Cervejaria Capapreta está completando 10 anos

A cervejaria mineira Capa Preta nasceu em 2013 com o objetivo de transformar o universo das cervejas artesanais em uma experiência para todos. Com dezenas de prêmios nacionais e internacionais, é reconhecida hoje por produzir cervejas de qualidade, personalidade, drinkability e ótimo custo benefício.

A Cervejaria Capapreta está comemorando 10 anos e, convidou algumas cervejarias parceiras que também estarão no Festival como Ouropretana, Verace, Prússia, Krug, Uaimii, Caraça, Lagunitas, Octopus, Albanos e Stadt Jever. A festa vai oferecer também drink Lowka, além de open wine e open gym.

Na gastronomia, participam da festa Cineart (pipocas e doces), Classe A (frutos do mar), Cogumelado (vegano), Thiago Pongelupe (paella mineira e churrasco). O evento vai oferecer, ainda, um espaço kids completo para as crianças, live painting com o artista Gud Assis e Flash tattoo com a Find Tattoo.

Os ingressos custam R$230,00 (1º lote) via GoFree e dão direito a um open bar de cerveja, vinho e gim; um copo de vidro da Capapreta e um par de ingressos para o 1º dia do FICC – Festival Internacional de Cerveja e Cultura que acontecerá em setembro/23. Crianças até 12 não pagam.

Shows _______________
Para celebrar seus 10 anos, a Capapreta convidou bandas importantes do cenário musical de BH.

Alexandre da Mata & The Black Dogs
Grande representante do Blues Nacional, Alexandre da Mata atua como guitarrista, produtor musical e compositor, tendo, ao longo de mais de 25 anos de carreira, se apresentado em palcos do Brasil e do exterior junto de seus companheiros Irene Dias (vocal), Danilo Temponi (bateria), Cinara Motta (baixo) e Sandro Veríssimo (teclado).

Supernova
Projeto novo de mulheres da música, vem com o intuito de mostrar o verdadeiro rock e a paixão pela harmonia. Clara Bittencourt (vocal), Nina de Masi (bateria), Rafaela Gondim (baixista) e Larissa Liveir (guitarrista) apresentam um show ao som de Joan Jett & the Blackhearts, KISS, Barão Vermelho e Amy Winehouse.

CA$H
A essência do rock moderno corre nas veias da CA$H. Com 23 anos de estrada, a banda se estabeleceu como uma das referências do rock em Belo Horizonte. O repertório abrange bandas novas como Imagine Dragons, The Killers, Franz Ferdinand, Muse, Kings of Leon, Artic Monkeys passa por clássicos do rock britânico como Coldplay, Radiohead, The Verve, Oasis, Stereophonics e aterrissa nos monstros sagrados de Seattle, Pearl Jam, Soundgarden e Foo Fighters, sem deixar de lado os ícones do rock como Rolling Stones, Beatles, AC/DC, Bon Jovi, Aerosmith e outros. A CA$H é Charles M. Poesia (baixo), Mike Faria (bateria), Tiago Borba e Fábio França (guitarra) e Daniel Mazzochi (vocais).

Cianna
A banda Cianna é composta por seis integrantes que se conheceram na School Of Rock. O nome é italiano e significa CLAR; comunicação, amizade, mate fértil para os negócios, otimismo, descontração e bom humor. E a banda é realmente isso: seis jovens repletos de otimismo e afetuosidade. Seus integrantes são: Arthur Vianna Azevedo (guitarrista), Dalila Lana (vocalista), Gabriel Ramos Torres (guitarrista e segunda voz), João Pedro Malloy (baixista), João Pedro Chaves Serpa (tecladista) e João Caetano (baterista).

Classic
Performance, musicalidade, e um repertório recheado de hits para que o público se sinta à vontade para interagir e curtir. Essa é a proposta da banda Classic. Os integrantes, Felipe Sabbá (voz, guitarra e programações), Vinícius “Cavalo Doido” (baixo), Daniel Mello (bateria) e Breno Machado (guitarra) já são conhecidos no cenário de Minas Gerais e apresentam hits que vão do Rock ao House, com versões originais e inusitadas de nomes como Daft Punk, The Strokes, Kings of Leon, Foster The People, Phoenix, Franz Ferdinand, The Killers, Chet Faker, The Beatles, Coldplay entre outros gigantes.

10 anos Cervejaria Capapreta – Festa Open Bar
Data: 26 de agosto, sábado
Horário: 14h às 22h
Local: Rooftop BH OUTLET
BR-356, 7515 – Belvedere, Belo Horizonte – MG
Atrações: Bandas Cianna, Cash, Supernova, Alexandre da Mata e The Black Dogs, Classic e DJ CATEB
Ingressos: R$230,00 (1º lote)
Vendas: https://eventos.gofree.co/capapreta10anos/
Organização: Play Cultural e Cervejaria Capapreta

AgriMinas, a maior feira da agricultura familiar do país

A Serraria Souza Pinto recebe a 14ª edição da AgriMinas, a maior feira da agricultura familiar do país, que promove o contato com os agricultores familiares, degustação de comidas e bebidas típicas, além de apresentações culturais.

Realizada pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais (Fetaemg), a feira conta com o apoio da Comissão Estadual de Jovens Trabalhadores Rurais (STTR), Contag e Senar.

Ao todo, cerca de 450 expositores participam do evento e a expectativa da organização é receber 50 mil visitantes entre consumidores, agricultores, técnicos, estudantes e lideranças rurais. “É evidente a importância da agricultura familiar no contexto agropecuário brasileiro, sendo esta, fundamental na capacidade de absorver mão-de-obra local, reduzindo o êxodo rural, diversificando a atividade econômica e preservando o meio ambiente. É a grande responsável pela produção de alimentos no país”, afirma Vilson Luiz da Silva, presidente da Fetaemg e idealizador da feira.

A AgriMinas também possui uma programação exclusiva de shows para os dias de feira. No dia 1º/09, sexta, às 19h, se apresentam a dupla Júlio César e Samuel. No sábado, 02/09, também às 19h, tem Célio Santos e Banda. Fechando a feira no domingo, 03/09, às 12h, a Agriminas apresenta Trio Gerais.

Para visitar o evento, os ingressos custam, por dia, R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia), na bilheteria do Serraria Souza Pinto. A entrada é gratuita para crianças de até 10 anos e para idosos acima de 60 anos. Na quinta e sexta, 31/08 e 01/09, a feira vai das 14h às 22h. No sábado, 02/09, das 8h às 22h. E no domingo, 03/09, último dia de evento, das 8h às 18h.

Fetaemg ____________________________

Com 51 anos de atuação junto ao trabalhador rural, a Fetaemg conta com cerca de 600 sindicatos filiados em todo o Estado, representando mais de um milhão de trabalhadores rurais. A Federação trabalha como representante dos agricultores familiares, assentados da reforma agrária e assalariados rurais. Para a Agriminas, a Fetaemg prioriza agricultores que estejam organizados em cooperativas e/ou associações e que utilizam sistemas de produção orgânicos. A Federação é presidida por Vilson Luiz da Silva, também idealizador da AgriMinas.

Serviço __________________________
AGRIMINAS 2023

Data: de 31 de agosto a 03 de setembro, quarta a domingo

Horário:
31/08 e 1ª/09, quinta e sexta-feira: das 14h às 22h;
02/09, sábado: das 8h às 22h;
03/09, domingo: das 8h às 18h
Shows:
01/09: Júlio César e Samuel (19h)
02/09: Célio Santos e Banda (19h)

03/09: Trio Gerais (12h)

Local: Serraria Souza Pinto – Av. Assis Chateaubriand, 809 – Centro, Belo Horizonte/MG
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia), por dia
Entrada franca para crianças até 10 anos e idosos acima de 60

Informações: www.fetaemg.org.br/agriminas

Hans Landim se apresenta na Virada Cultural

O show “Banho de Xêro – Uma saudação às Orixás das águas”, do cantor e compositor Hans Landim, é uma das atrações da 8ª edição da Virada Cultural de Belo Horizonte.

Um show afro-pop que traz a energia das Yabás, baseado nos ritmos de matriz africana, “Banho de Xêro – Uma saudação às Orixás das águas” será apresentado no Palco Parque – em frente ao Teatro Francisco Nunes, às 02h10 do dia 20/08 (madrugada de domingo), com entrada franqueada ao público.

O show “Banho de Xêro – Uma saudação às Orixás das águas” apresenta ao público o conceito e as ações que fundamentam o bloco carnavalesco Banho de Xêro, criado por Hans Landim e atualmente em preparação para tomar as ruas da cidade no próximo carnaval.

No palco Parque, Landim, acompanhado por seis músicos, vai mostrar seu show afro-pop que faz parte do repertório do bloco Banho de Xêro. A performance combina canções da MPB com ritmos de origem africana. A abertura acontece com sons de vento e água, efeitos de percussão, quando se inicia a saudação às orixás. Em seguida, o artista e a banda interpretam “Eu e Água” (Caetano Veloso), “Ponto de Nanã” (Roque Ferreira), “Lenda das Sereias” (Vicente Mattos, Dinoel Sampaio e Arlindo Velloso), “A deusa dos orixás” (Romildo e Toninho), “É D’oxum” (Gerônimo), “Dandalunda” (Carlinhos Brown), “Maimbe dandá” (Carlinhos Brown e Mateus Aleluia), “Reconvexo” (Caetano Veloso), “Jeito Faceiro” e “Canto ao pescador” (Jauperi/Pierre Onassis), “Arrastão – Edu Lobo/Vinicius de Moraes), “Banho de Xêro” (Hans Landim) e “Deixa a gira girar” (Os Tincoãs).

O show tem origem e inspiração no bloco carnavalesco Banho de Xêro, concebido pelo cantor, compositor, instrumentista Hans Landim, que se define como artista performático e experimentador. Além de compor e cantar, Landim toca violão e instrumentos de percussão. Um show – ou um clipe – de Hans Landim, portanto, é resultado de uma combinação de música e espetáculo – um encontro de canções, sonoridades diversas, performance e composição visual.  Essa múltipla criatividade do artista belo-horizontino está registrada em suas gravações e seus videoclipes disponibilizados nas redes sociais e plataformas musicais: “Di Saquê”, “A me confrontar”, “Cafuné Café”, “Roçar Teu Pelo”, Fugir do Peito”, “A Flor do Amor” “Menino Eu” “Fora Lugar” e “Banho de Xêro”.

Realização da PBH, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Instituto João Ayres, a Virada Cultural de Belo Horizonte é um festival democrático e diverso que vem se consolidando como um importante evento da cidade. A programação da edição 2023 vai oferecer ao público mais de 60 propostas de entretenimento e diversão, entre shows musicais, festas, performance e encontros culturais.

 

Banho de Xêro – Uma saudação às Orixás das águas – Show do cantor e compositor Hans Landim, na 8ª edição da Virada Cultural de Belo Horizonte.

Data e horário: 20 de agosto – 2h10 (madrugada de domingo)

Local: Palco Parque – em frente ao Teatro Francisco Nunes.                                     

Entrada franca.

                                                                                           Assista:

Agosto dourado reforça a importância do aleitamento materno

Agosto é um mês especial para a promoção da saúde materno-infantil, com o movimento conhecido como “Agosto Dourado”, que destaca a importância da amamentação para o desenvolvimento saudável dos bebês. A amamentação é um ato natural e essencial que oferece uma série de benefícios tanto para a mãe quanto para o recém-nascido, sendo fundamental para o combate à desnutrição e mortalidade infantil.

No Brasil, o número de crianças amamentadas vem crescendo nas últimas décadas. De acordo com pesquisa realizada pelo Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil – ENANI – 2019, em 1986, o percentual de crianças brasileiras com menos de 6 meses alimentadas exclusivamente com leite materno não passava de 3%. Em 2008, já tinha atingido os 41%. Atualmente, a amamentação exclusiva chega aos 46%. Percentual próximo aos 50% que a OMS estipulou como meta a ser atingida pelos países até 2025. Além disso, seis em cada dez (60%) crianças são amamentadas até completar 2 anos de idade.

O médico ginecologista obstetra, cooperado da Unimed-BH, Antônio Fernandes Lages, explica que a Campanha mundial tem o objetivo de conscientizar sobre os benefícios da amamentação, incentivando a prática para que mais mães possam proporcionar aos seus filhos um início de vida mais saudável e protegido. “O aleitamento promove uma série de benefícios, propicia maior interação da mãe com a criança, é nutritivo e protege a criança de alergias, uma vez que quando a mulher tem contato com produtos alérgenos durante a vida, ela guarda memória imunológica e repassa para a criança através do leite. Além disso, estudos comprovam aumento do QI nas crianças que amamentam até um ano de idade”, explica o médico.

Para as mães, a amamentação também proporciona vantagens significativas. Lages revela que a sucção do bebê durante a amamentação estimula a liberação de ocitocina, o chamado ‘hormônio do amor’. “A ocitocina auxilia na redução do estresse e fortalece o vínculo afetivo entre mãe e filho. Além disso, a amamentação auxilia na recuperação pós-parto, reduzindo o risco de hemorragias e contribuindo para a perda de peso.  Além disso, a amamentação reduz as chances de a mulher desenvolver câncer de mama”, completa.

Dificuldades nos primeiros dias

Embora a amamentação seja uma prática natural, muitas mães enfrentam desafios ao iniciar ou continuar com ela. Dificuldades como dor durante a amamentação, problemas de pega, baixa produção de leite e até mesmo questões culturais podem influenciar negativamente a experiência da mãe.

Lages, que também é membro da Comissão Nacional Especializada de Aleitamento Materno da Febrasgo (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia), revela que o apoio familiar e orientação profissional adequada são cruciais na motivação e auxilio às mães que desejam amamentar. “Consultas de pré-natal bem orientadas, acompanhamento pós-parto adequado e ações que promovam a conscientização sobre a importância da amamentação são fundamentais para o sucesso dessa prática. Neste primeiro momento, é crucial que a mulher não se desespere, pois o bebê nasce com reservas para superar o período de adaptação à amamentação e, por isso, não precisa de alimentação intensa complementar nos primeiros dias”.

O médico cooperado Antônio Fernandes Lages corrobora a importância do preparo da mulher para este momento, uma vez que apenas cerca de 10% das mulheres não conseguem amamentar por algum problema relacionado a mama ou à criança. “Quando bem sucedida, a amamentação afeta a saúde mental, o bem-estar emocional da mãe e eleva a autoestima da mulher, que se sente plenamente realizada ao conseguir passar a nutrição para a sua criança e ao mesmo tempo o carinho e todo o envolvimento que significa o processo de amamentação. Por outro lado, mãe que não consegue amamentar também tem que ser preparada, pois isso pode ser muito frustrante e nem por isso ela precisa se sentir frustrada. São problemas que devem ser superados e a criança vai ser alimentada de forma artificial. Existem formas seguras e muito confiáveis para a alimentação dessa criança”, conclui.

Apoio à mulher

A Unimed-BH é uma grande incentivadora desse ato de amor e de saúde, e apoia o Agosto Dourado, um movimento de informação e apoio ao aleitamento materno, à coleta e à doação de leite materno.

Com o objetivo de propagar a informação, disponibiliza em seu Portal Viver Bem, um conteúdo completo sobre amamentação, com orientações e informações validadas por uma equipe especializada em Atenção à Saúde.

Projeto que conecta artistas independentes ao público de BH

O projeto começou com cerca de trinta pessoas, que se encontravam no quintal da casa de Thales e hoje tem um público médio de mais de 700 participantes por edição. Prestes a completar cinco anos, o Tranquilo, criado pelo músico Thales Silva para ser um rolé de descobertas e conectar artistas independentes ao público de BH, vem despontando na cena cultural nacional, com apresentações semanais na capital mineira e em São Paulo, sempre com casas lotadas e participação de novos talentos e nomes consagrados da nossa música.

A lógica do evento é ser acessível e para isso não cobra ingresso, mas sugere uma contribuição do público. Além disso, tem um bar na base da confiança e rola em locais quase secretos, revelados sempre dois dias antes por mensagens privadas no instagram e os artistas participantes, um dia antes em publicações também na rede social.

Neste final de semana, o Tranquilo estreia na Virada Cultura de BH, com o festival Tranquilo-No Escuro, que vai levar 15 atrações para um palco dentro do Parque Municipal, na Praça dos Patins. A programação, totalmente gratuita, acontecerá a partir das 19h do sábado e se prolonga até a madrugada do domingo. O line up vai contar com Gui Ventura, Maria Baldaia, Bemti, Dani Black, Veronez, Julia Branco, Bruno Berle, Chico e o Mar, Leticia Fialho, Bebé, As Panderista, Doralyce, Gabriela Viegas, Enversos e Black Dom.

Com o lema “Ouvidos atentos, corações abertos”, o Tranquilo vem construindo uma linda história na cena musical brasileira. O público é convidado a parar e apreciar cada apresentação, em silêncio, admirando a arte e respeitando o artista, seja ele famoso ou iniciante. “Instigamos as pessoas a apreciarem o trabalho autoral de cada um que se apresenta no palco do Tranquilo. Ao final dos shows principais, temos o olho no olho, uma oportunidade para artistas da plateia se apresentarem sem amplificação de som. E geralmente temos também no início de cada edição o No Escuro, onde convidamos o público a fechar os olhos para ouvir com o coração um artista surpresa e o resultado é sempre muito encantador”, explica o idealizador do projeto, Thales Silva. “Nossa ideia é ocupar as cidades com música, por isso somos itinerantes”, completa.

Nestas mais de 230 edições ao longo de quase cinco anos, já passaram pelo Tranquilo nomes de relevância nacional como JP, Zé Ibarra, Ana Gabriela, Lagum, Tiê, Tó Brandileone, Lô Borges, Tuyo, Marcelo Jeneci, Rachel Reis, Alice Caymmi, Chico Chico; artistas locais de destaque, como Nath Rodrigues, Coral, Mac Julia, Clara x Sofia, Lamparina, Daparte, Maurício Tizumba; e promessas como Marina Sena, Chico e o Mar, Enversos, que depois passaram a figurar como estrelas no mundo da música. O projeto também ocupou locais emblemáticos de Belo Horizonte, como o Museu de Artes e Ofícios, Museu Mineiro, Biblioteca Estadual, Usina Cultural, Quintal do Mamão, Autêntica e o Mercado Distrital do Cruzeiro.SERVIÇO:
TRANQUILO-NO ESCURO + VIRADA CULTURAL DE BH

Das 19h do sábado, 19/8, às 4h do domingo, 20/8
Parque Municipal – Palco Praça dos Patins
Entrada gratuita
Line up:
SÁBADO:
19h00 – Gui Ventura
19h35 – Maíra Baldaia
20h10 – Bemti
20h45 – Dani Black
21h20 – Veronez
21h55 – Julia Branco
22h30 – Bruno Berle
23h05 – Chico e o Mar
23h40 – Letícia Fialho
DOMINGO:
00h15 – Bebé
00h50 – As Panderista
01h25 – Doralyce
02h00 – Gabriela Viegas
02h35 – Enversos
03h10 – Black dom

Mais informações pelo instagram: @tranquilobh

Roupa Nova comemora 40 anos de carreira no Arena Hall

As origens do Roupa Nova remontam ao grupo Os Famks, uma banda formada em 1967 para animar festas e bailes cariocas. Embora nenhum dos futuros integrantes do Roupa Nova tenha participado da criação Os Famks, foi nesse grupo carioca de baile que eles foram se reunindo, um a um, na primeira metade da década de 1970, até formarem o sexteto que seria o embrião do Roupa Nova. Ainda sob o nome Os Famks, eles lançaram dois álbuns de estúdio com composições influenciadas pelo rock internacional da época e também gravaram, sob o pseudônimo Os Motokas, diversos LPs com versões covers de sucessos daquela época.

Considerado um dos melhores shows nacionais, Roupa Nova comemora 40 anos de carreira no Arena Hall, no dia 26 de agosto, sábado, a partir das 20hs.

Mais de 20 milhões de cópias vendidas, 38 discos lançados e 35 temas de novela, é assim que a banda Roupa Nova segue com números que impressionam e shows cada vez mais lotados.

Uma trajetória aplaudida de pé por quem conhece a história da única banda com quatro décadas de estrada e a mesma formação desde o início em atividade no Brasil.

Considerado um dos melhores shows nacionais, Roupa Nova atrai para suas apresentações um público dos mais diversos. São gerações que atravessaram as mudanças na música e seguem fiéis em cada palco que pisam Cleberson Horsth, Ricardo Feghali, Kiko, Nando, Paulinho (in memorian), Serginho Herval e Fábio Nestares, que chegou para somar e se tornou o sétimo integrante.

Tudo começou em 1980 quando foram chamados para gravar um tema de final de ano da Rádio Cidade. Mariozinho Rocha, produtor naquela ocasião, sugeriu que o nome da banda mudasse para o que hoje é um nome conhecido e amado por todo Brasil.

Quando o assunto é trilha de novela, Roupa Nova é recordista, são responsáveis por tocar o “Tema da Vitória”, composto e arranjado por Eduardo Souto Neto, que mais tarde se tornaria tema de Ayrton Senna, pela música tema do “Xou da Xuxa” e do “Vídeo Show”, todos da Rede Globo, além do “Rock in Rio”. Nas canções mais famosas estão “Whisky a Go-Go”, “Dona”, “Volta pra Mim”, “Anjo”, “Seguindo no Trem Azul”, “A Viagem”, “Coração Pirata”, entre muitas outras.

Vencedores do Grammy Latino de “Melhor Álbum Pop Contemporâneo brasileiro”, com o disco “Roupa Nova em Londres”, gravado em 2009, nos estúdios de Abbey Road na capital britânica, a banda acumula discos de ouro e platina, como com o álbum “Roupa Nova 30 anos”, de 2010.

Em 2015, o grupo lançou o CD e DVD “Todo Amor do Mundo”, que conta com participações de Tico Santa Cruz, Alexandre Pires, Ed Motta e Angélica. O trabalho intercala canções e narrativas trazendo partes da história da banda desde antes do seu início, na década de 1960.

Dentre as parcerias que a banda já fez ao longo de toda a carreira estão Roberto Carlos, Ivete Sangalo, Rita Lee, Sandra de Sá, Zélia Duncan, Fagner, Steve Hackett, David Coverdale, Fafá de Belém, Lulu Santos, Leandro & Leonardo, Daniel, Ney Matogrosso, Luan Santana, Maite Perroni e outros.

Sempre inovando, nesses 40 anos de muitos acordes, a banda lançou o álbum “As Novas do Roupa”, composto por 11 canções inéditas, que estão disponíveis nas principais plataformas digitais.

Em 2020, a banda comemorou 40 anos de carreira e havia preparado um grande evento para a gravação do projeto comemorativo, mas com a chegada repentina da pandemia por conta da COVID-19, o show foi adiado. No mesmo ano, Roupa Nova perdeu um de seus integrantes. Paulinho faleceu em 14 de dezembro deixando um vazio e muita saudade no coração de todos os admiradores da banda.

Em 2021, além de algumas lives realizadas, Roupa Nova retornou aos palcos em outubro e segue com a agenda cheia.

Em 2022 a banda prepara um inédito e emocionante projeto comemorativo de 40 anos, com participações especiais, sucessos que transcendem as barreiras da música, e claro, dar continuidade ao sonho da banda com uma linda e merecida homenagem ao Paulinho e a fantástica trajetória de seis artistas completos, amados e aclamados Brasil a fora. Além disso, a banda deu o pontapé inicial no projeto “A Força do Amor”, onde se apresentam ao lado do cantor Daniel.

Oficialmente fazendo parte da banda, Fábio Nestares entra para somar, e passa a ser o sétimo Roupa Nova, assumindo os vocais ao lado dos demais integrantes.

SERVIÇOS

ROUPA NOVA

Dia: 26 de agosto (sábado)

Local: Arena Hall (Antigo Marista Hall) – Av. Nossa Sra. do Carmo, 230 – Savassi, Belo Horizonte / MG

Horários:

Abertura da casa: 20h

Show: 22h

Ingressos: Na bilheteria do Arena Hall e pelo site Sympla.com.br

Mais informações: (31) 97222.2424

Realização: Ímpar Shows

 

Livros, cantigas de crianças e muitas brincadeiras

No dia 20 de agosto, próximo domingo, a partir das 10h, a praça Duque de Caxias (Praça de Santa Tereza), em Belo Horizonte, será palco de mais uma edição do projeto “Santa Leitura – Uma Biblioteca a Céu Aberto”. O evento de incentivo à leitura, que já é tradicional na capital mineira, conta com uma passarela de 60 metros coberta de livros de literatura infantil em português, biblioteca de livros em inglês, contação de histórias e muitas brincadeiras.

O convidado especial da edição será Nélio Torres, premiado compositor, cantor, poeta e produtor paraibano, mestre do Cavalo Marinho Estrela da Paraíba e de BH. Além disso, o projeto dispõe de vários espaços para o deleite dos visitantes. Para os adultos que estiverem acompanhando as crianças, há o “Espaço Poesia”, com livros para todos os gostos, de autores variados. Outra opção é o espaço em inglês, coordenado pela psicóloga Ana Carolina Araújo, que tem formação em inglês com aperfeiçoamento em Londres e também por Hana Abdalla, Gabriel Weitzel, Ester Gomes, que estão sempre prontos para auxiliar os baixinhos.

O objetivo do “Santa Leitura”, que tem o livro como estrela principal, sempre foi, desde a sua criação, promover, incentivar, despertar e formar leitores por meio do hábito da leitura. Todo sábado, o projeto está presente também no bairro Castanheiras, em Sabará-MG, com uma biblioteca infantil que faz parte das Obras Sociais São Gabriel. O espaço tem o intuito de despertar nas crianças o hábito da leitura de uma maneira lúdica. No local são promovidos diversos eventos de incentivo à leitura como contação de histórias, produção de textos, pinturas, palestras e oficinas diversas.

Criado em 10 de junho de 2010, o projeto voluntário e sem fins lucrativos, tem a proposta de estimular na criança, ou até mesmo no adulto, o desejo de ler. Idealizado por Estella Cruzmel, o projeto conta hoje com o “Mercado das Pulgas Santas”, um brechó para angariar fundos para o projeto, que é custeado pela própria idealizadora.

Novidade

O ‘Mercado das Pulgas Santas’ está de casa nova e já está funcionando em novo endereço (Rua Curvelo, 32, loja 20, bairro Floresta). O espaço chega com uma nova modalidade, será colaborativo. Funciona da seguinte maneira: para quem quiser ganhar um dinheirinho extra, é só levar um amigo ou parente e efetuar uma venda para eles, depois de efetivada a compra, quem vendeu ganha 10% do total da venda. O funcionamento será de terça-feira a sexta-feira, das 11 às 17h O espaço conta com peças selecionadas, de muito bom gosto e para vários estilos.

Quer colaborar com o ‘Santa Leitura’?

Quem tiver livros de literatura infantil em casa e não sabe o que fazer com eles, o projeto “Santa Leitura” recebe doações que podem ser entregues somente nos dias do evento na praça Duque de Caxias, em Santa Tereza.

Serviço: “Santa Leitura – Uma Biblioteca a Céu Aberto”

Data: 20 de agosto

Horário: 10h

Local: Praça Duque de Caxias (Praça de Santa Tereza)

Evento gratuito

Contatos:
Estella Cruzmel

E-mail: projetoleituranapraca@gmail.com

@santaleitura.estellacruzmel
@mercado_das_pulgas_santas

Cervejaria Uaimií apresenta novo chef, novo cardápio

Clima aconchegante, descontraído e divertido, além de um variado cardápio de pratos vegetarianos, carnes e grelhados leves e saudáveis. Próxima de completar nove anos, a cervejaria Uaimií, traz muitas novidades para seus clientes e apreciadores das boas cervejas. O bar da fábrica localizado no bairro Sion, acaba de ser repaginado.

“Decidimos mudar o visual, trazer mais novidades para nossos clientes”

, fala Flávia Paiva, gerente e sócia do bar da cervejaria. A partir do dia 24 de agosto, os clientes poderão acompanhar essas mudanças de perto. Ainda no dia 24, no bar, será lançada a nova cerveja que vai compor a linha. Produzida em parceria com o cervejeiro Daniel Gontijo, a Minas de Ferro – Edição Córrego do Lobo entra em cena. Uma cerveja  com variados insumos botânicos, estilo Stein-Grutbier.

Leva diferentes tipos de grãos maltados em sua composição, ervas, zimbro e lúpulo. Cor âmbar, cobre, de teor alcoólico 7,5%.Com centeio, trigo e cevada em sua composição, possui uma complexidade maltada e perfil caramelizado seco único em função da utilização do método de cocção Steinbier em seu processo.

Seu sabor conta com amargor herbal marcante e fino, que equilibra com seu teor alcoólico e seu corpo. É seca, complexa e possui baixo residual de açúcar. Seu aroma é complexo e amplo, reunindo características dos maltes e dos botânicos utilizados, com perfis de amêndoa, madeira, mel, marmelo, cacau, ameixa-seca, uva-passa e figo.

Ainda nesse quadro de mudanças, a parte gastronômica do bar passa a ser gerida pelo Chef Vicente Ramos, há mais de 15 anos de experiência na área. “Chego à Uaimii com metas, foco e trazendo uma cozinha leve, gostosa ecomplementativa, unindo o melhor da gastronomiacom a excelência das cervejas. Estou muito feliz com o desafio”, fala Vicente.

Será uma cozinha contemporânea onde a missão é experimentar boa parte docardápio. Os finger foods serão para todos os gostos e públicos do tradicional ao vegano. E no cardápio, além dos finger foods,  será possível experimentar ummenu feito especialmente para quem queralmoçar nos finais de semana ou jantar.E o menu harmonizado, para aqueles que quiserem uma experiência gastronômica com as cervejas.

Então, anote aí, a partir do dia 24 de agosto a Uamií te espera de portas abertas para uma experiência incrível!

Sobre a Uaimií

Fundada em 2014 pelo proprietário e cervejeiro Normando Campos, a Uaimií tem construído sua história como uma marca mineira bem sucedida.

Uaimií significa nascente do Rio das Velhas, em tupi-guarani. A fazenda onde está localizada a cervejaria fica na Estrada Real entre Itabirito e Ouro Preto, e suas cervejas são uma homegem a bacia do Rio das Velhas. “Antes de abrir a fábrica, estudei e viajei muito com meus pais para podermos ter certeza do que queríamos e como queriamos. Ter uma fábrica de fazenda, com raízes fortes foi o que nos motivou”, fala Normando.

Então, Uaimii é o nome da primeira cerveja de fazenda produzida. Depois vieram as outras, todas com uma história por trás. Por exemplo, a primeira linha é baseada em personagens históricos. A segunda linha, remete a fauna e a flora da bacia do Rio das Velhas. “Todo rótulo tem uma alusão ao lugar onde estamos inseridos”, comenta Normando.

Atualmente, são produzidos e envasados sete tipos de cervejas e chopes nobres, integralmente preparados com ingredientes nacionais e importados, finos e selecionados: Dortmunder Export, American Pale Ale, Dry Stout, Witbier, Bière de Garde, IPA e Helles Bock. A Saint Hilaire, que é a Biere de Garde (uma cerveja estilo Ale de fazendas do norte da França, com alta fermentação ) e a Chico Rei (Dry Stout) já foram premiadas no Festival Brasileiro da Cerveja.

A fábrica tem tambem uma questão sócioambiental muito forte. A energia é produzida lá mesmo, reaproveitamento da água, reaproveitamento do bagaço para adubo, tudo para minimizar os impactos no meio ambiente.

Com capacidade para até 22 mil litros, a cervejaria prevê um aumento da fábrica.

Fotos do Pub: André Luppi

Foto de Flávia Paiva: Hellen Dumont

Serviço

Fazenda Uaimií

Estrada de Capanema, Km9, Distrito de Acurui – Itabirito – MG

Pub Uaimií

Rua Grão Mogol, 1176 – Sion

Tel: (31) 3285-3435

Whatsap: (31) 99830-7466

Site: www.uamii.com.br

Instagram: @uaimii

Viradão Gastronômico tem rota com 34 estabelecimentos

A Virada Cultural é realizada pela Prefeitura de Belo Horizonte, em parceria com o Instituto João Ayres. E o Viradão tem curadoria da jornalista, especializada em gastronomia, Lorena Martins.

Das 19h de 19 de agosto até às 19h do dia 20, 34 estabelecimentos que estão na rota do evento oferecem as mais variadas opções ao público. São lanchonetes, barraquinhas (Feira Hippie), bares, botecos de estufa, restaurantes e padarias que abraçaram o projeto e irão oferecer desde lanches rápidos a pratos mais elaborados para qualquer horário do dia ou da noite.

Além do Viradão, a ação Rotas Sabores #ZCPE, parte do projeto Zona Cultural Praça da Estação, tem atividades que propõem diferentes possibilidades de vivenciar este território. Serão momentos de experimentação da riqueza gastro cervejeira e cultural de importantes espaços da região central. As Rotas Zona Cultural Praça da Estação são experiências de aprendizagem propostas para destacar a diversidade cultural deste território. As diferentes possibilidades de vivência do espaço têm por objetivo garantir visibilidade e reforçar a integração dos equipamentos, estabelecimentos e atores locais, fortalecendo a ideia de um território compartilhado.

VIRADÃO GASTRONÔMICO

Como diz o tema “Virada de Todo Mundo”, a programação da Virada Cultural traz música e atividades para todos os gostos. E no Viradão Gastronômico não será diferente, Lorena Martins selecionou estabelecimentos que também oferecem opções que agradem a todos os paladares. Os preços variam de R$5 a R$30, pensando não só em ser acessível, mas para que as pessoas possam experimentar pratos de vários lugares do roteiro durante as 24h de Virada Cultural. “A proposta é que o público prestigie e conheça essas iniciativas, voltando outras vezes depois da Virada e deixar de legado esse resgate e valorização gastronômica do hipercentro de BH, que possibilite à população a redescoberta e a ocupação, fortalecendo a ideia de um território público”, explica a curadora.

Ela ressalta que foi feito um trabalho de campo para a seleção de um menu diverso para compor o Viradão Gastronômico. “Peguei o mapa e fui traçando a rota de acordo com esse perímetro. Entrei, conversei, experimentei algumas coisas, conheci a proposta do lugar e quem estava por trás. Alguns eu já conhecia por frequentar, outros fui redescobrindo. Anotava algo ali, uma impressão sobre o que havia comido. Ao todo, tentei equilibrar pratos mais populares e tradicionais de BH,  com sugestões que englobam restrições e escolhas alimentares, que agradem a diversidade dos paladares, assim como são as atrações da Virada Cultural”, explica.

 

A pluralidade também está presente nas escolhas das receitas e tipos de pratos, com sugestões de café da manhã, lanche rápido, petiscos para dividir ou comer sozinho, de mobilidade, refeições e opções para sustentar o pique da Virada. O menu traz opções veganas e vegetarianas, passando por espaços como o entorno da Praça Sete, do Parque Municipal, do Viaduto Santa Tereza, Rua Sapucaí e Praça da Estação. Outro ponto tradicional é  o edifício Maletta, uma referência da gastronomia, cultura e diversidade da capital mineira.

 

Integram a programação os estabelecimentos: Acarajé da Dodô, Baixaria, Bar da Rose, Barraca da Dona Rosa, Bici Pub, Botequim Sapucaí, Cactus Pub, Churrascaria República do Rango, Delas Pub, Dorsé, Espetinho do Vandinho, Feijão Maletta, Flor de Jambu, Cine Brasil Café por Frau Bondan, Garden Chopp Bar, Graffica Bar, Laicos, Mi Corazón, Mineirinho I, Mira! BH, O Boêmio, Padaria Castro, Panorama Pizzaria, Restaurante Dona Eni, Restaurante Rossi, Salumeria Central, Stop Bar, Sula, Tropical Gastrobar, 2 Black Beer, Vento, Xangô, Xis Prime Burger, Zuzunely (Mira! BH).

 

Para Eliane Parreiras, secretária Municipal de Cultura, o Viradão Gastronômico é uma importante ação de resgate e valorização territorial. “A iniciativa celebra espaços tradicionais, presentes no cotidiano da cidade, dentro de uma área tão importante na formação da identidade cultural de BH que é o Centro. A cada ano tem crescido o número de estabelecimentos parceiros, indo de 26 no ano passado, para 34 neste ano, o que mostra a consolidação da iniciativa. A ideia é que o público tenha opções de alimentação ao longo do evento e conheça também novos estabelecimentos, fortalecendo e valorizando a culinária e economia local”, ressalta.

 

A presidente da Fundação Municipal de Cultura, Luciana Féres, celebra a união da programação gastronômica e artística proporcionada pelo evento. “Belo Horizonte é um polo criativo, reconhecido pela Unesco como Cidade Criativa pela Gastronomia. Aproveitando esse título, a Virada Cultural vai oferecer, ao longo das 24h de programação, um roteiro especial de Bares, Restaurantes e Barraquinhas na Feira da Av. Afonso Pena, entre outros estabelecimentos, cardápio típico de cada espaço e a preços bastante acessíveis. Assim, propomos a redescoberta e apropriação do Centro também pelo paladar. O Viradão é essencial para garantir não apenas a alimentação e energia para o público curtir, mas também a valorização do nosso patrimônio cultural gastronômico”.

 

ROTAS SABORES #ZCPE

A Virada Cultural de Todo Mundo também conta com a ação Rotas Sabores #ZCPE, do projeto Zona Cultural Praça da Estação, que oferece dois momentos de experimentação da riqueza gastro cervejeira e cultural de importantes espaços no Centro.

“A região que abrange a Zona Cultural Praça da Estação (ZCPE) é um local histórico desde a fundação de Belo Horizonte. Este território possui vários elementos tombados, que fazem parte da história da cidade e essas ações valorizam a região, as paisagens e os equipamentos. A Virada Cultural tem esse mesmo propósito de experienciar a cidade, então, andamos juntos. Para o evento, teremos duas atividades na Rota Sabores #ZCPE: os Circuitos ‘Varanda da Central, Janela de Todo Mundo’ e ‘Para Sempre Mandruvá’. São propostas distintas do Viradão Gastronômico, mas complementares”, explica Grazi Medrado, Diretora de Articulação Institucional da Secretaria Municipal de Cultura.

No sábado, o público poderá ocupar as varandas do Edifício Central, localizado na Praça da Estação, que são verdadeiras “janelas” para a vida de BH, aproveitando as intervenções artísticas e culturais realizadas nos corredores de bares e restaurantes do prédio, tombado pelo patrimônio histórico da capital. Terá discotecagem com Uai Sound System, que leva a cultura reggae e suas vertentes como forma de ocupação e propagação dos valores dessa cultura e o DJ Clebin Quirino, multiartista, produtor musical e audiovisual e professor de artes. Haverá também a mostra “Vozes da Rua”, um recorte da exposição realizada durante o evento em celebração ao Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, coordenado pela Subsecretaria de Assistência Social da PBH.

Já no domingo, nos bares do Quarteirão dos Coqueiros, na avenida Amazonas, artistas da cidade se reúnem em uma homenagem a Mandruvá, integrante da Velha Guarda do Samba de BH que faleceu este ano. Na ocasião, haverá cortejo e Rodas com diversos bambas do Samba mineiro. O Mestre de Cerimônia deste evento será o jornalista Acyr Antão.

 

VIRADA CULTURAL DE BELO HORIZONTE 2023

Dias 19 e 20 de agosto, das 19h às 19h.

Programação Gratuita
portalbelohorizonte.com.br/virada

 

ROTA SABORES #ZCPE • ZONA CULTURAL PRAÇA DA ESTAÇÃO

 

CIRCUITO VARANDA DA CENTRAL – JANELA DE TODO MUNDO

Endereço: Edifício Central, Av. dos Andradas, 367

 

SÁBADO:

19h às 23h

Discotecagem Uai Sound System

Discotecagem DJ Clebin Quirino

Mostra “Vozes da Rua” – exposições de trabalhos artísticos produzidos pela Pop Rua com curadoria de Luiz Lemos (Festival Camelo de Arte contemporânea)

 

CIRCUITO PARA SEMPRE MANDRUVÁ

Endereço: Quarteirão dos Coqueiros, Av. Amazonas, 115

 

DOMINGO:

13h às 19h

Projeto A Rua do Samba

Samba da Meia Noite

Faculdade da Velha Guarda do Samba

Projeto SamBento

Mestre de Cerimônia: Acir Antão

 

Release completo aqui: https://doizum.click/ImprensaViradao

Volta ao mundo com o Queijo Mineiro

Os queijos mineiros ganharam o paladar dos brasileiros e atraem cada vez mais adeptos no país e ao redor do mundo, tornando-se uma identidade gastronômica de Minas Gerais. Mesmo com o crescimento da produção do queijo artesanal e do turismo nas regiões produtoras, ainda há muitos desafios para fomentar negócios para cadeia produtiva, ampliar o turismo e conquistar o mercado internacional.

Por isso, diante desses entraves, um dos mais entusiastas defensores do queijo mineiro, o criador da Rota do Queijo de Minas e Diretor da Culturar, Jordane Resende Macedo, atravessou os oceanos pacífico e atlântico para realizar visitas internacionais com o objetivo de mostrar ao mundo os queijos produzidos de forma artesanal no Estado, em especial, o queijo do Ivair da Serra da Canastra, que é o mais premiado do mundo e que, recentemente, conquistou a certificação SIF expedido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária para exportação.

A iniciativa, que faz parte do projeto Made in Minas Gerais, passou pelos continentes norte-americanos, asiático e europeu, durante os meses de julho e agosto desse ano. Jordane saiu do Brasil com destino aos Estados Unidos com 3 queijos na bagagem, sendo um deles com o propósito de voltar ao país, e assim termos um queijo mineiro que deu uma volta ao mundo. A tour passou pela NASA e Key West, depois cruzou o pacífico até o Japão onde realizadas visitas a diversos templos, o Giant Buda e até o rato mais famoso do mundo, o Mickey Mouse em sua casa na Tokyo Disney. A viagem de retorno contou com parada na embaixada brasileira no Vaticano para reunião com o embaixador Everton Vieira, e o chefe do setor político junto a Santa Sé, Bruno Quadros, o momento que foi registrado o ato de entrega, para que fosse encaminhado ao protocolo do Vaticano via embaixada, e assim ser entregue ao Papa Francisco.

Volta ao mundo com o queijo mineiro – Ainda em Roma, Jordane cumpriu agenda na embaixada brasileira onde teve reunião com o chefe do Setor de Agronegócio, Jean Paul, e o chefe do setor de Promoção Comercial e Turismo, Durval Cardoso. No encontro, foi abordado perspectivas promissoras para o mercado queijeiro, como a importância de o setor enfrentar desafios logísticos e firmar compromissos de entrega para avançar rumo à internacionalização. Entre os desafios, Jordane pontuou alguns entraves. “Cada queijeiro fabrica artesanalmente, 20, 30 peças, em média. Para acertar um contrato de exportação é necessário firmar um compromisso de entrega. Por isso, a importância de um esforço conjunto entre produtores e governos para o investimento na infraestrutura do turismo local. No caso da Serra da Canastra, que é uma das regiões maiores produtoras do Estado, a necessidade é investir em logística para construção de um aeroporto próximo com voos regulares, para a geração de um turismo qualitativo criando ambiente para visitação, desenvolvimento turístico e facilitando condições para exportação”, afirma. Jordane e o queijo viajante ainda passaram por monumentos como o Coliseu, arco de Constantino, Fontana de Trevi e o Pantheon.

E por fim, de volta para casa em Minas Gerais, Jordane se prepara para em breve retornar com o queijo para a Serra da Canastra onde ficará em exposição para visitação, como um marco para o setor produtivo. “A nossa ideia é marcar o queijo do Ivair, como o primeiro de muitos queijos mineiros que vão ganhar o mercado internacional”, afirma.

Certificação é essencial para o setor – Jordane explica que a iniciativa de viajar o mundo com o primeiro queijo da Serra da Canastra a receber o selo SIF para exportação é um marco importante para o setor, pois celebra a conquista dos produtores e traz uma reflexão sobre a importância de criar condições mais favoráveis para a obtenção da certificação para exportação. “Sabemos que para conseguir os certificados de inspeção municipais, estaduais e federais estabelecidos pelas autoridades de saúde e segurança alimentar que visam a qualidade dos produtos os critérios são rigorosos e custosos, mas o que acontece é que muitas vezes esses padrões não estão alinhados com as práticas tradicionais e características únicas dos queijos artesanais”.

A produtora da Serra da Canastra, Maria Lúcia Pereira Oliveira, conta que para conseguir a certificação SIF do Queijo do Ivair eles precisaram fazer investimentos e adequações em equipamentos, além da contratação de um responsável técnico. “Sem o selo de inspeção estávamos perdendo mercados e parceiros no país. Agora seguimos com a nossa produção e demanda em alta, com uma média de 40 queijos produzidos de forma artesanal todos os dias, mantendo a qualidade e a autenticidade do nosso produto que agora pode ganhar o mundo”. O queijo do Ivair é o primeiro produzido na Serra da Canastra a conseguir o certificado para venda nacional e internacional e segundo Mária Lúcia, o próximo desafio para sua expansão é qualificar a mão de obra para ampliar a produção sem abrir mão da identidade e qualidade do queijo artesanal.

Fortalecer o turismo na região incrementará os negócios – Jordane destaca que atua para fortalecer 3 pilares importantes que estão interrelacionados nessa cadeia: os negócios dos produtores, o turismo na região e eventos para qualificação do trade. Ele explica que há avanços no setor com o aumento na produção queijeira, mas que ainda há muitos empecilhos para ampliar exportação e consolidar a internacionalização do queijo com atração de negócios. Entre os principais desafios estão a burocracia e custos elevados dos processos de certificações e o capital escasso para investir em expansão dos produtores locais, a maioria, vem da tradição familiar.

Em relação ao pilar turismo, ele reforça que potencializar essa vocação queijeira do estado é também incrementar a economia regional como um todo para romper fronteiras e impulsionar a exportação e atrair turismo nacional e internacional para as regiões produtoras. “Toda a cadeia se beneficia quando melhora para o produtor local, mas é preciso criar mais iniciativas como a Rota do Queijo. A valorização do mercado de queijos está intrinsecamente ligada ao fortalecimento do turismo e da economia regional, e campanhas de incentivo à rota e eventos locais são fundamentais para o mercado. A Rota não é apenas sobre degustar queijos incríveis, mas também sobre mergulhar na rica cultura queijeira e apreciar o ecoturismo. O verdadeiro valor está na experiência completa, onde os visitantes têm a oportunidade de conhecer as regiões produtoras, os produtores, suas tradições e conectar-se com as comunidades locais”.

 

Como próximo passo, ele deseja integrar outras regiões à Rota do Queijo no futuro, mas precisa de incentivo para implementar esse projeto. Além disso, outra edição do evento Made in Minas deve acontecer uma edição ainda neste ano. Com o turismo em alta, Jordane destaca que houve um incremento relevante de visita aos produtores da Rota do Queijo, após 9 meses do lançamento do roteiro. A rota, inclusive, já foi tema de documentário lançado pela Embratur narrando a história de alguns produtores locais, entre eles o Queijo do Onésio. Produtor que está com seu estoque de queijos esgotado e prazo de encomendas para mais de 30 dias, após sair em matéria do jornal Brazilian Times nos EUA. Resultados que devem ser impulsionados pela crescente demanda de turismo no Estado, considerando que Minas Gerais já vem despontando no mercado nacional, com o maior crescimento no índice de atividade turística com índice 720% superior aos outros estados, de acordo com o Ministério do Turismo, considerando que as regiões queijeiras ainda têm um potencial muito maior para receber turistas como acontece com a região vinícola no Sul do país.

SERVIÇO:

Rota do Queijo
Instagram: @rotadoqueijodeminas