Mineirão, terça-feira, 8 de julho de 2014 Semifinal da Copa do Mundo 2014

Por Henrico Riani*

Brasil 1 x 7 Alemanha

Público: 58.141
Posse de Bola: 52% x 48%
Passes: 433 (79%) x (82%) 483
Finalizações: 18 x 13
Finalizações ao gol: 13 x 12
Escanteios: 7 x 5
Impedimentos: 3 x 0
Bolas Recuperadas: 46 x 34
Bolas Perdidas: 69 x 76

Brasil: Júlio César, Maicon, David Luiz, Dante, Marcelo, Luiz Gustavo, Fernandinho, Hulk, Oscar, Bernard, Fred.
Felipão.

Alemanha: Neuer, Lahm, Boateng, Hummels, Howedes, Khedira, Schweinsteiger, Müller, Kross, Özil, Klose.
Joachim Löw.

Fatos Históricos:

Uma semifinal de Copa do Mundo, a segunda da história no país do futebol.

O reencontro de duas gigantes seleções após a disputa da final da Copa de 2002

A Seleção Brasileira entra para a partida sem seu principal jogador Neymar, que se contundiu gravemente nas quartas de final. Além disso, entrou sem o zagueiro Thiago Silva que havia recebido seu terceiro cartão amarelo nas mesmas quartas contra a Colombia.

Essa que foi a maior goleada da Copa, também foi a pior derrota da história da Seleção Brasileira, com a diferença se igualando com um 6 x 0 sofrido em 1920 pela Seleção Uruguaia.

Com o gol marcado nessa partida, Miroslav Klose passou Ronaldo Fenômeno e se tornou o maior artilheiro da história das Copas do Mundo com 16 gols marcados em 4 copas diferentes.

A goleada da Alemanha contou com uma sequência incrível de 4 gols em 6 minutos, sendo 2 deles com cerca de 13 segundos de bola rolando de diferença.

A Seleção da Alemanha jogou a partida com seu segundo uniforme que tinha as cores rubro negras. A Adidas, como patrocinadora dos alemães e do Flamengo, fez uma homenagem ao time rubro negro brasileiro e a partida que vai ficar para a eternidade, vai ser sempre lembrada com um toque flamenguista.

Fatos Pessoais:

Estava em Belo Horizonte no dia da partida e um dia antes, descobri o hotel que a seleção alemã estava. Era muito fã do praticamente time campeão da Europa pelo Bayern de Munique então fui até o hotel deles para conseguir uma foto. A segurança do hotel estava muito boa e por isso não consegui chegar até os jogadores, mas eles estavam confraternizando no restaurante do hotel e era IMPRESSIONANTE o número de garrafas da cerveja Heineken na mesa dos jogadores. Chuto mais de 50 garrafas enfileiradas. Não sei se os alemães são mais resistentes, mas levando em consideração o tanto de cerveja na mesa dos jogadores, é bem provável que a seleção alemã jogou aquele jogo de ressaca.

Como era muito fã da Alemanha, comprei um boné da Renner com a bandeira do país cerca de uma semana antes do jogo. O principal jogador alemão para mim era o meio campista Schweinsteiger que usava a camisa 7 na seleção, então comprei o boné com o número 7. Meu pai, ao ver a cena falou que não ia levar o boné pra mim pois “vai que o Brasil toma de 7 por causa desse boné”. Insisti, levei o boné e o final todos sabemos.

Comecei a partida com uma camisa da Alemanha por baixo e uma do Brasil por cima. No primeiro gol da Alemanha “comemorei” sem jeito mas no final da partida terminei chorando sem ambas as blusas. Foi ali que eu aprendi a não torcer por nenhuma outra seleção.

Após o jogo terminar, todos os estabelecimentos de comida do centro de Belo
Horizonte estavam fechados e o único aberto para uma comida após a goleada vergonhosa era o McDonalds. Por morar em Ubá, uma cidade sem as grandes franquias, foi nesse dia e dessa forma que eu comi pela primeira vez o fast-food mais conhecido do mundo.

Nota Final:

Esse jogo tem muito mais camadas do que apenas tática e números, mas vamos falar deles também. Uma semifinal que Copa do Mundo nunca é uma linha contínua. O tamanho deste jogo para um jogador e uma nação faz com que essa linha se ramifique e traga elementos de todos os aspectos da sociedade para dentro das quatro linhas.

Falando primeiro sobre a tática e os elementos como escalação, o Brasil teve que se reinventar ao perder dois de seus principais jogadores de forma trágica nas quartas. Thiago Silva tomou um amarelo que, na minha opinião, o árbitro pegou pesado e não tinha necessidade e Neymar com uma lesão que quase acabou com sua carreira. Para suprir essas duas faltas, Felipão escalou Dante e Bernard o que gera até hoje críticas para o técnico. Dante era uma opção praticamente única para repor Thiago Silva, mas Bernard poderia ter sido substituído por William, Paulinho, Jô ou talvez a melhor opção para mim que reassisti, mais um volante com Ramires.

E isso porquê nos primeiros minutos de 0 x 0 ou até um pouco depois do primeiro gol, já conseguíamos ver falhas e aberturas na defesa que originariam os gols. A Alemanha, chegava com facilidade não pela zaga, culpa do David Luiz ou Dante como muitos colocam. O culpado dessa história é o Felipão que deixou Luiz Gustavo sozinho atrás para lidar com Özil, Kross e Müller no meio campo de ataque alemão e adiantou Fernandinho. Bernard que tinha 21 anos parecia bem nervoso ao longo da partida, mas era perceptível a vontade que ele estava de jogar.

Com todas essas falhas ainda sim o Brasil conseguiu chegar 3 vezes antes do gol aos 11 minutos da Alemanha. Um trabalho de pressão constante manteve o Brasil muito com a bola no começo e permitiu Marcelo dar um chute ao gol, uma bola bem enfiada para Hulk e um escanteio com menos de um minuto de jogo. Quando o Brasil leva o primeiro gol do jogo, os jogadores se motivam e, minutos depois continuam no ataque tentando o empate. Mas após o segundo gol, uma desatenção cai sobre todo o time brasileiro e tomamos os incríveis 4 gols em 6 minutos. 6 minutos de desatenção, de apagão em todo time custaram o maior vexame que já passamos como seleção.

Apesar de claramente tardio, o trabalho de recomposição mental da seleção foi um milagre. Se continuássemos da mesma forma que entre os fatídicos 23 e 29 minutos do primeiro tempo, nós teríamos levado claramente mais gols. Após um apagão é difícil voltar aos trilhos, mas a seleção conseguiu se segurar, botar a cabeça no lugar e brecar esse momento fulminante que os alemães aproveitaram de nossas falhas.

O segundo tempo do Brasil mostrou que conseguiríamos jogar sim de igual pra igual contra a Alemanha, claro que 7 contratempos da Alemanha impediram a vitória do Brasil, porém o Brasil não fez um péssimo trabalho no ataque. Manuel Neuer fez pelo menos 4 defesas difíceis que impossibilitaram qualquer reação brasileira, o que mostra que esse jogo é muito diferente do que muitas pessoas imaginam. Além disso eu enxerguei um pênalti não dado a favor do Brasil no segundo tempo, mas não que isso iria resolver e ajudar em algo.

Ao contrário do que muita gente fala, não acho que a Alemanha “tirou o pé para não humilhar o Brasil em sua casa”, já que o segundo tempo foi jogado praticamente da mesma forma que o primeiro, com o Brasil com a posse e tentando suas jogadas sem eficiência no último passe ou chute. Os alemães não são máquinas e, correndo o que correram no primeiro tempo iriam cansar no segundo, coisa óbvia dentro do futebol que ocorre em quase todo jogo independente do resultado.

Acho que dizer que tiraram o pé é mais uma forma de tentar diminuir a seleção sem saber o que está falando. A possibilidade de uma reação já era minúscula após perder o primeiro tempo por 5×0, mas a cada minuto que passava a ficha iria caindo cada vez mais e o desânimo também. Esse pra mim foi o motivo dos dois gols marcados pelo iluminado Andre Schürrle na segunda etapa.

Olhando unicamente para as estatísticas e os números do jogo, sinto que são traiçoeiros mas muita gente esquece dele quando vão criticar a Seleção Brasileira ou exaltar a Alemã. Numa partida onde os brasileiros tiveram mais posse de bola, mais finalizações e finalizações certas, mais escanteio, mais divididas ganhas e menos bolas perdidas, a seleção canarinho é muito injustiçada pela sua atuação nessa semifinal de copa.
Mas sim, os números são muito subjetivos quando vamos falar de futebol, já que citei tantas coisas que o Brasil liderou sobre a Alemanha mas ao final no placar perdemos de maneira histórica e vergonhosa.

Mas se não acho que o Brasil pecou 100% no futebol jogado, como perdemos uma partida desse tamanho dentro de casa ? A Seleção Brasileira de Futebol perdeu para a Alemanha no psicológico. Eu não consigo imaginar como estava o vestiário brasileiro no intervalo perdendo de 5 x 0. Olhar para as arquibancadas e ver gente chorando, te xingando ou em completo choque por você não representar elas bem, abalaria até o coração mais frio.

Apesar de não ser a seleção mais forte em campo, essa mesma seleção tinha ganhado da atual campeã do mundo um ano antes de 3 x 0 na Copa das Confederações, o que mostra que tínhamos potencial como grupo e tínhamos o fator casa ao nosso favor. Mas só de não ter seu principal jogador que é o cara que leva o time, que quando fôssemos precisar assumiria a responsabilidade, a seleção já entra abalada. Thiago Silva que seria o melhor zagueiro do mundo pela FIFA no mesmo ano também é um desfalque tremendo ainda mais na liderança da equipe, já que era o capitão da seleção desde o começo da Copa.

Toda essa nota e minha visão serve pra que ? Eu apenas tirei o peso das costas do jogadores, julguei quem critica uma seleção que levou de 7×1 e botei a culpa desse vexame no psicológico abalado dos jogadores ? Não. Essa pulga atrás da orelha surgiu quando fui pesquisar as estatísticas esperando um amasso completo da Alemanha e me deparei com uma superioridade brasileira. Assisti o jogo para tirar minhas próprias conclusões e ver com um olhar crítico que eu não tinha na época da partida, e percebi o real déficit da seleção nesse jogo tão marcante.

A Alemanha era um grande time completo, uma seleção com um técnico renomado e longevo na seleção o que só colabora para a grande copa e o título na final. E ao contrário disso o Brasil estava com um técnico contestado, uma seleção fraca para os padrões brasileiros e jogando uma copa conturbada dentro de casa, ou seja tinha sim uma grande diferença antes mesmo da partida começar entre os dois elencos.

Talvez o Brasil estivesse fadado a esse fracasso e, independente de escalação, técnico ou apagão nós iríamos perder esse jogo pela disparidade dos futebóis. Mas a minha mensagem é que apesar de triste, convido a assistir o jogo novamente como eu fiz e analisar esses pontos colocados acima.

O mundo funciona assim desde que é mundo então nunca iremos saber o que aconteceria com Neymar e Thiago Silva no jogo, se Felipão tivesse escalado o Ramires, se Müller tivesse furado no escanteio ou se Neuer não fosse a muralha no gol da Alemanha, mas a única coisa que podemos fazer é imaginar e sonhar.

Para mim, a seleção do Brasil podia ser a pior dos últimos anos, mas jogando em casa, com foco 100% do tempo e com seus principais jogadores em campo tenho certeza que bateríamos de frente com a mesma Alemanha e até com a Argentina na possível final.

  • Henrico Riani, Ubaense de nascimento, belorinzontino de coração, acadêmico em Jornalismo pela PUC/MG, flamenguista e amante da música e do esporte.

Dia de Doar: uma data para promover a generosidade

A edição 2023 do Dia de Doar ocorrerá no próximo 28 de novembro. O movimento visa mobilizar, incentivar e fortalecer o hábito da doação engajando pessoas físicas, empresas e organizações no mundo todo. No Brasil, essa iniciativa tem ganhado força e vem fortalecer a cultura da doação, com o objetivo de tornar o país mais solidário e generoso.

A Legião da Boa Vontade (LBV) também participa deste movimento global por meio de sua campanha de mobilização social para arrecadação de alimentos para compor as 50 mil cestas que serão entregues a famílias que vivem em situação de vulnerabilidade social em mais de 200 municípios do país.

A fome é diária. O nosso trabalho também.

Acesse: lbv.org.br e doe quantas cestas puder.

Faça uma transferência bancária via PIX pelo e-mailpix@lbv.org.br.

Ligue para o telefone: 0800 055 50 99.

Leve sua doação à LBV mais próxima:

São mais de 80 unidades de atendimento da LBV espalhadas pelas cinco regiões brasileiras e que estão engajadas nessa grande mobilização solidária para receber as doações de alimentos. Em Belo Horizonte/MG, o Centro Comunitário de Assistência Social da LBV está localizado na Av. Cristiano Machado, 10691– Planalto, tel.: (31) 3490-8126.

Para outras informações, acesse: www.lbv.org.br

Alimentação: um direito de todas as crianças

 

Sobre o Dia de Doar

O Dia de Doar faz parte de um movimento mundial chamado #GivingTuesday (terça-feira de doação). A iniciativa aconteceu pela primeira vez nos Estados Unidos, em 2012, e é realizada sempre na terça-feira após o Dia de Ação de Graças (Thanksgiving), uma resposta solidária à Black Friday e à Cyber Monday. No Brasil, a primeira edição ocorreu em 2013, e, no ano seguinte, o país entrou oficialmente no movimento global. Liderado pela ABCR (Associação Brasileira de Captação de Recursos), a data comemorativa faz parte da rede do Movimento por uma Cultura de Doação e conta com a parceria do Instituto Mol. Este ano, o Dia de Doar está incentivando também a realização das campanhas comunitárias que mobilizam recursos locais para que sejam investidos na própria comunidade.

Espetáculo “Não sou nenhum Roberto”, do artista Marcelo Veronez

Nesta quarta-feira, dia 15 de novembro, acontece, na casa de shows Autêntica, em BH, a comemoração dos 15 anos do espetáculo “Não sou nenhum Roberto”, do cantor e ator Marcelo Veronez, sucesso absoluto em cartaz desde 2008. Estreando o formato pista com mesas e cadeiras na Autêntica.

Famoso nas noites belo-horizontinas, o espetáculo “Não sou nenhum Roberto” traz clássicos de Roberto e Erasmo Carlos com uma abordagem roqueira, sexy e dançante, sob a voz potente e performance teatral de Marcelo Veronez.

Nesses 15 anos de estrada, Marcelo já passou por capitais como Rio e São Paulo e cidades do interior de Minas como Ouro Preto, Itabira, Juiz de Fora, João Monlevade, entre outras, sempre com grande sucesso. Na capital mineira, integrou a mostra CineBH e realizou shows em espaços como SESC Palladium, Teatro Sesiminas, Praça da Liberdade, Parque Lagoa do Nado e o inferninho Gruta (sua casa oficial) e a Virada Cultural, tendo a participação de Odair José como convidado especial, na rua Guaicurus em noite histórica.

“Para mim é um orgulho e ao mesmo tempo um espanto. Um show que nasceu para uma ocasião especial, pra ser realizado apenas uma noite, comemorar 15 anos de apresentações ininterruptas. No teatro a gente costuma ver a mesma peça sendo encenada por 5, 10 e até 20 anos. Em música popular, é raríssimo”, diz Veronez.

Com uma enorme receptividade e agradando pessoas de todas as idades, o espetáculo mexe com a memória emotiva do público que sempre tem alguma história para contar sobre o repertório e a experiência vivida ali naquele momento, independentemente do nível de intimidade com a obra dos homenageados. Não raro, pessoas mais jovens relatam ter dificuldade de ouvir a obra original, mas dizem adorar a proposta do show.

Veronez acredita que a dramaturgia das canções e a oferta de drama que só esses clássicos conseguem entregar, aliadas à performance e à teatralidade levadas para a cena contribuem para trazer um refresco para esse repertório muitas vezes considerado cafona, antigo e brega. “Não sou nenhum Roberto” trata a obra com o respeito devido, sem jamais classificar as músicas com esses adjetivos tão inadequados. Mas também não abre mão do deboche, do humor e do erotismo contido nas entrelinhas das canções.

Para quem ainda tem dúvidas sobre o que se trata o show, Marcelo ressalta: “Sou um intérprete. As pessoas não vão encontrar ali uma cópia de Roberto e nem de Erasmo, o nome do show evidencia isso. O que eu faço é trazer essa obra pra dentro dos aspectos que me formam como artista de teatro, como pessoa LGBT, como alguém que começou a entender essa obra ainda adolescente nos anos 90 na periferia, junto com o bullyng e com os hormônios fervendo. Procuro, a partir disso, expor uma visão muito particular e que dialogue com o mundo atual, que possa evocar lembranças, mas que também possa apontar para o futuro, para novas perspectivas sobre essas lembranças. “O espetáculo ‘Não sou nenhum Roberto’ é um show de clássicos reinventados, de rock melodramático com camadas de glitter, purpurina e pitadas de memórias guardadas lá no fundo da alma de todos nós”, explica Veronez.

Sobre Marcelo Veronez

Marcelo Veronez é cantor, ator, diretor de teatro e de shows, formado pelo Teatro Universitário da UFMG (2003), com passagens pela Anthonio Escola de Canto e Primeiro Ato Centro de Dança. Em 2017, lançou o seu disco de estreia: “Narciso deu um grito”. Atuou nos espetáculos “Os Saltimbancos” de Chico Buarque, onde recebeu o Prêmio Sinparc como melhor ator coadjuvante em 2011. Veronez também é pesquisador do encontro entre teatro e música popular através do projeto “Rampa: treinamento cênico para artistas da música” e foi, por muitos anos, gestor da Gruta!, um dos espaços mais importantes da cultura underground e LGBTQIA+ de Belo Horizonte. Dirigiu shows de Déa Trancoso, Lamparina e Dolores 602, além de espetáculos de teatro sendo o mais recente a montagem de formatura dos alunos do CEFART, Palácio das Artes.

Atualmente Marcelo Veronez está no elenco de duas montagens de “Auto da Compadecida” de Ariano Suassuna. Uma sob direção de Gabriel Vilela junto do Grupo Maria Cutia de Teatro e outra sob direção de Chico Pelucio, em formato operístico, com a Orquestra Ouro Preto. Seus shows mais conhecidos são a versão erotizada e punk das músicas de Roberto, Erasmo e congêneres “Não sou nenhum Roberto”, sucesso absoluto em cartaz há 15 anos, desde 2008 em BH, e o show do disco “Narciso deu um grito” que ficou três anos em cartaz, percorrendo espaços como os teatros Sesiminas e Brasil, Cine OP, Praça da Estação, Virada Cultural, Festival Transborda, entre outros. O trabalho musical mais recente do artista é o show-discurso “Como se não tivesse acontecido nada”, apresentado no teatro do Galpão Cine Horto, no Festival Música Mundo, La Movida Micro Teatro, Teatro Sesiminas, Teatro Raul Belém Machado, A Autêntica e Virada Cultural, em BH. Marcelo também fez duas apresentações na SP Escola de Teatro, em São Paulo. Todos os shows citados estão gravados pela Rede Minas e disponibilizados no YouTube como especiais de TV da emissora.

Em mais de 20 anos de palco e 15 anos de música, Veronez já teve a sorte e a alegria de dividir o palco, cantar junto e de trabalhar com pessoas que admira profundamente, como Suely Machado, Babaya, Maria Alcina, Otto, Iconili, Julia Branco, Sérgio Pererê, Odair José, Zezé Motta, Maurício Tizumba e Elza Soares.

SERVIÇO

Espetáculo “Não sou nenhum Roberto”, do cantor e ator Marcelo Veronez,
comemora 15 anos em cartaz

Data: 15 de novembro, quarta-feira

Local: Autêntica: Rua Álvares Maciel, 312, Santa Efigênia – www.aautentica.com.br

Horário: A casa abre às 20h e o show começa às 21h

Ingressos em pé: R$ 40,00 antecipados

Ingressos para mesas esgotados.

Instagram:
@veronezcanta

YouTube:
Marcelo Veronez – Festival Somos Comunidade (Hypershow especial Rede Minas)
https://www.youtube.com/watch?v=Tx3zLSBWEyo&t=132s

Capital Inicial chega a Belo Horizonte com turnê 4.0

São 40 anos de história rodando o país e enchendo os locais por onde passam. A banda Capital Inicial chega em Belo Horizonte com a turnê 4.0.

No dia 18 de novembro, o quarteto formado por Dinho Ouro Preto, Yves Passarell, Fê e Flávio Lemos se apresenta no Expominas BH, em Belo Horizonte. No repertório, as faixas preferidas dos fãs, novidades e versões inéditas dos clássicos hits. Antes, a banda de rock O Que Sobrou do Caos abre o show com clássicos inspirados pelo grunge de bandas como Silverchair, Stone Temple Pilots e Nirvana.

Os ingressos estão disponíveis a partir de R$105, com o show iniciando às 22h. Este show oferece a categoria de experiências exclusivas de NFT.

O projeto Capital Inicial 4.0 é uma comemoração da história e legado de uma das maiores bandas de rock do Brasil, com foco no futuro e na conexão cada vez mais forte com o público de diferentes gerações.

O espetáculo conta com direção musical de Dudu Marote, produção executiva de Fernando Tidi, direção geral de Luiz Oscar Niemeyer e direção executiva de Luiz Guilherme Niemeyer. A direção de arte é assinada por Batman Zavareze, projeto de iluminação por Cesio Lima, direção de animação por Eduardo Souza e direção de fotografia por Márcio Zavareze. Os arranjos são da própria banda com Dudu Marote.

SERVIÇO Capital Inicial 4.0

Data: 18/11/2023 (sábado)
Local: Expominas BH
Endereço: Av. Amazonas, 6200 – Gameleira, Belo Horizonte – MG
Abertura dos portões: 18h

Horário: 22h
Classificação etária: 16 anos. Menores apenas acompanhados dos responsáveis legais.
Valores: a partir de R$ 105,00

Ingressos pelo site Eventim ou pela Loja Eventim BH (sem cobrança de taxas de serviço): Rua Alagoas 1314, Funcionários, BH/MG

Ingressos:  https://www.eventim.com.br/artist/capital-inicial/capital-inicial-4-0-bh-3448588/?affiliate=SBU

Este show tem ingressos em NFT:

PLATINUM | Oferece acesso a experiência de assistir o show diretamente do palco, além de possuir acesso ao setor PIT (em frente ao palco) e Meet & Greet com a banda.

LEGENDARY | Oferece acesso ao setor PIT (em frente ao palco), além de Meet & Greet com a banda.

COMMON |  Oferece acesso ao setor PIT (em frente ao palco)

Realização: Bônus Track Entretenimento e Ímpar Shows

 

Roger Waters faz show marcante de despedida no Mineirão

[ Matéria de cobertura – Estádio Mineirão ]
– Jornalista & Editor:
– Felipe de Jesus
– Siga: @felipe_jesusjornalista
– Imagens: Lucas Alvarenga
Todos os Direitos Reservados

Um dos maiores nomes do Rock mundial, o cantor e compositor Roger Waters, desembarcou em terras mineiras para apresentar o show da turnê “This Is Not a Drill”. O show realizado no dia 08 de novembro, a partir da 21h20, trouxe, no Mineirão (BH/MG), sucessos do lendário grupo Pink Floyd, como também, de sua vasta carreira e discografia solo.

Para arrancar suspiros dos fãs, o show iniciou com a clássica “Comfortably Numb”, do álbum “The Wall (1979)”. Sentado durante parte da música, ele foi acompanhado pelo público, que em coro, cantou o refrão. Já em seguida, a empolgação tomou conta do estádio, com o som de explosões, sirenes e helicópteros para “Another Brick in the Wall, Part 2 e 3”.

Além dessas músicas do “The Wall (1979), mais uma também ecoou no estádio, com “The Happiest Days of Our Lives”, que coroa esse que é um dos discos mais vendidos na carreira do Pink Floyd. Momento para mais questões políticas tambem foram tratados no show e a canção “The Power that Be” do seu álbum “Radio K.A.O.S. (1987)” falou da violência policial.

Roger Waters ainda presenteou os fãs tocando piano na música “The Bravery of Being Out of Range” do seu disco “Amused to Death (1992)”. Nesse momento congelante, o telão exibiu governantes definidos como criminosos de guerra. A exemplo, Ronald Reagan e muitos outros no mundo.

Marcante

O show do cantor Roger Waters também trouxe momentos marcantes da sua vida até a formação do Pink Floyd. Como na bela homenagem a Syd Barrett com “Wish You Were Here”. O show do cantor contou com, praticamente, 20 hits, mostrando porque “Roger Waters” não é apenas um músico de destaque, mas uma lenda viva e única do Rock mundial.

Concerto de Natal com O Quebra Nozes em Belo Horizonte

A série de concertos Candlelight, promovida pela Fever, fará um programa especial para celebrar o Natal em Belo Horizonte. Os concertos Candlelight são uma série de concertos de música original criados pela Fever com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, permitindo que pessoas de todo o mundo desfrutem de apresentações de música ao vivo tocadas por músicos locais em várias localizações deslumbrantes iluminadas por milhares de velas.

O Cine Theatro Brasil Vallourec será iluminado por milhares de velas em um convite irresistível para uma jornada através das notas de “O Quebra-nozes” e outras peças de Piotr Ilitch Tchaikovski.

Interpretado pelo quarteto de cordas Monte Cristo, e acompanhado por bailarinas, o Candlelight Especial de Natal: “O Quebra-Nozes e mais!”  incluirá algumas das composições clássicas mais notáveis do renomado compositor russo, como “Dança da Fada Açucarada”, “O Lago dos Cisnes” e a “Valsa da Bela Adormecida”. Esta noite especial será uma experiência única e inesquecível para todos os amantes da música clássica.

O espetáculo terá duração de 60 minutos. Todos os ingressos para estas atrações e outras experiências Fever podem ser adquiridas exclusivamente no site ou app da plataforma.

Candlelight foi inicialmente concebido como uma série de música clássica com concertos apresentando obras dos maiores compositores como Vivaldi, Mozart e Chopin. Agora, a lista cada vez maior de programas inclui uma grande variedade de temas e gêneros, incluindo homenagens a artistas contemporâneos como Queen, ABBA, Coldplay e Ed Sheeran, além de shows dedicados ao K-Pop, trilhas sonoras de filmes e muito mais. Essa experiência multissensorial também evoluiu para apresentar diferentes elementos, como dançarinos de balé ou artistas aéreos, além de outros gêneros, como jazz, soul, ópera, flamenco e muito mais.

Confira a programação completa dos concertos Candlelight em Belo Horizonte aqui.

Candlelight Ballet de Natal: O Quebra-Nozes de Tchaikovsky

Local: Cine Theatro Brasil Vallourec

Endereço:  Praça Sete de Setembro, s/n – Centro,

Data: 02 de dezembro (abertura de portas 30 minutos antes e não será permitida a entrada na sala após o encerramento das portas)

Horário: 18h e 20:30h

Preço: a partir de R$50

Classificação: a partir dos 8 anos. Menores de 16 anos deverão ser acompanhados por um adulto

Se beneficiarão de meia-entrada os Clientes Bradesco, estudantes, idosos (60+), Pessoa com deficiência (PCD) e acompanhante, jovens de baixa renda e professores da rede pública estadual e das redes municipais de ensino

 

Tiradentes se prepara para a 5ª edição do Natal da Mineiridade

A cidade mineira que foi recentemente eleita como um dos melhores destinos turísticos do mundo pelo ranking Traveller’s Choice Best of the Best 2023, do TripAdvisor, se prepara para entrar no clima natalino. Tiradentes anuncia a quinta edição do Natal da Mineiridade Tiradentes, evento que envolve os principais pontos turísticos do município em atividades lúdicas.

A cidade é a primeira de Minas Gerais a festejar o Natal. Para tal, Tiradentes terá uma programação diversificada com cantatas de natal, concertos, gastronomia típica, cortejos natalinos, coreto musical e casa do Papai Noel entre os dias 01 de novembro de 2023 e 06 de janeiro de 2024. As maravilhosas cenas natalinas com fundo musical não ficam de fora e estampam a fachada da Capela Bom Jesus da Pobreza, no Largo das Forras.

“Tudo isso com uma pitada de mineiridade. As janelas de Tiradentes se abrem para a cultura todos os dias, porque Tiradentes é berço histórico-cultural de Minas Gerais. Nossa história está diretamente atrelada com o crescimento do estado e no Natal não seria diferente, união e força conjunta para que seja possível fazer acontecer”, ressalta o executivo da Luth Produções, Luíz César Costa.

A cada ano o Natal de Tiradentes vem crescendo e demonstrando como é importante este trabalho coletivo, trabalho este que parte especialmente das mãos de quem vive ou convive pelas ruas de Tiradentes. Isso porque neste ano, a produção do evento decidiu priorizar ainda mais os artistas, artesãos e trabalhadores locais para desenvolver todo o projeto e trazer magia ao Natal.

“O povo daqui nasce com a mão na massa, quase que literalmente. Então utilizamos deste talento e vontade de criar para colocarmos na prática um pedacinho de Tiradentes dentro do evento. Afinal, um lugar não tem identidade melhor do que seu próprio povo e temos certeza que desta forma será possível transcrever a própria cidade como protagonista desta história”, complementa Elizabeth Cruz, produtora do evento.

E este trabalho coletivo entre o evento e Tiradentes não para por aí. Além da apropriação dos espaços turísticos e valorização das pessoas, o Natal Tiradentes ainda criou uma parceria com o centro de educação municipal, para que as crianças possam ser personagens de narrativas especiais e confecção de guirlandas.

Outro personagem emblemático que também encanta os turistas é a Maria Fumaça. Um dos atrativos mais procurados na região terá viagens noturnas durante o período. O trajeto liga à cidade de São João Del-Rei, num passeio de cerca de 45 minutos pelos vales da Serra de São José.

“A comunidade já está muito envolvida e ansiosa para chegada do Natal, o Tiradentino é bem tradicional quanto a hospitalidade mineira e se organiza para acolher a todos de uma forma cativante. Quando chegamos nesta época do ano, que traz consigo um pouco mais de fraternidade, aí é que o ‘trem’ fica ainda mais carismático.  Fica o convite para todos desfrutarem de Tiradentes, de seus atrativos e da magia do natal”, convida Luís César.

Mundial de Clubes com acompanhante sai por quase R$ 30 mil

O sonho da conquista da Libertadores finalmente foi realizado e logo em seguida surge um sonho ainda maior: o de ser campeão do mundo. O torcedor do Fluminense que estiver disposto a viver esse sonho bem perto do time do coração terá de investir pesado.

O Torcedores.com foi atrás para descobrir quanto custará a viagem com acompanhante para a Arábia Saudita, onde a competição será disputada, em dezembro. O custo: a partir de R$ 28 mil.

Metodologia

Os números são referentes a uma viagem de duas pessoas, com sete noites em território saudita. Foi orçado o custo para a dupla que embarcar para Jeddah no dia 16, a dois dias da estreia do Fluminense no Mundial, e voltar para o Brasil dia 23, um dia depois da disputa do terceiro lugar ou da grande final. Os voos de ida e volta ao Brasil no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio.

O valor é referente a uma estadia em um apartamento no plataforma AirBnB e contempla três refeições diárias, consideradas baratas na cidade saudita. O dado leva em consideração também a compra de duas entradas no setor mais barato que a Fifa colocou à venda, tanto para a semifinal, quanto para a decisão.

Finalmente, o número leva em consideração as taxas cobradas para a emissão do visto de turismo para a Arábia Saudita para duas pessoas.

Maior investimento

O maior gasto dos torcedores do Fluminense será referente à passagem aérea. O voo que sai do Rio com destino a Jeddah está orçado em quase R$ 24 mil, dois assentos.

É bom o torcedor tricolor estar preparado para uma viagem cansativa. Ele deve levar quase 24h em trânsito, contando com duas paradas, até o destino final.

Hospedagem, comida e ingressos em conta

Os gastos com hospedagens, alimentação e ingressos para os jogos são consideravelmente em conta. Um rial saudita vale aproximadamente R$ 1,30, o que torna o câmbio atrativo.

Para quem estiver disposto a se hospedar em opções econômicas e ter refeições simples, é possível gastar ao longo da viagem pouco mais de R$ 3 mil, o que está em conta, levando-se em consideração que é o valor para duas pessoas.

As entradas para os jogos também estão bem em conta. Para ir à final, o torcedor pode pagar a partir de R$ 195. Para se ter uma ideia, o ingresso mais barato para assistir à final da Libertadores no Maracanã custou R$ 260, para torcedores não sócios.

Atenção ao gasto com visto

O torcedor deve ficar atento para não esquecer do visto necessário para entrar na Arábia Saudita. O gasto é referente ao visto em si e também para o seguro de saúde necessário para entrar no país do Oriente Médio.

Uma vez feito o pedido e o pagamento das taxas, o visto sai rapidamente, com menos de uma semana. Mas é preciso estar atento à documentação necessária para conseguir o visto.

Como o Brasil conseguiu quebrar a Starbucks?

A empresa SouthRock Capital entrou com pedido de recuperação judicial na terça-feira (31). A companhia comanda operações da Starbucks e a Eataly, via licenciamento e franquias, no Brasil.

O documento foi protocolado pelo escritório Thomaz Bastos, Waisberg, Kurzweil Advogados na 1º Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo. A dívida registrada é de R$ 1,8 bilhão.

O Brasil com sua rica cultura de café e paixão pela bebida, pode parecer um terreno fértil para qualquer marca de café, especialmente uma gigante global como a Starbucks. No entanto, a realidade é que o mercado brasileiro provou ser um ambiente notoriamente desafiador para os negócios, mesmo para uma marca de renome internacional.

O pedido de recuperação judicial da SouthRock Capital, empresa que administra a Starbucks no Brasil, lança luz sobre os obstáculos que a marca enfrentou no país e nos leva a questionar: como o Brasil conseguiu “quebrar” a Starbucks?

Crise Econômica Brasileira: Uma Xícara Amarga

A crise econômica que abalou o Brasil nos últimos anos desempenhou um papel crucial no declínio da Starbucks no país. Com a recessão econômica, muitos brasileiros se viram forçados a apertar o cinto financeiro. Isso incluiu cortar gastos supérfluos, como um café de uma marca internacional. Além disso, a desvalorização do real em relação ao dólar tornou os produtos da Starbucks ainda mais caros para os consumidores locais, criando um sabor amargo em cada xícara.

Concorrência Acirrada: A Dança das Cafeterias

O Brasil é um país que abraça sua paixão pelo café, e isso se traduz em um mercado altamente competitivo. Nos últimos anos, diversas marcas de café locais emergiram, oferecendo produtos de alta qualidade a preços mais acessíveis. Muitas dessas marcas conseguiram conquistar a confiança dos consumidores, criando uma dança agitada no cenário das cafeterias. O tradicional “cafezinho” ganhou novos ritmos e sabores. Marcas como Kopenhagen, Nespresso, Havana e The Coffee se expandiram e conquistaram a preferência dos consumidores em busca de experiências premium.

Problemas Internos de Adaptação: Um Cardápio Desafinado

Além dos desafios externos, a Starbucks enfrentou problemas internos que a impediram de se encaixar perfeitamente no mercado brasileiro. A empresa falhou em sintonizar seu cardápio com o gosto local. Manteve o mesmo cardápio e estratégia de marketing usados em outros países, o que resultou em uma experiência desconexa para os consumidores brasileiros, que muitas vezes preferem sabores e opções diferentes.

A Pandemia do Coronavírus: Quando a Tormenta Chegou

A pandemia do coronavírus, que afetou o globo, também lançou sua sombra sobre a Starbucks no Brasil. As medidas de isolamento social reduziram drasticamente o tráfego de clientes nas lojas físicas, forçando a empresa a uma rápida adaptação a novos formatos de atendimento, como o delivery. No entanto, essas mudanças, embora corajosas, não conseguiram compensar as perdas de receita.

Endividamento Elevado: Uma Sombra Antes da Tempestade

Um desafio adicional que a Starbucks no Brasil enfrentou foi o endividamento elevado. Antes mesmo da pandemia, o grupo já estava em uma situação financeira delicada devido à expansão da marca no país. O crescimento rápido demandou grandes investimentos, e o endividamento se acumulou, lançando uma sombra sobre a empresa. Com a falta de crescimento de receita, a tempestade perfeita estava se formando.

Uma Lição de Café Amargo

A história da Starbucks no Brasil serve como um lembrete de que mesmo as marcas globais podem encontrar obstáculos inesperados em mercados altamente competitivos e em constante mudança. A paixão do Brasil pelo café é uma tradição que requer respeito, inovação e adaptação para sobreviver e prosperar.

Para a Starbucks se recuperar e reconquistar seu lugar no coração dos brasileiros, será fundamental uma adaptação estratégica ao mercado local, a oferta de produtos mais alinhados às preferências dos consumidores, investimentos em tecnologia e inovação, além da busca por eficiência operacional. O mercado de café no Brasil continua a ser robusto e apaixonado, e, com a estratégia certa, a Starbucks ainda pode encontrar seu lugar entre os amantes do café no país. No entanto, esse processo exigirá uma abordagem cuidadosa e sensível às nuances do mercado brasileiro, onde até mesmo uma xícara de café é carregada de história e tradição.

Fonte: André Charone – Mestre em Negócios Internacionais

Imagens: Canva Pro

Juliette se apresenta em Belo Horizonte pela primeira vez

Ela não para! Juliette vai viajar o Brasil com a sua mais nova turnê, intitulada “Ciclone”, que chega para celebrar sua nova fase. Inspirado no seu disco homônimo, o repertório do tour passeia por diversos estilos que vão do pop ao R&B, do piseiro ao afrobeat, marcado por uma sensação de renovação que se espelha na essência do álbum.

Belo Horizonte não ficou de fora das cidades contempladas pela primeira turnê e receberá o show no dia 25 de novembro, sábado, no Minascentro. Os ingressos estão à venda e podem ser adquiridos através do site da Produtora Criar (www.produtoracriar.com.br).

Expressando a energia contagiante e sua paixão pelos palcos, o projeto reflete uma parte das reviravoltas intensas na vida de Juliette. Pronta para entregar uma experiência musical única e autêntica ao público, ela conta que a turnê “é um sonho que está se tornando realidade”.

A artista ainda descreve seus sentimentos em relação às suas próximas apresentações ao vivo. “Sinto uma profunda honra e gratidão por cada passo que me guiou até aqui, e por todos aqueles que compartilharam essa jornada comigo! ‘Ciclone’ é mais do que um projeto musical, é uma parte de mim. Cada letra, batida e melodia deste álbum foi cuidadosamente criada, exatamente como imaginei. É a minha alma expressa em forma de música! Estou ansiosa para transmitir toda essa emoção e autenticidade ao público, convidando todos a embarcar nessa viagem comigo!”, detalha.

Além dos sucessos já conhecidos do público, músicas como “Sai da Frente”, seu primeiro single, “Tengo”, Top 1 no Spotify Brasil, “Quase Não Namoro”, feat com Marina Sena, “Beija Eu”, feat Nairo, fazem parte da tour. Marcam presença também os mais recentes lançamentos: o dueto romântico-pop “Nós Dois Depois, com participação de Dilsinho, “Ninguém”, “Diamante”, “Não sou de Falar de amor”, feat João Gomes, e a faixa-título de seu próximo EP, “Ciclone”.

O disco foi lançado no fim de agosto e trouxe uma combinação de sonoridades, envoltas em uma roupagem pop, somada às suas nuances culturais e referências. O trabalho com nove faixas marca o início da nova fase na carreira musical da artista.

A estreia aconteceu em São Paulo, no dia 06 de outubro, e tem passado por diversas regiões do Brasil. Além da capital mineira, outras cidades como Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, Curitiba também receberão a nova incursão da artista.

Serviço – Juliette
Data:
 25 de novembro, sábado
Abertura dos portões: a partir de 20h
Início do show: 21h
Local: Minascentro
Endereço: Av. Augusto de Lima, 785 – Belo Horizonte – MG
Venda de ingressos: produtoracriar.com.br
Valores: a partir de R$ 70
Realização: Produtora Criar
Instagram: @produtoracriar
Site: http://produtoracriar.com.br
Informações: (31) 9 98263-4644