A herança nipônica nos pratos da Jin Jin

A maior população de origem nipônica fora de seu país está no Brasil, com cerca de dois milhões de descendentes, segundo dados da Embaixada do Japão. A cultura japonesa é conhecida e difundida pelos brasileiros, seja pela música, artes marciais, artesanato, pelos famosos animes e literatura, e, principalmente, pela culinária, que se tornou um nicho que movimenta cerca de R$ 19 bilhões ao ano, segundo levantamento realizado pela Francal Feiras.

Os sushis, temakis e pratos de origem japonesa presentes em restaurantes como a Jin Jin, rede de franquias da Halipar (Holding de Alimentação e Participações) especializada em culinária asiática fast-food, entraram com força na lista de favoritos do paladar do brasileiro. Uma história que teve início com a imigração japonesa, marcada pela chegada do primeiro navio, o Kasato Maru, no Porto de Santos (SP), em 18 de junho de 1908.

O êxito da culinária japonesa por aqui pode ser explicado, além da tradição e diferenciais no preparo, apresentação e sabor, pela habilidade do brasileiro em adaptar e inventar receitas típicas inspiradas nas mais diversas gastronomias. No caso da cozinha nipônica, temakis, hot rolls e sushis diferenciados ajudaram na aceitação e concretização do mercado em solo brasileiro, tornando-se a “porta de entrada” para iguarias mais tradicionais, como os sashimis.

 

Hot Burger Jin Jin traz inspiração na culinária japonesa, com um toque brasileiro (Divulgação)

 

Cardápio Jin Jin

Tamanha inspiração é reconhecida no menu da Jin Jin, recheado de ingredientes provenientes do país asiático e trazidos pelos imigrantes desde o desembarque em solo tupiniquim. Logo nas entradas é possível apreciar o sunomono, salada de pepinos japoneses com calda agridoce. Entre os pratos principais há diversas opções de poke, temaki, uramaki, hossomaki, niguiri, joes, uranetá, hot rolls e sashimis, que variam entre sabores mais tradicionais e os “abrasileirados”.

O salmão, queridinho da população, está presente em diversos desses pratos, tanto na pista self-service, como no cardápio. Segundo a rede, mensalmente, são consumidas mais de 50 toneladas do peixe nas mais de 60 lojas.

 

 

Mas ele não é o único. Outros ingredientes fazem parte do cotidiano de quem frequenta a rede, como o arroz tipicamente japonês, chamado “shari”, utilizado na preparação dos sushis e dos pratos, em parceria com o vinagre de arroz, o “komezu”. As algas, ou “noris”, como são conhecidas no Japão, podem ser utilizadas de diversas maneiras, não apenas em sushis e temakis, mas também consumidas fritas. A farinha panko, a base de pão, também tem origem nipônica e aparece nos pratos empanados, como o hot roll.

E para dar aquele toque final, estão os temperos que contribuem para que todo o sabor japonês seja incorporado e conquiste cada vez mais paladares. A começar pelo famoso wasabi, pasta verde de raiz forte com ardência única e saborosa. Ainda há o tempero à base do peixe bonito, muito utilizado em sopas, molhos e legumes, e o missô, que muitos acreditam servir apenas para se fazer a sopa missoshiro, mas, que por se tratar de uma pasta de soja, também pode temperar carnes e vegetais, sendo uma opção saudável, rica em proteínas, vitaminas e com baixa caloria. Por fim, o saquê japonês também é um grande aliado na preparação de diversos pratos, trazendo um sabor especial.

Bowls Jin Jin

A Jin Jin lançou uma coleção de bowls especiais, batizada de “Virtudes”, para estrear seu novo clube de benefícios, o Clube Jin Jin. Válida até o próximo dia 19, a promoção consiste em acumular pontos no clube, por meio de compras na Jin Jin (cada R$ 50 equivale a um ponto), para receber os bowls. Cada um pode ser resgatado com quatro pontos.

 

 

Jin Jin

A Jin Jin é a maior rede de culinária asiática fast-food do Brasil. São aproximadamente 60 unidades distribuídas em oito estados brasileiros, mais o Distrito Federal, nos formatos Praça de Alimentação e Quiosque.

Entre os diferenciais da marca, destacam-se a variedade do cardápio oriental e as diversas campanhas promocionais que desenvolve ao longo do ano. Em 2022, completando 30 anos, a marca foi eleita a Franqueadora do Ano pela ABF e recebeu 5 Estrelas na premiação Melhores Franquias da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios. Soma 21 Selos de Excelência em Franchising, inclusive em 2023.

Morre Luiz Schiavon, fundador e tecladista do RPM

Luiz Schiavon, tecladista e fundador da banda RPM, morreu nesta quinta-feira (15), em São Paulo, aos 64 anos. A informação foi confirmada, em nota, pela família do músico.

Maestro, compositor, fundador e tecladista de uma das bandas de maior sucesso da história do pop rock do Brasil, Schiavon estava internado em um hospital em Osasco, na Grande São Paulo.

Segundo nota divulgada pela esposa de Schiavon, ele lutava contra uma doença autoimune. Nas últimas semanas, tinha passado por uma cirurgia e sofreu complicações após o procedimento.

O velório e enterro serão reservados apenas aos amigos e parentes.

“Luiz era, na sua figura pública, maestro, compositor, fundador e tecladista do RPM, mas acima de tudo isso, um bom filho, sobrinho, marido, pai e amigo. Portanto, a família decidiu que a cerimônia de despedida será reservada para familiares e amigos próximos e pede, encarecidamente, que os fãs e a imprensa compreendam e respeitem essa decisão.”

“Esperamos que lembrem-se dele com a maestria e a energia da sua música, um legado que ele nos deixou de presente e que continuará vivo em nossos corações.”

Formação atual do RPM (da esq. para a dir.): Kiko Zara, Schiavon, Deluqui e Dioy Pallone — Foto: Divulgação

Formação atual do RPM (da esq. para a dir.): Kiko Zara, Schiavon, Deluqui e Dioy Pallone — Foto: Divulgação

Biografia

Luiz Antônio Schiavon Pereira nasceu em São Paulo e se formou no Conservatório Mário de Andrade, em 1977.

Quando jovem, chegou a cursar a faculdade de arquitetura, mas começou fazer covers de bandas de rock e seguiu carreira musical.

Aos 16 anos, ele conheceu o cantor Paulo Ricardo, com quem fundou inicialmente a banda Aura e, posteriormente, o RPM.

Na TV Globo, comandou a banda do programa “Domingão do Faustão” no período de 2004 a 2010.

Foi também compositor de trilhas sonoras de novelas da TV Globo, dentre eleas: “Terra Nostra”, “Esperança” e “O Rei do Gado”.

Capa do single 'O sol da liberdade', do grupo RPM — Foto: Divulgação

Capa do single ‘O sol da liberdade’, do grupo RPM — Foto: Divulgação

História do RPM

Schiavon fundou o RPM na década 1980 na capital paulista junto do vocalista Paulo Ricado, o guitarrista Fernando Deluqui e o baterista Paulo Antônio, o P.A., morto em 2019.

A banda lançou seu primeiro disco em 1985, o Revoluções por Minuto, que vendeu mais de 900 mil cópias naquele ano, e revelou hits como “Olhar 43” e “Rádio Pirata”.

O grupo teve seu primeiro período de crise em 1987, quando teve um hiato de meses e depois lançou o disco Quatro Coiotes, em fevereiro do ano seguinte.

Foram, ao todo quatro pausas até o retorno definitivo em 2011, com show até os dias atuais. O maior período de pausa ocorreu nos oito anos, de 2003 a 2011. O vocalista Paulo Ricardo não integra a formação atual, pois preferiu seguir em carreira solo.

A última música lançada pelo RPM foi “Sem Parar”, em março deste ano.

Além de Schiavon, a formação mais recente do RPM conta com o guitarrista e fundador Deluqui, o baterista Kiko Zara e o vocalista Dioy Pallone.

Banda RPM com a formação anunciada em junho de 2018, sem Paulo Ricardo  — Foto: Divulgação

A Fabulosa Trupe da Galinha Pintadinha na Cidade Junina

Para a alegria, o entretenimento e a diversão dos mineirinhos, A Fabulosa Trupe da GalinhaPintadinha, fenômeno do universo infantil, marcará presença no megaevento Cidade Junina, em Belo Horizonte. O espetáculo acontece no dia 25 de junho, no Mirante Beagá. Trata-se de um domingo especial para as famílias.

A superprodução organizada na capital mineira remete a uma cidade cenográfica que promete atrair os apaixonados pelas tradicionais festas dos meses de junho e julho. O espaço, localizado no Mirante Olhos D’água, recebe muitos shows e muitas apresentações durante o período.

A Cidade Juninaconta ainda com quadrilhas, brincadeiras típicas, contação de histórias, oficinas para as crianças, intervenções artísticas, tirolesa, barraca do beijo, correio elegante, casamento na roça e barraquinhas tradicionais. Ou seja, tudo o que remonta às tradicionais festas juninas que acontecem pelo Brasil afora.

Nos palcos do espaço, a Galinha Pintadinha e a sua turma prometem coroar a atmosfera leve, divertida e cheia de entretenimento.

Spoiler da peça

Os pequenos e grandinhos prometem se envolver em uma jornada encantada, recheada de música, luzes, cores e história. Tudo começa quando o Pintinho, fugindo do Gavião, acaba se perdendo da Galinha Pintadinha e do Galo Carijó. Assim ele iniciauma verdadeira aventura para encontrar seus pais, com a ajuda dos amigos da Popó.

“Em um formato de contação de histórias, o espetáculo envolve a interação das personagens com o público para maior proximidade de todos. É uma apresentação para curtir, cantar e dançar com a família ao som dos sucessos do cancioneiro popular, em uma mistura de linguagens visuais em vídeo e efeitos especiais”, ressalta Juliano Prado, sócio-criador da Galinha Pintadinha.

Os ingressos custam de R$ 30 a R$ 60 e estãodisponíveis no site daBilheteria Digital. A sessão dura cerca de uma hora.

Galinha Pintadinha

Fenômeno da internet brasileira, a Galinha Pintadinha é hoje uma das marcas infantis mais queridas do mundo. Presente na vida dos pequenos desde cedo, é considerada o “primeiro personagem do bebê”, sendo uma das franquias mais fortes junto ao público pré-escolar de até cinco anos, com 100% de aprovação de pais, mães e das próprias crianças. Surgido de um vídeo no YouTube, em 2006, esse projeto musical viralizou na rede. Depois disso, toda a trajetória da Galinha está registrada em recordes de visualizações e parcerias de sucesso: cerca de 3 milhões de DVDs vendidos, centenas de produtos oficiais licenciados e mais de 37 bilhões de views dos canais em português e LATAM. Disponível nos principais serviços de streaming, como Netflix, Amazon Prime, e HBO Max, a personagem também está na televisão na TV Cultura com episódios especiais da série “Galinha Pintadinha Mini”, que traz novas historinhas, atividades educativas e conteúdos inéditos. A série conta também com a temporada especial Crescendo Com a Galinha Pintadinha Mini, o primeiro YouTubeOriginals de animação infantil brasileiro. Para mais informações, acesse o instagram @galinhapintadinha_oficial.

Dr. Kleber Duarte, explica o que é distonia e como tratá-la

As Distonias são consideradas distúrbios neurologicos que afetam o movimento e são caracterizadas por contrações musculares sustentadas ou intermitentes, produzindo anormalidades dos movimentos, alterações nas posturas corporais, ou ambos.

Segundo o Ministério da Saúde, existem cerca de 65 mil casos de distonia diagnosticados no Brasil e estima-se que há, no mundo, aproximadamente sete mil casos para cada milhão de habitantes. O maestro João Carlos Martins, que possui uma forma de distonia nas mãos, é o caso mais conhecido do país.

A distonia é com frequência iniciada ou exacerbada por movimento ou postura, e associada a transbordamento da ativação muscular. Ela pode acometer apenas algumas partes do corpo, como: mãos, face ou membros inferiores – as chamadas distonias focais; ou diversas partes do corpo, como uma metade do corpo, a cabeça e pescoço, ou então as chamadas de distonias generalizadas que acometem todo o corpo.

De acordo com o neurocirurgião do Hospital das Clínicas, Dr Kleber Duarte, a distonia é uma doença que surge de forma gradativa, podendo surgir como um discreto tremor ou câimbra. Outras vezes surgem como reação a algum medicamento específico ou intoxicação e pode ser de origem genética “ O diagnostico depende de um relato completo da história clinica, de um bom exame físico e neurológico e de exames complementares. Em casos específicos, um teste genético poderá ser solicitado”, explica o especialista.

A doença pode ser tratada com cirurgia. “Operamos uma média de 20 casos por ano. Tratamos centenas de doentes com distonia. Há desde cirurgia em músculos, nervos, medula, até DBS e implante de bomba para infusão de medicamentos no Sistema Nervoso Central.”

O tratamento inclui fisioterapia, terapia ocupacional, psicoterapia, uso de medicamentos, injeções de toxina botulínica e cirurgias.

Como há diversas causas de distonias, a idade de início é muito variada, mas geralmente surge em pessoas jovens; mais jovens do que no Parkinson, por exemplo. Pode surgir na 1ª infância, como as provocadas por eventos ocorridos durante a gravidez e o parto, bem como os casos de origem genética e herdados. Mas há formas de distonia, como a cãimbra de escrivão, por exemplo, que surgem na idade adulta.

Segundo o neurocirurgião , o diagnóstico deve ser feito assim que os primeiros sinais e sintomas surgem e por isso a relevância da conscientização da Doença. “ Não devemos esperar que uma doença piore para tratá-la. Geralmente as distonias generalizadas se iniciam como contraturas musculares focais. Isso pode surgir na infância. Há alguns medicamentos cujo uso contínuo podem provocar distonia, como por exemplo, os remédios usados para tratar vômitos e alguns antipsicóticos.”

A diatonia causa sofrimento e altera a imagem corporal de quem a possui , mas também causa dor e dificuldades para execução de tarefas ou mesmo se alimentar, por isso a importância do diagnostico e do tratamento.

Cantor Maurício Maineri traz a turnê “Classics”

Os maiores hits do pop romântico mundial das décadas de 70, 80 e 90 unidos à sedutora voz de Maurício Manieri. Comemorando 25 anos de uma carreira sólida e talento indiscutível, Maurício Manierié um artista que merece todo o reconhecimento e admiração do público. Seu legado na música romântica brasileira é inestimável e seu trabalho continua a inspirar gerações de músicos e fãs em todo o país.

Considerado um verdadeiro showman, a sua voz marcante, grave e rouca, continuam a emocionar e encantar o povo, além de embalar milhares de romances com composições que trazem mensagens especiais de amor e afeto.

O artista está de volta à estrada e já se prepara para mais apresentações da superprodução de “Classics”, agora em nova edição. No dia 1 de julho, o cantor se apresenta em Belo Horizonte (MG) no Palácio das Artes, às 22 horas. Os ingressos para esta grande noite custam a partir de R$80,00 e já estão à venda em eventim.com.br.

Com habilidade para transitar entre diversos estilos musicais, o cantor promete colocar todo mundo para dançar e se divertir em aproximadamente 2h de apresentação. O setlist é composto pelos seus maiores sucessos e compilando outros hits, como “Minha Menina”, “Bem Querer”, “Se Quer Saber”, além de clássicos do universo pop romântico nacional e internacional como “Cheia de Charme”, “Eu Juro”, “All Night Long”, “Can´t Help Falling Love”, “Love Is In The Air” e “Classic”, entre outros.

O espetáculo é um verdadeiro deleite para os amantes da música, que podem apreciar a sensibilidade e o talento de Maurício Manieri em cada apresentação.

“Classics me emociona e revela o melhor de mim no palco. As músicas desse repertório marcaram épocas, gerações, vidas… Esse show traz tudo isso à tona. É uma apresentação muito especial, há uma interatividade muito divertida com o público. A gente canta, dança e se envolve em um super espetáculo, que celebra o melhor dos anos 70, 80 e 90. Estou muito feliz pela nova temporada dessa turnê incrível. Tenho certeza que vamos nos divertir bastante, meus amores”, declarou Maurício Manieri.

Todas as informações sobre datas, locais e venda de ingressos estarão disponíveis na página oficial mauriciomanierioficial.com.br/agenda e em todas as redes sociais de Maurício Manieri (Instagram / Twitter / Facebook).

Os fãs que estão animados para esta nova performance, podem acessar o canal oficial de Manieri no YouTube e conferir as novidades musicais, lançamentos e transmissões ao vivo.

Em junho deste ano, o cantor realizou uma gravação para a posteridade e com elenco de estrelas na cidade de São Paulo. Com a presença de ícones da música nacional e internacional, a gravação do DVD “Romantic Classics” contou com dois dias de gravação e um repertório repleto de canções memoráveis.

Além de sua brilhante performance, Manieri recebeu artistas renomados que enriqueceram ainda mais essa produção singular. Entre os convidados, destacam-se a talentosa Paula Fernandes, o carismático Seu Jorge, o romântico Belo, o icônico Chico Castillo by Gipsy Kings, o Jota Quest cheio de energia e o fenômeno do pagode, Raça Negra. Cada participação especial trouxe uma nova camada de magia para as canções, envolvendo o público em uma atmosfera de pura emoção.

Maurício Manieri apresenta nova edição de “Classics”

Data: (Sábado) 01 de julho de 2023

Horário: 22h (showtime)

Local: Palácio das Artes

Endereço: Av. Afonso Pena, 1537. CEP: 30130-004 – Belo Horizonte//MG

Valores: A partir de R$80,00 + taxas

Vendas on-line: https://www.eventim.com.br/event/mauricio-manieri-com-o-espetaculo-classics-palacio-das-artes-16836027/

AMIG lança edição fac-símile de livro sobre história da mineração

A Associação dos Municípios Mineradores de Minas Gerais e do Brasil (AMIG), vai realizar, no dia 19 de junho, o lançamento da edição fac-símile do livro “A concessão Itabira Iron – A origem da Vale e os primórdios da indústria da mineração no Brasil”, na Academia Mineira de Letras, em Belo Horizonte.

Na obra, de 1934, o autor Clodomiro de Oliveira conta a história da mineração em Itabira, e como as decisões do Governo, à época, afetaram e ainda afetam o Brasil, no que diz respeito aos impactos socioeconômicos causados pela mineração.

Um dos assuntos abordados no livro é a Lei 3.391, de 5 de janeiro de 1920, na qual o governador Artur Bernardes concedeu à Itabira Iron Ore Company várias autorizações para explorar o minério de ferro, de forma vitalícia, utilizar e ampliar a Estrada de Ferro Vitória a Minas, usar instalações para um porto de embarque e desembarque de produtos da mineração em território mineiro e “facilitar e auxiliar a fabricação de ferro e aço, sem encargos para o Tesouro”, conforme documento.

“É possível compreender, através de fatos históricos, como a concessão vitalícia de exploração mineral não causou nenhuma revolução industrial no Brasil como se queria na época. Além disso, com a introdução da Lei Kandir em 1996, que isentou o minério de exportado, acentuou prejuízos bilionários aos municípios mineradores”, destaca o presidente da AMIG e prefeito de Conceição do Mato Dentro (MG), José Fernando Aparecido de Oliveira. Ele ressalta que a AMIG não é contra a Lei Kandir. “A defesa da associação é para o fim da aplicação da lei para bens naturais não renováveis”, ressalta.

Durante o lançamento, o presidente do Instituto de Justiça Fiscal, Dão Real Pereira dos Santos, fará uma palestra com o tema “a desoneração tributária do setor mineral e a opção pelo subdesenvolvimento”. Ele explica que se avaliar o período histórico da mineração, quando ela começa a ser implantada, sua estatização e estruturação, a preocupação com o desenvolvimento econômico sempre esteve na pauta.  “No livro fica clara a preocupação do autor em não transformar o Brasil numa grande mina para vender matéria prima para o exterior. Deveríamos ter aproveitado a nossa riqueza para criar e incentivar a industrialização, assim como Getúlio Vargas fez, em 1946, com a criação da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional). Essa opção já havia sido abandonada, principalmente com a Lei Kandir, instituída em 13 de setembro de 1996”, avalia.

Dão enfatiza que, ao adotar a isenção, o Brasil opta pelo subdesenvolvimento. “Os países desenvolvidos apostaram na industrialização e não na economia primária.  Então, quando se aposta na economia primária estamos fazendo uma opção para permanecermos na condição de fornecedores mundiais de matérias primas e não na condição de fornecedor mundial de produtos manufaturados. Porém, ainda dá tempo de mudar o cenário político-econômico e investir na cadeia produtiva brasileira”, observa.

Avaliando o cenário atual, Dão pontua que quem está lucrando são os setores econômicos que exploram a atividade mineral. “Não há lucratividade para o município, o estado e o país.  Pegamos uma riqueza natural e mandamos para fora, trocamos ela por dólar. Porém, esse dólar fica nas mãos de poucas pessoas.”

 Revisão urgente da Lei Kandir – Em maio, a AMIG participou de uma audiência pública na Câmara dos Deputados, em Brasília, para tratar sobre a reforma tributária. Na ocasião, o presidente da associação reforçou a luta dos municípios mineradores para resolver a falta de uma cadeia produtiva na atividade mineral, que tem onerado os cofres brasileiros. “Praticamente todo nosso produto vai para outros países para alimentar uma cadeia produtiva, gerando emprego, renda e industrialização”, disse.

José Fernando destaca que o setor tem atuado dentro de uma ótica tributária perversa. “Precisamos urgentemente corrigir a distorção presente na Lei Kandir, que há mais de 20 anos desonera o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para bens não renováveis exportados. 83% do minério de ferro produzido no Brasil é exportado e não gera impostos no mercado interno. A legislação favorece a expansão da indústria no exterior em detrimento do Brasil. É preciso ter uma visão agregadora de valor internamente, de gerar emprego e renda em território nacional”, afirma.

Para Dão Real, a reforma tributária não está atacando esse problema. “O objetivo não é acabar com a Lei Kandir, e sim acabar com a perpetuação da não tributação. Se o governo quiser, ele pode fazer isso. Porém, isso cria uma resistência enorme no mercado. Aí surgem as desculpas, como por exemplo: “se cobrar vai encarecer o produto no exterior e não vamos conseguir vender, com isso o país vai perder exportação”.  Essa é uma justificativa sem base de sustentação”, ressalta.

Dão explica que o preço da commodity não é negociado venda a venda. Ele é cotado internacionalmente. “Se eu for cobrar imposto eu não vou deixar de vender por isso, o que vai acontecer é que se terá um lucro menor na venda. Em geral, as mineradoras possuem lucros bilionários. O lucro líquido da Vale, por exemplo, chegou à casa dos R$120 bilhões. Essa margem alta é devido à tecnologia que ajuda na redução de custos da atividade.” Para ele, quem está ganhando com a revolução tecnológica, que muitas vezes é financiada pelo estado e o governo federal, são as mineradoras.  “Ou seja, através dos pesquisadores e das universidades, os governos estaduais financiam os estudos que ajudam a reduzir os custos da atividade mineral e fazem com que o lucro das mineradoras avance. Porém, os cofres públicos não ganham nada em relação a esse lucro”, detalha.

Em 2022 as exportações minerais brasileiras alcançaram US$41,7 bilhões. O saldo comercial mineral (exportações minerais menos as importações minerais), de quase US$24,9 bilhões equivaleu a 40% do saldo comercial brasileiro, que foi de US$ 61,8 bilhões. “Está comprovado em números que a mineração brasileira, principalmente aquela que exporta, pode e deve contribuir mais para o país. Queremos que as mineradoras sejam cada vez mais prósperas, mas que a exportação tenha equidade e equilíbrio entre aquilo que fica no país e aquilo que fica nos cofres de seus sócios”, reforça o consultor de Relações Institucionais e Econômicas da AMIG, Waldir Salvador.

Waldir Salvador ressalta que o grande objetivo é que esse tributo na exportação se transforme em investimento socioeconômico nos municípios. “É preciso transformar essa arrecadação em diversificação econômica e na mitigação dos impactos provocados pela atividade mineral nas cidades. Somente a Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) não é suficiente. Isso não pode continuar assim e a AMIG não medirá esforços para mudar esse cenário”, destaca.

EP “Verão – On the Beach” estreia nas plataformas musicais

O compositor e instrumentista Cássio de Andrade marca a estreia nas plataformas musicais. O EP “Verão – On the Beach”  do cantor, faixa de abertura do EP de mesmo nome, a canção homenageia o músico Brian Wilson, líder da banda californiana The Beach Boys.

Cássio de Andrade divide os vocais com o parceiro na letra Silão, toca violão, guitarra, flauta e teclado, acompanhado por Celson Ramos no baixo e bateria, que também fez a gravação. Cássio de Andrade iniciou carreira como músico profissional aos 16 anos, tocando ao lado do irmão baixista Néo Andrade, os guitarristas Beto e Wilson Lopes e os bateristas Lincoln Cheib e André Limão.

Desenvolveu trabalho com músicos renomados, como o pianista Kiko Continentino e o baterista Neném (Esdra Ferreira) e apresenta-se ao lado de músicos de destaque como o tecladista, produtor e arranjador Ruben di Souza, os cantores Fernando Ângelo, Bauxita, Play, Sérgio Marques, além de ter atuado junto ao cantor e compositor Vander Lee (1966-2016). Concluiu Licenciatura em música em 2008 e Pós-Graduação em Educação Contemporânea e Docência em 2022. Atua na Educação Musical para Crianças do ensino infantil e ensino fundamental anos iniciais desde 2006.

A faixa “Bom Motivo” integra o EP “Verão”, que marca a estreia do cantor, compositor e instrumentista Cássio de Andrade no cenário autoral. Nesta gravação, ele faz os vocais, toca guitarra e violão, acompanhado por André Andrade, no baixo, e o produtor Christiano Caldas, no teclado e sintetizador.

Disponível em todas as plataformas musicais no dia 16 de junho de 2023.

Acesse: https://bfan.link/Cassio-de-Andrade-verao-on-the-beach

Cine Santa Tereza recebe 3ª Mostra Cinema dos Quilombos

A terceira Mostra Cinema dos Quilombos recebeu filmes de diversas partes do Brasil e o recorte são obras realizadas por quilombolas e aliados nas lutas, trazendo para as telas a cultura rural e urbana dos remanescentes de quilombos, que resistiram à escravidão e seguem organizados para manter seus territórios e suas tradições.

A mostra é composta por duas sessões diárias, às 16h30 e às 19h, sendo várias delas seguidas de conversas com diretores, membros da equipe, curadoras e pesquisadores. A programação conta, ainda, com um chamado para envio de trabalhos para o livro “Cinema Quilombola – Territorialidades e territórios ancestrais”. A publicação está sendo organizada por Edileuza Souza e reunirá  artigos, resenhas, ensaios, entrevistas, poemas e demais textos acadêmicos, livres e literários que dialoguem diretamente com a produção audiovisual que vem sendo produzida nas mais de seis mil comunidades quilombolas no Brasil. Os autores podem se inscrever até 30 de junho no site www.cinemadosquilombos.com.br, onde estão mais informações.

No dia 17 de junho, às 16h30, acontecerá a sessão infantil “A luz dos olhos de erê”, composta pela animação Maria Felipa (a heroína da pátria), de Fernanda Santana e Marta Silvae pelos documentários Olhos de Erê, de Luan Manzo, e Vamos em Batalha, dirigido por moradores das Comunidades Quilombolas de Cacimbinha e Boa Esperança, no Espírito Santo.

A curadoria desta edição da mostra ficou a cargo de Alessandra Brito, Florisbela Santos e Maya Quilolo. A coordenação é de Cardes Monção Amâncio. “Assistir ao cinema quilombola é uma possibilidade de mergulhar na história viva de nosso país e conhecer realidades diversas, muitas vezes inacessíveis por outros meios”, destaca Cardes.

O cinema feito nos quilombos é de extrema importância para as comunidades e para o mundo também. “As comunidades quilombolas são invisíveis para a maior parte da sociedade e do poder público. Vivem em luta constante para ter acesso aos seus direitos. Com o cinema é possível mostrar à sociedade nossa realidade. É preciso aproveitar os avanços tecnológicos que hoje estão disponíveis nos quilombos, como internet e celulares e produzir audiovisual, mesmo que não seja feito com os equipamentos mais avançados. Assim, as pessoas veem que as comunidades quilombolas existem e resistem”, enfatiza Edson Quilombola, morador do Quilombo dos Marques e que já participou de oficinas do projeto.

Para a curadora Alessandra Brito, esta terceira mostra, que será a primeira edição presencial, será bastante especial. “Estou muito alegre em ver esses filmes no cinema junto do público e dos realizadores e também com as sessões que serão feitas nos territórios”, destaca a pesquisadora. “Penso que esses filmes são importantes demais para pensarmos muitas questões que são decisivas a exemplo da luta pela terra empreendida pelos povos de quilombo, que é também uma luta pelo direito a seus modos de vida em comunidade”, completa.

Sessão de Abertura

O fazimento que a gente faz

A sessão de abertura O fazimento que a gente faz, inspirado na fala de Dirani Kalunga, traz as artes quilombolas do fazer a partir das vivências femininas em três filmes. No coser das cores que alimentam a vida em Meada Cor Kalunga (2022), no espírito de liberdade e empoderamento a partir do corpo evocado por Nicolinas (2022) e nos passos de pretas e pretos velhos em Avós do Brasil (2021) sentimos o pulsar do fazer artístico dos territórios quilombolas a partir do movimento, seja na dança de pé no chão, seja nas mãos de fazer e coser. A força de continuidade dos fazeres femininos são trazidas à luz, ao som e à imagem pela tríade de filmes nos territórios quilombolas do Quilombo do Kalunga (GO), Quilombo Vila Santa Efigênia (MG) e Quilombo de Nanã (MT).

Sessão 2

Tem Quilombo na Cidade

A sessão é dedicada ao filme Tem Quilombo na Cidade (2018), direção de Alexia Melo e Bruno Vasconcelos e apresenta o rosário quilombola que circunda, protege e encanta a zona urbana da Grande BH. O filme apresenta o debate urgente do reconhecimentos das comunidades quilombolas de Belo Horizonte e região metropolitana, cujos saberes, fazeres e vidas seguem marginalizados em função das pressões da especulação imobiliária e da urbanização da região. Os quilombos de  Mangueiras, Luízes e Manzo Ngunzo Kaiango contornam com imagens seus marcos sagrados, matas e maiangas que configuram os territórios quilombolas, patrimônios vivos da cultura mineira.

 Sessão 3

Raiz, luta e alimento

A terceira sessão é nutrida de muito fazer, cantoria e alimento regado nos seios das culturas quilombolas. A sessão abrange desde os fazeres próprios das casas de farinha no Quilombo de Mituaçu em Raiz, farinha, beiju (2021), de Patrícia Pinheiro, passando pela soberania alimentar e agricultura sustentável nos quilombos do Vale do Ribeira em Do quilombo para  favela (2021), de Manuela Meyer e Roberto Almeida, e pela colheita brincante das crianças em Do lado de cá (2022), fruto da oficina de audiovisual na Comunidade Quilombola de Graúna (ES).

 Sessão 4

A luz dos olhos de erê

A sessão infantil apresenta o brilho dos territórios quilombolas à luz dos olhos das crianças. O primeiro filme, Olhos de Erê (2020), de Luan Manzo, dá nome à sessão e nos leva para dentro do seu universo de aprendiz/sabedor das práticas ancestrais no Quilombo Manzo (MG) ao passo que Vamos em Batalha (2023), feito pelos Moradores das Comunidades Quilombolas de Cacimbinha e Boa Esperança ( ES), investiga, a partir do filme Os Saberes do Quilombo, com direito a muita andança e fruta no pé. Já Maria Felipa (2022), de Fernanda Santana e Marta Silva, convoca de maneira animada a história da xará da pequena Maria Felipa, sua ancestral  guerreira Maria Felipa, da Ilha Itaparica.

Sessão 5

Terra de gente ó não

A sessão Terra de gente ó não traz o verso de Luar de Sertão, de Luiz Gonzaga, para abrir a porteira de sentimentos quilombolas profundos sobre a terra e suas gentes. Em Terra de Encantados  (2020), a comunidade quilombola de Santa Rosa dos Pretos nos conta como os encantados habitam e protegem a terra e seu povo. Também como Céu, mulher quilombola de força, encheu os olhos de sua gente de força e luta antes de se encantar no coração dos moradores do talhado no filme que leva seu nome Céu (2022), com direção de  Valtyennya Pires. As mulheres plantadeiras de Curiaú, território do Amapá, nos ensinam a alegria paciente do plantio, enquanto falam do manejo do cultivo em Essa terra é meu quilombo (2022), de Rayane Penha.

 Sessão 6

Eles sempre falam por nós

Eles sempre falam por nós (2023), de Carina Aparecida, inspirado no poema de Luíza Sidônio, apresenta a versão longa do enredo tecido pelas matriarcas do Quilombos dos Luízes. Em meio à pressão da especulação imobiliária, elas resistem com seus saberes e memórias, cultivadas entre as frestas de luz no projeto vertical de Belo Horizonte.

Sessão 7

Onde está o umbigo?

Na sessão de encerramento da mostra, mergulhamos com Dandara, adolescente quilombola, numa trajetória sobre pertencimento no filme Vidas dos Rosário (2022), de Marcelo Lins. Em Enterrem meu umbigo no Quilombo Periperi (2022), as raízes caboclas de vaqueiros e soínhos marcam a territorialidade do Quilombo de Periperi, onde histórias familiares entrelaçam as árvores africanas e indígenas na ancestralidade quilombola.

Auder Jr. & Blues Friends no projeto Roda de Blues

O Roda de Blues, projeto musical que despontou na cidade em 2016 e que completa sete anos de pioneirismo e sucesso neste mês. A popularização do blues, gênero musical originado nos Estados Unidos por afro-americanos no século XIX, ganhou força em Belo Horizonte.

“É com alegria que a gente comemora sete anos do Roda de Blues, que surgiu com o objetivo de tornar o blues, ainda desconhecido por muitos, acessível a pessoas de todas as idades e classes sociais. Quem participa sempre traz outras pessoas e, assim, a casa vai ficando cheia a cada edição”

, diz o idealizador do projeto, Auder Jr., também guitarrista, compositor e um dos propagadores do blues em Minas Gerais.

Para festejar os sete anos do projeto, haverá um show com Auder Jr. & Blues Friends. “A gente se apresenta desde a primeira edição, mas sempre com a participação de outros músicos, assim como acontece nas jam sessions de blues. É muita energia, sintonia e interação”, afirma.

Em relação ao repertório, o público vai conferir desde o blues tradicional do Delta do Mississippi suas variantes até o blues rock. No set list estão os nomes de grandes ícones do gênero, como B.B King, Wilie Dixon, Johnny Winter, Muddy Waters, Freddie King e muito mais.

Ao relembrar a trajetória do Roda de Blues, Auder Jr. diz que o balanço é positivo. “O Clã Espaço e Cultura tinha sua tradicional roda de samba. Até que os donos, Renato e Mariana, que curtiam blues e acompanhavam a minha carreira, decidiram inovar. Então, eles e eu criamos a roda de blues nos moldes das tradicionais rodas de samba do Brasil, o que tem dado muito certo. Inclusive já tivemos participações tanto de músicos brasileiros quanto estrangeiros de todos os estilos musicais”.

De acordo com Auder Jr., o projeto tem ganhado visibilidade a cada ano. Ele é realizado aos sábados, uma vez por mês. “O Roda de Blues é alto-astral. Há uma interatividade grande entre os músicos e o público, que gosta muito. Todos são muito bem-vindos, desde crianças a idosos. Espero que todos venham comemorar com a gente”.

A entrada custa R$ 20. Informações e reservas pelos telefones (31) 99685-2441 e (31) 99934-9919.

Roda de Blues completa sete anos com edição especial em BH

  • Data: 17/06/2023 – sábado
  • Local: Clã Espaço e Cultura –
  • Horário: Abertura da casa – 15h – show com Auder Jr. & Blues Friends – 16h30
  • Entrada: R$ 20
  • Informações e reservas: (31) 99685-2441 e (31) 99934-9919.

 

Marco Luque apresenta o espetáculo ‘Dilatados’

O ator e humorista Marco Luque está de volta a Belo Horizonte com o espetáculo ‘Dilatados’, em que apresenta histórias cômicas dos seus personagens mais conhecidos, como o “serumaninho” Mustafary e o motoboy paulistano Jackson Faive.

Em “Dilatados”, Marco Luque conta as façanhas de Jackson Faive – o motoboy paulistano mais famoso do Brasil – Mustafáry – um vegetariano irônico e controverso, que prega a sustentabilidade do Planeta, diz amar a natureza e os animais (especialmente o serumaninho, cachorro que encontrou na praia).

O universo destes personagens é certeza de diversão garantida. A versatilidade de Marco Luque, comprovada desde a bancada do CQC (TV Band), Altas Horas, na Nova Escolinha do Professor Raimundo, Cinema, Mini-séries etc mostram outras peculiaridades do artista, com momentos inesquecíveis para o público.

“Marco Luque em: Dilatados” tem 70 minutos de duração, produção de Macatranja Produções com criação e Direção de Luque e Guilherme Rocha.

Sobre o ator.

Ator, humorista e palhaço, Marco Luque dança, canta e encanta pessoas das mais diferentes idades e faz do riso a sua missão.

Luque arranca gargalhadas do público espectador e ouvinte, de todas gerações. Esse artista plural e carismático, que cria seus próprios personagens, usa o humor para se comunicar, alegrando milhares de pessoas que o aplaudem nos palcos em que se apresenta.

O novo espetáculo, “Dilatados” (com criação e direção de Luque e Guilherme Rocha) é promessa de boas risadas para os fãs e admiradores do trabalho deste artista plural; aqui ele se apresenta só, mas muito bem acompanhado de personagens queridos pelo público: Jackson Faive, e Mustafary – cujo vídeo com o cão serumaninho teve milhões de visualizações na internet.

Marco Luque passou pelo “Altas Horas” e na Nova Escolinha do Professor Raimundo, ambos da TV Globo, mas seu sucesso vem de muitos anos de trabalho, inclusive em emissoras de rádio (Mix) e de televisão (CQC, TV Band), todos de grande audiência.

O primeiro stand up comedy de Luque, “Tamo Junto!”, teve um enorme sucesso; durante os seis anos em que ficou em cartaz, foi visto por mais de 300.000 pessoas no Brasil e cerca de 5.000 nos Estados Unidos (Orlando/Flórida e Boston/Massachusetts). “Labutaria”, com a apresentação de personagens novos e conhecidos, todos criados pelo artista, estreou em 2014 e teve público superior a 100.000 pessoas nos quase três anos em cartaz, o espetáculo percorreu mais de 30 cidades e arrebatou gargalhadas de jovens e adultos. No segundo semestre de 2019 subiu novamente aos palcos com o espetáculo “Todos por um” com público de 13.000 pessoas até o momento, (pausado devido a pandemia) o artista pretende voltar futuramente com este maravilhoso trabalho onde além de fazer rir, canta e faz números de mágica. O trabalho mais desafiador do artista nos palcos foi no musical “Os Produtores”, com Miguel Falabella e Daniela Winits; a temporada lotou os teatros em São Paulo (Procópio Ferreira) e no Rio de Janeiro (Vivo Rio).

Luque já atuou em longa metragens para o cinema (“Colegas”, “O homem perfeito”, “Talvez uma história de amor”), fez dublagens em filmes de animação (“Khumba, Mortadelo e Salaminho em Missão Inacreditável”, “Cegonhas – a história que não te contaram” e “Toy Story 4”) e minissérie (“Eu a Vó e a Boi” uma série dirigida por Miguel Falabella para Canal Globo Play). Depois de quase dois anos longe dos palcos, o ator volta com um show mais intimista com as novas perspectivas com a nova realidade e histórias hilárias de dois personagens bem conhecidos do público.

Marco Luque em números: 8.000 milhões de seguidores no Twitter, 1.100 milhões no YouTube, 5.800 milhões no Facebook, 2.300 milhões no Instagram, mais de 15 personagens criados, 30 diferentes vozes, 350.000 espectadores em apresentações no Brasil e EUA, dezenas de campanhas publicitárias na internet, rádio e TV.

Marco Luque em Dilatados  

Dia: 24 de junho (sábado)

Local: Grande Teatro do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537 – Belo Horizonte – MG)

Horário: 21h

Valor dos ingressos: a partir de R$ 90,00

*** Família & Amigos: Venda exclusiva e promocional para pacotes a partir de 02 ingressos. Válido somente para ingresso inteira. Desconto não cumulativo com meia entrada e/ou outras promoções.

Classificação Livre.

Ingressos: Bilheteria do teatro Palácio das Artes e pelo site Eventim.

Mais informações: (31) 997222-2424

Realização: Ímpar Shows