Hotmart FIRE 2026 estreia em BH e anúncio de nova plataforma é revelado

O Hotmart FIRE 2026 abriu suas portas nesta quinta-feira (10), no Expominas, em Belo Horizonte, dando início aos três dias do maior festival de empreendedorismo digital, marketing e economia criativa do país. Logo na chegada, o credenciamento rápido e sem filas, conduzido por uma equipe ágil e atenciosa, deu o tom de um evento pensado nos mínimos detalhes.

Antes das palestras, o público pôde percorrer o piso de exposição, que reuniu empresas voltadas a tecnologia, gestão e inteligência artificial, onde apresentaram seus produtos e serviços a empreendedores, criadores de conteúdo e profissionais presentes ao evento.

A programação de palestras do primeiro dia reuniu nomes de peso do mercado digital. João Pedro Resende, CEO e cofundador da Hotmart, abriu os trabalhos falando sobre a nova era do empreendedorismo. Rafa Brito dividiu a estratégia que o levou a 100 mil seguidores em 84 dias, enquanto a atriz e empresária Giovanna Antonelli contou sua trajetória da televisão para o digital. Completaram a grade Paulo Aguiar, que discutiu a criatividade na era da inteligência artificial, Ícaro Carvalho, com a palestra “Relaxa: a IA não vai acabar com o mundo”, e Érico Rocha, que revelou os bastidores de um lançamento semente de sete dígitos, entre outras atrações.

O anúncio que roubou a cena

O momento mais aguardado do dia, porém, ficou por conta do próprio João Pedro Resende. Durante sua participação, o CEO da Hotmart apresentou oficialmente o Launchpad, nova plataforma da empresa que une inteligência artificial a um sistema de pagamentos completo para viabilizar negócios digitais em escala global.

JP Resende, CEO da Hotmart
JP Resende, CEO da Hotmart | Foto: Site Hotmart

Segundo comunicado oficial da Hotmart, a ferramenta permite criar softwares, aplicativos e produtos digitais a partir de comandos de texto ou voz, sem necessidade de conhecimento técnico, cobrindo formatos como aplicativos, áreas de membros, simuladores, quizzes, calculadoras, agendas, sites e páginas de vendas. Hospedagem e checkout ficam integrados ao HotPay, sistema de pagamentos da própria Hotmart, que processa mais de 40 métodos de pagamento em 28 moedas locais, com presença em 188 países e taxa de aprovação de 95,9%, de acordo com dados da VK Metrics citados no anúncio.

“O avanço da inteligência artificial tornou muito mais simples transformar uma ideia em um produto digital”, afirmou Resende durante a apresentação.

A proposta do Launchpad é reunir em um único ambiente as etapas de criação, hospedagem e venda, hoje normalmente fragmentadas entre diferentes plataformas e, muitas vezes, o principal obstáculo entre uma boa ideia e um negócio em operação.

Um primeiro dia acima das expectativas

O primeiro dia de Hotmart FIRE 2026 surpreendeu pela organização e pelo cuidado com os detalhes, do credenciamento à curadoria dos estandes, formando um ecossistema pensado tanto para o aprendizado quanto para os negócios. Com dois dias de programação ainda pela frente, a expectativa em Belo Horizonte é de que o evento mantenha o ritmo de conteúdos e anúncios que marcou sua abertura.

Jornalista Responsável: Helton Sforzin | LinkedIn

Barão Vermelho Encontro acontece em BH

A passagem da turnê Barão Vermelho Encontro por Belo Horizonte ganha uma data extra. Após esgotar os ingressos para o show de 26 de setembro, no Arena Hall, a formação original do grupo confirma mais um espetáculo no dia  27 de setembro, no mesmo local. A tour é uma realização da 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, e é apresentada pelo Itaú Live, plataforma proprietária de música do Itaú Unibanco. Clientes do banco terão acesso à pré-venda exclusiva a partir de 5 de agosto, às 14h. A venda geral começa em 7 de agosto, às 15h, exclusivamente pelo site da Eventim (acesse aqui).

Quando o jornalista e produtor Ezequiel Neves ouviu a primeira fita do Barão Vermelho, ele sentenciou: “É rock puro, escrachado e demencial, imperfeito e carnívoro. Trombetas selvagens anunciando o começo de um novo mundo”. Ao emoldurar o sentimento de rebeldia e liberdade dos anos 1980 com a “voz de Cazuza cuspindo fogo em doses avassaladoras” (como bem disse Ezequiel), o grupo revolucionou o cenário musical da época. As canções, com poesia e irreverência, deram conta de se tornar a trilha sonora de um país complexo como o Brasil. E ultrapassaram gerações pela atemporalidade das letras. Com a turnê Barão Vermelho Encontro, a banda reúne a sua formação original: Roberto Frejat (guitarra e voz), Guto Goffi (bateria), Mauricio Barros (teclados) e Dé Palmeira (baixo) – e terá ainda como convidado especial o guitarrista Fernando Magalhães, que ingressou no grupo em 1985.

O Barão Vermelho resultou da fusão das referências de seus integrantes. Dé Palmeira trouxe a música brasileira (com menção importante aos Novos Baianos), Frejat flertava com o blues, enquanto Mauricio e Guto vinham com o rock. “Era uma banda disfuncional que funcionava”, definiu Mauricio no documentário “Barão Vermelho: Por que a gente é assim?”. Cazuza era uma mistura de todas essas inspirações e, na contramão dos movimentos anteriores, como a Jovem Guarda e os próprios Mutantes, que tinham o inglês latente em seus gritos de “yeah”, ele definiu o que seria a atitude de um rock and roll brasileiro, cantado em português “É”. Não à toa, o Barão se estabeleceu como um dos nomes que abriram caminho para o BRock.

A turnê Barão Vermelho Encontro faz parte da label “Encontro”, criada pela promotora 30e, e que teve como primeira iniciativa o Titãs Encontro, responsável por reunir Arnaldo Antunes, Branco Mello, Charles Gavin, Nando Reis, Paulo Miklos, Sérgio Britto e Tony Bellotto. Quem pôde ir a alguma das apresentações dos Titãs sabe o que esperar do projeto da vez: uma superprodução capaz de transportar o público para a atmosfera da banda, com telões de ponta, além de cenografia e sistema de luz que dão a sensação de imersão no espetáculo. “Estamos certos de que o Barão Vermelho Encontro vai repetir o sucesso da turnê histórica do Titãs Encontro. É a oportunidade de ver novamente o que essa banda é ao vivo, e muitas pessoas poderão vivenciar essa experiência pela primeira vez”, afirma Alexandre Wesley, VP de Global Touring da 30e.

“O Barão Vermelho é uma banda que atravessa gerações e simboliza nosso compromisso em transformar momentos culturais em plataformas estratégicas de relacionamento, unindo emoção, relevância e impacto de marca. Ao oferecer pré-venda exclusiva e condições especiais, buscamos entregar benefícios concretos aos nossos clientes. Dessa forma, conectamos cultura, produto e experiência de maneira integrada, reforçando o papel do Itaú como parceiro em todas as jornadas e como um banco que gera valor real para as pessoas”, afirma Rodrigo Montesano, Superintendente de Experiências e Conexões de Marcas do Itaú.

Mauricio Barros e Guto Goffi, que, atualmente, rodam o país com o Barão na turnê “Do Tamanho da Vida” (tendo Fernando Magalhães e Rodrigo Suricato na formação), farão uma pausa para se dedicar ao Barão Vermelho Encontro. Logo após o tour Encontro, eles retornam à estrada com a formação atual da banda e com a previsão de lançar material inédito. Ambos estão entusiasmados com a oportunidade de realizar uma turnê com o quarteto original do grupo. “É especial fazer essa série de shows com nossos amigos Dé e Frejat. Será como no início, nos primeiros ensaios, ainda na sala da minha casa, mesmo antes da chegada do Cazuza. Apesar de não o termos no palco, ele estará bem representado por suas letras e músicas”, comenta Mauricio Barros.

“Esse encontro da formação original me traz muitas boas lembranças daquela época de 1982, quando estreamos nacionalmente. Os bons filhos à casa tornam e confesso que o Cazuza não estar entre nós hoje em dia ainda mexe bastante conosco. Vamos viver isso para o nosso bem e para o de todos”, complementa Guto Goffi, há 44 anos no Barão Vermelho.

“Estou completando 44 anos de carreira e tenho planejado projetos para celebrar esse marco. Não tenho como comemorar essa data sem passar pelo Barão Vermelho, que foi o início de tudo. Essa turnê de encontro tem um sabor especial e é o ponto de partida para outros voos”, comenta Frejat, que celebrará sua trajetória com o projeto Quatro Décadas e Um Pouco Mais.

O repertório do Barão Vermelho Encontro vai abranger todas as fases do grupo. De “Todo Amor Que Houver Nessa Vida”, parceria de Cazuza e Frejat, que, após ser cantada por Caetano Veloso em um show no Canecão, projetou o nome da banda, a outros hinos, entre eles “Por Você”, “Bete Balanço”, “Pro Dia Nascer Feliz”, “Maior Abandonado”, “Puro Êxtase” e “Codinome Beija-Flor”. O espetáculo se torna ainda mais emocionante por contar com a participação especial de Ney Matogrosso nas apresentações do Rio de Janeiro e São Paulo.

“Considero esse projeto um presente da vida. Poder subir ao palco junto com Frejat, Mauricio Barros e Guto Goffi para celebrarmos aquele encontro que aconteceu há mais de quarenta anos e que transformou as nossas vidas é uma alegria imensa. Acho que o público que acompanha as nossas trajetórias pode esperar um show como o Barão sempre entregou. Só que dessa vez, de um jeito especial”, afirma Dé Palmeira.

Barão Vermelho Encontro é a materialização do texto de Ezequiel Neves: “[Eles] querem apenas tocar rock e seguir em frente, mas é justamente por quererem apenas isso que transcendem as teorias caducas e instalam sua verdade através de vozes e guitarras incendiárias”. Uma experiência para amplificar o que, agora, é legado!

O pontapé inicial dos shows foi no Rio de Janeiro, com um público apaixonado cantando todas as músicas durante as mais de duas horas da banda no palco. Os artistas ainda passam por: Florianópolis, em 8 de agosto, na Arena Opus; 14 de agosto, no Royal Palm Hall, em Campinas; 15 de agosto, no Multiplan Hall, em Ribeirão Preto; 29 de agosto, no Igloo Super Hall, em Curitiba; 12 de setembro, no Terrazzo, em Juiz de Fora e 16 de outubro, no Espaço Unimed, em São Paulo e os tíquetes podem ser adquiridos pelo site da Eventim (acesse aqui).

SERVIÇO

Turnê Barão Vermelho Encontro

Realização: 30e

Apresentado por: Itaú Live

 

BELO HORIZONTE 

Data: 26 de setembro de 2026 (sábado) e 27 de setembro de 2026 (domingo)

Local: Arena Hall – Av. Nossa Sra. do Carmo, 230 – Savassi, Belo Horizonte – MG, 30330-000

Classificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 5 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Ingressos: 

Cadeira Prata: a partir de R$ 127,50 (meia-entrada legal) | a partir de R$ 140,25 (entrada social) | a partir de R$255,00 (inteira)

Cadeira Ouro: a partir de R$ 157,50 (meia-entrada legal) | a partir de R$ 173,25 (entrada social) | a partir de R$315,00 (inteira)

Front Stage Pista: a partir de R$ 197,50 (meia-entrada legal) | a partir de R$ 217,25 (entrada social) | a partir de R$ 395,00 (inteira)

Pré-venda clientes Itaú: 5 de agosto, 14h

Venda geral: 7 de agosto, 15h on-line

Vendas online em: http://eventim.com.br/baraovermelhoencontro

Bilheteria oficial: Loja Eventim BH – Shopping 5ª Avenida – Rua Alagoas, 1314 – Savassi – Belo Horizonte

Funcionamento: Segunda a sexta-feira das 10h às 19h | Sábados, domingos e feriados não abre. | *Sujeito a taxa de processamento, exceto para pagamentos em dinheiro

Benefício para clientes Itaú 

Pré-venda exclusiva com 15% de desconto no valor dos ingressos para compras com cartões de crédito no período

*Compra de 4 ingressos por CPF –  sendo aplicável somente a ingressos inteira, de qualquer setor, sujeito a disponibilidade

Parcelamento em até 3x sem juros

O parcelamento em até 3x sem juros é válido para qualquer compra com cartão Itaú, na pré-venda ou não, tenha desconto, ou não no ingresso.

Baby do Brasil aterrissa em BH com a tour “A Menina Dança”

Baby do Brasil está na lista das maiores vozes de todos os tempos da música popular brasileira e ocupa lugar de destaque entre as grandes artistas de seu tempo, ao lado de Elza Soares, Gal Costa, Maria Bethânia, Elis Regina, Rita Lee, entre outros nomes legendários.

Para celebrar a arte desta grande artista, a capital mineira recebe, no dia 07 de dezembro, no Palácio das Artes, a turnê “A Menina Dança”, em uma noite inesquecível.

Em meio à MPB, ao pop, ao samba, ao rock and roll, ao blues, ao jazz, ao baião, ao xaxado e ao clássico chorinho “Brasileirinho”, eternizado na voz de Baby, ela cantará, no novo show, surpresas e hits, trazendo um repertório repleto de inovações que vão desde “Noturno de Chopin” até “Detalhes”, de Roberto Carlos.

Ela oferece ao público, nesse novo show, uma experiência musical emocionante e das mais enriquecedoras.

O repertório visita momentos de intensa brasilidade com os sambas “Malandro”, de Jorge Aragão, também eternizado por ela e Elza Soares na célebre gravação com a Jazz Sinfônica, no Memorial da América Latina, em São Paulo, e a histórica “Brasil Pandeiro”, de Assis Valente, composta para Carmen Miranda e sucesso absoluto na voz e na interpretação dos Novos Baianos, grupo do qual Baby foi fundadora e a única cantora mulher. O álbum foi indicado como um dos 300 álbuns mais importantes do planeta.

O visual — tanto no look fashion já estampado no imaginário coletivo quanto vozeirão, ora potente, como o das grandes divas norte-americanas, ora minimalista, como ensinou um de seus padrinhos musicais, o pai da bossa nova, João Gilberto — faz do show um espetáculo também de intensa criatividade visual.

A artista é acompanhada por uma exímia equipe técnica de som, luz, palco e figurinos, além de sua superbanda, formada por duas guitarras, dois teclados, um contrabaixo e uma bateria, em uma construção musical de alto nível elaborada por Baby e seus músicos.

O show traz um cenário digital contagiante, que potencializa a alta frequência do espetáculo, ilustrado também com cenas do filme de longa-metragem sobre a vida de Baby do Brasil, dirigido por Rafael Saar, “Apocalipse Segundo Baby”, que estreou em 2026 no festival “It’s All True”, em São Paulo, já coleciona prêmios e será exibido nos Estados Unidos e na Europa.

Diante de tanta criatividade, ousadia, legado e da sonoridade acachapante do novo show, a odisseia musical de Baby do Brasil não tem fronteiras.

Não há quem não vá se arrepiar quando os acordes da abertura do show precederem a entrada de Baby do Brasil no palco, onde certamente ela surgirá com pose intergaláctica, ousada, corajosa e à frente do seu tempo, cantando e dançando com a autenticidade e a originalidade que são suas marcas.

Baby é “aquela que desafia regras antigas, quebra barreiras sociais e transforma a própria história”.

Em seu novo show, a menina Baby vai se apresentar cantando e dançando, como só ela sabe fazer, para deleite de seus fãs.

Os ingressos podem ser adquiridos na plataforma Sympla ou na bilheteria do Palácio.

SERVIÇOS

Baby do Brasil tour “A Menina Dança”

Data: 07 de dezembro (segunda-feira)

Local: Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537 – Belo Horizonte – MG)

Horário: 21h

Valor dos ingressos:

Plateia I: R$215,00 (meia) / R$235,00 (família) / R$430,00 (inteira)

Plateia II: R$165,00 (meia) / R$185,00 (família) / R$330,00 (inteira)

Superior: R$115,00 (meia) / R$135,00 (família) / R$230,00 (inteira)

Ingressos: Bilheteria do teatro Palácio das Artes e pelo site Sympla

Churrascão do Cruzeiro em 2027 e traz Zezé Di Camargo

A tradição que move a Nação Azul já tem data para o próximo encontro!

O Churrascão do Cruzeiro 2027, um dos eventos gastronômicos mais tradicionais de Minas Gerais, vai acontecer no dia 22 de maio, no Clube Cruzeiro Pampulha.

Com sistema Open Bar & Food, o evento é conhecido por sua farta gastronomia que inclui costela fogo de chão, leitão, salmão pranchado, uma ampla variedade de bebidas, além de grandes apresentações musicais.

Para a 39ª edição o Churrascão do Cruzeiro traz o cantor Zezé Di Camargo, o artista apresenta sua turnê solo, “Rústico”, que representa o estilo de vida que o cantor e compositor escolheu para viver. No repertório músicas do projeto solo de Zezé como: “Banalizaram”, “Pedras”, “Te Vi, bebi”, “Fraudes”, “35 latas de cervejas” e “Vou ter que tomar uma”, além de hits de sua autoria e trajetória da dupla com seu irmão.

O Churrascão é uma celebração que une a paixão pelo clube com música de qualidade e o melhor da culinária mineira. Vai ser um dia histórico com muito churrasco, resenha e a nação azul em só lugar.

Gastronomia 

Espaço Fogo de chão: Costela fogo de chão, Leitão no fogo de chão, Salmão pranchado, Varal de aves, Lollipop (coxa de frango defumada com barbecue), Pirarucu na brasa, Roda gigante de frango e Arroz de costela.

Barbecue: Denver Steak, Bife Ancho, Chorizo, Picanha, Baby Beef, Lombo, Costelinha, Coxinha da asa, Coração, Linguiça de pernil, Pão de Alho.

Mercadão Azul: Fígado com Jiló, Isca de tilápia, Pasteizinhos, Bolinhos

Estações de Comida: Tropeiro, Massas, Paella Mineira, Arroz de Costela, Pão de Queijo, Caldo de Feijão, Caldo de Mandioca, Canjiquinha, Frutas da estação, Frittata, Churros, Doces.

Espaço Família: Estações de churrasco, bebidas e palco com show da Banda Coffe Rock.

Open Bar: Chopp, Água, Refrigerantes, Drinks à base de Gin e Vodka, Cachaça.

As vendas para a edição de 2027 estarão abertas a partir das 12h, desta quinta-feira, 10 de setembro, na plataforma Sympla, pelo link: www.sympla.com.br/churrascaodocruzeiro

SERVIÇOS: 

Churrascão do Cruzeiro 2027

Dia: 22 de maio (sábado)

Local: Cruzeiro Esporte Clube – Clube Pampulha (Rua das Canárias, 254, Santa Branca, Belo Horizonte – MG)

Horários: 19 horas

Ingressos: Pelo site Sympla: www.sympla.com.br/churrascaodocruzeiro

Vendas: a partir das 12h, do dia 10 de setembro 2026

Ingresso infantil: R$195,00 (lote 1)

Ingresso: R$420,00 (lote 1)

Ingresso Infantil: 05 a 12 anos, criança de 0 a 4 anos não paga.

Descontos Promocionais – Sócios do Clube: inserir o número do título da cota na aba “cupom de desconto”. Cada título da cota dá direito a 5 ingressos.

Vinhos e adegas na Casa Cor Minas 2026

O vinho por si só é um elemento decorativo, sua garrafa Bordalesa ou Borgonha traz todo um icônico design de tempos imemoriais. A garrafa é uma cápsula do tempo que contém precioso líquido, que será aberta na ocasião especial, e qual é essa ocasião? Pode ser a qualquer momento em que se deseje celebrar, curtir, viver… e talvez esse sentimento esteja extremamente presente nos projetos de bares e adegas desta Casa Cor Minas 2026.

A adega virou protagonista, saiu do subsolo, de debaixo da escada, do cantinho e veio para o centro da sala, não mais uma adega fechada, hermética, lacrada, e sim uma adega aberta, contemplativa, presente e acessível. No living Francinno, Silvia Carvalho traz exatamente essa acessibilidade, tal como uma biblioteca onde livros estão ao alcance da mão, no projeto arquitetônico, em um giro da prateleira, o vinho “brota” a altura dos olhos. O próprio projeto usa das garrafas como elementos a serem incorporados neste design. “Comparamos o amadurecimento do design mineiro à complexidade de uma boa safra de vinho neste projeto” destaca.

A adega traz essa reflexão sobre tempo, maturação e permanência, o que permanece depois que a moda passa? O sólido permanece! E o projeto do “Estúdio Sala” traz essa solidez ao mostrar as icônicas garrafas de vinho descansando sobre a pedra, na adega aberta. A própria pedra trará o benefício térmico ao vinho, lhe sendo ótimo berço para a maturação. Além disso a pedra traz tradição, solidez, bem estar, hospitalidade e uma boa pausa na rotina, neste projeto que é assinado por Carla Cruz e Phil Pinheiro. “Esse espaço me tocou como uma cápsula de descompressão do dia a dia agitado, um lugar para vir e ficar, receber bem um convidado. O design da adega integrado ao espaço da sala traz a acessibilidade, o vinho está a mão, descomplicado, como a vida deveria ser” destaca Natália Piramo, design de interiores. E completa “a adega aberta é tal como um mapa mundi das viagens, conquistas e sonhos do dono da casa, ali ele pode mostrar através dos rótulos sua jornada por este mundo vasto, e isso a arquitetura de uma adega aberta pode revelar”. Completa Natália que foi primeiro lugar de customização da Morar Mais.

Em vários projetos da Casa Cor Minas 2026, a luz e a sombra foram resgatados como elementos de design acolhedor. Há bares de perfil baixo onde o Led da luz fica embutido e ao projetar nas garrafas exprime suas cores, atraindo o olhar e até o paladar, a vivenciar e experimentar um vinho. “É bem interessante e charmoso ver que foi aplicada a teoria das cores neste projeto, nós somos seres sensoriais e a arquitetura muitas vezes pode nos trazer estes estímulos”, detalha Analizia Magalhães, artista plástica.

Retornando a Casa Cor neste ano, Myrna Porcaro abraçou o projeto do jardim de inverno, e criou uma adega integrada a esse jardim. Com bastante vidro, cada copo e taça reflete o verde do ambiente, sendo lente para a projeção da natureza. “O melhor projeto traduz a própria pessoa dentro do espaço, nesta edição da Casa Cor temos o tema – Mente e coração – há uma necessidade de trazer profundidade real ao ambiente, um projeto para respirar e ver o tempo passar, uma experiência sensorial” destaca. E em seu ambiente Myrna traz referências a questão ecológica da vinicultura. A uva que vem da videira e resulta no vinho está presente em pequenos detalhes da sua composição, principalmente na escolha da cor do sofá que é uma cor que antecipa inclusive as tendências da Europa.

E o que dizer da neuroarquitetura que resgata a memória afetiva, presente no trabalho e no espaço de Hold Campos Beiró “Vinho é conviver, vinho é encontro, é dividir, compartilhar, o bom anfitrião deixa o convidado à vontade e a arquitetura está compreendendo isso, deixando as adegas mais fluidas, acessíveis e adaptadas a diversos cômodos da casa” ensina Hold que inclusive possui uma vinicola em Portugal. “Ao invés de uma adega única, podemos ter várias micro adegas, micro bares em vários ambientes da casa, sendo elemento de conforto e praticidade “.

Destacamos também o maravilhoso trabalho do Rivo restaurante que com sua mesa coletiva em formato orgânico, vem aproximando os convivas do mundo do vinho. ” a mesa é espaço que abraça, e uma mesa coletiva possibilita tantas trocas, tantas novas oportunidades. O próprio revestimento da mesa remete a tempos greco-romanos das pastilhas e dos mosaicos, dando autenticidade a experiência gastronômica”, afirma Priscila Barros, arquiteta. O ambiente do restaurante ficou fresco integrado ao jardim. Traz um pouco do verde para dentro do confortável salão. Salão este cheio de arte brasileira, mais uma interessante referência da Casa Cor deste ano, arte em todos os cantos e lugares, e muitas artes remetendo ao tema dos vinhos…

O Rivo restaurante e a Casa Cor tem neste ano os vinhos escolhidos a dedo pela Liber Wines. “Há desde vinhos tintos de perfil clássico para assinar um contrato de sucesso, até espumantes leve e refrescantes só para contemplar um fim de tarde” destaca.

Chegamos ao jardim. Lindo, exuberante, cheio de curvas, propositadamente feito desta maneira para desacelerar. E no meio do jardim uma banca de revistas reflete o metálico do aço galvanizado. Ao abrir suas janelas revela não ser mais banca de revistas, foi ressignificada em um bar de bolhas. Um bar que serve taças geladas de espumante e champanhe. “maravilhosa solução arquitetônica dar uma segunda vida a uma banca que muitas vezes está abandonada no meio da paisagem urbana, agora ressignificada em um bar de vinhos” destaca Jéssica Batista, design de interiores. Talvez esse projeto da banca transformada em bar seja a cereja do bolo desta exposição de design. O que fazer com algo obsoleto e sem uso atualmente na cidade? Dar uma nova vida a ela, “mente e coração” temas da Casa Cor Minas 2026 mais uma vez presentes… Só quem tem verdade no coração sabe da importância de uma segunda vida, uma segunda oportunidade e uma segunda chance na arquitetura – a arte de deixar tudo novo de novo! E uma banca de revistas que é uma “simples caixinha” por fora… pode revelar sofisticação por dentro.., ao brilharem taças de cristal e garrafas de champanhe!

Venha viver essa experiência na Casa Cor Minas 2026. Rua da Bahia 2020, Lourdes, BH-MG. Maiores informações (31) 3286-4587.

Luciana Morais leva 10 autores à Bienal de São Paulo

Especialista em marketing de autoridade promove posicionamento de escritores em lançamentos, sessões de autógrafos e palco oficial, com cobertura especial da Revista Cenário Rio

A jornalista, escritora, CEO da Revista Cenário Rio e especialista em marketing de autoridade, Luciana Morais, levou 10 autores à 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada em 2026, proporcionando aos escritores uma experiência que foi além da exposição de suas obras: a oportunidade de se posicionarem como autores em um dos principais ambientes do mercado literário brasileiro.

Considerada um dos grandes eventos literários do país, a Bienal reúne escritores, editoras, profissionais do mercado e milhares de leitores, transformando São Paulo em um importante ponto de encontro para a literatura, a cultura e a geração de novas conexões.

Foi nesse cenário que os 10 autores tiveram a oportunidade de participar de lançamentos de livros, tardes e noites de autógrafos, encontros com leitores e atividades em palco oficial da Bienal. A proposta de Luciana foi transformar a presença no evento em uma ferramenta de posicionamento, autoridade e visibilidade.

Especialista em marketing de autoridade, Luciana defende que publicar um livro é um passo importante, mas que o escritor também precisa aprender a ocupar espaços, comunicar sua mensagem e fortalecer a imagem construída em torno de sua trajetória e de sua obra.

A participação contou ainda com cobertura especial da Revista Cenário Rio, que acompanhou os autores durante a Bienal, realizou entrevistas e produziu conteúdos sobre suas obras, experiências e trajetórias. O trabalho ampliou a exposição dos escritores para além do público presente no evento, levando suas histórias também para o ambiente digital.

Para Luciana Morais, colocar esses profissionais dentro de uma Bienal com tamanha projeção representa justamente a aplicação do marketing de autoridade ao universo literário: transformar conhecimento e história em posicionamento, criar conexões e fazer com que o autor seja reconhecido pela mensagem que carrega.

A experiência dos 10 autores reforçou que estar em uma Bienal não significa apenas ter um livro nas mãos. Significa ser visto como autor, encontrar leitores, ocupar espaços relevantes e construir novas possibilidades a partir da própria obra.

Entre lançamentos, autógrafos, entrevistas e participações em palco oficial, a passagem pela Bienal Internacional do Livro de São Paulo 2026 fortaleceu trajetórias e abriu espaço para novas conexões.

Com a cobertura especial da Revista Cenário Rio, a iniciativa deixou uma mensagem que resume a proposta de Luciana Morais: um livro pode contar uma história, mas o posicionamento pode fazer essa história chegar muito mais longe.

Trio de advogados une Direito e IA em livro

Daniel Freitas, Cintia Molinari Marangoni e Simone Villela unem experiências em obra voltada à prática jurídica e às novas tecnologias

Os advogados Daniel Freitas, Cintia Molinari Marangoni e Simone Villela uniram conhecimento e experiência profissional para a criação do livro digital “Auxílio-Acidente: Estratégias com IA”, uma obra desenvolvida de advogado para advogado e que conecta Direito Previdenciário, estratégia e inteligência artificial.

A proposta do trio é oferecer um conteúdo que dialogue diretamente com os desafios enfrentados pelos profissionais da advocacia, especialmente aqueles que estão iniciando a carreira ou buscam mais praticidade, produtividade e segurança na atuação jurídica.

Ao longo da obra, os autores mostram como a inteligência artificial pode ser incorporada à rotina profissional como ferramenta de apoio, sem substituir o conhecimento técnico e a análise do advogado. O conteúdo sobre auxílio-acidente ganha, assim, uma abordagem que acompanha as transformações vividas atualmente pelo mercado jurídico.

A união dos três profissionais também representa o encontro de diferentes experiências e perspectivas. Daniel, Cintia e Simone transformaram conhecimento adquirido na prática em conteúdo que pode contribuir para o desenvolvimento de outros advogados.

A obra também esteve presente na Bienal Internacional do Livro de São Paulo, ampliando o alcance do projeto e proporcionando aos autores a oportunidade de apresentar o trabalho em um dos principais encontros literários do país.

A participação na Bienal reforçou ainda a importância de profissionais de diferentes áreas ocuparem os espaços literários e compartilharem conhecimento especializado por meio dos livros.

Com “Auxílio-Acidente: Estratégias com IA”, Daniel Freitas, Cintia Molinari Marangoni e Simone Villela mostram que Direito, conhecimento e tecnologia podem caminhar juntos, abrindo novas possibilidades para uma advocacia cada vez mais preparada para as transformações do presente e do futuro.

Crime organizado exige nova estratégia de segurança

Ricardo Gennari defende inteligência, tecnologia, integração das forças e investigação financeira para enfrentar organizações criminosas cada vez mais sofisticadas

O crime organizado mudou de perfil no Brasil. Incorporou tecnologia, ampliou sua capacidade financeira e passou a utilizar estruturas cada vez mais sofisticadas para movimentar dinheiro e ocultar patrimônio. Diante desse cenário, surge uma questão: a segurança pública brasileira evoluiu na mesma velocidade?

Para Ricardo Gennari, especialista em segurança pública e autor do livro Inteligência do Crime Organizado Brasileiro, o enfrentamento à criminalidade precisa ir além do modelo concentrado principalmente no policiamento ostensivo.

“A presença policial nas ruas continua sendo fundamental, mas segurança pública hoje não pode ser medida apenas pelo número de viaturas ou policiais. O crime evoluiu e a estratégia de enfrentamento também precisa evoluir”, afirma.

Segundo Gennari, quatro pilares precisam ganhar protagonismo: inteligência, tecnologia, integração entre as forças de segurança e investigação financeira.

Seguir o dinheiro para enfraquecer o crime

Um dos pontos centrais dessa estratégia está no rastreamento dos recursos que sustentam as organizações criminosas. Mais do que prender integrantes, o desafio é descobrir de onde vem o dinheiro, como ele circula, onde é lavado e quem participa das estruturas financeiras que mantêm essas organizações.

“Quando conseguimos seguir o dinheiro, começamos a atingir a estrutura do crime e não apenas quem está na ponta. Hoje é impossível falar seriamente em combate ao crime organizado sem falar de inteligência financeira”, explica.

Segurança pública entra no debate eleitoral

Em ano eleitoral, segurança pública ganha ainda mais espaço nas discussões. Para Gennari, o eleitor deve analisar propostas que ultrapassem promessas de aumento de efetivo, compra de viaturas e realização de operações.

“É fácil prometer mais viaturas, mais policiais e mais operações. A pergunta é: qual é o planejamento? Como será utilizada a tecnologia? As forças de segurança vão compartilhar informações? Como será fortalecida a inteligência? Como vamos atacar financeiramente as organizações criminosas?”, questiona.

Para o especialista, o debate precisa avançar de uma visão predominantemente quantitativa para uma estratégia capaz de acompanhar a evolução das organizações criminosas.

“O Brasil precisa discutir menos a imagem da segurança e mais a inteligência por trás dela. O crime já entendeu o valor da informação, da tecnologia e do dinheiro. O Estado precisa estar um passo à frente.”

Sobre Ricardo Gennari

Ricardo Gennari é especialista em segurança pública e autor do livro Inteligência do Crime Organizado Brasileiro. Seus estudos abordam inteligência, planejamento, tecnologia, gestão e estratégias de enfrentamento às organizações criminosas.

Prints de WhatsApp podem ser usados como prova em um processo criminal?

As conversas realizadas pelo WhatsApp fazem parte da rotina de milhões de brasileiros. Por esse motivo, mensagens, fotografias, áudios, vídeos e documentos enviados pelo aplicativo aparecem com frequência em investigações e processos criminais. Em situações envolvendo ameaça, perseguição, violência doméstica, estelionato, tráfico de drogas, extorsão, crimes contra a honra e descumprimento de medida protetiva, é comum que uma das partes apresente capturas de tela para demonstrar o que aconteceu. Entretanto, uma dúvida permanece: prints de WhatsApp podem ser usados como prova em um processo criminal?

A resposta é que os prints podem ser apresentados, mas sua validade não é automática. Para que uma captura de tela seja considerada confiável, é necessário analisar sua origem, integridade, forma de obtenção e relação com os demais elementos do processo. Uma imagem isolada, sem identificação dos participantes, sem continuidade da conversa e sem possibilidade de confirmação pode ser questionada pela defesa.

O avanço da tecnologia facilitou a documentação de acontecimentos, mas também ampliou as possibilidades de edição, exclusão e fabricação de conteúdo. Atualmente, uma captura de tela pode ser alterada com aplicativos relativamente simples. Por isso, o Poder Judiciário tem demonstrado uma preocupação crescente com a autenticidade das provas digitais.

O print de WhatsApp é aceito como prova criminal?

O print de WhatsApp pode ser aceito como elemento de prova, principalmente quando é apresentado por uma das pessoas que participou da conversa e existem outros elementos capazes de confirmar sua autenticidade. Isso significa que a captura de tela não é necessariamente inválida apenas por ser um print. O problema surge quando não é possível verificar quem enviou as mensagens, quando elas foram enviadas, se houve cortes ou se parte da conversa foi excluída.

Em um processo criminal, o juiz precisa avaliar o conjunto das provas. Um print pode ser analisado junto com depoimentos, documentos, registros de ligações, dados bancários, vídeos, perícias, informações fornecidas pelas plataformas digitais e outros elementos relacionados ao fato investigado. Imagine uma situação de ameaça enviada pelo WhatsApp. A vítima apresenta capturas da conversa, mantém as mensagens no aparelho original, registra um boletim de ocorrência e entrega o celular para eventual perícia. Além disso, uma testemunha afirma que presenciou o recebimento das mensagens.

Nesse contexto, a prova digital está acompanhada de outros elementos que podem fortalecer sua credibilidade. A situação seria diferente se fossem apresentadas apenas imagens recortadas, sem número de telefone, sem data, sem horário e sem acesso ao aparelho no qual a conversa teria ocorrido. Nessa hipótese, podem surgir dúvidas relevantes sobre a origem e a integridade do material.

Por que um print pode ser questionado?

Uma captura de tela registra apenas o que estava visível no aparelho no momento em que foi produzida. Ela não apresenta necessariamente todas as informações técnicas do arquivo original. Também não demonstra, sozinha, que mensagens anteriores ou posteriores não foram apagadas.

Outro problema é que o nome exibido no WhatsApp pode ter sido escolhido e salvo pelo próprio usuário. Ver o nome de uma pessoa na parte superior da conversa não é suficiente para confirmar, com absoluta segurança, que aquele indivíduo era o responsável pelo número ou pelo envio das mensagens.

Existem ainda ferramentas capazes de simular conversas, modificar textos, alterar horários e reproduzir visualmente a interface do WhatsApp. Isso não significa que todo print seja falso. Significa apenas que sua autenticidade pode precisar ser demonstrada quando houver uma contestação fundamentada.

Entre os principais motivos que podem levar ao questionamento estão:

  • ausência do número de telefone dos participantes;
  • mensagens apresentadas fora de contexto;
  • cortes na sequência da conversa;
  • falta de datas e horários;
  • impossibilidade de acessar o aparelho original;
  • sinais de edição ou manipulação;
  • divergência entre o print e outras provas;
  • ausência de informações sobre a coleta do material;
  • obtenção por meio de acesso indevido ao aparelho ou à conta.

Quando existem dúvidas concretas sobre a autenticidade, pode ser necessária a realização de uma perícia técnica.

O que é a cadeia de custódia da prova digital?

A cadeia de custódia é o conjunto de procedimentos utilizados para registrar a trajetória de uma prova, desde sua identificação e coleta até seu armazenamento, análise e apresentação no processo. Seu objetivo é demonstrar que o material analisado é o mesmo que foi originalmente encontrado e que não sofreu alterações indevidas.

Nas provas digitais, esse cuidado é especialmente importante. Arquivos eletrônicos podem ser copiados, editados, renomeados ou apagados sem deixar sinais visíveis para uma pessoa sem conhecimento técnico. Por isso, a autoridade responsável pela coleta deve utilizar procedimentos capazes de preservar a integridade e a autenticidade dos dados.

Em 2024, o Superior Tribunal de Justiça considerou inadequados prints de WhatsApp extraídos pela polícia de um celular sem uma metodologia apropriada. O entendimento ressaltou a necessidade de documentar os procedimentos utilizados na obtenção e na preservação dos dados digitais.

Em decisão divulgada em março de 2026, o STJ também determinou a realização de perícia diante de dúvidas relevantes sobre a autenticidade de prints de WhatsApp utilizados como prova. A medida reforça que uma prova digital contestada deve permitir verificação técnica, especialmente quando exerce papel decisivo na acusação.

Isso não significa que qualquer falha automaticamente anulará todo o processo. Cada situação precisa ser analisada individualmente, considerando a importância do material, a possibilidade de verificação e a existência de outras provas independentes.

Prints apresentados pela vítima também podem ser utilizados?

Quando a própria vítima ou um familiar registra as mensagens utilizando as ferramentas disponíveis no aplicativo, a análise pode ser diferente daquela aplicada aos dados extraídos pelas autoridades. O STJ já reconheceu que capturas produzidas por familiar da vítima não configuraram, naquele caso específico, violação da cadeia de custódia porque não havia indícios de manipulação indevida.

Portanto, não existe uma regra segundo a qual todo print apresentado por uma vítima será válido ou inválido. O material será avaliado de acordo com as circunstâncias em que foi produzido, sua coerência e a possibilidade de confirmar o conteúdo por outros meios.

Em casos de violência doméstica, perseguição ou ameaça, as conversas podem ser importantes para demonstrar a repetição das condutas, o contexto do relacionamento e o temor provocado na vítima. Mesmo assim, é recomendável preservar o conteúdo original no aparelho.

A polícia pode acessar as conversas de um celular apreendido?

A apreensão de um aparelho não significa que todo o seu conteúdo possa ser acessado livremente. O celular contém informações privadas, como mensagens, fotografias, documentos, localização, dados bancários e histórico de comunicações. O acesso pelas autoridades deve respeitar as garantias constitucionais e as regras aplicáveis à investigação.

A autorização judicial costuma ser necessária para a extração e análise dos dados armazenados. Também podem existir situações de consentimento do proprietário, mas esse consentimento precisa ser livre, informado e devidamente documentado. Uma autorização apenas alegada, sem registro seguro de como foi concedida, pode ser questionada.

O STJ também possui decisões que consideraram ilícitas provas obtidas por meio do espelhamento de conversas pelo WhatsApp Web em determinadas circunstâncias. Um dos problemas identificados foi a possibilidade de quem realiza o espelhamento interagir com as conversas, enviar mensagens ou excluir conteúdos, comprometendo a confiabilidade do procedimento.

Como preservar corretamente uma conversa do WhatsApp?

Quem recebeu uma ameaça, sofreu uma tentativa de golpe ou precisa preservar uma conversa relacionada a um possível crime deve evitar apagar mensagens, formatar o aparelho ou perder o acesso à conta. Também não é recomendado editar as imagens ou apresentar somente pequenos trechos que alterem o sentido do diálogo.

Algumas medidas podem contribuir para a preservação:

  • manter a conversa no aparelho original;
  • realizar capturas que mostrem número, data e horário;
  • registrar a sequência completa das mensagens;
  • preservar áudios, vídeos, fotografias e documentos originais;
  • utilizar a ferramenta de exportação de conversa;
  • manter cópias de segurança;
  • evitar recortes e edições;
  • registrar o boletim de ocorrência;
  • procurar orientação jurídica antes de entregar ou divulgar o conteúdo.

A ata notarial também pode ser utilizada em determinadas situações. Nesse procedimento, um tabelião registra o conteúdo visualizado no aparelho ou na plataforma. Ela pode ajudar a demonstrar que determinada informação estava disponível naquele momento, mas não garante, isoladamente, que o conteúdo nunca tenha sido manipulado anteriormente. Dependendo da controvérsia, uma perícia ainda poderá ser necessária.

Um print falso pode gerar consequências criminais?

Fabricar uma conversa, alterar mensagens ou apresentar conscientemente um conteúdo falso pode produzir consequências graves. Dependendo da situação, a conduta poderá ser analisada sob a perspectiva de diferentes crimes e também poderá prejudicar a credibilidade da pessoa durante o processo.

Além disso, divulgar conversas privadas em redes sociais é diferente de entregá-las às autoridades ou utilizá-las para exercer um direito. A exposição pública pode atingir a intimidade de terceiros e gerar outras responsabilidades. Antes de publicar mensagens, áudios ou imagens, é importante buscar orientação jurídica.

Como a defesa criminal pode contestar prints de WhatsApp?

A defesa pode solicitar a apresentação do aparelho original, questionar a forma de obtenção das mensagens e verificar se a cadeia de custódia foi respeitada. Também pode pedir perícia, analisar os dados técnicos disponíveis, comparar os horários das mensagens e identificar cortes ou inconsistências na conversa.

Outro ponto importante é verificar se os prints são a única base da acusação. No processo penal, uma condenação exige provas confiáveis e analisadas sob o contraditório. Quando existem dúvidas relevantes sobre a integridade do conteúdo digital, a defesa pode demonstrar que o material não oferece segurança suficiente para sustentar determinadas conclusões.

Afinal, prints de WhatsApp são suficientes para uma condenação?

Não existe uma resposta única para todos os processos. Um print pode contribuir para a investigação e ser considerado pelo juiz, mas sua força dependerá da autenticidade, do contexto, da maneira como foi obtido e da existência de outros elementos de confirmação.

A principal conclusão é que prints de WhatsApp podem ser usados como prova em um processo criminal, mas não devem ser tratados como verdade absoluta. Provas digitais exigem cuidado técnico, respeito à privacidade, preservação da cadeia de custódia e possibilidade de contestação.

Se conversas de WhatsApp estão sendo utilizadas em uma acusação criminal ou se você precisa preservar mensagens relacionadas a um possível crime, procure orientação de um advogado criminalista. A análise individual do caso é fundamental para avaliar a legalidade da obtenção, a autenticidade do conteúdo e a estratégia jurídica adequada.

Para mais informações, entre em contato pelo WhatsApp: 3198327 8116 | O atendimento será realizado com total discrição e compromisso com a defesa dos seus direitos.
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Lei de Arbitragem completa 30 anos e ganha força no setor

Na busca por soluções adequadas, especializadas e eficientes para conflitos, a arbitragem pode desempenhar um papel relevante na resolução de disputas.

Em 23 de setembro de 2026, a Lei nº 9.307/1996 completa 30 anos. Responsável por estabelecer o marco legal moderno da arbitragem no Brasil, a legislação chega às três décadas em um cenário de amadurecimento e ampliação do uso desse método de resolução de conflitos no país.

Um dos setores em que a arbitragem apresenta significativo potencial de aplicação é o mercado imobiliário. A complexidade dos contratos, os valores envolvidos e a diversidade das relações entre proprietários, investidores, empresas, incorporadoras, construtoras, locadores e locatários fazem do segmento um campo especialmente relevante para a adoção de métodos adequados de resolução de disputas.

Conflitos envolvendo contratos de locação, empreendimentos imobiliários, contratos de construção, shopping centers e operações Built-to-Suit podem envolver questões técnicas e econômicas que vão além de uma discussão contratual convencional. Nesses casos, desde que a controvérsia envolva direitos patrimoniais disponíveis e exista convenção arbitral válida e eficaz, a arbitragem pode oferecer às partes uma alternativa especializada para a solução do conflito.

A escolha da arbitragem, entretanto, deve considerar as características concretas de cada relação, incluindo o perfil das partes, a natureza do contrato, os custos envolvidos e as exigências legais aplicáveis, especialmente em contratos de adesão e relações sujeitas à legislação consumerista.

É nesse cenário que a capacitação profissional ganha importância. A Emera, escola de inovação jurídica ligada à Arbitralis, investe na formação de profissionais capazes de compreender e aplicar a arbitragem de maneira técnica e prática, inclusive em situações específicas do mercado imobiliário.

Entre suas principais formações está o curso Arbitragem Aplicada: da cláusula à sentença, que apresenta o funcionamento do procedimento arbitral desde a elaboração e a análise da convenção de arbitragem até as etapas processuais e a sentença arbitral. A formação inclui conteúdo específico sobre arbitragem em locações imobiliárias, abordando situações relacionadas às locações comerciais e residenciais, aos contratos Built-to-Suit e aos shopping centers.

Para o advogado Daniel Gontijo, fundador da Emera e da Arbitralis, os 30 anos da legislação representam não apenas uma data comemorativa, mas uma oportunidade para discutir o futuro da arbitragem e sua aplicação em diferentes setores da economia.

“A arbitragem deixou de ser um mecanismo restrito a determinados círculos jurídicos e empresariais e passou a ocupar uma posição relevante no sistema brasileiro de resolução de conflitos. O desafio agora é ampliar o conhecimento sobre suas possibilidades, seus limites e as situações em que sua utilização é efetivamente adequada, além de preparar profissionais para empregá-la de maneira técnica e estratégica”, afirma.

Segundo Gontijo, o mercado imobiliário é um dos setores em que essa preparação pode fazer diferença.

“Quando falamos de contratos imobiliários, estamos tratando, muitas vezes, de negócios de alto valor e de relações que podem se prolongar por anos. Contar com profissionais capazes de avaliar a adequação da arbitragem, estruturar corretamente a convenção arbitral e conduzir uma eventual disputa pode representar uma vantagem relevante para as partes.”

A proposta da Emera é aproximar o conhecimento jurídico da realidade profissional.

“Em vez de tratar a arbitragem apenas de forma conceitual, a escola busca apresentar aos alunos situações que fazem parte do cotidiano de quem atua com o método, desde a avaliação de sua adequação e a elaboração da cláusula até a condução do procedimento arbitral”, acrescenta o advogado.

A formação também acompanha uma transformação no mercado jurídico: a necessidade de profissionais capazes de identificar, antes mesmo do surgimento de uma disputa, qual método de resolução de conflitos é mais adequado para determinada relação.

Nesse contexto, os 30 anos da Lei de Arbitragem constituem também um marco para pensar os próximos passos. Se as primeiras décadas foram marcadas pela consolidação jurídica e jurisprudencial do instituto, a nova etapa poderá ser caracterizada pela ampliação de sua utilização responsável e pela formação de profissionais especializados em diferentes segmentos, entre eles o mercado imobiliário.

Mais do que uma escolha abstrata entre Poder Judiciário e arbitragem, a discussão deve considerar qual método é mais adequado às características de cada relação e de cada possível conflito, bem como a forma pela qual o profissional pode atuar estrategicamente para prevenir riscos e contribuir para a solução eficiente das disputas.

Formação para quem deseja se aperfeiçoar em arbitragem

Em um mercado jurídico cada vez mais dinâmico, conhecer diferentes métodos de resolução de conflitos é também uma forma de ampliar o repertório profissional. Para advogados e outros profissionais do Direito, compreender a arbitragem significa acompanhar a evolução do mercado, aperfeiçoar conhecimentos e estar preparado para avaliar e apresentar alternativas adequadas aos clientes.

Essa é a proposta do curso Arbitragem Aplicada: da cláusula à sentença, da Emera: preparar profissionais para compreender e aplicar, na prática, esse importante método de resolução de conflitos. Para quem já atua na área, a formação representa uma oportunidade de atualização e aperfeiçoamento. Para quem ainda não trabalha com arbitragem, pode constituir uma porta de entrada para um campo relevante do Direito brasileiro.

30 anos da Lei de Arbitragem: condição especial

Para celebrar os 30 anos da Lei de Arbitragem no Brasil, a Emera oferece uma condição especial para os profissionais que desejam aprofundar seus conhecimentos e se preparar para atuar com esse método de resolução de conflitos.

Durante o período da campanha, será concedido desconto de 30% na formação, mediante a utilização do cupom ARBITRAGEM30, observadas as condições aplicáveis à oferta.

A iniciativa é direcionada aos profissionais do Direito que desejam se atualizar, aperfeiçoar seus conhecimentos ou dar os primeiros passos na área da arbitragem.

Mais do que celebrar os 30 anos de uma legislação que contribuiu decisivamente para transformar o sistema brasileiro de resolução de conflitos, a Emera propõe um olhar para o futuro, com foco na preparação de profissionais para os novos caminhos da prevenção e da solução de disputas.

Para conhecer o curso e consultar as condições da campanha, acesse emeraedu.com.br.