Mater Dei celebra 45 anos com inovação e crescimento

Com forte investimento em tecnologia e inteligência artificial, empresa prevê chegada a  São Paulo em 2028

 A Rede Mater Dei de Saúde celebra, em 1º de junho, 45 anos de história, consolidando-se como referência em inovação e governança clínica e corporativa no setor hospitalar. Fundada em Belo Horizonte (MG), em 1º de junho de 1980, a rede cresceu de forma perene e hoje conta com nove unidades distribuídas pelo Brasil. Com forte investimento em tecnologia e inteligência artificial, mantém seu compromisso com a excelência e avança em sua expansão, preparando-se para a inauguração de um novo hospital na Zona Norte de São Paulo, previsto para o final de 2028. “Mais do que uma comemoração de um marco temporal, este momento representa a consolidação de uma jornada transformadora, impulsionada por investimentos robustos em tecnologia e inteligência artificial”, afirma José Henrique Salvador, CEO da Rede Mater Dei de Saúde.

Legado e inovação

Apesar da forte tradição, a rede tem como um de seus valores principais o foco em inovação. Nos últimos anos, acompanhando as transformações da era digital, tem realizado a aquisição de novas e modernas tecnologias médicas e de gestão, a adoção de novos procedimentos, formação e fomento da inovação entre as equipes e busca constante de evolução na experiência do cliente, além de apostar em novos negócios e serviços para atender às necessidades dos pacientes.

Entre as iniciativas destacam-se o investimento em robôs de última geração, que têm revolucionado a jornada cirúrgica, e aparelhos que proporcionam diagnósticos precoces e tratamentos mais eficazes. Além disso, a instituição reconhece que a inteligência artificial tem desempenhado um papel cada vez mais importante no setor da saúde, e, por isso, investiu, junto à startup A3Data, em soluções como o “Maria”, aplicativo de coordenação do cuidado digital com equipe multiprofissional; o Prontuário Inteligente, que tem por objetivo avançar na transformação digital em relação ao prontuário eletrônico; além de projetos de integração em nuvem e compartilhamento de dados.

“Temos conseguido incorporar tecnologia e inteligência artificial de forma veloz e acima da média do setor da saúde, aprimorando o processo, o diagnóstico, e a jornada do paciente como um todo. Essa é uma decisão estratégica, que nos diferencia no mercado e proporciona benefícios para nossos pacientes e nosso corpo clínico”, destaca José Henrique. “Estarmos em constante evolução na parte tecnológica e na capacitação dos nossos colaboradores é uma forma de mantermos nosso legado como referência em saúde.”

Expansão

Com nove unidades hospitalares de alta complexidade e cobertura completa espalhadas pelo Brasil, sendo as mais recentes a de Salvador (BA), Goiânia (GO) e Nova Lima (MG), agora, a rede prepara sua chegada a São Paulo. A unidade Mater Dei Santana, localizada na Zona Norte da capital Paulista, é fruto de uma parceria com a Bradesco Seguros e preencherá uma lacuna importante de acesso a serviços de saúde completos na região.

“Analisando o cenário da cidade, vimos um grande aglomerado de hospitais alocados nas regiões centrais e centro-sul da capital. Mas, quando olhamos para a Zona Norte, identificamos um bolsão populacional equivalente à densidade demográfica de Belo Horizonte. São pessoas que precisam cruzar as marginais para serem atendidas, então, decidimos inaugurar nossa primeira unidade em São Paulo com o intuito de suprir essa demanda. O Mater Dei Santana será um dos mais completos da rede, contando com todas as especialidades e podendo atender integralmente às necessidades dos pacientes da região e arredores”, aponta José Henrique Salvador, CEO da Rede Mater Dei de Saúde.

O movimento de expansão da rede intensificou-se a partir de 2021, quando a empresa abriu seu capital, levantando R$1,4 bilhão para investimentos. Com isso, em 2022, a construção da unidade em Salvador (BA) marcou o começo da trajetória de crescimento nacional, consolidada de forma sustentável por meio da abertura de capital. No mesmo ano, houve a aquisição do Hospital Santa Clara, Hospital Santa Genoveva e CDI – Centro de Diagnóstico por Imagem, todos localizados em Uberlândia (MG); além do Hospital Mater Dei Premium Goiânia (GO) e Hospital EMEC (Feira de Santana – BA). Já no ano passado, foi inaugurada a unidade em Nova Lima, também na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG).

“São 45 anos que refletem tudo o que temos feito para fortalecer a perenidade do negócio e manter seu legado. Temos feito um trabalho de governança, de mudanças corajosas e estratégicas, que já vêm dando frutos, impactando positivamente o setor. Para os próximos 45 anos de Mater Dei, vislumbro um futuro promissor, seguindo a trajetória de sucesso que estamos construindo com muito empenho desde a fundação do primeiro hospital da rede”, conclui Salvador.

Sobre a Rede Mater Dei de Saúde

Somos uma rede de saúde completa, com 45 anos de vida, tendo o paciente no centro de tudo e ancorada em três princípios: inteligência e humanização como pilares do atendimento; tecnologia como garantidora da excelência; e solidez das governanças clínica e corporativa. Nossos serviços médico-hospitalares estão disponíveis para toda a família, em todas as fases da vida, com qualidade assistencial e profissionais altamente capacitados e especializados. Estamos em expansão, levando para mais pessoas o Jeito Mater Dei de Cuidar e de Acolher. Nossa premissa é valorizar a vida dos nossos pacientes em cada atendimento, disponibilizando o melhor que a medicina pode oferecer.

 Unidades

Minas Gerais: Hospital Mater Dei Santo Agostinho, Hospital Mater Dei Contorno, Hospital Mater Dei Betim-Contagem, Hospital Mater Dei Nova Lima, Hospital Mater Dei Santa Genoveva, CDI Imagem e Hospital Mater Dei Santa Clara.

Bahia: Hospital Mater Dei Salvador e Hospital Mater Dei Emec

Goiás: Hospital Mater Dei Goiânia

Ana Clara Guerra estreia turnê em Minas Gerais

Apaixonada pela música brasileira, a jovem violonista uberlandense Ana Clara Guerra apresenta seu primeiro álbum Novos Ventos, lançado em 2024, em turnê por Minas Gerais. São oito faixas inéditas com composições próprias e de violonistas de destaque como João Camarero, Alessandro Penezzi, Lucas Telles e Daniel Lovisi. O trabalho inédito, que brinda a música instrumental brasileira, celebra a beleza e a emoção do Violão Brasileiro traz uma aura encantadora e singular da artista. Depois de Uberlândia e Uberaba, as apresentações gratuitas acontecem em São João del-Rei (30/05), Tiradentes (31/05); Ouro Branco (02/06); Mariana (03/06); Ouro Preto (04/06). Em Belo Horizonte, a apresentação acontece no dia 6 de junho no evento Sons da Cidade: 5ª Mostra Internacional de Violão de Belo Horizonte, no Conservatório de Música da UFMG.

Ana Clara é uma das novas e mais promissoras violonistas no cenário musical brasileiro. Crescida em um ambiente repleto de instrumentos e, desde criança, brincava com o violão. Na adolescência, dedicou-se ao instrumento ao estudar no Conservatório de sua cidade, tornando-se uma solista do repertório de Violão Brasileiro. Reconhecida por seu talento, Ana Clara Guerra recebeu diversos prêmios incluindo o 22º Prêmio BDMG Instrumental (2023), o Prêmio Funarte XXV Bienal de Música Brasileira Contemporânea (2023), o 9º Prêmio da Música de Minas Gerais (2022), além do Concurso Sons da Cidade (2021) e o título de Jovem Instrumentista BDMG (2020).

Novos Ventos, lançado no ano passado, teve a primeira apresentação na cidade natal do violonista em uma noite marcada por muito carinho pelos contemporâneos que a conhecem em acompanham a vida inteira. “Fiquei muito feliz em como Novos Ventos foi bem recebido. É muito gratificante ver um público engajado com produções novas de música instrumental”, afirma.

O recital promete encantar mais cidades mineiras em apresentações gratuitas proporcionando uma oportunidade única de apreciar música de qualidade, característica da cultura mineira. “Ver tanta gente saindo de suas casas para ir a um recital e nos ouvir de forma tão atenta e carinhosa, é muito gratificante, pois o que dá mais sentido ao nosso trabalho é a alegria de poder compartilhar com o público”, se alegra.

No repertório, estão as composições Novos Ventos, de Lucas Telles, Seresteira, de Daniel Lovisi, a suíte Sons da Cidade (Amanhecendo), Sons da Cidade (Viva), Sons da Cidade (Adormecendo), Choro para Ana Clara, de Alessandro Penezzi, Pequenas Valsas Sentimentais, de João Camarero, e Chuva Na Pitangueira. Ana Clara conta que a vontade de trazer composições inéditas de amigos violonistas se deu pela admiração.

“São pessoas que admiram muito, referências para mim. Para mim é uma felicidade e uma honra poder tocar obras de pessoas importantes em minha trajetória. Por exemplo, o Lucas Telles, que compôs a música que dá nome ao disco ‘Novos Ventos’, foi meu professor de violão por um período e foi um grande incentivador para que eu compusesse para o instrumento”.

Outra grande inspiração para o artista composto para violão foi o encantamento de ver ao vivo, pela vez, um violonista tocando violão solo e apresentando suas próprias composições. Ela conta que “foi impactante. Depois de assistir a Elodie Bouny, despertou em mim a ideia de que eu também poderia compor para violão e tocar minhas próprias composições em recitais”

Diante disso, o convite é aberto a todos para participarem dessa celebração musical e explorarem as novas sonoridades do Violão Brasileiro, nesta série de recitais gratuitos. Os espectadores poderão vivenciar a emoção transmitida por cada nota e se inspirar nas histórias por trás de cada composição. A expectativa é de que os eventos reúnam amantes da música para celebrar a beleza e a criatividade dessa arte apaixonante.

O álbum pode ser ouvido pelo Spotify e Youtube . Para acompanhar a agenda e obter mais informações, basta acessar o instagram do violonista: www.instagram.com/anaclrguerra/

Serviço

Artista: Ana Clara Guerra

Turnê Novos Ventos

São João del-Rei

Quando: 30 de maio

Horário: 19h

Onde: Centro Cultural UFSJ (Praça Dr. Augusto das Chagas Viegas, 17)

Tiradentes

Quando: 31 de maio

Horário: 17h

Onde: Museu Casa Padre Toledo ( R. Padre Toledo, 190 – Centro)

Ouro Branco

Quando: 02 de junho

Horário: 19h

Onde: Casa de Música de Ouro Branco (Av. Mariza de Sousa Mendes, 2565, Bairro Inconfidentes)

Mariana

Quando: 03 de junho

Horário: 19h

Onde: Casa de Cultura – Academia Marianense de Letras ( Rua Frei Durão, 84, Centro)

Ouro Preto

Quando: 04 de junho

Horário: 18h

Onde: Departamento de Música da Universidade Federal de Ouro Preto, Sala B3 ( UFOP – R. Cinco, 106 – Bauxita)

Belo Horizonte

Quando: 06 de junho

Horário: 19h30

Onde: Evento Sons da Cidade: 5ª Mostra Internacional de Violão de Belo Horizonte. Conservatório de Música da UFMG (Av. Afonso Pena, 1534) –

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A retirada de ingressos acontece recital de 30 minutos, para mais informações, acesse: https://www.sonsdacidade.com/

crédito: Jisa Dantas

Maternidade após o câncer: um sonho que ainda é possível

A Sociedade Americana de Câncer (American Cancer Society – ACS) acabou de publicar seu relatório anual com resultados promissores: a taxa de mortalidade por câncer tem diminuído ao longo dos anos e quase 4,5 milhões de mortes foram evitadas nos Estados Unidos de 1991 devido à adoção de medidas como redução do tabagismo, à detecção precoce de alguns tipos de câncer e aos avanços nos tratamentos oncológicos. As taxas de sobrevida em 5 anos aumentaram de 49% na década de 70 para 69%.

Nas últimas três décadas houve um progresso extraordinário na pesquisa do câncer com consequente redução da mortalidade que reduziu em um terço nesse período. A taxa de sobrevivência em 5 anos para todos os tipos de câncer combinados aumentou de 49% na década de 1970 para 69% durante 2014-2020. Um dado, entretanto, chamou a atenção: a incidência de câncer em mulheres abaixo de 50 anos foi 82% maior quando comparada aos homens. Embora o dado não seja novo, os números vêm crescendo nos últimos 30 anos e a diferença entre homens e mulheres se amplia cada vez mais por motivos ainda não esclarecidos, mas é provável que obesidade, exposição a toxinas ambientais e disruptores endócrinos estejam envolvidos.

O câncer de mama é o responsável por grande parte da diferença visto que a incidência em mulheres com menos de 50 anos tem aumentado mais rapidamente do que em mulheres mais velhas, assim como o câncer de intestino. As mulheres também apresentam maior incidência de câncer de tiroide e obviamente do colo do útero e útero. Segundo dados do Instituo Nacional de Câncer (INCA), no Brasil, a estimativa para o triênio de 2023 a 2025 aponta que ocorrerão 704 mil casos novos de câncer, 483 mil se excluídos os casos de câncer de pele não melanoma. Nas mulheres, os tipos mais frequentes são: os cânceres de pele não melanoma, com 118 mil (32,7%); mama, com 74 mil (20,3%); cólon e reto, com 24 mil (6,5%); colo do útero, com 17 mil (4,7%); pulmão, com 15 mil (4,0%); e tireoide, com 14 mil (3,9%).

O aumento da incidência de câncer em mulheres jovens aliado à tendência mundial de adiamento da maternidade é motivo de preocupação. Os avanços obtidos em oncologia nos últimos anos melhoraram significativamente o prognóstico de mulheres com câncer, mas muitos dos tratamentos usados como a quimioterapia e a radioterapia podem afetar a fertilidade destas mulheres. Os efeitos da quimioterapia e da radioterapia na fertilidade dependem de vários fatores: droga ou tamanho/localização do campo de radiação, dose, intensidade da dose, método de administração, doença, idade, reserva ovariana pré-tratamento e paridade. A boa noticia é que há opções seguras e eficazes disponíveis para manter a capacidade reprodutiva para aquelas que assim o desejarem

Neste contexto, é preciso esclarecer que a preservação de fertilidade em mulheres e com câncer é possível e segura através da realização de cirurgias conservadoras ou por técnicas de reprodução assistida (congelamento de óvulos e embriões. A preservação de fertilidade em mulheres com câncer tem como premissa fundamental o desejo e o potencial da mulher em gestar com segurança e sem piorar os resultados do tratamento. Para tanto, a seleção criteriosa da paciente e o atendimento por equipe multidisciplinar assim como e a avaliação com especialista em reprodução assistida são passos essenciais. Tais medidas resultam em menores taxas de arrependimento, mesmo quando a paciente opta por desistir do tratamento conservador. ou do congelamento de óvulos ou embriões.

As melhores evidências publicadas se concentram em gestações após o câncer de mama , que é o mais frequente e sugerem que a gravidez após o câncer não menta o risco de recorrência da doença, portanto, não deve ser proibida após o término do tratamento. Assim, a recomendação das principais sociedades de oncologia e medicina reprodutiva é que as mulheres sejam amplamente informadas e que oncologistas e especialistas em medicina reprodutiva trabalhem em conjunto para oferecer a melhor opção em termos de segurança e eficácia com manutenção da qualidade de vida destas mulheres.

A Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO) recomenda que a gestação seja planejada para uma dois anos após o término do tratamento oncológico e que o pré-natal seja acompanhado por equipe multidisciplinar especializada envolvendo obstetra se oncologistas. A FIGO reforça que a maioria das mulheres submetidas a tratamentos oncológicos não apresenta risco aumentado de complicações na gravidez, como aborto espontâneo, ou hipertensão arterial, mas o a individualização do cuidado é essencial .

Márcia Mendonça Carneiro, Ginecologista do Biocor Rede D’Or, Professora Titular- Departamento de Ginecologia e Obstetrícia – Faculdade de Medicina da UFMG

CPF bloqueado. E agora, o que fazer?

Especialista da Recovery explica quais são os motivos para o bloqueio e como solucioná-lo

Para quem está em busca de crédito, financiamento ou mesmo tentando abrir uma conta bancária, descobrir que o CPF está bloqueado pode ser um balde de água fria. O Cadastro de Pessoa Física, emitido pela Receita Federal, é um dos principais documentos utilizados para identificar cidadãos em operações financeiras e administrativas. Quando há um bloqueio, as consequências podem afetar diretamente os planos e o dia a dia do consumidor.

Suellen Ventura, Gerente Jurídico da Recovery, reforça a importância de manter a situação cadastral em dia: “Ter o CPF bloqueado significa estar impedido de realizar diversas ações que exigem a regularidade do documento. Isso inclui abrir contas, solicitar empréstimos, vender imóveis ou até mesmo assumir cargos públicos. Por isso, é muito importante realizar todas as declarações, e manter dados e informações fiscais atualizadas.”

Razões para o bloqueio

A situação pode ocorrer por diferentes motivos, desde pendências com a Receita Federal até inconsistências cadastrais. Veja alguns exemplos:

  • Informações cadastrais incorretas: como nome desatualizado, erro na data de nascimento ou divergência no título de eleitor.
  • Cancelamento por duplicidade ou fraude: geralmente envolve a necessidade de apresentar documentação pessoal em uma unidade da Receita Federal.
  • Bloqueio por óbito: quando o CPF é cancelado, após emissão indevida de atestado de óbito.

Dívida pode bloquear o CPF?

De acordo com a Receita Federal, o CPF não é bloqueado por dívidas comerciais, como parcelas em atraso ou contas não pagas. No entanto, pode ser suspenso ou bloqueado se houver pendências junto ao Fisco, especialmente em situações relacionadas à prestação de contas, como a ausência ou erro na declaração do Imposto de Renda.

Já em casos de inadimplência com empresas privadas (como bancos e lojas), o CPF pode ser negativado por órgãos de proteção ao crédito (como SPC, Serasa e Boa Vista), o que não implica em bloqueio oficial, mas também afeta o acesso a crédito e financiamentos.

Como resolver?

O primeiro passo é descobrir o motivo do bloqueio. Isso pode ser feito pelo site da Receita Federal (www.gov.br/receitafederal) ou presencialmente, se necessário. No caso de inconsistência cadastral, a atualização dos dados pode ser feita pelo aplicativo “Meu CPF”, ou nas agências dos Correios, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

Para pendências com o Imposto de Renda, é possível consultar o Portal e-CAC da Receita, corrigir informações e enviar declarações atrasadas. Em casos mais graves, como bloqueio por fraude ou morte equivocada, é necessário ir pessoalmente à Receita com os documentos em mãos.

A importância de monitorar a situação do CPF

Manter o CPF regularizado é fundamental não apenas para evitar entraves financeiros, mas também para proteger sua identidade e histórico de crédito. Há plataformas que oferecem consultas gratuitas para verificar pendências, entre elas, a Recovery, especializada em renegociação de dívidas.

O CPF é mais que um número, é uma identidade fiscal e financeira. Com o documento em situação regular, o caminho para realizar planos financeiros, como comprar um imóvel, acessar crédito ou empreender, é mais seguro e acessível.

Cooperativismo financeiro e a agenda ESG

Autoria: Carlos Eduardo Marques, analista de Cidadania e Sustentabilidade do Sicoob

O termo “cooperativismo” quer dizer “colaboração entre pessoas para um interesse comum”. Seu principal objetivo é equilibrar a justiça social, a prosperidade econômica e os resultados financeiros. Sendo assim, o modelo de negócios cooperativo, diferentemente de outros modelos empresariais, é organizado em torno das pessoas, visto que busca a coexistência harmoniosa entre o meio ambiente, o crescimento econômico e o desenvolvimento social.

 

Segundo dados do Banco Central sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC) com data base 2023, o cooperativismo de crédito no Brasil está presente em 57 % dos municípios brasileiros com pelo menos uma unidade de atendimento (semelhante a uma agência bancária). O número de cooperados chegou a 17,3 milhões de pessoas físicas e jurídicas.

O total de ativos do SNCC alcançou R$ 730,9 bilhões em dezembro de 2023, sendo constituído principalmente por operações de crédito (R$ 445,8 bilhões), com destaque para operações com micro e pequenas empresas e para os produtores rurais. Isso demonstra a relevância do segmento para a evolução da atividade econômica, principalmente no interior do país.

Esse cenário reforça a importância e o potencial de impacto da agenda ESG do cooperativismo financeiro, pois quanto mais acessível e presente na vida dos brasileiros, mais eficiente será a implementação de boas práticas ambientais, sociais e de governança no Brasil.

As cooperativas de crédito desempenham um papel crítico no suporte às comunidades, especialmente em tempos de adversidades, como os ocasionados pelas mudanças climáticas. Essas cooperativas geralmente têm cooperados concentrados em setores ou localidades específicas e, como resultado, elas possuem seus produtos e serviços financeiros direcionados a determinadas cidades ou estados.

A importância do trabalho do cooperativismo financeiro em ESG pode ser traduzida no risco em seus cooperados e comunidades, pois ele as torna mais vulneráveis a desastres naturais e condições meteorológicas extremas, o que impacta diretamente sua estratégia de negócio. Portanto, a relação territorial da cooperativa deve se estreitar ainda mais visando a sua perenidade e o bem-estar da sua localidade

Por fim, as cooperativas de crédito fomentam oportunidades ESG por meio de parcerias inovadoras, inclusão financeira e soluções personalizadas para comunidades vulneráveis, como exemplificado abaixo:

Abordagem centrada na comunidade: As cooperativas de crédito alavancam o relacionamento com seus cooperados para oferecer soluções financeiras personalizadas, aumentando a sua resiliência diante dos desafios relacionados ao clima. Essa proximidade permite melhor compreensão das necessidades individuais, permitindo suporte eficiente durante crises Educação e conscientização: A educação contínua sobre ESG é essencial para capacitar os cooperados para os desafios atuais e futuros, garantindo que eles entendam essas implicações em suas casas e comunidades.

Finanças sustentáveis: Desenvolver as finanças sustentáveis é essencial para que as cooperativas de crédito conduzam seus cooperados á práticas mais sustentáveis, promovendo a preservação ambiental e a cidadania financeira.
Para conhecer mais a trajetória do Sicoob na agenda ESG, acesse aqui.

PBH autoriza venda de cerveja em bancas de jornal

A Prefeitura de Belo Horizonte publicou nesta quinta-feira (29) a Lei 11.861/2025, que autoriza bancas de jornais a comercializarem cerveja no município. A nova legislação já está em vigor desde a data da publicação.

A medida beneficia comerciantes e consumidores com ampliação da variedade de produtos comercializados nas bancas, adequando-se melhor às demandas do público. Com a publicação da nova lei, pode ser comercializada cerveja em lata e em garrafa long neck.

Atualmente, existem 509 bancas de jornais com licenças válidas e regulares em Belo Horizonte. A obtenção de licença para a atividade de banca de jornais e revistas depende de inscrição em processo licitatório de chamamento público de interessados em exercer essa atividade. A medida é regida por edital publicado no Diário Oficial do Município e divulgado no Portal da PBH, contendo todas as condições para inscrição, habilitação, sorteio e licenciamento. Até o momento, não há nenhum processo licitatório aberto.

Jornada Produtiva

As bancas de jornais e revistas fazem parte do Programa Jornada Produtiva, que tem como objetivo a inserção produtiva e a geração de oportunidades de renda para trabalhadores do comércio em logradouro público. Várias pessoas foram beneficiadas nos últimos anos ao obterem licença para comercializarem seus produtos de maneira regular.

Com 3.474 licenças regulares, o Programa conta com vagas para as atividades de feira de inclusão produtiva, comércio de alimentos em veículos automotores e trailers, comércio de alimentos em veículos de tração humana, comércio de bebidas em veículos de tração humana em manifestações espontâneas, comércio em logradouro público por pessoas com deficiência, lavadores de veículos, engraxates, bancas de jornais e revistas, e o Shopping Popular Caetés.

Mineirinho recebe show histórico de Roberto Carlos

Belo Horizonte se prepara para uma noite inesquecível no sábado, dia 31 de maio, quando o Mineirinho recebe novamente Roberto Carlos, um dos maiores artistas da história da música brasileira. O show faz parte da turnê “Eu Ofereço Flores”, que celebra uma trajetória de mais de seis décadas de sucessos que atravessam gerações.

O retorno do Rei ao ginásio é simbólico: a última vez que Roberto Carlos se apresentou no Mineirinho foi em 2018, e sua volta reforça não só a conexão do artista com o público mineiro, mas também a nova fase do espaço, que está preparada para receber grandes eventos. Após uma série de investimentos e melhorias em infraestrutura, acessibilidade e conforto, o Mineirinho consolida seu papel como um dos principais palcos culturais, esportivos e de entretenimento de Minas Gerais.

“O Mineirinho se apresenta como um espaço moderno e apto a shows sediados, eventos esportivos, culturais e corporativos de qualquer porte. Receber novamente um artista como Roberto Carlos é uma prova de que estamos na rota de grandes acontecimentos”, afirma Eduardo Barella, CEO da Concessionária Mineirinho SPE, responsável pela gestão do ginásio.

Um show, uma história

Com mais de 70 álbuns lançados, sucessos em português, espanhol e outros idiomas, e uma carreira reconhecida mundialmente, Roberto Carlos chega a Belo Horizonte trazendo o repertório de sua nova turnê e os grandes clássicos que marcaram gerações.

O cantor lançou em 2024 o EP “Eu Ofereço Flores”, e percorreu as principais cidades dos Estados Unidos, figurando no ranking Global Concert Pulse, entre os 30 artistas de maior público naquele país — ao lado de nomes como Elton John, Cher e Kiss. Ainda neste ano, o artista se prepara para levar sua turnê também à Europa.

Ao longo de sua carreira, Roberto Carlos se consolidou como um dos maiores nomes da música mundial, com uma trajetória marcada por sensibilidade, romantismo e um repertório que atravessa estilos e décadas.

SERVIÇO – SHOW ROBERTO CARLOS EM BELO HORIZONTE

📍 Local: Mineirinho – Av. Antônio Abrahão Caram, 1000 – São Luiz, Belo Horizonte – MG

📅 Data: 31 de maio (sábado)

⏰ Horário: 20h30 (abertura dos horários às 18h)

🔞 Classificação: Menores de 18 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.

🚗 Atenção: Estacionamento disponível pelo site Estapar ou aplicativo Zul.

Entradas à venda:

🛒 Online: www.eventim.com.br

🏬 Bilheteria física: Loja Eventim BH – Shopping 5º Avenida – Rua Alagoas, 1314 – Funcionários, BH

Horário de atendimento: Segunda a sexta, das 10h às 19h.

Valores por setor:

Setor Azul VIP: Inteira R$ 960 | Meia R$ 480 | PCD R$ 480

Setor Azul: Inteira R$ 860 | Meia R$ 430 | PCD R$ 430

Setor Amarelo: Inteira R$ 760 | Meia R$ 380 | PCD R$ 380

Setor Branco: Inteira R$ 660 | Meia R$ 330

Arquibancada Inferior: Inteira R$ 400 | Meia R$ 200

Arquibancada Superior: Inteira R$ 320 | Meia R$ 160

Formas de pagamento:

Online: Cartão (com juros a partir da 2ª parcela) e Pix.

Bilheteria física: Cartão de crédito, subsídio e dinheiro.

Informações adicionais:

🎟️ Início das vendas: Desde 23 de dezembro

🔗 SAC: help.eventim.com.br

🌐 Saiba mais: www.robertocarlos.com

Mineração de ouro no Brasil enfrenta desafios

Com investimento elevado e processos complexos, setor enfrenta desafios como a extração precisa, concorrência ilegal e precificação do metal no mercado

Esqueça as cavas e picaretas, a cadeia produtiva do ouro é muito mais sistemática do que se imagina. Fortemente impactada não apenas pela complexidade técnica do processo de extração, mas também por fatores externos como a mineração ilegal, o comércio nacional e internacional e os riscos associados à insegurança nas áreas de exploração são obstáculos que carecem investimento para controle e, consequentemente, elevam os custos de produção.

Atribuindo o fator histórico, o ouro sempre foi sinônimo de valor — e em 2025, esse simbolismo segue mais forte do que nunca. A cotação média da onça de ouro (equivalente a 31 gramas) gira em torno de US$3.393,59, segundo dados apurados pelo Investing.com, site especializado em mercado. Esse patamar evidencia o valor econômico da commodity, tanto para investidores quanto para a balança comercial do país. Mas o que muita gente ainda desconhece é a complexidade envolvida para que uma simples pepita chegue ao mercado.

“Hoje, a mineração de ouro é uma atividade de alta tecnologia, que exige cálculos matemáticos avançados, extensos bancos de dados geológicos e operações de precisão cirúrgica. Tudo isso para localizar, em meio a toneladas de rocha, uma quantidade ínfima do metal. Talvez isso, além de sua raridade é claro, justifique o preço no mercado”, salienta Anderson Resende, COO da Keystone Mineração.

Os valores elevados do ouro no mercado global refletem não só sua escassez, mas todo o esforço envolvido em sua extração. Em um cenário ainda marcado por desafios como o garimpo ilegal e a insegurança, é fundamental valorizar empresas sérias que operam dentro das normas, garantindo não só o abastecimento da cadeia produtiva, mas também a preservação ambiental, o desenvolvimento regional e a segurança jurídica do setor mineral no Brasil.

Para se ter uma ideia, a remoção da rocha que dá acesso ao ouro é, por si só, um esforço colossal tanto em escala quanto em investimento. Dentro da fase de exploração, por exemplo, há um longo trabalho de pesquisa geológica para identificar os pontos com potencial de extração. Com os dados e amostras em mãos, inicia a análise química, que determina a presença e a viabilidade de extração do metal.

Só então se dá início à atividade de mina, composta por etapas como a perfuração e o desmonte. Este último sendo o processo controlado de explosão das rochas para alcançar as camadas mais profundas onde o ouro se encontra. “Todas essas etapas deixam claro o quão custoso e complexo é o processo de produção do ouro. Os desafios vão desde o tempo necessário para pesquisa até os investimentos pesados em tecnologia e segurança, passando pelos riscos constantes de interferência ilegal”, completa Anderson.

São esses os principais fatores para que a mineração de ouro legal, segura e responsável não é apenas uma atividade econômica de alto valor, mas também uma tarefa que exige planejamento, tempo e comprometimento. Diante disso, a presença de empresas sérias, com rigor técnico e responsabilidade ambiental, é essencial para garantir que a mineração de ouro continue sendo um vetor importante da economia nacional e não um catalisador de danos sociais e ambientais.

“A mineração legal de ouro é realizada por corporações autorizadas, que seguem normas ambientais, trabalhistas e de segurança, gerando empregos formais e contribuindo para a economia. Já a mineração ilegal ignora essas exigências, causando graves danos ambientais, sociais e econômicos. Enquanto a atividade legal busca minimizar impactos e promover recuperação ambiental, o garimpo clandestino está associado a crimes, violência e degradação. Incentivar a mineração responsável é fundamental para um desenvolvimento mais sustentável”, indica Anderson.

Contudo, a mineradora segue um modelo convencional para a mineração industrial, Modelo esse que segue certificações licenciadas, utiliza tecnologia de ponta, segue rigorosos padrões ambientais e opera em grande escala, muitas vezes com extração subterrânea. Já o garimpo é, em geral, uma atividade artesanal, frequentemente informal, de menor escala e com impacto ambiental pouco controlado.

“É esse equilíbrio entre valor econômico e responsabilidade que sustenta o verdadeiro ouro brasileiro. Essa tarefa é uma atividade econômica de alto valor, mas também uma trabalho contínuo que exige planejamento, tempo e comprometimento tanto da esfera pública quanto da esfera privada”, finaliza o COO da Keystone.

Homem é condenado por importunação em prédio

A 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) confirmou sentença da Comarca de Belo Horizonte que condenou um homem a um ano e seis meses de reclusão no regime inicialmente aberto e a 10 dias-multa, devido aos crimes de importunação sexual e perseguição à zeladora do edifício. A pena privativa de liberdade foi substituída por duas restritivas de direitos.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) ajuizou denúncia contra o frequentador do edifício pela prática de importunação sexual, ato libidinoso e perseguição. Segundo a peça processual, em maio de 2022, o homem chamou a zeladora do prédio à sauna. Quando ela chegou, o interlocutor, que se encontrava enrolado em uma toalha, mostrou-lhe as partes íntimas dizendo que se ficasse com ele, seria “compensada”.

O réu disse ainda que, caso contrário, o síndico do prédio a dispensaria, porque eles eram amigos. Além disso, no mês seguinte, o homem, que frequentava o local por ser namorado de uma moradora, voltou a perseguir a funcionária, chegando a ameaçá-la de agressão. A mulher precisou se trancar no banheiro da garagem do prédio, enquanto o agressor chutava e esmurrava a porta, proferindo ameaças.

O réu, na fase da investigação criminal, prestou depoimento, mas mudou de endereço e não comunicou a nova residência à Justiça. Com isso, foi julgado à revelia. Inconformado com a decisão, ele ajuizou recurso.

A relatora, desembargadora Maria Luíza de Marilac, manteve a sentença. A magistrada se baseou na firmeza e coerência do depoimento da vítima na fase inquisitorial e na fase processual. De acordo com a julgadora, as provas colhidas a convenceram da veracidade das alegações e da autoria do fato.

O revisor, desembargador Octavio Augusto de Nigris Boccalini, votou de acordo com a relatora.

Ficou vencido o desembargador Franklin Higino, que entendeu não ter havido ato libidinoso. O magistrado considerou que a conduta do acusado se limitou aos atos exibir as partes íntimas para a vítima e fazer convites de cunho sexual.

Para o desembargador, embora o comportamento pudesse ser classificado como impróprio, repulsivo, e até questionável, do ponto de vista moral, não havia, no conjunto probatório, elemento que demonstrasse a prática de ato libidinoso, pois a tipificação penal desse crime exige contato físico direto e a violação da intimidade da vítima.

O processo tramita sob segredo de Justiça. A decisão está sujeita a recurso.

Onça-parda aparece em parque da Grande BH

Animal estava em região próxima ao Viaduto da Mutuca, recebeu coleira de rastreamento e foi devolvido à natureza

Uma onça-parda (Puma concolor) foi localizada nesta quarta-feira (28/5) no Parque Estadual da Serra do Rola-Moça, localizado na porção Sul da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

O animal foi capturado na região conhecida como Mutuquinha, próxima ao Viaduto da Mutuca, recebeu uma coleira de monitoramento e foi imediatamente devolvido ao seu habitat natural. A tecnologia permitirá o acompanhamento da movimentação da espécie dentro e no entorno da unidade de conservação.

De acordo com Henri Dubois Collet, gestor do parque administrado pelo Instituto Estadual de Florestas (IEF), o animal já vinha sendo monitorado pela equipe técnica. “Trata-se de um exemplar jovem, possivelmente um filhote”, explica.

A presença da onça-parda reforça a importância da Área de Proteção Ambiental (APA) Sul, que abriga diversas unidades de conservação de proteção integral. “Já monitoramos uma jaguatirica na Estação Ecológica de Fechos, além de três lobos-guará na área do Parque Estadual da Serra do Rola-Moça”, destaca Collet.

A instalação de coleiras de rastreamento em mamíferos carnívoros é uma das condicionantes do licenciamento ambiental concedido à empresa Vallourec Mineração, com recomendação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O monitoramento inclui também outras espécies como o lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) e o gato-do-mato (Leopardus guttulus).

“É um indicativo de que a unidade de conservação está cumprindo seu papel de proteção à biodiversidade”, observa Henri Collet. “A presença de grandes predadores, que estão no topo da cadeia alimentar, é um sinal da saúde ecológica do ambiente”, conclui.

Planejamento e conservação da fauna

Está em planejamento um workshop que reunirá representantes de instituições públicas, setor privado e especialistas para discutir estratégias de preservação da fauna na APA Sul. O evento, intitulado “Ecologia do movimento do lobo-guará na região do vetor sul da RMBH e suas implicações para o planejamento territorial sustentável no entorno da BR-040”, será promovido por um grupo de trabalho interinstitucional.

Fazem parte desse grupo representantes do IEF, Ibama, Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), da empresa Prime Projetos e Soluções Ambientais e da Vallourec Mineração. O objetivo é definir o conteúdo programático, os objetivos práticos do workshop, os participantes estratégicos e os detalhes logísticos, como data e local.

“O monitoramento de espécies silvestres trará subsídios técnicos importantes para o aprimoramento das políticas públicas de proteção à fauna”, afirma o diretor-geral do IEF, Breno Lasmar.

Conteúdo Agencia Minas