Fórum debate soluções para a crise climática

Com apoio da ONU, evento reúne lideranças e pesquisadores para discutir como saberes
ancestrais podem fortalecer as respostas à crise climática
Entre 31 de julho e 2 de agosto, Ouro Preto e Mariana (MG) recebem o 3º Fórum Brasileiro
dos Direitos da Natureza, que reúne lideranças indígenas, comunidades quilombolas e
ribeirinhas, pesquisadores, juristas e organizações da sociedade civil para debater, entre
outros temas, o enfrentamento à crise climática a partir da experiência de quem vive no
território. A iniciativa se faz urgente porque, embora tenhamos produzido muito
conhecimento científico sobre a crise climática, ainda seguimos ignorando os saberes
tradicionais que há séculos protegem a vida nesses locais.
Durante muito tempo, nos acostumamos a imaginar que as respostas para a emergência
climática nasceriam de laboratórios, grandes conferências internacionais ou centros de
pesquisa. Sem diminuir a importância da ciência, é hora de reconhecer outra evidência:
muitas das soluções que o mundo procura já existem. Elas vêm sendo construídas há
gerações por povos indígenas, comunidades quilombolas, ribeirinhas, extrativistas e tantos
outros grupos que aprenderam que cuidar da natureza é, antes de tudo, cuidar da própria
vida.
O Sexto Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas
(IPCC) reconhece que os conhecimentos indígenas e locais fortalecem a capacidade de
adaptação às mudanças climáticas e seguem sem ser considerados na formulação de
políticas públicas. Na mesma direção, a UNESCO destaca que esses sistemas de
conhecimento ampliam a resiliência das comunidades diante dos impactos climáticos e
constituem um patrimônio essencial para enfrentar os desafios do presente.
A resposta está numa lógica que, durante muito tempo, separou natureza e sociedade e
desvalorizou conhecimentos produzidos fora das universidades, dos centros de pesquisa e
dos espaços formais de poder. Continuamos procurando soluções inéditas enquanto
deixamos à margem experiências concretas que já demonstraram capacidade de proteger
pessoas, territórios e ecossistemas. Essa invisibilidade não é casual, é uma crise de
imaginação política.
É essa lógica que o debate sobre os Direitos da Natureza procura transformar. Reconhecer
rios, florestas e ecossistemas como sujeitos de direitos significa reconhecer que não existe
futuro possível se continuarmos tratando a natureza apenas como patrimônio econômico.

R. Marquês de São Vicente, 378 n 302 www.redeaponte.org
Rio de Janeiro – RJ [email protected]
No Brasil, essa agenda ganha força desde 2018, mais de 30 iniciativas de reconhecimento
dos Direitos da Natureza foram registradas no país, mostrando que a discussão já
ultrapassou o campo teórico e passou a produzir efeitos concretos na construção de
políticas públicas.
"O Fórum Brasileiro dos Direitos da Natureza reafirma a importância de reconhecer a
natureza como sujeito de direitos, fortalecendo caminhos para a proteção dos ecossistemas
e para uma relação mais equilibrada entre sociedade e meio ambiente." afirma, Giovanna
Souza, coordenadora estratégica do Fórum.
Quem vive no território aprende cedo aquilo que os indicadores ambientais costumam
confirmar mais tarde. Recuperar nascentes, proteger sementes crioulas, manejar o fogo de
forma tradicional, produzir alimentos respeitando os ciclos da terra, compartilhar a água em
períodos de escassez, restaurar áreas degradadas e fortalecer redes comunitárias de
cuidado são práticas construídas no cotidiano e transmitidas entre gerações.
É o caso do povo Krenak, que vive às margens do rio Doce, entre Minas Gerais e o Espírito
Santo. Na língua Krenak, o rio é chamado de Uatú, “grande irmão”, e é tratado como
parente, não como recurso. Depois que o rompimento da barragem de Fundão, em 2015,
contaminou suas águas com rejeitos de mineração, o povo Krenak passou a tratar a
recuperação do rio como parte de sua própria luta por existência, acompanhando a
qualidade da água, retomando práticas tradicionais de manejo do território e pressionando
pelo reconhecimento jurídico do rio Doce como sujeito de direitos. Nesse sentido, uma
ação chegou a ser movida na Justiça em 2017, demonstrando como saberes ancestrais e
respostas à crise ambiental caminham juntos na prática, oferecendo caminhos concretos
para a proteção da vida e dos territórios.
Mais do que reunir especialistas, o 3º Fórum Brasileiro dos Direitos da Natureza coloca em
diálogo quem vive essa realidade no cotidiano. As rodas de conversa, oficinas e atividades
previstas para os três dias de programação têm como eixo as práticas comunitárias:
tecnologias sociais de enfrentamento às mudanças climáticas, de proteção dos corpos e
dos territórios e de regeneração ambiental que já demonstram resultados concretos. O
encontro conta com apoio do Programa Harmony with Nature, da Organização das Nações
Unidas, e do Governo Federal, integrando uma articulação internacional voltada ao
fortalecimento dos Direitos da Natureza.
A escolha de Minas Gerais também é simbólica. Foi ali que o rompimento da barragem de
Fundão, em 2015, contaminou o rio Doce e, quatro anos depois, o desastre de Brumadinho
expôs novamente os impactos da mineração sobre pessoas, rios e ecossistemas. Ao
mesmo tempo, o estado abriga experiências pioneiras na defesa dos Direitos da Natureza:
em Porteirinha e Serranópolis de Minas, no Norte do estado, comunidades rurais que

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enfrentam décadas de seca se mobilizaram para aprovar leis municipais reconhecendo o
rio Mosquito como sujeito de direitos, do qual depende a sobrevivência de dezenas de
famílias da região. Reparação, memória e construção de novos caminhos coexistem no
mesmo lugar.
Escutar essas experiências é uma das formas mais concretas de enfrentar a emergência
climática, não porque substituam a ciência, mas porque demonstram que ciência, políticas
públicas e saberes ancestrais podem se fortalecer mutuamente. É essa convergência que o
3º Fórum Brasileiro dos Direitos da Natureza propõe: um espaço de encontro entre
diferentes formas de produzir conhecimento e de cuidar da vida. Em um momento em que
o mundo busca respostas para a crise climática, o Fórum lembra que muitas delas já estão
sendo construídas, há gerações, por comunidades que nunca deixaram de cuidar da terra.
Serviço:
3º Fórum Brasileiro dos Direitos da Natureza
Local: Ouro Preto e Mariana (MG)
Data: 31 de julho a 2 de agosto de 2026
Inscrições gratuitas: https://forms.gle/MErEiTP6uy4sXqdS6
Programação completa: https://forumdireitosdanatureza.org.br/agenda/
Mais informações: https://forumdireitosdanatureza.org.br/
Instagram: https://www.instagram.com/forumdireitosdanatureza/
Apoio: Programa Harmony with Nature (ONU), Governo Federal, prefeituras de Ouro Preto e
Mariana, UFOP
MAIS INFORMAÇÕES: NAHAMA NUNES – 11 98105 5422

São Paulo recebe fórum sobre oncologia mamária

WEEM Talks 2026 inova ao aliar discussões científicas de ponta sobre as “zonas cinzentas” do câncer de mama a sessões sobre liderança, carreira e equidade de gênero na medicina

Nos dias 31 de julho e 1º de agosto de 2026, o Hotel InterContinental São Paulo será o ponto de encontro de médicas especialistas de todo o país para a terceira edição do WEEM Talks. Organizado pelo WEEM (Women Engagement for Equity in Medicine), o evento consolida um formato inédito no cenário nacional ao conectar o debate científico de alto nível em oncologia mamária com discussões profundas sobre carreira, diversidade e o espaço da mulher em posições de liderança na saúde.

A disparidade de gênero no setor médico é um dos principais motores do movimento: embora as mulheres já representem a maioria dos estudantes de medicina no Brasil, elas ainda são minoria expressiva em conselhos científicos, diretorias de hospitais e presidências de sociedades médicas. “O WEEM Talks foi desenhado para proporcionar um espaço de alto nível onde a ciência de ponta caminha lado a lado com o desenvolvimento pessoal e profissional, a equidade de gênero e a diversidade na área médica”, afirma a Dra. Adriana Magalhães Freitas, mastologista e uma das organizadoras do evento. “Acreditamos que é preciso abrir mais espaço e oportunidades para que as mulheres façam o que fazem de melhor: aliar a altíssima competência técnica à empatia e ao cuidado. No final, quem mais se beneficia é a paciente oncológica, que passa a contar com um olhar muito mais plural, inclusivo e humanizado.”

O grande diferencial científico do WEEM Talks é o formato Gray Zones (Zonas Cinzentas). Longe das palestras expositivas tradicionais, a programação científica é centrada em casos complexos da jornada do câncer de mama — cenários em que não há uma resposta única na literatura e que exigem julgamento multidisciplinar.

Os debates englobam desde a doença inicial (como cirurgia conservadora e adjuvância personalizada) até os desafios da doença metastática e novas fronteiras de survivorship, envolvendo mastologistas, oncologistas clínicos, patologistas e radioterapeutas. A dinâmica será totalmente interativa: a plateia votará ao vivo antes e depois de cada painel, avaliando se a discussão mudou sua conduta clínica.

Além da vanguarda científica, o evento traz eixos temáticos fundamentais que raramente ganham espaço em congressos convencionais, como a discussão de soft skills, ferramentas de desfechos relatados pelos pacientes, comunicação não-violenta e o combate ao cansaço crônico na prática clínica.

Para liderar essas sessões, o WEEM Talks 2026 traz um elenco de palestrantes de destaque nacional e internacional, incluindo:

  • Jeane Tsutsui: Médica cardiologista e CEO do Grupo Fleury, debatendo negociação de carreira e honorários.

  • Annalisa Blando: Planejadora financeira (CFP) e fundadora da ParMais, abordando independência financeira e posicionamento profissional.

  • Gabriela Prior: Diretora Sênior de Assuntos Médicos da Daiichi-Sankyo Brasil, desmistificando as regras não escritas da carreira médica.

  • Regina Giannetti: Jornalista e criadora do Autoconsciente Podcast, abordando presença e saúde mental na medicina

  • Dra. Monica Morrow: Referência internacional do Memorial Sloan Kettering Cancer Center (participação especial em vídeo).

Antecedendo o congresso principal, no dia 30 de julho, o WEEM realizará em grupo fechado o seu exclusivo Curso de Formação de Lideranças para Especialistas, um programa estruturado voltado para impulsionar a voz e a visibilidade de médicas especialistas no mercado de saúde.

SERVIÇO

  • Evento: WEEM Talks 2026

  • Data: 31 de julho e 1º de agosto de 2026

  • Local: Hotel InterContinental São Paulo (Alameda Santos, 1123 – Jardim Paulista, São Paulo/SP)

  • Inscrições e informações: www.weem.org.br

Valores de Inscrição:

  • Médico Sócio (SBCO, SBM, SBRT ou SBP com mensalidade em dia): R$ 240,00 (Até 18/07/2026) | R$ 270,00 (Após 19/07/2026 e no local)

  • Médico Não Sócio: R$ 270,00 (Até 18/07/2026) | R$ 300,00 (Após 19/07/2026 e no local)

  • Multiprofissionais: R$ 260,00 (Até 18/07/2026) | R$ 290,00 (Após 19/07/2026 e no local)

  • Acadêmicos: R$ 140,00 (Até 18/07/2026) | R$ 160,00 (Após 19/07/2026 e no local).

 
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“Luiza Mahin… Eu Ainda Continuo Aqui” no Rio

O espetáculo Luiza Mahin… Eu ainda continuo aqui retorna ao Rio de Janeiro, após cinco anos de trajetória como símbolo de memória e ancestralidade. A montagem, idealizada e protagonizada por Cyda Moreno, estreia dia 6/8, quinta-feira, às 19h, no Teatro Correios Léa Garcia, em sintonia com o Agosto Lilás — campanha nacional pelo fim da violência contra a mulher.

Premiada em diversos festivais, a peça expõe o extermínio da juventude negra a partir dos relatos de mães que enfrentam a perda de seus filhos. Inspirada em uma carta de Luiz Gama sobre sua mãe, Luiza Mahin, e em testemunhos verídicos, a dramaturgia de Márcia Santos transforma o palco em um espaço de alerta e história coletiva.

Com trilha sonora original executada ao vivo pelo elenco, o espetáculo reforça seu caráter ritualístico e emocional. A direção é de Édio Nunes, com direção musical e preparação vocal de Jorge Maya.

Reconhecida nacionalmente por sua atuação na novela Dona de Mim (TV Globo), a atriz mineira Cyda Moreno construiu uma sólida carreira interpretando, no teatro, figuras de forte dimensão histórica e social. Entre elas, destacam-se a escritora brasileira Carolina Maria de Jesus, cuja obra revela as desigualdades e a exclusão vividas nas periferias, e a cantora norte-americana Nina Simone, símbolo da luta pelos direitos civis e da resistência cultural.

Ao dar vida a essas mulheres, a atriz reforça seu compromisso com narrativas negras e periféricas, levando ao palco uma encenação que dialoga diretamente com as urgências sociais da atualidade. Doutoranda pela UNIRIO e Mestre em Ensino de Artes Cênicas, também leciona em uma escola pública na Mangueira, onde desenvolve projetos culturais e educativos.

“É uma violência contra a mulher negra quando seus filhos são exterminados na periferia. Trazer Luiza Mahin de volta ao Rio, após cinco anos, é destacar que essa história não terminou e permanece viva na cidade carioca, sobretudo nos morros e favelas. A personagem simboliza todas as mulheres negras que seguem lutando pela sobrevivência de seus filhos. O que está em cena é o presente do Brasil”, afirma Cyda Moreno.

 

Um brinde à trajetória, à arte negra e à memória

Tudo começou como uma performance no Festival 2ª Black, em 2020, ainda sob o título Eu ainda continuo aqui. Em março de 2021, em plena pandemia, a obra estreou como Luiza Mahin… Eu ainda continuo aqui (quando o passado e o presente se tornam cíclicos) no Teatro Petra Gold, no Leblon. A apresentação aconteceu em formato duplo, junto ao espetáculo Luiz Gama: Uma Voz pela Liberdade. Nessa época, foram realizados dois debates com o tema Luiza Mahin e Luiz Gama – mãe e filho em um paralelo com o genocídio negro.

O primeiro encontro foi on-line com a participação de Jurema Werneck (escritora e ativista do movimento negro e feminista), Leda Maria Martins (escritora e dramaturga), Mônica Cunha (ativista de direitos humanos), Guilherme Diniz (pesquisador e curador) e Deo Garcez (ator, diretor e dramaturgo), entre outros. Na sequência, o teatro recebeu um debate presencial com a participação de outras personalidades negras de diferentes áreas, entre elas Jeferson De (diretor e roteirista), Conceição Evaristo (escritora), Paulo Lins (escritor), Isabel Fillardis (atriz e cantora) e Mônica Lima (historiadora e pesquisadora).

Depois, a produção seguiu em temporada pelo Teatro Laura Alvim (RJ) e circulou por diversas cidades de São Paulo: Arthur Alvim, Bauru, Birigui, Franca, Marília, Piracicaba, Ribeirão Preto, Rio Claro, São José dos Campos e Sorocaba, até chegar ao SESC Pinheiros (SP).  No Rio de Janeiro, passou por Barra Mansa, Campos, Nova Iguaçu, Petrópolis, São Gonçalo e São João de Meriti. Agora, a encenação celebra esse reencontro com o público, que, ao longo dos anos, sempre acolheu e aplaudiu a iniciativa de Cyda Moreno.

Ficha Técnica

Texto original: Márcia Santos/ Idealização e direção de produção: Cyda Moreno/ Direção artística e corporal: Édio Nunes/ Direção musical e preparação vocal: Jorge Maya/ Elenco: Cyda Moreno, Márcia Santos, Tais Alves e Joe Jonathan / Atriz convidada: Marcia do Valle / Vozes dos policiais: Thelmo Fernandes, Marcelo Escorel e Gedivan de Albuquerque / Voz de Luiz Gama: Deo Garcez / Cenário e figurinos: Wanderley Gomes / Trilha sonora original: Jorge Maya e Regina Café / Percussão: Regina Café / Desenho de luz: Valdecir Correia / Técnico de luz e operação: Rafael Turatti/ Edição de vídeo: Madara Luiza / Fotografia: Cláudia Ribeiro / Assessoria de Imprensa: Clóvis Corrêa / Divulgação / formação de plateia: Naira Fernandes e Igor Veloso / Gestão de produção de mídias sociais: VB Digital / Social Media: Victor Braga / Identidade visual: Diogo Nasi / Apoio de pesquisa histórica e letra música Calma Preta: Aline Najara / Produção executiva: Igor Veloso / Técnico de som e sonoplastia: Thiago Silva e Evandro Vital.

Serviço

Espetáculo: Luiza Mahin… Eu ainda continuo aqui

Texto original: Márcia Santos

Elenco: Cyda Moreno, Márcia Santos, Tais Alves e Joe Jonathan

Atriz convidada: Marcia do Valle

Direção artística e corporal: Édio Nunes

Direção musical e preparação vocal: Jorge Maya

Estreia: 6 de agosto de 2026, às 19h

Temporada: de quinta a sábado, às 19h, até 29 de agosto

Local: Teatro Correios Léa Garcia – Rua Visconde de Itaboraí, nº 20, Centro, Rio de Janeiro (RJ) Ingressos: R$ 40 (inteira) | R$ 20 (meia-entrada)

Vendas: Sympla e bilheteria do teatro

LINK: https://bileto.sympla.com.br/event/123765

Telefone: (21) 3088-3001

Capacidade: 170 lugares

Classificação indicativa: 14 anos

Duração: 55 minutos.

Mais informações: @luizamahin.espetaculo

FENDA leva cinema experimental a Belo Horizonte

Festival Experimental de Artes Fílmicas realiza sua quarta edição entre os dias 4 e 9 de agosto, com programação gratuita no Centro Cultural Vila Marçola e no Cine Santa Tereza, reunindo 17 sessões de cinema, performances, oficina, debates e convidados nacionais e internacionais.

Belo Horizonte recebe, entre os dias 4 e 9 de agosto, a quarta edição do FENDA – Festival Experimental de Artes Fílmicas, evento que se consolidou como uma das principais iniciativas dedicadas ao cinema experimental no país. Com programação gratuita distribuída entre o Centro Cultural Vila Marçola e o Cine Santa Tereza, o festival promove durante seis dias um encontro entre cinema, artes visuais e performance por meio de 17 sessões em digital e em 16mm, além de uma oficina, sessões com sonorização ao vivo, performances e encontros com artistas brasileiros e internacionais.

Depois de três edições que ocuparam salas de cinema e centros culturais da capital, o FENDA amplia sua proposta de aproximar o público de experiências cinematográficas que desafiam formatos tradicionais e expandem os limites entre imagem, som, corpo e espaço expositivo. A programação reúne 81 obras, entre filmes inéditos, históricos e produções recentes que dialogam com diferentes linguagens da arte contemporânea.

A abertura acontece no dia 4 de agosto, no Centro Cultural Vila Marçola, com uma performance inédita do artista mineiro Paulo Nazareth, um dos nomes mais reconhecidos da arte contemporânea brasileira, concebida especialmente para o festival. A partir do dia 5 até 9 de agosto, a programação segue no Cine Santa Tereza, reunindo seis mostras temáticas e sessões comentadas.

Para os produtores do festival, a acolhida do público nas edições anteriores mostrou que existe um interesse crescente por propostas que ampliam a experiência cinematográfica. “A ideia é que cada sessão do FENDA seja um acontecimento único, seja pelos elementos performáticos, pela projeção analógica, pela presença de artistas de fora, pela música executada ao vivo ou pela oportunidade raríssima de ver e escutar trabalhos que, de outra maneira, não chegariam à cidade. Nesta 4ª edição buscamos fortalecer ainda mais essa aproximação entre cinema e arte contemporânea, reunindo artistas cujas obras transitam livremente entre diferentes linguagens e convidam o espectador a experimentar novas formas de ver, sentir e pensar as imagens e os sons”, destaca Victor Guimarães, diretor artístico do festival, que é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.

Mostras reúnem artistas brasileiros e internacionais

O festival será organizado em seis eixos curatoriais, reunindo produções de diferentes épocas, países e formatos.

A tradicional Mostra Visões recebe quatro artistas convidados. A veterana austríaca Friedl vom Gröller, referência internacional do cinema experimental e das artes visuais com décadas de trajetória, vem a Belo Horizonte apresentar um conjunto de 20 obras marcadas pela investigação do retrato, da autoimagem e das relações entre quem filma e quem é filmado. Contando com projeções em película 16mm provenientes da Áustria, as sessões de vom Gröller são um acontecimento inédito no país, viabilizadas com o apoio da Embaixada da Áustria no Brasil, do Departamento de Cinema do Ministério Federal de Artes, Cultura, Função Pública e Esporte da Áustria e da distribuidora sixpackfilm. Nascida em Londres, a artista passou a infância entre Viena e Berlim. Estudou fotografia na Escola de Artes Gráficas entre 1965 e 1969 e realizou seus primeiros filmes em 1968. Em 1971, obteve o certificado de mestra em fotografia e abriu seu próprio estúdio comercial. Recebeu o Prêmio Nacional de Fotografia em 2005 e o Prêmio Nacional de Cinema em 2017. Fundou e dirigiu a Escola de Fotografia Artística, em Viena, entre 1990 e 2010, e, em 2006, criou a Escola de Cinema Independente da cidade.

Também participa da programação a artista plástica e cineasta cearense Darks Miranda. Nascida em Fortaleza e baseada no Rio de Janeiro, em seus trabalhos, que misturam vídeo, escultura e performance, Darks Miranda utiliza a montagem como procedimento e linguagem e investiga o imaginário da ficção científica do século XX para pensar a falência do projeto ocidental modernizante e suas noções de futuro e progresso. Serão exibidas duas sessões de seus curtas, incluindo uma performance sonora da realizadora acompanhada da artista e produtora musical Luisa Lemgruber no dia 9 de agosto.

A mostra ainda apresenta uma sessão dedicada à dupla Carolina Fusilier (Argentina/México) e Miko Revereza (Filipinas/México), com a exibição de El lado quieto com recursos de acessibilidade (legendagem descritiva). Miko Revereza (Manila, Filipinas – 1988) é cineasta experimental e escritor, cuja pesquisa se concentra na indocumentabilidade, refletindo sobre o próprio meio do cinema documentário e suas possibilidades. Seus filmes são ensaios autobiográficos influenciados por sua experiência com a migração e o exílio. Já Carolina Fusilier (Buenos Aires, Argentina – 1985) é uma artista multidisciplinar que transita entre a imagem em movimento, a pintura, o som e projetos específicos para determinados espaços. Seu trabalho foi apresentado internacionalmente em instituições e eventos como o New York Film Festival, o Museo Jumex, o Doc Fortnight do MoMA, o Museo Tamayo, o The Drawing Center, o SculptureCenter e, em breve, a Bienal de Arte de Toronto 2026.

A Mostra Horizontes, dedicada à produção de Belo Horizonte e Região Metropolitana, homenageia nesta edição Paulo Nazareth, artista reconhecido internacionalmente por trabalhos que discutem racismo, colonialismo e deslocamentos, com repercussão internacional. A sua participação inclui performances ao ar livre durante a abertura do festival, junto a uma sessão de 7 trabalhos em vídeo produzidos ao longo de suas viagens e intervenções artísticas.

Já a Mostra Intempestivas cria pontes entre o passado, o presente e o futuro do cinema experimental, ao estabelecer aproximações imprevistas entre filmes históricos e contemporâneos. Os 4 programas temáticos foram concebidos pelos programadores do FENDA Luís Fernando Moura e Carla Italiano, tendo como curador convidado o importante pesquisador e programador espanhol Francisco Algarín Navarro.

Concebida por Luís Fernando Moura, a sessão “Você nunca viu terra firme” coloca em diálogo um curta da renomada cineasta ucraniana Maya Deren com uma peça sonora para cinema em 5.1 realizada na Geórgia. Já o programa “Debaixo do barro do chão”, com curadoria de Carla Italiano, cria fricções entre o longa quase centenário Revezes…, realizado em Pernambuco em 1927, com o curta UNDR do artista palestino Kamal Aljafari. Como um evento único, esta sessão contará com Sonorização ao vivo conduzida por Ajítẹnà Marco Scarassatti, artista sonoro, improvisador e compositor, professor da Escola de Música da UFMG e autor de mais de 40 álbuns, e João Viana, multi-instrumentista, compositor, arranjador e produtor musical com foco na composição, performance e improvisação coletiva.

Já os dois programas com curadoria de Francisco Algarín Navarro, viabilizados através de apoio do Instituto Cervantes de Belo Horizonte, trazem projeções em 16mm de cineastas fundamentais para a história e a atualidade dos cinemas de vanguarda, entre o estadunidenses Stan Brakhage e Chick Strand, a peruana Rose Lowder, a chilena Malena Szlam e a dupla australiana Corinne e Arthur Cantrill. As cópias em 16mm são provenientes das distribuidoras Arsenal (Berlim) e Light Cone (Paris), e o festival conta com um projecionista especializado, Lucas Vega, para as projeções analógicas, que prometem ser um acontecimento único na cidade.

Também estão de volta as tradicionais Mostra Competitiva Internacional e Mostra Competitiva RMBH, que exibem produções realizadas nos últimos dois anos selecionadas por convocatória aberta. Para a Mostra Competitiva Internacional, o conjunto de 22 filmes selecionados, provenientes de 16 países, apresenta uma combinação instigante de cineastas de trajetórias consolidadas ao lado de notáveis iniciantes. Dentre artistas renomados, contarão com suas estreias em Belo Horizonte os filmes mais recentes do estadunidense Blake Williams, da britânica Jodie Mack, do austríaco Johann Lurf, da palestina Basma al-Sharif e do brasileiro Gustavo Vinagre, dentre diversas outras obras de destaque.

Já a Mostra Competitiva RMBH exibe este ano 12 produções realizadas na cidade e região metropolitana seguidas de debates com realizadores. Paralelamente ao recebimento das inscrições, o festival realizou um processo de seleção de três jovens estudantes ou participantes de projetos audiovisuais da cidade, que receberam uma bolsa para realizar o processo de seleção dos filmes inscritos. Sob coordenação da curadora Helena Elias, os jovens Esdras Ananias, Sharon Fernandes e Rosa Dornas foram responsáveis pela escolha dos filmes, em um processo formativo que buscou democratizar os processos de curadoria e formar pessoas interessadas nesse trabalho.

Por fim, com a proposta de formar novos públicos, a programação se completa com uma Sessão Infantil, voltada para pessoas de todas as idades, que exibirá a animação clássica Dumbo (1941) no sábado, 8 de agosto, em versão dublada.

Formação e intercâmbio artístico

Além das exibições, o FENDA promove atividades de formação voltadas a artistas, estudantes e interessados no audiovisual. Nos dias 5 e 6 de agosto, a artista Darks Miranda ministra a oficina “Montagem monstruosa: exercícios de montagem entre os efeitos práticos e os arquivos”, propondo experimentações entre cinema, escultura, cenografia e imagens de arquivo. Com carga horária de seis horas, a atividade oferece 12 vagas e busca aproximar participantes dos processos criativos que atravessam o cinema experimental e as artes visuais. As inscrições podem ser feitas até 29 de julho, por meio do formulário disponível neste link, voltadas para qualquer pessoa interessada no trânsito entre cinema e artes visuais.

SERVIÇO

FENDA – Festival Experimental de Artes Fílmicas – 4ª edição

Quando: 4 a 9 de agosto de 2026

Abertura: 4 de agosto, no Centro Cultural Vila Marçola (R. Mangabeira da Serra, 320 – Marçola)

Sessões de cinema: 5 a 9 de agosto, no Cine Santa Tereza (Rua Estrela do Sul, Nº 89 – Bairro Santa Tereza)

Oficina: 5 e 6 de agosto, no Cine Santa Tereza

Entrada Gratuita – Retirada de ingressos para as sessões de cinema pelo SYMPLA (site.bileto.sympla.com.br/cinesantatereza) ou 1 hora antes de cada exibição na bilheteria do cinema.

Este festival é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte

PROGRAMAÇÃO 2026

TERÇA-FEIRA, 04 DE AGOSTO – CENTRO CULTURAL VILA MARÇOLA

19h ABERTURA Horizontes: Paulo Nazareth 

Performance inédita com o artista Paulo Nazareth

QUARTA-FEIRA, 05 DE AGOSTO – CINE SANTA TEREZA

10h às 13h – OFICINA Montagem monstruosa, com Darks Miranda 

15h Competitiva BH 1 (40’) Classificação Indicativa: 16 anos

*Seguida de debate com realizadores

  • Qntt n.1: vídeo; isopor; elástico; pvc e saxofone (Pedro Gabriel Lima, 2025, Brasil, 5’12’’)
  • Um mar (Duna Dias e Leonardo Augusto, 2025, Brasil, 18’54’’)
  • Juvenília I – nanquim barato, etc. (Lucas Almeida, 2025, Brasil, 5’07’’)
  • Prado (Luís Oliveira, 2025, Brasil, 2’17’’)
  • Respiração (Julia Arbex, 2025, Brasil, 5’30’’)
  • Kuller Fubelka (Pedro Ávila, 2026, Brasil, 3’21’’)

16h30 Competitiva Internacional 1 (62’) – Classificação Indicativa: 16 anos

  • Sentiu (Felt, Blake Williams, 2025, EUA/Canadá/Espanha, 15’)
  • Canções de ninar. Água (benta) (Nursery Rhymes. (Holy) Water, Belinda Kazeem-Kamiński, 2025, Áustria, Itália, 4’)
  • Estou a sentir qualquer coisa (I’m Feeling Something, Nuno Pimentel, 2026, Portugal, 12′ 38’’)
  • A busca da imortalidade (La búsqueda de la inmortalidad, Nicolás Zukerfeld, 2026, Argentina, 4’41’)
  • Aquiles era um twink (Henrique Domingues, 2026, Brasil, 9’48’’)
  • Flim Flam (Siegfried A. Fruhauf, 2026, Áustria, 15’)

17h45 Intempestivas: Você nunca viu terra firme (81’) Classificação Indicativa: 14 anos

Programada por Luís Fernando Moura

  • Em terra (At Land, Maya Deren, 1944, EUA, 15′)
  • Florestas, Contos, Cidades, Florestas (Forests, Tales, Cities, Forests, Giorgi Koberidze, 2025, Geórgia, 66’, peça sonora para sala de cinema em 5.1)

19h30 Visões: Darks Miranda 1 (68’) Classificação Indicativa: 16 anos

  • Toda cor abandonada é violenta (2014, Brasil, 13′)
  • A figura da quimera seria mais adequada (Darks Miranda, Juno B, 2023, Brasil, 15’34”)
  • Uma noite perigosa na ilha de Vulcano (2022, Brasil, 40’34”)

QUINTA-FEIRA, 06 DE AGOSTO

10h às 13h – OFICINA Montagem monstruosa, com Darks Miranda 

 

15h Competitiva BH 2 (39’) Classificação Indicativa: 14 anos

*Seguida de debate com realizadores

  • Jardim Olímpico (Pedro Milagres e Ricardo Vilas Freire, 2026, Brasil, 10’43’’)
  • Cicatrizes I (Arthur de Barros Campos, 2026, Brasil, 5’54’’)
  • Conteúdo sensível (Cris Ventura, 2025, Brasil, 5’30’’)
  • Notas do abismo (Gabraz Sanna, 2026, Brasil, 11’11’’)
  • Brincando? (Gabriel Goulart e Miller Martins, 2026, Brasil, 3’26’’)
  • Machine Pilot (Artur Souza, 2025, Brasil, 2’16’’)

16h30 Competitiva Internacional 2 (60’) Classificação Indicativa: 18 anos

  • Esconderijos (Hiding Places, Magdalena Bermudez, 2025, EUA, 12’12’’)
  • dando frutos de carinho, Fundamentos de Coerência #2 (bearing fruit of fondness, Grounds of Coherence #2, Xin Shen, 2025, Reino Unido/China, 5’40’’)
  • Te seguimos buscando (We Keep On Looking For You, Diego Andres Murillo, 2025, Venezuela, 14’)
  • Ilha flutuante (Isla Flotante / Floating Island, Jezabeth Roca Gonzalez, 2026, Porto Rico/ EUA, 4’50’’)
  • Bípede (Alexandre Américo e Pedro Vitor, 2025, Brasil, 8’49’’)
  • Agapornis (Gustavo Vinagre, 2025, Brasil, 12’58’’)

17h45 Visões: Carolina Fusilier e Miko Revereza (70’) Classificação Indicativa: Livre

*Sessão com legendagem descritiva e em presença de Carolina Fusilier (Argentina) e Miko Revereza (Filipinas)

  • O lado quieto (El Lado Quieto, 2021, Filipinas e México, 70’)

19h30 Horizontes: Paulo Nazareth 2 – Quem Tiver de Sapato Não Sobra (64’) Classificação Indicativa: livre

  • Projecto levar poeira de aqui para lá (2010, Brasil, 2’)
  • Pé vermêi (2005, Brasil, 8’)
  • Cine África (2012-2013, Moçambique, 8’)
  • Uma rúpia para o meu país (One Rupee for my Country, 2006, Índia, 20’)
  • Estrangeiro nacional (2012, Brasil, 13’)
  • Para que não encontrem as minhas marcas no deserto (Para que no encuentren mis huellas en el desierto, 2012, México, 6’)
  • Quando tenho comida nas minhas mãos (Cuando tengo comida en mis manos, 2012, EUA, 7’)

SEXTA-FEIRA, 07 DE AGOSTO

16h30 Competitiva Internacional 3 (65’) Classificação Indicativa: 16 anos

  • Fotossíntese (Photosynthesis, Erica Schreiner, 2026, EUA, 8’) *estreia mundial
  • Ecos do monte Kwet Tul (Ecos del cerro Kwet Tul / Kwet tul wejxa sxwa’w, Sandra Rengifo e Kostas Tsanakas, 2023, Colômbia, 23’32’’)
  • Lima (Biviana Chauchi, 2025, Peru/Espanha, 4’)
  • Trivakra (Sofia Angst, 2025, Brasil, 10’)
  • Círculo da manhã (Morning Circle / Morgenkreis, Basma al-Sharif, 2025, Alemanha/Canadá/Emirados Árabes Unidos, 20’31’’)

18h Competitiva Internacional 4 (63’) Classificação Indicativa: 18 anos

  • Pompa e circunstância (Pompa y circunstancia, Daniela Delgado Viteri, 2026, Equador, 11’)
  • Meu filme estruturalista (My Structuralist Film, Angelo Madsen, 2026, EUA, 6’18’’)
  • Por que não consigo lembrar dos sonhos de meu pai? (Why can’t I recall my father’s dreams?, Mehdi Jahan, 2026, Índia, 11’11’’)
  • Amante, Amantes, Amar, Amor (Lover, Lovers, Loving, Love, Jodie Mack, 2025, EUA, 15’)
  • Para sempre…Para sempre (Forever…Forever, Johann Lurf, 2026, Áustria/França, 21’)

19h30 Intempestivas: Debaixo do barro do chão (72’) Classificação Indicativa: livre

Programada por Carla Italiano

*Sessão com sonorização ao vivo por Ajítẹnà Marco Scarassatti e João Viana

  • UNDR (Kamal Aljafari, 2024, Palestina, 15’)
  • Revezes… (Chagas Ribeiro, 1927, Brasil, 57’44”)

SÁBADO, 08 DE AGOSTO

16h30 Infantil 

Dumbo (Ben Sharpsteen, 1941, EUA, 64’, versão dublada) Classificação Indicativa: livre

18h Intempestivas: Rios e montanhas (1) (60’) Classificação Indicativa: 16 anos

Programada por Francisco Algarín Navarro (Espanha)

*Sessão em 16mm

  • A fonte do Loire (La Source de la Loire, Rose Lowder, 2019-2021, França/Peru, 16mm, 19’)
  • Cachoeira (Waterfall, Arthur y Corinne Cantrill, 1980, Austrália, 16mm, 15’)
  • Criação (Creation, Stan Brakhage, 1979, EUA, 16mm, 16’)
  • Às margens do lago (By the Lake, Chick Strand, 1986, EUA, 16mm, 10’)

19h30 Visões: Friedl vom Gröller 1 (37’) Classificação Indicativa: 18 anos

*Sessão em 16mm em presença da artista Friedl vom Gröller (Áustria)

  • Psicanálise sem ética (Psychoanalysis without Ethics, 2005, 3’)
  • Vista tátil (Quatro mulheres) (Vue Tactile (Four Women), 2006, 3’)
  • O Barômetro, Laurent, Herachian (Le Baromètre, Laurent, Herachian, 2004-2007, 9′)
  • Inverno em Paris (Winter in Paris, 2018, 3’)
  • Palmer (2023, 3’)
  • Cuspindo (Spitting, 2000, 2’)
  • Sem título 1981 (Untitled 1981, 2000, 5’)
  • Paris Junho 2009 (Paris June 2009, 2009, 3’)
  • No Prater vienense (Im Wiener Prater, 2013, 3’)
  • Boston Steamer (2009, 3’)

DOMINGO, 9 DE AGOSTO

16h30 Visões: Darks Miranda 2 (54’) Classificação Indicativa: 14 anos

*Sessão com performance sonora de Darks Miranda e Luisa Lemgruber

  • A maldição tropical (2016, Brasil, 13’19”)
  • Zona abissal (2020, Brasil, 13’33”)
  • Ovo (2026, Brasil, 9’14”)
  • A ilha (2023, Brasil, 17’56”)

17h45 Visões: Friedl vom Gröller 2 – 41’ Classificação Indicativa: 18 anos

*Sessão em 16mm em presença da artista Friedl vom Gröller (Áustria)

  • Erwin, Toni, Ilse (1968 – 1969, 11’)
  • 27/12/2013 São Luís Senegal (27.12.2013 St. Louis Senegal, 2014, 3’)
  • Adama Diouf (2014, 3’)
  • Pais (Mãe/Pai) (Parents (Mother/Father), 1997-1999, 5’)
  • Peter Kubelka e Jonas Mekas (Peter Kubelka und Jonas Mekas, 1994, 3’)
  • Heidi e Friedl (Heidi and Friedl, 1970, 3’)
  • Passage Briare (2009, 3’)
  • Comer (Eat, 1996, 3’)
  • Eu não quero ser filmada, prefiro filmar eu mesma (I don’t want to be filmed but rather shoot myself, 2023, 4’)
  • A roda (Das Rad, 2021, 3’)

19h ENCERRAMENTO Intempestivas: Rios e montanhas (2) (100’) Classificação Indicativa: 16 anos

Programada por Francisco Algarín Navarro (Espanha)

*Sessão em 16mm

  • Arquipélago dos ossos de terra — Para Bunya (Archipelago of Earthen Bones — To Bunya, Malena Szlam, 2024, Austrália/Chile, 16mm p/ DCP, 20′)
  • Em Uluru (At Uluru, Corinne Cantrill e Arthur Cantrill, 1977, Austrália, 16mm, 80′)

Francis e Olivia Hime celebram 60 anos de música em BH

Entre os grandes nomes da música brasileira, Francis e Olivia Hime chegam a Belo Horizonte com o espetáculo “Dois Franciscos”, uma celebração de suas trajetórias artísticas e da histórica parceria de Francis Hime com Chico Buarque, da qual nasceram algumas das obras mais emblemáticas da Música Popular Brasileira. A apresentação reúne música, memória e afeto em uma noite dedicada a um repertório que atravessa gerações e permanece como referência da canção nacional. Juntos, Francis e Olivia conduzem o público por uma experiência marcada pela sensibilidade, pela elegância e pela força da canção brasileira.

O espetáculo acontece em um momento especial da carreira de Francis Hime. Aos 87 anos, o compositor, pianista, maestro e arranjador celebra oito décadas de dedicação ao piano e seis décadas de atuação profissional. No palco, divide a cena com Olivia Hime, cantora, compositora e sua companheira de vida e de criação há mais de 60 anos, em uma apresentação que revela a força de uma parceria construída pela música e pelo tempo.

O repertório reúne clássicos que marcaram a história da MPB, como “Atrás da Porta”, “Trocando em Miúdos”, “Vai Passar”, “Meu Guri” e “Todo Sentimento”. As interpretações preservam a força poética das composições e evidenciam os refinados arranjos de Francis Hime, aliados à interpretação sensível e elegante de Olivia Hime.

O título “Dois Franciscos” estabelece uma ponte entre duas histórias: o apelido pelo qual Francis Hime é conhecido entre familiares e amigos e a histórica parceria criativa com Chico Buarque, que, ao longo de décadas, deu origem a obras fundamentais do repertório brasileiro. O encontro entre os dois compositores resultou em canções marcadas pelo lirismo, pela sofisticação musical e pela profunda conexão com a cultura do país.

Com direção de Flávio Marinho e participação especial do violoncelista Hugo Pilger, o espetáculo apresenta uma narrativa que combina música popular e elementos da música de concerto, característica marcante da trajetória de Francis Hime. Mais do que uma sequência de sucessos, a montagem propõe uma experiência de escuta que reúne interpretações, arranjos e histórias de uma obra construída ao longo de décadas.

A importância de Francis Hime para a música brasileira vai além de suas próprias composições. Suas canções foram interpretadas por grandes nomes da música nacional, entre eles Elis Regina, Elizeth Cardoso, Nana Caymmi e Chico Buarque. Sua produção também alcançou reconhecimento internacional, com gravações de artistas como Tony Bennett e Bill Evans. Como maestro e arranjador, desenvolveu uma linguagem singular, unindo a complexidade da música de concerto à expressividade da canção popular.

A apresentação de “Dois Franciscos” em Belo Horizonte reafirma a permanência de uma obra que segue dialogando com novas gerações. Em tempos de consumo veloz, o espetáculo propõe um encontro com a escuta atenta, a poesia e a beleza de canções que ajudaram a construir a identidade musical brasileira.

“Dois Franciscos” celebra a música brasileira e a trajetória de Francis e Olivia Hime, artistas que transformaram a canção em patrimônio cultural.

Espetáculo: Dois Franciscos – Francis e Olivia Hime

19 de setembro – 20 horas

Centro Cultural Sesiminas BH

Rua Padre Marinho, 60 – Santa Efigênia

Ingressos disponíveis na plataforma Sympla

https://www.sympla.com.br/evento/dois-franciscos-francis-e-olivia-hime/3496397

 

Dancing Days celebra 16 anos em Belo Horizonte

Algumas músicas não envelhecem. Elas atravessam gerações, despertam lembranças e embalam histórias de amor, amizades e momentos inesquecíveis. É justamente esse encontro entre música, emoção e memória que faz da Dancing Days uma das mais tradicionais festas flashback de Minas Gerais.

É com essa proposta que a Dancing Days celebra 16 anos de trajetória no dia 29 de agosto, a partir das 20h, no Esporte Clube Sírio BH, em Belo Horizonte. Considerada uma das principais festas flashback de Minas Gerais, a edição comemorativa reunirá fãs dos grandes sucessos das décadas de 1970, 1980, 1990 e 2000 em uma noite dedicada à dança e à celebração da cultura musical retrô.

O evento terá em seu repertório clássicos da Disco Music, Pop, New Wave, Dance Music, Eurodance e Freestyle, além de grandes sucessos do rock nacional e internacional. A proposta é transformar a pista de dança em uma viagem pelos sons que marcaram diferentes gerações.

A edição especial será comandada por Agnaldo Silva, cantor, radialista e criador da Dancing Days. Conhecido pelo trabalho à frente do programa Good Times, da Rádio BH FM, o artista se tornou uma das principais referências da cultura flashback em Minas Gerais.

A programação contará ainda com a participação do DJ Breno, responsável pela seleção musical da noite, e da cantora Nivia Aaliyah, que apresentará interpretações de clássicos que permanecem presentes na memória do público.

Criada em 2010, a Dancing Days consolidou uma identidade própria ao reunir pessoas de diferentes idades em torno de um mesmo sentimento: a paixão por músicas que continuam atuais. Ao longo dos anos, o evento se tornou um espaço de encontro para quem deseja reviver a energia das antigas pistas de dança e celebrar canções que marcaram histórias.

Para a comemoração dos 16 anos, a festa terá uma estrutura especial, com iluminação cênica, ambientação temática, pista de dança, gastronomia e bares completos.

Mais do que uma celebração, a Dancing Days reforça a força da música como elemento de conexão entre gerações e mostra que grandes sucessos continuam vivos através do tempo.

Sobre Agnaldo Silva

Cantor, radialista e produtor cultural, Agnaldo Silva iniciou sua trajetória artística aos 16 anos, como integrante da banda MHZ, em Formiga (MG). Posteriormente, ingressou no rádio, onde construiu uma carreira marcada pela paixão pela música e pela comunicação.

Entre 2001 e 2013, apresentou o programa Good Times, na Rádio BH FM, tornando-se uma das vozes mais conhecidas entre os fãs dos clássicos nacionais e internacionais das décadas de 1970, 1980 e 1990.

Em 2010, criou a Dancing Days, projeto que conquistou o público mineiro e passou a integrar o calendário de eventos flashback da Grande Belo Horizonte.

Dancing Days – 16 anos

Atrações: Agnaldo Silva, DJ Breno e Nivia Aaliyah

29 de agosto – 20 horas

Esporte Clube Sírio BH

Av. Antônio Abrahão Caram, 350 – São José – Belo Horizonte (MG)

Repertório: Clássicos das décadas de 1970, 1980, 1990 e 2000, incluindo Disco Music, Pop, New Wave, Dance Music, Eurodance, Freestyle e rock nacional e internacional.

Ingressos: Limitados, à venda pela Sympla.

https://www.sympla.com.br/evento/dancing-days-a-festa/3469822

Festa Supra Sumo 2026 agita Belo Horizonte

Belo Horizonte recebe, no dia 22 de agosto, a Festa à Fantasia Supra Sumo 2026, evento que promete reunir música, cultura pop, entretenimento e experiências imersivas em uma noite dedicada aos grandes sucessos das décadas de 1970, 1980, 1990 e 2000. A festa convida o público a participar caracterizado, celebrando a criatividade e o universo da fantasia.

Entre as principais atrações está o DVJ Roy, idealizador da Festa Supra Sumo e um dos pioneiros da cena revival em Belo Horizonte desde 2003. O artista preparou uma apresentação exclusiva, com discotecagem acompanhada de videoclipes restaurados, vinhetas produzidas especialmente para o evento e projeções em painel de LED, proporcionando uma experiência audiovisual que combina música e imagens marcantes da cultura pop.

A programação também contará com show da banda Acadêmicos do Rock, grupo belo-horizontino formado em 2009 e reconhecido por apresentações que reúnem clássicos do pop e do rock nacional e internacional. O repertório é marcado por sucessos que atravessam gerações, aliado à interação com o público e à energia das apresentações ao vivo.

Além das atrações musicais, a Festa à Fantasia Supra Sumo oferecerá gastronomia, drinques especiais e uma estrutura planejada para proporcionar conforto aos participantes. O espaço contará com estacionamento, Área VIP com mesas e cadeiras e condições especiais para aniversariantes.

Com a proposta de unir diferentes gerações em torno da música, da nostalgia e da cultura pop, a Festa à Fantasia Supra Sumo 2026 busca proporcionar uma experiência completa de entretenimento, reunindo performances, tecnologia e um repertório que permanece vivo na memória afetiva do público.

Festa à Fantasia Supra Sumo 2026 – DVJ Roy e Acadêmicos do Rock

22 de agosto de 2026 (sábado) – 20 horas

Clube Círculo Militar

Avenida Raja Gabaglia, 350 – Gutierrez – BH

Ingressos: Sympla

https://www.sympla.com.br/evento/festa-a-fantasia-supra-sumo-2026-circulo-militar/3428793

Vídeo

IA redefine os profissionais mais valorizados

O profissional mais disputado pelo mercado de trabalho nos próximos anos não será apenas o mais técnico ou o mais familiarizado com inteligência artificial. O perfil que ganha valor estratégico combina capacidade analítica, domínio tecnológico, visão de negócios, liderança, resiliência e habilidade de conectar pessoas.

O Fórum Econômico Mundial destaca, no relatório Future of Jobs 2025, que pensamento analítico, resiliência, liderança e influência social estão entre as competências mais valorizadas pelas empresas. O avanço da inteligência artificial e da automação não reduz a importância das habilidades humanas. Ao contrário, amplia a demanda por profissionais capazes de interpretar cenários, definir prioridades e conduzir equipes.

Para quem busca inspiração em um exemplo prático, vale conhecer a trajetória da carioca Ana Lanuci Chaves. Com mais de 17 anos de experiência em desenvolvimento de negócios, tecnologia, marketing, operações digitais, produtos, contratos e liderança de equipes multifuncionais, ela construiu uma carreira marcada pela capacidade de transformar estratégia em execução e aproximar áreas diferentes em torno de objetivos comuns.

Sua formação em jornalismo contribuiu para o desenvolvimento de competências que se tornaram diferenciais ao longo da carreira: escuta, comunicação objetiva, organização de informações e capacidade de traduzir temas complexos para públicos distintos.

Na American Express, Ana coordenou atividades de compras, vendas, importação e exportação em seis lojas. O trabalho contribuiu para um aumento de 25% no lucro corporativo anual por meio do alinhamento estratégico das operações de câmbio. A experiência reforçou sua capacidade de conectar diferentes áreas do negócio para gerar resultados.

No Kumon Brasil, como gerente regional de desenvolvimento de negócios, acompanhou mais de 90 unidades franqueadas no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. Também liderou a implantação do departamento de Língua Inglesa em uma das maiores unidades da rede e alcançou crescimento médio de 12% nas matrículas regionais por campanha.

Na Sistematech Informática, atuou durante dez anos na gestão de projetos e contratos, liderando a implantação de soluções de TI para grandes contas corporativas e órgãos governamentais. Entre os resultados de maior impacto está a coordenação de um projeto de digitalização com mais de 4 milhões de documentos, que reduziu os custos de armazenamento em 80% e o tempo de recuperação de informações de uma semana para dez minutos.

Essa trajetória ilustra uma mudança observada no mercado. Se antes a gestão de projetos estava concentrada em cronogramas, escopo e orçamento, hoje as organizações buscam profissionais capazes de conectar estratégia e execução, antecipar riscos, alinhar stakeholders e transformar iniciativas complexas em valor para o negócio.

Mercado busca profissionais com visão de negócios e capacidade de integração

O Project Management Institute (PMI), no relatório Pulse of the Profession 2025, afirma que a visão de negócios transforma profissionais de projetos em criadores estratégicos de valor. A entidade estima que o mundo poderá precisar de até 30 milhões de novos profissionais da área até 2035, impulsionados pela transformação digital e pela crescente complexidade das operações.

A trajetória de Ana ilustra esse perfil profissional. Certificada PMP pelo PMI e DPO pela EXIN, Ana reúne experiência em gestão de backlog, relacionamento com stakeholders, coordenação de equipes multifuncionais, gestão de contratos, compliance operacional e melhoria contínua. Atualmente, cursa pós-graduação em Automação de Processos com IA, com foco em tecnologias voltadas ao desenvolvimento de soluções baseadas em inteligência artificial.

Na Octa Labs, atua como gerente sênior de desenvolvimento de negócios e Product Owner, função que exige interação constante entre áreas de negócio, parceiros tecnológicos e equipes operacionais. O trabalho envolve definição de prioridades, coordenação de fornecedores, acompanhamento de indicadores e apoio a estratégias de go-to-market.

Na era da IA, a tecnologia amplia produtividade, acelera processos e apoia análises. Ainda assim, continua dependente de profissionais capazes de exercer julgamento, interpretar contextos, liderar pessoas e tomar decisões. Essas competências permanecem centrais para o sucesso das organizações.

A trajetória de Ana Lanuci Chaves reúne justamente os atributos que ganham relevância nesse cenário: visão de negócios, domínio tecnológico, liderança, capacidade de articulação e experiência na condução de projetos complexos. Em um ambiente corporativo marcado por mudanças aceleradas, profissionais com esse perfil ocupam um papel estratégico na conexão entre tecnologia, negócios e pessoas.

Exclusive Os Cabides leva a turnê do EP

A banda catarinense Exclusive Os Cabides segue com a turnê do EP Feliz e triste ao mesmo tempo, lançado em maio deste ano. Com sonoridade mais roqueira e influenciada pela experiência ao vivo da banda, o novo trabalho foi criado justamente com o objetivo de que as canções se conectassem com o público e o colocasse para dançar. Com shows confirmados em oito estados brasileiros, a banda chega em Belo Horizonte no dia 15 de agosto para uma apresentação no Estúdio Central. Ingressos aqui.

Após realizar mais de 40 shows em 2025, como parte da turnê do álbum Coisas Estranhas (2024), a Exclusive Os Cabides voltou ao estúdio em 2026 com o objetivo de “fazer um grupo de músicas mais rápidas e intensas e criar uma dinâmica legal entre elas”, conforme conta João Pretto (voz e guitarra), que integra a banda ao lado de Antônio dos Anjos (voz e percussão), Carolina Werutsky (bateria), Maitê Fontalva (baixo) e Eduardo Possa (guitarra).

O resultado se apresenta nas sete faixas de Feliz e triste ao mesmo tempo, que foram gravadas em Florianópolis/SC, no estúdio ouié, de Paulo Costa Franco, que assina a produção do trabalho ao lado de Eduardo Possa. 

Buscando realizar o objetivo do EP de agitar o público em suas apresentações, a Exclusive Os Cabides segue uma turnê de divulgação com apresentações confirmadas nos estados de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraíba e Rio Grande do Norte.

SERVIÇO

Exclusive Os Cabides @ Belo Horizonte, MG

Data: 15/08 (sábado)

Horário: Entre 16h e 22h

Local: Rua Pouso Alto, 252 – bloco B – Serra, Belo Horizonte, MG

Ingressos: https://shotgun.live/pt-br/events/exclusive-os-cabides-no-estudio-central

TOUR FELIZ E TRISTE AO MESMO TEMPO

LINK PARA INGRESSOS: www.linktr.ee/exclusiveoscabides

Feira do Mineirinho abre agosto com festival de rock

Colateral 031, Rádio Ligado, Locomotiva e Official 80 serão as atrações; a entrada é gratuita

O mês de agosto começa com uma programação especial na Feira do Mineirinho (Feira do Avião). Neste domingo, dia 02, o som do rock vai ecoar pelo espaço, que fica na Avenida Babita Camargos, 1.295, Cidade Industrial, em Contagem. O horário de funcionamento é das 10h às 18h. A entrada é gratuita.

A programação do Festival Clássicos do Rock terá início às 10h, sob o comando do DJ BG, que será responsável pelas pick-ups e pela trilha sonora nos intervalos entre as apresentações. O primeiro show ficará por conta da banda Colateral 031, que vai animar os roqueiros com rock nacional doa anos 80, 90 e 2000. Na sequência, o público acompanha a apresentação da Rádio Ligado com seu pop rock nacional e internacional, seguida pela Locomotiva, que tocará clássicos do pop rock nacional. O encerramento será com a Official 80, que sobe ao palco com um repertório dedicado aos grandes clássicos do rock dos anos 1980.

Gastronomia

A gastronomia é um dos grandes destaques da Feira do Mineirinho, com uma ampla variedade de opções. O cardápio inclui clássicos da culinária mineira, como feijão-tropeiro, além de macarrão na chapa, espetos na brasa, porções variadas e doces.

Atrações infantis

A garotada também tem diversão garantida. Há um parque de infláveis.