Tauá João Pessoa inova no turismo de lazer e eventos na Paraíba
Domingo de sol, diversão e inclusão na abertura do Festival Vamos Passear em Belo Horizonte (MG)
Foi a primeira etapa da edição 2026 do evento, no Parque Municipal Juscelino Kubitschek, com Passeio de Bike, Patins e Patinetes, Caminhada e Corrida Kids, além de várias atividades gratuitas, para todas as idades. No próximo fim de semana, Salvador (BA) recebe a segunda etapa
Uma manhã de diversão, inclusão e momentos muito especiais para quem esteve no Parque Municipal Juscelino Kubitschek neste domingo (24), na abertura da edição 2026 do Festival Vamos Passear – Movimento que Transforma, em Belo Horizonte (MG). O evento, apresentado pela Brasilprev, uma empresa BB Seguros, é um convite para toda a família se divertir e investir na saúde, com lazer e bem-estar. E, na etapa mineira, em um dia de sol, com temperatura amena, não foi diferente. O Vamos Passear segue, agora, para Salvador (BA), com a segunda etapa no próximo domingo (31).
Na arena montada especialmente para o evento teve Passeio de Bike, Patins e Patinetes, Caminhada e Corrida Kids, além de atividades abertas para todos os participantes e, também, para quem esteve no parque, com atrações para todas as idades
Zuma foi ao Vamos Passear com os filhos Daniel, que é cadeirante, e Téo, participando da Caminhada, com um percurso de 4 km. E o pequeno Téo se divertiu, também, na Corrida Kids, ganhando mais uma medalha. A Kids reuniu crianças de 4 a 14 anos, com distâncias de 50m a 400m.
Foi bem fácil o acesso, bem tranquila a Caminhada, deu para participar sem problemas, com o Dani sendo cadeirante inclusive, bem bacana o evento. É a primeira vez que a gente vem. E será a primeira de muitas”, afirmou Zuma. “Foi difícil, mas estou muito feliz, gostei de participar”, garantiu Daniel, ao lado de Téo, que não escondeu a animação com a Caminhada e a Kids. “Levando duas medalhas para casa”, comemorou.
Os pets são sempre bem-vindos no festival. E Wilker Santos curtiu a Caminhada no parque com Totó e Lina. “Gostei muito, pela inclusão, por poder participar com os cachorros. Pessoas que estão aqui podem interagir com eles, são bem calmos. E quando ando com eles, também, essa convivência é muito legal. Poderem brincar com quem está aqui, com outros cachorros. Acho muito interessante essa harmonia”, observou.
Já Henri foi com a esposa Mariana e dois filhos para a Caminhada. “Evento muito legal para a gente reunir a família. As crianças adoraram, com as atividades para brincarem. Curtir esse momento, na manhã de domingo, é bem legal, bem legal mesmo essa oportunidade. Uma distância tranquila, que não cansa, muito interessante”, comentou.
Quem também elogiou a Caminhada foi Ana Pardim. “Foi muito legal. É minha primeira vez. Um percurso muito bom, a estrutura muito maravilhosa, ambiente agradável. Eu gostei muito. Quero participar mais vezes”, afirmou.
Já o casal Felipe e Telma participou junto. “Um evento maravilhoso, inclusivo. O percurso muito bem demarcado, com pessoas de várias faixas etárias. E o festival em si, também, com outras atividades, outros esportes. Adorei. Tomara tenha mais vezes e eu possa vir”, garantiu Felipe. “Primeira vez que venho. Um espaço muito bem marcado, um evento bem inclusivo. Vale a pena participar”, completou Telma.
Subidas na bike e inclusão na Kids
Nicolas é cego e autista e se divertiu na Corrida Kids, acompanhado do pai Juarez. “É gratificante ver o meu filho correr, ter essa visibilidade, mostrar que ele tem capacidade de interagir e mostrar o que tem de bom e de melhor. Essa corrida mostrou para mim que é importante a inclusão, todos correrem, todos terem saúde, direito a brincar, estudar e ao lazer e, principalmente, ao esporte”, disse Juarez.
Evandro participou do Passeio de Bike, com 10 km (que contou também com patins e patinetes), e elogiou o percurso e o evento como um todo. “Percurso legal, com os desafios de quem vai com bicicleta. Então, teve parte plana, teve subida e descida. A segurança muito boa, proporcionando um caminho livre para a gente. Achei que o evento foi bem organizado, toda a estrutura, e pudemos aproveitar bastante”, destacou.
Quem também levou a bike ao Vamos Passear foi Hilton, destacando trechos desafiadores, como a subida da Avenida Bandeirantes – sentido Praça da Bandeira -, chegando depois à Afonso Pena – sentido Praça do Papa. “Achei bem bacana o trajeto, inclusivo e também propõe alguns desafios. E incentiva desde cedo as crianças a participarem, também, com patins e patinetes. Muito importante ter vários eventos assim na cidade. Vou voltar no próximo, com certeza”, explicou.
Ao longo da manhã, além do Passeio, da Caminhada e da Kids, a diversão foi para todos na quadra poliesportiva, com basquete, futsal e vôlei; quadra de grama, com badminton, tênis e futmesa; quadra de areia, com vôlei, beach tennis e futvôlei; jogos de tabuleiro, com xadrez e quebra-cabeça gigante. No Bem-estar, palco com aulas de dança, yoga e pilates. No Kids & Lazer, skate, patins e bike (com instrutores).
Nove etapas em 2026
Este ano, a cidade de Fortaleza, no Ceará, passa a receber uma etapa do Festival Vamos Passear, juntamente com São Paulo (SP), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Recife (PE), Belém (PA), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS), que contaram com o evento em 2025. A expectativa é reunir cerca de 30 mil participantes ao término das nove etapas de 2026.
O Festival Vamos Passear celebra a vida ao ar livre e o bem-estar coletivo. Ano a ano, avança no propósito de democratizar o acesso ao esporte, com foco em saúde, inclusão e sustentabilidade, fazendo sucesso por onde passa, com um número cada vez maior de participantes nas diversas ações em cada cidade. E é para todos: 100% inclusivo para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, e focado no respeito ao meio ambiente.
Etapas
- 24/05 – Belo Horizonte – Parque Municipal Juscelino Kubitschek – realizado
- 31/05 – Salvador – Praça de Piatã
- 07/06 – Fortaleza – Aterrinho da Praia de Iracema
- 14/06 – Recife – Praia do Pina
- 21/06 – Belém – Portal da Amazônia – Bairro de Jurunas
- 28/06 – Rio de Janeiro – Aterro do Flamengo
- 05/07 – Porto Alegre – Parque Harmonia
- 02/08 – Brasília – Parque da Cidade Sarah Kubitschek (estacionamento 12)
- 16/08 – São Paulo – Parque Villa-Lobos (módulos 9 e 14)
O Festival Vamos Passear, apresentado pela Brasilprev, uma empresa BB Seguros, por meio do Governo Federal/Ministério do Esporte, via Lei de Incentivo ao Esporte, está de volta para celebrar o movimento e a vida em família.
Sobre a Brasilprev
Com 32 anos de atuação, a Brasilprev Seguros e Previdência S.A tem como acionistas a BB Seguros, braço de seguros, capitalização e previdência privada do Banco do Brasil, e a Principal Financial Group, uma das principais instituições financeiras dos Estados Unidos. Líder do setor, a companhia conta com mais de R$ 471,6 bilhões em ativos sob gestão e uma carteira de 2,5 milhões de clientes. Especialista no negócio de previdência privada, com produtos acessíveis e serviços diferenciados, a Brasilprev conta com a rede de agências do Banco do Brasil como seu principal canal de distribuição.
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Lei do Retrofit estimula requalificação de imóveis e inovação em acabamentos
Setor aposta em soluções como o Grattano® para unir desempenho técnico e sustentabilidade
O retrofit está na moda e se você não sabe o que esse nome significa, é melhor se atualizar. Tudo começou com a Prefeitura de Belo Horizonte, que aprovou a chamada Lei do Retrofit, o que reposicionou o debate sobre a requalificação de imóveis antigos na capital mineira.O tema ganhou tração após a emissão do primeiro alvará para a conversão de um edifício comercial no Centro em um empreendimento residencial com mais de 100 unidades, mantendo características arquitetônicas originais. A iniciativa reflete uma tendência crescente no setor da construção civil e do design de interiores: renovar estruturas existentes com foco em eficiência, segurança e sustentabilidade.“Retrofit é o processo de modernização de edificações já construídas. A técnica prevê a atualização de sistemas elétricos, hidráulicos e estruturais, além da adequação às normas vigentes. O objetivo é prolongar a vida útil do imóvel sem descaracterizar sua identidade arquitetônica. Esse tipo de intervenção se concentra, sobretudo, em áreas urbanas consolidadas, onde a substituição completa da edificação tende a ser mais custosa e menos sustentável”, esclarece Brenno Coelho, Gerente Executivo da empresa.Ao reaproveitar estruturas existentes, o retrofit reduz a geração de resíduos e o consumo de matéria-prima. Trata-se de uma solução que equilibra viabilidade econômica e responsabilidade ambiental.Dentro desse contexto, os materiais de acabamento assumem papel estratégico.
“A escolha de revestimentos adequados influencia diretamente o desempenho e a durabilidade do projeto. Produtos sustentáveis, como o ecogranito, têm ganhado espaço por permitir a renovação estética sem exigir intervenções estruturais profundas. Além disso, oferecem resistência e menor impacto ambiental ao longo do ciclo de vida”, acrescenta o especialista.O Ecogranito é um tipo de revestimento desenvolvido para reproduzir a aparência do granito natural sem utilizar a rocha extraída diretamente da natureza. Ele é produzido a partir de compostos minerais e resinas, o que reduz o impacto ambiental em comparação aos revestimentos tradicionais. A aplicação do Ecogranito requer a preparação adequada da superfície, incluindo a remoção de revestimentos anteriores e o devido tratamento da base antes da aplicação do produto. Esse processo é necessário para garantir a correta aderência do revestimento e evitar possíveis descolamentos ocasionados pela camada anterior.A combinação entre requalificação estrutural e uso de materiais mais eficientes indica um novo direcionamento para o setor. “Em vez da substituição, ganha força a lógica da transformação. Nesse cenário, o retrofit se consolida como uma alternativa viável para renovar espaços urbanos, preservar patrimônio e atender às exigências ambientais atuais”, finaliza o especialista da Ecogranito.Sobre a EcogranitoA Ecogranito é reconhecida por introduzir no Brasil, há mais de 16 anos, a tecnologia japonesa de revestimento com efeito granito, 93% mais leve que a pedra natural, patenteada e com durabilidade superior a 10 anos.Fundada em 2009, em Belo Horizonte, pela Família Las Casas e pela Hsieh Empire Participações, a empresa nasceu com foco em inovação, responsabilidade ambiental e excelência técnica, entregando soluções que unem estética, engenharia e desempenho para o mercado da construção civil.Com mais de 2,1 milhões de metros quadrados aplicados no Brasil, Estados Unidos e Canadá, a Ecogranito é referência em revestimentos de alto padrão para fachadas e interiores, atendendo construtoras, arquitetos e outros mercados.Seu portfólio é composto por:Grattano – linha de revestimentos com efeito granito e outras pedras naturais, que une estética sofisticada, leveza estrutural e versatilidade de aplicação.Primalle – linha técnica complementar de preparação, proteção e acabamento, garantindo desempenho e durabilidade ao sistema.Com investimento contínuo em P&D, certificações técnicas e práticas sustentáveis, a Ecogranito entrega inovação, segurança e eficiência para a construção civil.Inclusão de Jovens Autistas no Parlamento Juvenil
A 17ª edição do Parlamento Juvenil da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ) se destaca não apenas pela participação ativa de jovens, mas também pelo compromisso com a inclusão de estudantes autistas. Entre os 97 jovens que assumem seus mandatos, estão Rafael Tavares Arruda e Gustavo Teixeira Guimarães, ambos de 16 anos e autistas de nível 1.
Essa inclusão é um reflexo do reconhecimento da diversidade e da importância de dar voz a todos os jovens, independentemente de suas condições. O deputado Danniel Librelon (REP) enfatiza que a presença desses jovens é uma prova de que a política deve ser feita com representatividade e respeito, permitindo que todos ocupem seu espaço na construção de um futuro mais justo e inclusivo.
A participação de Rafael e Gustavo não só enriquece o debate, mas também serve como inspiração para outros jovens, mostrando que todos têm um papel fundamental na sociedade e que a inclusão é um passo essencial para a transformação social.
Esses são alguns grupos de jovens dessa edição de numero 17 do Parlamento Juvenil, numa das ações de Capacitação dos Pjs em seus municípios




Ivan Lins emociona Belo Horizonte em noite inesquecível
O show de Ivan Lins, realizado ontem no Minascentro, em Belo Horizonte, foi muito mais do que uma apresentação musical. Foi uma experiência afetiva, emocional e quase espiritual para quem estava presente. Para mim, especialmente, foi uma daquelas noites que ficam guardadas para sempre na memória por um motivo simples e poderoso: vivi tudo aquilo ao lado da minha mãe.
Entre luzes suaves, acordes refinados e letras que atravessam gerações, Ivan Lins mostrou porque é considerado um dos maiores nomes da música brasileira e um dos artistas da MPB de maior reconhecimento internacional. Aos 80 anos de idade, o cantor, pianista e compositor segue impressionando pela elegância artística, pela voz marcante e pela capacidade rara de tocar profundamente o coração das pessoas.
O público mineiro foi tratado com um carinho especial durante toda a apresentação. Ivan fez questão de demonstrar sua relação afetiva com Minas Gerais, falando com emoção sobre o povo mineiro, sobre a hospitalidade do estado e até sobre sua paixão pelas tradicionais cachaças mineiras. O artista revelou ser colecionador de rótulos de cidades como Buenópolis, Salinas e Montes Claros, arrancando aplausos e identificação imediata da plateia.
Essa conexão com Minas tornou o espetáculo ainda mais íntimo. Parecia que Ivan Lins não estava apenas fazendo um show em Belo Horizonte, mas reencontrando amigos antigos através da música.

E foi impossível não se emocionar observando minha mãe cantar músicas inteiras ao meu lado. Canções que, sinceramente, eu nem imaginava que ela conhecia tão profundamente. Em vários momentos, ela cantava olhando para o palco com brilho nos olhos, como quem revisitava lembranças importantes da vida através daquelas melodias.
O repertório passeou por clássicos que marcaram gerações. “Vitoriosa”, uma das músicas mais emblemáticas da carreira de Ivan Lins, transformou o Minascentro em um grande coral emocionado. Mas o mais bonito foi perceber que até músicas menos conhecidas para parte do público mais jovem carregavam histórias, sentimentos e memórias para quem viveu diferentes épocas da MPB.
Ivan relembrou sucessos antigos, apresentou interpretações sofisticadas e mostrou porque sua obra ganhou o mundo, sendo gravada por nomes históricos da música internacional como Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, George Benson, Sting, Diana Krall e Quincy Jones.
Nascido no Rio de Janeiro, em 1945, Ivan Lins iniciou sua trajetória musical ainda jovem, apaixonando-se pelo piano aos 18 anos. Em 1970, ganhou projeção nacional ao participar do Festival Internacional da Canção da Rede Globo com “O Amor é o Meu País”. Já na década de 1980, tornou-se um dos compositores brasileiros mais gravados no exterior, consolidando uma carreira admirada internacionalmente. Em 2005, entrou para a história ao conquistar o Grammy Latino de Melhor Álbum do Ano, sendo o primeiro cantor e compositor de língua portuguesa a alcançar esse feito.
Mas ontem, no palco do Minascentro, os títulos e premiações pareciam pequenos diante do que realmente importava: a emoção compartilhada entre artista e público.
Foi um show sensacional. Daqueles capazes de emocionar pessoas de diferentes gerações ao mesmo tempo. Uma noite em que a música serviu como ponte entre passado e presente, entre mãe e filho, entre memória e sentimento.
Saí do Minascentro entendendo que alguns shows não são apenas entretenimento. Eles se transformam em capítulos da nossa própria história.
Espetáculo Plástico, chega ao Galpão Cine Horto, em maio
“Foi entre a guerra e o mercado consumidor que o plástico se tornou uma revolução em muitos aspectos”, diz em cena a atriz e arte-educadora Pamella Villanova. Ela é a protagonista do espetáculo Plástico, um mito contemporâneo, que, após estrear na Europa e reunir mais de 5 mil espectadores, chega agora a Minas Gerais. Serão duas apresentações: a primeira em Santa Luzia, em 28.05, em sessão exclusiva para escolas; no dia seguinte, 29.05, é a vez de Belo Horizonte, que recebe o espetáculo no tradicional Galpão Cine Horto, às 19h30. Nesta data, haverá interpretação em Libras, e os ingressos poderão ser retirados no local com 1h de antecedência.
Entre o humor e as máscaras sociais, a montagem convida o público a encarar de frente uma tragédia quase invisível: a presença do plástico, matéria abundante e cotidiana que sustenta hábitos de consumo, moldando a vida contemporânea. Em uma viagem poética pelo tempo e pela história desse material, a peça surge a partir da pesquisa desenvolvida por Villanova em seu doutorado em Artes da Cena na Universidade de Estadual Campinas (Unicamp). A equipe de criação é composta por professoras da referida instituição e da Universidade de Zaragoza, na Espanha, além do artista multidisciplinar Dudu Ferraz. Com a intenção de circular por diferentes espaços — como centros culturais, escolas, teatros e instituições — a obra busca provocar reflexões sobre os impactos ambientais e os limites do modelo atual de consumo, ainda que evitando tons acusatórios.
Conduzida por uma dona de casa que lava a louça enquanto mergulha em devaneios, a dramaturgia de Plástico se estrutura a partir do trabalho de cuidado e de situações rotineiras atravessadas pela poluição. Nesse percurso, busca-se despertar empatia e identificação no público. Inspirado nas proposições do teatrólogo Augusto Boal, referência na intersecção entre arte, política e educação, o texto evita um tom acusatório e aposta na construção coletiva da reflexão. Conforme tudo avança, personagens não humanas atravessam a cena para ampliar os pontos de vista sobre as contradições do consumo, do descarte e da vida contemporânea.
Trata-se também de uma experiência sensorial, em que, a cada apresentação, o público é convidado a se alongar no que Villanova define como “ginástica da imaginação”. “Trabalhamos a partir de uma ginástica do imaginário e de uma experimentação formal que se dá por meio da mediação cultural e teatral”, explica a criadora. “Ao longo da peça, compartilhamos códigos e construímos pactos com a plateia a partir desses exercícios de imaginação, até culminar em um exercício político que propõe pensar o fim do mundo versus o fim da poluição plástica”.
A principal premissa adotada em Plástico, um mito contemporâneo é a de fazer “o simples sem ser simplório”. Poucas exigências técnicas são estabelecidas de propósito, de modo que o espetáculo possa ser levado a diferentes contextos. Espaços municipais, festivais de teatro, congressos, escolas e fábricas já foram ocupados pela montagem. A intenção é a criação de um teatro que possa ser transportado em uma mala — parte do lugar em que a equipe se encontra é revelada em cena, ao mesmo tempo em que uma elaboração técnica é desenvolvida de forma cuidadosa.
Munida de objetos cênicos compostos por materiais reutilizados ou de segunda mão, bem como por objetos encontrados no local ou nas proximidades do espaço de apresentação, a obra busca explorá-los de modo a expandir seus significados a cada jogo cênico. Além disso, Plástico, um mito contemporâneo também se orienta pela acessibilidade. Com a consultoria de Maía Schiavinato Massei e Lucas Carvalho Ré, ambos pessoas com deficiência visual, a descrição de imagens e ações principais do espetáculo integra o texto enunciado pela protagonista. Agora em BH, esse recurso inicialmente voltado à inclusão se torna também uma estratégia para ampliar a percepção do público sobre cada imagem e significado.
“Ter a oportunidade de conhecer, visitar e compartilhar nossa criação artística em um espaço como o Galpão Cine Horto é uma honra. Este é um espaço referencial para nós, e reverenciamos toda a sua trajetória e práticas”, explica a atriz. “Em outros momentos, nós também já nos inspiramos em suas práticas para criar as nossas. Somos um ponto de cultura, e a ideia de conhecer a sede do Galpão como um espaço vivo, com acervo, biblioteca e visitas, nos inspira. Sempre tivemos curiosidade de entender as inteligências sociais e artísticas existentes aí, o que torna esse espaço-referência também um espaço vivo.”
Em cena e em sua própria concepção, Plástico reafirma o compromisso com uma criação conectada às urgências do presente, convidando o público a refletir sobre os modos de vida contemporâneos e suas materialidades invisíveis. O espetáculo é realizado pelo Ministério da Cultura, com patrocínio da Orizon, empresa que transforma resíduos em energia renovável e produtos sustentáveis. Por meio de ecoparques, a companhia trata resíduos de forma integrada, gerando biometano, energia elétrica, créditos de carbono e fertilizantes, com foco na economia circular — tema que dialoga diretamente com a proposta da montagem. Após percorrer o Cariri (CE), a circulação segue para outras capitais brasileiras, como Goiânia (GO) e Cuiabá (MT).
SOBRE PAMELLA VILLANOVA
Pamella Villanova é atriz e arte-educadora, doutoranda em Artes da Cena pela Universidade de Campinas (Unicamp), com doutorado-sanduíche na Faculdade de Filosofia da Universidade de Zaragoza, na Espanha. Em sua pesquisa de mestrado (Unicamp – FAPESP), articulou estudos de gênero com a mitologia grega de Helena em uma palestra-performance intitulada “Helena Vadia”, que circulou por treze estados brasileiros com baixo impacto ecológico. Atualmente, desenvolve investigações sobre possíveis teatros científicos e as problemáticas do lixo. Plástico, um mito contemporâneo, uma de suas criações mais recentes, estreou em 2023 e realizou apresentações na Colômbia, na Espanha, no interior de São Paulo e nos estados de Santa Catarina, Rio de Janeiro e Pernambuco, alcançando mais de 3 mil espectadores.
É diretora artística do Coletivo Passarinha, que promove ações de arte-educação voltadas à reflexão sobre a sociedade do consumo e do descarte. Atua também como gestora cultural do Ponto de Cultura Quintal Garatuja, em Campinas, espaço cultural indisciplinar que desenvolve ações em diálogo com redes de artistas da cidade e territórios vizinhos, como escolas e bosques. Com 25 anos de experiência em cena, realizou projetos como artista e gestora cultural financiados por editais federais, estaduais, municipais e iniciativas privadas, incluindo ProAC, FICC (Campinas), Prêmios da Funarte, Sesi-SP, Lei Rouanet, Lei Aldir Blanc e Lei Paulo Gustavo. Atua há 19 anos como arte-educadora, trabalhando com públicos de diferentes faixas etárias, da primeira infância à terceira idade, em escolas de teatro, instituições culturais e espaços formais de ensino.
SOBRE O ESPETÁCULO
A trajetória de Plástico, um mito contemporâneo vem sendo construída ao longo de anos, a partir da pesquisa de doutorado em Artes da Cena desenvolvida por Pamella Villanova na Unicamp, com intervenções realizadas no 14º Festival Internacional de Teatro de Campinas (XIV Feverestival) e junto ao Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro). A estreia ocorreu em abril de 2023, na Universidade de Zaragoza, na Espanha. Em seguida, o espetáculo circulou por diferentes cidades espanholas, incluindo Madrid (nos espaços La Horizontal e Esquina Nua), Barcelona (Festival Tudanza), Algairén (Festival Regenera) e Granada (encontros JIFFI da Universidade de Granada).
No Brasil, as primeiras apresentações se deram em espaços acadêmicos e de interesse ambiental, como o Encontro de Divulgação Científica e Cultural da Unicamp, a I Semana Lixo Zero de Campinas, o Unicamp de Portas Abertas (Museu de Ciências da Unicamp) e o evento de divulgação científica do Instituto de Física da Unicamp. Em 2024, Villanova recebeu por sua atuação o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Teatro de Mogi Guaçu. No mesmo ano, realizou circulação pelo interior de São Paulo em parceria com o Instituto Orizon Social, passando por diferentes contextos, como o aterro sanitário de Paulínia, o Teatro Municipal de Itapevi, a UNESP Sorocaba e ações junto à Secretaria de Educação de Tremembé.
Ainda em 2024, apresentou-se na PUC Campinas e na UDESC, em Florianópolis, integrando a programação do Seminário Fazendo Gênero 13. Também circulou pela Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, e pela Região Metropolitana de Recife, em Jaboatão dos Guararapes, em diálogo com secretarias de meio ambiente e espaços educativos de municípios que abrigam aterros sanitários. No mesmo ano, realizou uma curta temporada no Ponto de Cultura Quintal Garatuja.
Em 2025, Plástico passou pelo SESC Presidente Prudente, como parte da Feira de Pequenos Produtores da instituição. Também realizou apresentações em canteiros de obras e fábricas no estado de São Paulo, além de integrar a programação do II ELLAS – Encuentro de Artistas Latinoamericanas, em Cali (Colômbia), do 37º SLAMC – Semana Luiz Antônio Martinez Corrêa, em Araraquara, do Encontro Nacional de Engenharia Química na Unicamp e do Quizomba – Festival de Culturas Populares de Londrina (PR). Agora, em maio de 2026, chega pela primeira vez a Minas Gerais.
SERVIÇO COMPLETO
Espetáculo Plástico, um mito contemporâneo
Santa Luzia (28.05 | 15h)*
Teatro Municipal Antônio Roberto de Almeida
Rua Direita, 373 — Centro Histórico, Santa Luzia/MG
*Sessão exclusiva para escolas
Belo Horizonte (29.05 | 19h30)
Galpão Cine Horto
Rua Pitangui, 3613 — Horto, Belo Horizonte/MG
Ingressos com retirada 1h antes do espetáculo na bilheteria do teatro.
Haverá interpretação em Libras.
Evento conecta juventude e apresenta nova fase do Bloco Show
Iniciativa aposta na cultura como ferramenta de inclusão e transformação social através de projeto que amplia atendimento e fortalece vínculos por meio da arte e educação
O Governo de Minas e a Cemig apresentam, no próximo dia 29 de maio, dentro do 22º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais, em Belo Horizonte, o projeto “Bloco Show: Energia que Transforma”, uma iniciativa cultural e socioeducativa que vai ampliar de 120 para cerca de 800 o número de crianças e adolescentes atendidos gratuitamente, por meio de oficinas artísticas, formação de monitores culturais e ações educativas em comunidades em situação de vulnerabilidade, com programação que inclui ainda evento de lançamento para 2 mil participantes e atividades contínuas ao longo de quatro meses.
O projeto prevê a realização de uma programação gratuita e contínua voltada a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, com foco em atividades culturais, educativas e de inclusão social. Entre as principais ações estão oficinas de percussão, dança, canto, teclado e timbal, realizadas em escolas públicas e espaços comunitários, além da formação de monitores culturais para ampliar o impacto das atividades. Também está na programação um parque de brinquedos infláveis. Ainda consta uma exposição com stands que demonstram os portfólios da Polícia Militar de Minas Gerais. Esse último espaço aprecia ações de reforço ecológico, a transitolândia e ainda exposição de viaturas. Também será exibido um caminhão do Corpo de Bombeiros.
Também estão previstas ações itinerantes e comunitárias, como cortejos culturais, apresentações artísticas em escolas, palestras educativas e debates mensais sobre o papel da cultura na prevenção social. As atividades abordarão ainda temas como cidadania, prevenção à violência, consumo consciente de energia e segurança elétrica.
“Estamos muito felizes com a dimensão que o Bloco Show tem tomado porque esse é um projeto representa um avanço no nosso compromisso com a transformação social. E, acima de tudo, quando levamos cultura, disciplina e pertencimento para dentro das comunidades, estamos construindo algo que não se mede apenas em indicadores, mas em perspectivas de futuro, autoestima e oportunidades reais para essas crianças e adolescentes. Enxergamos isso no rosto dos jovens que nos acompanham”, destaca Sargento Johnny, idealizador do projeto lotado no 22º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais.
O lançamento contará com um grande evento para cerca de 2 mil crianças, com apresentações musicais, atividades recreativas, atrações educativas e interação com instituições públicas. Ao longo de quatro meses, o programa promoverá ainda experiências formativas e ações de integração entre comunidade, cultura e educação. A iniciativa foi viabilizada com o patrocínio CEMIG, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. Realização Secult/Governo de Minas Gerais.
“Mais do que oficinas culturais, o “Energia que Transforma” representa uma estratégia de aproximação entre comunidade, cultura e prevenção social, promovendo oportunidades reais para crianças e adolescentes que vivem em territórios marcados pela vulnerabilidade social. Espero poder trazer mais e mais jovens para longe da criminalidade e entregar uma melhor qualidade de vida para eles cada dia mais”, finaliza. Sgt. Johnny.
Sobre o Bloco Show
Criado dentro das ações de polícia comunitária da Polícia Militar de Minas Gerais, o Bloco Show atua há anos em comunidades de Belo Horizonte utilizando a música, a dança e a arte como instrumentos de prevenção social, fortalecimento de vínculos e promoção da cultura de paz. Atualmente, o projeto atende crianças e adolescentes de diversas comunidades da capital mineira, promovendo oficinas culturais, apresentações artísticas, campanhas educativas e ações de cidadania em parceria com escolas, lideranças comunitárias, instituições sociais e empresas apoiadoras.
Programação
12h – Abertura com cortejo de percussão
13h30 – Banda de música da PMMG
15h – Teatro infantil com Stich
16h – Banda Bloco Show
Serviço
Data: 29/05, sexta-feira
Horário: Entre 12h e 17h
Local: 22º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais
Endereço: Av. Arthur Bernardes, 1337 – Santa Lúcia
Festival Vamos Passear: um domingo de atividades gratuitas
Etapa mineira será no Parque Municipal Juscelino Kubitschek. Uma manhã de lazer para todas as idades, sem necessidade de inscrição, com avaliação física, massagem, quadras esportivas, jogos de tabuleiro, dança, yoga, pilates e ações para a criançada. Programação será entre 7 e 12h na arena do evento
O Parque Municipal Juscelino Kubitschek ganha uma atração a mais neste domingo (24), com a primeira etapa da edição 2026 do Festival Vamos Passear – Movimento que Transforma, em Belo Horizonte (MG). O evento, apresentado pela Brasilprev, uma empresa BB Seguros, é um convite para toda a família se divertir e investir na saúde, com lazer e bem-estar.
Entre 7h e 12h, na arena montada especialmente para o Vamos Passear, quem for até o parque contará com atividades abertas e sem inscrição prévia para todas as idades: quadra poliesportiva, com basquete, futsal e vôlei; quadra de grama, com badminton, tênis e futmesa; quadra de areia, com vôlei, beach tennis e futvôlei; jogos de tabuleiro, com xadrez e quebra-cabeça gigante. No Bem-estar, palco com aulas de dança, yoga e pilates. No Kids & Lazer, skate, patins e bike (com instrutores).
Haverá, também, Passeio de Bike, Patins e Patinetes, Caminhada e Corrida Kids para quem se inscreveu no evento escolhendo uma das três modalidades. No Passeio, com 10 km, a partir das 8 horas, momento de curtir a etapa sobre duas rodas, com a edição deste ano contando com a inclusão, ao lado das bicicletas, dos patins e patinetes. Na Caminhada, com 4 km, às 9 horas, o momento perfeito para reunir a família e exercitar-se sem pressa. E, na Corrida Kids (50m a 400m, de 4 a 14 anos), às 10 horas, diversão e esporte para os pequenos.
Entrega de kits
Quem fez a inscrição no Passeio, Caminhada ou Corrida Kids pode retirar o seu kit (camiseta oficial, sacochila, viseira – adulto ou boné – kids, bandana pet e medalha de participação) na loja Decathlon do Shopping BH Sul (Avenida Nossa Senhora do Carmo, 1700 – 2º e 3º Piso – São Pedro), na sexta-feira (22), das 10h às 20h, e no sábado (23), das 10h às 18h.
Nove etapas em 2026
Este ano, a cidade de Fortaleza, no Ceará, passa a receber uma etapa do Festival Vamos Passear, juntamente com São Paulo (SP), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Recife (PE), Belém (PA), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS), que contaram com o evento em 2025. A expectativa é reunir cerca de 30 mil participantes ao término das nove etapas de 2026.
O Festival Vamos Passear celebra a vida ao ar livre e o bem-estar coletivo. Ano a ano, avança no propósito de democratizar o acesso ao esporte, com foco em saúde, inclusão e sustentabilidade, fazendo sucesso por onde passa, com um número cada vez maior de participantes nas diversas ações em cada cidade. E é para todos: 100% inclusivo para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, e focado no respeito ao meio ambiente.
Etapas
- 24/05 – Belo Horizonte – Parque Municipal Juscelino Kubitschek
- 31/05 – Salvador – Praça de Piatã
- 07/06 – Fortaleza – Aterrinho da Praia de Iracema
- 14/06 – Recife – Praia do Pina
- 21/06 – Belém – Portal da Amazônia – Bairro de Jurunas
- 28/06 – Rio de Janeiro – Aterro do Flamengo
- 05/07 – Porto Alegre – Parque Harmonia
- 02/08 – Brasília – Parque da Cidade Sarah Kubitschek (estacionamento 12)
- 16/08 – São Paulo – Parque Villa-Lobos (módulos 9 e 14)
O Festival Vamos Passear, apresentado pela Brasilprev, uma empresa BB Seguros, por meio do Governo Federal/Ministério do Esporte, via Lei de Incentivo ao Esporte, está de volta para celebrar o movimento e a vida em família.
Sobre a Brasilprev
Com 32 anos de atuação, a Brasilprev Seguros e Previdência S.A tem como acionistas a BB Seguros, braço de seguros, capitalização e previdência privada do Banco do Brasil, e a Principal Financial Group, uma das principais instituições financeiras dos Estados Unidos. Líder do setor, a companhia conta com mais de R$ 471,6 bilhões em ativos sob gestão e uma carteira de 2,5 milhões de clientes. Especialista no negócio de previdência privada, com produtos acessíveis e serviços diferenciados, a Brasilprev conta com a rede de agências do Banco do Brasil como seu principal canal de distribuição.
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Site: www.vamospassearbr.com
Instagram: www.instagram.com/vamospassearbr
Caloi lança campanha “Pedal para Todos”
A Caloi apresenta ao mercado sua nova campanha de marca, intitulada “Pedal para Todos”. O movimento marca um resgate da essência da marca e de sua conexão histórica com os brasileiros, reforçando seu compromisso em democratizar o acesso ao ciclismo no país e ampliar sua atuação entre diferentes perfis de consumidores.
Com mais de 128 anos de trajetória, a Caloi faz parte da memória afetiva de gerações. Presente em momentos marcantes, das primeiras pedaladas na infância aos desafios esportivos da vida adulta, a marca construiu uma relação próxima com os consumidores, baseada em experiências reais e histórias compartilhadas. É justamente essa conexão emocional que a campanha busca trazer de volta ao centro da conversa.
“Pedal para Todos” nasce como um convite para que diferentes perfis de ciclistas, de pais e filhos aos praticantes de alta performance, passando por usuários urbanos e adeptos das bicicletas elétricas, se reconectem com o prazer de pedalar. A proposta é mostrar que existe uma Caloi para cada fase da vida e que a marca acompanha o ciclista em toda a sua jornada, evoluindo junto com ele.
Criada pela agência D’OM, a campanha valoriza as múltiplas formas de viver o pedal, seja como lazer, meio de transporte, prática esportiva ou estilo de vida. Em comum, todas essas experiências carregam o poder de criar memórias, promover bem-estar e fortalecer conexões.
“A Caloi sempre esteve presente na vida dos brasileiros. ‘Pedal para Todos’ é um resgate dessa história e um convite para que novas memórias sejam criadas. Queremos reforçar que a bicicleta pode fazer parte da rotina de qualquer pessoa, em diferentes momentos e contextos, e que temos um portfólio capaz de acompanhar essa jornada completa”, afirma Renata Campos, Diretora de Marketing da Caloi.
O portfólio da marca contempla desde modelos infantis até bikes urbanas, passando por categorias de e-bikes e bicicletas de alta performance, modelos voltados para atletas que buscam evoluir e competir por vitórias.
A estratégia de comunicação da nova campanha está estruturada em um plano 360°. Como parte de sua amplificação, a campanha contará com estratégias que integram ações com o público, presença em mídia OOH e experiências de marca pensadas para fortalecer a visibilidade e gerar conversas relevantes. A proposta é valorizar histórias reais, promover ativações com influenciadores e aproximar ainda mais a Caloi de comunidades que vivenciam o ciclismo em suas diversas formas.
Para ajudar a promover ainda mais esse resgate de marca, a Caloi estará presente tanto em mídia online (Meta e Youtube) quanto em alguns canais offline da Globosat (GNT, Multishow, Globonews, Sportv, Globoplay Novelas, Multishow e Rede Telecine), durante os meses de maio e junho.
“A experiência de pedalar é tão única e especial que vai muito além do simples ato de se locomover. A campanha vem para mostrar que é no movimento das rodas que surgem sensações de liberdade, conexão e descoberta, capazes de transformar qualquer trajeto em algo significativo. ‘Pedal para Todos’ traduz o olhar da Caloi: uma marca que honra sua história e segue presente na vida das pessoas, de forma acessível, próxima e relevante”, explica Renata, que tem seu discurso reforçado por Filipe Cuvero, CCO e Sócio da DOM.
“Este trabalho da D’OM para a marca Caloi envolveu vários profissionais, muitas pesquisas e visitas às lojas especializadas.” Filipe Cuvero completa, “essa campanha nasceu quando entendemos que esse amor do Brasil pela marca vem das inúmeras possibilidades de acesso ao prazer de pedalar que Caloi disponibiliza a todos os brasileiros, de todos os lugares do país.”
Através de vídeo e outras peças, a campanha “Declaração dos Direitos de Pedalar” traz cenas emocionantes e faz alusão à Declaração Universal dos Direitos Humanos, ilustrando cada um dos direitos de pedalar. Por exemplo: “Todos tem direito a sentir o vento no rosto” ou “É também liberado a todos a sensação de liberdade” ou ainda, “Todos tem direito a ensinar seu filho a se equilibrar sozinho.”
