Ator mineiro Felipe Oládélè integra elenco da Netflix

Às vésperas da Copa do Mundo, a Netflix estreia “Brasil 70: A Saga do Tri”, série que revisita a conquista do tricampeonato mundial da Seleção Brasileira em 1970. No elenco, o ator Felipe Oládélè interpreta o goleiro Moacir Barbosa, personagem central para compreender não apenas a história do futebol brasileiro, mas também as marcas do racismo estrutural atravessadas pelo esporte. Apesar do sucesso consolidado na carreira, Barbosa carregou sozinho, durante décadas, o peso da derrota do Brasil para o Uruguai na final da Copa de 50, se tornando um retrato das contradições de um país que transforma ídolos em culpados.

Segundo Felipe, “a dimensão do esporte coloca uma lupa muito grande sobre a vida das pessoas. Entrar em contato com a trajetória do Barbosa foi entender de forma profunda como uma sociedade pode desumanizar alguém e apagar toda uma história por causa de um único episódio. Para pessoas negras, mulheres, pessoas LGBTQIA+ e outros grupos minorizados, o peso do erro é maior, não existe espaço para falhar”, afirma.

A escalação de Felipe para o projeto começou com o envio de um self-tape em que o ator demonstrava suas habilidades no futebol. Depois, foi chamado para testes presenciais que reuniam cenas de atuação e provas mais específicas. “O teste foi bem próximo de algumas habilidades fundamentais que um jogador precisa ter em campo. Envolvia tanto preparo físico quanto habilidade com a bola. De certa forma, como ator, a gente também precisa cuidar muito do corpo, claro, guardadas as devidas proporções, porque não é a preparação de um jogador profissional. Eu gosto de pensar que o futebol tem um pouco de dança, são movimentos, explosões, ritmo, improviso. É esporte, mas também existe uma certa coreografia”, comenta.

Depois da aprovação, Felipe intensificou a rotina com o futebol e mergulhou em pesquisas sobre a trajetória de Barbosa, buscando compreender não apenas sua carreira no esporte, mas também o impacto dessa história no imaginário brasileiro. Durante o processo, uma descoberta marcou especialmente o ator: saber que, anos depois da derrota, Barbosa foi impedido de visitar a concentração da Seleção Brasileira na Granja Comary.

“O que mais me exigiu preparação foi a dimensão emocional desse personagem. Recriar a cena daquele gol no Maracanã lotado e saber que, a partir daquele momento, a vida do Barbosa mudaria para sempre até o seu último dia, não foi algo fácil de absorver. Então eu precisava conseguir acessar esse peso, essa dor e toda carga simbólica que ele carregou por tantos anos”, revela.

Apaixonado por futebol desde a infância, Felipe cresceu em Belo Horizonte acompanhando os jogos do Atlético Mineiro ao lado da família e guarda lembranças afetivas das Copas do Mundo. “Durante muitas Copas, eu assistia aos jogos no prédio da minha avó, junto com amigos e vizinhos. Tenho memórias muito fortes da Copa de 94 e da de 2002. O futebol sempre foi esse lugar de encontro, de conexão com as minhas raízes, aquilo deixava de ser só um jogo e virava uma experiência coletiva, quase um ritual.”, afirma. Hoje morando no Rio de Janeiro, Felipe segue acompanhando o Atlético semanalmente e mantém hábitos que atravessam gerações, como escutar jogos no rádio, tradição herdada do avô.

Para o ator, “Brasil 70: A Saga do Tri” vai além do universo esportivo e usa o futebol como ponto de partida para revisitar diferentes camadas da história brasileira. “O futebol, no Brasil, nunca foi só futebol. Ele fala sobre identidade e sobre a forma como o país constrói seus heróis e seus culpados. Talvez o mais bonito e também o mais duro seja perceber que, por trás de uma seleção histórica e de um momento de celebração, existem questões humanas muito complexas, que falam sobre poder, pertencimento, exclusão, memória e afeto. Acho que Brasil 70 revela um pouco disso: que, no fundo, quando o Brasil entra em campo, é sempre muito mais do que um jogo.”, conclui.

BH recebe festival de literatura e economia criativa

Programação inclui encontros profissionais e atividades voltadas à formação de leitores e conecta produção literária nacional a autores de países de língua portuguesa

 

O Festival Literário Internacional de Minas Gerais (FliMinas 2026) realizará sua primeira edição entre os dias 7 e 13 de junho de 2026, no Expominas, com a proposta de consolidar Belo Horizonte ainda mais como um dos principais polos literários do país. A organização estima público de até 300 mil visitantes ao longo de sete dias, em uma programação que articula literatura, educação, cultura e economia criativa em escala nacional e internacional. Os horários são de domingo à sexta-feira, de 8h às 21h, e sábado de 8h às 17h.

Serão cerca de 230 autores independentes, além de escritores convidados nacionais e internacionais distribuídos na programação oficial. O evento também contará com mais de 700 editoras presentes e cerca de 152 expositores, reunindo livrarias, distribuidoras e selos editoriais de diferentes portes.

A programação será híbrida, com atividades presenciais e digitais, e inclui palestras, mesas de debate, oficinas, lançamentos de livros, sessões de autógrafos, contação de histórias, performances poético-musicais, exposições e ações formativas. Entre os eixos estruturantes, destacam-se iniciativas voltadas à literatura infantil e infanto-juvenil, à produção independente, aos quadrinhos e à literatura em língua portuguesa.

“É muito legal estar aqui com essa turma toda que vive em torno do livro, em diferentes áreas e direções. É um encontro muito especial. Acredito que será uma experiência muito rica e integrada para todos”, comemora o curador-geral do evento, o escritor José Santos, curador-geral do evento, durante o lançamento do festival.

Entre os principais eventos confirmados estão o Encontro Nacional de Influenciadores Literários (ENIL), o Encontro de Bibliotecários e o Encontro das Academias de Letras, além de programações conduzidas por coletivos e instituições culturais. A agenda contempla ainda oficinas de escrita criativa, debates sobre incentivo à leitura nas escolas, atividades sobre literatura afro-brasileira, cultura popular e diversidade, bem como ações voltadas à mediação de leitura e ao fortalecimento de bibliotecas comunitárias.

Além disso, estão previstos encontros com escritores, ilustradores, pesquisadores e artistas, além de atividades temáticas que abordam desde processos criativos até questões educacionais e sociais relacionadas à leitura. Parte da programação também estabelece diálogo com países de língua portuguesa, com destaque para autores africanos, e inclui reflexões sobre a influência cultural da imigração em Minas Gerais.

“Minas Gerais é enorme, rica culturalmente e possui grandes autores, grandes histórias e grandes representantes da literatura brasileira. E é exatamente isso que queremos mostrar”, apresenta Humberto Paes Leme, diretor-proprietário da HPL Eventos, empresa responsável pela realização do FliMinas 2026.

Conceito

O festival adota o conceito “Minas são muitas, Gerais são tantas” como eixo temático, com o objetivo de refletir a pluralidade cultural do estado e promover o intercâmbio entre diferentes territórios e tradições literárias. A proposta se traduz na construção de um ambiente de circulação de ideias e narrativas, no qual coexistem expressões indígenas, urbanas, periféricas e regionais, articuladas em diálogo com o cenário internacional.

Educação e leitura
No campo educacional, o FliMinas 2026 prevê a participação de mais de 150 mil estudantes das redes pública estadual e municipal, além de professores e mediadores de leitura. Estão programadas ações de distribuição de vales-livro, atividades pedagógicas estruturadas e iniciativas de formação continuada para educadores. A estratégia busca ampliar o acesso ao livro, estimular o hábito da leitura desde a infância e fortalecer bibliotecas escolares e comunitárias.

Estrutura

A estrutura do evento inclui recursos de acessibilidade física e de conteúdo, como intérpretes de Libras, audiodescrição, legendas e materiais ampliados, além de equipes capacitadas para atendimento inclusivo. A diretriz reforça o compromisso com a democratização do acesso à cultura e à educação.

Apoios e Realização

O Festival Literário Internacional de Minas Gerais – FliMinas 2026 tem o patrocínio da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge). Uma realização da HPL Eventos. O sistema oficial de vales-livro é operado pela HPL Sistemas e a plataforma oficial de vendas também é da HPL Tickets. O evento conta com o apoio da CBL – Câmara Brasileira do Livro, ABDL – Associação Brasileira de Difusão do Livro, CML – Câmara Mineira do Livro, ANL – Associação Nacional de Livrarias e ASALEMG – Associação das Academias de Letras de Minas Gerais. Também apoiam a iniciativa o PLIN – Palco da Literatura Independente, Instituto Abrapalavra, Conselho Regional de Biblioteconomia Região da 6ª Região – CRB-6, Cineart, Café Três Corações, Sebrae Minas, Metrô  BH, MS Agência de Viagens, IBI Literário e Inko Criativo – Escola de Mídias Criativas.

O evento conta também apoio institucional da Prefeitura de Belo Horizonte, através da Belotur, Secretaria Municipal de Educação e Fundação Municipal de Cultura, e do Governo de Minas Gerais, através das Secretarias de Estado de Educação de Minas Gerais e Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, SEBP – Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas e Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais.

A iniciativa ainda conta com parceria cultural do Instituto PSIA, Editora Estrela Cultural, Clube do Livro de BH, Zona Literária Independente de BH, além de incentivo cultural do Ministério da Cultura e do Governo Federal, por meio da Lei Rouanet.

Arena Nº1 transforma Mineirinho em ponto de encontro

Projeto liderado por Brahma, marca da Ambev e realizado pela Agência California reúne futebol, música e experiências na Praça Maria Felipa durante o Campeonato Mundial de Futebol

Os dias de jogo do Brasil vão ganhar um novo ponto de encontro em Belo Horizonte. A Arena Nº1, maior festival de entretenimento do país durante o Campeonato Mundial de Futebol, desembarca na capital mineira com transmissões ao vivo, shows e experiências pensadas para transformar cada partida da Seleção Brasileira em uma grande celebração coletiva. A programação em Belo Horizonte reúne Gustavo Mioto, Akatu, Ferrugem, DJ Bruno Reis, Hitmaker, Di Propósito, +5521 e Ludmilla.

Liderado por Brahma, marca da Ambev e realizado pela Agência California, o festival ocupa o Mineirinho durante o torneio, conectando futebol, música e experiências em um dos períodos mais movimentados do calendário mineiro.

A Arena Nº1 chega em sintonia com o movimento “Tá Liberado Acreditar”, lançado por Brahma para a Copa do Mundo de 2026. A campanha propõe reacender a confiança do torcedor brasileiro na Seleção e transformar os jogos em momentos de encontro, celebração e paixão coletiva pelas ruas do país. O movimento ganhou um filme protagonizado por Ronaldo Nazário e pelo técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti.

Cada praça recebe uma estrutura com mais de 15 mil metros quadrados, preparada para receber entre 15 e 20 mil pessoas por dia, mais de 600 mil ao longo de toda a operação. A Arena Nº1 conta ainda com apoio oficial da Confederação Brasileira de Futebol, sendo o único festival do país a receber o endosso da entidade durante o campeonato.

O festival será dividido em dois espaços. A Arena concentra o público geral, com acesso gratuito mediante retirada de ingressos, já disponíveis na Sympla e doação de 1kg de alimento não perecível na entrada. Já o Backstage oferece uma experiência premium, com área exclusiva, vista privilegiada e open bar de cerveja, água, refrigerante, água tônica, vodka, whisky e gin. Os ingressos para o setor custam a partir de R$ 320 e também já estão disponíveis na plataforma.

Com transmissão exclusiva dos jogos pela Globo, a parceria leva a experiência do torneio para além das arenas. Em Belo Horizonte, um glass studio instalado dentro do festival abrigará entradas ao vivo, flashes de programação e conteúdos produzidos diretamente da praça, integrando a Arena Nº1 à cobertura nacional do evento.

Programação
Belo Horizonte | Mineirinho
13/06 (sáb): Gustavo Mioto e Akatu
19/06 (sex): Ferrugem e DJ Bruno Reis
24/06 (qua): Hitmaker, Di Propósito e DJ Bruno Reis
29/06 (seg): +5521 e Ludmilla

SERVIÇO
Arena Nº1 Belo Horizonte
Local: Mineirinho | Av. Antônio Abrahão Caram, 1000 – São Luiz, Belo Horizonte – MG, 31275-000
Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/arena-n1-em-belo-horizonte/3411864
Setor Arena: Gratuito, acesso mediante retirada do ingresso e doação de 1kg de alimento não perecível na entrada. Entrada sujeita à capacidade do espaço.

Classificação: 16+. É proibido o consumo, a compra e o fornecimento de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos.

Setor Backstage: a partir de R$ 320. Área exclusiva com Open Bar (cerveja, água, refrigerante, água tônica, vodka, whisky e gin) e vista privilegiada. Backstage Meia Solidária: compra pela Sympla + doação de 1kg de alimento não perecível na entrada. Backstage Inteira: compra direta pela Sympla.

Classificação: 18+. Proibida a entrada de menores de 18 anos, mesmo acompanhados dos pais e/ou responsáveis.

Acessibilidade disponível no local.

Crédito da foto: divulgação

Evento conecta tradições entre Congado e Bumba Meu Boi

O Ateliê Multicultural (rua Mafra, 912, Milanês), em Contagem (MG), recebe no dia 31 de maio (domingo), das 12h às 18h, o Festejo Conexão Minas Maranhão. Com entrada gratuita, o evento promove intercâmbio entre a tradição popular mineira e a maranhense, reunindo apresentações da Guarda de Congo da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário Os Ciriacos, do grupo Boi Brilho do Horizonte e uma roda de Tambor de Crioula. A programação conta com a participação do cantador maranhense Chagas, conhecido como “O Midiático”, além de celebração ecumênica, almoço coletivo e discotecagem com DJ Selecta Maranha Roots.

Idealizado por Sandro Medeiros, o festejo busca fortalecer os laços entre manifestações culturais afro-brasileiras que carregam histórias de resistência, ancestralidade e devoção popular. O evento é realizado pelo Ponto de Cultura Ateliê Multicultural, com recursos do Edital Diversas Contagem 001/2025, do Fundo Municipal de Incentivo à Cultura de Contagem. “O Bumba Meu Boi do Maranhão e o Congado Mineiro são manifestações culturais distintas em seus enredos e ritmos, mas compartilham paralelos profundos como formas de resistência, fé e identidade afro-brasileira”, afirma Sandro.

Entre os destaques, está a participação de Chagas, cantador do Bumba Meu Boi de São José de Ribamar do Maranhão. Com 35 anos de carreira, ele é reconhecido como um dos principais nomes do Bumba-Boi, sotaque de matraca. “A participação do grande cantador Chagas ‘O Midiático’ é o diferencial desta edição”, destaca Sandro, revelando que, além das apresentações culturais, o evento terá um almoço gratuito servido ao público, inspirado nas tradicionais festas populares do Congado.

O idealizador também ressalta o papel do festejo na preservação das culturas populares brasileiras. “Essa manifestação valoriza a cultura popular, proporciona aos integrantes dos grupos e ao público a oportunidade de convívio sociocultural e promove o resgate histórico afetivo”, afirma Sandro.

O Ponto de Cultura Ateliê Multicultural atua na promoção de ações culturais de múltiplas linguagens, artes integradas, visuais e cultura popular. Seus mantenedores são Sandro Medeiros e Giulliana Souza. Sandro é artista plástico formado pela escola Guignard UEMG, músico prático e pesquisador da cultura popular brasileira. Ele integra grupos ligados ao Bumba Meu Boi e desenvolve trabalhos que unem arte, sustentabilidade e memória cultural. Já Giu é psicóloga, agente cultural e brincante com mais de 20 anos de atuação nas áreas da cultura, educação, saúde e gestão de projetos culturais.

Festejo Conexão Minas Maranhão

31 de maio de 2026 (domingo) – das 12h às 18h

Ponto de Cultura Ateliê Multicultural (rua Mafra, 912, Milanês), em Contagem, na divisa com o bairro Coqueiros (BH)

Entrada Gratuita

Mais detalhes: instagram.com/atelie.multicultural

FOTO ELENICE MUNIZ/DIVULGAÇÃO

A banda Ummagumma The Brazilian Pink Floyd desembarca em BH

A banda Ummagumma The Brazilian Pink Floyd, reconhecida como o maior tributo ao Pink Floyd na América Latina, desembarca em BH no dia 29 de maio, às 21 horas, no Palácio das Artes, com show inédito “Through The Years 2026”.

Os ingressos estão disponíveis nas bilheterias do Teatro Palácio das Artes e no site Sympla.

Liderado e idealizado por Bruno Morais, o Ummagumma-The Brazilian Pink Floyd vem desde 2002 presenteando as plateias Brasil afora com espetáculos cada vez mais elaborados em homenagem ao Pink Floyd.

Na Tour “Through The Years 2026” o Ummagumma apresenta o melhor de cada uma das eras do Pink Floyd! Do começo psicodélico e irreverente com Syd Barrett ao experimentalismo em busca do novo som do Pink Floyd.

Da era Meddle/Dark Side onde a banda trabalhava como uma verdadeira equipe em busca do objetivo de serem ricos e famosos à Era Waters com “Wish You Were Here”, “Animals”, “The Wall” e “The Final Cut. E claro pela Era Gilmour com os álbuns “A momentary lapse of reason” e “The Division Bell”.

Um espetáculo envolvente, mágico e dinâmico que conta em detalhes a rica e espetacular trajetória de uma das maiores bandas de todos os tempos, o Pink Floyd!

Sejam bem-vindos e boa viagem!

SERVIÇO:

UMMAGUMMA THE BRAZILIAN PINK FLOYD – “THROUGH THE YEARS 2026”

Data: 29 de maio de 2026 (sexta-feira)

Local: Grande Teatro Cemig do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537 – Belo Horizonte – MG)

Horários: 21 horas

Classificação Livre.

Ingressos: Bilheteria do teatro Palácio das Artes e pelo site www.sympla.com.br

Plateia I: a partir de R$ 175,00

Plateia II: a partir de R$ 155,00

Plateia Superior: a partir de R$ 105,00

***Família & Amigos: Venda promocional exclusiva para pacotes A PARTIR de 02 ingressos na modalidade. Desconto aplicado sobre o valor de inteira, não cumulativo com meia entrada e/ou outras promoções.

Mais informações: (31) 97222-2424

Arraiá do Jângal reforça tradição junina em BH

Após o sucesso das edições anteriores, o Jângal realiza a terceira edição do seu Arraiá, consolidando a festa como um dos eventos juninos mais animados da cena cultural de Belo Horizonte. A proposta mantém a essência das tradicionais celebrações brasileiras, combinando música ao vivo, discotecagem, gastronomia típica e uma ambientação que valoriza a experiência coletiva e o clima festivo característico do período.

A programação musical é um dos destaques da noite. O Trio Rafa Santos conduz o público por um repertório que percorre clássicos do forró e ritmos nordestinos, criando o ambiente ideal para a dança e interação. Complementando a experiência, o DJ Adãozinho assume a pista com uma seleção de hits que mantém a energia da festa em alta ao longo de toda a noite.

Além da música, o evento aposta em elementos tradicionais das festas juninas, com atividades como pescaria, jogo da argola, boca do palhaço, quadrilha e correio elegante. A proposta é resgatar memórias afetivas e proporcionar uma vivência completa, unindo entretenimento e cultura popular em um só espaço. A gastronomia também tem papel central, com opções típicas que reforçam a identidade do evento.

Com ambientação temática e foco na experiência do público, o Arraiá do Jângal se posiciona como uma alternativa relevante dentro da agenda cultural da cidade, atraindo diferentes públicos interessados em música, gastronomia e celebrações tradicionais.

Serviço

Arraiá do Jângal – 3ª edição

Data: 29 de maio

Abertura da casa: 18h

Entrada gratuita via Sympla até 19h30

Após 19h30: R$20 (Sympla ou portaria), sujeito à lotação

Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/arraia-do-jangal-3-edicao-29-05/3387902

Local: Jângal – Rua Outono, 523, Cruzeiro – Belo Horizonte/MG

https://www.instagram.com/jangalbh/

Evento une tradições do Congado e do Bumba Meu Boi

Será inaugurada no próximo sábado (30) a primeira escultura pública da artista visual Dyana Santos, na Comunidade Quilombola dos Arturos, em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte. O evento também será marcado por uma bênção, dada pelas matriarcas e patriarcas,  e um café da manhã comunitário. 

 

Produzida em aço corten, a obra, que faz parte do projeto Sementes da Memória, funciona como um memorial em homenagem às raízes negras que contribuíram para a formação histórica, cultural e social da cidade, propondo uma reinterpretação simbólica da memória local no espaço público, em uma proposta de valorização do território. A escultura é formada a partir do encaixe e solda em “x” de duas chapas planas de aço, cortadas a laser nas medidas 3,0 x 2,0 metros e 5/16 polegadas de espessura cada uma.

 

Os contornos externos da escultura referenciam o Adinkra wawa aba, que simboliza a semente, a resiliência, a resistência e a perseverança. Da metade para cima, as bordas da escultura recebem um cordão de esferas planificadas, remetendo tanto a um rosário quanto a coroa composta por sementes de lágrimas de Nossa Senhora, que pertencia ao senhor Geraldo Arthur Camilo, um dos patriarcas da comunidade dos Arturos e primeiro Rei Congo do Estado de Minas Gerais.

 

Em contraponto a símbolos oficiais marcados por narrativas eurocêntricas, a iniciativa estabelece diálogo com a Comunidade dos Arturos, quilombo urbano de Contagem, reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial de Minas Gerais, e referência na preservação de tradições afro-mineiras, como o Congado, a religiosidade e os modos de vida ancestrais. A conexão reforça a relevância de valorizar territórios que mantêm vivas a memória, a cultura e a resistência negra.

Dyana Santos iniciou a produção de arte com trabalhos que tinham o corpo humano como referência, através de esculturas vestíveis, com uma investigação que passa pelos territórios e experiências pessoais e, a partir dessa produção, ela pensou em escalas maiores de sociedade, expandindo seu trabalho.

 

“Meu trabalho começou a partir do corpo, das experiências pessoais e das relações que construí ao longo da vida. Com o tempo, percebi que essas narrativas também falavam sobre territórios, pertencimento e memória coletiva, e isso me levou a expandir a pesquisa para escalas maiores da sociedade”, explica Dyana Santos. 

Carregando o legado dos pais e avós, ela reforça que o sentimento é de ampliação da escala do corpo e também do olhar. Sem acesso a cursos de desenhos e artes na primeira infância, ela aprendeu observando o ofício dos pais e de sua família, refinando o olhar e as experiências estéticas. 

“Vem daí encontrar valor para aquilo que não é valorizado, que é invisibilizado pela sociedade como um todo, tanto que ainda existem separações entre arte e artesanato, por exemplo. Antes, o olhar estava voltado para casa, para valorizar esses conhecimentos, tecnologias ancestrais, linguagens de afeto e de cuidado. Ampliar esse olhar para o território e ver quais são as outras histórias, e que nem sempre estão soterradas e apagadas”, pontua a artista. 

 

Ela completa ainda enfatizando a força da Comunidade Quilombola. “Eles tentam acabar com o espaço, mas os Arturos está pulsante e chama muito a atenção a infinidade de festas, até porque a festa não é dissociada da celebração religiosa. O legado dos Arturos é muito robusto, preservando muitas de suas origens”. 

A obra também tem o objetivo de homenagear e dar visibilidade à contribuição da população negra na construção da cidade de Contagem, além de insistir em novas narrativas históricas no espaço urbano, ampliando a representatividade cultural, democratizando o acesso à arte contemporânea por meio de uma obra pública e incentivar a presença e o protagonismo feminino na produção de monumentos e esculturas públicas. 

A instalação da obra em Contagem carrega um significado afetivo e simbólico para Dyana Santos, que realiza pela primeira vez um trabalho em grande escala em espaço público. A escolha da cidade também reforça a intenção de homenagear trajetórias e comunidades fundamentais para a formação do município, destacando a relevância histórica e cultural da Comunidade dos Arturos na construção da identidade local.

“É a minha primeira escultura pública e a primeira vez que tenho a oportunidade de aumentar a escala para o espaço público e muito significativo que seja em Contagem, que é a cidade onde eu nasci, me criei e ainda vivo. Então, é muito significativo, muito simbólico para mim que esse trabalho seja aqui na cidade e para valorizar a cultura de povos que participaram da fundação de Contagem. A Comunidade dos Arturos tem mais de 140 anos, ou seja, a cidade nasceu no entorno do quilombo”, celebra a artista.  

Ao ampliar sua pesquisa artística para o espaço público, Dyana Santos passou a refletir sobre a presença da memória ancestral negra na paisagem urbana e sobre a ocupação desses espaços por mulheres artistas. A proposta também dialoga com importantes nomes da escultura mineira e brasileira, estabelecendo conexões entre tradição, representatividade e permanência no território.

“Esse trabalho surge do desejo de ampliar a escala de minhas esculturas e dialogar com grandes mestres da escultura em nosso estado, como Amilcar de Castro e principalmente Jorge dos Anjos, semeando nas ruas e espaços públicos de nossa cidade a memória de nossos ancestrais. Nesse ponto, destaco também o gênero da autoria da maioria dos monumentos públicos e esculturas contemporâneas; desejo que mais mulheres se sintam estimuladas a reivindicar e ocupar os espaços aos quais também pertencem”, afirma Dyana Santos.

Realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), o projeto Sementes da Memória reafirma o compromisso com o fortalecimento da cultura, da arte contemporânea e das narrativas historicamente invisibilizadas, propondo a criação de uma escultura pública em homenagem às raízes de Contagem, promovendo reflexões sobre memória, pertencimento, patrimônio cultural e valorização das expressões afro-brasileiras no espaço público.

Sobre a artista

Dyana Santos é artista visual, graduada em pintura e escultura pela Escola de Belas Artes da UFMG, onde também concluiu o mestrado e doutorado. Sua pesquisa investiga as relações entre corpo, memória e território, a partir de experiências pessoais e coletivas marcadas pela colonialidade, além do resgate de saberes e tecnologias ancestrais como dispositivos de resistência e reparação histórica.

Em sua prática, entrelaça técnicas manuais de corte, costura, bordado e metalurgia, legadas por sua avó, mãe e pai, em chapas, fios e malhas de aço e cobre, desenvolvendo trabalhos que tensionam as noções de gênero, os limites entre ofícios (saberes tradicionais) e arte, força e delicadeza, gesto industrial e afeto ancestral.

Foi residente na 9ª Bolsa Pampulha (2024), integrando a exposição CAMARÁ (CCBB/BH); no Fórum Foto Performance (2023), no projeto TAU – Território Arte Urbana (2022) e atualmente foi selecionada para a residência artística do Sertão Negro, que se realizará entre julho e agosto de 2026. Participou de exposições Dignidade e Luta: Laudelina de Campos Mello (Instituto Moreira Salles/SP, 2026), como Riscadura de Fogo (individual de Jorge dos Anjos no Sesc Pompéia/SP, 2026), AVESSO (Centro Cultural Unimed-BH, 2026) ARENA (individual no 33º Programa de Exposições do CCSP, 2024), Dos Brasis (Sesc Belenzinho/SP e Sesc Quitandinha/RJ 2023 e 2024), Crisálida (individual no Centro Cultural UFMG, 2022), entre outras. Integrou o 28º Salão Anapolino de Arte (GO), o 49º Salão de Arte de Ribeirão Preto Nacional (SP);  recebeu prêmio de 1º lugar no 16º Salão Nacional de Artes de Jataí (GO) e no VII Salão Itabirito Regional (MG) e foi finalista do Prêmio PIPA 2025, participando da mostra Poéticas do Ruído na Coleção do Instituto PIPA, no Paço Imperial do RJ.

 

Estudo destaca impacto dos hábitos de estudo na infância

Especialistas apontam constância, apoio familiar e organização como pilares do aprendizado; rotina começa nos primeiros anos e impacta até o vestibular

Em um cenário cada vez mais acelerado, marcado por distrações digitais e rotinas intensas, criar e manter hábitos de estudo se tornou um dos principais desafios, e também um dos maiores diferenciais, na formação de crianças e adolescentes. Mais do que longas horas diante dos livros, especialistas defendem que a chave para o aprendizado está na constância, na organização e, sobretudo, no apoio familiar. 

De acordo com dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), estudantes que mantêm uma rotina estruturada de estudos apresentam desempenho significativamente melhor em avaliações acadêmicas. Já pesquisas da UNESCO indicam que o envolvimento da família no processo educacional pode elevar em até 30% o rendimento escolar dos alunos. 

Esse cenário reforça uma percepção cada vez mais presente nas escolas: o aprendizado não começa na véspera da prova, mas é construído ao longo do tempo. E essa construção passa por hábitos simples, que precisam ser desenvolvidos desde cedo. 

Levantamentos recentes mostram que estudantes do ensino fundamental dedicam, em média, de 30 minutos a uma hora por dia aos estudos fora da escola, enquanto alunos do ensino médio podem chegar a duas ou três horas, especialmente em períodos de avaliação. Ainda assim, especialistas alertam que não existe uma fórmula única. 

“A gente precisa abandonar a ideia de receita de bolo. Cada estudante tem uma realidade, uma rotina e um jeito de aprender. O mais importante é que exista constância, ainda que com tempos e estratégias diferentes”, explica o vice-diretor educacional do Colégio Marista Padre Eustáquio, Matheus Nani. 

A prática é confirmada na rotina dos próprios alunos, que encontram diferentes formas de organizar o tempo e o ambiente de estudo. O estudante Vitor Ferreira Lemos, do 3º ano C, conta que adapta sua rotina de acordo com a disponibilidade do dia. “Eu estudo à noite, quando tem tempo, mas às vezes estudo durante a tarde. Para as tarefas, eu faço mais rápido, mas quando é para prova, eu estudo uma hora e meia ou duas horas. Normalmente estudo na mesa da sala, mas às vezes vou para o meu quarto. E quando tenho dúvida, peço ajuda para os meus pais”, relata. 

Já Gabriela Webe, da 1ª série E, destaca a necessidade de flexibilidade diante de uma rotina intensa. “Minha rotina é corrida, então quando dá eu estudo uma matéria por dia, mas quando não dá eu vejo tudo no mesmo dia. Tento estudar o máximo possível, mas faço pausas para não me sobrecarregar. Eu gosto de estudar em lugares diferentes, como meu quarto ou sala. Geralmente estudo sozinha, mas sei que posso contar com meus pais quando preciso”, afirma. 

Outro ponto central é o papel da família. Mais do que ajudar diretamente nas tarefas, o apoio emocional e o acompanhamento do processo fazem diferença significativa no desenvolvimento dos estudantes. 

Segundo especialistas, o erro mais comum ainda é focar apenas nos resultados, como notas e boletins, sem observar o processo de aprendizagem. A construção de uma base sólida, que envolve disciplina, autonomia e organização, começa nos primeiros anos e se fortalece ao longo da vida escolar. 

Essa base, inclusive, é determinante para momentos de maior pressão, como vestibulares e exames nacionais. Alunos que desenvolveram hábitos consistentes ao longo do tempo tendem a enfrentar esses desafios com mais segurança e autonomia. 

“Quando a gente fala de hábito de estudo, a gente não está falando de quantidade de horas, mas de constância ao longo do tempo. O estudante que cria uma rotina, ainda que pequena no início, constrói uma base sólida que vai fazer toda a diferença no futuro. E nesse processo, o apoio da família é essencial, não necessariamente para ensinar o conteúdo, mas para acompanhar, escutar e ajudar a dar sentido ao aprendizado”, destaca o vice-diretor.  

Além disso, o contexto atual traz novos desafios. Crianças e adolescentes nascidos na era digital possuem um tempo de atenção mais fragmentado, o que exige estratégias mais adaptadas à realidade contemporânea. Ainda assim, alguns princípios permanecem universais: ter um local adequado para estudar, manter uma rotina previsível, ainda que com alternância de horários além de estimular a curiosidade. 

Para educadores, estudar também vai além dos livros. Ler, assistir a conteúdos educativos e refletir sobre diferentes temas fazem parte do processo de construção do conhecimento e do repertório dos alunos. 

No fim das contas, mais importante do que a quantidade de horas dedicadas aos estudos é a qualidade desse tempo e, principalmente, a regularidade com que ele acontece. 

 

Crédito das fotos: divulgação

Nenhum de Nós comemora 40 anos de história no Befly Minascentro

A banda Nenhum de Nós, que marcou uma geração, desembarca em BH para comemorar quatro décadas de história em um show especial que marca 2.500 shows na carreira, no dia 12 de junho, no BeFly Minascentro.

Uma das bandas gaúchas mais queridas pelos mineiros decidiu homenagear seu público em Belo Horizonte fazendo o seu show de nº 2500 na capital mineira. O Nenhum de Nós traz quatro décadas de história e canções que marcaram gerações, fazendo do dia 12 de junho uma noite de emoção garantida!

O Nenhum que já comemorou seu show de número 1000, 1500 e 2 mil em Porto Alegre e São Paulo, escolheu justamente Belo Horizonte para esta marca que poucas bandas brasileiras atingiram.

O show de nº 2500 comemora os 40 anos da banda e traz um repertório repleto de sucessos como, “Camila, Camila”, “O Astronauta de Mármore”, “Você Vai Lembrar de Mim”, “Paz e Amor”, “Amanhã ou Depois”, “Diga a Ela”, “Julho de 83” e muito mais.

Em única apresentação, dia 12 de junho, um presente mais do que especial para os Dias dos Namorados: uma noite romântica de rock ao som do Nenhum de Nós em comemoração a esta marca especial na carreira.

SERVIÇOS: 

NENHUM DE NÓS | 2500 SHOWS

Dia: 12 de junho de 2026 (sexta-feira)

Local: BeFly Minascentro – Av. Augusto de Lima, 785 – Centro, Belo Horizonte / MG

Horários: Abertura da casa: 19h | Show: 22h

Ingressos: Na bilheteria do BeFly Minascentro e pelo site Sympla.com.br

Setores:

Setor I: a partir de R$ 185,00

Setor II: a partir de R$ 145,00

Setor Superior: a partir de R$ 110,00

Meia Entrada: A meia entrada é destinada para estudantes, jovens de baixa renda, menores de 21 anos, idosos e PCD, com documentação comprobatória.

Ingresso Social: Todas as pessoas podem comprar mediante a doação de 1kg de ração para cães e gatos ou 1kg de alimento não perecível. Os alimentos deverão ser entregues na portaria, no momento da entrada ao evento.

Mais informações: (31) 97222.2424

Dia dos Namorados impulsiona viagens e experiências

Clara Arte, localizado dentro de Inhotim, aposta em gastronomia, bem-estar e imersão cultural para atrair casais no final de semana do dia 12 de junho (sexta-feira)

Surpreender no Dia dos Namorados vai muito além dos presentes tradicionais. A tendência agora é investir em experiências memoráveis e, neste ano, a data ganha um atrativo extra: o 12 de junho cai em uma sexta-feira, incentivando muitos casais a prolongarem a comemoração durante todo o fim de semana.

Impulsionado pelo crescimento do turismo de proximidade e pela busca por viagens mais curtas e sofisticadas, o setor de turismo e hospitalidade projeta aquecimento para o período. Dados do Sistema Fecomércio MG apontam expectativa positiva para o comércio e os serviços ligados à data, especialmente nos segmentos de gastronomia, hotelaria e lazer. E essa mudança de comportamento tem aparecido nas pesquisas realizadas no último ano. Levantamento do Mercado Pago em parceria com o Instituto Ipsos, divulgado em junho de 2025, revelou que 72% dos brasileiros preferem viver experiências a ganhar objetos físicos. O jantar romântico lidera as preferências (58%), seguido por viagem curta (42%) e atividades culturais e de lazer (36%).

“No Clara Arte, o casal encontra justamente essas três experiências reunidas em um único destino: hospedagem exclusiva, alta gastronomia e imersão cultural em meio à natureza”, destaca Taiza Krueder, CEO do Clara Resorts.

Localizado dentro de Inhotim, em Brumadinho (MG), o Clara Arte surge como uma opção sofisticada e intimista para quem deseja celebrar a data de maneira especial. O hotel-boutique preparou uma programação exclusiva para o Dia dos Namorados, reunindo romance, bem-estar e experiências sensoriais.

Entre os destaques está o jantar romântico “Clara in Love”, com menu especial e show ao vivo em ambiente cuidadosamente preparado para os casais. A programação inclui ainda o “Momento Conexão do Casal”, experiência de pintura em taças acompanhada de degustação de queijos e vinhos selecionados, além de sessão de relaxamento e yoga para casais, proporcionando bem-estar e conexão em meio à natureza e à atmosfera artística de Inhotim.

A proposta acompanha uma tendência crescente do turismo contemporâneo: viagens curtas, exclusivas e focadas em vivências afetivas e memoráveis.

Sobre o Clara Resorts

Com 26 anos de atuação, o Grupo Clara Resorts conta com três unidades: o Clara Arte,  localizado dentro do Instituto Inhotim, em Brumadinho (MG), o Clara Dourado Resort, localizado em Dourado (SP) e o Clara Ibiúna Resort, em Ibiúna (SP).

O Clara Arte foi eleito “South America’s Leading Family Resort” no World Travel Awards (WTA) 2025, considerado o “Oscar do Turismo”, e como “Best New Hotel (Melhor Novo Hotel) da América Central e do Sul” no “Condé Nast Johansens Awards for Excellence 2026”.

As unidades de São Paulo também possuem premiações de destaque, entre elas, o Clara Dourado, foi eleito por três anos consecutivos como “Melhor Hotel do Brasil e América do Sul para Famílias” pelo site TripAdvisor e vencedor de três categorias no Sustainable Luxury Awards 2025, promovido pela Quality Touch (Lisboa). Já o Clara Ibiúna Resort foi selecionado como “Melhor Hotel com Projeto de Sustentabilidade” pelo Hotéis de Luxo Brasil, em 2023, reforçando o compromisso ambiental do grupo.

Para reservas e mais informações: https://clararesorts.com.br/