Arraiá Marista celebra cultura mineira com festa completa

Com o tema “Arraiá Marista do Jeitim Minero”, a tradicional Festa Junina do Colégio Marista Dom Silvério promete encantar toda a comunidade escolar no sábado, 7 de junho, das 9h às 18h. A programação celebra as raízes culturais de Minas Gerais por meio da música, dança e gastronomia típica, e será realizada no próprio colégio, localizado no bairro São Pedro, em Belo Horizonte.

A Educação Infantil e os estudantes do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental homenagearão as festas populares mineiras, enquanto os alunos do 6º ano EF à 3ª série do Ensino Médio prestarão tributo a grandes nomes da música de Minas Gerais. O evento será dividido em blocos com apresentações artísticas ao longo do dia, no Espaço Cultural – Arena BeFly Hall.

Além das danças, a festa contará com o Espaço Gourmet e de Entretenimento nas quadras cobertas, o Espaço Kids nas quadras descobertas e o Espaço de Convivência no pátio central. Para maior comodidade, o evento será 100% cashless, com cartão-moeda junino recarregável, disponível a partir de 26 de maio e também durante a festa.

Os ingressos antecipados custam R$ 24,00 (inteira) e R$ 12,00 (meia) e podem ser adquiridos na tesouraria do colégio ou pelo site da Meep até a próxima sexta-feira, 6 de junho. No dia do evento, os ingressos serão vendidos exclusivamente nas portarias, com valores de R$ 28,00 (inteira) e R$ 14,00 (meia). Estudantes, professores e funcionários têm entrada gratuita, mediante reconhecimento facial ou token escolar.

“Nosso Arraiá é um convite para vivenciar a alegria das festas juninas com o jeitinho mineiro que tanto nos orgulha. Cada apresentação e cada detalhe da festa foram preparados com muito carinho para celebrar nossa cultura e fortalecer os vínculos entre estudantes, famílias e colaboradores”, destaca Vanderlei Soela, Diretor do Colégio Marista Dom Silvério.

O acesso será realizado pela portaria da Rua Lavras, 225, ou da Avenida Senhora do Carmo, 230. Estacionamento conveniado estará disponível por R$ 40,00.

Minas Summit 2025 confirma programação com nomes de destaque do cenário de inovação

Terceira edição do maior evento de inovação corporativa de Minas Gerais
será dias 5 e 6 de junho, em Belo Horizonte. São esperados 10 mil visitantes.

A contagem regressiva do maior evento de inovação corporativa de Minas Gerais já começou. Nos dias 5 e 6 de junho, o Minas Summit 2025 promove experiências
imersivas, mais de 400 palestras, sete palcos temáticos, mais de 1500 startups
e expectativa de público de 10 mil participantes. A programação já está
confirmada.

Entre os nomes de peso do cenário nacional de inovação, destaque para Camila Farani, referência em empreendedorismo e investimento-anjo no Brasil; Maria
Isabel Antonini, CEO da G4 Educação, e o ativista e educador Matheus Prado,
fundador da Adapta.org. A diversidade de perfis reflete a proposta do evento: gerar conexões, provocar novas visões e ampliar o impacto da inovação em múltiplas frentes.

Com o tema “Inovação que move o mundo”, o Minas Summit é realizado pelo
Grupo FCJ, em parceria com o Órbi Conecta, 100 Open Startups e BH-TEC. A
estrutura inclui ainda mais de 80 horas de conteúdo e 150 estandes em um
ambiente pensado para networking, negócios e aprendizado de alto nível.
Além das palestras, o evento traz este ano collabs inéditas com grandes
plataformas nacionais. O SEG Summit, voltado à segurança digital, o AI Summit
BH, com curadoria sobre inteligência artificial, e o Future Law e o Órbi Academy,
voltados ao direito e à educação em tempos digitais, terão palcos exclusivos dentro da programação, promovendo experiências temáticas integradas.
Segundo Paulo Justino, CEO do Grupo FCJ, o objetivo desta edição é “consolidar
Minas Gerais como protagonista no cenário nacional de inovação,
fortalecendo um ecossistema cada vez mais dinâmico, colaborativo e
vibrante”, avalia.

A edição de 2024 reuniu 8 mil visitantes e mais de 1.500 startups. Neste ano, a
presença de delegações e especialistas internacionais de países como Irlanda,
Argentina, Chile, Estados Unidos, Portugal, Espanha e Israel reforça a
internacionalização do evento, que contará com painéis globais, rodadas de
negócios e discussões sobre políticas públicas de inovação.
Os ingressos já estão disponíveis no Sympla e garantem acesso a todas as
atividades integradas. Para conferir a programação completa, clique aqui.

Minas Summit 2025
Data: 05 e 06 de junho
Local: BeFly Minascentro – Av. Augusto de Lima, 785 – Centro, Belo Horizonte (MG)
Ingressos disponíveis: Sympla
Programação completa: link
Mais informações: https://minassummit.com

Centros Culturais têm festa junina gratuita para todos

Apresentações de quadrilhas, shows, vendas de comidas típicas e outras atrações ocupam os espaços durante todo o mês de junho.

A temporada de festas juninas começa em Belo Horizonte e o que não irá faltar pela cidade é arraial para celebrar o São João. Cumprindo a proposta de descentralização e fortalecimento cultural nas periferias e comunidades da capital mineira, os Centros Culturais Municipais celebram a tradição com canjica, pipoca, quentão e com muita quadrilha. A programação acontecerá durante todo mês de junho e integra a programação do Circuito Municipal de Cultura. O acesso é gratuito, sem a necessidade de retirar ingresso. Mais informações pelo site do Circuito Municipal de Cultura.

 

O Circuito Municipal de Cultura é realizado pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Instituto Odeon.

A programação conta com a participação de 12 Centros Culturais Municipais. Apresentações de quadrilhas, shows, barraquinhas com comidas típicas e as tradicionais brincadeiras juninas estão entre as atrações dos espaços: Centro Cultural Bairro das Indústrias, Centro Cultural Pampulha, Centro Cultural Liberalino Alves de Oliveira, Centro Cultural Venda Nova, Centro Cultural Vila Santa Rita, Centro Cultural Padre Eustáquio, Centro Cultural Vila Marçola, Centro Cultural Lindeia Regina, Centro Cultural Salgado Filho, Centro Cultural Urucuia, Centro Cultura São Bernardo e Centro Cultural Padre Eustáquio.

O Espaço Cênico Yoshifumi Yagi / Teatro Raul Belém Machado também participa da festividade, que acontecerá entre os dias 5 e 29 de junho. Confira a programação:

Dia 5 de junho, quinta-feira, às 20h

Local: Espaço Cênico Yoshifumi Yagi / Teatro Raul Belém Machado

Rua Leonil Prata, S/N – Alípio de Melo

Quadrilha Junina Forró de Minas | Com fé, nesse São João eu caso – Celebra a alegria e magia do São João, e em 2025 levaremos a história do amor entre o casal João e Das Dores: João, um moço simples da capital após perder a fé na vida e de tanto sozinho caminhar, decide subir a serra em romaria, para pedir a Nossa Senhora das Dores que lhe desse uma razão para viver. Das Dores, moça humilde do interior, que tem como sonho o matrimônio. Já cansada de tanto pedir a Santo Antônio por um casório, ela ouviu dizer na cidade do Serro que Nossa Senhora das Dores poderia lhe ajudar nesta busca por um amor.

Dia 7 de junho, sábado, 14h às 22h

4º Arraiá do Centro Cultural Bairro das Indústrias

Local: R. dos Industriários, 289 – Indústrias I (Regional Barreiro)

14h – Abertura

14h10 – 15h40 – Brinquedos e brincadeiras da Escola Livre de Artes

15h – Show Nolli Brothers

17h – Quadrilha do Grupo Alegria de Viver

19h – Quadrilha Junina Estrela Matutina

 Quadrilha Junina Estrela Matutina – Formada por mais de 35 integrantes, a quadrilha tem o intuito de fomentar a cultura junina mineira incluindo todos sem exceção e perder a essência e a mineiridade histórica na cultura. A ideia é levar alegria e muita animação ao público com músicas tradicionais e conhecidas nas festas juninas. É a quadrilha mais diversa de Belo Horizonte e a 5ª colocada no Arraial de Belo Horizonte 2025 no grupo de Acesso.

Dia 7 de junho, sábado, 14h às 20h

Arraiá do Centro Cultural Pampulha

Local: R. Expedicionário Paulo de Souza, 185, Urca

14h – Abertura

14h30 – Núcleo Mineiro de Cultura Feijão Queimado

15h – Balé junino com Ballet Val Adriani

15h30 – Aulão de forró com alunos da Aldeia do Forró ao som do grupo Se Axegue

16h30 – Forró com grupo Forró da Sanha

18h – Quadrilha Junina Luar do Sertão

18h30 – Forró com Ricardo Machado e Benny sanfoneiro

No início do show, o público será convidado para um quadrilhão com pessoas da comunidade, frequentadores da unidade e alunos da Aldeia do Forró, puxado por Vitor Hugo.

Forró da Sanha – É um projeto idealizado pela cantora e compositora, Talita Sanha, cantora  nascida às margens do Velho Chico, mas que atua ativamente na cena do forró belo-horizontino, inclusive se apresentando no Circuito Junino de 2024. A cantora cresceu escutando a sanfona de seu avô Joaquim e traz em seu show toda a força, beleza e representatividade do nordeste em seu canto, com um repertório que passa pelos grandes clássicos de Luiz Gonzaga, o forró de plástico, até os sucessos do forró atual como João Gomes e Mestrinho. O show proposto se dá no formato de trio com Talita Sanha na voz e triângulo, acompanhada por Kiko da sanfona, na sanfona e Daniel Guedes na zabumba.

Grupo Cultural Luar do Sertão – Localizado na região metropolitana de Belo Horizonte, no bairro Mantiqueira, tem como prioridade manter viva a cultura junina mineira, fazendo com que os moradores e cooperadores da região estejam juntos através da cultura.

Dia 13 de junho, sexta-feira, 15h às 17h30

Arraiá do Mercadinho

Realizado em parceria com a academia da Cidade Lagoinha e o CRESAN

Local: Av. Antônio Carlos, 821 – Dentro do Mercado da Lagoinha

15h – Abertura

15h30 – Apresentação do Trio Bem Te Quero

17h – Apresentação da quadrilha da Academia da Cidade

O Trio Bem-te-Quero – Resgata a tradição do autêntico forró pé-de-serra, celebrando o encontro da cultura nordestina com o espírito festivo das festas juninas mineiras. Com formação clássica (sanfona, zabumba e triângulo), o grupo executa um repertório energético e envolvente, que passeia pelo cancioneiro consagrado da música brasileira incluindo sucessos de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Alceu Valença, Geraldo Azevedo, Jackson do Pandeiro, Falamansa, Chama Chuva, entre tantos outros representantes do gênero. A apresentação também busca resgatar as tradições locais das quadrilhas mineiras, interagindo com o público por meio de danças e brincadeiras típicas das festas juninas do interior do estado.

Dia 14 de junho, sábado, 14h às 19h

Arraía do Centro Cultural Venda Nova

Comemoração aos 314 anos de Venda Nova

Local: R. José Ferreira dos Santos, 184 – Jardim dos Comerciários (Regional Venda Nova)

14h às 15h – Músicas juninas

15h às 16h – Apresentação do grupo de dança Sempre Novas e da Quadrilha Junina Traços de União

16h às 16h30 – Quadrilha Junina Infantil Balão Dourado

16h30 às 17h – Apresentação do grupo de dança Sempre Novas

17h às 18h – Aulão de Forró com Marciel Bosso do grupo Arena do Forró

18h às 18h45 – Cia de Forró “Meninas das Gerais”

Quadrilha Junina Infantil Balão Dourado – Uma apresentação de quadrilha junina profissional infantil, onde crianças dançam quadrilha apresentando o tema “o boi da manta”, uma festa do boi tradicional que acontece na região do bairro Concórdia. Sendo assim, misturamos elementos e passos tradicionais de quadrilha apresentando um tema que ensina e diverte muito. Ao final da apresentação os dançarinos convidam o público presente para entrar na dança e formar um “Quadrilhão”.

Meninas das Gerais – Surgiu de uma convivência amigável das componentes, aproveitando a bagagem musical de cada uma. Tocando e cantando juntas em um grupo de danças folclóricas, aproveitaram esta experiência e decidiram encontrar uma atividade alegre e prazerosa, iniciando assim, o grupo de forró. A alegria é a qualidade de vida das “Meninas”, que já atingiram a maturidade, exibindo muita vitalidade, entrando no embalo do forró. No currículo musical do grupo, predomina o gênero do forró: de raiz, de poeira e de pé de serra. Forró de raiz é tipicamente nordestino, o forró de poeira tem um ritmo mais acelerado e o pé de serra é mais lento, mais cadenciado. O repertório é variado, sendo tocadas músicas de grupos mais antigos, indo do inesquecível Gonzagão ao Falamansa.

Dia 21 de junho, sábado, 18h às 20h30

Festa Junina | Aniversário do Centro Cultural Vila Santa Rita

Local: Rua Ana Rafael dos Santos, 149, Vila Santa Rita

 

18h30 – Aulão de Forró |

19h30 – Show de forró

20h30 – Quadrilha Infantil Balão Dourado

Quadrilha Infantil Balão Dourado – Uma apresentação de quadrilha junina profissional infantil, onde crianças dançam quadrilha apresentando o tema “o boi da manta”, uma festa do boi tradicional que acontece na região do bairro Concórdia. Sendo assim, misturamos elementos e passos tradicionais de quadrilha apresentando um tema que ensina e diverte. Ao final da apresentação os dançarinos convidam o público presente para entrar na dança e formar um “Quadrilhão”.

Dia 26 de junho, quinta-feira, às 14h

Oficina “Adereços para Festa Junina”, com Clarice Rena 

Local: R. Jacutinga, 550 – Padre Eustáquio

 

A oficina pretende criar e executar adereços para as vestimentas comuns nas festas juninas através da customização. Clarice Rena é natural de Contagem, mora em Belo Horizonte desde 2006. Licenciada em Teatro pela UFMG, atua profissionalmente como professora desde 2005, como produtora, figurinista, aderecista e cenógrafa desde 2009. Fundadora do CRAVA Ateliê – Espaço de criação e de reflexão sobre as relações entre o corpo, a arte e a cidade. Trabalha também em parceria com vários grupos de teatro, teatro de bonecos, blocos de carnaval, músicos, bailarinos e produtoras de audiovisual.

 

Dia 28 de junho, sábado, 14h às 18h

Arraiá do Centro Cultural Vila Marçola

Local: R. Mangabeira da Serra, 320, Serra

 

14h – Brincadeiras juninas

15h – Karaokê cultural

15h30 – Apresentação do grupo de maculelê dos alunos do Projeto Fica Vivo

17h – Quadrilha Estrela Matutina

 

Quadrilha Junina Estrela Matutina – Formada por mais de 35 integrantes, a quadrilha tem o intuito de fomentar a cultura junina mineira incluindo todos sem exceção e perder a essência e a mineiridade histórica na cultura. A ideia é levar alegria e muita animação ao público com músicas tradicionais e conhecidas nas festas juninas. É a quadrilha mais diversa de Belo Horizonte e a 5ª colocada no Arraial de Belo Horizonte 2025 no grupo de Acesso.

 

Dia 28 de junho, sábado, 18 às 20h

Festa Junina  | Aniversário do Centro Cultural Lindeia Regina

Local: Rua Aristolino Basílio de Oliveira, 445 – Bairro Lindeia (Regional Barreiro)

 

18h: Noite no Sertão

19h30: Quadrilha Mirim, com o grupo Mais Teatro, Mais Vida

20h: Grupo Cultural Luar do Sertão

21h: Cirandeiras de Minas

 

Grupo Cultural Luar do Sertão – Localizado na região metropolitana, no bairro Mantiqueira, tem como prioridade manter viva a cultura junina mineira, fazendo com que transfira e inclua os moradores e cooperadores da região a estarem juntos com a cultura e fazendo diferença na região elevando a um nível de empregos, diversidade, diversão e oportunidades. Onde as pessoas encontram seu refúgio e podem contar umas com as outras, para se ajudarem e acolher quem mais precisar somos mais quer dança!

 

Dia 28 de junho, sábado, 16h às 20h

Rastapé do Centro Cultural Salgado Filho

Local: R. Nova Ponte, 22, Salgado Filho

 

16h – Rastapé Recebe Arraiá do Mindinho

16h30 – Ritmos Juninos com Mindinho Bateria Mirim

17h – Quadrilha Improvisada com Gleison Pereira

17h30 – Apresentação do Grupo de Quadrilha Sol Nascente

18h – Apresentação do Grupo de Quadrilha Pé de Serra

18h30 – Forró Pé de Serra – Forró para todos

 

Forró Pé de Serra – Forró para todos – O autêntico forró pé de serra na formação original de suas raízes que era composta por trio, Sanfona, Zabumba e Triângulo, trazendo canções que fizeram sucessos durante várias gerações e que fizeram muitas pessoas se apaixonarem pelo ritmo e pela dança. Cantaremos clássicos de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Alceu Valença e Outros. Teremos composições próprias também e trazer sucessos recentes de novos músicos do ritmo, então a proposta será levar, lazer, entretenimento, arte e cultura à população mineira.

 

Dia 28 de junho, sábado, 17h às 22h

Festa Junina | Aniversário Centro Cultural Urucuia

Local: R. W3, 500, Urucuia

 

17h – Abertura / Apresentação de dança

17h15 – Cirandeiras de Minas

18h – Apresentação de dança dos alunos da oficina de forró

18h15 – Apresentação de música sertaneja, com Ronildo Jota

19h15 – Apresentação de dança – Daiana B e Charles

19h30 – Quadrilha Junina Forró de Minas – Com fé, nesse São João eu caso

20h15 – Trio Forró Guiné

22h – Encerramento

 

Quadrilha Junina Forró de Minas – Com fé, nesse São João eu caso – Celebra a alegria e magia do São João, e em 2025 levará a história do amor entre o casal João e Das Dores, João, um moço simples da capital após perder a fé na vida e de tanto sozinho caminhar, decide subir a serra em romaria, para pedir a Nossa Senhora das Dores que lhe desse uma razão para viver. Das Dores, moça humilde do interior, que tem como sonho o matrimônio. Já cansada de tanto pedir a Santo Antônio por um casório, ela ouviu dizer na cidade do Serro que Nossa Senhora das Dores poderia lhe ajudar nesta busca por um amor.

 

Trio Forró Guiné – O show é pensado para envolver diretamente o público em um ambiente alegre e descontraído, onde os participantes podem dançar e sentir de perto o ritmo pulsante do pé de serra. Cada integrante do grupo traz uma extensa experiência musical e performática, acumulada em diversos palcos de Belo Horizonte e outras cidades mineiras, além de bagagem em ensinar e observar a dança, oferecendo ao show um diferencial técnico e cultural.

Dia 28 de junho, sábado, 13h às 17h

Arraiá do Centro Cultura São Bernardo

Local: R. Édna Quintel, 320 – São Bernardo (Regional Norte)

13h – Abertura

14h – Forró moderno com Elhias Hernandes

15:30 – Quadrilha Junina com Grupo Folclórico Sabgê

16h10 – Apresentação do coletivo Rosas do São Bernardo

Durante todo o evento: mostra de artesanato e venda de comidas e bebidas típicas com empreendedores da comunidade do São Bernardo e arredores.

 

Grupo Folclórico e Cultural Sangê de Minas – É uma entidade dedicada à defesa e valorização da cultura popular, com ênfase na dança de quadrilha junina mineira. Com mais de 11 anos de atuação, o grupo que é da regional norte de Belo Horizonte, mais precisamente do Bairro Aarão Reis, tem como missão resgatar tradições culturais e transmitir esses conhecimentos de geração a geração. O grupo acredita que o amor pela cultura e pelas tradições é fundamental para a realização do seu trabalho. Em tempos de fragilidade para muitas comunidades, o Sangê de Minas busca fortalecer a identidade cultural por meio de suas atividades, levando a alegria da dança da quadrilha junina mineira para alegrar e proporcionar a todos que assistem, enriquecimento cultural.

 

Dia 29 de junho, domingo, 10h às 15h

Arraiá do Centro Cultural Padre Eustáquio

Local: R. Jacutinga, 550 – Padre Eustáquio (Regional Noroeste)

 

10h às 11h – Quadrilha Arraial do Kossaco

11h às 12h – Pé di chinelo

11h às 13h – Encontro de Brinquedos e Brincadeiras

12h às 13h – Estagiários Brass Band

13h às 13h30 – Pé di Chinelo

13h30 às 14h – Quadrilha espontânea

14h às 15h – Forró de Malungo

Durante todo o evento: barracas de alimentação, bebidas e artesanato.

 

Quadrilha Arraial do Kossaco – Cada espetáculo tem início com a entrada do grupo, marcada por entusiasmo, figurinos coloridos e a saudação ao público. Em seguida, o grupo desenvolve um enredo temático, muitas vezes inspirado em histórias da cultura popular, personagens, mitos, lendas, ou homenagens a figuras da ancestralidade. Durante a apresentação, são incorporados elementos típicos como o casamento na roça, o baile na festa junina, além das figuras tradicionais da dança. As coreografias são sincronizadas, muitas vezes estilizadas com influências teatrais e cênicas. O figurino é pensado para valorizar o tema do ano, com atenção à estética, movimento e simbolismo. Ao final, a quadrilha realiza um encerramento que celebra a alegria da colheita, da união e da fé, deixando uma mensagem de celebração da cultura popular, da identidade e da coletividade.

 

Obras: Inadimplência atrasa e encarece projetos no Brasil

Por Rafael Medeiros, Diretor Executivo B2B da Global

No último ano, a inadimplência no setor B2B registrou um aumento, apontando que a intrincada realidade econômica – tanto internamente quanto externamente –, tem atingido as empresas brasileiras. De acordo com dados do setor, quase 7 milhões de empresas estão inadimplentes, o que significa um aumento de 4,5% entre 2023 e 2024. Na realidade, cerca de 32% das empresas operando nacionalmente registraram algum débito vencido.

No setor de Construção, o cenário não foi muito diferente. Dados recentes compilados no Índice Global de Recuperação de Crédito B2B (IGR), apurado pela Global no início deste ano, apontaram que o setor de Construção e Projetos foi o terceiro maior no volume de títulos de cobrança cadastrados junto à empresa, com 12% dos cerca de 1,5 milhão de cobranças, perdendo somente para Bens de Consumo Não Duráveis (30%), e Alimentos e Bebidas (27%).

Essa realidade se traduz em canteiros parados, cronogramas descumpridos e custos crescentes que muitas vezes não aparecem nas planilhas iniciais. Estimativas mostram que os atrasos em projetos podem chegar a custar R$ 59 bilhões, entre 2023 e até o final deste ano, o que representa 8% do total de investimentos previstos, segundo um levantamento feito pela Delloite para a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).

Embora a burocracia e outros gargalos contribuam para esses atrasos, a inadimplência de clientes e fornecedores adiciona uma camada extra de ineficiência. Cada fatura não paga ou entrega não realizada a tempo pode desencadear um efeito dominó que paralisa obras e exige injeções adicionais de recursos – um custo oculto que acaba sendo repassado para o projeto e, em última instância, para o consumidor final.

Inadimplência de clientes e o estrangulamento do fluxo de caixa

Diferentemente de outros setores, a construção civil tem alto custo corrente – salários de trabalhadores, compra de materiais, equipamentos e despesas operacionais não podem esperar. A falta do pagamento devido desequilibra o fluxo de caixa, forçando a construtora a queimar reservas ou buscar crédito emergencial para cobrir a lacuna financeira. Com os juros em patamares elevados, recorrer a empréstimos onera ainda mais o empreendimento. Em muitos casos, obras inteiras são desaceleradas ou paralisadas até que os pagamentos sejam regularizados.

Além disso, muitas incorporadoras dependem do recebimento de parcelas de compradores ou de repasses de financiamentos para tocar a obra. Se os adquirentes de imóveis ou financiadores atrasam pagamentos, falta capital para pagar empreiteiros e fornecedores. É o que costuma ocorrer em crises: micro e pequenas empresas representaram 6,5 milhões dos inadimplentes no fim de 2024, indicando que inúmeros pequenos investidores ou contratantes de obras podem falhar nos pagamentos, sufocando construtoras de menor porte.

O resultado desse estrangulamento de caixa é a necessidade de renegociar prazos com fornecedores, atrasar pagamentos em cascata ou até recorrer a recuperações judiciais no pior cenário.

Tempo é dinheiro: quanto maior o atraso, menor a chance de recuperação

Uma vez instalado o problema da inadimplência, outro aspecto crítico aparece: a velocidade de reação influencia drasticamente a chance de recuperar os valores devidos.

Outro ponto é que as informações reunidas no IGR mostram que o tempo de atraso é inimigo da recuperação. Dívidas muito tempo em aberto acabam virando prejuízo quase certo. Nos primeiros dias após o vencimento, a probabilidade de receber ainda é alta. Em alguns setores, até 98% dos títulos em atraso de 1 a 10 dias conseguem ser recuperados com ações adequadas.

Porém, essa porcentagem cai progressivamente conforme o calendário avança. Passadas duas ou três semanas, os índices já começam a desanimar: por exemplo, na faixa de 11 a 20 dias de atraso, setores como o têxtil recuperam apenas 87% dos créditos e entretenimento, 78%. Quando o atraso ultrapassa 30 dias, a queda se acentua para todos os segmentos. Entre 31 e 60 dias de atraso, uma área como lazer recupera somente 60% das dívidas; têxtil, 56%.

O panorama mais preocupante está nas dívidas antigas. Quando uma dívida empresarial passa de seis meses em aberto, a recuperação média despenca para apenas 20%. Ou seja, de cada cinco faturas vencidas há mais de 180 dias, quatro acabam não sendo pagas nunca. Esse dado da Global explicita o custo do tempo: postergar a cobrança ou “deixar pra depois” significa, muitas vezes, abrir mão de receber quase tudo. O que era para entrar como receita no balanço torna-se prejuízo ou precisa ser baixado como perda.

Mas por que a chance de recuperação cai tanto? Em parte, porque a empresa devedora pode enfrentar agravamento de sua situação financeira com o passar dos meses, entrando em efeito bola de neve. Outra razão é o simples esquecimento ou perda de urgência – quanto mais distante no tempo, menos prioridade aquele pagamento atrasado tende a ter para o devedor.

Soma-se a isso fatores como mudança de gestão, disputas contratuais e até a eventual falência do devedor, e fica claro porque dívidas antigas são tão difíceis de receber. A mensagem para quem conduz projetos é clara: acionar rapidamente os mecanismos de cobrança, atuando nas primeiras duas semanas, faz toda a diferença.

Como mitigar os riscos da inadimplência na construção

Diante de todos esses riscos, o que as empresas podem fazer na prática para se proteger e diminuir atrasos e prejuízos? A primeira medida, e a mais importante, é o monitoramento contínuo da carteira de clientes e fornecedores, e isso inclui checar periodicamente indicadores como protestos, restrições de crédito e atrasos iniciais de pagamento.

Outra estratégia adotada pelas empresas é a implementação de uma régua de relacionamento com a cobrança preventiva. Muitas inadimplências são resolvidas com diálogo e pequenas renegociações de prazo – o importante é não perder o contato nem a iniciativa.

Muitas vezes, o volume de inadimplência torna difícil essa gestão dentro da empresa – e para esse problema em específico, há empresas especializadas em cobranças B2B, e com conhecimento do setor de Construção civil, o que facilita a construção de uma estratégia mais efetiva de cobrança.

Algumas empresas do setor também já estão usando a automação da cobrança, com o apoio da IA (Inteligência Artificial). Aproveitar a tecnologia para agilizar e tornar mais eficiente o processo de cobrança faz toda diferença. Ferramentas de gestão enviam lembretes automáticos de vencimento, geram boletos e alertas, diminuindo a chance de esquecimento do pagamento.

Canais digitais como e-mail, SMS e especialmente WhatsApp têm se mostrado eficazes – hoje, o WhatsApp já lidera com 51% de participação entre os canais com maior quantidade de acordos fechados em recuperações de crédito empresariais. Além disso, soluções de IA generativa estão inovando a cobrança: bots inteligentes negociam com devedores de forma personalizada, em escala, 24 horas por dia.

Ao tornar visível o custo oculto da inadimplência e adotar práticas para contê-lo, o setor de construção civil pode ganhar mais previsibilidade e eficiência. Cada contrato honrado no prazo, cada dívida recuperada a tempo e cada parceria financeira sólida representam não apenas economias no curto prazo, mas também a construção de um mercado mais confiável e resiliente.

Em um ambiente de negócios desafiador, essa pode ser a diferença entre uma obra entregue com sucesso e um empreendimento inviabilizado pelos atrasos e estouros de custo. Em suma, enfrentar de frente a inadimplência é hoje tão importante quanto erguer bons alicerces – é condição para que os projetos saiam do papel no prazo e pelo custo planejado, sem surpresas desagradáveis pelo caminho.

Segurança no prato: o controle de qualidade em restaurantes

No Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, redes como Coco Bambu e Vasto mostram como rigor e rastreabilidade garantem confiança à mesa

 Celebrado em 7 de junho, o Dia Mundial da Segurança dos Alimentos foi instituído pela ONU para chamar atenção sobre os riscos e cuidados no consumo de alimentos. A data reforça um tema que, embora muitas vezes invisível aos olhos do cliente, começa muito antes do prato chegar à mesa — e mobiliza grandes operações de restaurantes em todo o mundo. Do campo à mesa, passando pelo transporte e as normas de higiene adotadas dentro das cozinhas, são várias etapas parte de um processo complexo e estruturado, para assegurar a qualidade do alimento para os clientes.

Segundo o Ministério da Saúde, existem mais de 250 doenças transmitidas por alimentos (DTAs), como salmonella, listeriose e botulismo. Felizmente, essas enfermidades podem ser evitadas com medidas de controle, fiscalização e treinamento, como explica a nutricionista Rayana Ruela, responsável técnica das redes Coco Bambu e Vasto: “A segurança alimentar depende de processos bem definidos, transporte adequado, armazenamento controlado e equipes capacitadas até o serviço final ao cliente. Cada etapa é crucial para prevenir contaminações e garantir a qualidade do que é servido”, afirma.

Presentes em mais de 20 estados brasileiros, as redes Coco Bambu e Vasto operam com padrões nacionais unificados — o que garante, por exemplo, que o mesmo prato tenha sabor e qualidade idênticos em diferentes cidades. “Isso exige uma equipe técnica altamente treinada, que segue processos padronizados da escolha dos ingredientes até a finalização dos pratos”, destaca Rayana.

A cadeia de cuidados começa na seleção criteriosa dos fornecedores. Segundo Elias Bachá, sócio local do Coco Bambu e do Vasto, são escolhidas apenas empresas que atendem às exigências legais e sanitárias, têm selos de inspeção como SIF (Serviço de Inspeção Federal), SIE (Serviço de Inspeção Estadual) e SIM (Serviço de Inspeção Municipal); e histórico de boas práticas e entrega de qualidade consistente. “Antes de começarem a nos fornecer, essas empresas passam por auditorias técnicas rigorosas, que analisam desde a origem do produto, processos de armazenamento, beneficiamento e até o transporte”, explica. Bachá acrescenta que ainda há um monitoramento constante do desempenho desses parceiros.

Depois de aprovados, os insumos passam por novas etapas de controle. “Cada produto é rastreado desde a saída do fornecedor e é recebido com controle de temperatura, validade e higienização. Logo, é armazenado conforme suas exigências específicas, e preparado por equipes treinadas, até chegar ao cliente com qualidade e segurança garantidas”, reitera. Ele enfatiza que todas essas medidas são alinhadas às normas da Anvisa e refletem o compromisso do Coco Bambu e Vasto com a qualidade do produto que servem à mesa.

 

Serviço

Coco Bambu

Anchieta – Rua Francisco Deslandes 900, Shopping Anchieta Garden
BH Shopping – BR-356, 3049 – Rooftop, Bairro Belvedere
Del Rey – Av. Pres. Carlos Luz, 2001, Loja 1100B, Bairro Caiçaras

Shopping Estação – Avenida Cristiano Machado, 11833 Loja SEB03035, Vila Cloris
Minas Shopping – Av. Cristiano Machado, 4000, Loja OP001, Bairro União
Itaú Power Shopping – Av. General David Sarnoff, 5160, Bairro Cidade Industrial – Contagem
Instagram: @cocobambubhoficial

Serviço

Vasto BH

Rua Francisco Deslandes, 900 – Anchieta Garden Shopping

Funcionamento: Segunda a Quarta: 18h às 23h | Quinta: 11h30 às 15h – 18h à 0h | Sexta e Sábado: 11h30 à 0h | Domingo: 11h30 às 18h

Informações e reservas: https://vastorestaurante.com/

Instagram: @vastobh

 

Frio resseca a pele? 5 dicas para manter a hidratação no inverno

Farmacêutica especializada em dermocosméticos ensina a manter a proteção com recomendações práticas

Durante os meses mais gelados, é comum notar a pele mais áspera, repuxada ou até com leves descamações. A combinação entre vento frio, banhos quentes e baixa umidade do ar favorece a perda de água e o enfraquecimento da barreira protetora da derme. Mas com alguns ajustes simples no hábito diário, é possível manter a hidratação e o viço mesmo nos dias mais frios.

De acordo com uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), realizada em 2024, cerca de 57% dos brasileiros não utilizam fórmulas específicas para o rosto, como cremes nutritivos, protetores solares ou dermocosméticos. Além disso, aproximadamente 39% não aplicam loções umectantes corporais. Para orientar sobre como proteger e tratar a pele com ativos eficazes nessa estação, a farmacêutica, bioquímica e CEO da Kapeh Cosméticos, rede pioneira no uso do grão verde na cosmética, compartilha cinco dicas fundamentais. Confira:

1. Diminua a temperatura dos banhos
A água muito quente remove a oleosidade natural da derme, intensificando a desidratação. A recomendação é reduzir tanto a temperatura quanto a duração do banho. “Ao sair, com a pele ainda úmida, aplique um creme nutritivo corporal com ingredientes naturais. Isso ajuda a reter a umidade e evita o ressecamento precoce”, orienta a profissional.

2. Aposte em ativos hidratantes e reparadores
Prefira preparações mais densas e nutritivas, com componentes como o extrato do grão verde de café. “Esse tipo de fórmula promove hidratação prolongada, forma uma película protetora e contribui para o rejuvenescimento da derme”, explica Vanessa.

3. Use protetor solar todos os dias
Mesmo em dias nublados e frios, os raios UVA e UVB continuam atuando. “Inclua o filtro solar facial na rotina diária e, se possível, escolha versões multifuncionais que atuam com hidratação e proteção ao mesmo tempo”, recomenda a farmacêutica.

4. Proteja as áreas mais sensíveis
Mãos, pés e cotovelos costumam sofrer mais com a secura. “Invista em um creme com toque seco e absorção rápida para essas regiões. A constância na aplicação é o que garante bons resultados”, destaca.

5. Faça esfoliações leves
A cada 7 ou 10 dias, use um esfoliante suave. “Esse cuidado remove as células mortas, facilita a absorção dos hidratantes e ainda ajuda a manter o viço da pele, mesmo no inverno”, afirma.

Rotina e constância fazem a diferença
Mais importante do que seguir tendências é investir em cuidados consistentes e cosméticos confiáveis. “Quando bem escolhidos e aplicados regularmente, os produtos certos garantem resultados visíveis e duradouros”, finaliza Vanessa.

Filhos fora do casamento: eles têm os mesmos direitos na herança?

Mitos, verdades e implicações legais sobre a partilha entre filhos biológicos, do casamento e socioafetivos.

“Ah, mas ele era só um filho fora do casamento…”

Essa frase, infelizmente, ainda ecoa em muitos processos de partilha de bens. E o que deveria ser um ato de justiça, dividir igualmente a herança entre os filhos, muitas vezes vira palco de preconceitos, disputas emocionais e mitos jurídicos que não encontram respaldo na lei.

Mas afinal, os filhos fora do casamento têm os mesmos direitos dos filhos do casamento? E os filhos socioafetivos, que não têm laço biológico, mas foram criados como parte da família, entram na partilha? A resposta, com base no que diz a legislação brasileira e as decisões recentes da Justiça, pode surpreender quem ainda acredita que existe hierarquia entre filhos quando o assunto é herança.

O que diz a lei: filhos são filhos. Ponto.

Desde a promulgação da Constituição de 1988, todos os filhos passaram a ter os mesmos direitos, independente de serem havidos dentro ou fora do casamento. Isso inclui filhos biológicos, adotivos e, em muitos casos, filhos reconhecidos judicialmente como socioafetivos.

Na prática, isso significa que nenhum filho pode ser discriminado no momento da divisão de bens, e essa é uma proteção constitucional, ou seja, superior até mesmo ao Código Civil ou a qualquer disposição testamentária que tente contrariar esse princípio.

“O vínculo de sangue deixou de ser o único elemento para definir filiação. O afeto, o reconhecimento público e a convivência também podem gerar direitos, inclusive sucessórios”, explica o advogado especialista em Direito de Família e Sucessões, Dr. Issei Yuki.

Filhos socioafetivos: o afeto também herda?

Sim, desde que haja reconhecimento legal ou judicial da filiação socioafetiva. O Supremo Tribunal Federal já reconheceu, em decisões emblemáticas, que o filho socioafetivo tem o mesmo direito à herança que o filho biológico ou adotivo, quando comprovado o vínculo afetivo e o exercício das funções parentais, como cuidados, criação, presença ativa na vida da criança ou adolescente.

No entanto, o reconhecimento dessa filiação exige provas concretas, e, muitas vezes, precisa ser formalizado antes da morte do suposto pai ou mãe para evitar disputas judiciais desgastantes e demoradas.

E quando não há testamento? Como funciona a partilha?

Se a pessoa falecida não deixou testamento, aplica-se a ordem de vocação hereditária prevista no Código Civil. Nela, os filhos — todos, sem distinção — são os primeiros herdeiros, dividindo a herança em partes iguais entre si.

Já no caso de haver cônjuge ou companheiro sobrevivente, o regime de bens do casamento ou da união estável pode alterar a forma como a herança será dividida, mas a igualdade entre filhos permanece garantida.

Principais mitos que ainda confundem as famílias

“Ele não era registrado, então não tem direito.”

Falso. É possível obter judicialmente o reconhecimento da paternidade ou maternidade após a morte, desde que existam provas materiais e testemunhais.

“Filho de caso extraconjugal não pode herdar o mesmo que os demais.”

Falso. A lei e a jurisprudência não fazem distinção entre filhos legítimos, ilegítimos ou adulterinos.

“Se ele foi criado pelo padrasto, não tem direito à herança do pai biológico.”

Depende. Se houver reconhecimento da paternidade socioafetiva e nenhum vínculo jurídico com o pai biológico, ele pode sim herdar, mas não poderá herdar de ambos, salvo exceções reconhecidas judicialmente.

O que fazer para evitar conflitos?

1. Testamento claro e legal: embora todos os filhos tenham direito à herança legítima (50% do patrimônio), o testamento pode ajudar a distribuir a outra metade com mais justiça e transparência.

2. Reconhecimento de filhos socioafetivos em vida: por meio de ação judicial ou escritura pública, evita disputas após o falecimento.

3. Diálogo em família: falar sobre sucessão ainda é um tabu, mas é essencial para evitar que o luto seja agravado por conflitos judiciais.

O advogado Issei Yuki conclui: A legislação brasileira tem avançado para reconhecer vínculos de afeto como legítimos, e isso inclui o direito à herança. Mas ainda vivemos em uma sociedade que confunde afeto com direito, e tenta hierarquizar relações familiares com base em preconceitos. A boa notícia é que o Direito de Família, com apoio de profissionais preparados, está cada vez mais voltado para equilibrar razão e sensibilidade.

“Vida em Cena” no Festival Montanhas e Águas de Minas

Apresentações acontecem nos dias 5 e 6 de junho, em Três Marias (MG)

O grupo de teatro Vida em Cena, da Fundação Sálua Daura de Arte e Cultura – FADA, prepara-se intensamente para subir ao palco nos dias 5 e 6 de junho, durante o Festival Montanhas e Águas de Minas, em Três Marias (MG). O evento cultural, que se estende até o dia 15 de junho, inclui uma programação diversificada com atrações musicais, festival gastronômico e o aguardado show do cantor Renato Teixeira.

Inspirado no livro “O Menino e o Minhocão”, da escritora, artista plástica e produtora cultural Zackia Daura, o espetáculo é protagonizado por crianças e adolescentes do projeto, que mergulham no universo mítico do guardião do Rio São Francisco com criatividade, emoção e profundidade. A peça é dirigida pela própria autora da obra.

Segundo Zackia, a apresentação será um marco na vida das crianças participantes. “Essa será a primeira experiência com o teatro para eles – não apenas no palco, mas também com o público. Eles participaram de todo o processo criativo e agora terão a oportunidade de se expressar diante de uma plateia. Isso é transformador.”

Zackia destaca ainda o poder do teatro como ferramenta de desenvolvimento humano: “O teatro permite que crianças e adolescentes se conectem com suas emoções, desenvolvam habilidades de comunicação, trabalho em equipe, produção, figurino, cenário e maquiagem. Superam medos, vencem a timidez e acessam potenciais adormecidos. A cada apresentação, um novo ciclo se inicia: avaliação, aprimoramento e evolução constante.”

Sobre a FADA

A Fundação Sálua Daura de Arte e Cultura – FADA, com sede em Três Marias (MG), foi criada há 25 anos com a missão de proporcionar caminhos de autoconhecimento, expressão e transformação por meio da arte.

Além do teatro, a instituição oferece oficinas contínuas de dança, artes visuais, capoeira, arteterapia e cultura popular, abrangendo ações nas áreas de cultura, educação e assistência social.

Em 2025, a FADA está à frente de diversos projetos sociais e culturais de grande impacto, entre eles:

De Vento em Popa – acesso de crianças carentes a esportes náuticos;
Dançando com a Vida – atividades artísticas e lúdicas para pessoas idosas;
Jovens Influenciadores – capacitação de jovens para produção de conteúdo positivo e educativo nas redes sociais;
Mais que Três – acolhimento e fortalecimento de mulheres e meninas em situação de violência e vulnerabilidade;
Harmonia no Invisível – uso de arteterapia e musicoterapia com crianças neurodivergentes (TEA, TDAH, TOD).
Mais informações e inscrições: (38) 3754-2501

Obesidade infantil: como prevenir e tratar o problema no país

Especialistas explicam que a prevenção do excesso de peso deve ser iniciada desde a introdução alimentar

A cada sete crianças brasileiras, uma está acima do peso. É o que aponta o último levantamento do Ministério da Saúde, realizado em 2023. A obesidade infantil é um distúrbio nutricional cada vez mais frequente e preocupante, não apenas pelo impacto na saúde física, mas também pelos reflexos cognitivos, emocionais e sociais, que podem se estender por toda a vida.

Segundo o pediatra credenciado da Omint, Dr. Adalberto Stape, o diagnóstico de obesidade infantil é feito clinicamente, por meio de avaliações que incluem o Índice de Massa Corporal (IMC), a circunferência abdominal e a medição de pregas cutâneas. Essas análises podem ser realizadas por pediatras, endocrinologistas, nutricionistas e nutrólogos. “A obesidade é uma condição crônica que compromete o desenvolvimento físico e cognitivo, podendo afetar a atenção, a memória, a capacidade de planejamento e até o desempenho escolar”, explica o médico.

Entre os principais riscos do sobrepeso em crianças estão o desenvolvimento precoce de doenças crônicas, como diabetes tipo 2, hipertensão, colesterol alto e distúrbios respiratórios, como apneia do sono, além de problemas ortopédicos e articulares. “A obesidade também está associada à puberdade precoce, especialmente em meninas, o que pode impactar negativamente o crescimento da criança”, detalha Stape.

O médico ainda destaca que os impactos não se limitam ao corpo. “Estudos indicam que crianças obesas apresentam pior desempenho em funções cognitivas, como controle de impulsos e flexibilidade cognitiva. Esses efeitos são resultado do estado inflamatório crônico associado à obesidade e de alterações hormonais que afetam o funcionamento do cérebro.”

 

O papel dos pais começa na introdução alimentar

De acordo com a nutricionista materno-infantil credenciada da Omint, Renata Marques, a prevenção da obesidade infantil deve começar nos primeiros anos de vida, mais especificamente durante a introdução alimentar.

“Esse é um momento fundamental, em que a criança começa a formar o paladar e a estabelecer sua relação com a comida. Quando bem conduzida, essa fase pode reduzir o risco de obesidade, seletividade e compulsões no futuro”, afirma.

Marques explica que a variedade de sabores, texturas e a ausência de pressões durante as refeições são fundamentais. “A forma como os alimentos são apresentados, sem punições ou recompensas, influencia diretamente como a criança irá se relacionar com a comida ao longo da vida”, ressalta.

 

Como os pais podem ajudar no dia a dia?

A especialista alerta para os principais erros que os pais devem evitar:

● forçar a criança a comer;

● utilizar a comida como prêmio ou punição;

● oferecer alimentos ultraprocessados precocemente;

● fazer refeições com distrações, como TV ou celular;

● impor dietas restritivas;

● não respeitar os sinais de fome e saciedade.

“Os pais devem dar o exemplo. A alimentação familiar tem papel decisivo na formação dos hábitos dos filhos”, explica a especialista.

Organização é aliada da boa alimentação

Para famílias com rotinas corridas, Renata recomenda planejamento e simplificação. Montar cardápios semanais, preparar marmitas caseiras, congelar porções saudáveis e ter sempre opções rápidas, como frutas cortadas, ovos ou sopas prontas, ajuda a manter a alimentação equilibrada, mesmo com pouco tempo.

O tratamento exige envolvimento da família

Para o pediatra Adalberto Stape, o tratamento da obesidade infantil precisa ser multidisciplinar e contar com o envolvimento ativo da família. “É necessário mudar hábitos alimentares, reduzir o tempo de tela, incentivar atividades físicas e promover um ambiente emocionalmente saudável. Sem o engajamento dos pais, é muito difícil alcançar bons resultados”, comenta o especialista.

Grávida pode treinar? Veja 5 dicas para se exercitar segura

Educador físico da Academia Gaviões oferece orientações sobre como se exercitar durante a gravidez para garantir o bem-estar

Barriguinha crescendo, rotina mudando e… treino na agenda? Sim, pode (e deve)! Engana-se quem pensa que essa fase é sinônimo de pausa total. Com as adaptações certas, a atividade física vira uma aliada poderosa da gestante,  ajudando a controlar o peso, reduzir desconfortos e até preparar o corpo para o parto. Segundo o Ministério da Saúde, mulheres grávidas e saudáveis devem realizar ao menos 150 minutos semanais de movimento moderado, distribuídos em três ou mais dias.

Ainda assim, muitas mamães deixam de se movimentar. Um levantamento realizado em janeiro de 2025, em Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Divinópolis (MG), revelou que 45,5% estavam sedentárias ou praticavam exercícios irregularmente.

Pensando nisso, o educador físico Anderson Téu, professor da Academia Gaviões, separou cinco orientações práticas para adaptar a rotina com segurança:

1. Menos carga e mais repetições
Durante treinos de força, como a musculação, o ideal é reduzir o peso dos aparelhos e focar em repetições maiores, evitando sobrecarga. “Essa estratégia contribui para o fortalecimento muscular sem colocar pressão excessiva nas articulações”, explica.

2. Fortaleça o assoalho pélvico
Movimentos direcionados à musculatura do períneo ajudam a prevenir incontinência urinária e dores no pós-parto. “Exercícios como ponte, contrações voluntárias (como os de Kegel) e pilates com bola são grandes aliados nessa fase”, pontua o profissional.

3. Deixar pulos e saltos de lado
Pular corda, fazer polichinelos ou treinos intensos com deslocamento devem ser evitados. “Troque por caminhadas, bicicleta ergométrica ou aulas de alongamento, que mantêm o corpo ativo com menor risco de lesões”, recomenda.

4. Prefira modalidades de baixo impacto
“Pilates, yoga, e natação mantêm o corpo ativo sem causar estresse às articulações. Além de movimentar, essas práticas auxiliam na respiração, na circulação e até no controle da ansiedade” orienta o professor.

5. Tenha respeito pela energia do seu corpo
Nem todos os dias serão iguais e está tudo bem. Ajustar o volume e o ritmo dos treinos conforme o avanço da gestação é o ideal. “Escutar o próprio corpo é o primeiro passo para manter a constância com segurança”, conclui Anderson.