35 anos do 1 transplantado de coração do Hospital Felício Rocho

Era manhã de segunda-feira, 15 de agosto de 1988, quando o agricultor Geraldo Fernandes de Araújo, na época com 35 anos, e sua família, receberam a notícia que tanto esperavam. A hora dele tinha chegado. A equipe médica cardiovascular Carlos Figueroa, do Hospital Felício Rocho, estava pronta para realizar o seu transplante de coração e lhe dar um novo órgão novinho.

Ele já aguardava pelo procedimento a pouco mais de um mês, quando chegou ao hospital com um quadro de miocardiopatia. A cirurgia durou cerca de três horas e após dois dias, o agricultor já respondia bem ao procedimento.

Hoje Geraldo Fernandes está com 70 anos e é acompanhado rotineiramente por uma equipe do hospital. Atualmente, ele é o transplantado vivo, mais antigo do país. E nada melhor para comemorar esse feito que o mês de setembro, que é o escolhido para uma importante campanha – o “Setembro Verde”. Ele é dedicado à conscientização e ao incentivo à doação de órgãos. O objetivo é conscientizar a população sobre a importância da doação de órgãos, e tem o dia 27 de setembro como o Dia Nacional da Doação de Órgãos. Na data, Geraldo Fernandes estará no Hospital Felício Rocho para comemorar a data tão importante.

Em 2022, O Hospital Felicio Rocho realizou 230 transplantes de órgãos, contando com uma equipe interdisciplinar de profissionais especializados, o que é motivo de comemoração.

O coordenador da Unidade de Transplantes do Hospital Felício Rocho, Silvério Leonardo explica que para receber um órgão, existe uma lista de critérios a serem seguidos. “A seleção não leva em conta somente o tempo de espera para o transplante. O grupo sanguíneo, as características para cada órgaos, além de peso e altura do doador também são observados. Portanto, nem sempre, o cadastro mais antigo é o que vai ser contemplado primeiro”, ressalta.

Hospital realiza seis cirurgias de transplantes de órgãos simultaneamente

Em abril deste ano, aconteceram no Hospital Felício Rocho seis cirurgias de transplante bem-sucedidas, em um período de 16 horas. Os procedimentos incluíram três transplantes de rim, dois de fígado e um de pâncreas.

Os órgãos são provenientes de três cidades mineiras, sendo elas Varginha, Divinópolis e Contagem. A Unidade de Transplantes do Hospital Felício Rocho teve como aliado o Comando de Aviação do Estado (COMAVE), que efetuou o transporte dos órgãos de Divinópolis para Belo Horizonte, durante a madrugada, com o uso de óculos de visão noturna para auxílio do deslocamento.

“Esse feito somente prova a grande capacidade do Hospital Felício Rocho e reforça seu importante papel como instituição transplantadora em Minas Gerais. Assistir e participar de uma sequência como essa é enriquecedora para mim enquanto médico e desperta uma sensação de que o trabalho está seguido na direção certa”, salienta o  coordenador da Unidade de Transplantes do Hospital Felício Rocho, Silvério Leonardo.

Brasil bate recorde no número de doações

Por lei, a doação de órgãos após a morte só pode ser feita quando é constatada a morte encefálica. É nesse momento que os médicos procuram a família para pedir autorização.

No entanto, apesar do aumento na recusa das famílias, o Brasil atingiu um recorde de doadores de órgãos no primeiro semestre de 2023. Foram 19 doadores a cada 1 milhão de habitantes.

Por outro lado, dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos mostram que o número de famílias que se recusaram a doar para transplantes os órgãos de parentes falecidos aumentou no primeiro semestre deste ano. Em 2019, antes da pandemia, entre 42% e 44% dos parentes negavam a doação. Agora, o número chegou a 49%.

“É fundamental que as pessoas confiem no sistema nacional de transplantes. Mas para isso, elas precisam entender que a doação de órgãos pode salvar muitas vidas, além de entender a importância”, destaca o médico e coordenador da Unidade de Transplante do Hospital Felício Rocho, Silvério Leonardo.

Ana Carolina estreia turnê inédita em homenagem a Cássia Eller

Ana Carolina desembarca em Belo Horizonte em outubro com o show “Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você”. Essa será a terceira vez que a artista mineira vem para a capital com a turnê que celebra a obra de Cássia Eller (1962-2001), considerada uma das vozes mais marcantes do rock brasileiro.

Nomear uma turnê nem sempre é uma tarefa fácil para um artista. Para Ana Carolina, porém, foi diferente desta vez. “Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você” é um show inteiramente dedicado ao repertório de incontáveis sucessos da, até hoje, inigualável Cássia Eller, revisitados na voz de uma das mais importantes cantoras da Música Popular Brasileira.

Mais do que cantar o repertório de Cássia, Ana faz uma viagem pessoal no tempo. A turnê é uma conexão direta com a jovem garota mineira, que aos 16 anos ouviu Cássia pela primeira vez, apaixonou-se e nunca mais deixou de ser fã de camiseta, como se define.

São sentimentos muito contraditórios quando penso neste show. Primeiro, jamais imaginei que seria possível um dia poder cantar o repertório da Cássia. Obviamente era um sonho íntimo, desde antes do início da minha carreira. Quis o destino que agora, em pleno 2022, quando Cássia faria 60 anos, que esse projeto surgisse e fosse sugerido justamente para mim”, diz Ana Carolina.

“Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você”, tem direção do premiado Jorge Farjalla, e tem diversas apresentações confirmadas por algumas das principais cidades do Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Sudeste do país.

Influência e acolhimento – tudo começou no ano de 1990, quando a jovem Ana Carolina Souza com apenas 16 anos, moradora de Juiz de Fora ouviu “Cássia Eller – Disco 1”, álbum de estreia da cantora carioca, e até hoje um dos prediletos de Ana. O impacto foi imediato. “Eu tive a certeza naquele momento que aquela voz potente vinha pra ficar pra sempre e que jamais haveria outra igual”, relembra Ana Carolina.

Tudo no universo musical da Cássia me influenciou. Aquela voz feminina com tanta presença e personalidade. Eu dava meus primeiros passos na música e não tenho a menor dúvida que dali tirei muito da minha formação musical e do que achava ser importante ter nas canções e no palco. Não sei se é verdade ou não, mas existe uma história meio folclórica que, anos depois, quando gravei meu primeiro disco, as pessoas ouviam ‘Garganta’ e grande parte delas achava que era a própria Cássia cantando. Acho isso engraçado, claro, mas também fico extremamente honrada”, se diverte.

A influência de Cássia no DNA de Ana extrapola o universo artístico e tem profundidade no âmbito pessoal. Foi Cássia, a primeira figura pública assumidamente bissexual, que serviu de espelho para que a ainda jovem mineira também se entendesse e futuramente se tornasse referência para tantas pessoas quando o assunto é sexualidade.

Era absolutamente lindo ainda em 1990, uma mulher tão à frente do seu tempo, com uma postura libertária e sem a preocupação do que as pessoas pensavam dela e de sua sexualidade. Isso tudo colocado com imensa naturalidade. Eu via aquela potência e pensava: ‘Ela me representa’. Ali também comecei a me entender, entender minha sexualidade. Comecei a entender que poderia naturalmente namorar também com meninas, sem me preocupar com o que os outros achavam. Foi libertador.”, relembra. “Hoje ouço muitas vezes de fãs e mães de fãs como minha postura ajudou suas famílias a lidarem com a questão. Fico feliz em fazer parte disso e me dar conta que o meu próprio ciclo começou justamente com a referência tão incrível da Cássia”.

Anos mais tarde, em 1997, quis o destino que Cássia Eller tomasse conhecimento do trabalho da estreante cantora Ana Carolina que, numa ida ao Rio de Janeiro, acabou sendo acolhida por seu ídolo de maneira generosa em sua própria casa. “Aquele gesto simples reverbera em mim até hoje. Eu chegava no Rio para um show e a Cássia cedeu espaço para mim dentro de seu apartamento. Era o começo da minha carreira e tudo era muito difícil. Tão difícil que ela ainda fez questão de contratar meu primeiro roadie, para carregar e afinar o violão para este show. Eu não estava sequer habituada com isso ainda. Foi inesquecível vê-la na plateia torcendo por mim”, diz.

No ano seguinte, Ana Carolina gravou seu primeiro álbum (lançado em abril de 1999) e começou a escrever a história de uma das mais bem sucedidas carreiras da MPB recente. “Essa turnê que faço hoje é muito mais que uma merecida homenagem. É sobre acolhimento. Cássia me acolheu como fã, como jovem buscando entender meu lugar no mundo e finalmente como artista. Se eu pudesse falar uma única frase para ela hoje, seria justamente essa: Estranho seria se eu não me apaixonasse por você”.

Um show em cinco atos – Dirigido por Jorge Farjalla“Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você” tem um esqueleto teatral ao passear por cinco atos, que serão conduzidos por músicas que remetem a cada um deles: “Cartas”, logo na abertura do show, traz canções que se comunicam em estado de poesia pura; “Palavras” começa a investigar outros universos das duas cantoras, incluindo a paixão mútua pelo samba; “Sabotagem” é um momento da Cássia debochada e cheia de questionamentos sobre o status quo, enquanto “Girassol” traz de volta a delicadeza para a coroar a celebração. O último bloco é, claro, um bis cheio de surpresas que serão desvendadas com a estreia da turnê.

Ana Carolina se apresenta ao lado de uma banda composta Juliano Valle (teclados, programações, voz), Theo Silva (guitarras e violões), Lancaster Pinto (baixo e voz), Thiago Faria (violoncelo e voz), Cesinha (bateria, cajon, Kokoriko e voz), Leonardo Reis (percussão, cajon, Kokoriko e voz).

Para chegar no repertório, Ana Carolina estudou a extensa discografia por meses até chegar num setlist ideal que retratasse a grandeza de Cássia Eller. “Tocamos as versões originais à exaustão para entender minuciosamente cada uma delas. Só aí que começamos a repensar em arranjos, para trazer uma releitura que conversasse comigo e que não renunciasse o DNA de Cássia em nenhum momento”.

Dentro do meu universo, espero com essa turnê retribuir de alguma forma todo o carinho e acolhimento que recebi da Cássia. Meu desejo é que essa obra e artista tão potentes se mantenham vivas, conheçam novos públicos e que permaneçam sempre no imaginário do brasileiro. Cássia merece todo nosso amor”, finaliza.

Sobre Ana Carolina – Cantora, compositora, arranjadora, produtora, instrumentista, musicista e artista plástica, Ana Carolina lançou seu primeiro disco em 1999; hoje, sua carreira já inclui 12 álbuns, seis DVDs e mais de cinco milhões de discos vendidos. Entre outros, ganhou sete vezes o Prêmio Multishow de Música Brasileira, três vezes o Troféu Imprensa e uma vez o Prêmio TIM de Música. O primeiro grande sucesso, “Garganta”, viria já no primeiro álbum. Depois dele, emplacou cerca de 30 singles nas paradas brasileiras.

As composições da artista já foram gravadas por nomes importantes como Maria Bethânia, Gal Costa, John Legend, Esperanza Spalding, Chiara Civello, Jorge Vercillo, Mart’nália, Zizi e Luiza Possi, Pedro Camargo Mariano, Preta Gil, entre outros. Em suas composições fez parcerias com Seu Jorge, Luiz Melodia, Gilberto Gil e Guinga, entre muitos outros.

Em 2009, quando completou 10 anos de carreira, lançou o álbum “N9ve”, no qual destaca-se a canção “Entreolhares (The Way You’re Looking at Me)”, em um dueto com o cantor, compositor e pianista americano John Legend. A canção alcançou o topo da Billboard Hot Songs (Rio de Janeiro), e o 34° na Billboard Hot 100 Airplay. No mesmo ano, lançou a coletânea de canção, “Ana Carolina + Um”, com duas canções inéditas e participação de vários cantores, entre eles, Maria Gadú, Maria Bethânia, Roberta Sá, Totonho Villeroy, entre outros. Em 2012 gravou duetos com astros da música internacional, como Tony Bennett e Alejandro Sanz, e seu CD #AC trouxe a cantora dividindo os microfones com Chico Buarque.

Em 2019, Ana Carolina lançou seu mais recente álbum, “Fogueira em Alto Mar”, primeiro trabalho de inéditas em pouco mais de 6 anos. Ele reflete toda a excelência, empenho e musicalidade que a deixaram conhecida no mercado nacional e internacional.

Agora em 2022, sai em turnê nacional do projeto “Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você” em que celebra a obra inigualável de Cássia Eller no ano em que faria 60 anos.

Atualmente, Ana Carolina contabiliza cerca de seis milhões de seguidores em suas redes sociais.

Sobre Cássia Eller – cantora, compositora e multi-instrumentista brasileira. Foi uma das maiores representantes do rock brasileiro dos anos 90 e eleita a 18ª maior voz e a 40º maior artista da música brasileira pela revista Rolling Stone Brasil. Lançou cinco álbuns de estúdio em vida: Cássia Eller (1990), O Marginal (1992), Cássia Eller (1994), Veneno AntiMonotonia (1997) e Com Você… Meu Mundo Ficaria Completo (1999). Seu sexto álbum de estúdio, Dez de Dezembro (2002) foi lançado postumamente. O álbum mais bem-sucedido de Cássia foi o Acústico MTV (2001), com mais de um milhão de cópias vendidas e um prêmio Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock.

Cássia morreu aos 39 anos em 29 de dezembro de 2001, após um infarto do miocárdio causado por uma malformação de seu coração.

 

SERVIÇOS 

“Ana canta Cássia – Estranho Seria Se Eu Não Me Apaixonasse Por Você”

Local: Arena Hall (Antigo Marista Hall) – Av. Nossa Sra. do Carmo, 230 – Savassi, Belo Horizonte / MG

Data: 7 de outubro (sábado)

Horários:

Abertura da casa: 20h

Show: 22h

Valores:

Arquibancada Prata: a partir de R$ 90,00

Arquibancada Ouro: a partir de R$ 125,00

Setor Prata: a partir de R$ 180,00

Setor Ouro: a partir de R$ 240,00

* teremos meia entrada social para o público de todas as idades, mediante doação 1 Kg de alimento não perecível na entrada do show. Essa é uma promoção não cumulativa e válida apenas para ingressos de inteira.

Ingressos: Na bilheteria do Arena Hall e pelo site Sympla.com.br

Mais informações: (31) 97222.2424

Realização: Ímpar Shows e Opus Entretenimento

René Machado chega a Minas Gerais com sua primeira individual

O carioca René Machado tem se destacado e ganhado reconhecimento de seu trabalho por críticos, curadores e pessoas ligadas ao círculo das artes. Esse ano, René entrou no ranking dos 10 artistas mais procurados pelos colecionadores dentro do marketplace da ArtRio, uma das maiores feiras do segmento da América Latina, onde, inclusive, teve sold out em sua primeira individual na última semana.

René também levou suas obras para os telões, backstage e camarins do Palco The One, do The Town-SP. Agora, o artista se prepara para levar a série “Compositions” para Belo Horizonte. De 30 de setembro a 20 de outubro, ele apresentará mais de 10 obras com texto crítico de Vanda Klabin na Lemos de Sá Galeria.

“Amo as Minas Gerais, tenho muitos amigos, muitas andanças, e fico muito feliz de fazer minha primeira individual na cidade de Belo Horizonte, com a categoria da Beatriz, a frente da Lemos de Sá Galeria”, afirma René, que é um dos indicados ao Prêmio Pipa 2023, reconhecidamente o mais prestigiado prêmio da arte contemporânea brasileira.

Formado pela Escola de Artes Visuais do Rio de Janeiro, tem na pintura seu foco principal.  A obra de René se insere em uma linhagem de artistas que buscam vasculhar as possibilidades da pintura depois dos estrondos técnicos, visuais e conceituais causados pela Pop Art ou, ainda, pelas pinturas tragicômicas dos neoexpressionistas dos anos 1980. Prince, Richter e Wool, são alguns dos nomes que na arte atual têm se aventurado a evocar e reprocessar as obras de nomes como Warhol ou Polke, sem, no entanto, temer as suas figuras e conquistas históricas singulares.

Suas obras têm percorrido diversos países e instituições de arte tais como: Brasil, EUA, Itália, Espanha e França. Figuram em coleções importantes, destacando Luciano Benetton e coleção Fadel. Em 2020, criou a Casa Arlette, na Gávea, Rio de Janeiro, um centro de produção artística contemporânea, que além dos artistas residentes, se tornou um espaço de encontro entre intelectuais dos gêneros da arte.

Sucesso na ArtRio

O artista plástico René Machado teve um dos estandes mais movimentados na ArtRio. Não só por críticos, curadores e colecionadores, mas também por artistas de todos os segmentos da arte. No primeiro dia de evento, René recebeu o selo do crítico e curador Paulo Herkenhoff, que escolheu algumas obras específicas, se tornando uma referência com a chancela de doação para o Museu Nacional de Belas Artes. Com o selo “Doe essa obra ao Museu Nacional de Belas Artes”, uma das telas da série “Compositions”, poderá ocupar um dos museus mais importantes do mundo. Paulo foi curador-chefe do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o MAM-RJ; curador adjunto no departamento de pintura e escultura do Museu de Arte Moderna de Nova York, o MoMA; diretor-geral do Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro e o foi o primeiro diretor cultural do Museu de Arte do Rio, o MAR.

Desde o primeiro dia, René recebeu nomes como a historiadora e curadora Vanda Klabin, o artista visual e professor Carlos Zilio, o artista Waltercio Caldas, o professor e curador  Fernando Cocchiarale, o crítico Marcus Lontra, o educador Charles Watson, o pintor Arjan Martins, o membro do comitê do Prêmio Pipa Heitor Reis, o escritor e poeta Eucanaã Ferraz, o artista Raul Mourão, Paula Marinho e o arquiteto Miguel Pinto Guimarães, artistas como Eduardo Moscovis, Guilhermina Guinle, Cissa Guimarães, Flavia Alessandra, Fernanda Rodrigues, Regina Casé, Thiago Lacerda, o produtor Ricardo Nauenberg, o estilista Heckel Verri, entre muitos outros. O sucesso de público garantiu não só um dos estandes mais comentados, quanto a venda de todas as obras.

René Machado no The Town

A Cidade da Música, em Interlagos, recebeu mais de 235 horas de shows, espalhados por sete grandes espaços, cinco palcos e uma cenografia inspirada nos ícones da arquitetura paulistana. O The Town foi um grande espetáculo não só de música, mas, de cultura e muita arte. Dentro do contexto artístico, a convite de Ana Biavaschi, diretora de cenografia do The Town e do Rock in Rio, o artista carioca René Machado participou com sua nova série “Compositions” do festival em São Paulo.

René já é conhecido no Rock in Rio, onde desde 2017, é responsável por criar artes e painéis exibidos nos bastidores do Palco Sunset. Em São Paulo, o artista,esteve com diversas obras no backstage do palco The One, e também projetadas nos telões do palco, nos intervalos dos shows.

O palco teve o conceito de representar a cultura e os museus de São Paulo e teve obras exibidas entre cada show. René Machado fez também ativações dentro dos camarins, que foram ocupados ocupados por artistas como Racionais MC´s, Criolo, Seu Jorge, Ney Matogrosso, Ne-Yo, Angélique Kidjo, Gloria Groove, Marina Sena, Pabllo Vittar e muito mais.

Serviço:

René Machado – “Compositions”

De 30 de setembro a 20 de outubro

Local: Lemos de Sá Galeria – R. Germano Chati, 255 – Mangabeiras, Belo Horizonte – MG, 30315-120

Horários: de Segunda a sexta-feira, de 10h às 17h e sábado de 10h Às 13h

Agende sua visita: https://www.lemosdesagaleria.com/exposicoes

Informações: https://www.instagram.com/renemachado_/

Festival BHZ Mineiridades reúne nossa riqueza cultural, com chefs

A capital mineira recebe a primeira edição do festival BHZ Mineiridades. A proposta do evento é celebrar as riquezas culturais de Minas Gerais, seus sons e boa música, sua gastronomia e seus sabores. Renomados chefs de cozinha foram convidados para incrementar a praça de alimentação do evento. Os pratos destacarão produtos de origem mineira e haverá ainda premiados chopes e cervejas Artesanais produzidos no estado.

No palco, um dos maiores tributos ao U2 do Brasil, U2 Latim America e  Beatles Rock Show com repertório especialmente voltado para clássicos dos garotos de Liverpool, e a Charanga Pop, com hits nacionais e internacionais no formato de charanga, animando o público com sucessos do pop e instrumental.

 O espaço do festival foi cuidadosamente planejado para atender a todas as idades e preferências. Haverá espaço kids para as crianças se divertirem e o evento é pet-friendly. A entrada é franca com ingressos retirados limitados no Sympla:

Festival BHZ Mineiridades tem apoio da GASMIG e ABRASEL. A produção é assinada pela Rischel Promoções e Eventos, Sacramento Cultural e pela Private Label, realização da Pomar e co-realização: Pulsar. Patrocínio: Ministério da Cultura pela Lei de Incentivo a Cultura.

O que é Mineiridade?

Mineiridade. O que é ser mineiro, como bem definiu o escritor João Guimarães Rosa? É o aroma do café coado, o sabor dos nossos queijos. Nossa hospitalidade. Nossas quitandas, nossas montanhas, cachoeiras, rios. Nosso pão de queijo, nosso doce de leite, nossa jabuticaba, nossa cachaça, nossa cerveja é a goiabada.  Nossa natureza. O bolo de fubá, o frango com quiabo e angu. Nossa forma de cozinhar. Nossos ladeiras  históricas. Nosso ouro. Nossa religiosidade. Nossa música que das esquinas conquistou o mundo. Mineiridade é nossa liberdade, ainda que tardia.

Nossos patrimônios materiais e imateriais. É Santos Dumont, é Tiradentes, é Pelé, é Aleijadinho, Guimarães Rosa, Bituca, Mestre Athaíde e Carlos Drummond de Andrade. Mineiridade é um trem. Nosso jeito de falar. Nosso sotaque. Nossa cultura que recebeu influências africanas, italianas, portuguesa, dos índios. É o som da viola, é a folia de reis, o congado. Nossas igrejas. É o fogo no tacho.

Serviço:

Festival BHZ Mineiridades

Sábado, 7 de outubro – 11 as 20h

Avenida Brasil, 41 – bairro Santa Efigênia (Entre Rua Manaus com Álvares Maciel)

A entrada é franca com ingressos retirados limitados no Sympla:

Telefone de Contato: Rischel Promoções e Eventos 97555-5554

Ingressos: bhzmineiridades.com.br

Spring Drinks: maior festival de caipirinha do mundo

Durante os dias quentes, nada é mais refrescante e revigorante do que um copo gelado de caipirinha. E para celebrar essa paixão nacional, o Porks – Porco & Chope, maior rede de pubs especializada em carne suína do país, vai promover o 1º Festival de Caipirinhas “Spring Drinks,” de 26 de setembro a 1º de outubro, em todas as unidades da rede espalhadas pelo país. Em BH, vai acontecer no Porks Casarão, Praça Tiradentes, Savassi, Castelo e também no Bebedouro Bar e Fogo, participante especial. 

Além dos sabores tradicionais, como as caipirinhas de Limão com Morango e de Frutas Vermelhas, o festival vai contar com criações exclusivas. Entre os destaques estão a caipirinha de Morango com Picolé de Leite Condensado; caipirinha de Abacaxi com Rapadura;e a Caipi Mule, caipirinha de frutas vermelhas com espuma de gengibre.

O cardápio traz ainda as caipirinhas de Uva com Manjericão; Limão com Maracujá; Caju com Limão; Manga com Pimenta Dedo de Moça; e Kiwi com Limão. O preço fixo é de R$ 20 por bebida – com exceção da caipirinha de Morango com Picolé de Leite Condensado, que sai por R$ 23. São estimados mais de 50 mil drinks vendidos, com 4 mil litros de vodka e 5 toneladas de frutas.

O evento vai acontecer simultaneamente em 30 cidades brasileiras: Curitiba (PR), São José dos Pinhais (PR), Araucária (PR), Fazenda Rio Grande (PR), Cascavel (PR), Ponta Grossa (PR), Londrina (PR), Florianópolis (SC), Itajaí (SC), Criciúma (SC), Santa Maria (RS), São Paulo (SP), Santos (SP), Piracicaba (SP), Praia Grande (SP), Ribeirão Preto (SP), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Sinop (MT), Goiânia (GO), Rio Verde (GO), Brasília (DF), Águas Claras (DF), Gama (DF), Samambaia (DF), Guará (DF), Ceilândia (DF), Recife (PE), Teresina (PI) e João Pessoa (PB).

Para ficar ainda melhor, uma das características marcantes do Porks é sua política de não cobrar 10%, além de não exigir entrada ou couvert. Além disso, todas as unidades da rede são pet friendly, onde os clientes podem curtir a companhia de seus animais de estimação enquanto apreciam as delícias do festival.

Mais informações no perfil oficial darede no Instagram(@porks_brasil).

Porks Praça Tiradentes

Praça Tiradentes, 51

https://www.instagram.com/porks_pcatiradentesbh/

Porks Savassi

 Rua Fernandes Tourinho nº 19 – Loja 4, na Savassi.

https://www.instagram.com/porks_savassi/

Porks Castelo

Rua Castelo de Alenquer, 50 – Bairro Castelo

https://www.instagram.com/porkscastelo/

Porks Casarão

Avenida Álvares Cabral, 534 – Lourdes

https://www.instagram.com/porkscasarao/

Bebedouro Bar e Fogo

https://www.instagram.com/bebedourobarefogo/

Otacílio Negrão de Lima 1835 – São Luiz

Arquitetura propõe inclusão de pets em ambientes comerciais

Juliana Lana, designer de interiores especializada em ambientes comerciais, está assinando um ambiente na Morar Mais BH. Sua principal característica é trabalhar com inclusão, então decidiu criar um espaço comercial onde pudesse receber animais de estimação. A mostra Morar Mais possui essa característica de inclusão, uma vez que os pets estão cada vez mais fazendo parte das famílias. Destaque na foto para um sofá que foi restaurado exclusivamente para a mostra e revestido com tecido Pet Friendly.

Conhece a Biofilia?

Seu projeto captura a brasilidade através de formas e texturas que refletem a natureza. A presença da biofilia é notável, com plantas nativas selecionadas, enquanto linho, sisal, madeira e pedra conferem elegância contemporânea ao espaço. Uma celebração da autenticidade do design brasileiro, unindo cultura e sofisticação. A biofilia em ambientes comerciais é importante porque promove bem-estar, conexão com a natureza, purificação do ar, melhora a estética e sustentabilidade, aumenta a produtividade e a criatividade. Isso beneficia tanto os ocupantes quanto os negócios.

Designer mineira marca presença na mostra Morar Mais

A mineira Juliana Lana, designer especializada em ambientes comerciais e com grande reconhecimento na área fitness, marca presença este ano no evento “Morar Mais” com uma impressionante criação: a loja Casa + Art Décor. Seu projeto busca proporcionar uma experiência imersiva que celebra a brasilidade por meio de uma rica interplay de formas e texturas distintas. O conceito inovador desse espaço destaca a biofilia, incorporando a natureza de maneira proeminente.

Espécies vegetais tipicamente brasileiras foram selecionadas com cuidado, trazendo à tona a essência da biodiversidade nacional. A combinação harmoniosa de linho, sisal, madeiras e painéis compostos por pedras naturais confere elegância intrínseca e estética contemporânea ao ambiente. Essa fusão não apenas homenageia o design autêntico do Brasil, mas também se integra à natureza, ecoando a essência de nossa cultura.

Uma peça que chama a atenção é a escultura de uma baleia, inspirada na obra “Vidas Secas”, esculpida em madeira pelo talentoso artista Marcos Sertania. Essa escolha não apenas remete à literatura nacional, mas também contribui para a atmosfera única do ambiente.

Juliana não é apenas uma Designer, mas também uma ativista apaixonada. Sua crença na inclusão se manifesta no ambiente que criou, que é completamente pet-friendly. Esse é um reflexo do compromisso de Juliana em promover a diversidade e a acessibilidade em todas as suas formas. A criação de Juliana Lana na Morar Mais não é apenas uma exposição de Design, mas uma celebração da autenticidade brasileira, unindo arte, natureza e cultura em um espaço envolvente e inspirador.

Juliana Lana, mineira natural de Belo Horizonte, é  designer de ambientes comerciais e ocupa o cargo de CEO na empresa “Casa e Art Cortinas”. Como empresária teve a loja ressaltada pelo recebimento de um prêmio de inovação concedido pelo CDL BH.

Seu olhar aguçado para oportunidades únicas a levou a explorar o contexto das academias, onde encontrou uma fonte intrigante para sua inspiração profissional e se tornou uma figura de referência nesse âmbito em seu estado.

Ela demonstra um profundo compromisso com a inovação, o aprimoramento contínuo e a adaptação de seus projetos para atender às demandas variadas daqueles que têm necessidades especiais. Sua trajetória e contribuições continuam a inspirar e influenciar positivamente o campo do design de ambientes comerciais.

Contatos:

55 31 98878-8825.

@julianalanadesigner.

Foto de Juliana Lana são de Marcus Santiago

Fotos do ambiente de Ivan Araújo

Dia Nacional do Técnico de Edificações é uma data de destaque

O Dia Nacional do Técnico de Edificações é uma data de destaque no calendário brasileiro, celebrada em 23 de setembro, que reconhece e valoriza a significativa contribuição dos técnicos de edificações para o setor da construção civil no Brasil. Com alta empregabilidade e grande importância, esses profissionais desempenham um papel fundamental na construção de um futuro mais sólido e seguro para o país.

A importância dos técnicos de edificações transcende a simples construção de estruturas físicas. Eles desempenham um papel crucial na garantia da qualidade das edificações, na observância das normas de segurança e na promoção da sustentabilidade ambiental. Sua expertise é essencial para a criação de ambientes seguros, duradouros e energeticamente eficientes.

Além disso, os técnicos de edificações têm um papel fundamental na transformação das cidades, contribuindo para o desenvolvimento urbano sustentável e para a melhoria da qualidade de vida da população. Eles ajudam a moldar o futuro do Brasil, tornando-o mais habitável, seguro e economicamente viável.

Alta Empregabilidade

Os técnicos de edificações estão em alta demanda em todo o país. Com o setor de construção civil em constante crescimento, a necessidade de profissionais qualificados que possam garantir a qualidade, segurança e sustentabilidade das edificações é cada vez maior. Os técnicos de edificações preenchem essa lacuna, sendo peças-chave em projetos de construção residencial, comercial e industrial.

Sua formação abrangente inclui conhecimentos em planejamento, execução, fiscalização e gerenciamento de obras, bem como a capacidade de lidar com questões técnicas, normativas e ambientais. Essa ampla gama de habilidades faz com que os técnicos de edificações sejam altamente versáteis e valiosos para a indústria da construção, resultando em uma empregabilidade notável.

A busca por especialização de qualidade é constante. Para atender a essa demanda e estar em sintonia com as oportunidades de emprego, é essencial optar por cursos de qualidade, estruturados para atender às necessidades do mercado de trabalho. A rede Grau Técnico, a maior rede de ensino técnico do Brasil, oferece cursos de Edificações que se encaixam nesse perfil.

“O mercado busca profissionais técnicos. Eles possuem uma formação mais rápida e focada nas operações específicas. Em nossa rede, buscamos unir todos os pilares: ensino de qualidade e preparação para o mercado de trabalho”, afirma Elielson Filho, gerente de marketing da rede Grau Técnico.

Luccas Neto apresenta “O Bem Vs O Mal”

Filhos, netos, irmãos e primos. Se você tem uma criança em casa, com certeza já deve ter ouvido falar em um dos principais criadores de conteúdos infantis do país no momento. Luccas Neto é um verdadeiro sucesso no mundo digital, somando mais de 38 milhões de inscritos em seu canal oficial do YouTube, ao todo são 21 bilhões de visualizações, e os números crescem cada vez mais.

O youtuber vem a Belo Horizonte no dia 15 de outubro para apresentar seu novo espetáculo “Luccas Neto – O Bem Vs O Mal” no Arena Hall. No show, os aventureiros têm a missão de salvar a “Cidade da Alegria” dos vilões. Com a participação das Aventureiras Vermelha e Roxa e do Aventureiro Branco, o espetáculo reforça a importância da união, da amizade e do amor.

Luccas Neto sempre busca levar conteúdos socioeducativos de forma didática e afetiva, transmitindo uma mensagem de cuidado e respeito para seu público. “Eu e toda equipe buscamos levar, além da diversão, mensagens que contribuam com o bom desenvolvimento de nossos pequenos”, reforça o influenciador.

Repleto de efeitos especiais, muita dança, música e coreografias, nessa aventura, novos vilões tentarão estragar os planos dos nossos aventureiros que, por sua vez, seguirão empenhados na realização dos seus sonhos. A saga conta, ainda, com a ajuda mais que especial da plateia super-jovem que terá que estar preparada para cantar e se divertir muito.

Sobre Luccas Neto

Natural do Rio de Janeiro, o empreendedor, ator, produtor e roteirista Luccas Neto é o maior fenômeno do universo infantil na atualidade no país e é top of mind quando se trata de produção de conteúdo intrinsecamente ligado a entretenimento e mensagens socioeducativas para crianças.

Em 2018, criou a Luccas Neto Studios, que atua em diferentes vertentes, como: tecnologia (com a criação de aplicativos e jogos); filmes (longa metragens para serviços on demand como NetNow, Netflix, cinema, TV e outras grandes plataformas); YouTube (com a criação de conteúdo para canais, como o Em Libras); editorial (livros em parceria com a editora Ediouro), música, licenciamento de produtos e shows, gerando mais de 100 empregos de forma direta e indireta.

Todo o conteúdo produzido é 100% autoral, com a curadoria de uma equipe multidisciplinar, formada por pedagogos e educadores, a fim de passar mensagens positivas, ensinamentos, responsabilidade e sonhos para as crianças.

Os ingressos já estão disponíveis e podem ser encontrados a partir de R$ 50 no site www.produtoracriar.com.br. O show tem duração de aproximadamente uma hora e a classificação é livre. O espetáculo faz parte do “Autêntico no Palco”, projeto que conta com o patrocínio da Prefeitura de Belo Horizonte por meio da Belotur.

Serviço – “Luccas Neto – O Bem Vs O Mal”

Data: 15 de outubro, domingo
Abertura dos portões: a partir de 16h
Início do show: 18h
Endereço: Arena Hall – Av. Nossa Sra. do Carmo, 230 – Savassi – Belo Horizonte / MG
Venda física de ingresso: O Arena Hall dispõe de bilheteria física para a compra de ingressos de quarta-feira a sábado de 12h às 20h.
Venda online de ingressos: produtoracriar.com.br
Valores: a partir de R$ 50
Realização: Produtora Criar
Instagram: @‌produtoracriar
Site: http://produtoracriar.com.br
Informações: (31) 9 98263-4644
Estacionamento no local

Projeto Canjerê destaca laços ancestrais com a África

A capoeira, expressão cultural afro-brasileira que traz a dança, a música e a resistência negra por meio da luta, é um dos maiores símbolos da identidade brasileira reconhecido internacionalmente.

A condução da Roda de Capoeira será coordenada pela Associação Mineira de Estudos da Capoeira – AMEC, presidida pelo Mestre Beto Onça. Segundo a pesquisadora e curadora do Projeto Canjerê, Rosália Diogo “essa associação defende e pratica a tradição da capoeira ancestral ou antiga, ou seja, aquele  modelo que era praticado pelo negros escravizados, vindos do continente africano”.

A atividade foi construída a partir de diálogos com os professores de capoeira moçambicanos Preguiça, Escorpião e Lua, integrantes de um grupo de pesquisas sobre capoeira em Moçambique, denominado Capoeira Ginga de Maputo. Os capoeiristas africanos participarão do encontro por meio de videoconferência. O grupo Capoeira Ginga de Maputo, também designado Associação Moçambicana de Capoeira (AMCA), surgiu no dia 4 de Março de 1999 e segue as pegadas da mulher que levou a capoeira para Moçambique, a Mestra Marina (Celia Marina Matue).

Patrimônio Cultural Brasileiro

A Capoeira é uma prática cultural afro-brasileira multifacetada e multidimensional. Ao mesmo tempo em que é luta, também é dança, é compreendida como folclore, como esporte e até como arte. Mas, independente de sua classificação, carrega uma filosofia ancestral. Originada no século XVII, período escravocrata, desenvolveu-se como um modo de sociabilidade e solidariedade construída pelos africanos escravizados, uma estratégia social para lidarem com a opressão, o controle e a violência. Hoje, é um dos maiores símbolos da identidade brasileira e está presente em mais de 160 países, segundo o IPHAN.

A Roda de Capoeira e o Ofício dos Mestres de Capoeira foram reconhecidos como patrimônio cultural brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 2008, e estão inscritos no Livro de Registro das Formas de Expressão e no Livro de Registro dos Saberes, respectivamente. Roda de Capoeira também é reconhecida internacionalmente como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco, desde 2014, e se encontra com o processo de registro da capoeira como Patrimônio Cultural Imaterial de Belo Horizonte em aberto.

 

Projeto Canjerê 2023

O projeto Canjerê é uma iniciativa do Instituto Casarão das Artes Negras, que tem por objetivo promover atividades e debates com temáticas relacionadas à arte e cultura de matriz africana. Este projeto é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. A programação já desenvolveu a edição do Canjerê Mulher, que evidencia o trabalho de mulheres negras de destaques na área da música, realizado no mês de março. Em setembro a Vl Mostra Conceição Evaristo trouxe uma homenagem a uma das principais escritoras do país. Além do evento sobre a capoeira, outra agenda cultural do projeto será um grande encontro artístico-cultural para marcar o Mês da Consciência Negra, em novembro. Este projeto é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.

Instituto Cultural Casarão das Artes Negras

O Instituto Cultural Casarão das Artes Negras nasceu em 2013, com o intuito de valorizar e promover a cultura africana e afro-brasileira, além de contribuir para o enfrentamento do racismo na sociedade brasileira. A instituição ganhou destaque no cenário cultural de Belo Horizonte por meio da valorização da arte, música, moda, literatura e culinária. Além de realizar anualmente o projeto Canjerê e outras agendas, o Instituto também é responsável pela publicação Revista Canjerê, atualmente com periodicidade semestral.

 

SERVIÇO

Projeto Canjerê 2023 – Canjerê Brasil-Moçambique: Laços ancestrais

Dia 1º de outubro, domingo, às 9h

Local: Centro Cultural São Geraldo (R. Silva Alvarenga, 548 – São Geraldo).

Entrada gratuita

Fashion Stylist Roze Motta e Eduardo Amarante unem talentos

A renomada fashion stylist Roze Motta se une a Eduardo Amarante, diretor criativo e co-proprietário do Grupo La Moda, para criar um espetáculo de moda de tirar o fôlego. O evento reunirá celebridades como Wanessa Camargo, Yasmin Brunet, Duda Reis, Renata Domingues, Arthur Aguiar, Wanda Grandi, Naiara Azevedo e muitos outros.

Roze irá assinar styling do desfile “Canto da Cidade” da Amarante do Brasil. O desfile da coleção Outono/24 acontecerá no dia 25 de setembro, próxima segunda-feira, ao som de Daniela Mercury, no Palácio dos Cedros, em São Paulo.

“Receber o convite de assinar o styling deste desfile me enche de felicidade e muito orgulho. As peças são verdadeiramente excepcionais, confeccionadas com cuidado, transbordando personalidade e contando muita história”, conta Roze Motta.

Roze Motta está preparando uma experiência única para os amantes de acessórios. Os chapéus country, que são uma marca registrada do estilo de Roze, assumiram um papel de destaque.

Além disso, a coleção apresentará uma variedade de cintos, peças que não apenas complementam os looks, mas também contam histórias por meio de seus detalhes expressivos.

A coleção em si promete um toque de glamour com o uso de brilho, ao mesmo tempo em que incorpora a feminilidade e o romantismo das flores. Combinando acessórios marcantes e elementos de moda encantadores, a coleção Outono/ 24 da Amarante do Brasil promete ser uma experiência memorável na passarela.

A paleta de cores se desenha como uma fusão vibrante e calorosa, ressaltando tons terrosos e atemporais que não apenas conferem elegância, mas também promovem a durabilidade das peças. A coleção enfatiza a sofisticação e a contemporaneidade da alfaiataria, com destaque para texturas monocromáticas, preto e cinza, proporcionando uma abordagem marcante e versátil, especialmente para os visuais noturnos. Uma característica distintiva é o intrigante mix de texturas e modelagens, que se apresenta como a grande inovação desta coleção.

União de talentos e paixões 

A colaboração teve início quando Eduardo Amarante pessoalmente estendeu o convite a Roze Motta. “Eu estava almoçando quando recebi a ligação do Edu. Inicialmente, pensei que fosse sobre outro assunto, talvez um projeto de styling para uma celebridade que estaria presente no Rodeio de Jaguariúna. Para minha agradável surpresa, Edu me convidou para cuidar do styling do seu desfile. Aceitei sem hesitação. Adoro o Edu, e trabalhar neste projeto com ele marca mais um momento inesquecível em minha carreira”, conta Roze Motta.

Eduardo Amarante também expressou sua empolgação com a parceria, ” Vou contar para vocês tenho algo que é intuição. Estava num momento de decisão, pois o meu desfile é na segunda-feira, e tinha algumas pessoas em mente para liderar o styling. Roze sempre foi incrível comigo, sempre tivemos uma conexão especial e passamos por muitas experiências juntos. É uma honra ter Roze assinando o styling do desfile.”

Com uma carreira marcante e dedicação inabalável à moda, Roze Motta é uma figura inspiradora no cenário da moda contemporânea, conquistando tanto a indústria fashion quanto seus seguidores com sua paixão pelo estilo e sua habilidade em transformar roupas em obras de arte personalizadas.

A união de Roze Motta com a Amarante do Brasil promete ser um destaque no mundo da moda, e a expectativa para o desfile é imensa.

Sobre Roze Motta

Roze Motta é uma fashion stylist multifacetada e altamente qualificada, com uma formação que abrange Direito, Moda e Consultoria de Moda e Estilo em Paris. Sua especialização em imagem a torna versátil, enquanto sua energia contagiante e habilidades únicas em customização de peças a destacam. Além disso, Roze é reconhecida por assinar produções para grandes nomes do meio artístico, incluindo Fernando e Sorocaba, Maiara e Maraisa, Hugo e Guilherme, Fiorella, Chitãozinho, Marcos e Belutti, Israel e Rodolfo,Us Agroboy , Luciano Camargo, entre outros.