Pampulha recebe evento gastronômico inédito

Segunda edição acontece nos dias 18 e 19 de abril e aposta em experiência imersiva com gastronomia de diversos países, mais de 40 expositores, ambientação temática e programação musical

Após o sucesso de sua estreia no mês de março, o Festival Origens Gastronômicas está de volta para a segunda edição com uma proposta ainda mais ousada: levar o público a uma verdadeira volta ao mundo por meio da gastronomia, cultura e experiências sensoriais — sem sair de Belo Horizonte. O evento acontece no sábado, 18 de abril, das 12h às 22h, e no domingo, 19 de abril, das 10h às 18h, em um espaço exclusivo e inédito no Aeroporto da Pampulha.

Se na primeira edição o festival percorreu os sabores do Brasil, agora o evento amplia seus horizontes e aposta em uma curadoria internacional, reunindo pratos típicos de diferentes países, preparados com autenticidade e respeito às tradições. A proposta é transformar a comida em uma experiência completa, conectando o público a histórias, culturas e identidades de diversas partes do mundo.

“A primeira edição nos mostrou que o público busca mais do que boa comida. Existe um interesse crescente por experiências que conectem sabor, cultura e entretenimento. Nesta segunda edição, queremos ir além e proporcionar uma verdadeira viagem gastronômica, reunindo o melhor da culinária internacional em um só lugar”, afirma Humberto Ferreira, um dos idealizadores do festival.

Entre os destaques gastronômicos desta edição, o público encontrará uma diversidade de sabores que percorrem diferentes partes do mundo. A culinária internacional ganha força com a Rota 381, trazendo pratos típicos da Alemanha, e a Maria Batata, com sua batata holandesa. Já a Break Brasa apresenta o churrasco argentino no fogo de chão, enquanto o Crepe Food BH aposta nos clássicos crepes franceses. O Nutri Truck traz beirutes, e o Samu Gastro oferece porções variadas, com destaque para o estrogonofe de camarão.

A cozinha afro-brasileira e do Oriente Médio também marcam presença com o Acarajé do Kiel, o Raiaki e o Abbas Empório Árabe, enquanto a Cozinha da Gi apresenta pratos da culinária chinesa. O evento ainda conta com opções da gastronomia mexicana, indiana e argentina, com o Tá com Tudo, a Culinária Indiana e o Che Cocina, respectivamente.

Entre os sabores europeus, o público poderá experimentar massas italianas do Va Bene, além de opções como hambúrgueres no estilo americano do Annaká e a culinária coreana do Coreia Chicken.

Para quem não abre mão da sobremesa, a programação inclui as fatias de tortas da chef Renata Neves, os churros espanhóis do Churros do Kiel, o sorvete tailandês na chapa da B&L Sweet Roll e as criações da confeitaria francesa Dussor.

A Adega Wine reúne drinks e vinhos com rótulos de várias nacionalidades, enquanto a Origem do Sabor aposta em salgados gourmet e croquetes. O Pastel Cabuloso leva seus tradicionais pastéis, e o Churrascos na Chapa marca presença com espetinhos preparados na hora.

Além da ampla oferta gastronômica, o festival contará ainda com uma área dedicada a empórios e produtos artesanais, ampliando a experiência cultural do público.

“A nossa missão nesta edição é clara: superar expectativas. Estamos trabalhando com uma curadoria rigorosa e uma atenção especial aos detalhes para entregar um evento ainda mais completo, marcante e inesquecível para o público”, completa Ítalo Resende, também idealizador do projeto.

Mais do que um evento gastronômico, o Festival Origens propõe uma imersão cultural. Música, ambientação temática, referências visuais e uma programação pensada nos detalhes prometem transportar os visitantes por diferentes países a cada passo. O espaço, escolhido de forma estratégica e conceitual, receberá pela primeira vez um festival gastronômico, tornando a experiência ainda mais inédita e simbólica.

“A escolha do Aeroporto da Pampulha como sede desta edição reforça justamente esse conceito de viagem. É um espaço que conecta pessoas, culturas e destinos, e isso tem tudo a ver com a proposta do festival”, destaca Ítalo Resende. “Com localização privilegiada e de fácil acesso, o Aeroporto da Pampulha oferece o cenário ideal para receber o evento, agregando originalidade, visibilidade e uma experiência diferenciada ao público.

A estrutura do festival foi cuidadosamente planejada para proporcionar conforto, organização e diversidade. Serão mais de 40 expositores gastronômicos, formando um verdadeiro circuito internacional de sabores. O evento contará ainda com espaço kids, garantindo diversão para as crianças e comodidade para as famílias; área de banheiros ampla e bem distribuída; bares centralizados para otimizar o atendimento; bar de chopp, drinks, vinhos e bebidas não alcoólicas; além de mais de 200 mesas espalhadas pelo espaço.

A programação inclui palco com música ao vivo durante todo o evento e um espaço instagramável, pensado especialmente para registros e compartilhamentos nas redes sociais.

“O público pode esperar uma experiência completa. Pensamos em cada detalhe, desde a seleção dos expositores com seus pratos até a ambientação e a programação cultural, para que as pessoas realmente se sintam viajando pelo mundo”, comenta Humberto. Queremos proporcionar uma verdadeira viagem sensorial sem sair de Belo Horizonte”, finaliza ele.

SERVIÇO
Festival Origens Gastronômicas – Volta ao Mundo
Datas: 18 e 19 de abril
Local: Aeroporto da Pampulha – Belo Horizonte
Horários:
Sábado (18/04): 12h às 22h
Domingo (19/04): 10h às 18h
Atrações: gastronomia internacional, shows ao vivo, espaço kids, área de bebidas e espaço instagramável
Entrada gratuita
@festivalorigensgastronomicas

Minas Trend abre 35ª edição com alta expectativa

Durante solenidade de abertura, representantes e autoridades destacaram a importância do evento para a indústria da moda e o desenvolvimento econômico do estado

A 35ª edição do Minas Trend teve início nesta terça-feira (14), no BH Shopping, em Belo Horizonte, com expectativa de movimentar mais de R$ 33 milhões em negócios e superar os resultados da edição anterior. Até a próxima quinta-feira (16), o evento deve receber cerca de 5 mil visitantes e reunir mais de 100 marcas, que vão apresentar os lançamentos da coleção primavera/verão 2027 nos segmentos de bolsas e calçados, joias e bijuterias, vestuário adulto e moda infantojuvenil, com o Minas Trend Kids.

Sob o tema “Ecos” e o slogan “A Casa da Indústria da Moda”, esta edição destaca a força das conexões geradas no ambiente do salão, passando pelos estandes até as vitrines. A proposta é evidenciar como as relações construídas durante o MW reverberam em toda a cadeia produtiva.

Durante a solenidade de abertura, o presidente interino da FIEMG, Mário Marques destacou a importância do Minas Trend para a indústria da moda. “É um evento que defende os interesses desse segmento, focando em manter o protagonismo, sobretudo, da moda produzida em nosso estado”, disse.

Rogério Vasconcelos, presidente da Câmara da Indústria de Insumos e Transformação do Vestuário, Calçados e Acessórios da FIEMG e presidente do Sindicato das Indústrias do Vestuário do Estado de Minas Gerais (SINDIVEST-MG), por sua vez, pontuou que Minas tem posição de destaque nesse cenário, respondendo por 12,4% das empresas de moda do Brasil e por 10,9% dos empregos da indústria nacional.

“Quando vemos a complexidade da cadeia produtiva da moda, construída por diversos elos, desde o estilista, passando por todo um processo de produção até chegar às mãos das costureiras e, finalmente, à comercialização, são vários atores envolvidos e empregos gerados. Por isso, temos que valorizar muito a moda mineira e tudo que é produzido no Brasil”, ressaltou.

Representando o presidente do Sebrae Minas, Marcelo de Souza e Silva, o diretor técnico Douglas Cabido afirmou que a parceria entre a FIEMG e o Sebrae é importante para movimentar a plataforma de realização de novos negócios. “Que cada vez mais a moda mineira se fortaleça. Tenho orgulho de ver a força do Minas Trend. Por isso, essa é uma parceria importante para o nosso ambiente de negócios”, analisou.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas, José Carlos Lyra de Andrade reforçou o quanto é significativo a moda alagoana participar mais uma vez do Minas Trend. “Já são 17 anos de participação neste evento que tem trazido uma evolução muito grande para a moda do nosso estado, um verdadeiro divisor de águas para as empresas alagoanas, com nossas marcas conquistando o mercado nacional e internacional e cada vez mais espaço”, comemorou.

Já Denise Valadares, CEO e diretora criativa da marca que leva seu nome, contou que a empresa cresceu e foi fundada no Minas Trend, há 10 anos. “Com isso, vocês podem medir a força e a importância desse evento. Desejo que as marcas participantes possam desfrutar dessa oportunidade e gerar ótimos negócios”, ressaltou.

Por sua vez, Murilo de Paula Graciano, presidente do Sindijoias falou da expectativa do setor para esta edição do evento, que prevê superar a movimentação de R$ 33 milhões em negócios. “O Minas Trend fortalece a cadeia produtiva e valoriza o expositor. Mesmo em cenários desafiadores, seguimos com expectativas altas, porque o evento gera oportunidades concretas para o setor”, completou.

O Minas Trend é uma realização do Sistema FIEMG, por iniciativa da Câmara da Indústria de Insumos e Transformação do Vestuário, Calçados e Acessórios. Apoio máster do Sebrae Minas. Parceria Básico Aroma e apoio da Gellak, Centro Universitário Una, Rede Minas e 98 News.

Desfiles e palestras exclusivas para participantes

Além do salão de negócios, lojistas e compradores poderão conferir quatro desfiles do Minas Trend Kids e um adulto, promovido pelo Sebrae do Rio Grande do Norte.

Haverá ainda cinco palestras com Arlindo Grund; Francine Pacheco; Karine Lombardi; Larissa Pimenta e Jessica Mendes; e encerrando com Walter Rodrigues.

SERVIÇO

35ª edição do Minas Trend

Data: 14 a 16 de abril de 2026

Horário: 10h às 20h

Local: BH Shopping – Piso Ouro Preto (BR-356, 3049, Belvedere – Belo Horizonte – MG)

HQ “Priguicite Aguda” aborda tarefas domésticas

Livro em quadrinhos do artista Joá será lançado em Contagem, BH e Cordisburgo

A expressão “preguicite aguda”, tão típica nos lares dos mineiros, ganhou as páginas de um livro em quadrinhos. A obra “Priguicite Aguda”, assinada pelo artista visual e cineasta Joacélio Batista, o Joá, será lançada em abril, em três municípios de Minas Gerais: Contagem, Belo Horizonte e Cordisburgo. Com classificação livre, a HQ propõe, por meio do humor, ressignificar a preguiça como ponto de partida para a criatividade e revisitar, com bastante leveza, situações comuns da infância. O público poderá garantir a obra nas seguintes datas: 25 de abril (Casa dos Quadrinhos – BH); 27 de abril (CEU das Artes Ressaca – Contagem) e 29 de abril (Museu de Cordisburgo).

Criada em 1998, quando Joá estudava na Escola de Belas Artes da UFMG, “Priguicite Aguda” surgiu como uma brincadeira e teve como inspiração o cotidiano familiar. “Os personagens principais, Pri e Guiça, nasceram como uma zoação com a preguiça dos meus irmãos, que nunca lavavam a louça em casa”, relembra o autor. As tirinhas ficaram guardadas por mais de duas décadas até serem redescobertas pelos sobrinhos do artista. “Comecei a ouvir risos vindos do quarto. Eles não só gostaram como leram tudinho. O riso deles me despertou a ideia de que as tirinhas mereciam ir para um livro”, conta Joá.

A partir desse reencontro, Joá retomou a produção, atualizou piadas, criou novos personagens e ampliou o universo das histórias. Foram cerca de 15 meses de trabalho, resultando em mais de 400 novas tiras, que se somam a outras quase 200 produzidas nos anos 1990. “A preguiça, muitas vezes vista como defeito, pode ser ressignificada como ponto de partida para a criatividade”, afirma ele.

O humor presente na obra dialoga diretamente com experiências comuns a diferentes gerações. Entre broncas de mães, disputas entre irmãos e pequenas tarefas domésticas, o livro constrói uma narrativa afetiva, em que o riso surge do reconhecimento. “É um humor que brinca com esses pequenos conflitos domésticos e transforma a infância em algo leve e divertido”, diz Joá, destacando que a proposta é reunir pais e filhos em torno da leitura, criando identificação e memória.

Os eventos de lançamento nas cidades de Contagem e Cordisburgo serão compostos por bate-papo com o autor, distribuição gratuita de exemplares e sessão de autógrafos. Essas atividades serão voltadas para estudantes de escolas públicas, ampliando o acesso ao livro e incentivando a formação de novos leitores. Já em BH, na Casa dos Quadrinhos, o público poderá adquirir um exemplar da obra após um bate-papo com o artista. Todos os encontros contarão com acessibilidade em Libras.

A obra “Priguicite Aguda” representa a retomada de um sonho antigo do artista. “Os resquícios do menino cheio de energia, repleto de vontade de fazer histórias em quadrinhos, estão muito felizes de ver seus personagens em um livro. É tipo um sonho realizado impresso no papel”, define Joá. O livro foi aprovado no edital 07/2024 da Política Nacional Aldir Blanc (MG) – Projeto Nº 7292/2024.

SERVIÇO

Lançamento da HQ “Priguicite Aguda” – Joá

Entrada Gratuita

Classificação Livre

Atividades com bate-papo e sessão de autógrafos

Eventos com acessibilidade em Libras

Mais informações: https://www.instagram.com/joaceliobatista

25 de abril – 9h

Casa dos Quadrinhos (Av. João Pinheiro, 277, Boa Viagem), em BH

27 de abril – 9h

CEU das Artes – Ressaca (Rua Magnólia, 100, Arvoredo), em Contagem

29 de abril – 13h

Museu de Cordisburgo (Av. Padre João, 744, Centro), em Cordisburgo

Victor Alan conquista leitores com crônicas

O Ceará tem revelado novos nomes na literatura, e um deles vem chamando a atenção do público: o professor e autor cearense Victor Alan. Ele estreou no universo literário próximo dos 50 anos e tem conquistado leitores com uma escrita sensível, reflexiva e marcada pela valorização das memórias e das experiências cotidianas.

Natural do Ceará, Victor Alan decidiu transformar a chegada de uma nova fase da vida em um marco pessoal e profissional. A proximidade dos 50 anos despertou o desejo de finalmente tirar do papel um sonho antigo: publicar um livro. Assim nasceu “Qual o Nome da Sua Saudade e Outras Crônicas”, sua obra de estreia, que rapidamente passou a circular entre leitores cearenses e a gerar identificação imediata.

Um professor cearense que encontrou na escrita uma nova missão

Antes de se tornar autor, Victor Alan construiu sua trajetória como professor. A vivência em sala de aula, o contato com diferentes histórias e a observação sensível do comportamento humano ajudaram a moldar o olhar que hoje aparece em suas crônicas. A escrita, no entanto, sempre esteve presente em sua vida.

Ainda na infância, ele já demonstrava interesse pela produção textual, sendo um dos alunos que mais gostavam de escrever. Aos 10 anos, começou a criar histórias em cadernos, inspirado pelo desejo de trabalhar com roteiros. Com o passar do tempo, a leitura de autores consagrados direcionou seu caminho para a crônica, gênero que se tornou sua marca autoral.

Influências literárias e identidade nordestina

A formação literária de Victor Alan foi construída a partir da leitura de autores brasileiros como Fernando Sabino, Marcos Rey, Lygia Fagundes Telles e Machado de Assis. A partir dessas influências, ele desenvolveu uma escrita simples, direta e reflexiva, que dialoga com o cotidiano e valoriza as experiências humanas.

Mesmo sem focar em um regionalismo explícito, sua sensibilidade carrega traços da vivência nordestina. O olhar atento para as pequenas histórias, a valorização da memória e o tom intimista aproximam o leitor de situações comuns, transformadas em reflexão através da palavra.

Estreia literária e reconhecimento entre leitores cearenses

A decisão de escrever o primeiro livro veio em 2025. Com disciplina, Victor Alan produziu as crônicas ao longo de seis meses, revisando os textos e buscando opiniões de leitores próximos. Após a finalização, a obra foi publicada e passou a ganhar espaço entre leitores do Ceará.

O retorno do público veio rapidamente. Mensagens de leitores emocionados, relatos de identificação com as histórias e pedidos por novos exemplares marcaram o início de sua trajetória literária. O boca a boca ajudou a consolidar o nome do autor como uma nova voz da literatura cearense contemporânea.

Sobre o Autor

Victor Alan é professor e escritor cearense. Sua escrita nasce da observação do cotidiano e da memória como fio condutor de suas reflexões. Com estilo simples e intimista, busca criar conexão direta com o leitor, transformando experiências pessoais em sentimentos universais.

Adquira o livro:

Link: https://www.instagram.com/victor_alan76/

Contato: (85) 99995.6929

Filme de Jackson Abacatu propõe desacelerar olhar

“A menina que queria ser pedra” estreia em Belo Horizonte com linguagem visual inédita, inspiração literária e uma trajetória de 20 anos dedicada à experimentação artística

No próximo dia 7 de maio, Belo Horizonte recebe a estreia de A menina que queria ser pedra, novo trabalho do artista visual, cineasta e músico Jackson Abacatu, no Cine Santa Tereza. Com cerca de duas décadas de atuação nas artes e no audiovisual, o diretor mineiro apresenta um filme que une literatura, animação e matéria em uma experiência estética singular.

Livros viram cinema: uma linguagem visual rara e artesanal

Um dos grandes destaques do filme está na forma como ele é construído.

Utilizando páginas de livros antigos como base para a animação, Abacatu cria cenas a partir da disposição desses livros em diferentes posições, tamanhos e camadas, um processo pouco usual no cinema contemporâneo. Cada movimento é inicialmente desenvolvido em animação 2D e, em seguida, projetado e pintado manualmente sobre o papel com nanquim. As páginas são então organizadas em composições físicas – que variam de um a vários livros simultaneamente – e capturadas em sequência.

O resultado é uma estética única, em que texto, imagem e materialidade coexistem, criando uma experiência visual quase tátil, marcada por sobreposições, texturas e múltiplas camadas de leitura.

Entre literatura e imagem: as inspirações do filme

O projeto nasceu a partir de um conto escrito pelo próprio diretor, influenciado pelas leituras do escritor Walter Hugo Mãe. A proposta também dialoga com artistas visuais como William Kentridge e Ekaterina Panikanova, conhecidos por
explorar a relação entre desenho, tempo e suporte físico.

Essa convergência entre literatura e artes visuais se reflete na narrativa do filme, que acompanha o diálogo entre duas crianças, um menino inquieto e uma menina serena, em uma reflexão sensível e existencial sobre percepção, tempo e
transformação.

Uma provocação contemporânea: o tempo da pedra

Mais do que contar uma história, A menina que queria ser pedra propõe uma experiência.

Em um cenário marcado pelo consumo acelerado de conteúdo e pela fragmentação da atenção, o filme convida o espectador a desacelerar. A pedra surge como símbolo central dessa reflexão — representando permanência, silêncio e um tempo diferente do ritmo humano contemporâneo.

A obra sugere que falta-nos um pouco dessa sensação de “pedra”: a capacidade de pausar, contemplar e mergulhar profundamente em uma experiência artística seja no cinema, na música ou em qualquer
forma de expressão.

Som e matéria: trilha com instrumento de pedra

A proposta sensorial se estende à trilha sonora. O filme incorpora uma marimba de pedra (litofone), construída pelo próprio diretor, além de elementos como piano e handpan, criando uma atmosfera sonora leve e imersiva, que acompanha
o ritmo contemplativo da obra.

Jackson Abacatu: 20 anos de experimentação artesanal e um olhar próprio sobre o mundo

Em 2026, Jackson Abacatu completa duas décadas dedicadas à criação artística. Formado em Cinema de Animação e Escultura pela Escola de Belas Artes da UFMG, o artista mineiro construiu uma carreira marcada pela inquietude criativa
e pela recusa em se fixar a uma única linguagem ou técnica. Ao longo desses 20 anos, dirigiu 18 curtas-metragens e 18 videoclipes, além de lançar dois álbuns de músicas autorais — números que revelam uma produção consistente e
diversificada.

No cinema de animação, Abacatu transitou por técnicas como recorte, 2D tradicional, stop motion, animação em areia e pintura em vidro, sempre priorizando o processo artesanal e a experimentação estética. Essa versatilidade rendeu reconhecimento em festivais nacionais e internacionais, com exibições em países como Canadá, Portugal, Argentina, Espanha, Tanzânia e Irlanda, além de prêmios como no 7º PRÊMIO BDMG CULTURAL, FCS de estímulo ao curta-metragem de baixo orçamento e Melhor animação no 33º Festival Guarnicê de Cinema – São Luis-MA, além de Melhor Animação Brasileira no Baixada Animada (RJ).

Obras como Tembîara (2011), com sua profunda ligação à cultura indígena e à língua tupi, e O Homem que Pintava Músicas (2013), que entrelaça animação e linguagem musical, ilustram outros traços permanentes de sua obra: a conexão
com a natureza, a sensorialidade e a busca por experiências contemplativas.

A Menina que Queria Ser Pedra chega como uma síntese madura dessa trajetória – e uma celebração de 20 anos de cinema feito com intenção, autoria e olhar próprio. Como parte das celebrações pelos 20 anos de carreira, Jackson Abacatu será
homenageado com uma retrospectiva de sua obra na MUMIA – Mostra Udigrudi Mundial de Animação, que chega à sua 24ª edição em dezembro de 2026. A mostra reunirá uma seleção de seus curtas-metragens e videoclipes, evidenciando a diversidade técnica e a evolução estética de sua produção ao longo das últimas duas décadas. A retrospectiva reforça o reconhecimento de sua trajetória no campo da animação autoral e destaca sua contribuição para o cinema experimental brasileiro, consolidando seu nome entre os artistas que expandem as possibilidades da linguagem animada.

SERVIÇO
Filme: A menina que queria ser pedra – Jackson Abacatu
Estreia: 07 de maio
Local: Cine Santa Tereza
Cidade: Belo Horizonte – MG
Trailer:

 

Minas lidera estratégias para R$ 600 mi em inovação

Com o maior número de Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) do país e um orçamento que se consolida entre os maiores do Brasil para o setor, Minas Gerais posiciona-se como o estado de vanguarda na atração de investimentos tecnológicos. Durante o painel “Desafios e oportunidades para o fomento a projetos inovadores”, realizado no Órbi ICT, lideranças do governo e do ecossistema detalharam como o estado pretende aplicar mais de R$ 600 milhões via Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) em 2026 para impulsionar empresas de todos os portes.

O subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação de Minas Gerais, Lucas Mendes, trouxe uma análise profunda sobre o futuro da atração de investimentos. Com a implementação da Reforma Tributária, que tende a reduzir a eficácia da tradicional “guerra fiscal” entre estados, Mendes defende que o novo diferencial competitivo será o capital intelectual e a infraestrutura de pesquisa.

“Qual vai ser o grande diferencial para os Estados atraírem investimento? Formação de mão de obra qualificada, geração de tecnologia e oportunidade de inovação. O Estado já sai na frente pelo que investiu nos últimos anos”, afirmou Mendes.

Para converter o potencial em notas fiscais, o governo criou instrumentos inovadores, como o Compete Minas e o Come to Minas. Este último foca especificamente em atrair centros de Pesquisa e Desenvolvimento de empresas de fora para o território mineiro, garantindo empregabilidade para a mão de obra qualificada formada nas instituições locais.

Fapemig: recorde de recursos e novos modelos de gestão

Flávio Belo, assessor da Fapemig, jogou luz no papel da fundação. Ele destacou que a instituição vive um momento de “vacas gordas”, recebendo o repasse constitucional de 1% da receita corrente ordinária do estado. Em 2024, foi responsável por 41% de todo o investimento em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no estado, superando, segundo ele, agências federais como Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) e CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) em solo mineiro.

Flávio Belo apresentou um pente-fino dos editais para o primeiro semestre, com destaque para o SEED (Startups and Entrepreneurship Ecosystem Development). O novo formato descentralizará a política de aceleração para 12 mesorregiões, permitindo que ambientes de inovação, como o Órbi ICT, gerenciem recursos de até R$ 100 mil por startup.

Outra novidade é o edital Minas Pelo Clima, que busca soluções tecnológicas para desafios ambientais do estado. Belo reforçou que o foco está na subvenção econômica, o chamado “dinheiro a fundo perdido”, que, embora não precise ser devolvido, exige rigorosa responsabilidade pública.

Uma das falas mais celebradas pelo público foi a promessa de simplificação dos processos. Flávio Belo reconheceu as dificuldades históricas do sistema Everest, apelidado de “montanha difícil de ser escalada”. A fundação está migrando para uma plataforma mais intuitiva, batizada de Evandro Mirra, que integrará o Cartão BB Pesquisa. “Queremos o sistema o mais intuitivo possível”, explicou Belo.

Além disso, a Fapemig agora permite o pré-cadastro simplificado de empresas e a análise documental a posteriori, evitando que bons projetos sejam descartados por falhas formais em certidões no ato da inscrição.

A experiência da IViJur: edital como alavanca de mercado

A empreendedora Marcela Carvalho, CEO da IViJur, trouxe o contraponto prático de quem navega por esses sistemas. Ela utiliza Inteligência Artificial (IA) para tornar a linguagem jurídica acessível e viu nos editais uma forma de validar sua tecnologia com a chancela do setor público. “Startup, vamos ser honestos, caixa importa muito. Meu dinheiro mais caro é meu capital social. O edital tem que entrar na primeira linha da estratégia”, defendeu Marcela.

Ela relatou como vencer um edital do Tribunal de Justiça (TJMG) trouxe uma legitimidade que nenhuma rodada de investimento privado poderia oferecer: “A gente venceu e olha a legitimidade de ter um terceiro dando chancela para aquele produto”. Marcela também enfatizou a importância do apoio do Órbi ICT para entender os custos ocultos e a linguagem técnica exigida pelas bancas avaliadoras.

Casos de sucesso e parcerias público-privadas

Lucas Mendes encerrou o debate com o exemplo da Grantos Seguros, de Uberaba. A empresa, que participou de sucessivos editais desde 2022, saltou de 12 para 120 funcionários, estruturando agora sua própria ICT no parque tecnológico local. Para Mendes, o desafio agora é fazer com que a indústria e o comércio sigam o exemplo do agronegócio. “O agro já entendeu a inovação como investimento, não como gasto. Precisamos que os outros setores tenham essa mesma coragem”, concluiu.

O painel mediado por Janayna Bhering, diretora de fomento à inovação do Órbi ICT, reafirmou que Minas Gerais não apenas disponibiliza o capital, mas está ativamente “dobrando a aposta” na simplificação para que o recurso chegue à ponta e transforme a economia real.

O (Órbi ICT) articula pesquisa aplicada, formação de talentos e desenvolvimento de soluções para impulsionar a inovação a partir de Belo Horizonte. Fundado em 2017 por Inter, MRV&Co e Localiza&Co, o Órbi evoluiu para um modelo que integra três frentes estratégicas: Educação, Fomento à Inovação e Território & Impacto. Sediado no bairro Lagoinha, próximo ao Centro da capital, o Órbi atua como um laboratório urbano vivo, conectando diferentes atores para transformar desafios reais em oportunidades de inovação.

Órbi ICT e FDC avançam na educação tecnológica

Em um cenário global cada vez mais orientado por tecnologia e conhecimento, o Brasil tem diante de si um desafio e uma oportunidade concreta de reposicionamento: deixar de ser consumidor de inovação para assumir protagonismo como produtor de soluções. É nesse contexto que foi celebrada, em Belo Horizonte, a assinatura de um acordo de cooperação técnica entre a Fundação Dom Cabral e o Órbi ICT, uma iniciativa que nasce com a ambição de posicionar Minas Gerais como referência em inovação estratégica no Sul Global.

“Com forte densidade acadêmica, tradição industrial e um ecossistema empreendedor em expansão, Minas Gerais se posiciona como terreno fértil para a construção de um modelo que integra educação, inovação e desenvolvimento territorial. A atuação do Órbi como ICT (Instituição Científica e Tecnológica) reforça esse papel ao ampliar sua capacidade de desenvolver projetos de pesquisa aplicada, fomento à inovação tecnológica, formação e transferência de conhecimento”, avaliou Maria Fernanda Maia, conselheira do Órbi ICT.

Mais do que um acordo institucional, trata-se da construção de um projeto estruturante: o desenvolvimento de um centro de referência dedicado a inteligência artificial, tecnologia, inovação e negócios. Um espaço concebido para conectar ecossistemas relevantes, fomentar pesquisas aplicadas e impulsionar soluções que dialoguem com os desafios reais de empresas e territórios.

“Para a Fundação Dom Cabral, como escola de negócios de destaque internacional, a configuração de um Centro de Referência com protagonismo mundial a partir do Sul Global é estratégico, e isso pressupõe combinar pessoas preparadas e empreendedoras, tecnologias emergentes e inovação que gere impacto real. Nesse contexto, ter o Órbi como parceiro e Minas Gerais como lócus de aceleração da iniciativa faz muito sentido”, avalia Gustavo Donato, Vice-Presidente de Conhecimento e Aprendizagem da FDC.

“A educação é base para qualquer transformação sustentável de um território, de um país. A tecnologia, como a IA generativa e tantas outras, não é mais um diferencial, é linguagem. Poder ampliar e co-construir uma metodologia, a partir das demandas sociais e do trabalho, tendo como ponto central a formação de pensadores críticos e analíticos, é colocar o humano consciente para decisões cada vez mais complexas, capazes de gerar valor e impacto real”, resume Sabrina Oliveira, diretora de Educação do Órbi ICT.
Educação como estratégia de inovação

A agenda conjunta entre Órbi ICT e Fundação Dom Cabral insere a educação como componente central da estratégia de inovação, com foco na formação de profissionais capazes de operar, interpretar e desenvolver tecnologias em escala. A iniciativa integra a atuação do Órbi como Instituição Científica e Tecnológica (ICT), ampliando sua capacidade de desenvolver projetos de pesquisa, educação e inovação aplicada.

“Essa parceria também evidencia uma convicção fundamental, ou seja, o poder das redes. Em um ambiente marcado por complexidade e velocidade, nenhuma organização avança sozinha. É na interseção entre academia, empresas, startups e sociedade que surgem as soluções mais robustas e sustentáveis”, afirma Hugo Ferreira Braga Tadeu, diretor do Núcleo de Inovação e Tecnologias Digitais da FDC e conselheiro do Órbi ICT e membro de comitês de inovação tecnológica.

O diferencial dessa iniciativa está na combinação de ativos complementares. De um lado, a excelência acadêmica e a capacidade de formação de lideranças da Fundação Dom Cabral. De outro, a vocação do Órbi ICT como ambiente de inovação aberta, integrando startups, grandes empresas, investidores e pesquisadores. Essa convergência cria as condições ideais para acelerar a transformação de conhecimento em valor econômico e impacto social.

Dados recentes ajudam a dimensionar o desafio, avalia o CEO do Órbi ICT, Christiano Xavier. “O Brasil enfrenta um déficit superior a 500 mil profissionais de tecnologia, reflexo de uma formação anual ainda insuficiente frente à demanda do mercado. Ao mesmo tempo, pesquisas internacionais indicam que habilidades relacionadas a dados e inteligência artificial estão entre as que mais crescem globalmente, enquanto a alfabetização em dados já é considerada essencial por grande parte das lideranças empresariais. Estamos nos estruturando para resolver esse descompasso”.

A abordagem também dialoga com um desafio mais amplo: democratizar o acesso não apenas às ferramentas digitais, mas à compreensão sobre como elas funcionam e impactam a sociedade. Para os líderes envolvidos, o movimento vai além de uma iniciativa institucional. Trata-se da construção de uma agenda de longo prazo, que conecta formação de talentos, desenvolvimento tecnológico e impacto socioeconômico.

“Ao posicionar a educação como infraestrutura estratégica da inovação, a iniciativa aponta para um caminho em que competitividade não se constrói apenas com tecnologia, mas com a capacidade de formar pessoas preparadas para interpretá-la. E, a partir dela, transformar realidades”, conclui Xavier.

Começa amanhã em BH: Método CIS promete três dias de transformação pessoal no Expominas

Nos dias 16, 17 e 18 de abril de 2026, o Expominas em Belo Horizonte, recebe mais uma edição do Método CIS (Coaching Integral Sistêmico), treinamento voltado ao desenvolvimento pessoal e profissional que tem ganhado destaque em diversas regiões do país.

Criado por Paulo Vieira, o método é promovido pela Febracis, na qual ele é presidente, e se apresenta como uma imersão intensiva com foco em inteligência emocional, mudança de comportamento, crenças limitantes e alta performance. A proposta do evento é oferecer ferramentas práticas para que os participantes possam reavaliar padrões mentais, ampliar sua visão estratégica e aprimorar resultados em diferentes áreas da vida.

Com uma programação que costuma se estender por três dias consecutivos, o treinamento reúne conteúdos relacionados a desenvolvimento humano, liderança, comunicação, produtividade e gestão emocional. A metodologia combina conceitos teóricos com atividades práticas, dinâmicas em grupo e exercícios voltados à aplicação imediata no cotidiano pessoal e profissional.

Em edições anteriores realizadas em capitais brasileiras, o Método CIS reuniu milhares de participantes, consolidando-se como um dos treinamentos mais conhecidos dentro do segmento de coaching e desenvolvimento humano no Brasil. Os eventos costumam atrair um público diversificado, incluindo empresários, profissionais liberais, estudantes e pessoas em busca de evolução pessoal.

Paulo Vieira, Criador do método CIS e Presidente da Febracis
Paulo Vieira, Criador do método CIS e Presidente da Febracis

A edição de 2026 em Belo Horizonte segue a mesma proposta das anteriores, com expectativa de grande público e estrutura voltada para experiências imersivas. Entre os temas abordados, destacam-se inteligência emocional, gestão de crenças, foco em resultados e desenvolvimento de habilidades comportamentais.

A realização do evento ocorre em um momento em que cresce a procura por treinamentos voltados à saúde emocional e ao equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Nesse contexto, iniciativas como o Método CIS buscam atender a uma demanda crescente por autoconhecimento e desenvolvimento de competências socioemocionais.

A programação completa, valores e detalhes sobre inscrições podem ser consultados diretamente nos canais oficiais do evento. CLIQUE AQUI!

Jornalista responsável: Helton Sforzin

BH: Men At Work traz turnê ao Brasil em 2026 em maio

A banda australiana vai passar por São Paulo, Recife, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro durante o mês de maio

Uma das bandas ícones dos anos 80, com mais de 30 milhões de discos vendidos e ganhadora do Grammy de “banda revelação”, o Men At Work tem data para visitar o Brasil em 2026: a banda chega ao país em maio, para seis apresentações – São Paulo no dia 06, no VIBRA São Paulo; Recife no dia 08, no Centro de Convenções de Pernambuco; Belo Horizonte no dia 10, no BeFly Hall; Curitiba no dia 12, no IGLOO Super Hall; Porto Alegre nos dias 13 e 14, no Auditório Araújo Vianna e Rio de Janeiro, onde a apresentação acontece no dia 16, no Qualistage.

Com um repertório pop rock com influências de reggae e new wave, a banda é comandada por Colin Hay, remanescente da formação original. Durante sua carreira a banda lançou três álbuns de estúdio, um disco ao vivo – gravado durante a passagem da turnê mundial pelo Brasil em 1996, oito compilações e dois vídeos.

No repertório da turnê o público irá encontrar todos os grandes hits da banda, canções como “Who Can It Be Now?”, “Down Under”, “Be Good Johnny”, “Underground”, “High Wire”, “Overkill”, “It’s a Mistake”, “Dr. Heckyll and Mr. Jive”, “Everything I Need”, “Maria” e “Man with Two Hearts”, entre muitas outras.


Sobre a banda

O Men At Work nasceu em Melbourne, na Austrália, em meados de 1979. Já no início dos anos 80 se tornaria uma referência mundial no cenário pop rock, chegando a ganhar o Grammy Award de melhor artista iniciante, no ano de 1983.

Seu primeiro álbum, “Business as Usual”, de 1981, marcou o recorde de maior permanência para um álbum de estreia na primeira posição das paradas dos Estados Unidos. Os clipes de “Be Good Johnny”, “Down Under” e “Who Can It Be Now?” tornaram-se videoclipes de sucesso durante os primeiros anos da MTV americana, sendo que as duas últimas músicas chegaram ao topo das paradas americanas e de vários países em todo o mundo.

Apesar do grande sucesso, o Men At Work teve vida curta: a banda se separou em 1985. Colin Hay, que era o vocalista e também músico, compositor, multi instrumentista e até ator, seguiu uma carreira de sucesso. Em 1996, ele se reuniu novamente ao tecladista e saxofonista Greg Ham, outro dos quatro membros originais do grupo, e juntos recriaram a banda, percorrendo com ela dezenas de países em todo o mundo. A segunda interrupção da carreira do Men At Work aconteceu em 2012, com a morte de Ham.

Em 2019, Hay, que continuava sua carreira solo e atuava ainda como membro da All Starr Band de Ringo Starr, retomou a banda com seu grupo de músicos de Los Angeles. Desde então ele tem viajado com o grupo apresentando shows com um repertório formado pelos sucessos das músicas originais do MAW e reunindo grandes audiências em todo o mundo, o que prova que as músicas da banda claramente resistiram ao teste do tempo.

SERVIÇO – Belo Horizonte

Data: Domingo, 10 de Maio de 2026

Local: BeFly Hall — Av. Nossa Sra. do Carmo, 230 — Savassi, BH/MG

Abertura da casa: 17H30

Início do Show: 19H30

Acessibilidade: Local com acessibilidade para PCD

Classificação etária: 18 anos. Menores de 18 anos somente poderão entrar acompanhados de um responsável legal – pai, mãe ou guardião legal, mediante apresentação de documento de identificação.

Ingressos:

Front Stage Secreto (Pista): a partir de R$285,00 (meia)

Cadeira superior Ouro: a partir de R$175,00 (meia)

Cadeira Superior Prata: a partir de R$145,00 (meia)

*Ingresso Social: válido mediante a doação de 1kg de alimento não perecível na entrada do evento. Caso não seja apresentado, será necessário pagar a diferença de valor para o ingresso inteiro.


Vendas de ingressos: https://www.ticket360.com.br/evento/31738/ingressos-para-men-at-work

É possível adquirir o ingresso sem taxa através da Bilheteria Virtual desde que esteja presente no local, (bilheteria do BeFly Hall na Av. Nossa Sra. do Carmo, 230 — Savassi) pois o telefone reconhece o endereço por geolocalização.

A Defesa do Consumidor no Rio de Janeiro: O Papel de Librelon

O deputado estadual Danniel Librelon (REP) tem se consolidado como uma das principais vozes na defesa dos direitos dos consumidores no Rio de Janeiro. Com atuação pautada na humanização, ele tem priorizado o bem-estar da população e o respeito nas relações de consumo.

Com a aproximação da Semana do Consumidor, período que coincide com datas importantes para o comércio, o alerta se intensifica. Librelon, membro da Comissão de Defesa do Consumidor, reforça a importância de garantir que os direitos da população sejam respeitados, especialmente em momentos em que práticas abusivas tendem a crescer.

Sua atuação vai além da fiscalização; ele busca compreender as reais necessidades da população, promovendo diálogos e ouvindo as demandas dos cidadãos. Esse engajamento é especialmente importante durante as festividades, quando muitos consumidores podem se sentir vulneráveis a práticas comerciais abusivas.

Além da atuação institucional, o parlamentar também leva o tema para mais perto da população por meio do quadro Fala Librelon, exibido no programa Balanço Geral RJ, da Rede Record Rio. No espaço, são apresentados casos reais de consumidores que enfrentam dificuldades para resolver problemas mesmo após tentativas pelos canais tradicionais.

“Defender o consumidor é defender a dignidade de quem trabalha e luta todos os dias. Por trás de cada reclamação, existe uma família que não pode ser tratada com descaso”, afirma o deputado.

Entre as principais demandas estão problemas na compra de veículos, dificuldade na devolução de valores, serviços não cumpridos e cobranças indevidas. Os relatos evidenciam um cenário em que muitos consumidores ainda enfrentam barreiras para ter seus direitos garantidos.

Nesse contexto, o Fala Librelon se consolida como uma ferramenta de mediação e solução de conflitos, aproximando o poder público da realidade da população e contribuindo para que os direitos do consumidor sejam efetivamente respeitados. A atuação do parlamentar é marcada pela humanização, ao reconhecer que, por trás de cada caso, existem histórias reais que precisam ser ouvidas e respeitadas. Com uma postura conciliadora e compromisso contínuo, Librelon se firma como uma referência na defesa do consumidor, fortalecendo a confiança da população e promovendo relações de consumo mais justas.