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WR Construtora lidera mercado imobiliário do Leste de Minas

O que fazer para uma empresa crescer? A pergunta que faz tirar o sono de todo gestor costuma ter uma resposta abrangente. Mas, pelo menos em relação à estratégia de mercado, alguns dos desafios são conhecidos: os empreendedores reconhecem que oferecer produtos que unam qualidade, inovação e que se aproximem da expectativa dos consumidores está entre as exigências. O mercado imobiliário na região Leste de Minas vem experimentando a junção desses elementos. O resultado é uma construtora que alcançou a liderança em empreendimentos na localidade.Fundador e CEO da WR Construtora, Wallace Barreto Simão conta que, ao longo dos 21 anos desde a fundação da empresa, viu a necessidade de criar um canal de comunicação maior com os consumidores e identificar as demandas de mercado para levar a organização ao topo. Com mais de 60 edifícios lançados e 3 mil unidades comercializadas, a WR é a empresa do setor imobiliário com o maior número de projetos erguidos no Leste do Estado.“Liderar o mercado em cidades-polo como Ipatinga e Governador Valadares não é coisa simples. A concorrência e a própria demanda do público acabam exigindo mais e nos obrigando a adotar estratégias acertadas. Hoje estamos trabalhando em vários empreendimentos na região, o que mostra nossa capacidade técnica e econômica. Nosso esforço é para garantir que esse crescimento seja constante”, afirma o executivo.Atualmente, a WR está atuando em nove projetos simultâneos, demandando cerca de 1.100 valentes no grupo. Um dos caminhos foi incorporar novos projetos que representassem uma inovação no mercado local, como os empreendimentos residenciais focados no wellness, aliando moradia com saúde física e mental. “A ideia de trazer edifícios inovadores, com ambientes de lazer e com espaços para atendimentos por profissionais da saúde, é resultado dessa leitura do mercado. É uma das provas de que nós fizemos bem o dever de casa ao identificar as necessidades e os interesses dos moradores. A iniciativa deu muito certo”, avalia Wallace Barreto Simão.O CEO menciona ainda que a WR mantém os padrões de gestão de qualidade que orientam o setor, com foco na padronização e na otimização de seus processos ao longo dos anos. “Nós conseguimos canalizar essas conquistas para uma só direção, que é a capacidade de ler os desafios do mercado imobiliário. Hoje sabemos o que dá certo e o que não dá, e o nível de qualidade que precisamos implementar. Posso dizer que encontramos uma fórmula que funciona para nós, para os fornecedores, para os colaboradores e para os clientes. Tudo isso é fruto dessa leitura que nos capacitamos muito para compreender e responder com novas iniciativas”, revela o CEO da WR Construtora.

Descumprimento de medida protetiva dá prisão? Entenda o que diz a lei

Sim, o descumprimento de medida protetiva pode resultar em prisão. A conduta é considerada crime autônomo pela Lei Maria da Penha e pode provocar prisão em flagrante, abertura de investigação, processo criminal e, dependendo das circunstâncias concretas, decretação de prisão preventiva. Desde outubro de 2024, a pena prevista para esse crime é de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. Em 2026, a legislação ficou ainda mais rigorosa nos casos relacionados à monitoração eletrônica, reforçando a proteção da mulher e a necessidade de cumprimento integral da ordem judicial.
Apesar de a resposta inicial ser objetiva, o tema exige atenção. Nem toda notícia de descumprimento conduz automaticamente à prisão preventiva ou a uma condenação. A autoridade precisa analisar qual era a ordem judicial, se a pessoa acusada tinha conhecimento da medida, qual conduta foi praticada, quais provas existem e se houve intenção consciente de desobedecer à determinação. Cada caso possui circunstâncias próprias, e a avaliação jurídica deve considerar tanto a proteção da vítima quanto as garantias legais de quem está sendo investigado.
Você entenderá quando o descumprimento de medida protetiva dá prisão, como ocorre o flagrante, quando pode haver prisão preventiva, qual é a pena atual e como agir diante de uma possível violação.

O que é uma medida protetiva de urgência?

A medida protetiva de urgência é uma determinação destinada a interromper uma situação de violência doméstica e familiar ou impedir que o risco se agrave. Ela não deve ser confundida com uma condenação criminal. Trata-se de um instrumento de proteção que pode ser concedido rapidamente pelo Poder Judiciário, inclusive antes da conclusão de um inquérito ou da existência de ação penal. Conforme o artigo 19 da Lei Maria da Penha, a medida pode ser concedida a pedido da mulher ou por requerimento do Ministério Público.
Entre as providências mais conhecidas estão o afastamento do agressor do lar, a proibição de aproximação da mulher e de seus familiares, a proibição de contato por qualquer meio de comunicação, a restrição de visitas aos dependentes, a suspensão do porte de armas e a proibição de frequentar determinados lugares. A legislação também prevê acompanhamento psicossocial, comparecimento a programas de recuperação e reeducação e monitoração eletrônica.
As medidas podem ser aplicadas separadamente ou em conjunto. Além disso, podem ser modificadas ou substituídas quando surgirem novos fatos. A Lei Maria da Penha estabelece que elas permanecem em vigor enquanto persistir o risco à integridade física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral da mulher ou de seus dependentes. Portanto, o simples decurso do tempo não autoriza a pessoa submetida à ordem a concluir, por conta própria, que a restrição perdeu a validade.

Descumprimento de medida protetiva dá prisão em flagrante?

O descumprimento de medida protetiva pode gerar prisão em flagrante quando a violação está acontecendo ou acaba de acontecer e se enquadra nas hipóteses legais de flagrância. Isso pode ocorrer, por exemplo, quando o acusado se aproxima da vítima em distância inferior à determinada, entra no imóvel do qual foi afastado, envia mensagens apesar da proibição de contato, aparece repetidamente no local de trabalho da mulher ou rompe um perímetro de exclusão controlado por monitoração eletrônica.
Recebida a notícia, a polícia deverá verificar a situação, preservar a segurança da vítima e reunir os elementos disponíveis. Mensagens, ligações, vídeos, câmeras de segurança, testemunhas, registros de localização, fotografias e alertas emitidos por dispositivo eletrônico podem ser relevantes. A versão das pessoas envolvidas também deverá ser formalmente registrada. A palavra da vítima tem especial relevância em delitos praticados no ambiente doméstico, que frequentemente ocorrem sem testemunhas, mas o conjunto probatório precisa ser avaliado dentro do contexto do caso.
No flagrante pelo crime do artigo 24-A, a própria Lei Maria da Penha determina que somente a autoridade judicial pode conceder fiança. Isso significa que o delegado não pode arbitrá-la nessa hipótese. Após a prisão, o caso será submetido ao controle judicial. O juiz poderá relaxar uma prisão ilegal, conceder liberdade provisória, com ou sem condições, ou converter o flagrante em prisão preventiva, desde que estejam presentes os requisitos legais. Assim, flagrante e prisão preventiva são institutos diferentes, e a existência do primeiro não torna o segundo automático.

Qual é a pena pelo descumprimento da medida protetiva?

O artigo 24-A da Lei Maria da Penha tipifica como crime o ato de descumprir decisão judicial que concede medida protetiva de urgência. A pena atual é de reclusão de dois a cinco anos e multa. Esse patamar foi estabelecido pela Lei nº 14.994/2024, que aumentou de forma expressiva a punição anteriormente prevista, de três meses a dois anos de detenção.
Trata-se de crime autônomo. Isso quer dizer que uma pessoa pode responder pelo descumprimento e também por outra infração praticada no mesmo contexto. Se, além de violar a distância mínima, houver ameaça, perseguição, lesão corporal, dano, violação de domicílio ou outro delito, as responsabilidades poderão ser apuradas de forma conjunta, conforme as circunstâncias. A própria lei determina que a punição pelo artigo 24-A não exclui outras sanções cabíveis.
Também não importa se a medida foi concedida por um juízo com competência cível ou criminal. O que se protege é a autoridade da decisão e, de maneira concreta, a segurança da pessoa beneficiada. Para a configuração do delito, porém, é fundamental verificar se a ordem estava vigente, se seu conteúdo era claro, se houve ciência válida e se a conduta corresponde efetivamente ao que estava proibido.

O que mudou em 2026 com a monitoração eletrônica?

A Lei nº 15.383/2026 fortaleceu o uso da monitoração eletrônica nos casos de violência doméstica. A tornozeleira passou a constar expressamente como medida protetiva autônoma, acompanhada de aplicativo ou dispositivo capaz de alertar a vítima sobre eventual aproximação. A legislação determinou prioridade para sua aplicação quando já tiver ocorrido descumprimento de medida anterior ou quando houver risco iminente à integridade física ou psicológica da mulher.
Outra mudança importante foi a criação de uma causa de aumento da pena. Se o descumprimento decorrer da invasão de uma área de exclusão monitorada eletronicamente ou da remoção, violação ou alteração não autorizada do dispositivo, a pena poderá ser aumentada de um terço até a metade. O sistema também deverá emitir alerta automático e simultâneo à vítima e à unidade policial mais próxima quando o perímetro fixado pelo Judiciário for rompido.
Essas mudanças tornam ainda mais arriscado ignorar as instruções relativas ao equipamento. A pessoa monitorada deve compreender o funcionamento do dispositivo, os locais proibidos, a distância estabelecida e os procedimentos a serem seguidos em caso de falha técnica. Se houver defeito, perda de sinal ou circunstância excepcional, o caminho adequado é comunicar imediatamente a central responsável e a defesa, preservando protocolos e outros registros. Tentar remover ou modificar o equipamento por conta própria pode produzir consequências penais mais graves.

O descumprimento sempre leva à prisão preventiva?

Não. Embora o descumprimento de medida protetiva possa justificar prisão preventiva, sua decretação depende de decisão judicial fundamentada e da presença dos requisitos previstos no Código de Processo Penal. A prisão preventiva é uma medida cautelar excepcional. Ela não deve funcionar como antecipação de pena nem ser decretada apenas porque o fato investigado é grave em tese.
O Código de Processo Penal admite prisão preventiva em casos de violência doméstica e familiar para garantir a execução das medidas protetivas. Mesmo nessa hipótese, é necessário demonstrar concretamente o risco provocado pela liberdade da pessoa investigada e explicar por que outras cautelares seriam inadequadas ou insuficientes. A reiteração de contatos, ameaças, perseguição, invasão do domicílio, violência física, destruição de equipamentos ou repetidas violações da distância mínima pode aumentar a percepção de risco.
Na audiência de custódia, o juiz analisa a legalidade do flagrante e decide qual providência deve ser adotada. Poderá haver liberdade provisória com proibição reforçada de contato, monitoração eletrônica ou outras condições. Em situações de maior perigo, a prisão preventiva poderá ser decretada. A decisão dependerá das provas apresentadas, do histórico do caso, da atualidade do risco e da necessidade de proteger a vítima e assegurar o cumprimento da ordem judicial.

O consentimento da vítima permite descumprir a ordem?

A medida protetiva é uma ordem judicial e não deve ser ignorada por iniciativa particular. Mesmo que a vítima procure a pessoa submetida à restrição, o caminho seguro é não retomar o contato antes de uma revisão judicial. O Superior Tribunal de Justiça já reconheceu, em casos específicos, que uma aproximação autorizada pode afastar o dolo. Isso não representa uma permissão geral, especialmente quando houver intimidação, medo ou pressão. A reconciliação também não revoga automaticamente a ordem, que permanece eficaz até nova decisão.

O que a vítima deve fazer diante do descumprimento?

Se houver perigo imediato, a prioridade é buscar um local seguro e acionar a Polícia Militar pelo número 190. A vítima também pode procurar a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, outra unidade policial, o Ministério Público, a Defensoria Pública ou seu advogado. O canal Ligue 180 oferece orientação e encaminhamento, mas não substitui o 190 em uma emergência em andamento.
Sempre que possível e sem aumentar o risco, é recomendável preservar mensagens, áudios, vídeos, imagens, nomes de testemunhas, protocolos e registros de chamadas. A vítima deve informar claramente que existe medida protetiva e apresentar uma cópia da decisão ou número do processo, caso tenha acesso. A autoridade poderá registrar a ocorrência, avaliar a situação de flagrante, comunicar o Judiciário e solicitar providências adicionais, como reforço das restrições, monitoração eletrônica ou prisão preventiva.
Não se recomenda marcar encontros para produzir prova, responder provocações ou enfrentar a pessoa acusada. A proteção da integridade física e emocional vem antes da coleta de evidências. Os órgãos públicos e os profissionais que acompanham o caso devem organizar a resposta de forma a evitar revitimização.

Afinal, descumprimento de medida protetiva dá prisão?

Sim. O descumprimento de medida protetiva dá prisão em flagrante quando presentes as condições legais e também pode levar à prisão preventiva, desde que exista decisão judicial fundamentada. Além disso, constitui crime próprio, punido atualmente com reclusão de dois a cinco anos e multa. Desde 2026, a invasão de área de exclusão monitorada ou a adulteração do dispositivo eletrônico pode elevar a pena de um terço até a metade.
Isso não significa que toda acusação resulte automaticamente em condenação ou prisão preventiva. A Justiça deverá avaliar a validade da ordem, a ciência do acusado, a conduta praticada, as provas, o dolo e o risco concreto. Por essa razão, tanto a vítima quanto a pessoa investigada precisam buscar orientação jurídica qualificada e evitar iniciativas que possam aumentar o perigo ou prejudicar a apuração.
Para mais informações, entre em contato pelo WhatsApp: 3198327 8116
O atendimento será realizado com total discrição e compromisso com a defesa dos seus direitos. gabrielnogueiraadvocacia.com.br

Viagem de negócios com um toque de prazer: como aproveitar o destino além da agenda profissional

Uma viagem de negócios geralmente começa de maneira previsível: aeroporto, hotel, reuniões, visitas, apresentações e compromissos marcados quase minuto a minuto. Durante o dia, a postura é profissional, as conversas são objetivas e cada decisão parece seguir um roteiro bem definido.Mas a cidade não termina quando a última reunião acaba.Quando o notebook é fechado, o celular deixa de receber mensagens e a porta do elevador se fecha, começa uma parte da viagem que não aparece na agenda. É o momento de trocar as metas por sensações, os compromissos por descobertas e a formalidade por uma experiência mais leve, envolvente e particular.É nessa transição que uma viagem de trabalho pode ganhar um toque de prazer.

Quando a agenda termina, outra viagem começa

Viajar a trabalho também significa passar alguns dias longe da rotina, dos horários habituais e dos ambientes conhecidos. Essa distância pode despertar uma sensação de liberdade difícil de encontrar no cotidiano.De repente, é possível escolher onde jantar, quanto tempo permanecer em um bar, qual bebida experimentar e como aproveitar as horas que ainda restam.Depois de um dia intenso, alguns prazeres se tornam ainda mais atraentes:
  • Jantar sem olhar para o relógio;
  • Escolher uma mesa mais reservada;
  • Experimentar um vinho local;
  • Conhecer novos ambientes;
  • Prolongar uma conversa agradável;
  • Descobrir a vida noturna do destino;
  • Permitir que a noite siga sem tanta pressa.
A viagem pode ter começado por causa de uma reunião. Isso não significa que ela precise terminar no quarto do hotel diante da televisão.

Viajar sozinho também pode ser uma experiência especial

Existe algo especialmente interessante em estar sozinho em uma cidade onde quase ninguém conhece a sua rotina. Sem a necessidade de combinar horários ou adaptar preferências, o viajante tem liberdade para decidir o ritmo da própria noite.Pode escolher um restaurante elegante, sentar-se em um balcão mais reservado, caminhar por uma região movimentada ou simplesmente descobrir um novo endereço.Essa autonomia cria espaço para o inesperado: um restaurante que não estava no roteiro, uma apresentação musical, uma exposição noturna, uma conversa casual ou um lugar que acaba se tornando uma das melhores lembranças da viagem.A experiência está justamente na possibilidade de explorar o destino sem um roteiro rígido.

O cenário certo desperta os sentidos

Uma experiência envolvente começa muito antes de qualquer aproximação. O ambiente influencia o ritmo da conversa, a disposição das pessoas e até a forma como uma noite será lembrada.Para criar uma atmosfera agradável, vale considerar:
  • Restaurantes com iluminação suave;
  • Bares de hotéis;
  • Rooftops com vista para a cidade;
  • Casas de vinho ou coquetelaria;
  • Ambientes com música baixa;
  • Espaços com mesas mais afastadas;
  • Locais próximos ao hotel ou ao centro empresarial.
Luzes discretas, uma boa bebida e uma conversa sem interrupções podem transformar algumas horas livres em um momento memorável.O segredo não está em escolher o lugar mais caro, mas aquele que permite desacelerar e aproveitar o ambiente.

Boas experiências mudam a percepção do destino

Um jantar pode ser excelente. A bebida pode surpreender. A vista da cidade pode impressionar. Ainda assim, são as experiências vividas durante a noite que muitas vezes tornam o destino mais marcante.Um restaurante descoberto por acaso, uma apresentação cultural, uma conversa interessante ou simplesmente uma caminhada por uma região movimentada podem fazer com que a cidade seja percebida de outra maneira.Em pesquisas locais, muitos viajantes procuram conhecer opções de lazer, gastronomia e entretenimento disponíveis na cidade antes mesmo de desembarcar.Esse comportamento revela uma mudança importante: o planejamento da viagem já não se limita ao hotel, ao transporte e à agenda profissional. Para alguns, as experiências que serão vividas fora do expediente também fazem parte da viagem.

Um pouco de planejamento aumenta o prazer

Espontaneidade não significa falta de cuidado.Mesmo uma noite que parece acontecer naturalmente pode ser melhor quando alguns detalhes são pensados com antecedência. Pesquisar a região, conhecer os horários dos estabelecimentos e organizar o deslocamento evita que imprevistos interrompam o clima.Também é importante:
  • Priorizar locais públicos e movimentados;
  • Evitar compartilhar dados profissionais;
  • Proteger informações sobre a hospedagem;
  • Desconfiar de pedidos financeiros incomuns;
  • Manter expectativas realistas;
  • Respeitar os limites das outras pessoas;
  • Não fazer registros sem autorização;
  • Manter os objetos pessoais protegidos.
Esses cuidados não diminuem a intensidade da experiência. Pelo contrário: quando existe segurança, é mais fácil relaxar e aproveitar o momento.

Respeito faz parte de qualquer experiência

Em qualquer interação social, respeito e reciprocidade são fundamentais.Uma conversa agradável não significa que alguém esteja obrigado a prolongá-la. Um convite pode ser recusado. Um plano pode mudar. Um limite pode surgir durante a noite.Respeitar essas decisões é parte essencial de uma experiência sofisticada.A verdadeira confiança nasce quando todos percebem que podem expressar vontades e desconfortos sem pressão. É justamente essa liberdade que permite que qualquer interação aconteça de maneira natural.

Discrição é uma forma de elegância

Quem viaja a trabalho costuma valorizar a privacidade. Colegas, clientes e contatos profissionais não precisam conhecer todos os detalhes de uma experiência particular.Discrição significa entender que algumas histórias pertencem somente às pessoas que as viveram.Ela envolve atitudes simples:
  • Não divulgar nomes;
  • Não compartilhar conversas privadas;
  • Evitar fotografias identificáveis;
  • Separar contatos profissionais e pessoais;
  • Preservar informações sobre o hotel;
  • Respeitar a privacidade das outras pessoas.
O verdadeiro luxo não está em contar tudo o que aconteceu. Está em viver algo especial sem transformá-lo em espetáculo.

Permita que a viagem deixe outra lembrança

A reunião pode ter sido produtiva. O contrato pode ter sido assinado. A apresentação pode ter alcançado o resultado desejado.Mas talvez seja outra lembrança que permaneça quando o viajante voltar para casa: uma descoberta inesperada, uma bebida compartilhada, o perfume de um ambiente, uma paisagem noturna ou a sensação de ter vivido algo fora do roteiro.Viajar a trabalho não precisa ser apenas cumprir compromissos.Quando existe liberdade, respeito e disposição para aproveitar o momento, a cidade deixa de ser somente o endereço de uma reunião. Ela passa a ser o cenário de uma experiência pessoal, daquelas que começam exatamente quando a agenda termina.

5 medidas que todo síndico deveria avaliar antes do clima

Com a previsão de intensificação do El Niño nos próximos meses, especialistas em gestão condominial recomendam que os síndicos aproveitem este período para revisar o planejamento de manutenção e identificar obras preventivas que possam ser antecipadas.Segundo Zener Costa, CEO da LLZ Garantidora, agir antes é a forma mais eficiente de reduzir riscos e preservar o patrimônio. “As previsões climáticas oferecem aos síndicos uma oportunidade de planejamento. Em vez de esperar que um problema apareça, é possível utilizar esse período para avaliar melhorias que aumentem a segurança e reduzam custos futuros”.O executivo destaca cinco ações prioritárias:
  1. Revisar telhados e coberturas Pequenas falhas podem evoluir para infiltrações e danos estruturais durante períodos de chuvas intensas.
  2. Verificar calhas e sistemas de drenagem A limpeza preventiva reduz o risco de alagamentos e facilita o escoamento da água.
  3. Avaliar bombas hidráulicas e instalações elétricas Equipamentos revisados oferecem maior segurança e reduzem a possibilidade de falhas em momentos críticos.
  4. Inspecionar árvores, muros e áreas externas A manutenção preventiva ajuda a reduzir riscos provocados por ventos fortes e chuvas intensas.
  5. Revisar o planejamento financeiro do condomínio Garantir recursos para executar obras preventivas é tão importante quanto identificar as necessidades de manutenção.
Ainda para Zener Costa, a prevenção começa muito antes da chegada das chuvas. “A melhor obra é aquela realizada antes da necessidade. Quando o condomínio consegue antecipar decisões, protege o patrimônio, reduz custos e oferece mais tranquilidade aos moradores”, finaliza.

Menopausa chega ao ambiente de trabalho

Médica ginecologista defende mais políticas e atenção para mulheres no climatério dentro das empresas

 

A menopausa deixou de ser uma discussão restrita ao consultório e passou a ocupar também o ambiente de trabalho. Com mais mulheres permanecendo profissionalmente ativas após os 40 e 50 anos, sintomas do climatério como alterações do sono, ondas de calor, dificuldade de concentração e mudanças de humor começam a exigir atenção também das empresas.

Dados da Previdência Social, com base na PNAD Contínua, mostram que o número de mulheres ocupadas de 50 a 59 anos passou de 4,91 milhões em 2023 para 5,16 milhões em 2024, alta de aproximadamente 5%. No mesmo período, a população feminina ocupada de 40 a 49 anos também cresceu, de 7,56 milhões para 7,83 milhões.

O movimento acompanha uma transformação mais ampla do mercado brasileiro. Entre 2012 e 2024, a participação conjunta de pessoas de 50 a 59 anos e de idosos com 60 anos ou mais na população ocupada subiu de 19,1% para 24,3%, enquanto a participação dos trabalhadores de 30 a 49 anos caiu para 49,2% em 2024. Ao mesmo tempo, a presença feminina no mercado formal também avançou. Entre o segundo trimestre de 2016 e o segundo trimestre de 2025, o número de mulheres ocupadas passou de 37,9 milhões para 44,6 milhões, acréscimo de 6,7 milhões de trabalhadoras.

“A menopausa está chegando ao ambiente de trabalho porque milhões de mulheres estão vivendo essa fase justamente quando estão no auge da vida profissional. São profissionais experientes, produtivas e muitas vezes em posições de liderança, mas que podem estar enfrentando sintomas sem encontrar espaço para falar sobre isso”, afirma a ginecologista Roberta Brando, ginecologista com atuação em climatério, menopausa e terapia hormonal feminina.

O impacto não é apenas uma percepção subjetiva. Estudos científicos mostram que sintomas do climatério podem interferir no sono, na concentração, na memória, no humor e na disposição, fatores diretamente relacionados à rotina profissional. Uma pesquisa internacional que incluiu mulheres brasileiras identificou que, entre aquelas com sintomas vasomotores moderados ou graves, o comprometimento médio da produtividade e das atividades diárias foi elevado.

“Não significa que a menopausa torne uma mulher menos capaz. O problema é exigir produtividade enquanto ignoramos sintomas que podem comprometer sono, cognição e bem-estar. Quando a mulher não consegue falar sobre o que está acontecendo, ela tende a enfrentar a situação sozinha”, explica Roberta.

O silêncio também pode ter consequências para as empresas. Uma diretriz brasileira sobre climatério e menopausa cita estudo no qual 65% das mulheres avaliadas disseram que os sintomas afetam sua capacidade de trabalhar. Entre elas, 35% afirmaram que a menopausa influenciou decisões relacionadas à progressão da carreira, 18% relataram faltas ocasionais, 8% reduziram a carga horária, 7% mudaram de função e 2% deixaram completamente o trabalho por causa dos sintomas. Para a Organização Internacional do Trabalho, o problema já representa um desafio econômico global. Estimativas reunidas pela entidade apontam que 657 milhões de mulheres em idade de menopausa estão trabalhando no mundo, enquanto sintomas associados à fase contribuem para absenteísmo, presenteísmo e saída antecipada do mercado.

“Eu acho que a menopausa ainda aparece pouco nas políticas de saúde corporativa. Empresas avançaram na discussão sobre maternidade, saúde mental, equilíbrio entre vida pessoal e trabalho e outros temas ligados ao bem-estar, mas o climatério permanece cercado de desconhecimento e constrangimento. Por que ainda existe medo de falar? Medo de parecer frágil, de ser julgada, de ser demitida ou de ter a idade usada para questionar sua capacidade profissional. A menopausa precisa ser tratada também como uma questão de saúde ocupacional e saúde pública”, questiona a médica.

Essa resposta, segundo especialistas, não passa por criar um ambiente que trate mulheres na menopausa como profissionais frágeis, mas por oferecer condições para que elas permaneçam produtivas e saudáveis. “A mulher não deixa de ser competente quando entra na menopausa. O que não faz sentido é uma empresa investir durante décadas na formação de uma profissional experiente e depois ignorar uma fase da vida que pode ser adequadamente reconhecida e cuidada”, acrescenta a ginecologista.

Questões simples podem trazer a solução. Flexibilidade de horários quando necessária, acesso à informação, orientação médica, educação de gestores e programas de saúde corporativa podem reduzir impactos e ajudar na retenção de profissionais experientes.

“Não estou falando em tratar mulheres de forma diferente ou diminuir sua capacidade. Estou falando de informação, acolhimento e preparação. Se as empresas querem realmente discutir saúde e qualidade de vida, a menopausa também precisa entrar nessa conversa. A questão, portanto, já não é se a menopausa faz parte do mercado de trabalho, mas se as organizações estão preparadas para reconhecê-la sem transformar uma etapa natural da vida em motivo de estigma profissional”, finaliza Dra. Roberta.

Exercício físico ajuda a proteger a saúde mental e reduz sintomas

Professor do Clube Palmeiras explica como a prática regular de atividades físicas contribui para o bem-estar emocional e melhora a qualidade de vida

 A rotina acelerada, a pressão do trabalho, as preocupações financeiras e o excesso de tempo diante das telas têm feito da ansiedade, do estresse e da depressão problemas cada vez mais presentes na vida dos brasileiros. Nesse cenário, uma estratégia simples e acessível pode fazer diferença na prevenção e no controle desses transtornos: a prática regular de exercícios físicos.Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), adultos devem praticar entre 150 a 300 minutos de exercícios físicos com intensidade moderada por semana, ou de 75 a 150 minutos de exercícios físicos com intensidade alta. Além dos benefícios para o coração, para os músculos e para o controle do peso, manter uma rotina de exercícios também está associado à melhora da saúde mental, da qualidade do sono e da disposição.De acordo com Arthur Dolabela, educador físico e responsável técnico do Clube Palmeiras, durante a atividade física o organismo libera substâncias que promovem sensação de bem-estar, relaxamento e prazer, o que ajuda a reduzir os níveis de estresse e a aliviar sintomas de ansiedade. “Quando nos exercitamos, nosso corpo libera endorfina, serotonina e dopamina, neurotransmissores que estão diretamente relacionados à sensação de felicidade e bem-estar. Além disso, a atividade física ajuda a diminuir os níveis de cortisol, conhecido como o hormônio do estresse. Com isso, a pessoa passa a lidar melhor com as pressões do dia a dia e percebe melhorias no humor e na disposição”, esclarece.Outro benefício importante é que o exercício contribui para melhorar a qualidade do sono, fator que também influencia diretamente a saúde emocional. Dormir melhor favorece a recuperação física e mental, melhora a concentração e reduz a irritabilidade. “Muitas pessoas procuram a atividade física pensando apenas na estética, mas logo percebem que o maior ganho está na saúde. Elas passam a dormir melhor, ficam mais produtivas, têm mais energia e conseguem enfrentar os desafios diários com mais equilíbrio”, completa o responsável técnico do Clube Palmeiras.Isso é válido para qualquer modalidade. Toda a prática pode trazer benefícios, desde que seja praticada regularmente e respeite as condições físicas de cada pessoa. Caminhadas, musculação, natação, dança, esportes coletivos e aulas funcionais são algumas das opções que ajudam a combater o sedentarismo e estimulam a socialização, outro fator importante para a saúde mental.“O mais importante é encontrar uma atividade que dê prazer. Quando a prática é agradável, as chances de criar um hábito saudável aumentam muito. Não é preciso começar com treinos longos ou intensos. O fundamental é dar o primeiro passo é manter a constância”, orienta o professor do Clube Palmeiras.Embora os exercícios sejam grandes aliados do bem-estar emocional, eles não substituem o acompanhamento de profissionais de saúde quando há diagnóstico de ansiedade, depressão ou outros transtornos mentais. Nesses casos, a atividade física deve fazer parte de um tratamento multidisciplinar, ao lado do acompanhamento médico e psicológico. O resultado costuma ser uma melhora significativa na qualidade de vida e na saúde como um todo.

Empresa desenvolve solução para reduzir impactos do calor

Especialista ainda esclarece que os impactos esperados vão da redução da oferta agrícola ao aumento dos custos em cadeias produtivas

Com a previsão de um El Niño potencialmente forte e o aumento do risco de ondas de calor e extremos climáticos, empresas de setores expostos às altas temperaturas buscam alternativas para aumentar a resiliência de suas operações. Em Minas Gerais, o Grupo 3TC desenvolveu uma tecnologia inovadora em isolamento térmico que controla a transferência de calor, o que reduz o impacto de altas temperaturas em ambientes e estruturas, com aplicações que podem atender desde o agronegócio até a indústria, logística e construção civil.A tecnologia está disponível em mantas e placas térmicas, desenvolvidos para diferentes tipos de estruturas e aplicações. As linhas de produtos podem ser aplicadas em sistemas de coberturas e fechamentos laterais, criando uma barreira térmica que contribui para reduzir a entrada de calor nos ambientes. No agronegócio, a solução já está sendo utilizada em granjas, galpões, armazéns, unidades de beneficiamento de sementes e outras estruturas que precisam lidar com temperaturas elevadas e seus efeitos sobre a operação.É que a preparação das estruturas deve fazer parte das estratégias de adaptação às mudanças nas condições climáticas. “O calor precisa ser tratado como uma variável de operação. Quando as temperaturas aumentam, os impactos aparecem na produtividade, no consumo de energia, na conservação de produtos e nas condições de trabalho. A engenharia térmica permite antecipar esse problema e preparar os ambientes para uma realidade climática mais desafiadora”, discute o empresário e CEO do Grupo 3TC, Ricardo Valentini, engenheiro especialista em soluções contra o calor.A proposta da empresa é atuar na eficiência térmica das estruturas sem restringir a tecnologia a um único setor. As soluções podem ser empregadas em projetos de diferentes dimensões e aplicações, com o objetivo de melhorar as condições térmicas dos ambientes e reduzir a exposição aos impactos do calor. Para setores como o agronegócio, que dependem diretamente das condições climáticas e da infraestrutura para armazenagem e produção, a medida pode integrar uma estratégia mais ampla de resiliência.“Não se trata apenas de combater uma temperatura elevada em determinado período. O desafio é preparar estruturas para uma realidade em que eventos de calor intenso podem se tornar mais frequentes. O calor custa caro. Quanto mais cedo as empresas incorporarem eficiência térmica ao planejamento, maior será a capacidade de proteger suas operações, seus ativos e as pessoas que trabalham nesses ambientes”, completa Valentini. 

Empreendedora cria “Netflix” cristã para crianças

O avanço do consumo digital entre crianças abriu espaço para um mercado que tenta responder a uma preocupação crescente das famílias: como garantir que o tempo de tela seja seguro e tenha conteúdo adequado para cada faixa etária. Foi a partir dessa percepção que a empreendedora baiana Paloma Almeida criou a Cordeirinho TV, plataforma voltada a crianças de 0 a 10 anos.

Cirurgiã-dentista de formação, Paloma começou a carreira empreendendo com uma agência de publicidade em Salvador. A experiência em marketing e gestão, somada à observação do mercado e à vida familiar, levou à criação da plataforma. A proposta é reunir entretenimento e conteúdo educativo em um ambiente fechado, sem anúncios e com curadoria pedagógica.

A Cordeirinho TV oferece desenhos, quizzes, histórias formativas e conteúdos voltados ao desenvolvimento de competências socioemocionais. Também disponibiliza ferramentas de controle familiar, que permitem aos responsáveis acompanhar o tempo de tela e selecionar os conteúdos acessados.

O negócio acompanha a expansão do mercado global de edtechs. O setor movimentava cerca de US$ 123 bilhões em 2022 e tem projeção de alcançar US$ 348 bilhões até 2030, impulsionado pela busca por plataformas de aprendizado seguro e interativo. No Brasil, o consumo de streaming e de assinaturas digitais por nicho também contribui para a expansão do segmento.

A proposta encontrou espaço entre famílias e instituições de ensino. Cleide Alves, vice-diretora do Colégio São Rafael, em Salvador, afirma que a curadoria pedagógica da plataforma pode funcionar como extensão do projeto desenvolvido pelas escolas, ao estimular competências socioemocionais e valores éticos de forma lúdica.

Projeto já ultrapassou 10 mil assinantes

A Cordeirinho TV também apresenta resultados comerciais. O ecossistema digital reúne mais de 45 mil seguidores nas redes sociais e ultrapassou 10 mil assinantes. Em períodos de lançamento, a operação chegou a faturar cerca de R$ 150 mil em sete dias, com aproximadamente 3 mil novos assinantes no período. O desempenho rendeu premiações por volume de transações em plataformas como Kiwify e Perfect Pay.

Depois de validar o modelo direto ao consumidor, Paloma ampliou as fontes de receita. A Cordeirinho TV passou a fornecer materiais pedagógicos e audiovisuais para escolas parceiras e iniciou a estruturação de contratos com empresas interessadas em oferecer a plataforma como benefício educacional e familiar aos colaboradores.

O movimento acompanha a busca das empresas por benefícios relacionados ao equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. Nesse modelo, a plataforma deixa de ser apenas um serviço voltado diretamente às famílias e passa a integrar estratégias de instituições de ensino e empresas.

A trajetória de Paloma, que começou na área da saúde e passou por publicidade, marketing e gestão digital, resultou em um negócio de educação infantil baseado na combinação entre tecnologia, conteúdo e segurança digital.

Curta de cineasta de Sabará é selecionado para festival

O curta-metragem “Era Uma Vez… Um Livro”, dirigido pelo cineasta sabarense Josué Henrique, de 22 anos, foi selecionado para a Cine Mundi, mostra integrante do Cine Tornado Festival 2026, que será realizada em Curitiba. A exibição está prevista para o dia 11 de setembro, na Cinemateca de Curitiba, reunindo produções de diferentes estados brasileiros e também de outros países.

Produzido de forma independente, o filme nasceu ainda durante a formação de Josué em Cinema pela Escola Livre de Cinema de Belo Horizonte. A ideia inicial era desenvolver um curta de suspense, mas o projeto acabou sendo deixado de lado durante um período em que o jovem cineasta chegou a questionar sua própria continuidade na área.

A retomada aconteceu após uma experiência no Cine Belas Artes, em Belo Horizonte. Josué assistiu ao documentário Criaturas da Mente, de Marcelo Gomes, e teve a oportunidade de conversar com o diretor após a sessão. O encontro reacendeu seu interesse pelo cinema e o levou de volta aos filmes e à escrita. Ao resgatar a antiga ideia, o roteiro ganhou novas camadas e significados, dando origem ao curta.

Realizado em parceria com a Estalo Criativo e com produção de Leandro Wenceslau, o filme foi gravado em dezembro de 2025, em Sabará. A estreia ocorreu em abril de 2026, no Cine Bandeirante, único cinema da cidade.

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Desde então, “Era Uma Vez… Um Livro” passou por espaços culturais de Sabará e Belo Horizonte, incluindo a Biblioteca Pública Professor Joaquim Sepúlveda, onde parte das filmagens foi realizada. O prédio histórico que abriga a biblioteca funcionou anteriormente como Casa de Câmara e Cadeia de Sabará.

A produção também chegou às escolas. Uma das exibições reuniu duas turmas da Educação de Jovens e Adultos (EJA), com alunos e professores da rede municipal. No Dia Mundial do Livro, o curta ganhou ainda uma exibição gratuita no YouTube, ampliando o acesso à obra.

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A seleção para a Cine Mundi representa um novo momento na trajetória do jovem cineasta. Além da circulação do curta, Josué trabalha atualmente na finalização de seu próximo projeto, que será seu primeiro livro, dando continuidade a uma trajetória artística iniciada durante sua formação em cinema.

O curta-metragem “Era Uma Vez… Um Livro” está disponível gratuitamente no YouTube.

Villa Nova celebra título e retorno à elite com festa

Para celebrar a conquista o título do Campeonato Mineiro Módulo II, a trajetória de sucesso do clube que saiu da reconstrução de toda infraestrutura do clube em 120 dias, do rebaixamento ao retorno à Série A do futebol, o Villa Nova SAF reuniu, neste domingo, mais de 150 convidados no Espaço Ernesta Landica entre atletas, comissão técnica, dirigentes, autoridades, parceiros e personalidades da cidade, que participaram da festa comemorativa e do novo capítulo na história centenária do  clube.

A celebração contou com a presença de Renato Valentim, presidente do Boston City Group; Sergio Pinheiro, CEO do Villa Nova SAF; Marcelo Nascimento, vice-presidente do Boston City Group; Anisinho, presidente da Associação do Villa Nova, destacou; o secretário de Esportes de Nova Lima, Stéfano Luís Rodrigues; vereadores e lideranças da cidade, além dos atletas e integrantes da comissão técnica que protagonizaram a campanha do acesso e do título.

Para Renato Valentim, presidente do Boston City Group, a conquista representa a primeira grande resposta esportiva do projeto e reforça a confiança no futuro do clube. “É um momento de muita alegria e orgulho. Quando assumimos o Villa Nova, sabíamos do tamanho da responsabilidade de conduzir um clube centenário e tão importante para Nova Lima e para o futebol mineiro. Em pouco mais de 120 dias, reconstruímos uma estrutura, conquistamos o acesso e encerramos essa caminhada levantando a taça. Esse título é dos atletas, da comissão, dos profissionais do clube, da torcida e de todos que acreditaram no projeto. O Leão voltou à elite, voltou campeão e estamos apenas começando um novo capítulo dessa história”, celebra Valentim.

Também presente à celebração, Anisinho, presidente da Associação do Villa Nova, destacou o significado da conquista para a história do clube e para a torcida. “É uma alegria enorme ver o Villa Nova novamente na elite e, ainda por cima, celebrando um título. Quem conhece a história do clube sabe o quanto esse momento representa para Nova Lima e para todos que carregam o Leão no coração. É uma conquista que honra nossa tradição, valoriza nossa camisa e renova a confiança no futuro do Villa”, afirma.

Homenagem e festa ao som da Charanga

 A emoção ganhou força com a entrada da taça de campeão e a entrega das faixas aos jogadores e à comissão técnica. E, em uma festa do Leão do Bonfim, não poderia faltar o som da tradicional Charanga do Villa, a segunda mais antiga do Brasil em atividade, que levou para a celebração a mesma energia que acompanha o Leão nas arquibancadas. A festa coroou uma temporada que começou com o desafio da reconstrução e terminou com acesso e título. De volta à elite, o Villa Nova encerra a campanha de 2026 com a taça nas mãos e já projeta os próximos passos de um novo ciclo no futebol mineiro.