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Música foi o passaporte para professor ampliar seus horizontes

Ainda criança, o professor Kelvin Saldanha Keesen entrou para a Orquestra Jovem das Gerais, projeto patrocinado pela Belgo Arames e Fundação ArcelorMittal.

Quando a oportunidade bate à porta, o talento aflora. A relação do professor Kelvin Saldanha Keesen com a música começou quando, aos sete anos de idade, ele sonhou que tocava violino, mesmo sem nunca ter visto o instrumento ou assistido à apresentação de uma orquestra. Morador de um aglomerado em Contagem, na região Metropolitana de BH, junto com os pais e dois irmãos, ele se animou a participar de aulas de música em um projeto social de sua escola. Começava, ali, um caminho sem volta de dedicação e realização com a arte.

“A vida tem som de curiosidade”, descreve Kelvin. “Comecei na flauta doce, conheci o violino, mas ao longo de outros projetos descobri meu caminho: ser clarinetista”, revela ele. Sua carreira deu um salto aos 14 anos, ao conquistar espaço na Orquestra Jovem das Gerais, patrocinado pela Belgo Arames e Fundação ArcelorMittal. Kelvin então embarcou com os músicos do projeto em uma turnê por seis países da Europa. Dois anos depois, participou de outra turnê internacional, nos Estados Unidos. “Agarrei essas oportunidades e promovi a minha transformação”, diz ele.

E que transformação: aos 16 anos, entrou para a Orquestra Sinfônica dos Palácio das Artes e ganhou o prêmio Jovem Solista da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Aos 18 anos passou em segundo lugar no vestibular para bacharelado em Música na própria UFMG. Hoje, Kelvin faz mestrado em Educação Musical na Universidade do Estado de Minas Gerais e já está de olho em um doutorado.

Hoje, formado, músico profissional reconhecido e bem-sucedido, Kelvin quer retribuir tudo o que lhe foi oferecido para chegar aonde chegou. “Hoje sou professor de música para mais de 200 crianças em Itaúna, dentro do projeto Acordes, apoiado pela Fundação ArcelorMittal”, explica. “Quero oferecer as mesmas oportunidades que recebi, com a mesma flauta doce que comecei a realizar o meu próprio sonho. Quero multiplicar o conhecimento que me foi dado. De graça recebi, de graça eu vou dar.”

Projeto Orquestra Jovem das Gerais 

Fundada em 1997, a Orquestra Jovem das Gerais é uma iniciativa voltada para o desenvolvimento humano por meio do acesso à arte, cultura e educação. Com núcleos em Belo Horizonte, Nova Lima, Ibirité, Itaúna, Itatiaiuçu e Ribeirão das Neves, o projeto oferece aulas de instrumentos de cordas (violino, viola clássica, violoncelo e contrabaixo acústico), sopro (flauta doce, flauta transversal, clarinete, oboé e trompete) e percussão para crianças e adolescentes. Atualmente, o projeto conta com 200 participantes e, desde sua fundação, 1600 alunos já passaram pela instituição.

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