Beth Godoy transforma carreiras com estratégia e propósito

Depois de mais de duas décadas como executiva no mercado financeiro, Beth Godoy decidiu direcionar sua experiência para aquilo que sempre considerou sua maior vocação: desenvolver pessoas. Administradora de Empresas formada pela UFRJ, com MBA Executivo pelo IBMEC, ela construiu uma sólida carreira liderando equipes, desenvolvendo negócios e entregando resultados de alta performance antes de migrar para a área de desenvolvimento humano.

Há mais de nove anos, atua como mentora de carreira, auxiliando profissionais em processos de reposicionamento, crescimento profissional, desenvolvimento de liderança, transição de carreira e fortalecimento de negócios. Seu trabalho também contempla orientação para adolescentes e universitários, oferecendo suporte na escolha da profissão, planejamento acadêmico e preparação para o mercado de trabalho.

Com formação em Coaching e especialização em neurociência e comportamento humano, Beth utiliza ferramentas de análise de competências e perfil comportamental para criar estratégias personalizadas, ajudando seus clientes a identificarem talentos, ampliarem seu potencial e alcançarem objetivos profissionais.

Ao longo de sua trajetória, coleciona histórias de transformação. Entre os resultados estão profissionais que conseguiram se recolocar no mercado em poucos meses, pessoas que mudaram completamente de carreira após os 40 e 50 anos, empreendedores que consolidaram seus negócios e clientes que passaram a conquistar ganhos financeiros significativamente maiores após o processo de mentoria.

Além da atuação individual, Beth também desenvolve workshops, palestras e participa de projetos voltados ao empreendedorismo feminino e ao desenvolvimento de carreira, mantendo uma rede de relacionamento consolidada no Brasil, América Latina e Europa.

Fluente em português, inglês e espanhol, com conhecimentos em francês, Beth Godoy acredita que o desenvolvimento humano é uma das principais ferramentas de transformação. Para ela, autoconhecimento, estratégia, liderança e aprendizado contínuo são pilares fundamentais para construir uma carreira sólida e uma vida profissional mais realizada.

Instagram: @bethgodoymentoria

Posso Responder ao Processo em Liberdade? Entenda Quando Isso É Possível

O que significa responder ao processo em liberdade

A dúvida “posso responder ao processo em liberdade?” é uma das mais comuns entre pessoas investigadas, familiares e até empreendedores que enfrentam acusações penais pela primeira vez. E a resposta correta, do ponto de vista jurídico, é: em muitos casos, sim. No Brasil, a prisão antes da condenação definitiva não deve ser automática.

A Constituição Federal garante que ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciária competente, e também assegura que ninguém será levado à prisão ou nela mantido quando a lei admitir liberdade provisória. Essas garantias estão entre os pilares do processo penal democrático e mostram que a liberdade, em regra, deve prevalecer até que haja razões concretas para restringi-la.

Na prática, isso significa que o simples fato de existir uma investigação, um inquérito policial, uma denúncia do Ministério Público ou até mesmo uma ação penal em andamento não obriga a pessoa a permanecer presa. O processo criminal pode seguir com o acusado em liberdade, desde que estejam ausentes os requisitos legais para a prisão cautelar. Essa lógica é importante porque muita gente ainda acredita que ser denunciado já equivale a ser condenado, o que não é verdade. O sistema jurídico brasileiro diferencia com clareza a apuração dos fatos, o exercício da defesa e a eventual condenação. Enquanto não houver decisão final, o caso deve ser conduzido com respeito ao devido processo legal e à presunção de inocência.

Quando a pessoa pode responder ao processo em liberdade

Em termos gerais, a pessoa pode responder ao processo em liberdade quando não houver necessidade concreta de prisão preventiva e quando a situação permitir a aplicação de liberdade provisória, com ou sem medidas cautelares. O Código de Processo Penal trabalha com a ideia de que a prisão cautelar é excepcional. Isso quer dizer que o juiz precisa justificar, com base em elementos reais do caso, por que a liberdade do investigado ou réu colocaria em risco a ordem pública, a ordem econômica, a instrução criminal ou a futura aplicação da lei penal. Sem essa fundamentação concreta, a manutenção da prisão pode ser considerada indevida.

Esse ponto é decisivo porque, no discurso popular, costuma-se dizer que “quem responde em liberdade está impune”, mas isso é um equívoco. Responder ao processo em liberdade não encerra o caso, não apaga a acusação e nem impede eventual condenação futura. O que acontece é apenas a continuidade regular do processo sem cárcere antecipado. Em outras palavras, o Estado continua investigando, acusando e julgando, porém respeitando a regra da excepcionalidade da prisão antes do trânsito em julgado. Esse é um tema atual e moderno justamente porque o debate sobre encarceramento provisório, superlotação prisional e medidas alternativas à prisão ganhou enorme relevância nos últimos anos no Brasil. O próprio Conselho Nacional de Justiça vem destacando a importância da audiência de custódia e do controle imediato da legalidade da prisão como forma de evitar prisões desnecessárias ou ilegais.

O que o juiz analisa para decidir sobre a liberdade

A decisão judicial sobre responder ao processo em liberdade não depende apenas do tipo de crime imputado. O juiz analisa um conjunto de fatores jurídicos e fáticos. Entre eles, estão a existência de flagrante, a legalidade da prisão, a gravidade concreta da conduta, os antecedentes, o risco de fuga, a possibilidade de ameaçar testemunhas, a chance de atrapalhar a produção de provas e o perigo de reiteração criminosa. O ponto central é que a prisão preventiva não pode ser baseada em suposições genéricas ou em fórmulas prontas. Ela precisa ser motivada de forma individualizada.

Depois de receber o auto de prisão em flagrante, o juiz deve promover audiência de custódia em até 24 horas. Nessa fase, ele poderá relaxar a prisão ilegal, converter o flagrante em prisão preventiva, ou conceder liberdade provisória, com ou sem cautelares. Esse procedimento tem enorme importância prática porque é, muitas vezes, o primeiro momento em que a Justiça avalia se aquela pessoa realmente precisa permanecer presa. O CNJ informa que a audiência de custódia serve justamente para controlar a legalidade da prisão, verificar eventuais abusos e decidir se o preso continuará recolhido ou poderá responder ao processo em liberdade. Para quem deseja compreender melhor essa etapa, vale consultar a página do CNJ sobre audiência de custódia e também a resolução que trata da apresentação da pessoa presa em até 24 horas.

Liberdade provisória e medidas cautelares: como funciona

Um erro comum é imaginar que só existem duas opções no processo penal: prender ou soltar completamente. Na verdade, o ordenamento brasileiro prevê um caminho intermediário bastante utilizado, que são as medidas cautelares diversas da prisão. Além disso, a própria liberdade provisória pode ser concedida com ou sem fiança, a depender das circunstâncias do caso e da avaliação judicial. O Código de Processo Penal permite que o juiz substitua a prisão por restrições menos severas quando isso for suficiente para o caso concreto. Entre essas medidas estão comparecimento periódico em juízo, proibição de acesso a determinados lugares, proibição de contato com certas pessoas, recolhimento domiciliar em período noturno, monitoração eletrônica e suspensão do exercício de função pública ou atividade econômica, entre outras. A lógica é simples: se uma medida menos gravosa resolve o problema processual, ela deve ser preferida à prisão.

Isso é especialmente relevante em crimes sem violência, em investigações empresariais, em casos envolvendo primariedade, residência fixa, trabalho lícito e cooperação com a Justiça. Nesses contextos, a defesa costuma sustentar que a prisão é desproporcional e que outras cautelares podem atender ao interesse público de forma mais equilibrada. Não se trata de benefício automático, mas de aplicação do princípio da proporcionalidade dentro do processo penal. Para o cidadão comum, a consequência prática é esta: mesmo quando a liberdade plena não é concedida, ainda pode ser possível responder ao processo fora do cárcere, desde que o acusado cumpra as condições impostas pelo juízo, inclusive quando houver fixação de fiança.

Quais situações dificultam responder ao processo em liberdade

Embora a liberdade seja juridicamente possível em muitas hipóteses, há situações que tornam a prisão cautelar mais provável. Isso pode ocorrer quando existem indícios consistentes de ameaça a vítimas ou testemunhas, destruição de provas, descumprimento de medidas cautelares anteriores, fuga, reincidência relevante, organização criminosa estruturada ou risco concreto de continuidade delitiva. Também pesa negativamente o comportamento processual do investigado ou réu, especialmente quando ele demonstra intenção de frustrar a atuação da Justiça. Nessas hipóteses, o juiz pode entender que a prisão preventiva é necessária.

Ainda assim, é importante evitar conclusões apressadas. Nem todo crime grave gera prisão automática, e nem todo crime sem violência garante liberdade imediata. O que a lei exige é análise individualizada. Uma acusação por tráfico, lavagem de dinheiro, organização criminosa, violência doméstica ou crime contra a administração pública, por exemplo, pode resultar tanto em prisão cautelar quanto em tramitação em liberdade, dependendo dos elementos concretos presentes nos autos. A resposta real quase nunca está no nome do delito, mas na fundamentação judicial construída a partir dos fatos. Por isso, qualquer conteúdo sério sobre o tema precisa alertar o leitor contra promessas absolutas do tipo “vai responder solto” ou “vai ficar preso com certeza”. No direito penal, o detalhe do caso concreto faz toda a diferença.

A audiência de custódia mudou o debate sobre prisão e liberdade

Falar sobre responder ao processo em liberdade hoje também exige mencionar a evolução da audiência de custódia no Brasil. Esse mecanismo passou a ter papel central no controle da prisão em flagrante e no fortalecimento das garantias processuais. O CNJ destaca que a pessoa presa deve ser apresentada ao juiz em até 24 horas para que se avalie a legalidade da prisão, a necessidade de manutenção da custódia e a eventual ocorrência de maus-tratos ou tortura. Mais recentemente, o próprio Conselho atualizou a regulamentação para reforçar a oralidade, a individualização do ato e a presença da pessoa custodiada, demonstrando que o tema continua moderno e em aperfeiçoamento institucional.

Esse avanço importa não apenas para advogados e operadores do direito, mas para toda a sociedade. Quando a prisão cautelar é banalizada, o processo penal deixa de ser instrumento de justiça e passa a funcionar como punição antecipada. Quando a liberdade provisória é aplicada de forma técnica, com cautelares adequadas e fundamentação séria, o sistema se torna mais racional. Para aprofundar esse assunto em fontes oficiais, o leitor pode consultar o Portal do Conselho Nacional de Justiça sobre audiência de custódia e os materiais informativos voltados à pessoa presa, que explicam de forma clara o que acontece entre a prisão, a apresentação ao juiz e a decisão sobre liberdade ou manutenção da custódia.

Quem foi preso em flagrante sempre ficará preso?

Não. A prisão em flagrante não significa, por si só, que a pessoa permanecerá presa durante todo o processo. O flagrante é apenas a forma inicial de captura em razão de uma situação imediata prevista em lei. Depois disso, o caso passa por controle judicial. O juiz pode reconhecer a ilegalidade da prisão e relaxá-la, pode conceder liberdade provisória ou pode converter o flagrante em prisão preventiva, desde que existam requisitos concretos e fundamentação adequada. O próprio CNJ explica que, ausentes os requisitos legais, a liberdade provisória deve ser concedida.

Para o leitor que procura uma resposta objetiva, a melhor forma de entender é esta: ser preso em flagrante não elimina a possibilidade de responder ao processo em liberdade. Na verdade, a audiência de custódia existe justamente para examinar isso logo no início. Em muitos casos, a pessoa sai da audiência com alvará de soltura ou com imposição de cautelares. Em outros, permanece presa. O que define o resultado não é apenas o impacto emocional do flagrante, mas a análise técnica dos pressupostos legais. Essa informação é essencial para combater desinformação e reduzir o pânico de famílias que, muitas vezes, acreditam que uma prisão inicial torna inevitável a permanência no cárcere até o fim do processo.

O que fazer para aumentar as chances de responder em liberdade

Do ponto de vista prático, a atuação técnica da defesa é decisiva. A apresentação de documentos que comprovem residência fixa, atividade profissional lícita, vínculo familiar, ausência de antecedentes relevantes e comportamento colaborativo costuma ser importante. Também é fundamental demonstrar que não há risco concreto para a investigação ou para o processo. Em muitos casos, o pedido de liberdade provisória ou revogação da prisão preventiva trabalha justamente nessa linha: mostrar que a custódia é desnecessária e que medidas menos gravosas podem ser suficientes.

Outro ponto essencial é cumprir rigorosamente qualquer medida cautelar imposta. Quem recebe o benefício de responder ao processo em liberdade precisa entender que isso não é um salvo-conduto irrestrito. Descumprir obrigações judiciais pode levar ao agravamento das medidas e até à decretação da prisão. Em linguagem simples, responder em liberdade é um direito possível, mas também exige responsabilidade processual. Isso vale para comparecimento em juízo, respeito a proibições de contato, cumprimento de recolhimento domiciliar e demais condições fixadas pelo magistrado.

Sites oficiais do governo brasileiro para consultar sobre o tema

Quem deseja aprofundar o assunto em fontes confiáveis deve priorizar páginas oficiais. O Portal da Legislação da Presidência da República reúne a Constituição Federal e o Código de Processo Penal atualizados, sendo uma referência indispensável para consultar diretamente as regras sobre prisão, liberdade provisória e medidas cautelares.

Também vale acessar o Conselho Nacional de Justiça, que mantém página específica sobre audiência de custódia, resolução normativa sobre a apresentação da pessoa presa em até 24 horas e materiais explicativos para familiares e pessoas custodiadas. Essas fontes ajudam a compreender, com linguagem mais institucional, o que acontece após a prisão e quais decisões o juiz pode tomar.

Afinal, posso responder ao processo em liberdade?

Sim, é plenamente possível responder ao processo em liberdade no Brasil, desde que não estejam presentes os requisitos legais que justifiquem a prisão cautelar. A regra do sistema constitucional e processual penal não é prender por antecipação, mas permitir que o processo siga com respeito à presunção de inocência, reservando a prisão preventiva para hipóteses realmente necessárias e fundamentadas. Em muitos casos, mesmo quando a liberdade plena não é concedida, o juiz pode aplicar medidas cautelares diversas da prisão, o que mantém o acusado fora do cárcere enquanto o processo segue seu curso.

Portanto, a resposta mais honesta e juridicamente correta para a pergunta “posso responder ao processo em liberdade?” é: depende do caso concreto, mas isso é absolutamente possível e, muitas vezes, compatível com a legislação brasileira. O mais importante é compreender que prisão processual não é consequência automática da acusação, e que há mecanismos legais, constitucionais e institucionais para proteger a liberdade quando ela não oferece risco real ao andamento da Justiça. Para decisões concretas sobre casos individuais, a análise de um advogado criminalista é indispensável, porque detalhes do processo, do histórico do acusado e da fundamentação judicial podem alterar completamente o resultado.

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Expocachaça 2026 deve movimentar R$ 30 milhões em Belo Horizonte

Belo Horizonte recebe, entre os dias 6 e 8 de agosto de 2026, a 35ª edição da Expocachaça, considerada a maior vitrine mundial da cadeia produtiva e de valor da cachaça.

Realizado desde 1998, o evento chega a mais uma edição no CenterMinas Expo, reunindo cerca de 250 expositores de 18 estados brasileiros, aproximadamente 2 mil marcas de produtos, insumos e equipamentos, e um público estimado em 25 mil pessoas ao longo dos três dias.

A 35ª Expocachaça acontece simultaneamente à 19ª Brasil Bier e à 4ª Minas + Doce, ampliando a conexão entre cachaça, cervejas especiais, doçaria, gastronomia, economia criativa e entretenimento. Mais do que reunir três eventos em um mesmo espaço, a proposta reforça a cachaça como eixo cultural e econômico capaz de ancorar outros produtos associados à identidade mineira e brasileira.

O evento é promovido pelo Centro Brasileiro de Referência da Cachaça e pela Brasil Spirits Eventos e conta com o incentivo da CEMIG por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.

A previsão da organização é que a feira movimente R$ 30 milhões durante e após o evento, considerando negócios gerados, circulação de visitantes, vendas, turismo, gastronomia, serviços e desdobramentos comerciais da cadeia produtiva.

Criada em Belo Horizonte, a Expocachaça teve papel relevante na valorização da cachaça de alambique, contribuindo para reposicionar a bebida símbolo do Brasil como produto de qualidade, identidade cultural, potencial gastronômico e relevância econômica.

Em 2026, o evento mantém seu formato híbrido, combinando feira de negócios B2B e festival aberto ao público, B2C, com estandes, degustações, rodadas de negócios, concursos técnicos, lançamentos, experiências gastronômicas e programação cultural.

Mais uma vez reforçamos nossa missão de promover a cachaça de alambique, agregando valor ao produto e fomentando negócios em todo o ecossistema. Aqui a cachaça sempre foi protagonista”, afirma José Lúcio Mendes, idealizador da Expocachaça. “Esta trajetória que iniciamos há 27 anos com a cachaça de alambique é a mesma que realizamos há 18 anos com a cerveja artesanal e agora com a doçaria mineira. Essas iniciativas fortalecem um movimento de valorização dos nossos patrimônios históricos, culturais e gastronômicos”, completa.

Na visão da organização, a Expocachaça se consolidou como um hub de eventos ligados à cultura produtiva, à economia criativa, aos negócios e ao entretenimento. A cachaça de alambique ocupa o lugar de produto âncora, não apenas por sua relevância histórica e econômica, mas por sua capacidade de dialogar com outros universos de consumo e experiência. É a partir dela que a Brasil Bier e a Minas + Doce ganham contexto dentro de uma narrativa mais ampla de valorização de produtos brasileiros, especialmente mineiros, que carregam saberes produtivos, tradição familiar, inovação, território e potencial de mercado.

A edição de 2026 também será marcada pela leitura de tendências do setor. Entre os temas que devem aparecer nos estandes e nas conversas de mercado estão bebidas mistas, RTDs, drinks prontos para beber, novos formatos de consumo, valorização de marcas premiadas, turismo de experiência, sucessão familiar nos alambiques, presença feminina na cadeia produtiva, internacionalização, indicação geográfica, qualidade laboratorial e impactos da reforma tributária para produtores.

A força do evento dialoga com o protagonismo de Minas Gerais no setor. Segundo o Anuário da Cachaça 2025, do Ministério da Agricultura e Pecuária, o Brasil contava, no ano-base 2024, com 1.266 estabelecimentos elaboradores de cachaça registrados. Minas Gerais lidera o ranking nacional, com 501 estabelecimentos, o equivalente a 39,6% do total brasileiro. O estado também concentra 2.492 produtos registrados, 34,5% dos rótulos de cachaça do país.

Para José Lúcio Mendes, esse contexto reforça a responsabilidade da Expocachaça como ponto de encontro da cadeia produtiva. “A feira nasceu para abrir mercado, educar o consumidor, aproximar produtores e fortalecer a reputação da cachaça. Ao longo dos anos, vimos a bebida deixar para trás preconceitos históricos e conquistar espaço como destilado brasileiro de qualidade, com diversidade, técnica e identidade”, afirma.

Minas + Doce

A Minas + Doce, que nasceu dentro da Expocachaça, ganha mais uma  edição como plataforma de visibilidade para a produção doceira de Minas Gerais, aproximando produtores, chefs, confeiteiros, empreendedores e consumidores em torno de saberes tradicionais e novas possibilidades de harmonização.

Em sua 4ª edição, o evento ocupa um espaço mais estruturado, com cerca de 30 estandes dedicados à doçaria. Além da exposição e comercialização dos produtos, a Minas + Doce investe em vivência e conhecimento gastronômico por meio da Cozinha Viva Minas + Doce, espaço que reúne nomes da confeitaria e da gastronomia mineira em uma série de aulas-show que valorizam sabores, tradições e criatividade da doçaria artesanal.

Ao longo dos três dias de evento, o público poderá acompanhar demonstrações ao vivo com Renata Sancoel, na quinta-feira, 6 de agosto, às 15h; Kelma Gual, na quinta-feira, 6 de agosto, às 17h; Pablo Figueiredo, na sexta-feira, 7 de agosto, às 15h; Randher Dornelles, na sexta-feira, 7 de agosto, às 17h; Márcio Brito, no sábado, 8 de agosto, às 15h; e Mari Mussi, no sábado, 8 de agosto, às 17h.

A programação reforça a proposta do espaço de destacar a riqueza da confeitaria mineira, promover a troca de conhecimentos entre profissionais e apaixonados pela gastronomia e evidenciar a harmonização entre doces e cachaças de alambique, celebrando a identidade e os sabores de Minas Gerais.

Começamos com apenas 12 estandes, dentro da Expocachaça, de forma experimental. Mas a parceria entre a doçaria e a cachaça deu muito certo e o projeto cresceu. Estamos unindo produtores, chefs, jornalistas, comerciantes e empreendedores em um só espaço, celebrando o que Minas tem de melhor”, afirma José Lúcio Mendes.

Programação musical

Durante os três dias de evento, o público poderá conhecer produtores de diferentes regiões do Brasil, participar de degustações, acompanhar lançamentos, acessar experiências gastronômicas e circular por espaços dedicados à cachaça, cervejas especiais e doces mineiros. A programação será realizada diariamente das 12h à meia-noite.

Os shows acontecem no palco principal do CenterMinas Expo, em Belo Horizonte, reunindo bandas que homenageiam grandes nomes do rock internacional, clássicos do pop rock e da música sertaneja, tornando a visita ao evento uma experiência ainda mais completa.

Na quinta-feira, 6 de agosto, a programação musical começa às 18h com a Rádio Slave Rock, preparando o clima para uma noite dedicada aos clássicos do rock. Às 19h, a Banda Creedence Cover apresenta os maiores sucessos do Creedence Clearwater Revival. Encerrando a noite, às 21h30, a Lurex – Queen Tribute sobe ao palco com um espetáculo que homenageia Freddie Mercury e o Queen, recriando grandes clássicos da banda britânica.

Na sexta-feira, 7 de agosto, a música começa às 18h com a Rádio Viola Viva. Às 19h, a Banda Putz Grilla leva ao público um repertório repleto de sucessos do pop rock nacional e internacional, além de grandes hits que marcaram os anos 1990. Na sequência, às 21h30, o trio sertanejo Ceis Bebe, Nóis Canta apresenta um show que reúne músicas autorais e clássicos da música sertaneja.

O sábado, 8 de agosto, reserva uma programação ainda mais intensa. A partir das 17h30, o Artéria Trio abre a programação musical. Às 19h, a Banda Chevette Hatch promete animar o público com clássicos do pop e do rock nacional e internacional. Para encerrar a programação da Expocachaça 2026, às 21h30, a Banda RockNights sobe ao palco com um show repleto de sucessos que marcaram gerações.

Lançamento da 5ª edição de obra referência sobre a produção de cachaça

A programação da 35ª Expocachaça também será marcada pelo lançamento da 5ª edição do livro “Produção de Aguardente de Cana”, organizado pela professora Maria das Graças Cardoso, uma das referências brasileiras em pesquisa sobre cachaça de alambique.

Publicada pela Editora UFLA, a obra é considerada um dos importantes manuais técnicos do setor, reunindo conhecimentos atualizados sobre as etapas da produção, desde o cultivo da cana-de-açúcar até a destilação, o controle de qualidade, o envelhecimento, a legislação e as tendências de mercado.

SERVIÇO

35ª Expocachaça, 19ª Brasil Bier e 4ª Minas + Doce
Data: 6 a 8 de agosto de 2026
Horário: das 12h às 00h
Local: CenterMinas Expo — Av. Pastor Anselmo Silvestre, 1495, União, Belo Horizonte, MG
Ingressos: disponíveis pelo site oficial da Expocachaça e pela Sympla. Nos dias do evento, também haverá venda na bilheteria do CenterMinas Expo.
Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/35-expocachaca-19-brasilbier-e-4-minas-doce/3397040
Site: www.expocachaca.com.br
Instagram: https://www.instagram.com/expocachaca/

Homens cuidam menos da saúde do que as mulheres

Dia 15 de julho é celebrado o Dia do Homem, uma data criada para promover a conscientização sobre os cuidados com a saúde masculina e a prevenção de doenças. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida dos homens, quando comparada à das mulheres, é de cerca de 7 anos a menos. Outro dado que chama a atenção, de acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, é que apenas 32% dos homens acima de 40 anos se consideram muito preocupados com a própria saúde e que 46% deles só vão ao médico quando sentem algo. Esse número aumenta para 58% se este homem utiliza apenas o SUS. 

“Mesmo com uma manifestação prolongada de sintomas, os homens costumam levar muito tempo para buscar ajuda e por isso são vistos nos consultórios com doenças em estágios mais avançados do que as mulheres. A baixa frequência de realização de check-ups está combinada também a uma série de hábitos com potencial prejudicial, pois eles são os que mais fumam e consomem bebidas alcóolicas, além de serem mais sedentários”, analisa o urologista da clínica Huntington Pró-Criar, Dr. Tomás Ribeiro. 

Segundo o especialista, o fator cultural machista, de que os homens são mais fortes e resistentes do que as mulheres, explica em parte esse cenário desafiador. “Outro ponto é o fato de que, diferentemente das mulheres, os homens não têm um marco na saúde, como a menstruação, por exemplo. Em função disso, as meninas desde a adolescência criam o hábito de ir ao ginecologista e fazer os exames preventivos, diferentemente dos rapazes, que, depois da fase do pediatra, não têm um especialista e acabam indo ao médico, na maioria das vezes, apenas quando ficam doentes”, afirma Ribeiro.

O médico destaca ainda que essa cultura equivocada se reflete também quando o assunto é infertilidade. Muitos casais chegam aos consultórios acreditando que a dificuldade de engravidar está exclusivamente relacionada à mulher. “Um mito muito comum, quando na verdade 40% das causas de infertilidade são relacionados a fatores femininos, outros 40% são relacionados à causa masculina e os 20% restantes são relacionados à infertilidade combinada do casal”, ressalta.

Mais informação e prevenção 

Dr. Tomás Ribeiro acredita que o caminho para a mudança está em divulgar melhor as necessidades e os benefícios do acompanhamento médico periódico também para os homens. “Ainda falta informação, assim como direcionamento ao especialista correto”, pondera.

Para o especialista da Huntington Pró-Criar, o modelo que se cristalizou na sociedade está mais baseado em doença, e não em prevenção. “Só se vai ao médico quando tem um problema. Precisamos aproveitar datas como essa e os momentos nos consultórios para reforçar a importância do cuidado periódico com a saúde e a qualidade de vida”, finaliza o médico.

Queijos e vinhos importados são destaques de festival em Brumadinho

Queijos artesanais da Serra da Canastra e vinhos de diferentes partes do mundo serão os principais atrativos do Festival de Queijos, Massas e Vinhos, que será realizado entre os dias 10 e 12 de julho, em Brumadinho. Com entrada gratuita, o evento ocupará a Praça Orides e reunirá gastronomia, música ao vivo e atividades voltadas ao público de todas as idades.

A programação gastronômica inclui mais de 30 opções de massas, além de pratos preparados especialmente para o festival, como macarrão servido no queijo com iscas de filé mignon, pizza napolitana, iscas de pernil ao creme de alho-poró na panhoca, fraldinha na cerveja stout com creme de cebola e creme de abóbora com carne-seca e queijo coalho. O público também poderá experimentar diferentes rótulos de vinhos nacionais e importados e queijos produzidos na Serra da Canastra, uma das principais regiões produtoras do país.

Segundo a idealizadora do evento, Raquel Bicalho, a proposta é reunir produtores, expositores e o público em um ambiente voltado à gastronomia e à convivência. “O festival foi pensado para proporcionar uma experiência que une sabores, cultura e entretenimento. Queremos criar um ambiente em que as pessoas possam aproveitar a gastronomia, conhecer diferentes produtos e produtores regionais, fomentar a economia criativa e compartilhar momentos entre amigos”, afirma.

Além da gastronomia, o festival terá programação musical distribuída ao longo dos três dias. Na sexta-feira, as apresentações ficam por conta de Dom Preto, às 19h, e Putz Grila, às 21h. No sábado, sobem ao palco Ferviana, Beto Rock, Velotrol e One Rose. O encerramento, no domingo, terá shows das bandas Bullets e Chevette.

Para Raquel Bicalho, eventos realizados em espaços públicos também contribuem para ampliar as opções de lazer no município e estimular a circulação de moradores e visitantes. “A ideia é oferecer uma programação acessível, que valorize a gastronomia e a música ao vivo, além de movimentar a cidade durante o fim de semana”, diz.

A expectativa da organização é receber milhares tanto de Brumadinho, quanto de municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) ao longo dos três dias de programação.

Serviço ______________________
Evento: Festival de Queijos, Massas e Vinhos de Brumadinho

Entrada: Gratuita
Data: 10 a 12 de julho
Dias: Sexta-feira, sábado e domingo
Local: Praça Orides

Horários dos shows:
* Sexta-feira: 19h (Dom Preto) e 21h (Putz Grila)
* Sábado: 14h (Ferviana), 16h30 (Beto Rock), 19h (Velotrol) e 21h30 (One Rose)
* Domingo: 13h (Bullets) e 16h30 (Chevette)

Divulgação/Family Trip Magazine

Dia Mundial do Rock: até o rock pesado pode fazer bem ao cérebro

Muito antes de a neurociência comprovar os efeitos da música sobre o cérebro, o filósofo e matemático grego Pitágoras já acreditava que sons e ritmos exerciam influência sobre o equilíbrio da mente e do corpo. Séculos depois, essa percepção ganhou respaldo científico. No Dia Mundial do Rock, celebrado em 13 de julho, estudos mostram que ouvir música vai muito além do entretenimento, trata de um poderoso estímulo cerebral, capaz de despertar emoções, fortalecer memórias e favorecer o bem-estar.

A música mobiliza diversas regiões do cérebro ao mesmo tempo, envolvendo áreas responsáveis pelas emoções, pela memória, pela atenção, pela linguagem e pelo movimento. Diferentemente de outras atividades, poucos estímulos conseguem recrutar uma rede cerebral tão ampla em poucos segundos.

Para a coordenadora do Departamento Científico de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), Dra. Elisa de Paula França Resende, “A música engaja diversas áreas cerebrais simultaneamente, fortalecendo redes e vias neurais relacionadas a processos sensoriais, motores, emoção, afeto e memória.”

Pesquisas em neurociência demonstram que, ao ouvir uma música que desperta identificação emocional, o cérebro ativa estruturas como o córtex pré-frontal, o sistema límbico e o núcleo accumbens, região diretamente relacionada ao circuito de recompensa.

Esse processo estimula a liberação de dopamina, neurotransmissor associado ao prazer, à motivação e à sensação de bem-estar, mecanismo semelhante ao observado durante experiências naturalmente recompensadoras, como praticar atividade física ou compartilhar momentos agradáveis.

Esse conhecimento tem ampliado o uso da música dentro da prática clínica. Em hospitais e centros de reabilitação, a musicoterapia vem sendo utilizada como estratégia complementar para estimular funções cognitivas, favorecer a comunicação, melhorar a coordenação motora e contribuir para a qualidade de vida de pessoas com doenças neurológicas.

De acordo com a Dra. Elisa de Paula França Resende, “As intervenções musicais são particularmente benéficas na reabilitação motora após AVC. A estimulação auditiva rítmica melhora distúrbios da marcha, e a terapia de entonação melódica é utilizada com sucesso na reabilitação de pacientes com afasia não fluente.”

Além do AVC, evidências científicas também demonstram benefícios das intervenções musicais em pessoas com doença de Parkinson, demências, doença de Alzheimer e comprometimento cognitivo. Nessas condições, a música pode contribuir para melhorar funções cognitivas, humor, qualidade de vida, além de auxiliar na reabilitação motora e na redução de sintomas comportamentais.

A Doutora Elisa destaca que a música não substitui tratamentos médicos, mas representa uma importante aliada na promoção da saúde cerebral. Incorporar momentos de escuta musical à rotina pode contribuir para o equilíbrio emocional, estimular diferentes circuitos neurais e promover bem-estar ao longo da vida.

Neste Dia Mundial do Rock, a ciência reforça que a música vai muito além da trilha sonora de momentos marcantes. Cada acorde capaz de emocionar também ativa uma complexa rede de conexões cerebrais, mostrando que aquilo que agrada aos ouvidos também pode beneficiar o cérebro.

Elixir da longevidade: suco de uva integral

Muito além do sabor, a bebida icônica da Cooperativa Vinícola Garibaldi entrega doses diárias de antioxidantes e energia pura para todas as idades.

Depois de um período de retração no consumo em 2025 pelo pequeno volume de safra, o suco de uva integral tem recuperado espaço no mercado nacional. A boa performance apresenta um crescimento superior a 40% em relação ao ano passado, consolidando 6 milhões de litros de suco de uva comercializado em território nacional no primeiro semestre deste ano. Essa relação, ainda, acompanha a crescente procura por uma alimentação mais equilibrada, pautada na qualidade dos alimentos e na qualidade de vida.

Neste aspecto, o suco de uva integral, cuja fórmula contém uva e nada além disso, reúne todos os predicados. Como derivado de uva, ele conserva cor, aroma e sabor da fruta. Mas também seus essenciais compostos naturais, os famosos polifenóis, alvo de diversos estudos científicos devido a seus benefícios associados à saúde. Essas substâncias, produzidas naturalmente pela videira, são responsáveis por boa parte das propriedades funcionais da bebida. “Os polifenóis têm várias ações benéficas à saúde. Dentre elas estão ações antioxidante e anti-inflamatória e também o efeito vasodilatador”, explica a biomédica Caroline Dani, pesquisadora há anos das propriedades da bebida, com doutorado sobre o tema e responsável por diversos artigos na área.

O suco de uva integral, portanto, é rico nesses compostos que auxiliam na proteção do organismo contra processos inflamatórios e oxidativos, fatores relacionados ao desenvolvimento de diversas doenças. Os polifenóis, por exemplo, ajudam a proteger as células da ação dos radicais livres. Isso contribui para que elas não passem por uma mutação, prevenindo o surgimento do câncer. Esses compostos bioativos também contribuem para manter as paredes dos vasos sanguíneos limpas, diminuindo as chances do surgimento de doenças cardiovasculares. O consumo da bebida também está associado à prevenção de doenças neurodegenerativas, como Parkinson e Alzheimer.

Além dos polifenóis, como o resveratrol, talvez seu antioxidante mais conhecido, o suco de uva reúne outros componentes importantes. “Falo de alguns que têm um efeito tão ou maior em relação à capacidade antioxidante, como as antocianinas, importantíssimas para a microbiota intestinal, assim como os taninos, que também têm esse efeito, e outros ácidos, como o gálico, outro importante antioxidante”, comenta Caroline.

Os estudos relacionados ao consumo do suco de uva já demonstraram, também, associação ao fortalecimento da imunidade, justamente porque a bebida melhora a microbiota. Esse conjunto de microrganismos que habita o intestino desempenha funções essenciais para o organismo. “Hoje a gente sabe que a microbiota intestinal está diretamente relacionada à nossa capacidade imunológica. Por isso, ter uma microbiota intestinal equilibrada acaba trazendo proteção para a saúde e ajudando na prevenção de várias doenças”, afirma Caroline.

Os efeitos positivos do suco também alcançam quem pratica atividades físicas, uma vez que a bebida é igualmente rica em frutose, que vira energia nas quantidades ideais. Por ser fonte natural de carboidratos e compostos bioativos, o suco de uva é um aliado tanto antes quanto depois dos exercícios. “A gente costuma dizer que ele é um ótimo pré e pós-treino. Um pré-treino porque faz uma oferta de carboidrato e de polifenóis. E no pós-treino porque além de repor o carboidrato, ainda repõe esses polifenóis que são importantes anti-inflamatórios”, explica. Para ela, tais fatores deveriam ser mais bem explorados para a comunidade consumidora. “É preciso vincular o consumo do suco a práticas esportivas, à alimentação natural, à prevenção de doenças, à importância do equilíbrio da microbiota intestinal, isso é fundamental, por exemplo, para pensarmos em crianças saudáveis”, diz.

Isso também porque outro diferencial do suco está em sua versatilidade. Ao contrário das bebidas alcoólicas derivadas da uva, como o vinho, o suco integral pode ser consumido por pessoas de todas as idades. “Temos estudos com crianças, adolescentes, adultos e idosos mostrando que, para todas as idades, o hábito de consumir suco de uva melhora o desempenho, melhora os parâmetros de inflamação e melhora o colesterol”, ressalta. Embora o consumo da bebida possa integrar hábitos saudáveis, a especialista lembra que seus benefícios estão associados a um contexto mais amplo de qualidade de vida. “O suco é um elemento importantíssimo, mas a gente tem muito do estilo de vida que envolve prática de exercício físico, convivência com as pessoas, bem-estar social e descanso. São vários fatores que acabam ajudando”, reforça.

A recomendação geral de consumo é de cerca de 200 mililitros por dia para crianças e até 400 mililitros para adultos, sempre considerando a orientação de profissionais de saúde e a composição geral da dieta. Para Caroline, aliás, o fato de envolver e beneficiar toda família é um dos motivos para incluir o suco na dieta alimentar. Junto a esse, ela aponta o fato de a bebida ser uma grande aliada à saúde humana e estar ligada à prevenção de doenças. Essencial, portanto, a quem busca bem-estar e qualidade de vida.

VIII – Festival Igarapé Sabor – Mestras e seus Temperos

O Festival Igarapé Sabor, se tornou-se um dos mais importantes movimentos de valorização da gastronomia raiz em Minas Gerais.

O projeto nasceu do desejo das Mestras da Culinária de Igarapé de consolidar um evento fundamentado nos princípios da associação, criada em 2012, dando continuidade às tradições gastronômicas do município e fortalecendo os saberes da cozinha mineira.

Em 2026, o festival chega à sua 8ª edição, marcando uma trajetória construída com dedicação, resistência e amor pela cultura alimentar. Embora o evento tenha tido uma pausa em 2020 e 2021, devido às restrições da pandemia, o sonho permaneceu vivo e foi retomado com grande sucesso a partir de 2022, fortalecendo ainda mais o movimento até os dias atuais.

Ao longo dessa caminhada, o Festival Igarapé Sabor conquistou notoriedade e reconhecimento, recebendo premiações desde sua primeira edição e alcançando destaque internacional, inclusive junto à ONU. O projeto também se tornou um espaço de valorização e revelação de novas gerações de Mestras e Mestres da culinária igarapeense.

Dentro do circuito gastronômico do festival, nasceram iniciativas que hoje fazem parte da identidade do evento, como a “Alameda das Mestras”, espaço dedicado à comercialização dos pratos principais de cada edição, e a já tradicional “Praça das Quitandas”, que resgata a riqueza das quitandas e quitutes mineiros, revelando novos talentos da cozinha local.

Ao celebrar seus 10 anos, o Festival Igarapé Sabor reafirma sua trajetória de sucesso como um dos maiores festivais de culinária raiz de Minas Gerais, preservando tradições, saberes e sabores da nossa cozinha. O evento se destaca pela autenticidade dos pratos, preparados de forma artesanal, valorizando ingredientes naturais e receitas que carregam a essência da cultura mineira.

No segundo dia do festival, sexta-feira, 10/07, o Festival iniciará às 15h, com a abertura da Alameda das Mestras e Praça das Quitandas, e teremos atividades no palco cultural a partir das 16h30mim. (O circuito de barracas já terá a comercialização de bebidas e porções). A programação oficial, pode ser conferida em breve nas redes sociais do @igarapesabor e @prefeituradeigarape. A abertura das barracas foi pensando no público local e visitantes, buscando atender uma demanda de outras edições.

Em 2026, as barracas apresentam com destaque o prato principal, além de diversas porções, bebidas, doces e sobremesas. Destacamos a participação das Mestras vitalícias do festival, além da nova geração de Mestres e Mestras.

Evento: VIII – Festival Igarapé Sabor – Mestras e seus Temperos – 2026.

Local: Praça Miguel Henriques da Silva (Praça da Matriz) Igarapé – MG.

Período: 09 a 12 de julho de 2026 (de quinta-feira a domingo).

Horário:

  • 18h às 23h30mim (quinta)
  • 15h às 23h30mim (sexta-feira)
  • 8h às 23h30mim (sábado)
  • 8h às 18h (domingo)

Foto: Wesley Alves

AquaMais lança a maior praia artificial de Minas Gerais

Obra estrutural do espaço foi concluída após 24 horas ininterruptas de concretagem e já se prepara para receber acabamentos. Inauguração do parque aquático está prevista para o início de 2027

Minas Gerais tem uma nova praia para chamar de sua. O balneário artificial com ondas foi projetado para ser o maior do estado, com mais de 7,5 mil m² de espelho d’água e uma faixa de areia de 3,5 mil m², conectada a um icônico calçadão inspirado em Copacabana (Rio de Janeiro). A estrutura integra o complexo do AquaMais, parque aquático de aproximadamente 19 hectares, que está sendo construído na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A conclusão da fundação da praia artificial é mais um marco importante da obra do complexo de lazer aquático e uma das fases mais emblemáticas do empreendimento. A etapa foi finalizada com a dedicação de mais de 150 profissionais e após 24 horas ininterruptas de concretagem, consolidando o avanço do projeto, considerado um dos mais completos e ousados em seu segmento no Brasil.

A estrutura recém-lançada impressiona pelos números. Serão 19,7 mil m² dedicados à experiência praiana. A areia, similar à de praias naturais, foi selecionada para proporcionar toque macio e confortável, baixa retenção de calor, excelente drenagem, granulometria uniforme e visual claro e sofisticado. O ambiente contará também com coqueiros distribuídos ao redor da praia, criando uma atmosfera tropical com características de resort, valorizando o paisagismo e proporcionando sombra natural, conforto e cenários ideais para contemplação e registros fotográficos.

Para agregar ainda mais valor à experiência do público, está sendo construída uma área de alimentação e convivência, de frente para a praia, com mais de 5 mil m² e operações de diversos segmentos, além de outras 12 piscinas e 18 toboáguas distribuídos em diferentes áreas do parque.

“A conclusão da fundação da praia representa muito mais do que uma etapa da obra. É o momento em que um sonho começa a ganhar forma diante dos olhos das pessoas. Foram meses de planejamento, estudos e preparação para chegarmos até aqui, sempre respeitando os mais altos padrões de engenharia, qualidade e sustentabilidade”, afirma Bernardo de Castro, sócio-fundador e idealizador do AquaMais.

Como símbolo dessa nova etapa, o AquaMais realizou a pintura da praia artificial ainda durante a execução da obra, para trazer cor e traduzir a expectativa para a inauguração do projeto. “Diferentemente do que costuma ocorrer em empreendimentos semelhantes, onde essa intervenção é feita apenas próximo à inauguração, optamos por antecipar o processo para que visitantes, investidores e futuros frequentadores já possam visualizar a grandiosidade do complexo e sentir a atmosfera praiana que está sendo construída”, conclui Bernardo de Castro.

Um pedaço do Rio de Janeiro em Minas Gerais
O AquaMais tem o desafio de se tornar o melhor parque aquático de Minas Gerais, combinando entretenimento, infraestrutura, comodidade, soluções sustentáveis e, futuramente, um modelo de hospedagem similar ao de grandes resorts urbanos já consolidados no país. Um dos diferenciais do projeto é a inspiração nas belezas naturais e arquitetônicas do Rio de Janeiro, destino “queridinho dos mineiros”.

A partir do avanço do complexo de praia artificial, o empreendimento iniciará a construção da réplica do calçadão de Copacabana. O espaço de 2 mil m² será construído em pedra portuguesa, que, além da estética sofisticada e atemporal, oferece alta durabilidade, resistência ao grande fluxo de visitantes e integração harmoniosa com toda a composição paisagística da área.

Outro espaço instagramável- que já é realidade no empreendimento e remete ao clima carioca- é o imponente Cristo Redentor. A escultura, projetada pelo artista Markus Moura — criador do maior Cristo Redentor do mundo, em Encantado (RS) — chama a atenção pela delicadeza do traço e pela riqueza de detalhes. A estrutura, que já foi concluída, tem cerca de 25 metros de altura, pesa cerca de 80 toneladas e funcionará como um mirante para fotos, com vista privilegiada de todo o empreendimento.

Segundo Clinger Carlos, sócio-fundador do AquaMais, a construção do projeto está alinhada ao cronograma inicial e às orientações dos órgãos governamentais, seguindo os mais altos padrões do setor. “Estamos empenhados em transformar o AquaMais em um complexo completo e moderno, e uma referência em turismo e lazer aquático no Brasil. Nossa expectativa é abrir as portas do empreendimento para os sócios no início de 2027”, afirma.

Os interessados em saber mais sobre o parque devem acessar o perfil do AquaMais no Instagram (@aquamaisoficial).

“Férias sem tela” no Festival de Inverno de Sabará 2026

“Férias sem tela, a história contada ao vivo” é o festival que tem como propósito democratizar o acesso à cultura, descentralizando as atividades e levando apresentações para além do centro histórico. A programação transforma praças, quintais e espaços comunitários em palcos a céu aberto, fortalecendo o encontro entre artistas e comunidade.

Denise Lopes, atriz e professora de artes cênicas, ministra a oficina de circo entre os dias 13 e 17, direcionadas a atender todos os públicos com idade a partir dos 8 anos e será ministrada na sede da Associação de Moradores e Amigos do bairro Pompéu de Sabará/MG – AMAP, localizada no bairro Pompéu, em Sabará.

Com entrada gratuita, o evento é uma celebração entre o teatro, o patrimônio e a convivência para as famílias neste período de férias escolares.

A Programação

No domingo, dia 12, às 16h, tem o grupo Vinci Teatro Inventivo, com o espetáculo “Lá no Quintal” no quintal aberto do Rancho da Cultura, no bairro Pompéu.

Entre os dias 13 e 17 de julho, acontece uma oficina de circo, ministrada por Denise Lopes. As inscrições acontecem até o dia 10 de julho, pelo formulário, link na bio do Instagram @festivaldeinvernosabara. É só preencher e aguardar a confirmação via whatsapp.

No dia 17 de julho (feriado), a cidade recebe pela primeira vez a Rua de Brincar com o grupo Atrás do Pano, na Praça do Barão, das 15 às 18h.

As 18h30, a Cia Sobrilá apresenta no largo da Igreja Nossa Senhora do Carmo, o espetáculo Morte e Vida Severina (Experimento), na V Mostra de Teatro dos Alunos. E, logo em seguida um cortejo cênico até a Praça do Barão.

E no domingo, 19 de julho, fechando a programação, às 16h, Grupo Yepocá, de Belo Horizonte, apresenta o espetáculo “O papel roxo da maçã”, no Adro da centenária capela de Santo Antônio, no bairro Pompéu.

Desde 2019, o evento tem sido um marco na formação de público, levando dezenas de apresentações de teatro, circo e música de grandes grupos aos bairros da cidade e cultura para todos. O evento visa descentralizar a disseminação da cultura na cidade com programação nos bairros fora do centro histórico. “A expectativa é sempre ampliar o acesso à cultura, fundamental para a transformação social e desenvolvimento pessoal, para todos os expectadores”, fala Jorge Luís Costa, produtor do evento.

“Acreditamos que a cultura é uma importante ferramenta de transformação social, capaz de fortalecer vínculos, valorizar a identidade local e ampliar oportunidades para crianças, jovens e famílias. Ao apoiar o Festival de Inverno de Sabará, contribuímos para que a arte esteja cada vez mais próxima das pessoas, promovendo convivência, aprendizado e lazer nas comunidades”, destaca Maria Letícia Corrêa, Supervisora de Projetos, investimento Social e Legado do Instituto AngloGold Ashanti.

O festival inverte o fluxo tradicional da cultura: em vez de fazer o público se deslocar até o centro histórico, a arte assume o papel de ir até os bairros. É uma programação 100% gratuita pensada para democratizar o acesso e mostrar que todo canto da cidade é território de cultura.

Acessibilidade e Lazer Familiar

O Festival destaca-se pelo compromisso com a inclusão. A programação artística contará com intérprete de libras e locução acessível. Além disso, a estrutura inclui banheiro PNE e monitores para o atendimento a autistas na Rua de Brincar, além de cadeiras reservadas para idosos e mães com crianças de colo ou lactantes nas apresentações de teatro.

Cultura e Tradição

O projeto é da JH Eventos para a lei federal de incentivo à cultura, com patrocínio da AngloGold Ashanti por meio da Lei Rouanet – PRONAC 2510655. Conta com o apoio do Restaurante Ouro Verde, do Rancho da Cultura, AMAP e da Prefeitura Municipal de Sabará. O evento é uma realização da JH Eventos, do Ministério da Cultura.

Serviço:

Festival de Inverno de Sabará 2026

Local: Sabará – MG

12 a 19 de julho 2026

Confira os locais das apresentações pelo Instagram @festivaldeinvernosabara

Entrada gratuita, sem necessidade de retirada de ingressos.

Foto: Ionara Oliveira