Projeto oferece arte a mulheres em tratamento de câncer

A iniciativa criada pela artista plástica Clarice Fonseca (paciente oncológica) propõe uma série de ações de educação em oncologia, arte e meio ambiente, que serão realizadas ao longo de 2026, com o objetivo de levar apoio emocional às vítimas da doença.

No dia 20 de junho, sábado, a partir das 10h, a livraria Ramalhete (Savassi/BH) recebe a palestra “O medo no contexto da oncologia”, realizada por Cláudia Gersen – artista, bióloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Fiocruz e pesquisadora do Centro de Pesquisas Rene Rachou – e pela artista plástica e gestora de projetos, Clarice Fonseca. O evento abre o “Aconchego”, projeto que, ao longo de 2026, propõe uma série de ações, como oficinas de arte com materiais reutilizados da quimioterapia, rodas de conversa e feira de artesanato, voltadas ao público em geral, e, sobretudo, a mulheres atendidas pelo SUS e na rede privada, que se encontram em tratamento oncológico ou que já passaram por ele. A entrada é gratuita. Na ocasião, serão distribuídas 150 mudas de plantas, por ordem de chegada.

“Muitas mulheres passam pelo tratamento sozinhas. Sabemos que as redes de apoio são fundamentais durante o tratamento oncológico. Mas é preciso lembrar que, além de todo o sofrimento inerente à doença, o câncer é muito mais cruel para as mulheres em situação de vulnerabilidade social. Para essas, as redes de apoio são, muitas vezes, inexistentes, pois a família precisa trabalhar, não há como estar disponível em todos os momentos, isso sem falar naquelas que são abandonadas pelos companheiros logo após o diagnóstico”, comenta a artista plástica Clarice Fonseca que idealizou o projeto para apoiar outras mulheres, a partir de sua experiência em seis meses de quimioterapia pelo SUS, em Belo Horizonte.

“Nos dias em que eu estava mais debilitada pelo tratamento, a TV não me interessava, não suportava música ou qualquer tipo de som, não tinha concentração para ler, não tinha vontade de fazer absolutamente nada, a não ser ficar na cama. Mas quando os efeitos colaterais melhoravam, eu ia para o ateliê. Essa pequena movimentação, por menor que fosse, era importante para a minha recuperação”, lembra.

Nesta fase, a artista passa a substituir materiais tóxicos, principalmente alguns tipos de cola, vernizes e solventes, por pigmentos naturais extraídos de vegetação do cerrado, como urucum, cúrcuma, casca de árvore e folha seca. A artista também experimenta a reutilização de alguns materiais da quimioterapia (bulas e caixas de remédio, gazes dos curativos etc.) para produzir diversos produtos artísticos, como gravuras, desenhos e colagens. “A arte me dava tanta força para seguir que tive vontade de dividir essa experiência curativa com outras mulheres e seus familiares, que estão vivendo momento semelhante. O que mais falta nessa hora é companhia, afeto. O SUS hoje dá todo o suporte, mas faltam ainda iniciativas que proporcionam esse tipo de acolhimento”, diz.

Nasce, então, o Aconchego. A proposta, segundo Clarisse, é que a cada mês, o projeto ocupe um espaço da cidade oferecendo feira de artesanato, oficina de arte para mulheres em tratamento oncológico ou que já passaram por ele, com o objetivo de apoiá-las emocionalmente, mas também capacitá-las para uma nova profissão e reinserção no mercado (se assim desejarem).

“O pós-câncer não é fácil e a sociedade precisa entender as particularidades de uma mulher que finalizou o tratamento, mas não conseguiu voltar às suas atividades habituais ou ao mercado de trabalho. Muitas não conseguem retornar. Para elas, a vida não é, e não pode mais ser como era antes da doença”, comenta.

A cada evento, será ministrada ainda uma palestra temática com profissionais da saúde e da arte, relacionados ao bem-estar e meio ambiente. Além disso, o projeto conta com apoio da Casa Umbigo, que reunirá embalagens longa vida para as oficinas de arte e jardinagem, do espaço Asa de Papel, onde será realizada mensalmente a feira “Aconchego” e das Livrarias Ramalhete e Literíssima, que irão sediar as rodas de conversa. O Projeto Aconchego também é parceiro da Casa de Apoio Aura, para o desenvolvimento de projetos culturais para a Casa.

SERVIÇO

LANÇAMENTO DO PROJETO

20 de junho, sábado – 10h

Roda de Conversa “O medo no contexto da oncologia”

Com Cláudia Gersen e Clarice Fonseca

Local: Livraria Ramalhete — Rua Pernambuco, 1.000, Savassi.

@livraria_ramalhete

Acesso gratuito

FEIRA ACONCHEGO

27 de junho, sábado – 10h às 14h

Exposição de obras de arte, artesanato e plantas ornamentais.

*Haverá distribuição de mudas (ornamentais): apenas 150 unidades, por ordem de chegada.

Local: Asa de Papel Café & Arte — Rua Piauí, 631, Santa Efigênia.

@Asa de Papel Café & Arte

Acesso gratuito

Sobre Clarice Fonseca

É artista plástica e há vinte anos desenvolve projetos artísticos e culturais. Em 2014, fundou a Clarice Fonseca Produções Culturais, e desde então desenvolve projetos e produz artistas da música, das artistas plásticas e do teatro. Trabalhou com artistas de destaque como Yara Tupynambá, Maria Helena Andrés, Ivana Andrés, Luciano Luppi, Pedro Paulo Cava, Gustavo Penna, Marcelo Xavier, Orquestra Sesiminas, Oquestra 415 e muitos outros. Em 2021, publicou o livro de contos “Elas”. Em 2025, iniciou o tratamento oncológico e, desde então, sua produção artística gira em torno do universo feminino.

Sobre Cláudia Gersen

Bióloga e Mestre em Ciências da Saúde pela Fiocruz (Centro de Pesquisas Rene Rachou).

Artista multifacetada, dedicada a questões sociais como moradia digna, saúde e educação. Seus bordados, fotografias e a literatura revelam o que muitas vezes não conseguimos enxergar no cotidiano. Em Belo Horizonte, volta o olhar em direção à beleza sutil e às mazelas da gente e da natureza ao redor.

 

Bel Macedo estreia EP sobre amor entre mulheres maduras

Novo trabalho que será lançado no dia 4 de junho nasce da parceria com a multi-instrumentista Can Matheus, e apresenta canções que anteciparam o próprio relacionamento das artistas

No dia 4 de junho, a cantora e compositora Bel Macedo lança “Boka Profétika” (pré-save) nas plataformas digitais. O EP é o primeiro trabalho totalmente autoral da artista, e nasce da parceria musical e afetiva entre Bel e a multi-instrumentista Can Matheus. O projeto narra um encontro amoroso entre duas mulheres com mais de 60 anos que viram a amizade se transformar em relação afetiva ao longo do tempo. Dois dias depois do lançamento digital, o EP ganha um show de estreia, no dia 6 de junho, no Karambas Pub em Lagoa Santa.

Gravado no estúdio Nanau Sol Maior, no Rio de Janeiro, e distribuído pelo selo Imagine, o EP apresenta o que a artista chama de “episódios canções” que revelam etapas de seu relacionamento com Can Matheus. A faixa “Néctar da Felicidade” narra o momento de autoconhecimento e a decisão de dar um passo além do medo para entrar na dança do amor em paz. “Suave Euforia” descreve a mistura de medo e desejo quando a paixão chega “como um trem que não para”, propondo tratar o sentimento com delicadeza. “Amor de Outro Tempo” traduz a sensação de um encontro marcado muito antes de acontecer, com versos sobre um amor que atravessa tempos e vidas. A canção título, “Boka Profétika”, apresenta a ideia de um canal imaginário de intuição e coração, reforçada por referências ao Tarot, prática que Bel também exerce.

As letras começaram a ser escritas em 2014 quando Bel e Can ainda eram apenas amigas. A artista conta que as canções só ganharam sentido pleno quando a amizade evoluiu para um relacionamento durante a pandemia. “À medida que a gente foi escrevendo essas canções que eram de amor, autoconhecimento e de temas do feminino nós fomos ficando cada vez mais próximas. Na pandemia começamos uma relação e nos casamos. Essas músicas soaram como proféticas porque falavam de etapas de um relacionamento embora nós não tivéssemos consciência ainda” afirma Bel.

 O trabalho marca um novo capítulo na trajetória da cantora, que iniciou a carreira em Belo Horizonte nos anos 1980 e viveu 35 anos de trabalho contínuo no Rio de Janeiro. Ao longo desse período, gravou seis CDs e três DVDs, produziu e protagonizou mais de 20 espetáculos em palcos como Circo Voador, Teatro Ipanema e Teatro Villa Lobos, além de casas como Semente e Rio Scenarium, e trabalhou com nomes como Antonio Grassi, Buza Ferraz, Eid Ribeiro, Cláudio Nucci, Flávio Venturini, Fernando Leporace e Novelli. Como preparadora vocal, atuou em projetos de teatro e cinema com artistas como Malu Mader, Thierry Figueira e Eri Johnson.

A artista explica que a ideia de “Boka Profétika” dialoga com seu trabalho recente no espetáculo “Donas da Voz”, em que interpreta e comenta canções de compositoras brasileiras. Diretora musical e protagonista do show, que já circulou por cidades do interior de Minas Gerais, ela prepara temporada em Belo Horizonte no segundo semestre. “Na época nós estávamos fazendo ‘Donas da Voz’, com músicas e histórias de compositoras brasileiras, e o projeto seria estrear em Belo Horizonte. Mas veio essa urgência de fazer o ‘Boka Profétika’, porque ficou muito forte dentro de nós, e se trata de duas compositoras inéditas”, comenta.

Do espetáculo “Donas da Voz” surgiu o coletivo “Mulheres Que Têm Voz”, voltado a compositoras inéditas, que estreou com um sarau na Casa da Orla, em Lagoa Santa. “A inspiração de criar o show ‘Donas da Voz’ se ampliou com a criação do coletivo ‘Mulheres Que Têm Voz’. Conheci artistas, poetisas e letristas. Realizamos um sarau na Casa da Orla e estão previstos outros. Tenho uma atividade constante aqui na cultura”, diz Bel, que hoje mora em Lagoa Santa e retomou a atuação em Minas Gerais após décadas de residência no Rio. “Boka Profétika” segue a linha autoral que Bel vinha desenvolvendo em paralelo à carreira como intérprete.

Dois singles antecederam o EP e somam cerca de 17 mil streams nas plataformas. O repertório do álbum conta com Well Aguiar na guitarra, violão e programação digital, Can Matheus na percussão, Cris Souki nos vocais e participação especial de Marcos Catarina. No show de lançamento, no dia 6 de junho, o público ouvirá as canções do EP integradas ao universo de “Donas da Voz”. “Vamos fazer o show de  lançamento do EP dentro do ‘Donas da Voz’. São muitos fios cruzando a história de vida, as parcerias, a volta para Minas Gerais e essa narrativa de amor na maturidade que as canções contam”, resume Bel.

Serviço
Lançamento digital do EP “Boka Profétika” – Bel Macedo
Data: 4 de junho de 2026
Local: Plataformas de streaming

Pré-save: https://lnk.fuga.com/belmacedo_bokaproftikaamordeoutrotempo

Show de lançamento – “Boka Profétika”

Data: 6 de junho
Local: Karambas Pub (Av. Carlos Orleans Guimarães, 865, Bairro Joá – Lagoa Santa)

Horário: 21h

Valor: R$ 20

Reserva de ingressos: Michelle Produções – (31) 98683-2058

TRAMA conecta estudantes e profissionais da comunicação

Evento realizado pela Romano Comunicação e pelo Centro Universitário UNA acontece em 9 de junho, no P7 Criativo, com inscrições gratuitas pelo Sympla.

 

Belo Horizonte recebe, no dia 9 de junho, o TRAMA – As redes que constroem comunicação, encontro voltado a estudantes, professores, profissionais e instituições interessados em discutir os caminhos da comunicação contemporânea. O evento será realizado das 18h30 às 21h30, no Auditório do P7 Criativo, no 24º andar, e terá inscrições gratuitas e limitadas pelo Sympla.

A proposta do TRAMA parte da ideia de que a comunicação se constrói como uma rede: pelo entrelaçamento de experiências, repertórios, gerações e áreas de atuação. Ao reunir profissionais do mercado, representantes de empresas, estudantes e docentes, o encontro busca aproximar formação acadêmica e prática profissional, com debates sobre comunicação atual, produção cultural, eventos, relações públicas, marketing digital e inteligência artificial.

A programação começa com credenciamento e networking, às 18h30, seguido da abertura oficial, às 19h. A primeira conversa será sobre Comunicação nos tempos atuais, com Thiago Romano, fundador da Romano Comunicação. Na sequência, Ana Caroline, do Senac MG, e Luana Chaves, da Lua Produções, discutem Produção cultural e eventos.

O segundo painel, sobre Relações Públicas e marketing digital, reúne Mariane Magalhães, da Contact Digital, e Luana Leão, do Botânico Shopping. O tema Inteligência artificial e comunicação será abordado por João H. Eugênio, da Romano Comunicação. O encerramento temático, terá conversa com o público e participação de André Giffoni, Diretor de Estratégia Digital e Cliente na Drogaria Araújo.

Ao final da programação, o evento terá coffee break de networking, ao som do DJ Maax, reforçando a proposta de criar um ambiente de troca entre estudantes, profissionais e instituições.

O TRAMA é uma realização da Romano Comunicação e do Centro Universitário UNA, com coprodução dos alunos da UC de Organização e Planejamento de Eventos da UNA. O evento conta com apoio do P7 Criativo, Shaggy, 3 Corações, ComerMorar, Marcelo Roman e Buffet Célia Soutto Mayor.

Programação

18h30 — Credenciamento e networking
19h00 — Abertura
19h05 — Comunicação nos tempos atuais
Thiago Romano | Romano Comunicação

19h35 — Produção cultural e eventos
Ana Caroline | Senac MG
Luana Chaves | Lua Produções

20h00 — Relações Públicas e marketing digital
Mariane Magalhães | Contact Digital
Luana Leão | Botânico Shopping

20h30 — Inteligência artificial e comunicação
João H. Eugênio | Romano Comunicação

20h55 — Encerramento temático e conversa com o público
André Giffoni | Drogaria Araújo

21h25 — Fechamento, coffee break de networking e DJ Maax

SERVIÇO:

TRAMA – As redes que constroem comunicação
Data:
 9 de junho, terça-feira
Horário: 18h30 às 21h30
Local: P7 Criativo – Auditório, 24º andar (Rua Rio de Janeiro, 471, Centro/Praça Sete)
Inscrições via Sympla:

https://www.sympla.com.br/evento/trama/3414774?referrer=www.google.com&referrer=www.google.com
Realização: Romano Comunicação e Centro Universitário UNA
Coprodução: Alunos da UC de Planejamento de Eventos da UNA – 2026-1
Apoio: P7 Criativo, Shaggy, 3 Corações, ComerMorar, Marcelo Roman e Buffet Célia Soutto Mayor

Ricardo Bello encontra Hans Donner em evento em Minas

O jornalista Ricardo Bello, mineiro de Belo Horizonte, publicou em suas redes sociais o encontro emocionante que teve com Hans Donner, um dos maiores designers do mundo, criador de inúmeras vinhetas, aberturas de novelas e programas da Rede Globo. O registro foi feito após a palestra que Hans apresentou no Grande Teatro do Sesc Palladium, na capital mineira, para uma plateia composta por visitantes e autoridades, durante a Semana S, promovida pelo Sistema Fecomércio MG e o Sesc em Minas.

Visivelmente emocionado, Bello gravou um vídeo ao lado do designer austríaco, parabenizando pelos trabalhos que marcaram sua vida e a de milhares de pessoas no Brasil , Estados Unidos e outros países que exibem as novelas e programas da Globo.
“Nunca esqueci de um episódio: quando estreou a abertura do Fantástico, com a Isadora Ribeiro saindo da água, eu fazia o dever de casa. Minha mãe estava brava porque deixei para fazer no domingo a noite e, de repente começou a abertura do Fantástico com todos aqueles efeitos. Falei com minha mãe que iria só assistir e voltaria a fazer o exercício. Ela também ficou admirada assistindo. O trabalho do Hans sempre foi genial”, comenta Ricardo.

O vídeo foi compartilhado por Hans e pode ser visto no Instagram @revistadecultura.

“Fiquei muito feliz em conhecer o Hans Donner pessoalmente e saber um pouco da sua história na palestra. Seus trabalhos marcaram minha infância e adolescência. Comecei minha vida artística como desenhista e ficava admirado vendo as aberturas de novelas e animações que ele sempre fez na TV. Serviram de inspiração, com toda certeza”, revela Ricardo Bello, com exclusividade.

Desde 2003, Ricardo mantém o Recorde de “Maior Quantidade de Caricaturas de Celebridades Entregues pessoalmente”. O mineiro conseguiu entregar seus desenhos e caricaturas para personalidades como: Julio Iglesias, Fernanda Montenegro, Chico Buarque, Ray Conniff, o rei Roberto Carlos e o inesquecível Silvio Santos.

Ele está registrado no Rankbrasil, livro dos Recordes Brasileiros. Saiba mais sobre seu trabalho no Instagram @ricardobellooficial.

André Baran mira estreia no Sand Series de Portugal

Depois de disputar as últimas etapas do circuito mundial de beach tennis nas Ilhas Reunião, Espanha e Itália, o catarinense André Baran segue na Europa, agora para a disputa do Sand Series de Portugal. Disputado a partir desta quinta-feira na Praia do Rocha, em Portimão, o torneio renderá mais de 600 pontos no ranking mundial, além de 100 mil dólares em premiação. As finais estão previstas para domingo.

Ao lado de Michele Cappelletti, Baran entra em quadra buscando o primeiro título da temporada para se reaproximar dos líderes do ranking mundial. Para manter o ritmo de jogo após a participação no Sand Series Gran Canaria, a dupla disputou o BT200 de Castiglione della Pescaia.

“A gente vem em uma boa sequência, evoluindo a cada competição na temporada e acreditamos que disputar o BT200 na Itália seria importante para mantermos essa evolução. Estamos no caminho certo e sinto que temos condições de apresentar um grande nível de beach tennis em Portugal e quem sabe brigar por este título tão especial”, disse o atleta, parceiro das marcas Havan, Acto, Loja BT, Heroes, Alto Giro, Da Colônia, Aquacoco, Sunrise Homes, Grupo Urca, Unifique, Club Med e Oakley.

Após a sequência de competições europeias com o encerramento do tour em Portimão, André Baran volta ao Brasil e inicia a preparação para o BT400 de Marabá, no Pará. O torneio será disputado entre os dias 24 e 27 de junho.

Naldo aposta em novo nicho e campanha sobre autoestima

Misturando sofrência, humor, indireta e uma boa dose de deboche, a nova campanha estrelada por Naldo Benny ao lado da dupla Max & Luan promete transformar uma frase provocativa em trend nas redes sociais. Com o refrão “Alô, Fatal Model já pode ficar ciente, amor me perdeu, cês ganhou mais um cliente”, a música “Alô, Fatal Model” chega apostando em um universo já conhecido da internet brasileira: o término amoroso que vira meme, autoestima e entretenimento.

A ação terá uma sequência de conteúdos nas redes sociais, incluindo teasers, enquetes, vídeos curtos, trends no TikTok, conteúdos em collab e clipes em IA, buscando transformar o refrão em áudio viral nas plataformas.

A proposta da campanha é brincar com situações exageradas de desilusão amorosa, usando o humor como principal ferramenta narrativa. Em um dos conteúdos previstos, por exemplo, seguidores serão convidados a responder: “O que dói mais: mexer no bolso ou no coração?”.

Segundo a equipe de marketing da Fatal Model, a ideia da campanha foi justamente unir música, cultura de internet e comportamento digital em um formato pensado para gerar identificação espontânea.

“A internet transformou frases em linguagem cultural. Hoje, uma música também nasce pensando em reels, trends, legendas e compartilhamentos. A campanha ‘Alô, Fatal Model’ foi construída para entrar nesse universo de forma leve, bem-humorada e extremamente conectada ao comportamento das redes sociais”, afirma Nina Sag, diretora de comunicação da da Fatal Model.

A campanha também aposta no forte potencial de compartilhamento da frase principal da música, principalmente em vídeos de autoestima, humor, looks e indiretas amorosas. A estratégia inclui conteúdos voltados ao TikTok e Reels, incentivando o público a utilizar o áudio em trends próprias.

Além da estética propositalmente exagerada, a comunicação aposta justamente naquilo que domina o entretenimento digital atual: frases chiclete, humor autodepreciativo e situações afetivas transformadas em conteúdo viral.

O lançamento oficial de “Alô, Fatal Model” aconteceu no dia 29 de maio nas plataformas digitais, acompanhado por uma série de ações nas redes sociais envolvendo vídeos curtos, conteúdos com IA e ativações voltadas ao público jovem e conectado ao universo de memes e relacionamentos.

Juracy Barros promove encontro de negócios e golfe no Rio

Por Revista Cenário Rio

O Campo Olímpico de Golfe, na Barra da Tijuca, foi palco de um dia dedicado ao esporte, empreendedorismo e ao networking na última sexta, dia 29 de maio. A empresária e idealizadora do Golf Business Ladies, Juraci Barros, reuniu empresárias, executivas e lideranças de diversos segmentos para uma experiência que uniu conexões estratégicas, oportunidades de negócios e a elegância do golfe em um dos cenários mais emblemáticos da cidade.

O evento, que já vem ganhando destaque em diferentes capitais brasileiras, tem como proposta criar um ambiente diferenciado para o fortalecimento de relacionamentos profissionais entre mulheres. Em meio às atividades de integração, as participantes puderam trocar experiências, apresentar seus projetos, ampliar suas redes de contato e discutir tendências do mercado em um espaço pensado para incentivar o protagonismo feminino.

Mais do que um encontro corporativo, o Golf Business Ladies promove a aproximação entre o universo dos negócios e o esporte, destacando valores como disciplina, estratégia, foco e liderança. Características fundamentais tanto para o desempenho esportivo quanto para o sucesso no ambiente empresarial.

Um dos momentos mais aguardados da programação foi a cerimônia de premiação dos competidores profissionais de golfe que participaram das disputas realizadas durante o evento. A homenagem reconheceu o talento e a dedicação dos atletas, acrescentando ainda mais prestígio à iniciativa e reforçando a conexão entre esporte e desenvolvimento profissional.

Entre os apoiadores da iniciativa esteve Carlos Favorito, gestor do Campo Olímpico de Golfe, que recebeu convidados e participantes, reforçando o compromisso do espaço com projetos que promovem o esporte, o relacionamento empresarial e a geração de oportunidades. A parceria contribuiu para o sucesso do evento, consolidando o Campo Olímpico de Golfe como um importante cenário para encontros que unem networking, experiências e desenvolvimento de negócios.

Outro destaque da programação foi a participação de diversas marcas parceiras, que aproveitaram o evento para apresentar produtos, serviços e soluções ao público presente por meio de ativações de marca e experiências exclusivas. As empresas tiveram a oportunidade de se conectar diretamente com empresárias, executivas e tomadoras de decisão, fortalecendo relacionamentos comerciais e ampliando sua visibilidade. Além de proporcionar experiências diferenciadas aos participantes, as ativações contribuíram para a geração de novos negócios, parcerias estratégicas e oportunidades de mercado, reforçando a essência do Golf Business Ladies como uma plataforma de conexão entre pessoas, marcas e negócios.

Realizado em um espaço que integra o legado olímpico da cidade do Rio de Janeiro, o encontro também proporcionou às convidadas uma experiência exclusiva de convivência e relacionamento em um ambiente sofisticado, cercado pela natureza e pela atmosfera única do golfe.

Para Juracy Barros, a proposta vai além da criação de oportunidades comerciais. O objetivo é construir uma rede sólida de apoio, colaboração e crescimento entre mulheres que ocupam posições de destaque em seus segmentos e que buscam expandir seus horizontes profissionais por meio de conexões genuínas.

Com mais uma edição de sucesso, o Golf Business Ladies reafirma sua relevância no calendário de eventos de networking e empreendedorismo feminino, consolidando-se como uma plataforma que transforma encontros em oportunidades e fortalece a presença das mulheres no mundo dos negócios.

Fotos, negócios, esporte e conexões marcaram uma tarde que reforçou o poder do relacionamento como ferramenta de crescimento profissional e geração de novas oportunidades.

Bloco Show reúne 2 mil crianças e lança iniciativa social

Estreou na última sexta-feira, “Bloco Show: Energia que Transforma” em Belo Horizonte. Sediada no 22º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais, no bairro Santa Lúcia, a iniciativa cultural e socioeducativa marca uma nova fase do Bloco Show, expandindo o atendimento gratuito de 120 para cerca de 800 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.

Ao longo de quatro meses, o programa promoverá uma grade contínua de oficinas artísticas, formação de monitores culturais e campanhas de cidadania. Viabilizado por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, com a realização da Secult-MG, o projeto busca fortalecer os vínculos comunitários e abrir horizontes por meio do pertencimento e da cultura de paz.

“Quando levamos cultura, disciplina e pertencimento para dentro das comunidades, estamos construindo algo que não se mede apenas em indicadores, mas em perspectivas de futuro, autoestima e oportunidades reais para essas crianças e adolescentes”, destaca o Sargento Johnny, idealizador do projeto.

Veja mais sobre o evento:

Ator mineiro Felipe Oládélè integra elenco da Netflix

Às vésperas da Copa do Mundo, a Netflix estreia “Brasil 70: A Saga do Tri”, série que revisita a conquista do tricampeonato mundial da Seleção Brasileira em 1970. No elenco, o ator Felipe Oládélè interpreta o goleiro Moacir Barbosa, personagem central para compreender não apenas a história do futebol brasileiro, mas também as marcas do racismo estrutural atravessadas pelo esporte. Apesar do sucesso consolidado na carreira, Barbosa carregou sozinho, durante décadas, o peso da derrota do Brasil para o Uruguai na final da Copa de 50, se tornando um retrato das contradições de um país que transforma ídolos em culpados.

Segundo Felipe, “a dimensão do esporte coloca uma lupa muito grande sobre a vida das pessoas. Entrar em contato com a trajetória do Barbosa foi entender de forma profunda como uma sociedade pode desumanizar alguém e apagar toda uma história por causa de um único episódio. Para pessoas negras, mulheres, pessoas LGBTQIA+ e outros grupos minorizados, o peso do erro é maior, não existe espaço para falhar”, afirma.

A escalação de Felipe para o projeto começou com o envio de um self-tape em que o ator demonstrava suas habilidades no futebol. Depois, foi chamado para testes presenciais que reuniam cenas de atuação e provas mais específicas. “O teste foi bem próximo de algumas habilidades fundamentais que um jogador precisa ter em campo. Envolvia tanto preparo físico quanto habilidade com a bola. De certa forma, como ator, a gente também precisa cuidar muito do corpo, claro, guardadas as devidas proporções, porque não é a preparação de um jogador profissional. Eu gosto de pensar que o futebol tem um pouco de dança, são movimentos, explosões, ritmo, improviso. É esporte, mas também existe uma certa coreografia”, comenta.

Depois da aprovação, Felipe intensificou a rotina com o futebol e mergulhou em pesquisas sobre a trajetória de Barbosa, buscando compreender não apenas sua carreira no esporte, mas também o impacto dessa história no imaginário brasileiro. Durante o processo, uma descoberta marcou especialmente o ator: saber que, anos depois da derrota, Barbosa foi impedido de visitar a concentração da Seleção Brasileira na Granja Comary.

“O que mais me exigiu preparação foi a dimensão emocional desse personagem. Recriar a cena daquele gol no Maracanã lotado e saber que, a partir daquele momento, a vida do Barbosa mudaria para sempre até o seu último dia, não foi algo fácil de absorver. Então eu precisava conseguir acessar esse peso, essa dor e toda carga simbólica que ele carregou por tantos anos”, revela.

Apaixonado por futebol desde a infância, Felipe cresceu em Belo Horizonte acompanhando os jogos do Atlético Mineiro ao lado da família e guarda lembranças afetivas das Copas do Mundo. “Durante muitas Copas, eu assistia aos jogos no prédio da minha avó, junto com amigos e vizinhos. Tenho memórias muito fortes da Copa de 94 e da de 2002. O futebol sempre foi esse lugar de encontro, de conexão com as minhas raízes, aquilo deixava de ser só um jogo e virava uma experiência coletiva, quase um ritual.”, afirma. Hoje morando no Rio de Janeiro, Felipe segue acompanhando o Atlético semanalmente e mantém hábitos que atravessam gerações, como escutar jogos no rádio, tradição herdada do avô.

Para o ator, “Brasil 70: A Saga do Tri” vai além do universo esportivo e usa o futebol como ponto de partida para revisitar diferentes camadas da história brasileira. “O futebol, no Brasil, nunca foi só futebol. Ele fala sobre identidade e sobre a forma como o país constrói seus heróis e seus culpados. Talvez o mais bonito e também o mais duro seja perceber que, por trás de uma seleção histórica e de um momento de celebração, existem questões humanas muito complexas, que falam sobre poder, pertencimento, exclusão, memória e afeto. Acho que Brasil 70 revela um pouco disso: que, no fundo, quando o Brasil entra em campo, é sempre muito mais do que um jogo.”, conclui.

BH recebe festival de literatura e economia criativa

Programação inclui encontros profissionais e atividades voltadas à formação de leitores e conecta produção literária nacional a autores de países de língua portuguesa

 

O Festival Literário Internacional de Minas Gerais (FliMinas 2026) realizará sua primeira edição entre os dias 7 e 13 de junho de 2026, no Expominas, com a proposta de consolidar Belo Horizonte ainda mais como um dos principais polos literários do país. A organização estima público de até 300 mil visitantes ao longo de sete dias, em uma programação que articula literatura, educação, cultura e economia criativa em escala nacional e internacional. Os horários são de domingo à sexta-feira, de 8h às 21h, e sábado de 8h às 17h.

Serão cerca de 230 autores independentes, além de escritores convidados nacionais e internacionais distribuídos na programação oficial. O evento também contará com mais de 700 editoras presentes e cerca de 152 expositores, reunindo livrarias, distribuidoras e selos editoriais de diferentes portes.

A programação será híbrida, com atividades presenciais e digitais, e inclui palestras, mesas de debate, oficinas, lançamentos de livros, sessões de autógrafos, contação de histórias, performances poético-musicais, exposições e ações formativas. Entre os eixos estruturantes, destacam-se iniciativas voltadas à literatura infantil e infanto-juvenil, à produção independente, aos quadrinhos e à literatura em língua portuguesa.

“É muito legal estar aqui com essa turma toda que vive em torno do livro, em diferentes áreas e direções. É um encontro muito especial. Acredito que será uma experiência muito rica e integrada para todos”, comemora o curador-geral do evento, o escritor José Santos, curador-geral do evento, durante o lançamento do festival.

Entre os principais eventos confirmados estão o Encontro Nacional de Influenciadores Literários (ENIL), o Encontro de Bibliotecários e o Encontro das Academias de Letras, além de programações conduzidas por coletivos e instituições culturais. A agenda contempla ainda oficinas de escrita criativa, debates sobre incentivo à leitura nas escolas, atividades sobre literatura afro-brasileira, cultura popular e diversidade, bem como ações voltadas à mediação de leitura e ao fortalecimento de bibliotecas comunitárias.

Além disso, estão previstos encontros com escritores, ilustradores, pesquisadores e artistas, além de atividades temáticas que abordam desde processos criativos até questões educacionais e sociais relacionadas à leitura. Parte da programação também estabelece diálogo com países de língua portuguesa, com destaque para autores africanos, e inclui reflexões sobre a influência cultural da imigração em Minas Gerais.

“Minas Gerais é enorme, rica culturalmente e possui grandes autores, grandes histórias e grandes representantes da literatura brasileira. E é exatamente isso que queremos mostrar”, apresenta Humberto Paes Leme, diretor-proprietário da HPL Eventos, empresa responsável pela realização do FliMinas 2026.

Conceito

O festival adota o conceito “Minas são muitas, Gerais são tantas” como eixo temático, com o objetivo de refletir a pluralidade cultural do estado e promover o intercâmbio entre diferentes territórios e tradições literárias. A proposta se traduz na construção de um ambiente de circulação de ideias e narrativas, no qual coexistem expressões indígenas, urbanas, periféricas e regionais, articuladas em diálogo com o cenário internacional.

Educação e leitura
No campo educacional, o FliMinas 2026 prevê a participação de mais de 150 mil estudantes das redes pública estadual e municipal, além de professores e mediadores de leitura. Estão programadas ações de distribuição de vales-livro, atividades pedagógicas estruturadas e iniciativas de formação continuada para educadores. A estratégia busca ampliar o acesso ao livro, estimular o hábito da leitura desde a infância e fortalecer bibliotecas escolares e comunitárias.

Estrutura

A estrutura do evento inclui recursos de acessibilidade física e de conteúdo, como intérpretes de Libras, audiodescrição, legendas e materiais ampliados, além de equipes capacitadas para atendimento inclusivo. A diretriz reforça o compromisso com a democratização do acesso à cultura e à educação.

Apoios e Realização

O Festival Literário Internacional de Minas Gerais – FliMinas 2026 tem o patrocínio da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge). Uma realização da HPL Eventos. O sistema oficial de vales-livro é operado pela HPL Sistemas e a plataforma oficial de vendas também é da HPL Tickets. O evento conta com o apoio da CBL – Câmara Brasileira do Livro, ABDL – Associação Brasileira de Difusão do Livro, CML – Câmara Mineira do Livro, ANL – Associação Nacional de Livrarias e ASALEMG – Associação das Academias de Letras de Minas Gerais. Também apoiam a iniciativa o PLIN – Palco da Literatura Independente, Instituto Abrapalavra, Conselho Regional de Biblioteconomia Região da 6ª Região – CRB-6, Cineart, Café Três Corações, Sebrae Minas, Metrô  BH, MS Agência de Viagens, IBI Literário e Inko Criativo – Escola de Mídias Criativas.

O evento conta também apoio institucional da Prefeitura de Belo Horizonte, através da Belotur, Secretaria Municipal de Educação e Fundação Municipal de Cultura, e do Governo de Minas Gerais, através das Secretarias de Estado de Educação de Minas Gerais e Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, SEBP – Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas e Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais.

A iniciativa ainda conta com parceria cultural do Instituto PSIA, Editora Estrela Cultural, Clube do Livro de BH, Zona Literária Independente de BH, além de incentivo cultural do Ministério da Cultura e do Governo Federal, por meio da Lei Rouanet.