Ricardo Bello concede nova entrevista para revista americana

 

Com simpatia e talento, Ricardo Bello, Jornalista e comediante mineiro conquista o público. No Brasil, artistas e autoridades seguem o Revista de Cultura, sua página no Instagram. Nos Estados Unidos, revistas como a Bold Journey magazine e VoyageMia o entrevistaram recentemente.

O sucesso no exterior surgiu como? Bello explica: “Vem de longa data. Quando tive um site, há alguns anos, havia visitantes de outros países. Depois quando passei pela rádio Elo FM, onde apresentei o Revista de Cultura, também tinha ouvintes nos Estados Unidos. O público norte-americano me recebe bem e tento retribuir com um bom trabalho. Concedi nos últimos meses entrevistas exclusivas para revistas americanas e acho isso muito legal. O sucesso acontece naturalmente e só tenho a agradecer”.

Embora esteja longe dos palcos, o público mineiro não esqueceu do talento de Ricardo com o show de stand-up comedy e personagens. “Vejo isso na rua todos os dias. As pessoas comentam sobre o stand-up por onde vou. As vezes a pessoa não sabe o meu nome, mas sabe que faço show de humor. Isso é emocionante. Bom saber que o trabalho marcou positivamente a vida dessas pessoas”, comenta Bello.

Enquanto não recomeça com a série de apresentações em Belo Horizonte e outras cidades, o público pode matar a saudade dos personagens e das imitações que Ricardo Bello faz, como Datena, Nelson Rubens, Ney Latorraca, Silvio Santos e Ricardo Eletro assistindo os vídeos no YouTube.

O humorista e Jornalista também mantém o perfil Revista de Cultura no Instagram e no site revistadecultura.blogspot.com. Ambos atualizados diariamente. Vale a pena conferir.

Senac em Minas leva gastronomia ao Rio de Janeiro

O Senac em Minas, integrante do Sistema Fecomércio MG, participará da Semana da Gastronomia Regional, no Rio de Janeiro, no dia 22 de julho. A iniciativa é organizada pelo Departamento Nacional do Senac e acontecerá no Restaurante-Escola Senac Downtown.

Aberto ao público, o evento reunirá experiências gastronômicas que valorizam a culinária mineira. Nesta edição, o tema central será “Senac em Minas: Há 80 anos, no coração das cozinhas mineiras”.  O conceito criativo inspirado nos 80 anos do Senac em Minas é resultado de um aprofundamento das pesquisas realizadas pelo Programa Primórdios da Cozinha Mineira, que integra a Faculdade Senac de Gastronomia.

Segundo Vani Pedrosa, especialista em Pesquisa Gastronômica do Senac em Minas, a instituição desenvolve com o Programa Primórdios da Cozinha Mineira, um trabalho contínuo de reconhecimento, mapeamento, registro e difusão da diversidade gastronômica no estado.  “Partimos do entendimento de que não existe uma única cozinha mineira, mas diversas cozinhas construídas a partir dos saberes, ingredientes, sistemas produtivos e modos de fazer preservados nos diferentes territórios.”

Cardápio especial 

 

Senac Conape 2026

Aqueles que participarem do evento no Restaurante-Escola Senac Downtown poderão desfrutar de um cardápio especial, criado pelo chef Ronie Peterson Costa, com alguns sabores típicos de Minas, atualizados a partir de novas técnicas gastronômicas.  Também participaram da criação dos pratos, os chefs Roberto Gonçalves Cunha, Gustavo Melo e Moises Gonzaga.

Para começar, será servido pastel de angu com aióli de coentro como Amuse bouche (mini-petisco). Em seguida, serão disponibilizadas quatro opções de entrada: caponata de jiló; mousse de queijo fresco, chutney de goiabada e dedo de moça; salpicão de carne de sol; e queijo da Lúcia, queijo Dona Yaia, requeijão moreno e Goa.

As opções de pratos principais são: tilápia no fubá, galinhada caipira, rabada com agrião, canjiquinha com costelinha, frango com quiabo, barriga de porco com pururuca, fígado com jiló, e linguiça de pernil. Como guarnições terá: tutu bêbado com ovos, macarronada de roça, tropeiro caipira, angu de fubá branco de Barbacena, mexidão, e purê de abóbora tostada.

Para finalizar, serão servidas as sobremesas: rocambole de doce de leite; cocada morena de colherada; doce de abóbora em calda; compota de morango com creme de queijo; canudinho com doce de leite; doce de leite em pedaços; e goiabada cascão com requeijão de raspa.

Aula-show 

Além da apresentação do buffet, os chefs do Senac vão ministrar uma aula-show para os chefs presentes. Os pratos trabalhados terão como principal ingrediente o feijão. Durante o evento, será apresentada a história e a importância dessa leguminosa para Minas Gerais e para o Brasil.  Entre os pratos executados estão humus de Feijão vermelho com torradas de ervas frescas e bolinho de feijão; velouté de feijão branco com carne de lata desfiada e tuille de pequi; e brownie de feijão com arroz com castanhas brasileiras.

“Farewell” une teatro, cinema e música no SESIMINAS

Fruto do Ateliê de Montagem da Escola SENAI de Audiovisual, a peça reúne 22 atores e a Orquestra SESIMINAS em uma narrativa sobre memória e despedida.

A atriz Bárbara Colen e o dramaturgo, diretor e pesquisador teatral Vinícius de Souza assinam a direção de “Farewell”, espetáculo que será apresentado em sessão única no dia 6 de agosto, às 20h, no Teatro SESIMINAS, com entrada gratuita. O trabalho é resultado do Ateliê de Montagem – Entre Teatro e Cinema, da Escola SENAI de Audiovisual, e promove um diálogo íntimo entre o palco e a tela. A produção reúne 22 atores e conta com a participação especial da Orquestra SESIMINAS ao vivo.

A obra marca o encontro entre dois artistas com trajetórias complementares. Reconhecida internacionalmente por atuações em filmes como Aquarius, Bacurau, No Coração do Mundo e Fogaréu, Bárbara Colen traz sua bagagem em preparação de elenco e orientação de processos de atuação para estrear na direção de uma peça teatral. Ao seu lado, Vinícius de Souza, nome de destaque da cena contemporânea de Belo Horizonte com textos encenados no Brasil e no exterior (incluindo trabalhos com o Grupo Galpão), assume também a dramaturgia da montagem.

A partir da fusão dessas duas visões criativas, o espetáculo ganha vida na tela e no palco. A trama de “Farewell” retrata Maria Lúcia do Amparo, uma professora de inglês aposentada que, ao descobrir que tem pouco tempo de vida, faz um último pedido ao filho: assistir a um concerto de orquestra. A partir desse desejo, familiares, amigos, ex-alunos e pessoas que cruzaram sua trajetória são convidados a gravar depoimentos em sua homenagem para serem exibidos durante o concerto.

Em vez de entregar o resultado final da homenagem à professora, a peça foca na construção desses registros. Os bastidores das gravações, as memórias compartilhadas e os encontros entre os personagens revelam diferentes maneiras de lidar com a despedida. Organizado em uma sucessão de quadros, o espetáculo alterna cenas ao vivo e projeções cinematográficas para construir um mosaico de pessoas e histórias que orbitam a protagonista.

A pesquisa sobre a relação entre palco e tela orientou todo o processo de criação. “No espetáculo, o palco e a tela não aparecem como linguagens separadas. Uma interfere constantemente na outra, altera o sentido da outra, às vezes reforça o que está sendo contado, às vezes contradiz. A dramaturgia foi construída já pensando nessa convivência entre teatro e cinema”, explica Vinícius de Souza.

As imagens projetadas sob direção audiovisual de Clarissa Campolina, nome de destaque do cinema mineiro, foram gravadas previamente, mas preservam a espontaneidade de registros cotidianos, como se fossem produzidas pelos próprios personagens. Enquadramentos improvisados, hesitações e pequenos acidentes da filmagem passam a integrar a narrativa, aproximando o cinema da linguagem dos vídeos caseiros.

Para Bárbara Colen, a diversidade do elenco foi determinante para a construção do espetáculo. “O Ateliê reuniu atores de diferentes idades, trajetórias e experiências, e essa diversidade acabou se tornando um elemento importante da dramaturgia. Desde o início, nosso desejo era construir um processo em que cada participante encontrasse seu espaço e pudesse desenvolver suas potencialidades. O espetáculo nasce dessa criação coletiva e desse encontro entre diferentes modos de atuar”, destaca.

A Orquestra SESIMINAS atua como elemento central da narrativa, integrada organicamente à cena para embalar a realização do último desejo da protagonista. Longe de ser apenas um pano de fundo, ela amplia o diálogo entre as linguagens que estruturam o espetáculo.

Embora tenha como ponto de partida a despedida, “Farewell” volta seu olhar para aqueles que permanecem, para os vínculos construídos ao longo da vida e para a forma como as lembranças continuam a existir na memória de quem fica. “Apesar de parecer, à primeira vista, um espetáculo sobre a morte, eu diria que Farewell é, no fundo, um espetáculo sobre a vida, sobre aqueles que permanecem e precisam seguir”, resume o diretor.

Sobre o Ateliê de Montagem

O Ateliê de Montagem – Entre Teatro e Cinema, da Escola SENAI de Audiovisual, é um laboratório de formação artística e criação voltado à investigação das relações entre teatro e cinema. Realizado desde 2025, o projeto reúne artistas em formação e profissionais de referência em um processo coletivo que percorre todas as etapas da construção de um espetáculo, da pesquisa dramatúrgica à apresentação pública.

Mais do que um curso, o Ateliê propõe uma imersão em processos autorais, estimulando a experimentação, o diálogo entre diferentes linguagens e a criação colaborativa. Ao final do percurso, os participantes integram uma obra inédita apresentada ao público, ampliando sua experiência artística e profissional.

Serviço

Espetáculo “Farewell”
Data: 6 de agosto (quinta-feira)
Horário: 20h
Local: Teatro SESIMINAS (Rua Padre Marinho, 60, Santa Efigênia)
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 1h30
Ingressos: Gratuitos, com retirada na bilheteria do Teatro SESIMINAS, no dia da apresentação, a partir das 18h.

Festival de Inverno agita Piedade do Paraopeba

Quem procura uma opção de passeio na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) durante as férias de julho pode aproveitar o Festival de Inverno de Piedade do Paraopeba, em Brumadinho. A programação começa na sexta-feira (24) e segue até domingo (26), Dia dos Avós, com entrada gratuita, gastronomia, música ao vivo e atrações para toda a família, em frente à histórica Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade.

Durante os três dias, moradores e visitantes poderão conhecer pratos preparados por expositores convidados, experimentar vinhos e cervejas artesanais e acompanhar apresentações musicais. O espaço também contará com área destinada às crianças e ambiente pet friendly.

Realizado em um dos distritos históricos de Brumadinho, o festival integra uma proposta de valorização da gastronomia regional e dos pequenos empreendedores. A expectativa é de que a programação reúna milhares de pessoas e contribua para movimentar o comércio, fortalecer o turismo e ampliar a economia criativa na região.

De acordo com a organização, o Festival de Inverno foi pensado para fortalecer a economia local a partir do que Piedade do Paraopeba tem de mais valioso: seus produtores, comerciantes, empreendedores e artistas. Cada visitante que escolhe passar o fim de semana no distrito movimenta bares, restaurantes, pousadas, o comércio e os pequenos negócios da comunidade. É um evento que gera oportunidades, incentiva o turismo e valoriza a identidade cultural da região.

Além da gastronomia e da programação cultural, o público terá a oportunidade de conhecer um dos distritos mais tradicionais de Brumadinho, reconhecido pelo patrimônio histórico, pela arquitetura colonial de imóveis como a Igreja Matriz, a Casa de Cacos, o Casario histórico de Piedade do Paraopeba e na região, o Instituto Inhotim.

Serviço

Festival de Inverno de Piedade do Paraopeba
Data: 24 a 26 de julho, de sexta-feira a domingo.
Horários: Sexta de 17h às 22h; Sábado de 12h às 22h e Domingo de 10h às 18h).
Local: Praça da Matriz
Entrada: Gratuita
Apoio: Prefeitura de Piedade do Paraopeba e Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG).

Dino Fonseca se apresenta no Shopping do Avião

No dia 31 de julho o cantor Dino Fonseca se apresenta no Shopping do Avião em Contagem comandando o maior show de flashbacks do Brasil. O artista traz ao público um repertório repleto de grandes sucessos que marcaram época e que foram consagrados em suas gravações de artistas como Bon Jovi, Elvis Presley, Rod Stewart, Scorpions, Queen, Roxette, Beatles entre outros, proporcionando uma verdadeira viagem musical cheia de nostalgia e emoção.

Depois de conquistar milhares de pessoas pelo Brasil com noites inesquecíveis, é hora de Contagem viver uma experiência com o show especial do Dino, com os maiores clássicos do rock em versões únicas e uma energia surreal do começo ao fim.

A abertura contará com o show de Arthur Rodrigues, cantor natural de Governador Valadares que desde muito novo se dedica a música. Em 2018 participou do The Voice Kids com um grande destaque, sendo escolhido pelo artista Carlinhos Brown para se juntar ao time. O repertório é composto por clássicos internacionais de artistas como Elvis Presley, Dire Straits, Pearl Jam, Stevie Wonder, Cyndi Lauper, Roy Orbison e Bob Dylan, além de grandes sucessos do country americano, com nomes como Alan Jackson e Josh Turner.

Os ingressos estão no lote final, à venda pelo site Balada Pop a partir de R$110,00.

Sobre Dino Fonseca

Dino começou sua carreira em 2006, quando encantou a plateia com seu primeiro show na escola. Esse momento não apenas revelou seu talento, mas também acendeu a chama de uma promissora trajetória na música. Em 2007 entrou para a banda Killer Klowns. No ano seguinte, gravou seu primeiro disco, que não apenas marcou seu ingresso formal no mundo fonográfico, como também estabeleceu as bases para uma carreira repleta de realizações musicais.

2014 marca o início da carreira solo, com a gravação do primeiro “Acoustic Sessions”, que teve continuidade em 2015, com o lançamento do Volume II. Durante os anos de 2016 a 2020, Dino dedicou-se à celebração da música nos palcos de casamentos e casas de shows. Em 2022, atingiu o ápice de sua carreira ao gravar o “Acoustic Sessions Ao Vivo”, trabalho que o consagrou em todo o Brasil e reafirmou sua posição como um dos artistas mais talentosos e queridos da música brasileira contemporânea.

Serviço
Dino Fonseca em Contagem

Data: 31/07, sexta
Horário: 20h
Local: Shopping do Avião
Av. Babita Camargos, 1295, Cidade Industrial, Contagem/MG
Informações: (37) 99869-2595
Ingressos: Lote final – https://baladapp.com.br/evento/dino-fonseca-em-contagem/8969?cod=INSTA
Valor: a partir de R$110,00

Orquestra de Violões faz concertos em Conceição

A Orquestra de Violões de Conceição do Mato Dentro convida o público para uma série de apresentações gratuitas que acontecerão nas próximas semanas. O primeiro concerto será realizado no domingo, 26 de julho, às 11h, no Cine Teatro Professor João Lima, marcando mais uma etapa do trabalho desenvolvido pelo projeto, que vem transformando a vida de crianças, adolescentes, jovens e adultos por meio da educação musical.

Idealizada e coordenada pelo professor e regente Caxi Rajão, a Orquestra de Violões consolidou-se como uma importante iniciativa de formação artística no município, oferecendo aulas gratuitas de violão e prática em conjunto, além de incentivar o desenvolvimento técnico, cultural e humano de seus participantes.

O concerto reunirá os alunos da Orquestra em um repertório preparado ao longo dos últimos meses. Além de evidenciar a evolução musical dos estudantes, a apresentação celebra o compromisso do projeto com a democratização do acesso à cultura e com a valorização da música instrumental brasileira.

Para o professor e regente Caxi Rajão, cada apresentação representa muito mais do que um resultado artístico.

“Cada aluno que sobe ao palco carrega uma história de dedicação, aprendizado e superação. Nosso maior objetivo é formar pessoas por meio da música, despertando talentos, fortalecendo a autoestima e criando oportunidades para que a cultura faça parte da vida de cada um. Convidamos toda a população para prestigiar esse momento tão especial.”

As apresentações serão uma oportunidade para que o público conheça de perto o trabalho realizado pela Orquestra de Violões e acompanhe o desenvolvimento dos alunos que, por meio da música, constroem novas perspectivas para o futuro.

O projeto reafirma seu compromisso com a formação musical, a valorização da cultura local e a ampliação do acesso gratuito à arte, contribuindo para o fortalecimento da identidade cultural de Conceição do Mato Dentro.

Sobre a Orquestra de Violões

A Orquestra de Violões de Conceição do Mato Dentro é um projeto de formação musical idealizado e coordenado pelo professor e regente Caxi Rajão. A iniciativa oferece ensino gratuito de violão e prática musical em conjunto, promovendo a inclusão social por meio da música, incentivando o surgimento de novos talentos e ampliando o acesso da população às atividades culturais. O projeto fortalece a tradição musical do município e contribui para a formação artística e cidadã de seus participantes.

Apresentações da Orquestra de Violões de Conceição do Mato Dentro

26 de julho de 2026 (domingo) – 11h
Cine Teatro Professor João Lima
Rua Daniel de Carvalho, nº 202, Centro, Conceição do Mato Dentro (MG)

2 de agosto de 2026 (domingo) – 9h30
Teatro de Arena do Tabuleiro
Conceição do Mato Dentro (MG)

15 de agosto de 2026 (sábado) – 20h
Distrito de Córregos
Conceição do Mato Dentro (MG)

Entrada gratuita.

Rango de Rua e Festival de Circo ocupam praça

A Praça Duque de Caxias, no bairro Santa Tereza, recebe no dia 1º de agosto, sábado, uma nova edição do projeto Rango de Rua, realizada em parceria com o 24º Festival Mundial de Circo. Das 11h às 22h, o evento gratuito reúne gastronomia de rua, apresentações circenses, programação musical e sessões de cinema. A classificação é livre.

Criado em Varginha, o Rango de Rua estreou em Belo Horizonte em 2025, quando se uniu ao Festival Rolé para realizar o Rango y Rolé, também em Santa Tereza. Agora, retorna à capital mineira tendo um novo parceiro de peso.

“Desde a primeira edição, o Rango de Rua sempre abriu espaço para atrações circenses. Existe uma afinidade muito profunda entre o circo e a proposta do festival. Ambos nasceram da ocupação dos espaços públicos, da surpresa e do encontro entre pessoas. Nesta edição, essa relação amadureceu. O Festival Mundial de Circo deixa de ser apenas uma atração convidada e passa a ocupar um papel central na identidade artística do evento”, afirma Diego Rezende, um dos idealizadores do Rango de Rua.

“O Festival Mundial de Circo é uma das grandes referências mineiras e nacionais, tanto do circo contemporâneo quanto do tradicional. Para um festival como o Rango de Rua, que nasce principalmente da música e da gastronomia, receber o circo com essa qualidade, com uma programação internacional, carinhosa e voltada para todas as idades, é uma alegria enorme”, afirma Leonardo Beltrão, outro nome à frente do Rango de Rua.

Para integrar as duas programações, a organização repensou a ocupação da praça, a circulação do público e a identidade visual do evento.

Com curadoria de Fernanda Vidigal e Juliana Sevaybricker, o 24º Festival Mundial de Circo ocupará vários espaços da capital de 31 de julho a 16 de agosto. A programação reúne espetáculos nacionais e internacionais, intervenções artísticas, oficinas, vivências circenses, debates e a mostra de filmes Cine Circo, que também terá sessões gratuitas durante o Rango de Rua.

Cardápio popular, diverso e afetivo
A área gastronômica do Rango de Rua terá 11 expositores, além da participação da Vinil, Xeque Mate e Catuçaí do Nandão na área de bebidas. Entre os participantes que estreiam no evento estão Gran Batata, Fino Pizza, Salve Bar, Carimbó e Gamela.

“O Rango de Rua tem como princípio trazer para o festival aquilo que é genuinamente da rua. É uma gastronomia popular, diversa e afetiva, que faz parte da memória das cidades e da vida das pessoas. É o melhor das ruas, novamente colocado na rua, para ser compartilhado”, destaca Leonardo.

O cardápio reunirá opções como pastel, algodão-doce, cachorro-quente, pipoca, espetinho, tropeiro, pizza e pratos da culinária mineira e amazônica. O público também encontrará opções vegetarianas e veganas, como burritos vegetarianos e sanduíches nos quais o hambúrguer ou a linguiça são substituídos por versões preparadas com cogumelos. Os preços variam entre R$ 15 e R$ 45.

“A gastronomia do Rango de Rua nunca quis parecer sofisticada. Ela quis ser verdadeira. É comida pensada para ser comida na rua. Na mão. Em pé. Sentado na guia da calçada. Dividindo a mesa com desconhecidos. Existe uma inspiração nas antigas quermesses, nos mercados populares e na cultura brasileira de ocupar o espaço público através da comida. Mas isso não significa comida simples. Significa comida honesta”, explica Diego.

A maior parte dos expositores já atua em feiras, festivais e trailers de comida de rua. “Eles não estão adaptando um restaurante para o espaço público. Eles pertencem a esse ambiente”, acrescenta. “No fim das contas, a comida é só o pretexto. O que realmente alimenta o festival são os encontros que acontecem ao redor dela”.

Festival Mundial de Circo leva três atrações à praça
A programação artística começa ao meio-dia com o espetáculo VaiqueuVoo, da Cia. Irmãos Sabatino. A montagem parte da história dos aviadores pioneiros da década de 1930 para construir números de acrobacia aérea.

Às 13h30, os palhaços Mulambo e Alfinete apresentam a intervenção Motoclown — Eu Fui!. Em uma pequena moto, a dupla circula pelo espaço e improvisa situações a partir da interação com o público.

Às 15h30, a Mostra FIEC — Festival Interno de Escolas de Circo reúne professores e alunos de escolas de Belo Horizonte. A apresentação combina números de acrobacia, técnicas aéreas, malabarismo, equilibrismo e palhaçaria.

“O circo vem com a curadoria cuidadosa das realizadoras do Festival Mundial de Circo, enquanto a música traduz a efervescência cultural de Belo Horizonte, especialmente das fanfarras, dos blocos e do carnaval dos últimos anos”, resume Leonardo.

Música vai do repertório infantil às fanfarras
As bandas se apresentarão no chão e próximas do público, mantendo a proposta de uma programação essencialmente de rua. “Não existe um palco separando artista e público. A praça inteira é o palco. Em muitos momentos, quem está assistindo também passa a fazer parte do espetáculo. O público deixa de ser espectador e vira personagem da experiência. É essa imprevisibilidade que torna a rua um lugar tão fascinante”, avalia Diego.

Às 14h, entre um espetáculo circense e outro, o Bloquinho, comandado por Irene Bertachini, apresenta um repertório voltado para crianças e adultos, com músicas ligadas à infância e ritmos como ciranda, baião, marchinha, cacuriá, maracatu, afoxé, boi e samba.

Às 17h, a Fantasia FM leva para a praça versões instrumentais de músicas que marcaram diferentes décadas. A fanfarra adapta repertório pop brasileiro e internacional para uma formação com instrumentos de sopro e percussão.

A Orquestra Popular Terno do Binga se apresenta às 18h. O grupo tem como referências as cirandas da Zona da Mata Norte de Pernambuco, as orquestras de frevo de Olinda e os movimentos de fanfarras e grupos percussivos da capital mineira.

A Belina Orkestar encerra a programação musical, das 20h30 às 21h30. Formada por instrumentos de sopro e percussão, a fanfarra apresenta repertório inspirado nas músicas tradicionais dos Bálcãs e dos povos romani do Leste Europeu.

As DJs Aída e Little Sil se apresentam nos intervalos. DJ Aída transita por música brasileira, afrobeats, latinidades, rock, soul e jazz. Little Sil constrói seus sets com brasilidades, clássicos, lançamentos, músicas internacionais e ritmos latino-americanos.

Programação também terá sessões no Cine Santa Tereza
A programação do dia também inclui sessões gratuitas no Cine Santa Tereza, como parte do Cine Circo, mostra organizada pelo 24º Festival Mundial de Circo.

Às 16h30, serão exibidos os curtas-metragens O que ela quiser, de Pri Garcia, e Lacuna, de Rafael Protzner. A sessão será seguida de um bate-papo. Às 19h, o público poderá assistir ao filme Mambembe, dirigido por Fábio Meira.

Evento terá Libras e descrição sonora dos cardápios
A estrutura montada para o Rango de Rua inclui mesas e cadeiras, banheiros, fraldário, atendimento médico e cobertura de tecido para ampliar as áreas de sombra. As crianças poderão utilizar a estrutura de brinquedos já existente na Praça Duque de Caxias.

A praça dispõe de estruturas de acessibilidade. Nesta edição, os cardápios terão QR codes que dão acesso a descrições sonoras, e as apresentações musicais e circenses contarão com interpretação em Libras.

3º Rango de Rua Varginha e 2º Rango y Rolé confirmados
Depois da edição de Belo Horizonte, o Rango de Rua retorna a Varginha nos dias 29 e 30 de agosto. Esta será a terceira edição do festival na cidade.

Uma nova edição do Rango y Rolé também está confirmada para 2026. As informações sobre data, local e atrações poderão ser acompanhadas nos perfis oficiais dos eventos no Instagram: instagram.com/rangoderuabh/ e instagram.com/festivalrangoderua/.

Programação Rango de Rua e 24º Festival Mundial de Circo
11h — Abertura do evento
12h — VaiqueuVoo, com a Cia. Irmãos Sabatino
13h30 — Motoclown — Eu Fui!, com os palhaços Mulambo e Alfinete
14h — Irene Bertachini (Bloquinho)
15h30 — Mostra FIEC Festival Interno de Escolas de Circo
16h30 — Cine Santa Tereza: curtas O que ela quiser, de Pri Garcia, e Lacuna, de Rafael Protzner, seguidos de bate-papo

17h — Fantasia FM
18h — Orquestra Popular Terno do Binga
19h — Cine Santa Tereza: filme Mambembe, de Fábio Meira
20h30 — Belina Orkestar
22h — Encerramento
As DJs Aída e Little Sil se apresentam nos intervalos das atrações.

Programação sujeita a alterações.

Serviço
Rango de Rua e 24º Festival Mundial de Circo
Data: 1º de agosto de 2026, sábado
Horário: das 11h às 22h
Local: Praça Duque de Caxias — Santa Tereza, Belo Horizonte
Entrada: gratuita
Classificação: livre
Informações: instagram.com/rangoderuabh/
Patrocínio: Blip, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais

Mercado óptico troca a velocidade pela consistência

Por Luciana Morais

Depois de um início de ano que alimentava expectativas mais otimistas, o mercado óptico brasileiro entrou em uma fase de desaceleração. Mas, ao contrário do que uma leitura superficial pode sugerir, o cenário está longe de indicar retração. O que os números revelam é um setor que busca equilíbrio em um ambiente econômico mais desafiador.

Entre janeiro e junho de 2026, o varejo óptico movimentou R$ 14,07 bilhões, praticamente repetindo o desempenho do mesmo período de 2025, quando o faturamento foi de R$ 13,98 bilhões. O crescimento de apenas 0,7% levou a Associação Brasileira da Indústria Óptica (Abióptica) a revisar suas projeções para o restante do ano, abandonando a expectativa inicial de expansão de 5,2% e adotando estimativas mais prudentes.

Mais do que uma desaceleração, os dados apontam para um mercado que responde diretamente ao comportamento do consumidor. Juros elevados, menor confiança na economia e consumo mais seletivo mudaram a dinâmica das vendas, exigindo das empresas estratégias mais eficientes e menos dependentes do crescimento acelerado.

Sudeste mostra comportamentos distintos

A análise regional revela um retrato interessante. São Paulo continua sendo o grande motor do setor, ampliando seu faturamento tanto em junho quanto no acumulado do semestre. O estado passou de R$ 730,58 milhões para R$ 753,78 milhões em junho e atingiu R$ 5,333 bilhões no primeiro semestre, consolidando sua liderança nacional.

Minas Gerais também manteve trajetória positiva. O estado registrou crescimento discreto em junho, passando de R$ 241,3 milhões para R$ 243 milhões, enquanto o acumulado do semestre alcançou R$ 1,6 bilhão, acima dos R$ 1,578 bilhão registrados no mesmo período de 2025.

Já o Rio de Janeiro apresentou estabilidade nas vendas de junho, praticamente repetindo o resultado do ano anterior, mas encerrou o semestre com uma leve retração, ao passar de R$ 914,7 milhões para R$ 899,5 milhões. O comportamento indica um consumidor mais cauteloso, reflexo do cenário econômico que afeta o varejo de maneira geral.

O desafio vai além das vendas

Mesmo com um crescimento mais modesto, a Abióptica reforça que não há uma mudança estrutural no setor. A demanda por saúde visual continua sustentando o mercado, impulsionada principalmente pelo envelhecimento da população e pela necessidade permanente de correção visual. O desafio está em transformar esse potencial em crescimento sustentável, especialmente diante da concorrência desleal provocada pelo comércio ilegal.

O problema é expressivo: cerca de 53 milhões de óculos falsificados ou de origem ilegal são vendidos todos os anos no Brasil, o equivalente à metade do mercado nacional. Além dos prejuízos bilionários para empresas e para a arrecadação pública, esses produtos representam riscos à saúde visual da população e impactam diretamente a geração de empregos formais. Atualmente, o setor óptico mantém mais de 190 mil postos de trabalho distribuídos em mais de 71 mil pontos de venda em todo o país.

Mais do que crescer rapidamente, o mercado óptico brasileiro parece viver um momento de consolidação. Em um ambiente econômico de maior cautela, a capacidade de adaptação passa a ser o principal diferencial para empresas que desejam transformar estabilidade em oportunidades e preparar terreno para uma retomada mais consistente nos próximos meses.

BH recebe corrida com foco em inclusão e ambiente

Evento na Orla da Pampulha pretende arrecadar e doar cerca de 14 toneladas de alimentos a 19 instituições sociais e ajudará no reflorestamento do Parque Estadual Serra Verde

Belo Horizonte, recentemente reconhecida como Capital Nacional da Corrida de Rua pela Lei nº 11.926/2025, tem visto a modalidade ganhar cada vez mais espaço no calendário esportivo da cidade. Em meio a um universo de mais de cem provas realizadas anualmente, uma delas se destaca por unir esporte, solidariedade, inclusão e consciência ambiental. É a Corrida da Cooperação, promovida pelo Sistema Ocemg, entidade que representa o cooperativismo em Minas Gerais, que chega à 14ª edição no dia 26 de julho, na Orla da Pampulha.

Realizada desde 2012, a prova destina os 2kg de alimentos arrecadados por meio da inscrição de cada atleta a instituições sociais que atendem crianças, adolescentes, idosos, pacientes em tratamento de saúde e famílias em situação de vulnerabilidade em Minas Gerais. Ao todo já foram mais de 115 toneladas de alimentos doados.

Em 2026, cerca de 19 entidades serão beneficiadas. “Mais do que uma prova, a Corrida da Cooperação é um encontro de causas. Ela reafirma o compromisso do nosso movimento com as pessoas, as comunidades e o meio ambiente”, afirma Ronaldo Scucato, presidente do Sistema Ocemg. “É isso que torna essa iniciativa tão simbólica para o cooperativismo, pois traduz a essência do nosso movimento: pessoas unidas por um objetivo comum, capazes de produzir impacto social”.

SOLIDARIEDADE E INCLUSÃO

Entre as entidades que receberão doações, neste ano está a Associação Brasileira de Esclerose Tuberosa, que presta apoio a pacientes diagnosticados com a doença rara. Segundo Márcia da Silva, presidente da instituição, os alimentos arrecadados ajudam a aliviar as necessidades básicas das famílias acompanhadas. “As famílias atendidas enfrentam muitos desafios, e a chegada desses alimentos representa mais segurança e dignidade”, destaca. “São produtos essenciais, que fazem a diferença na rotina de quem precisa. Esse movimento também mostra a força da solidariedade, porque une as pessoas em torno do cuidado, do respeito e do acolhimento.”

A Casa de Apoio Aura também está entre as instituições beneficiadas. A entidade acolhe crianças e adolescentes em tratamento oncológico, hematológico e em processo de transplante, oferecendo hospedagem e cinco refeições diárias aos pacientes e seus acompanhantes. “As doações ajudam a manter uma estrutura de cuidado integral, especialmente porque a alimentação faz parte da assistência oferecida às crianças, adolescentes e familiares acolhidos”, explica Cleudes Francisca de Souza, gerente de hotelaria e voluntária da Casa de Apoio Aura. “Esse apoio garante mais tranquilidade às famílias em um momento delicado e fortalece o trabalho humanizado realizado.”

Para Cleudes, a mobilização em torno da corrida também amplia a visibilidade das instituições sociais. “Parcerias como essa dão visibilidade ao trabalho das instituições e aproximam a sociedade de realidades que muitas vezes passam despercebidas. Além do alimento que chega, existe uma mensagem muito forte de responsabilidade social e de participação coletiva”, afirma.

A Corrida da Cooperação também busca reduzir barreiras de acesso à prática esportiva. Além das provas de 5 km e 10 km, a programação inclui caminhada de 3 km, modalidade que abre espaço para participantes com diferentes níveis de preparo, e favorece a presença de pessoas com deficiência. Nesta edição, mais de 250 inscrições gratuitas foram destinadas a atletas PcDs e a participantes de projetos sociais ligados ao esporte, como Projeto Girassol, Programa Viva o Esporte, Equipe Huracan de Atletismo Paralímpico de Sete Lagoas, Projeto Corre pra Ver e Projeto Pernas de Aluguel.

COMPROMISSO AMBIENTAL

Desde o ano passado, os recursos obtidos com as inscrições passaram a ser destinados à recuperação de áreas verdes. Apenas com a edição anterior, foi possível viabilizar a recomposição de 10 hectares de vegetação nativa no Parque Estadual Serra Verde, em Belo Horizonte. A área equivale a cerca de 14 campos de futebol e tem previsão de receber aproximadamente 10 mil mudas no próximo período chuvoso. “Esse é o maior projeto de recuperação da vegetação naquela região. Uma ação que mostra o poder da parceria e da cooperação em Minas Gerais”, afirma Letícia Capistrano Campos, diretora-geral do Instituto Estadual de Florestas (IEF).

O valor arrecadado com as inscrições deste ano dará continuidade ao projeto de recomposição da vegetação nativa na unidade de conservação. “O compromisso do cooperativismo com o desenvolvimento das comunidades também passa pelo cuidado com o seu entorno, e essa é uma forma prática de mostrar que sustentabilidade se constrói com cooperação”, conclui Scucato.

Serviço
14ª Corrida da Cooperação
Data: 26 de julho de 2026
Local: Orla da Pampulha (largada e chegada na Praça Nova da Pampulha)
Modalidades: caminhada de 3 km e corridas de 5 km e 10 km
Inscrições: segundo lote no valor de R$ 50, até 25 de julho ou até o preenchimento das 7 mil vagas + 2 kg de alimentos não perecíveis (exceto sal, fubá, leite líquido e óleo)
Realização: Sistema Ocemg
Inscrições: www.sistemaocemg.coop.br/evento/corrida
Fotos: Sistema Ocemg/Divulgação

O calor de Comandatuba não vem só do sol

Há paisagens que impressionam à primeira vista e há lugares que precisam ser vividos para serem compreendidos. O Transamerica Comandatuba pertence à segunda categoria. Localizado no sul da Bahia, o resort ocupa um território à parte, cercado por mar, canal e manguezal, onde se chega de balsa e se parte, invariavelmente, com a sensação de ter estado em outro lugar do tempo.

Essa geografia particular é também o ponto de partida de um reposicionamento de comunicação que o resort inicia agora. Depois de mais de duas décadas recebendo famílias, casais e grupos que atravessam o canal em busca de descanso, o Comandatuba decidiu contar com mais profundidade o que sempre soube fazer: transformar um território de natureza preservada em uma experiência de hospitalidade que não se repete em nenhum outro endereço do litoral brasileiro.

Transamerica Resort Comandatuba no sul da Bahia reafirma seu lugar com uma comunicação que finalmente conta a história por trás da paisagem. Foto Divulgação Hotel Transamérica

Uma história, uma arquitetura
A história do resort é também a história de um território que resistiu ao tempo. Com ecossistema protegido, manguezais nativos e 21 quilômetros de praia, o Comandatuba construiu sua identidade sobre um território que impõe respeito antes mesmo de se tornar cenário. A arquitetura do resort dialoga com essa condição: pavilhões baixos, integrados à vegetação, que preferem se dissolver na paisagem a competir com ela. Não há ali a tentação do espetáculo arquitetônico — há, em seu lugar, uma decisão deliberada por uma estética que se impõe pela integração, não pelo excesso.

São 363 acomodações distribuídas por essa geografia, cinco restaurantes que traduzem a Bahia e o mundo em uma mesma cozinha, três piscinas, um spa e mais de 80 atividades de esporte e lazer — números que, sozinhos, descrevem apenas a escala. O que de fato diferencia o Comandatuba é a maneira como esses ativos são costurados por um único fio condutor: a hospitalidade baiana como atitude, não como discurso.

Elegância que não precisa se anunciar

Em um mercado de resorts cada vez mais parecidos entre si — com ofertas que se repetem, discursos que se equivalem e propostas de valor que se confundem —, o Comandatuba optou por um caminho menos óbvio: comunicar-se pela experiência, não pela ostentação. É um posicionamento premium construído sobre atenção, gastronomia autoral, arquitetura pensada e serviço que antecipa — não sobre a exibição de superlativos. A elegância, aqui, é natural: feita de simplicidade bem pensada, beleza sem barulho e acolhimento com alma baiana.
“Nossos hóspedes não chegam para ver um resort. Chegam para atravessar um canal, ouvir o mar mudar de tom ao longo do dia e sentir que encontraram um lugar que não existe em nenhuma outra parte do país. Nosso trabalho é honrar essa experiência em cada detalhe — do primeiro contato à última refeição”, afirma Flávio Monteiro, Diretor de Vendas e Marketing do Transamerica Comandatuba.

A excelência em serviços do Comandatuba se manifesta menos em protocolos e mais em presença: equipe que reconhece hóspedes recorrentes, gastronomia que equilibra a tradição baiana com técnica contemporânea, e uma programação que respeita o ritmo de cada família — do avô que busca uma rede à sombra à criança que quer aprender a jogar futebol na areia. É uma hospitalidade que se sente antes de ser explicada.

Localizado no sul da Bahia, o resort ocupa um território à parte, cercado por mar, canal e manguezal, onde se chega de balsa e se parte, invariavelmente, com a sensação de ter estado em outro lugar do tempo. Foto Divulgação Hotel Transamerica

A mesa como extensão da paisagem

Entre os cinco restaurantes do resort, a gastronomia assume o papel de tradutora da própria Bahia: dendê, frutos do mar e ingredientes locais aparecem ao lado de técnicas contemporâneas, em cardápios que mudam com as estações e com o próprio humor do lugar. Não é gastronomia de vitrine — é gastronomia de lugar, pensada para quem quer reconhecer o território no prato tanto quanto na paisagem. Essa atenção também explica por que o Comandatuba se tornou, ao longo dos anos, palco de celebrações e reencontros: aniversários, casamentos e comemorações em família encontram ali um cenário que não precisa de artifícios para ser memorável.

Esse cuidado é também o que sustenta o vínculo multigeracional que caracteriza boa parte do público do resort. Não são apenas famílias que visitam o Comandatuba — são famílias que voltam, que trazem os filhos que um dia foram levados pelos pais, e que passam a medir o tempo pelas viagens feitas a Comandatuba. Dentro do cenário competitivo de resorts brasileiros — onde propostas e discursos frequentemente se equivalem —, é esse tipo de vínculo, construído estadia após estadia, que sustenta o posicionamento premium do Comandatuba: não o de um resort que exibe conquistas, mas o de um destino que se firma pela recorrência de quem já o viveu.

O calor de Comandatuba não vem só do sol. Vem de um lugar que decidiu ser, antes de tudo, um espaço para se sentir bem recebido — e que agora conta essa história com a mesma atenção que dedica a cada hóspede que atravessa seu canal. Foto Divulgação Hotel Transamérica

Um destino que também é a viagem

Chegar ao Transamerica Comandatuba já é, em si, parte da narrativa que o resort quer contar. Todos os domingos, voos fretados saem direto de São Paulo e de Belo Horizonte rumo a Comandatuba — um dos diferenciais que simplificam o acesso a um destino que, à primeira vista, poderia parecer distante. Para quem prefere a rota comercial, a chegada também pode ser por um voo curto até Ilhéus.

De um jeito ou de outro, a travessia final acontece pela água: a balsa desliza sobre o canal, o manguezal se abre nas margens, e uma equipe em traje típico baiano recebe cada hóspede com música ao vivo. Não é um detalhe operacional — é a primeira cena de uma experiência que se estende por toda a estadia e que ajuda a explicar por que tantas famílias retornam, ano após ano, e passam a contar a própria história a partir das lembranças construídas em Comandatuba.

É esse vínculo — mais afetivo do que transacional — que o Comandatuba escolhe agora colocar no centro de sua comunicação. Não para anunciar o que tem, mas para explicar o que faz sentir. Porque, em um lugar onde a natureza já oferece tanto, o verdadeiro diferencial do resort sempre foi outro: as pessoas que recebem, cuidam e transformam cada chegada em um reencontro.

O calor de Comandatuba não vem só do sol. Vem de um lugar que decidiu ser, antes de tudo, um espaço para se sentir bem recebido — e que agora conta essa história com a mesma atenção que dedica a cada hóspede que atravessa seu canal.

 

Serviço:

Transamerica Resort Comandatuba

Endereço: Ilha de Comandatuba, s/n — CEP: 45690-000 — Una/BA — Brasil

Reservas e informações:

+55 (11) 4040-3322 — Central de Reservas & Grupos

+55 (73) 3686-1122 — Resort

reservascomandatuba@transamerica.com.br