Grupo EPO realiza entrega de residencial de alto padrão

O Parque Bandeirantes, entregue no dia 20 de fevereiro, está situado em uma localização privilegiada, a Avenida Bandeirantes, no bairro Sion. O residencial  possui 16 unidades, distribuídas em 12 pavimentos. “Uma oportunidade única de viver no coração da zona Sul de BH, com fácil acesso a tudo e uma estrutura completa para uma rotina conectada ao bem-estar. Estamos falando sobre morar com qualidade, segurança e uma vista excepcional para a Praça Juscelino Kubitschek e a Serra do Curral. Isso é para poucos”, pontua Marcelo Carvalho, superintendente de vendas do Grupo EPO.

Fixada em um bairro tradicional da capital mineira, a Avenida Bandeirantes é destino de famílias que buscam morar em locais que aliem comodidade, comércios e serviços próximos e uma variedade de opções de lazer. Com acesso facilitado, pelas avenidas Nossa Senhora do Carmo e Afonso Pena ou pela Rua Uruguai, a Bandeirantes é destino dos belo-horizontinos para a prática de esportes, caminhadas e corridas ao ar livre. Já a Praça JK, ao longo de seus 28 mil metros quadrados de extensão, reúne atrativos para todas as idades, como pistas de caminhada, ciclovia, quadras para esportes, aparelhos de ginástica e espaços livres, que permitem contemplação da natureza e eventualmente recebem eventos voltados para a saúde, além de intervenções artísticas e culturais.

Apesar de nobre, a Avenida Bandeirantes há anos não recebia uma edificação deste porte, pela escassez de terrenos disponíveis para construção. “Entre os lançamentos na região nos últimos anos, o Parque Bandeirantes é o único que entrega infraestrutura de lazer completa. É um empreendimento imponente, entregue dentro do prazo e com o selo de qualidade do Grupo EPO”, ressalta Marcelo. O residencial, que é mais um sucesso comercial da construtora, possui apenas uma unidade disponível para venda, de 150 m², com 3 suítes.

Diferenciais do projeto – Com arquitetura moderna, assinada por Márcio Coscarelli, a fachada do Parque Bandeirantes encanta pela leveza. Os projetos de decoração das áreas comuns, elaborado pelo escritório de Piacesi Arquitetos Associados, e de paisagismo, entregue pelo arquiteto Felipe Fontes, atribuem beleza e elegância ao empreendimento.    As vagas de garagem, que também possuem tomadas para carregamento de carro elétrico, foram distribuídas em dois pavimentos com acesso independente. As dependências comuns contam com salão de festa com cozinha e varanda, espaço gourmet, churrasqueira, espaço fitness, sauna com ducha, playground, piscina com prainha e piscina infantil, ambas climatizadas.

Ju Dourada faz viagem pessoal pelo Rio São Francisco

Natural de Januária, em Minas Gerais, Ju Dourada é membro do Bloco Ovelha Negra, destaque no Carnaval de sua terra natal, e cofundadora do Movimento Cultural Barrancada, um coletivo que valoriza a cultura musical barranqueira. Agora, revela suas primeiras canções solo.

Depois de mergulhar nos relacionamentos obsessivos no clipe “Voltas”, a cantora e compositora Ju Dourada mostra outro lado de suas canções com “Filha de Iemanjá”, uma música poética que busca na água a força e a potência do feminino. A faixa celebra a vivência das populações barranqueiras e ribeirinhas do sertão norte-mineiro, e canta os caminhos que levam o Rio São Francisco até o mar.

A composição é uma consequência do mergulho pessoal de Ju Dourada em sua própria espiritualidade, em busca de novos caminhos e autoconhecimento. Embora não pratique uma religião específica, a artista abraça o sincretismo, já presente em suas origens católicas, sem se limitar a credos ou crenças. Umbanda, budismo e astrologia fazem parte de suas convicções, de onde a cultura dos orixás desponta como uma importante fonte de conexão.

“‘Filha de Iemanjá’ nasceu da minha ligação com a água, com o mar, que sei é de outras vidas. A melodia me veio quando eu olhava as ondas dentro do mar da Bahia. Muito tempo depois, eu comecei a letra, durante a pandemia de 2020, onde eu vivia um processo de introspecção e resgate da minha espiritualidade. A inspiração veio das lembranças de várias pessoas amigas que cultuam os orixás, que me diziam, do nada: acho que você é Filha de Iemanjá. Pra mim, fez todo sentido, ainda mais da minha ligação com a água. Só tenho paz perto da água. Seja um banho quente, um rio ou o balanço do mar. Como filha do Velho Chico e de Maria Alice, minha mãe (in memorian), incluí o sincretismo das Nossas Senhoras e o nome de minha mãe”, Ju explica.

A influência dos sons, ritmos e cores do norte de Minas Gerais é palpável tanto na música quanto no clipe, gravado nas águas do Velho Chico. Para isso, Dourada contou com cineastas barranqueiros – Gleydson Mota, Nan Ferrési, Lucas Almeida -, cuja vivência às margens do rio é essencial para retratar essa conexão. A fotografia e edição são de Túlio Gustavo e Éric Almeida e  a produção teve participação Coletivo de Cinema Cine Barranco, que já faz um trabalho para popularização do cinema no sertão norte-mineiro.

“Um dos meus maiores sonhos é morar pertinho do mar, o que também é expresso na música. Trabalhando esse sentimento de volta pra casa, gravei o clipe no rio que corre em minhas veias e dá a cor parda de minha pele, o São Francisco, que banha minha terra natal. No videoclipe, relembro que o Velho Chico é minha casa mãe, e, seguindo seus fluxos, um dia chegarei ao meu destino, o mar”, resume Ju Dourada, parafraseando o encerramento do clipe.

A produção da música é de Thuyan Santiago e Lauro Santana, que captaram a vibração de leveza e fluidez da música, embalada por elementos que fazem uma ponte de Minas à vizinha Bahia, chegando ao mar e cruzando o oceano até a África. Tudo isso para dar forma a uma jornada profundamente pessoal para a artista.

“A música foi meu único alimento quando nada me descia pela garganta. Começar a compor foi a salvação de minha alma, e essa música, em especial, me mostrou que a arte, gigante como o mar, é o meu verdadeiro lar. É a celebração do arquétipo de Vênus através da cultura afro-brasileira dos orixás. É a água que representa as emoções, as origens, o abraço materno e a fluidez da alma. O arquétipo da sereia também existe na cultura barranqueira, como a Sereia Iara, cujo ‘Salve IARA’ na música também deixa clara essa união”, completa Ju.

Assista ao clipe “Voltas”:

Iniciando uma nova fase em 2024, Ju Dourada incorpora em suas composições as experiências da vida, sendo “Voltas” a primeira de muitas canções que servirão para consolidar sua visão autoral, agora ampliada com “Filha de Iemanjá”. Os singles estão disponíveis em todas as principais plataformas de streaming, e os clipes no YouTube.

Ricardo Nunes realiza evento exclusivo para empresários

Empresário e fundador do Grupo R1, Ricardo Nunes promoveu entre os dias 21 e 23/02, na Fundação Dom Cabral, em Belo Horizonte, evento com a presença do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e empresários de diversas regiões e segmentos do Brasil, entre eles, Luis Fernando Porto, CEO e fundador da Unidas, e Monica Hauk, Fundadora e CEO Sólides Tecnologia, dentre outros.

Na ocasião, Ricardo compartilhou de maneira exclusiva as estratégias utilizadas para construir a Ricardo Eletro, que começou com uma lojinha de 20 metros quadrados e se transformou na 2ª maior empresa de varejo do país, através da Máquina de Vendas, com 45.000 colaboradores e R$12 bilhões de faturamento anual.  Ao longo de 30 anos à frente da empresa, ele desenvolveu um modelo único de gestão, marketing, e vendas, que batizou de Método RGV.

No final de 2023, Ricardo liderou uma comitiva com mais de 40 empresários para a China, com o objetivo de gerar oportunidades de negócio. Foram realizadas diversas conexões entre empresários brasileiros e grandes produtores chineses, movimentando dezenas de milhões em importações.
Com seu perfil workaholic, Ricardo atualmente está à frente do Grupo R1, que tem por objetivo promover o crescimento de empresas de diferentes portes e segmentos, para fomentar a geração de empregos e o desenvolvimento do país. Conhecido por seu marketing agressivo, Ricardo hoje utiliza as redes sociais para levar conhecimento prático sobre negócios.

Thiago Arancam e Durval Lelys lançam música com o Olodum

“Alegria é a melhor coisa que existe”, a frase imortalizada no samba de Vinícius de Moraes e Baden Powel traduz o espírito do feat entre Thiago Arancam e Durval Lelys na canção “Aquela Alegria”, onde o carnaval e o clássico se encontram na mais pura sensação de prazer. O single tem lançamento no dia 23/02 em todas as plataformas de áudio e o videoclipe chega ao YouTube na mesma data. Ouça aqui.

Artista do Carnaval, criador de diversos personagens na folia, Durval encarou o desafio, junto com Arancam, de misturar esses dois universos para falar do sentimento que gera uma das melhores sensações ao ser humano e é a principal emoção que as pessoas buscam o tempo todo.

“Aquela alegria é quase um mantra para mim. Falo essa expressão o tempo todo” revela Thiago. E foi com essa frase dita a Durval, em um encontro por acaso, em Recife, que o artista baiano disparou: “Isso dá música”. E deu. Os dois combinaram de se encontrar em Salvador e assim nasceu a canção. O single, que tem participação do grupo Olodum, foi apresentado no domingo de carnaval, no circuito Barra-Ondina e agora chega às plataformas digitais, junto com o clipe que foi gravado em Salvador, na Casa Pia Órfãos de São Joaquim.

“Foi uma imensa felicidade gravar essa música com o Thiago. Ela nasceu de uma forma extremamente espontânea, na alegria genuína de um dos nossos encontros. A ideia era fazer uma “operaxé”, por isso juntamos eu, o Thiago e o Olodum e o resultado deu nessa maravilha musical, recheada de sonoridade, com ritmo que contagia e a batida que leva direto no coração”, declara Durval Lelys.

AQUELA ALEGRIA
Autores: Durval Lelys e Thiago Arancam
Produção: Yacoce Simões

OS DEUSES DO AMOR
NAVEGAM NO MAR
TRAZENDO A CANÇÃO DA VIDA

PRÁ AGENTE ACORDAR
E VER O VALOR
DA NOSSA UNIÃO TÃO BONITA

É FLOR NO JARDIM, É LUZ NO LUAR
SABOR DE CAFÉ, VAMOS ACORDAR
FAZER DESSA NOSSA MISSÃO VIVER DESSA GRANDE PAIXÃO

O UNIVERSO É PRÁ SE AMAR

AQUELA ALEGRIA QUE CONTAGIA
VAI FAZER VOCÊ MUITO MAIS FELIZ

É FRUTO DA PAZ DA FONTE DO AMOR

UM CANTO ECOOU
UNINDO CÉU E MAR
UM BÁLSAMO DE AMOR
UM RITMO NO AR
OUVE ESSA HARMONIA
VIBRANDO EM SINTONIA
AQUELA ALEGRIA

PHV Engenharia lança empreendimento residencial no Buritis

Localizado em uma das áreas mais cobiçadas da região Oeste de Belo Horizonte, o Vista será apresentado ao mercado no dia 16 de março.

Projetado para ocupar um espaço nobre junto ao novo polo comercial e de serviços do Buritis, nas proximidades da avenida Professor Mário Werneck, o Vista contará com uma torre única em ponto privilegiado da rua José Teófilo Marques. Serão 44 apartamentos, dois por andar, com vista definitiva e plantas de 97m². As unidades terão três quartos, sendo um com suíte, sala ampla de dois ambientes e cozinha americana.

“Nosso empreendimento está situado em uma nova área do bairro, chamada de Novo Buritis. É um point vibrante, perto da natureza dos parques, montanhas e de estabelecimentos de qualidade para todos os gostos e necessidades”, destaca Cristiano Madeira, diretor comercial da PHV Engenharia. Além da localização, a área de lazer é outro ponto alto do empreendimento, com mais de 3 mil metros quadrados exclusivos para o bem-estar, diversão e conforto dos moradores. “Não há nada igual na região. A área de lazer é projetada para oferecer experiências únicas para a família e amigos sem precisar sair de casa”, aponta Madeira. O projeto inclui quadras de areia, piscina com prainha, piscina infantil, playground, espaço pet, sauna, salão de festas e espaço gourmet.

Com um projeto arrojado e sofisticado, o Vista leva a assinatura da PHV Engenharia ao Buritis. “É um projeto muito especial, que traz em seus detalhes toda nossa expertise em construções de alto padrão e desponta como tendência para quem busca conforto, ótima localização e opções variadas de lazer”, destaca o diretor comercial. O prédio, com 22 andares, também se destaca por oferecer espaço delivery, previsão de carga para veículos elétricos e espaço fitness.

Filarmônica de Minas Gerais abre temporada 2024

A Temporada 2024 se inicia com a imersão no papel da orquestra na arte operística. No dia 2 de março, às 18h, na Sala Minas Gerais, a Filarmônica de Minas Gerais apresenta os Pilares da ópera alemã, com algumas das mais famosas aberturas de ópera criadas naquele país: do classicismo de Mozart e Gluck ao romantismo extremo de Wagner, culminando com uma das primeiras experimentações no gênero feita por Richard Strauss, um dos compositores homenageados nesta temporada. A regência será do maestro associado da Filarmônica de Minas Gerais, José Soares. Os ingressos estão à venda no site www.filarmonica.art.br e na bilheteria da Sala.

Este projeto é apresentado pelo Ministério da Cultura e Governo de Minas Gerais, com patrocínio da Porto Seguro e Prodemge, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Apoio: Circuito Liberdade e Programa Amigos da Filarmônica. Realização: Instituto Cultural Filarmônica, Secretaria Estadual de Cultura e Turismo de MG, Governo de Minas Gerais, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Maestro José Soares, regente associado da Filarmônica de Minas Gerais

Natural de São Paulo, José Soares é Regente Associado da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde 2022, tendo sido seu Regente Assistente nas duas temporadas anteriores.

Venceu o 19º Concurso Internacional de Regência de Tóquio (2021), recebendo os prêmios do júri e do público na competição.

Iniciou-se na música com sua mãe, Ana Yara Campos. Estudou Regência Orquestral com o maestro Claudio Cruz, em um programa regular de masterclasses em parceria com a Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Participou como bolsista nas edições 2016 e 2017 do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, sendo orientado por Marin Alsop, Arvo Volmer, Giancarlo Guerrero e Alexander Libreich. Recebeu, nesta última, o Prêmio de Regência, tendo sido convidado a atuar como regente assistente da Osesp em parte da temporada 2018, participando de um Concerto Matinal a convite de Marin Alsop.

Foi aluno do Laboratório de Regência da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sendo convidado pelo maestro Fabio Mechetti a reger um dos Concertos para a Juventude da temporada 2019. Em julho desse mesmo ano, teve aulas com Paavo Järvi, Neëme Järvi, Kristjan Järvi e Leonid Grin, como parte do programa de Regência do Festival de Música de Parnü, Estônia. Ao final de 2021, recebeu o prêmio da crítica da Revista Concerto na categoria “Jovem Talento”.

No Japão, regeu as orquestras Sinfônica NHK de Tóquio, New Japan Philharmonic, Sinfônica de Hiroshima e Filarmônica de Nagoya. Conduziu também a Osesp e a MÁV Symphonie Orchester em Budapeste.

Soares é Bacharel em Composição pela Universidade de São Paulo. Em 2024, tem concertos agendados com a Sinfônica Jovem de São Paulo e com a Orquestra de Câmara de Curitiba.

Repertório

Como em praticamente todas as demais expressões da música orquestral, a influência dos artistas e compositores alemães no desenvolvimento da arte operística é incontornável. Seja nas reformas propostas por Gluck em meados do século XVIII ou nos famosos leitmotivs wagnerianos do final do Romantismo, as inovações surgidas em terras germânicas foram responsáveis por expandir e ressignificar as linguagens da ópera, abrindo horizontes e consolidando tendências.

Ao longo deste primeiro concerto da série Fora de Série na Temporada 2024, vamos percorrer, em ordem mais ou menos cronológica, a história da ópera na Alemanha a partir de alguns compositores fundamentais – nomes que, não por acaso, estão entre os mais conhecidos de toda a música ocidental. Começamos com Mozart.

 Wolfgang Amadeus Mozart (Salzburgo, Áustria, 1756 – Viena, Áustria, 1791) e a obra A Flauta Mágica, k. 620: Abertura (1791)

Para muitos, Wolfgang Amadeus Mozart foi e ainda é o maior mestre que já existiu no  drama lírico. Nos últimos dez anos de sua breve vida, quando se fixou em Viena, escreveu algumas das óperas mais influentes e amadas de todo o repertório, entre elas A Flauta Mágica. Estreada em outubro de 1791, dois meses antes de sua morte, trata-se de uma demonstração perfeita do domínio de Mozart sobre todos os caminhos que a ópera havia trilhado até aquele momento. Sua famosa Abertura funciona como um vislumbre da admirável diversidade de estilos articulados no restante da peça, especialmente em suas dinâmicas contrastantes e na riqueza dos timbres orquestrais.

Christoph Willibald Gluck (Erasbach, Alemanha, 1714 – Viena, Áustria, 1787) e a obra Orfeu e Eurídice: Dança dos espíritos abençoados (1762)

Alguns anos antes do furacão mozartiano, o alemão Christoph Willibald Gluck foi uma referência importante nas cenas artísticas vienense e parisiense com suas reformas ao modelo dominante até então, a chamada opera seria italiana. Em 1762, compôs Orfeu e Eurídice, uma ópera curta para os padrões da época, que abandonava as árias longas em prol de canções mais contidas e personagens mais humanos. A dança dos espíritos abençoados, que marca a chegada de Orfeu aos Campos Elíseos, acena para a tradição operística francesa, com sua escrita inspirada em balés.

Carl Maria von Weber (Eutin, Alemanha, 1786 – Londres, Inglaterra, 1826) e a obra Oberon: Abertura (1825/1826)

 Carl Maria von Weber foi um nome fundamental no processo de consolidação de uma ópera com caráter tipicamente germânico, criando personagens, situações e músicas que refletiam e reafirmavam a identidade de seu povo. Sua produção no primeiro quarto do século XIX, quando a Alemanha ainda não era um Estado unificado (algo que só viria a se concretizar em 1871), exerceu grande influência em Wagner. Oberon, apesar da temática medieval britânica, apresenta bem um modo alemão de pensar a composição instrumental e vocal nas décadas iniciais do Romantismo europeu, ainda que com certa sobriedade.

Ludwig van Beethoven (Boon, Alemanha, 1770 – Viena, Áustria, 1827) e a obra Fidelio: Abertura, op. 72c (1814)

 A tradição assentada com Weber tem um antecedente fundamental em Fidelio, a única ópera composta por Ludwig van Beethoven. Na quarta e última abertura que criou para essa obra, o gênio de Bonn opta por uma abordagem mais coesa, que apenas alude ao trabalho central. Seu sucesso ajudou a consagrar o Singspiel, uma forma lírico-dramática tipicamente alemã que alterna o teatro falado com números musicais intercalados, geralmente escrita em linguagem mais coloquial e com melodias de apelo folclórico e popular.

Richard Wagner (Leipzig, Alemanha, 1813 – Veneza, Itália, 1883) e a obra Tristão e Isolda: Prelúdio e Morte de Isolda (1857/1859)

Richard Wagner, talvez seja o compositor de óperas mais influente dos últimos 200 anos. Um inovador como poucos na história da música, Wagner criou trabalhos transgressores e ambiciosos, nos quais perseguia o seu próprio conceito de Gesamtkunstwerk, a “obra de arte completa”. Tristão e Isolda, escrita em 1859, é um exemplo exuberante de seus famosos leitmotivs – frases ou fragmentos musicais recorrentes na obra, melódicos ou harmônicos, que são associados a um personagem, lugar, objeto ou ideia. Seu Prelúdio contém o muito estudado “acorde de Tristão”, elemento dissonante que abriu portas para a música atonal das décadas posteriores, e a canção Morte de Isolda escandalizou ouvintes da época com sua sugestividade erótica, além de ser uma demonstração notável da filosofia wagneriana em relação ao emprego das árias e do recitativo.

Richard Strauss (Munique, Alemanha, 1864 – Garmisch-Partenkirchen, Alemanha, 1949) e a obra  Guntram, op. 25: Prelúdios dos Atos I e II (1888/1893, revisão 1934/1939)

 Guntram é a primeira ópera de Richard Strauss. Escritos por volta de 1893 e revisados posteriormente na década de 1930, os prelúdios de Guntram expõem com inegável transparência a forte influência de Wagner no trabalho do jovem Strauss. São peças menos conhecidas, mas que comprovam a arquitetura firme na qual a ópera, não só na Alemanha, mas em todo o globo, se ergueu – e também implodiu – ao longo do século XX.

 Programa

Filarmônica de Minas Gerais

Série Fora de Série – Ópera alemã

2 de março – 18h

Sala Minas Gerais

José Soares, regente

MOZART                            A Flauta Mágica, K. 620: Abertura

GLUCK/Mottl                     Orfeu e Eurídice: Dança dos espíritos abençoados

WEBER                             Oberon: Abertura

BEETHOVEN                       Fidelio: Abertura, op. 72c

WAGNER                            Tristão e Isolda: Prelúdio e Morte de Isolda

  1. STRAUSS                      Guntram, op. 25: Prelúdios dos Atos I e II

 INGRESSOS:

R$ 39,60 (Mezanino), R$ 50 (Coro), R$ 50 (Terraço), R$ 72 (Balcão Palco), R$ 92 (Balcão Lateral), R$ 124 (Plateia Central), R$ 160 (Balcão Principal) e R$ 180 (Camarote).

Ingressos para Coro e Terraço serão comercializados somente após a venda dos demais setores.

Meia-entrada para estudantes, maiores de 60 anos, jovens de baixa renda e pessoas com deficiência, de acordo com a legislação.

Informações: (31) 3219-9000 ou www.filarmonica.art.br

Bilheteria da Sala Minas Gerais

Horário de funcionamento

Dias sem concerto:

3ª a 6ª — 12h a 20h

Sábado — 12h a 18h

Em dias de concerto, o horário da bilheteria é diferente:

— 12h a 22h — quando o concerto é durante a semana

— 12h a 20h — quando o concerto é no sábado

— 09h a 13h — quando o concerto é no domingo

São aceitos:

  • Cartões das bandeiras Elo, Mastercard e Visa
  • Pix

Você conhece todos os tipos de batata?

O universo culinário é muito amplo, com diversidade de ingredientes e diferentes formas de preparo. Um dos itens mais consumidos no Brasil, a batata é um alimento versátil dentro da cozinha, podendo ser utilizada de várias maneiras. Porém, muitos não sabem que existem vários tipos deste tubérculo. A nutricionista da Água Doce Sabores do Brasil, Tamiris Pitana, dá dicas de como utilizar as variedades de batatas durante o preparo de receitas.

Batata inglesa: a mais consumida pelos brasileiros, a batata inglesa é rica em nutrientes, como vitamina B, ferro e cálcio. Com teor de amido de até 20%, o alimento é indicado para uma ampla variedade de receitas, como purê de batata, para ser assada e até frita.

Batata doce: fonte de fibras e carboidratos, o tubérculo é muito indicado para quem precisa repor nutrientes em uma dieta. Com casca roxa e com sabor adocicado, a batata doce pode ser assada, cozida, frita e até mesmo feita em formato de chips para substituir produtos industrializados.

Batata asterix: parecida com a batata inglesa, este tipo se diferencia pela sua casca, que pode ser roxa ou rosa. Com uma textura mais seca e com alto teor de amido, o alimento é ideal para frituras. Por ser leve, deve-se evitar cozinhar ou fazer ensopados com ela, pois tendem a inchar e desmanchar.

Batata yacon: muito conhecida no Japão, o tubérculo tem uma cor alaranjada e sabor mais doce. Pode ser consumido cru ou em saladas e até massas de pão e macarrão. Para quem buscar por uma alimentação mais saudável, a batata é uma indicação, já que contém baixo teor calórico.

Batata baraka: de aspecto considerado sujo, a batata baraka é originária da Holanda e muito encontrada em feiras livres e mercados de pequenos produtores. É muito indicada para preparo de frituras, pela baixa quantidade de água, também podendo ser usada em pratos que precisam ser cozidos.
Batata baroa: conhecida como mandioquinha, o alimento tem uma cor amarelada, sabor adocicado e aroma marcante. Com formato mais estreito que a batata inglesa, o tubérculo é rico em vitaminas A, B e C, além de ser versátil na cozinha, podendo ser usado em purês ou em assados. Também é indicado para introdução alimentar das crianças.

Batata bolinha: de formato pequeno, com textura seca e leve, este tipo de batata é muito consumido como petiscos ou em receitas de massas, como nhoque. Algumas pessoas usam esse tipo para produzir conservas, acompanhada de cebola e ervas aromáticas, e posteriormente servida como aperitivo. Existem variações na cor de sua casca, podendo ser encontrada em tons avermelhados, amarelados e roxos. É muito similar a batata inglesa.

Quem é o pedreiro que aparece em vídeo com Leonardo ?

Nos últimos dias a internet ganhou de presente mais um meme com um vídeo do cantor Leonardo fazendo segunda voz ao lado de um pedreiro. As brincadeiras foram do tipo: “Polliana foi ver porque a obra tá demorando…”. A situação era o que parecia, ou quase. O novato cantor, Fredd Costa, de 38 anos, é realmente pedreiro, mas a obra não é da esposa do Leonardo. Ela é uma casa do condomínio Talismã, negócio imobiliário que leva assinatura dele, onde ele esteve na última semana.

Mais que vistoriar o negócio, Leonardo também checou o talento de Genilson Higino, mineiro de Divino, Minas Gerais, que, acreditando no sonho de se tornar um cantor reconhecido, veio para Goiânia no final do ano de 2023 com o objetivo de conhecer o veterano e mostrar suas composições. “Eu sabia que se tivesse a oportunidade, minha música seria um estouro”, declara Fredd Costa, nome artístico adotado pelo pedreiro.

O plano foi traçado há algum tempo. Já dominando o ofício na construção civil na cidade natal, ele pediu trabalho para o mestre de obras que atua no condomínio em Guapó, e veio com cara e coragem, acreditando que um dia, Leonardo iria aparecer. “E não é que aconteceu rápido!. Lá na obra sempre tem uma resenha e meu violão estava sempre preparado. Quando o patrão falou: o Leonardo tá aí, você tá pronto? eu disse: nasci pronto rapaz”.

O vídeo com a canção Fratura Exposta já rendeu mais de 1 milhão de visualizações em um perfil de redes sociais.  Surfando na onda dos memes, Fredd espera que a internet seja uma propulsora do seu trabalho. “O Leonardo sempre foi minha grande fonte de inspiração e vou aproveitar esse momento para mostrar minha voz”.

Assim, de tijolo em tijolo, é que o cantor Fredd Costa vem arquitetando sua vida. Foi nessa mesma obra que ele conheceu a estrategista de carreira e CEO da Officina de Estrelas, Maris Tavares, que endossa o talento nato. “Fredd tem um carisma, talento e visão de oportunidades incríveis”, pontua.

Saiba mais sobre o artista, acesse o @freddcostacantor  

Atriz e cordelista Bianca Freire estreia “3 Contos de Amor”

“Um espetáculo que vem sendo construído desde que eu nasci”, é dessa forma que a atriz, palhaça e cordelista do Vale do Jequitinhonha, Bianca Freire, dá o tom de “3 Contos de Amor”, montagem que agora leva ao encontro do público. Fruto de cordéis de sua autoria, a artista costura memórias familiares, costumes, expressões regionais e brincadeiras.

Radicada em Belo Horizonte, desde 2012, a atriz resgata suas origens e o estado de brincar, trazendo para a cena três cordéis. “Meu pé de Algodão”, “É cordeiro ou cabrito?” e “Têra sanfonêra” (premiado no concurso de poesia do Festival da Cultura Popular do Vale do Jequitinhonha – Festivale), são contadas por meio de rimas, audioversos, poesia e música. “O espetáculo é inspirado na minha infância no Vale (do Jequitinhonha). Um cordel é em homenagem a minha avó, outro sobre ‘mãinha’ que foi noviça e o terceiro baseado na minha família por parte de pai, e que fala de um amor impossível. Quando vim para BH, a cidade exigiu de mim uma formalidade, na qual fui entrando e perdendo um pouco dos meus laços e do meu sotaque. Então, nesse solo falo do lugar de onde eu vim, o estado de brincar e de poesia, escrevendo uma grande carta aberta”, elucida a atriz, que se diz artista do cotidiano.

Com direção de Mariana Arruda, atriz e fundadora do grupo Maria Cutia, a peça inicia com Bianca em um figurino que representa as bonecas típicas do Vale do Jequitinhonha. “Desde os primeiros contatos que tive com os textos da Bianca fiquei encantada. Dirigir uma atriz tão potente em cena, com palavras carregadas da história dela no Vale, de referências a sua família é inspirador. Sempre ressalto toda a forte referência que esse território de extrema poesia Mineira teve na fundação do Maria Cutia. Fazer teatro é viajar por outros mundos, mas sempre em encontro com os nossos mundos. E Bianca mergulha fundo nisso”, comenta a diretora.

Para ambientar o público, o cenário possui elementos produzidos pelas artesãs, Lourdes Freire, que é mãe da atriz, e Vitória Cavalieri. O figurino, assinado por Luiz Dias, com assistência do Núcleo de Pesquisa do Galpão Cine Horto, também ajuda a contar esse cordel. Além de uma música autoral composta por Bianca Freire, Mariana Arruda e Hugo da Silva, que está à frente da trilha sonora. “Vamos usar audioversos com gravações das minhas tias nas brincadeiras de verso. Quero que minha voz seja ecoada por aquelas que me deram voz. Dessas mulheres e pessoas do Vale que me ajudaram a encontrar um caminho. Cada história eu conto sentada em um tapete de crochê que ‘mãinha’ fez. Ela sempre enfeitando o caminho para eu pisar”, acrescenta Bianca.

Filha de professora, na infância a atriz lia livros tendo ao lado um caderninho e um dicionário, para anotar as palavras ainda desconhecidas. “Eu adorava descobrir novas palavras. E depois fazia poema com elas para fixar na memória. Então a escrita está na minha vida desce cedo. E na peça trago expressões da minha região como ciligristida, mas que no contexto as pessoas vão entender o significado”, garante.

Outro ponto importante do espetáculo é ressaltar a riqueza do Vale do Jequitinhonha que vem sendo ameaçado pela extração de lítio. “É uma região de arte e cultura que foi muito injustiçada sendo chamada de ‘Vale da fome e da miséria’, e agora do lítio. O Vale que eu conheço é o da arte, da beleza e da simplicidade. Ser simples é uma das coisas mais difíceis de se fazer. Chegar ao centro das coisas e ser genuíno. Quero levar para cena esse Vale que quer ser defendido e preservado”, afirma.

A atriz acredita na potência dos encontros e na identificação do público com a obra. “Eu estou trazendo minha memória, e o público a bagagem dele. Juntos vamos inaugurar um tempo novo. Misturar as memórias. Por isso eu amo o teatro, porque não se brinca sozinho. Estou indo para o jogo sabendo que o público é meu cúmplice, para que entre nessa fantasia comigo”, finaliza Bianca.

Sinopse

Três cordéis autorais da atriz e cordelista do Vale do Jequitinhonha Bianca Freire que tem o amor em sua faceta mais ingênua como mote da história: uma menina e a memória eternizada de sua avó; uma jovem noviça que se apaixona por um sanfoneiro; e o romance transgressor entre uma ovelha e um bode.

Sobre a autora

Bianca Freire é atriz, palhaça e cordelista. Cresceu em Virgem da Lapa, no Vale do Jequitinhonha, onde mora sua inspiração artística para esse espetáculo. Formou-se em teatro pelo TU em 2021, onde dedicou-se à pesquisa de máscaras expressivas sob orientação do diretor Fernando Linares durante e após sua formação. Estudou Ciências Sociais, Letras e largou tudo para ser palhaça. Desde 2022 estuda palhaçaria com o Grupo Maria Cutia. Está em cena no espetáculo “Gold” da Cia Tuk Tuk e foi premiada no concurso de poesia do Festival da Cultura Popular do Vale do Jequitinhonha (Festivale) em 2022. Seu cordel “Têra Sanfonêra” foi publicado no livro Antologia Poética – 25ª Noite Literária e está em cena no solo “3 Contos de Amor”.

SERVIÇO

Solo “3 Contos de Amor”, de Bianca Freire. Direção Mariana Arruda

Data: 8 e 9 de março

Horário: 20h30

Local: Sesc Palladium – Teatro de bolso (Rua Rio de Janeiro, 1046, Centro)

Valor: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)

*Ingressos: Na bilheteria do teatro ou pelo Sympla

Duração: 60 min

*Na compra pelo site pode haver acréscimo de taxa de serviço

Programação cultural enriquece Carnaval da PBH

Após 23 dias de celebração intensa em todos os territórios da cidade, o Carnaval de BH chegou ao fim neste domingo (18). A capital mineira registrou números históricos em seus principais indicadores, com um total de 5,5 milhões de foliões, incluindo 262 mil visitantes, e uma movimentação econômica de R$ 943 milhões. A avaliação média da festa foi de 8,7, com 78,8% dos participantes relatando que suas expectativas foram atendidas ou até mesmo superadas, de acordo com uma pesquisa conduzida pelo Observatório do Turismo de Belo Horizonte.

A Secretaria Municipal de Cultura (SMC) e a Fundação Municipal de Cultura (FMC) desempenharam um papel fundamental na promoção do Carnaval 2024, investindo recursos e esforços para oferecer uma programação cultural descentralizada e inclusiva. A Cultura fez um investimento direto de R$ 1,1 milhão, realizando cerca de 70 atividades em diversos equipamentos culturais públicos, como Centros Culturais, Museus, Bibliotecas, Cinema e Teatro, proporcionando uma experiência única para mais de 10 mil participantes. O investimento também inclui ações como o Inventário sobre o Carnaval e o Inventário do Samba como Patrimônio Cultural de Belo Horizonte.

Os Centros Culturais distribuídos por toda a capital obtiveram um público de 4,8 mil pessoas em atividades pré-carnavalescas, que incluíram oficinas de adereços e instrumentos, exposições de artes visuais, bailes, saraus, contação de histórias e atividades especiais como a ação BH é Bamba, realizada em celebração ao Dia Nacional do Samba. Ensaios realizados ao longo do ano nos Centros Culturais aqueceram os foliões e fortaleceram o vínculo da comunidade com essas manifestações culturais tão importantes para a identidade da cidade. A cessão de infraestrutura nos equipamentos públicos demonstra o compromisso da Prefeitura de Belo Horizonte em apoiar a cultura local. Também foram destinados recursos para melhora da estruturação de espaços, fornecimento de insumos e contratação de profissionais para atividades de formação ligadas ao Carnaval, fortalecendo a capacitação dos agentes culturais envolvidos e proporcionando um impacto significativo na economia local.

Os Museus Municipais também ofertaram diversas atividades, incluindo, para além de suas exposições, visitas educativas, oficinas e bailes. O sucesso da exposição “Clara Nunes – Eu Sou a Tal Mineira”, no Museu da Moda (MUMO), proporcionou aos visitantes uma imersão nos aspectos marcantes da trajetória da icônica cantora Clara Nunes, explorando sua relação com a moda e o Carnaval, recebendo, inclusive,  visita da Corte Momesca e da Velha Guarda do Samba. Até o momento, 4,5 mil pessoas já visitaram a mostra.

Na Casa do Baile – Centro de Referência de Arquitetura, Urbanismo e Design, o Baile do Pitangomangolotango, uma matinê pré-carnavalesca com o tema “Jardim Brasileiro”, relembrou marchinhas e sambas inesquecíveis do passado. O Museu da Imagem e do Som de Belo Horizonte disponibilizou um vídeo marcante sobre o Carnaval de Belo Horizonte na década de 1990, que já conta com inúmeras visualizações. No Museu Casa Kubitschek (MCK), o Carnaval também ganhou vida com uma oficina de máscaras carnavalescas inspiradas na fauna da Pampulha. No dia 24/02, uma visita mediada à exposição “Trama: Processos Educativos na Pampulha” explora a relação entre o Carnaval, as festas populares e a memória afetiva da cidade, com uma oficina de desenho criativo.

O Cine Santa Tereza celebrou o pré-carnaval com a realização da Mostra Curta o Samba, concebida a partir de acervo próprio e composta por nove sessões que cativaram o público. Várias atividades também foram realizadas pelo Circuito Municipal de Cultura, nos Centros Culturais e no Teatro Raul Belém Machado, totalizando 11 ações que contaram com a participação de 65 artistas. Dentre os eventos mais marcantes, destacam-se o Baile de Carnaval do Centro Cultural Lindeia Regina, que recebeu o show da Velha Guarda Baluartes do Samba, e a apresentação do Bloco Magnólia, dentro do projeto Quinta no Raul, no Espaço Cênico Yoshifumi Yagi/Teatro Raul Belém Machado.

A Prefeitura investiu ainda, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Modalidades Fundo e Incentivo Fiscal), mais de R$2 milhões, destinados a cerca de 25 projetos, abrangendo apresentações, festivais, mostras, criações artísticas e atividades formativas que interagem com a cultura carnavalesca da cidade. Destaca-se ainda o impacto positivo dos Editais da Lei Paulo Gustavo, que possibilitaram a participação de Blocos, Escolas de Samba e outros projetos da cultura no Carnaval. Os resultados do Edital LPG em curso estão em processo e gerarão apoio aos agentes culturais ao longo de 2024. Além disso, será lançada a Política Nacional Aldir Blanc, que também beneficiará esses grupos e contribuirá para o fortalecimento da cena cultural carnavalesca em Belo Horizonte.

Iniciativas como o Inventário sobre o Carnaval e o Inventário do Samba como Patrimônio Cultural de Belo Horizonte também demonstram o compromisso das autoridades locais em preservar e promover a tradição do Carnaval, garantindo que elas continuem a fazer parte da vida e da história da cidade por muitos anos.

O Carnaval de Belo Horizonte brindou mais uma vez seu público com uma manifestação cultural que refletiu a identidade vibrante e diversa da cidade. Com uma programação rica e inclusiva, o evento deixou um legado duradouro para a cidade e seus habitantes, reafirmando Belo Horizonte como um dos principais centros culturais do país e deixando um legado duradouro para a comunidade.