Exposição inédita de Lisboa faz tributo a Santo Antônio

A devoção dos mineiros por Santo Antônio já é conhecida há tempos. Não por acaso, Belo Horizonte foi escolhida para receber a “Exposição Tronos de Santo Antônio”. Inédita no País, entre os próximos dias 16 e 19 de novembro, no Grand Hotel Ronaldo Fraga. Ponto de referência turístico tombado pelo patrimônio histórico, localizado no coração da cidade. A mostra contará toda a história sobre essa tradição centenária envolvendo o religioso e seus altares, incluindo o Museu de Lisboa – Santo António a esse contexto.

Com visitas guiadas em tempo integral, será possível conhecer e contemplar de perto uma seleção de peças legítimas que evocam símbolos populares típicos e costumes regionais, tais como: os bairros, as ruas, as calçadas, os azulejos, os manjericos, as sardinhas e os pães, bem como as louças de barro, o tostãozinho, as festas e, claro, os tradicionais casamentos.

A combinação de uma Lisboa bairrista e pura com uma versão mais contemporânea, metropolitana e cosmopolita, refletindo preocupações ambientais e sustentáveis, também será retratada na ocasião.

“Queremos levar ao Brasil, uma arte que só existe em Lisboa e que, até então, só podia ser vista lá”, afirma Vitor Costa, Diretor Geral da ATL. Segundo ele, todos os anos, os cidadãos, as paróquias e diversos grupos e comunidades confeccionam seus Tronos e os expõem em suas casas, portas ou nos arraiais das ruas. “Trata-se de uma tradição centenária, que valoriza a história dos bairros lisboetas, recuperando suas memórias antigas e valorizando a sua herança cultural”, complementa.

Sobre os Tronos de Santo Antônio

Sua tradição remete à resposta da população ao grande terremoto, em 1755, que abalou Lisboa e danificou sua igreja, provocando uma grande mobilização em torno de sua reconstrução. Enquanto os decretos reais ampliavam o recolhimento de esmolas em todo o reino, as crianças locais erguiam pequenos altares nas soleiras das casas durante o período das festas dos santos populares, pedindo “uma moeda para o Santo Antônio”. Assim, a tradição enraizou-se, tornando-se parte das atrações das famosas “Festas de Junho”.

No século XIX, os pequenos passaram a pedir “cinco milreizinhos para a cera do Santo Antônio” para gastar em guloseimas e fogos de artifício, juntando-se à folia das festas, que incluía os arraiais, os balões de cores e as guitarradas. Assim, toda a cidade enfeitava-se para receber seu Santo mais querido, seguido agora pelo peditório do “tostão para o Sant’Antônio”, estendido por todo o mês de junho.

Feitos com caixas de cartão ou bancos baixos, os Tronos eram decorados com velas, vasos, cruzes e sacrários, entre outros objetos, de chumbo ou madeira. Já as imagens do religioso eram feitas em barro e, nas mais pobres, eram substituídas por estampas de papel.

O século XX veio consolidar a presença dessas peças na cidade e, ainda hoje, todos os anos no mês de junho, os bairros da capital portuguesa são decorados com Tronos em homenagem a Santo Antônio, o padroeiro preferido dos lisboetas.

Serviço “Exposição Tronos de Santo Antônio”

Abertura (somente para convidados): dia 16 de novembro, às 19 horas

Exposição: de 17 a 19 de novembro

Horários:

dia 17 (sexta) — das 11 às 19 horas

Dia 18 (sábado) — das 10 às 16 horas

Dia 19 (domingo) — das 10 às 14 horas

Local: Grand Hotel Ronaldo Fraga

Rua Ceará, 1.205 – Funcionários – Belo Horizonte/MG

Entrada gratuita

 

Artistas internacionais para concerto de piano e canto

O Instituto Cervantes de Belo Horizonte e a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) promovem um concerto de piano e canto, no Teatro da Assembleia Legislativa. O recital será interpretado por duas artistas internacionais, a soprano uruguaia Beatriz Lozano e a pianista argentina, Mirta Herrera.

Intitulado de “Espanha e Argentina: conexão musical entre Tonadillas e Tangos”, o programa do recital se baseia na música das regiões da Argentina e do Uruguai, além da música espanhola de autores como Joaquín Rodrigo e Fernando Obradors.

O concerto faz parte do projeto “Segunda Musical”, com base no acordo de colaboração assinado entre a ALMG e o Instituto Cervantes de Belo Horizonte, em dezembro de 2021. “Essa é mais uma oportunidade de prestigiar e divulgar a cultura espanhola e hispano-americana para o público de Belo Horizonte. Promovendo um encontro de cultura e arte de forma gratuita para que todos possam apreciar”, destaca o diretor do Instituto Cervantes de Belo Horizonte, Eduardo Maura.

Sobre as artistas

A pianista Mirta Herrera nasceu e estudou piano em Buenos Aires, na Argentina. Ela prosseguiu seus estudos em Roma e depois ganhou uma bolsa para estudar música em Colônia, na Alemanha. Foi professora em conservatórios, também na Itália, e em Lausanne, na Suíça, onde obteve a sua ‘Licence de Concert’. Como solista e camerista, Mirta já percorreu Ásia, África, Europa e Américas.

A soprano uruguaia Beatriz Lozano transita pelo repertório que vai do Barroco à música contemporânea. Ela foi reconhecida e premiada pelo Instituto Ítalo-americano de Roma e pela Academia Lírica de Osimo. Beatriz estudou no Uruguai e se aperfeiçoou na Itália.

*“Segunda Musical” – Concerto com Beatriz Lozano e Mirta Herrera

Data: 20 de novembro

Horário: 20h

Local: Teatro da Assembleia Legislativa (Rua Rodrigues Caldas, 30 – Belo Horizonte – MG)

Entrada gratuitaté completar a capacidade local.

Mais informações: https://belohorizonte.cervantes.es

Rodrigo Alarcon em nova edição do Sonas Sessions

Rodrigo Alarcon é um cantor e compositor paulista que se destaca na Música Popular Brasileira contemporânea. Dono de uma das mais deliciosas vozes da nova geração de cantores brasileiros, é um compositor sagaz, cheio de emoção, drama e um senso de humor único que instiga e convida o ouvinte a passear sempre por um novo universo a cada canção. Sua proposta de troca sempre tão sincera e delicada, coleciona números pelas plataformas de streaming, atualmente com 750 mil ouvintes mensais apenas na plataforma Spotify.

O projeto Sonas Sessions, uma iniciativa idealizada pelo estúdio de música Sonastério, continua a proporcionar experiências musicais únicas.

Após a estreia bem-sucedida com o pop rock da Tianastácia e a world music de Nath Rodrigues, a série audiovisual recebe a MPB do cantor Rodrigo Alarcon para seu terceiro episódio.

Participar do Sonas Sessions vai além da gravação – trata-se de uma experiência de transmitir a vibração, a potência e a energia daquele espaço de liberdade criativa. “Ter a chance de gravar em um estúdio como o Sonastério é inspirador, e participar do Sonas Sessions torna tudo ainda mais significativo, porque, além da gravação das faixas, há o registro visual neste local, onde muitos dos meus ídolos já passaram”, ele conta.

“Para esse projeto escolhemos as faixas mais lado B do meu trabalho até hoje, são músicas que eu gosto muito, mas não são as mais pop da minha carreira! Fizemos versões ao vivo que trazem arranjos e interpretações novas que vem funcionando tão bem no show que mereciam o registro no Sonas Session!”, completa.

Rodrigo Alarcon também enfatizou a importância do Sonas Sessions para os artistas independentes. “Nós artistas independentes estamos constantemente em busca de espaço para mostrar nosso trabalho. Ter uma plataforma com a estrutura do Sonas Sessions é fundamental para o ecossistema da música, além da divulgação. Passar o dia em um estúdio como o Sonastério é engrandecedor”, ele comemora.

O Sonas Sessions visa disponibilizar música de alta qualidade de forma gratuita no seu canal do YouTube, celebrando a diversidade de estilos musicais, e o episódio com Rodrigo Alarcon se propõe a ser mais um destaque nessa jornada musical. A equipe do projeto também expressou seu entusiasmo pela participação do artista. “Rodrigo Alarcon é um artista que já estávamos de olho há algum tempo, e estamos felizes por tê-lo no Sonas Sessions”.

Assista a “Sonas Sessions – Tianastácia”:

Ouça “Sonas Sessions – Tianastácia”: https://onerpm.link/Tianastacia_SonasSessions

O Sonas Sessions continua a elevar a música brasileira a novos patamares, proporcionando uma experiência única para artistas e fãs de música. Novos episódios serão lançados em breve.

Crédito: André Greco Amaral

Rodrigo Alarcon e banda:

Rodrigo Alarcon: voz & violão

Niela Moura: guitarra, violão, voz, produção musical e direção artística

Henrique Kehde: bateria

Ygor Miranda: baixo

Ivan Silva percussão

 

Tracklist:

Cara Cara

A da Castanha

Segunda

Carta Que Não Diz

O Dia Seguinte

 

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Festival Internacional de Corais apresenta Música na Igreja

O Festival Internacional de Corais é um festival de corais que ocorre anualmente em Belo Horizonte, no estado de Minas Gerais. É um evento produzido pela Maestria Arte & Cultura Ltda, sob a coordenação do maestro Lindomar Gomes.

O Festival Internacional de Corais de Minas Gerais – FIC Minas – apresenta o projeto Música na Igreja, com os corais Lírico de Minas Gerais, Brasília, Coro Angélico, Madrigal Scala, Ensaio Aberto e Turnê Coral Canto & Vida.

As atrações:                        

CORAL LÍRICO DE MINAS GERAIS

O Coral Lírico de Minas Gerais, é um dos raros grupos corais que possui programação artística permanente e interpreta repertório diversificado, incluindo motetos, óperas, oratórios e concertos sinfônico-corais. Participa da política de difusão do canto lírico promovida pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Fundação Clóvis Salgado (FCS), a partir da realização dos projetos Concertos no Parque, Coral Lírico na Cidade, Sarau ao Meio-dia e Lírico em Concerto, além de concertos em cidades do interior de Minas e capitais brasileiras, com entrada gratuita ou preços populares. Criado em 1979, o Coral Lírico de Minas Gerais tornou-se Patrimônio do Estado em 2018 e comemorou quarenta anos em 2019. O maestro Hernán Sánchez, natural de Buenos Aires, é o regente responsável. Estudou canto no Instituto Superior de Arte do Teatro Colón e música antiga no Conservatório Superior de Música Manuel de Falla.

CORAL BRASÍLIA

O Coral Brasília foi fundado em 1995 e desde então desenvolve projetos culturais bienais visando a divulgação da música coral com foco na música coral brasileira. Estes projetos são realizados alternando apresentações no Brasil e no exterior.

O Coral Brasília se caracteriza por apresentar um espetáculo bastante eclético, com um repertório variado com peças de renome de compositores e arranjadores nacionais e estrangeiros. O repertório abrange os gêneros sacro, erudito, popular e folclórico, sendo alguns arranjos concebidos exclusivamente para a interpretação do Coral Brasília.

Ao longo de vinte e oito anos de existência, o Coral Brasília realizou viagens nacionais e internacionais, com participação em diversos certames que lhe valeram nove premiações internacionais e diversas premiações no Brasil. O maestro responsável é o Deyvison Miranda, natural de Brasília e bacharel pela Universidade de Brasília. Atualmente ocupa o cargo de pianista colaborador na Escola de Música de Brasília e de maestro titular do Coral CGU/Unacon, Coral da Câmara dos Deputados, Madrigal de Brasília e do premiado Coral Brasília. Membro da ALMUB, Academia de Letras e Música do Brasil, na cadeira de nº 14, tendo Carlos Alberto Pinto Fonseca como patrono.

CORO ANGÉLICO

O Coro Angélico é o coral mais antigo da cidade de Santa Luzia/MG, em atividade. Foi fundado em 15 de agosto de 1952, ocasião em que haviam se extinguido dois corais anteriores, o Coro dos Dolabella e o Coro dos Ramos, dos quais herdou um acervo musical sacro e popular composto por luzienses nos séculos XVIII, XIX e XX. Acompanhado da Orquestra Sacra de Santa Luzia, canta nos principais eventos celebrativos da cidade, como o Jubileu de Santa Luzia. O Coro Angélico se consolidou também, como um grupo musical cultural. Em 2022, o Conselho Municipal do Patrimônio Cultural aprovou a abertura do processo de registro imaterial do Coro e da Orquestra. No mesmo ano, a Câmara Municipal aprovou uma Moção Honrosa ao Coro e a Prefeitura sancionou lei que reconhece o Coro e a Orquestra como patrimônio cultural da cidade. O maestro Hélcio Rodrigues Pereira, atual regente do Coro Angélico e da Orquestra Sacra de Santa Luzia é graduado em Regência pela UFMG (1995) e pós-graduado em Práticas Interpretativas em Música Brasileira pela UEMG (2011).

MADRIGAL SCALA

O Madrigal Scala destaca-se no cenário canto coral, evidenciando relevante trajetória de sucesso. O grupo é atualmente um dos principais coros amadores do estado de Minas Gerais, sob os pontos de vista técnico e artístico, cujo repertório eclético é formado por composições de todos os períodos da história da música. O Madrigal Scala continua firme em seu propósito de trabalho, cumprindo o papel social da música, divulgando e promovendo o canto coral, através da regência do maestro Breno Bartolomeu, pianista, cantor, compositor, arranjador e diretor musical. Atualmente, é bacharelando em Canto Erudito pela Universidade Federal

de Minas Gerais com a doutora Luciana Monteiro, e permanece estudando música, apresentando em teatros de Minas Gerais.

CORAL ENSAIO ABERTO

A ideia do Coral Ensaio Aberto de Belo Horizonte surgiu há 12 anos, durante a realização do Dia de Minas realizado pela primeira vez em Belo Horizonte na Praça da Liberdade. A pedido do governo do estado, formou-se o Coral Cantos de Minas, que participaria então de eventos promovidos pelo maestro Lindomar Gomes. Os participantes são integrantes de diversos corais da região metropolitana de Belo Horizonte, praticando o canto coral de forma festiva e sublime. Os ensaios ocorrem aos sábados de 11h às 12h no Salão da Igreja São José em BH. O regente responsável é o Maestro Lindomar Gomes, formado em Canto, Canto Gregoriano e Regência Coral, pela Fundação Clóvis Salgado (Palácio das Artes). Técnico em Cultura da Secretaria de Estado de Cultura, é formado também em Arte educação pela UEMG e Planejamento e Gestão Cultural pela PUC Minas. Maestro do Coral Ensaio Aberto, desenvolve um projeto de resgate do Canto Coral voltado para composições brasileiras.

FIC Minas apresenta Coral Brasília, Madrigal Scala, Coro Angélico, Coral Ensaio Aberto, Turnê Coral Canto & Vida, no dia 16 de novembro às 20 horas no Teatro Municipal de Sabará.

Apresentação do Coral Lírico de Minas Gerais e Coral Brasília, dia 17 de novembro às 19h no Santuário São José.

Coral Brasília, no dia 18 de novembro às 17 horas no Santuário Nossa Senhora da Piedade – Alto da Serra da Piedade, s/n – Zona Rural, Caeté – MG.

Programação:

www.festivaldecorais.com.br

Tudo é Jazz volta a Itabirito com programação musical

Itabirito vai receber a 21 ª edição do Festival Tudo é Jazz, considerado um dos maiores festivais de jazz do país e eleito entre os 10 melhores do mundo pelo selo de qualidade da prestigiada revista norte-americana Down Beat.

No período de 14 a 20 de novembro de 2023 serão realizados shows musicais na Praça do Centenário – que contará com tendas para dar mais conforto para o público em caso de chuva -, e cortejos pelas ruas da cidade, além de uma exposição como parte da agenda em comemoração do Dia da Consciência Negra. O festival Tudo é Jazz conta com a apresentação da Gerdau e a iniciativa comemorativa foi desenvolvida pela prefeitura de Itabirito. (PROGRAMAÇÃO COMPLETA ABAIXO).

Nesta edição, o Tudo é Jazz faz homenagem às cantoras Nina Simone e Elza Soares. Nina Simone foi uma pianista, cantora e compositora norte-americana. Além de uma das grandes vozes femininas do jazz, esteve comprometida com o ativismo pelos direitos civis dos negros do seu país. No Brasil, Elza Soares é considerada um dos maiores nomes da música popular brasileira. Já recebeu o título de “A Melhor Cantora do Universo” dado pela emissora BBC de Londres.

A EXPOSIÇÃO

A exposição intitulada “Nina Soares e Elza Simone” (nome em trocadilho) já está acontecendo no Centro Cultural Francisco Xavier, até o dia 20 de novembro de 2023, com entrada gratuita.

Coordenada por Ronaldo Fraga, é realizada em parceria com o projeto CURA – Circuito Urbano de Arte, um dos maiores festivais de arte pública do Brasil (em tamanho e relevância) e que deu origem ao primeiro e único mirante de arte urbana do mundo, localizado na Rua Sapucaí, no bairro Floresta, em Belo Horizonte.

Para a mostra, as curadoras Janaina Macruz, Juliana Flores e Priscila Amoni convidaram artistas que criaram dez obras exclusivas, trazendo suas pesquisas e referências artísticas para homenagear as divas da música Nina Simone e Elza Soares. São elas: Juliana de Oliveira (@julianismo_), Ana Elisa (@aepintar), Fenix (@fenixartivista), Karine Mageste (@karinemagestenunes) e o coletivo Minas de Minas Crew (@minasdeminascrew).

“O CURA recebeu com muita alegria o convite do Festival Tudo é Jazz para fazer a curadoria dos painéis em homenagem à Nina Simone e Elza Soares, as duas cantoras que inspiraram essa edição. Buscamos nessa curadoria trazer somente artistas mulheres de Minas Gerais, entre nomes da nova safra da pintura contemporânea e artistas consagrados do graffiti mineiro. Todas as cinco artistas criaram dois painéis, cada um homenageando uma cantora. Acreditamos que trazer a arte para a cenografia do festival vai provocar ainda mais impacto no público, garantindo um espetáculo não só sonoro, mas também visual”, comenta Priscila Amoni.

A direção-geral e curadoria do Festival é de Rud Carvalho e a direção artística fica por conta do estilista Ronaldo Fraga, que assina a identidade visual do festival e as cenografias da exposição e dos palcos.

O Tudo é Jazz é apresentado pela Gerdau, com patrocínio da Cemig por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. Conta com o apoio da Prefeitura de Itabirito e a realização da ALCE— Associação Livre de Cultura e produção da New View e Governo de Minas Gerais — Governo Diferente, Estado Eficiente.

PROGRAMAÇÃO EM DETALHES:

  • Exposição “Nina Soares e Elza Simone”

Data: 14 de novembro à 20 de novembro de 2023

Local: Centro Cultural Francisco Xavier

  • SHOWS

Dia 17 de novembro de 2023 (sexta feira)

19h: Ezkiel e banda

20h30: Nath Rodrigues

22h: Tássia Reis – Tributo a Alcione

Local: Praça do Centenário

Dia 18 de novembro de 2023 (sábado)

17h: Cortejo: Unidos da Boa Viagem

Local: pelas ruas da cidade, saindo da Praça da Estação

19h: Mambojazz

20h: Happy Feet e Thais Moreira – Tributo a Nina Simone

21h30: Alma Thomas

Local: Praça do Centenário

Dia 19 de novembro de 2023 (sábado)

14h: Cortejo: Barroco Jazz + Encontro de Congados

Local: pelas ruas da cidade, saindo da Praça da Estação

15h: Alexandre Araújo

16h: Afro Jazz

Local: Praça do Centenário

CONHEÇA OS ARTISTAS

Ezkiel e banda: Cantor, compositor, letrista, dançarino, performer e modelo, Ezkiel exerce suas atividades com a marca de um jovem brasileiro contemporâneo, natural de Itabirito. Da canção, com o set típico de voz e violão, com o standard de banda, cordas, teclados e bateria, ao formato DJ e MC, Ezkiel mostra o motor da “Motown” com seus cavalos ainda na velocidade da luz.

Nath Rodrigues: É multi-instrumentista, cantora, compositora e investigadora das artes cênicas. A artista mineira dedica o seu trabalho à música brasileira instrumental, à canção e à pesquisa dos efeitos da música sobre o corpo-mente-espírito.

Cortejo Jazz Band: Inspirada na tradição de Dixieland do sul dos EUA, a Barroco Jazz Band foi criada em 2013 por músicos, na época estudantes da Universidade Federal de Ouro Preto. A proposta procura dialogar entre o tradicional Jazz dos anos de 1900 e o jeitinho mineiro de ser. O percurso do animado, irreverente e alegre cortejo é recheado de boas e engraçadas histórias e de vários sabores musicais. No repertório, canções como “When The Saints Go Marching In”, “Royal Garden Blues”, Second-line”, “All Of Me”, “St. Louis Blues”, “Georgia On My Mind”, “Second Line” e “Minas Gerais”.

Tássia Reis: Com uma carreira em ascensão, uma das principais vozes femininas do rap brasileiro, Tássia Reis vem acumulando hits que expressam as dores e delícias da existência, sem clichê, com bom humor e muito pouca simpatia pelo status quo. O talento de Tássia, consegue engajar o público com sua narrativa embalada em jazz, rap, drill, funk e pop. Com sua capacidade de contar histórias e de se fazer ouvir acima de outras vozes, ela deixa seu recado, rude, suave e sensual.

Unidos da Boa Viagem: Fundado em 2017, o Bloco Carnavalesco Unidos da Boa Viagem nasceu com a missão de revitalizar o carnaval de rua em Itabirito, Minas Gerais. Desde sua criação, o bloco tem sido uma força motriz na celebração cultural da cidade, trazendo alegria, música e cores vibrantes para as ruas a cada carnaval. Sua ala de sopristas adiciona uma dimensão melódica única às suas performances. Esta ala, combinada com uma bateria de mais de 30 ritmistas, cria uma sonoridade que é ao mesmo tempo tradicional e inovadora. Musicalmente, o bloco se define como uma celebração da música brasileira. Suas marchinhas tradicionais são complementadas por ritmos como samba, samba-reggae, funk e grooves. Esta diversidade musical reflete a rica tapeçaria cultural de Itabirito e do Brasil como um todo.

Mambojazz: Compositores como Chucho Valdés, Horace Silver, Mílton Nascimento e Frank Emílio são carros-chefe no repertório do show do dia 14. Clássicos norte-americanos popularmente conhecidos no nosso imaginário jazzístico também são executados com uma roupagem latina, mesclando diversos ritmos cubanos, afro-cubanos e brasileiros e colocam todos para dançar. Compõem o grupo, a clarinetista Thamiris Cunha; o pianista, compositor e arranjador Bruno Malaguti; o baixista Felipe Jamaica; o baterista Marcos Tinti e o músico chileno, percussionista, multi-instrumentista, compositor, produtor e pesquisador da cultura popular afro-latina, Camilo Bernarle.

Alma Thomas: A nova-iorquina começou a carreira aos 7 anos, cantando profissionalmente numa igreja episcopal em New York, onde interpretou obras de Bach, Handel e Britten. Aos 18 anos foi aceita na Universidade de Massachussets para o programa de ópera. Mais tarde ingressou na Berklee College of Music onde foi aluna de Kudisan Kai, vocalista que trabalhou com Sting, Elton John e Anita Baker.

Casada com o pianista, compositor e arranjador brasileiro Pedro Milman, chegou ao Brasil em 2004. Logo depois, teve sua estreia fonográfica na compilação “GNT New Jazz” ao lado de artistas consagrados como Norah Jones, Diana Krall e David Sanborn. Também emplacou uma música na trilha sonora do filme “Se eu fosse você”, grande sucesso do diretor Daniel Filho. Seu primeiro CD, “Sub.entendido,” com a banda “Alma Thomas Sextet”, foi lançado no Japão (Argus Label) e aclamado pela crítica. Fluente no português, escreveu uma letra em parceria com o compositor carioca Bernardo Vilhena; a canção faz parte do repertório do seu outro CD, “Live Sessions One”, segundo disco da cantora.

Happy Feet e Thais Moreira – Tributo a Nina Simone:  Durante as décadas de 30, 40 e 50, o mundo dançava e curtia o jazz e a música popular americana. Era o que se ouvia nos bailes, nas rádios, nos filmes, nas vitrolas e nos bares. Nomes como Louis Armstrong, Frank Sinatra, Nat King Cole, Bing Crosby, Ella Fitzgerald, Billie Holiday, Duke Ellington e Louis Prima eram as grandes estrelas. Este é o estilo da banda mineira Happy Feet Jazz Band. Formada em 2008, a banda tem levado a energia e o clima da época a várias cidades brasileiras desde então. É composta por Thaís Moreira (vocal) Marcelo Costa (trompete e voz), Fred Natalino (piano), Yan Vasconcellos (contrabaixo) e Bo Hilbert (bateria). Com um repertório amplo, o grupo já se apresentou em diversas cidades brasileiras, nos mais importantes festivais de música.

Barroco Jazz + Encontro de Congados:  Inspirada na tradição Dixieland do sul dos Estados Unidos, a Barroco Jazz Band foi fundada em 2013 por músicos que eram estudantes da Universidade Federal de Ouro Preto. A banda busca unir o jazz tradicional dos anos 1900 ao estilo característico de Minas Gerais. Seu desfile animado e alegre é repleto de histórias divertidas e engraçadas, acompanhado por uma variedade de sabores musicais.

Alexandre Araújo : Guitarrista, violonista e compositor mineiro é considerado um precursor do ritmo blues em Belo Horizonte. Sua carreira começou na década de 80, ao lado do inesquecível compositor Marco Antônio Araújo, com o qual participou de toda sua obra como guitarrista solo. Tem uma energia vigorosa e bom feeling como pede o velho e bom blues e faz a fusão com o progressivo de forma bem peculiar criando o ProgBlues. Em sua bagagem, traz um instrumento de rara beleza, o Sitar Indiano, mesclando estilos e culturas criando nuances em um bordado sonoro.

Afrojazz: Eduardo Santana sempre se questionava sobre a origem do jazz – melodia que movia sua paixão – e a resposta nunca era o suficiente.  Por isso, desenvolveu um detalhado estudo sobre a história do jazz e chegou até a África. De lá o ritmo se deslocou para outros continentes ganhando novas influências e interpretações. Para colocar em prática sua pesquisa, Eduardo resolveu montar, em 2012, uma banda com o mesmo nome que guiava seus estudos: Afrojazz. O grupo começou com Rafael Brito (sax tenor), Sidão Santos (baixo), Felipe Chernicharo (guitarra), Thiago Silva (bateria), Roque Miguel (percussão) e Eduardo no trompete e voz. Depois, Rodrigo Ferrera assumiu o baixo, Daniel Conceição a bateria e Oswaldo Lessa o sax.

PT de Coronel Fabriciano confirma pré-candidatura a Prefeitura

Seguindo a resolução da direção nacional e a democracia interna do partido, o PT de Coronel Fabriciano indicou a filiada Júlia Restori como pré-candidata à prefeita nas eleições municipal do próximo ano.

Júlia Restori é assistente social formada pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), com especialização em Gestão Pública e em Serviço Social e Políticas Sociais. Foi secretária municipal de Assistência Social por 12 anos em Coronel Fabriciano, nas administrações petistas.

Atuou também como presidente do Colegiado Estadual dos Gestores Municipais de Assistência Social (GOGEMAS) e presidente do Conselho Regional de Serviço Social (CRESS/MG), entre 2017 e 2023. É servidora pública concursada do município de Ipatinga, lotada na Secretaria Municipal de Assistência Social.

Construiu sua jornada política ao longo dos 32 anos como servidora pública, lutando junto aos movimentos sociais em defesa das políticas públicas sociais, em especial, na consolidação do Sistema Único da Assistência Social (SUAS).

Segundo o presidente do PT local, Francisco Soares, inicialmente o empresário Benedito Pacífico Rocha, proprietário do Hotel Metropolitano, havia colocado seu nome como pré-candidato. Mas, por motivos pessoais, retirou-se em apoio ao nome de Júlia Restori. “Desta forma, nossa pré-candidata tem o apoio total do PT”, enfatiza.

Processo democrático

Conforme o dirigente, foi realizada uma Plenária Municipal da legenda, no mês de setembro, com o objetivo de se promover uma ampla e profunda análise sobre a conjuntura política, em âmbito nacional, estadual e municipal.

Neste encontro foi debatida a forma de escolha da pré-candidatura do PT para disputa local em 2024, com o compromisso de evitar disputa interna para a definição do nome. “Assim foi feito e hoje o PT de Fabriciano está totalmente unificado na pré-candidatura da nossa companheira Júlia Restori”, afirma Soares.

Homologação

A homologação por consenso da pré-candidatura aconteceu na reunião do diretório municipal, na noite da última segunda-feira (13), contando com a presença da também pré-candidata à prefeita de Ipatinga, Lene Teixeira, e do ex-deputado federal Ivo José, entre outras lideranças do partido.

Para o presidente da sigla, “é muito importante a unidade do PT para termos uma campanha vitoriosa em Fabriciano e reconstruirmos na cidade um governo democrático, justo, inclusivo, transparente e popular, alinhado ao projeto de governo liderado pelo presidente Lula. Enfim, um governo que cuide bem de Fabriciano e de todos os fabricianenses”, assinala.

Alianças

A partir de agora, junto com direção partidária, a pré-candidata Júlia Restori inicia costuras para construção da aliança programática com os partidos PCdoB e PV que compõe com o PT a Federação Brasil da Esperança, buscando ainda diálogo com os demais partidos que compõem a frente democrática que apoia o governo Lula, para assim disputar as eleições municipais de 2024.

“O PT de Coronel Fabriciano reforça seu compromisso com a democracia e a busca pelo bem-estar da população”, concluiu o dirigente petista.

Mais informações: (31) 98720-2130

Crianças autoras de livros fazem sua primeira noite de autógrafos

Num mundo onde a tecnologia muitas vezes compete pela atenção das crianças, é surpreendente ver jovens talentos emergindo no campo da escrita. Desde pequenas histórias ilustradas até contos elaborados, essas crianças demonstram uma capacidade excepcional de expressar suas ideias e emoções através das palavras.

O projeto literário desenvolvido pelas turmas de 6º anos ao longo deste ano e conduzido pelas professoras de produção de texto, Conceição Franco e Sônia Peres, das unidades Floresta e Pompeia, respectivamente.

Trata-se de um belíssimo trabalho voltado ao fomento das atividades de leitura e produção de textos, além da ampliação da capacidade de comunicação e expressão por meio do exercício da escrita. Incentivar a produção criativa de textos de gêneros e tipos diversos, favorecendo a interpretação e a representação do mundo para a tradução de sentimentos e posicionamentos estão entre os objetivos principais. Segundo as professoras, “queremos, ainda, divulgar a criatividade e a capacidade de imaginação de nossos alunos na utilização da palavra como objeto de criação. Esse trabalho foi interrompido por causa da pandemia da Covid-19, mas em 2023 retomamos com este projeto lindo. Dessa forma, os alunos do 6º ano do CNSD produziram, coletivamente, um livro cujo objetivo principal foi o de escrever uma carta para eles mesmos daqui a 10 anos ou um poema, apresentando seus anseios, as suas perspectivas e os seus sonhos.”

“Aqui no CNSD, buscamos constantemente promover o acesso dos nossos discentes à leitura, incentivando também as práticas de escrita visando à formação crítica e, em muitos casos, até a descoberta de novos (as) escritores (as), como é o caso do nosso aluno do 8º ano, Pedro Lopes, autor do livro de crônicas Além das cores, recentemente publicado em Belo Horizonte”, afirma o coordenador da Área de Linguagens, professor Edwim Dâniker.

Serviço: Crianças autoras de livros fazem sua primeira noite de autógrafos em Belo Horizonte

Data: 21 de novembro 2023

Endereço: Rua Antônio Justino, 280 – Pompéia Belo Horizonte/MG

Informações: https://cnsdbh.com.br/2023/11/07/noite-de-autografos/


 

Feira Nacional de Artesanato reunirá talentos de todas as regiões

A tradicional Feira Nacional de Artesanato acontecerá nos dias 06 a 10 de dezembro no Expominas. A expectativa é de receber mais de 100 mil visitantes, movimentando cerca de sessenta milhões ao longo dos cinco dias de evento, segundo estimativas da organizadora, Tânia Machado, do Instituto Centro de Capacitação e Apoio ao Empreendedor, gerando aproximadamente três mil  empregos diretos (artesãos), dois mil empregos diretos (prestadores de serviço) e  perto de quinze mil indiretos.

A 34ª Feira Nacional de Artesanato acontecerá este ano com o tema A arte NAIF. Serão 20 artistas homenageados, além de uma cenografia construída pelos visitantes que terão a oportunidade de pintar, desenhar, bordar e vivenciar uma arte que muitas vezes está escondida.

Serão 706 estandes com apresentação de produtos de todo o país. A Feira é destinada ao público em geral e a lojistas e serão disponibilizadas três praças de alimentação, com lanchonetes e restaurantes, além do Butiquim, na área externa do Expominas. Entre as novidades deste ano, espaço com serviço de crepes e saladas, comida derivada de Jabuticaba, sanduíches de torresmo de barriga, além das comidas tradicionais. A estrutura do evento contempla ainda cadeira de rodas para pessoas com dificuldade de locomoção, guarda-volumes gratuito, carregadores gratuitos com carrinho para ajudar o visitante a levar as compras até o carro e fraldário.

Organizada pelo Instituto Centro CAPE, a FNA integra o Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) e é considerada atualmente a maior feira da América Latina em representatividade. Em 2023, a Feira Nacional de Artesanato conta com o patrocínio da Belotur/PBH, Cemig, Sistema OCEMG, SEBRAE Nacional, Ministério da Cultura/Lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei Estadual de Incentivo à Cultura/Governo de Minas/Secretaria de Cultura, Copasa, CDL, TAMBASA atacadista, Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas Gerais (IDENE), EMATER, Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SEDE), além do apoio da Neooh como mídia partner.

A arte NAIF

A arte NAIF é uma expressão artística realizada por pessoas autodidatas, na qual exprimem sua visão de mundo, geralmente regionalista, simples e poética. “NAIF é arte que encanta.  É uma estética livre de convenções que acolhe a todos, é coletiva, permite a liberdade e diversidade de formas de expressão. Desta forma, agrega e permite o seu fortalecimento”, ressalta Tânia Machado.

As cores intensas, vivas, alegres se destacam e convidam o público a “entrar” nas obras e revisitar as memórias afetivas. As produções, em sua maioria, são figurativas e cheias de informações, às vezes se mostram mais objetivas em termos de elementos. Para Tânia Machado, as histórias tecidas, pintadas, bordadas, modeladas e gravadas pelos artistas nos mostram o quanto a coletividade legitima e fortalece. “Contar de forma “simples” estas histórias se mantém bastante atual, forte e coeso. O “simples” muitas vezes é complexo.”

Grandes artistas NAIF que residiram em Belo Horizonte –  Zizi Sapateiro, José Damasceno,  José Luiz Soares e  Rodelnégio Gonçalvez – serão homenageados na Galeria NAIF.

Estrutura da Feira

No Foyer II haverá oficinas gratuitas ministradas pelos artistas NAIF convidados, com a participação do público, onde os visitantes estarão realizando bordados, pinturas, entalhes em madeira. Serão 16 oficinas, com a duração de 2/3 horas cada, e a participação de 160 pessoas. No final, os participantes levam consigo a obra produzida.

No pavilhão principal destaque para o espaço de Ronaldo Fonseca, artesão de Umuarama (PR) que lidera um coletivo de 35 mulheres e três homens que apresentam o Bordado sobre Telas. Fátima Coelho, artista de Belo Horizonte, presta homenagem ao artista mineiro Henry Victor, com as telas bordados. E na avenida central, serão instalados três nichos, onde artistas NAIF estarão produzindo, no momento da Feira, bordados, pinturas em telas e produtos em cerâmica.

A Feira traz a participação de projetos especiais como o Espaço Talentos – Arte Sol, com 20 artesãos convidados que participam pela primeira vez do evento com produtos diferenciados. A Artesol é uma organização fundada em 1998, sem fins lucrativos, que apoia os artesãos de todo o país e atua como um centro de pesquisa, de reflexão e de formação para políticas públicas. O Espaço TOP 100 – SEBRAE apresenta trabalhos de 100 artesãos que fazem parte do projeto que tem como objetivo identificar e premiar as unidades produtoras de artesanato pela qualidade de seus produtos, mas também por suas práticas de gestão.

No grande pavilhão estarão artesãos de todos os estados brasileiros: são 498 estandes divididos em mais de 5 mil m2 de montagem.

  • Sebrae Nacional, com artesãos de todos os estados brasileiros
  • Espaço Sebrae Minas, onde estarão expondo mais de 50 artesãos mineiros
  • Espaço SEDE – Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, onde estarão expondo mais de 50 artesãos mineiros selecionados pelo programa estadual de Artesanato
  • Espaço Talentos Minas (parceria com a Emater) com artesãos e produtores do interior do estado, que participam pela primeira vez da Feira
  • Espaço OCEMG, com cooperativas de artesãos apoiadas pela entidade
  • Espaço IDENE, com 18 núcleos artesanais do Vale do Mucuri, Rio Doce e Jequitinhonha
  • Espaço SECULT
  • Espaço Ceramistas de Brumadinho
  • Espaços Prefeituras
  • Espaço SENAR
  • Espaço Prefeitura de Belo Horizonte

A Feira Nacional recebe 34 grupos indígenas para mostrar toda a sua arte, história e cultura.  Já estão confirmadas as etnias: Pataxó, Waurá, Guarani, Balatiponé,Tupi, Okoy,Kariri Xocó, Fulni-ô, Umutina, Quéchua – Aymara, Merong.

Redes:

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Clube do Samba celebra 45 anos de movimento

O Clube do Samba, patrimônio imaterial da cultura brasileira, celebra 45 anos em 2024. Para enaltecer a sua importância, a Família Nogueira lança o Clube do Samba 45 anos, um movimento especial que promoverá ações o ano inteiro, como rodas de samba no verão, bloco de carnaval, espetáculo musical, oficinas para crianças e muito mais! Iniciando a comemoração, Diogo Nogueira, sambista e filho do fundador João Nogueira, apresentará as ações – e uma logo comemorativa – durante show gratuito dentro do projeto Mesa Brasil, no Grande Teatro do Sesc Palladium.

Entre as atividades comemorativas, o Baile do Clube do Samba terá uma edição especial comandada por Diogo Nogueira e convidados, na quinta, dia 08 de fevereiro de 2024. Já na terça de Carnaval, dia 13 de fevereiro, o Bloco de Carnaval fará seu tradicional desfile na Praia de Copacabana, na Avenida Atlântica. E para fechar o verão, na última semana de março, o Clube do Samba 45 anos promoverá uma edição especial do Festival Clube do Samba de Verão, com diversos convidados para a famosa roda de samba, onde já passaram Fundo de Quintal, Mumuzinho, Criolo, Marcelo D2 e Moacyr Luz.

O projeto Clube do Samba 45 anos foi desenvolvido por Clarisse Nogueira, do Clube do Samba, em parceria com Fernando Campos, do Grupo Prismah. Clarisse Nogueira, que atualmente está à frente do Clube do Samba ao lado da mãe Angela Nogueira, destaca que o movimento vem para contar toda a história de João Nogueira através da música. “O nosso objetivo é que o Brasil conheça o que é o Clube do Samba. Muito mais que um movimento, o clube traz entretenimento, cultura e promove ainda um projeto social que atende gratuitamente cerca de 120 crianças no subúrbio do Rio”, explica Clarisse.

Para o segundo semestre de 2024, haverá a estreia do musical “Através do Espelho”, que contará toda a trajetória de João Nogueira e o Clube do Samba em um espetáculo único. Diogo Nogueira interpretará seu pai na superprodução. “O maior desafio em interpretar o João Nogueira será transmitir o artista valente e guerreiro que ele era. Eu já tenho alguns dos trejeitos dele, mas fazer no palco será bem diferente”, comenta o cantor, que já atuou em musicais como “Sambra – 100 anos de samba”. O musical tem direção geral e produção de Fernando Campos e Clarisse Nogueira, enquanto Gustavo Gasparini assina o roteiro e a direção artística.

Para levar o legado à novas gerações, também haverá um musical infantil no segundo semestre. “Nogueirinha – João Nogueira Para Pequenos” faz parte do consagrado projeto Grandes Músicos Para Pequenos, de Diego Morais e Pedro Henrique Lopes. “Através do Espelho” e “Nogueirinha – João Nogueira Para Pequenos” serão gravados em alta qualidade e posteriormente lançados em praças, cinemas e centros culturais em mais de 100 cidades do Brasil, através do Cine Palco.  “É necessário levar a cultura a lugares que muitas vezes são esquecidos. Seria inviável levar produções gigantescas para tantas cidades. Mas com a gravação, podemos levar espetáculos para todos e a cultura merece ser acessível a todas as comunidades, independentemente de onde estejam localizadas”, diz Fernando Campos, sócio do Grupo Prismah, responsável pelo Cine Palco.

Ainda nas comemorações dos 45 anos, haverá o lançamento do livro “É Disso Que O Povo Gosta!”; uma exposição no Imperator – Centro Cultural João Nogueira, no Méier (Rio de Janeiro); e oficinas para formar e capacitar jovens talentos, através do Clubinho do Samba, oferecendo inclusão, diversidade, qualidade de vida e cidadania.

Sobre o Clube do Samba: Enquanto as estações de rádio e televisão privilegiavam apenas as músicas de discoteca americana, João Nogueira no dia 5 de maio de 1979 criou o Clube do Samba para fortalecer as raízes brasileiras. O movimento sociocultural nasce como um espaço de resistência à “invasão” da música americana no país, de forma humilde, dentro da casa de João Nogueira, no Méier, zona norte do Rio de Janeiro. A atividade principal do Clube do Samba? Rodas de samba no quintal da residência, onde se reuniram os maiores compositores e cantores da história do samba. Ao longo da trajetória do clube, artistas como Beth Carvalho, Martinho da Vila, Alcione, Cartola, Elizeth Cardoso, Ivone Lara, Clara Nunes, entre tantos outros que fortaleceram a iniciativa. João Nogueira presidiu o Clube por 21 anos, até seu falecimento em 2000, quando Ângela Nogueira assumiu a presidência e continua até hoje, com o objetivo de perpetuar o samba e formar culturalmente crianças e adolescentes carentes.

Pink Floyd Reunion apresenta seu novo espetáculo

Depois de aplaudidas temporadas com a obra “The Wall – O Filme”, com todas as sessões lotadas, a banda mineira não podia perder a oportunidade de homenagear outro clássico que está entre os cinco álbuns mais vendidos da história da música. “Não queríamos fazer mais do mesmo, simplesmente executando o disco na íntegra, como muitos tributos já vêm fazendo. Precisávamos criar algo impressionante, para que o público saísse extasiado, assim como aconteceu com The Wall”, explica Marcelo Canaan, líder da PFR.

Para isso, segundo Marcelo, resolveram apresentar outra obra clássica: o Live At Pompeii – filme longa-metragem de um show do Pink Floyd que foi gravado sem público nas ruínas da cidade de Pompéia, na Itália. “O filme registra o auge da fase inicial e mais psicodélica deles e será exibido na íntegra durante o espetáculo, num telão de altíssima resolução que cobrirá todo o fundo do palco.”

Mas, como o Live At Pompeii “conversa” com o Dark Side? “As duas obras foram gravadas na mesma época e representaram o momento de virada deles, que ganharam o mundo com a venda de mais de 40 milhões de discos. E o filme é muito marcante pois intercala as músicas com cenas da banda gravando o ‘Dark Side’ nos estúdios Abbey Road, em Londres”, conta.

Foi assim, então, que surgiu a ideia do show Live At Pompeii & Dark Side Of The Moon: 50 anos: “Exibiremos a íntegra do filme e reproduziremos o cenário do show original, inclusive com instrumentos e equipamentos de época, tudo conforme gravado originalmente pelo Pink Floyd nos anos 70. As músicas do Live At Pompeii serão executadas pela banda em perfeito sincronismo com os movimentos dos músicos originais do Pink Floyd na tela, exatamente conforme já fazemos no The Wall e deu super certo”, continua Marcelo.

“Já durante as canções do ‘Dark Side’ teremos um espetáculo incrível de iluminação, contextualizado pelos trechos de documentário do filme, com cenas das gravações originais do álbum, em Abbey Road”, explica.

“Esperamos que o público se divirta e curta um espetáculo emocionante, como de costume, o que já virou marca registrada do Pink Floyd Reunion”, finaliza Canaan.

Os ingressos estão à venda na bilheteria do Cine Theatro Brasil ou pelo site do Eventim no 2º lote por R$130,00 (Plateia I) e R$100,00 (Plateia II).

Sobre a banda ______________________
Completando 20 anos em 2023, a Pink Floyd Reunion é reconhecida pela fidelidade e pelo perfeccionismo na execução da obra do Pink Floyd. A banda se diferencia por executar os clássicos álbuns da banda inglesa na íntegra, respeitando os arranjos das músicas em suas versões originais e sem se permitir nenhum tipo de improviso, de forma a transportar para o público a sensação de revivê-las, ao vivo, exatamente como concebidas na obra original.

SERVIÇO____________________________
Pink Floyd Reunion – Live At Pompeii & Dark Side Of The Moon: 50 anos
Datas: 14 e 15 de novembro de 2023
Horários: Dia 14/11, às 21h  e dia 15/11, às 19h
Local:
 Cine Theatro Brasil Vallourec (BH/MG)
Av. Amazonas 315 – Centro, belo Horizonte/MG
Ingressos:
2º Lote: R$130,00 (Plateia I) e R$100,00 (Plateia II)
Vendas: Bilheteria do teatro ou pelo site da Eventim

Foto: Victor Maciel