No coração da Savassi empreendimento de luxo é entregue

Um show de luzes marcou a noite desta quinta-feira, dia 13, na Savassi. Os holofotes ficaram por conta do novo empreendimento de luxo da região, o Epic Savassi que foi entregue aos moradores pela Somattos, em parceria com a Patrimar. Localizado no coração do bairro, que é famoso pela efervescência cultural e pela movimentada vida diurna e noturna em Belo Horizonte, o residencial foi iluminado com projeções que despertaram a atenção dos espectadores e da vizinhança. O prédio, situado na rua Antônio de Albuquerque, 760, conta com 100 apartamentos de dois e três quartos, cujos tamanhos variam entre 78m² e 103m².

A celebração foi épica, memorável, em consonância ao significado do próprio nome do empreendimento. Os novos proprietários foram convidados a participar da primeira Assembleia Geral Ordinária, que foi realizada na quadra poliesportiva. Na sequência, ao som da DJ Marjorie Lessa, participaram de coquetel e do Circuito Epic que proporcionou aos moradores a experiência de explorar as áreas de lazer do condomínio, que foram divididas em três estações.

Na Estação Grill (Espaço Grill Gourmet), os convidados apreciaram deliciosas iguarias que fizeram parte de um cardápio gourmet à cargo do buffet Rullus. Já na Estação Pizza (Espalo Grill Gourmet Pizza), foi a vez de experimentar variados sabores de um dos pratos típicos italianos, as mini pizzas que foram preparadas na hora por um pizzaiolo. A parada final foi na Estação Relax (Descanso da sauna), onde os participantes desfrutaram de um momento de relaxamento. Eles receberam atendimento de quick massage com sons e aromaterapia. Já a criançada se divertiu na briquedoteca do espaço kids.

 Epic Savassi

O residencial, erguido em um terreno de 2.880m², faz jus ao seu nome, haja vista que foi planejado com base no conceito épico por sua grandiosidade. O Epic Savassi foi projetado por renomados profissionais da área da construção, o arquiteto Bernardo Farkasvölgyi e a arquiteta e designer de interiores Fernanda Marques.

“Foi um lançamento bem-sucedido. O Epic Savassi é um empreendimento moderno e voltado para um público que prioriza comodidade, praticidade e sofisticação”, afirmou Humberto Mattos, diretor comercial da Somattos.

O diretor comercial e de marketing da Patrimar, Lucas Couto, comemorou o sucesso do residencial. “Só temos de celebrar esse momento. O Epic Savassi superou todas as expectativas. É um projeto arrojado focado em um público que preza pelo bom gosto e qualidade,” disse.

Com estilo arquitetônico contemporâneo, o residencial foi pensado nos mínimos detalhes para atender as necessidades dos moradores. Um dos diferenciais é a área de lazer premium que foi projetada para oferecer o máximo de conforto e momentos prazerosos. Ela possui piscinas adulta e infantil climatizadas, espaço kids, playground, áreas de relaxamento com sauna e massagem, além de salão para festas, lounge com grill gourmet, espaço beauty, quadra poliesportiva e espaço fitness, todos equipadas e decorados com equipamentos de alta qualidade.

 

O Epic Savassi, que se destaca pela modernidade, sofisticação e elegância, possui uma bela fachada com jardim frontal. Há também guarita blindada com portaria 24 horas e circuito fechado de TV. Os elevadores contam com um sistema regenerativo de energia e controle de acesso digital. A medição de água e gás é individualizada. As áreas comuns contam com wi-fi e energia fotovoltaica. O prédio também tem car wash equipado e solução para carregamento de carros elétricos.

Em meio ao corre-corre diário, o tempo é precioso. Dessa forma, o residencial possui localização privilegiada. Ele fica a um quarteirão da Praça da Savassi, entre o Pátio Savassi e o Verdemar, onde se concentra a área comercial, proporcionando comodidade para quem precisa ir a supermercados, escolas, shoppings, farmácias, restaurantes, lanchonetes, bares e lojas.

“Estamos satisfeitos com mais uma entrega da Somattos cujo DNA é estar sempre presente nos melhores endereços da cidade. E o Epic é mais uma prova de que a empresa investe em localizações estratégicas para que as pessoas possam morar com qualidade”, afirma Humberto Mattos, diretor comercial da Somattos.

Praça Coronel Assis Duarte recebe Arraiá da Santa

Os meses de junho e julho são os mais esperados, por causa das festas típicas dessa época, e a região Leste de Belo Horizonte aguarda ansiosamente pela 6ª edição de uma das maiores festas julinas de BH, o ARRAIÁ DA SANTA, que acontece no bairro Santa Inês, na Praça Coronel Assis Duarte, com entrada gratuita.

A festa é promovida pela empresa de comunicação Open Door, e tem como objetivo reunir várias atrações em um só espaço, como: shows, comidas típicas, artesanato, fogo de chão, espaço saúde & bem estar, ambiente kids com recreações, oficinas entre outras.

Neste ano, o evento também ganha algumas atrações diferentes, como intervenções circenses, a exposição indígena Abya Yala, campanha de adoção de pets e também campanha de coleta de alimentos não perecíveis e agasalhos.

Para Guilherme Melo, diretor do evento, é muito importante que uma festa como essa tenha grande diversidade cultural, só assim pode-se retratar o que o povo brasileiro representa de fato.

“Eu amo essa sinergia e mistura cultural, e poder expor de tudo um pouco faz com que a festa fique mais rica e atrativa, assim podemos agradar um maior número de pessoas. A doação de pets veio com essa ideia de ajudarmos as ONG’s a achar um lar para os animais. Agasalho e comida não perecível já fazemos todo ano, e nesta versão de 2023 a meta é arrecadarmos 5 toneladas a mais do que nas edições anteriores juntas, somando alimento e agasalho. Teremos ainda a exposição indígena Abya Yala, que também é novidade desta edição. Esse grupo é formado por mulheres refugiadas e apátridas em Belo Horizonte. Hoje já são mais de 7 mil indígenas que vivem em BH e na região metropolitana, e essa inclusão social é muito importante”, enfatiza Guilherme.

Outra novidade deste ano são os três espaços dentro de um ÚNICO evento:
“TÔGARRADO” é o palco principal, onde acontecerão as principais apresentações de grupos musicais de diversos estilos, dos cenários municipal e estadual. Já o espaço “GOSTOSURA” fica no centro da praça, onde a maioria do circuito gastronômico se concentrará, com muita diversidade de barracas de alimentação. Por fim, temos “DEDIPROSA,” um local mais aconchegante e intimista, bem familiar e com um palco secundário para apresentações de voz e violão. O local conta com uma praça de alimentação, algo confortável para quem prefere curtir sentado.

Nesse ambiente, também está localizada a área recreativa para pais e filhos, oficinas, espaço saúde e beleza, jogos, cama elástica, pula pula, piscina de bolinha e outros, brincadeiras para diversas faixas etárias, empórios e artesanatos, além do FOGO DE CHÃO, novidade em 2023.

A festa contará com um espaço plano e sem obstáculos naturais, banheiros adaptados e rampas para fácil locomoção. Para a produção, é de extrema importância dar conforto e segurança para todas as pessoas que quiserem prestigiar e se divertir nesta ocasião mágica.

Data: 14/15 de julho – 16h
16 de julho – 14h
Local: Praça Coronel Assis Duarte – Rua Mantiqueira, Bairro Santa Inês
ENTRADA LIVRE E GRATUITA

Para mais informações, acesse no Instagram: @arraiadasanta2023

55º Festival de Inverno UFMG terá atividades no Centro Cultural

De volta ao formato presencial, o evento vai promover conversas, shows, performances e mostras de diferentes manifestações culturais do país, em uma programação gratuita e aberta ao público. Neste ano, o festival será realizado em parceria com o 22º Congresso Internacional de Estética – promovido pelos programas de Pós-Graduação em Filosofia e de Artes da UFMG -,  que ocorrerá entre os dias 24 a 28 de julho na Universidade.

“Neste momento de profundas transformações, é preciso reconhecermos que as múltiplas crises em que estamos imersos são também (talvez, antes de tudo) uma crise cultural”, assim começa o texto de apresentação do 55º Festival de Inverno UFMG. A proposta desta edição é justamente evidenciar como a cultura, mais do que nunca, está no centro das disputas políticas no Brasil hoje. Assim, a 55ª edição busca trazer para o debate as diferentes culturas que praticam e compartilham outras economias, políticas, sociabilidades e poéticas que se traduzem em outras estéticas.

Durante os 9 dias de evento, o público poderá acompanhar essas discussões por meio de uma programação diversificada, que inclui mesas redondas, lançamento de livros, oficinas e uma residência. Haverá ainda três exposições e doze apresentações artísticas, entre shows e performances. As atividades serão realizadas nos espaços culturais da Pró-reitoria de Cultura da UFMG (Procult): Centro Cultural UFMG, Conservatório UFMG, Espaço do Conhecimento UFMG, Espaço Acervo Artístico UFMG e também em outros locais no Campus Pampulha.

Abertura nesta quarta-feira

A abertura do Festival será no dia 19 de julho, quarta-feira, às 19h30, no Conservatório UFMG, com apresentação do pianista  pernambucano Amaro Freitas. Um dos grandes nomes do jazz contemporâneo, Amaro apresentará um show solo, onde explora sonoridades experimentais num piano de cauda, que ora soa como piano, ora como percussão e outros instrumentos. Na apresentação, ele volta-se para a cultura nordestina, traduzindo o frevo, o baião, o maracatu, a ciranda e o maxixe para a linguagem do jazz moderno.

Mais cedo, às 14h, Freitas inaugura as atividades formativas do festival com o workshop ‘O piano moderno na rítmica afro-brasileira’, também no Conservatório UFMG. No minicurso, o pianista abordará temáticas que envolvem produção musical e o seu processo criativo e de improvisação.

Da Amazônia Central vem a artista indígena Uýra, que apresenta performance Espiral da Morte no dia 26/7, às 13h, na Praça de Serviços da UFMG, no Campus Pampulha. Na intervenção, a artista questiona “O que podemos aprender com as formigas sobre a diversidade da vida e a história dos povos indígenas nos mundos?“ e aborda dois fenômenos biológicos e dois fenômenos socioculturais no Brasil. Espiral da Morte foi apresentada em São Paulo, Rio de Janeiro, Nova York e Toronto e será apresentada pela primeira vez em Belo Horizonte.

No dia 28/7, Maurício Tizumba apresenta o espetáculo Galanga Chico Rei, às 19h no Conservatório UFMG. Na apresentação o ator, músico e congadeiro retoma a sonoridade do congado com composições inéditas de Paulo César Pinheiro, em performance que traça um panorama da fabulosa história da vida de Chico, rei de uma tribo do Congo que é trazido como escravo para o Brasil e se torna herói.

A programação traz ainda uma Jornada Hip Hop, que conta com a mesa redonda ‘Hip Hop, pesquisa e conhecimento’ e shows de MC Colombiana e Radical Tee. As duas atividades serão no dia 22/7, às 17h e às 19h30, respectivamente, no Conservatório UFMG.

Samba como patrimônio Cultural de Belo Horizonte

A programação cultural do 55º Festival de Inverno da UFMG promove também uma Jornada do Samba, que reúne oficinas sobre história do samba de BH, Mestre-sala e Porta-bandeira, enredo e percussão e a presença da mulheres na história do samba, além de uma grande roda de samba do Coletivo de Sambistas Mestre Conga, que encerra o Festival de Inverno no dia 27/7, às 19H, no Conservatório UFMG.

Com a Jornada do Samba, o Festival de Inverno soma esforços ao Projeto República, do Departamento de História da UFMG, e ao Coletivo de Sambistas Mestre Conga para o reconhecimento do samba como Patrimônio Cultural Imaterial de Belo Horizonte. Em 2023 iniciaram-se os trabalhos do Inventário Participativo, visando a construção de um dossiê que será apresentado ao Conselho Deliberativo do  Patrimônio Cultural de Belo Horizonte para o reconhecimento do samba como Patrimônio Imaterial.

“A jornada do samba tem tudo a ver com a temática do festival, porque representa uma manifestação cultural que é insurgente, ou seja, ela se rebela contra a tristeza, a intolerância, a ausência de diversidade, contra muitos setores da sociedade que, infelizmente não entendem que existe uma diversidade sexual, racial, religiosa. Historicamente o samba é um elemento de revolta”, avalia o historiador Marcos Maia e um dos coordenadores do Coletivo de Sambistas Mestre Conga.

Cartas, fotografias e filtros de ar

O 55º Festival de Inverno UFMG apresenta três exposições inéditas,  ‘Cartas aos escritores do meu ramo’, ‘RESPIRAÇÃO’ e ‘marco a n c e s t r a l’, e duas já em cartaz, ‘Culturas de Resistência – Substratos Transformadores’ e ‘Mundos indígenas’.

‘Cartas aos escritores do meu ramo’, apresentam cartas, manuscritos e publicações da escritora portuguesa Maria Gabriela Llansol (1931/2008) trocadas com a escritora e professora da UFMG Lucia Castello Branco e seus alunos, ao longo de anos de convívio poético e literário. Essas cartas e documentos abordam questões relativas à escrita, à psicanálise, à educação, aos textos de Llansol e Lucia, em particular, e à vida, em geral, ou ao “vivo”, como Llansol o nomeou.

Em ‘RESPIRAÇÃO’, a artista Shirley Paes Leme transforma filtros de ar condicionado de carros em obras de arte. A proposta é trazer a noção de alerta e a percepção aguçada do tempo, rememorando pistas, rastros e restos da vida cotidian. Os filtros evocam a relação estreita com o ar da cidade, o ar que respiramos.

Já a exposição ‘marco a n c e s t r a l’, de Edgar Kanaykõ, reúne fotografias do artista que trazem o olhar indígena para a universidade e para os espaços de arte da cidade. As obras se baseiam em registros fotográficos da sua comunidade e de outros povos, assim como de manifestações do movimento indígena no país.

55º Festival de Inverno UFMG – Emergências e insurgências: estética, políticas e culturas

19 a 27 de julho de 2023

Locais:

Centro Cultural UFMG, Conservatório UFMG, Espaço do Conhecimento UFMG, Espaço Acervo Artístico UFMG e Campus Pampulha.

Programação completa no site:

www.ufmg.br/festivaldeinverno 

Toda a programação é gratuita.

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Facebook: festivalufmg

Espetáculo de dança “Presley” estreia no Festival de Inverno

Elvis Presley marcou gerações e continua sendo uma referência, inclusive para as manifestações artísticas, por isso será a estrela do espetáculo da startup Dance Plus, do DK Studio de Dança, “Presley”, que será apresentado no dia 19 de julho, no Centro Cultural da Romaria, dentro da programação do 28º Festival de Inverno de Congonhas.

Há 69 anos ascendia um ícone mundial da música, fruto de uma combinação de gêneros distintos – country, gospel e rhythm and blues – que fazia sentido em sua voz e em seus movimentos.

Com direção artística de Marcella Gozzi, coreografia dela e dos irmãos Ruan e Ítalo Lopes, e direção executiva de Carlos Antônio, ambos bailarinos com mais de 20 anos de trajetória, a montagem é inspirada na cinebiografia “Elvis”, de Baz Luhrmann, e destaca três episódios da sua carreira: a formação do seu estilo musical (country, blues e gospel) como a base do rock; as dores e delícias da fama, que trouxe amores, assédio ostensivo da imprensa e a adicção de medicamentos e álcool; e seu ápice, com uma turnê em Las Vegas.

“Elvis criou de forma brilhante e singular uma conexão entre a sua música e uma dança visceral, quase uma reza, de improviso, do gueto, com movimentos no quadril e nos joelhos. Na dança, essa linguagem orgânica é muito próxima do jazz e do street dance, e levaremos essa junção para o palco”, expressa Ítalo Lopes.

Em cena, 12 bailarinos de Belo Horizonte, Divinópolis, Ribeirão das Neves e São Paulo, selecionados em audições, vão apresentar à nova geração o processo histórico musical do cantor, sua influência na dança e na música feitas hoje, e reviver memórias com admiradores do “rei do rock”. Um dos momentos especiais será o solo de guitarra do dançarino Zion Motta seguido de gritos ritmados do gospel até a entrada dos metais”, descreve Ruan Lopes. “Em nossos espetáculos buscamos envolver, contagiar, divertir e emocionar. Por isso, costumo dizer que levamos até o público uma experiência da Broadway”, completa Carlos Antônio.

Completam a atmosfera de “Presley” a cenografia e o figurino, assinados, respectivamente, pela Alexsandra Oliveira e Bruna Silva, e Ednara Botrel e Viviane Boy Lanna. “Bancos, máquina fotográfica retrô, microfones e guitarra compõem o espaço cênico. Trajes em tons terrosos, pretos e vermelhos, e peças clássicas, como o macacão decotado no peito com gola alta, e calça boca de sino, dão o tom dos três períodos da vida do artista”, finaliza Marcella Gozzi.

“Presley” tem entrada franca e é uma realização da Dance Plus, patrocinado pelo Grupo Orguel, através da Lei de Incentivo à Cultura, com apoio do DK Studio de Dança.

Serviço “Presley”

Data: 19 de julho, quarta-feira

Horário: 20 horas

Local: Centro Cultural da Romaria (Alameda Cidade de Matozinhos, Congonhas – MG)

Mais informações: Instagram @danceplus.app

Companhia de Dança Agnes oferece oficinas gratuitas

A companhia Agnes está realizando oficinas de dança contemporânea e balé, que acontecem no Centro Cultural Vila Santa Rita, localizado na Vila Santa Rita, na região do Barreiro, em Belo Horizonte. As atividades são gratuitas e as inscrições, que se encerram no dia 31 de julho, podem ser feitas no local ou na página da companhia de dança no instagram (@ciaagnes).

Contempladas pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, as oficinas integram o projeto Terra, que consiste em uma série de atividades abordando danças urbanas, dança contemporânea e balé. As aulas têm como público prioritário os moradores da comunidade da Vila Santa Rita, as ocupações Nelson Mandela, Eliana Silva, Portelinha, Camilo Torres e Paulo Freire, mas estão abertas também à população da região metropolitana de Belo Horizonte.

O trabalho que será desenvolvido nas oficinas tem foco na sustentabilidade, e acontecerá no Centro Cultural Vila Santa Rita e também na Escola Municipal Presidente Itamar Franco, atendendo um público de aproximadamente 90 pessoas, entre crianças, adolescentes e jovens. Os participantes terão uma aula por semana, com duração de uma hora, nas dependências do Centro Cultural Vila Santa Rita, e também na Escola Municipal Presidente Itamar Franco.

O objetivo do projeto Terra é promover a conscientização através da arte de como é necessário refletir sobre o tema ‘sustentabilidade’. O projeto combina criação artística com transformação pessoal e social, incentiva a participação dos integrantes nos processos criativos da disciplina artística e favorece a colaboração e a inclusão dos cidadãos, o que implica em respeitar a diversidade e estar aberto à aprendizagem e à escuta.

Durante as oficinas serão criadas cenas de dança abordando o uso dos recursos naturais de forma responsável, como também a relação do ser humano com a fauna e a flora, através de temas relacionados ao desmatamento e à poluição.

Ao final de todo esse processo, será criado um espetáculo que levará o mesmo nome do projeto.

O projeto Terra abriga também uma campanha de doação de material reciclável, que poderá ser utilizado na produção do espetáculo.  Os objetos podem ser entregues na Rua Hercílio Dias Campos, 36, Vila Santa Rita.

A Companhia de Dança Agnes surgiu na Vila Santa Rita, localizada na regional Barreiro-Belo Horizonte, realiza um trabalho em danças urbanas e contemporânea desde 2001 e tem por objetivo investigar e ampliar o universo da dança em espetáculos, coreografias, cenas curtas, através de processos colaborativos de pesquisa entre bailarinos, coreógrafos e artistas de outras áreas.

A Companhia Agnes desenvolve seus trabalhos em espaços públicos da região, abrindo assim um leque de possibilidades de vivências artísticas.

Em 20 anos de existência, a Cia Agnes percorreu diversos bairros e cidades mineiras, participando de eventos como nove edições da Semana da Dança, 1ª Mostra de Artes Cênicas nos Centros Culturais de Belo Horizonte, teve aprovação na Lei Estadual de Incentivo à Cultura por dois anos consecutivos 2013/2014, foi contemplado pelo Prêmio Cena Minas – 6ª Edição/Prêmio Estado de Minas Gerais de Artes Cênicas. Além disso, a Cia assume hoje duas frentes, que trazem para ela a responsabilidade social com a comunidade que é o Projeto Sociocultural Agnes Cidadania e o Projeto de Formação Núcleo Cia Agnes.

 

Oficina de Dança Contemporânea e Ballet

Realização: Cia de Dança Agnes.

Centro Cultural Vila Santa Rita (Rua Ana Rafael dos Santos, 149, Vila Santa Rita, na região do Barreiro).

Inscrição no local ou na página da companhia de dança no instagram (@ciaagnes).

Inscrição e atividades gratuitas.

 

Campanha de doação de material Reciclável

Recolhimento: Rua Hercílio Dias Campos, 36 – Vila Santa Rita.

Evento de conscientização sobre as águas de Minas Gerais

O Águas Gerais, que desde 2017 vem realizando uma série de ações de conscientização em prol da preservação das águas de Minas Gerais, vai desaguar na região metropolitana de Belo Horizonte.

No domingo, dia 16 de julho, a partir das 9h30, o Águas Gerais – Festival Musical ocupará o Parque Ecológico do Eldorado (rua Paineiras, 753, Eldorado), em Contagem, com exposição de fotos históricas das águas da cidade, feira agroecológica, roda de conversa sobre a questão hídrica do município e uma extensa programação musical. A entrada no evento, que terá tradução simultânea em libras, é gratuita.

De acordo com Manu, que integra o time de realizadores do evento ao lado de Gustavito Amaral, Andreza Coutinho e Túlio Ribeiro, o ato de levar o Águas Gerais para Contagem é uma ação de proliferação da luta pela preservação das águas. “A arte é sobre aproximar, conectar pessoas. A proposta desse evento é aproveitar o potencial da cultura em alcançar um grande público para pautar os temas fundamentais para a manutenção e preservação da vida e da qualidade de vida, tanto nas cidades quanto fora delas”, pontua o artista, destacando as pautas do Águas Gerais: “Renaturalização dos córregos urbanos, acesso universal à água e à cultura, manutenção dos saberes populares, difusão das práticas agroecológicas e demarcação das terras indígenas”. Manu é também uma das atrações musicais do evento.

No ritmo das águas, vão se apresentar no Águas Gerais, nesta edição especial na cidade metropolitana, a cantora e compositora Augusta Barna, o músico e multi-instrumentista Raphael Sales, a talentosa Dram, a cantautora Madu Marambá, o contagense com os dois pés no samba Chedinho, o vocalista Manu e a jovem musicista Gabriela Viegas. Durante o evento, os artistas convidados vão mostrar canções autorais. A roda de conversa, por sua vez, vai ser conduzida por Adriana Souza, professora e ativista socioambiental, que integra o movimento SOS Vargem das Flores e o Coletivo Elas. No encontro, será apresentado um panorama sobre o meio-ambiente em Contagem, com destaque para as bacias hidrográficas municipais, o atual Plano Diretor e a adoção de Áreas Rurais na cidade.

O Águas Gerais, que conta com o patrocínio do Edital Movimenta Cultura, do Fundo Municipal de Incentivo à Cultura de Contagem, seguirá com as ações no Parque Ecológico do Eldorado até às 16h. O projeto, que nasceu por conta da urgência em preservar as águas de Minas Gerais e do mundo, uma vez que o Estado possui um dos maiores aquíferos de água potável do mundo, mas está sob constante ameaça de escassez, já realizou ações na Praça da Liberdade com o bloco Pena de Pavão de Krishna; em Raposos com a Casa de Gentil; e em diversas regiões de Belo Horizonte, como na regional Barreiro, Lagoinha e Jardim América.

PROGRAMAÇÃO

  • 9h30: Roda de Conversa Águas Gerais, abertura da Exposição Fotográfica e Feira Agroecológica

  • 10h40 Show Dram

  • 11h20 Show Chedinho

  • 12h20 Show Manu

  • 13h Show Madú Marambá

  • 13h40 Show Gabriela Viegas

  • 14h30 Show Raphael Sales

  • 15h20 Show Augusta Barna

SERVIÇO
Águas Gerais no Parque Ecológico do Eldorado
Quando? 16 de julho, a partir das 9h30
Onde? Parque Ecológico do Eldorado (rua Paineiras, 753, Eldorado), em Contagem
Valor: Entrada Gratuita
Mais detalhes: https://www.instagram.com/aguas.gerais 

Expominas está entre os finalistas indicados ao Prêmio Live 2023

O Expominas Belo Horizonte foi indicado para o Prêmio Live 2023 no grupo Enterprise – Classe M I C E, categoria Venue para eventos.

O Prêmio Live é uma iniciativa para reconhecer os melhores cases, agências, profissionais e fornecedores que planejam, criam e executam ações de brand experience e ativações do live marketing a nível internacional. Segundo Marcia Ribeiro, Diretora Comercial e de Marketing do Expominas, receber a indicação para o prêmio Live é uma honra.

“O Brasil é um país diverso e com inúmeros destinos exuberantes para receber todos os tipos de eventos. Estar entre os indicados nos enche de orgulho e responsabilidade para continuarmos sendo a escolha dos nossos clientes e conquistarmos novos”

, ressalta.

Desde que passou para a gestão privada, o Expominas registrou um crescimento de 161% no número de eventos, trazendo grandes benefícios à sociedade, ao setor turístico e ao Estado. Atualmente, o Expominas possui capacidade para receber até 45 mil pessoas em espaços moduláveis e multifuncionais, além de uma estrutura que permite a realização de diversos eventos simultaneamente.

Sobre o Expominas

Desde a sua criação, em 1998, o Expominas BH ganhou evidência nos cenários nacional e internacional devido à sua infraestrutura, conforto, segurança, excelência de serviços e, especialmente, por sua hospitalidade.

Com uma área construída de 72 mil metros quadrados, o Expominas BH apresenta uma estrutura versátil que combina tecnologia e funcionalidade, incorporando soluções exigidas pelo competitivo mercado internacional de eventos.

O Expominas se beneficia da posição geográfica e da importância político-econômica que a capital mineira possui em relação ao restante do Brasil e ao Mercosul. A sua localização amplia as facilidades de integração com os principais centros urbanos do país, entre os quais Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Vitória.

O projeto arquitetônico do espaço leva a assinatura do arquiteto Gustavo Penna. Além disso, o local possui um estacionamento com mais de 2,2 mil vagas, oferecendo mais comodidade ao público. Em tamanho, o Expominas é o maior de Minas Gerais e o terceiro do Brasil, atrás somente do Anhembi (São Paulo) e do Riocentro (Rio de Janeiro).

Fase premiação

A seleção do ganhador do prêmio será realizada através de uma votação aberta, que está em andamento até o dia 28 de julho.

Participe votando no Expominas na sua respectiva categoria, e ajude a trazer esse reconhecimento significativo para o estado de Minas Gerais.

https://premiolive.com/

George Arrunáteghi se apresenta na Festa Francesa

O cantor George Arrunáteghi é uma das atrações da edição 2023 da Festa Francesa de Belo Horizonte, que lembra a Queda da Bastilha, ocorrida em 14 de julho de 1789, é considerada um dos momentos mais significativos da história da França. A Festa vai acontecer no dia 15 de julho, sábado, a partir das 10h na Praça Mendes Júnior (ao lado do Palácio da Liberdade e da Casa Fiat de Cultura), oferecendo ao público particularidades da cultura e da gastronomia francesas, reunindo bebidas e comidas típicas e atividades artísticas. O evento, já tradicional na capital mineira, é uma oportunidade para um encontro festivo da comunidade francesa com os belo-horizontinos apaixonados por essa cultura.

A presença de George Arrunáteghi na Festa é plenamente justificável e bem-vinda: além de ser admirador da cultura, gastronomia e arte francesas, o cantor já gravou célebres canções daquele país e mantém várias delas em seu repertório, elas “Je Suis Malade”, “Couers Brisés”, “Dernière Histoire, Premier Amour” e “Les Temps des Cathédrales”. Nascido em Trujillo, no Peru, criado no Brasil e atualmente residindo em Dallas (Texas, EUA), George canta não só em francês, mas também em espanhol, italiano e inglês.

Para a festa, George Arrunáteghi preparou um repertório combinando  clássicos e contemporâneos, além de uma canção de sua autoria (Papillon) e Tu Sais Je Vais t’Aimer (Eu sei Que Vou te Amar, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, em versão de George Moustaki): Comme D’habitude (Revaux-François-Thibaut), Je Rêve Suivant d’Une Femme (Delorme), Je Suis Seule c’est Soir (Durand-Casa Nova-Noël), Je Suis Malade (Lama), Je Veux (Zaz), Trois Heures Vingt e Encore un Soir (Dion), Cœurs Brisés (Delianis-France), Ne me Quitte Pas (Brel), La Vie en Rose e Je ne Regrette Rien (Piaf) e Dernière histoire, Premier Amour (Cinquetti).

Dono de uma voz privilegiada de ‘tenor dramático’, George Arrunáteghi é um cantor de pop jazz “cross cultural”, por conta de sua afinidade com vários idiomas e de seu trânsito entre gêneros musicais brasileiros, europeus e norte-americanos. O artista distingue-se pelo seu repertório seleto e por sua excelência na interpretação, atributos que podem ser apreciados em seus dois álbuns Let’s Fall in Love (que traz Les Feuilles Mortes,  Caruso, Night and Day e Eu te Amo, entre outras) e Tropical Romance (com Je Suis Malade, Selfpity, Moonglow, Till There Was You, Being Cool (Avião) e We All Fall in Love Sometimes, entre outras), além dos singles How You Gonna See me Now, Never Gonna Let You Go,  Renascer, Porto Solidão, Falando de Amor e Ave Maria. Compõem ainda seu variado cardápio musical, What a Difference a Day Makes, Nessun Dorma (ária de “Turandot”, de Puccini), Un Vestido Y Un Amor (Fito Paez) e Falando de Amor (Tom Jobim).

A festa centenária

A Revolução Francesa, que aconteceu a partir da Queda da Bastilha, em 14 de julho de 1789, foi responsável por profundas transformações sociais em todo o mundo, servindo de inspiração para muitas outras iniciativas revolucionárias, como a onda de independência que começaria algumas décadas depois na América Latina. Por isso, a ocasião é celebrada em vários países, incluindo o Brasil. Mas o 14 de julho é uma data duplamente simbólica. Os franceses lembram também a Festa da Federação, uma celebração comemorativa que aconteceu exatamente um ano após a tomada da Bastilha e que surgiu como símbolo da unidade da nação francesa.

Festa Francesa de Belo Horizonte

15 de julho –  a partir das 10h

George Arrunáteghi – show 13h30 às 14h30

Praça José Mendes Júnior (próxima à Praça da Liberdade, ao lado do Palácio da Liberdade e da Casa Fiat de Cultura)

Mais informações: @festafrancesa

Entrada gratuita mediante apresentação de ingresso e doação de 1 kg de alimento não-perecível.

Retirada de ingressos: www.ingresse.com.br/festafrancesa

Casa Fiat de Cultura tem programação especial Noturno nos Museus

A Casa Fiat de Cultura é um dos espaços que integra a programação do “Noturno nos Museus”. Para esta noite cultural, programação para todas as idades: Performance “Onde você se senta”, com a atriz Rejane Faria, Ateliê Aberto “Tudo começa com um traço” e Passeio temático Portinari – painel “Civilização Mineira”.

O público ainda terá a oportunidade de visitar as exposições em cartaz, “Pioneiros do Design Brasileiro – Cadeiras Modernistas na Casa Fiat de Cultura” e “Fístula”, além de experimentar as delícias da confeitaria Mole Antonelliana. Toda programação é gratuita.

Como parte da programação paralela da exposição “Pioneiros do Design Brasileiro – Cadeiras Modernistas na Casa Fiat de Cultura”, o público é convidado a apreciar a apresentação do monólogo “Onde você se senta”, um recorte do espetáculo “Ignorância”, do Grupo Quatroloscinco – Teatro do Comum. Performado pela premiada atriz e diretora Rejane Faria, o texto promove questionamentos sobre o lugar no mundo em que todos ocupam, suas cadeiras e o empoderamento que essa escolha pode criar.  A performance acontecerá às 19h, e os interessados podem se inscrever pela Sympla.

A partir das 20h, serão realizadas as atividades do Ateliê Aberto “Tudo começa com um traço”. O desenho de Oscar Niemeyer é uma referência na criação de obras icônicas na arquitetura e também no design. Constante inspiração para quem busca traduzir ideias inventivas para o papel, seus esboços livres indicam que tudo começa com um traço. A partir desse pensamento, os visitantes são convidados a libertar seu próprio traço e criar suas interpretações das obras de design expostas na mostra “Pioneiros do Design Brasileiro – Cadeiras Modernistas na Casa Fiat de Cultura”. A atividade é aberta para todas as idades e para participar não é necessário se inscrever.

Integrando o circuito temático de visitação às obras de Candido Portinari em exibição em Belo Horizonte, a Casa Fiat de Cultura recebe o público para conhecer detalhes do painel “Civilização Mineira” (1959), de Portinari, em exposição permanente no hall principal de sua sede. Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), este é o maior painel do artista em Minas Gerais. O painel retrata a mudança da capital mineira da cidade de Ouro Preto para Belo Horizonte, em 12 de dezembro de 1897. Em meio à paisagem, a presença de Tiradentes e outras personalidades retoma outro marco da história do Estado: a Inconfidência Mineira (1789).  Para essa programação serão disponibilizadas pela Diretoria de Museus vans gratuitas que circularão pelos centros culturais e  farão o trajeto Circuito Portinari.

Exposições em cartaz na Casa Fiat de Cultura

O modernismo surgiu no Brasil como prenúncio de grandes transformações na sociedade e na cultura. A Casa Fiat de Cultura evidencia a expressão deste movimento no design, por meio de um histórico acervo de cadeiras provenientes de várias coleções privadas. “Pioneiros do Design Brasileiro – Cadeiras Modernistas na Casa Fiat de Cultura” reúne 50 cadeiras assinadas por grandes nomes do design que criaram um novo valor estético para objetos do cotidiano. As obras em exibição abrangem um recorte de 60 anos, entre as décadas de 1920 e 1980, e partem de um olhar inovador e moderno contrapondo-se ao academicismo e à estética que até então vigorava no país, de influência europeia. A mostra, que fica em cartaz até 27 de agosto de 2023, com entrada gratuita, faz parte das comemorações dos 80 anos do Conjunto Moderno da Pampulha e é realizada em parceria com o “Museu da Cadeira Brasileira – MuC” e o evento cultural “Modernos Eternos BH – 2023”.

“Fístula” pode ser considerada uma intervenção que abre uma janela para acessar o desconhecido. Esse também é o nome da exposição do artista Iago Gouvêa, em cartaz na Piccola Galleria da Casa Fiat de Cultura, que apresenta 18 esculturas em cerâmica de ratos e uma de ovelha. O artista plástico usa técnicas milenares na produção de peças contemporâneas que chamam a atenção pela visualidade e delicadeza, ao mesmo tempo em que promovem reflexões sobre a relação do ser humano com outros animais. As obras, apesar de causarem certa estranheza pelas deformações dos pequenos animais, são equilibradas pela aparência delicada da cerâmica. Entre paredes brancas e cinzas e cubos com tampo de aço inox, o artista cria uma atmosfera que remete aos laboratórios científicos, ambiente no qual alguns animais passam todo o seu ciclo de vida. A trama proveniente desse habitat coabitado pelos humanos e pelos animais une-se a um universo poético e serve de insumo para a produção dos trabalhos do artista.

A Casa Fiat de Cultura

A Casa Fiat de Cultura cumpre importante papel na transformação do cenário cultural brasileiro, ao realizar prestigiadas exposições. A programação estimula a reflexão e interação do público com várias linguagens e movimentos artísticos, desde a arte clássica até a arte digital e contemporânea. Por meio do Programa Educativo, a instituição articula ações para ampliar a acessibilidade às exposições, desenvolvendo réplicas de obras de arte em 3D, materiais em braille e atendimento em libras. Mais de 80 mostras, de consagrados artistas brasileiros e internacionais, já foram expostas na Casa Fiat de Cultura, entre os quais Caravaggio, Rodin, Chagall, Tarsila, Portinari entre outros. Há 17 anos, o espaço apresenta uma programação diversificada, com música, palestras, residência artística, além do Ateliê Aberto – espaço de experimentação artística – e de programas de visitas com abordagem voltada para a valorização do patrimônio cultural e artístico. A Casa Fiat de Cultura é situada no histórico edifício do Palácio dos Despachos e apresenta, em caráter permanente, o painel de Portinari, Civilização Mineira, de 1959. O espaço integra um dos mais expressivos corredores culturais do país, o Circuito Liberdade, em Belo Horizonte. Mais de 3,5 milhões de pessoas já visitaram suas exposições e 580 mil participaram de suas atividades educativas.

SERVIÇO

Noturno nos Museus na Casa Fiat de Cultura
14 de julho de 2023, sexta-feira, das 10h às 22h

Performance “Onde você se senta”, com Rejane Faria
14 de julho, das 19h às 20h
Inscrições gratuitas pela Sympla

Ateliê Aberto Especial | Tudo começa com um traço
14 julho, das 20h às 21h
Não é necessário se inscrever

Passeio temático | Circuito Portinari – painel Civilização Mineira
14 de julho, das 20h às 21h30
Não é necessário se inscrever

Exposições “Pioneiros do Design Brasileiro – Cadeiras Modernistas na Casa Fiat de Cultura” e “Fístula”
Das 10h às 22h
Entrada gratuita

Casa Fiat de Cultura
Circuito Liberdade
Praça da Liberdade, 10, Funcionários – BH/MG

Informações
(31) 3289-8900
www.casafiatdecultura.com.br
casafiatdecultura@stellantis.com
facebook.com.br/casafiatdecultura
Instagram:@casafiatdecultura
Twitter: @casafiat
www.circuitoculturalliberdade.com.br

Filarmônica de Minas Gerais celebra a França

A Filarmônica de Minas Gerais celebra o dia nacional da França com árias francesas de Gounod, Debussy e Bizet e a Sinfonia Fantástica de Berlioz. Na primeira parte, a soprano brasileira Camila Provenzale interpreta árias de Romeu e Julieta, de Gounoud (Amour, ranime mon courage e Ah! Je veux vivre); Carmen, de Bizet (Je dis que rien ne m’épouvante) e L’Enfant prodigue de Debussy (L’année en vain chasse l’année).

Encerrando o programa, a Orquestra executa uma das sinfonias mais revolucionárias da história da música, a Fantástica de Hector Berlioz, obra que, quase duzentos anos depois de sua estreia, ainda causa grande impacto e carrega originalidade. A regência é do maestro convidado Claudio Cruz. Os ingressos estão à venda no site www.filarmonica.art.br e na bilheteria da Sala Minas Gerais. Na quinta-feira, dia 13, o concerto terá transmissão ao vivo pelo canal da Filarmônica no YouTube e pela rádio MEC 87,1 FM (BH).

Este projeto é apresentado pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais e Instituto Cultural Vale e Banco Inter, com patrocínio da Cemig, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Apoio: Circuito Liberdade. Realização: Instituto Cultural Filarmônica, Secretaria Estadual de Cultura e Turismo de MG, Governo de Minas Gerais, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Claudio Cruz, regente convidado

Claudio Cruz é Regente Titular e Diretor Musical da Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. No Brasil, tem atuado como regente convidado em muitas orquestras, entre elas a Osesp, a OSB e as sinfônicas do Paraná, Porto Alegre e dos teatros Municipal de São Paulo e Nacional Cláudio Santoro. Em outros países, regeu a Sinfonia Varsovia, New Japan Philharmonic, Hyogo PAC Orchestra, Sinfônica de Hiroshima, entre outras. Também no exterior, apresentou-se no Festival de Verão da Caríntia (Áustria) e no Festival Internacional de Música de Cartagena (Colômbia). Em sua discografia estão três álbuns com a Orquestra de Câmara Villa-Lobos, um deles consagrado a obras de Edino Krieger. Com a Sinfônica de Ribeirão Preto, gravou Beethoven e Mozart, aberturas de óperas e obras de Tom Jobim com arranjos de Mario Adnet. O álbum gravado com a Northern Sinfonia e com o renomado violoncelista brasileiro Antonio Meneses, com obras de Elgar e Gál, foi indicado ao Grammy. Gravou Villa-Lobos, Guerra-Peixe e Shostakovich em 2015 e Berlioz e Tchaikovsky em 2016 com a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo. Violinista consagrado, foi spalla da Osesp entre 1990 e 2014.

Camila Provenzale, soprano

A ítalo-brasileira Camila Provenzale tem atuado nos principais papéis de soprano nas mais importantes salas de concerto e ópera do Brasil, e recentemente vem ganhando projeção também na Europa. Desde 2018, apresenta-se com Plácido Domingo em cidades como Liubliana, Estrasburgo e Boston. Foi premiada nos concursos Neue Stimmen (Alemanha), Paris Opera (França), Belvedere (Letônia), Giusy Devinu (Itália) e, em 2019, representou o Brasil na BBC Cardiff Singer of the World. No mesmo ano, Camila fez sua estreia em Londres, no Garsington Opera Festival, interpretando Donna Anna na ópera Don Giovanni, e no Teatro Solís de Montevideo, como Pamina em A flauta mágica. Em 2021, estreou no Grande Teatro de Leeds interpretando Micaela em Carmen, com recepção calorosa da crítica especializada.

Repertório

Charles Gounod (Paris, França, 1818 – Saint-Cloud, França, 1893) e a obra Romeu e Julieta: Amour, ranime mon courage (1888)

Celebrando o histórico dia da Tomada da Bastilha, ocorrida em 14 de julho de 1789, apreciaremos um programa inteiramente francês, com algumas das mais famosas árias de todo o repertório e a sempre impressionante Sinfonia Fantástica de Berlioz. Para interpretar as peças vocais, temos a alegria de receber novamente a soprano Camila Provenzale, parceira da Filarmônica de longa data. A abertura e o encerramento da primeira parte do concerto ficam a cargo de Gounod, com dois excertos de sua adaptação para o clássico shakespeariano Romeu e Julieta: a ária dramática “Amour, ranime mon courage” e a famosa valsa “Ah! Je veux vivre”, ambas cantadas pela apaixonada protagonista. De Debussy, o trecho “L’année en vain chasse l’année” de sua cantata L’Enfant prodigue, vencedora do Prix de Roma em 1884. E não poderíamos deixar de fora aquela que é possivelmente a mais famosa das óperas francesas. Da Carmen de Bizet, ouviremos um interlúdio e a ária “Je dis que rien ne m’épouvante”, da personagem Micaela.

Claude Debussy (Saint-Germain-Laye, França, 1862 – Paris, França, 1918) e a obra L’Enfant prodigue: L’année en vain chasse l’année (1884, revisão 1907/1908)

Celebrando o histórico dia da Tomada da Bastilha, ocorrida em 14 de julho de 1789, apreciaremos um programa inteiramente francês, com algumas das mais famosas árias de todo o repertório e a sempre impressionante Sinfonia Fantástica de Berlioz. Para interpretar as peças vocais, temos a alegria de receber novamente a soprano Camila Provenzale, parceira da Filarmônica de longa data. A abertura e o encerramento da primeira parte do concerto ficam a cargo de Gounod, com dois excertos de sua adaptação para o clássico shakespeariano Romeu e Julieta: a ária dramática “Amour, ranime mon courage” e a famosa valsa “Ah! Je veux vivre”, ambas cantadas pela apaixonada protagonista. De Debussy, o trecho “L’année en vain chasse l’année” de sua cantata L’Enfant prodigue, vencedora do Prix de Roma em 1884. E não poderíamos deixar de fora aquela que é possivelmente a mais famosa das óperas francesas. Da Carmen de Bizet, ouviremos um interlúdio e a ária “Je dis que rien ne m’épouvante”, da personagem Micaela.

Georges Bizet (Paris, França, 1838 – Bougival, França, 1875) e ass obra Carmen: Intermezzo (1873/1874) e Je dis que rien ne m’épouvante (1873/1874)

Celebrando o histórico dia da Tomada da Bastilha, ocorrida em 14 de julho de 1789, apreciaremos um programa inteiramente francês, com algumas das mais famosas árias de todo o repertório e a sempre impressionante Sinfonia Fantástica de Berlioz. Para interpretar as peças vocais, temos a alegria de receber novamente a soprano Camila Provenzale, parceira da Filarmônica de longa data. A abertura e o encerramento da primeira parte do concerto ficam a cargo de Gounod, com dois excertos de sua adaptação para o clássico shakespeariano Romeu e Julieta: a ária dramática “Amour, ranime mon courage” e a famosa valsa “Ah! Je veux vivre”, ambas cantadas pela apaixonada protagonista. De Debussy, o trecho “L’année en vain chasse l’année” de sua cantata L’Enfant prodigue, vencedora do Prix de Roma em 1884. E não poderíamos deixar de fora aquela que é possivelmente a mais famosa das óperas francesas. Da Carmen de Bizet, ouviremos um interlúdio e a ária “Je dis que rien ne m’épouvante”, da personagem Micaela.

 Charles Gounod (Paris, França, 1818 – Saint-Cloud, França, 1893) e a obra Romeu e Julieta: Ah! Je veux vivre (1888)

Celebrando o histórico dia da Tomada da Bastilha, ocorrida em 14 de julho de 1789, apreciaremos um programa inteiramente francês, com algumas das mais famosas árias de todo o repertório e a sempre impressionante Sinfonia Fantástica de Berlioz. Para interpretar as peças vocais, temos a alegria de receber novamente a soprano Camila Provenzale, parceira da Filarmônica de longa data. A abertura e o encerramento da primeira parte do concerto ficam a cargo de Gounod, com dois excertos de sua adaptação para o clássico shakespeariano Romeu e Julieta: a ária dramática “Amour, ranime mon courage” e a famosa valsa “Ah! Je veux vivre”, ambas cantadas pela apaixonada protagonista. De Debussy, o trecho “L’année en vain chasse l’année” de sua cantata L’Enfant prodigue, vencedora do Prix de Roma em 1884. E não poderíamos deixar de fora aquela que é possivelmente a mais famosa das óperas francesas. Da Carmen de Bizet, ouviremos um interlúdio e a ária “Je dis que rien ne m’épouvante”, da personagem Micaela.

Hector Berlioz (La Côte-Saint-André, França, 1803 – Paris, França, 1869) e a obra Sinfonia Fantástica, op. 14 (1830)

Sinfonia Fantástica representa uma revolução na história do gênero sinfônico. Partindo da sugestão descritiva beethoveniana da Sinfonia Pastoral, referindo-se sempre às formas clássicas, a Fantástica inspira os poemas sinfônicos de Franz Liszt, cujas formas musicais têm potencial de suscitar imagens, de narrar histórias e até de transmitir conteúdos filosóficos. Nesta sinfonia, Berlioz utiliza um tema recorrente, a idée fixe, célula musical que percorre ciclicamente toda a composição. Berlioz deu à Fantástica o subtítulo “Cenas da vida musical de um artista”, sendo seu programa, segundo alguns comentadores, uma autêntica autobiografia romântica. A idée fixe, que representa a imagem obsessiva da amada do herói, seria o elemento condutor da narrativa e reaparece com variações, de acordo com o estado de espírito do sugerido eu-lírico. Berlioz descreve seu plano do drama instrumental em cinco movimentos: “Devaneios e paixões”, em que o herói oscila entre a experiência melancólica e o júbilo da expectativa de encontrar-se com a amada; “Um Baile”, cuja valsa sugere o encontro dos amantes; “Cena no campo”, que descreve uma noite de verão campestre, na qual a amante reaparece, perturbando a paz almejada pelo herói; “Marcha ao cadafalso”, que representa o sonho da morte da amada, sugerindo uma procissão lúgubre; “Sonho de uma noite de Sabá”, em que uma cena fantástica é descrita com sons sobrenaturais, conduzindo para uma dança grotesca no momento do sepultamento da amada.

Serviço:

Filarmônica de Minas Gerais

Série Allegro

13 de julho – 20h30

Sala Minas Gerais

 

Série Vivace

14 de julho – 20h30

Sala Minas Gerais

Claudio Cruz, regente convidado

Camila Provenzale, soprano

GOUNOD          Romeu e Julieta: Amour, ranime mon courage

DEBUSSY         L’Enfant prodigue: L’année en vain chasse

BIZET              Carmen: Intermezzo

BIZET              Carmen: Je dis que rien ne m’épouvante

GOUNOD         Romeu e Julieta: Ah! Je veux vivre

BERLIOZ         Sinfonia Fantástica

INGRESSOS:

R$ 50 (Coro), R$ 50 (Terraço), R$ 50 (Mezanino), R$ 70 (Balcão Palco), R$ 90 (Balcão Lateral), R$ 120 (Plateia Central), R$ 155 (Balcão Principal) e R$ 175 (Camarote).

Ingressos para Coro e Terraço serão comercializados somente após a venda dos demais setores.

Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.

Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br

Bilheteria da Sala Minas Gerais

Horário de funcionamento

Dias sem concerto:

3ª a 6ª — 12h a 20h

Sábado — 12h a 18h

Em dias de concerto, o horário da bilheteria é diferente:

— 12h a 22h — quando o concerto é durante a semana

— 12h a 20h — quando o concerto é no sábado

— 09h a 13h — quando o concerto é no domingo

São aceitos:

  • Cartões das bandeiras Elo, Mastercard e Visa
  • Pix