TJMG condena empresa de eventos a pagar município

A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais manteve sentença da Comarca de Capelinha que condenou uma empresa de eventos a pagar 6.500 Unidades Fiscais do Município (UFMs), valor equivalente a R$ 21.450, por três dias de aluguel do Parque de Exposições Paulo Afonso para realização de uma festa.

A empresa contratada alugou o local nos dias 20, 21 e 22 de abril de 2018 para realização do 4º Rodeio de Capelinha. Ela e o município divergiram no valor do aluguel. Segundo a empresa, o custo foi de 2.500 UFMs, equivalente a R$8.250. Já a prefeitura entendeu que a quantia pelo período era de 6.500 UFMs.

Segundo a empresa, o método de cobrança estava em desacordo com a legislação municipal porque o município estaria cobrando por dia de show realizado. Já a prefeitura defendeu a legalidade da cobrança, que foi acolhida na sentença da juíza Camila Gonçalves de Souza Vilela, da 1ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais da Comarca de Capelinha.

De acordo com a magistrada, a legislação municipal previa os tipos de eventos e os respectivos valores a serem praticados, discriminando expressamente as festas com artistas nacionais ou regionais.

“Não é razoável que o mesmo valor seja cobrado daquele que realiza um evento com uma festa e de outro organizador que realiza um evento com três festas, sob pena, mais uma vez, de prejuízo ao erário municipal e de violação ao princípio da igualdade material (tratar desigualmente os desiguais, na medida de sua desigualdade)”, concluiu.

A produtora de eventos recorreu. A relatora desembargadora Luzia Peixôto manteve a decisão. A magistrada entendeu ser razoável e, de acordo com as leis municipais, a cobrança por dia de festa. Os desembargadores Jair Varão e Alberto Diniz votaram de acordo com a relatora.

A decisão está sujeita a recurso. Acesse o acórdão.

Nilson Neto lança single no Dia dos Namorados, inspirado em Luan

Faixa mais pedida pelos fãs inaugura oficialmente o álbum “As Que Cê Ama”, previsto para agosto

O cantor e compositor Nilson Neto lança nesta quinta-feira, às 21h, 12 de junho, a tão aguardada faixa “Te Esquecendo (Lembrei de Você)”, single que abre oficialmente a nova fase da sua carreira e marca o início da divulgação do seu primeiro álbum, “As Que Cê Ama”, previsto para agosto. O lançamento acontece no Dia dos Namorados, mas a música fala sobre o fim de um amor e a dificuldade de seguir com a vida.

O clipe oficial será lançado no dia seguinte, 13 de junho, ao meio-dia, no canal oficial do cantor no YouTube. Com uma estética sensível, intimista e narrativa cinematográfica, o vídeo promete emocionar ainda mais quem já se identificou com a letra.

A faixa, assinada por Nilson Neto, Gustavo Martins e Rafael Garcez, nasceu de maneira genuína e verdadeira. A composição narra a primeira noite após um término recente, em que o personagem tenta lidar com a ausência repentina da pessoa amada. “Nem melatonina consegue fazer dormir”, diz um dos versos mais marcantes da canção. Em busca de alívio, ele decide sair de casa para se distrair, mas a tentativa de esquecer logo se torna um mergulho em lembranças. Cada passo, cada esquina e cada detalhe da cidade parecem gritar o nome de quem ele tenta apagar do coração.

“Te Esquecendo” é a música mais pedida pelos fãs do cantor nas redes sociais, desde que ele começou a soltar trechos e prévias no Instagram e TikTok. As prévias da faixa já somam mais de 3 milhões de visualizações e 22 mil criações no TikTok, provando que a canção já é um sucesso mesmo antes de chegar oficialmente às plataformas. A repercussão foi tão grande que chegou até o próprio Luan Santana, ídolo e inspiração do Nilson, que reagiu à música com um comentário: “Coisa linda”, mostrando que a canção tem tudo para fazer sucesso.

Fã declarado de Luan, Nilson não esconde a homenagem: o título da canção, “Te Esquecendo”, é um trocadilho direto com “Te Esperando”, um dos maiores hits da carreira do Luan. Além disso, a musicalidade, a melodia e até a identidade visual do single carregam referências à estética do trabalho do ídolo. “Quis homenageá-lo com respeito e carinho. Ele é uma das minhas maiores referências e foi uma inspiração para escrever essa música”, conta Nilson.

O álbum “As que cê ama” trará 10 faixas, sendo 8 autorais, em que Nilson mergulha fundo em suas vivências e emoções, entregando tudo o que seus fãs mais gostam: o romantismo, a verdade na composição e a estética pop que conversa com o coração de quem escuta e acompanha o cantor desde o início.

Com “Te Esquecendo”, Nilson Neto se firma como uma das vozes mais promissoras da nova geração da música sertaneja e entrega, num dia simbólico, uma canção para lembrar que, às vezes, esquecer, é só mais uma forma de amar.

CONFIRA A LETRA DA FAIXA:

Primeira noite sem você aqui
Confesso, eu até tentei sumir
Nem melatonina consegue fazer dormir

Quem tá com saudade
Só sente insônia e a cabeça pirando
É difícil fingir que aqui dentro
As paredes não tão sufocando

Eu saí de casa pra te esquecer
Pisei na calçada, lembrei de você
Logo hoje que eu decidi sair da cama
Passa um som alto tocando as que cê ama

Eu saí de casa pra te esquecer
Pisei na calçada, eu lembrei de você
Fazendo caminhada sempre às 9h da manhã
No seu fone de ouvido tocando as do Luan

Ôooh.. ôoh..

Toda música que eu escutar,
Eu vou lembrar da gente
E cada melodia que você sentir,
Cê vai lembrar de mim..

Cia Circunstância celebra 20 anos com “Piratas do Curral” em BH

Com dramaturgia e direção de Marina Viana e contribuições artísticas de Ricardo Nolasco (Selvática Ações Artísticas / PR) e Ricardo Puccetti (Lume Teatro / SP), espetáculo reúne palhaçaria, malabarismo e acrobacias – além de dança, música, poesia, teatro e muito cabaré, para contar as aventuras de uma dupla palhaços, em busca da utópica República Pirata

A partir do dia 13 de junho, sexta-feira, a Cia. Circunstância celebra 20 anos de trajetória com a estreia do espetáculo “Piratas do Curral”. Em cena, uma dupla de piratas (ou seria de palhaços?), que não possui embarcação, nem mar para navegar, está em busca da utópica República Pirata – um lugar de liberdade de ser. Com direção e dramaturgia de Marina Viana e assessorias artísticas de Ricardo Puccetti (fundador do Lume Teatro / São Paulo) e Ricardo Nolasco (fundador da Selvática Ações Artísticas / Curitiba), a peça propõe ao público um cabaré para todos os públicos, que mistura palhaçaria, malabarismo e acrobacias – além de dança, música, poesia e teatro.

A peça abre circulação de estreia por Belo Horizonte, no Centro Cultural Venda Nova, dia 13.06, sexta-feira, às 13h30; depois segue para a Praça México, no dia 15.06, domingo, 16h; para o Centro Cultural Santa Rita, dia 21.06, sábado, às 16h; e para o Parque Municipal Praça dos Patins, dia 22.06, domingo, a sessão começa às 15h e tem acessibilidade em Libras. O acesso é gratuito. +Info.: @ciacircunstancia

Este projeto é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte (Projeto n° 0646/2023).

“Na sociedade do “ter” não se vive mais sem um smartphone. Se você não está na rede social, não é visto, e quem não é visto, não é lembrado. A não ser que você frequente a verdadeira rede social do mundo do “ser”: a pracinha, o parque, o teatro, o circo, o forró, o cinema ou uma grande aventura num navio de piratas. Nadar na contramão dessa maré, é o que nos move. Conectar pelo olhar, compartilhar momentos no tempo e no espaço, navegar por um mar de montanhas ou simplesmente amarrar uma ‘rede’ na praça e assistir ao ‘feed infinito’ da paisagem viva”, comenta o ator e fundador da Cia. Circunstância, Diogo Dias.

Imbuídos da utopia pirata, os artistas vão para a cena com o desejo de roubar de volta, ainda que por 60 minutos, o que neste momento, segundo Diogo Dias, é o grande tesouro da humanidade contemporânea: “a atenção, tomada de assalto pelas grandes corporações e transformada em commodity no mercado global”.

Para mergulhar no tema, a companhia optou por misturar linguagens experimentadas em diferentes momentos de sua trajetória. “Juntar cabaré para infâncias, palhaçaria, capoeira e pirataria, num mesmo caldeirão, vem da maturidade artística da Circunstância, que no alto de seus 20 anos, segue inquieta – não sob uma ótica simplória de evolução ou qualquer coisa nesse sentido, mas da necessidade de navegar por diferentes mares experimentando toda a bagagem artística acumulada”, comenta a atriz e integrante Dagmar Bedê.

A ideia de fazer o espetáculo nasce em 2022, com a aproximação do aniversário da companhia. “Estávamos em busca de uma nova criação, quando pela primeira vez ouvimos falar sobre cabaré para infâncias, com a estreia do ‘Crianças Selvagens’ da curitibana Selvática Ações Artísticas, dirigida por Ricardo Nolasco. Quando me deparei com o espetáculo, acendeu um desejo enorme de experimentar, em cena, de juntar a palhaçaria com a linguagem do cabaré, direcionada para crianças de todas as idades”, lembra Dagmar.

Para mergulhar no universo do Cabaré, o grupo convida a atriz, dramaturga e diretora, Marina Viana – principal referência de pesquisa e atuação no gênero, em Belo Horizonte. “Não houve dúvida de que ela assumiria tanto a direção como também a dramaturgia. Seu domínio com as palavras e sua poesia disruptiva, questionadora e debochada, era o que buscávamos para capitanear nossa tripulação”, lembra.

Viana conta que começaram o processo na tentativa de compreender a pirataria a partir de “Zona Autônoma Temporária” (1985), escrito por Hakim Bey. “Ele fala sobre essa capacidade de transgressão do poder estabelecido e de dissipação, antes de ser coibido. São transgressões que interferem na geografia e no tempo dos lugares, e que Bey nomeia como utopias piratas: aquilo que está à margem do estabelecido, e que vive de forma livre e anárquica, sob suas próprias regras”, explica.

Parceiro antigo de Mariana Viana, o curitibano Ricardo Nolasco, que acumula experiências na direção e atuação dentro do cabaré e da palhaçaria, assina em “Piratas do Curral” a assessoria artística em Cabaré para infâncias. “Acho sempre um desafio delicioso pensar a linguagem do cabaré para e com crianças. Tentei propor uma ‘cabaretização’ da criação, sem medo de recorrer a formatos, números e reprises. Também escrevemos juntos diários de bordo que acredito terem inspirado nossas viagens. Estamos imaginando um trabalho divertido e crítico, que instigue crianças e adultos, a imaginar mundos mais divertidos”, afirma.

Assinando a assessoria artística em palhaçaria, Ricardo Puccetti, um dos fundadores do Lume Teatro (SP) – que há 40 anos pesquisa o teatro e o palhaço -, conheceu Dagmar Bedê em uma de suas oficinas. Desse encontro, veio o convite para o novo trabalho da Circunstância. “Sou de um grupo que há décadas pesquisa o treinamento físico e vocal dentro da técnica da palhaçaria. É muito importante para nós o contato com companhias mais jovens, apesar da Circunstância já ter uma estrada percorrida. Nesse choque de maneiras de trabalhar descobrimos muitas inquietações comuns. É impressionante como eles conseguem misturar as influências que tiveram de maneira lúdica, engraçada e criativa”, diz.

Em “Piratas do Curral” a trilha é executada ao vivo pelo músico e capoeirista Túlio Nobre. Em cena, inspirado na figura do Almirante Negro João Cândido, líder da Revolta das Chibatas, Nobre comanda a musicalidade do espetáculo baseando trilhas e efeitos, na sonoridade afro-brasileira e carnavalesca.

Criado por Diogo Dias, o cenário é inspirado nas antigas embarcações, caravelas e veleiros. O artista resgatou um baú de madeira que a Circunstância ganhou de um artista viajante, e deu início às adaptações com materiais reaproveitados. “Juntei a brincadeira de dois palhaços-piratas navegando por um mar de montanhas e o desejo de viabilizar uma ampla circulação do espetáculo com uma cenografia simples, mas que criasse um impacto visual interessante: nada melhor que um navio sobre rodas, que no nosso caso é movido a vela, um motor de dois cavalos (no caso, os próprios tripulantes), e ainda sistema de camuflagem com diversos módulos embutidos, baú, navio, trincheira e foguete”, adianta Dias.

Na mesma linha, os figurinos foram elaborados a partir de acervos da Circunstância, acumulados ao longo de sua trajetória, com a colaboração do artista Luiz Dias. A composição e reformulação das peças remetem às vestimentas de época das grandes navegações, sem abrir mão das cores vibrantes da linguagem circense. O espetáculo traz ainda colaboração coreográfica do ator Will Soares.

Sobre Cia Circunstância

A Cia Circunstância foi criada em Belo Horizonte e trabalha com a linguagem da palhaçaria desde 2004. Seu repertório conta com espetáculos, intervenções e oficinas realizadas em 20 estados, percorrendo todas as regiões brasileiras. O grupo também já se apresentou na França, no “Festival Arts de Rue de Uzerche” e no “Festival International de Théâtre de Rue d’ Aurillac”. A Cia investe em formas autônomas de manutenção e produção, mantendo parcerias com produtores locais, dialogando junto a redes colaborativas, e principalmente, apostando na arte de rua como foco importante de divulgação e sustentabilidade.

Com trajetória de 20 anos nas técnicas circenses, além de diversas apresentações em festivais nacionais e internacionais, a Cia Circunstância estreou em 2020 o espetáculo “Circo de Família”. Inspirado nas configurações das famílias circenses contemporâneas, o mais recente trabalho da Cia Circunstância traz, de forma bem-humorada, um show de variedades desta família circense. Em 2024 o grupo vem com uma nova criação, “Piratas do Curral”: ainda baseados na pesquisa das famílias, nesta produção, com direção de Marina Viana e assessorias de Ricardo Puccetti (LUME) e Ricardo Nolasco (Selvática Ações Artísticas), este casal de palhaços pesquisa as pequenas transgressões – tanto do universo infantil como do palhacesco, a fim de trazer ao público um cabaré de palhaçaria que busca brincar com a ordem estabelecida e criar outras possibilidades de mundo, mais humano e acolhedor a todos. Um espetáculo voltado para a infância e para o público familiar em todas as suas configurações e camadas. A linguagem de cabaré traz formas específicas de estruturação de argumento e performance, e com a palhaçaria, soma-se a esta construção artística o humor, a graça e a comédia.

SERVIÇO

Circulação de estreia do espetáculo “Piratas do Curral” da Cia Circunstância

13/06, sexta-feira, às 13h30 – Centro Cultural Venda Nova
15/06, domingo, às 16h – Praça do México

21/06, sábado, às 16h- Centro Cultural Santa Rita

22/06, domingo, às 15h – Parque Municipal – Praça dos Patins (com acessibilidade em Libras)

Acesso gratuito | Classificação Livre | Duração: 50 minutos

+Informações: @ciacircunstancia

Boulevard Shopping: campanha do agasalho até 15 de junho

Doações podem ser realizadas no Piso 3, próximo à loja Vivara

Até 15 de junho, o Boulevard Shopping BH promove arrecadação de agasalhos como parte de uma campanha nacional promovida pela ALLOS, administradora do centro de compras. No Boulevard, as doações serão encaminhadas ao INAPER – Instituto de Apoio e Orientação a Pessoas em Situação de Rua e podem ser realizadas no Piso 3, próximo à loja Vivara.

Incentivando a ação, o cliente que doar para a campanha ganha um café expresso do Mr. Black (Piso 3). Para garantir o brinde, basta baixar o aplicativo Boulevard Belo Horizonte, no qual o cliente também pode garantir vantagens exclusivas pelo Programa de Benefícios. O voucher para a retirada do café é válido somente na unidade do Boulevard Shopping BH. A ação é limitada a uma unidade por CPF e a validação é feita pelo aplicativo no Balcão do Programa de Benefícios, que também fica no mesmo piso.

“Nossos shoppings fazem parte da vida das pessoas e das comunidades onde estão inseridos. Mais do que centros de compras, são espaços de convivência e cuidado coletivo. Com essa campanha, queremos mobilizar nossas regiões para um gesto simples, mas muito poderoso: doar. É uma forma de estarmos presentes de maneira significativa na vida de quem mais precisa, reforçando nosso compromisso com a solidariedade, a inclusão e o fortalecimento das comunidades locais”, afirma Ana Paula Niemeyer, diretora de Marketing da ALLOS.

Nas regiões Norte e Nordeste, serão coletados alimentos não perecíveis; já no Sudeste, Sul e Centro-Oeste, o foco será a doação de agasalhos, devido às baixas temperaturas do período.

A partir da segunda quinzena de junho, os itens arrecadados serão encaminhados a instituições sociais próximas a cada shopping, que atuam diretamente com pessoas em situação de vulnerabilidade. A campanha, realizada há 5 anos, cresce a cada edição, ampliando seu alcance e reforçando o compromisso contínuo da ALLOS com o apoio às comunidades locais.

SERVIÇO

Campanha de Arrecadação de Agasalhos

Até 15 de junho

Ponto de arrecadação: Piso 3 – Próximo à loja Vivara

Boulevard Shopping BH (Avenida dos Andradas, 3.000 – Santa Efigênia)

Horário de funcionamento:
Lojas: segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h
Alimentação e lazer: todos os dias, das 10h às 22h

Comunicação visual: o LED reposiciona marcas no Brasil

Por Odair Tremante*, especialista em tecnologia e comunicação visual eCEO da Leyard Planar Brasil e América Latina

Há um silêncio que fala mais alto do que qualquer outdoor. É o vazio deixado por uma comunicação visual ultrapassada, incapaz de competir com a velocidade dos olhares dos dias atuais. Quando a atenção é o novo currency, as marcas não podem mais se dar ao luxo de apenas ocupar espaço, precisam conquistá-lo. E é aqui que o LED deixa de ser um diferencial para se tornar uma ferramenta básica.

O Brasil, antes um espectador distante da tecnologia de ponta, agora marcha em ritmo acelerado rumo à adoção em massa de painéis de LED. Dados do CENP-Meios (2024) revelam que a mídia Out of Home, impulsionada pelo LED, já absorve 12% do investimento publicitário nacional. O que esses números indicam? Uma mudança estrutural na forma como empresas entendem a comunicação: não se trata mais de exibir, mas de envolver.

Imagine entrar em uma loja onde as paredes não são limites, mas telas. Onde promoções não são fixas, mas adaptam-se ao horário, ao perfil do cliente, ao clima da cidade. O LED passa a iluminar ambientes e novas possibilidades.

No varejo, a briga por metros quadrados cede lugar à disputa por segundos de conexão emocional. Corredores viram palcos, fachadas transformam-se em storytellers digitais, e o consumidor, antes um observador passivo, torna-se parte da narrativa.

E nas ruas? Painéis de LED já não competem apenas pelo tamanho, mas pela inteligência. Eles respondem a dados em tempo real, alternam mensagens conforme o fluxo de pessoas, e – em cidades como São Paulo ou Rio de Janeiro – começam a dialogar com o entorno. É publicidade? Não. É experiência urbana.

Em um congresso, um painel de LED que antes era visto apenas como um mero suporte para slides — se torna um ator que amplifica discursos, modula atmosferas e guia o olhar do público. Em sedes corporativas, ele que também apenas decorava paredes, agora reforça cultura, valores e até mesmo o ritmo do trabalho. A pergunta que fica é: quando a tecnologia deixa de ser ferramenta e vira extensão da identidade de uma marca?

O Brasil acorda para essa realidade com uma vantagem: a criatividade. Enquanto outros mercados focam em specs técnicas, aqui o LED ganha alma. Profissionais especializados não perguntam mais “como instalar”, e sim se “há alguma limitação”. E a resposta está na integração entre hardware e narrativa — uma simbiose que exige investimento contínuo, mas que, quando bem executada, ultrapassa limites.

Além disso, esses dispositivos ganham espaço no mercado com a redução de custos operacionais de campanhas, aumento no recall de marca e — em um país onde o presencial ainda resiste — devolve às cidades seu poder de surpreender. Se antes o desafio era convencer sobre a tecnologia, hoje é dominar sua linguagem.

Então o que vem a seguir? Telas mais finas, maior interatividade, integração com IA. Mas o verdadeiro salto vai além do pixel, isto é, ele está na capacidade de transformar luz em significado. Afinal, no fim do dia, comunicação visual não se mede em nits, mas em experiências que permanecem da memória das pessoas.

 

 

Malungo: Forró autoral e releituras em centros culturais BH

O projeto Malungo, idealizado por Léo Lana e Flávia Ellen, realiza apresentações gratuitas de forró em centros culturais e espaços comunitários de Belo Horizonte entre os meses de junho e julho de 2025. A agenda começa na Festa Junina (29/06) do Centro Cultural Padre Eustáquio, e passa pelo Centro Cultural Venda Nova (01/07), e pelo baile de forró do Centro Cultural Urucuia (05/07), além de uma apresentação no Nave/Núcleo Assistencial Veleiro da Esperança (12/07), e encerra no dia 20/07 no festival de inverno do Centro Cultural São Bernardo. O projeto reúne músicos da cena mineira para celebrar o forró em diálogo com maracatu, ritmos baianos e a música mineira.

Com a proposta de valorizar o forró e suas múltiplas possibilidades, o projeto Malungo surge como um encontro musical e afetivo entre artistas que apresentam vivências e sonoridades. As apresentações pretendem criar uma experiência vibrante, com releituras criativas e músicas autorais que dialogam com o forró e outros gêneros brasileiros. “Queremos convidar o público a dançar com a gente, sentir a energia dessa mistura musical e celebrar a cultura popular com alegria e afeto”, explica Flávia Ellen, cantora e produtora cultural que integra o grupo ao lado de Léo Lana (percussão), Kiko Ribeiro (sanfona) e Valéria Santos (percussão).

O Malungo é fruto da longa parceria artística entre Flávia Ellen e Léo Lana, que trabalham juntos desde 2008 em diversos projetos. O grupo reúne músicos com vasta trajetória: Léo já dividiu palco com nomes como Elba Ramalho e Yamandu Costa; Flávia é fundadora do Coletivo Mulheres Criando e idealizadora de projetos como o “Canta Comigo?” e o “Sonora – Festival Internacional de Compositoras”; Kiko Ribeiro é sanfoneiro e produtor com mais de duas décadas dedicadas ao forró, tendo acompanhado artistas como Nicolas Krassik e Mestre Marrom; e Valéria Santos, jovem talento da percussão mineira, participaram de projetos como o espetáculo “Insubmissas”. O projeto integra o portfólio da Dengo Produções e tem como objetivo democratizar o acesso à música popular brasileira nos espaços culturais da cidade. Este projeto é realizado com recursos do Edital BH Fomento 2024, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB).

Uma roda de forró para chamar de nossa

O nome “Malungo” vem do kikongo e significa “companheiro”, “camarada” — definição que traduz o espírito da iniciativa: uma celebração coletiva, feita por amigos e voltada para todas as pessoas que querem compartilhar música, dança e afeto. A diversidade dos repertórios e influências torna o show do Malungo uma experiência única para quem ama o forró e para quem deseja descobrir novos caminhos dentro da música popular brasileira. Este projeto é realizado com recursos do Edital BH Fomento 2024, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB).

Serviço

Forró de Malungo – Apresentações em centros culturais de BH

Entrada gratuita

29 de junho, domingo, às 14h

Festa Junina do Centro Cultural Padre Eustáquio

Rua Jacutinga, 821 – Padre Eustáquio

1º de julho, terça-feira, às 19h

Centro Cultural Venda Nova

Rua José Ferreira dos Santos, 184 – Jardim dos Comerciários

5 de julho, sábado, às 20h

Baile de Forró no Centro Cultural Urucuia

Rua W3, 500 – Bairro Jardim Felicidade

12 de julho, sábado, às 19h

Nave/Núcleo Assistencial Veleiro da Esperança

Rua Gastão Bráulio dos Santos, 146 – Santa Amélia

20 de julho, domingo, às 14h30

Festival de Inverno do Centro Cultural São Bernardo

Rua Edna Quintel, 320 – São Bernardo

Este projeto é realizado com recursos do Edital BH Fomento 2024, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB).

Stock Car Pro Series com novos carros no BH Festival

O automobilismo brasileiro passou por uma transformação histórica neste ano. É que a BRB Stock Car Pro Series, principal categoria do país, está com novos carros que já estão acelerando nas pistas durante a temporada. Os pilotos estão competindo em máquinas baseadas em SUVs, substituindo os sedãs tradicionais. Essa mudança será destaque no BH Stock Festival, que acontece de 15 a 17 de agosto no entorno do Mineirão, em Belo Horizonte.

As competições durante o evento serão protagonizadas por modelos baseados em SUVs como o Chevrolet Tracker, substituto do Cruze, e o Toyota Corolla Cross, que entra no lugar do sedã. A Mitsubishi retorna à Stock Car após 17 anos com o Eclipse Cross, ampliando a diversidade e competitividade do grid. Todos os modelos virão equipados com motores turbo de 2,1 litros e cerca de 500 cavalos de potência, além de chassi tubular da Audace Tech, oferecendo resistência e leveza. As máquinas contarão ainda com a tecnologia da conectividade 5G, que proporcionará um monitoramento em tempo real.

Desde o início da Stock Car Pro Series, diversos modelos icônicos marcaram presença nas pistas, cada um contribuindo para a evolução do automobilismo brasileiro. Tudo começou em 1979 com o Chevrolet Opala, que trouxe robustez com seu motor de seis cilindros e 4100 cc. Na década de 1990, o Chevrolet Omega entrou em cena, adotando um design mais moderno e aerodinâmico, equipado com motor de 4100 cc e injeção eletrônica para melhorar a eficiência.

Em 2000, o Chevrolet Vectra foi lançado, marcando uma transição para carros mais compactos, com motor de 2.000 cc e aproximadamente 300 cavalos de potência. Em 2004, o Chevrolet Astra foi adicionado, destacando-se por sua agilidade e eficiência aerodinâmica, também com motor de 2.000 cc.

O ano de 2005 trouxe uma novidade com a entrada do Mitsubishi Lancer, que, embora tenha tido uma breve participação, de apenas quatro temporadas, marcou a diversificação da categoria com novas marcas. Em 2012, foi uma vez que o Chevrolet Sonic aportou na categoria, com seu design jovem e motor de 530 cavalos, apoiado por um chassi tubular moderno. O Chevrolet Cruze, que ingressou em 2016, continua a tradição da Chevrolet na Stock Car, apresentando motor V8 de 550 cavalos. Em 2025, uma nova era começa com a introdução dos SUVs.

“Como CEO do BH Stock Festival, estou animado com a introdução dos SUVs na Stock Car. Esta mudança simboliza uma nova era, trazendo inovação e alinhamento com as tendências globais. Estamos trabalhando muito para que a etapa na capital mineira esteja à altura do momento histórico que estamos vivenciando no automobilismo brasileiro, mas já posso dizer que BH está pronto para acelerar essa nova fase do esporte a motor”, disse Sérgio Sette Câmara.

BH, uma Mônaco Brasileira

A primeira edição do BH Stock Festival, em 2024, ficou marcada na história da capital mineira ao sediar, pela primeira vez, uma etapa da BRB Stock Car Pro Series, principal categoria do automobilismo brasileiro. A iniciativa, realizada em um circuito de rua inédito e desafio no entorno do Mineirão, atraiu mais de 70 mil pessoas nos quatro dias de evento.

O BH Stock Festival cresceu e neste ano passa a contar com uma categoria internacional: o TCR South America Banco BRB, celebrado como “Libertadores do Automobilismo”. O conceito TCR (sigla de Touring Car Racing, ou carros de turismo de corrida, em tradução livre) foi lançado pelo italiano Marcello Lotti em 2015. Presente em 30 países, sua dinâmica é os mesmos regulamentos e carros em utilizar todos os campeonatos da série, independentemente do país ou continente, possibilitando um intercâmbio internacional.

Novidades na estrutura

Uma das principais novidades para o BH Stock Festival 2025 é que novas arquibancadas serão instaladas. Um andar coberto será criado na Esplanada do Mineirão, oferecendo uma vista privilegiada da pista. Melhorias significativas também foram projetadas para a experiência no Vip Lounge, que agora estará posicionado próximo à Av. Rei Pelé, e a criação do setor Varanda Norte, com piso mais próximo à pista. Além disso, as praças de alimentação serão aumentadas.

Para proporcionar mais conforto ao público, a esplanada contará com tendas e melhorias na acessibilidade serão rompidas, com áreas dedicadas a Pessoas com Deficiência (PCDs). O reforço da sinalização em todo o espaço do festival também é uma prioridade, além de novos espaços destinados às marcas parceiras, proporcionando experiências exclusivas.

Circuito

O BH Stock Festival apresenta um circuito emocionante, com cerca de 3.200 metros, que passa pelo entorno do Mineirão e segue pelas imediações. Cerca de 7 km de gradis, 4 km de guardrail e 3 km de blocos de concreto serão posicionados em todo o trajeto para garantir a segurança dos pilotos, equipes e público presente.

 

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Festival de Ações BH

O evento, que traz a etapa do campeonato Stock Car Pro Series e do TCR South America Banco BRB para Belo Horizonte, vai proporcionar emoções na pista, com treinos e competições, shows musicais, espaços dedicados a atividades para toda a família e um festival gastronômico, na Esplanada e no entorno do Mineirão.

 

Data: 15 a 17 de agosto (sexta-feira a domingo)

 

Local: Entorno e Esplanada do Mineirão – Av. Antônio Abrahão Caram, 1001 – Pampulha, Belo Horizonte – MG

 

Vendas disponíveis em https://bileto.sympla.com.br/event/101162?share_id=1-copiarlink

Jardim Sonoro: Voz em destaque na 2ª edição no Inhotim

O Instituto Inhotim realiza a segunda edição do Jardim Sonoro , festival que integra música à experiência única em arte contemporânea e natureza. Após o sucesso da estreia em 2024, o evento retorna nos dias 11, 12 e 13 de julho, com curaria centrada em uma pesquisa sobre a voz em suas dimensões musicais, políticas e poéticas. O acesso é gratuito para quem está no parque (mediante o pagamento do ingresso para entrar no Inhotim).

Este ano, o festival mergulha na temática da voz como instrumento polissêmico, que não se limita apenas ao seu som, mas se expande como manifesto, ativismo, fala, ritmo, instrumento, canto e expressão. A programação destaca artistas com vozes marcantes, diversas e, principalmente, pessoas que vocalizam narrativas de nosso tempo, conectadas ao interesse da instituição de promoção de debates no âmbito da arte, natureza e da educação. O resultado é um território plural de filhos, instigante e imersivo, que contará com Djuena Tikuna (AM) , Luiza Brina (MG) , Mônica Salmaso (SP) , Cécile McLorin Salvant (EUA) , Josyara (BA) , Tetê Espíndola (MS) , o grupo Ilê Aiyê (BA) e a multiartista Brisa Flow (MG) .

“Nesta edição, temos um foco não exclusivo, mas muito direcionado, para a ideia do canto. Trouxemos vozes que estão presentes no campo da música e da arte e inseridas com a nossa programação do ano. Estamos falando de uma voz que não só lírica, da crônica ou da narrativa, mas de uma pesquisa em torno da voz e o dizer do canto, que pode existir de muitas maneiras”, comenta a diretora artística do Inhotim, Júlia Rebouças, que divide a curadoria com Marilia Loureiro.

Com o objetivo de aprofundar a integração entre a música e o acervo artístico e botânico do museu, o Jardim Sonoro será em dois novos espaços: o Palco Desert Park , localizado junto à obra Desert Park (2010), de Dominique Gonzalez-Foerster, em meio à vegetação exuberante do parque, próximo à Galeria Adriana Varejão, Galeria Galpão e ao Vandário; e o Palco Piscina , posicionado nas laterais da obra Piscina (2009), de Jorge Macchi, que oferece uma atmosfera mais intimista e contemplativa, que conta, em seu entorno, com as obras de Chris Burden, Marilá Dardot e Rirkrit Tiravanija. Essas áreas, nunca antes utilizadas para shows, proporcionam uma vivência nova aos visitantes e estão diretamente ligadas ao propósito do festival, que é o de complementar a experiência da pessoa visitante com música.

“Desta vez, apresentamos palcos em áreas descentralizadas do Inhotim, para que a pessoa visitante tenha uma experiência diferente do ano passado. Os palcos Piscina e Desert Park oferecem a possibilidade de outros percursos físicos e sensíveis, que integram a curaria musical do festival a um entorno específico de obras, arquitetura e natureza.””, complementa Júlia Rebouças.

Programação musical

Para abrir o Jardim Sonoro, na sexta-feira (11) , um “manifesto de voz” de Djuena Tikuna, cantora e ativista indígena, do povo Tikuna, no Alto Solimões, com uma trajetória marcada pela valorização e difusão dos cantos tradicionais de seu povo. Sua obra se conecta diretamente às questões levantadas ao longo do ano pelo Inhotim, especialmente à apresentação recente da Galeria Claudia Andujar | Maxita Yano e a exposição de Edgar Calel, anunciada para o segundo semestre. Seu show Torü Wiyaegü é um verdadeiro ritual que nos conecta ao universo cultural do povo Tikuna. O espetáculo é dividido em “Cantos da Origem”; “Worecütchiga” (canções referentes ao ritual Worecü); “Cantoria dos Bu’e” (das crianças) e, por fim, os “Cantos de Resistência”.

No sábado (12), a música começa com a vibrante Luiza Brina , cantora, compositora e arranjadora. Por ser mineira, ela traz forte conexão com o território do Inhotim e apresenta o show de seu disco “Prece”, que tem uma natureza coletiva, de muitas vozes. No palco, Luiza leva canções que são como orações em busca do sagrado . Em seguida, o público poderá ouvir Mônica Salmaso , uma das mais respeitadas intérpretes da música brasileira, pesquisadora do cancioneiro nacional, que transita com naturalidade entre diferentes estilos da música brasileira. Encerrando o dia, a premiada cantora norte-americana Cécile McLorin Salvant, considerada “uma voz única sustentada por inteligência e musicalidade plena”, representa uma cena contemporânea e experimental do jazz e apresentará um show minimalista de voz e piano.

O domingo (13) abre com a baiana Josyara , cantora, compositora, instrumentista e produtora musical, que traz em suas composições um olhar sensível sobre seu cotidiano, construindo uma voz potente e singular dentro da nova geração da música brasileira. Além da banda, Josyara sobe ao palco com seu violão percussivo, a base e o diferencial tanto das canções autorais, como das releituras de outras compositoras rearranjadas e interpretadas por ela. Em seguida, sobe ao palco Tetê Espíndola , figura já consagrada e que mantém uma pesquisa sobre a música do cerrado, cuja sonoridade transita entre a arte e a natureza. A apresentação do grupo Ilê Aiyê , o primeiro bloco afro do Brasil, marca um momento de celebração da força, da ancestralidade e da luta das vozes negras, com seu repertório de afirmação política e cultural. No palco, elementos da ancestralidade africana, guardados pelos Terreiros de Candomblé, sustentam a dança afro do Ilê, fundamentada no Ijexá. Para encerrar o festival, a multiartista indígena Brisa Flow . Seu mais recente álbum, Janequeo, fala de amor, coragem e autonomia. No Jardim Sonoro, ela apresenta uma discotecagem contemporânea, experimental e pensada para o Inhotim.

 Sobre o Jardim Sonoro

Jardim Sonoro é um festival que celebra a fusão entre a arte, a natureza e a música. É realizado desde 2024 e propõe oferecer às pessoas visitantes novas camadas de experiência pelos espaços do museu. Por não ser um festival de um gênero específico, responde a muitas linguagens musicais e, a cada ano, busca singularidades que enriquecem a experiência da instituição. O projeto reafirma o Inhotim como um espaço de encontro, criação e experimentação e se conecta, em suas edições, ao propósito do programa artístico da Instituição no ano.

“A nossa ideia é que este festival se conecte ao Inhotim de modo radical. Isso acontece, em um primeiro momento, com o line-up de vozes em meio à arte e à natureza, mas também há um desejo de que ele reverbere os debates atuais, a pesquisa curatorial, o programa de educação e os diálogos que estamos promovendo ao longo do ano. Em 2025, temos falado, enquanto instituição, de território, de povos originários e da reinvenção de nossas relações com a natureza. As vozes do festival também. ressoam esses caminhos e a urgência desses temas”, finaliza Júlia.

 O Festival Jardim Sonoro tem a Vale como Mantenedora Master, Parceria Estratégica da Cemig, Patrocínio Master da Shell, Patrocínio Prata da B3 e Patrocínio Bronze do Banco Mercantil por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

SERVIÇO Jardim Sonoro – Festival de Música Inhotim (2ª edição) Datas : 11, 12 e 13 de julho de 2025 Acesso gratuito para quem estiver no Inhotim (mediante pagamento de entrada no Parque).

 

Programação Musical

Sexta-feira, 11 de julho

15h – Djuena Tikuna

 

Sábado, 12 de julho

11h – Luiza Brina

13h – Mônica Salmaso

15h – Cécile McLorin Salvant

 

Domingo, 13 de julho

11h – Josyara

13h – Tetê Espíndola

15h – Ilê Aiyê

16h – Brisa Flow

 

SOBRE OS ARTISTAS

 

BRISA FLOW Brisa Flow é artista indígena multifacetada: cantora, produtora musical, performer, MC e arte-educadora. Filha de artes araucanos, desenvolve seu trabalho a partir de vivências corporais e territoriais, conectando o hip hop com práticas ancestrais e saberes originários. Sua trajetória se consolidou em palcos como MASP, Itaú Cultural, SESC e festivais como Lollapalooza, FIG e Burning Man. Em sua música, mistura rap, jazz, eletrônico e neo-soul com cantos indígenas e poesia crítica. Brisa também é ativista cultural e defensora da música indígena contemporânea, tratando temas como amor, autonomia, epistemicídio e aquilombamento urbano. Sua obra mais recente é o álbum Janequeo (2022), inspirado em uma guerreira Mapuche, com participações nacionais e internacionais. O disco mistura rap com vertentes eletrônicas e foi apresentado em palcos importantes como Casa Natura Musical e Virada Cultural. A artista segue lançando clipes e participando de projetos voltados à resistência originária nas artes.

 

CÉCILE MCLORIN SALVANT Cécile McLorin Salvant é compositora, cantora e artista visual. Desenvolveu uma paixão por contar histórias e por encontrar conexões entre o vaudeville, o blues, as tradições folclóricas de diversas partes do mundo, o teatro, o jazz e a música barroca. Salvant é uma curada eclética, desenterrando canções recentemente recuperadas, esquecidas, com narrativas fortes, dinâmicas de poder interessantes, reviravoltas inesperadas e humor. Venceu a competição Thelonious Monk em 2010. Recebeu o Grammy de Melhor Álbum Vocal de Jazz por três álbuns consecutivos: The Window , Dreams and Daggers e For One To Love . Ela lançou seu álbum de estreia pelo selo Nonesuch Records, Ghost Song , em 2022; o álbum recebeu duas restrições ao Grammy. Mélusine , um álbum cantado majoritariamente em francês, além de faixas em occitano, inglês e crioulo haitiano, foi lançado em 2023 e também recebeu duas periodicidades ao Grammy.

 

DJUENA TIKUNA

Djuena Tikuna é cantora e ativista do povo Tikuna, do Alto Solimões, Amazonas. Sua trajetória artística é marcada pela valorização e difusão dos cantos tradicionais de seu povo, integrando saberes ancestrais com a música contemporânea. Em 2017, lançou Tchautchiüãne (“minha aldeia”), seu primeiro álbum solo, tornando-se a primeira mulher indígena a protagonizar um espetáculo no Teatro Amazonas em mais de 120 anos de história. O disco foi indicado ao Indigenous Music Awards, no Canadá, projetando sua arte internacionalmente. Djuena realizou turnês pela Europa e América do Norte. Além de apresentações em Dubai durante a COP 28. Em 2018, idealizou a Mostra de Música Indígena – WIYAE, iniciativa pioneira que valoriza a produção musical indígena no Brasil. Em 2022, lançou Torü Wiyaegü, obra multimídia que inclui álbum, livro e documentário sobre os cantos”Tikuna.

 

ILÊ AIYÊ

O Ilê Aiyê é o primeiro bloco afro da Bahia, fundado em 1º de novembro de 1974, no bairro do Curuzu, região da Liberdade — com a maior população negra do país. Nasce com o objetivo de preservar, valorizar e expandir a cultura afro-brasileira, promovendo o fortalecimento da identidade étnica e a autoestima do povo negro. Desde sua fundação, o Ilê homenageia países africanos e revoltas negras brasileiras, apropriando-se da história africana para reconstruir a trajetória do negro no Brasil. Na década de 1970, o bloco revolucionou o Carnaval baiano ao introduzir novos ritmos oriundos das tradições africanas. Hoje, com mais de 3 mil associados, é considerado patrimônio cultural da Bahia e símbolo da reafricanização do Carnaval. Sua passagem pelo circuito é considerada um espetáculo rítmico, musical e plástico, aplaudido pelo público. Assistir ao Ilê no Carnaval é feito como essencial, coleta a visitar um Terreiro de Candomblé. O Ilê articula seu trabalho político-educacional por meio da dança, linguagem e gestualidade, transmitindo a ancestralidade africana e sua conexão com a realidade negra baiana. O bloco também retomou e adaptou movimentos de renascimento negro-africano e afro-americano, fortalecendo a identificação entre povos negros do mundo inteiro.

 

JOSYARA

Josyara, cantora, compositora, instrumentista e produtora musical de Juazeiro (BA), traz em suas composições um olhar sensível sobre seu cotidiano, embalado por um violão percussivo e potente. Em 2018, lançou seu 1º disco, Mansa Fúria, pelo edital Natura Musical, sendo um dos mais elogiados do ano e rendendo periodicamente ao APCA e Prêmio Multishow. Em 2020, lançou Estreite com Giovani Cidreira (Joia Moderna). Em 2022, saiu seu 2º disco solo, Àdeusdará (Deck), e em 2024 lançou o EP Mandiga Multiplicação, interpretando músicas do Timbalada. Josyara já tocou nos principais festivais do país, como Coala, Rec Beat, SIM-SP, Primavera Sound, Bananada, Dosol, MADA e BR-165. Em 2019, venceu o prêmio WME como Revelação em 2018 e o de melhor instrumentista em 2024. Em 2025, acaba de lançar o single Ensacado, com participação especial de Pitty. Os singles Corredeiras e Sobre Nós e o disco AVIA.

 

LUIZA BRINA

Luiza Brina é cantora, compositora, arranjadora, produtora musical e multi-instrumentista, considerada um dos principais nomes da nova música brasileira. Há mais de uma década, iniciou a criação de suas “canções-orações”, um percurso artístico singular que consolidou sua posição na cena contemporânea. Em 2024, lançou Prece (dobra discos/Natura Musical), com participações de Silvana Estrada, LvRod, Iara Rennó, Maurício Tizumba, Sérgio Pererê e Rainha Isabel Casimira. O álbum, elogiado pela Folha de S.Paulo, NPR (Tiny Desk) e listado entre os melhores do ano pela APCA, é considerado o mais importante de sua carreira. Com turnês no Brasil e na Europa, seus discos também foram lançados no Japão pelo selo Impartmaint Inc. Como compositora, Brina acumula parcerias com nomes como Ronaldo Bastos, Ceumar, Thiago Amud, Teago Oliveira e Julia Branco.

 

MÔNICA SALMASO

Mônica Salmaso iniciou sua carreira em 1989, na peça “O Concílio do Amor”. Em 1995, lançou o disco “Afro-Sambas” com Paulo Bellinati, interpretando a obra de Baden Powell e Vinícius de Moraes. Dois anos depois, foi indicado ao Prêmio Sharp como revelação em MPB. Com os álbuns “Trampolim” (1998) e “Voadeira” (1999), ganhou reconhecimento, incluindo um prêmio APCA. Em 2004 lançou “IAIÁ”, acompanhado por “Noites de Gala”, “Samba na Rua” (2007), dedicado a Chico Buarque. Atuoso como solista com orquestras como OSESP e OSB, e participou de um CD da OSESP sob regência de John Neschling. O álbum “Alma Lírica Brasileira” (2011), com Teco Cardoso e Nelson Ayres, rendeu-lhe o Prêmio da Música Brasileira como Melhor Cantora. Em 2014, “Corpo de Baile”, com Guinga e Paulo César Pinheiro, venceu duas categorias do mesmo prémio. Caipira (2017) foi novamente aclamado e premiado. Em 2019, lançou um CD gravado no Japão com Guinga e, mais recentemente, “Canto Sedutor” (com Dori Caymmi) e “Milton” (com André Mehmari). Entre 2022 e 2023, participou da turnê “Que Tal Um Samba”, com Chico Buarque. Atualmente está em turnê com seu novo show solo, “Minha Casa”.

 

TETÊ ESPÍNDOLA

Ao longo de seus 45 anos de carreira com mais de 20 discos gravados, a cantora, compositora e instrumentista sul-grossense Tetê Espíndola tem o seu trabalho voltado para a experimentação e recriação do universo ecológico brasileiro. Foi aclamado com o Prêmio Revelação da ACP/ 1982, pelo disco “Pássaros na Garganta”, marcando presença da vanguarda paulista. Participou de dois importantes festivais brasileiros, MPB Shell 1981/ Londrina e venceu o Festival dos Festivais /1985, com “Escrito nas Estrelas”, que em 2023 voltou a ocupar o primeiro lugar entre as músicas mais ouvidas no Brasil. Ganhou o prêmio Fundação Vitae para desenvolver trabalho de composição musical sobre os pássaros brasileiros, que resultou no LP “Ouvir” (1991).

 

INHOTIM – INFORMAÇÕES GERAIS

 

HORÁRIOS DE VISITAÇÃO

De quarta a sexta-feira, das 9h30 às 16h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30.

Nos meses de janeiro e julho, o Inhotim funciona também às terças.

 

ENTRADA

Inteira: R$ 60,00 | Meia entrada*: R$ 30,00.

*Veja as regras de meia-entrada no site: www.inhotim.org.br/visite/ingressos/

 

ENTRADA GRATUITA

Inhotim Gratuito: acesse o guia especial sobre a gratuidade no Inhotim.

Moradores e moradoras de Brumadinho cadastrados no programa Nosso Inhotim; Amigos do Inhotim; crianças de 0 a 5 anos; patronos, patrocinadores e instituições parceiras do Inhotim não pagam entrada;

Quarta Gratuita Inhotim: todas as quartas-feiras são gratuitas;

Domingo Gratuito: dia 13 de abril e último domingo do mês é gratuito;

 

LOCALIZAÇÃO

O Inhotim está localizado no município de Brumadinho, a 60 km de Belo Horizonte (aproximadamente 1h15 de viagem). Acesso pelo km 500 da BR-381 – sentido BH/SP. Também é possível chegar ao Inhotim pela BR-040 (aproximadamente 1h30 de viagem). Acesso pela BR-040 – sentido BH/Rio, na entrada para o Retiro do Chalé.

https://www.inhotim.org.br/

 

Lagum anuncia turnê global “As Cores, as Curvas e as Dores”

Após uma turnê memorável pelo Brasil e com passagem pela Europa, marcada por shows lotados e uma recepção calorosa do público, a Lagum chega aos palcos com sua nova turnê, que apresenta as músicas do quinto álbum de estúdio do grupo: “As Cores, As Curvas e as Dores do Mundo”. A apresentação em São Paulo, já anunciada anteriormente, está com ingressos esgotados e, agora, ganha uma data extra. No Rio de Janeiro, divulgado na última semana, a banda sobe ao palco do Qualistage em 18 de outubro.

O primeiro grande show da nova fase dos mineiros será apresentado no início de agosto, no dia 02, em São Paulo, no Espaço Unimed. A data extra na capital paulista será em 03 de outubro. Em Belo Horizonte, a cidade dos músicos, a apresentação será no BeFly Hall no dia 20 de setembro. A tour “As Cores, As Curvas e As Dores do Mundo” também será apresentada, de julho a dezembro, em Joinville, Braço do Norte, Florianópolis, Vitória, Manaus, Belém, Ribeirão Preto, Sorocaba, São José dos Campos, Londrina, Ponta Grossa, Curitiba, Goiânia, Rio de Janeiro, São Luís, Fortaleza, Salvador, Santos, Campinas, Recife, , Maceió, Aracaju e Porto Alegre.

Já no exterior, a turnê está marcada para abril de 2026 com shows já confirmados em Berlim, Amsterdã, Paris, Londres, Dublin, Barcelona, Porto e Lisboa.

Lagum / Créditos: Breno Galtier

 

Reconhecida como uma das maiores bandas da cena atual, a Lagum apresenta em sua nova turnê as faixas inéditas além, claro, dos grandes sucessos que marcaram sua trajetória em um show visceral e catártico. A Lagum ao vivo é uma experiência única, as escolhas dos timbres e arranjos, que são produzidos exclusivamente para esse momento do show, trazem uma roupagem exclusiva para o que escutamos nos fones de ouvido. A turnê foi detalhadamente pensada para surpreender o público com novidades, sonoridades e provocações criativas convidando todos a mergulharem em uma verdadeira viagem sensorial.

O álbum “As Cores, as Curvas e as Dores do Mundo”, é um disco que não se limita a entreter, mas também a provocar e a questionar o mundo moderno — propondo um olhar para a vida na cidade e para as belezas do cotidiano ordinário, desafiando a percepção que temos da realidade nos dias de hoje.

Sobre a Lagum

Com três álbuns indicados ao Grammy Latino — Memórias (De Onde Eu Nunca Fui) (2022), Depois do Fim (2023) e LAGUM AO VIVO (2023) — a Lagum é uma banda mineira formada em 2014 por Pedro Calais (voz), Zani (Otavio Cardoso) e Jorge (Glauco Borges) nas guitarras, e Chico (Francisco Jardim) no baixo. Durante sua trajetória, o grupo conheceu Tio Wilson (Breno Braga), que assumiu a bateria e marcou profundamente a história da banda. Misturando rock, pop, reggae, indie e o que mais a criatividade permitir, a Lagum não se prende a rótulos. Sua liberdade estética é um reflexo da busca por identidade artística, resultando em um som que transita por gêneros com autenticidade e assinatura própria.

O primeiro álbum, Seja o Que Eu Quiser (2016), apresentou ao público suas composições autorais e iniciou o caminho de uma carreira ascendente. Entre uma leva de singles, a faixa “Deixa” explodiu nas plataformas digitais e rádios, catapultando a banda ao cenário nacional. Em 2019, veio o segundo disco, Coisas da Geração, que ampliou o público com hits como “Oi” e os levou a turnês pelo Brasil e exterior.

Em 2020, a banda enfrentou a perda de Tio Wilson, vítima de uma parada cardiorrespiratória causada por uma miocardiopatia dilatada. O álbum Memórias (De Onde Eu Nunca Fui), lançado no ano seguinte, eternizou suas últimas gravações e consolidou a capacidade da Lagum de transformar dor em arte — rendendo a primeira indicação ao Grammy Latino. Mais tarde, em 2023, o EP FIM e o disco Depois do Fim marcaram uma nova fase do grupo, com experimentações sonoras, letras confessionais e um mergulho emocional profundo. O álbum alcançou o Top 50 do Spotify Brasil em menos de uma semana e trouxe visuais gravados em Belo Horizonte que expandem a experiência da obra.

No mesmo ano, a banda lançou o projeto LAGUM AO VIVO, gravado para 8 mil pessoas no Espaço Unimed (SP), consolidando sua potência nos palcos. Reconhecida por shows grandiosos e viscerais, a Lagum entrega ao vivo uma experiência catártica e eletrizante. Em 2024, a banda lançou seu projeto de bloco de carnaval, Lagum na Avenida. Com as edições de 2024 e 2025, mais de 200 mil foliões foram às ruas de Belo Horizonte.

Em maio de 2025, a banda lançou seu aguardado novo álbum, As Cores, as Curvas e as Dores do Mundo, com 10 faixas inéditas que capturam a essência crua e vibrante das performances ao vivo. O disco propõe uma escuta que vai além do entretenimento: provoca, questiona e convida a enxergar beleza e contradição na vida urbana e cotidiana, num paralelo entre a realidade da rua e o mundo filtrado pelas telas.

Turnê “As Cores, As Curvas e As Dores do Mundo”

2025

20/07 – Brasília/DF | Na Praia Festival

02/08 – São Paulo/SP | Espaço Unimed *ESGOTADO*

08/08 – Joinville/SC | Bless Eventos

09/08 – Braço do Norte/SC | Carnaval de Inverno

10/08 – Florianópolis/SC | Espaço da Habitasul

30/08 – Vitória/ES | Embrazado

04/09 – Manaus/AM l Teatro Manauara

05/09 – Belém/PA l Teatro Estação Gasômetro

12/09 – Ribeirão Preto/SP | Multiplan Hall

13/09 – Sorocaba/SP | Toca

14/09 – São José dos Campos/SP | Palácio Sunset

20/09 – Belo Horizonte/MG | BeFly Hall

25/09 – Londrina/PR | Teatro Marista

26/09 – Ponta Grossa/PR | Teatro Marista Pio XII

27/09 – Curitiba/PR l Deck da Pedreira

03/10 – São Paulo/SP | Espaço Unimed *DATA EXTRA*

10/10 – Goiânia/GO | Teatro Rio Vermelho

18/10 – Rio de Janeiro/RJ | Qualistage

14/11 – São Luís/MA | Palazzo

15/11 – Fortaleza/CE | *EM BREVE

16/11 – Salvador/BA | Pupileira

21/11 – Santos/SP | Arena Club

22/11 – Campinas/SP | Expo Dom Pedro

28/11 – Recife/PE | Clube Internacional

29/11 – Maceió/AL | Space Shopping

30/11 – Aracaju/SE | Iate Clube

13/12 – Porto Alegre/RS | URB Stage

 

2026

08/04 – Berlin/DE | Lido

09/04 – Amsterdam/NL | Melkweg

11/04 – Paris/FR | New Morning

12/04 – London/UK | The Jazz Cafe

14/04 – Dublin/IE | Button Factory

15/04 – Barcelona/ES | Sala Apolo

17/04 – Porto/PT | Hard Club

18/04 – Lisboa/PT | LAV

 

Nota de Repúdio | Violência não combina com futebol

Como mulher, empresária e Musa do Cruzeiro, Dally Cabral, moradora de Vespasiano, não posso me calar diante do triste episódio ocorrido neste sábado (07), em Betim. Um grupo de torcedores identificados como membros da Máfia Azul interrompeu de forma violenta uma confraternização familiar de atleticanos — evento onde havia crianças e pessoas inocentes — utilizando bombas e fogos de artifício. Três envolvidos foram presos na operação policial que se seguiu.

O futebol é paixão, é festa, é rivalidade saudável. O que vimos nesse episódio foi covardia. A violência jamais representará a verdadeira torcida cruzeirense, muito menos o espírito esportivo que deve reinar nos estádios e nas ruas.

Como figura pública, influenciadora e apaixonada pelo Cruzeiro, reforço: não podemos aceitar que o nome do nosso clube seja manchado por atitudes como essa, afirma Dally Cabral. É hora de todos — torcedores, organizadas, clubes e autoridades — refletirem e agirem juntos por um futebol mais seguro, inclusivo e respeitoso.

🩵💙 Que a paixão pelo nosso time continue sendo um motivo de união e alegria, e nunca de medo ou vergonha.

@daly_cabral_ofc