Calçados premium estarão em espaço exclusivo na BFSHOW

O crescimento do mercado de moda do segmento premium vem moldando o mercado nacional de eventos. Diante desse cenário, a 7ª edição da BFSHOW, maior feira calçadista da América Latina que acontece entre os dias 10 e 12 de novembro, no Distrito Anhembi, em São Paulo/SP, criou um espaço exclusivo para calçados premium.

Letícia Sperb Masselli, gerente de Relacionamento e Negócios da Associação Brasileira da Indústria e Comércio de Calçados (Abicalçados), destaca que o espaço foi uma demanda das próprias empresas do segmento. “A BFSHOW é a grande vitrine mundial do calçado brasileiro e muito desse crescimento se deu ouvindo os nossos expositores e visitantes. Atentos aos desejos do mercado, criamos o espaço Gallery”, explica.

Segundo o head da NürnbergMesse Brasil (NMB), empresa responsável pela organização da BFSHOW, Felipe Marchioni, o Gallery foi pensado para valorizar não só a qualidade, mas também a exclusividade e materiais nobres, que são alguns diferenciais dos expositores presentes no espaço. “É um ambiente criado para conectar empresas, butiques, marcas, designers, sapatarias e importadores de calçados de alto valor agregado”, reforça.

Confirmadas

Uma das empresas confirmadas no espaço Gallery é a Débora Germani, de Minas Gerais. Com 30 anos de existência, a grife mineira aposta em desenvolvimentos exclusivos e artesanais, com botas, sapatilhas, mocassins e sandálias com saltos e bicos diferenciados, tudo 100% em couro. Com uma produção de 100 pares por dia, a empresa busca retomar suas exportações, hoje em 5%, para um cliente da República Dominicana. Segundo a proprietária da marca, Débora Lúcia Righi, a participação na BFSHOW tem como principal objetivo alavancar as exportações da empresa. “A meta é, a partir da feira, chegar a um volume 20% exportado, para destinos diversificados”, comenta, ao elogiar a qualidade dos importadores que frequentam a mostra calçadista. Para ela, o espaço exclusivo Gallery deve ser determinante para os resultados positivos. “Por ser direcionado, esse espaço deve ter uma visitação qualificada e efetiva”, prevê. Além de marca própria, a empresa trabalha com o modelo private label – com a marca do cliente.

Nathália Broker, que representa as marcas Lorraci e Faccini, também estará no espaço Gallery. Criada há três décadas, a Lorraci é uma empresa de Sapiranga/RS que tem como foco butiques nacionais e exportação. Produzindo, diariamente, cerca de 200 calçados femininos com identidade visual ligada à brasilidade, com muita cor e saltos diferenciados, a empresa exporta 10% de sua produção para países do continente africano, como Nigéria e Botsuana, mas também para a América Central e Europa. Já a Faccini, aos seus 35 anos, é uma marca de Igrejinha/RS. Com uma produção de 250 pares por dia, a empresa aposta em calçados femininos de couro e com materiais sustentáveis, como saltos de madeira, palhas e outros acessórios. A exportação atual fica entre 15% e 20% do total produzido, tendo como destinos países da Europa, Estados Unidos, Canadá, Porto Rico e República Dominicana. Ambas as marcas trabalham parcerias na modalidade private label. Segundo Nathália, o foco da participação na BFSHOW deve ser a abertura de novos mercados para a exportação, porém sem esquecer do mercado doméstico. “Temos clientes confirmados, mas esperamos abrir novos. Para essa edição – de novembro -,  estimamos um incremento entre 10% e 15% nas vendas”, projeta.

A feira
Com cerca de 300 marcas de calçados confirmadas, a BFSHOW é uma realização da Abicalçados com organização da NMB. Para os três dias, são esperados mais de 10,5 mil compradores, sendo mais de mil deles provenientes de 50 países. Mais informações e credenciamento no site www.bfshow.com.br.

SERVIÇO:
7ª BFSHOW
Data: 10 a 12 de novembro de 2026, terça-feira a quinta-feira
Horário: Dias 10 e 11 de novembro, das 9h às 19h. Dia 12 de novembro das 9h às 17h
Local: Distrito Anhembi, em São Paulo/SP
Mais informações e credenciamento: www.bfshow.com.br.

Jota.pê com turnê de “Se o Meu Peito Fosse o Mundo”

O cantor e compositor Jota.pê desembarca em Belo Horizonte com o show da turnê “Se o Meu Peito Fosse o Mundo” no próximo dia 24 de outubro. A apresentação acontece na Autêntica e reúne canções do álbum que marcou uma virada na trajetória do artista, além de outros momentos importantes de seu repertório – ingressos aqui.

Lançado em 2024, “Se o Meu Peito Fosse o Mundo” conquistou três Grammys Latinos, nas categorias Melhor Álbum de Música Popular Brasileira/Música Afro-Brasileira, Melhor Canção em Língua Portuguesa, com “Ouro Marrom”, e Melhor Engenharia de Gravação. No palco, Jota.pê apresenta um espetáculo que transita por diferentes tradições da música brasileira, com uma interpretação marcada pela delicadeza e pela potência.

O show acontece também na esteira de “Até Outro Dia Amor”, primeiro single solo lançado por Jota.pê desde o álbum de 2024. Disponibilizada em 13 de agosto e produzida por Felipe Vassão, a faixa traz referências do reggae em diálogo com outras sonoridades brasileiras e aponta para os novos caminhos criativos que o artista começa a explorar.

O momento atual de Jota.pê é marcado ainda por importantes encontros e apresentações. Em 2026, o artista passou por grandes palcos do país e se aproxima cada vez mais de nomes consagrados da música brasileira. Djavan, uma de suas maiores referências, já citou Jota.pê como um artista que gostaria de gravar, em mais um reconhecimento à trajetória que o cantor vem construindo.

Em Belo Horizonte, o artista apresenta ao vivo o repertório de “Se o Meu Peito Fosse o Mundo” em um show acompanhado por banda completa, revisitando as canções que marcaram o álbum e outros momentos de sua carreira.

Serviço

Jota.pê apresenta “Se o Meu Peito Fosse o Mundo” em Belo Horizonte

Data: 24 de outubro de 2026

Horário: Abertura dos portões às 20h

Local: A Autêntica (Rua Álvares Maciel, 312 – Santa Efigênia, Belo Horizonte – MG, 30150-250, Brasil)

Ingressos: No site da Shotgun

Classificação: 18 anos

Sobre Jota.pê

Nascido em Osasco, São Paulo, o cantor, compositor e vencedor de quatro Grammys Latinos Jota.pê carrega em sua formação referências que vão de Jorge Ben e Caetano Veloso ao manguebeat de Chico Science. Em 2015, lançou seu primeiro trabalho, o álbum Crônicas de um Sonhador. Como artista solo, ganhou projeção nacional ao participar do The Voice Brasil, da TV Globo, sendo considerado por Lulu Santos uma das melhores vozes de todas as temporadas do programa.

No ano seguinte, após uma série de apresentações pelo Brasil, realizou sua primeira turnê pela Europa, com ingressos esgotados em todos os shows — experiência que se repetiria outras duas vezes, somando hoje três passagens pelo continente europeu. E em 2024, lançou o álbum, intitulado Se o Meu Peito Fosse o Mundo, que lhe rendeu três Grammys Latinos e foi o pontapé para novos caminhos na trajetória musical do artista.

Caminhos esses que o têm levado a diferentes projetos e trocas musicais e que se refletem em 2026, momento em que Jota.pê vive um dos períodos mais aclamados de sua trajetória, consolidando-se como um dos nomes centrais da música brasileira atual. O ano do artista se inicia com apresentações emblemáticas, como o encontro com Mayra Andrade no Giro Conecta, em Salvador, reforçando sua presença em festivais e eventos que promovem diálogos entre diferentes gerações e linguagens musicais.

Após um 2025 marcado pelo sucesso do projeto Dominguinho, responsável por somar mais um Grammy Latino ao artista na categoria de Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa, ao lado de João Gomes e Mestrinho, Jota.pê chega a esse novo ciclo ainda mais próximo dos grandes medalhões da MPB, sendo citado por Djavan – uma das suas maiores referências – como um artista que gostaria de gravar.

Esse momento se materializa em um novo marco importante da carreira: o show de 15 de maio de 2026, no Vivo Rio, quando o artista apresenta ao vivo o repertório de Se o Meu Peito Fosse o Mundo, seu segundo álbum solo. A performance marca seu primeiro grande show solo em uma casa de espetáculos em 2026, celebrando o disco que transformou sua trajetória artística e o projetou para o centro da cena musical brasileira. Além disso, com o projeto Dominguinho, o artista se apresentará pela primeira vez no Nubank Parque, com ingressos esgotados.

Em 2025, além da vitória no Grammy Latino, Jota.pê também foi um dos grandes destaques do Prêmio Multishow, conquistando os troféus de Capa do Ano e Forró/Piseiro do Ano com a canção “Beija-Flor”, composição assinada por ele dentro do projeto Dominguinho. Na mesma premiação, foi indicado como artista solo pela interpretação de “Açaí”, na categoria MPB do Ano. Em novembro, foi escolhido Artista do Ano pelo Prêmio Potências e venceu o Prêmio BTG Pactual da Música na categoria Melhor Lançamento de MPB, com o álbum Se o Meu Peito Fosse o Mundo.

Já em 2024, foi justamente esse álbum que o levou a conquistar três Grammys Latinos, nas categorias Melhor Álbum de Música Popular Brasileira/Música Afro-Brasileira, Melhor Álbum de Engenharia de Gravação e Melhor Canção em Língua Portuguesa, com “Ouro Marrom”. Realizado em parceria com a Som Livre, o projeto teve produção musical de Felipe Vassão, Rodrigo Lemos e Marcus Preto, e contou com participações de Xênia França e Gilsons. No mesmo ano, Jota.pê concorreu ao Prêmio Multishow com quatro indicações, incluindo Álbum do Ano, Artista Revelação e MPB do Ano com duas faixas.

Paralelamente à carreira solo, Jota.pê é vocalista, compositor e violonista do duo ÀVUÀ, ao lado de Bruna Black. A parceria rendeu uma indicação ao Grammy Latino em 2021 pelo álbum Onze, que reúne interpretações de nomes como Elza Soares e Zeca Baleiro. No mesmo ano, o duo foi convidado a participar do ColorsxStudios, um dos maiores canais de música do mundo.

Ao longo da carreira, Jota.pê constrói uma trajetória que dialoga com diferentes tradições da música brasileira sem perder seu olhar contemporâneo. O reconhecimento da crítica acompanha esse percurso, que hoje se expande sobretudo nos palcos, onde o artista vive uma fase de intensa conexão com novos públicos.

Nova padaria artesanal abre em Belo Horizonte

Na Rua Braz Cubas, em Belo Horizonte, a Dedé Pães Artesanais tem toldo listrado e um balcão inspirado no fogão a lenha do sítio do padeiro André Gabrich. Na vitrine, croissants de massa laminada, danish de pera com gorgonzola, nozes e mel de aroeira, caracóis de doce de leite com avelã tostada e um brioche amarelo, por causa dos ovos das galinhas de André.

Até aqui, a Dedé vendia uma fornada por semana, avisada por lista de transmissão, e participava de feiras da cidade. A procura levou André à decisão de abrir um ponto fixo, no Anchieta, na região Centro-Sul. Ele aprendeu a cozinhar em casa, com a mãe, Leda, e a avó, Biica, e resume a ideia da padaria numa frase: “Quem cozinha distribui carinho.”

Os pães são de fermentação natural e os folhados, de longa fermentação, de até dezoito horas. O pão do Dedé, o da casa, leva três farinhas, uma branca italiana e duas integrais. Há também o 100% integral, o de campanha, com centeio, o de missô e gergelim e a focaccia de alecrim e flor de sal. Os folhados partem do croissant de manteiga. Entre os doces estão o pain au chocolat e o croissant aux amandes, com um toque de laranja. Entre os salgados, o danish de abobrinha com queijo canastra artesanal, o de cebola caramelizada com queijo Juá, de leite cru, do Serro, e o caprese, que não sai do cardápio. As geleias levam frutas do pomar do sítio de André.

A loja funciona de quarta a sábado, até o último pão. “Se é artesanal, vai acabar e não vai ter reposição”, diz André. Para o balcão, ele acrescentou produtos de pouco tempo de prateleira, que saem do forno para serem vendidos logo: baguetes e pães em formatos menores, alguns recheados de queijo para comer quente, mais opções de sanduíche para levar e discos de pizza pré-assados, com molho de tomate da casa. O cardápio muda a cada quinzena. Nem todo item está na vitrine diariamente, mas cada um fica disponível durante o período. As novidades ficam para o sábado, dia em que André espera um público com mais tempo. Para o fim do ano, a Dedé oferece panetone de frutas e de chocolate, para retirada na loja. A casa recebeu ouro nas duas categorias em um concurso de panetones de Belo Horizonte, em 2024.

O projeto é da arquiteta Patricia Naves. André, que trabalhou por mais de vinte anos como arquiteto, preferiu ser apenas o cliente. “Ele foi muito claro em deixar que a gente fosse os arquitetos dele”, conta Patricia. Mostrou o fluxo de atendimento e as máquinas que pretendia usar e aprovou o primeiro estudo sem ressalvas. A planta recebeu apenas ajustes de alguns centímetros, conforme ele comprava o maquinário definitivo.

O desafio foi o espaço. A produção de André é metódica e pede um fluxo organizado, e o atendimento precisava ser funcional, aconchegante e pequeno. “Esse exercício de aproveitamento do espaço foi o trabalho mais difícil do projeto”, diz a arquiteta. Para ela, “o bairro estava precisando da padaria”, e a fachada foi desenhada para fazer da loja um ponto de referência na região. “Ela é elegante, mas não é discreta.”

O fogão que inspirou o balcão e a vitrine é de cimento vermelho e fica no sítio de André, onde ele cuida das galinhas e cozinha nos momentos de descanso. A equipe sabia da importância dele na vida do padeiro, e Patricia descreve o desenho como quase uma homenagem. Ao ver a proposta, André ficou tocado.

Serviço

Dedé Pães Artesanais

Rua Braz Cubas, 114, Anchieta, Belo Horizonte

Quarta a sexta, das 10h às 18h. Sábado, das 9h às 13h, ou até o último pão

Instagram: @dede.paes.artesanais

Valores de referência: pão do Dedé (550 g), R$ 36. Baguete tradicional (300 g), R$ 18. Croissant, R$ 16. Folhados, de R$ 20 a R$ 28. Panetone de frutas, R$ 150, e de chocolate, R$ 160 (valor promocional).

José Miguel Wisnik no projeto Divinas Conversas

A música popular brasileira e a literatura sempre caminharam próximas, trocando forma, ritmo e sentido. Poucos artistas encarnam esse encontro com a mesma profundidade de José Miguel Wisnik, pianista, compositor, ensaísta e professor aposentado de literatura brasileira pela Universidade de São Paulo, que participa da próxima edição do Divinas Conversas. O encontro será uma das ações do “Dia D” na Fundação Torino, evento que celebra o nascimento de Carlos Drummond de Andrade. Wisnik dedicou anos de pesquisa ao poeta itabirano e é autor de Maquinação do mundo: Drummond e a mineração (2018), obra que se tornou referência ao revelar como a história da mineração em Itabira atravessa, de ponta a ponta, a poesia, as crônicas e a própria biografia de Drummond. É esse mesmo olhar, capaz de unir erudição e emoção, rigor e beleza, que o público de Belo Horizonte poderá acompanhar de perto no dia 29 de outubro, às 19h30, em um encontro gratuito e imperdível na sede da Fundação Torino.

Não é a primeira vez que Wisnik leva essa relação com Drummond para o grande público. Convidado frequente das principais feiras literárias do Brasil, ele já esteve à frente de debates sobre “o legado de Drummond” no Flitabira, Festival Literário Internacional de Itabira, e assinou o show de abertura da Flip, a Festa Literária Internacional de Paraty, a mais importante do país. Em 2024, foi um dos debatedores da Mostra Drummond e o Cinema, realizada em Belo Horizonte, na Sala Humberto Mauro.

Wisnik chega a Belo Horizonte em um momento especial de sua trajetória musical. Em abril, lançou o EP “Mais Simples”, que reúne cinco canções de seu repertório revisitadas por intérpretes de diferentes gerações, entre eles Caetano Veloso, Djavan, Arnaldo Antunes e Renato Braz. A faixa-título trouxe um desfecho para uma história de mais de trinta anos: Caetano, que já pensara em gravar “Mais Simples” ainda nos anos 1990, finalmente a registrou ao lado do filho, Tom Veloso, ao violão. Sobre o encontro, Wisnik comenta: “Quase aconteceu há muitos anos, mas a gravação veio afinal quando tinha que ser: Caetano cantando ‘Mais Simples’. Por uma conjunção, difícil de resumir, de desejos, de pessoas e dos astros. Fico sem palavras ao ouvir essa interpretação, mas confesso que não sinto necessidade delas, pois foi o próprio indizível que compareceu, e disse tudo”.

Autor de obras fundamentais para o pensamento sobre música e cultura no Brasil, Wisnik leva ao Divinas Conversas essa mesma capacidade de transitar entre linguagens, aproximando o universo da canção popular, da poesia, da crítica literária e da reflexão sobre a formação cultural brasileira. José Miguel Wisnik nasceu em 1948, em São Vicente (SP). Pianista e compositor, é professor aposentado de literatura brasileira pela Universidade de São Paulo. Publicou, entre outros livros, O coro dos contrários: A música em torno da Semana de 22 (1977), O som e o sentido: Uma outra história das músicas (1988, 2017), Sem receita: Ensaios e canções (2004), Maquinação do mundo: Drummond e a mineração (2018) e Viagem do recado: Música e literatura (2025).

10 anos de Divinas Conversas

O Divinas Conversas é um ciclo de conferências criado em 2016 pela Biblioteca Dante Alighieri da Fundação Torino, com o objetivo de fomentar o diálogo entre a literatura e outras áreas, integrando as culturas brasileira e italiana. Ao longo de uma década, o projeto se consolidou como um espaço de reflexão e encontro entre diferentes linguagens artísticas, reunindo importantes nomes da literatura, das artes e do pensamento contemporâneo. O projeto já trouxe ao público mineiro autores como Marina Colasanti, Mia Couto, Conceição Evaristo, Caetano Galindo, Humberto Werneck, Aline Bei, entre outros convidados que contribuíram para ampliar o debate sobre a literatura em suas múltiplas interfaces. Em 2026, ano em que celebra uma década de existência, o Divinas Conversas reafirma seu compromisso com a difusão cultural e com a formação de leitores, promovendo encontros que estimulam o pensamento crítico e o diálogo entre diferentes saberes.

Serviço:

Divinas Conversas

Com José Miguel Wisnik e mediação de Rogério Faria Tavares (curador do Divinas Conversas)

Data: 29 de outubro, às 19h30

Local: Fundação Torino – Rua Jornalista Djalma Andrade, 1300, Belvedere – Belo Horizonte/MG

Ingressos: Link

Entrada gratuita.

Underground Black Pub recebe a Legião II, que celebra 32 anos

No dia 24 de outubro, sábado, o Underground Black Pub, em Belo Horizonte, promove mais uma edição do Rock Brasil Festival. A programação reúne as bandas Kid+80, 100% Charlie Brown, Pretty e Legião II, que celebra 32 anos de trajetória. O evento integra a Semana Oktoberfest da casa, com abertura às 20h30.

A banda mineira Legião II celebra mais de três décadas de estrada com um tributo à obra de Renato Russo e da Legião Urbana. À frente do projeto está o vocalista Renilson Resende, que se destaca pela interpretação vocal e pela caracterização cênica inspirada no artista. A apresentação valoriza a identidade musical e a força emocional de um dos repertórios mais marcantes do rock brasileiro.

O show reúne clássicos que atravessaram gerações, como Perfeição, além de canções do repertório solo de Renato Russo em italiano, como La Solitudine e Strani Amori. A proposta é proporcionar ao público uma experiência musical marcada pela memória, pela poesia e pela intensidade da obra do artista.

Ao longo de sua trajetória, a Legião II construiu sua identidade com apresentações dedicadas ao legado de Renato Russo e à história da Legião Urbana, conquistando admiradores entre os fãs do rock nacional.

Além dos shows, a Semana Oktoberfest contará com promoção de chope pilsen de 500 ml e cardápio gastronômico, reunindo música e gastronomia em uma noite dedicada ao rock.

Rock Brasil Festival – Semana Oktoberfest

24 de outubro de 2026 – sábado
Abertura da casa: 20h30
Atrações: Legião II, Kid+80, 100% Charlie Brown e Pretty
Ingressos: R$ 10 até às 21h30; após esse horário, R$ 25
Underground Black Pub
Av. Itaú, 540, Dom Cabral, Belo Horizonte (MG).

Acompanhe:@undergroundblackpub

Vídeo

Sérgio Hinds e Cláudio Venturini se encontram em BH

Fundador d’O Terço apresenta shows especiais no Bar e Museu do Clube da Esquina, nos dias 30 e 31 de outubro, com clássicos do rock brasileiro, histórias da carreira e homenagem ao 14 Bis.

Belo Horizonte recebe, nos dias 30 e 31 de outubro, dois encontros especiais com a história do rock brasileiro. O guitarrista, vocalista e fundador da banda O Terço, Sérgio Hinds, sobe ao palco do Bar e Museu do Clube da Esquina, em Santa Tereza, para apresentações que celebram mais de cinco décadas de carreira, reunindo música, memória e histórias dos bastidores da cena musical brasileira.

A programação traz duas propostas diferentes. Na sexta-feira, 30 de outubro, às 21h, Sérgio Hinds convida Cláudio Venturini, guitarrista e vocalista do 14 Bis, para uma noite dedicada aos clássicos, às histórias e à parceria entre músicos que marcaram diferentes gerações.

A apresentação também será marcada pela inauguração de uma mesa em homenagem à banda 14 Bis no Bar e Museu do Clube da Esquina. A iniciativa celebra a trajetória do grupo e sua contribuição para a música mineira e brasileira.

Papo Cantado: música e histórias de cinco décadas

No sábado, 31 de outubro, também às 21h, Sérgio Hinds apresenta o espetáculo “Papo Cantado”, em um formato que combina conversa descontraída, lembranças e música ao vivo.

Durante o encontro, o artista compartilha histórias, curiosidades e situações divertidas vividas ao longo de mais de 50 anos de estrada. Entre as narrativas, entram canções que marcaram a trajetória d’O Terço e ajudaram a consolidar o grupo como uma das referências do rock progressivo brasileiro.

O show também integra a continuidade do lançamento do livro O Terço 50 Anos, o segundo título de Sérgio Hinds publicado pela Editora Ibrasa. Escrito em parceria com o jornalista e pesquisador Nélio Rodrigues, o livro resgata a história da banda e sua importância na música nacional.

O legado d’O Terço no rock brasileiro

Fundada em 1968, O Terço construiu uma trajetória marcada pela experimentação musical, pela força vocal e pela influência do rock progressivo internacional. Nos anos 1970, o grupo lançou dois álbuns fundamentais para sua história: Criaturas da Noite (1975) e Casa Encantada (1976).

Em sua formação mais conhecida, a banda reuniu Sérgio Hinds nas guitarras e vocais, Sérgio Magrão no baixo, Luiz Moreno na bateria e Flávio Venturini nos teclados. A combinação de elementos do rock com referências da música erudita e arranjos elaborados ajudou a definir a identidade sonora do grupo.

Ao longo da carreira, O Terço também participou de importantes festivais de música popular brasileira e reuniu diferentes músicos em suas formações. Sérgio Hinds permaneceu como o elo entre essas fases, mantendo viva a história da banda e levando seu repertório a novos públicos.

Entre as canções que fazem parte dos shows estão “Criaturas da Noite”, “Hey Amigo”, “Pássaro”, “Queimada”, “Casa Encantada” e “Tributo ao Sorriso”.

Além do trabalho como músico, Hinds atua como jornalista, publicitário, radialista, apresentador e escritor. Sua trajetória inclui gravações e apresentações com artistas como Ivan Lins, Marcos Valle, Sá e Guarabyra, Belchior, Beto Guedes e 14 Bis.

As duas apresentações em Belo Horizonte prometem aproximar o público de diferentes momentos dessa história: de um lado, o encontro musical com Cláudio Venturini; de outro, uma noite em que as memórias de Sérgio Hinds se transformam em música, celebrando a longevidade e a influência d’O Terço.

Serviço

Sérgio Hinds d’O Terço convida Cláudio Venturini

  • Data: 30 de outubro de 2026, sexta-feira
  • Horário: 21h

Sérgio Hinds d’O Terço — Papo Cantado

  • Data: 31 de outubro de 2026, sábado
  • Horário: 21h

Local: Bar e Museu do Clube da Esquina

Endereço: Rua Paraisópolis, 738, bairro Santa Tereza, Belo Horizonte

Ingressos: de R$ 80 a R$ 90, conforme o release

Vendas: Sympla e no local

Realização: Lana Arts Produções

 

Espetáculo gratuito leva teatro e defesa da democracia

Com teatro de rua, carnaval e manifestação política, “Bandeiras!” aborda temas como racismo, misoginia, mineração e exploração do trabalhador em apresentações abertas ao público.

A arte vai ocupar as ruas de Belo Horizonte com uma proposta que une cultura, participação popular e reflexão social. Nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, o espetáculo “Bandeiras! Entre agonia e alegria… resiste a democracia” será apresentado gratuitamente no bairro Santa Efigênia, com uma encenação que mistura teatro de rua, carnaval e manifestação política.

Idealizada e coordenada pelo professor Antônio Hildebrando, da Graduação em Teatro da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a montagem propõe uma reflexão sobre a democracia e as injustiças sociais. A programação também prevê uma apresentação no dia 11 de novembro, às 12h30, na Praça de Serviços do campus Pampulha da UFMG.

O espetáculo assume o formato de um desfile-manifestação, no qual uma escola de samba reúne diferentes expressões de indignação diante de questões como racismo, misoginia, mineração e exploração do trabalhador. As situações abordadas foram identificadas e discutidas pelos próprios participantes do projeto.

Teatro coletivo e participação popular

O elenco reúne 30 pessoas, entre atores e integrantes da sociedade civil, que participaram de seis meses de formação gratuita. Durante esse período, o grupo vivenciou oficinas de atuação, percussão, voz, cenário e figurino.

A proposta vai além da interpretação em cena. Os participantes também se envolvem na produção de figurinos e cenários, na escrita de textos e na direção de cenas, em um processo colaborativo que valoriza a troca de experiências e a construção coletiva.

Para Hildebrando, o Teatro de Muita Gente funciona como um espaço de encontro, diálogo, cooperação e compartilhamento de diferentes visões de mundo. A iniciativa busca aproximar a prática teatral da realidade social e estimular novas formas de participação por meio da arte.

Parceria entre cultura e cidadania

O projeto é realizado em parceria com o Ponto de Cultura Espaço Comum Luiz Estrela e a sociedade civil. A iniciativa retoma uma colaboração que já resultou em outros trabalhos teatrais, como “Estrela ou Escombros da Babilônia”, de 2014, e “Escombros da Babilônia & Babylon Cabaret”, de 2017.

O espetáculo conta com o apoio do Sindicato dos Professores Universitários de Belo Horizonte (APUBH) e da Pró-Reitoria de Cultura da UFMG (PROCULT-UFMG).

Ao transformar o espaço público em palco, “Bandeiras!” propõe um encontro entre arte, política e cidade, convidando o público a refletir sobre os desafios da democracia e as questões sociais que atravessam a vida coletiva.

Serviço

Espetáculo: Bandeiras! Entre agonia e alegria… resiste a democracia

Datas: 31 de outubro e 1º de novembro de 2026

Horário: 16h

Local: Rua Manaus, 348, bairro Santa Efigênia, Belo Horizonte

Apresentação na UFMG: 11 de novembro, às 12h30, na Praça de Serviços, campus Pampulha

Entrada: Gratuita, sem necessidade de retirada de ingressos

Classificação indicativa: Livre

Duração: 70 minutos

Instagram: @teatrodemuitagente

Cine Santa Tereza recebe a 11ª edição da Mostra Cinema

De 27 a 29 de outubro (terça a quinta-feira), o Cine Santa Tereza irá receber a XI Mostra Cinema, Estética e Política, organizada pelo grupo de pesquisa Poéticas da Experiência, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Nesta edição, o evento investiga as relações entre cinema e arquivo e apresentará ao público produções audiovisuais que buscam pensar a retomada de imagens como modos de revisitar e montar documentos para reabrir histórias. A atividade é gratuita e os ingressos podem ser retirados antecipadamente pelo Sympla ou na bilheteria do teatro, a partir de 30 minutos antes de cada sessão – confira a agenda completa do Cine Santa Tereza no Portal PBH.

A mostra faz parte do Colóquio Cinema, Estética e Política, que também está em sua 11ª edição e ocorre nos mesmos dias de exibição dos filmes, das 9h às 18h30, incluindo uma programação de debates abertos ao público. Trazendo como tema “Retomar arquivos, (re)abrir processos”, o evento é produzido coletivamente por estudantes e professores integrantes do grupo de pesquisa da UFMG, que é dedicado ao estudo das múltiplas manifestações do audiovisual contemporâneo nos domínios da fotografia, do cinema e das artes visuais e performáticas, discutindo como as imagens figuram, convocam e produzem a experiência dos sujeitos, tendo em vista sua historicidade.

Confira a programação de filmes:

 

27/10, terça, 19h

Sessão de abertura: Amazônia Negra (en)cantada

Roda de samba com Marcela Bonfim, Gabriel Moura e convidados.

28/10, quarta, 19h

A estrela do Oriente visita o Reino 13 de Maio

(Isabel Casimira/Júnia Torres | 2025 | Brasil | documentário | 75 min)

A Estrela do Oriente do bairro Primeiro de Maio, folia da antiga ocupação operária da capital, visita, a cada dia 6 de janeiro, dia de Santos Reis, o presépio do Reino Treze de Maio, no Concórdia. Em 2006, os “primos do Primeiro de Maio” foram filmados, sendo recebidos pela Rainha mãe Isabel, e, quase vinte anos depois, uma nova gravação é feita, desta vez com sua filha, e agora rainha, que recebe a mesma folia, os mesmos cantos e presentes.

Classificação indicativa: livre

Sessão comentada

29/10, quinta

9h

Retratos de identificação

(Anita Leandro | 2014 | Brasil | documentário | 73 min)

Dois combatentes da luta contra a ditadura militar no Brasil se deparam, pela primeira vez, com fotografias de suas respectivas prisões, tiradas pela polícia. O passado retorna e, com ele, uma história de crimes perpetrados pelo Estado, até hoje, impunes.

Classificação indicativa: 12 anos

Sessão comentada

14h

Anistia 79

(Anita Leandro | 2026 | Brasil | documentário | 105 min)

Roma, junho de 1979. Exilados brasileiros filmam a Conferência Internacional pela Anistia no Brasil, o maior encontro da esquerda brasileira fora do país. Quase meio século depois, essas imagens reacendem o debate sobre a manutenção do aparato repressivo da ditadura e a impunidade dos torturadores.

Classificação indicativa: 12 anos

Sessão comentada

19h

Memórias da Capoeira 1 – Grão Mestre Dunga

(Pedro Aspahan/César Guimarães | 2026 | Brasil | documentário | 61 min)

Primeiro episódio da série “Memórias da Capoeira em Minas Gerais: a voz dos mestres e das mestras”, realizado pelo Laboratório Audiovisual Saberes Tradicionais, Coletivo da Salvaguarda da Capoeira em Minas Gerais e Iphan-MG.

Classificação indicativa: livre

Sessão comentada

 

SERVIÇO | “XI Mostra Cinema, Estética e Política”

Data: 27 a 29 de outubro (terça a quinta-feira) – horários conforme a programação, acima.

Local: Cine Santa Tereza (Rua Estrela do Sul, 89 – Santa Tereza).

Ingressos: gratuitos pelo Sympla ou na bilheteria do teatro a partir de 30 minutos antes de cada sessão.

Anime Festival e Luluca atraem público jovem ao Minascentro

Evento reúne cosplay, K-pop, games e oficinas no sábado (24); no domingo (25), criadora de conteúdo se encontra com os fãs em espetáculo no Grande Teatro

O universo dos animes, dos games e da cultura pop ocupa o Minascentro neste sábado (24), com a 61ª edição do Anime Festival BH. No domingo (25), o espaço recebe Luluca, criadora de conteúdo que leva ao palco música, histórias e interação com os fãs. As duas atrações integram a programação do complexo em Belo Horizonte neste fim de semana.

Com 22 anos de história, o Anime Festival BH será realizado das 12h às 18h e conta com atividades ligadas a animes, mangás, RPG e games. Entre os destaques está a participação da dubladora Maíra Góes, que dá voz a personagens como Dory, de Procurando Nemo, Seiko Ayase, de Dan Da Dan e Miss Fortune, de League of Legends. Ela participa de um bate-papo no palco.

Os ingressos antecipados estão esgotados, mas haverá venda na bilheteria no dia do evento, sujeita à disponibilidade. A programação também inclui concurso de cosplay, com prêmio de R$ 1 mil para o primeiro lugar, disputas de dança K-pop, desfile de moda Harajuku e um espaço com 50 artistas. Oficinas de desenho básico, mangá e estilo kawaii completam as atividades, ao lado de jogos de arcade, gincanas e combate medieval. A influenciadora Neko Tenshi também participa desta edição.

Já no domingo, às 16h, o Grande Teatro recebe Luluca, conhecida pelo canal Crescendo com Luluca, para um encontro com seus fãs, os “Pandinhas”. O espetáculo combina músicas, histórias e interação com o público, aproximando a criadora de conteúdo de quem acompanha seu trabalho nas plataformas digitais.

Além dos vídeos de desafios, brincadeiras e jogos, a influenciadora de 17 anos também investe na música e em outras áreas do entretenimento. Após a apresentação, está prevista uma sessão de fotos com os fãs.

Serviço

Anime Festival BH – 61ª edição

  • Data: sábado, 24 de outubro de 2026
  • Horário: das 12h às 18h
  • Local: Minascentro — Rua dos Guajajaras, 1.022, Centro, Belo Horizonte
  • Ingressos: antecipados esgotados. Venda na bilheteria no dia do evento, das 12h às 17h, sujeita à disponibilidade.

Luluca Show

Parrilero 1343 chega à Savassi com carnes especiais

A paixão pelo churrasco e pela tradição de reunir pessoas em torno do fogo deu origem ao Parrilero 1343, novidade gastronômica da Savassi, em Belo Horizonte. Localizada na Rua Pernambuco, 1343, a casa é comandada pelos sócios Gustavo Campana e Gustavo Santos Novaes e tem como protagonista uma parrilla de inspiração uruguaia, abastecida com lenha, na qual são preparados cortes especiais de fornecedores brasileiros, argentinos e uruguaios. Com almoço executivo durante a semana, happy hour, jantares e programação aos fins de semana, o restaurante combina técnicas tradicionais de preparo da carne com uma proposta de ambiente informal, que valoriza a experiência à mesa.

O projeto nasceu de uma afinidade compartilhada pelos dois sócios, que descobriram, durante um churrasco, que tinham o mesmo desejo de transformar a paixão pela carne em um negócio, que ofereça a melhor experiência ao cliente. A busca pela qualidade e pela regularidade no preparo orienta o funcionamento do Parrilero 1343. O objetivo é oferecer uma experiência em que a escolha dos cortes, o controle da temperatura, a salga e o ponto de cada peça recebam atenção especial. Para isso, a cozinha trabalha com carnes frescas e selecionadas, incluindo opções nacionais e importadas.

No centro da operação está uma parrilla de mais de dois metros, com inspiração uruguaia e adaptada à estrutura do restaurante. Diferentemente do preparo diretamente sobre as chamas, a técnica utiliza o calor das brasas, permitindo controlar a intensidade do fogo e respeitar as características de cada corte. O uso da lenha também contribui para o sabor e o aroma das carnes.

“A gente quer manter uma qualidade alta e um padrão nessa qualidade para buscar ser a melhor experiência de carne de Belo Horizonte”, explica Campana. Para o empresário, a proposta não está relacionada ao luxo ou à sofisticação do ambiente, mas à combinação entre matéria-prima, técnica e uma experiência acessível e descontraída.

Cortes especiais e acompanhamentos com identidade própria

O cardápio contempla clássicos das parrillas sul-americanas, como picanha, chorizo, ancho e fraldinha, além de Denver Steak Angus, prime rib suíno e galeto na brasa. Uma seleção especial de carnes importadas inclui picanha premium argentina, chorizo Angus uruguaio e ancho Angus uruguaio.

Embora a carne seja o centro da proposta, a casa também dedica atenção às entradas e aos acompanhamentos, buscando acrescentar elementos próprios a receitas tradicionais. Entre os destaques estão a provoleta com salsa brava, queijo provolone preparado na brasa e servido com molho levemente picante da casa; o croquete de joelho de porco defumado com aioli de mostarda rústica; e a linguiça suína Duroc com chutney de abacaxi na brasa. Nos acompanhamentos, aparecem combinações como batata ao murro com creme de gorgonzola, palmito pupunha na manteiga de ervas e musseline de mandioca com manteiga queimada e cebola tostada.

“A intenção é trabalhar com pratos reconhecíveis, mas que tenham detalhes capazes de diferenciá-los. O cuidado se estende aos molhos, ao chimichurri, ao vinagrete e às preparações feitas na própria cozinha. Para que a pessoa saia de casa e queira vir comer aqui”, afirma Gustavo Novaes.

Para encerrar a refeição, as sobremesas seguem as referências da gastronomia sul-americana, com destaque para a panqueca com doce de leite e sorvete, preparada na hora, e a mousse de alfajor, uma releitura do doce tradicional da região do Rio da Prata.

 

Almoço executivo leva a parrilla para a rotina da semana

Um dos destaques do Parrilero 1343 é o almoço executivo, servido de segunda a sexta-feira, das 11h30 às 15h. A proposta é permitir que o público tenha acesso aos cortes preparados na parrilla também durante a rotina de trabalho, sem precisar esperar pelo fim de semana.

O cliente escolhe a carne, entre opções como picanha, ancho, chorizo, filé mignon, salmão e sobrecoxa de frango, e recebe acompanhamentos servidos de forma volante, à vontade, em um formato semelhante ao rodízio. Entre as opções estão arroz com brócolis, purê de batata, batata chips, legumes na brasa, farofa da casa, feijão e salada com molho de mostarda, com variações periódicas.

A ideia é atender tanto quem procura uma refeição durante o expediente quanto quem deseja aproveitar o almoço com mais tempo, oferecendo diferentes faixas de preço sem abrir mão das técnicas de preparo que caracterizam a casa.

Ambiente informal e encontros ao redor da mesa

Com aproximadamente 150 metros quadrados, o Parrilero foi projetado pelo próprio Gustavo Campana, com participação de Novaes. Inspirada nas casas de carne uruguaias e argentinas, a arquitetura utiliza materiais como madeira, pedra e tijolo. O balcão central e a cozinha aberta permitem que os clientes acompanhem parte da preparação dos pratos, enquanto os ambientes interno, deck e área externa favorecem diferentes formas de ocupação. A estrutura está em processo de expansão, com previsão de capacidade para aproximadamente 100 a 120 pessoas.

A escolha da Savassi também faz parte do conceito. Para Gustavo Novaes, a circulação de moradores, trabalhadores e visitantes, além da diversidade de públicos que frequentam a região, favorece uma casa que pretende receber diferentes ocasiões de consumo.

“A gente não quer ser um bar, uma chopperia, mas não queremos ser só um restaurante. Estamos no meio desse caminho”, explica Novaes. Segundo ele, a informalidade é uma característica importante do Parrilero, sem deixar de lado o profissionalismo da cozinha e o cuidado com o atendimento.

Além das carnes, o Parrilero 1343 investe em uma carta de vinhos com cerca de 27 rótulos, com destaque para produtores da Argentina, Uruguai e Chile, além de opções portuguesas, espanholas e brasileiras. A seleção contempla tintos, brancos, rosés e espumantes, com alternativas servidas em taça. A casa também oferece chope, cervejas e uma carta de drinques clássicos.

De quarta a sexta-feira, das 18h às 23h, o restaurante funciona como opção para o happy hour e jantar na Savassi, com entradas para compartilhar, carnes na brasa e bebidas. Outra frente do negócio é a realização de eventos e encontros gastronômicos. Os sócios pretendem explorar o espaço para confrarias, cursos, degustações, lançamentos de vinhos, comemorações e eventos particulares, além de programações musicais que podem transitar entre samba, DJs e outros estilos de música internacional e brasileira.

A proposta acompanha a ideia que motivou a criação do restaurante: tratar o churrasco como uma experiência de convivência. “Queremos que o cliente sinta que teve a melhor degustação e a melhor experiência de carne dos últimos tempos, sem precisar pagar caro ou ir a um lugar muito chique”, resume Gustavo Novaes.

SERVIÇO

Parrilero 1343 – Parrilla & Carnes Especiais
Endereço: Rua Pernambuco, 1343 – Savassi – Belo Horizonte (MG)

Funcionamento:
Segunda a sexta-feira: almoço executivo, das 11h30 às 15h
Quarta a sexta-feira: jantar e happy hour, das 18h às 23h
Sábado: almoço e jantar, das 12h às 23h
Domingo: almoço, das 12h às 17h

Benefícios: programa de cashback de 5% do valor da conta em créditos para a próxima visita, mediante cadastro por QR Code. Aceita cartões de alimentação e refeição Pluxee, iFood Benefícios, VR Benefícios, Alelo, Sodexo e Ticket.

Mais informações: https://www.instagram.com/parrilero1343/