexto e análise sobre os acontecimentos que irão movimentar a política brasileira e mineira nos próximos meses. A cobertura acompanhará agendas de campanha, propostas, alianças, articulações partidárias, pesquisas eleitorais, debates e os principais fatos relacionados aos candidatos.

Com atuação voltada à informação e ao jornalismo, o Cenário pretende contribuir para que o eleitor tenha acesso a diferentes perspectivas antes de tomar sua decisão nas urnas. A cobertura seguirá critérios jornalísticos, com espaço para os diferentes campos políticos e atenção à verificação das informações divulgadas durante a campanha.

Informação para além da propaganda

O início oficial da campanha também amplia a circulação de conteúdos políticos nas redes sociais, sites, aplicativos de mensagens e demais plataformas digitais. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a propaganda eleitoral na internet está permitida a partir de 16 de agosto, observadas as regras estabelecidas pela legislação eleitoral.

O horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão relativo ao primeiro turno será exibido de 28 de agosto a 1º de outubro. Nesse período, a disputa ganhará ainda mais espaço na comunicação dos candidatos com o eleitorado.

Para o Cenário Minas, a cobertura eleitoral representa também um compromisso com o jornalismo responsável em um período de grande importância para o país. Além de acompanhar os presidenciáveis, o portal terá atenção especial às eleições em Minas Gerais, onde a escolha do próximo governador estará entre os principais temas da agenda política estadual.

Ao longo da campanha, o Cenário Minas nas Eleições 2026 reunirá notícias, entrevistas, análises, agendas, informações sobre os candidatos e os principais acontecimentos da corrida eleitoral.

A eleição começa oficialmente, mas a escolha do eleitor será construída ao longo das próximas semanas. E o Cenário Minas estará presente para acompanhar, informar e ajudar o leitor a entender os caminhos que podem definir o futuro do Brasil e de Minas Gerais.

Cenário Minas nas Eleições 2026 — informação, análise e conteúdo para você escolher.

Confira a quantidade de candidatos por cargo:

  • Governador: 11
  • Vice-governador: 11
  • Senador: 17
  • 1º suplente: 17
  • 2º suplente: 17
  • Deputado federal: 749
  • Deputado estadual: 988
Os dados de todas as candidatas e candidatos podem ser consultados no sistema DivulgaCandContas.
A página de cada um apresenta informações sobre a tramitação do requerimento de registro de candidatura (qual é o cargo pretendido, qual é a situação do registro, se a candidatura é por um partido isolado, uma federação ou uma coligação), a declaração de bens, entre outros dados. Também vai mostrar informações sobre as receitas e despesas de campanha, à medida que elas forem registradas no sistema Conta+ JE.
Minas Gerais é o estado com o segundo maior número de candidatos, atrás apenas de São Paulo, que tem 2.537.

Perfil das candidaturas

 
Já o sistema Estatísticas Eleitorais tem painéis que ajudam a conhecer o perfil das candidatas e candidatos. É possível consultar a quantidade de candidatos registrados no estado, a situação de julgamento de cada candidatura e características como gênero, uso de nome social, faixa etária, raça declarada e nível de escolaridade, entre outros.
Em Minas Gerais, as mulheres são 635, o que equivale a 35,08% das candidaturas. Os homens são 1.175 (64,92%). O percentual de mulheres é maior que nas eleições de 2022, quando elas eram 33,8% do total de candidatas e candidatos.
Com relação à cor/raça, 943 candidatas e candidatos (52,1%) declararam ser pretos ou pardos, enquanto 854 declararam ser brancos (47,18%). O percentual de pretos e pardos também é maior em relação às eleições de 2022 (50,27%).

Julgamento

 
Os pedidos de registro de candidatura serão julgados pelo TRE-MG. Caberá aos integrantes da Corte Eleitoral verificar se cada pessoa cumpre os requisitos de candidatura e se incide ou não em alguma situação de inelegibilidade. Esses julgamentos têm que ser concluídos até o dia 14 de setembro.

Substituição de candidaturas

 
A legislação eleitoral prevê que a substituição de candidatas e candidatos pode ocorrer em situações específicas de renúncia, falecimento ou cancelamento de registro, sob prazos rígidos e critérios estritos de elegibilidade.
O tempo é o fator mais crítico no processo de substituição. Partidos, federações e coligações dispõem do prazo de até dez dias, contados do fato ou da notificação oficial da decisão judicial que deu origem à vaga, para apresentar o pedido de novo registro.
No entanto, há um limite temporal absoluto para que a alteração seja processada para o pleito.
  • Regra geral: tanto para as eleições majoritárias (presidente e governador) quanto para as proporcionais (deputados), o pedido de substituição deve ser apresentado até 20 dias antes do dia do pleito, que em 2026 acontece em 4 de outubro.
  • Exceção por falecimento: a única hipótese em que a substituição pode ser solicitada após esse prazo-limite é o falecimento da candidata ou do candidato. Nessas situações, a troca pode ocorrer mesmo nos 20 dias que antecedem a eleição, desde que respeitado o prazo de dez dias contados do óbito.
Saiba mais sobre a substituição de candidaturas.

Menopausa causa esquecimento? Entenda o que muda no corpo

Período vai muito além dos calorões e pode provocar irritabilidade, lapsos de memória, piora do sono e outras alterações que impactam a qualidade de vida

Dormir mal, ganhar peso sem mudar a rotina, sentir mais irritabilidade ao longo do dia e começar a esquecer compromissos simples. Para muitas mulheres, essas mudanças aparecem de forma silenciosa durante a menopausa e levantam uma dúvida comum: até que ponto tudo isso faz parte da transição hormonal?

“Muitas pacientes chegam ao consultório assustadas porque sentem que estão mais esquecidas, cansadas e menos produtivas. E a menopausa realmente pode impactar sono, memória, concentração, metabolismo e disposição”, explica a médica geriatra Mônica Campanha.

Segundo ela, os lapsos de memória dificilmente aparecem de forma isolada nessa fase. Em muitos casos, eles vêm acompanhados de noites mal dormidas, irritabilidade, fadiga e dificuldade de manter a mesma rotina de antes. “A mulher começa a perceber que está mais dispersa, menos focada e com menor tolerância ao cansaço. Isso costuma gerar uma sensação de perda de controle do próprio corpo”, afirma.

Embora o esquecimento seja uma das queixas que mais assustam, nem toda alteração de memória durante a menopausa significa um quadro neurodegenerativo. Mônica Campanha explica que existe uma diferença entre lapsos relacionados às oscilações hormonais e alterações progressivas que exigem maior investigação.

O sono, inclusive, costuma ter um papel importante nesse processo. Segundo a médica, mulheres que já apresentam dificuldade para dormir podem perceber piora importante da qualidade do descanso durante a menopausa, o que acaba afetando a memória, concentração e disposição ao longo do dia. Em alguns casos, até quadros de apneia do sono passam a se tornar frequentes ou mais intensos nessa fase.

Segundo a geriatra, muitas dessas mudanças ainda geram dúvidas e interpretações equivocadas, o que faz muitas pacientes minimizarem sintomas importantes.

Menopausa não se resume aos fogachos. Os famosos calorões continuam sendo um dos sintomas mais conhecidos da menopausa, mas as alterações hormonais dessa fase também podem afetar sono, metabolismo, disposição e concentração. “As pessoas ainda associam muito a menopausa apenas aos fogachos, mas estamos falando de uma mudança hormonal que afeta o organismo de maneira ampla e em várias camadas”, explica.

O sono pode piorar sintomas que parecem não ter relação entre si. Noites mal dormidas costumam impactar diretamente irritabilidade, rendimento mental e disposição ao longo do dia. Em alguns casos, até quadros de apneia do sono podem se tornar mais frequentes ou intensos nessa fase, e para isso é indicado tratamento.

Nem toda mudança de memória significa algo grave. Dificuldade de concentração, sensação de mente lenta e pequenos esquecimentos podem aparecer durante a menopausa sem que isso indique, necessariamente, um quadro neurodegenerativo.

As alterações hormonais também afetam o metabolismo. Ganho de peso, inchaço e menor disposição física estão entre as queixas mais relatadas por mulheres, mesmo quando não houve grandes mudanças na alimentação ou no dia a dia.

O cuidado com a menopausa está mudando

Novas abordagens terapêuticas e medicamentos estão ampliando as possibilidades de cuidado e de retomada da qualidade de vida feminina durante essa fase.

Segundo Mônica Campanha, algumas mudanças de rotina podem ajudar a reduzir parte dos sintomas percebidos durante a menopausa. “A qualidade do sono faz muita diferença nesse processo. Muitas vezes, a mulher já vem dormindo mal há meses e isso acaba agravando sintomas”, explica. A médica destaca ainda que atividade física, estímulos cognitivos e acompanhamento médico podem contribuir para melhorar disposição, metabolismo e funcionamento cerebral. Em alguns casos, terapias hormonais e suplementações também podem ser indicadas de forma individualizada.

Neste ano, a expectativa é que novas opções terapêuticas com indicação para sintomas da menopausa chegarão ao Brasil, ampliando o leque de abordagens disponíveis para tratamento. Para Mônica Campanha, a novidade é um avanço, mas o recado principal não muda.

“A menopausa não é um problema a ser eliminado, é uma fase que merece cuidado. E isso significa não negligenciar os sintomas, buscar acompanhamento e entender que qualidade de vida não tem prazo de validade. É o que buscamos em qualquer idade”.

Travel Next Minas 2026 destaca inovação e negócios no turismo

Por Patrícia Torres – Colunista da Revista Cenário Minas

Nos dias 12 e 13 de agosto, o Expominas recebeu a 4ª edição da Travel Next Minas, feira que se consolidou como um dos eventos B2B mais estratégicos e influentes do calendário nacional do setor!

Com o tema “Na origem, transformamos. Nas ideias, inovamos”, a edição de 2026 uniu grandes fornecedores do mercado para apresentar novidades, produtos e palestras de alta capacitação voltadas ao trade do turismo.

A feira registrou um crescimento expressivo em todas as suas frentes. O que começou com 3 mil participantes em sua primeira edição alcançou este ano a marca de 8 mil participantes do setor, reunindo cerca de 900 marcas expositoras. Sob o comando de Rubia Coser e com curadoria de conteúdo assinada por Liliana Gonzalez, o evento movimentou fortemente a economia local, gerando centenas de empregos indiretos e atraindo agentes e operadores de diversas regiões do país.

A representatividade do estado foi destaque com o forte apoio da Secult-MG e da FECITUR (Federação dos Circuitos Turísticos de Minas Gerais). A presença das Instâncias de Governança Regional garantiu a promoção dos circuitos turísticos do interior mineiro, conectando pequenos fornecedores receptivos aos grandes operadores do país. Além de estandes dedicados, Minas esteve no centro dos palcos de capacitação com o lançamento de festividades regionais (como a Festa do Café com Biscoito de São Tiago e o Natal Barroco de São João Del Rei) e painéis focados em turismo regenerativo e rotas gastronômicas locais.

O evento contou com uma presença marcante das operadoras e consolidadoras âncoras do mercado. Marcaram presença gigantes como Visual, HotelDO, Diversa, Orinter, Incomum, Soul Traveler, Abreu, Best Buy, EHTL, Flot, Snow, SkyTeam, BRT, Rextour, Pátria e Cativa.

O espaço TravelLux reafirmou a força e a expansão do turismo de alto padrão. Projetado exclusivamente para conexões B2B de alto valor agregado, o ambiente operou com reuniões pré-agendadas via aplicativo oficial entre 18 fornecedores altamente selecionados.

A programação técnica, sob a curadoria de Liliana Gonzalez (CEO da Linkka), ofereceu uma imersão prática dividida em temas essenciais para o trade:

  • O especialistas e palestrantes do Espaço Inovação e Arena abordaram o uso de Inteligência Artificial no atendimento, estratégias de marketing digital e ferramentas de CRM para modernizar a gestão das agências, grupos de viagem, seguro viagem e bate papo com Operadoras.
  • O advogado Rodrigo Alvim orientou gestores sobre blindagem contratual, responsabilidade legal e gestão de riscos operacionais.
  • No mercado de Luxo, Um talk show com Diana Carvalho, Ítalo Fantinato e Gabriela Arruda debateu o novo comportamento do viajante de alto padrão, enquanto Isabella Ricci apresentou o case de turismo sustentável de Park City (Utah).
  • Especialistas debateram o desenvolvimento sustentável de destinos, destacando o casos reais e rotas do interior de MG.

Para conectar os negócios à essência cultural mineira, o palco Cena Aberta sediou a Cozinha Show Cumbucca, apresentando o melhor da gastronomia regional por meio de rotas temáticas — como a Rota do Queijo — e aulas de harmonização com insumos locais.

Além das palestras, a Linkka promoveu um Brunch exclusivo em parceria com o Estado do Rio Grande do Sul, para um momento de networking e promovendo destino gaúcho.

Além disso, a feira apostou na gamificação interativa pelo aplicativo oficial, premiando os agentes de viagens com pontuações à medida que realizavam check-ins, assistiam a palestras e cumpriam missões pelo pavilhão.

A edição de 2026 da Travel Next Minas encerrou deixando o trade mais preparado, conectado e pronto para os desafios do mercado. Ficou evidente que o turismo vai além da hospitalidade: é força comercial, inovação e inteligência de negócios.

Eu sou a Patrícia Torres, colunista da Revista Cenário Minas. Me acompanhe no instagram: @seliganatrip.oficial  e @patytorres.viagens e até o próximo evento ou destino!

Confira a seguir as fotos:

 

Rodoviária de BH terá dois eletropostos para veículos elétricos

A Rodoviária de Belo Horizonte passa a contar, a partir de 15 de agosto, com um
novo serviço voltado à mobilidade elétrica. Em parceria com o Grupo New
Engenharia e Energia, o terminal terá um eletroposto com dois pontos de
reabastecimento, permitindo que até quatro veículos sejam carregados
simultaneamente. Os equipamentos funcionarão 24 horas por dia, sete dias por
semana.

Os pontos estão distribuídos em dois locais da Rodoviária. No piso inferior, fica no
pátio leste, local destinado ao embarque em veículos por aplicativos de mobilidade,
como Uber e 99, e que recebe cerca de 2300 viagens do tipo no dia. No piso superior,
estão instalados na área de carga e descarga, ao final da pista de entrada.

A localização dos carregadores busca atender especialmente motoristas que utilizam
veículos elétricos e circulam pela região central da capital, ampliando a infraestrutura
disponível em Belo Horizonte.

“A Terminais BH acompanha as transformações na mobilidade e busca ampliar
continuamente os serviços oferecidos a quem passa pelo terminal. A chegada dos
carregadores é mais uma iniciativa que incorpora novas necessidades dos usuários à
estrutura da Rodoviária.”, afirma Vanessa Costa, diretora executiva da Terminais BH.

Os carregadores são do modelo DC MINI S, de 60 kW, com tempo médio estimado de
recarga de aproximadamente 35 minutos, dependendo do veículo e das condições da
bateria. Os equipamentos são compatíveis com os principais modelos de automóveis
elétricos comercializados no Brasil.

A localização também permite que o motorista aproveite o período de utilização para
utilizar a estrutura do prédio, que reúne opções de alimentação, comércio, banheiros e
outros serviços.

O acesso ao eletroposto é gratuito. O usuário paga apenas pela energia consumida,
por meio de aplicativo, no qual também realiza o cadastro, o pagamento e a gestão de
cupons. A tarifa regular é de R$ 1,89 por kWh. Durante o período de inauguração, por
tempo limitado, o valor será de R$ 1,59 por kWh.

Para Breno Nazaré Lima, CEO do Grupo New Engenharia e Energia, a localização é
um dos diferenciais da estrutura. “A localização estratégica da Rodoviária permite que
o motorista aproveite uma parada que já faz parte da sua rotina para realizar uma
recarga rápida, sem precisar se deslocar para outro ponto da cidade. Com
equipamentos de 60 kW e funcionamento 24 horas, buscamos oferecer uma
alternativa prática para quem depende do veículo elétrico durante o trabalho.”

Serviço – Eletroposto da Rodoviária de Belo Horizonte
Início da operação: 15 de agosto de 2026
Funcionamento: 24 horas por dia, 7 dias por semana
Pontos de recarga: dois, com possibilidade de carregamento simultâneo de quatro veículos
Potência: 60 kW
Tempo médio de recarga: aproximadamente 35 minutos
Tarifa regular: R$ 1,89/kWh
Tarifa de inauguração: R$ 1,59/kWh, por tempo limitado
Localização: piso inferior, na entrada dos veículos de aplicativos; e piso superior, na
área de carga e descarga, ao final da pista de entrada