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dom, 16 junho 24

Acuruí (MG) sedia o Festival das Montanhas e Águas de Minas

Entre as atrações musicais gratuitas, shows com Chama Chuva, Trio de Viola Caipira, Mina Bloco, Bartucada, Trio Sanfoneiro – Miódibão e Bruna Viola. Evento terá também concurso de redação, oficinas, teatro, caminhada ecológica, artesanato e gastronomia

Localizado a 80 quilômetros de Belo Horizonte, o vilarejo de Acuruí (MG),  único distrito de Itabirito integrante da  Estrada Real, recebe, entre os dias 2 a 9 de junho, a terceira edição do  Festival das Montanhas e Águas de Minas, que este ano terá como tema o Rio das Velhas. A programação gratuita do Festival das Montanhas e Águas de Minas inclui a realização de oficinas de Linguagens de Sinais na rede pública de ensino, concurso de redação, contação de casos, oficinas profissionalizantes de caiaque, artesanato e pintura ocre, além de teatro, caminhada ecológica, rua brincante, feira de artesanato e gastronomia.

Tudo isso no embalo de muita música, de gêneros variados: do sertanejo raiz ao forró, passando pelo instrumental, samba, viola e acordeon.  Nos palcos, apresentações de Chama Chuva, Trio de Viola Caipira, Mina Bloco, Trio Sanfoneiro – Miódibão e Bruna Viola, entre outras.

SUSTENTABILIDADE – É nessa região abundante em história e recursos naturais, famosa por seus vales e cachoeiras que o Rio das Velhas, com 801 km, um dos principais afluentes do Velho Chico e o único que passa por uma Região Metropolitana, responsável por 70% do abastecimento de água da capital mineira, será homenageado nessa edição do evento.

“O Festival das Montanhas e Águas de Minas busca o resgate das raízes dos vilarejos do estado de Minas. Por isso, essa justa homenagem ao Rio das Velhas, exemplo de como é fundamental cuidar e preservar as nossas belezas naturais. Além disso, o Festival é uma oportunidade ímpar de mostrar nos espaços púbicos um pouco das riquezas culturais e gastronômicas da região. E também de contribuir para despertar novos talentos. Tudo isso totalmente gratuito”, ressalta o coordenador do Festival e produtor cultural, Rud Carvalho.

Para a secretária municipal de Patrimônio Cultural e Turismo de Itabirito, Júnia Melillo, o Festival das montanhas e Águas de Minas é extremamente representativo para a comunidade de Acuruí: “um dos nossos distritos mais simbólicos dada sua importância histórica, e se torna uma excelente oportunidade de atração turística para demonstrar os valores culturais através da gastronomia e outras manifestações artísticas. Além disso, o Festival traz à tona uma importante pauta da sustentabilidade através da preservação de nosso Rio das Velhas, afinal, não há turismo sem preservação e sustentabilidade.”

O Grupo Avante e a Ferro Puro Mineração são os grandes responsáveis pela viabilização do projeto.  “Nós temos uma parceria sólida com as comunidades da região e sempre buscamos patrocinar projetos que levem esporte, educação, cultura e lazer aos moradores e que contribuam com a economia e o desenvolvimento local. O Festival das Montanhas e Águas de Minas, além de atingir esses critérios, também retrata a cultura mineira e promove atividades que estão alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, especialmente o ODS 4 (Educação de Qualidade) e o 17 (Parcerias e meios de implementação). Tudo isso vai ao encontro do nosso propósito de promover uma mineração diferente e dos nossos pilares, colocando as pessoas em primeiro lugar”, afirma o Supervisor Socioambiental da Ferro Puro Mineração, Gilson de Deus.

“A Jaguar Mining se orgulha de participar do Festival das Montanhas e Águas de Minas pela segunda vez consecutiva. Acreditamos que iniciativas como esta, de valorização e resgate da cultura, da história e do patrimônio são fundamentais para fortalecer a identidade regional e promover o desenvolvimento local, além de proporcionar entretenimento e alavancar o turismo, incentivando a participação de diversos públicos e o fortalecimento da comunidade de Acuruí”, ressalta o coordenador de Comunicação e Relações Institucionais, Felipe Gonzaga.

Programação – Festival das Montanhas e Águas de Minas (02 a 09 de junho de 2024)

02 a 06 de junho:

Ø  4 oficinas em escolas públicas por Tatiana Quites ensinando Linguagem de Sinais.

Tatiana é vice-diretora de Políticas para Pessoas com Deficiências de Belo Horizonte, órgão da subsecretaria de Direitos e Cidadania de BH.

Ø  4 contações de casos – Chico Mineiro: uma amizade que vai além do tempo.

Ø  Concurso de redação e desenho para escolas de rede pública com a temática “Chico Mineiro:  uma amizade que vai além do tempo”

Ø  Oficina de Caiaque na Lagoa de Acuruí, ministrada por Rodrigo de Angelis, diretor de comunicação do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio das Velhas (CBH Rio das Velhas) e canoísta da equipe da Expedição ‘Rio das Velhas, te quero vivo’.

Ø  2 dias de oficina de artesanato com Heliana Lages.

Mineira de Belo Horizonte,  a designer de bijuterias  trabalha com peças confeccionadas artesanalmente, tecidas em fio de metal. Busca sempre pessoas interessadas em desenvolver trabalhos artesanais, oportunizando geração de emprego e renda.

Ø  1 oficina de pintura ocre para crianças

07 de junho:

18h: Abertura da Vila das Montanhas

18h: Feira de artesanato e gastronomia de produtores locais

19h30:  Banda Local Instrumental – Banda Tropicália

20h30: Velino: natural de Itabirito (MG), estudante de Música da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) , teve a sua a carreira lançada em 2019. Desde então vem atraindo cada vez mais seu público para os shows. Canta do pop leve, ao hip-hop e samba.

22h: Show Chama Chuva: banda de forró pé-de-serra presente no mercado fonográfico há 24 anos. Os fundadores da banda eram três jovens nascidos em um cenário cultural brasileiro riquíssimo: a Vila de Itaúnas (ES), onde o grupo começou em 1999. O Chama Chuva já gravou e lançou um DVD, 12 CD ́s, um álbum virtual e 7 singles.

08 de junho:

9h: Caminhada ecológica com Cleide, trajeto em Acuruí, na Lagoa.

12h: Abertura da Vila das Montanhas

12h: Feira de artesanato e gastronomia de produtores locais

14h: Bloco Zé Pereira – com bonecos gigantes

15h: Oficina gastronômica com Pirão de Peixe do Rio das Velhas

17h: Trio de Viola Caipira: ao som de viola caipira, o grupo interpreta sucessos como Chico Mineiro, Chalana  e Menino da Porteira,  sempre apresentando música de qualidade e o sertanejo raiz.

20h: Mina Bloco: bloco rítmico feminino que teve início em 2017, formado somente por mulheres de Itabirito.

21h30: Bartucada e convidado: considerada uma das maiores atrações do carnaval mineiro, possui um estilo musical muito peculiar, todos os gêneros musicais são executados em ritmo de samba, axé e bateria. Esta mistura caracteriza a batida única da Bartucada que é precursora nesse segmento.

09 de junho:

9h: Pedalada ecológica com Leda e Mariana

12h: Abertura da Vila das Montanhas

12h: Feira de artesanato e gastronomia de produtores locais

13h: Rua Brincante com instrutores para crianças

14h: Teatro infantil: As Velhas do Rio, com Marcelino Xibil: com quase duas décadas de trajetória como ator, diretor e contador de causos, Xibil coleciona números significativos. Ao longo do percurso foram mais de 500 espetáculos em 11 estados levando sua arte ao público. Autor do livro O Abraço, que surgiu no período da pandemia. Conta a história do pequeno Pedro, aventureiro que viaja pelo mundo em busca do aconchego de um abraço.

16h: Trio Sanfoneiro – Miódibão: surgiu em 2023 com uma proposta de um Trio Instrumental. Conta com diversas apresentações, como o Festival de Inverno, em São Gonçalo do Bação e o Festival das Montanhas e Água de Minas de Acuruí,  em 2023, e em eventos na região de Itabirito e Ouro Preto.  O Miódibão é formado por André Vitorino na sanfona, Aloísio Fonseca no violão 7 cordas e Rafael Pereira no pandeiro 10 platinelas.

17h30: Bruna Viola: cantora, compositora e violeira, ganhadora de um Grammy latino em 2017. Seus maiores ídolos e referências são Tião Carreiro, da dupla Tião Carreiro e Pardinho e a cantora Inezita Barroso. Viaja por todo o Brasil fazendo shows. Por ter a viola como instrumento preferido, Bruna adotou o nome do instrumento que toca em suas apresentações como sobrenome artístico.  Aos 11 anos de idade, após ganhar a primeira viola, a cantora ingressou no universo musical.

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