BBB 26 e Virgínia: previsões de Vó Bahiana se confirmam

O Big Brother Brasil 26 mal começou e já está cheio de polêmicas. A escolha do elenco prometia uma edição histórica, mas os primeiros dias de confinamento mostraram que os acontecimentos dentro da casa podem ser ainda mais marcantes.

Durante uma prova, o ator Henri Castelli sofreu duas convulsões e precisou deixar o programa. Já Pedro, que havia apertado o botão de desistência, foi acusado de importunação sexual após tentar beijar a participante Jordana sem consentimento. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.

A sensitiva Vó Bahiana, uma das mais seguidas do país, atualmente com mais de 15 milhões de seguidores, afirmou em suas redes sociais que tudo isso seria apenas o começo. Segundo ela, esta edição terá pelo menos três expulsões. “Eu vejo uma pessoa perdendo a vida lá dentro, polícia na porta etc. Será um reality muito intenso, com energias pesadas e densas”, declarou.

Uma de suas previsões já se concretizou: Pedro deixou o programa e foi direto prestar depoimento sobre o caso de assédio, enquadrado no Artigo 215-A do Código Penal, que trata de atos libidinosos sem consentimento, com pena de até cinco anos de prisão.

Com nomes como Ana Paula Renault, Edilson Capetinha, Sarah Andrade, Brigido e Milena, todos conhecidos por seus temperamentos fortes, o público aguarda os próximos capítulos dessa edição marcada pelas “energias densas” que Vó Bahiana antecipou.

Acidente com mãe de Virgínia Fonseca

Enquanto isso, fora da casa, a influenciadora Virgínia Fonseca também enfrentou um momento difícil. Sua mãe, Margareth, sofreu um grave acidente de carro em Goiânia na terça-feira, dia 20. Virgínia recebeu a notícia durante uma live, que precisou ser interrompida para que ela buscasse informações sobre o estado de saúde da mãe.

De acordo com uma previsão feita no início da semana passada, Vó Bahiana disse que Virgínia passaria por um período turbulento, inclusive com sua família, especialmente após sua entrada na Escola de Samba, quando estaria mais vulnerável espiritualmente. “Ela entrou numa batalha espiritual”, explicou a sensitiva.

A vidente ainda alertou que tanto Virgínia quanto sua mãe precisam de cuidados espirituais, pois há risco de problemas de saúde mais sérios. “Eu vejo a mãe da Virgínia tendo um derrame. Ela deve ficar atenta a mal-estar e dores de cabeça, porque isso pode acontecer a qualquer momento”, concluiu.

Confira os vídeos:

BBB 26: https://www.instagram.com/reels/DTtker4j6yE/

Mãe de Virgínia: https://www.instagram.com/reels/DTgmGfSj56i/

Entenda RAPP, CTF e a Obrigações Ambientais Obrigatórias do IBAMA – Prazo até 31/03

Todos os anos, empresas e pessoas físicas que exercem atividades potencialmente poluidoras ou que utilizam recursos ambientais têm uma obrigação inadiável: entregar o Relatório Anual de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais (RAPP) ao IBAMA. O prazo legal de entrega é até 31 de março, e o não cumprimento pode resultar em sanções, impacto negativo na operação e riscos à regularidade ambiental das organizações.

Este é um tema crítico para gestores de meio ambiente, compliance e sustentabilidade. A seguir, exploramos em profundidade o que é o RAPP, sua relação com o Cadastro Técnico Federal (CTF), porque ele é exigido, quem deve declarar, como fazer o envio e as implicações de não atender a essa obrigação dentro do prazo estabelecido.

1. O que é o RAPP?

O RAPP – Relatório Anual de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais é uma obrigação legal prevista na Política Nacional de Meio Ambiente (Lei nº 6.938/1981) e regulamentada pelo IBAMA. Ele funciona como um instrumento de coleta de informações que permite ao Instituto obter dados detalhados sobre:

  • Consumo de água e energia;
  • Emissão de poluentes atmosféricos;
  • Geração de resíduos sólidos;
  • Uso de recursos naturais;
  • Efluentes líquidos e demais impactos ambientais relevantes.

O objetivo principal do RAPP é fornecer ao IBAMA os insumos necessários para fortalecer os processos de fiscalização, controle ambiental e formulação de políticas públicas ambientais, contribuindo para a gestão sustentável e o monitoramento das atividades econômicas que impactam os recursos naturais.

2. Relação com o Cadastro Técnico Federal (CTF/APP)

O RAPP está intrinsecamente relacionado com o Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais (CTF/APP). Este cadastro é um sistema eletrônico mantido pelo IBAMA que reúne informações sobre todas as pessoas físicas e jurídicas que exercem atividades descritas no Anexo VIII da Lei nº 6.938/81, as quais são consideradas potencialmente poluidoras ou utilizadoras de recursos ambientais.

Portanto, estar inscrito no CTF/APP é pré-requisito obrigatório para realizar o envio do RAPP. Sem essa inscrição ativa e regular, a organização não consegue acessar o sistema e cumprir a entrega anual. Além disso, o CTF/APP também está vinculado ao recolhimento da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental (TCFA), outra obrigação acessória que reforça a necessidade de manter a regularidade cadastral.

3. Quem deve entregar o RAPP?

Não apenas grandes indústrias ou empresas de grande porte precisam entregar o RAPP. Todas as pessoas físicas ou jurídicas:

  • Que utilizam recursos naturais;
  • Que operam atividades listadas no Anexo VIII da Lei 6.938/81;
  • Que estão cadastradas no CTF/APP;
  • Que recolhem a TCFA;

são obrigadas a apresentar o RAPP anualmente.

Isto inclui setores como:

  • Indústrias químicas, metalúrgicas e têxteis;
  • Postos de combustíveis;
  • Transporte de produtos perigosos;
  • Empresas de mineração;
  • Usinas e tratamento de efluentes;
  • Atividades agropecuárias com potencial de uso intensivo de recursos naturais.

Mesmo empresas ou unidades que não exerceram atividade no ano-base devem apresentar o relatório, informando que estiveram inativas. A omissão dessa declaração configura infração ambiental.

4. Prazo Legal de Entrega – 31 de Março

O prazo para preenchimento e entrega do RAPP é anual, iniciando em 1º de fevereiro e encerrando em 31 de março de cada ano. As informações inseridas referem-se ao exercício da atividade no ano anterior.

Este período é definido pelo IBAMA e não costuma ser prorrogado, o que torna a programação antecipada essencial. A janela de entrega é curta e demanda atenção logística por parte das empresas para reunir dados de diversas áreas operacionais, como produção, meio ambiente, suprimentos e contabilidade.

5. Como fazer e entregar o RAPP

A entrega do relatório é eletrônica e deve ser realizada diretamente no portal de Serviços do IBAMA, utilizando login e senha vinculados ao CTF/APP.

O processo consiste em:

  1. Acessar o sistema do IBAMA com as credenciais do CTF/APP;
  2. Selecionar os formulários aplicáveis conforme a atividade cadastrada;
  3. Preencher cada formulário com precisão, utilizando dados reais;
  4. Revisar todas as informações para evitar inconsistências;
  5. Enviar o relatório e obter o comprovante de protocolo.

O IBAMA disponibiliza guias, manuais e tutoriais para auxiliar no preenchimento dos formulários, tornando o processo mais acessível para as organizações obrigadas.

6. Riscos e Penalidades por Atraso ou Omissão

O não envio do RAPP dentro do prazo legal ou a apresentação de informações incompletas pode resultar em penalidades graves, tais como:

  • Multas ambientais significativas, previstas em normas que podem alcançar percentuais consideráveis da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental;
  • Bloqueio do CTF/APP e impossibilidade de emitir licenças ambientais ou renovar autorizações.
  • Impacto na reputação corporativa, especialmente para empresas com compromissos públicos de sustentabilidade e compliance.

Se o RAPP não for entregue dentro do prazo estabelecido, a empresa pode ainda sofrer restrições administrativas, o que pode afetar diretamente a operação e a continuidade de atividades que dependem de regularidade ambiental para funcionar.

7. Boas Práticas para Cumprir o Prazo e Assegurar Conformidade

Para garantir que o RAPP seja entregue corretamente e dentro do prazo, recomenda-se:

Planejamento antecipado: Reunir dados operacionais e ambientais durante o ano, com controles adequados nos setores produtivos, logísticos e de meio ambiente.

Verificação cruzada interna: Revisar todos os formulários antes do envio para evitar retrabalhos ou erros.

Equipe capacitada: Designar profissionais que conheçam as exigências legais e os formulários do RAPP.

Uso de ferramentas de gestão ambiental: Sistemas integrados que consolidam dados de emissão, consumo e resíduos podem facilitar o preenchimento do relatório.

Acompanhamento de atualizações normativas: Estar atento a eventuais mudanças no sistema do IBAMA ou nos requisitos de informação para o ano-base corrente.

Sua Organização Está Preparada?

O RAPP e o CTF/APP não são meras formalidades administrativas. Eles representam instrumentos essenciais para a governança ambiental responsável, alinhados às melhores práticas de sustentabilidade e conformidade legal.

Entregar o RAPP até 31 de março demonstra compromisso com o meio ambiente, integridade de dados e respeito às normas regulatórias. Organizações que antecipam seu planejamento e internalizam processos de compliance ambiental reduzem riscos, fortalecem sua reputação e asseguram continuidade operacional.

A Projeta Sustentável atua de forma estratégica no apoio a empresas e profissionais que precisam cumprir obrigações ambientais como RAPP, CTF/IBAMA e demais exigências legais, oferecendo orientação técnica, organização de dados, suporte no preenchimento dos sistemas oficiais e foco total em conformidade ambiental e redução de riscos. Com uma abordagem prática e atualizada, a Projeta Sustentável ajuda organizações a evitarem multas, bloqueios cadastrais e problemas operacionais, garantindo segurança jurídica e alinhamento às boas práticas de sustentabilidade.

Prazo final: 31 de março. Não deixe para a última hora.

O prazo legal para entrega do RAPP é 31 de março e não admite improvisos. Se você quer garantir que tudo seja feito corretamente, dentro da lei e sem dor de cabeça, entre em contato agora com a Projeta Sustentável pelo site https://projetasustentavel.com/ e conte com especialistas para cuidar da sua regularidade ambiental. Não deixe para a última hora. Conformidade começa com decisão estratégica.

Janeiro Branco acaba, mas o adoecimento do trabalhador, não

A autora é Maria Inês Vasconcelos é advogada, pesquisadora e escritora

Iniciamos o ano com a campanha Janeiro Branco, que se dedica à promoção da saúde mental e emocional. O objetivo é sensibilizar a população para a importância do bem-estar psicológico e estimular a busca por cuidados especializados quando necessários. Para o trabalhador, a atenção à saúde mental também se traduz em responsabilidade legal, pois são essas pessoas que convivem diariamente com a pressão, sobrecarga e insegurança.

Segundo dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o Brasil registrou um aumento de 143% de casos de afastamento do trabalho por transtornos mentais em 2025. Entre as doenças que mais geraram benefícios por incapacidade temporária devido a transtornos mentais e comportamentais, estão os transtornos ansiosos e depressivos. Esses que, juntos, somam quase meio milhão de casos, o maior número em pelo menos 10 anos.

Desde janeiro de 2022, o empregador tem dever legal de gerir riscos de forma contínua e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). De acordo com o Governo Brasileiro, o GRO é “o conjunto de ações coordenadas de prevenção que têm por objetivo garantir aos trabalhadores condições e ambientes de trabalho seguros e saudáveis”. Ou seja, não basta só reagir a acidentes, a empresa precisa provar gestão ativa de riscos.

O aumento dos casos e afastamentos por transtornos mentais levou o Ministério do Trabalho à atualização da Norma Regulamentadora Nº 1 (NR-1). Em 2026, a saúde mental passa a integrar oficialmente o gerenciamento de riscos ocupacionais, ou seja, passa a ser fato jurídico relevante antes do dano, tendo em vista que os riscos psicossociais também são riscos ocupacionais. Com isso, as empresas passarão a visualizar as linhas psicossociais no ambiente de trabalho, tais como assédio, sobrecarga e jornadas excessivas.

Além das empresas mapearem esses riscos, o Ministério do Trabalho entra com um monitoramento dos índices de afastamento por saúde mental. Vale ressaltar que esse monitoramento vai de encontro à segurança dos trabalhadores. E, empregadores que descumprirem a norma, estão abertos a consequências, como multas e exigências de adequação imediata se forem identificadas questões como metas excessivas, jornadas extensas, ausência de suporte, assédio moral, conflitos interpessoais, falta de autonomia no trabalho e condições precárias de trabalho. É importante lembrar que o GRO existe como uma ferramenta de prevenção.

Há alguns anos, a saúde mental vem sendo bastante discutida na sociedade. Este é um problema que precisa – e deve – ser levado a sério. O medo de denunciar, o cansaço e o acúmulo de tarefas, leva o trabalhador a uma condição precária. E a prova disso são as inúmeras pesquisas que apontam o aumento de transtornos mentais. Não basta falar de saúde mental apenas na campanha Janeiro Branco, o cenário precisa mudar. É preciso agir.

Atividade física na menopausa: como adaptar treinos

A menopausa é um período que consiste no fim do ciclo reprodutivo da mulher, ou seja, marca a última menstruação da vida feminina. Por isso, a pós-menopausa é uma fase de intensa transformação para o corpo feminino, com alterações hormonais, físicas e emocionais que podem impactar sono, humor, composição corporal, saúde óssea e cardiovascular. Esse período costuma se iniciar entre os 45 e 55 anos e está associado a sintomas como ondas de calor, ganho de peso, queda de massa muscular, perda de densidade óssea, fadiga, irritabilidade e maior risco de doenças crônicas. Nesse contexto, a prática regular de atividade física, aliada ao acompanhamento médico e a uma rotina de cuidados com alimentação, sono e saúde mental, torna-se um dos pilares para atravessar a menopausa com mais disposição e bem-estar.​​

Para Dr. Alexandre Pimenta, professor, médico, membro e responsável técnico do Conselho Médico da Allp Fit, pensar o treino na menopausa é, antes de tudo, pensar em saúde integral. “A queda de estrogênio mexe com o metabolismo, favorece ganho de gordura abdominal, perda de massa óssea e alterações de humor. Por isso, o exercício deixa de ser opcional e passa a ser tratamento, ajudando a proteger o coração, os ossos e também a saúde mental”, afirma o médico.

Estudos mostram que exercícios aeróbicos, como caminhada, corrida leve, ciclismo, dança e natação – movimentos que visam elevar a frequência cardíaca mínima para a idade e equilibrar a composição corporal -, ajudam a controlar o peso, reduzir a gordura abdominal, melhorar a circulação e diminuir a pressão arterial, além de contribuírem para o alívio de ondas de calor e melhora do sono. Já os treinos de resistência, como musculação ou exercícios com peso corporal e elásticos, são essenciais para preservar e aumentar a massa muscular e a densidade óssea, reduzindo o risco de osteoporose e fraturas em mulheres após a menopausa.

Na rotina da Allp Fit, a orientação é que mulheres em pré-menopausa e menopausa pratiquem, em média, de 150 a 300 minutos semanais de atividade aeróbica moderada, ou ao menos 75 minutos de atividade vigorosa, além de dois a três dias de treino de força e sessões regulares de alongamento e exercícios de equilíbrio. “Consistência é a palavra-chave. Não se trata de treinar pesado um dia e parar na semana seguinte, e sim de construir um hábito possível, prazeroso e sustentável, respeitando o nível de condicionamento e eventuais limitações articulares”, orienta Alexandre Pimenta.

Allp Mind: novo programa exclusivo traz exercícios benéficos para mulheres na menopausa

No chão da academia, a experiência de quem acompanha essas mulheres de perto mostra como pequenas adaptações fazem a diferença na adesão e na segurança. Alan Ferreira, professor e coordenador de aulas coletivas na Allp Fit Brasil, explica que o desenho das sessões leva em conta sintomas comuns dessa fase, como fadiga, alterações de humor e desconfortos articulares. “Nos treinos de mulheres em menopausa, trabalhamos muito com variação de estímulos: alternamos exercícios aeróbicos com circuitos de força e equilíbrio, ajustamos o impacto de acordo com a condição articular e criamos ambientes acolhedores, em que elas se sintam seguras para respeitar o próprio ritmo”, afirma Alan.​​

Percebendo essa demanda específica das mulheres 40+ – por treinos que aliam fortalecimento muscular, resistência, flexibilidade, equilíbrio e relaxamento, focados no bem-estar físico e mental -, a Allp Fit passa a disponibilizar o programa Allp Mind, em todas as suas unidades do Brasil. De acordo com Alan, responsável pelo desenvolvimento do projeto e pelos treinamentos dos professores da Allp Fit no programa, o Allp Mind foi inspirado nos exercícios de Yoga e o lançamento oficial será em janeiro de 2026.

“São aulas de cerca de 30 minutos, elaboradas nos mínimos detalhes para trabalhar respiração, posturas, musculatura, alongamento, além de relaxamento e meditação com aromaterapia (como a lavanda, por exemplo), música e sons dos elementos da natureza. Estamos implantando a novidade em dezembro e já vamos para a segunda aula, que terá como temática o elemento Terra, com sons de passarinhos, de vento nas árvores e cheiro de capim santo. Na primeira aula, o tema foi água e os alunos relaxaram com sons do mar”, revela Alan.

O especialista destaca que os exercícios do Allp Mind são específicos e muito indicados para equilibrar o sistema endócrino e aliviar sintomas da menopausa como ondas de calor, ansiedade, insônia e alterações no humor. “São atividades restauradoras que trabalham a força, a flexibilidade muscular, o equilíbrio e a consciência corporal, trazendo calma e melhorando o bem-estar físico e mental, em especial para as mulheres que estão nessa fase de transição”, pontua o coordenador da Allp Fit.

Quebra de barreiras

Alan Ferreira destaca ainda que a socialização e o prazer também fazem parte da “prescrição” de atividade física nessa fase. “Como no Allp Mind, as aulas têm que ser tecnicamente bem planejadas, mas também leves e motivadoras. O intuito é fomentar mudanças positivas nos hábitos das pessoas e permitir uma experiência que ajude a aliviar sentimentos negativos muito comuns na rotina, como a angústia e a ansiedade. Quando a aluna encontra um espaço em que pode se movimentar, trocar experiências com outras mulheres e perceber, na prática, que está dormindo melhor, sentindo menos dor e se olhando com mais carinho, a atividade física deixa de ser obrigação e vira um momento dela com ela mesma”, comenta o professor. Ele aponta ainda que muitas barreiras vêm sendo quebradas: hoje, mais mulheres de 50, 60 anos e além se veem como protagonistas da própria saúde e chegam à academia buscando qualidade de vida, performance e autonomia, e não apenas “compensar excessos”.​​

Além dos treinos, a pauta de cuidados sugerida por especialistas inclui acompanhamento endocrinológico, avaliação da necessidade de reposição hormonal, ajuste da ingestão de proteínas, vitamina D e cálcio, bem como estratégias para manejo de estresse e saúde mental. A Allp Fit reforça a importância de uma abordagem multidisciplinar, em que médica, nutricionista, educador físico e, quando necessário, profissionais de saúde mental atuem em conjunto para apoiar a mulher nesse período.

“O recado principal é que a menopausa não precisa ser sinônimo de perda: com informação, suporte adequado e movimento regular, ela pode ser uma fase de reencontro com o próprio corpo e de construção de uma maturidade ativa e saudável”, resume Alexandre Pimenta, responsável técnico do Conselho Médico da Allp Fit.

Projeto Nosso Encontro de Brechós retorna ao Shopping Cidade

O Nosso Encontro de Brechós volta ao Shopping Cidade, de 26 de janeiro a 12 de fevereiro, para apresentar o que há de melhor em moda circular e aromaterapia para ambientes. Em sua 35ª edição, o projeto marca um novo momento ao promover a primeira loja pop-up do segmento de brechós dentro de um centro de compras e serviços na capital mineira. Ao todo, cerca de 20 marcas estarão reunidas, com uma curadoria que inclui vestuário feminino, masculino e infantil, além de acessórios e perfumaria de ambientes. A proposta é oferecer novas experiências de consumo, além de apresentar produtos autorais, exclusivos e alinhados a um estilo de vida mais consciente.

A moda circular vem ganhando força no Brasil e transformando a forma como as pessoas se relacionam com o vestir e a decoração. Baseado na extensão do ciclo de vida dos produtos e no consumo consciente, esse estilo de vida está se consolidando como uma alternativa sustentável e economicamente acessível. “Estamos apostando em uma loja pop-up porque o mercado consumidor está se mostrando cada vez mais receptivo a propostas que unem sustentabilidade, originalidade e custo-benefício.”, explica Adriana de Araújo Lima Moreira, uma das idealizadoras do Nosso Encontro de Brechós.

A escolha do Shopping Cidade para sediar essa edição do projeto foi estratégica. Localizado em uma das regiões mais acessíveis de Belo Horizonte, o empreendimento é reconhecido por oferecer praticidade, conforto e segurança aos visitantes. Pela segunda vez, o shopping abre espaço para o projeto – agora em um período ampliado e no formato de loja pop-up – reforçando o seu perfil como um empreendimento que acompanha as transformações do varejo e abre portas para iniciativas inovadoras.

Serviço: Loja Pop – Up do Nosso Encontro de Brechós Data: 26/1 a 12/2 Horários: 2ª a 6ª feira – 10h às 21h Sábado: 10h às 16h Domingo: 10h às 14h Local: Shopping Cidade (Rua dos Tupis, 337 – Centro Belo Horizonte (MG) Localização da loja pop-up: Piso Goitacazes, ao lado da Praça de Alimentação

Lucas Silva e Japa exaltam início de temporada do Cruzeiro

Em entrevista exclusiva à Betnacional, atletas destacam preparação, foco e ambição do Cruzeiro na busca pela taça do Estadual

O Cruzeiro começou 2026 a todo vapor. Embalado pela boa campanha realizada em 2025 e fortalecido com a chegada de reforços importantes, o Cabuloso entra no novo ano com metas bem definidas pelos seus atletas. Em entrevista exclusiva à Betnacional, a Bet dos Brasileiros, o capitão Lucas Silva e o jovem jogador Japa comentaram sobre o início dos treinamentos e o objetivo inicial da equipe para a temporada: a conquista do Campeonato Mineiro.

Cria da Toca, Lucas Silva vive mais um início de temporada especial com a camisa Celeste. Com mais de 300 jogos pelo Cruzeiro, o volante segue subindo na lista de atletas com mais partidas pelo Clube e, já carregando a braçadeira de capitão da equipe desde a temporada passada, exerce papel fundamental dentro e fora de campo. No bate-papo com a Bet dos Brasileiros, o capitão falou sobre a rotina intensa de treinamentos na Toca da Raposa II e a evolução do grupo neste começo de ano.

“Está sendo muito bom. Nossa retomada está sendo muito boa, de treinos intensos, treino com bola, potencializando agora nesse início a nossa parte física. Vejo que a gente voltou muito bem das férias. Acho que no jogo também a gente já está retomando essa temporada bem parecida como a gente atingiu o auge na última. Isso deixa a gente mais confiante e mais otimista também para continuar o trabalho. Agora é adquirir ritmo de jogo nos jogos que vêm pela frente. Na hora que encarar a grande sequência, a gente está preparado.”

Tricampeão Mineiro com o Cruzeiro (2014, 2018 e 2019), Lucas Silva deixou claro qual é o pensamento do elenco para o Estadual de 2026: lutar pelo título desde a primeira rodada.

“O nosso objetivo, claro, no Campeonato Mineiro é ser campeão. Isso já está na nossa cabeça desde quando a gente retornou no primeiro dia de treinamento aqui na Toca II. A gente já vem preparando todo o grupo, tanto o pessoal que iniciou os dois primeiros jogos como agora, nesse último jogo contra o Uberlândia, que veio um time que já vem atuando mais na temporada, ganhando ritmo. Então, para que a gente chegue no clássico 100% e aí não parar mais, e a gente já conseguir emplacar uma boa sequência.”

O início da temporada também tem sido especial para Japa, que ganhou espaço no elenco principal, foi titular nas duas primeiras rodadas do Campeonato Mineiro e marcou seu primeiro gol como profissional na vitória por 2 a 1 sobre o Tombense, no Parque do Sabiá, em Uberlândia, pela segunda rodada do Mineiro.

Cria das categorias de base do Clube, o meio campista destacou a intensidade dos trabalhos e a importância desse período inicial para a sequência do ano.

“No dia a dia estão sendo muito bons os trabalhos. Estou aproveitando bastante para condicionar fisicamente. Tive a oportunidade de jogar os primeiros jogos e espero ter sequência, não tendo lesões e conseguindo desempenhar bem.”

Além do bom momento individual, Japa reforçou em entrevista à Betnacional o discurso coletivo de ambição do Cruzeiro no Campeonato Mineiro, alinhado com o pensamento do elenco desde o início da pré-temporada. “É um jogo de cada vez, né? Cada jogo é um jogo. A gente leva isso com o grupo. E o desafio é ser campeão, né? O foco é ser campeão e espero fazer um bom campeonato aí,” afirma.

Os dois próximos desafios da Raposa serão válidos pelo Campeonato Mineiro, nesta quinta-feira (22) o clube 38 vezes campeão estadual enfrenta o Democrata, de Governador Valadares, no Mineirão, e no domingo (25), clássico contra o Atlético Mineiro, na casa dos adversários. Na outra semana, na quinta-feira (29), o Maior de Minas inicia a trajetória no Brasileirão 2026, contra o Botafogo, no Rio de Janeiro.

 

Vitória Pires & Gabriel Haddad celebram mistura Carnaval e MPB

Faixas chegam às plataformas digitais de streaming inaugurando o trabalho autoral do duo, nascido da admiração mútua entre os artistas, que se encontraram em rodas de música e blocos carnavalescos de Belo Horizonte

O Carnaval, o samba e a música popular brasileira sempre foram, para os cantores e compositores Vitória Pires e Gabriel Haddad, mais do que gêneros musicais: são territórios de convivência, escuta coletiva e invenção artística. Vindos de trajetórias intensamente ligadas à rua, aos blocos e às rodas de música de Belo Horizonte, os dois se encontraram nesse mesmo chão simbólico para formar o duo Vitória Pires & Gabriel Haddad. Juntos, eles lançam, nesta sexta-feira, 23 de janeiro, nas principais plataformas de streaming de música, seus dois primeiros singles, “Calmaria” e “Canto e Danço”, inaugurando o projeto autoral.

Escute aqui os singles (audição exclusiva para a imprensa)

O duo nasce do contraste e da síntese. Vitória, mulher negra de Belo Horizonte, carrega no corpo e na voz a força do samba, da percussão e das rodas. É a voz principal da Orkestra da Percussão Circular, um dos mais importantes projetos de percussão carnavalesca de Minas Gerais, conduzido pelo mestre Di Souza, além de integrar o Bloco Circuladô e de ser fundadora do Samba das Amadas, grupo que afirma o protagonismo feminino e negro no samba da cidade. Gabriel, cantor, compositor e produtor, vem do interior de Minas e construiu trajetória sólida na canção autoral e no carnaval de rua da capital. Integra a banda Caminantes, uma das revelações da música autoral contemporânea, atuou ativamente na criação e produção de blocos como Sai Pra Lá Capeta, Spiro Giro e Pula Catraca.

“A gente sempre se encontrava em coisas de bloco de Carnaval, e ficava nesse lugar de ‘será que um dia a gente vai trabalhar junto?””, lembra Vitória. “Combinamos de nos encontrar para compor, mas as agendas eram difíceis, até que ela pediu que eu mandasse alguma coisa remotamente. Dois dias depois, ela me devolveu um verso lindo, com uma melodia que ia para outro lugar”, acrescenta Gabriel. Dessa troca nasceu “Canto e Danço”, a primeira canção da parceria e ponto de partida de um processo que logo se tornaria recorrente.

A partir desse primeiro diálogo musical, os encontros passaram a acontecer semanalmente. Sempre no mesmo dia, sempre com a música como epicentro criativo para ambos. “Todas as vezes a gente estava ali para ouvir um ao outro”, lembra Vitória. “Todos os encontros surpreendiam a gente, porque em todos nascia pelo menos uma música, sempre com muita naturalidade”, completa Gabriel. Em pouco tempo, o volume e a coesão das canções indicaram que aquele repertório não cabia mais apenas nos projetos individuais de cada um. As músicas, juntas, pediam um nome, um corpo e um caminho comum.

Primeiras músicas

É nesse contexto que surgem “Canto e Danço” e “Calmaria”, faixas que revelam diferentes camadas do encontro entre os dois artistas. “Canto e Danço” carrega a delicadeza do primeiro gesto. A canção se estrutura como um convite: alterna versos em métrica quaternária com um refrão em valsa, reforçando musicalmente a ideia de dança compartilhada e da aproximação cuidadosa entre os dois. A melodia e o canto constroem um diálogo íntimo, como se as duas vozes se despissem de defesas prévias para se encontrar. Gabriel define a música como um redimensionamento das tensões do cotidiano, “na direção da paz”.

Já “Calmaria” se ancora mais diretamente no corpo e na rua, em um arranjo solar e festivo. Com base rítmica inspirada no ijexá, a faixa evoca o Carnaval, o deslocamento coletivo e a caminhada urbana. “O arranjo tem esse lugar do ritmo que parece uma caminhada andando ali na rua”, justifica Vitória. A letra fala de deixar o medo de lado, de se desarmar diante do presente, transformando a dança em espaço de cuidado e entrega.

Os singles foram gravados com um time de músicos e técnicos que ampliam a paleta sonora do projeto. A produção musical é assinada por Fernando Caneca, músico pernambucano radicado no Rio de Janeiro, com longa trajetória ao lado de nomes centrais da música brasileira, como Caetano Veloso, Marisa Monte e Ivan Lins. A mixagem ficou a cargo de Junior Tostói, e a masterização foi realizada por Renato Alscher. Nos arranjos e execuções, Fernando Caneca conduz violões e guitarras; Fernando Nunes, o baixo; Leonardo Reis, a percussão; Frederico Puppi, o violoncelo; Marcelo Martins, a flauta; e Felipe Caneca, o acordeon.

Além da produção musical, as duas faixas serão lançadas com capas do artista plástico e designer Celso Haddad e com visualizers dirigidos pela diretora mineira Carolina Fonseca.

Para Gabriel, levar essas músicas ao estúdio foi também um exercício de cuidado com a própria raiz do projeto, nascida de forma despretensiosa, a partir de encontros genuínos. “A gente conseguiu derramar nesses outros ambientes toda aquela doçura e aquela amorosidade que estavam acontecendo nos encontros semanais”, afirma.

Em 2026, o duo Vitória Pires & Gabriel Haddad deve desdobrar os lançamentos em outros singles, apresentações ao vivo, circulação pelo Carnaval de Belo Horizonte e na gravação e divulgação de um álbum completo. “A ideia é circular com esse show em Belo Horizonte e fora da cidade a partir do lançamento, em diferentes formações. Paralelamente, ao longo do ano, a gente volta ao estúdio para gravar as outras músicas do projeto”, adianta Gabriel.

Vitória Pires

Cantora, compositora e percussionista, Vitória Pires também atua como atriz e modelo. Sua trajetória é profundamente ligada ao samba, à percussão e às rodas musicais da cidade. É a voz principal da Orkestra da Percussão Circular, um dos principais projetos de percussão carnavalesca de Minas Gerais, e cantora do Bloco Circuladô. É também fundadora do Samba das Amadas, grupo que afirma o protagonismo feminino e negro no samba belo-horizontino. Formada em canto pelo Cicalt e em formação pela Universidade Bituca, foi duas vezes finalista do concurso A Voz da Periferia. Atualmente, desenvolve seus primeiros projetos autorais, que dialogam com o samba e a MPB.

Gabriel Haddad

Cantor, compositor e produtor musical da cena contemporânea de Belo Horizonte, Gabriel Haddad integra a banda Caminantes, uma das revelações da música autoral da cidade, e assina a produção e coprodução dos trabalhos do grupo. Atua intensamente na construção do Carnaval de rua da capital mineira, como fundador e produtor do bloco Sai Pra Lá Capeta, além de ter integrado os blocos Spiro Giro e Pula Catraca. Ao longo da trajetória, colaborou com artistas como Di Souza, Sérgio Pererê, Juventino Dias, Drica Mitre e músicos da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Também firmou parcerias com nomes de projeção nacional. Seu trabalho transita entre a canção autoral, a produção musical e a criação coletiva, com forte identidade poética e sensibilidade artística.

SERVIÇO | Vitória Pires & Gabriel Haddad

lançam “Calmaria” e “Canto e Danço”

Quando. 23/1 (sexta-feira)

Onde. Nas principais plataformas de streaming

Mais. @vitoriapiresartista e @_gabrielhaddad

Azul anuncia novo voo internacional a partir de Belo Horizonte

A Azul, maior companhia aérea do Brasil em número de cidades atendidas e de rotas domésticas diretas, anuncia o início das vendas de passagens para a sua nova rota internacional. A Companhia vai oferecer voos entre Confins, em Minas Gerais, e Montevidéu, no Uruguai, a partir do dia 04 de março. Quem quiser se programar para aproveitar a ligação entre a capital mineira e a capital uruguaia já poderá fazer suas reservas a partir desta terça-feira, dia 20, no site oficial da Azul.

Os voos entre o Aeroporto de Confins, em Minas Gerais, e Aeroporto Internacional de Carrasco, em Montevidéu, no Uruguai, serão operados duas vezes por semana em aeronaves Embraer E2 com capacidade para transportar até 136 clientes. As decolagens acontecerão às 10h do aeroporto de Confins, em Minas Gerais, às quartas e domingos. A volta será realizada nos mesmos dias, com a decolagem do Uruguai às 15h15.

O Aeroporto Internacional de Carrasco, no Uruguai, é o principal ponto de entrada e saída de voos internacionais para o país e serve a capital Montevidéu e a região metropolitana.
“A abertura da rota entre Confins e Montevidéu é resultado de uma análise de demanda e conectividade regional. Identificamos um potencial consistente tanto no fluxo turístico quanto no corporativo, além de oportunidades de conexão via nosso hub em Confins para outros mercados brasileiros. Essa operação reforça nossa estratégia de ampliar a presença internacional de forma sustentável e de oferecer mais opções aos Clientes. Oferecemos ess”, disse Beatriz Barbi, gerente sênior de Planejamento de Malha da Azul.

“Estamos muito felizes em recuperar a conexão entre o Uruguai e Belo Horizonte. Sendo o Brasil um mercado prioritário, nosso compromisso é impulsionar a oferta turística para que cada vez mais mineiros escolham o Uruguai para desfrutar de suas férias. Em agosto de 2025, fizemos uma apresentação do nosso país em conjunto com o setor privado, a imprensa e o trade local, buscando estreitar os laços com a capital mineira, pois já visualizávamos o enorme potencial deste mercado. Ver hoje a concretização deste voo nos dá a certeza de que nossa aposta foi certeira” afirmou Cristian Pos, Diretor Nacional de Turismo do Ministério de Turismo do Uruguai.

“A inauguração do voo direto entre Confins e Montevidéu representa mais um passo estratégico do Governo de Minas na ampliação da malha aérea internacional do estado. Essa nova rota fortalece a integração de Minas Gerais com a América do Sul, impulsiona o turismo, amplia oportunidades de negócios e reforça a atratividade do nosso estado para investimentos e conexões globais. É um avanço importante para o desenvolvimento econômico e para a projeção de Minas no cenário internacional”, afirma a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mila Corrêa da Costa.

“Para o BH Airport, é uma grande conquista ampliar a oferta de destinos internacionais e disponibilizar mais uma opção de voo direto para Montevidéu. Essa parceria com a Azul reforça o papel do terminal como hub de conexões na América do Sul, ampliando a conectividade dos mineiros com importantes centros culturais, turísticos e de negócios na região. Com mais essa rota, fortalecemos o fluxo entre Minas Gerais e o Uruguai, estimulando oportunidades que beneficiam turistas, empresas e toda a cadeia produtiva”, destaca o diretor de Operações do BH Airport, Rodrigo Côrtes.

Atualmente, a Azul oferece voos, entre operações regulares e sazonais, que ligam Montevidéu aos aeroportos do Recife e de Campinas, em São Paulo, cidades de dois dos principais hubs da Companhia. A Companhia também opera para o balneário de Punta Del Este, com opções de voos saindo do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo.

 

Sobre Montevidéu
A capital uruguaiana, Montevidéu, é um dos principais centros urbanos e econômicos do país. É um destino para quem procura cultura, história e belas paisagens. Entre as principais atrações estão a Ciudad Vieja, com a Plaza Independencia e o Palacio Salvo, e a Rambla, a rua que margeia o Rio da Prata. A gastronomia e os vinhos locais, reconhecidos internacionalmente, são outros destaques. Além disso, a cidade é conhecida por seus cafés, restaurantes, vinícolas e parques urbanos e também apresenta uma infraestrutura moderna para o turismo corporativo e eventos.

Confins (CNF) – Montevidéu (MVD)
*A partir de 04/03*
OrigemSaídaDestinoChegadaFrequência
Confins10:00Montevidéu13:25Quartas e domingos
Montevidéu15:15Confins18:40Quartas e domingos

 

 

As vendas estão disponíveis por meio do site 

Virado da Terra da Garoa da no Aniversário de São Paulo

No dia 25 de janeiro, São Paulo celebra mais um aniversário e nada melhor do que comemorar a data com um prato que traduz a identidade e a tradição paulista. O Virado da Terra da Garoa, reúne sabores marcantes e ingredientes clássicos que homenageiam a história e a cultura da cidade, sendo uma opção perfeita para quem deseja transformar a celebração em uma experiência gastronômica cheia de afeto, sabor e brasilidade.

VIRADO DA TERRA DA GAROA
Ingredientes:
Virado de Feijão
300 gramas de feijão carioca cozido (com caldo)
1 colher de sopa de óleo de soja
2 dentes de alho picados
50 gramas cebola média picada
3 colheres de sopa de farinha de mandioca
1 colher de café de sal
2 colheres de sopa de cheiro-verde
120 gramas de contrafilé em bife
120 gramas de linguiça toscana
1 colher de café de sal
1 colher de café de alho picado
1 colher de sopa de óleo de soja
Óleo para grelhar

Acompanhamentos
1 xícara de chá de arroz branco cru
1 maço pequeno de couve manteiga fatiada
2 dentes de alho fatiados
2 colheres de sopa de azeite
2 ovos
2 bananas-nanicas
1 xícara de chá de farinha de trigo
1 colher de sobremesa de sal (para ser divido entre os acompanhamentos)

Modo de preparo:
Comece cozinhando o arroz branco normalmente até ficar soltinho e reserve. Para o feijão, aqueça o óleo em uma panela, refogue a cebola até ficar transparente, acrescente o alho rapidamente e coloque o feijão já cozido, com pouco caldo. Amasse levemente os grãos com uma colher ou amassador, acrescente a farinha aos poucos, mexendo sempre, até obter uma textura cremosa e encorpada. Ajuste o sal e finalize com o cheiro-verde.

Para a carne, tempere o bife com sal e alho, grelhe em uma frigideira quente com um fio de óleo até o ponto desejado. Em outra frigideira, grelhe a linguiça inteira ou em rodelas até dourar bem. Reserve aquecido. Em outra panela, aqueça o azeite e doure levemente o alho. Coloque a couve fatiada, mexendo rapidamente, tempere com sal e retire do fogo ainda verde e macia.

Descasque e corte as bananas ao meio. Passe na farinha de trigo, frite em óleo quente até dourar, escorra em um papel toalha e salgue levemente. Por último, frite os ovos em uma frigideira quente. Ajuste o sal e mantenha a gema mole.

Para a montagem, use o arroz branco como base, coloque o virado de feijão ao lado, bife e linguiça por cima e finalize com o ovo frito, a banana e a couve. Sirva.
Dica: Use banha de porco no virado para sabor mais tradicional; não exagere na farinha para o virado não ficar seco; a couve deve ser refogada rapidamente, para manter cor e textura; e a banana-nanica é a mais usada no virado tradicional.

Tempo de preparo: 45 a 60 minutos

Grau de dificuldade: médio

Rendimento: 2 porções

Largo do Rosário recebe o Projeto Expedições do Patrimônio

O Largo do Rosário, reconhecido como Patrimônio Cultural de Belo Horizonte, é a próxima parada do Projeto “Expedições do Patrimônio”. Promovido pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, o projeto promove encontros formativos e estimula o conhecimento e a preservação dos bens culturais da cidade. A 33ª edição acontece no próximo sábado (24), a partir das 9h, e integra as celebrações do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, comemorado nesta quarta-feira (21).

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo Portal da PBH ou pelo link. As vagas são limitadas. Com mediação de Patrícia Urias, o encontro conta com as participações do capitão regente da Guarda de Moçambique Nossa Senhora do Rosário do Bairro Alto dos Pinheiros, Geraldo Antônio da Silva; da Rainha da Guarda de Moçambique e Congo Treze de Maio de Nossa Senhora do Rosário e Rainha do Congo do Estado de Minas Gerais, Isabel Casimira Gasparino; do professor e historiador, Mauro Francisco Gonçalves Júnior; do pastor evangélico, Fillipe Gibran; e do coordenador do Centro e Caridade Pai Jacob do Oriente (CCPJO),  Pai Ricardo de Moura.

A atividade é destinada a estudantes de graduação de todas as áreas, professores da educação básica das redes pública e privada, gestores e mediadores de espaços culturais, mediadores de aprendizagem em museus e centros culturais, pesquisadores e demais interessados nos debates sobre o Patrimônio Cultural.

Patrimônio cultural

O nome Largo do Rosário foi dado ao espaço onde se situava a Igreja do Rosário (inaugurada em 1819) e seu cemitério (inaugurado em 1811). Ambos foram construídos pela Irmandade do Rosário dos Homens Pretos, no antigo Arraial do Curral del Rey.

O Largo ficava localizado no trecho onde atualmente se encontram as ruas da Bahia, Aimorés e Espírito Santo, além da Avenida Álvares Cabral. Dada a relevância do território, o Largo do Rosário foi registrado, em 2022, pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte (CDPCM-BH) como Patrimônio Cultural Imaterial da cidade. Atualmente, o bem está inscrito no Livro dos Registros dos Lugares, por se tratar de manifestação cultural de relevante valor histórico, social e cultural.

Expedições do Patrimônio

Desenvolvido desde 2019, o projeto “Expedições do Patrimônio” é uma ação educativa da Diretoria de Patrimônio Cultural da Fundação Municipal de Cultura. A proposta é possibilitar que, a cada edição, os participantes possam aprofundar o conhecimento e a vivência dos bens materiais e imateriais que integram o Patrimônio Cultural de Belo Horizonte.

Desde a primeira edição — que destacou o Ofício dos Lambe-lambes, primeiro bem a receber o título de Patrimônio Cultural Imaterial de Belo Horizonte —, o projeto já abordou temas como a Praça da Estação, o Conjunto Moderno da Pampulha, o Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte (APCBH), as Festas de Iemanjá, os Quilombos Urbanos, o Largo do Rosário, entre outros.

SERVIÇO

Projetos Expedições do Patrimônio – 33ª edição 

 

Data: 24 de janeiro| sábado, das 9h às 12h

Ingressos: Participação gratuita | inscrições no Portal BH ou pelo link.

 

Local: Largo do Rosário (Ponto de encontro: Rua da Bahia, 1416 – Lourdes).