Trio de advogados une Direito e IA em livro

Daniel Freitas, Cintia Molinari Marangoni e Simone Villela unem experiências em obra voltada à prática jurídica e às novas tecnologias

Os advogados Daniel Freitas, Cintia Molinari Marangoni e Simone Villela uniram conhecimento e experiência profissional para a criação do livro digital “Auxílio-Acidente: Estratégias com IA”, uma obra desenvolvida de advogado para advogado e que conecta Direito Previdenciário, estratégia e inteligência artificial.

A proposta do trio é oferecer um conteúdo que dialogue diretamente com os desafios enfrentados pelos profissionais da advocacia, especialmente aqueles que estão iniciando a carreira ou buscam mais praticidade, produtividade e segurança na atuação jurídica.

Ao longo da obra, os autores mostram como a inteligência artificial pode ser incorporada à rotina profissional como ferramenta de apoio, sem substituir o conhecimento técnico e a análise do advogado. O conteúdo sobre auxílio-acidente ganha, assim, uma abordagem que acompanha as transformações vividas atualmente pelo mercado jurídico.

A união dos três profissionais também representa o encontro de diferentes experiências e perspectivas. Daniel, Cintia e Simone transformaram conhecimento adquirido na prática em conteúdo que pode contribuir para o desenvolvimento de outros advogados.

A obra também esteve presente na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, ampliando o alcance do projeto e proporcionando aos autores a oportunidade de apresentar o trabalho em um dos principais encontros literários do país.

A participação na Bienal reforçou ainda a importância de profissionais de diferentes áreas ocuparem os espaços literários e compartilharem conhecimento especializado por meio dos livros.

Com “Auxílio-Acidente: Estratégias com IA”, Daniel Freitas, Cintia Molinari Marangoni e Simone Villela mostram que Direito, conhecimento e tecnologia podem caminhar juntos, abrindo novas possibilidades para uma advocacia cada vez mais preparada para as transformações do presente e do futuro.

Crime organizado exige nova estratégia de segurança

Ricardo Gennari defende inteligência, tecnologia, integração das forças e investigação financeira para enfrentar organizações criminosas cada vez mais sofisticadas

O crime organizado mudou de perfil no Brasil. Incorporou tecnologia, ampliou sua capacidade financeira e passou a utilizar estruturas cada vez mais sofisticadas para movimentar dinheiro e ocultar patrimônio. Diante desse cenário, surge uma questão: a segurança pública brasileira evoluiu na mesma velocidade?

Para Ricardo Gennari, especialista em segurança pública e autor do livro Inteligência do Crime Organizado Brasileiro, o enfrentamento à criminalidade precisa ir além do modelo concentrado principalmente no policiamento ostensivo.

“A presença policial nas ruas continua sendo fundamental, mas segurança pública hoje não pode ser medida apenas pelo número de viaturas ou policiais. O crime evoluiu e a estratégia de enfrentamento também precisa evoluir”, afirma.

Segundo Gennari, quatro pilares precisam ganhar protagonismo: inteligência, tecnologia, integração entre as forças de segurança e investigação financeira.

Seguir o dinheiro para enfraquecer o crime

Um dos pontos centrais dessa estratégia está no rastreamento dos recursos que sustentam as organizações criminosas. Mais do que prender integrantes, o desafio é descobrir de onde vem o dinheiro, como ele circula, onde é lavado e quem participa das estruturas financeiras que mantêm essas organizações.

“Quando conseguimos seguir o dinheiro, começamos a atingir a estrutura do crime e não apenas quem está na ponta. Hoje é impossível falar seriamente em combate ao crime organizado sem falar de inteligência financeira”, explica.

Segurança pública entra no debate eleitoral

Em ano eleitoral, segurança pública ganha ainda mais espaço nas discussões. Para Gennari, o eleitor deve analisar propostas que ultrapassem promessas de aumento de efetivo, compra de viaturas e realização de operações.

“É fácil prometer mais viaturas, mais policiais e mais operações. A pergunta é: qual é o planejamento? Como será utilizada a tecnologia? As forças de segurança vão compartilhar informações? Como será fortalecida a inteligência? Como vamos atacar financeiramente as organizações criminosas?”, questiona.

Para o especialista, o debate precisa avançar de uma visão predominantemente quantitativa para uma estratégia capaz de acompanhar a evolução das organizações criminosas.

“O Brasil precisa discutir menos a imagem da segurança e mais a inteligência por trás dela. O crime já entendeu o valor da informação, da tecnologia e do dinheiro. O Estado precisa estar um passo à frente.”

Sobre Ricardo Gennari

Ricardo Gennari é especialista em segurança pública e autor do livro Inteligência do Crime Organizado Brasileiro. Seus estudos abordam inteligência, planejamento, tecnologia, gestão e estratégias de enfrentamento às organizações criminosas.

Prints de WhatsApp podem ser usados como prova em um processo criminal?

As conversas realizadas pelo WhatsApp fazem parte da rotina de milhões de brasileiros. Por esse motivo, mensagens, fotografias, áudios, vídeos e documentos enviados pelo aplicativo aparecem com frequência em investigações e processos criminais. Em situações envolvendo ameaça, perseguição, violência doméstica, estelionato, tráfico de drogas, extorsão, crimes contra a honra e descumprimento de medida protetiva, é comum que uma das partes apresente capturas de tela para demonstrar o que aconteceu. Entretanto, uma dúvida permanece: prints de WhatsApp podem ser usados como prova em um processo criminal?

A resposta é que os prints podem ser apresentados, mas sua validade não é automática. Para que uma captura de tela seja considerada confiável, é necessário analisar sua origem, integridade, forma de obtenção e relação com os demais elementos do processo. Uma imagem isolada, sem identificação dos participantes, sem continuidade da conversa e sem possibilidade de confirmação pode ser questionada pela defesa.

O avanço da tecnologia facilitou a documentação de acontecimentos, mas também ampliou as possibilidades de edição, exclusão e fabricação de conteúdo. Atualmente, uma captura de tela pode ser alterada com aplicativos relativamente simples. Por isso, o Poder Judiciário tem demonstrado uma preocupação crescente com a autenticidade das provas digitais.

O print de WhatsApp é aceito como prova criminal?

O print de WhatsApp pode ser aceito como elemento de prova, principalmente quando é apresentado por uma das pessoas que participou da conversa e existem outros elementos capazes de confirmar sua autenticidade. Isso significa que a captura de tela não é necessariamente inválida apenas por ser um print. O problema surge quando não é possível verificar quem enviou as mensagens, quando elas foram enviadas, se houve cortes ou se parte da conversa foi excluída.

Em um processo criminal, o juiz precisa avaliar o conjunto das provas. Um print pode ser analisado junto com depoimentos, documentos, registros de ligações, dados bancários, vídeos, perícias, informações fornecidas pelas plataformas digitais e outros elementos relacionados ao fato investigado. Imagine uma situação de ameaça enviada pelo WhatsApp. A vítima apresenta capturas da conversa, mantém as mensagens no aparelho original, registra um boletim de ocorrência e entrega o celular para eventual perícia. Além disso, uma testemunha afirma que presenciou o recebimento das mensagens.

Nesse contexto, a prova digital está acompanhada de outros elementos que podem fortalecer sua credibilidade. A situação seria diferente se fossem apresentadas apenas imagens recortadas, sem número de telefone, sem data, sem horário e sem acesso ao aparelho no qual a conversa teria ocorrido. Nessa hipótese, podem surgir dúvidas relevantes sobre a origem e a integridade do material.

Por que um print pode ser questionado?

Uma captura de tela registra apenas o que estava visível no aparelho no momento em que foi produzida. Ela não apresenta necessariamente todas as informações técnicas do arquivo original. Também não demonstra, sozinha, que mensagens anteriores ou posteriores não foram apagadas.

Outro problema é que o nome exibido no WhatsApp pode ter sido escolhido e salvo pelo próprio usuário. Ver o nome de uma pessoa na parte superior da conversa não é suficiente para confirmar, com absoluta segurança, que aquele indivíduo era o responsável pelo número ou pelo envio das mensagens.

Existem ainda ferramentas capazes de simular conversas, modificar textos, alterar horários e reproduzir visualmente a interface do WhatsApp. Isso não significa que todo print seja falso. Significa apenas que sua autenticidade pode precisar ser demonstrada quando houver uma contestação fundamentada.

Entre os principais motivos que podem levar ao questionamento estão:

  • ausência do número de telefone dos participantes;
  • mensagens apresentadas fora de contexto;
  • cortes na sequência da conversa;
  • falta de datas e horários;
  • impossibilidade de acessar o aparelho original;
  • sinais de edição ou manipulação;
  • divergência entre o print e outras provas;
  • ausência de informações sobre a coleta do material;
  • obtenção por meio de acesso indevido ao aparelho ou à conta.

Quando existem dúvidas concretas sobre a autenticidade, pode ser necessária a realização de uma perícia técnica.

O que é a cadeia de custódia da prova digital?

A cadeia de custódia é o conjunto de procedimentos utilizados para registrar a trajetória de uma prova, desde sua identificação e coleta até seu armazenamento, análise e apresentação no processo. Seu objetivo é demonstrar que o material analisado é o mesmo que foi originalmente encontrado e que não sofreu alterações indevidas.

Nas provas digitais, esse cuidado é especialmente importante. Arquivos eletrônicos podem ser copiados, editados, renomeados ou apagados sem deixar sinais visíveis para uma pessoa sem conhecimento técnico. Por isso, a autoridade responsável pela coleta deve utilizar procedimentos capazes de preservar a integridade e a autenticidade dos dados.

Em 2024, o Superior Tribunal de Justiça considerou inadequados prints de WhatsApp extraídos pela polícia de um celular sem uma metodologia apropriada. O entendimento ressaltou a necessidade de documentar os procedimentos utilizados na obtenção e na preservação dos dados digitais.

Em decisão divulgada em março de 2026, o STJ também determinou a realização de perícia diante de dúvidas relevantes sobre a autenticidade de prints de WhatsApp utilizados como prova. A medida reforça que uma prova digital contestada deve permitir verificação técnica, especialmente quando exerce papel decisivo na acusação.

Isso não significa que qualquer falha automaticamente anulará todo o processo. Cada situação precisa ser analisada individualmente, considerando a importância do material, a possibilidade de verificação e a existência de outras provas independentes.

Prints apresentados pela vítima também podem ser utilizados?

Quando a própria vítima ou um familiar registra as mensagens utilizando as ferramentas disponíveis no aplicativo, a análise pode ser diferente daquela aplicada aos dados extraídos pelas autoridades. O STJ já reconheceu que capturas produzidas por familiar da vítima não configuraram, naquele caso específico, violação da cadeia de custódia porque não havia indícios de manipulação indevida.

Portanto, não existe uma regra segundo a qual todo print apresentado por uma vítima será válido ou inválido. O material será avaliado de acordo com as circunstâncias em que foi produzido, sua coerência e a possibilidade de confirmar o conteúdo por outros meios.

Em casos de violência doméstica, perseguição ou ameaça, as conversas podem ser importantes para demonstrar a repetição das condutas, o contexto do relacionamento e o temor provocado na vítima. Mesmo assim, é recomendável preservar o conteúdo original no aparelho.

A polícia pode acessar as conversas de um celular apreendido?

A apreensão de um aparelho não significa que todo o seu conteúdo possa ser acessado livremente. O celular contém informações privadas, como mensagens, fotografias, documentos, localização, dados bancários e histórico de comunicações. O acesso pelas autoridades deve respeitar as garantias constitucionais e as regras aplicáveis à investigação.

A autorização judicial costuma ser necessária para a extração e análise dos dados armazenados. Também podem existir situações de consentimento do proprietário, mas esse consentimento precisa ser livre, informado e devidamente documentado. Uma autorização apenas alegada, sem registro seguro de como foi concedida, pode ser questionada.

O STJ também possui decisões que consideraram ilícitas provas obtidas por meio do espelhamento de conversas pelo WhatsApp Web em determinadas circunstâncias. Um dos problemas identificados foi a possibilidade de quem realiza o espelhamento interagir com as conversas, enviar mensagens ou excluir conteúdos, comprometendo a confiabilidade do procedimento.

Como preservar corretamente uma conversa do WhatsApp?

Quem recebeu uma ameaça, sofreu uma tentativa de golpe ou precisa preservar uma conversa relacionada a um possível crime deve evitar apagar mensagens, formatar o aparelho ou perder o acesso à conta. Também não é recomendado editar as imagens ou apresentar somente pequenos trechos que alterem o sentido do diálogo.

Algumas medidas podem contribuir para a preservação:

  • manter a conversa no aparelho original;
  • realizar capturas que mostrem número, data e horário;
  • registrar a sequência completa das mensagens;
  • preservar áudios, vídeos, fotografias e documentos originais;
  • utilizar a ferramenta de exportação de conversa;
  • manter cópias de segurança;
  • evitar recortes e edições;
  • registrar o boletim de ocorrência;
  • procurar orientação jurídica antes de entregar ou divulgar o conteúdo.

A ata notarial também pode ser utilizada em determinadas situações. Nesse procedimento, um tabelião registra o conteúdo visualizado no aparelho ou na plataforma. Ela pode ajudar a demonstrar que determinada informação estava disponível naquele momento, mas não garante, isoladamente, que o conteúdo nunca tenha sido manipulado anteriormente. Dependendo da controvérsia, uma perícia ainda poderá ser necessária.

Um print falso pode gerar consequências criminais?

Fabricar uma conversa, alterar mensagens ou apresentar conscientemente um conteúdo falso pode produzir consequências graves. Dependendo da situação, a conduta poderá ser analisada sob a perspectiva de diferentes crimes e também poderá prejudicar a credibilidade da pessoa durante o processo.

Além disso, divulgar conversas privadas em redes sociais é diferente de entregá-las às autoridades ou utilizá-las para exercer um direito. A exposição pública pode atingir a intimidade de terceiros e gerar outras responsabilidades. Antes de publicar mensagens, áudios ou imagens, é importante buscar orientação jurídica.

Como a defesa criminal pode contestar prints de WhatsApp?

A defesa pode solicitar a apresentação do aparelho original, questionar a forma de obtenção das mensagens e verificar se a cadeia de custódia foi respeitada. Também pode pedir perícia, analisar os dados técnicos disponíveis, comparar os horários das mensagens e identificar cortes ou inconsistências na conversa.

Outro ponto importante é verificar se os prints são a única base da acusação. No processo penal, uma condenação exige provas confiáveis e analisadas sob o contraditório. Quando existem dúvidas relevantes sobre a integridade do conteúdo digital, a defesa pode demonstrar que o material não oferece segurança suficiente para sustentar determinadas conclusões.

Afinal, prints de WhatsApp são suficientes para uma condenação?

Não existe uma resposta única para todos os processos. Um print pode contribuir para a investigação e ser considerado pelo juiz, mas sua força dependerá da autenticidade, do contexto, da maneira como foi obtido e da existência de outros elementos de confirmação.

A principal conclusão é que prints de WhatsApp podem ser usados como prova em um processo criminal, mas não devem ser tratados como verdade absoluta. Provas digitais exigem cuidado técnico, respeito à privacidade, preservação da cadeia de custódia e possibilidade de contestação.

Se conversas de WhatsApp estão sendo utilizadas em uma acusação criminal ou se você precisa preservar mensagens relacionadas a um possível crime, procure orientação de um advogado criminalista. A análise individual do caso é fundamental para avaliar a legalidade da obtenção, a autenticidade do conteúdo e a estratégia jurídica adequada.

Para mais informações, entre em contato pelo WhatsApp: 3198327 8116 | O atendimento será realizado com total discrição e compromisso com a defesa dos seus direitos.
gabrielnogueiraadvocacia.com.br

Lei de Arbitragem completa 30 anos e ganha força no setor

Na busca por soluções adequadas, especializadas e eficientes para conflitos, a arbitragem pode desempenhar um papel relevante na resolução de disputas.

Em 23 de setembro de 2026, a Lei nº 9.307/1996 completa 30 anos. Responsável por estabelecer o marco legal moderno da arbitragem no Brasil, a legislação chega às três décadas em um cenário de amadurecimento e ampliação do uso desse método de resolução de conflitos no país.

Um dos setores em que a arbitragem apresenta significativo potencial de aplicação é o mercado imobiliário. A complexidade dos contratos, os valores envolvidos e a diversidade das relações entre proprietários, investidores, empresas, incorporadoras, construtoras, locadores e locatários fazem do segmento um campo especialmente relevante para a adoção de métodos adequados de resolução de disputas.

Conflitos envolvendo contratos de locação, empreendimentos imobiliários, contratos de construção, shopping centers e operações Built-to-Suit podem envolver questões técnicas e econômicas que vão além de uma discussão contratual convencional. Nesses casos, desde que a controvérsia envolva direitos patrimoniais disponíveis e exista convenção arbitral válida e eficaz, a arbitragem pode oferecer às partes uma alternativa especializada para a solução do conflito.

A escolha da arbitragem, entretanto, deve considerar as características concretas de cada relação, incluindo o perfil das partes, a natureza do contrato, os custos envolvidos e as exigências legais aplicáveis, especialmente em contratos de adesão e relações sujeitas à legislação consumerista.

É nesse cenário que a capacitação profissional ganha importância. A Emera, escola de inovação jurídica ligada à Arbitralis, investe na formação de profissionais capazes de compreender e aplicar a arbitragem de maneira técnica e prática, inclusive em situações específicas do mercado imobiliário.

Entre suas principais formações está o curso Arbitragem Aplicada: da cláusula à sentença, que apresenta o funcionamento do procedimento arbitral desde a elaboração e a análise da convenção de arbitragem até as etapas processuais e a sentença arbitral. A formação inclui conteúdo específico sobre arbitragem em locações imobiliárias, abordando situações relacionadas às locações comerciais e residenciais, aos contratos Built-to-Suit e aos shopping centers.

Para o advogado Daniel Gontijo, fundador da Emera e da Arbitralis, os 30 anos da legislação representam não apenas uma data comemorativa, mas uma oportunidade para discutir o futuro da arbitragem e sua aplicação em diferentes setores da economia.

“A arbitragem deixou de ser um mecanismo restrito a determinados círculos jurídicos e empresariais e passou a ocupar uma posição relevante no sistema brasileiro de resolução de conflitos. O desafio agora é ampliar o conhecimento sobre suas possibilidades, seus limites e as situações em que sua utilização é efetivamente adequada, além de preparar profissionais para empregá-la de maneira técnica e estratégica”, afirma.

Segundo Gontijo, o mercado imobiliário é um dos setores em que essa preparação pode fazer diferença.

“Quando falamos de contratos imobiliários, estamos tratando, muitas vezes, de negócios de alto valor e de relações que podem se prolongar por anos. Contar com profissionais capazes de avaliar a adequação da arbitragem, estruturar corretamente a convenção arbitral e conduzir uma eventual disputa pode representar uma vantagem relevante para as partes.”

A proposta da Emera é aproximar o conhecimento jurídico da realidade profissional.

“Em vez de tratar a arbitragem apenas de forma conceitual, a escola busca apresentar aos alunos situações que fazem parte do cotidiano de quem atua com o método, desde a avaliação de sua adequação e a elaboração da cláusula até a condução do procedimento arbitral”, acrescenta o advogado.

A formação também acompanha uma transformação no mercado jurídico: a necessidade de profissionais capazes de identificar, antes mesmo do surgimento de uma disputa, qual método de resolução de conflitos é mais adequado para determinada relação.

Nesse contexto, os 30 anos da Lei de Arbitragem constituem também um marco para pensar os próximos passos. Se as primeiras décadas foram marcadas pela consolidação jurídica e jurisprudencial do instituto, a nova etapa poderá ser caracterizada pela ampliação de sua utilização responsável e pela formação de profissionais especializados em diferentes segmentos, entre eles o mercado imobiliário.

Mais do que uma escolha abstrata entre Poder Judiciário e arbitragem, a discussão deve considerar qual método é mais adequado às características de cada relação e de cada possível conflito, bem como a forma pela qual o profissional pode atuar estrategicamente para prevenir riscos e contribuir para a solução eficiente das disputas.

Formação para quem deseja se aperfeiçoar em arbitragem

Em um mercado jurídico cada vez mais dinâmico, conhecer diferentes métodos de resolução de conflitos é também uma forma de ampliar o repertório profissional. Para advogados e outros profissionais do Direito, compreender a arbitragem significa acompanhar a evolução do mercado, aperfeiçoar conhecimentos e estar preparado para avaliar e apresentar alternativas adequadas aos clientes.

Essa é a proposta do curso Arbitragem Aplicada: da cláusula à sentença, da Emera: preparar profissionais para compreender e aplicar, na prática, esse importante método de resolução de conflitos. Para quem já atua na área, a formação representa uma oportunidade de atualização e aperfeiçoamento. Para quem ainda não trabalha com arbitragem, pode constituir uma porta de entrada para um campo relevante do Direito brasileiro.

30 anos da Lei de Arbitragem: condição especial

Para celebrar os 30 anos da Lei de Arbitragem no Brasil, a Emera oferece uma condição especial para os profissionais que desejam aprofundar seus conhecimentos e se preparar para atuar com esse método de resolução de conflitos.

Durante o período da campanha, será concedido desconto de 30% na formação, mediante a utilização do cupom ARBITRAGEM30, observadas as condições aplicáveis à oferta.

A iniciativa é direcionada aos profissionais do Direito que desejam se atualizar, aperfeiçoar seus conhecimentos ou dar os primeiros passos na área da arbitragem.

Mais do que celebrar os 30 anos de uma legislação que contribuiu decisivamente para transformar o sistema brasileiro de resolução de conflitos, a Emera propõe um olhar para o futuro, com foco na preparação de profissionais para os novos caminhos da prevenção e da solução de disputas.

Para conhecer o curso e consultar as condições da campanha, acesse emeraedu.com.br.

 

 

BH reúne música, gastronomia e cultura em eventos

Belo Horizonte terá um fim de semana movimentado, com uma programação que reúne música, gastronomia, cultura, carros antigos e experiências para toda a família. Entre os dias 11 e 13 de setembro, diferentes regiões da capital recebem eventos gratuitos ou com ingressos acessíveis, com atrações para públicos de diferentes estilos.

🎸 Origem do Rock traz tributo ao Metallica

A sexta-feira (11) será marcada pela estreia do Origem do Rock, no Espaço Odeon, em Santa Tereza. A atração principal será o Metallica Experience, considerado pela organização um dos grandes tributos à banda no país. A programação começa às 21h e segue madrugada adentro, com entrada gratuita até 22h30 e pré-lote antecipado a R$ 20.

🚗 Beagá Motor Festival celebra 40 anos do Comando Bravo

No sábado (12), a Esplanada do Mineirão será tomada por carros clássicos e hot rods durante o Beagá Motor Festival – 40 Anos Comando Bravo. O encontro celebra quatro décadas do tradicional clube de hot rod e reúne veículos antigos previamente selecionados. A programação ainda terá passeio de balão, concurso de pin-ups, espaço kids, mini fazendinha, gastronomia e shows de rock.

🎷 Blues na Praça comemora quatro anos

Também no sábado, o bairro São Bento recebe uma edição especial do Blues na Praça, que comemora quatro anos de história. O público poderá acompanhar os shows de Eduardo Sanna & Little Butter Blues Band, Bruno Castro & Banda e Mr. King, além de aproveitar a praça gastronômica, cervejas artesanais, vinhos e drinks. A entrada é gratuita.

🍲 Feijoada do Maranhão mantém tradição de 35 anos

O Clube Jaraguá recebe mais uma edição da tradicional Feijoada do Maranhão, evento que nasceu de uma ação solidária em 1991 e hoje integra o calendário cultural e turístico de Minas Gerais. A festa terá feijoada, bebidas, camisa personalizada e música, com apresentações de Amanda Alves, Banda Kayambá e participação de Joice Índia.

🍺 Festa Alemã reúne cervejas, gastronomia e rock

Na Praça da Filarmônica, o sábado será dedicado à cultura germânica com a Festa Alemã. Além da gastronomia típica e das danças tradicionais, o público poderá conhecer rótulos de cervejarias como Albanos, Verace, Läut, Kud, Krug Bier, Slød e Stadt Jever. A música fica por conta de Cash, Bauxita, Locomotive e DJ Pablo Catão.

🥬 Festival de Jiló aposta na criatividade

Para quem gosta de gastronomia diferente, o 1º Festival de Jiló – O Sabor que Você Não Imagina! promete surpreender. O evento terá mais de 30 pratos preparados com o ingrediente, incluindo versões tradicionais e criações inusitadas, como doce de jiló, choripan, pastel, bolinhos e jiló com geleia de bacon caramelizada. A programação também inclui música e encontro de carros antigos.

🍷🎸 Wine Rock Festival mistura vinho e rock

No domingo (13), a Praça da Pampulha recebe o Wine Rock Festival, que combina música, gastronomia e bebidas em um ambiente ao ar livre. O grande destaque será o show acústico do Tianastácia, que revisita sucessos da trajetória da banda. O evento ainda terá estações gastronômicas, carnes na brasa, vinhos, cervejas, drinks e espaço kids. A entrada é gratuita mediante retirada de cortesia

A programação de sábado ainda inclui a tradicional Feijoada do Maranhão, no Clube Jaraguá, e a Festa Alemã, na Praça da Filarmônica. No domingo (13), a Praça da Pampulha recebe o Wine Rock Festival, com show acústico do Tianastácia, vinhos e gastronomia. Também no fim de semana, a Rua Augusto de Lima será palco do inédito Festival de Jiló, com mais de 30 pratos, música e exposição de carros antigos.

SERVIÇO

Origem do Rock – Metallica
📅 11/09 | 21h às 4h
📍 Espaço Odeon – Av. do Contorno, 1328, Santa Tereza
🎟️ Grátis até 22h30; pré-lote a R$ 20.

Beagá Motor Festival – 40 Anos Comando Bravo
📅 12/09 | 10h às 20h
📍 Esplanada do Mineirão
🎟️ Ingressos pelo Sympla.

Blues na Praça – 4 anos
📅 12/09 | 10h às 20h
📍 Av. Bento Simão – São Bento
🎟️ Entrada gratuita.

Feijoada do Maranhão
📅 12/09 | 13h às 18h
📍 Clube Jaraguá – Rua Amável Costa, 7
🎵 Amanda Alves, Kayambá e Joice Índia.

Festa Alemã
📅 12/09 | a partir das 13h
📍 Praça da Filarmônica
🎵 Cash, Bauxita, Locomotive, DJ Pablo Catão e danças típicas.

Festival de Jiló
📅 12/09, das 12h às 22h; 13/09, das 10h às 18h
📍 Rua Augusto de Lima, 1540
🎟️ Entrada gratuita.

Wine Rock Festival
📅 13/09 | 14h às 22h
📍 Praça da Pampulha (Geralda da Mata)
🎵 Tianastácia em show acústico. Entrada gratuita mediante retirada de cortesia.

ALFA Boardroom Summit Brasil chega à 2ª edição no Rio

Encontro reúne empresários e profissionais para um dia de networking, conhecimento e geração de novas oportunidades de negócios

O Rio de Janeiro será palco, no dia 27 de novembro de 2026, da 2ª edição do ALFA Boardroom Summit Brasil, encontro que pretende reunir empresárias, empresários e profissionais de diferentes segmentos do Brasil e do exterior em uma experiência voltada ao fortalecimento de conexões, troca de conhecimento, visibilidade e geração de negócios.

Realizado no Auditório Fluzão, na Avenida Ayrton Senna, 5250, na Barra da Tijuca, o evento acontecerá das 10h às 16h e contará com uma programação diversificada, criada para estimular relacionamentos profissionais e aproximar pessoas que enxergam nas conexões estratégicas uma importante ferramenta de crescimento.

Entre as atividades previstas estão palestras, networking estratégico, expositoras, rodadas de negócios, pitches e apresentações, além de sorteios e momentos especialmente destinados à interação entre os participantes.

Mais do que reunir profissionais em um mesmo ambiente, a proposta do ALFA Boardroom Summit Brasil é favorecer encontros capazes de gerar novas possibilidades. Em um mercado cada vez mais conectado, construir relacionamentos, apresentar projetos e estar próximo de outros empreendedores pode representar o início de parcerias, negócios e oportunidades que ultrapassam as fronteiras de um único evento.

A segunda edição também reforça o espaço destinado a empresárias e empresários que desejam ampliar sua visibilidade, apresentar seus trabalhos e estabelecer contato com profissionais de diferentes áreas. A presença de participantes do Brasil e do exterior amplia a proposta de intercâmbio e fortalece o caráter estratégico do encontro.

À frente do ALFA Boardroom Summit Brasil 2026, Andreia Fernandes e Ju Oliveira conduzem uma iniciativa que coloca relacionamento e negócios no centro da experiência. O conceito é traduzido pela própria mensagem do evento: “Conexões que aproximam. Negócios que podem transformar.”

Serviço

ALFA Boardroom Summit Brasil — 2ª edição
Data: 27 de novembro de 2026
Horário: das 10h às 16h
Local: Auditório Fluzão
Endereço: Avenida Ayrton Senna, 5250 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Estacionamento: disponível no local

Para informações sobre ingressos, a organização orienta os interessados a entrarem em contato utilizando a mensagem “EU QUERO O ALFA”.

Simone Villela lança obra jurídica na Bienal de SP

A advogada Dra. Simone Villela marcou presença na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2026 também como escritora. No dia 4 de setembro, às 17h, ela lançou o livro digital “Auxílio-Acidente: Estratégias com IA”, ao lado do Dr. Daniel Freitas e da Dra. Cintia Molinari, coautores da publicação.

A obra integra o Método EducaDireito 360 e apresenta uma abordagem contemporânea sobre o auxílio-acidente, unindo conhecimento jurídico, estratégia e as novas possibilidades proporcionadas pela Inteligência Artificial. O conteúdo aborda pontos importantes para a construção e análise da tese, incluindo previsão, cálculos e linhas do tempo, aproximando a tecnologia da prática jurídica.

O lançamento aconteceu em um momento de importantes transformações na advocacia. A Inteligência Artificial vem ampliando as possibilidades de pesquisa, organização e análise de informações, exigindo dos profissionais não apenas conhecimento técnico, mas também capacidade de acompanhar as novas ferramentas que passam a fazer parte da rotina jurídica.

Para Simone Villela, chegar à Bienal como coautora representou mais um importante capítulo de sua trajetória profissional. A experiência construída na advocacia ganhou espaço também na literatura jurídica, permitindo compartilhar conhecimento e contribuir para discussões sobre inovação, tecnologia e atualização profissional no Direito.

A parceria entre Simone Villela, Daniel Freitas e Cintia Molinari reforça o caráter colaborativo da publicação. Os três autores reuniram suas experiências em uma obra que conecta Direito, estratégia, tecnologia e conhecimento aplicado, mostrando como diferentes competências podem contribuir para uma advocacia cada vez mais preparada para os desafios da atualidade.

O lançamento de “Auxílio-Acidente: Estratégias com IA”, realizado no dia 4 de setembro, às 17h, durante a Bienal Internacional do Livro de São Paulo, marcou um momento especial para Simone Villela e seus coautores. Mais do que apresentar uma nova obra, os autores levaram para um dos principais encontros literários do país uma discussão atual e necessária sobre os novos caminhos da advocacia e o impacto da Inteligência Artificial no universo jurídico.

Cintia Molinari lança livro sobre Auxílio-Acidente na Bienal

Advogada lançou obra que une Direito Previdenciário, estratégia e inteligência artificial

A Dra. Cintia Molinari Marangoni marcou presença na 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2026 como escritora. No dia 4 de setembro, às 17h, a advogada lançou a obra “Auxílio-Acidente: Estratégias com IA”, ao lado dos coautores Dr. Daniel Freitas e Dra. Simone Villela.

Advogada, administradora de empresas e sócia-fundadora do escritório Molinari & Novicki Neto, Cintia também é cofundadora do Educa 360 e construiu uma trajetória profissional marcada pela integração entre Direito, gestão, inovação e tecnologia.

Sua atuação jurídica abrange áreas como Direito Previdenciário, Direito da Saúde, Direito Tributário, gestão empresarial e desenvolvimento de soluções jurídicas estratégicas. Antes de ingressar na advocacia, acumulou mais de 20 anos de experiência em inovação, tecnologia e desenvolvimento de negócios.

Ao longo dessa trajetória, assessorou empresas nacionais e internacionais em projetos envolvendo transferência de tecnologia, internacionalização, startups, incubadoras e aceleradoras empresariais. Também participou de iniciativas ligadas ao ambiente universitário e da gestão executiva de projetos desenvolvidos com a União Europeia.

Parte dessa visão multidisciplinar agora também ganha espaço no universo editorial. Em “Auxílio-Acidente: Estratégias com IA”, Cintia Molinari, Daniel Freitas e Simone Villela apresentam uma abordagem que conecta conhecimento jurídico, estratégia e as novas possibilidades proporcionadas pela Inteligência Artificial.

A participação na Bienal representou mais um importante capítulo na trajetória de Cintia Molinari, que vem direcionando sua experiência para uma advocacia conectada às transformações tecnológicas e às novas demandas da sociedade.

O lançamento, realizado no dia 4 de setembro, às 17h, durante a Bienal do Livro de São Paulo, reuniu os três coautores e levou ao público uma obra que propõe aproximar Direito Previdenciário, estratégia e Inteligência Artificial, contribuindo para o debate sobre inovação e os novos caminhos da prática jurídica.

 

Libertem as Marias promove encontro na Casa das Estrelas

Idealizado pela psicóloga Tatiana Oliveira, projeto cria espaços de acolhimento, reflexão e fortalecimento feminino

A Casa das Estrelas recebeu um encontro especial de mulheres promovido pelo Projeto Libertem as Marias, iniciativa idealizada pela psicóloga Tatiana Oliveira com o propósito de criar espaços de escuta, acolhimento, desenvolvimento pessoal e fortalecimento feminino.

Nesta edição, Tatiana esteve ao lado da terapeuta sistêmica Andréia Fernandes idealizadora do projeto @mentemastery unindo diferentes olhares e saberes em uma experiência marcada pela troca, pela reflexão e pela construção de novos significados para as histórias de cada participante.

O encontro proporcionou às mulheres um espaço seguro para olhar para suas trajetórias, reconhecer potencialidades, refletir sobre relações, escolhas, autoestima, pertencimento e sobre a importância de ocuparem, com mais consciência, o lugar de protagonistas de suas próprias vidas.

Mais do que uma atividade em grupo, o Libertem as Marias propõe encontros que favorecem conexão e transformação. Entre conversas, exercícios, escuta e partilhas, as participantes puderam perceber que, embora cada história seja única, muitas experiências encontram eco nas vivências de outras mulheres.

Idealizadora do projeto, Tatiana Oliveira acredita na potência dos espaços coletivos como instrumentos de desenvolvimento e transformação. A proposta do Libertem as Marias é justamente possibilitar que cada mulher amplie o olhar sobre si mesma, ressignifique experiências e reconheça recursos internos para construir novos caminhos.

Ao lado de Andréia Fernandes, o encontro integrou contribuições da psicologia e da abordagem sistêmica, favorecendo reflexões sobre identidade, vínculos, histórias familiares, escolhas e possibilidades de mudança.

Entre olhares atentos, anotações, sorrisos e momentos de profunda reflexão, a experiência na Casa das Estrelas reforçou uma mensagem central do projeto: quando uma mulher se permite compreender sua história, ela também amplia as possibilidades de escrever, com mais consciência e liberdade, os próximos capítulos de sua vida.

O encontro deixou registros que vão além das fotografias. Ficou a experiência de mulheres com trajetórias distintas reunidas para compartilhar, aprender, reconhecer suas forças e crescer juntas.

Libertar as Marias é abrir espaço para que cada mulher encontre sua voz, reconheça sua potência e tenha liberdade para construir a própria história.

Manu da Peixaria realiza noite de autógrafos na Bienal

Empresária carioca levou seu primeiro livro, “Manu da Peixaria: Como Vender seu Peixe”, para a Bienal Internacional do Livro de São Paulo

A empresária e influenciadora digital Manuela Ornelas, conhecida como Manu da Peixaria, participou, no dia 4 de setembro, da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, onde realizou uma noite de autógrafos de seu primeiro livro, “Manu da Peixaria: Como Vender seu Peixe”.

A participação aconteceu no primeiro dia do evento, no Espaço de Autógrafo 2, reunindo leitores e convidados em um momento especial de sua trajetória como escritora. A obra, que já havia sido lançada anteriormente no Rio de Janeiro, chegou à Bienal de São Paulo ampliando o alcance da história de empreendedorismo, superação e recomeços vivida pela empresária carioca.

Fundadora do Grupo Divina Providência, criado em Irajá, na Zona Norte do Rio de Janeiro, Manu compartilha no livro os bastidores de sua caminhada, desde a decisão de deixar a carreira acadêmica até a transformação de uma pequena peixaria em um grupo gastronômico.

Em uma narrativa leve e sincera, a empresária aborda experiências pessoais e profissionais que marcaram sua história, incluindo desafios, erros, decisões e recomeços que contribuíram para a construção de seus negócios.

A obra também reúne reflexões e aprendizados sobre empreendedorismo, gestão, marketing, liderança e relacionamento com clientes, temas presentes na trajetória de Manu, que atualmente percorre o Brasil ministrando palestras e compartilhando sua experiência com outros empreendedores, especialmente mulheres.

“Levar meu primeiro livro para a Bienal de São Paulo é uma alegria enorme e também uma emoção muito grande. Essa história nasceu em Irajá, a partir de uma pequena peixaria, e hoje chega a um dos maiores eventos literários do país. Espero que o livro possa inspirar outras pessoas a acreditarem em suas ideias e, principalmente, a entenderem que é possível recomeçar e construir novos caminhos”, afirma Manuela Ornelas.

A noite de autógrafos na Bienal de São Paulo representa mais um capítulo importante na trajetória de Manu da Peixaria. Conhecida por transformar desafios em oportunidades, a empresária vem ampliando sua atuação para além da gastronomia e dos negócios, levando sua experiência para os palcos, para as redes sociais e, agora, também para o público de um dos maiores encontros literários do país.

Da peixaria de Irajá às páginas de um livro e à Bienal de São Paulo, Manu transforma sua própria trajetória em uma mensagem de coragem, trabalho e possibilidade de recomeço.