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Viagem de negócios com um toque de prazer: como aproveitar o destino além da agenda profissional
Quando a agenda termina, outra viagem começa
Viajar a trabalho também significa passar alguns dias longe da rotina, dos horários habituais e dos ambientes conhecidos. Essa distância pode despertar uma sensação de liberdade difícil de encontrar no cotidiano.De repente, é possível escolher onde jantar, quanto tempo permanecer em um bar, qual bebida experimentar e como aproveitar as horas que ainda restam.Depois de um dia intenso, alguns prazeres se tornam ainda mais atraentes:- Jantar sem olhar para o relógio;
- Escolher uma mesa mais reservada;
- Experimentar um vinho local;
- Conhecer novos ambientes;
- Prolongar uma conversa agradável;
- Descobrir a vida noturna do destino;
- Permitir que a noite siga sem tanta pressa.
Viajar sozinho também pode ser uma experiência especial
Existe algo especialmente interessante em estar sozinho em uma cidade onde quase ninguém conhece a sua rotina. Sem a necessidade de combinar horários ou adaptar preferências, o viajante tem liberdade para decidir o ritmo da própria noite.Pode escolher um restaurante elegante, sentar-se em um balcão mais reservado, caminhar por uma região movimentada ou simplesmente descobrir um novo endereço.Essa autonomia cria espaço para o inesperado: um restaurante que não estava no roteiro, uma apresentação musical, uma exposição noturna, uma conversa casual ou um lugar que acaba se tornando uma das melhores lembranças da viagem.A experiência está justamente na possibilidade de explorar o destino sem um roteiro rígido.O cenário certo desperta os sentidos
Uma experiência envolvente começa muito antes de qualquer aproximação. O ambiente influencia o ritmo da conversa, a disposição das pessoas e até a forma como uma noite será lembrada.Para criar uma atmosfera agradável, vale considerar:- Restaurantes com iluminação suave;
- Bares de hotéis;
- Rooftops com vista para a cidade;
- Casas de vinho ou coquetelaria;
- Ambientes com música baixa;
- Espaços com mesas mais afastadas;
- Locais próximos ao hotel ou ao centro empresarial.
Boas experiências mudam a percepção do destino
Um jantar pode ser excelente. A bebida pode surpreender. A vista da cidade pode impressionar. Ainda assim, são as experiências vividas durante a noite que muitas vezes tornam o destino mais marcante.Um restaurante descoberto por acaso, uma apresentação cultural, uma conversa interessante ou simplesmente uma caminhada por uma região movimentada podem fazer com que a cidade seja percebida de outra maneira.Em pesquisas locais, muitos viajantes procuram conhecer opções de lazer, gastronomia e entretenimento disponíveis na cidade antes mesmo de desembarcar.Esse comportamento revela uma mudança importante: o planejamento da viagem já não se limita ao hotel, ao transporte e à agenda profissional. Para alguns, as experiências que serão vividas fora do expediente também fazem parte da viagem.Um pouco de planejamento aumenta o prazer
Espontaneidade não significa falta de cuidado.Mesmo uma noite que parece acontecer naturalmente pode ser melhor quando alguns detalhes são pensados com antecedência. Pesquisar a região, conhecer os horários dos estabelecimentos e organizar o deslocamento evita que imprevistos interrompam o clima.Também é importante:- Priorizar locais públicos e movimentados;
- Evitar compartilhar dados profissionais;
- Proteger informações sobre a hospedagem;
- Desconfiar de pedidos financeiros incomuns;
- Manter expectativas realistas;
- Respeitar os limites das outras pessoas;
- Não fazer registros sem autorização;
- Manter os objetos pessoais protegidos.
Respeito faz parte de qualquer experiência
Em qualquer interação social, respeito e reciprocidade são fundamentais.Uma conversa agradável não significa que alguém esteja obrigado a prolongá-la. Um convite pode ser recusado. Um plano pode mudar. Um limite pode surgir durante a noite.Respeitar essas decisões é parte essencial de uma experiência sofisticada.A verdadeira confiança nasce quando todos percebem que podem expressar vontades e desconfortos sem pressão. É justamente essa liberdade que permite que qualquer interação aconteça de maneira natural.Discrição é uma forma de elegância
Quem viaja a trabalho costuma valorizar a privacidade. Colegas, clientes e contatos profissionais não precisam conhecer todos os detalhes de uma experiência particular.Discrição significa entender que algumas histórias pertencem somente às pessoas que as viveram.Ela envolve atitudes simples:- Não divulgar nomes;
- Não compartilhar conversas privadas;
- Evitar fotografias identificáveis;
- Separar contatos profissionais e pessoais;
- Preservar informações sobre o hotel;
- Respeitar a privacidade das outras pessoas.
Permita que a viagem deixe outra lembrança
A reunião pode ter sido produtiva. O contrato pode ter sido assinado. A apresentação pode ter alcançado o resultado desejado.Mas talvez seja outra lembrança que permaneça quando o viajante voltar para casa: uma descoberta inesperada, uma bebida compartilhada, o perfume de um ambiente, uma paisagem noturna ou a sensação de ter vivido algo fora do roteiro.Viajar a trabalho não precisa ser apenas cumprir compromissos.Quando existe liberdade, respeito e disposição para aproveitar o momento, a cidade deixa de ser somente o endereço de uma reunião. Ela passa a ser o cenário de uma experiência pessoal, daquelas que começam exatamente quando a agenda termina.5 medidas que todo síndico deveria avaliar antes do clima
- Revisar telhados e coberturas Pequenas falhas podem evoluir para infiltrações e danos estruturais durante períodos de chuvas intensas.
- Verificar calhas e sistemas de drenagem A limpeza preventiva reduz o risco de alagamentos e facilita o escoamento da água.
- Avaliar bombas hidráulicas e instalações elétricas Equipamentos revisados oferecem maior segurança e reduzem a possibilidade de falhas em momentos críticos.
- Inspecionar árvores, muros e áreas externas A manutenção preventiva ajuda a reduzir riscos provocados por ventos fortes e chuvas intensas.
- Revisar o planejamento financeiro do condomínio Garantir recursos para executar obras preventivas é tão importante quanto identificar as necessidades de manutenção.
Menopausa chega ao ambiente de trabalho
Médica ginecologista defende mais políticas e atenção para mulheres no climatério dentro das empresas
A menopausa deixou de ser uma discussão restrita ao consultório e passou a ocupar também o ambiente de trabalho. Com mais mulheres permanecendo profissionalmente ativas após os 40 e 50 anos, sintomas do climatério como alterações do sono, ondas de calor, dificuldade de concentração e mudanças de humor começam a exigir atenção também das empresas.
Dados da Previdência Social, com base na PNAD Contínua, mostram que o número de mulheres ocupadas de 50 a 59 anos passou de 4,91 milhões em 2023 para 5,16 milhões em 2024, alta de aproximadamente 5%. No mesmo período, a população feminina ocupada de 40 a 49 anos também cresceu, de 7,56 milhões para 7,83 milhões.
O movimento acompanha uma transformação mais ampla do mercado brasileiro. Entre 2012 e 2024, a participação conjunta de pessoas de 50 a 59 anos e de idosos com 60 anos ou mais na população ocupada subiu de 19,1% para 24,3%, enquanto a participação dos trabalhadores de 30 a 49 anos caiu para 49,2% em 2024. Ao mesmo tempo, a presença feminina no mercado formal também avançou. Entre o segundo trimestre de 2016 e o segundo trimestre de 2025, o número de mulheres ocupadas passou de 37,9 milhões para 44,6 milhões, acréscimo de 6,7 milhões de trabalhadoras.
“A menopausa está chegando ao ambiente de trabalho porque milhões de mulheres estão vivendo essa fase justamente quando estão no auge da vida profissional. São profissionais experientes, produtivas e muitas vezes em posições de liderança, mas que podem estar enfrentando sintomas sem encontrar espaço para falar sobre isso”, afirma a ginecologista Roberta Brando, ginecologista com atuação em climatério, menopausa e terapia hormonal feminina.
O impacto não é apenas uma percepção subjetiva. Estudos científicos mostram que sintomas do climatério podem interferir no sono, na concentração, na memória, no humor e na disposição, fatores diretamente relacionados à rotina profissional. Uma pesquisa internacional que incluiu mulheres brasileiras identificou que, entre aquelas com sintomas vasomotores moderados ou graves, o comprometimento médio da produtividade e das atividades diárias foi elevado.
“Não significa que a menopausa torne uma mulher menos capaz. O problema é exigir produtividade enquanto ignoramos sintomas que podem comprometer sono, cognição e bem-estar. Quando a mulher não consegue falar sobre o que está acontecendo, ela tende a enfrentar a situação sozinha”, explica Roberta.
O silêncio também pode ter consequências para as empresas. Uma diretriz brasileira sobre climatério e menopausa cita estudo no qual 65% das mulheres avaliadas disseram que os sintomas afetam sua capacidade de trabalhar. Entre elas, 35% afirmaram que a menopausa influenciou decisões relacionadas à progressão da carreira, 18% relataram faltas ocasionais, 8% reduziram a carga horária, 7% mudaram de função e 2% deixaram completamente o trabalho por causa dos sintomas. Para a Organização Internacional do Trabalho, o problema já representa um desafio econômico global. Estimativas reunidas pela entidade apontam que 657 milhões de mulheres em idade de menopausa estão trabalhando no mundo, enquanto sintomas associados à fase contribuem para absenteísmo, presenteísmo e saída antecipada do mercado.
“Eu acho que a menopausa ainda aparece pouco nas políticas de saúde corporativa. Empresas avançaram na discussão sobre maternidade, saúde mental, equilíbrio entre vida pessoal e trabalho e outros temas ligados ao bem-estar, mas o climatério permanece cercado de desconhecimento e constrangimento. Por que ainda existe medo de falar? Medo de parecer frágil, de ser julgada, de ser demitida ou de ter a idade usada para questionar sua capacidade profissional. A menopausa precisa ser tratada também como uma questão de saúde ocupacional e saúde pública”, questiona a médica.
Essa resposta, segundo especialistas, não passa por criar um ambiente que trate mulheres na menopausa como profissionais frágeis, mas por oferecer condições para que elas permaneçam produtivas e saudáveis. “A mulher não deixa de ser competente quando entra na menopausa. O que não faz sentido é uma empresa investir durante décadas na formação de uma profissional experiente e depois ignorar uma fase da vida que pode ser adequadamente reconhecida e cuidada”, acrescenta a ginecologista.
Questões simples podem trazer a solução. Flexibilidade de horários quando necessária, acesso à informação, orientação médica, educação de gestores e programas de saúde corporativa podem reduzir impactos e ajudar na retenção de profissionais experientes.
“Não estou falando em tratar mulheres de forma diferente ou diminuir sua capacidade. Estou falando de informação, acolhimento e preparação. Se as empresas querem realmente discutir saúde e qualidade de vida, a menopausa também precisa entrar nessa conversa. A questão, portanto, já não é se a menopausa faz parte do mercado de trabalho, mas se as organizações estão preparadas para reconhecê-la sem transformar uma etapa natural da vida em motivo de estigma profissional”, finaliza Dra. Roberta.
Exercício físico ajuda a proteger a saúde mental e reduz sintomas
Professor do Clube Palmeiras explica como a prática regular de atividades físicas contribui para o bem-estar emocional e melhora a qualidade de vida
A rotina acelerada, a pressão do trabalho, as preocupações financeiras e o excesso de tempo diante das telas têm feito da ansiedade, do estresse e da depressão problemas cada vez mais presentes na vida dos brasileiros. Nesse cenário, uma estratégia simples e acessível pode fazer diferença na prevenção e no controle desses transtornos: a prática regular de exercícios físicos.Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), adultos devem praticar entre 150 a 300 minutos de exercícios físicos com intensidade moderada por semana, ou de 75 a 150 minutos de exercícios físicos com intensidade alta. Além dos benefícios para o coração, para os músculos e para o controle do peso, manter uma rotina de exercícios também está associado à melhora da saúde mental, da qualidade do sono e da disposição.De acordo com Arthur Dolabela, educador físico e responsável técnico do Clube Palmeiras, durante a atividade física o organismo libera substâncias que promovem sensação de bem-estar, relaxamento e prazer, o que ajuda a reduzir os níveis de estresse e a aliviar sintomas de ansiedade. “Quando nos exercitamos, nosso corpo libera endorfina, serotonina e dopamina, neurotransmissores que estão diretamente relacionados à sensação de felicidade e bem-estar. Além disso, a atividade física ajuda a diminuir os níveis de cortisol, conhecido como o hormônio do estresse. Com isso, a pessoa passa a lidar melhor com as pressões do dia a dia e percebe melhorias no humor e na disposição”, esclarece.Outro benefício importante é que o exercício contribui para melhorar a qualidade do sono, fator que também influencia diretamente a saúde emocional. Dormir melhor favorece a recuperação física e mental, melhora a concentração e reduz a irritabilidade. “Muitas pessoas procuram a atividade física pensando apenas na estética, mas logo percebem que o maior ganho está na saúde. Elas passam a dormir melhor, ficam mais produtivas, têm mais energia e conseguem enfrentar os desafios diários com mais equilíbrio”, completa o responsável técnico do Clube Palmeiras.Isso é válido para qualquer modalidade. Toda a prática pode trazer benefícios, desde que seja praticada regularmente e respeite as condições físicas de cada pessoa. Caminhadas, musculação, natação, dança, esportes coletivos e aulas funcionais são algumas das opções que ajudam a combater o sedentarismo e estimulam a socialização, outro fator importante para a saúde mental.“O mais importante é encontrar uma atividade que dê prazer. Quando a prática é agradável, as chances de criar um hábito saudável aumentam muito. Não é preciso começar com treinos longos ou intensos. O fundamental é dar o primeiro passo é manter a constância”, orienta o professor do Clube Palmeiras.Embora os exercícios sejam grandes aliados do bem-estar emocional, eles não substituem o acompanhamento de profissionais de saúde quando há diagnóstico de ansiedade, depressão ou outros transtornos mentais. Nesses casos, a atividade física deve fazer parte de um tratamento multidisciplinar, ao lado do acompanhamento médico e psicológico. O resultado costuma ser uma melhora significativa na qualidade de vida e na saúde como um todo.Empresa desenvolve solução para reduzir impactos do calor
Especialista ainda esclarece que os impactos esperados vão da redução da oferta agrícola ao aumento dos custos em cadeias produtivas
Com a previsão de um El Niño potencialmente forte e o aumento do risco de ondas de calor e extremos climáticos, empresas de setores expostos às altas temperaturas buscam alternativas para aumentar a resiliência de suas operações. Em Minas Gerais, o Grupo 3TC desenvolveu uma tecnologia inovadora em isolamento térmico que controla a transferência de calor, o que reduz o impacto de altas temperaturas em ambientes e estruturas, com aplicações que podem atender desde o agronegócio até a indústria, logística e construção civil.A tecnologia está disponível em mantas e placas térmicas, desenvolvidos para diferentes tipos de estruturas e aplicações. As linhas de produtos podem ser aplicadas em sistemas de coberturas e fechamentos laterais, criando uma barreira térmica que contribui para reduzir a entrada de calor nos ambientes. No agronegócio, a solução já está sendo utilizada em granjas, galpões, armazéns, unidades de beneficiamento de sementes e outras estruturas que precisam lidar com temperaturas elevadas e seus efeitos sobre a operação.É que a preparação das estruturas deve fazer parte das estratégias de adaptação às mudanças nas condições climáticas. “O calor precisa ser tratado como uma variável de operação. Quando as temperaturas aumentam, os impactos aparecem na produtividade, no consumo de energia, na conservação de produtos e nas condições de trabalho. A engenharia térmica permite antecipar esse problema e preparar os ambientes para uma realidade climática mais desafiadora”, discute o empresário e CEO do Grupo 3TC, Ricardo Valentini, engenheiro especialista em soluções contra o calor.A proposta da empresa é atuar na eficiência térmica das estruturas sem restringir a tecnologia a um único setor. As soluções podem ser empregadas em projetos de diferentes dimensões e aplicações, com o objetivo de melhorar as condições térmicas dos ambientes e reduzir a exposição aos impactos do calor. Para setores como o agronegócio, que dependem diretamente das condições climáticas e da infraestrutura para armazenagem e produção, a medida pode integrar uma estratégia mais ampla de resiliência.“Não se trata apenas de combater uma temperatura elevada em determinado período. O desafio é preparar estruturas para uma realidade em que eventos de calor intenso podem se tornar mais frequentes. O calor custa caro. Quanto mais cedo as empresas incorporarem eficiência térmica ao planejamento, maior será a capacidade de proteger suas operações, seus ativos e as pessoas que trabalham nesses ambientes”, completa Valentini.Empreendedora cria “Netflix” cristã para crianças
Cirurgiã-dentista de formação, Paloma começou a carreira empreendendo com uma agência de publicidade em Salvador. A experiência em marketing e gestão, somada à observação do mercado e à vida familiar, levou à criação da plataforma. A proposta é reunir entretenimento e conteúdo educativo em um ambiente fechado, sem anúncios e com curadoria pedagógica.
A Cordeirinho TV oferece desenhos, quizzes, histórias formativas e conteúdos voltados ao desenvolvimento de competências socioemocionais. Também disponibiliza ferramentas de controle familiar, que permitem aos responsáveis acompanhar o tempo de tela e selecionar os conteúdos acessados.
O negócio acompanha a expansão do mercado global de edtechs. O setor movimentava cerca de US$ 123 bilhões em 2022 e tem projeção de alcançar US$ 348 bilhões até 2030, impulsionado pela busca por plataformas de aprendizado seguro e interativo. No Brasil, o consumo de streaming e de assinaturas digitais por nicho também contribui para a expansão do segmento.
A proposta encontrou espaço entre famílias e instituições de ensino. Cleide Alves, vice-diretora do Colégio São Rafael, em Salvador, afirma que a curadoria pedagógica da plataforma pode funcionar como extensão do projeto desenvolvido pelas escolas, ao estimular competências socioemocionais e valores éticos de forma lúdica.
Projeto já ultrapassou 10 mil assinantes
A Cordeirinho TV também apresenta resultados comerciais. O ecossistema digital reúne mais de 45 mil seguidores nas redes sociais e ultrapassou 10 mil assinantes. Em períodos de lançamento, a operação chegou a faturar cerca de R$ 150 mil em sete dias, com aproximadamente 3 mil novos assinantes no período. O desempenho rendeu premiações por volume de transações em plataformas como Kiwify e Perfect Pay.
Depois de validar o modelo direto ao consumidor, Paloma ampliou as fontes de receita. A Cordeirinho TV passou a fornecer materiais pedagógicos e audiovisuais para escolas parceiras e iniciou a estruturação de contratos com empresas interessadas em oferecer a plataforma como benefício educacional e familiar aos colaboradores.
O movimento acompanha a busca das empresas por benefícios relacionados ao equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. Nesse modelo, a plataforma deixa de ser apenas um serviço voltado diretamente às famílias e passa a integrar estratégias de instituições de ensino e empresas.
A trajetória de Paloma, que começou na área da saúde e passou por publicidade, marketing e gestão digital, resultou em um negócio de educação infantil baseado na combinação entre tecnologia, conteúdo e segurança digital.
Curta de cineasta de Sabará é selecionado para festival
O curta-metragem “Era Uma Vez… Um Livro”, dirigido pelo cineasta sabarense Josué Henrique, de 22 anos, foi selecionado para a Cine Mundi, mostra integrante do Cine Tornado Festival 2026, que será realizada em Curitiba. A exibição está prevista para o dia 11 de setembro, na Cinemateca de Curitiba, reunindo produções de diferentes estados brasileiros e também de outros países.
Produzido de forma independente, o filme nasceu ainda durante a formação de Josué em Cinema pela Escola Livre de Cinema de Belo Horizonte. A ideia inicial era desenvolver um curta de suspense, mas o projeto acabou sendo deixado de lado durante um período em que o jovem cineasta chegou a questionar sua própria continuidade na área.
A retomada aconteceu após uma experiência no Cine Belas Artes, em Belo Horizonte. Josué assistiu ao documentário Criaturas da Mente, de Marcelo Gomes, e teve a oportunidade de conversar com o diretor após a sessão. O encontro reacendeu seu interesse pelo cinema e o levou de volta aos filmes e à escrita. Ao resgatar a antiga ideia, o roteiro ganhou novas camadas e significados, dando origem ao curta.
Realizado em parceria com a Estalo Criativo e com produção de Leandro Wenceslau, o filme foi gravado em dezembro de 2025, em Sabará. A estreia ocorreu em abril de 2026, no Cine Bandeirante, único cinema da cidade.

Desde então, “Era Uma Vez… Um Livro” passou por espaços culturais de Sabará e Belo Horizonte, incluindo a Biblioteca Pública Professor Joaquim Sepúlveda, onde parte das filmagens foi realizada. O prédio histórico que abriga a biblioteca funcionou anteriormente como Casa de Câmara e Cadeia de Sabará.
A produção também chegou às escolas. Uma das exibições reuniu duas turmas da Educação de Jovens e Adultos (EJA), com alunos e professores da rede municipal. No Dia Mundial do Livro, o curta ganhou ainda uma exibição gratuita no YouTube, ampliando o acesso à obra.

A seleção para a Cine Mundi representa um novo momento na trajetória do jovem cineasta. Além da circulação do curta, Josué trabalha atualmente na finalização de seu próximo projeto, que será seu primeiro livro, dando continuidade a uma trajetória artística iniciada durante sua formação em cinema.
O curta-metragem “Era Uma Vez… Um Livro” está disponível gratuitamente no YouTube.Villa Nova celebra título e retorno à elite com festa
Para celebrar a conquista o título do Campeonato Mineiro Módulo II, a trajetória de sucesso do clube que saiu da reconstrução de toda infraestrutura do clube em 120 dias, do rebaixamento ao retorno à Série A do futebol, o Villa Nova SAF reuniu, neste domingo, mais de 150 convidados no Espaço Ernesta Landica entre atletas, comissão técnica, dirigentes, autoridades, parceiros e personalidades da cidade, que participaram da festa comemorativa e do novo capítulo na história centenária do clube.
A celebração contou com a presença de Renato Valentim, presidente do Boston City Group; Sergio Pinheiro, CEO do Villa Nova SAF; Marcelo Nascimento, vice-presidente do Boston City Group; Anisinho, presidente da Associação do Villa Nova, destacou; o secretário de Esportes de Nova Lima, Stéfano Luís Rodrigues; vereadores e lideranças da cidade, além dos atletas e integrantes da comissão técnica que protagonizaram a campanha do acesso e do título.
Para Renato Valentim, presidente do Boston City Group, a conquista representa a primeira grande resposta esportiva do projeto e reforça a confiança no futuro do clube. “É um momento de muita alegria e orgulho. Quando assumimos o Villa Nova, sabíamos do tamanho da responsabilidade de conduzir um clube centenário e tão importante para Nova Lima e para o futebol mineiro. Em pouco mais de 120 dias, reconstruímos uma estrutura, conquistamos o acesso e encerramos essa caminhada levantando a taça. Esse título é dos atletas, da comissão, dos profissionais do clube, da torcida e de todos que acreditaram no projeto. O Leão voltou à elite, voltou campeão e estamos apenas começando um novo capítulo dessa história”, celebra Valentim.
Também presente à celebração, Anisinho, presidente da Associação do Villa Nova, destacou o significado da conquista para a história do clube e para a torcida. “É uma alegria enorme ver o Villa Nova novamente na elite e, ainda por cima, celebrando um título. Quem conhece a história do clube sabe o quanto esse momento representa para Nova Lima e para todos que carregam o Leão no coração. É uma conquista que honra nossa tradição, valoriza nossa camisa e renova a confiança no futuro do Villa”, afirma.
Homenagem e festa ao som da Charanga
A emoção ganhou força com a entrada da taça de campeão e a entrega das faixas aos jogadores e à comissão técnica. E, em uma festa do Leão do Bonfim, não poderia faltar o som da tradicional Charanga do Villa, a segunda mais antiga do Brasil em atividade, que levou para a celebração a mesma energia que acompanha o Leão nas arquibancadas. A festa coroou uma temporada que começou com o desafio da reconstrução e terminou com acesso e título. De volta à elite, o Villa Nova encerra a campanha de 2026 com a taça nas mãos e já projeta os próximos passos de um novo ciclo no futebol mineiro.







