21.4 C
Belo Horizonte
seg, 27 maio 24

Filarmônica de Minas Gerais celebra a França

A Filarmônica de Minas Gerais celebra o dia nacional da França com árias francesas de Gounod, Debussy e Bizet e a Sinfonia Fantástica de Berlioz. Na primeira parte, a soprano brasileira Camila Provenzale interpreta árias de Romeu e Julieta, de Gounoud (Amour, ranime mon courage e Ah! Je veux vivre); Carmen, de Bizet (Je dis que rien ne m’épouvante) e L’Enfant prodigue de Debussy (L’année en vain chasse l’année).

Encerrando o programa, a Orquestra executa uma das sinfonias mais revolucionárias da história da música, a Fantástica de Hector Berlioz, obra que, quase duzentos anos depois de sua estreia, ainda causa grande impacto e carrega originalidade. A regência é do maestro convidado Claudio Cruz. Os ingressos estão à venda no site www.filarmonica.art.br e na bilheteria da Sala Minas Gerais. Na quinta-feira, dia 13, o concerto terá transmissão ao vivo pelo canal da Filarmônica no YouTube e pela rádio MEC 87,1 FM (BH).

Este projeto é apresentado pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais e Instituto Cultural Vale e Banco Inter, com patrocínio da Cemig, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Apoio: Circuito Liberdade. Realização: Instituto Cultural Filarmônica, Secretaria Estadual de Cultura e Turismo de MG, Governo de Minas Gerais, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Claudio Cruz, regente convidado

Claudio Cruz é Regente Titular e Diretor Musical da Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. No Brasil, tem atuado como regente convidado em muitas orquestras, entre elas a Osesp, a OSB e as sinfônicas do Paraná, Porto Alegre e dos teatros Municipal de São Paulo e Nacional Cláudio Santoro. Em outros países, regeu a Sinfonia Varsovia, New Japan Philharmonic, Hyogo PAC Orchestra, Sinfônica de Hiroshima, entre outras. Também no exterior, apresentou-se no Festival de Verão da Caríntia (Áustria) e no Festival Internacional de Música de Cartagena (Colômbia). Em sua discografia estão três álbuns com a Orquestra de Câmara Villa-Lobos, um deles consagrado a obras de Edino Krieger. Com a Sinfônica de Ribeirão Preto, gravou Beethoven e Mozart, aberturas de óperas e obras de Tom Jobim com arranjos de Mario Adnet. O álbum gravado com a Northern Sinfonia e com o renomado violoncelista brasileiro Antonio Meneses, com obras de Elgar e Gál, foi indicado ao Grammy. Gravou Villa-Lobos, Guerra-Peixe e Shostakovich em 2015 e Berlioz e Tchaikovsky em 2016 com a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo. Violinista consagrado, foi spalla da Osesp entre 1990 e 2014.

Camila Provenzale, soprano

A ítalo-brasileira Camila Provenzale tem atuado nos principais papéis de soprano nas mais importantes salas de concerto e ópera do Brasil, e recentemente vem ganhando projeção também na Europa. Desde 2018, apresenta-se com Plácido Domingo em cidades como Liubliana, Estrasburgo e Boston. Foi premiada nos concursos Neue Stimmen (Alemanha), Paris Opera (França), Belvedere (Letônia), Giusy Devinu (Itália) e, em 2019, representou o Brasil na BBC Cardiff Singer of the World. No mesmo ano, Camila fez sua estreia em Londres, no Garsington Opera Festival, interpretando Donna Anna na ópera Don Giovanni, e no Teatro Solís de Montevideo, como Pamina em A flauta mágica. Em 2021, estreou no Grande Teatro de Leeds interpretando Micaela em Carmen, com recepção calorosa da crítica especializada.

Repertório

Charles Gounod (Paris, França, 1818 – Saint-Cloud, França, 1893) e a obra Romeu e Julieta: Amour, ranime mon courage (1888)

Celebrando o histórico dia da Tomada da Bastilha, ocorrida em 14 de julho de 1789, apreciaremos um programa inteiramente francês, com algumas das mais famosas árias de todo o repertório e a sempre impressionante Sinfonia Fantástica de Berlioz. Para interpretar as peças vocais, temos a alegria de receber novamente a soprano Camila Provenzale, parceira da Filarmônica de longa data. A abertura e o encerramento da primeira parte do concerto ficam a cargo de Gounod, com dois excertos de sua adaptação para o clássico shakespeariano Romeu e Julieta: a ária dramática “Amour, ranime mon courage” e a famosa valsa “Ah! Je veux vivre”, ambas cantadas pela apaixonada protagonista. De Debussy, o trecho “L’année en vain chasse l’année” de sua cantata L’Enfant prodigue, vencedora do Prix de Roma em 1884. E não poderíamos deixar de fora aquela que é possivelmente a mais famosa das óperas francesas. Da Carmen de Bizet, ouviremos um interlúdio e a ária “Je dis que rien ne m’épouvante”, da personagem Micaela.

Claude Debussy (Saint-Germain-Laye, França, 1862 – Paris, França, 1918) e a obra L’Enfant prodigue: L’année en vain chasse l’année (1884, revisão 1907/1908)

Celebrando o histórico dia da Tomada da Bastilha, ocorrida em 14 de julho de 1789, apreciaremos um programa inteiramente francês, com algumas das mais famosas árias de todo o repertório e a sempre impressionante Sinfonia Fantástica de Berlioz. Para interpretar as peças vocais, temos a alegria de receber novamente a soprano Camila Provenzale, parceira da Filarmônica de longa data. A abertura e o encerramento da primeira parte do concerto ficam a cargo de Gounod, com dois excertos de sua adaptação para o clássico shakespeariano Romeu e Julieta: a ária dramática “Amour, ranime mon courage” e a famosa valsa “Ah! Je veux vivre”, ambas cantadas pela apaixonada protagonista. De Debussy, o trecho “L’année en vain chasse l’année” de sua cantata L’Enfant prodigue, vencedora do Prix de Roma em 1884. E não poderíamos deixar de fora aquela que é possivelmente a mais famosa das óperas francesas. Da Carmen de Bizet, ouviremos um interlúdio e a ária “Je dis que rien ne m’épouvante”, da personagem Micaela.

Georges Bizet (Paris, França, 1838 – Bougival, França, 1875) e ass obra Carmen: Intermezzo (1873/1874) e Je dis que rien ne m’épouvante (1873/1874)

Celebrando o histórico dia da Tomada da Bastilha, ocorrida em 14 de julho de 1789, apreciaremos um programa inteiramente francês, com algumas das mais famosas árias de todo o repertório e a sempre impressionante Sinfonia Fantástica de Berlioz. Para interpretar as peças vocais, temos a alegria de receber novamente a soprano Camila Provenzale, parceira da Filarmônica de longa data. A abertura e o encerramento da primeira parte do concerto ficam a cargo de Gounod, com dois excertos de sua adaptação para o clássico shakespeariano Romeu e Julieta: a ária dramática “Amour, ranime mon courage” e a famosa valsa “Ah! Je veux vivre”, ambas cantadas pela apaixonada protagonista. De Debussy, o trecho “L’année en vain chasse l’année” de sua cantata L’Enfant prodigue, vencedora do Prix de Roma em 1884. E não poderíamos deixar de fora aquela que é possivelmente a mais famosa das óperas francesas. Da Carmen de Bizet, ouviremos um interlúdio e a ária “Je dis que rien ne m’épouvante”, da personagem Micaela.

 Charles Gounod (Paris, França, 1818 – Saint-Cloud, França, 1893) e a obra Romeu e Julieta: Ah! Je veux vivre (1888)

Celebrando o histórico dia da Tomada da Bastilha, ocorrida em 14 de julho de 1789, apreciaremos um programa inteiramente francês, com algumas das mais famosas árias de todo o repertório e a sempre impressionante Sinfonia Fantástica de Berlioz. Para interpretar as peças vocais, temos a alegria de receber novamente a soprano Camila Provenzale, parceira da Filarmônica de longa data. A abertura e o encerramento da primeira parte do concerto ficam a cargo de Gounod, com dois excertos de sua adaptação para o clássico shakespeariano Romeu e Julieta: a ária dramática “Amour, ranime mon courage” e a famosa valsa “Ah! Je veux vivre”, ambas cantadas pela apaixonada protagonista. De Debussy, o trecho “L’année en vain chasse l’année” de sua cantata L’Enfant prodigue, vencedora do Prix de Roma em 1884. E não poderíamos deixar de fora aquela que é possivelmente a mais famosa das óperas francesas. Da Carmen de Bizet, ouviremos um interlúdio e a ária “Je dis que rien ne m’épouvante”, da personagem Micaela.

Hector Berlioz (La Côte-Saint-André, França, 1803 – Paris, França, 1869) e a obra Sinfonia Fantástica, op. 14 (1830)

Sinfonia Fantástica representa uma revolução na história do gênero sinfônico. Partindo da sugestão descritiva beethoveniana da Sinfonia Pastoral, referindo-se sempre às formas clássicas, a Fantástica inspira os poemas sinfônicos de Franz Liszt, cujas formas musicais têm potencial de suscitar imagens, de narrar histórias e até de transmitir conteúdos filosóficos. Nesta sinfonia, Berlioz utiliza um tema recorrente, a idée fixe, célula musical que percorre ciclicamente toda a composição. Berlioz deu à Fantástica o subtítulo “Cenas da vida musical de um artista”, sendo seu programa, segundo alguns comentadores, uma autêntica autobiografia romântica. A idée fixe, que representa a imagem obsessiva da amada do herói, seria o elemento condutor da narrativa e reaparece com variações, de acordo com o estado de espírito do sugerido eu-lírico. Berlioz descreve seu plano do drama instrumental em cinco movimentos: “Devaneios e paixões”, em que o herói oscila entre a experiência melancólica e o júbilo da expectativa de encontrar-se com a amada; “Um Baile”, cuja valsa sugere o encontro dos amantes; “Cena no campo”, que descreve uma noite de verão campestre, na qual a amante reaparece, perturbando a paz almejada pelo herói; “Marcha ao cadafalso”, que representa o sonho da morte da amada, sugerindo uma procissão lúgubre; “Sonho de uma noite de Sabá”, em que uma cena fantástica é descrita com sons sobrenaturais, conduzindo para uma dança grotesca no momento do sepultamento da amada.

Serviço:

Filarmônica de Minas Gerais

Série Allegro

13 de julho – 20h30

Sala Minas Gerais

 

Série Vivace

14 de julho – 20h30

Sala Minas Gerais

Claudio Cruz, regente convidado

Camila Provenzale, soprano

GOUNOD          Romeu e Julieta: Amour, ranime mon courage

DEBUSSY         L’Enfant prodigue: L’année en vain chasse

BIZET              Carmen: Intermezzo

BIZET              Carmen: Je dis que rien ne m’épouvante

GOUNOD         Romeu e Julieta: Ah! Je veux vivre

BERLIOZ         Sinfonia Fantástica

INGRESSOS:

R$ 50 (Coro), R$ 50 (Terraço), R$ 50 (Mezanino), R$ 70 (Balcão Palco), R$ 90 (Balcão Lateral), R$ 120 (Plateia Central), R$ 155 (Balcão Principal) e R$ 175 (Camarote).

Ingressos para Coro e Terraço serão comercializados somente após a venda dos demais setores.

Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.

Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br

Bilheteria da Sala Minas Gerais

Horário de funcionamento

Dias sem concerto:

3ª a 6ª — 12h a 20h

Sábado — 12h a 18h

Em dias de concerto, o horário da bilheteria é diferente:

— 12h a 22h — quando o concerto é durante a semana

— 12h a 20h — quando o concerto é no sábado

— 09h a 13h — quando o concerto é no domingo

São aceitos:

  • Cartões das bandeiras Elo, Mastercard e Visa
  • Pix

Posts Relacionados

Francisco, el Hombre saúda a latinidade no single em BH

Celebração é uma palavra constante na história da Francisco, el...

Confira o que fazer em BH neste final de semana

reuniu inúmeras opções do que está acontecendo em BH...

Mineiro conquista medalha Olimpíada Internacional de Filosofia

O estudante Bernardo Guimarães Ferreira, do Colégio Santo Agostinho...

CCBB BH mergulha na arte afro-brasileira

Ao longo de séculos é a visão do branco...

Novidades

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui