Sopa e vinho podem ser uma excelente dupla no inverno

Vamos aproveitar que logo logo o inverno já vai embora para pensar numa despedida em grande estilo?

Pois é, a sopa faz parte do nosso inverno e, nesse ano tão frio no Brasil, ela tem sido um acalento numa noite gelada. Mas, será que posso tomar vinho com sopa? Qual sopa combina com vinho Pinot Noir? E Malbec? Quando comecei a tomar vinhos logo vi que essa dupla seria um caso de amor eterno!!

Com esse friozinho chegando não dá pra descartar essa combinação né? Mas aqui também é bom pensar um pouquinho na hora de harmonizar. E, mesmo com o frio, os brancos tem sua vez! A sopa traz o calor necessário ao corpo e o vinho é um excelente complemento em caldos mais leves.

É o momento do ano que combina com um belo vinho e, por que não, uma bela sopa. Muita gente nem imagina, mas as sopas são ótima combinação com o vinho e ajudam a passar pelo inverno com muito sabor!

A sopa é um dos pratos mais complexos para fazer harmonização com vinho e isso se deve a alguns fatores, como a temperatura de serviço do prato, a textura e a mistura de ingredientes. Apesar destes desafios, é possível, sim, realizar essa harmonização. A seguir, a Vinícola Salton, mais antiga vinícola em atividade no Brasil e líder nacional do segmento de espumantes desde 2005, explica como combinar sopa com vinho:

Sopa e vinho combinam?

Sim, mas a harmonização deles traz alguns desafios. A sopa é um alimento de altas temperaturas e textura densa, então, de cara, já sugerimos que você não opte por vinhos complexos, pois as características da bebida se perderão com as colheradas quentes. No geral, a escolha deve estar em torno de vinhos com bom teor alcoólico, já que estes tendem a resistir com mais facilidade às altas temperaturas.

Atenção à temperatura do vinho

Como a sopa é sempre servida quente, o ideal é que o vinho esteja em uma temperatura mais próxima possível do prato para não haver um choque térmico na boca. E, para servir um vinho em uma temperatura elevada, é importante que ele seja equilibrado e tenha o álcool bem integrado. Caso contrário, a temperatura elevada aumentará a percepção do álcool na boca, o que não deixará a experiência boa.

Então, como harmonizar?

Tudo vai depender do tipo de sopa que você escolher. Mas, idealmente, o recomendado é levar um pouco de textura para a sopa e servi-la com ingredientes que dão crocância como croutons, pedaços de bacon, crispy de couve ou alho poró frito e até batata palha. A inclusão da crocância modifica a presença da sopa na boca, dando peso e mastigação. Outra opção é deixar os legumes e proteínas em pedaços.

Em sopas com ingredientes em pedaços, sentimos com mais clareza o sabor. A sugestão aqui é escolher o vinho levando em conta a presença desse ingrediente. Isso vale para cremes batidos também. Já as sopas com verduras podem ser combinadas com vinhos que tenham notas herbáceas, sopas com proteína branca ou apenas legumes, combinam com branco encorpado.

Qual vinho com qual sopa?

Caldo Verde com linguiça em pedaço – Paradoxo Corte ou vinhos elaborados com Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc e Carménère.

Caldinho de feijão com bacon salpicado – Campanha Tannat, ou vinhos das uvas Malbec, Cabernet Sauvignon, Tannat;

Canja de galinha com frango em pedaço – Virtude ou vinhos elaborados com Chardonnay, Riesling e Pinot Noir;

Creme de abóbora com croutons – Paradoxo Riesling ou exemplares das variedades Chardonnay, Riesling e Antão Vaz;

Sopa de legumes em pedaços – Chardonnay Paradoxo, ou vinhos elaborados com Chardonnay, Torrontés e Viognier;

Minas é um dos primeiros estados a receber a Stella Pure Gold

Stella Artois segue atenta às opiniões e tendências de comportamento dos consumidores, como a valorização de uma vida mais equilibrada e, com isso, inova mais uma vez em seu portfólio. O lançamento agora é de Stella Artois Pure Gold, uma cerveja que contém 17% menos calorias do que há na versão regular, sem glúten e entrega o sabor de Stella que o público conhece.

Minas Gerais e Rio de Janeiro são os primeiros estados do País a receber a mais nova cerveja.  A novidade está disponível em long necks (330ml) e contém 34kcal a cada 100ml.

“Stella Sem Glúten é um sucesso desde o seu lançamento e, a partir da escuta ativa de consumidores e de especialistas, evoluímos até a Stella Artois Pure Gold, que, além de ser sem glúten, tem todo o sabor da Stellinha tradicional, uma combinação perfeita que a diferencia dentre as outras opções disponíveis no mercado”, comenta Mariana Porto, Head de Marketing de Stella Artois.

Pure Gold passa pelo mesmo processo de fabricação da Stella Artois tradicional e é feita com os mesmos ingredientes – água, malte e lúpulo -, exceto pela tecnologia aplicada ao processo de produção para que seja feita a “quebra” do glúten, e assim criar uma novidade que mantém características, mas atende à crescente demanda de consumidores por produtos mais balanceados, mantendo a ocasião de consumo ainda prazerosa.

O diretor de inovação da Ambev, Gustavo Castro, comenta que as pessoas estão buscando cada vez mais produtos com menos calorias, mas não topam abrir mão de sabor. “Após extensas pesquisas, conseguimos criar uma versão que atende às expectativas daqueles que valorizam um estilo de vida equilibrado e ainda buscam sentir o prazer de tomar uma cerveja com muita qualidade e sabor”.

Em um pack de design sofisticado e inovador desenvolvido pela JKR Agency  – agência criativa de Design e Branding presente na Europa e nos Estados Unidos – Stella Artois Pure Gold se diferencia de tudo que há no mercado e chega para completar o portfólio de inovações de cervejas da Ambev, entregando opções para quem busca outras formas de equilíbrio para manter a cerveja nos momentos de brindes, em versões com ou sem álcool, mas que entreguem sabor e benefício no consumo, como Bud Zero (sem álcool), Corona Cero Sunbrew (sem álcool e rica em vitamina D) e Michelob Ultra (com baixo teor de carboidrato e calorias).

Versão exclusiva do mercado brasileiro, Pure Gold pode ser encontrada no Empório da Cerveja e nas principais redes do Rio de Janeiro e Minas Gerais. A marca também estará disponível a partir da próxima segunda-feira (3) nas lojas do Pão de Açúcar, em São Paulo, e terá distribuição nacional ao longo do segundo semestre.

Novo balé do Grupo Corpo estreia em Los Angeles dia 18 de julho

Uma passarela de luz diante dos músicos da Orquestra Filarmônica de Los Angeles vai ser o próximo cenário para os passos do Grupo Corpo, de Belo Horizonte. O grupo Corpo vai estrear o balé “Estância”, em Los Angeles, uma encomenda do maestro-estrela Gustavo Dudamel com a música do argentino Alberto Ginastera. É a primeira vez que a companhia mineira vai dançar com orquestra ao vivo.

Dudamel propôs a criação da coreografia sobre a música de Estância, do compositor Alberto Ginastera (1916-1983), um de seus compositores favoritos, que ele constantemente programa. As obras do argentino são pilares da música de concerto sul-americana. E Ginastera – cuja morte está completando 40 anos dia 25 de junho – foi ainda o primeiro professor de Astor Piazzolla.

“O convite chegou em 2019. Dudamel propôs o projeto conjunto e é uma alegria colaborar com esse artista brilhante, inquieto, com olhar social”, conta o diretor artístico Paulo Pederneiras. Com a pandemia, a parceria foi suspensa e retomada no início desse ano.

Já em agosto, Estância chega ao Brasil. Dias 3, 4 e 5, a Filarmônica de Minas Gerais abre sua Sala para um programa que tem a nova coreografia e também peças de Marco Antônio Guimarães (escritas para a companhia mineira em 2015 e gravadas pela orquestra) e de Grieg. A regência é do diretor artístico e titular Fabio Mechetti.

Espaço desafiador

Rodrigo Pederneiras, que morou na Argentina em sua juventude, conhece muito bem a música de Ginastera. “É uma peça muito conhecida, principalmente na Argentina. Sempre gostei muito dela”. Como acontece em todas as criações, ele é guiado pela música. “Embora a peça seja narrativa, acompanhando um dia na vida do fazendeiro, o balé não segue a linha figurativa. Temos toda a companhia dançando, os 21 bailarinos, com cenas de tutti e também solos, pas-de-deux e grupos menores”.

Estar na cena junto com a LA Philharmonic e a Filarmônica de Minas Gerais traz a questão do espaço para a movimentação dos bailarinos “Em Los Angeles, por exemplo, dispomos de uma faixa de movimentação na frente da orquestra, de cerca de 5,5m por 20m. Não há coxias, não há pernas [anteparo lateral no palco]… São limitações, mas também impulso para encontrar um novo formato”, garante Rodrigo.

Paulo Pederneiras se debruçou sobre os desafios do palco do Hollywood Bowl, que recebe cerca de 18 mil espectadores. “É um espaço muito diferente dos teatros em que habitualmente nos apresentamos. A iluminação não será um recurso cênico e, naturalmente, não teremos cenário”.

“É uma alegria constatar o reconhecimento do nosso trabalho por um dos mais importantes regentes da atualidade e uma das maiores orquestras do mundo”, arremata Paulo. “E estrear no Brasil com a Filarmônica de Minas Gerais, grupo excepcional”.

programação em minas

A estreia brasileira de Estância vai acontecer na parceria com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, em três apresentações de 3 a 5 de agosto, sob a batuta do diretor artístico e regente titular Fabio Mechetti. A Filarmônica e o Grupo Corpo se encontram pela primeira vez no palco nessa apresentação de Estância, mas já estiveram juntos em estúdio: a orquestra mineira gravou a trilha do balé Dança Sinfônica, criada por Marco Antônio Guimarães para as comemorações dos 40 anos do grupo, em 2015.

“Para exaltar ainda mais a celebração dos 15 anos da Filarmônica, nos unimos a um dos maiores patrimônios culturais mineiros, em sua seriedade e excelência do trabalho – e da penetração que esse trabalho tem tanto em Minas quanto no exterior. A riqueza artística da soma de música e dança transforma positivamente nossa sociedade”, afirma o maestro Fabio Mechetti.

As Seis Danças Sinfônicas, criadas por Marco Antonio Guimarães para a celebração dos 40 anos do Grupo Corpo, e as Danças Norueguesas de Grieg, compostas em 1881 a partir de bailados folclóricos de seu país, abrem a noite.

Alberto Ginastera e Estância

A peça foi criada como música de balé em 1941, por encomenda do coreógrafo Lincoln Kirstein para a American Ballet Caravan, que já tinha dançado a sua anterior Panambi. O compositor se debruçou sobre os poemas de José Hernandez, selecionando El Gaucho Martin Fierro (1872), libelo contra a política oitocentista que estimulava os “gaúchos” a dizimar as populações indígenas. Ginastera mescla o conteúdo original com um arco temporal, que acompanha as fases de um dia, do amanhecer ao seguinte, com a chegada de um rapaz da cidade ao campo, onde se apaixona por uma jovem local e tem de se provar “gaúcho”, merecedor do seu amor.

Mas a companhia de Kirstein (que seria cofundador do New York City Ballet em 1948) se desfez – e Ginastera transformou quatro movimentos da música em uma suíte orquestral. Teria sua estreia como ballet em 1952 no Teatro Colón de Buenos Aires, com coreografia de Michel Borowski. Estreou no New York City Ballet em 2010 com coreografia de Christopher Wheeldon. E a música sinfônica continua a ser programada em concertos.

O maestro Fabio Mechetti traz sua análise da peça: “Estância é, talvez, a obra mais famosa de Ginastera. Nela, ele consegue unir a rusticidade do folclore rural argentino ao lirismo que também caracteriza a música de raiz do nosso país vizinho. Como não poderia deixar de ser, ela tem uma dominância rítmica bastante acentuada, uma orquestração que valoriza os instrumentos de percussão e, nesta versão, conta também com a participação de um narrador/cantor, que conecta a ação à narrativa musical que se desenvolve”. Ele acrescenta: “a peça é frequentemente apresentada em sua versão sinfônica reduzida – que, aliás, será apresentada por nós na semana seguinte, dentro da programação anual da Filarmônica”.

Estância é, na obra de Ginastera, o que o Bolero representa na de Ravel”, afirma a filha do compositor, Georgina, em entrevista para o jornal La Nación [1]-. E, por sua permanência, se tornou um ícone da música latino-americana do século XX.”

A importância da obra de Bernardo Figueiredo

A trajetória profissional de Bernardo Figueiredo é revista em exposição no Espaço Cultural da Escola de Design (ECED) da UEMG, com o título “Bernardo Figueiredo: designer e arquiteto brasileiro”. O projeto é parte do trabalho que está sendo realizado pelas filhas de Bernardo: Angela Figueiredo e Adriana Figueiredo e a Schuster Móveis, para a difusão da obra de Bernardo Figueiredo na história do mobiliário moderno brasileiro e de sua como arquiteto e urbanista.

As Curadoras da mostra e autoras do livro homônimo, Maria Cecília Loschiavo dos Santos, professora titular de Design da FAU-USP, Amanda Beatriz Palma de Carvalho, doutora em design, e Karen Matsuda, mestre em Design, ambas pela mesma instituição, tiveram o Acervo Bernardo Figueiredo como ponto de partida para a pesquisa.

“A produção de Figueiredo está situada no cruzamento da arquitetura, urbanismo, design de mobiliário, design de interiores, cultura e suas inter-relações transdisciplinares. O que motivou estes cruzamentos? Bernardo foi um homem de pensamento aberto e sua identidade profissional sempre esteve imbricada com as condições culturais e sociais do Rio de Janeiro de seu tempo. Ele se envolveu em diferentes experiências profissionais e humanas, sempre com uma atitude aberta e positiva, expandindo suas práticas criativas em direções interdisciplinares e em constante fluxo no Brasil e no exterior”, diz Maria Cecília Loschiavo.

A exposição que acontece na Grande Galeria do ECED está organizada em uma linha do tempo com datas e eventos importantes: desenhos, fotos de suas criações de design de móveis e arquitetura, além do vídeo Fabricando a Poltrona Milhazes, que apresenta a fabricação desta peça na fábrica da Schuster, em Santo Cristo, RS. Haverá também réplicas de desenhos originais de projetos urbanísticos criados por Figueiredo para a cidade de Porto Seguro, na Bahia.

A mostra conta com 23 peças produzidas nos anos 1960, além de fotos de ambientações dessa época. A exibição de um vídeo com trechos do filme “Garota de Ipanema”, de Leon Hirzman, 1967, apresenta a segunda residência de Bernardo, que foi uma das principais locações do filme.

Os visitantes poderão conferir fotos do Porão da loja Chica da Silva, que pertenceu à figurinista Kalma Murtinho, pioneira no comércio de artesanato brasileiro no Rio de Janeiro. O local era ponto de encontro de intelectuais cariocas e comercializava móveis de Bernardo durante anos.

Outro tema está dedicado ao Palácio do Itamaraty, que abriga o Ministério das Relações Exteriores, em Brasília. Os móveis em reedições produzidos pela Schuster, como a Poltrona Rio, Cadeira Bahia e a Poltrona Leve, fazem parte do projeto do Palácio. Ainda há uma ilha de sofás Conversadeira, que poderão ser utilizados pelos visitantes, além do vídeo “Palácio dos Arcos”, criado por Angela Figueiredo, com fotos e imagens de 1967 e 2017. Angela também é responsável pela direção de todos os vídeos que fazem parte da exposição.

Em todos os ambientes serão apresentadas peças reeditadas pela fábrica gaúcha Schuster Móveis que, desde 2011, produz os móveis de Bernardo. O público visitante poderá experimentar o mobiliário.

“Relançar os móveis do Bernardo significa manter vivo o legado e a própria história do mobiliário nacional. Suas dificuldades, necessidades e propostas de solução. Tudo isso sempre apresentando uma brasilidade típica junto à discussão do jeito de ser e morar do brasileiro e suas relações com a natureza e sua filosofia própria”, comenta Wilson Schuster, diretor da empresa gaúcha.

Bernardo Figueiredo

Formado em 1957 pela Faculdade Nacional de Arquitetura (atual FAU-UFRJ), o carioca Bernardo Figueiredo (1934-2012) iniciou sua carreira projetando edifícios, explorando o universo do design de móveis e da arquitetura de interiores. Ao longo de sua carreira, ele traçou projetos urbanísticos, desenhou estandes para feiras nacionais e internacionais, projetos gráficos e empreendimentos comerciais, sendo pioneiro na criação de shoppings centers no país, como o Barra Shopping, inaugurado em 1981 no Rio de Janeiro.

A carreira de Bernardo esteve fortemente ligada ao Rio de Janeiro nas décadas de 1960/70/80 sobretudo a Ipanema, bairro onde nasceu e viveu e que se tornou um dos epicentros da cultura brasileira no período.

“Bernardo, assim como seus contemporâneos, refletiu sobre a materialidade, oferecendo projetos ousados, que visitavam diversas frentes, sem deixar de lado a real funcionalidade de cada um deles, para o seu público-alvo”

, explica Karen Matsuda.

Bernardo trabalhou na loja Oca, onde teve a oportunidade de conviver diretamente com Sergio Rodrigues e Inge Dodel. Sobre essas experiências, dizia: “Inge me disciplinou, Sérgio me permitiu a intimidade com o móvel e Tenreiro me aguçou o estilo”.

 

Teve participação marcante na concepção do projeto de arquitetura de interiores do Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores em Brasília, em 1967. Ele foi convidado a mobiliar as principais salas do palácio e conviveu, na ocasião, com nomes do modernismo como: Oscar Niemeyer, Burle Marx, Athos Bulcão, Bruno Giorgi e, novamente, Sergio Rodrigues e Joaquim Tenreiro, também chamados para participar do projeto.

“O móvel brasileiro existe quando atende às condições próprias da nossa gente. É essa exatamente minha preocupação ao criar um modelo. Proporcionar através do conforto, plástica, materiais e autenticidade, o encontro daquilo que é acima de tudo útil para quem o procure. É uma questão de identidade”, dizia Bernardo Figueiredo.

A constante movimentação de Bernardo e sua busca por um modo de vida mais perto da natureza o levaram a se mudar para Porto Seguro, na Bahia. Lá, quis contribuir para algumas soluções para a população local, encabeçando pequenos edifícios e projetos urbanos, além de se dedicar a preservar a riqueza natural e cultural da cidade histórica.

“Desde sua chegada em Porto Seguro, Bernardo lutou para que a cidade preservasse toda a natureza e vegetação ao redor. Em 1984, quando soube que usinas de álcool seriam implantadas na região, chegou a criar e liderar um grupo em defesa da cidade”, contam as autoras Maria Cecília, Amanda Carvalho e Karen Matsuda.

“Bernardo teve uma carreira abrangente e múltipla, e suas criações permanecem e demonstram a validade formal e o rigor das respostas de projeto que ele soube dar às mais variadas demandas com as quais se defrontou”, segundo Maria Cecília Loschiavo.

Lançado em 2021, o livro homônimo à exposição revela mais detalhadamente outros aspectos relevantes sobre a obra de Bernardo Figueiredo.

O livro é um importante registro que amplia o conhecimento dos campos de arquitetura e design no Brasil na segunda metade do século XX ao destrinchar o pensamento de um profissional multidisciplinar, que se formou no auge do período moderno e atuou com pioneirismo e sucesso em diversas tipologias. Além dos textos das autoras e de apresentação de Angela Figueiredo e Adriana Figueiredo, a publicação conta com prefácios do MCB e do diplomata Heitor Granafei, que coordenou uma grande pesquisa sobre o mobiliário original do Palácio dos Arcos, por conta do cinquentenário da su inauguração, além de ensaio fotográfico de André Nazareth realizado durante a exposição no MCB.

 

Título: Bernardo Figueiredo: designer e arquiteto brasileiro Publicação: Editora Olhares

Organização: Maria Cecilia Loschiavo dos Santos

Autoras: Amanda Beatriz Palma de Carvalho, Karen Matsuda, Maria Cecilia Loschiavo dos Santos

Ensaio fotográfico: Andre Nazareth Prefácios: Heitor Ganafei, MCB

Idealização e Coordenação do projeto: Angela Figueiredo Patrocínio: Móveis Schuster

Formato 21x28cm, capa dura Número de páginas: 176 Tiragem: 2.000

Edição bilíngue / versão em inglês: Adriana Figueiredo, Mark Farnen e Emily Cavelier

Realização: Schuster Móveis e Casa 5 Produções Preço de capa: R$ 149,00

https://www.editoraolhares.com.br/produto/bernardo-figueiredo-designer-e-arq uiteto-brasileiro

 

SERVIÇO:

Exposição Bernardo Figueiredo: designer e arquiteto brasileiro Visitação de 06 de julho a 06 de agosto de 2023

Funcionamento: terça, quarta e domingo, das 13 às 18h e quinta a sábado, das 13 às 20h

Entrada gratuita.

Acessibilidade no local

Não tem estacionamento

Espaço Cultural da Escola de Design da UEMG | Rua Gonçalves Dias, 1434, Lourdes, Belo Horizonte

SITE: ed.uemg.br/

Arraial do Theus é hoje na Barrgem Santa Lúcia

O Arraiá do Theus, uma festa feita pela e para a comunidade do Aglomerado Santa Lúcia chega a sua terceira edição. Com o intuito da organização comunitária, acionamento de parcerias com comerciantes internos e geração de renda, a festa  de valorização da cultura e das tradições juninas, vem chegando para levar mais uma vez sua  programação diversificada e gratuita  à  Barragem Santa Lúcia. Em 2023, o festejo, que é considerado o maior e mais representativo da região Centro Sul promete muitas atrações.

O evento trás esse ano para a avenida Arthur Bernardes a apresentação do Grêmio Recreativo Cultural São Gererê, do Bonde do Rodeio que promete animar toda a comunidade e também a apresentação da quadrilha infantil com as crianças da Creche Educacional Nascer da Esperança, da escolinha da Dona Lia. Além disso, há as tradicionais barraquinhas, onde serão comercializadas comidas típicas e bebidas.

“A ideia do primeiro arraial surgiu justamente para dar uma oportunidade para os moradores. Eu, promovendo um arraial, além de trazer cultura para a comunidade, eu consigo aproximar outras classes da favela, para conhecer a cultura, ver que é um lugar onde consegue divertir e que tem muitas culturas aqui dentro, tem muitos sabores, a gastronomia dentro da favela é maravilhosa”

, afirma Matheus Pereira, idealizador do evento.

Matheus tem uma espeteria no bairro há dez anos e promove eventos locais, sempre com o intuito de levar cultura para dentro da favela, para famílias que não tem oportunidade de ir a uma festa junina ou a um evento com música ao vivo. “Com o nosso Arraial, conseguimos unir elementos fundamentais de uma comunidade carente, tais como a gastronomia, a dança, as tradições e a cultura junina. Isso mostra que estamos no caminho certo, agregando e valorizando todas as festas juninas, além de divulgar e promover a Barragem Santa Lúcia. ”, conta Matheus.

O evento terá cobertura completa pela Revista Cenário Minas.

Serviço
3º Arraiá do Theus
Data: 01/07
Horário: 14h
Local: Av. Arthur Bernardes, nº 3.099, Santa Lucia, Belo Horizonte
Evento gratuito

 

 

 

Vila Madalena – Saiba onde curtir as melhores baladas da região

A Vila Madalena, ou simplesmente a Vila, é um dos bairros da capital paulista mais conhecidos pela intensa vida noturna. O cenário e o clima das ruas da região são vibrantes e exalam o mais puro sentimento de alegria e diversão. Não à toa, a Vila reúne os melhores bares da capital e conta com excelentes opções na hora de encarar uma balada bem animada até o amanhecer.

Temos algumas indicações:

– Boteco Todos os Santos: é, há quase 10 anos, um dos mais tradicionais bares e baladas da cena paulistana. Considerada a ‘casa mais alegre do mundo’ pelos seus frequentadores, o bar/balada traz toda a brasilidade, malemolência e gingado do samba e do pagode para quem ama a Vila Madalena. O público, eclético e de diversas faixas etárias, curte a noite em um ambiente bem colorido e repleto de ilustrações, que retratam os grandes nomes do samba brasileiro, como Arlindo Cruz, Jorge Aragão, Alcione e outros artistas. A música ao vivo é uma das marcas da casa, onde as baladas acabam só às 5h. O espaço conta com painel de Led e mais de 10 televisores distribuídos de forma estratégica em todos os ambientes para que os visitantes possam acompanhar os jogos e eventos esportivos. No cardápio, há uma série de porções para acompanhar cervejas supergeladas, caipifrutas, gin & tonic, drinks e licores, que são excelentes pedidas para garantir a animação.

Endereço: Rua Aspicuelta, 585 – Vila Madalena

Horários: quartas e quintas, das 17h às 4h; sextas, das 17h às 5h; sábados, das 12h às 5h; e domingos, das 12h às 2h.

– Vila 567: trata-se de outra excelente opção de bar, que vira balada, para curtir com os amigos. A casa é procurada por um público que ama a música sertaneja, mas não deixa de curtir um bom pagode, aproveita o batidão do funk e se diverte na pista com os DJ’s, ao som dos melhores hits do momento. O ambiente do Vila 567 tem 450m², é marcado por uma pegada industrial e tem um rooftop com teto retrátil extremamente concorrido. O isolamento acústico é diferenciado e permite que a curtição vá até às 5h. Dos dois bares, instalados nos dois pisos do bar/balada, saem coquetéis exclusivos e cervejas trincando. A música ao vivo embala o clima de paquera e diversão e os camarotes garantem uma experiência única aos frequentadores. Além de tudo isso, dois painéis de LED ficam estrategicamente dispostos nos ambientes do Vila e exibem os principais jogos de futebol e eventos esportivos do momento.

Endereço: Rua Aspicuelta, 567 – Vila Madalena

Horários: terças e quintas, das 17h às 4h; sextas, das 17h às 5h; sábados, das 12h às 5h; e domingos, das 12h às 2h.

– Lili: considerada a maior e mais hypada casa da Vila Madalena, o bar/balada Lili recebe um público, que tem uma predileção pelo universo artístico da Vila Madalena e que busca ‘por mais horas de rolê’. O espaço conta com dois andares divididos em quatro ambientes instagramáveis, incluindo mezanino, camarote e pista, para melhor atender ao público. Há, ainda, um terceiro andar, com um camarote premium. A qualidade de acústica e som é inigualável. Um mega painel de Led também faz parte da estrutura do bar/balada para promover uma excelente experiência.  Outro ponto chave e de destaque na casa são os grafites assinados pelo artista Dicesar Love, garantindo ao Lili uma decoração que homenageia grandes nomes da arte. A diversão rola solta, regada com os deliciosos drinks, gin & tonic, caipifrutas e, claro, pelos drinks autorais Lili. O funk e as setlists dos DJ’s residentes animam a galera, que é ‘inimiga do fim’ e permanece na casa até às 6h. O pagode e o sertanejo, ao vivo, também têm vez e ganham espaço nas horas de diversão de quem frequenta a casa.

Endereço: Rua Aspicuelta, 436 – Vila Madalena

Horários: quintas e sextas, das 17h às 5h; sábados, das 13h às 6h; e domingos, das 13h às 4h.

Vitor Cruz a nova sensação musical lançou nova música

O sucesso na música nem sempre está aliado a tempo de estrada ou experiência no meio. Com combinação de talento e determinação, o topo das paradas pode estar bem mais próximo. Vitor Cruz é um rapaz simples, nascido em Guaxupé, no Triãngulo Mineiro, e está pronto para ser a nova sensação da música!

O jovem cantor desponta aos poucos como um dos nomes mais reveladores e interessantes talentos chaves dessa geração e carrega na bagagem mais de 3 milhões de visualizações no streamming de suas músicas.

Com letras poéticas e que abordam temas como amor, paixão, reflexões sobre comportamentos humanos e questões sociais, as músicas de Vitor costuram situações da vida. Com apenas 17 anos, ele já cantava para um público de mais de cinco mil pessoas e estava tocando em rádios como a Jovem Pan. Aos 19 anos, abriu show do Wesley Safadão.
Fez lançamentos pela Sony Music.

A mistura marca um novo estilo dentro da música, que vem crescendo no streaming e nas redes sociais. A ideia é absorver uma estética mais urbana e ao mesmo tempo tornar os temas ainda mais relacionados ao cotidiano, que está ganhando atenção – e fazendo as meninas suspirarem por aí! Vitor tem tudo para se tornar febre: as músicas são animadas, as letras são a cara da balada, ele é supergatinho e seu talento é ainda maior!

A música de trabalho, que traz elementos da música eletrônica, com a mistura do funk e do pop e revela uma nova fase de composições do cantor. “Ella” conta a história de um cara qualquer, um anônimo, que pode ter sido “eu”, no passado. Que se apaixona por uma menina que se chama “Ella” e os dois vivem um amor intenso e quente, conto de fadas, um príncipe encantado, que faz ele querer dar o mundo inteiro se for preciso para que os dois fiquem juntos. A múscica feita quando eu tinha 18 anos, foi inspirada em amores e relacionamentos quentes, que eu mesmo vivi e agora depois de seis anos, vou lancá-la, com carinho para o mundo, disse Vitor. Sentimentos leves e de amor são expressados na letra e na melodia, refletindo a personalidade do jovem. O ritmo da música é dançante e tem potencial para embalar as baladas jovens.

As músicas e clipes podem ser encontrados em todas as plataformas digitais.

Whisky Escocês Blended Johnnie Walker Blonde Garrafa

O sabor de Johnnie Walker Blonde foi reconhecido em uma das mais prestigiadas competições de destilados do mundo. Realizada desde 2000 na Califórnia, a San Francisco World Spirits Competition é a maior e mais antiga disputa entre os líquidos do mercado global de destilarias. Ao ser avaliado com medalha de ouro por todos os jurados, o mais novo rótulo de Johnnie Walker recebeu o prêmio Double Gold.

Participam da competição tanto as destilarias independentes quanto as grandes empresas globais, que inscrevem seus líquidos em busca de terem o reconhecimento do seu sabor, qualidade e excelência. Para esta avaliação, a organização da disputa reúne em um painel diverso de jurados especialistas, incluindo mestres destiladores, sommeliers, mixologistas e jornalistas. Este júri faz a degustação às cegas das bebidas inscritas e, assim, as avaliam, atribuindo medalhas de ouro, prata e bronze.

Para a Diageo, companhia responsável pela marca Johnnie Walker, esta premiação é um reconhecimento ao trabalho do time responsável por desenvolver novos líquidos e demonstra a importância de entender os insights e necessidades do mercado e de seus consumidores. “Estamos muito honrados com esse prêmio. Afinal, esse é um novo uísque que chegou para romper as barreiras da categoria, conquistar novos consumidores e novas ocasiões de consumo”, pontua Eric Strauss, diretor de marketing de Scotch na Diageo.

Após um período de testes sendo comercializado apenas na região de Curitiba, Johnnie Walker Blonde chegou a todo território nacional para surpreender aqueles que já amam uísques e conquistar quem não consome a bebida. Feito com uísque de trigo e malte frutado, o que lhe garante um sabor vibrante e adocicado, o novo membro da família Johnnie Walker é versátil, ideal para fazer drinques a partir de diversas combinações.

Aprecie com moderação. Não compartilhe com menores de 18 anos.

Festival Distrital de Inverno no vilarejo da Serra dos Alves

Na busca de promover uma ocupação consciente sustentável e artística em um local de natureza exuberante, o pequeno vilarejo da Serra dos Alves, distrito de Itabira, será o cenário da primeira edição do Festival Distrital de Inverno 2023.

O evento acontece de 2 a 16 de julho. A programação contará com apresentações de artistas locais e de projeção nacional, com destaque para música instrumental, com shows, residência artística, feiras de artesanato, produtores e gastronomia, rodas de conversa, mini docs, e circuito gastronômico.

Integrando arte, sustentabilidade e economia criativa, o festival, que conta com o patrocínio do Instituto Cultural Vale, traz um conceito de responsabilidade sociocultural e suas atividades serão realizadas em praça pública, além de oferecer uma palestra sobre em escola pública para alunos e educadores.

Respondendo ao aumento da procura turística por espaços naturais ou rurais para conexão com áreas verdes e mais qualidade de vida, a primeira edição do Festival Distrital tem como tema “Distrito, o novo lugar” e será realizada na Serra dos Alves. A iniciativa surge como uma possibilidade de estimular um turismo cultural e gastronômico de forma sustentável, estimulando visitantes a conhecerem mais sobre a cultura de distritos e vilarejos do país. A cada estação, o evento é realizado em uma nova cidade e a proposta é circular pelo Brasil.

A idealizadora e diretora geral do projeto, Fina Nicolai, explica a proposta do evento. “O Festival Distrital promove a ideia de que a escuta local é fundamental na colaboração e cooperação das empresas e profissionais do mercado nacional do entretenimento e turismo com as comunidades locais de Serra dos Alves. Valorizar as riquezas presentes em cada comunidade, promover um intercâmbio real e escutar localmente permite a criação de projetos mais autênticos e relevantes, o que ajuda a construir um mundo mais consciente e responsável. Por fim, é necessário desaprender a consumir e abraçar a escuta local como um caminho a seguir”.

 O intercâmbio cultural entre artistas nacionais e locais também será trazido para o evento, conforme detalha o idealizador e diretor artístico do festival, Alexandre Segundo. “A residência artística na Serra dos Alves é uma iniciativa que busca promover a colaboração e o fortalecimento dos laços culturais entre artistas do Rio de Janeiro e artistas locais. Durante a residência, os participantes terão a oportunidade de imergir na sonoridade da região, interagir com a comunidade e desenvolver projetos criativos em conjunto. A iniciativa proporciona um ambiente propício para o crescimento artístico e criativo dos participantes, contribuindo para a troca de conhecimentos e experiências entre os artistas envolvidos”, afirma.

O evento também vai estimular a economia criativa e o turismo gastronômico no local, sob curadoria da Chef Rejane Melo. O Circuito Gastronômico reúne os melhores restaurantes do vilarejo em que os visitantes poderão experimentar pratos locais com tempero afetivo preparados por cozinheiras e cozinheiros locais. Entre os estabelecimentos figuram: Restaurante Raízes, Amescla Ateliê Café, Restaurante da Vila, Casa do Heinar e a Casa do Festival.

Localizada no coração do evento, na praça principal, a Casa do Festival é um destaque que além de abrigar atividades de residência artística com músicos nacionais e locais. A Casa estará aberta durante todo o Festival, oferecendo uma deliciosa seleção de produtos e artesanato de origem dos distritos de Ouro Preto com uma variedade de queijos, geleias, sucos, doces, compotas, pastas, charcutaria e uma cuidadosa seleção de vinhos especiais para harmonizar com o Festival Distrital de Inverno.

Outra iniciativa são as feirinhas de gastronomia e de artesanato do Festival Distrital de Inverno 2023 apresentarão receitas deliciosas da culinária local, feitas com produtos frescos da terra e muita criatividade, além de criações e produtos dos artesãos e produtores locais. Todos os finais de semana, na praça principal, o público poderá saborear pratos típicos e conhecer a variedade de produtos da região.

Música Instrumental em destaque

Com curadoria assinada por Alexandre Segundo, Carlos Henrique Moura Andrade e Saulo de Souza Carvalho, o festival valoriza a música instrumental como premissa-base e promove o encontro de artistas da cena instrumental nacional com artistas locais a partir de uma residência artística para a formatação de espetáculos inéditos. As apresentações ocorrerão com similaridade de formato acústico, propiciando um tipo de fruição musical ligada à contemplação, arte e baixo impacto ambiental. Serão apresentados quatro espetáculos inéditos, fruto da residência artística dos musicistas nacionais e musicistas locais, criados especialmente para o evento. Todos os shows acontecerão na praça principal do vilarejo.

A programação musical começa no domingo, dia 2, às 11h, com show “Encontro dos Tempos”, do guitarrista Glaucon Siqueira, acompanhado pelo baixista Adriano Campagnani e pelo baterista Arthur Rezende, Glaucon apresentará faixas de seu álbum autoral homônimo, além de algumas músicas clássicas da guitarra mundial.  A tarde de sábado será embalada, às 14h, pela apresentação de trio musical familiar: Giovane Borges (guitarras), Marcos Borges (baixo e guitarra sintetizada) e Binho Borges (bateria). O repertório apresenta grandes clássicos nacionais e internacionais, focando no resgate de músicas dos anos 1980 a 2000, no estilo MPB e pop.

No fim de semana seguinte, na sexta-feira, dia 7, às 19h, a dupla Zero e Zubreu apresentam “Awá”, juntando o trabalho de um DJ e um percussionista numa viagem pela história e pelo país com ritmos brasileiros com pegada de pista e passe de axé.

No sábado, dia 8, às 18h, sobe ao palco Zé Carlos Bigorna, um dos grandes nomes do sopro brasileiro que apresenta o seu primeiro álbum solo, “Yramaia”. Com mais de 45 anos de carreira, o artista já tocou com grandes estrelas da MPB, além de importantes participações nos grupos de Hermeto Pascoal, do Azymuth e de Bebeto Castilho, do Tamba Trio. Já às 20h, o renomado pianista Cristovão Bastos encantará o público com sua maestria ao piano, apresentando um repertório cuidadosamente selecionado que combina composições originais e clássicos atemporais de MPB, samba, choro e jazz.

Fechando o último fim de semana de programação na sexta-feira, dia 14, às 14h, o festival recebe Jorge Helder, um dos baixistas mais requisitados pelos grandes nomes da música popular brasileira, que já gravou com Caetano Veloso, Gal Costa, Roberto Carlos, Elza Soares, entre tantos outros. Sua apresentação marca o lançamento do seu disco “Caroá” que surgiu da pesquisa do contrabaixista sobre temáticas ligadas ao nordeste, sua terra natal. Já os embalos da noite ficam por conta do contrabaixista Saulo Carvalho, que se apresenta às 19h.  Com sua formação sólida e experiência ao lado de renomados artistas, Saulo apresenta releituras cativantes que unem os clássicos do jazz à riqueza sonora da música mineira.

No sábado, dia 15, a partir das 18h, a praça do vilarejo será palco para a celebração da cultura popular mineira, tendo como como parceira a realização da edição 2023 da Festa Junina de Serra dos Alves. Entre as atividades estão brincadeiras, comidas típicas, quadrilha e apresentação musical de artistas locais.

O domingo reserva apresentações musicais, a partir das 14h. O show “A Banda do Festival – Som da Serra” trará releituras dos clássicos do jazz e enfatizando a música mineira em sua essência maior. A apresentação vai trazer o resultado da residência artística, que durante o festival proporcionou o encontro da música de Itabira com os grandes nomes da música nacional (Cristovão Bastos, Jorge Helder, Zero e Bigorna). Apresentam-se os artistas Saulo Carvalho (contrabaixo), Felipe Vilas Boas (guitarra) e Jeffim JP (baterista).

Palestra

O festival irá oferecer uma oficina de musicalização infanto-juvenil para alunos e professores da Escola Estadual Antônio Martins Pereira, com ênfase na musicalização afro-brasileira, estudantes e educadores serão levados a explorar os ritmos e sons ancestrais da cultura africana. A proposta é promover uma experiência musical enriquecedora, ao mesmo tempo em que incentiva a consciência sustentável. Antes da oficina, os alunos serão orientados pela professora a construir seus próprios instrumentos percussivos utilizando materiais reciclados. Essa atividade pré-oficina tem como objetivo proporcionar uma abordagem criativa e sustentável, permitindo que os participantes se envolvam ativamente no processo de construção de seus instrumentos musicais. No dia da oficina, os estudantes e educadores se reunirão para uma experiência imersiva com o palestrante Zero Awá. Renomado especialista em musicalidade ancestral africana, ele conduzirá a atividade, compartilhando narrativas fascinantes sobre a rica herança musical africana, bem como os ritmos e sons característicos.

Rodas de Conversas

Com temas envolvendo o universo da música instrumental, assim como turismo, cultura, meio ambiente e humanidade, as rodas de conversas oferecidas pelo festival trará a participação de especialistas e pessoas engajadas com as áreas, integrando o público com as questões mais importantes para o desenvolvimento sustentável e cultural de Serra dos Alves e outros locais. A entrada é gratuita, não há necessidade de retirada de ingressos.

A engenheira de áudio Flora Guerra, será a convidada para o debate “Mulheres na Técnica”, no dia, 8/7, às 16h, para discutir a presença de mulheres nas áreas técnicas de eventos. A iniciativa vai permitir a troca de experiências, dificuldades, potencialidades e caminhos para a inclusão de mais mulheres nesse universo.

No dia 9/7, às 13h, será a vez do debate sobre “Distrito, o novo lugar” com a presença do turismólogo Milton Athayde. A conversa propõe um olhar para o turismo como atividade transformadora que proporciona novos usos para os destinos, junto da valorização da cultura e a proteção do patrimônio desses locais.

Com foco em músicos e artistas, no dia 16/7, às 13h, a roda de conversa terá como tema “A carreira na Música Instrumental”, com o músico e produtor cultural Saulo de Souza Carvalho, abordando como esse segmento musical possibilita diversas formas de atuação para os profissionais da área.

Ao longo do festival a produção também fará a gravação de uma série de vídeos documentais com registros das atividades e pautas abordadas, que serão lançados, ao longo do evento, no canal de YouTube do Festival Distrital de Inverno, com acesso gratuito. Por meio das lentes dos produtores locais, a série será um registro das memórias, saberes, e tradições da comunidade de Serra dos Alves.

Este projeto é realizado a partir do patrocínio do Instituto Cultural Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, co-realizado pela Prefeitura de Itabira, Fundação Carlos Drumond de Andrada e instituto Bromélia, com o apoio da Associação Distrito Mais Criativo e Itanet e idealizado por Alexandre Segundo e Fina Nicolai.

 

SERVIÇO

Festival Distrital de Inverno 2023

Dias: de 2 a 16 de julho

Local: Serra dos Alves – distrito de Itabira (MG)

Mais informações disponíveis em: www.festivaldistrital.com.br

FIRE FESTIVAL 2023: empreendedor serial americano Gary Vaynerchuk

Gary Vaynerchuk é um empreendedor em série e atua como presidente da VaynerX, CEO da VaynerMedia e criador e CEO da VeeFriends. O Fire Festival, evento referência no mercado de empreendedorismo digital, marketing, tecnologia e inovação da América Latina, anuncia a participação de um dos maiores especialistas em marketing digital e empreendedorismo do mundo, Gary Vaynerchuktambém conhecido como Gary Vee.

O festival ocorre de 24 a 26 de agosto, em Belo Horizonte, e a realização é da Hotmart, empresa global de tecnologia e líder na Creator Economy.

Além de CEO da VaynerMedia e autor de diversos bestsellers, Vaynerchuk foi investidor anjo de empresas como Facebook, Twitter, Tumblr, Venmo, Snapchat, Coinbase e Uber e é apaixonado por transformar negócios em fenômenos mundiais. Seu podcast, The Gary Vee Audio Experience, conta com mais de 44 milhões de ouvintes, que usam seus insights para mudar sua rotina empreendedora.

O FIRE FESTIVAL 2023 espera receber 8,5 mil pessoas, um aumento de mais de 40% em relação ao ano passado, que teve ingressos esgotados. Confira a lista completa de novos participantes confirmados:

  • Gary Vaynerchuk (@garyvee), presidente da VaynerX, CEO da Vayner Media e da VeeFriends, autor 5 vezes mais vendido na lista de best-seller The New York Times e criador do The Gary Vee Audio Experience;
  • Marcos Piangers (@piangers), jornalista, escritor, palestrante, autor do best-seller “O Papai é Pop”;
  • Samer Agi (@sameragi), professor, advogado e fundador do Ser Mais Criativo, do Nosso Grupo e do Clube dos Pensadores;
  • Jorge Henrique (@inglessemneura), professor de inglês no Inglês Sem Neura, metodologia proprietária com faturamento de mais de R$ 10 milhões;
  • Hernane Ferreira Jr (@hernaneferreirajr), CEO e Founder da newsletter The News;
  • Rejane Toigo (@rejanetoigo), CEO e fundadora da Like Marketing, especializado em estratégias digitais e lançamentos de infoprodutos para a área da saúde;
  • Beatriz Guarezi (@bitstobrands), criadora da newsletter Bits to Brands, especialista em branding, criadora de conteúdo, TEDx Speaker, professora e palestrante.

Além dos novos palestrantes, nomes como Bianca Andrade, a Boca Rosa, (@bianca), a cantora Iza (@iza), o youtuber Enaldinho (@enaldinho), a empresária Zica Assis (@zicaassis) e o humorista Gustavo Tubarão (@ogustavotubarao) já haviam sido confirmados para o FIRE FESTIVAL 2023. A lista completa está no site do evento.

O segundo lote de ingressos para o FIRE Festival 2023 está disponível a partir de R$ 1.997 neste link. O evento conta ainda com patrocínio da Clint, Cidadania 4U, Tactus, FL Insider, Vizio, Like Mkt, Agência Power, Tráfego.SA, O Novo Mercado, Lobby, mLabs, Maminfo, Vizio, Ápice34, RegistrosJá, Portal Mommy além de apoio da Aberje e agência de viagem oficial, a Eventos. com. br.

Serviço
FIRE FESTIVAL 2023
Quando: 24 a 26 de agosto de 2023
Onde: Expominas, em Belo Horizonte (Av. Amazonas, 6200 – Gameleira)
Ingressos: site do evento