Filme coreano “Ditto: Conexões do Amor” estreia no Brasil

Uma das comédias românticas mais cultuadas do cinema sul-coreano ganhou uma nova versão que chega aos cinemas brasileiros no dia 26 de março, com distribuição da SATO Company. Misturando romance, fantasia e drama juvenil, DITTO: CONEXÕES DO AMOR, terceiro longa-metragem da diretora Seo Eun-young, tem no elenco duas estrelas do k-drama bastante conhecidas dos brasileiros: Yeo Jin-goo, de Hotel del Luna e Apostando Alto, e Cho Yi-hyun, de All of Us Are Dead e A Fada e o Pastor.

No filme, dois estudantes universitários que vivem separados por duas décadas conseguem se comunicar através de um rádio amador. Enquanto tentam entender como essa conexão é possível, eles passam a compartilhar dúvidas, sonhos e sentimentos.

Ambientado entre o fim dos anos 1990 e a atualidade, DITTO: CONEXÕES DO AMOR é uma versão atualizada do longa de mesmo nome lançado em 2000, no auge da retomada do cinema sul-coreano e que se tornou um cult entre o público local. A refilmagem acompanha as mudanças da tecnologia, mas mantém os elementos-chave do longa original, marcado pela nostalgia e pela delicadeza.

SINOPSE
Yong ouve a voz de uma estranha vinda do futuro, criando uma conexão inesperada entre os dois. À medida que passam a conversar por meio de um rádio amador, eles compartilham suas histórias de amor e descobrem que, apesar de viverem em épocas diferentes, seus sentimentos e experiências se refletem de maneira surpreendente.
A DIRETORA
Seo Eun-young é diretora e roteirista sul-coreana. Ela estreou no longa-metragem com Overman (2016), drama exibido em festivais internacionais que acompanha um jovem estudante que encontra no teatro uma forma de lidar com as pressões da vida adulta. Em seguida dirigiu Go Back (2021), filme que também escreveu e produziu. Em DITTO: CONEXÕES DO AMOR (2022), seu terceiro longa-metragem como diretora e roteirista, revisita um romance cult do cinema coreano ao atualizar sua premissa para uma nova geração de espectadores. Seo também dirigiu o curta-metragem Rainy Days, reforçando uma filmografia marcada pelo interesse em histórias sobre juventude, identidade e relações afetivas.

Baly lança maior linha de energéticos zero açúcar

Baly Brasil inova mais uma vez, agora para democratizar o acesso às bebidas energéticas sem açúcar no país. Pioneira em 2021 ao lançar energéticos zero no Brasil, agora reforça sua estratégia de expansão e posicionamento ao lançar uma linha completa com 08 sabores zero açúcar na embalagem 1 litro, 10 em lata 473ml e 08 na versão 250ml. A novidade da Baly Energy Drink, a maior marca brasileira de energéticos, será apresentada com degustação na SRE Trade Show – Super Rio Expofood 2026, de 17 a 19 de março, no Riocentro (RJ). Baly estará no estande F45, Rua F (próximo da entrada de carga/descarga).

Líder absoluta em sabores, Baly oferece mais de 30 opções, o que conquistou o consumidor ao longo dos anos. Um bom exemplo dessa criatividade é o lançamento Baly Tadala, que veio para o Carnaval 2026 fazendo referência ao termo popular “toma um tadala”, que virou bordão dito sempre que alguém fala que está cansado ou sem energia. Fenômeno de vendas, somou 23 milhões de pedidos em 25 dias.

“Mais uma vez, estamos ouvindo o consumidor e transformando essa escuta em entrega concreta para novamente impulsionar a de mocratização do mercado de energéticos no Brasil. A linha Baly Zero responde a uma demanda real por sabor e qualidade sem açúcar, equilibrando performance, estilo de vida e atitude”, afirma Dayane Titon Cardoso, Diretora Comercial e de Marketing da Baly Brasil.

O movimento reforça o perfil inovador dessa indústria de bebidas 100% brasileira, que mantém a leitura constante de mercado. A nova linha zero nasce de uma demanda clara do consumidor: reduzir açúcar sem abrir mão do sabor. Dados da Kerry Consumer Insights indicam que existe um grupo específico, os “Taste Chasers” (Caçadores de Sabor), que evitam versões zero por receio do gosto. Já a Consumer Insights Worldpanel (Kantar/Numerator) mostra que 41,7% dos consumidores apontam que o principal fator para tornar bebidas zero mais atrativas é ter sabor semelhante ao original.

É nesse ponto que a Baly concentra seu principal pilar: muito sabor com a energia do Brasil zero açúcar. A linha Baly Zero foi desenvolvida com diversidade pensada para o paladar brasileiro, sem residual de adoçante, buscando maior aceitação e recorrência de consumo. A proposta é clara: um Baly Zero para todos os momentos, com diferentes tamanhos e formatos que acompanham trabalho, treino, lazer e rotina diária, ampliando o acesso à categoria sem açúcar e mantendo a trajetória da marca de tornar o energético mais acessível no Brasil.

Imersão através de portais de energia

Em 2026, Baly traz como proposta transformar cada feira em uma nova experiência, revelando diferentes facetas da mesma força que move a marca. O conceito nacional nasce de um símbolo simples e poderoso: a porta, elemento que ativa energias, revela identidades e conecta pessoas aos diversos momentos de consumo do produto. Na SRE Trade Show – Super Rio Expofood 2026, primeira grande feira do calendário, será aberto o primeiro portal da Baly Brasil. O projeto cenográfico promete impactar os visitantes com uma estrutura imponente, inspirada na icônica Escadaria Selarón, representando simbolicamente a ascensão da energia brasileira.

“A energia não é única. Ela se manifesta em todos os momentos da vida. Por isso, criamos o conceito: Portas da Energia do Brasil, com seis portas, sendo que cada uma representa uma experiência”, explica a arquiteta Juliana Loffi, autora do projeto. “Assim, em cada estado (feira supermercadista), abre-se uma porta. E a Baly abre todas elas, porque Baly é mais que energia, é ritmo, é força, é vibração, é estratégia, é história, é criação”, completa.

A cenografia também incorpora a imagem de um cofre, que simboliza o valor, a potência e a presença marcante da Baly nos mais diversos espaços do mercado. Para ampliar a experiência sensorial e a interação com o público, o estande terá espaço instagramável em formato de lata/tubo, funcionando como portal para outra dimensão, convidando o visitante a mergulhar em uma experiência imersiva no universo Baly. Ainda, o projeto reforça o compromisso com a sustentabilidade e a inteligência construtiva, priorizando elementos estruturais reaproveitáveis, que podem ser reorganizados, reposicionados e reinterpretados a cada feira, criando novas leituras espaciais e conceituais.

Liderança com crescimento vertiginoso 

O crescimento de Baly Brasil vem com um salto produtivo: a empresa produziu 205 milhões de litros em 2024, ultrapassou 550 milhões em 2025 e projeta alcançar 1 bilhão de litros a partir de 2026. São números expressivos que a consolidam como protagonista na categoria. De janeiro a dezembro de 2025, a Baly Energy Drink superou a austríaca Red Bull em todos os meses e liderou o mercado nacional em volume de vendas em março, abril, julho e dezembro, também à frente da norte-americana Monster. Em dezembro, atingiu 34,9% de share, contra 30,3% da concorrente, segundo dados do painel ScannShare, da Scanntech. No segmento de saborizados, é hoje o maior player, com 80% de participação em volume.

Estande F45, Rua F: conceito e projeto são assinados pela arquiteta Juliana Loffi

“Cê Tá Doido Festival” abre vendas de ingressos em BH

A espera acabou e a corrida pelos ingressos já começou! Estão oficialmente liberadas as vendas para a edição histórica do “CÊ TÁ DOIDO FESTIVAL” em Belo Horizonte. O evento, que acontece no dia 29 de agosto (sábado), a partir das 17h, já se consagra como um dos shows mais esperados do ano na capital mineira. Os ingressos podem ser adquiridos por meio da plataforma online www.vaideingresso.com.br. A iniciativa é uma realização da MJ Entretenimento em parceria com a Nenety Eventos.

Desde o anúncio da chegada do projeto a BH, a repercussão está gigante nas redes sociais. Por isso, a organização do evento faz um alerta: quem quiser garantir presença nessa festa inesquecível deve se adiantar, pois a expectativa é de viradas de lote em tempo recorde.

O grande sucesso e a ansiedade do público se justificam pelo formato inédito do festival. O “CÊ TÁ DOIDO” traz Ícaro & Gilmar, Panda e Humberto & Ronaldo se apresentando simultaneamente em um palco com temática de posto de combustíveis. Serão mais de quatro horas ininterruptas de show, com um repertório recheado de hits dos três DVDs já gravados pelo projeto, além dos maiores sucessos da carreira de cada um dos artistas.

“Estamos muito felizes de nos apresentarmos em Belo Horizonte”, afirmam Ícaro & Gilmar. “Com certeza será mais um evento especial”, garante Panda. “Queremos todo mundo cantando com a gente”, antecipam Humberto & Ronaldo.

Antes do espetáculo principal de música sertaneja, o festival contará ainda com um esquenta para o público. Pedro Lima e CDB, grupo goiano que vem se destacando pelo “pagonejo”, promete muita animação numa mistura contagiante do pagode tradicional com influências sertanejas.

Sobre os artistas

Naturais de Goiânia (GO), os amigos de infância Humberto & Ronaldo acumulam sucessos estourados em todo o país, como “Mente Poluída”, “Romance”, “Só Vou Beber Mais Hoje” e “Não Fala Não Pra Mim”.

Já Panda, natural de São Paulo (SP), herdou da família do pai o amor pelo sertanejo. Dono de hits como “Eu te seguro”, “Calcinha de renda”, “Má Influência”, “Desapego”, “Baqueado” e “1004”, ele reafirma sua identidade e potência vocal nas regravações de modas antigas.

Nascidos em Periquito (MG), Ícaro & Gilmar jogam em casa e costumam arrastar multidões em seus shows com sucessos absolutos como “Não desfinaliza nosso fim”, “Voltável”, “M de Mulher”, “Despedida”, “Imperfeitos”, “A Viola e Eu” e “Diferentona”.

Antes da atração principal do “CÊ TÁ DOÍDO”, o festival contará com as apresentações de Pedro Lima e CDB. O grupo, com sede em Goiânia (GO), destaca-se pelo “pagonejo”,  uma mistura contagiante do pagode tradicional com influências sertanejas.

Tour 2026 CÊ TÁ DOIDO FESTIVAL
A grandiosidade do “CÊ TÁ DOIDO FESTIVAL” se reflete diretamente em sua impressionante agenda. Comprovando ser um verdadeiro fenômeno nacional, o projeto cruzará o Brasil de ponta a ponta ao longo do ano, com 23 apresentações já confirmadas entre fevereiro e dezembro. A caravana sertaneja levará sua estrutura gigantesca para todas as regiões do país, passando por 11 estados e o Distrito Federal. Do Sul ao Nordeste, do Centro-Oeste ao Norte, passando por grandes eixos do Sudeste, essa verdadeira maratona de shows consolida o festival como um dos maiores, mais abrangentes e aguardados eventos itinerantes da música brasileira na atualidade.

 

Serviço:

CÊ TÁ DOIDO FESTIVAL em Belo Horizonte

Data: 29 de agosto (sábado)

Horário: a partir das 17h

Local: será divulgado em breve

Atrações: Ícaro & Gilmar, Panda, Humberto & Ronaldo, Pedro Lima e CDB

Vendas liberadas!

Onde comprar: www.vaideingresso.com.br

 

ARTISTAS E FESTIVAL NO INSTAGRAM

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Vila Galé destaca Pernambuco em campanha gastronômica

Com empreendimentos em Portugal, Espanha, Cuba e em nove estados brasileiros, a rede Vila Galé homenageia mais uma vez os destinos na qual está presente, através de uma deliciosa campanha gastronômica. Batizada de “12 meses, 12 pratos, 12 destinos”, a ação acontece nos restaurantes dos hotéis Vila Galé Collection Sunset Cumbuco (CE), Vila Galé Collection Amazônia (PA), Vila Galé Collection Ouro Preto (MG), Vila Galé Paulista (SP), Vila Galé Fortaleza (CE), Vila Galé Salvador (BA) e Vila Galé Rio de Janeiro (RJ), todos abertos também ao público.

A cada mês, um novo prato passa a integrar o cardápio das unidades participantes, promovendo uma conexão entre gastronomia, cultura e identidade local. As receitas foram desenvolvidas pelo chef executivo da rede no Brasil, Clodoaldo Ramos, com foco na valorização de ingredientes, técnicas e tradições de cada destino. Agora em março, a estrela da campanha é o Arrumadinho de Bacalhau, em homenagem à Pernambuco, estado na qual a rede tem um empreendimento.

“A experiência gastronômica é um diferencial da Vila Galé e a escolha dos pratos foi pensada para conectar o cliente com todos os destinos em que a rede está presente. Essa campanha nos permite explorar ingredientes, técnicas e receitas que dialogam com a identidade de cada lugar, enriquecendo ainda mais o menu dos restaurantes e oferecendo uma experiência diferente a cada mês”, destaca Clodoaldo.

Os pratos integram o cardápio regular dos restaurantes e são oferecidos pelo valor de R$ 80 + 10% de taxa de serviço, sem necessidade de reserva prévia.

Confira cada prato:

 Janeiro: Rio de Janeiro – Filé Oswaldo Aranha, servido com farofa e batata frita

Fevereiro: Bahia – Moqueca de peixe com camarão

Março: Pernambuco – Arrumadinho de bacalhau

Abril: Cuba – Roupa velha

Maio: Espanha – Zarzuela de mariscos

Junho: São Paulo – Ossobuco com polenta

Julho: Minas Gerais – Mexidão

Agosto: Portugal – Bacalhau ao forno acebolado com batatas

Setembro: Alagoas – Chiclete de camarão

Outubro: Pará – Arroz paraense

Novembro: Ceará – Carré de cordeiro com baião de dois e queijo coalho

Dezembro: Rio Grande do Norte – Camarão cremoso com tapioca

 

Margareth Reali apresenta “Milagre dos Peixes” em BH

Releitura feminina e potente celebra obras icônicas de Milton Nascimento com banda formada por músicos que integraram a trajetória histórica do artista.

Nos dias 27 e 28 de março, o Teatro Feluma abre as portas para o espetáculo “Milagre dos Peixes – Margareth Reali convida Jaques Morelenbaum e Wilson Lopes”. Pela primeira vez em Belo Horizonte, o público poderá conferir a sensível e vigorosa interpretação da cantora Margareth Reali sobre os álbuns lançados por Milton Nascimento em 1973 e 1974. Elogiada pela crítica paulista, a apresentação transcende o marco dos 50 anos das obras originais para se consolidar como uma celebração atemporal da genialidade de Bituca.

No palco, Margareth assume o protagonismo feminino para dar voz a um repertório denso e profundamente emocional. A performance evoca o regionalismo mineiro em simbiose com temas universais, mergulhando na carga político-social de uma época em que a música tinha a árdua missão de driblar a censura através da poesia.

Resistência e Sofisticação
O roteiro do show equilibra momentos de tensão e lirismo. A emblemática “Caxangá” (Milton Nascimento e Fernando Brant) exemplifica essa resistência, dividindo espaço com joias que, embora menos conhecidas do grande público, guardam uma atualidade contundente, como “Bodas” e a censurada “Cadê” (Milton Nascimento e Ruy Guerra). Em um contraponto luminoso, clássicos como “Cais” e “Nada Será Como Antes” completam a jornada sonora.

Fiel à essência progressiva das obras originais, o espetáculo também dedica um espaço generoso ao virtuosismo instrumental. A banda executa temas épicos como “Matança do Porco” (Wagner Tiso), além de “Tema dos Deuses”, “A Última Sessão de Música” e “Hoje é Dia de El Rey”.

A chancela de qualidade do projeto vem de quem ajudou a escrever essa história: o compositor Nelson Ângelo, parceiro de Milton em “Sacramento”, descreveu a interpretação de Margareth para a canção como “a mais linda que já ouviu”.

Convidados e Músicos do Clube da Esquina
A força do espetáculo é potencializada pela presença do violoncelista Jaques Morelenbaum e do guitarrista Wilson Lopes, que atuou como diretor musical de Milton Nascimento nas últimas três décadas. O time que acompanha Margareth garante a fidelidade estética e a alma do som mineiro, sendo formado majoritariamente por músicos que integraram a equipe histórica de Milton: Beto Lopes (guitarra, vocais) e direção musical de Christiano Caldas, Eneias Xavier (baixo) e Lincoln Cheib (bateria). Completam o time Luadson Constâncio (teclados) e Tatta Spalla (violão e vocais), músicos com vasta experiência na obra do “Clube da Esquina”.

Lançamento de Single
Para celebrar a estreia na capital mineira, o projeto expande sua presença para o universo digital. Uma versão inédita de “Caxangá” chega às plataformas de streaming, antecipando a atmosfera sonora arrebatadora que o público encontrará no teatro.

Espetáculo: Milagre dos Peixes – Margareth Reali convida Jaques Morelenbaum e Wilson Lopes

27 e 28 de março de 2026 (sexta e sábado) – 20 horas

Teatro Feluma (Rua Prof. Alfredo Balena, 190 – Centro, Belo Horizonte)

Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/117489/d/371383/s/2490339

Conheça mais sobre o espetáculo “Milagre dos Peixes” no site www.margarethreali.com.br 

Veja o depoimento do compositor Nelson Ângelo sobre a interpretação de “Sacramento”, sua parceria com Milton Nascimento, que está no repertório do show “Milagre dos Peixes”

Tiradentes recebe ações socioambientais de Mario Barila

Durante passagem pela cidade histórica mineira, o fotógrafo e ambientalista implantou viveiro de mudas frutíferas em escola municipal no sopé da Serra de São José

O fotógrafo e ambientalista Mario Barila – fundador do projeto Água Vida – está em Tiradentes/MG nesta semana por conta do Festival de Fotografia de Tiradentes, que acontece entre os dias 11 e 14 de março. Aproveitando a passagem pela cidade histórica, Barila realizou uma agenda voltada a ações socioambientais e de educativas.

Barila participou da implantação de um viveiro de mudas na Escola Municipal Ademar Longatti, localizada no bairro César de Pina, no sopé da Serra de São José, maciço rochoso que circunda e protege a cidade. A ação chama a atenção para a importância da preservação d a serra, uma área historicamente explorada pela mineração de ouro e que atualmente desperta interesse para novos projetos de extração de minério de ferro.

A atividade contou com a presença dos alunos da escola, que acompanharam todo o processo: desde a implantação do viveiro até o cultivo das primeiras mudas de espécies frutíferas, como amora, carambola, goiaba, acerola e pitanga. Além do plantio, as crianças também participaram do cuidado com as árvores e, futuramente, poderão comer frutas do pé.

A iniciativa dialoga com ações semelhantes realizadas por Barila em sua última passagem por Tiradentes. Em 2025, o fotógrafo se envolveu com projetos socioambientais, quando doou insumos para a instalação de um viveiro numa escola da zona rural e também auxiliou no plantio de árvores do projeto de recuperação paisagística inspirado em Burle Marx.

Para Barila, a participação das crianças em projetos desse tipo é fundamental para fortalecer a cultura de preservação ambiental. “Mais do que plantar árvores, estamos plantando consciência. Quando as crianças participam desse processo, elas passam a olhar para a natureza com respeito e levam esse aprendizado para a vida toda”, afirma.

Sobre o Projeto Água Vida – Criado, em 2014 pelo fotógrafo e ambientalista Mário Barila, o Projeto Água Vida tem como objetivo desenvolver e realizar ações em prol da preservação ambiental, educação ecológica e resgate da cidadania, destacando a importância vital da água para a vida no planeta. As ações são financiadas pela venda das fotos de Barila e por doações de parceiros, garantindo a continuidade de projetos em diferentes biomas brasileiros.  Economista de formação, Mário Barila se dedicou à fotografia, sua paixão desde a adolescência, e ao se aposentar aprofundou s eus estudos com o renomado fotógrafo Araquém Alcântara, conhecido por retratar a fauna e flora do Brasil. Sensibilizado com as questões ambientais e sociais observadas em suas viagens pelo país e exterior, Barila utiliza a fotografia como ferramenta de conscientização ambiental, registrando espécies ameaçadas, a realidade das comunidades locais e a luta pela preservação da vida e do planeta. Os interessados em conhecer mais sobre as atividades do Projeto Água Vida e contribuir com suas iniciativas podem acessar o site ou o perfil no Instagram @mariobarilafilho.

Peça “Escorpiões na Alma” estreia no Sesc Palladium

Dirigida pela renomada artista mineira Rita Clemente (Estúdio Clementina), o espetáculo integra a 2ª edição da Mostra Ao Teatro, que traz ao Teatro de Bolso do Sesc Palladium, mais cinco espetáculos inéditos, interpretados por artistas 40+: Cláudio Dias (Luna Lunera), Alexandre Toledo (Cia da Farsa), Enio Rodrigues, Letícia castilho e também Rita que estará em cena com espetáculo solo baseado em Lady Macbeth.

 

Na próxima terça-feira, dia 17 de março,  estreia a peça solo “Escorpiões na Alma” – inspirada em Macbeth de Shakespeare e protagonizada pelo ator Júlio Maciel (Grupo Galpão). Em cena, o público assiste a uma abordagem vertical sobre os últimos momentos do conhecido personagem do autor inglês, em uma adaptação irreverente e apocalíptica.A peça será apresentada em duas sessões gratuitas, nos dias 17 e 18/03, terça e quarta-feira, às 19h, no Teatro de Bolso do Sesc Palladium, dentro da programação da 2ª edição da Mostra AO TEATRO. 

A mostra está em cartaz até 29 de março, com seis trabalhos inéditos interpretados por veteranos como: Letícia Castilho, Cláudio Dias, Alexandre Toledo, entre outros. A direção geral é de Rita Clemente. Os ingressos podem ser adquiridos através do Sympla ou na bilheteria do Sesc Palladium pelo valor de R$20,00 inteira (vinte reais) e R$10,00 (dez reais) meia-entrada, mediante a doação de 1 kg de alimento não-perecível. Para as peças gratuitas (“Espantalho”, com Enio Rodrigues, e “Escorpiões na Alma”, com Júlio Maciel), também é necessária a retirada gratuita do ingresso, e somente pelo Sympla.

“Um dos nossos principais objetivos é a formação de público, um conceito inerente ao fazer artístico. Isto não se adquire apenas oferecendo mercadologicamente uma obra teatral. Alguém que somente vê internet, provavelmente não terá interesse em procurar atividades intelectuais e artísticas presenciais. Alguém que nunca foi ensinado e estimulado a ler, ver uma exposição, buscar uma peça teatral para assistir, raramente o fará sem que haja dispositivos de sensibilização. O que fazemos nesta Mostra é arregimentar esforços, vocação, talento e recursos financeiros próprios, para dizer: venha AO TEATRO, é para você. Teatro é arte e precisa ser para todos. Arte também é ofício. Estamos vivos”, contextualiza a diretora Rita Clemente.

 

Em sua 2ª edição, a Mostra AO TEATRO envolve mais de 40 profissionais como produtores, assistentes de produção, atores, atrizes, gestores, técnicos, cenotécnicos, entre outros, e destaca-se pelo protagonismo de artistas 40+ como Júlio Maciel, Alexandre Toledo, Cláudio Dias, Letícia Castilho, Enio Rodrigues, Mário Moraes e Rita Clemente – que está em cena como Lady Macbeth em “Delírio e Queda”, peça que encerrará a Mostra. Segundo a diretora, este foi um movimento natural de aproximação entre artistas que ela denomina como independentes: “aqueles que buscam autonomia na escolha de temas, textos e ideias e que, como a maioria dos artistas contemporâneos, necessitam de fomento e acabam buscando outras formas de realizar seus trabalhos, para além dos mecanismos de incentivo fiscal. Em geral são artistas comprometidos com o público e com o desenvolvimento técnico e artístico do seu ofício”, explica Clemente.

Neste ano, a mostra apresenta seis estreias, inspiradas em célebres textos da literatura universal – escritos por Kafka, Tchekhov, D’annunzio e Shakespeare. Segundo Rita, foram adaptados a partir de um ‘modo de operar antropofágico’, tornando as obras ainda mais atuais e urgentes, para o público de hoje.

“Trazer textos universais e sobre eles ter uma abordagem original não é novo, mas nunca será ultrapassado: é mostrar a potência da criatividade e o valor da arte feita antes de todos nós, sob a tutela imprescindível do olhar contemporâneo. É também afirmar: faço o que a arte me dá por direito fazer, em relação a toda e qualquer herança histórica, seja ela brasileira ou não. O público vai assistir desde interpretações profundas e realistas, mas também mascaramentos e proposições que impressionam pelo rigor estético. Verticalizamos encenações íntimas e tocantes; potencializamos entrelaçamentos estéticos e estilísticos entre as obras; discussões sobre poder; o ser humano e seu conflito existencial; e há em comum o masculino degradado e chacoalhado pela própria decadência abordado por artistas impregnados da vontade de criar“, destaca.

Apesar da Mostra AO TEATRO ser composta majoritariamente por solos, há um diálogo entre as obras, como uma “ópera”. Para Rita, este cruzamento se dá não só pelo fato de terem sido dirigidas pela mesma pessoa, mas principalmente pela íntima relação da artista com a pesquisa dramatúrgica de cena e a música.

“Embora sejam obras independentes, acabei por trabalhar como se estivesse criando uma ópera em quadros com história diferentes, mas com linguagem semelhante. São solos, porque também expressam claramente a falta de condições de artistas independentes realizarem trabalhos consistentes com mais de um ator em cena. Por isso, venho desenvolvendo conceitos e práticas que dão ao Solo um qualidade dialógica: há sempre diálogo, mesmo que haja apenas um ator”, comenta a diretora.

Espetáculos da Mostra AO TEATRO 

Na quinta, dia 5/02, será pré-estreia para convidados de “A extravagante e cotidiana vida de Pedro, o Macaco Homem”, com Mário Moraes. Livre adaptação do conto Um Relato para a Academia de Franz Kafka, a peça traz a história de um macaco que foi capturado por humanos e, para se libertar, aprendeu a se comportar como humano.  O espetáculo fica em cartaz de 6 a 8 de março.

O solo “Espantalho”, adaptação do texto Os Males do Tabaco de Anton Tchekhov, com Enio Rodrigues e preparação vocal de Ana Hadad, estreia nos dias 10 e 11 de março, seguido de roda de conversa sobre o trabalho após as apresentações. Na peça, a masculinidade em frangalhos se mostra desnuda diante do público. Seu escape viril e vingativo desvela-se em cena: uma palestra que se divide entre o cômico, o patético e o desconcertante drama masculino.

Em “Invisível”, inspirado no conto Giovanni Epíscopo de Gabrielle D´annunzio, o homem, mesmo subjugado, arregimentou todas as forças da sua alma uma única vez e realizou o mais terrível dos atos. Doente e diante do inevitável, ele se prepara para o último encontro de sua vida. A peça com atuação de Alexandre Toledo se mantém em cartaz do dia 12 a 15 de março. 

Livre adaptação do texto Macbeth de Willian Shakespeare, Júlio Maciel apresenta a cena experimental “Escorpiões na Alma”, nos dias 17 e 18 de março, com roda de conversa, logo após o trabalho. A partir dos estudos sobre composição de cena, atuação e criação solo, o experimento cênico propõe uma abordagem vertical sobre os últimos momentos do personagem Shakespeareano, em uma adaptação irreverente e apocalíptica.

Em “Haicais para Diadorim – para os amantes tornados invisíveis”, os personagens icônicos apresentam-se em cenas que propõem um cruzamento entre culturas, que ultrapassam a realidade e encontram solo fértil na poética transcendente do haicai. Originalmente trata-se de um monólogo em haicais escrito por Carlos Viegas, mineiro sertanejo de Abadia, há anos radicado em Brasília e autor de cinco livros publicados. Para este trabalho, os personagens foram desdobrados criando polifonias que os tornaram um solo para dois atores, com interpretação dos artistas Cláudio Dias e Letícia Castilho e apresentações previstas de 19 a 22 de março.

Encerrando a programação desta edição, Rita Clemente estreia seu novo solo “Delírio e Queda”, uma livre adaptação de Macbeth de Shakespeare que traz, pela força da mulher, a fragilidade masculina. Clemente, referência nas artes da cena em Minas e no Brasil, conta a história de uma mulher que deseja ter um trono todo seu. Para tanto, cria um plano infalível e cruel. No entanto, um criado, subordinado a ela, também quer ascender e tem um plano. As apresentações terão sessão fechada para convidados no dia 26 de março e estreia para o público de 27 a 29 do mesmo mês.

Sobre a Mostra AO TEATRO

A Mostra AO TEATRO teve sua primeira edição em 2023 e é o resultado da elaboração e estudos de ponta sobre interpretação e composição de cena desenvolvidos no Estúdio Clementtina, espaço criado em 2018 sob coordenação de Rita Clemente — artista com mais de 30 anos de trajetória e referência em criação e pesquisa de linguagem no Brasil — no intuito de realizar e potencializar ações de cunho artístico e cultural com forte traço formativo e que dedica-se à invenção, abrigando cursos (em módulos semestrais e/ou workshops), encontros, palestras, apresentações teatrais, pesquisas de linguagem e projetos inéditos de criação.

Serviço Mostra AO TEATRO

“A extravagante e cotidiana vida de Pedro, o Macaco-Homem” com Mário Moraes

Data: 05 a 08 de março (*5 de março – Sessão fechada para convidados)

Horário: Quinta e sexta às 20h30 e domingo às 19h

Sinopse: A peça mostra a vida de Pedro e suas cotidianas ações, como em um circo que torna extravagante e absurdo ações simples do dia a dia realizadas por um animal selvagem, sem saída e sem liberdade. Uma fábula sobre como capturar a natureza de cada um, adestrando os instintos mais essenciais: quando para adquirir liberdade criamos uma jaula.

Sobre Mário Moraes: Formado pela Escola de Belas Artes da UFMG, realizou trabalhos com O Clube (BH), o Studio Farm in the Cave (Rep. Tcheca), Fernando Montes (Colômbia) e Teatro Pontífex (BH). Em sua trajetória destacam-se experiências com Cacá Carvalho, Gey Pin Ang, Silvana Stein, Rita Clemente, Villiam Docolomansky e Fernando Montes. Vem pesquisando interpretação e composição no Estúdio Clementtina, nos últimos anos, que resultaram nos exercícios cênicos Um Precipício no Mar e Não Contém Glúten.

“Espantalho” com Enio Rodrigues 

* Apresentação seguida de atividade formativa (roda de conversa).

Data: 10 a 11 de março

Horário: 19h

Sinopse: A masculinidade em frangalhos se mostra desnuda diante do público. Seu escape viril e vingativo desvela-se em cena: uma palestra que se divide entre o cômico, o patético e o desconcertante drama masculino.

Sobre Enio Rodrigues: Estudou teatro na instituição SESIMINAS (Teatro Adulto), apresentando-se, em 2004, na montagem final do espetáculo  “JANTAR DE FAMÍLIA”: Direção de Wesley Marchiori. Em 2005, no Teatro da Maçonaria, participou de oficinas, atuando, neste mesmo ano no espetáculo “CONSTRUINDO MARYSCHEILA” com Direção de Wesley Marchiori. No Estúdio Clementtina, participou das oficinas: “Intensivo Teatral: Solo sim, monólogo não” realizado entre março e junho de 2024 e “Processos Criativos” em 2024 e “Dramaturgia da Cena,” participando, também, em 2025 do curso “Desenvolvimento Técnico e Artístico para Atores” na mesma instituição. Ainda em 2025, estuda voz com a preparadora vocal Ana Hadad. Profissionalizou-se em 2025 pelo SATED MINAS.

 

“Invisível” com Alexandre Toledo

Data: 12 a 15 de março

Horário: De quinta a sábado às 20h30 e domingo às 19h

Sinopse: A que ponto pode chegar um homem para defender quem ama? Em INVISÍVEL , o homem,  mesmo subjugado, arregimentou todas as forças da sua alma uma única vez e realizou o mais terrível dos atos. Doente e diante do inevitável, se prepara para o último encontro de sua vida.

Sobre Alexandre Toledo: é ator, diretor, produtor e dramaturgo. Formado em Comunicação Social e em Psicologia pela PUC Minas e em Filosofia pela UFMG, com mestrado em filosofia também pela UFMG e doutorado em Comunicação e Semiótica pela PUC São Paulo. Ator formado pelo CEFAR, tem mais de vinte anos de carreira. É um dos fundadores do grupo de teatro Cia da Farsa. Esteve em espetáculos tão diversos como Macbeth com Ketchup, La fiaca, Aprendiz de Feiticeiro, O Contrabaixo, Senhora dos Afogados, Boca de Ouro, Arte, Wilde.Re/Construído, Deus da Carnificina e Diógenes, monólogo que também escreveu. Seus espetáculos mais recentes são O Toró, adaptação do clássico A Tempestade de Shakespeare e Pequenas Infidelidades. Com o monólogo O Contrabaixo, ganhou o prêmio Usiminas/Sinparc de melhor ator em 2005 e com o espetáculo Auto da Compadecida, que dirigiu e co-produziu, ganhou o prêmio Usiminas/Sinparc de 2008, de melhor espetáculo adulto.

 

“Escorpiões na Alma” com Júlio Maciel

* Apresentação seguida de atividade formativa (roda de conversa).

Data: 17 e 18 de março

Horário: 19h

Sinopse curta: Um solo que propõe uma abordagem vertical sobre os últimos momentos do personagem Shakespeareano em uma adaptação irreverente e apocalíptica.

Sobre Júlio Maciel: Nasceu em Belo Horizonte, em 12 de janeiro de 1967. Formou-se como ator no curso técnico do Teatro Universitário da Universidade Federal de Minas Gerais, em 1989. No final do ano de 1990 foi convidado a participar da montagem “Álbum de Família”, do Grupo Galpão com direção de Eid Ribeiro. Desde então tornou-se ator/sócio da companhia, tendo participado de quase todas as montagens do grupo.

Em 1995, fundou a Cia. Cínica de Artes Cênicas, responsável pelas montagens dos espetáculos “Catavento” e “Don Perlimplin”.

Coordenou o projeto “Oficinão”, do Galpão Cine Horto, nos anos de 1999, 2001 e 2003, sendo responsável pela direção dos espetáculos “Caixa Postal 1500”, “Cães de Palha”, “A Vida é Sonho” e junto a Chico Pelúcio e Lydia Del Picchia dirigiu o espetáculo “In Memorian”. Assinou a dramaturgia de “Papo de Anjo”, primeiro espetáculo do projeto Pé na Rua do Galpão Cine Horto. Convidado pelo Grupo do Beco do Aglomerado Santa Lúcia, assinou a direção do espetáculo “Bendita a Voz Entre as Mulheres”, junto a Ana Domitila. Em 2009, assinou a direção do espetáculo “Till – A Saga De Um Herói Torto” e, em 2023, do espetáculo “Cabaré Coragem”, ambos do Grupo Galpão. Durante estes mais de 30 anos de trabalho ininterrupto com o Grupo Galpão, desenvolveu várias oficinas de teatro por todo o Brasil tendo inclusive dirigido espetáculos em várias cidades.

 

“Haicais para Diadorim – para os amantes tornados invisíveis” com Cláudio Dias e Letícia Castilho

Data: 19 a 22 de março

Horário: De quinta a sábado às 20h30 horas e domingo às 19h

Sinopse: Quem é Diadorim? Quem é Riobaldo? Personagens icônicos apresentam-se em cenas que propõem um cruzamento entre culturas, que ultrapassam a realidade e encontram solo fértil na poética transcendente do haicai. Os dois, a cena e o texto, Riobaldo e Diadorim, se misturam em uma dinâmica e amorosa luta pela sobrevivência através da metáfora dos amores impossíveis.

Sobre Cláudio Dias: é ator e diretor, membro-fundador da Cia. de Teatro Luna Lunera, com formação em História pela UFMG e em artes cênicas pelo Palácio das Artes/Cefart. Construiu uma carreira sólida no teatro, atuando em espetáculos marcantes desde os anos 1990 até produções recentes como Aquela que eu (não) fui e Cintura Fina. Co-dirigiu e atuou em trabalhos emblemáticos da Luna Lunera, como Aqueles Dois e Prazer. Desde 2006, dedica-se à pesquisa contínua na preparação de atores, articulando dança contemporânea, contato improvisação e viewpoints. Sua formação inclui residências e estudos com artistas e instituições internacionais na Dinamarca, Espanha e Estados Unidos.

Sobre Letícia Castilho: é atriz e professora, licenciada em Artes Cênicas pela UFMG. Há mais de três décadas atua no palco e na formação teatral, com foco em criação, improvisação e processos colaborativos, articulando corpo, memória e dramaturgia da cena. Integra a equipe dos cursos livres do Galpão Cine Horto há 11 anos e já lecionou na UFMG e no CEFART/FCS. Coordenou cursos técnicos e projetos em instituições culturais de Minas Gerais. Participou de diversas montagens, performances autorais e produções audiovisuais. É integrante da rede internacional The Magdalena Project, dedicada à criação cênica de mulheres.

 

“Delírio e Queda” com Rita Clemente

Data: 26 a 29 de março (*26 de março – Sessão fechada para convidados)

Horário: De sexta a sábado às 20h30 horas e domingo às 19h

Sinopse: Livre adaptação de Macbeth de Shakespeare, “Delírio e Queda”, de Rita Clemente, também traz, pela força da mulher, a fragilidade masculina. Clemente, referência nas artes da cena em Minas e no Brasil, conta a história de uma mulher que deseja ter um trono todo seu. Para tanto, cria um plano infalível e cruel. No entanto um criado, subordinado a ela, também quer ascender, também tem um plano.

Sobre Rita Clemente: é atriz, diretora, pesquisadora, roteirista e dramaturga mineira, com vasta experiência em teatro e incursões em televisão e cinema, sendo reconhecida por sua pesquisa sobre dramaturgia de cena e intermidialidade. Rita é diretora artística do Estúdio Clementtina na capital mineira, onde criar e produz seu trabalho independente. É premiada em Minas, SP e RJ como diretora e atriz de teatro. Na televisão, estreou como atriz no seriado “A Cura” (2010) e fez parte do elenco das novelas “A Vida da Gente” (2011-2012), “Amor à Vida” (2013), e “Liberdade, Liberdade” (2016), todas pela TV Globo. No cinema, atuou nos longas-metragens “Pequenas Histórias” e “Batismo de Sangue”, do diretor Helvécio Ratton. Sua primeira pesquisa cinematográfica AO TEATRO, estreou em 2020 na MOSTRA INTERNACIONAL CINE-BH.  Estreia como diretora e roteirista no curta-metragem MERGULHO, adaptação da peça homônima de sua autoria. Mestra em Artes e graduada em música pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), é DOUTORANDO em Artes da Cena (UFMG); também é formada como atriz pelo curso de profissionalização de atores da Fundação Clóvis Salgado (CEFART/FCS). Desde de 2021 tem trabalhado, também, como encenadora de ópera no centro de produção artística do Palácio das Artes.

 

Ficha técnica:

 

Direção: Rita Clemente

Criação de luz: Flávia Mafra

Direção de cenografia: Carol Gomes

Assistente de direção de “Delírio e queda“: Marcio Monteiro

Trilha sonora, desenho e efeitos de som: Márcio Monteiro

Maquiagem de “A extravagante e cotidiana vida de Pedro, o macaco homem“: Ana Laura Lopes

Fotos: Priscila Natany

Designer: Otávio Veríssimo

Realização: Colaborativa

Produção: Clementtina Cultura

Assessoria de Comunicação: Rizoma Comunicação & Arte

SERVIÇO

Mostra AO TEATRO –  2ª edição

Data: 6 a 29 de março

Local: Teatro de Bolso do Sesc Palladium

Ingressos pelo Sympla ou na bilheteria do Sesc Palladium.

R$20,00 inteira (vinte reais) e R$10,00 (dez reais) meia-entrada mediante a doação de 1 kg de alimento não-perecível.

Para as peças gratuitas “Espantalho” e “Escorpiões na Alma” também é necessária a retirada de ingresso no Sympla

Mais informações: @clementtina_ar

BITITA Festa da Palavra tem 2ª edição no Palácio das Artes

Entre os dias 19 e 22 de março, o Palácio das Artes, em Belo Horizonte, recebe a segunda edição do projeto BITITA Festa da Palavra (Luz–Palavra–Imagem), evento gratuito dedicado à literatura, à leitura e às interseções da palavra com outras linguagens artísticas. 

Inspirado em Carolina Maria de Jesus, BITITA (apelido de infância da autora e título de um de seus diários) nasce como um gesto de reconhecimento à potência de uma mulher que escreveu a partir da margem e transformou sua própria vida em literatura. Nesta edição, o projeto amplia sua proposta e investiga a palavra expandida, em diálogo com a luz, a imagem e o audiovisual, reunindo mostra de cinema, exposição, mesas de debate, oficina, lançamento de livros e projeções de poesia visual. O projeto tem patrocínio da Cemig via Lei Estadual de Incentivo à Cultura, com apoio da Fundação Clóvis Salgado e do Circuito Liberdade.

Segundo a realizadora Luciana Salles, a segunda edição marca um avanço conceitual do projeto. “Nesta edição da BITITA, propomos pensar a palavra em diálogo com a luz, com o cinema e com as artes visuais, ampliando as formas de leitura, fruição e reconhecimento da palavra como elemento disparador de muitas realidades”, diz. De acordo com ela, na primeira edição o foco estava na formação de novos leitores, especialmente do público infantojuvenil.

“Agora o projeto avançou para a ideia da palavra expandida em diferentes formas de expressão. A homenagem à Carolina segue absolutamente atual porque fala de uma mulher cuja palavra é matéria viva. Hoje, sua vida e obra se multiplicam em diferentes formas de expressão, reaparecendo no cinema, no teatro, nas artes visuais, na música, nas ruas e nos encontros coletivos. Nessa pluralidade, Carolina tornou-se figura polifônica e multifacetada.”

Para Renato Negrão, curador-geral do projeto, a proposta desta edição é criar uma experiência imersiva: “BITITA propõe uma experiência em que a palavra se torna luz, imagem e movimento. A programação reflete um fazer artístico híbrido, antropofágico, que atravessa linguagens e tensiona narrativas hegemônicas. É um convite à escuta, ao olhar e à construção de sentidos a partir da pluralidade”.

A diretora de Comunicação e Marketing da Cemig, Cristiana Kumaira, comenta o caráter de transformação presente no projeto: “reconhecer a potência da palavra em todas as suas formas é, de fato, transformador. A Cemig tem o orgulho de, mais uma vez, apoiar a BITITA Festa da Palavra, que nesta edição celebra como a palavra transcende a escrita, reverbera nas artes visuais e amplia nossos modos de sentir e criar. Como a maior incentivadora de cultura de Minas, buscamos apoiar iniciativas como esta, que iluminam trajetórias, fortalecem a diversidade e seguem inspirando, conectando e transformando pessoas”.

EXPOSIÇÃO EM DESTAQUE

Um dos grandes destaques desta edição é a exposição “A primeira vez que voei foi na pág. 35”, a primeira individual da artista Maré de Matos em Belo Horizonte, que já está em cartaz na Galeria Mari’stella Tristão, no Palácio das Artes. A inauguração aconteceu no dia 10 de março, e a mostra permanece aberta ao público até 26 de abril, ainda como parte da programação da BITITA.

Artista transdisciplinar, Maré de Matos articula artes visuais, literatura e audiovisual em uma pesquisa que atravessa memória, corpo, afetos e linguagem. Durante a BITITA, a artista também participa de sessões de cinema e de mesa de debate dedicada à leitura de sua obra.

MOSTRA DE CINEMA

A mostra de cinema, um dos eixos centrais desta edição, tem curadoria da Pimenta Filmes, assinada por Alexandre Pimenta e Beatriz Goulart, e reúne clássicos do cinema brasileiro, produções contemporâneas, filmes experimentais, mini documentários e videopoemas que dialogam com literatura, artes visuais, memória, corpo, identidade e ancestralidade.

Para os curadores, o cinema ocupa um lugar estratégico na proposta do projeto. “O cinema está no centro desta edição da BITITA porque é um campo privilegiado de encontro entre palavra, imagem e política. A mostra articula obras de diferentes épocas e formatos para evidenciar como o audiovisual pode reescrever histórias, dar visibilidade a vozes silenciadas e ampliar as formas de narrar o mundo a partir de perspectivas plurais e insurgentes”, comenta Alexandre Pimenta, um dos curadores da mostra de cinema.

“A curadoria da mostra de cinema da BITITA parte do entendimento da palavra como um território vivo, que se desloca, se fragmenta e se reinscreve nas imagens. Reunimos filmes e trabalhos audiovisuais que pensam a palavra para além do texto escrito, como memória, corpo, gesto e invenção, propondo ao público uma experiência sensível e crítica sobre as narrativas que constroem o imaginário brasileiro”, relata Beatriz Goulart, também curadora da mostra de cinema da BITITA.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

19 de março | quinta-feira

18h – Sala Juvenal Dias

Abertura oficial

Bitita: Festa da Palavra (Luz–Palavra–Imagem)

19h – Galeria Mari’Stella Tristão

Visita guiada à exposição “A primeira vez que voei foi na página 35” da artista Maré de Matos

20h – Projeções | Jardim interno

20 de março | sexta-feira

Mostra de Cinema – Cine Humberto Mauro

16h – Barravento (1962), de Glauber Rocha – Drama – 78 min

18h – Série Artérias – Minidocs de Helena Bagnoli

Sessão 1

Castiel Vitorino Brasileiro (12’)

Antonio Obá (13’)

Uýra (13’)

Luana Vitra (13’)

Rafa Bqueer (14’)

19h30 – Exibição de curtas da artista Maré de Matos:

Estudos sobre justiça (14:43) e Outros nomes para a dignidade (22:41)

20h – Mesa de debate 1

Museu das Emoções: Leituras decoloniais na obra de Maré de Matos

Com Maré de Matos | Mediação: Tatiana Carvalho Costa

20h – Projeções | Jardim interno

21 de março | sábado

10h30 – Mesa de debate |  Sala Juvenal Dias

Luz-Palavra–Imagem: construtivo, intuitivo e orgânico

Com Angélica Freitas, Preto Matheus e Sylvia Amélia

Mediação: Renato Negrão

12h – Lançamento de livros de autores convidados | Jardim interno

Livros:

Porca Gorda – Jéssica Balbino

Escrevam-me – Renato Negrão

Mostra Monstra – Angélica Freitas

15h – Oficina | Midiateca João Etienne Filho

Oficina Traço e Verso: uma oficina de poesia e desenho –  com Angélica Freitas

15h – Mesa de debate | Sala Juvenal Dias

Arte como circulação viva da memória: Emoção, corpo e imagem contra a narrativa hegemônica – Com Wilson de Avelar e Paulo Nazareth

Mediação: Helena Bagnoli

16h – Sessão de Cinema | Cine Humberto Mauro

Minidocs

Cosmococa, de Neville D’Almeida / Hélio Oiticica (8’)

Série Artérias

Paulo Nazareth (13’)

Jaider Esbell (13’)

Denilson Baniwa (13’)

Carmézia Emiliano (13’)

Rosana Paulino (13’)

18h – Sessão de Cinema Contemporâneo | Cine Humberto Mauro

Vaga Carne, de Grace Passô e Ricardo Alves Jr. (45’)

Videopoemas de Ana Martins Marques: Três Ipês (1’40”); Visitas (2’54”); O que eu sei (56”)

Sobre o Amor, de Pedro Moraleida (9’31”)

19h30 – Mesa de debate | Sala Juvenal Dias

Voz, corpo e imagens insurgentes na escrita contemporânea

Com Jéssica Balbino e Brisa Marques

Mediação: Luciana Salles

20h – Projeções | Jardim interno

22 de março | domingo

17h30 – Sessão de Cinema | Cine Humberto Mauro

Memórias Póstumas de Brás Cubas (2001), de André Klotzel

19h – Sessão de Cinema | Cine Humberto Mauro

Série Artérias

Josi (12)

Isael e Sueli Maxakali (13′)

Thiago Gualberto (13′)

Sonia Gomes (12′)

Nei Xakriabá  (13′)

Gustavo Caboco (13″)

Maxwell Alexandre (13″)

20h – Projeções | Jardim interno

Festa de encerramento

DJ Black Josie

SERVIÇO

Bitita: Festa da Palavra (Luz–Palavra–Imagem)

19 a 22 de março de 2026

Palácio das Artes – Belo Horizonte

Entrada gratuita

Exposição “A primeira vez que voei foi na página 35” – Maré de Matos

10 de março a 26 de abril de 2026

Galeria Mari’stella Tristão – Palácio das Artes

Óticas Carol lidera ranking de franquias ópticas

A Óticas Carol foi reconhecida, pelo nono ano consecutivo, no Ranking das 50 Maiores Franquias da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Ocupando a 8ª posição, a rede é a única representante do segmento óptico entre as top 10, classificação que honra há 4 anos. Com mais de 1.400 lojas distribuídas em 540 cidades brasileiras, a Óticas Carol é hoje a maior rede óptica do país, mantendo o compromisso de ampliar o acesso democrático ao cuidado com a visão.

Para Silvina Mirabella, General Manager Retail Brasil da EssilorLuxottica e responsável pela expansão das bandeiras de varejo no país, “o reconhecimento da ABF reforça a liderança da Óticas Carol no mercado nacional e reflete a confiança dos franqueados, o empenho dos colaboradores e a preferência de milhões de consumidores. Seguimos investindo em inovação, capacitação e proximidade com nossos franqueados e consumidores para manter a bandeira como referência no setor.”

Com modelo verticalmente integrado, que reúne produção, distribuição, tecnologia própria e suporte contínuo ao franqueado, a estrutura da Óticas Carol é um dos principais diferenciais da rede que garante eficiência operacional, padronização e qualidade em toda a cadeia.

Impacto social

Com presença relevante fora dos grandes centros urbanos, a ampla capilaridade é estratégica para alcançar a principal missão da bandeira que é a democratização do acesso à saúde visual em todo o território nacional. Esse compromisso ganhou força por meio do Projeto Pequenos Olhares, que oferece às crianças da rede pública de ensino acesso a óculos de qualidade a preços acessíveis.

Autossustentável, o projeto tornou-se um diferencial para os pontos de venda ao mobilizar não apenas o público infantil, mas toda a família, além de fortalecer o relacionamento com prefeituras e secretarias de educação e saúde.

A rede aproxima esses outros grupos com ações multigeracionais, como a tradicional campanha de descontos progressivos por idade, que neste ano contou com a atriz Ingrid Guimarães como estrela. Além do apelo emocional, a iniciativa fortalece a fidelização e atrai novos consumidores que reconhecem na Óticas Carol uma marca acessível e confiável, que oferece um portfólio completo que inclui marcas icônicas como Ray-Ban e Oakley.

Ao combinar solidez de negócio, inovação tecnológica e impacto social, a Óticas Carol reforça sua posição como referência no franchising brasileiro e segue firme em seu compromisso com a saúde visual e a excelência no atendimento.

Solar Porto de Galinhas celebra 40 anos

Empreendimento acompanhou a transformação de uma vila de pescadores em um dos principais destinos turísticos do Brasil

Em fevereiro de 1986, quando foi inaugurado, o Solar Porto de Galinhas tornou-se o primeiro hotel da então vila de pescadores de Porto de Galinhas, no município de Ipojuca (PE). Naquele período, a região ainda era uma pequena vila de pescadores no litoral sul de Pernambuco, frequentada principalmente por visitantes que chegavam para passeios de um dia e retornavam ao Recife no fim da tarde, já que praticamente não havia estrutura de hospedagem organizada.

Ao apostar na permanência dos turistas e na experiência de hospedagem à beira-mar, o Solar não apenas inaugurou um empreendimento, mas ajudou a dar início à própria atividade turística do destino. O movimento contribuiu para estimular o comércio local, atrair novos investimentos e impulsionar a cadeia produtiva do turismo, em um momento em que Porto de Galinhas ainda não figurava no mapa dos destinos nacionais.

Quatro décadas depois, o cenário é completamente diferente. Porto de Galinhas se consolidou como um dos destinos turísticos mais relevantes do Brasil, referência em hospitalidade, belezas naturais e infraestrutura, com fluxo anual de visitantes que ultrapassa a marca de um milhão de turistas e uma rede hoteleira robusta que movimenta a economia regional durante todo o ano. Ao longo desse processo de crescimento, o Solar é reconhecido como um dos empreendimentos pioneiros que acreditaram no potencial da região quando ainda não havia demanda consolidada nem estrutura turística desenvolvida.

“A decisão de investir aqui, nos anos 80, foi vista como ousada, mas o meu pai, Artur Maroja, um veranista da então desconhecida Porto de Galinhas, que nada entendia de turismo, acreditou no potencial do destino. Ao estimular a permanência dos visitantes, ajudamos a movimentar o comércio local e a fortalecer toda a cadeia do turismo”, destaca Otaviano Maroja, diretor comercial do hotel.

Do público regional ao mercado internacional

Nos primeiros anos, o público era majoritariamente recifense. Com o crescimento da visibilidade do destino, o hotel passou a receber turistas de estados como São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal e Rio Grande do Sul. Posteriormente, o fluxo internacional também ganhou força, com visitantes da Argentina, Portugal, Chile, Uruguai e Paraguai.

Esse movimento acompanhou a transformação de Porto de Galinhas em destino estruturado, com promoção nacional e internacional articulada por entidades como a Associação dos Hotéis de Porto de Galinhas e o Porto de Galinhas Convention & Visitors Bureau.

Crescimento conjunto: hotel e destino

Ao longo de 40 anos, o Solar expandiu sua estrutura para acompanhar a demanda turística. Hoje, é reconhecido como um clássico “pé na areia”, próximo à vila, com atmosfera acolhedora e perfil voltado ao lazer.

Atualmente, o hotel conta com 140 acomodações distribuídas em um terreno de aproximadamente 8 mil metros quadrados, mantendo como diferencial a combinação entre tradição, localização estratégica e hospitalidade.

Para Otaviano, a celebração das quatro décadas vai além da marca institucional. “Celebrar 40 anos é celebrar a própria evolução de Porto de Galinhas. Crescemos junto com o destino e continuamos acreditando no seu potencial para as próximas gerações”, conclui.

Porto de Galinhas: de vila de pescadores a destino turístico internacional

Quatro décadas depois de sua inauguração, Porto de Galinhas se consolidou como um dos destinos turísticos mais reconhecidos do Brasil. Localizado no município de Ipojuca, no litoral sul de Pernambuco, o balneário reúne cerca de 20 mil leitos em meios de hospedagem e recebe aproximadamente 1,2 milhão de turistas por ano, atraídos pelas piscinas naturais, pela infraestrutura turística e pela oferta diversificada de experiências. A permanência média de 5,3 dias reforça a capacidade do destino de manter o visitante por mais tempo, impulsionando a economia local e fortalecendo toda a cadeia do turismo.

Ao longo das últimas décadas, Porto de Galinhas acumulou reconhecimento nacional e internacional. O destino já foi eleito por de dez vezes consecutivos a Melhor Praia do Brasil pela revista Viagem e Turismo e vem se destacando também por iniciativas ligadas à sustentabilidade e à hospitalidade. Em 2023, foi reconhecido como um dos destinos mais sustentáveis do país pela Booking.com, mesma plataforma que, no mesmo ano, incluiu Porto de Galinhas entre os destinos mais acolhedores do mundo, ocupando a 8ª posição global no Traveler Review Awards, sendo o único representante brasileiro no ranking. Outro destaque recente é a praia de Muro Alto, localizada na região, que entrou para a lista das 25 melhores praias do mundo, figurando na 25ª posição global e como a 2ª melhor da América Latina nos anos de 2024 e 2025.

Parte desse crescimento está diretamente ligada ao desenvolvimento da hotelaria local, impulsionado por empreendimentos pioneiros, em especial pelo Hotel Solar. Segundo Eduardo Tiburtius, presidente da Associação dos Hotéis de Porto de Galinhas (AHPG), o empreendimento teve papel relevante nesse processo. “Os 40 anos do Solar representam a história do próprio crescimento de Porto de Galinhas. O empreendimento ajudou a impulsionar o turismo e a consolidar o destino como uma das principais referências do Brasil e do mundo em hospitalidade e lazer”, destaca.