Receitas para a Quaresma

Estamos no período da Quaresma, que se inicia 40 dias antes da Páscoa e é entendido pelos cristãos como um tempo de preparação para a Semana Santa. Durante essa época, é comum a prática de não comer carne vermelha e substitui-la por outros tipos de alimentos, entre eles o peixe, carne branca que é rica em proteínas de alto valor biológico, ferro, zinco e vitamina B12, além de possuir baixo teor de gorduras saturadas e calorias.

Durante a Quaresma muitos católicos não consomem carne vermelha nos 40 dias que antecedem a Páscoa, como um ato de penitência e reflexão.

Portanto, o peixe torna-se uma alternativa nutritiva e simbólica, além de carregar um significado espiritual. E é por isso que receitas à base de peixe ganham destaque. Veja abaixo algumas sugestões.

Lasanha de Sardinha

Rendimento: 4 porções

Tempo de Preparo: 2h30 min

Ingredientes:

2 colheres (sopa) de margarina (40g)

3 colheres (sopa) de farinha de trigo (30g)

2 xícaras (chá) de leite (500ml)

1 colher (chá) de sal

Cerca de meio pacote de massa para lasanha direto ao forno (250g)

400g de molho de tomate pronto

3 latas de Sardinha com Óleo Gomes da Costa (375g)

1 cebola grande picada (200g)

3 a 4 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado

Modo de preparo:

Prepare um molho branco: aqueça a margarina e acrescente a farinha de trigo. Cozinhe em fogo brando mexendo sempre até obter uma pasta, junte aos poucos o leite, o sal e cozinhe mexendo sem parar até encorpar. Reserve. Refogue a cebola no Óleo das Sardinhas Gomes da Costa, junte as Sardinhas picadas grosseiramente e refogue por alguns minutos. Reserve.

Monte a lasanha: cubra o fundo de um refratário retangular médio (30x20cm) com uma camada fina de molho de tomate. Vá alternando camadas de massa (é importante deixar uma distância entre elas para que possam aumentar de tamanho durante o cozimento), molho branco, refogado de Sardinha e molho de tomate. Finalize com o molho branco. Distribua o queijo ralado por toda a superfície. Leve ao forno médio (180°C), pré-aquecido, coberto por papel alumínio e asse por 40 min ou até ferver. Retire o papel alumínio e asse por mais 10 min. Sirva em seguida

Arroz de forno com atum

Rendimento: 2 porções

Tempo de Preparo: 50 min

Ingredientes:

Arroz:

1 colher (sopa) de azeite

1 xícara (chá) de arroz (200g)

1 colher (sopa) rasada de sal

Meia colher (sopa) de chimichurri

Cerca de 2 xícaras (chá) de água fervente (480ml)

Outros ingredientes:

2 latas de Atum Ralado ao Natural Gomes da Costa (340g)

50g de peito de peru fatiado e rasgado

300g de queijo mussarela fatiado

Meio vidro de Champignon Fatiado Gomes da Costa (50g)

Orégano a gosto

Modo de preparo:

Arroz:

Numa panela aqueça o azeite e refogue o arroz. Junte o sal, o chimichurri e a água, misture, tampe a panela e cozinhe em fogo baixo por cerca de 15 minutos ou até a água secar e o arroz ficar cozido. Reserve.

Montagem:

Num refratário retangular pequeno (com cerca de 1250ml de capacidade), distribua metade do arroz reservado. Espalhe uma lata de Atum Gomes da Costa escorrido, metade do peito de peru e cubra metade da mussarela. Faça uma camada com o restante do arroz, cubra com a outra lata do Atum Gomes da Costa escorrido, o restante do peito de peru e os Champignons Gomes da Costa. Cubra a preparação com o restante do queijo. Salpique orégano pela superfície. Leve ao forno médio (180ºC), preaquecido, por cerca de 20 minutos ou até a preparação ficar quente e o queijo derretido.

Panqueca de Sardinha com Molho de Manjericão

Rendimento: 10 porções

Tempo de Preparo: 1h15 min

Ingredientes:

Molho de Tomate:

2 latas de Sardinha Óleo Gomes da Costa

1 cebola picada (80g)

2 dentes de alho amassados (4g)

1kg de tomates maduros, picados

Meia colher (sopa) de açúcar (5g)

Sal a gosto

1 galho pequeno de manjericão fresco

Queijo parmesão ralado a gosto

Panqueca:

1 xícara (chá) de leite (240ml)

1 ovo (60g)

1 colher (chá) de margarina (5g)

1 xícara (chá) de farinha de trigo (150g)

Sal a gosto

Recheio:

Meio vidro de palmito, picado (150g)

1 lata de ervilha (200g)

1 tomate picado (80g)

1 cebola picada (80g)

1 copo de requeijão (200g)

2 latas de Sardinha com Óleo Gomes da Costa (250g)

1 colher (sopa) de salsa picada (5g)

Sal e pimenta do reino a gosto

Modo de preparo:

Molho de Tomate:

Leve ao fogo brando o óleo da Sardinha Gomes da Costa, a cebola e o alho, refogue até dourar levemente. Junte o tomate, o açúcar, o sal e o galho de manjericão. Misture. Cozinhe em fogo baixo, panela tampada, mexendo de vez em quando até os tomates desmancharem por completo e o molho ficar encorpado. Reserve.

Panqueca:

Junte no copo do liquidificador todos os ingredientes, bata em velocidade média por cerca de um minuto ou até a massa ficar homogênea. Unte com margarina uma frigideira antiaderente com 22 cm de diâmetro. Espalhe cerca de 3 colheres (sopa) de massa por todo o fundo e leve ao fogo brando. Cozinhe a massa, até começar a formar uma casquinha nas bordas.

Vire o disco de massa com a ajuda de uma espátula, para que cozinhe e doure do outro lado.

À medida que for fazendo as panquecas, empilhe os discos. Reserve.

Recheio:

Numa tigela junte o palmito, a ervilha escorrida, o tomate e a cebola. Misture. Junte o requeijão e a Sardinha Gomes da Costa, acrescente a salsa e tempere com sal e pimenta a gosto. Reserve.

Montagem:

Recheie cada disco de massa com cerca de 2 a 3 colheres (sopa) do recheio de sardinha. Enrole como uma panqueca, monte 10 panquecas e distribua num refratário lado a lado. Despeje por cima o molho bem quente. Salpique com parmesão e sirva em seguida.

Bacalhau Alla Romana

Rendimento: 4 porções

Tempo de Preparo: 30 min

Ingredientes:

1kg de bacalhau dessalgado

Azeite Extra Virgem Gomes Da Costa a gosto

Sal a gosto

Pimenta do reino a gosto

½ xícara cebola roxa picada

2 dentes de alho picado

2 xícaras de tomate sem pele e sem semente picado

⅓ xícara de passas brancas

¼ xícara de azeitona preta sem caroço cortada ao meio

¼ xícara de alcaparras

Salsinha fresca picada a gosto

Manjericão fresco picado a gosto

Modo de preparo:

Pré-aqueça o forno 200°C. Numa travessa refratária coloque as postas de bacalhau, tempere-as com pimenta do reino e azeite e leve para assar por 20 minutos. Enquanto isso numa frigideira grande refogue a cebola e o alho num fio de azeite, junte o tomate, as passas, as azeitonas e as alcaparras. Deixe cozinhar por uns 5 minutos, acerte sal e pimenta do reino e desligue o fogo. Quando o bacalhau estiver pronto ligue o fogo novamente e coloque as postas na frigideira. Regue com o molho e cozinhe por mais 10 minutos com a panela tampada. Depois de pronto regue com bastante azeite e finalize com salsinha e manjericão.

 

Segunda sem carne – Berinjela à Parmegiana

Algumas pessoas já estão familiarizadas com o movimento “segunda sem carne”. O movimento é exatamente como o nome sugere. É uma proposta para que você tire a carne do seu cardápio pelo menos uma vez na semana.

Aqui no Brasil, a Segunda Sem Carne é uma campanha da Sociedade Vegetariana Brasileira em parceria com a Secretaria do Verde e do Meio-Ambiente da Prefeitura de São Paulo com a ideia é trazer um primeiro contato de um carnívoro com o vegetarianismo.

Rendimento: 4 porções

Tempo de Preparo: 50 minutos

Calorias: 430 a porção

Ingredientes:

2 berinjelas grandes

500ml de água

1 colher (chá) de sal

3 colheres (sopa) de Vinagre de Vinho Branco

2 ovos

2 xícaras (chá) de farinha de rosca

2 colheres (sopa) de Azeite de Oliva Castelo

200g de muçarela picada

Molho de Tomate:

1 cebola pequena picada

1 dente de alho amassado

1 colher (sopa) de Azeite de Oliva Castelo

1 lata de tomate pelado

2 colheres (sopa) de Vinagre Balsâmico Tradicional Castelo

1 colher (chá) de sal

Modo de Preparo:

Corte as berinjelas em 16 rodelas médias e deixe de molho na água, no sal e no Vinagre de Vinho Branco Castelo.

Prepare o molho. Refogue a cebola e o alho no Azeite de Oliva Castelo. Junte o tomate pelado picado, o Vinagre Balsâmico Tradicional Castelo e o sal. Deixe apurar. Reserve.

Retire as rodelas de berinjela da água e escorra bem. Coloque os ovos em uma tigela e bata com um garfo. Passe as rodelas pelo ovo e empane na farinha de rosca. Vá colocando em uma assadeira grande untada com metade do Azeite de Oliva Castelo, uma do lado da outra e pincele com o restante do Azeite de Oliva Castelo. Leve ao forno médio (180℃), pré-aquecido, por cerca de 30 minutos ou até dourar. Retire e deixe amornar.

Montagem: coloque em um refratário grande, metade do molho de tomate. Por cima, distribua 8 rodelas de berinjela, uma ao lado da outra, deixando um espaço entre elas. Distribua três quartos da muçarela sobre as rodelas e cubra com o restante das rodelas. Cubra com o restante do molho e da muçarela. Volte ao forno por mais 15 minutos para aquecer bem e sirva.

Divinas Conversas inaugura 2024 com Conceição Evaristo

A Fundação Torino terá a honra de receber a renomada escritora Conceição Evaristo para um encontro que promete ser memorável. O evento faz parte do Divinas Conversas, ciclo de encontros e palestras promovido pela Fundação Torino, Escola Internacional de Nova Lima, MG. Aberto ao público geral, o evento tem como objetivo aproximar a comunidade das culturas brasileira e italiana por meio da língua e da literatura de ambos os países.  
 
O encontro com Conceição Evaristo, que no dia 8 de março tomará posse da cadeira 40 da Academia Mineira de Letras, inaugura a edição de 2024 do Divinas Conversas, que teve curadoria de Rogerio Faria Tavares, jornalista, escritor e presidente emérito da AML. Para este encontro, a proposta é levar o público a uma jornada através da vida e obra da escritora, eleita pelo prêmio Juca Pato como Intelectual do Ano de 2023. “O foco da conversa será majoritariamente biográfico, dando aos ouvintes a rara oportunidade de conhecer mais profundamente a trajetória pessoal de Conceição. A infância da escritora, uma fase tão influente e formativa, será um dos principais temas. Será uma oportunidade de explorar seus anos de formação em Belo Horizonte, a vida familiar e as marcantes relações com sua mãe e avó”, explica Rogerio Tavares.  
 
A conversa não se limita à vida pessoal da escritora. Os livros de Conceição, em especial o último lançado – Canção para Ninar Menino Grande – também serão abordados. “No entanto, o diferencial desta palestra será realmente a perspectiva biográfica, permitindo que os fãs vejam além das páginas escritas e conheçam a mulher por trás das palavras”, reitera Tavares. Espera-se que esta abordagem mais pessoal e íntima proporcione uma conexão mais profunda entre a escritora e seu público. Será uma oportunidade única de entender não apenas as obras de Conceição Evaristo, mas também a inspiração e vivências que moldaram sua carreira literária.  
 
“Conceição Evaristo é mais do que uma escritora; ela é uma voz que ressoa as histórias e vivências de muitos brasileiros que, por vezes, não encontram espaço em nossos currículos tradicionais. Ao integrá-la ao nosso contexto escolar, estamos fazendo mais do que apenas ampliar o repertório literário de nossos alunos; estamos oferecendo-lhes uma janela para compreender e valorizar a diversidade, a resistência e a riqueza da nossa identidade nacional”, comenta Marcia Naves, diretora-geral da Fundação Torino. 
 
Serviço 
Divinas Conversas com Conceição Evaristo   
Data – 7 de março 
Horário – 19h30 
Local: Fundação Torino -Rua Jornalista Djalma Andrade, 1300. Piemonte. Nova Lima, MG 
Convites disponíveis:  
 
Sobre Conceição Evaristo 
Conceição Evaristo é uma renomada escritora, ficcionista e ensaísta brasileira com formação em Literatura pela UFRJ, Mestrado pela PUC/Rio e Doutorado pela UFF. Desde sua primeira publicação em 1990, ela lançou sete livros, com destaque para “Olhos D’água”, premiado com o Jabuti em 2015. Cinco de suas obras foram traduzidas para idiomas como inglês, francês e árabe. Ao longo de sua carreira, recebeu diversos prêmios e homenagens, como o Prêmio do Governo de Minas Gerais pelo conjunto de sua obra e a Ocupação Conceição Evaristo pelo Itaú Cultural. Em 2019, foi homenageada como personalidade literária pelo Prêmio Jabuti. Em 2022, assumiu a Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência na USP e, em 2023, foi laureada com o Prêmio Juca Pato como Intelectual do Ano. 
Sobre o Divinas Conversas  
Criado em 2016, o Divinas Conversas é um ciclo de encontros promovido pela Fundação Torino, com o intuito de integrar conhecimentos, ideias e pensamentos que permeiam as culturas brasileira e italiana, através da literatura de ambos os países. Personalidades da literatura e profissionais de outras áreas afins fazem parte da seleção de palestrantes. Os encontros acontecem no auditório da Fundação Torino e são abertos à comunidade escolar e ao público externo.  

5 razões para visitar Campos do Jordão em março

A cidade de Campos do Jordão fica no Vale do Paraíba, em São Paulo, a cerca de 2h30 da capital, e é conhecida como a Suíça Brasileira por causa do clima frio e charmoso da montanha. Muito procurada nos meses mais frios, Campos é um excelente destino turístico também no verão, principalmente para quem gosta de apreciar a natureza e passear ao ar livre. Confira a seguir 5 motivos para visitar o destino em março:

1 – Clima ameno

Enquanto nas grandes cidades a temperatura passa facilmente dos 30 graus no verão, em Campos do Jordão, as máximas ficam em torno dos 23ºC, praticamente temperatura ambiente. Isso significa conforto e tranquilidade para aproveitar as diversas opções de parques e atividades ao ar livre que a cidade oferece.

2 – Economia

Por ser considerada baixa temporada, toda a rede hoteleira, além de restaurantes e demais serviços costumam estar com os preços mais baixos, uma oportunidade e tanto de economizar, principalmente se a família for grande. Além disso, promoções e upgrades dificilmente são oferecidos na alta temporada.

3 – Nada de superlotação

Menos filas nos bares, restaurantes e atrações mais concorridas, além de mais vagas de estacionamento. Campos também é ótimo para fazer comprinhas, há diversas opções de lojas, que costumam estar bem mais tranquilas nesse período.

4 – Atividades ao ar livre

Com as temperaturas próximas dos 23ºC, as atividades ao ar livre ficam mais prazerosas, incluindo as aquáticas, como as quedas d’água do parque Ducha de Prata, uma das principais atrações de Campos do Jordão. Além disso, a cidade possui diversos outros pontos turísticos ao ar livre como Parque Capivari, Parque Tarundu, passeios de quadriciclos, off roads, trilhas e bosques.

5 – Fotos mais bonitas

Ambientes limpos, sem muita gente, confusão, filas e correria, só fora de temporada. Para quem gosta de compartilhar os bons momentos e prefere só a paisagem no enquadramento, a hora é agora.

E onde se hospedar? A Pousada Alto da Boa Vista, a mais premiada entre as pousadas de Campos do Jordão, é uma ótima opção para quem busca uma experiência intimista e personalizada porque recebe poucos hóspedes de uma só vez. As acomodações são encantadoras, em meio à Mata Atlântica e com uma vista incrível. A pousada ainda é anexa ao premiado restaurante italiano Pontremoli e tem comodidades como piscina com borda infinita, banheira, ofurô e academia.

Para reservas e mais informações: pousadaaltodaboavista.com.br

Pousada Alto da Boa Vista e Restaurante Pontremoli

Endereço: Rua das Hortências, 605 – Alto Boa Vista, Campos do Jordão/SP.

Telefone:  12-99660-3386

Site: pousadaaltodaboavista.com.br

Instagram: @pousada_altodaboavista

Hotel Vila Inglesa oferece programação de lazer intensa entre 28 e 31 de março

Famoso pelos chocolates artesanais, Campos do Jordão (SP) é um excelente destino para viajar na Páscoa. Além de degustar muitas delícias à base de cacau, o viajante que visita a cidade durante o período pode se hospedar em hotéis que organizam programações temáticas para toda a família, como o Vila Inglesa, que promoverá uma agenda de lazer intensa entre 28 e 31 de março.

A lista de atrações inclui brincadeiras como skigrama e caça ao tesouro com distribuição de ovos de chocolate. Somado a isso, haverá oficina de artes, Mestre Cuca, festa das cores, contação de histórias no jardim encantado dos coelhos e um almoço especial no domingo de Páscoa.

Com um belíssimo jardim florido e cercado pelas montanhas, o Vila Inglesa incentiva ainda que os viajantes participem de atividades em meio à natureza. Entre elas, destacam-se o charmoso piquenique na montanha, o lanchinho no bosque e as interações com animais – dá para andar a cavalo, tirar leite da vaquinha e até alimentar coelhinhos e carneirinhos.

Atrações noturnas, como o encontro para assar marshmallows na lareira, também prometem animar a programação temática. Além disso, os viajantes poderão desfrutar de toda a infraestrutura do hotel, que inclui quadras de tênis e beach tennis, arvorismo, tirolesa, bar, piscina aquecida coberta, e muito mais.

De quebra, a equipe do empreendimento fica à disposição para organizar experiências diferenciadas para todos os gostos e idades. As opções vão desde massagens (relaxante ou com pedras quentes) até a Equus Experience, uma cavalgada pelo bairro do hotel, na qual os participantes também alimentam e escovam os cavalos. Há ainda o inesquecível Chá das Cinco, um convite a todos os sentidos, com deliciosos bolos, pães variados, croissants e uma grande variedade de doces, como waffles e apfelstrudel. Para acompanhar, há opções de sucos, o famoso chocolate quente de Campos do Jordão e o clássico chá inglês.

As diárias para o período custam a partir de R$ 2.147 por casal, com estadia de, no mínimo, três noites. A hospedagem é em apartamento Standard e inclui café da manhã. O almoço especial de Páscoa é cobrado à parte.

Sobre o Hotel Vila Inglesa

Construído na década de 1940 em estilo enxaimel (normando), que serviu de inspiração para muitas outras construções locais, o Hotel Vila Inglesa é uma das hospedagens mais tradicionais de Campos do Jordão (SP). Com 37 apartamentos disponíveis, está classificado entre os cinco melhores hotéis da cidade de acordo com o Travellers Choice, do TripAdvisor. Também conta com o selo Folha Verde de Hospedagem Sustentável e foi premiado com o Traveller Review Awards 2024, da Booking.com.

Mais informações podem ser obtidas em www.hotelvilainglesa.com.br e nas redes sociais pelo perfil @hotelvilainglesa.

 

Cachaça de Jambu e Licor de Banana estrelam drinks

A coquetelaria autoral vem, cada dia mais, ganhando destaque e espaço na gastronomia brasileira. Bares e restaurantes desenvolvem receitas exóticas e únicas, utilizando insumos diferenciados e criando resultados surpreendentes, indo muito além dos drinks tradicionais. Misturando sabores e texturas, bartenders dão luz a criações cheias de personalidade, que se tornam experiências únicas que devem ser degustadas a cada gole.

Pensando neste público sedento por novidades, o Miltes, bar e sanduicheria recentemente inaugurado na capital paranaense, se destaca por oferecer, além de um cardápio elaborado com insumos frescos provenientes de fornecedores paranaenses, uma carta de drinks surpreendente, com diversas opções saborosas que misturam ingredientes super característicos do Brasil, como cachaça de jambu, licor de banana e licor de tangerina.

Entre os destaques da carta, fica o “Milte”, feito com Amaretto, gin, Campari, xarope de maracujá e limão siciliano, com característica agridoce, amendoado e cítrico (R$ 35). Outro preparo que surpreende é o “Mike e Pantera”, feito com cachaça de jambu, limão, xarope simples e tônica, uma combinação spicy, cítrica e refrescante (R$ 28). Mais combinações exóticas no “Nala” (R$ 32), preparado com vodka, licor de banana, Vermute Dry e Bitter, conferindo ao drink um toque adocicado em adição ao clássico Dry Martini.

É claro que os apreciadores de preparos clássicos também podem se deliciar com drinks como o Amaretto Sour (R$ 30), Daiquiri (R$ 26), Fitzgerald (R$ 28) e Moscow Mule (R$ 29), além de caipirinhas de limão e maracujá (R$ 28 cada), ambas feitas com cachaça.

Cervejas

Propondo um leque completo de opções, os fãs de cervejas artesanais poderão saborear a excepcional Morada Gasoline Sour (R$ 90), cerveja Scotch Ale envelhecida em barril de carvalho francês durante 2 anos, que anteriormente continham vinho do  Porto; e a Morada Double Vienna (R$ 90), uma American Amber Lager com sabor de malte tostado, caramelo e leve frutado. O Miltes também tem carta de vinhos variados, com valores a partir de R$ 55 a garrafa ou R$ 35 meia garrafa, e as espumantes Borbulho Rosê e Borbulho Branco (R$ 90 cada), também da Morada Etílica.

O Miltes Bar funciona na Rua Visconde do Rio Branco (nº 174), com horário de abertura nas terças, quartas, quintas, das 17h às 23h; nas sextas, das 17h às 00h; aos sábados, das 12 às 0h, e aos domingos, das 12h às 23h. Para mais informações, acesse o perfil oficial do bar Instagram: @miltes.cwb.

 

Exposição reúne objetos milenares da cultura peruana

Uma viagem pelas antigas civilizações andinas pode ser vivida pelo público mineiro a partir de 28 de fevereiro, no Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte. É a exposição Tesouros Ancestrais do Peru, que apresenta 162 peças em cerâmica, cobre, ouro, prata e têxteis, datadas de 900 a.C. a 1600 d.C. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados na bilheteria ou pelo site: ccbb.com.br/bh.

Reconhecido como patrimônio pelo Ministério da Cultura do Peru, o conjunto raro de objetos descobertos em diversas expedições arqueológicas pertence à Fundação Mujica Gallo, e faz parte do catálogo do Museo Oro del Perú y Armas del Mundo. Com curadoria de Patricia Arana e Rodolfo de Athayde, a mostra é dividida em cinco blocos temáticos – Linha do TempoMineraçãoDivindades e RituaisCerâmica e Têxteis e Colonização – e apresenta ao público um dos mais importantes acervos da história das civilizações andinas até a consolidação do Império Inca.

Uma história contada pelos objetos

Também conhecido como Tahuantinsuyo, ou “Terra de Quatro Regiões”, na língua quechua, o Império Inca foi a maior e mais importante reunião de culturas da América antiga. Com base em Cusco, sede política localizada no atual Peru, era formado por diversos povos e atingiu, em seu auge, cerca de 12 milhões de habitantes. Politeístas, os incas conseguiram, entre 1438 e 1532, unificar, seja pela força ou por alianças, sociedades da região costeira do Oceano Pacífico e da cordilheira dos Andes.

Espalhados por um território estimado em 4 mil quilômetros, que ia do sul da Colômbia até partes do Chile e da Argentina, passando por todo o Equador, Peru e Bolívia, os povos da região tinham em comum o domínio de técnicas sofisticadas de administração, mineração, irrigação, agricultura, cerâmica, produção têxtil e arquitetura. O mais conhecido e visitado desses territórios é Machu Picchu, um dos poucos não destruídos completamente durante o processo de colonização.

Na mostra, traços culturais dos povos andinos são revelados em utensílios como depiladores, bolsas, penachos, máscaras funerárias e coroas feitas de ouro. Há também módulos dedicados à cerâmica e aos objetos têxteis, como jaquetas, gorros e sapatos. No catálogo estão ainda Tumis, espécies de facas ornamentais usadas durante cerimônias de sacrifícios de animais e, em casos excepcionais, de humanos.

Penacho | Cultura Nasca, Costa Sul do Peru. 200 a.C – 400 d.C | Crédito: Museo Oro del Perú – Armas del Mundo | Fundación Miguel Mujica Gallo

“O desenvolvimento de todas essas culturas revela um acúmulo histórico notável de conhecimentos e a maestria em diversas técnicas e ofícios, refletidos na elegância e complexidade das peças apresentadas. A habilidade na mineração e na confecção de objetos feitos de ouro, prata, cobre e outros minerais atinge um nível de sofisticação excepcional, mesmo nas civilizações mais antigas”, explicam os curadores.

Da agricultura à colonização

No primeiro bloco, Linha do Tempo, são pontuados os momentos-chave de mais de 10 mil anos de história andina, desde os primeiros habitantes (pescadores e caçadores) até o surgimento da agricultura de irrigação. Essa evolução permitiu que essas populações desenvolvessem um alto nível tecnológico, dedicando-se à produção cerâmica, à metalurgia e têxteis, alcançando um notável desenvolvimento cultural.

Garrafa | Cultura Recuay. Serra Norte do Peru. 200 aC-400 d.C | Crédito: Museo Oro del Perú – Armas del Mundo | Fundación Miguel Mujica Gallo

Já o segundo bloco, Mineração, aborda o domínio sobre os metais, o controle sobre o ambiente natural e, consequentemente, seu impacto nas dinâmicas das estruturas do poder. Trata-se de um aspecto fundamental do desenvolvimento dos povos que utilizavam ferramentas diversas para extrair e utilizar cobre, ouro e prata, e produzir objetos de notável elaboração.

Na área Divindades e Rituais é possível conhecer de perto peças em ouro e prata, cerâmica e frisos de personagens divinos e semidivinos, que orientavam o sistema teocrático-militar operado a partir de complexas cosmovisões fundadoras das culturas andinas.

Os metais eram usados para decorar edifícios, adornar corpos e vestes reais em rituais e oferendas funerárias. Um detalhe é que só as pessoas pertencentes à elite podiam usar ouro. Nesta área são expostas máscaras e luvas feitas do mineral, além dos Tumis e dos recipientes usados em rituais sagrados, como os utilizados para recolher o sangue dos seres sacrificados.

No quarto bloco, Cerâmicas e Têxteis, estão peças e informações sobre as técnicas utilizadas desde 1.800 a.C. para produção de barro moldado e cozido em fornalha. Essas técnicas permitiram uma produção intensa de utensílios usados também para expressar ideias e representar estilos de vida e tradições. Também é mostrada a importância da domesticação de animais como lhamas e alpacas para a produção têxtil e artística.

Chapéu | Serra Sul do Peru. 500-800 d.C | Crédito: Museo Oro del Perú – Armas del Mundo | Fundación Miguel Mujica Gallo

A seção Colonização trata da história da colonização do império Inca pelos espanhóis e a fundação do Vice-reinado do Peru. Esse bloco expositivo pretende mostrar a assimetria desse violento encontro de civilizações, que funda uma nova identidade sincrética e mestiça, sobre as ruínas do império Inca.

O percurso da exposição também conta com o Projeto Panaca que divulga, por meio de vídeos de desenhos animados, a história das culturas antigas do Peru. A série de filmes será exibida ao público e é parte do conteúdo educativo da mostra.

Elo entre gerações

A mostra conta com obras contemporâneas que propõem um olhar que amplia a leitura do acervo, a fim de provocar uma visão crítica e reflexiva sobre a representatividade das peças.

No pátio do CCBB Belo Horizonte, destaque para a obra “Saqueo”(Pilhagem), do artista peruano Iván Sikic. Sua referência são os diferentes momentos da história em que a extração compulsiva do ouro gerou um significativo impacto cultural ou ecológico. A instalação questiona o legado colonial e os efeitos da mineração ilegal do ouro até a atualidade.

O legado e o compromisso com a preservação de conhecimentos ancestrais afloram na cuidadosa réplica contemporânea do “Quipu de Nasca”, elaborada pelo arqueólogo Alejo Rojas. O instrumento também é tema na obra “Quipucamayoc”, de Alexandra Grau, uma recriação de quipus coloridos, que aludem a essas ferramentas de registros e contabilidade dos Incas. Os diferentes nós feitos nas cordas criam uma linguagem que guarda a história dessa cultura.

O videoarte “Técnicas de deformação plástica” de Bete Esteves e Beth Franco utiliza imagens das técnicas de mineração e trabalho nos metais para criar uma relação com os métodos violentos narrados pelos protagonistas.

Ecos até os dias atuais

As peças da exposição são raras em diversos sentidos. Quase tudo o que havia em território inca foi destruído, roubado ou derretido. Posteriormente, também foi saqueado por assaltantes de monumentos arqueológicos, conhecidos no Peru como huaqueiros, que reviraram tumbas e centros cerimoniais em busca de peças a serem vendidas ilegalmente a colecionadores.

Dos poucos objetos que sobreviveram, os mais comuns são oferendas funerárias compostas por pequenas figuras de ouro e prata de mulheres e homens. Essas figuras parecem representar os jovens que acompanhavam os mortos em seus processos funerais: em geral, ficam de pé, têm as mãos sobre o peito ou seguram objetos como leque ou espiga de milho. Algumas dessas imagens foram encontradas em sítios arqueológicos vestidas com tecidos e penas.

“As peças que resistiram ao período da voracidade dos colonizadores e dos huaqueiros foram encontradas posteriormente em escavações arqueológicas. Não temos ideia do que se perdeu. Até as construções espanholas foram edificadas sobre monumentos e locais incas, uma amostra clara da necessidade de legitimar o seu poder”, explica o curador, Rodolfo de Athayde. “A história dessas peças é a história viva do desenvolvimento das civilizações andinas até o império inca, o mais importante que já se formou nas Américas”, completa.

Em cartaz até 06 de maio, a mostra é patrocinada pelo Banco do Brasil e BB Asset Management, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A organização é da Arte A Produções.

Circuito Liberdade 

O CCBB BH é integrante do Circuito Liberdade, complexo cultural sob gestão da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), que reúne diversos espaços com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. Trabalhando em rede, as atividades dos equipamentos parceiros ao Circuito buscam desenvolvimento humano, cultural, turístico, social e econômico, com foco na economia criativa como mecanismo de geração de emprego e renda, além da democratização e ampliação do acesso da população às atividades propostas.

 

SERVIÇO

Tesouros Ancestrais do Peru

Período: de 28 de fevereiro de 2024 a 06 de maio de 2024

Funcionamento: de quarta a segunda, das 10h às 22h (fecha às terças)

Local: Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte – Pátio e galerias do 3º andar  Endereço: Praça da Liberdade, 450 – Funcionários, Belo Horizonte – MG

Entrada gratuita, mediante retirada de ingresso no site ccbb.com.br/bh ou na bilheteria do CCBB Belo Horizonte

Classificação indicativa: Livre

 

BH Stock Festival terá lançamento no Palácio das Mangabeiras

A partir de agosto deste ano, a cidade de Belo Horizonte passa oficialmente a integrar o calendário anual da Stock Car, a principal categoria do automobilismo na América Latina. A expectativa é que as corridas sejam realizadas por cinco edições consecutivas e a primeira acontece de 15 a 18 de agosto de 2024, na estreia do evento BH Stock Festival. O lançamento oficial acontecerá em 06 de março, no Palácio das Mangabeiras, com a presença de autoridades, pilotos consagrados e dos organizadores da competição, que irão revelar detalhes sobre o megaevento.

Na ocasião da assinatura do Termo de Apoio entre a Prefeitura de Belo Horizonte e os organizadores do evento, em dezembro do ano passado, o chefe do executivo municipal, Fuad Noman destacou o seu desejo para que a capital de Minas Gerais se consolide como a sede da Stock Car. “A Prefeitura de Belo Horizonte está colaborando integralmente com a organização do evento para assegurar uma corrida excepcional, que será vista pelo Brasil e pelo mundo. Estamos honrados em sediar este evento”, declarou.

Com transmissão ao vivo para 171 países, a realização do evento vai projetar a capital mineira internacionalmente e terá impacto direto na geração de empregos e renda, promoção de investimentos e estímulo à economia local, com aumento no consumo de bens e serviços, além do fomento no turismo.

Sérgio Sette Câmara, CEO da Speed Seven, uma das organizadoras do evento em Belo Horizonte, ressaltou a importância do apoio da prefeitura na organização do evento e destacou os benefícios que a realização do GP trará para a cidade. “Serão injetados R$ 200 milhões na economia do município e serão arrecadados cerca de R$ 20 milhões de impostos por ano. É um evento que vai incrementar o setor hoteleiro, de transportes, de bares e restaurantes. Esperamos criar cerca de 1.500 empregos diretos e indiretos”, comentou.

De acordo com a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), o evento poderá gerar um impacto de até R$ 284,6 milhões ao município ao longo dos cinco anos de realização. A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (IPEAD) estima um impacto de até 0,08% no Produto Interno Bruto (PIB) de Belo Horizonte já em 2024.

A etapa de Belo Horizonte, sétima do calendário anual da Stock Pro Series, será realizada no modelo ‘Circuito de Rua’, com cerca de 3.200 metros extensão. A estrutura será montada ao redor do Estádio Mineirão. Além da adrenalina na pista, o público poderá desfrutar de diversas atividades na Esplanada do Gigante da Pampulha, com diversos shows musicais e experiências gastronômicas.

Os custos de todas as intervenções serão de responsabilidade das empresas organizadoras da Stock Car em BH: Speed Seven, DM Corporate e Vicar.

Meio-ambiente e sustentabilidade

A sustentabilidade, inclusão e segurança são os pilares do BH Stock Festival. A organização do evento já planeja medidas para mitigar o impacto sonoro do evento, com a instalação de barreiras acústicas no circuito, principalmente próximo à UFMG. O desenvolvimento econômico e social da cidade também são prioridades e, por isso, diversas ações serão implementadas, como a neutralização de carbono por meio do plantio de árvores e o incentivo ao uso do transporte público, para reduzir o trânsito de veículos e as emissões de gases poluentes.

O cuidado com os resíduos gerados durante o evento também é uma responsabilidade assumida pela organização do BH Stock Festival. Será realizado o rerrefino do óleo lubrificante utilizado pelas equipes, por meio da empresa brasileira LWART, que faz a coleta de todos os fluidos utilizados pelas equipes da Stock Car e da Fórmula 1 no Brasil. Isso confere à iniciativa o Certificado de Destinação Final, documento de valor legal que assegura a conformidade com as normas ambientais.

Na era digital, descubra a arte do Scrapbook

Na era digital em que estamos imersos, onde as lembranças muitas vezes se perdem em feeds intermináveis e dispositivos eletrônicos, uma forma de arte está se tornando popular ao preservar memórias de maneira física e criativa: o scrapbook. Com sua capacidade única de capturar momentos preciosos em páginas personalizadas, essa arte vem ganhando popularidade entre entusiastas de todas as idades.

Afinal, o que é scrapbook?

Scrapbook vem do inglês, sendo “scrap” fragmentos e “book” livro, ou seja, é um livro de recortes ou álbum de fragmentos. É uma forma de expressão artística que combina fotografias, recortes, papéis decorativos, adesivos e outros materiais para contar uma história visualmente cativante. Desde álbuns de bebês a registros de viagens emocionantes, a técnica permite que as pessoas transformem suas memórias em obras de arte únicas e significativas.

Seja para empreender ou apenas por hobby, hoje há uma gama de cursos e workshops disponíveis para iniciantes e especialistas. Esses cursos oferecem orientação sobre técnicas de design, seleção de materiais, organização de páginas e muito mais. Além disso, proporcionam um espaço criativo onde os participantes podem compartilhar ideias, inspirar-se mutuamente e criar laços duradouros.

“O scrapbook vai além de colar fotos; é uma forma de expressão que nos permite contar histórias, reviver momentos e criar laços afetivos. Nos cursos que ministro, busco não apenas ensinar técnicas, mas também inspirar meus alunos a explorarem sua criatividade e a valorizarem cada memória registrada em papel”, relata Cibele Degrazia, mentora de cursos na área e fundadora da Cibideias, única loja física especializada em importados para scrapbook do Brasil.

Além de criar belos álbuns, os cursos de scrapbook oferecem uma série de benefícios adicionais. Eles promovem habilidades de resolução de problemas, estimulam a criatividade, reduzem o estresse e fornecem uma forma terapêutica de lidar com emoções e lembranças. Sendo também uma boa opção para aqueles que querem empreender no ramo.

Os cursos de scrapbook não são apenas sobre criar álbuns bonitos; eles são sobre capturar momentos preciosos, expressar criatividade e cultivar conexões significativas. Ao participar desses cursos, as pessoas não apenas desenvolvem habilidades artísticas, mas também criam lembranças duradouras que serão apreciadas por muitas gerações. Então, por que não se juntar à comunidade de scrapper e começar a transformar suas memórias em obras de arte?

Oficina gratuita no Museu Inimá de Paula

Sucesso de público, a exposição Caboclos da Amazônia, em cartaz no Museu Inimá de Paula até 31 de março já recebeu mais de 4 mil visitantes que se encantaram com os tesouros do norte do Brasil.
Neste sábado, 2 de março, o público poderá mergulhar no universo nortista com a oficina de Artes “Canecas de Miriti”, inspirados pelos brinquedos de miriti expostos em “Caboclos da Amazônia”.
Os participantes da oficina deverão produzir uma estampa através de desenhos e colagens, que logo após será pintada em uma caneca de porcelana. Todos os materiais necessários serão disponibilizados pela equipe educativa do Museu Inimá de Paula.
A atividade é gratuita, mediante inscrição prévia pelo e-mail educativo@museuinimadepaula.org.br (Colocar no campo Assunto: Oficina “Canecas de miriti”; Nome completo e idade).
SERVIÇO:
OFICINA CANECAS DE MIRITI
Sábado, 2/3 – 14h
Local: Museu Inimá de Paula: Rua da Bahia, 1201, Centro, Belo Horizonte/MG.
Evento gratuito
Inscrições pelo email educativo@museuinimadepaula.org.br
Mais informações pelo instagram @museuinimadepaula @caboclosdaamazonia

Médica mineira é palestrante confirmada em Congresso em Bogotá

As evidências científicas antienvelhecimento serão apresentadas em diferentes painéis durante os três dias de Congresso. Inteligência artificial e farmacologia aplicadas ao escopo da longevidade e da estética são alguns dos temas em discussão no evento intercontinental que está em sua quarta edição.

Rejuvenescimento e longevidade por meio da modulação dos neurotransmissores. É para falar sobre esse assunto que a médica mineira Consolação Oliveira desembarca em Bogotá, na Colômbia, para participar do IV Congresso Intercontinental de Medicina Antienvelhecimento e Estética Médica. Entre os dias 29 de fevereiro e 2 de março, o evento reunirá médicos de todo o mundo especializados no envelhecimento saudável.

Especialista em nutrologia, fisiologia hormonal e medicina ortomolecular, Consolação Oliveira falará sobre a importância e o impacto de modular os neurotransmissores para aumentar a longevidade e os tratamentos para garantir uma vida mais longa e saudável. “A expectativa de vida no mundo cresce a cada dia e hoje já temos a possibilidade de chegarmos aos 100 anos conscientes, orientados no tempo e no espaço e caminhando com nossos próprios pés sem precisar de ‘um terceiro’ (como a bengala)”, garante a médica. A palestra acontece na manhã do dia 2 de março, no horário local.

Para a médica, a busca para suavizar o envelhecimento representa um dos movimentos mais fascinantes da medicina. “Durante minha palestra, vou mostrar aos colegas médicos  que a longevidade saudável é perfeitamente alcançável e importante para o corpo. Os avanços sobre o assunto têm sido extraordinários, principalmente quando falamos sobre as descobertas nos campos de nanotecnologia, biologia molecular e a atuação promissora dos neurotransmissores em favor da qualidade de vida ao longo dos anos”, disserta a médica.

Consolação ainda assinala que é possível modular o cérebro para que ocorra uma elevação da produção dos neurotransmissores essenciais para uma boa qualidade de vida, sobretudo quando o objetivo é tentar equiparar os níveis ideais dessas substâncias que são as responsáveis pelo funcionamento do corpo e estímulo da vitalidade. “Nosso cérebro tem em média 85 bilhões de neurônios. Para cada um desses neurônios funcionarem de forma saudável são necessários cerca de 50 nutrientes, como vitaminas e sais minerais. Com o passar dos anos, o corpo deixa de aproveitar esses nutrientes, diminuindo a produção dos neurotransmissores. A modulação de neurotransmissores atua nessa recarga”, esclarece.

Consolação explica que “com a modulação há uma melhora na produção de importantes neurotransmissores como dopamina e serotonina, que são responsáveis pela recompensa, prazer e felicidade. Além disso, a modulação estimula a produção do glutamato, que tem função excitatória e é quem atua gerando a vontade de acordar e realizar as atividades do dia a dia, além de estimular a memória. E, por último, o GABA que é o neurotransmissor inibitório, que promove relaxamento e sensação de calmaria”.