Inscrições abertas: 2º Sarau Negoçado busca artistas negros

A palhaça Brigite Guardô retorna com mais um encontro de festas, arte e resistência: o ‘ 2º Sarau Negoçado – O rolê da alegria preta ‘ chega em 2025 ocupando o Viaduto das Artes , na Regional Barreiro , com uma programação gratuita, diversa e potente.

Marcado para o dia 30 de agosto de 2025 (sábado), o evento promete seis horas de apresentações, divididas entre manhã e tarde, reunindo música, poesia, dança, contação de histórias e muito mais, tudo produzido e protagonizado por artistas, grupos e coletivos negros que atuam na região.

Mais que um palco, o Sarau Negoçado é um espaço de visibilidade e valorização das expressões artísticas negras, celebrando a criatividade, a memória e a cultura local.

As inscrições para artistas pretos residentes no Barreiro já estão abertas . E tem mais: o edital prevê cache de R$ 600,00 (seiscentos reais) para cada artista, grupo ou coletivo selecionado. Uma forma de reconhecer e fortalecer o trabalho desses fazedores de cultura que movimentam a cena local com tanta potência.

Quem faz arte na Regional Barreiro e quer integrar essa grande festa da alegria preta deve se inscrever para somar talento e representatividade a essa programação que une gerações e fortalece redes de afeto e cultura.

Serviço :

EDITAL ABERTO ATÉ O DIA 30 DE JUNHO DE 2025

Inscrições: abertas para artistas pretos residentes na Regional Barreiro

Informações e inscrições: https://linktr.ee/brigiteguardo_

2º Sarau Negoçado da Brigite — O rolê da alegria preta

Data: 30 de agosto de 2025 (sábado)

Horário: 9h30 às 12h30 e 13h30 às 16h30

Local: Viaduto das Artes – Av. Olinto Meireles, 45 – Barreiro – Belo Horizonte

Projeto Reinações encerra ciclo em Mariana com especial junino

O Projetos Reinações – Festa da Arte para Infância chega à sua quinta e última edição no domingo, 29 de junho , na Rua Direita, no Centro de Mariana/MG , celebrando as festas juninas no dia de São Pedro , com uma programação cheia de brincadeiras para todas as idades .

Criada e realizada pela Lunática, produtora cultural e artística sediada em Passagem de Mariana , com apoio do Edital Doce e, nesta edição, em parceria da Prefeitura de Mariana e BAR, o projeto se despede celebrando um ciclo repleto de arte, afeto e encontros.

A partir das 13h, o centro histórico de Mariana se transforma em um grande espaço de cultura e brincadeiras, com programação gratuita até às 20h. O evento convida o público a vivenciar tradições juninas por meio de disciplinas artísticas, workshops, leituras, jogos populares e apresentações musicais , todas pensadas especialmente para o público infantil e suas famílias.

Em suas últimas edições, o Reinações celebrou o direito à Infância com arte de qualidade em espaços públicos e privados, promovendo experiências lúdicas e afetivas em diferentes territórios da cidade . Mais de 1.300 pessoas participaram das atividades artísticas e shows da Banda Osquindô , referência na produção artística voltada à infância.

Para este grande encerramento, a edição especial Junina traz uma programação encantadora : vai ter brincadeiras tradicionais com Léo Ladeira e Natália Alves; ateliê aberto com Eco das Artes; Osquindoteca Volante ( espaço itinerante de leitura, jogos e brincadeiras ) , além de dois momentos musicais imperdíveis: o espetáculo cênico-musical “Bailinho do Rei” com a  Banda Osquindô às 16h, e apresentação de Forró Baião Gaveteiro , às 17h30.

O público é convidado a vir a um caráter junino , para entrar no clima e celebrar essa despedida com muita alegria, dança e memórias afetivas.

O Reinações é um manifesto em defesa da cultura da infância. Criado para oferecer espaços de convivência, aprendizagem e frutificação artística, o projeto reafirma o Brinque como ato essencial ao desenvolvimento humano e ao fortalecimento dos laços comunitários.

A Banda Osquindô , que assina os espetáculos musicais do projeto, é destaque na cena artística voltada à infância, unindo música, teatro, circense e literatura em apresentações que encantam públicos de todas as idades.

As Reinações se despede , mas as memórias e os afetos semeados ao longo desse caminho seguirão reverberando na cidade e nos corações de quem viveu essa experiência.

Conheça os projetos

Ponte: https://www.instagram.com/pontedcp/

Osquindo: https://www.instagram.com/clubeosquindo/

Mundo Jojoba: https://www.instagram.com/mundojojoba/

__________________

Centro Cultural Venda Nova recebe exposição “Rap Horizonte”

Belo Horizonte se prepara para receber mais uma edição do “Rap Horizonte”, um projeto cultural que visa celebrar e expor a rica história dos movimentos hip-hop das regiões Norte e Venda Nova da capital mineira. Após o sucesso da primeira edição, que focou na Zona Leste, o projeto agora se aprofunda nas narrativas e expressões artísticas dessas áreas importantes da cidade.

A iniciativa teve início com uma pesquisa aprofundada, cujo objetivo era mapear os principais representantes, obras e histórias do movimento hip-hop local. Essa fase culminou em uma exposição inédita, que promete ser um panorama belo e abrangente da cultura hip-hop da Zona Norte e Venda Nova.

A exibição não se limitará a um único local. Em um segundo momento do projeto, quadros e fotos da exposição circularão por quatro importantes centros culturais de Belo Horizonte, permanecendo em cartaz por até 30 dias em cada um. A programação prevê a seguinte sequência:

  • Julho:Centro Cultural Venda Nova (CCVN)

  • Agosto:Centro Cultural Zilah Spósito (CCZS)

  • Outubro:Centro Cultural Jardim Guanabara

  • Novembro:Centro Cultural São Bernardo

Grande Lançamento e Mostra de Arte Hip-Hop

O evento de lançamento da exposição está marcado para o dia 5 de julho de 2025 , no Centro Cultural Venda Nova , com início às 14h. Será uma grande festa da cultura hip-hop, gratuita e com classificação livre, reunindo os quatro elementos que definem: rap, DJ, graffiti e dança break. O evento terá duração de até seis horas e contará com uma programação diversificada de shows e apresentações artísticas:

  • 14h:DJ Base

  • 15h:WL Dias

  • 15h30:Nagô RDG

  • 16h:Mist Killa

  • 16h30:Mano Bill

  • 17h:Doutor Buh e Shabê

  • 17h30:Chellz Tapaió

  • 18h:Kainá Tawá

  • 18h30:Phantom DK

  • 19h:Daniel CF

  • 19h30:Lauren Priscila

Trajetória do Rap Horizonte

O “Rap Horizonte” nasceu em 2010 como um programa de rádio, idealizado por um grupo de amigos. Com o encerramento da rádio, o projeto evoluiu e se tornou uma plataforma multifacetada, realizando diversos eventos e ações dentro do universo hip-hop. Entre suas realizações, destaca-se a produção de três coletâneas de artistas locais e a aclamada exposição de 2022, que revisitou 30 anos de hip-hop da Zona Leste de BH. Essa exposição circulou por centros culturais e pela Casa Hip-Hop Taquaril, culminando em um grande evento de lançamento no bairro São Geraldo, que conta com a presença de grandes nomes do rap nacional, incluindo o renomado grupo A286 e a presença da rapper Tamara Franklin como mestre de cerimônia.

Agora, em 2025, o “Rap Horizonte” volta às regiões Norte e Venda Nova, prometendo mais uma vez celebrar a força e a diversidade do hip-hop belo-horizontino. O projeto foi aprovado no Edital Lei Paulo Gustavo 02/2023 BH Múltiplas Artes e Culturas, sob o protocolo 90603/2023, garantindo o apoio necessário para a realização dessa importante iniciativa cultural.

Locais de Exposição:

  • Centro Cultural Venda Nova (CCVN):Rua José Ferreira Santos, 184 – Bairro Jardim dos Comerciários – CEP: 31.640-060.

  • Centro Cultural Zilah Spósito (CCZS):Rua Carnaúba, 286 – Bairro Jaqueline – CEP: 31.787-210.

  • Centro Cultural Jardim Guanabara:Rua João Álvares Cabral, 277, Jardim Guanabara.

  • Centro Cultural São Bernardo:R. Edna Quintel, 320 – São Bernardo (Regional Norte) – Belo Horizonte – MG – CEP: 31750-030.

Informações de alguns artistas no lançamento

Lauren Priscila: Impossível olhar para Lauren Priscila e automaticamente não vir à memória auditiva sua voz forte e impositiva, ou a lembrança de algum refrão clássico do Gangsta Rap Nacional; seja com a histórica Dina Di ou Consciência Humana. O fato é que uma aclamada cantora e compositora tem consigo o que poucas pessoas no mundo artístico possui, dom e um brio constante que naturalmente flui como parte dela mesma, no entanto podemos dizer que o seu Rap é Original da Alma e emociona não somente o público feminino, no qual se identifica de maneira próxima muito, mas a ouvintes que têm contato com suas músicas. A musicalidade é ancestral e brasileiríssima, de Mãe Mineira e Pai Baiano, Lauren foi precoce, e embora já se inspirasse na Black Music e cantores e cantoras do mundo Pop na época como Whitney Houston, Michael Jackson, na adolescência aos 13 anos de idade encontrou sob a carteira do colégio uma fita cassete com diversos cantores do Rap Nacional, incluindo Os Metralhas, entre outros da época, e foi a partir deste momento que soube exatamente que seu destino era cantar Rap.

Chellz Tapayó: Bgirl, mãe, indígena da etnia Kariri, cria no Barreiro. Multiartista, artivista, pesquisadora da cultura Hip Hop e dos povos enquanto indígenas fomentadores dessa cultura, produtora e gestora cultural. Iniciou sua trajetória na dança break em 2007, integrando a equipe Danger Massive Crew, e depois tendo como escola a Skeleton Breakers. Foi uma das fundadoras da Crazy Girlz Crew, grupo de bgirls de Belo Horizonte e Região, criado em 2008, participando de competições em Minas Gerais e em outros estados.

 

Atualmente, trabalha na formação de crianças, adolescentes e jovens com foco no Hip Hop, e faz parte dos seguintes coletivos: Coletivo Maya (grupo formado por mulheres mães), Zoeste Cultural, Comitê Indígena Mineiro, Crew UBDI e Coletivo Andará.

Daniel CF é de Belo Horizonte, nascido em 30/03/1987, integrante do grupo fundador do RAP Codinome Favela, criado em 2004. Desde 2016 em carreira solo, trabalhou com vários grupos e artistas reconhecidos da cena Hip Hop. Hoje é graduando em Pedagogia e atua como produtora cultural e produção audiovisual.

Dokttor Bhu e Shabê: Política, amor, setentismo e a cultura pop norteiam o trabalho desses MC’s que conquistaram com originalidade e irreverência seu espaço na cena musical de nossos gerais.

Prestes a lançar um DVD e um novo álbum intitulado “O Bêbado e O Equilibrista” a dupla traz no cd de estreia, “Conglomano” (um conglomerado de irmãos), produzido por Dokttor Bhu, uma diversidade saudável com letras impactantes. Em cima de uma sonoridade fundamentada no que eles intitulam “setentismo”, uma mistura de soul, funk, MPB, rock e a psicodelia dos anos 70.

Os paladinos estão juntos desde 2006. Dokttor é músico, produtor, ator e um dos fundadores da banda Divisão de Apoio – 1° grupo de Rap de Belo Horizonte e utiliza instrumentistas em seu trabalho. Shabê é MC, letrista arrojado com influências literárias e cinematográficas, integrou o grupo Caçadores de Estilo, um dos mais significativos grupos de dança de rua em BH nos anos 90.

Kainná Tawá: tem a arte no sangue, é cantora, compositora e poeta. Apaixonou-se pelo Hip-Hop com 7 anos de idade, e daí nasceu um grande sonho: ser cantora de rap, com 15 anos de idade criou juntamente com sua amiga o Grupo de rap Remanescentes, que durou do ano de 2006 a 2008. Kainná Tawá lançou seu primeiro trabalho solo no ano de 2022, um EP de 5 faixas intitulado “CANTO EM VERSO” . Agora focado nos seus próximos passos, acredita que a música tem o poder de transformar e ressignificar vivências e pensamentos, o amor pela música continua muito vivo, e ainda há muitas coisas a se fazer.

A explosão de novos slogans no Brasil

Os brasileiros são fãs de slogans novos. Eles adoram importar expressões em inglês. Recentemente, explodiu no Brasil o slogan quiet firing – um termo que descreve a prática, por parte da empresa, de criar um ambiente de trabalho tão insatisfatório que o funcionário se sinta pressionado a pedir demissão, sem que a empresa o demita formalmente. É como uma “demissão silenciosa”. Esse termo nada mais é do que forçar um empregado a pedir demissão. Ao invés de demitir o empregado, cria-se uma circunstância e um ambiente no qual ele, exaurido , diminuído e humilhado pede para sair .

Essa dinâmica existe no mundo organizacional e hoje vem se tornando mais sofisticada, talvez por isso tem sido tão citada na mídia. É justamente essa sofisticação que aproxima o fenômeno do tradicional assédio. Contudo, já cientes de que o assédio velado é punido e fácil de se provar , passou-se a praticar de modo mais sutil.

O quiet firing surgiu em resposta ao quiet quitting, no qual o movimento inverso ocorria, ou seja, os colaboradores deixavam de exercer sua função corretamente, com o intuito de gerar um descontentamento nos gestores e forçar a demissão. O quiet firing tem um traço particular : o empregado afoga no próprio pântano. Esse pântano , entretanto , é fabricado pelos gestores por meio de um sistema reverso de feedbacks e de impedimentos diversos. O colaborador não consegue dar resultados ou sequer se tornar elegível aos mesmos , pois é colocado à mercê do jogo de forma silenciosa. Essa situação, lamentável, ocorre frequentemente em agências bancárias, como por exemplo, alterar a carteira de gerentes.

Em outras palavras, o gestor pretendendo impedir o atingimento de resultados de algum gerente passam os melhores clientes para outros gerentes. Uma outra forma é impedir o engajamento . O sujeito é posto de lado e sem aderência , sucumbe , porque fica fora das equipes. Com suspensão de feedbacks, congelamento de metas , transferências ou impedimento de promoção , entre outras ações, o funcionário se sente desvalorizado e pede demissão.

A grande metáfora do quiet firing é que ele não passa de uma perseguição ou desmantelamento de uma carreira de forma intencional. É um tiro na autoestima e um modo de sabotar uma vida. É uma forma maquiavélica e perversa de “demissão silenciosa” que custa caro.

É provável que muitos líderes enxerguem apenas as vantagens do quiet firing para as empresas, como evitar o desgaste de ter que dispensar um profissional e pagar os seus direitos. Entretanto, a prática traz muitas consequências negativas para as equipes. Além disso, repercute muito mal entre os demais colaboradores que tem levado as empresas a repensar se essa atitude cruel vale a pena.

Maria Inês Vasconcelos é advogada, pesquisadora e escritora

Inverno: quais vacinas você precisa atualizar para se proteger?

Especialistas do Humana Laboratório reforçam a importância da vacinação para prevenir doenças respiratórias e complicações graves durante a estação mais fria do ano

Com a chegada do inverno, aumentam os casos de gripes, pneumonias e infecções respiratórias, exigindo atenção redobrada com a imunização. A baixa umidade do ar, as mudanças bruscas de temperatura e a maior circulação de vírus tornam o organismo mais vulnerável — especialmente em crianças, idosos e pessoas com imunidade comprometida.

Segundo Levindo Teixeira, farmacêutico e especialista em imunização do Humana Laboratório, manter o cartão de vacinação atualizado é uma das formas mais eficazes de prevenção. “Vacinas como a da gripe, pneumocócica, Covid-19 e coqueluche são fundamentais para atravessar o inverno com mais segurança e reduzir o risco de internações e complicações”, explica.

Tarifa do metrô da RMBH será atualizada 1º de julho

O Governo de Minas, informou por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias (Seinfra), que está autorizado o reajuste de preço da tarifa do metrô da Região Metropolitana de Belo Horizonte (Metrô BH) de R$ 5,50 para R$ 5,80 a partir de 1º de julho. A atualização de 5,45% do valor, conforme os índices inflacionários, está prevista no contrato de concessão.

Desde o início da concessão, em março de 2023, o sistema vem passando por uma série de melhorias, como a modernização das estações e a ampliação da capacidade operacional. Em um esforço conjunto entre o Governo de Minas e a concessionária, algumas entregas estão sendo antecipadas.

De acordo com as informações publicadas, o avanço nas obras da Linha 2, que terá um novo traçado para interligar a Linha 1 à região do Barreiro, já é visualmente perceptível. A operação comercial das estações Amazonas e Nova Suíça deverá começar no segundo semestre de 2026. A previsão é que todo o trajeto esteja em pleno funcionamento até 2028, encerrando uma espera de mais de duas décadas pela população mineira.

Na linha 1, um novo trecho de 1,7 quilômetro de extensão, que vai ligar a estação Eldorado à futura estação Novo Eldorado, deverá entrar em funcionamento em janeiro de 2026, melhorando a conexão entre Contagem e Belo Horizonte.

Novos trens

A compra de novos trens para operação no metrô de BH também foi antecipada em dois anos.

A previsão é que dez novos trens entrem em operação até o fim de 2026. A fabricação completa dos outros 14 também está prevista para acontecer de forma antecipada. O volume de investimento é de cerca de R$ 700 milhões.

Investimentos

A concessão do Metrô da RMBH, com investimento total de R$ 3,7 bilhões, viabilizado pelo Governo de Minas em parceria com o Governo Federal, somado aos recursos da iniciativa privada, tem possibilitado melhorias nos serviços prestados aos mais de 90 mil passageiros transportados todos os dias.

Com a conclusão das obras, a expectativa é de que o Metrô da RMBH passe a transportar uma média diária de 223 mil passageiros, sendo 157 mil na Linha 1 e 56 mil na Linha 2.

Conteúdo Agência Minas

Hotelaria Mineira: 79% de Ocupação e Aumento Aéreo de 38,8%

O feriado de Corpus Christi (19 a 22/6) trouxe resultados expressivos para o turismo de Minas Gerais, com a ocupação média da hotelaria chegando a 79% nos principais polos turísticos do estado, segundo dados do Observatório do Turismo de Minas Gerais, que integra a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult).

Além disso, o fluxo de passageiros no Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, cresceu 38,8% em relação ao mesmo período de 2023, quando essa contagem começou a ser realizada pelo consórcio que administra o aeroporto, o BH Airport, refletindo o aumento da conectividade e o fortalecimento de Minas Gerais como hub nacional e internacional.

A estimativa é de que mais de 400 mil turistas tenham circulado pelo território mineiro durante o feriado. O número foi projetado com base nos dados detalhados dos municípios monitorados, que registraram mais de 129 mil visitantes, aliados às médias de ocupação e à capacidade hoteleira dos 853 municípios e dos mais de mil distritos no mapa turístico de Minas Gerais.

Altas taxas de ocupação

Destinos turísticos de diferentes perfis apresentaram ótimos resultados. Camanducaia, que recebeu 42 mil visitantes, e São João del-Rei registraram 95% de ocupação hoteleira. Já Ouro Preto, com 30 mil visitantes, e Teófilo Otoni alcançaram 90%. Caeté chegou a 80%, enquanto Mariana e Belo Horizonte registraram, respectivamente, 70% e 61% de ocupação.

Crescimento do fluxo aéreo

O Aeroporto Internacional de Belo Horizonte movimentou 212.225 passageiros no período do feriado, frente aos 152.862 passageiros registrados em 2023, com crescimento sustentado pela ampliação de rotas nacionais e internacionais e pela maior demanda pelo destino Minas Gerais.

Estratégia baseada em cultura e diversificação territorial

Para o secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas de Oliveira, os resultados mostram que Minas segue se consolidando como um destino de cultura, natureza e hospitalidade, com uma oferta de turismo descentralizada, que valoriza o patrimônio material e imaterial.

“Minas é um estado de cultura e hospitalidade. O turismo que aqui se desenvolve é autêntico, diverso e plural. Nossa meta é ampliar ainda mais a presença de Minas nos mercados nacionais e internacionais, sempre com respeito à sustentabilidade e à identidade cultural do nosso povo”, afirma Leônidas de Oliveira.

Ele pontua que esses números também demonstram a importância de uma estratégia de promoção integrada que reforça a presença de Minas Gerais em feiras e mercados, nacionais e internacionais, com foco na sustentabilidade e interiorização do turismo, beneficiando todo o estado e as comunidades.

Conteúdo Agência Minas

Mineirinho: “Desmanttelo do Nattan” reforça palco em MG

O Ginásio Jornalista Felipe Drummond, o Mineirinho, será novamente o cenário de um grande espetáculo musical em Belo Horizonte. No dia 28 de junho, sábado, o espaço recebe o festival Desmanttelo do Nattan, um dos eventos mais vibrantes do país, comandado pelo cantor Nattan — fenômeno nacional com 14 milhões de ouvintes mensais no Spotify e quase 10 milhões de seguidores no Instagram.

O show será realizado na esplanada externa do Mineirinho, onde também aconteceu o Numanice, turnê da cantora Ludmilla, em fevereiro deste ano, com grande público.

Com mais de 5 horas de música e um line-up recheado de atrações, o festival contará com apresentações de Léo Foguete, Felipe Amorim e outros nomes que serão anunciados em breve.

Setores exclusivos como Frontstage e Camarote Open Bar fazem parte da estrutura do evento, que promete movimentar a capital mineira.

Após o sucesso da apresentação de Roberto Carlos, o Mineirinho reafirma sua vocação para receber grandes nomes da música e proporcionar experiências marcantes ao público.

Com infraestrutura preparada e localização estratégica, o ginásio segue em consolidação como um dos principais espaços multiuso de Minas Gerais.

Os ingressos já estão disponíveis no site Brasil Ticket.

Com 14 milhões de ouvintes mensais no Spotify e 9,6 milhões de seguidores no Instagram, Nattan é um dos maiores fenômenos musicais da atualidade.

PLs contra o Funk preocupam setor artístico em Minas Gerais

Os PLs 89/2025 e 25/2025 têm gerado apreensão entre artistas e profissionais do setor cultural por proporem a criminalização de letras musicais que contenham apologia ao crime ou conteúdos considerados ofensivos. Apesar da intenção de combater a violência, os textos legislativos colocam em risco as manifestações artísticas que são, para muitos jovens da periferia, um dos únicos caminhos legítimos para sair da pobreza.

Gêneros como o funk e o trap, nascidos da difícil vivência nas comunidades marginalizadas, se transformaram em ferramentas reais de mudança social. Segundo especialista, os projetos de lei ignoram a extensão da arte como expressão da realidade e, se aprovados, podem prejudicar justamente aqueles que estão conseguindo mudar de vida por meio da música.

“A arte urbana não é o problema ela é parte da solução. Não podemos criminalizar o artista por cantar o que vive. O que precisamos é de políticas públicas que incentivem novas narrativas, não leis que silenciem vozes periféricas. Quando damos espaço e apoio, esses mesmos artistas, que antes só tinham a dor como pauta, passam a cantar a superação, a vitória. E isso precisa ser reconhecido como potência social”, afirma Maria Laura Tergilene, empresária cultural, CEO da Fábrica Criativa, plataforma que atua há mais de dez anos desenvolvendo talentos de diversos gêneros musicais.

Maria Laura – (Crédito: Sofia Arnaud Fotógrafa)

Com sede em Belo Horizonte e atuação internacional, a Fábrica Criativa é um dos maiores ecossistemas culturais independentes do Brasil. A empresa que nasceu em meio a música urbana, hoje oferece estrutura profissional completa, que conta com gestão de carreira, capacitação, produção, marketing e acompanhamento artístico, e já impactou diretamente mais de 500 artistas, com milhares de pessoas alcançadas por seus eventos e ações.

Um dos exemplos que ilustram esse impacto social positivo é o do cantor Xenon, natural da periferia da Grande BH. Com histórico de vulnerabilidade social e envolvimento encerrado com o crime, ele apostou no funk, se profissionalizou, conquistou seu espaço como hitmaker em uma trajetória de superação, realizou turnês internacionais, organizadas pela própria Fábrica Criativa, e hoje vive uma nova fase ao lado da esposa e da filha recém-nascida. Estável, consciente e com letras mais leves.

Crédito: Thiago Misan

“O funk foi a virada de chave, uma nova oportunidade para mim. Hoje eu vivo da música, vivo do funk. Constituí minha família, consegui realizar meus sonhos. Consegui honrar meu pai e minha mãe. A maioria da das pessoas que vem de lá de baixo, tem esse sonho de poder honrar a mãe. Isso é um princípio muito bonito. Então não acho inteligente essa lei, porque o funk está muito inserido na comunidade, na favela. Eu posso dizer com total propriedade que é uma ferramenta muito útil pra tirar as pessoas da pobreza, do crime, para fazer os jovens olharem para o lado artístico. No começo, eu cantava o que eu vivia e o que eu via. Não tinha como eu cantar a realidade da zona sul. Mas minha realidade mudou, e hoje minhas letras também estão mudando. O funk salva vidas, a arte salva vidas”, declarou o artista.

Para Maria Laura, a alternativa mais eficaz passa longe da censura. A empresária defende que, com apoio, artistas têm todas as condições de mudar suas narrativas, mas que isso precisa ser viável na prática.

“O jovem canta a dor porque é o que ele vive. Mas ele também quer cantar a conquista, a esperança. O problema é que, sem apoio, ele só tem espaço quando fala da parte mais sofrida. Quando criamos estrutura e oportunidade, ele escolhe evoluir. E temos centenas de histórias que provam isso. O que falta é política pública com foco e responsabilidade social”, argumenta.

Uma alternativa inteligente: fortalecer, não cortar

A criminalização da arte, segundo especialistas, costuma ser uma reação simplista a questões profundas que exigem investimento em cultura, educação e escuta ativa. A própria ONU, por meio dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabeleceu a erradicação da pobreza como sua prioridade número 1. E é exatamente isso que a música urbana tem feito: retirado jovens da miséria, gerado renda, propósito e dignidade.
Maria Laura finaliza com um alerta: “Se essa lei for aprovada, o impacto não será simbólico. Ele será direto, atingindo famílias que vivem da música, profissionais de bastidores, equipes técnicas e comunidades inteiras. É uma cadeia que movimenta renda, gera emprego e esperança. Precisamos somar com a arte, não enfrentá-la como inimiga.”

Ivete Sangalo celebra samba em BH: “Ivete Clareou” chega!

Ivete Sangalo acaba de anunciar sua nova turnê, “99 apresenta: Ivete Clareou”. O projeto inédito celebra a conexão genuína da artista com o samba, gênero que faz parte de suas raízes musicais.

Ainda menina, a primeira música que aprendeu a cantar inteira foi o sucesso de Clara Nunes, “Conto de Areia”. Com apenas três anos, Ivete trocava algumas palavras da canção, o que lhe rendeu o apelido de “Veveta marexeira”. O ‘Clareou’, que dá nome ao projeto, é em homenagem a Clara Nunes.

O pai e a mãe da cantora sempre foram apaixonados por música e a introduziram no universo musical através desse portal. As primeiras referências musicais de Ivete vinham do samba, do choro, dos instrumentos de percussão, da bossa e da música nordestina. Toda essa conexão sempre foi muito natural para ela, uma referência direta ao que os pais e irmãos a ensinaram.

O lançamento de “99 apresenta: Ivete Clareou” marca um novo momento na trajetória da cantora e reforça sua versatilidade. Criada para promover uma imersão no universo do samba, a turnê transforma o palco em um espaço para homenagear esse que é um dos segmentos mais adorados pelo povo brasileiro. Um ritmo que traduz a descontração.

Ivete migrou para esse universo criado por Clara Nunes e está à frente desse projeto desde o início. O conceito da turnê nasce de um desejo da cantora, algo que a artista sempre disse: o samba pulsa em suas veias.

Com estreia marcada para o dia 25 de outubro, em São Paulo, a turnê passará por Belo Horizonte (01/11), Rio de Janeiro (22/11), Salvador (30/11) e Porto Alegre (13/12). Os ingressos começam a ser vendidos no dia 8 de julho, pelo site da Ingresse.

O desejo é que o show seja vivido simultaneamente pela artista e pelo público, unindo música e experiência. E não é surpresa quando Ivete fala: “O samba precisa ser sentido e é isso que vamos viver juntos, ao mesmo tempo, nessa turnê. Sentiremos o samba.”

“Ivete nesses mais de 30 anos de carreira nos mostra seu talento plural. Entendo isso e sendo fã dessa cantora, perdemos as contas de quantas vezes ouvimos Ivete falar de seu amor ao samba. Daí surgiu a nossa vontade de compartilhar com ela esse momento tão especial de sua carreira. Queremos que Ivete Clareou seja uma plataforma de conexão genuína com todos os apaixonados pelo samba”, destaca Tiago Maia, sócio da Super Sounds – empresa responsável pela idealização e execução do projeto, junto à IESSI.

Acompanhe todas as novidades: https://www.instagram.com/iveteclareou/

 

Serviços:

IVETE CLAREOU

Data: 1º. de novembro (sábado)

Vendas em breve.

Realização: Super Sounds, IESSI, Trio Produtora e Box Entretenimento