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qui, 22 fevereiro 24

Belo-horizontinos mais confiantes com a economia

Dados apontam para estabilidade do nível de confiança

A pesquisa Intenção de Consumo das Famílias (ICF), realizada pelo Núcleo de Inteligência e Pesquisa da Fecomércio MG, mostra que a confiança do consumidor da capital subiu no mês de julho cada vez mais próxima de um nível de satisfação. O consumidor dá especial destaque para a segurança no emprego e para a perspectiva profissional apontando para mais estabilidade na confiança. Estes indicadores vêm subindo mês a mês e se diferenciam ainda mais positivamente quando comparado com o ano passado.

A expectativa de melhoria profissional é maior entre as famílias com renda superior a 10 salários mínimos (78%). Entre as famílias com renda inferior a 10 salários mínimos 68,2% acham que haverá melhora.

No geral, cerca de 70% dos entrevistados acreditam que o responsável pelo domicílio terá alguma melhora profissional nos próximos seis meses.

O índice de consumo das famílias da capital também mostra elevação em relação ao ano passado, com 25,8 pontos acima do que o período comparado. Na comparação com o mês anterior, o crescimento do indicador foi de 4,5 pontos, saindo de 75,3 pontos para os atuais 79,8 pontos.

A estabilidade na confiança do consumidor de Belo Horizonte também está refletida no indicador que mostra a intenção de consumir que registra 100 pontos exatos. Em comparação com o ano passado, a intenção de consumir subiu 29,3 pontos.

 O índice de renda atual mostra a renda da família aos 118,7 pontos, satisfatório, sendo 32,4 pontos superior ao mesmo período do ano passado. Para 42,8% dos entrevistados, a renda da família está melhor em comparação com o mesmo período de 2022.

A pesquisa mostra que o acesso ao crédito continua difícil para as famílias com o com queda de 0,6 ponto em relação ao mês anterior. Restrição ao crédito e juros altos continuam apontando para a inibição da compra de bens duráveis que registrou queda na intenção de aquisição de 4,4 pontos em comparação com o mês anterior. Para 79,7% dos entrevistados, atualmente o momento não é bom para a compra de bens duráveis.

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