Fecomércio participa do Encontro de Presidentes e Gestores

A Fecitur faz parte do Cetur MG (Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade) que tem como objetivo ser um ambiente de representatividade e defesa dos empresários do setor em prol do desenvolvimento do turismo em Minas Gerais. No evento realizado na última quarta-feira, a Fecitur apresentou, através dos palestrantes convidados, temas importantes que, com certeza, contribuem para as discussões dentro do setor:

– Painel de captação de recursos via editais estaduais e federais. Agentz Produções Culturais

– Ibiti – Projeto Um olhar sobre a regeneração. O ESG está em nosso DNA – Ibiti Projeto

– A contribuição do marco regulatório no desenvolvimento do turismo sustentável – Escritório de Advocacia Tomáz Aquino Costa Resende.

– ICOMOS Conservação Patrimônio e Urbanismo no Brasil com Estratégia do Desenvolvimento do Turismo em Minas Gerais – UFMG / Icomos Brasil   

– Como as cidades precisam se preparar para atrair investimentos para o Turismo – Invest Minas

– Turismo Rural como alternativa de desenvolvimento e diversificação de renda para produtores rurais de Minas Gerais – Emater

A coordenadora do Cetur MG, Valéria Clara, incentiva o apoio do conselho a eventos como esse pois segundo ela trazem reflexões significativas para os debates necessários ao turismo. A analista de turismo da Fecomércio MG, Luciana Ferreira, participou do evento representando o presidente da Fecomércio MG Nadim Donato e a coordenadora do Cetur MG, Valéria Clara.

É importante destacar que, no intuito de contribuir cada vez mais com a concreta retomada desse setor, a Fecomércio MG: Sesc Senac e Sindicatos Empresariais criou o Plano de Desenvolvimento Turístico – Descubra Minas que tem como objetivo fomentar e incrementar a economia local através da atividade turística.

Saiba mais em @desucbra.minas

Congressistas da Abrajet visitam o Instituto Inhotim e recebem homenagem

A programação de sexta-feira, 24/11, começou cedo para os participantes do XXXVIII Congresso Nacional da Abrajet. Pontualmente às 8 horas, os congressistas seguiram do Hotel Plaza BH rumo ao Instituto Inhotim, um dos mais espetaculares museus de arte contemporânea do mundo, que fica em Brumadinho, a 60 km da capital mineira, para um dia dedicado ao turismo cultural. Por lá, a turma de jornalistas visitou algumas das principais galerias de arte do local, entre elas a mais recente por lá, da artista japonesa Yayoi Kusama.

Conforme a tradição em todos os congressos da ABRAJET, o dia 23 de novembro, foi dedicado à Reunião da ABRAJET Nacional, sob o tema “Aprimoramento do jornalista da ABRAJET para divulgação do turismo nas mídias sociais”, no hotel BH Plaza.

Pela manhã, o evento foi fechado, com a participação de presidentes, coordenadores regionais e membros da diretoria executiva e do conselho Nacional da associação, para deliberações internas.

Homenagem

A Assembleia Geral Ordinária da ABRAJET, para aprovação do novo estatuto, eleição do local da próxima edição do congresso, e apresentação da Prestação de Contas da Abrajet Nacional.

À noite, o presidente da ABRAJET/MG, José Aparecido Ribeiro, recebeu homenagem na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, pelos 40 anos da entidade. O projeto, de autoria dos deputados Carlos Tramonte e Antônio Carlos Arantes, destacou a contribuição da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo de Minas Gerais para o desenvolvimento socioeconômico e para a projeção do nosso Estado no cenário nacional e internacional.

Machadinho (RS) receberá o próximo Congresso

Em votação acirrada, a cidade do noroeste do Rio Grande do Sul foi eleita para sediar o XXXIX Congresso dos Jornalistas de Turismo do Brasil, em 2024. Em uma votação disputada, deu empate para Machadinho (RS) e Palmas (TO). Os congressistas precisaram definir um critério de desempate, onde levou a melhor a regional mais antiga, no caso a do estado gaúcho. O XXXIX Congresso Nacional da ABRAJET será realizado no Machadinho Thermas Resort, que fica a 10 Km da fronteira com o estado de Santa Catarina e também bastante próximo da Argentina. E terá como anfitrião o jornalista Juarez Tavares, presidente da ABRAJET/RS e CEO do empreendimento hoteleiro.

Com o tema “O Valor e a Importância da Abrajet para a Divulgação do Setor Turístico Nacional e de Minas Gerais, seus Destinos Culturais e Históricos”, o congresso aconteceu do dia 21 a 26 de novembro, em Belo Horizonte.

O XXXVIII Congresso Nacional da ABRAJET teve o patrocínio da CODEMGE e apoio do Sesc em Minas e se dá com base no cumprimento do Acordo de Cooperação Técnica nº 002/2023, celebrado entre o Ministério do Turismo, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). O apoio visa a promoção do encontro de jornalistas especializados na difusão do turismo, como forma de contribuir para o fomento de toda cadeia produtiva do turismo e seus agentes impulsionadores.

 

Vila Galé vai investir R$ 120 milhões no resort em Ouro Preto

A Vila Galé anunciou nesta terça-feira (28) a abertura do processo seletivo de 120 vagas para o novo hotel de Ouro Preto, em Minas Gerais. O anúncio foi feito pelo fundador e presidente da rede, Jorge Rebelo de Almeida, durante uma coletiva de imprensa realizada para informar o início das obras de restauração do prédio histórico Dom Bosco. No evento, o presidente falou ainda sobre o impacto na economia do Estado, já que o investimento dobrou, passando dos R$ 60 milhões previstos inicialmente para R$ 120 milhões. Agora, o empreendimento contará com 298 quartos.

Nesta primeira fase, 300 candidatos selecionados serão capacitados em cursos na área de turismo e hotelaria em parceria com a Secretária de Desenvolvimento Econômico de Ouro Preto e da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Desses, 120 serão contratados e irão fazer parte do quadro de funcionários do Vila Galé Collection Ouro Preto – Historic, Family Resort Hotel, Conference & SPA.

“Sempre que abrimos um hotel em uma nova cidade, gostamos de incentivar a capacitação profissional. Mesmo que nem todos os participantes atuem neste primeiro momento conosco, eles estarão preparados para outras vagas na cidade e na região, proporcionando aos turistas e clientes uma ótima experiência”, explicou Jorge Rebelo de Almeida.

A coletiva de imprensa, além de reunir importantes jornalistas da cidade histórica e de Belo Horizonte, contou com a presença do prefeito Ângelo Oswaldo, do Secretário de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, de representantes da Agência de Promoção de Investimento e Comércio Exterior de Minas Gerais (Invest Minas) e do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha).
Durante o evento, Jorge Rebelo de Almeida anunciou ainda que as obras iniciaram e apresentou o projeto do novo hotel. Os convidados puderam conferir em primeira mão dois quartos decorados: um em homenagem ao Museu da Inconfidência, dedicado à preservação da memória da Inconfidência Mineira, e outro em homenagem a Igreja de São Francisco de Assis, que é uma celebração às criações do mestre Aleijadinho, responsável pelo projeto da fachada e da decoração em relevos e talha dourada.
Confome apurou a Revista Cenário Minas, presente no evento, o empreendimento, que receberá um investimento maior do que o previsto inicialmente, passa a contar com 297 quartos, dois restaurantes, dois bares, sete salas de convenções, um auditório, uma capela, biblioteca, sala de jogos, Spa Satsanga com piscina interior aquecida e sauna, Clube Infantil NEP com parque aquático, lago, ecoturismo, tirolesa, biblioteca, plantio de azeitonas e uvas, entre outros atrativos.
“Enquanto fazíamos o projeto, vimos que poderíamos aproveitar ainda mais o terreno e incluímos novas atrações. O investimento aumentou em R$ 60 milhões, impactando não só a economia de Ouro Preto, como a do Estado. Nós acreditamos muito no potencial de Minas Gerais”, concluiu o presidente da Vila Galé.

Com inauguração programada para dezembro de 2024, o Vila Galé já movimenta o distrito de Ouro Preto. Nesta terça-feira, Jorge Rebelo divulgou a abertura do processo para contratar 120 profissionais interessados em trabalhar no resort de campo: “Quero dar oportunidades aos moradores da região, principalmente os mais jovens. Quero capacitar quem nunca trabalhou com hotelaria. O Vila Galé Ouro Preto não será apenas um resort. Será um centro de lazer e cultura e queremos que nossos colaboradores estejam preparados para mostrar a importância histórica do local aos hóspedes. Espero contar com a ajuda do governo de Minas e da Prefeitura de Ouro na seleção dos candidatos”.

Os currículos podem ser enviador por meio do e-mail [email protected], com a descrição no assunto: “Vaga em Ouro Preto”.

Preservação de Patrimônio

Dos 42 hotéis da rede, nove estão em prédios históricos que foram recuperados: Vila Galé Collection Braga, Vila Galé Collection Palácio dos Arcos, Vila Galé Collection Elvas, Vila Galé Collection Alter Real, Vila Galé Albacora, Vila Galé Collection Tomar, Vila Galé Collection São Miguel e Vila Galé Rio de Janeiro.

Esse número chegará a 11 hotéis com o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco, que possui previsão de inauguração em 2024, e o Vila Galé Collection Ouro Preto – Historic, Family Resort Hotel, Conference & SPA, com previsão de inauguração da primeira fase deste hotel em dezembro de 2024.

O Quartel Colégio Hotel de Cachoeira do Campo

No Brasil, já desde 1643 que as terras altas, na abertura do Rio Doce, eram alvo dos interesses da colônia americana de Portugal. A sonhada descoberta do ouro vai realizar-se no meado da década de 1670 pelo adentramento das expedições paulistas. Para além da Serra do Mar e da Serra da Mantiqueira, o eldorado brasileiro aguardava a chegada das legiões humanas que logo o povoaram.

A fundação da povoação de Cachoeira do Campo deu-se em 1705. A primeira construção importante de cunho civil e público foi um quartel, num ponto estratégico que Dom Pedro de Almeida, Conde de Assumar e futuro Marquês de Alorna, quis aproveitar e reforçar enquanto local de defesa. Eclodia, entretanto, a sedição de Vila Rica (atual Ouro Preto), a 28 de junho de 1720, que terminou com a prisão, em Cachoeira do Campo, do tribuno popular Felipe dos Santos Freire.

Após este acontecimento, Dom Pedro de Almeida pretendeu mudar a capital da província de Mariana para Cachoeira do Campo, onde os governadores-capitães-generais passariam a residir e onde se instalaria uma casa de fundição. Aí, Dom Pedro de Almeida mandou levantar um quartel e, em 1735, as terras de Cachoeira tornaram-se sede unida do governo civil e militar de Vila Rica (hoje Ouro Preto). É aqui que fica então alojado o esquadrão de cavalaria que estava antigamente na Vila do Carmo, em Mariana.

Neste contexto de reorganização das forças militares portuguesas, entra em funcionamento em 1779 o novo Quartel do Regimento de Cavalaria de Minas Gerais, embora sua história remonte, pois, às primeiras décadas do século XVIII e a episódios marcantes da história mineira, como a Guerra dos Emboabas (1709), a Revolta de Felipe dos Santos (1720), a Inconfidência Mineira (1789) e, mais tarde, a Sedição Militar ou Revolta do Ano da Fumaça, em 1833, período em que serviu para fins militares pela última vez.

Efetivamente, ao longo dos tempos sucederam-se ampliações destas instalações, com mais espaço para albergar militares e os seus cavalos, tendo sempre as forças em prontidão. Nas proximidades do Quartel, ergueu-se o Palácio dos Governadores, no qual eles veraneavam, deixando Vila Rica (Ouro Preto) em razão do excelente clima de Cachoeira do Campo. Durante o Palácio, hohe desaparecido, foi o sítio de recreio, repouso e residência de férias da corte das Minas.

Em 1816, nas terras do núcleo colonial e nalguns edifícios, fizeram-se adaptações para acolher a Coudelaria Real de Cachoeira do Campo, que viria a ficar pronta em julho de 1819. Dom João VI destinou a essa Coudelaria parte dos cavalos que mandou trazer de Alter do Chão. Funcionava como um centro de criação e aprimoramento de cavalos de raça e era aqui que se criavam os cavalos para a tropa e os carros reais utilizados até na corte do Rio de Janeiro.

Mais tarde, já com Dom Pedro II, a população de Cachoeira do Campo pede que a propriedade tenha uma finalidade social mais relevante, pelo que o monarca acaba por desistir da coudelaria. Optando-se pela distribuição de terras a colonos, em 1889 é inaugurada a colónia agrícola D. Pedro II que, com o advento da República, recebeu o novo nome de Cesário Alvim, primeiro governador republicano de Minas Gerais. Contudo, o governo mandou suspender o processo e a propriedade ficou sem utilização.

Surge a ideia de convidar os salesianos para fundarem um estabelecimento agrícola, à semelhança dos que já tinham noutras regiões. Em 1893, as terras são-lhes oficialmente cedidas, com a contrapartida de recuperarem os edifícios, bastante degradados e invadidos pelo mato, e de ali instalarem uma escola agrícola. O padre salesiano Agostinho Crucifico Zanella foi o encarregado da reconstrução e a 24 de maio de 1896 era inaugurado o Colégio Dom Bosco. Destinada, inicialmente, a formar engenheiros agrícolas, foi a primeira casa salesiana de Minas. E aqui encontram-se relíquias como a primeira imagem de N. Sra. Auxiliadora a entrar em terra mineira, um grande relógio de sol situado no pátio interno, e a primeira serralharia hidráulica do Brasil, construída no início do século XX.

A partir de Cachoeira do Campo, os salesianos foram pioneiros da agricultura mecanizada em Minas, incentivando as autoridades locais a modernizarem os seus processos agrícolas. Nas décadas que se seguiram, a atividade educativa prosseguiu, cruzando-se depois com utilização religiosa do espaço por parte da comunidade salesiana. Já nos últimos tempos de ocupação, chegou também a albergar trabalhadores de empresas das redondezas.
Em maio de 2023, o grupo hoteleiro Vila Galé e o Governo de Minas Gerais oficializaram a concessão do espaço para abertura de um hotel em Ouro Preto, num investimento de R$ 100 milhões, que vai gerar 120 empregos permanentes diretos e 600 postos de trabalho indiretos.

O Colégio Dom Bosco é um prédio histórico classificada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG). O Colégio Dom Bosco é considerado um dos berços da liberdade no Brasil. Construído pelo governador Dom Antônio de Noronha, entre 1775 e 1779 para albergar a recém-formada Cavalaria do Regimento das Minas, conforme escrito na tarja da sua porta externa, que, segundo os historiadores, é atribuída à talha do Aleijadinho (arquiteto e escultor António Francisco Lisboa).

O quartel, como era chamado na altura, foi uma das sedes do movimento da Inconfidência, onde trabalhava e se tornou alferes o Tiradentes (alferes Joaquim José da Silva Xavier). Ali reuniu-se uma tropa de três mil homens, em 1775, para descer ao Rio de Janeiro e embarcar com destino a Santa Catarina, a fim de enfrentar uma possível invasão espanhola. O Tratado de Santo Idelfonso, em 1777, pôs fim ao conflito e a tropa retornou. O Aleijadinho integrou essa legião, como arquiteto, pois devia projetar quarteis portugueses em Santa Catarina.

O valor patrimonial deste conjunto arquitetônico, paisagístico e arqueológico está nas suas edificações sede e adjacentes, alteradas ao longo do tempo, mas sobretudo no significado que as instituições ali instaladas, uma após a outra, tiveram para a memória local, estadual e nacional.

PRÊMIO
Três hotéis da Vila Galé são finalistas em diferentes categorias na 24ª Edição do Prêmio Caio, conhecido como o “Oscar dos Eventos e do Turismo”.  O Vila Galé Fortaleza concorre ao ‘Melhor Hotel com Espaços para Eventos de Médio Porte do Nordeste’; o Vila Galé Touros concorre ao prêmio de ‘Melhor Resorts de Praia do Nordeste’; já o Vila Galé Eco Resort de Angra, concorre ao prêmio de Melhor Resort de Praia do Brasil.

Em cada categoria, são três empreendimentos finalistas selecionados por uma banca de jurados. Durante a cerimônia de premiação, que ocorrerá em dezembro, será definido qual hotel receberá o trófeu Jacaré de Ouro, Prata e Bronze.

Cesta de Café da Manhã: conheça opções

Existe uma grande variedade de cestas de café  da manhã, para atender a todos os gostos e diferentes  ocasiões

Seja para comemorar um aniversário, dar a  um ente querido, ou simplesmente desfrutar de um café da manhã saudável, existe uma  cesta de café da manhã  perfeita para cada momento.

Opções de Cestas de Café da Manhã 

Agora que sabemos por que as cestas de café da manhã prontas são uma escolha inteligente, vamos explorar algumas opções populares que estão disponíveis.

1. Cesta Clássica

A cesta clássica de café da manhã pronta geralmente inclui itens básicos como pães, croissants, manteiga, geleia, queijo, presunto, frutas frescas e suco de laranja. Essa opção é perfeita para quem gosta de um café da manhã tradicional e reconfortante.

2. Cesta Saudável

Se você está buscando uma opção mais saudável, pode optar por uma cesta de café da manhã com itens como iogurte grego, granola, frutas frescas, nozes e mel. Essa cesta oferece uma dose de energia e nutrientes para começar o dia com vitalidade.

3. Cesta Gourmet

Para os amantes da gastronomia, as cestas gourmet são uma escolha tentadora. Elas podem incluir itens como queijos finos, pães artesanais, compotas exóticas, chocolates de alta qualidade e uma garrafa de champanhe. Essa opção é ideal para ocasiões especiais ou para quem deseja se mimar.

4. Cesta Vegana ou Vegetariana

Se você segue uma dieta vegana ou vegetariana, não se preocupe, pois há opções de cestas de café da manhã prontas que atendem às suas necessidades. Elas incluem alimentos como leites vegetais, tofu, frutas, nuts e produtos livres de ingredientes de origem animal.

5. Cesta Infantil

As crianças também podem desfrutar de cestas de café da manhã prontas. Essas cestas costumam conter cereais coloridos, bolinhos, iogurte, frutas cortadas em formatos divertidos e sucos naturais. É uma maneira agradável de garantir que as crianças comam bem pela manhã.

Como Escolher a Melhor Cesta de Café da Manhã 

Ao escolher uma cesta de café da manhã, considere o seguinte:

1. Suas Preferências ou de quem vai presentear 

Pense no que gosta de comer no café da manhã. Se prefere um café da manhã tradicional, uma cesta clássica pode ser a melhor opção. Se está buscando uma alternativa mais saudável, escolha uma cesta com opções de baixas calorias.

2. Restrições Alimentares

Leve em consideração quaisquer restrições alimentares ou preferências dietéticas que você ou sua família possam ter. Certifique-se de que a cesta escolhida atenda a essas necessidades.

3. Ocasião

Pense na ocasião para a qual você está comprando a cesta. Se for para uma celebração especial, uma cesta gourmet pode ser a escolha perfeita. Se for para o uso diário, uma cesta mais simples pode ser mais adequada.

4. Qualidade

Verifique a qualidade dos produtos incluídos na cesta. Procure por cestas de fornecedores confiáveis que priorizam ingredientes frescos e saborosos.

5. Preço

Defina um orçamento que esteja de acordo com suas necessidades e expectativas. Lembre-se de que cestas mais elaboradas geralmente têm um custo mais elevado.

Para concluir…

O café da manhã é uma refeição importante que não deve ser negligenciada, mesmo em dias corridos. 

As cestas de café da manhã oferecem uma solução conveniente para garantir que você inicie o dia com uma refeição nutritiva e saborosa. 

Com uma ampla variedade de opções disponíveis, você pode escolher a cesta que melhor atende às suas preferências e necessidades. 

Portanto, não deixe o tempo limitado pela manhã impedir você de desfrutar de um café da manhã delicioso e saudável. 

Experimente uma cesta de café da manhã e simplifique sua rotina matinal enquanto cuida da sua saúde e bem-estar.

 

Doenças reumáticas: LER ou DORT, qual é a diferença das duas

LER é a sigla que se refere a ‘Lesões por Esforços Repetitivos’ e representa um grupo de afecções do sistema musculoesquelético, não corresponde, portanto, a apenas uma doença ou enfermidade. O médico reumatologista, Gustavo Balbi, esclarece que essas afecções se manifestam de formas diversas, com variações de intensidade.

Quando questionado sobre a transição da sigla LER para DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho), o reumatologista destaca duas razões fundamentais. “Primeiramente, grande parte dos trabalhadores com sintomas no sistema musculoesquelético não apresenta evidência óbvia de lesão em qualquer estrutura. Além do esforço repetitivo, outros tipos de sobrecargas no trabalho podem ser nocivos para o trabalhador, como sobrecarga estática, excesso de força empregada e o uso de instrumentos que transmitam vibração excessiva.”

Os distúrbios osteomusculares ocupacionais mais frequentes, segundo Balbi, incluem tendinites (ombro, cotovelo e punho), lombalgias (dores na região lombar) e mialgias (dores musculares) em diversos locais do corpo. Contudo, ressalta que nem todo trabalhador com dor ou outros sintomas é automaticamente portador de LER ou DORT.

“Sintomas como dor, dormência, formigamento, sensação de pontadas ou agulhadas, diminuição da força, sensação de peso ou cansaço nos membros, inchaço, dificuldade de movimentação, desconforto, entre outros, podem ser decorrentes de diversas condições não relacionadas às sobrecargas biomecânicas no ambiente de trabalho. Muitos distúrbios reumáticos, imunológicos, hormonais, metabólicos, ortopédicos, neurológicos ou infecciosos podem ser responsáveis por sintomas que simulam um distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho”, enfatiza.

Balbi também destaca a importância de procurar um médico reumatologista para um diagnóstico preciso e uma estratégia terapêutica adequada. O entendimento correto dessas condições é vital para a promoção da saúde e o bem-estar dos trabalhadores, contribuindo para ambientes laborais mais seguros e saudáveis.

Após 17 anos, Kasino volta com a mesma energia

Com 20 anos de trajetória, o KASINO lança o sucessor de “Light of Love” (2006), seu primeiro e até então único álbum. Nesta sexta-feira, 24, chega em todas as plataformas “Legacy of Love”, via Massiva Music/ONErpm. Ouça aqui!

Em 15 faixas, o novo disco, que celebra 20 anos do projeto, claramente se divide em duas propostas distintas. A primeira metade é um túnel do tempo, relembrando os gloriosos tempos de eurodance, quando o KASINO atingia o topo das paradas no Brasil.

Nessa pegada, o destaque fica com “Destiny”, collab com a cantora italiana Eliza G (finalista do festival europeu Eurovision), que transborda a nostalgia dance dos anos 2000, e “Shine” — música que estava pronta desde 2005, e somente agora foi finalizada com mixagem e masterização.

Já a segunda metade, o duo explora novos horizontes rítmicos e estilos, mostrando que tem capacidade para seguir evoluindo musicalmente.

Nela, podemos salientar a dançante “Chance to Love”, que, com sua aura disco e R&B, traz vocais de Will San’Per (The Voice Brasil 4), guitarras de Danilo Goto e baixo de Rafael Reis; e a faixa-título, “Legacy of Love”, flerta com sonoridades brasileiras. “É quase uma bossa nova eletrônica que se transforma em drum’n’bass”, descreveu JAMM’, metade do KASINO.

“Blind” é como uma carta de amor às referências oitentistas de JAMM e Ian Duarte: nomes como Pet Shop Boys, Erasure, Depeche Mode e Eurythmics, que serviram de inspiração e grande influência.

Por fim, ainda vale ressaltar a inusitada “Vuk Vuk (Nana Song)”, a primeira incursão da dupla mesclando funk e k-pop (!).

“‘Legacy of Love’ é uma celebração dos 20 anos do KASINO, que merece mostrar toda a sua amplitude musical além do meme. Foi feito com muito orgulho por nós, como um grande presente de agradecimento pelo carinho dos fãs”, complementou Fabio Almeida, o JAMM’ — que, inclusive, revelou recentemente, em live no Instagram, ser a voz por trás do KASINO desde sempre.

VAI, KASINÃO!

Desta vez, não deve demorar mais 17 anos para um terceiro álbum do projeto — muito pelo contrário. Almeida e Duarte já revelaram que um terceiro álbum, batizado de “VAI, KASINÃO”, em homenagem ao clássico meme com o apresentador Gilberto Barros, virá no primeiro semestre de 2024.

Com letras em português, o LP flertará com o pop nacional, prometendo trazer colaborações com grandes estrelas; os nomes ainda não foram confirmados.

Sobre o KASINO

Fundado em 2003 por JAMM’ (Fabio Almeida, que na época assinava como Fabianno) e Ian Duarte, o KASINO explodiu em 2005, quando recebeu uma encomenda da Rede Globo para fazer uma música dançante para a personagem Sol (Deborah Secco), na novela “América”.

“Can’t Get Over” foi sucesso instantâneo, desencadeando shows, novos singles (“Shake It” foi trilha para outra novela na emissora, “Páginas da Vida”), um álbum, um DVD ao vivo, duas tours oficiais e inúmeras participações em programas de auditório (incluindo a antológica apresentação no “Sabadaço”, que virou meme).

Mas para além do meme, das novelas e de lançamentos na famosa coletânea “Summer Eletrohits”, o projeto inspirou a geração que viria a brilhar com o boom da música eletrônica no Brasil. Vintage Culture, Dubdogz, Flakkë e Lazy Bear são alguns dos grandes DJs nacionais que já admitiram a sua influência.

Entre 2005 e 2007, o KASINO rodou o Brasil de norte a sul com a turnê “Light of Love”, encerrando suas atividades em 2009. Agora, retorna com músicas novas e um espetáculo que mescla DJ set, live synths, vocais e projeções de imagem.

Gilberto Barros nunca errou: é o som das baladas! Vai, KASINÃO!

Saiba mais em @kasinooficial

Ludmilla vai receber a Medalha Tiradentes

Um dos grandes nomes do Funk carioca e da música brasileira, a cantora e compositora Ludmilla, vai receber a Medalha Tiradentes. A maior honraria do Estado, será concedida à artista por sua atuação que vai muito além dos palcos.

A cantora, que em 2021, já havia sido nomeada como embaixadora do Hemorio, promoveu em 2023, uma das maiores campanhas de doação de sangue do estado, mobilizando uma legião de fãs – feito que já lhe rendeu a medalha Pedro Ernesto, maior honraria do Município do Rio de Janeiro.

Com isso, Ludmilla mostrou que, além de desempenhar o seu papel na cultura, na defesa dos direitos das mulheres negras e LGBTQIAPN+, também tem uma grande importância no avanço da sociedade.

Multiartista radicada em Juiz de Fora Adriana Oliveira na FLIP

O nácar é uma substância produzida no interior das conchas. Com a entrada de um corpo estranho, é liberado em camadas esféricas, formando uma pérola. Já os madrigais, são composições musicais a partir de textos poéticos que atingiram o seu auge na Renascença italiana do século XVI. A multiartista Adriana Oliveira (@driolive.art) junta os dois elementos em “Nácar Madrigais” (61 pág.), em que nos convida a fazer uma reflexão sobre a importância do encontro de um amor. Composto por poemas e haicais livremente escritos, o livro tem orelha assinada por Rodolfo Valverde, professor de música na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), assim como a autora, que é docente no curso de artes. A obra, intermídia, é melhor apreendida em conjunto com audiobook, disponível no final do livro.

O evento de lançamento acontece no dia 26 de novembro na 21ª Feira Literária Internacional de Paraty, com sessão de autógrafos das 12h às 14h na casa do grupo de apoio à escrita feminina Escreva Garota!. A casa fica localizada na Travessa Gravatá, 56, C/D, no Centro Histórico da cidade. Durante a FLIP o livro, com audiobook incluído, será vendido por um preço promocional.

“O livro fala de uma personagem feminina, em busca de um amor. Uma história universal. Ela passa por diversas situações (internas e externas) até encontrar um possível parceiro. A mensagem é de que o amor é possível, apesar dos medos e das experiências desafiadoras que vivemos nestes nossos percursos”, sublinha Adriana, que além de poeta e escritora, é também artista visual. Ela trabalha no trânsito entre texto e imagem, transpondo, intersemioticamente, de um código para outro. Paulistana, reside em Juiz de Fora desde 2011.

Os personagens, suas vivências na narrativa, assim como o próprio tema do livro – a busca pelo amor – são livremente inspirados em experiências da autora.  Como diz Rodolfo Valverde, no texto de orelha: “Como uma concha invadida por elementos desconhecidos, as (des)venturas da autora à procura de completude e sentido produziram camadas concêntricas de uma joia, uma pérola, cujos matizes são revelados pela luz do olhar do leitor, pois são sentimentos universais encapsulados em experiências pessoais.”

Além das palavras: um livro que dialoga com a música

De 2017 a 2019 os cantores Luane Voigan e Alexandre Pereira compuseram melodias para alguns dos poemas e haicais da autora. Em 2020 a narrativa se estruturou como história, dentro do projeto Pibiart UFJF, com a definição de personagens, feita por Adriana, assim como a criação de outros poemas, que deram amarramento ao enredo da ficção poética.

Ainda entraram no grupo de criação do livro a ilustradora Júlia Rocha, a compositora Anna Lamha e o instrumentista João Cordeiro, desenrolando o audiobook, que compõe a totalidade da obra.

A beleza nos processos da vida: entre Manoel de Barros e Alice Ruiz

Adriana iniciou sua relação com a escrita na graduação, ao cursar Artes Plásticas e Letras em São Paulo. “Os trânsitos entre texto e imagem, o que é chamado de intersemiose, me interessavam. No curso de artes eu tive uma disciplina chamada Poéticas, que explorava processos criativos com a escrita. De lá em diante, sempre estive de alguma maneira envolvida com estes processos”, recorda a autora.

“Nácar Madrigais” se originou a partir de haicais criados em uma residência artística no Vale do Matutu, ocorrida no carnaval de 2016. “Esta experiência foi tão rica, que junto dos haicais criei também alguns desenhos com linhas, que os ilustravam. Desta união texto-imagem veio a ideia do livro”, revela Adriana, que define seu estilo de escrita, neste livro, como poético, associativo e não linear.

Entre suas inspirações intersemióticas, cita nomes como Arnaldo Antunes, Alice Ruiz e Fortuna. Já no campo literário, falando especificamente sobre haicais, menciona Paulo Leminski e Alice Ruiz. Aprecia também os microcontos de João Anzanello Carrascoza. “No campo da poesia, o jeito simples e elaborado do Manoel de Barros, de falar sobre a vida e a natureza me encantam. E, na intersecção entre texto e imagem, gosto muito dos poetas concretos, assim como o que vem sendo feito em poesia visual”, revela.

Médico mineiro retorna da Europa após aprender nova técnica

“Sempre confiei nos avanços da medicina. E foi pela busca por um tratamento mais eficaz para pacientes com câncer que tomei a decisão de aprender sobre o Car-T Cell. Agora, estou no Brasil, disposto a incorporar na realidade de nossos pacientes tudo o que essa técnica leva ao benefício da vida”, depõe o médico hematologista Guilherme Muzzi a respeito de sua mais recente experiência.

Após passar cerca de seis meses em Barcelona, que é um importante polo de pesquisa médica da Espanha, o médico retorna ao Brasil para tratar pacientes que têm leucemia linfoblástica aguda B (LLA B) e linfomas não Hodgkin (LNH) com o Car-T Cell. Ainda pouco explorada pelos brasileiros, essa técnica tem melhorado o tratamento de pacientes com LLA B, LNH e mieloma múltiplo que foram refratários à quimioterapia inicial.

“Tudo começa com a coleta de linfócitos T do sangue do próprio paciente com câncer por meio de uma máquina. Em seguida à coleta, eles são geneticamente modificados em laboratório para expressar um receptor quimérico que lhes confere a capacidade de reconhecer e atacar especificamente as células cancerígenas. É como equipar as células do sistema imunológico do paciente com um detector de alvo especializado. A partir desse momento, os linfócitos T são chamados de Car-T Cells. Elas são retornadas para o corpo do paciente como se fosse uma transfusão. Por fim, já no seu organismo, elas começam a procurar as células malignas. Essa técnica é muito eficiente e tem apresentado resultados surpreendentes”, explica o especialista em Car-T Cell.

Em sua experiência no exterior, Guilherme teve a oportunidade de acompanhar cerca de 50 casos de pacientes submetidos a esse tratamento e esteve lado a lado de outros profissionais pioneiros na utilização da técnica. Hoje, o médico trabalha para implementar esse tratamento em hospitais brasileiros.

“Podemos dizer que o Car-T Cell é um dos maiores avanços no tratamento do câncer dos últimos anos. Nós aproveitamos o poder do sistema imunológico de cada paciente de forma singular. É como armar o corpo com uma equipe de elite para combater o inimigo, célula por célula. Claro que cada paciente reage de algum jeito. Alguns apresentam, inclusive, reações ao tratamento, mas, na maioria das vezes, o Car-T Cell é uma esperança”, completa.

Acupunturista se especializa com crianças Autistas e Down

Os benefícios da acupuntura vão muito além da diminuição de dores, tratamento de disfunções psíquicas, hormonais e físicas e outras doenças. A técnica da Medicina Tradicional Chinesa (MTC), que promove o equilíbrio energético por meio de aplicações de agulhas, sementes, laser e até pastilhas de silício, também tem se mostrado uma excelente ferramenta dentro de tratamento multidisciplinar, para promover bem estar e estimular o desenvolvimento físico e cognitivo de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e com síndrome de Down, segundo o acupunturista Marcelo Stehling, que há mais de 20 anos atende pacientes neurodivergentes.

Stehling se especializou em acupuntura há 24 anos, e dois anos depois descobriu a eficácia da técnica na terapia de crianças atípicas ao atender o primeiro paciente de Down. “Depois do primeiro atendimento vieram os outros e não parei mais”, afirma o acupunturista, que já tem mais de 300 casos registrados. O atendimento é feito na Casa Ninho, clínica especializada em desenvolvimento global de crianças e adolescentes em Juiz de Fora, Minas Gerais. Stehling também ministra cursos pelo Brasil, compartilhando seus conhecimentos e experiência.

O especialista ressalta que a Medicina Tradicional Chinesa, integrada à terapia multidisciplinar e acompanhamento médico, ajuda a melhorar as condições características, disfunções e outras patologias inerentes a Down e TEA, que possuem fatores congênitos e não têm cura.

Stiperterapia: indicado para Autistas – O Transtorno do Espectro Autista ou autismo se refere aos distúrbios no desenvolvimento neurológico, caracterizado por algum grau de comprometimento no comportamento social, na comunicação e na linguagem.

A intervenção com a acupuntura não é um avanço dos tempos modernos. “Registros da Medicina Tradicional Chinesa mostram que o autismo já era tratado há mais de 5 mil anos”, explica o acupunturista. A patologia é descrita como a Síndrome dos Cinco Atrasos, cujas características seriam associadas ao desequilíbrio energético dos órgãos e vísceras – baço-pâncreas, rins, fígado e coração.

Em autistas que apresentam sensibilidade à dor, ao toque e etc, os pontos são estimulados com as pastilhas Stiper (silício) ou laser, em vez das agulhas. Entre os benefícios verificados com as aplicações, Stehling destaca a redução de muitos sintomas característicos, maior tolerância a ruídos, noites de sono menos agitados, diminuição da enurese noturna, redução da fala repetitiva e estereotipias. “Ao deixar o paciente mais calmo, a acupuntura, juntamente com a orientação médica, pode inclusive ajudar a reduzir a dosagem de medicamentos psiquiátricos”, afirma o terapeuta.

Benefícios para crianças Down – Causada pela trissomia do cromossomo 21, ou seja a presença de três cromossomos deste tipo em vez de dois nas células do indivídulo, a síndrome de Down se caracteriza por traços físicos, como olhos amendoados, nariz achatado e baixa estatura.

A acupuntura sem agulha, como a stiperterapia, auxilia no tratamento de doenças respiratórias e cardiopatias, muito comuns nas pessoas com essa síndrome. Segundo Stehling também foram constatados outros benefícios como a redução na salivação excessiva (sialorreia), melhora do tônus muscular (hipotonia), melhora da fala e da concentração, ajudando a criança no aprendizado, e até ganho de estatura.

A intervenção precoce é a melhor forma de se obter os melhores resultados. A importância de um bom diagnóstico é fundamental associada a uma equipe multidisciplinar. “A acupuntura sem agulha pode ser ministrada em bebês e inclusive em gestantes”, aconselha Stehling.

Sobre Stiper – No mercado desde 2005, a empresa fundada pela família Gianfratti inovou ao produzir no Brasil os primeiros produtos de beleza e para saúde à base de silício, um dos elementos mais abundantes da crosta terrestre. O seu portfólio conta com itens entre máscara esfoliante facial e corporal, pastilhas para acupuntura e para acupuntura auricular, com benefícios cientificamente comprovados em pesquisas, além de suplementos que combinam o mineral com ácido hialurônico, indicado para tratamento antienvelhecimento, e a versão com extrato de semente de uva, para combate ao stress e prevenção de doenças cardiovasculares. A Stiper está sediada na Grande São Paulo, mas atende todo o território nacional por meio de lojas revendedoras e de sua loja online. Saiba mais sobre a Stiper clicando aqui.

Sobre Marcelo Stehling – Educador físico formado pela UFJF é especialista em acupuntura e fitoterapia brasileira e chinesa, cursando homeopatia, Marcelo Stehling tem experiência de 22 anos no atendimento de crianças Down e com Transtorno do Espectro Autista. Atualmente, ele faz atendimento nas unidades da Casa Ninho, clínica especializada no desenvolvimento global de crianças e adolescentes em Juiz de Fora e ministra cursos sobre a aplicação da técnica de stiperterapia e acupuntura na terapia de crianças. Saiba mais no Instagram/@acupunturamarcelo.