Tiago Iorc emociona Belo Horizonte com show na Arena Hall

Portal Cenário Minas fará a cobertura do espetáculo no dia 8 de agosto

O cantor e compositor Tiago Iorc se apresenta em Belo Horizonte no próximo 8 de agosto, na Arena Hall, em um show que promete reunir sucessos que marcaram sua trajetória e canções de seus trabalhos mais recentes. Conhecido por sua voz marcante, letras sensíveis e apresentações envolventes, o artista retorna à capital mineira para uma noite especial de música e emoção.

No repertório, o público poderá conferir grandes sucessos como Amei Te Ver, Coisa Linda, Tangerina e outras músicas que conquistaram fãs em todo o Brasil. Com uma produção cuidadosamente elaborada e uma performance intimista, Tiago Iorc deve proporcionar uma experiência única aos espectadores, reforçando sua conexão com o público mineiro.

O Portal Cenário Minas realizará a cobertura completa do evento, trazendo os principais momentos da apresentação, registros fotográficos, bastidores e entrevistas exclusivas. Acompanhe nosso portal e as redes sociais para conferir todos os detalhes de uma das apresentações mais aguardadas da agenda cultural de Belo Horizonte.

Movimento Confiança reúne empreendedores na Barra

Evento reúne empreendedores na Barra da Tijuca para uma tarde de conexões, estratégia e desenvolvimento pessoal

O Movimento Confiança para Empreender e Crescer, idealizado por Paula Vanessa e Rodrigo Guedes, segue ampliando sua atuação e fortalecendo uma comunidade que já impacta homens e mulheres em diferentes países. Com o propósito de incentivar o desenvolvimento humano e empresarial, a iniciativa realiza, no próximo 13 de julho, mais um encontro voltado a quem deseja evoluir nos negócios e na vida.

O evento acontecerá às 14h, no sofisticado Empreendimento RIIO By Piero Lissoni, da Tegra, localizado na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O espaço foi escolhido para proporcionar uma experiência diferenciada, favorecendo conexões estratégicas, troca de conhecimentos e inspiração entre empreendedores, empresários e profissionais de diversas áreas.

Mais do que um encontro de networking, o Movimento Confiança para Empreender e Crescer propõe uma imersão em temas essenciais para quem busca prosperidade sustentável. Entre os pilares da iniciativa estão o fortalecimento da mentalidade empreendedora, a ampliação da visão estratégica, o desenvolvimento de relacionamentos de valor e o estímulo à confiança como elemento fundamental para alcançar resultados consistentes.

Segundo os organizadores, o objetivo é criar um ambiente acolhedor e inspirador, onde os participantes possam compartilhar experiências, aprender com diferentes trajetórias e estabelecer conexões capazes de gerar novas oportunidades de negócios e crescimento.

Em um cenário cada vez mais competitivo, iniciativas que unem conhecimento, relacionamento e desenvolvimento pessoal tornam-se diferenciais para quem deseja construir uma carreira sólida e empreender com propósito.

O encontro reforça a missão do Movimento: mostrar que a confiança é o ponto de partida para transformar desafios em oportunidades e impulsionar pessoas rumo a novos patamares de realização profissional e pessoal.

Serviço

Evento: Movimento Confiança para Empreender e Crescer
Data: 13 de julho
Horário: 14h
Local: Empreendimento RIIO By Piero Lissoni, da Tegra – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

 JH Motos promove manhã especial para motociclistas

Evento gratuito acontece neste sábado, na Praça da Bandeira, e promete reunir apaixonados pelo universo das duas rodas em uma programação especial.

Os amantes do motociclismo têm encontro marcado neste sábado, 11 de julho, na Praça da Bandeira. A JH Motos promove mais uma edição do tradicional Café da Manhã JH, evento gratuito que já se consolidou como um dos principais pontos de encontro da comunidade motociclista do Rio de Janeiro. A programação acontece das 9h às 12h, na sede da empresa, localizada na Rua Ceará, 115.

Muito mais do que um café da manhã, o evento foi pensado para fortalecer o relacionamento entre clientes, motociclistas, motogrupos, fabricantes e parceiros do setor. Durante toda a manhã, os participantes poderão aproveitar um ambiente de confraternização, música com DJ, promoções exclusivas, distribuição de brindes, sorteios e diversas ativações promovidas por grandes marcas do segmento.

A expectativa da organização é receber centenas de visitantes, reforçando o sucesso das edições anteriores e consolidando o Café da Manhã JH como uma tradição entre os apaixonados por motocicletas. Além de fomentar a cultura motociclística, o encontro também movimenta o comércio local e fortalece as conexões entre consumidores e empresas especializadas no mercado de duas rodas.

Outro destaque desta edição será a produção de conteúdo audiovisual durante o evento, com entrevistas, participação de influenciadores e representantes de motogrupos, ampliando a visibilidade das marcas parceiras e registrando momentos de integração entre o público presente.

Reconhecida como referência em pneus, peças, acessórios e serviços para motocicletas, a JH Motos investe continuamente em ações que vão além da comercialização de produtos. Os cafés da manhã temáticos realizados ao longo do ano reforçam o compromisso da empresa em criar experiências que unem entretenimento, informação, segurança e relacionamento com seus clientes.

Serviço

Evento: Café da Manhã JH Motos
Data: 11 de julho de 2026 (sábado)
Horário: 9h às 12h
Local: Rua Ceará, 115 – Praça da Bandeira – Rio de Janeiro
Entrada: Gratuita

Alessandra Oliveira confirma presença na 4ª FLIP

A escritora Alessandra Oliveira está confirmada na 4ª FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty, um dos mais importantes eventos literários do país. Durante a programação, a autora participará de uma roda de conversa, realizará o lançamento do livro infantil Sapolino e integrará o lançamento da coletânea Vertigens, da Editora Vinca Literária.

No dia 24 de julho, às 14h, Alessandra estará na Casa Gueto participando da roda de conversa “Como nasce um livro para crianças? Imaginação, palavra e criação na literatura para as infâncias”, ao lado de Clara Haddad (Tellos), Luh Andrade (Polifonia), Mila Bertolini (Vinca) e Marcelo Aceti (Lira). O encontro abordará os desafios e os processos criativos envolvidos na produção de obras voltadas ao público infantil.

Ainda no dia 24, às 16h, também na Casa Gueto, a escritora lançará Sapolino, obra que celebra a imaginação e desperta o encantamento dos pequenos leitores.

Já no dia 25 de julho, às 17h, Alessandra participa do lançamento da coletânea Vertigens, reunindo-se a outros autores em uma obra que evidencia a força da escrita coletiva e a diversidade de narrativas contemporâneas.

Reconhecida por promover o encontro entre autores, leitores, editoras e profissionais do mercado editorial, a FLIP transforma Paraty em um dos principais polos da literatura brasileira. A participação de Alessandra Oliveira reforça sua atuação no cenário literário nacional e marca um momento importante em sua trajetória como escritora, ampliando sua presença em um dos eventos culturais mais prestigiados do Brasil.

Evento Glow Up discute relações e desenvolvimento humano

Evento idealizado por Marcela Amaral reúne especialistas para um debate atual sobre comportamento, conexões e os desafios da convivência entre homens e mulheres.

Em um cenário em que as relações interpessoais passam por constantes transformações, discutir comportamento, comunicação e desenvolvimento humano tornou-se mais do que uma necessidade: é um caminho para construir conexões mais saudáveis e uma sociedade mais equilibrada.

É com essa proposta que acontece, no dia 29 de agosto, o Glow Up by Marcela Amaral, em parceria com o GMEC – Grupo de Mentores Empresarial Club. O evento será realizado na Dimension Office, na Avenida Abelardo Bueno, nº 1, Barra da Tijuca (Lagoa 1 – Subsolo), reunindo profissionais de diferentes áreas para um dia de conhecimento, networking e troca de experiências.

Com o tema “Homens e Mulheres: O que está acontecendo?”, o encontro pretende promover uma reflexão sobre as mudanças nas relações contemporâneas, abordando questões que impactam diretamente a vida pessoal, profissional e emocional. O objetivo é incentivar um diálogo construtivo, trazendo diferentes perspectivas e estimulando novas formas de compreender os desafios da atualidade.

Ao longo da programação, especialistas compartilharão suas experiências e conhecimentos, proporcionando aos participantes uma oportunidade de ampliar a visão sobre liderança, inteligência emocional, desenvolvimento humano e comunicação. A diversidade dos convidados reforça a proposta do evento de integrar diferentes olhares sobre um mesmo tema, enriquecendo o debate e fortalecendo o aprendizado coletivo.

Mais do que um ciclo de palestras, o Glow Up se apresenta como um espaço para a construção de conexões genuínas. Empreendedores, profissionais liberais, empresários e pessoas interessadas em crescimento pessoal encontrarão um ambiente favorável para networking, troca de ideias e fortalecimento de relacionamentos profissionais.

A iniciativa também evidencia a importância da educação continuada e do desenvolvimento humano como ferramentas de transformação. Em um mundo marcado por mudanças rápidas, compreender o comportamento das pessoas e aprimorar a comunicação tornou-se um diferencial tanto para a vida quanto para os negócios.

Com uma proposta inovadora e uma identidade voltada à inspiração, o Glow Up promete proporcionar aos participantes um dia de aprendizado, reflexões e conexões capazes de gerar impactos positivos muito além do evento.

Serviço

Evento: Glow Up by Marcela Amaral
Tema: Homens e Mulheres: O que está acontecendo?
Data: 29 de agosto de 2026
Horário: 9h às 17h
Local: Dimension Office – Avenida Abelardo Bueno, nº 1, Barra da Tijuca (Lagoa 1 – Subsolo)

Revista Cenário Rio acompanha iniciativas que promovem conhecimento, desenvolvimento humano e empreendedorismo, valorizando eventos que incentivam o diálogo, a inovação e a construção de conexões que transformam pessoas e negócios.

Joyce Ribeiro em São Gonçalo do Sapucaí

Foto: Joyce Ribeiro por Paulo libanio

Em 2020, Joyce Ribeiro estendeu uma faixa em uma rua de São Gonçalo do Sapucaí com a frase: “Pensar nela, em oposição a pensar em não pensar nela”. A ação aconteceu na Vila de Fátima, bairro onde a artista nasceu e viveu por 28 anos. Naquele período, Joyce caminhava pela cidade e anotava memórias que surgiam durante o trajeto. No dia seguinte, costurava essas lembranças com ficção, escrita e novas imagens do território.

A frase da faixa, hoje uma das obras que integram a exposição Rio Que Grita, marcou também uma decisão: olhar novamente para a cidade de origem e transformar esse retorno em pesquisa artística. A mostra terá abertura no dia 11 de julho de 2026, das 10h às 13h, em São Gonçalo do Sapucaí, no Sul de Minas Gerais, com programação até 9 de agosto.

A exposição reúne fotografia, vídeo, objeto, cerâmica, escrita, contação de histórias e ações urbanas. As obras estarão espalhadas por diferentes pontos da cidade, com oficinas, roda de conversa, ativações de percurso e distribuição gratuita de mapas interativos. A mostra nasce do Projeto Bageira, pesquisa desenvolvida por Joyce ao longo dos últimos seis anos sobre os modos de relação, ação e convívio no interior.

Artista, educadora e historiadora, Joyce apresenta sua primeira exposição individual na cidade natal, após mais de uma década de atuação entre São Paulo e Minas Gerais. Em sua produção, causos caipiras, memórias orais, objetos do cotidiano e histórias locais entram em diálogo com a arte contemporânea. “Não me interessa separar o que é lembrança, invenção ou história, mas compreender como essas dimensões produzem juntas uma forma de conhecimento”, afirma Joyce Ribeiro.

Uma artista entre dois territórios

Joyce Ribeiro abriu seu primeiro ateliê aos 14 anos, em São Gonçalo do Sapucaí, e começou a lecionar aos 17. Aos 28, mudou-se para São Paulo para estudar artes visuais. A passagem pela capital ampliou o contato com instituições, escolas e espaços de formação, mas também mudou a forma como ela passou a olhar para a cidade de origem.

Foto: Acervo pessoal de Joyce Ribeiro

“As estruturas do sistema colonial são construídas para que a gente reconheça o fora como centro, como desenvolvimento, e o peso desse deslocamento atravessa minha produção de forma estrutural. Trata-se de uma mudança de percepção sobre o que é centro, margem e pertencimento”, diz.

Ao retornar para São Gonçalo do Sapucaí, a artista passou a olhar para a cidade com as ferramentas adquiridas no contato com a arte contemporânea, mas também com perguntas que vinham da própria experiência de ter saído, estudado fora e voltado. A pesquisa nasce desse encontro entre formação artística, memória pessoal e vida no interior.

“O interior passa a aparecer como um campo potente de produção de sentido, com seus próprios modos de fazer, narrar e existir, onde a narrativa oral, o causo caipira, se afirmam como forma legítima de construção de conhecimento, memória e imaginação”, afirma.

Enrico Rocha, artista e analista, escreve no texto de apresentação da exposição, que nesse movimento entre a cidade pequena e o maior centro urbano do país, Joyce descobriu que migrar também pode tornar alguém estrangeiro no próprio lugar. Essa estranheza, segundo ele, tornou-se matéria de poesia.

A árvore que virou canoa

FOTO: Acervo pessoal de Joyce Ribeiro

A exposição tem origem simbólica na Bageira, árvore que marcou o imaginário de São Gonçalo do Sapucaí. Localizada na região central da cidade, próxima à igreja matriz, ela foi abatida em 1956, mas continuou presente nas histórias, lembranças e referências dos moradores. No projeto, Joyce fabula um novo destino para essa árvore: ao morrer, ela teria virado canoa para tocar o rio Sapucaí.

“Bageira representa justamente a permanência intangível da história e da memória, ela guarda o imaginário regional de uma comunidade sobre o seu território”, afirma a artista.

Para Joyce, a Bageira funciona como corpo narrativo, imagem de continuidade e método de criação. Assim como a árvore muda de forma sem desaparecer, o projeto propõe transformações entre história e fabulação, território e linguagem, memória e criação artística.

“Nesse sentido, a Bageira não é apenas um elemento do passado, mas um corpo que continua operando no presente como narrativa, como referência e como forma de pertencimento”, diz.

O título da exposição também nasce do território. Sapucaí, palavra de origem tupi-guarani, pode ser traduzida como “rio que grita” ou “rio que canta”, em referência aos sons produzidos pelas cumbucas da árvore sapucaia ao caírem na água. Essa imagem conduz parte da mostra, associando o rio às ideias de movimento, percurso, fronteira e retorno.

O causo como forma de conhecimento

Em Rio Que Grita, Joyce Ribeiro parte dos causos caipiras, mitos, lendas, boatos e histórias de São Gonçalo do Sapucaí para criar aproximações entre arte contemporânea e historiografia. Formada em História pela UEMG e pós-graduada em História, Sociedade e Cultura pela PUC-SP, a artista investiga aquilo que a história oficial muitas vezes não alcança: vivências, afetos, conflitos, crenças, estratégias de sobrevivência e modos de perceber o mundo transmitidos pela oralidade.

“As narrativas presentes nos causos caipiras carregam camadas de experiência que muitas vezes escapam à historiografia oficial. Elas não estão comprometidas com uma linearidade ou com a validação institucional dos fatos, mas com a transmissão de vivências, afetos, tensões e formas de perceber o mundo”, afirma.

Essas histórias, segundo Joyce, revelam formas de existência que sustentam a vida em comunidade: relações de trabalho, conflitos, violências silenciosas, estratégias de sobrevivência, crenças e imaginários.

FOTO: Acervo pessoal de Joyce Ribeiro

“Me interessa construir pontes não para traduzir essas narrativas ao modelo oficial, mas para tensioná-lo, reconhecendo nos causos caipiras uma forma legítima de produzir história”, diz.

Para o arquiteto, artista visual e diretor do MARP – Museu de Arte de Ribeirão Preto, Nilton Campos, curador da exposição, o trabalho de Joyce se insere em uma discussão própria da arte contemporânea, ao olhar para a realidade, a rotina e os modos de vida que formam uma comunidade. “A arte contemporânea tem, em sua essência, a proposta de discutir a própria realidade e o cotidiano em que vivemos”, afirma.

O curador, destaca que, ao trazer memórias, encontros e histórias contadas pelos próprios participantes, o projeto faz emergir o universo caipira e a memória oral como matéria artística. “Essas histórias também se transformam de acordo com quem as conta. É muito interessante observar tudo isso mesclado”, diz.

A contação de histórias, nesse sentido, vai além do tema. Ela estrutura o modo como as obras existem, circulam e se transformam. Cada relato muda conforme quem conta, onde conta e para quem conta. É nessa variação que Joyce aproxima a oralidade das práticas da arte contemporânea e desloca a ideia de obra como algo fixo ou encerrado em um objeto.

A cidade como parte da obra

Os trabalhos de Rio Que Grita nascem de encontros. No Lago Piscina, antigo local de mineração transformado em parque e marcado por histórias de afogamento, Joyce realizou a ação Profundo, depositando uma boia de mergulho no lago. Moradores que inicialmente estranhavam sua presença passaram a acompanhar o processo, disponibilizaram um barco, ensinaram a artista a remar, ajudaram na gravação e permaneceram no local até o fim da ação.

Em outro trabalho, Joyce fez um trato com o caminhoneiro Reinaldo Massei, conhecido como Sr. Branco. Ele emprestou o para-barro do caminhão para que a artista pintasse a frase “Rio Que Grita” e comprometeu-se a contar, pelas estradas do país, que a frase se refere ao nome da cidade: Sapucaí, “rio que grita” ou “rio que canta”.

“Nesse gesto, a obra deixa de estar restrita ao espaço expositivo e passa a circular pelo mundo através da oralidade. A narrativa se desloca do objeto para o trânsito, do suporte físico para a transmissão oral. O trabalho, nesse sentido, não termina na sua realização: ele se prolonga na fala de outras pessoas, em novos contextos, em possíveis recontagens”, explica Joyce.

Nilton Campos, avalia que um dos pontos centrais de Rio Que Grita é a forma como a exposição ativa a cidade e suas relações. “O que mais me chamou a atenção na exposição, é que a Joyce, ao fazer essa proposição artística, ativa      a própria cidade, fazendo com que os moradores repensem suas origens e      suas referências no espaço urbano”, afirma. Segundo ele, os lugares são importantes, mas a força do projeto está nas pessoas envolvidas. “Os lugares são essenciais neste projeto, são diferentes pontos da cidade ativados pela exposição. No entanto, são as pessoas envolvidas que ela mobiliza e com as quais dialoga em muitos desses espaços, ativando-os de diferentes maneiras.           É bonita a relação que Joyce estabelece com essas pessoas”, diz. Enrico Rocha sintetiza essa dinâmica no texto de apresentação da exposição: “A cidade participa”.

Para Joyce, os trabalhos não chegam prontos aos lugares. Eles se formam também a partir dos vínculos criados durante o processo. “Os trabalhos foram desenvolvidos a partir de tratos e acordos com diferentes pessoas, o que faz com que a obra já aconteça como resultado de uma construção compartilhada. Nesse sentido, a exposição não é apenas um momento de apresentação, mas a continuidade desse processo”.

Arte contemporânea a partir do interior

FOto: Acervo pessoal de Joyce Ribeiro

Ao ocupar diferentes pontos de São Gonçalo do Sapucaí, a exposição responde à concentração dos circuitos culturais nas grandes cidades. A pesquisa parte da experiência de perceber como o acesso à arte contemporânea, às instituições e aos espaços de formação permanece centralizado, produzindo desigualdade de acesso e de legitimidade.

A artista afirma o interior como território de cultura, memória, linguagem e pensamento. O Bageira nasce dessa perspectiva: reconhecer o que já existe no território e criar condições para que essas histórias circulem de outros modos. “Bageira não é sobre levar arte para o interior, mas afirmar que a arte já está lá – e que ela pode ser um espaço de construção de vínculo, de leitura de mundo e de invenção de outras possibilidades de existência que podem interessar a qualquer pessoa, de qualquer lugar”, destaca.

Para Campos, a relação entre obra, cidade e público forma uma das bases da exposição. “É uma simbiose de todos esses elementos. Afinal, a cidade é constituída pelas pessoas, e o trabalho de Joyce promove o reconhecimento de São Gonçalo por sua própria comunidade”, afirma.

O curador também destaca o papel da dúvida dentro do trabalho de Joyce. Ao reunir histórias ligadas à cidade e ficções construídas pela artista, a exposição convida o público a refletir sobre memória, pertencimento e imaginação. “Essa dúvida desempenha um papel muito importante na reflexão das pessoas sobre tudo isso”, diz o curador.

Programação

A exposição Rio Que Grita poderá ser visitada de 11 de julho a 9 de agosto de 2026, em São Gonçalo do Sapucaí, Minas Gerais. Além da exposição, o projeto prevê ações educativas e atividades complementares, entre elas duas oficinas de contação de histórias e cerâmica, uma roda de conversa, quatro ativações de percurso com deslocamento de van e três ativações de percurso a pé. As ações terão classificação livre e previsão de público aproximado de 20 pessoas por atividade.

Também serão produzidos mapas interativos, distribuídos gratuitamente nos espaços expositivos, bibliotecas públicas e escolas, para orientar o público na realização dos percursos.

Sobre Joyce Ribeiro

Joyce Ribeiro é artista, educadora e historiadora. Natural de São Gonçalo do Sapucaí, Minas Gerais, vive e trabalha entre São Paulo e Minas Gerais desde 2014. É formada em História pela UEMG e pós-graduada em História, Sociedade e Cultura pela PUC-SP.

Sua pesquisa investiga a construção do imaginário cultural caipira, as contações de causos de tradição oral e suas relações com a escrita historiográfica. Em seus trabalhos, articula memória, ficção, território, oralidade e arte contemporânea, criando proposições em fotografia, vídeo, objeto, cerâmica, escrita, ação e contação de histórias.

Entre seus trabalhos recentes estão Conversas de Bageira, apresentado na Move Arte, em São Paulo; a residência artística Ouro Preto Inevitável, no Instituto de Arte Contemporânea de Ouro Preto; a exposição Afeiçoar-se, com curadoria de Nilton Campos, no Centro Cultural Correios, no Rio de Janeiro; e participação na POSVERSO — Bienal Internacional de Poesía Experimental da Argentina. Em 2025, recebeu o prêmio do Edital Saberes Gerais, da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, por meio da Fundação de Arte de Ouro Preto, em reconhecimento à sua atuação nas artes visuais.

Editais que estão financiando o projeto:

2026 – Edital de Chamamento Público nº 01/2026 – Seleção de projetos para recebimento de bolsas culturais de promoção, difusão, circulação, residência e intercâmbio cultural com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura – PNAB (Lei nº 14.399/2022) – Governo Federal, Ministério da Cultura Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais e Subsecretaria de Cultura.

2026 – Edital de Chamamento Público nº 002/2026 – Projetos Culturais – Seleção de projetos para firmar termo de execução cultural com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura – PNAB (Lei nº 14.399/2022) – Secretaria de Cultura de São Gonçalo do Sapucaí.

O projeto também conta com o patrocínio da EBM Contábil, empresa com sede em São Gonçalo do Sapucaí.

Serviço Exposição: Rio Que Grita | Projeto: Bageira Artista: Joyce Ribeiro Curador: Nilton Campos Abertura: 11 de julho de 2026 Horário da abertura: 10h às 13h Período: 11 de julho a 9 de agosto de 2026 Local: São Gonçalo do Sapucaí, Minas Gerais   Atividades: exposição, oficinas, roda de conversa, ativações de percurso, mediação cultural e mapas interativos Classificação: livre

André Baran chega embalado ao Sand Series de São Paulo

De volta ao posto de número 1 do ranking nacional e 3 do mundo no beach tennis após a conquista do BT400 de Palmas no último fim de semana, André Baran chega em alta para a disputa do Sand Series de São Paulo. Um dos principais torneios do calendário da modalidade em 2026, o SS terá início nesta quinta-feira, com as finais previstas para domingo. A competição renderá mais de 600 pontos à dupla campeã, além de distribuir premiação em dinheiro de 75 mil dólares.

Confiante após a boa sequência nos últimos torneios, André Baran se vê no melhor momento da temporada e aposta em boa performance para brigar por mais um título. O catarinense é o atual campeão do Sand Series de São Paulo e sonha em terminar a competição novamente no lugar mais alto do pódio.

“Estar aqui em São Paulo para a disputa do Sand Series é sempre muito especial, não à toa é uma das principais etapas do circuito mundial. Estamos no nosso melhor momento da temporada, retomamos a nossa melhor condição técnica e mental e estamos confiantes de que podemos fazer um grande trabalho esta semana. Chegamos com muita confiança e muita vontade de deixar tudo em quadra e brigar por mais um título”, disse o atleta parceiro das marcas Havan, Acto, Loja BT, Heroes”, DaColônia, Aquacoco, Sunrise Homes, Grupo Urca, Unifique, Club Med e Oakley.

Após a disputa do Sand Seris de São Paulo, o calendário internacional da modalidade será retomado no início de agosto com a disputa do BT200 de Ocean City, em Maryland, nos Estados Unidos.

Henrique & Juliano levam turnê “Manifesto Musical” para BH

A dupla Henrique & Juliano desembarca em Belo Horizonte com a turnê Manifesto Musical, prometendo uma noite inesquecível para os fãs da música sertaneja. O espetáculo reúne os maiores sucessos da carreira, além de canções do projeto que dá nome à turnê, em uma produção marcada por tecnologia, emoção e muita interação com o público.

No repertório, não devem faltar hits que conquistaram o Brasil, como Cuida Bem Dela, Liberdade Provisória, Flor e o Beija-Flor, A Maior Saudade e Arranhão, entre outras músicas que marcaram a trajetória da dupla e lideraram as plataformas de streaming.

Reconhecidos como um dos maiores nomes da música sertaneja da atualidade, Henrique & Juliano acumulam bilhões de reproduções nas plataformas digitais e arrastam multidões por onde passam. Em Belo Horizonte, a expectativa é de casa cheia para celebrar uma carreira consolidada pelo talento, pela autenticidade e pela forte conexão com o público.

O Manifesto Musical promete uma experiência completa, reunindo estrutura de alto nível, repertório repleto de sucessos e a energia característica da dupla, em um dos shows mais aguardados do ano na capital mineira.

 

Caloi lança a E-Vibe Lift, no All Mountain elétrico

Modelo chega para mountain bikers que buscam novos desafios, valorizam a adrenalina e querem mais fôlego para explorar trilhas com confiança

Robusta, moderna e pronta para qualquer desafio, a nova Caloi E-Vibe Lift chega nesta quarta-feira (08) ao mercado brasileiro para abrir as portas do universo All Mountain elétrico. Ideal para quem quer dar os primeiros passos nesse segmento, ela entrega performance, resistência e potência nas subidas mais exigentes, tudo isso com um excelente custo-benefício, garantindo tecnologia e diversão sem comprometer a qualidade. Para o lançamento, a marca fará ações exclusivas em algumas lojas selecionadas em todo o Brasil.

Desenvolvida para mountain bikers que buscam mais adrenalina, confiança e desempenho nas trilhas, a novidade reúne características como assistência elétrica de até 45 km/h, motor de 130 N.m de torque, conjunto de suspensões RockShox de 160 mm na dianteira e 150 mm na traseira e autonomia de até 100 km, proporcionada pela bateria integrada de 705 Wh somada à bateria extra de 235 Wh. Tudo isso com preço sugerido de R$ 29.990,00 tornando-se uma das opções de melhor custo-benefício da categoria.

Projetada para um esporte de alto impacto e em constante evolução, a E-Vibe Lift encara terrenos acidentados, lama, descidas técnicas e longas escaladas com confiança. É a escolha certa para quem busca adrenalina, novos desafios e mais fôlego para explorar trilhas sem limites.

Seu ótimo custo-benefício reduz barreiras de entrada no All Mountain elétrico, seja em preço, facilidade de uso ou manutenção, sem abrir mão de desempenho e robustez. Entre seus diferenciais estão a manutenção simplificada, compatibilidade com upgrades futuros e um projeto pensado para acompanhar sua evolução no esporte.

O nome Elite retorna exclusivamente às bicicletas de Cross Country, enquanto o All Mountain passa a contar com uma submarca própria, focada em resistência, força, assistência e alta capacidade de absorção de impactos.

Outros destaques da E‑Vibe Lift
Projetada para terrenos técnicos, a geometria da E‑Vibe Lift entrega equilíbrio entre subidas e descidas íngremes, combinando agressividade, estabilidade e responsividade para um pedal radical e confiante.

A transmissão é assinada pela Shimano, com câmbio Cues U6000 de 11 velocidades e cubos TC-500 Boost. Para encarar descidas longas e íngremes com total controle, a E-Vibe Lift vem equipada com freios hidráulicos Shimano M4100, de quatro pistões, e rotores de 203 mm, garantindo frenagem potente e segura em qualquer situação.

Completam o conjunto as rodas prontas para serviço pesado, com aros Vzan Overland de 30 mm e pneus Goodyear Newton MTF 29×2.5 e MTR 29×2.4, robustos, resistentes e preparados para uso tubeless. A E-Vibe Lift chega em duas opções de cores que traduzem performance e personalidade: Grafite Profundo com preto e Lima Galática com preto.

Para quem busca mais adrenalina, impacto e desafio, a Caloi E-Vibe Lift é a e-bike All Mountain elétrica ideal para entrar na modalidade com confiança, potência e muita diversão.

Fiat comemora 50 anos com IZA e Thiaguinho

Uma história de cinco décadas de paixão, inovação, produção e liderança merece ser celebrada em grande estilo e junto do público que recebeu a Fiat de braços abertos em julho de 1976, viu a marca transformar o país e contribuiu para a sua integração na vida de milhões de brasileiros. A celebração não se limita ao passado. Atualmente, Fiat é a marca automotiva favorita dos brasileiros e a Fiat Strada o carro mais vendido do país, ambos a 5 anos consecutivos.

Por isso, para marcar o aniversário de 50 anos da Fiat do Brasil, o Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, será transformado no palco de uma festa histórica. No dia 21 de julho, um megashow que celebrará sua ligação inseparável com a cultura brasileira de forma muito especial.

Para guiar o público por essa jornada de cinco décadas de história, o consagrado jornalista e apresentador Pedro Bial será o anfitrião oficial da noite. Sob o seu comando, a programação musical foi pensada para refletir a energia e a proximidade da Fiat com os brasileiros. A festa será comandada por Thiaguinho, que trará como convidada especial a cantora Iza para coroar a noite de celebração.

“Celebrar 50 anos da Fiat no Brasil é celebrar também a história de milhares de brasileiros que têm a nossa marca como parte de suas vidas. Não poderíamos comemorar essa data em outro lugar além de Minas Gerais, o estado que acolheu e até hoje segue de mãos dadas com a Fiat. Por isso, queremos celebrar juntos no Fiat Festival 50 anos, no Mineirão. Será uma noite inesquecível, com shows de Thiaguinho e Iza. Os ingressos são gratuitos porque queremos dividir nossa alegria com cada brasileiro que ajuda a construir a história da Fiat como a marca automotiva favorita do Brasil”, reforça Herlander Zola, Presidente da Stellantis para a América do Sul.

Informações sobre os ingressos 

O público esperado para o evento formará um grande encontro entre as pessoas que constroem a marca todos os dias: empregados da fábrica, jornalistas, celebridades e, principalmente, o grande público. A retirada de ingressos gratuitos, mediante a doação de 1kg de alimento não perecível, estará disponível a partir do dia 9 de julho, data que marca oficialmente o dia do aniversário de 50 anos da Fiat no Brasil, via link oficial da plataforma Sympla que estará disponível em breve.

A liderança histórica da Fiat não teria sido construída sem a paixão e a confiança de seus consumidores, que sempre estiveram no centro das decisões da marca. Por isso, os clientes da marca terão um lugar de honra na festa e contarão com um lote de ingressos limitados e exclusivos. Entre os dias 3 e 8 de julho, os clientes interessados devem manifestar interesse pelo WhatsApp da Fiat: (11) 91071-2199 (disponível a partir de 03/julho). Após a validação de elegibilidade no sistema (via informação da placa ou chassi), o proprietário receberá um link exclusivo da plataforma Sympla para garantir sua entrada gratuitamente com a doação de 1kg de alimento não perecível que deverá ser entregue na entrada do evento.

 O legado em Minas Gerais e a exposição histórica 

A escolha do local consagra a profunda relação da Fiat com o estado. Com uma instalação industrial de forma pioneira em Minas Gerais, a marca impulsionou o progresso socioeconômico da região ao longo das últimas cinco décadas. Hoje, o Polo Automotivo em Betim é o coração da engenharia e da inovação da companhia na América do Sul, dando continuidade ao legado de vanguarda construído pela marca.

Além da música, o evento terá uma atração especial para os apaixonados por automóveis. A Esplanada do Mineirão receberá uma grande exposição de modelos da Fiat, conectando o passado glorioso e o presente de sucesso. Os visitantes poderão ver de perto veículos que marcaram época e construíram a história e a liderança de mercado da marca no país.

Serviço e ingressos 

Fiat Festival 50 Anos 

  • Quando: 21 de julho de 2026 (terça-feira)
  • Onde: Estádio Mineirão (Belo Horizonte – MG)
  • Atrações musicais: Thiaguinho e Iza (em breve novas atrações serão divulgadas)
  • Atrações extras: Exposição de modelos clássicos e atuais da Fiat na Esplanada.
  • O evento é destinado a maiores de 16 anos, e a entrada será gratuita mediante a doação de 1kg de alimento não perecível para o projeto Paixão Alimenta. Os ingressos devem ser retirados online via Sympla (lote para clientes de 3 a 8 de julho pelo WhatsApp (11) 91071-2199 (ativo a partir de 03/julho); lote para o grande público a partir de 09 de julho).