A moda mineira mostrou mais uma vez sua força, criatividade e capacidade de transformação social durante a 29ª edição do Minas Fashion Week (MGFW), realizada nos dias 30 e 31 de maio, no Mercado de Origem. Considerado um dos mais importantes eventos de moda do estado, o encontro reuniu estilistas, lojistas, empresários, influenciadores, profissionais do setor e amantes da moda em uma programação que celebrou a identidade cultural de Minas Gerais.
Com o tema “Essência de Minas: O Luxo do Afeto e a Sofisticação da Simplicidade”, a edição deste ano valorizou o trabalho artesanal, o feito à mão, o crochê, os bordados e outras técnicas que fazem parte da tradição mineira, transformando essas referências em propostas contemporâneas apresentadas na passarela.
O evento registrou um público rotativo de aproximadamente 2.400 visitantes ao longo dos dois dias, consolidando-se como uma importante plataforma para geração de negócios, networking e fortalecimento da cadeia produtiva da moda em Minas Gerais.
BS FOTOGRAFIA
Vitrine para talentos e marcas mineiras
Ao todo, 18 marcas participaram da programação, apresentando coleções que traduzem a essência da moda produzida no estado. Os desfiles contemplaram diversos segmentos, entre eles moda feminina, moda casual, moda noiva, crochê e o crescente mercado infantojuvenil, que ganhou destaque especial nesta edição.
Além de lançar tendências, o Minas Fashion Week reafirmou seu papel como vitrine para novos talentos. O evento tem sido, ao longo de quase três décadas, uma importante porta de entrada para estilistas, modelos e empreendedores que buscam visibilidade no competitivo mercado da moda brasileira.
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Moda com propósito
Muito além do glamour das passarelas, o MGFW reforçou seu compromisso social. Nesta edição, o evento promoveu uma campanha solidária em benefício da CAPE BH, mobilizando visitantes, parceiros e expositores para a arrecadação de produtos de higiene pessoal.
A iniciativa transformou o evento em uma corrente de solidariedade, demonstrando que a moda pode ser uma poderosa ferramenta de impacto social e de mobilização comunitária. O caráter beneficente tem sido uma das marcas registradas do Minas Fashion Week, que une criatividade, empreendedorismo e responsabilidade social.
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Fortalecimento da economia criativa
Mais do que um desfile de tendências, o Minas Fashion Week movimenta a economia criativa mineira ao conectar marcas, lojistas, fornecedores, profissionais da beleza, fotógrafos, produtores e investidores.
A realização do evento no Mercado de Origem reforçou ainda mais essa conexão com as raízes culturais e econômicas do estado, criando um ambiente propício para a valorização da produção local e para a geração de oportunidades de negócios.
Ao chegar à sua 29ª edição, o Minas Fashion Week confirma sua relevância no calendário da moda nacional, mostrando que Minas Gerais continua sendo um celeiro de talentos, inovação e autenticidade. Mais do que apresentar coleções, o evento reafirma que a moda mineira é capaz de unir tradição, identidade cultural, desenvolvimento econômico e solidariedade em um mesmo espaço.
Quando o assunto é investigação fictícia, poucas perguntas despertam tanta curiosidade quanto esta: afinal, quem é mais famoso, Sherlock Holmes ou Agatha Christie?
À primeira vista, a resposta parece simples. Sherlock Holmes é provavelmente o detetive mais conhecido do planeta. Seu nome atravessou gerações, inspirou filmes, séries, desenhos, quadrinhos e até influenciou a forma como muitas pessoas imaginam o trabalho de um investigador. Mais de um século após sua criação, o personagem continua vivo na cultura popular.
Mas a comparação esconde um detalhe importante.
Sherlock Holmes é um personagem. Agatha Christie é uma autora.
Para Jones Tanabe, escritor, investigador particular e editor da Revista Detetive, essa diferença torna a comparação praticamente impossível.
“Holmes é um fenômeno raro da literatura. Ele ficou tão famoso que, para muitas pessoas, seu nome é mais conhecido do que o de seu criador, Arthur Conan Doyle. Já Agatha Christie construiu algo diferente: ela transformou seu próprio nome em uma marca mundial da literatura policial”, afirma Jones Tanabe.
O impacto de Agatha Christie impressiona até hoje. Com mais de dois bilhões de livros vendidos, ela é frequentemente citada entre os autores mais vendidos da história. Seu reconhecimento internacional chegou ao Guinness World Records, consolidando sua posição como a romancista mais vendida de todos os tempos.
Enquanto isso, Sherlock Holmes alcançou um feito igualmente extraordinário: ultrapassou as fronteiras da literatura e se tornou um ícone cultural. Poucos personagens fictícios são imediatamente reconhecidos em praticamente qualquer país do mundo.
Segundo Jones Tanabe, a pergunta correta talvez não seja quem é mais famoso.
“A questão não é escolher um vencedor. Sherlock Holmes representa o personagem que superou seu próprio autor. Agatha Christie representa a autora que superou praticamente todos os outros escritores do gênero. São fenômenos diferentes e igualmente impressionantes.”
A influência dos dois continua evidente nos dias atuais. Séries de televisão, filmes, documentários, podcasts e até métodos modernos de investigação frequentemente utilizam conceitos popularizados pelas obras de Conan Doyle e Christie.
Em uma época marcada pela busca constante por informações, inteligência digital e análise de dados, o fascínio pelos mistérios permanece tão forte quanto no século passado. Talvez seja justamente por isso que Sherlock Holmes e Agatha Christie continuem despertando interesse em novas gerações de leitores.
E, ao que tudo indica, o debate sobre quem deixou o maior legado para o universo investigativo ainda está longe de terminar.
Para conhecer mais curiosidades sobre investigação, literatura policial, inteligência, tecnologia e investigação privada no Brasil, visite a Revista Detetive, blog especializado em conteúdos do universo investigativo.
No último domingo, o projeto Jogamos realizou mais uma edição de suas atividades no Parque das Mangabeiras, em Belo Horizonte, promovendo um momento de lazer e integração ao ar livre.
A ação registrou recorde de público, reunindo mais de 50 participantes, entre famílias, crianças e demais frequentadores. O encontro proporcionou uma programação diversificada, com atividades recreativas e esportivas voltadas à convivência e ao bem-estar coletivo.
Entre as práticas realizadas estiveram vôlei, queimada, peteca, além de slackline, que contou com orientação prática aos participantes, ensinando a forma correta de utilização e estimulando a experimentação da modalidade. Também foram promovidas outras dinâmicas lúdicas que incentivaram a participação de todos e fortaleceram o espírito de comunidade.
A edição contou ainda com a presença de um profissional de educação física, que conduziu uma atividade de treinamento funcional com os participantes, ampliando as opções de movimento e incentivando a prática regular de exercícios de forma acessível e orientada.
O evento também teve a participação de uma nutricionista, que compartilhou orientações sobre alimentação e destacou como hábitos saudáveis e o bem-estar estão diretamente ligados à qualidade de vida, reforçando a importância do equilíbrio entre corpo e mente.
O evento reforça o propósito do projeto de ocupar espaços públicos com atividades gratuitas, estimulando o esporte, a socialização e o uso saudável dos parques da cidade.
Junho chegou e, com ele, uma das épocas mais aguardadas pelos mineiros. O feriado prolongado e o primeiro fim de semana do mês dão início à temporada de festas juninas em Belo Horizonte, que promete movimentar a cidade com muita música, gastronomia típica, quadrilhas e atrações para toda a família.
Conhecida por valorizar as tradições culturais, a capital mineira se transforma em um grande arraial durante os meses de junho e julho. Clubes, igrejas, escolas, centros culturais e espaços de eventos preparam programações especiais para celebrar os santos juninos e manter viva uma das manifestações populares mais importantes do país.
Além das tradicionais quadrilhas, o público poderá aproveitar barraquinhas com delícias típicas como canjica, milho verde, caldos, pé de moleque, paçoca, quentão e diversas receitas da culinária mineira. A música também é um dos grandes atrativos, com apresentações de forró, sertanejo, moda de viola e shows de artistas locais e nacionais.
Entre os destaques da temporada está a Cidade Junina, que reúne grandes atrações musicais e uma estrutura temática inspirada nas tradicionais festas do interior. O evento acontece ao longo de várias semanas e já se consolidou como uma das principais opções de entretenimento do período em Belo Horizonte.
A expectativa do setor é de que milhares de pessoas participem dos festejos nas próximas semanas, impulsionando a economia local, especialmente segmentos como gastronomia, turismo, comércio e produção cultural. Para muitos empreendedores, o período junino representa uma importante oportunidade de geração de renda.
Outro ponto que chama a atenção é o fortalecimento das tradições populares. As festas juninas preservam costumes passados de geração em geração, valorizando a cultura brasileira por meio da música, das danças, das brincadeiras e da culinária típica.
Com opções para todas as idades e diferentes perfis de público, a temporada de arraiás promete aquecer os dias frios da capital mineira. Seja nos grandes eventos ou nas tradicionais festas de bairro, o importante é vestir a camisa xadrez, reunir amigos e familiares e celebrar uma das épocas mais festivas e acolhedoras do calendário brasileiro.
Blues na Praça
No dia 6 de junho, a Praça Alaska recebe o Arraiá do Blues, edição especial do tradicional Blues na Praça que une o clima das festas juninas à música de qualidade em um evento gratuito, das 10h às 18h. A programação conta com apresentações dos alunos da AvantGarde Escola de Música, da banda Country Roads e do grupo Mr. King, de São João del-Rei, além de uma completa área gastronômica com comidas típicas juninas, caldos, espetinhos, milho verde, doces, vinhos, drinks, quentão e o chope artesanal da Krug Bier. Voltado para toda a família, o evento promete um ambiente acolhedor, muita cultura e entretenimento, reforçando a importância do apoio do público por meio do consumo no local para a manutenção e fortalecimento do projeto cultural independente.
Serviço
Evento: Arraiá do Blues (Edição Especial Blues na Praça)
Data: 6 de junho
Local: Praça Alaska
Horário: Das 10h às 18h
Entrada: Gratuita com retirada no Sympla http://www.sympla.com.br/event__3415006
Classificação: Livre para todas as idades
https://www.instagram.com/projetobhcult/
Arraiá de Inverno
No dia 6 de junho, das 14h às 22h, a Praça da Filarmônica, em Belo Horizonte, recebe o Arraiá de Inverno, evento que une a tradição das festas juninas ao charme da estação mais fria do ano. A programação conta com shows de Lucas & Vitor, da banda No Label e da Coverplaybrasil, além de decoração temática e uma ampla oferta gastronômica com caldos, espetinhos, milho cozido, canjica e espetos de morango com fondue de chocolate. O público também poderá aproveitar uma seleção especial de vinhos, chopps e drinks. Voltado para toda a família, o evento oferece ainda condições especiais para aniversariantes e ingressos com opções gratuitas e combos promocionais, prometendo uma experiência aconchegante e repleta de música, sabor e diversão em um dos espaços mais charmosos da capital mineira.
Serviço
Evento: Arraiá de Inverno
Data: 06 de junho de 2026 (Sábado)
Horário: 14h às 22h
Local: Praça da Filarmônica (Rua Tenente Brito Melo, 1090 – Barro Preto, BH)
Ingressos: Clique aqui para acessar o Sympla
Informações: (31) 98875-0573
Arraiá do Del Rey
Fotos: Pedro Costa / @bsfotografias
O Shopping Del Rey, em Belo Horizonte, recebe no sábado, 6 de junho, a partir das 14h, o Arraiá do Del Rey, evento que transforma o estacionamento em um grande espaço junino com estrutura completa para toda a família. A programação reúne shows de Rick e Ricardo, Baianeiros, Banda Chevette Hatch e DJ Nigo, além de apresentação de quadrilha e correio elegante em ambiente totalmente temático. O evento conta ainda com área gastronômica variada, com comidas típicas como quentão, caldos, milho, canjica, paçoca, pé de moleque e outras opções como churrasco, hambúrguer e acarajé. Pensado para todas as idades, o espaço terá mini fazendinha, área kids monitorada e ambiente pet friendly, além de benefícios especiais para aniversariantes, consolidando-se como uma opção de lazer e entretenimento que une música, cultura e tradição junina na capital mineira.
Serviço
Evento: Arraiá do Del Rey
Data: Sábado, 06 de junho de 2026
Horário: A partir das 14h
Local: Estacionamento do Shopping Del Rey (Av. Carlos Luz, 3001 – Pampulha, Belo Horizonte – MG)
Reservas de Aniversário: Felipe Vogel – (31) 99880-7426
https://www.sympla.com.br/evento/arraiA–do-delrey—o-miO-sAo-joAo-de-bh/3429744
Arraiá do Buritis
No dia 6 de junho, a partir das 14h, o UniBH (Campus Buritis) recebe a 6ª edição do Arraiá do Buritis, evento que celebra a tradição das festas juninas em Belo Horizonte com uma programação que une música, gastronomia e lazer para toda a família. O line-up reúne Bruna Lipiani, o reencontro de Podé e Maurinho (ex-Tianastácia) no projeto “Os Dois”, Banda Cipó Cravo, DJ Lucas Motta e o Arraiá da Geisinha, mesclando forró, rock mineiro e diferentes estilos musicais. A festa também se destaca pela ampla oferta gastronômica com mais de 50 pratos típicos e opções variadas, além de estrutura completa com Espaço Kids, parque inflável e ambiente pet friendly. Com cenografia temática, o evento reforça o clima junino e os ingressos estão disponíveis pela plataforma Sympla.
SERVIÇO
Evento: 6ª Edição Arraiá do Buritis
Data: 06 de Junho de 2026
Horário: A partir das 14h
Local: UniBH (Av. Professor Mário Werneck, 1685 – Buritis, BH)
Ingressos: Via Sympla (App ou Site)
https://www.sympla.com.br/evento/arraia-do-buritis/3404326
Arraiá do Jângal
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O Jângal realiza a terceira edição do seu Arraiá em Belo Horizonte, consolidando o evento como uma das festas juninas mais animadas da cena cultural da capital. A programação reúne música ao vivo com o Trio Rafa Santos, que apresenta repertório de forró e ritmos nordestinos, além do DJ Adãozinho, responsável por manter a pista aquecida com hits variados ao longo da noite. A festa também resgata tradições juninas com atividades como pescaria, jogo da argola, boca do palhaço, quadrilha e correio elegante, além de oferecer gastronomia típica e ambientação temática, reforçando a proposta de uma experiência completa que une cultura popular, entretenimento e convivência em um só espaço.
Serviço
Serviço
03/06 (quarta-feira) — Quarta da Sorte – Véspera de Feriado
Putz Grilla Trio — Pop Rock
18h às 00h30
Entrada OFF até 19h30 – Após, R$20
04/06 (quinta-feira) — Pagode do Jângal
Yuri Vieira — Pagode
17h às 00h30
Sympla OFF até 19h – Após, R$20
05/06 (sexta-feira) — Almoço do Jângal
11h30 às 15h30
Entrada OFF
* Opções de tilápia empanada ou frango grelhado
* Chopp ou limonada grátis
05/06 (sexta-feira) — Fuzaca
Marcos Viana — Ritmos Variados
18h às 00h30
Entrada OFF até 20h – Após, R$25
06/06 (sábado) — Festivalzim
Juliano Oliveira — Brasilidades
Ivan Nunes — Brasilidades
15h às 00h30
Entrada OFF até 16h – R$15 até 17h – Após, R$25
Ingressos:
https://www.sympla.com.br/evento/feriado-corpus-christ-03-06-05-06-e-06-06-entrada-off/
Pagode do Jângal:
https://www.sympla.com.br/evento/pagode-do-jangal-04-06/3433974
Reservas:
https://widget.getinapp.com.br/91azdZ6v
Atendimento:
https://wa.me/553198015182
Entrada sujeita à lotação.
Chefe Steakhouse
O Ô Chefe Steakhouse expandiu seu Festival de Massas para as unidades de Lourdes, São Bento e Caiçara, em Belo Horizonte, oferecendo a mesma experiência gastronômica em todas as casas. A iniciativa, assinada pelo chef Ronaldo Avelar, combina técnicas da parrilla com influências da culinária italiana, em um menu servido de terça a sábado a partir das 18h. O cardápio inclui opções vegetarianas, especiais e premium, com massas artesanais que vão de preparos leves a combinações mais robustas com cortes nobres, reforçando a proposta da marca de unir sofisticação e acessibilidade em diferentes regiões da cidade.
SERVIÇO:
Festival de Massas do Ô Chefe
Quando: Terça a sábado.
Horário: A partir das 18h.
Locais:
Lourdes: Rua Curitiba, 2154
São Bento: Rua Kepler, 515
Caiçara: Rua Alabandina, 90
Valores: Pratos a partir de R$ 35.
Instagram: @ochefebh
Choperia Du Leitte
A Choperia Du Leitte recebe neste domingo, 07 de junho, a estreia do Pagode da Xay, a partir das 13h30, em uma tarde dedicada ao samba e ao pagode em Belo Horizonte. O evento será comandado pela cantora Xay, com um repertório que mistura clássicos do pagode e sucessos atuais, em um ambiente descontraído e de alto astral. A programação também inclui opções gastronômicas com cortes na parrilla e um cardápio variado de chopes, reforçando a proposta de unir música ao vivo e experiência completa de lazer.
Informações Gerais do Evento
Data: Domingo, 07 de Junho (07/06)
Horário: A partir das 13h30
Atração: Cantora Xay e convidados
Local: Choperia Du Leitte
Endereço: Rua Alabandina, 90 – Loja 01 – Caiçaras, Belo Horizonte – MG
Reservas de Mesas: (31) 99230-5855
299 Speed Shop
O 299 Speed Shop promove uma programação especial de cinco dias consecutivos em Belo Horizonte, entre quarta e domingo do feriado prolongado, reunindo diferentes estilos musicais e experiências. A agenda começa com a festa Nébula, segue com o projeto Trem de Rock na quinta-feira e avança pelo fim de semana com atrações da música eletrônica como Eclipse Club e S.O.M., encerrando no domingo com o projeto Hangar4 em clima de sunset. A proposta combina música, gastronomia e ambiente sofisticado, reforçando o espaço como ponto de encontro para entretenimento durante o feriado.
Serviço:
Programação da Semana de Feriado no 299 Speed Shop
Período: 03 a 07 de junho de 2026 (Quarta-feira a Domingo)
Local: Belo Horizonte, MG
Agenda detalhada:
Quarta (03/06): Nébula (Tribal)
Quinta (04/06): Trem de Rock
Sexta (05/06): Eclipse Club
Sábado (06/06): S.O.M.
Domingo (07/06): Hangar4
Endereço: Av. Vereador Cícero Ildefonso, 299 – João Pinheiro, Belo Horizonte.
Reservas e Informações: (31) 99750-0299
Instagram: @299speedshop
Quermesse
O feriadão em Belo Horizonte terá uma edição especial do “Pagode na Praça”, no dia 4 de junho, a partir do meio-dia, na Praça Tiradentes, dentro do Quermesse. O evento reúne rodas de pagode ao ar livre com apresentações dos grupos Mais Amor e Falazada, além de DJs nos intervalos, criando uma programação contínua de música e descontração no centro da capital. Com estrutura de bar, alimentação e venda antecipada de ingressos, a iniciativa aposta em uma experiência coletiva para quem busca aproveitar o feriado em clima de festa e convivência.
SERVIÇO:
Evento: Pagode na Praça – Edição Especial de Feriado
Data: Quinta-feira, 4 de junho de 2026
Horário: A partir das 12h
Local: Quermesse (Praça Tiradentes, Centro – Belo Horizonte/MG)
Atrações: Grupo Mais Amor, Grupo Falazada e DJs
Ingressos: Disponíveis online pelo Sympla (link oficial: https://www.sympla.com.br/evento/pagode-na-praca-04-06-feriado/3443408)
Informações e Reservas (Aniversários/Despedidas): (31) 97401-2300
https://www.instagram.com/quermessetiradentesbh/
FESTA DA UVA
A Festa da Uva 2026 acontece no sábado, 6 de junho, no Parque das Mangabeiras, em Belo Horizonte, reunindo música ao vivo, gastronomia e vinhos em um ambiente ao ar livre. O evento contará com mais de 30 opções gastronômicas e cerca de 20 rótulos de vinhos e espumantes, além de shows de bandas como Manitu, Putzgrilla, U2 Tribute, Bauxita e o DJ Assisi. Com entrada gratuita e opções de combos pelo Sympla, a proposta é oferecer uma experiência completa de lazer, convivência e cultura em um dos principais espaços da capital mineira.
SERVIÇO:
FESTA DA UVA 2026 REÚNE VINHO, GASTRONOMIA E GRANDES ATRAÇÕES MUSICAIS NO PARQUE DAS MANGABEIRAS
Data: 6 de junho de 2026
Horário: a partir das 12h
Local: Parque das Mangabeiras – Belo Horizonte/MG
Atrações: Manitu, Putzgrilla, U2 Tribute, Bauxita e DJ Assisi
Ingressos: SYMPLA
CIDADE JUNINA
Após dois sábados repletos de música, animação e experiências ao público, a temporada de 5 anos da Cidade Junina chega ao seu terceiro final de semana com força total. Neste sábado, 6 de junho, a partir das 15h, o espaço naCidade recebe mais uma edição da parceria memorável entre o Jack Rock Bar e a Cidade Junina, prometendo uma experiência inesquecível para os amantes do gênero.
O sucesso das duas primeiras semanas, marcado pela movimentação de grande público e experiências imersivas, consolida o festival como o principal destino junino mineiro. Agora, o clima da festança se funde à energia das guitarras em uma curadoria assinada pelo Jack Rock Bar, trazendo rock do início ao fim.
Para Kiko Gravatá, gestor da naSala e um dos idealizadores do evento, o momento é de celebração. “A Cidade Junina prova mais uma vez sua versatilidade. Ver o Jack Rock Bar ocupando o espaço com curadoria própria e movimentando um público tão grande é a prova de que o evento é plural e acolhe todos os gêneros musicais com excelência, mantendo sempre o ambiente acolhedor para todas as gerações”, afirma.
Programação
O Dia do Rock na Cidade Junina contará com dois palcos para não deixar ninguém parado. No Palco Jack, a festa começa às 16h30 com o Beatles Rockshow, seguido pelo classic rock da banda HH às 18h50. Às 21h10, a banda CA$H assume o comando com os maiores hits do rock, e o encerramento do palco fica por conta da Mixtape (Rock & Pop) às 23h30. Já no Palco Cidade Junina, a programação traz Rocknights (Classic Rock) às 17h30, o show icônico do Tianastácia às 19h50 e o tributo visceral ao Pearl Jam com a Black Circle às 22h10.
Gastronomia
A experiência gastronômica é um dos pilares do festival, oferecendo um roteiro completo. O público poderá se deliciar com os hambúrgueres e nuggets da Trips Burger, os caldos variados do Nonô, e os churros tradicionais e gourmet da Clássico Churroteria. A Jô Novaes traz o aconchego da canjica e bebidas quentes, enquanto a Che Cocina Argentina apresenta suas famosas empanadas, choripan e alfajores. Para quem não dispensa os clássicos, a Fornatta marca presença com hot dogs, e o Clube do Milho oferece milho verde em espiga ou no potinho. A Daspu serve o tradicional macarrão na chapa, acompanhada pelos pastéis e caldo de cana do Borandá, as pipocas do Pipokiko e as pizzas individuais da Agostino Pizzeria. Para a sobremesa, a Non Finito oferece gelatos e fondue, enquanto a Paris Confeitaria traz tortas e doces juninos diversos. Um dos grandes destaques é a estação de batata frita da McCain, garantindo crocância máxima, além dos petiscos clássicos da Dona Ninguém, como moela com pãozinho e o famoso buraco quente.
O que vem por aí
Após a noite dedicada ao rock, a Cidade Junina segue com uma agenda diversa, recebendo o fenômeno do piseiro João Gomes no dia 13 de junho. O dia 20 será dedicado à família na “Cidadezinha”, com atrações como Beatles para Crianças e Wilson Sideral. No dia 27, o forró do Falamansa encontra o reggae do Maneva, e o encerramento apoteótico acontece em 4 de julho com Xand Avião e Mari Fernandez, fechando com chave de ouro os sete finais de semana de festa.
As vendas de ingressos para a Cidade Junina estão disponíveis pelo site nacidadebh.com.br.
Serviço:
Cidade Junina: Edição especial de 5 Anos – Dia do Rock
Data: Sábado, 06 de junho de 2026
Horário: A partir das 15h
Programação:
PALCO JACK
16h30 – Beatles Rockshow
18h50 – HH (Classic Rock)
21h10 – CA$H (Hits do Rock)
23h30 – Mixtape (Rock & Pop)
PALCO CIDADE JUNINA
17h30 – Rocknights (Classic Rock)
19h50 – Tianastácia
22h10 – Black Circle (Pearl Jam)
Temporada de Arraiás em Belo Horizonte Quando: Junho e julho de 2026 Onde: Diversos espaços da capital mineira Atrações: Quadrilhas, shows, comidas típicas, brincadeiras e atividades para toda a família.
Marcas promovem test rides e apresentam lançamentos durante uma das principais competições de mountain bike do país, realizada em Nova Lima (MG)
Entre os dias 5 e 7 de junho, a Caloi e a Cannondale estarão presentes na segunda etapa do Desafio Brou MTB, um dos maiores e mais tradicionais eventos de mountain bike e trail run do Brasil. A competição acontece em Honório Bicalho, distrito de Nova Lima (MG), e reúne atletas de diferentes níveis para desafiar as trilhas e paisagens do Parque Nacional da Serra do Gandarela.
Durante os três dias de evento, os participantes e visitantes poderão conhecer de perto alguns dos principais modelos e lançamentos das marcas, além de participar de test rides exclusivos para experimentar toda a tecnologia, performance e inovação que fazem parte do DNA da Caloi e da Cannondale.
A presença da Caloi e da Cannondale reforça o compromisso das marcas com o desenvolvimento do ciclismo nacional e a aproximação com a comunidade de atletas, entusiastas e consumidores. A iniciativa também proporciona aos participantes a oportunidade de conhecer as novidades do mercado e vivenciar, na prática, a experiência de pedalar bicicletas desenvolvidas para diferentes perfis e desafios.
Com expectativa de reunir centenas de atletas, o Desafio Brou MTB consolida-se como uma das principais referências do calendário brasileiro de esportes outdoor, unindo competição, aventura e conexão com a natureza em um dos cenários mais emblemáticos de Minas Gerais. Mais informações: https://brouaventuras.com.br/brounovalima/
Tese constitucional pode destravar a restituição de valores pagos indevidamente por municípios, autarquias, fundações e algumas sociedades de economia mista
Municípios, autarquias, fundações públicas e, em determinados casos, sociedades de economia mista podem ter uma via jurídica para revisar tributos pagos ao longo dos anos e recuperar valores recolhidos indevidamente com base na imunidade recíproca prevista na Constituição. A tese vem ganhando relevância justamente por atingir estruturas que, em muitos casos, suportaram cobranças incompatíveis com a proteção constitucional destinada aos entes públicos e a entidades vinculadas à prestação de serviços públicos.A imunidade recíproca está prevista no artigo 150, inciso VI, alínea “a”, da Constituição Federal, que veda a cobrança de impostos entre os entes federativos sobre patrimônio, renda ou serviços. Na prática, isso significa que a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios não podem tributar uns aos outros nessas hipóteses. O tema, porém, vai além da literalidade do texto constitucional e exige análise da função desempenhada pela entidade, da origem dos recursos e da forma como a atividade é estruturada.Segundo Igor Montalvão, sócio do escritório MSL Advogados, muitas organizações públicas ou equiparadas a elas deixam de revisar a própria situação fiscal e acabam arcando com tributos que poderiam ser questionados. “O ponto central é entender se a entidade está, de fato, protegida pela imunidade e se houve recolhimento indevido ao longo do tempo. Em muitos casos, existe um passivo tributário silencioso que pode ser revisto com base em critérios constitucionais e jurisprudenciais”, afirma.Sociedades de economia mista e estataisO debate se torna ainda mais relevante quando envolve sociedades de economia mista e empresas estatais que prestam serviço público. Nesses casos, a discussão não é automática: depende de uma leitura mais cuidadosa sobre a atividade exercida, o grau de interferência estatal e a natureza da receita. O Supremo Tribunal Federal já enfrentou situações desse tipo e admitiu, em contextos específicos, a extensão da imunidade, especialmente quando a estatal atua como longa manus do poder público e não em ambiente de concorrência.Na avaliação de Montalvão, a recuperação tributária nessas hipóteses não deve ser tratada como uma tese genérica, mas como uma estratégia jurídica construída caso a caso. “Não basta a entidade ser pública ou ter alguma vinculação com o poder público. É preciso demonstrar, com documentação e análise técnica, que a cobrança incidiu sobre uma situação alcançada pela imunidade. Esse cuidado é o que diferencia uma tese sólida de uma tentativa de restituição sem base consistente”, destaca.Um exemplo prático ajuda a visualizar a tese: imagine um município que, durante anos, tenha recolhido indevidamente determinado imposto sobre patrimônio ou serviços vinculados diretamente à sua atuação administrativa. Se confirmado que a cobrança contrariava a imunidade recíproca, esse ente pode buscar a restituição dos valores pagos dentro do prazo legal, além de reavaliar a exigência para os períodos seguintes. O mesmo raciocínio pode ser aplicado, com as devidas nuances, a autarquias e fundações públicas que tenham suportado tributação incompatível com sua proteção constitucional.Além da possibilidade de recuperar valores, a revisão traz outro efeito importante: a correção de passivos e a prevenção de novas cobranças indevidas. Para Montalvão, esse é um ponto estratégico para municípios e entidades públicas que convivem com restrição orçamentária e precisam ampliar a eficiência da gestão fiscal. “Quando a análise é bem feita, a imunidade recíproca deixa de ser apenas uma garantia abstrata e passa a funcionar como um instrumento concreto de preservação de receita e de segurança jurídica”, diz.A tese, portanto, deve ser vista como uma oportunidade de reorganização fiscal e não apenas como disputa tributária. Em um cenário de pressão sobre as finanças públicas, a identificação de recolhimentos indevidos pode representar alívio relevante no caixa e, ao mesmo tempo, reforçar a observância de um princípio constitucional estruturante do sistema federativo.
A AMCHAM Minas Gerais realizou, na noite desta segunda-feira (25), a cerimônia de posse do novo Conselho para o mandato 2026/2027. O evento reuniu lideranças empresariais, executivos, representantes institucionais e associados da entidade em Belo Horizonte, marcando ainda um importante capítulo das comemorações dos 25 anos da entidade no Estado.
A presidência do Conselho da regional mineira passa a ser ocupada por Ana Sanches, CEO da Anglo American no Brasil, que sucede Ricardo Gontijo, CEO da Direcional Engenharia. A cerimônia contou com a presença do CEO da AMCHAM Brasil, Abrão Arabe Neto, além de representantes de empresas associadas e integrantes do novo Conselho.
Saiba, a seguir, quem são os outros integrantes do novo Conselho da AMCHAM MG:
Ricardo Gontijo | CEO Direcional Engenharia (Ex Ofício);
Clemente Faria | CEO Grupo Bamaq;
Danilo Miyasato | CEO Wabtec;
Jayme Nicolato | CEO Mineração Morro do Ipê/Porto Sudeste;
José Henrique | CEO Rede Mater Dei;
Lizete Ribeiro | CEO Grupo Tauá Hotéis e Resorts;
Rodrigo Guimarães | VP Comercial Banco BS2;
Sérgio Fischer | CEO Log CPV;
Vitoriano Dornas | Conselheiro e Sócio Madcap
e José Henrique Salvador, CEO da Rede Mater Dei de Saúde.
Durante a solenidade, a nova gestão apresentou as prioridades estratégicas para os próximos dois anos, com foco no fortalecimento do ambiente de negócios, na ampliação das conexões empresariais e no estímulo à competitividade das empresas mineiras em um cenário econômico cada vez mais integrado globalmente.
Entre os temas destacados, estão a ampliação da atuação institucional da entidade em Minas Gerais, o fortalecimento do relacionamento entre empresas associadas e a promoção de debates ligados à inserção internacional, inovação, segurança jurídica e desenvolvimento econômico.
Em seu discurso de posse, Ana Sanches destacou a importância do diálogo empresarial e da construção de conexões entre Minas Gerais e mercados internacionais.
“Nosso compromisso é fortalecer ainda mais o papel da AMCHAM Minas Gerais como espaço de diálogo, conexão e desenvolvimento empresarial. Queremos ampliar as oportunidades de relacionamento entre os associados, estimular discussões estratégicas para o ambiente de negócios e contribuir para uma agenda voltada à competitividade e à inserção das empresas mineiras no cenário internacional”, disse.
O CEO da AMCHAM Brasil, Abrão Arabe Neto, ressaltou o papel da regional mineira dentro da atuação nacional da entidade e a importância das relações econômicas entre Brasil e Estados Unidos.
“A atuação da AMCHAM passa pela construção de pontes entre empresas, governos e mercados. Minas Gerais possui relevância estratégica nesse cenário, tanto pela força do setor produtivo quanto pela capacidade de ampliar conexões internacionais e contribuir para debates ligados ao desenvolvimento econômico e à competitividade”, destacou.
A programação do evento também incluiu um painel sobre o cenário político e eleições de 2026, com participação de Silvio Cascione, Managing Director da Eurasia Group, e executivos da AMCHAM Brasil; e outro sobre o Brasil e o cenário global de investimentos, conduzido por Bruno Barino, CEO da Black Rock, maior gestora de ativos e fundos de investimentos do mundo.
Durante o encontro, foram discutidos temas ligados à competitividade, ambiente regulatório, relações comerciais internacionais e perspectivas econômicas para os próximos anos.
Um espetáculo que é um território vivo da música brasileira. Essa é a definição do projeto “Bar Brasil – Canções, Histórias e Encontros”, que acontece no dia 07 de agosto, no Palácio das Artes, com Beto Guedes, Luiz Carlos SÁ, 14 Bis e Tuia.
Os ingressos podem ser adquiridos a partir das 18h, desta sexta-feira (29) no Sympla e na bilheteria do Palácio.
No palco os artistas se encontram, guiados pelo espírito do lendário Bar Brasil. Mais que unir repertórios, o show é uma conversa que atravessa gerações. Tuia dá continuidade ao rock rural pioneiro de Sá. Beto Guedes traz a força atemporal da música mineira e do Clube da Esquina. 14 Bis é o elo pulsante, a banda que foi a base de Sá & Guarabyra e depois criou uma identidade única, costurando o rural à sofistificação pop-rock.
Juntos, recriam no palco o clima de liberdade e emoção daquele bar mítico. É uma celebração afetiva, onde poesia, melodia e história se fundem em uma experiência compartilhada. É um diálogo musical que mantém viva a alma inventiva brasileira.
O Bar Brasil
O Bar Brasil é um daqueles lugares que ajudam a contar a história da música brasileira. Ponto de encontro da turma do Clube da Esquina, o bar reunia artistas, poetas, compositores e amigos que ali faziam da noite uma extensão natural da criação.
Foi nesse ambiente livre, afetivo e musical que Beto Guedes cantarolou pela primeira vez a melodia que viria a se tornar “Sol de Primavera”, anotada por sua esposa num guardanapo. Uma cena que por si só define a alma do local.
Nos anos 90, o Bar Brasil voltou a pulsar como referência, agora como reduto de uma nova geração de músicos e bandas, que dividia mesas, histórias e sonhos com nomes já consagrados.
O “Bar Brasil – Canções, Histórias e Encontros” é um projeto único, onde o rock rural encontra o Clube da Esquina, a poesia encontra a estrada e as vozes se unem para confirmar que algumas músicas, assim como os homens e os sonhos, não envelhecem.
SERVIÇOS:
Bar Brasil com Beto Guedes, Luiz Carlos SÁ, 14 Bis e Tuia – Canções, Histórias e Encontros
Dia: 07 de agosto (sexta-feira)
Local: Grande Teatro do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1.537 – Belo Horizonte – MG)
Horário: 21h
Valor dos ingressos: a partir de R$ 135,00
Plateia I: a partir de R$ 195,00
Plateia II: a partir de R$ 175,00
Plateia Superior: a partir de R$ 135,00
*** Família & Amigos: Venda exclusiva e promocional para pacotes a partir de 02 ingressos. Válido somente para ingresso inteira. Desconto não cumulativo com meia entrada e/ou outras promoções.
Ingressos: Bilheteria do teatro Palácio das Artes e pelo site Sympla.
Lançamento de “Minhas pernas de biker”, será no dia 9 de junho, às 19h, no Restaurante Taboca, em BH
Uma viagem de bicicleta entre praias selvagens, falésias, travessias de barco e encontros humanos pelo Nordeste brasileiro se transformou em literatura. Essa experiência inspirou o livro “Minhas pernas de biker” (Inmensa Editorial) que será lançado no dia 9 de junho, às 19h, no Restaurante Taboca, na rua Goiás 14, Centro, em Belo Horizonte. A obra reúne relatos, memórias e fotografias de uma expedição realizada entre Natal (RN) e Aracaju (SE), percorrida de bicicleta ao longo do litoral nordestino.
Além do lançamento da obra, o autor também participará de uma sessão de autógrafos no dia 13 de junho, das 16h às 17h, durante o Festival Literário Internacional de Minas Gerais (FliMinas), no estande da Literíssima/Inmensa Editorial, no Expominas, localizado na Avenida Amazonas, 6200, bairro Gameleira, em Belo Horizonte
O livro é de autoria do biólogo, odontólogo e professor acadêmico mineiro Vagnér Santo, também integrante da Academia de Letras do Vale do Jequitinhonha, que decidiu transformar em narrativa uma experiência vivida em 2011 ao lado de dois colegas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Márcio, professor da Escola de Farmácia, e Evandro, professor da Faculdade de Odontologia. Ao longo de 20 dias, o trio percorreu cerca de 1.010 quilômetros pedalando praticamente apenas pelas praias do litoral nordestino.
A publicação, que traz duas versões no mesmo exemplar, metade em português e metade em inglês, conta com fotografias registradas durante a viagem. A proposta bilíngue surgiu da intenção de transformar a obra também em uma espécie de guia afetivo e turístico para leitores estrangeiros interessados em conhecer o litoral brasileiro. “Mais do que uma viagem de bicicleta, foi uma experiência humana, cultural e de autoconhecimento”, afirma o autor.
A aventura começou ainda em Belo Horizonte, de onde os ciclistas partiram de ônibus, levando as bicicletas no bagageiro. Foram quase quatro dias de deslocamento até Natal (RN). A partir dali, começaram a descer o trajeto pedalando pelo litoral, enfrentando marés, falésias, travessias de rios e longos trechos isolados de praias selvagens.
Durante o percurso, os viajantes precisaram adaptar a rota diversas vezes. Em muitos pontos, a travessia dependia da ajuda de jangadeiros e balseiros locais. Em outros, a subida da maré transformava a viagem em uma corrida contra o tempo.
De acordo com Santo, um dos momentos mais tensos aconteceu entre a Praia dos Amores e Bahia Formosa, no Rio Grande do Norte. Sem consultar corretamente o mapa das marés, o grupo ficou cercado por falésias de até 20 metros de altura enquanto a água subia rapidamente.
“Achamos que ficaríamos presos. Tivemos que carregar as bicicletas nas costas por quase uma hora subindo uma duna enorme até encontrar uma saída”, relembra.
Já no alto, os ciclistas atravessaram uma vegetação tomada por cactos e espinhos, no escuro, com pneus furados e completamente exaustos. A cena virou uma das histórias marcantes narradas na obra.
Além da aventura, o livro registra encontros e personagens que cruzaram o caminho dos viajantes. Um deles é “Seu Menino do Rio”, barqueiro potiguar que ajudou o grupo em uma travessia. Como forma de retribuição ao gesto gentil, Santo criou um poema ao barqueiro, que está publicado em sua obra.
Ao longo do trajeto, o autor também relata experiências em cidades pequenas, pousadas simples, restaurantes improvisados e locais históricos ligados à colonização portuguesa e holandesa. Entre os cenários descritos estão os canaviais de Pernambuco, o Forte Orange e a emocionante chegada à foz do Rio São Francisco. “Eu já conhecia a nascente do Rio São Francisco, em Minas Gerais. Ver a foz foi como completar uma trajetória afetiva em torno do Velho Chico”, conta Santo.
A narrativa tem formato de diário de viagem, acompanhando o cotidiano da expedição quase dia a dia, com observações sobre os locais visitados, os desafios físicos, os encontros humanos e as reflexões provocadas pelas longas horas pedalando sozinho. “Você passa muito tempo apenas com os próprios pensamentos. Acaba refletindo sobre a vida, sobre o passado, sobre o futuro. É um processo muito introspectivo”, afirma o autor.
Embora seja conhecido anteriormente por livros de poesia, esta é a primeira obra narrativa do autor. A ideia surgiu a partir dos diários escritos durante a viagem, mas o projeto demorou anos para ser concluído.
Sobre o autor
Vagnér Santo é nome artístico de Vagner Rodrigues Santos, mineiro da cidade de Rubim, Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais. É biólogo, odontólogo, e foi Professor de Ciências e Biologia em escolas públicas e privadas de Belo Horizonte, cidade onde também atuou como dentista. Atualmente, é Professor Titular aposentado da Faculdade de Odontologia da UFMG, onde foi Diretor e vice-Diretor. Tem capítulos de livros e trabalhos científicos publicados em periódicos nacionais e internacionais.
Seus primeiros poemas foram publicados nos tabloides do DCE-UFMG “Gol a Gol” e “Pega com o Pé e Dribla” (1978), na revista “Liberdade Literária” (1981) e “Arreunião: Coletânea dos poetas do Vale do Jequitinhonha” (1984). Estreou em livro com Poemas sem rumo certo em 1999. Seu segundo livro, Conversas com a minha mãe, saiu em 2020.
Participou das seguintes Antologias Poéticas: Poetas EN-CENA 2: Reunião de poemas de poetas brasileiros no IV Belô Poético (2008), Nós da poesia (2009), Cena Poética 10 (2024), A literatura do Jequitinhonha (2025).
Também letrista de música popular, foi finalista em diversos festivais e premiado no VI FESTIVALE de Salinas (MG) e nos festivais de Borda da Mata (BA), Jacinto, Jordânia, Itambacuri, Nanuque e Rubim. Suas canções mais premiadas são “Prenda em carne e osso”, “Enraizado” e “Ce ta mentin ce num conhece o Vale do Jequitinhonha”.
Lançou os CDs “Do salgado e do doce” (2006), “De palavras e vinhos” (2015), “Beijo na boca, não!” (2022) e “No som de Joao Bosco” (2024), todos produzidos de forma independente.
É integrante da Academia de Letras do Vale do Jequitinhonha.
Serviço
Lançamento do livro “Minhas pernas de biker”, de Vagnér Santo
Data: 9 de junho (segunda-feira)
Horário: 19h
Local: Restaurante Taboca
Endereço: Rua Goiás, 14 – Centro – Belo Horizonte
Entrada: Gratuita
Data: 13 de junho
Horário: das 16h às 17h
Local: FliMinas – Festival Literário Internacional de Minas Gerais – estande da Literíssima/ Inmensa Editorial – no Expominas – Av. Amazonas, 6200 – Gameleira – BH
Se você achava que o ano de 2026 precisava de um empurrãozinho para entrar no clima de arrasta-pé, a espera acabou. Em uma mistura perfeita de tradição e modernidade, o trio mineiro Anima Mea se junta à icônica e tradicional banda Chama Chuva para apresentar o single “Tudo Vira Forró”. A faixa, que já está disponível em todas rádios e aplicativos de música chega com a promessa de ser o grande hino das celebrações de São João deste ano.
A canção é uma ode à leveza e à celebração do cotidiano, transformando qualquer dia comum em uma verdadeira festa através da dança e do afeto. Com uma identidade marcante e um refrão que gruda na cabeça logo na primeira audição, o público já se pega cantando:
“É que a gente é mesmo arrastado, nascemos joia e com tal borogodó!
Se a banda toca a gente brilha encostado, sem tempo ruim, se tudo vira forró!”
A Força do Encontro: Tradição e Nova Geração
O grande triunfo de “Tudo Vira Forró” está na química impecável entre as duas atrações. De um lado, temos o Chama Chuva, uma verdadeira instituição do forró brasileiro, conhecido nacionalmente por sua trajetória brilhante na música regional e por arrastar multidões com seu autêntico forró pé de serra. Do outro, o trio Anima Mea, que vem se destacando no cenário musical por sua sonoridade contemporânea, sensível e, acima de tudo, por composições que transbordam positividade.
O resultado dessa parceria é um groove orgânico e envolvente, onde a sanfona assume o protagonismo, mas abre espaço para uma roupagem fresca e atual. É o tipo de música feita não apenas para dançar coladinho, mas também para ouvir no carro, em casa e carregar no peito aquela vibe gostosa.
Seja você um forrozeiro raiz ou alguém que simplesmente ama uma música boa e cheia de vida, “Tudo Vira Forró” é o combustível que faltava para os seus dias.
Aperte o play na sua plataforma digital favorita e deixe o corpo balançar!