



O Bloco homenageia Rainhas da Música Brasileira, sejam elas grandes cantoras ou mesmo cantoras do bairro que têm vozes maravilhosas, mas ainda não têm o reconhecimento merecido no mercado da música.
O Bloco chega o Rei pede licença á Roberto Carlos, cantor que inspirou a sua criação, e homenageia Rainhas da Música Brasileira, sejam elas, famosas ou não. Neste ano; além das tradicionais músicas do Rei; o bloco contará também músicas das divas Maria Bethânia, Gal Costa, Rita Lee, Ivone Lara, Beth Carvalho; Marilia Mendonça Sandra de Sá, além de Xuxa por que não pode faltar as canções para alegrar a criançada, que também está sempre presente nos desfiles e ensaios. Tradicional na região, o bloco que desfila desde 2018, surgiu a partir da vontade de movimentar culturalmente e promover e ações sociais na regional Noroeste da cidade e executa músicas do cantor Roberto Carlos através de arranjos originais que permeiam o samba, ciranda, maracatu, funk, marchinha, ijexá e congo, fato que contagia adultos, crianças e idosos.
“Todo ano a gente faz uma homenagem especial e neste ano será a vez dessas grandes cantoras brasileiras. Elas foram escolhidas porque são importantes por moldarem a identidade musical do país, inovarem esteticamente, e lutaram por espaço em um mercado historicamente dominado por homens, e por meio de sua arte, impactaram gerações e a cultura nacional”, explica Fabrício Moraes, coordenador, guitarrista e cantor do Bloco.
Ele ressalta ainda que a homenagem será estendida às cantoras do bairro João Pinheiro e região; local onde o bloco e a Banda Chega o Rei atuam o ano todo. “São mulheres que se destacam pela combinação de talento vocal com carisma, só falta mesmo o reconhecimento do mercado da música”, completa.
Cantoras do bairro que se destacam pela combinação de talento vocal com carisma, mas ainda não tem espaço merecido no mercado da música também serão homenageadas pelo Bloco neste ano. Rosilene Jacques é uma delas. Ela irá compor a banda e terá a oportunidade de mostrar sua voz para o público do Chega o Rei. Nascida em Belo Horizonte, tem 63 anos e canta desde os 14 anos, quando iniciou no coral da Polícia Militar. Aos 18, foi convidada a integrar o coral da igreja, onde permaneceu por cerca de 30 anos, participando de diversos grupos musicais e coordenando o Ministério da Música. Também cantou no coral do Senac por sete anos. “Sempre busquei me aperfeiçoar por meio dos estudos musicais, pois cantar é um dom e uma grande paixão. Atualmente, faço aulas de canto e participo de apresentações em barzinhos com um amigo. Sou imensamente grata pelo convite para fazer parte do Bloco Chego Rei, tocando, cantando e sempre entregando o meu melhor”, explica Rosilene Jacques.
Outra que também irá compor a banda é Madu Assis que interpreta grande parte da sua carreira no samba e na MPB, mas também abrange outros estilos musicais. Ativa e apaixonada pela música desde os 4 anos, participando de eventos como corais, casamentos, rodas de samba, projetos escolares e culturais. Adquiriu aptidão não só por cantar, mas por alguns instrumentos musicais também, parte dessa curiosidade veio através dos blocos de carnaval nos quais se faz presente atualmente tanto como instrumentista, quanto como cantora. Gosta e mantém a mente aberta para novas experiências, atitudes e estilos.
Mulheres veteranas da Banda do Bloco. Tradicionalmente, o Bloco Chega o Rei sempre foi composto por mulheres. Uma delas é Karla Nádila é produtora do Bloco Chega o Rei e figura central na gestão e planejamento das atividades do bloco. Educadora musical e percussionista, foi regente do Chega O Rei entre 2022 e 2024. Hoje, além de produtora, atua na movimentação cultural comunitária do bairro João Pinheiro em Belo Horizonte.
Mayra Morais, musicista, cantora e arte-educadora, formada em Jornalismo pela Fumec -BH e canto pela Bituca (Universidade de música popular em Barbacena). Atuou em diversas bandas ao longo dos anos, morou no sul da Bahia por sete anos, onde teve a música como sua principal fonte de renda. Hoje, de volta à capital mineira.
A batuqueira Aline Carneiro compõe o grupo desde a sua fundação. Nascida na efervescência cultural do bairro Santa Efigênia, onde rodas de samba pulsavam no cotidiano, construiu sua identidade artística a partir das referências musicais dos seus pais e da música popular. Criada por mulheres fortes, carrega na percussão a ancestralidade, a resistência e o poder de transformar vivência em arte. Formada em Produção Editorial e une palavra, corpo e tambor como instrumentos de afirmação e força coletiva.
Karla Nádila é produtora do Bloco Chega o Rei e figura central na gestão e planejamento das atividades do bloco. Educadora musical e percussionista, foi regente do Chega O Rei entre 2022 e 2024. Hoje, além de produtora, atua na movimentação cultural comunitária do bairro João Pinheiro em Belo Horizonte.
Tatiana Carvalho é gestora comercial, empresária e apaixonada pela percussão. Desde 2017, o ritmo a conduziu para o Carnaval de Belo Horizonte, um caminho sem volta. Nascida e criada no bairro João Pinheiro, encontrou no Bloco Chego Rei um espaço de pertencimento, afeto e identidade — um bloco do coração, da comunidade e da vida.
O Bloco chega o Rei é composto ainda por Bruni Grossi, Karla Nádila, Tatiana Carvalho, Bruni Grossi, Fabrício Morais, Fabiano Maximiano, Jan Ferreira, Thiago Marra, Emerson David, Bidigo Oliveira, Paulo “PG” Rocha.
Conheça o “Chega o Rei” – O bloco homenageia o Rei Roberto Carlos através de arranjos originais que permeiam o samba, ciranda, maracatu, funk, marchinha, ijexá e congo. O grupo surge a partir da vontade de se criar um bloco para homenagear o cantor e levar aos moradores do bairro Alto dos Pinheiros, cultura e promoção de ações sociais. A intenção dos criadores do bloco é a descentralização do carnaval de rua, a democratização do acesso a espetáculos musicais e a formação de novos talentos através de oficinas de percussão.
Seu primeiro desfile aconteceu em 2018, levando às ruas um número expressivo de foliões, resgatando a vida social e cultural do bairro, provocando sorrisos e muitas emoções. Sua formação é mista e inclusiva reunindo na bateria jovens, adultos, idosos, crianças, pessoas com deficiências e indivíduos em situações de risco. O acolhimento através da música tem proporcionado experiências transformadoras e promulgando o capital humano, fomentando e afirmando, a cada ação, a cultura e uma sociedade mais igualitária e inclusiva.
Seu público abrange diferentes faixas etárias, classes sociais e etnias. Facetas que dialogam com o caráter extremamente popular das músicas do Rei, que há décadas integram o imaginário brasileiro. Nos seus 6 anos de existência o bloco já levou às ruas um número expressivo de foliões, mobilizando a vida social e cultural do bairro. Prova disso foi que em 2025 o cortejo de carnaval levou cerca de cinco mil pessoas à Noroeste belorizontina.
Não só no carnaval, mas durante todo o ano, o bloco “Chega o Rei”, promove diversos shows na região em distintos locais, como praças públicas, teatros e casas de espetáculo, por meio de sua banda que tem o mesmo nome. A banda “Chega o Rei” homenageia Roberto Carlos através de arranjos originais em ritmos carnavalescos que permeiam o samba, ciranda, maracatu, funk, marchinha, ijexá e congo. O show promete trazer os grandes clássicos do Rei revisitados nos mínimos detalhes levando, outra vez ao público, uma verdadeira festa de arromba regada a muitas emoções.
| O Ministério da Cultura e a Petrobras apresentam a 7ª edição da CasaBloco, o festival que traduz a essência dos carnavais do Brasil. A CasaBloco ocupará três espaços no Rio de Janeiro: Jockey Club, MAM e Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB RJ), de 27 a 31 de janeiro de 2026, com mais de 10 horas de programação diária, incluindo shows, performances, rodas de conversa, oficinas, feiras de moda e gastronomia, bailes e apresentações. Entre os destaques da programação, Alcione, Sarajane, Samuel Rosa, Fernanda Abreu, Geraldo Azevedo e Juliana Linhares, Lenine e SPOKFREVO Orquestra, e muito mais, em três noites dedicadas ao samba, frevo, maracatu, pop, brega e axé. Três bailes acontecem também durante a programação: Baile do Cacique, Baile do Quizomba e Baile de Novela com o Fogo e Paixão. No Rio, o projeto volta ao Jockey Club, onde acontecem shows, bailes, performances, feira de moda e as Oficinas Petrobras CasaBloco, dos dias 29 a 31. Na Cinemateca do MAM, de 27 a 29 de janeiro, acontece a Mostra Petrobras CasaBloco de Cinema e no CCBB RJ, serão realizadas parte das Oficinas Petrobras CasaBloco. Serão sete dias de atividades, de 23 a 31 de janeiro, ligadas aos festejos de Momo. A CasaBloco conta com patrocínio master da Petrobras, patrocínio da Secretaria de Estado de Turismo e do Governo do Estado do Rio de Janeiro, da Prefeitura do Rio de Janeiro e da Riotur. O projeto da Tess Ideias e Comunicação é uma realização do Ministério da Cultura e Governo Federal por meio da Lei Rouanet.
Destaques Diretamente de Pernambuco, o grupo Guerreiros do Passo vem pela primeira vez ao Rio para apresentar o frevo mais tradicional, numa performance que vai abalar a sexta-feira (30) no Jockey, junto ao show de Lenine e a SPOKFREVO Orquestra. Recentemente, o Guerreiros do Passo acompanhou o elenco do filme “Agente Secreto” no tapete vermelho em Cannes, na França, colocando todo mundo pra dançar e dando visibilidade a essa importante manifestação carnavalesca brasileira. Também das terras pernambucanas vêm os Caboclos de lança, personagens tradicionais do Maracatu de Baque Solto, que trazem, além dos personagens, uma aula espetáculo com Mestre Manuelzinho Salustiano, herdeiro da mais importante família do maracatu rural. Trazendo a cara do Carnaval carioca, a noite de abertura será dedicada ao samba e o bloco Cacique de Ramos faz homenagem a dois importantes personagens da Quadra da Tamarineira, em Ramos, que nos deixaram recentemente: Bira Presidente, fundador e presidente do Cacique, e Arlindo Cruz, cria daquela casa. Também participa desta homenagem, o Samba do Sacramento, que abre a programação, antes da CasaBloco receber Alcione, a grande atração da noite “Vem Sambar”. As duas noites seguintes serão: “Nordeste, Um País”, com ritmos nordestinos, na sexta-feira (30), e “Jardins da Babilônia”, com a mistura do pop, brega e axé, no sábado (31). “A multiplicidade de ritmos escolhidos pela curadoria do festival comprova o quanto o Carnaval brasileiro é plural. “Pena que não conseguimos trazer representantes do Norte este ano, pelos altos custos de logística”, ressalta Rita Fernandes, idealizadora do projeto. Fernanda Abreu participa de filme, roda de conversa e show – foto divulgação Lenine e Spok Frevo – foto Divulgação Todo ano Rita Fernandes, idealizadora e diretora geral do projeto, faz uma imersão pelos diversos carnavais do Brasil, visitando cidades de norte a sul e trazendo para o Rio de Janeiro novas histórias, ideias, cores, timbres e tambores. Assim começa a tomar forma a CasaBloco, evento que ela define como “uma experiência carnavalesca única”. E completa: “O Rio é o grande anfitrião de um Brasil plural! Nossa proposta é que o folião embarque em uma imersão carnavalesca única, diferente, completa, passando pelo universo dos blocos, do samba, da moda, do cinema, da gastronomia, além de oficinas e rodas de conversa”. Programação Jockey 29 de janeiro de 2026 (quinta-feira) Ingressos: Link
Palco DJ 16h – DJ JP 18h – DJ Cris Panttoja
PALCO 1 18h30 – Samba do Sacramento 20h – DJ Cris Panttoja 20h30 – Alcione
Palco DJ 22h às 00h – Cris Panttoja 22h30 à 0h – Baile do Cacique de Ramos
30 de janeiro de 2026 (sexta-feira) Shows: Nordeste, Um País – Jockey Club – 16h à 1h Ingressos: Link
PALCO DJ 16h – DJ JP
PALCO 1 17h – Bloco da Terreirada 18h – DJ JP 18h30 – Geraldo Azevedo convida Juliana Linhares 20h – DJ Lala K 20h30 – Lenine e SpokFrevo Orquestra + Guerreiros do Passo 22h às 00h – DJ Lala K 22h30 – Baile do Quizomba Shows: Jardins da Babilônia – Jockey Club – 15h às 1h Ingressos: Link 15h às 17h – DJ JP 17h – Roda de Santa Rita 18h – DJ Doni 18h30 – Samuel Rosa 20h – DJ Doni 20h30 – Fernanda Abreu + Bateria da Portela 22h10 às 23h30 – Edmilson dos Teclados 23h30 às 1h – DJ Doni
PALCO 2 – TRIBUNA C 22h30 – Baile de Novela: Fogo & Paixão part. Sarajane
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A edição 2026 do maior evento multiesportivo da América Latina abre espaço para o jump rope, que realiza, na ocasião, importante disputa, reunindo cerca de 200 atletas de mais de seis países
A edição 2026 do Arnold Sports Festival South America, organizado pela empresa Savaget Group, já tem data e local definidos: será realizada entre os dias 24 e 26 de abril, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). Considerado o maior evento mutiesportivo da América Latina, englobando, ainda, feira de nutrição esportiva e de equipamentos fitness, além de congressos com foco em saúde e bem-estar, ele abre espaço para modalidades inusitadas, com potencial para atrair uma legião de novos fãs. É o caso do jump rope, que nada mais é que pular corda.
O que para muitos é algo lúdico, em países como China, Índia, México, Colômbia e até mesmo Brasil, trata-se de um esporte com plasticidade e precisão técnica que enchem os olhos de qualquer torcida. Esse ano, o Arnold Sports Festival South America será palco de importante campeonato internacional da modalidade, reunindo cerca de 200 atletas de mais de seis países, nos dias 25 e 26 de abril, entre 10h00 e 18h00.
As disputas serão em quatro categorias, divididas por sexo e idade: speed, double unders, freestyle e double dutch. A primeira é uma prova individual, em que os competidores têm que executar o máximo de pulos em até 30 segundos. A segunda tem a mesma dinâmica, com a diferença de que a corda passa duas vezes por baixo dos pés a cada salto, exigindo ainda mais velocidade e coordenação. A terceira pede movimentos específicos e até acrobáticos durante os pulos, que são avaliados através de notas pelos árbitros, como ocorre na ginástica artística. A quarta é uma disputa em grupo (três a seis pessoas), executando uma coreografia enquanto pulam, também avaliadas pelos árbitros, como na freestyle. Além do campeonato, haverá um show, com apresentações dos países, envolvendo a turma do double dutch e das cordas individuais.

A divisão dos atletas por idade vai de menores de dez anos (sub 10), passando pelo sub 15, sub 20, sub 30, master (entre 31 e 40 anos), até sênior (a partir de 41 anos). “Ainda que abrace atletas de diferentes idades, inclusive crianças, o jump rope costuma atrair mais jovens, entre 16 e 25 anos”, diz Iara Ito, presidente da Confederação Brasileira de Double Dutch e Jump Rope.
A dirigente lembra que o Brasil já tem expressão mundial no esporte. Em outubro do ano passado, o atleta Yuri Almeida, de 16 anos, paulista de São José do Rio Preto, venceu um festival internacional da modalidade, na Colômbia, na categoria speed, que reuniu mais de 150 atletas. Ele será um dos representantes brasileiros na disputa marcada para abril, no Expo Center Norte.
Novidades
Segundo Ana Paula Leal Graziano, CEO da Savaget Group, o Arnold Sports Festival South America pretende abrir cada vez mais espaço para tudo que é novidade no cenário esportivo, capaz de cativar os visitantes, como o jump rope. A modalidade tem pouco mais de 60 anos, tendo surgido na década de 60, nos Estados Unidos. É uma “jovenzinha”, comparado ao futebol moderno, que possui mais de 160 anos, já que nasceu com a fundação da The Football Association (FA), em 1863, na Inglaterra.
A ideia é também dar visibilidade para hábitos saudáveis a partir do esporte. “Essa diversificação de modalidades, relativamente novas, faz parte de nossos esforços para apresentar ao público crescente do evento, formas interessantes de entretenimento focadas no bem-estar”, afirma Ana Paula. “Pular corda, por exemplo, mesmo quando não existe a pretensão atlética, é um dos melhores exercícios para dar um upgrade no condicionamento cardiorrespiratório”.
A edição 2025 do Arnold Sports Festival South America, também no Expo Center Norte, recebeu público superior a 105 mil pessoas, em três dias. A feira, que abrigou acima de 200 marcas expositoras, foi visitada por mais de 22 mil lojistas e proprietários de academia, gerando um bilhão de reais em negócios. A expectativa é que a edição 2026 mantenha esse ritmo.

Sobre a Savaget Group. Idealizada por Ana Paula Leal Graziano, promotora de eventos há mais de trinta anos, a empresa é responsável por organizar vários dos mais importantes encontros de fitness, nutrição e bem-estar do país. O Arnold Sports Festival South America, que completou dez anos em 2024, e o Mr. Olympia Brasil Expo são dois desses carros-chefes, considerados os maiores eventos multiesportivos da América do Sul, agitando, em feiras e competições, uma legião de adeptos de hábitos saudáveis.
Arnold Sports Festival South America 2026
Data: 24,25 e 26 de abril
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme, São Paulo (SP).
Horários: entre 10h e 20h (sexta e sábado), entre 10h e 18h (domingo)
Patrocínios nutrição esportiva: Inegralmédica, Max Titanium, Panatta, Smart Fit, Champion Watch, NaturalPraPet, Shark Pro Suplementos e Berzerek.
Patrocínios fitness: ABC Evo, Panatta, Buckler e Cimerian.
Patrocínios Pet Health: NaturalPraPet. Cipet e Escola Paulista de Medicina Veterinária.
Mais informações
Site: https://arnold.savagetgroup.
Do Rio de Janeiro o cantor Alcides Sodré aterrissa em Minas Gerais com seu show Tantas Canções, no próximo sábado (24), às 20 horas, para uma noite de emoções na Casa Outono. O repertório diverso e cheio de bossa celebra a canção brasileira em suas múltiplas camadas — da tradição à criação contemporânea — costurando memórias, afetos e novas paisagens sonoras.
Acompanhado pelo pianista e acordeonista Rodrigo Zolet, o artista do Selo Zênitha Música conduz o público por um repertório que transita entre clássicos da música brasileira e composições autorais que marcam sua trajetória. “Vou cantar canções consagradas da MPB que me formaram como intérprete e também algumas composições autorais” –comenta Alcides.
O show ganha contornos ainda mais especiais com as participações de Michele Agra, Patrícia Ahmaral, Regina Souza e Gabriel Strauss, nomes que ampliam o diálogo estético e emocional da apresentação. Mais do que uma apresentação musical, Tantas Canções é um encontro — entre gerações, estilos e afetos — que reafirma a canção como espaço de escuta, partilha e permanência. Um espetáculo intimista e potente, onde cada música carrega uma história e cada interpretação convida o público a reconhecer-se nelas.
No roteiro, estão joias como “Manhã de Carnaval” (Luiz Bonfá/Antônio Maria), “Certas Canções” (Tunai/MiltonNascimento), “As Rosas Não Falam” (Cartola) e “Estrada do Sol” (Tom Jobim/DoloresDuran). Ressalta a convivência direta do cantor com obras autorais como “Em Mar Aberto” (KikoFurtado/DanielGonzaga), “Os Faróis” (Paulo Baiano/Marcos Sacramento), “Areia, Areia” (Fábio Negroni/Edu Kneip) e “Pra Nana Cantar” (Iuri Salvagnini/Alcides), revelando a sua identidade poética e seu olhar sensível sobre o cotidiano, o amor e o tempo.

@alcidessodre_oficial
Artista @ zenithamusica
Serviço
Dia 24/1 – sábado, 20h
“Tantas Canções”
Com o cantor e compositor Alcides Sodré
Acompanhado pelo pianista e acordeonista Rodrigo Zole
Participações das cantoras Michele Agra, Patrícia Ahmaral, Regina Souza e do cantor Gabriel Strauss.
Local: Casa Outono
Endereço: Rua Outono, 571 – Carmo, Belo Horizonte – MG
Telefone: (31) 99906-0624
Ingressos: R$ 50 (preferencialmente Sympla)
https://www.sympla.com.br/evento/tantas-cancoes-alcides-sodre-rodrigo-zolet/3279564
Capacidade: 80 lugares
Duração: 80 minutos
Classificação: Livre
Até o dia 25/01, domingo, pessoas trans e mulheres lésbicas, bi ou pansexuais podem inscrever propostas artísticas, nas áreas de artes cênicas, música, literatura e audiovisual.
O FAFAN – Festival de Arte Fancha, idealizado pela Coletiva Fanchecléticas e pela Associação Artes Sapas, está de volta em sua 2ª edição, agora na versão presencial. Podem participar da programação artistas LGBTQIAPN+, com idade a partir de 18 anos, residentes em Belo Horizonte e região metropolitana, nos segmentos de artes cênicas, música, literatura e audiovisual. As inscrições foram prorrogadas até às 23h59 do dia 25 de janeiro, domingo, e devem ser enviadas exclusivamente via formulário digital https://forms.gle/
Este projeto foi viabilizado com recursos da Lei Municipal de Cultura de Belo Horizonte modalidade incentivo fiscal, patrocinado pela DIEFRA e Plantuc através do Projeto Nº 1397/2022.
“Chegar a esta primeira edição presencial é o amadurecimento desse caminho coletivo. Depois de cinco anos, finalmente concretizamos o que em 2021, durante a pandemia, era apenas um desejo: o olho no olho e contato físico”, celebra Éle Fernandes, que assina a coordenação de curadoria do festival ao lado de integrantes da Coletiva Fanchecléticas e da Associação Artes Sapas.
Neste ano, a proposta é compor a programação com 16 trabalhos e duas ações formativas, baseados no conceito de Colheita. “Para nós, o ato de colher significa também reconhecer os caminhos que percorremos. Nossas criações dialogam com linhagens que vieram antes de nós. Artistas, coletivas, corpas, corpos, movimentos que prepararam o solo para que pudéssemos arar. Nosso festival propõe que essas memórias sejam criadas, revisitadas, reimaginadas e atualizadas em obras que tragam a força de quem semeou antes o futuro ancestral”, acrescenta Éle Fernandes.
Com curadoria formada por integrantes das Fanchecléticas e da Associação Artes Sapas, as propostas serão selecionadas a partir de critérios, como: relevância conceitual e de conteúdo; qualidade da narrativa, poética, estética e técnica; diálogo com o conceito do festival; pluralidade de vozes e narrativas; e descentralização e diversidade territorial das integrantes.
No segmento de artes cênicas é importante que as propostas inscritas, nas vertentes teatro, dança, circo ou performance, apresentem duração de 45 a 120 minutos. Dentro da linguagem do audiovisual, podem participar curtas-metragens/
Já na área de literatura, serão consideradas pela curadoria propostas como saraus, narração artística, contação de história e outras performances literárias. A duração mínima é de 15 minutos e a máxima de 40 minutos, em formato livre. Dentro da modalidade musical, serão selecionados trabalhos ao vivo, no formato pocket show, com tempo entre 20 e 40 minutos. Também serão permitidas inscrições de oficinas com duração mínima de 2 horas, que dialoguem de forma direta ou transversal com o conceito de Colheita, proposto nesta edição.
Cada artista, coletivo ou grupo pode inscrever até duas propostas com linguagens distintas. Para cada proposta selecionada, será oferecido um cachê (ver edital), que contempla transporte, alimentação e equipe técnica. Os selecionados irão compor a programação presencial do festival, prevista para acontecer em março deste ano.
“A cada ano que passa, o FAFAN se afirma como um espaço de luta ao compreender a arte não apenas como um produto, mas como prática política e ferramenta de transformação social. Para nós, a luta se manifesta na escolha de quem ocupa o centro da curadoria, afirmando corpas dissidentes e narrativas silenciadas que escapam às lógicas hegemônicas de produção cultural. O festival é, essencialmente, um território de confronto simbólico onde o ato de produzir e ocupar o espaço enquanto pessoas LGBTQIAPN+ já se configura como uma forma de resiliência e insurgência”, conclui Éle Fernandes.
Sobre a Associação Artes Sapas – Associação Artes Sapas (OSC) impacta diretamente o fazer de artistas trans, travestis e não-bináries, lésbicas, bissexuais e panssexuais, promovendo trabalhos e valorizando sua arte com promoção e criação de trabalhos artísticos e educativos a partir de uma perspectiva transfeminista, antirracista, popular e periférica, conectando arte, território e transformação social.
Coletiva Fanchecléticas – A Fanchecléticas Coletiva é o eixo artístico e sociocultural da Associação Artes Sapas, responsável por projetos feitos por e para pessoas trans e mulheres LGBTQIAPN+, que atuam no teatro, audiovisual, música e literatura. A ideia é que o FAFAN seja um lugar de encontro, mas também, um meio para difundir e pensar a arte Fancha, a representatividade dos corpos, sua identidade e sexualidade.
SERVIÇO
FAFAN – Festival de Arte Fancha está com inscrições abertas
Prazo: até 23h59 do dia 25/01, domingo
Podem participar pessoas trans e mulheres lésbicas, bi ou pansexuais, com propostas artísticas nas áreas de artes cênicas, literatura, música e audiovisual
Via formulário digital: https://forms.gle/
disponibilizado no Instagram @fanchecleticas e no site das Fanchecléticas www.fanchecleticas.com/fafan.
Terceira edição do evento ocupou o Museu da República com quatro dias de cultura, diálogo inter-religioso, economia criativa ancestral e fortalecimento das matrizes africanas
O Museu da República, no Catete, foi palco, entre os dias 18 e 20 de janeiro de 2026, da terceira edição do Festival Àgbádó – Semeando Futuro, Honrando Ancestrais, realizado pelo Instituto Afrikerança. Consolidado como um dos principais eventos do Rio de Janeiro voltados à valorização das culturas de matrizes africanas, o festival reuniu lideranças religiosas, artistas, pesquisadores, gestores públicos e o público em geral em uma intensa programação cultural, educativa e espiritual.
Inspirado em Ọ̀ṣọ́ọ̀sí, o Grande Caçador, o Festival Àgbádó tem como símbolo central o milho, alimento sagrado do orixá, celebrado como elemento que ultrapassa o campo religioso e se afirma como referência de sustentabilidade, fartura e conexão entre ancestralidade, presente e futuro. A proposta reafirma o protagonismo do povo negro e a diversidade cultural como fundamentos para a construção de uma sociedade mais justa e plural.
Realizado durante a Semana da Diversidade Religiosa, o evento reforçou o compromisso com a laicidade do Estado, o enfrentamento à intolerância e ao racismo religioso, além da defesa do direito pleno à liberdade de crença. Nesta edição, o festival manteve parcerias históricas com o Museu da República e o IBRAM, presentes desde a primeira edição, e ampliou sua atuação institucional com a Coordenadoria de Diversidade Religiosa e o COMPLIR, fortalecendo o diálogo entre poder público e comunidades tradicionais.
Ao longo dos quatro dias, o público participou de rodas de diálogo, palestras, oficinas, celebrações religiosas, apresentações artísticas, feiras culturais e ações educativas, abordando temas como ancestralidade, memória, saúde mental, racismo estrutural, cultura alimentar, literatura religiosa e patrimônio imaterial. A programação também valorizou a economia criativa ancestral, reunindo artesãos, fazedores de cultura e coletivos de diferentes municípios do estado.
A edição de 2026 marcou ainda um novo ciclo do Instituto Afrikerança, que se consolidou oficialmente como instituto e ampliou o protagonismo de coordenadoras municipais de diversas regiões do Rio de Janeiro, fortalecendo a construção coletiva do festival. Novas parcerias estratégicas, como a Lanoz Events e a Feira Ziriguidum, contribuíram para a organização e a expansão cultural do evento.
Como reconhecimento ao trabalho contínuo das Casas de Axé, grupos culturais e lideranças religiosas que constroem o Festival Àgbádó desde sua primeira edição, o Instituto Afrikerança está pleiteando uma Moção de Aplausos na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), em homenagem à atuação na salvaguarda da memória, da cultura e da dignidade do povo negro.
O Festival Àgbádó 2026 encerrou-se reafirmando seu papel como espaço de resistência, celebração e construção de futuros possíveis, onde ancestralidade, cultura e direitos caminham juntos.
Sobre o Instituto Afrikerança
O Instituto Afrikerança é uma organização sem fins lucrativos dedicada à preservação, valorização e promoção das culturas africanas e afro-brasileiras. Atua nas áreas de educação, cultura, memória, sustentabilidade e justiça social, por meio de festivais, formações, feiras literárias e produções audiovisuais. Entre seus projetos estão o Festival Àgbádó, a Feira Literária Narrativas Ancestrais e o documentário Memórias de Terreiros, que reconhece terreiros e territórios de axé como espaços de memória viva.
Colunista de Turismo: Patrícia Torres @patytorres.viagens
A Visual Turismo, em parceria com a Emirates e o Visit Dubai, promoveu na manhã desta terça-feira 21/01/2026 um café da manhã para agentes de viagens de Belo Horizonte, com foco no fortalecimento da venda do destino Dubai e na apresentação de novidades aos agentes de viagens.
A Visual Turismo, que tem como Diretor Hugo Lagares, foi representada no evento por Bruno Baeta e Bárbara Coimbra, que apresentaram atualizações da operadora, além da Biblos Brasil a nova marca de turismo de alto luxo da CVC Corp. Tradicional na Argentina, a Biblos chega ao Brasil em 4 de fevereiro de 2026, oferecendo viagens sob medida, hotelaria de luxo e experiências personalizadas. A operação está integrada à estrutura da Visual Turismo, utilizando sua plataforma para atender a rede de agências, com equipe voltada ao segmento premium.
Durante o evento, Kátia Leite, da Emirates, destacou as operações da companhia aérea no Brasil, com voos partindo de São Paulo (GRU) e Rio de Janeiro (GIG), conectando os passageiros ao hub de Dubai e a diversos destinos internacionais, incluindo Argentina. A executiva também ressaltou a possibilidade de stopover em Dubai, além do conforto das aeronaves, com produtos que vão da Primeira Classe, muito luxo e com suítes privativas, à Classe Executiva, com assentos totalmente reclináveis, Premium Economy, que oferece assentos de couro mais largos com apoio para as pernas, refeições gourmet e entretenimento em HD sendo um excelente custo-benefício para voos longos e também apresentou a Classe Econômica, reconhecida pelo alto padrão de serviço e entretenimento a bordo.

Larissa Di Donato, representante do Visit Dubai, apresentou experiências do destino, reforçando sua versatilidade e capacidade de atender diferentes perfis e orçamentos. Entre os destaques estão atrações icônicas como o Burj Khalifa, Dubai Mall, safári no deserto, passeios pela Marina, praias urbanas, souks, experiências gastronômicas, o Museu do Futuro, o The View at The Palm, o Dubai Frame, o Sky Views e o Dubai Miracle Garden.
Encerrando o encontro compartilhei minha experiência de viagem no Global Village, parque multicultural que reúne pavilhões de mais de 40 países, cada um representando sua própria cultura, culinária, artesanato e produtos típicos. Com uma ampla oferta de shows, restaurantes e atrações temáticas, o espaço funciona como um verdadeiro “mini mundo”, sendo uma experiência completa e de excelente custo-benefício para diferentes perfis de viajantes!

O evento reforçou o compromisso da Visual Turismo e da CVC Corp em apoiar as agências de viagens por meio de capacitação, produtos diferenciados e parcerias estratégicas, fortalecendo a comercialização de Dubai e do turismo de alto padrão no mercado brasileiro.
Quer viajar para Dubai? Procure seu agente de viagens e peça um pacote exclusivo da operadora Visual Turismo.
Eu sou a Patrícia Torres, colunista da Revista Cenário Minas.
Acompanhe minhas viagens no instagram.com/seliganatrip.oficial e @patytorres.viagens e até o próximo destino!

Evento, que terá Xonadão (Trio Parada Dura) e Amigos, Guilherme Sena & Gustavo e Júlio César e Aldair, será no dia 24 de janeiro, em Contagem
O som do modão vai ecoar pelo Rooftop do Shopping do Avião, em Contagem, com o Festival Sertanejo e da Cachaça. O evento será realizado no dia 24 de janeiro na Avenida Babita Camargos, 1.295, 4º piso, no bairro Cidade Industrial. Os portões abrem a partir das 16h.
A trilha sonora da festa ficará por conta de Xonadão (Trio Parada Dura) e Amigos, Guilherme Sena & Gustavo e Júlio César e Aldair, que vão apresentar ao público o melhor do sertanejo. Os artistas, que prepararam repertórios especiais, prometem muita animação.
O festival será uma oportunidade também para degustar sabores diferenciados de cachaças.
Entrada
O acesso à pista é grátis das 16h às 18h. As cortesias e os ingressos estão disponíveis no site da Sympla (https://encurtador.com.br/PXoS).