Espetáculo ‘A Velha Venda Nova’ acontece neste fim de semana

Neste sábado e domingo, 31/5 e 1/6 , das 16h às 19h, a Cóccix Cia Teatral faz duas exibições da peça A Velha Venda Nova , uma das últimas montagens do grupo, que atua na periferia de Belo Horizonte desde 2006. As exibições são abertas ao público de todas as idades e não  sábado contará com interpretação de Libras. A entrada é gratuita, mediante retirada de ingresso 1h antes. O local é o Centro de Vivência Agroecológica – Cevae Serra Verde (rua Sebastião Gomes Pereira, 140 – Serra Verde).

No espetáculo, duas senhoras enraizadas no coração de Venda Nova – Native e Ceição – contam suas memórias sobre a região mais antiga de BH, e apresentam casos curiosos e histórias que permeiam os 313 anos da regional. Durante as três horas de peça, o público se encantará com muitas histórias, músicas e a oportunidade de apreciar comidas típicas com os convidados.

Atividades formativas

Quem vem Vinda Lá? é o nome da temporada 2025 do espetáculo, realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte – Modalidade Fundo/2024. Além das apresentações, o projeto conta com 17 ações formativas realizadas em espaços diversos da regional. O objetivo foi envolver a população numa experiência artística multiforme de valorização da memória, da oralidade, dos saberes e das expressões culturais locais.

A primeira delas aconteceu nos dias 24, 30/4 e 16/5 com a palestra Venda Nova: História e Memória , ministrada pelo historiador e escritor Bruno Viveiros, e com a atividade Desmontagem – Espetáculo A Velha Venda Nova , uma espécie de roda de conversa na qual artistas e público conversam sobre os bastidores do processo criativo, dispositivos da dramaturgia, elementos cênicos e opções artísticas da encenação que compõem o espetáculo. As ações foram direcionadas ao grupo da terceira idade Traços de União e aos estudantes da Escola Municipal Carlos Drummond de Andrade (EMCDA) e da Escola Estadual Getúlio Vargas (EEGV), respectivamente.

Nos dias 5, 6 e 15/5, o Trilhas da Memória levou novamente os alunos das duas escolas e o grupo Traços e União para uma caminhada encenada entre a Regional Venda Nova e o Centro de Referência da Memória de Venda Nova, com mediação do técnico de patrimônio Henrique Willer e performances de artistas do espetáculo. A proposta da ação foi reativar a história viva do território por meio de teatro, música e depoimentos históricos.

Já entre os dias 12 e 16/5, aconteceu a Oficina de Máscaras Teatrais com o renomado mestre Fernando Linhares, professor do Teatro Universitário da UFMG desde 1987 e ex-diretor de grupos como o Galpão, Real Fantasia, Cia Candongas & Outras Firulas, entre outros. O público alvo foi atores, estudantes de teatro e demais assuntos específicos, sendo que 50% das vagas foram reservadas para a comunidade LGBTQI+, pessoas negras, mulheres e residentes de territórios periféricos da RMBH. No dia 29/5, os participantes da oficina farão uma intervenção cênica durante a exibição do espetáculo.

Sinopse

Duas senhoras enraizadas no coração de Venda Nova: Native e Ceição. Pelo que contam, viram muito nessa vida e gostam de prosear, contar histórias, reviver as memórias e aquecer os corações (e os imaginários) de quem toma um gole de respiração, de café, água ou coragem em Venda Nova, na venda delas. As duas senhoras abrem as portas de casa, convidam uma visita para um café, uma trezena, uma festa junina e também para comer, beber e dançar no antigo comércio controlado por elas. Quando juntas, seus gestos brincam de fazer desaparecer as fronteiras entre o passado, presente e futuro. As duas cuidam da clientela, das plantas do quintal, misturam memórias e tecem um belo horizonte enquanto, apaixonadamente, semeiam as histórias de Venda Nova. Carregados pelos palavrórios delas, cavalgamos por séculos e séculos de acontecimentos. Nessa viagem, é possível considerar parte dos homens e mulheres que fizeram dessa região um tanto de mundo rico em lutas, reviravoltas, sonhos, perdas, conquistas, culturas, fé, sonoridades, cheiros, festejos e sabores. Native e Ceição querem que as visitas provem um cadinho de tudo dessa fartura… E ai de quem faz desfeita! Melhor, então, se deixar levar por tudo que essas duas senhoras têm para compartilhar… Suas memórias brincam de reembolsar o mundo e dar novos contornos à vida.

Cóccix Companhia Teatral

A companhia – sediada no bairro Minas Caixa – desenvolve, há 18 anos, pesquisas artísticas e ações culturais nas regiões centrais e periféricas de Belo Horizonte. Realiza espetáculos, oficinas, mostras e festivais municipais e estaduais. Como companhia de teatro político, suas obras apresentam leituras sobre as estruturas sociais contemporâneas, com ênfase em pautas de classes diversas, exceto “minorias políticas”. Suas ações valorizam o trânsito territorial, a formação de público, a descentralização de recursos e a democratização do acesso à arte. Linguagens desenvolvidas: teatro épico dialético, teatro físico, ocupação de espaços não convencionais, máscara teatral e palhaço , além de oficinas externas para práticas pré-expressivas. Repertório: Fronteiras de um sonho (2006/2007), Meu Canto de Graça (2010/2025), Pedaço de Homem (2010/2025), Para se ta mal (2013/2016), A Santa do Capital (2017/2025), A Velha Venda Nova (2023/2025). Projetos e Mostras: Festival Ponta a Pé Cultural (2008–2024), Mostra Puxadinho (2014, 2015, 2019, 2023), Mostra InMinas (2015, 2019). Integra a Cooperativa InMinas de Trabalho de MG e é parceira da Rede de Artistas de Venda Nova.

SERVIÇO

 

A Velha Venda Nova – Temporada: Quem Vem Vindo Lá?

Diversas atividades até 1º de junho.

Classificação livre.

28, 29 e 30/5 | Espetáculo A Velha Venda Nova – Público fechado – 16h às 19h

Local: Centro de Vivência Agroecológica (Cevae) Serra Verde – R. Sebastião Gomes Pereira, 140 – Serra Verde, BH

31/5 e 1/6 | Espetáculo A Velha Venda Nova – 16h às 19h

Local: Centro de Vivência Agroecológica (Cevae) Serra Verde – R. Sebastião Gomes Pereira, 140 – Serra Verde, BH

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA – LIVRE. ENTRADA GRATUITA. Distribuição de ingressos 60 minutos antes do início do espetáculo. Lotação: 50 pessoas.

Vem aí “Sons da Cidade” – 5ª Mostra Internacional de Violão

De 4 a 7 de junho, quarta a sábado , o Conservatório de Música da UFMG (Centro) será palco do “Sons da Cidade” – 5ª Mostra Internacional de Violão de Belo Horizonte . Com curadoria do gestor cultural Fernando Chagas e do músico Carlos Walter, a mostra traz programação gratuita e diversificada composta por recitais, rodas de conversa, exibição de documentário, exposição fotográfica, concurso para jovens violonistas, lançamento de livro, e encontros regados a muito afeto e café. A programação é toda gratuita com retirada gratuita de ingressos 30 minutos antes do primeiro recital de cada noite na bilheteria do Conservatório. Para as masterclasses, é necessária inscrição neste Link . +Informações. sobre a Mostra Sons da Cidade: www.sonsdacidade.com / Instagram: @mostrasonsdacidade .

A abertura, na quarta-feira, 04.05 , conta com os recitais dos músicos Alexandre Gismonti (BH, Brasil) – com obras de seu pai Egberto e de seu bisavô Antônio – e do Grupo GELA (Guitarras Experimentais Latino-Americanas) – dos veteranos Eduardo Campolina, Renato Mendes, Sebastián Barroso e Sérgio Freire. O coletivo experimental participa ainda de uma roda de conversa ao lado do instrumentista e compositor mineiro Thiago Delegado (BH, Brasil) . Também está prevista a apresentação da exposição fotográfica Sons da Cidade, que celebra a trajetória da Mostra, desde a sua criação, há seis anos.

Este evento tem o apoio do Instituto Cultural Abrapalavra e é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.

“Nossa proposta sempre foi valorizar a riqueza do violão em suas múltiplas vertentes, que vai desde a tradição clássica até a música instrumental contemporânea e popular. Alguns artistas convidados apresentam suas próprias composições em performances únicas, no palco, enquanto outros vão peças icônicas do violão brasileiro e internacional”, adianta o idealizador da Mostra, Fernando Chagas

Chagas, que também assina a curadoria ao lado do músico Carlos Walter, lembra que o primeiro show Internacional de violão, em 2019, também foi realizado no Conservatório da UFMG. “O ‘Sons da Cidade’ surge do desejo de ser um espaço dedicado exclusivamente ao violão. Minas Gerais tem uma forte tradição violonística, seja pelos grandes nomes do Clube da Esquina ou pela atuação de diversos luthiers e violonistas reconhecidos internacionalmente. A escolha se deu pelo seu valor simbólico e histórico: ele transita entre o erudito e o popular, além de fazer parte da formação musical de muitos artistas.”, contextualiza.

Além de bambas e expoentes de violão nacional e internacional, o palco do Conservatório também recebe artistas escolhidos do Concurso Jovens Violonistas , que selecionam a cada Mostra, novos talentos para integrar a programação oficial da Mostra. “Todo ano realizamos o concurso como forma de criar um espaço de projeção para músicos talentosos, em início de carreira, e também, de estimular a renovação artística e a formação de novas gerações de violonistas”, comenta Chagas. O resultado dos selecionados está previsto para ser divulgado no dia 25.05.

DESTAQUES DA PROGRAMAÇÃO

Na 5ª quinta edição, além dos recitais com artistas do violão erudito e popular – o público tem acesso a rodas de conversa, exibição de documentário, lançamentos de livro, exposição de fotografia e muito mais. Abaixo, alguns destaques da programação:

Entre os nomes internacionais do violão, Victor Piseta (Argentina) apresenta tangos e peças folclóricas de seus álbuns “La Yumba”, “El día que me quieras” e “Uno”, além de uma homenagem à cultura brasileira. As mulheres também estão representadas com presenças confirmadas dos violonistas uruguaias Maria Haro – e sua sonoridade que vai de obras brasileiras, espanholas, latino-americanas a Bach – e Ana Inês Zeballos , que tocará, na Mostra, em parceria com o músico Edgardo Trigo (Uruguai). O duo, intitulado “Latitudes”, traz obras de Satie, Baden Powell, Piazzolla e Rosauro. Violão e vibrafone se encontram em um recital que cruza música popular e erudita com sensibilidade e técnica.

Da nova geração do violão que vem despontando, destaque para Ana Clara Guerra (Uberlândia, Brasil) , que traz seu álbum de estreia “Novos Ventos” (2024) com composições próprias e obras inéditas de nomes como João Camarero, Alessandro Penezzi e Lucas Telles.

Outro expoente do violão contemporâneo no Brasil, o músico, violonista e compositor carioca Alexandre Gismonti (RJ, Brasil) , radicado em BH, apresenta, na Mostra, concerto que celebra sua herança musical com obras de seu pai Egberto e de seu bisavô Antônio, além de composições autorais de seus álbuns “Na pressão” e “Baião de domingo”. Também está na programação, o instrumentista e compositor belo-horizontino Thiago Delegado (BH, Brasil) – que se prepara para lançar, ainda este ano, o sexto álbum da carreira. Referência no violão de sete cordas, Thiago mistura sonoridade simples e composição sofisticada.

Outro destaque é o Grupo GELA (Guitarras Experimentais Latino-Americanas) – formado pelos músicos pesquisadores da UFMG Eduardo Campolina, Renato Mendes, Sebastián Barroso e Sérgio Freire – que propõe, dentro da sonoridade latino-americana, um repertório executado coletivamente, com performances experimentais e criativas.

Além das atrações musicais, destaque também para a exibição do documentário “Violão-canção: Uma Alma Brasileira” , com direção de Chico Saraiva e Rose Satiko . A produção investiga criação artística dos compositores e violonistas João Bosco, Marco Pereira, Sérgio Assad, Guinga, Paulo Bellinati, Paulo César Pinheiro e Luiz Tatit, entremeada por canções clássicas. Mais uma opção é a palestra / recital com lançamento do Livro “José Augusto de Freitas – biografia e álbum de partituras ”, em referência ao grande violonista e compositor mineiro, com o autor e músico Celso Faria.

Outro ponto alto da programação, que também vai propor uma viagem no tempo, é a exposição fotográfica “Sons da Cidade” , que celebra a trajetória de quatro edições da Mostra retratando a força de um projeto que atravessou encontros, distâncias e silêncios, com duas edições realizadas em plena pandemia. “As imagens revelam não só a beleza da música e dos artistas, mas a resistência de um show que segue vibrando, reinventando-se e conectando afetos por meio do violão”, comenta Fernando Chagas.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA – SONS DA CIDADE (5ª edição)

4 a 7 de junho, quarta a sábado

Recitais + Documentário + Exposição + Rodas de Conversa + Masterclasses

Acesso gratuito a toda programação

Retirada de ingressos gratuitos para os recitais, 30 minutos antes, na bilheteria do Conservatório da UFMG

+Info.: www.sonsdacidade.com / Instagram: @mostrasonsdacidade

Inscrições para masterclasses – https://linktr.ee/mostrasonsdacidade

04/06 (Quarta-feira)

15h – Masterclass com Maria Haro

Com uma trajetória dedicada à interpretação de compositores brasileiros e latino-americanos e décadas de atuação como docente na UNIRIO, Haro compartilha sua experiência técnica e sensível com violonistas e amantes do instrumento. Um encontro para explorar repertórios, técnicas interpretativas e os sentidos do violão na cena contemporânea.

 

17h – Roda de conversa

Violão: Narrativas Musicais e Expressão Pessoal

Thiago Delegado (BH, Brasil)

Grupo GELA (Guitarras Experimentais Latino-Americanas)

 

18h – Exposição fotográfica Sons da Cidade – Abertura

A exposição celebra a trajetória de 4 edições da Mostra retratando a força de um projeto que atravessou encontros, distâncias e silêncios, com duas edições realizadas em plena pandemia. As imagens revelam não só a beleza da música e dos artistas, mas a resistência de um show que segue vibrando, reinventando-se e conectando afetos por meio do violão.

 

19h – Recitais

Alexandre Gismonti (BH, Brasil)

Radicado em BH, o violonista e compositor carioca apresenta um concerto que celebra sua herança musical, com obras de seu pai Egberto e de seu bisavô Antônio, além de composições autorais de seus álbuns “Na pressão” e “Baião de domingo”.

 

Grupo GELA (Guitarras Experimentais Latino-Americanas)

O grupo surgiu como consequência do trabalho de pesquisa de quatro intérpretes/criadores da UFMG. Constituído por Eduardo Campolina, Renato Mendes, Sebastián Barroso e Sérgio Freire, o grupo deforma, desarma, reconfigura e recompõe performances com o objetivo de promover perspectivas experimentais, estimulando a criatividade e o trabalho coletivo.

 

05/06 (Quinta-feira)

17h – Roda de conversa

“O Violão Como Arquivo Sonoro: Identidade, Repertório e Memória”.

Alexandre Gismonti (BH, Brasil)

Maria Haro (Uruguai)

 

18h – Lançamento de Livro

José Augusto de Freitas – biografia e álbum de partituras.

Recital/palestra com Celso Faria sobre o lançamento da biografia e álbum de partituras do violonista e compositor mineiro José Augusto de Freitas (1912-1990).

 

19h30 – Recitais

Thiago Delegado (BH, Brasil)

Referência no violão de sete cordas, o instrumentista e compositor mineiro mistura sonoridade simples e composição sofisticada. Está preparando o lançamento do sexto álbum da carreira para 2025.

 

Ana Inês Zeballos e Edgardo Trigo (Uruguai)

O duo apresenta “Latitudes”, com obras de Satie, Baden Powell, Piazzolla e Rosauro. Violão e vibrafone se encontram em um recital que cruza música popular e erudita com sensibilidade e técnica.

 

06/06 (Sexta-feira)

15h – Café com Violão

Momento de interação e convívio. Sílvio Carlos com seu violão de 7 cordas convida Thamiris Cunha (Clarineta) para clássicos do choro e da música instrumental brasileira.

 

17h – Roda de conversa

Violão em Trânsito: Diálogos Entre Tradição e Contemporaneidade

Gustavo Souza

Ana Inês Zeballos e Edgardo Trigo (Uruguai)

 

19h – Recitais

Ana Clara Guerra (Uberlândia, Brasil)

Apresenta seu álbum de estreia “Novos Ventos” (2024) com composições próprias e obras inéditas de nomes como João Camarero, Alessandro Penezzi e Lucas Telles.

 

Victor Piseta (Argentina)

Apresenta tangos e peças folclóricas de seus álbuns “La Yumba”, “El día que me quieras” e “Uno”, além de uma homenagem à cultura brasileira.

 

07/06 (Sábado)

15h – Exibição do Documentário

“Violão-canção: Uma Alma Brasileira”, direção: Chico Saraiva.

Documentário acompanhado de apresentação musical, com um mergulho poético nas cordas e nas palavras.

 

17h – Roda de conversa

Diálogos Entre Gerações: A Tradição e a Inovação no Violão

Ana Clara Guerra (Uberlândia, Brasil)

Victor Piseta (Argentina)

 

19h – Recitais

Gustavo Souza – Composições brasileiras e arranjos afetivos que atravessam choro, frevo, samba, valsa e canção.

Maria Haro (Uruguai) – Obras brasileiras, espanholas, latino-americanas e a Chaconne de Bach no arranjo de Andrés Segovia.

Ehrmann e Fast Tennis unem nutrição e experiências no tênis

A marca alemã de iogurtes Ehrmann, controladora da mineira Trevo Lácteos e presente em mais de 70 países, anuncia uma parceria estratégica com a Fast Tennis, referência nacional em estrutura e qualidade para a prática do tênis. O objetivo é levar nutrição de alta qualidade e experiências exclusivas para os amantes do tênis em eventos que vão unir bem-estar, sabor e saudadilidade. A partir do mês de junho, os lançamentos da linha Ehrmann High Protein farão parte de uma série de ativações e mini eventos realizados nas unidades da Fast Tennis Brasil em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

Além de promover degustações dos iogurtes recém-chegados ao Brasil, os eventos contarão com aulões de tênis, conduzidos por professores da rede; espaço instagramável temático, ideal para fotos e interação com a marca e demonstrações com chef convidado que apresentará formas criativas e práticas de incluir os iogurtes Ehrmann no dia a dia, desde smoothies funcionais até receitas leves e saborosas.

 “Na Ehrmann nossa missão é levar sabor e saúde para o dia a dia das pessoas. Essa parceria com a Fast Tennis é uma oportunidade de estreitar nossa conexão com o universo esportivo e proporcionar experiências exclusivas e nutritivas aos atletas e interessados na prática do esporte. Estamos felizes com essa união e temos certeza de que proporcionará momentos especiais para todos os participantes”, comenta Karina Monteiro, gerente de marketing da Trevo Lácteos.

Os primeiros eventos já têm data marcada. Eles acontecem nos dias 8 e 29 de junho com aulões na unidade o gratuito na unidade Fast Tennis da Orla da Pampulha em Belo Horizonte. A programação completa das ativações será divulgada no instagram oficial da marca: ehrmannbr

 Ehrmann

Fundada na Alemanha, a Ehrmann é uma das maiores empresas de laticínios da Europa. Em 2022, o Grupo Ehrmann ampliou sua presença internacional com a aquisição da Trevo Lácteos, empresa mineira com tradição no setor de laticínios. Em março deste ano, a Ehrmann lançou no país uma linha de iogurtes pensada para quem busca nutrição de qualidade, sabor e conveniência: a Ehrmann High Protein, uma das líderes na categoria iogurte proteico na Alemanha. A linha Ehrmann High Protein oferece produtos com alto teor proteico, sem adição de açúcar e zero lactose, ideais para o público que pratica atividades físicas ou valoriza uma alimentação equilibrada.

Os lançamentos iniciais no país foram os iogurtes proteicos em garrafas de 14 g de proteína (250 ml), sabores morango e baunilha e garrafas de 24 g de proteína (250 ml), sabores banana e morango com blueberry.

Mineirinho recebe show histórico de Roberto Carlos

Belo Horizonte se prepara para uma noite inesquecível no sábado, dia 31 de maio, quando o Mineirinho recebe novamente Roberto Carlos, um dos maiores artistas da história da música brasileira. O show faz parte da turnê “Eu Ofereço Flores”, que celebra uma trajetória de mais de seis décadas de sucessos que atravessam gerações.

O retorno do Rei ao ginásio é simbólico: a última vez que Roberto Carlos se apresentou no Mineirinho foi em 2018, e sua volta reforça não só a conexão do artista com o público mineiro, mas também a nova fase do espaço, que está preparado para receber grandes eventos. Após uma série de investimentos e melhorias em infraestrutura, acessibilidade e conforto, o Mineirinho consolida seu papel como um dos principais palcos culturais, esportivos e de entretenimento de Minas Gerais.

“O Mineirinho se apresenta como um espaço moderno e apto a sediar shows, eventos esportivos, culturais e corporativos de qualquer porte. Receber novamente um artista como Roberto Carlos é a prova de que estamos na rota de grandes acontecimentos”, afirma Eduardo Barella, CEO da Concessionária Mineirinho SPE, responsável pela gestão do ginásio.

Um show, uma história

Com mais de 70 álbuns lançados, sucessos em português, espanhol e outros idiomas, e uma carreira reconhecida mundialmente, Roberto Carlos chega a Belo Horizonte trazendo o repertório de sua nova turnê e os grandes clássicos que marcaram gerações.

O cantor lançou em 2024 o EP “Eu Ofereço Flores”, e percorreu as principais cidades dos Estados Unidos, figurando no ranking Global Concert Pulse, entre os 30 artistas de maior público naquele país — ao lado de nomes como Elton John, Cher e Kiss. Ainda neste ano, o artista se prepara para levar sua turnê também à Europa.

Ao longo de sua carreira, Roberto Carlos se consolidou como um dos maiores nomes da música mundial, com uma trajetória marcada por sensibilidade, romantismo e um repertório que atravessa estilos e décadas.

 

SERVIÇO – SHOW ROBERTO CARLOS EM BELO HORIZONTE

📍 Local: Mineirinho – Av. Antônio Abrahão Caram, 1000 – São Luiz, Belo Horizonte – MG

📅 Data: 31 de maio (sábado)

⏰ Horário: 20h30 (abertura dos portões às 18h)

 

🔞 Classificação: Menores de 18 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.

🚗 Atenção: Estacionamento disponível pelo site Estapar ou aplicativo Zul.

 

Ingressos à venda:

🛒 Online: www.eventim.com.br

🏬 Bilheteria física: Loja Eventim BH – Shopping 5º Avenida – Rua Alagoas, 1314 – Funcionários, BH

🕙 Horário de atendimento: Segunda a sexta, das 10h às 19h.

 

Valores por setor:

Setor Azul VIP: Inteira R$ 960 | Meia R$ 480 | PCD R$ 480

 

Setor Azul: Inteira R$ 860 | Meia R$ 430 | PCD R$ 430

 

Setor Amarelo: Inteira R$ 760 | Meia R$ 380 | PCD R$ 380

 

Setor Branco: Inteira R$ 660 | Meia R$ 330

 

Arquibancada Inferior: Inteira R$ 400 | Meia R$ 200

 

Arquibancada Superior: Inteira R$ 320 | Meia R$ 160

 

Formas de pagamento:

Online: Cartão (com juros a partir da 2ª parcela) e Pix.

Bilheteria física: Cartão de crédito, débito e dinheiro.

 

Informações adicionais:

🎟️ Início das vendas: Desde 23 de dezembro

🔗 SAC: help.eventim.com.br

🌐 Saiba mais: www.robertocarlos.com

Bebê Reborn: lúdico ou patológico? Saiba quando buscar ajuda

Psicóloga explica os benefícios emocionais e os riscos envolvidos no uso das bonecas ultrarrealistas por adultos

Com traços incrivelmente realistas, cabelos implantados fio a fio, cheirinho de talco e até certidão de nascimento, as bonecas reborn têm ganhado espaço não apenas no universo infantil, mas também entre adolescentes, adultos e idosos. Muito mais do que brinquedos, elas se tornaram objetos de afeto, colecionismo e, em alguns casos, ferramentas de enfrentamento emocional.

“Em contextos específicos, como em lares de idosos, clínicas ou com mulheres que passaram por perdas gestacionais, as bonecas reborn podem ser utilizadas de forma terapêutica e simbólica, ajudando a reorganizar o emocional da pessoa. Elas podem servir como um apoio transitório para a elaboração do luto, da solidão ou da ansiedade”, explica a psicóloga Luana Dantas, coordenadora do Núcleo Infantojuvenil da Holiste Psiquiatria.

No entanto, o vínculo afetivo com as bonecas pode ultrapassar os limites do saudável. Segundo Luana, é importante observar quando o uso se torna um substituto dos vínculos humanos e passa a afetar a vida social e emocional da pessoa. “Quando a boneca deixa de ser um objeto simbólico e começa a ocupar o espaço de uma relação real, impedindo a pessoa de lidar com perdas, frustrações ou de estabelecer conexões com o mundo, isso pode ser um sinal de sofrimento psíquico que merece atenção”, alerta.

Nos casos mais extremos, há registros de pessoas que levam bonecas reborn a prontos-socorros ou UPAs simulando emergências, o que pode confundir profissionais de saúde e indicar um nível preocupante de delírio afetivo. Já ocorreram também disputas judiciais envolvendo a “guarda” de uma boneca, o que evidencia como o apego pode extrapolar o limite simbólico e adentrar o campo da realidade psíquica alterada.

Para Luana, é importante lembrar que adultos também utilizam elementos do mundo lúdico como forma de prazer e regulação emocional — como no caso dos games. “Não há problema em um adulto brincar, jogar ou cuidar de algo simbólico. O que precisamos avaliar é a intensidade, a frequência e, principalmente, o impacto na vida real. Quando há prejuízo funcional ou sofrimento, é sinal de que algo precisa ser olhado com mais cuidado”, orienta.

Esse tipo de comportamento pode estar associado a quadros como depressão, transtornos de ansiedade ou mesmo luto não elaborado. “Há pessoas que alimentam uma fantasia intensa com o reborn, tratando-o como um bebê real em todos os aspectos. Se isso vier acompanhado de isolamento, recusa em lidar com outras pessoas, ou sofrimento evidente ao se separar da boneca, é importante procurar ajuda especializada”, complementa.

Para familiares e amigos que convivem com alguém muito apegado a uma boneca reborn, o olhar deve ser de acolhimento, sem julgamentos, mas com atenção aos sinais. “Nem todo apego é patológico. O problema não está no objeto em si, mas na função que ele cumpre na vida da pessoa. Se ela está emocionalmente estável, mantendo uma rotina funcional, e usa a boneca como hobby ou expressão afetiva, não há motivo para preocupação. Mas se há sofrimento envolvido, a escuta e o suporte psicológico são fundamentais”, conclui Luana.

 

Pecadores estreia para compra e aluguel digital em 3 de junho

“Se você continua a dançar com o diabo, um dia ele vai te seguir até a sua casa”.

O sucesso aterrorizante Pecadores já tem data para chegar às plataformas digitais para compra e aluguel. O longa já é considerado um dos filmes mais bem avaliados de 2025 e está caminhando para se tornar uma das top 10 bilheterias de filmes de terror de todos os tempos. No dia 3 de junho garanta o fenômeno na sua biblioteca digital ou alugue sem sair de casa, afinal não é todos os dias que um vampiro bate à sua porta.

Dirigido por Ryan Coogler (Pantera Negra e Creed: Nascido para Lutar) e estrelado por Michael B. Jordan e Hailee Steinfeld, Pecadores conta a história dos gêmeos Fumaça e Fuligem (ambos interpretados por Jordan) que voltam à sua cidade natal com o objetivo de transformar uma antiga serraria em um clube musical voltado para a comunidade negra.

Com os convidados reunidos e festejando, um grupo de forasteiros misteriosos chega às redondezas, atraídos pela boa música, e pedem permissão para participar da celebração. Após terem a entrada no local recusada, Mary (Hailee Steinfeld) decide conversar com o grupo e acaba permitindo que um terror ancestral, antigo e faminto, irrompa pelo limiar, e a celebração se desfaça em gritos. A luta pela sobrevivência se torna a última dança, e a morte, a única saída.

Mais do que contornar os vampiros dominadores e famintos por poder (e sangue), Fumaça e Fuligem terão que sobreviver ao ataque, além de descobrir a verdadeira origem de todo esse mal que assombra a comunidade local.

Pecadores atingiu um marco de bilheteria que nenhum filme original alcançou em oito anos: mais de US$ 310 milhões globalmente, o que o coloca como uma das maiores bilheterias de filmes de terror da história do cinema. Além disso, é o primeiro do gênero em 35 anos a receber nota A do site especializado CinemaScore.

A produção marca um momento decisivo na carreira do diretor Ryan Coogler, que repetiu a parceria com Michael B. Jordan pela quinta vez no longa, e reforça que os filmes de terror também podem dominar o cinema global quando tratados com criatividade e paixão pela arte. Não é exagero dizer que Pecadores deve se tornar um clássico do gênero em alguns anos.

Para se preparar para o filme, assista ao episódio do Papo com Pipoca de Pecadores, podcast de análise com Arthur Ribas, Valentina Pulgarín, Daniel Pires e Sarah Smaniotto aqui.

O pecado pode ser irresistível, assim como assistir esse filme e todos seus detalhes. Dê o play e pause quantas vezes quiser, onde e com quem quiser, pagando um único preço para isso. Compre ou alugue nas plataformas Prime Video, Claro TV+, YouTube, Apple TV, Vivo Play e Microsoft.

Sobre a Warner Bros. Home Entertainment, Inc.

A Warner Bros. Home Entertainment (WBHE) reúne os negócios de vídeo sob demanda, videogames, distribuição digital e entretenimento interativo da Warner Bros. Entertainment. Líder do setor, a WBHE supervisiona a distribuição global de conteúdo em mídia digital na forma de venda eletrônica e vídeo sob demanda via cabo, satélite, online e canais móveis. E é também um importante desenvolvedor e editor de títulos de videogame online e console em todo o mundo.

 

MinasTchê: arte, moda e gastronomia com 100 expositores em BH

A 21ª edição da MinasTchê, tradicional feira gaúcha de varejo, já está movimentando Belo Horizonte desde a última sexta-feira (23) e segue até neste domingo (1º) no Mercado Distrital de Santa Tereza (rua São Gotardo, 273), no bairro homônimo, na região Leste da Capital.

O evento, que se tornou um marco no calendário da cidade, reúne neste ano 100 expositores de diversos segmentos, impulsionando a economia com o empreendedorismo regional e gerando oportunidades de negócios.

Prova disso, é que os visitantes podem encontrar uma vasta gama de produtos, desde alimentos e bebidas típicas do Sul do Brasil, como queijos, o famoso chocolate de Gramado, além de artesanato, vestuário e excelentes vinhos. E, um dos expositores que compõem a feira é a NostroSul, comandada pelo gaúcho Valmeri Luís. Segundo ele, a marca é conhecida pelo seu vasto mix de rótulos que ele mesmo faz questão de selecionar para expor anualmente na MinasTchê.

“Tem muitos anos que a gente participa da feira MinasTchê, que valoriza a nossa cultura e expressa a nossa tradição ao povo mineiro. E, desde a primeira edição, trazemos do Rio Grande do Sul produtos com marca própria, que desenvolvemos ao longo do tempo pela nossa família. São produtos que eram produzidos antigamente somente para consumo próprio. Depois, colocamos para comercializar. Então, nós temos vinhos, salames e alguns tipos de queijos”, comenta.

Segundo ele, o evento é uma agenda anual e estratégica para a expansão dos negócios da empresa sulista. “Fazemos muita clientela aqui e depois mantemos com as vendas pelo site. E, esse movimento vem numa crescente, pois fidelizamos o cliente mineiro que sempre é bem receptivo com os nossos produtos. Não é por nada que temos um carinho especial por Belo Horizonte. Vendemos muito bem aqui e o retorno é excelente”, comenta o empreendedor que espera movimentação intensa em vendas até o último dia de feira.

De acordo com o organizador da feira MinasTchê, Sérgio Silva, pela tradição já existente em torno do nome do evento MinasTchê, ela não se caracteriza apenas como uma feira, como ocorria nos primeiros anos. Segundo ele, o evento é um encontro de culturas, de pessoas e, também, espaço dedicado ao fomento da economia.

“A MinasTchê é uma experiência imersiva que transporta os visitantes para o universo das tradições e riquezas do nosso Rio Grande do Sul. São 100 expositores, cada um trazendo um pouco da alma gaúcha para Minas Gerais. A diversidade é a marca registrada da nossa programação, seja pelo artesanato de primeira, sejam pelos itens de indústria têxtil, couro e calçados que são bastante procurados, ou pelos sabores autênticos dessa terra sulista”, elenca.

De acordo com a assessoria de imprensa da feira, a tradicional costela de chão é um atrativo à parte. Destaque de praticamente todos os anos na praça de alimentação, o jeito gaúcho de fazer a também a conhecida costela na brasa, garante uma carne extremamente macia e saborosa ao público visitante.

“Trazer essa cultura para cá, expressa uma tradição que precisa ser mostrada, pois ela é comum lá, mas aqui é um grande atrativo. A partir do momento que ela vem para a feira, inclusive torna-se itinerante, vemos o quanto os mineiros passaram a apreciar a costela de chão”, pontua Sérgio Silva.

Horários de visitação da MinasTchê:

Para quem deseja ir à MinasTchê 2025, o evento está aberto ao público desta segunda (26) à sexta-feira (30), de 16h às 22h. Já no sábado (31) e no domingo (1º de junho), a feira recebe o público de 12h às 23h.

Festival de Ora-Pro-Nóbis celebra tradição e sabor em Sabará

O festival gastronômico homenageia a cidadã e cozinheira Dona Maria do Pompéu.

Um dos ingredientes mais tradicionais da culinária mineira, o ora-pro-nóbis será a estrela principal do 27º Festival de Ora-Pro-Nóbis de Sabará que acontecerá entre os dias 06 e 08 de junho, no bairro Pompéu na querida cidade histórica de Sabará. O evento promete reunir amantes da boa gastronomia, produtores locais e artistas regionais em uma verdadeira celebração dos sabores e saberes da terra.

Este ano traz uma gama de ações que valorizam cada vez mais a gastronomia local e terá como tema: “O Resgate da Memória Afetiva”, uma homenagem a fundadora da tradição local, a Dona Maria do Pompéu, fundadora do primeiro restaurante na região, que segue em pleno funcionamento e leva o seu nome.

A homenagem foi sugerida pela própria comunidade, através da AMAP – Associação dos Moradores do Pompéu, que valoriza a história da Dona Maria, de 94 anos, reconhecendo sua importância, por manter viva a tradição dos restaurantes da região e fortalecer o bairro como um local de potência gastronômica para Sabará e Minas Gerais.

De acordo com o prefeito da cidade, Sargento Rodolfo, “o evento anual reforça os saberes e a cultura local, fortalecendo a gastronomia e conta a história de um dos bairros mais tradicionais da região de Sabará”.

Crédito: divulgação

O festival, que já se tornou tradição na região, destaca a versatilidade da planta, rica em nutrientes e amplamente utilizada em pratos típicos como frango com ora-pro-nóbis, empadas, tortas e até doces e pães. Restaurantes locais e chefs convidados apresentarão receitas exclusivas durante o evento.
Toda a curadoria gastronômica foi realizada através da Prefeitura em parceria com Associação dos moradores do bairro do Pompéu.

Além da gastronomia, o público poderá aproveitar uma programação variada com apresentações musicais ao vivo, feira de artesanato, oficinas culinárias e atividades para crianças.
Segundo a Secretária de turismo Jussara Paim; “a expectativa para o evento é que a cidade receba durante o três dias 15.000 pessoas em média, entre moradores da cidade e visitantes/turistas. “O festival é uma forma de valorizar nossas raízes e promover o desenvolvimento econômico e cultural da região. O Pompéu tem em sua essência o bem receber, o acolhimento mineiro e, claro, uma rica potência gastronômica. O evento é uma oportunidade de mostrar toda essa riqueza para o mundo e um convite para que as pessoas venham visitar o Pompéu durante todo o ano!”afirmou Paim.

Concurso gastronômico melhor prato:

Na última quarta-feira (14), foi realizado o Concurso Gastronômico Melhor Prato com pratos elaborados com a estrela do Festival, a Ora-pro-nóbis.
Os participantes do concurso, que são os expositores do evento, concorrem ao título de melhor prato da 27º edição do Festival do Ora-pro-Nóbis. O resultado do ganhador será divulgado durante a festa.

Os jurados convidados foram chefs renomados na gastronomia mineira como Rosilene Campolina, Carol Mesquita, Gui Righi, Simone Santos e Marcela Azevedo – A Alquimista. Os critérios analisados incluíram sabor, criatividade, apresentação e valorização de ingredientes regionais.
Os pratos e drinks concorrentes foram apresentados aos jurados com nomes que reforçaram a criatividade dos candidatos: Pão com Nóbris, Eu Ainda Estou Aqui, Sabores da Terra, Feijão Nobre, Banóbis e Tentação Barroca e Morangonóbis.
Confira a programação:
6 de junho (Sexta-feira):
18h: Missa de Abertura
19:30: Dj Wanderson Soares
21h: Show Cinara Ribeiro
23h: Encerramento

7 de junho (Sábado):
10:30: Ciranda de roda do grupo Cravo e Camélia
12:00: DJ Marcelo Ricardo
13:30: Show Velha Guarda do Samba
15:00: DJ Marcelo Ricardo
17:30: Show com Os Paulinhos
19:30: DJ Marcelo Ricardo
21h: Show Sapotchen

8 de junho (Domingo):
10h: DJ Toninho
11h: Apresentação de Congado
13h30: Show Biruta (Choro e Samba)
15:30: Show Marcus strada
17:30: Show Kfé e Viola

Serviço
Festival de Ora-Pro-Nóbis celebra tradição, sabor e memória afetiva em Sabará
Data: 06,07 e 08 de junho de 2025
Local: Bairro Pompéu – Sabará MG
Entrada: gratuita
Assessoria de imprensa: Paula Granja (31) 996492968
Realização: Prefeitura Municipal de Sabará

Últimos dias para o IR: especialista dá dicas para evitar erros

Saiba como a atenção a detalhes simples pode evitar erros na declaração do Imposto de Renda e proteger o investidor da malha fina

Em 2024, mais de 1,4 milhão de brasileiros tiveram suas declarações retidas na malha fina — em Minas Gerais, das mais de 4,4 milhões de declarações realizadas, 137.919 apresentaram alguma inconsistência. Com o prazo de entrega do Imposto de Renda 2025 se encerrando em 30 de maio, especialistas reforçam a importância de atenção aos detalhes para uma declaração precisa e sem surpresas.

O sócio e líder da XP em Minas Gerais, Marco Loureiro, alerta para os cuidados na declaração dos investidores este ano. Ele também destaca como novidade a declaração pré-preenchida pelos programas de declaração (PGD e aplicativo Meu Imposto de Renda), ainda com opções em que o programa apresenta cálculos e gera demonstrativo detalhado da apuração do imposto, de forma que o valor do imposto apurado reflita no resultado da declaração.

No estado mineiro, são aguardadas mais de 4,5 milhões de declarações de Imposto de Renda em 2025. Segundo dados da B3, atualmente, o número de investidores pessoa física em Minas Gerais já ultrapassa 609 mil, o que ressalta a importância de orientação correta aos investidores na hora de fazer a declaração anual, para evitar erros que podem gerar multas e retenção na malha fina. “O contribuinte mineiro está cada vez mais engajado no mercado financeiro, mas ainda há muitas dúvidas sobre as obrigações fiscais que acompanham os investimentos. A educação tributária é parte essencial da jornada do investidor”, afirma Marco Loureiro.

Imposto de Renda 2025: os 3 erros mais comuns entre investidores — e como evitá-los

1) Equívoco nas alíquotas das operações:

Um erro frequente na declaração do Imposto de Renda é a aplicação incorreta das alíquotas nas operações realizadas ao longo do ano. Cada tipo de operação, como venda de ações, resgate de fundos de investimento ou rendimentos de aluguel, possui uma alíquota específica que deve ser aplicada para calcular o imposto devido. A utilização de uma alíquota errada pode levar a um pagamento maior ou menor do imposto, resultando em problemas com a Receita Federal.

2) Utilização inadequada da nota de corretagem:

Algumas das práticas inadequadas mais comuns em notas de corretagem incluem omissão ou erros nos valores das operações, classificação incorreta de ativos ou operações (day trade e swing trade), não informar prejuízos ou ações recebidas por doação/herança, e omitir custos ou resgate de cotas de fundos, entre outros.

3) Imprecisão na declaração de investimentos internacionais:

Na declaração, bens que representem investimentos no exterior passam a permitir a informação do rendimento e do imposto pago (no Brasil e no exterior). “Apesar de não ser uma modificação que alcança muitas pessoas, pois é inferior a 5% do total de 46 milhões de declarações que vão ter rendimentos de aplicações financeiras no exterior, é importante que os investidores observem o preenchimento correto”, ressalta Loureiro.

Cliente XP tem área dedicada ao IR no aplicativo

No aplicativo XP existe uma seção dedicada à declaração do Imposto de Renda 2025 onde estão disponíveis informações sobre investimentos nacionais e no exterior, bem como o processo de declaração, que também é enviado por e-mail. Mesmo após o envio, o cliente pode acessar as informações novamente – o que é útil em caso de correções ou retificações. “O auxílio profissional de um contador é crucial. A XP fornece todos os documentos necessários, porém a declaração de imposto de renda é uma tarefa em que este profissional é essencial para os declarantes”, avalia o especialista.

Guia Prático IR 2025

A XP desenvolveu um guia completo para auxiliar no preenchimento da declaração do IR com base no padrão do Informe de Rendimentos Financeiros relativo ao exercício 2025, ano-calendário 2024. Os tópicos abordados contemplam as principais informações referentes aos produtos financeiros oferecidos pela XP.

No guia você encontra:

Quem precisa declarar;

Prazo para entrega e multa;

Documentos necessários para o preenchimento;

Como entender o informe de rendimentos;

Outros campos e operações relevantes.

Grupo Parangolé celebra 25 anos em grande evento gratuito

O Grupo Parangolé – conhecido por levar sua arte – inspirado em Oiticica, Brecht e Boal -, dos grotões do Brasil profundo à Europa -, está em festa e se prepara para realizar o “Festival Parangolé 25 anos” . Nos dias 30 e 31 de maio, sexta e sábado, e 01.06, domingo , a trupe abre as portas da Funarte MG para celebrar ao lado do público e artistas parceiros, como Sérgio Pererê, Cida Falabella, Titane, DJ Naroca, Di Souza e muitos outros . Em três dias, com acesso totalmente gratuito, o evento reúne espetáculos, esquetes teatrais, oficinas, exposição de acervo, lançamento de livro, documentário, shows musicais, discotecagem, sarau, forró, uma feira popular de comidas, bebidas, artesanato, livros, produtos agroecológicos locais e muito mais. Mais informações: @grupo_parangole_mob.

“O Parangolé é menos um grupo e mais um movimento: ajuntamento de pessoas, ideias, causas e possibilidades de intervenção. Criamos mais de uma centena de peças, esquetes e performances artísticas. Quem junta mais gente que um show? um futebol arte? um carnaval? um círio de Nazaré? Colocamos nossos corpos e talentos pra mobilizar pra cidadania. E por isso somos resistência. Sobrevivemos 25 anos na contramaré das políticas culturais que em sua maioria vão em outra direção. Esse evento é pra dizer que não desistimos dos sonhos”, afirma o poeta, cordelista, educador e um dos integrantes da trupe, Rodolfo Cascão.

Parangolé: quando tudo começa

No início dos anos 90, Cascão e a companheira Fernanda, vindos de andanças pelo Mato Grosso, chegam em BH com o Projeto Araguaia Pão e Circo. Cascão é convidado a assessorar a Gerência de Mobilização Social da SLU – Superintendência de Limpeza Urbana de Belo Horizonte. “Passamos a fazer várias esquetes ligadas à coleta seletiva, trabalho com carroceiros, catadores, garis…”. De um coletivo de quinze jovens artistas, o ator e dramaturgo Rodolfo Cascão, a artista visual Fernanda Macruz, a atriz Sandra Albéfaro e o diretor Lucílio Gomes decidem seguir juntos e, em 1999, criam o Parangolé . “Já nascemos cunhando o conceito de Arte Mobilização : que é colocar a arte e seu potencial mobilizador a serviço de causas públicas e sociais, introduzindo a dimensão da festa e do lúdico, em processos participativos”, explica Cascão.

De lá para cá, uma trupe criou mais de 100 trabalhos que misturam teatro, bonecos, música, cordel, folguedos, danças e festas populares, em performances, workshops e estratégias participativas que pensam a arte a serviço da vida e da cidadania. Dos projetos realizados, a maioria carrega como propósito essa reverberação social e o protagonismo comunitário. Como consequência, o grupo acabou expandindo sua atuação para cidades de Minas Gerais (de Januária a Rio Acima, de Governador Valadares a Uberaba, de Chapada do Norte a Oliveira), tendo inclusive feito incursões em outras fronteiras (Brasília, Fortaleza, Vila Velha, Vitória, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia), e também uma participação internacional na Expo Zaragoza, na Espanha, em 2008.

“Nada mais consistente do que celebra em um espaço público como a Funarte, que carrega marcas históricas das lutas e conquistas da classe artística. A arte como bem comum, como direito e como ato político”, comenta o ator, educador e também fundador Lucílio Gomes . Cascão concorda com o colega e completa: “Vai ser uma festa popular com sarau, barraquinhas e forró, num terreiro que possibilita essa informalidade, que vai acolher o nosso ônibus multimídia, o Cordel Móvel, que já trilhou esse mundo de meu deus afora, e finalmente o público de BH vai encontrá-lo de perto”.

Novos projetos

Além de comemorar, o grupo também anuncia projetos novos. Um deles em parceria com o Grupo Trampulim. “A ideia é a gente construir um espetáculo usando o cordel e a palhaçaria dentro do universo feminino”, conta a atriz Sandra Albéfaro.

A outra novidade é que a trupe modificou o viaduto da Av. Francisco Sales em frente à sua sede, no bairro Floresta, pelo Programa Adoro BH da PBH com o Projeto Via Arte Via Duto. “Pretendemos transformar o local num centro cultural com espaços para exposição de artes visuais, ensaios de grupos artísticos, blocos de carnaval e área de lazer para a comunidade do entorno. O objetivo é ocupar a cidade com o encantamento da cultura e eventos criativos para ressignificar uma área atualmente degradada”, explica Cascão.

Destaques da Programação – “Festival Parangolé 25 anos”

O Festival Parangolé 25 anos completo o calendário de comemoração dos 25 anos de trajetória do Parangolé, na Funarte. “Vamos trazer um condensado ilustrativo dos trabalhos que o grupo vem desenvolvendo ao longo de mais de duas décadas”, adianta Cascão. Para celebrar, o Parangolé reuniu diversos artistas parceiros nesses 25 anos de estrada. “Celebrar com quem compartilha dessa travessia é sério que a cena mineira é potente, múltipla e generosa. Queremos olhar pra trás com gratidão, e também pra frente. Queremos circular mais, dialogar com outros territórios, estreitar laços com as juventudes, com as quebradas, com quem faz arte pulsar na base”, ressalta Lucílio Gomes.

Durante a programação, estão previstas apresentações de três peças teatrais do Grupo: “O Rio Inventa Estórias”, “Cordéis do Cafundó” e “A Véia doida do Rio”, além da peça “Para Lembrar eu solo”, com a integrante Sandra Albéfaro, o espetáculo “Outono”, com a artista convidada Cida Falabella, e apresentações do Núcleo Artivismo e Resistência do Grupo Parangolé com as apresentações “O Tempo” e “Desigualdade SA”. “Criamos o Núcleo em 2022, que consiste em uma formação continuada com Oficinas Experimentais de Artevismo para mobilizações sociais e campanhas. Com teatro, música, dança, artes visuais, cordel, os participantes mergulham num laboratório criativo e colaborativo que resulta em disciplinas poéticas apresentadas em jornadas de luta, manifestações, protestos e iniciativas populares dessa natureza”, contextualiza Cascão.

Durante o Festival, também serão oferecidos workshops que dialogam com diversas linguagens artísticas, assim como se deu a trajetória da trupe: “Dança Circular” com William Vale, “Rap”, com o MC Russo APR , “Antropofagia na arte brasileira”, com Rafael Fares e Laura Belisário e “Bordado”, com Tatiana Sansi. O show inclui ainda muita música com a Orquestra Circular do regente Di Souza, Coral da Marilu, o grupo de Forró Suvaco Xerôso, um Sarau com palco aberto e convidado e ainda Shows com Titane e Sérgio Pererê.

Para liderar a festa, o evento conta com a presença do radialista Elias Santos como mestre de cerimônias , e do DJ Naroca na discotecagem . Estão previstos ainda os lançamentos do livro “Nas Trilhas do Grupo Parangolé – 25 anos de arte a serviço da vida – ” (obra sobre a trajetória do Grupo) e “Argamassa”, livro de poemas e cordéis, de autoria de Cascão. Também está prevista a exibição de um documentário sobre a história do grupo e uma grande Exposição de acervo com painéis, fotos, alegorias e figurinos, que percorre quatro facetas da companhia – Água, Educação Popular, Cordel e Carnaval/Artevismo: “É uma maneira de inscrever na história teatral e artes recentes, a existência de um grupo de resistência e fora do eixo, com uma produção cultural profícua que transita na trilha da arte engajada, comprometida com a afirmação de um Brasil diverso, festivo e solidário”, comenta Cascão.

Durante toda programação ocorre uma Feira Popular com comidas, bebidas, artesanato indígena, livros e produtos agroecológicos, além de atividades infanto-juvenis do Grupo Atrás do Pano com suas “Estórias Cantantes” e o palhaço mágico Sapequinha, do grupo goiano “Asas do Picadeiro”.

SERVIÇO

Festival Parangolé 25 anos

Espetáculos e esquetes teatrais – Oficinas – Shows com Titane e Sérgio Pererê

Discotecagem DJ Naroca – Mestres e mestras de cerimônia: Elias Santos, Tita Marçal e integrantes do Parangolé – Lançamentos de Livros e Documentário –

30 e 31.05, sexta e sábado

01.06, domingo

+Info.: @grupo_parangole_mob

 

Sexta-feira à noite – 30 de maio

18h00 – Acolhimento Artístico – Área Externa
18h00 – Feira (comes, bebes, livros, artesanato) – Área Externa
18h00 – DJ Naroca – Área Externa

18h00 – Exposição Parangolé 25 anos – Galpão 4
18h50 – Cortejo Abertura Parangolé – Área Externa
19h00 – Mestras de Cerimônias (Lucílio e Sandra) – Abertura: Lançamento de Livro Nas Trilhas do Grupo Parangolé e Vídeo Parangolé 25 anos – Cordel Móvel

19h30 – Sofá: Falas de Pedro Pontual, Cida Falabella, Rafael Barros e Eliane Parreiras – Cordel Móvel
20h15 – Cordéis dos Cafundó (Cascão, Sarah, Augusto e Valéria) – Cordel Móvel

Sábado tarde/noite – 31 de maio

14h00 – Acolhimento Artístico – Área Externa
14h00 – Feira (comes, bebes, livros, artesanato) – Área Externa
14h00 – Mestre de Cerimônias (Tita) – Área Externa
14h00 – Exposição Parangolé 25 anos – Galpão 4
15h00 – Estórias Cantantes – Grupo Atrás do Pano – Cordel Móvel
15h00 – Oficina Bordado (Tati) – Gramado Área Externa (ou Galpão 3)
16h00 – Oficina de Dança Circular (William Vale) – Galpão 5
16h00 – O Tempo – Artevismo e Resistência – Área Externa
16h30 – Asas do Picadeiro (Sapequinha) – Área Externa

17h30 – A Velha Doida do Rio – Grupo Parangolé – Área Externa
18h00 – Para Lembrar Eu Solo (Sandra Albéfaro) – Galpão 1
18h15 – Dança Circular coletiva (William Vale) – Área Externa
19h00 – Show Titane – Palco Música
20h30 – Show Pererê – Palco Música

Domingo tarde/noite – 01 de junho

14h00 – Acolhimento Artístico – Área Externa
14h00 – Feira (comes, bebes, livros, artesanato) – Área Externa
14h00 – Mestre de Cerimônias (Elias Santos) – Área Externa
14h00 – Exposição 25 anos Parangolé – Galpão 4
14h00 – Oficina Antropofagia na arte (Rafael e Laura) – Galpão 5

15h00 – Desigualdade SA – Artivismo e Resistência – Área Externa
15h45 – O Rio Inventa Histórias – Grupo Parangolé – Área Externa
16h00 – Oficina RAP (APR Russo) – Galpão 3

16h45 – Orquestra Percussão Circular (Di Souza) – Palco Música
18h00 – Outono (Cida Falabela) – Galpão 1

18h15 – Sarau “25 anos no ano 2025” – Cordel Móvel
19h15 – Coral da Marilu (Valéria Braga) – Cordel Móvel
20h15 – Show Suvaco Xerôso e Forró – Palco Música