Classificação: Livre -Menores de 18 anos somente acompanhados dos responsáveis legais.
Luluca desfila em Belo Horizonte no dia 8 de agosto
Classificação: Livre -Menores de 18 anos somente acompanhados dos responsáveis legais.
Festival de Piseiro agita o Shopping do Avião
Evento, com Diovane Severo, As Mina do Piseiro, Sandro Matos e Maick Paredão, será no dia 08 de agosto no Shopping do Avião
O som do piseiro, batida que tem conquistado o Brasil, vai ecoar pelo Shopping do Avião, no dia 08 de agosto. O espaço, que fica na Avenida Babita Camargos, 1.295, Cidade Industrial, em Contagem, será palco da 2ª edição do Festival de Piseiro e Encontrão das Comitivas. O evento, que terá início às 16h, contará com shows, gastronomia e a presença animada das comitivas.
Um dos destaques do festival é o cantor Diovane Severo, que preparou um repertório com clássicos do piseiro e músicas autorais. O artista tem se destacado em festas, cavalgadas e encontros de comitivas, conquistando o público com apresentações marcadas pelo ritmo dançante e pela interação com a plateia.
A programação também contará com As Minas do Piseiro, Sandro Matos e Maick Paredão, que vão apresentar sucessos do forró e do piseiro. Além dos shows, o evento promove o Encontrão das Comitivas, que vai reunir grupos de diversas cidades em um ambiente de confraternização.
Promoção
Quem for ao festival com chapéu de caubói poderá aproveitar a promoção da rodada dupla de chopp, das 16h às 18h. Na compra de um copo da bebida ganha outro.
Entrada
As cortesias e ingressos estão disponíveis no site da Central dos Eventos. (https://centraldoseventos.com.br/2-festival-de-piseiro-e-encontro-de-comitivas–0808).
Transformação digital impulsiona metas ESG
Digitalização reduz custos, fortalece a governança e produz impactos ambientais mensuráveis ao eliminar processos manuais e documentos físicos
Um desafio recorrente no cotidiano das empresas que está em crescente é evolução é sobre os processos de transformação digital que, hoje, ocupa também um espaço nas agendas de sustentabilidade das empresas. Ao substituir processos baseados em papel por plataformas digitais, organizações reduzem custos operacionais, aumentam a rastreabilidade das informações, aceleram auditorias e, ao mesmo tempo, diminuem o consumo de recursos naturais e as emissões associadas às operações.
O movimento acompanha uma mudança no perfil das organizações brasileiras. O Índice de Transformação Digital Brasil 2025, desenvolvido pela PwC Brasil em parceria com a Fundação Dom Cabral, mostra que as empresas avançaram em infraestrutura tecnológica, uso de dados e eficiência operacional. O estudo também destaca que integrar transformação digital, governança e sustentabilidade tornou-se um dos principais desafios para consolidar vantagens competitivas de longo prazo.
Na prática, a digitalização elimina etapas burocráticas que historicamente consumiam tempo, recursos e mão de obra. Assinaturas eletrônicas, gestão digital de contratos, fluxos automatizados de aprovação e armazenamento em nuvem reduzem erros, aumentam a transparência e permitem que as equipes concentrem esforços em atividades de maior valor agregado
Para Rafael Gontijo, CEO da Oppem, uma empresa de tecnologia especializada na gestão de contratos e eficiência operacional para grandes indústrias, o principal benefício da transformação digital está na capacidade de remover obstáculos operacionais que comprometem a produtividade. “Quando a tecnologia é desenhada para resolver dores reais, o papel deixa de ser o centro do processo e a burocracia que trava as frentes de trabalho simplesmente deixa de existir. O impacto ambiental é importante, mas o primeiro resultado percebido pelas empresas é uma operação mais rápida, organizada e eficiente”, discursa o especialista.
Essa percepção acompanha um cenário em que a sustentabilidade passa a ser consequência direta de processos mais inteligentes. Ao eliminar documentos físicos, reduzir deslocamentos e automatizar controles, as empresas também diminuem seu impacto ambiental sem criar rotinas paralelas exclusivamente voltadas ao ESG.
A própria Oppem percebeu isso. Indicadores da Plataforma Opus, desenvolvida pela empresa identificaram uma ascenção dessa preocupação um tanto quanto ecológica. Desde sua implantação, a solução evitou o consumo de mais de 9,4 milhões de folhas de papel A4, volume equivalente à preservação de 453 árvore e à economia de 37,7 milhões de litros de água. A digitalização também evitou a emissão de 18,9 toneladas de dióxido de carbono (CO₂) e eliminou cerca de 94 mil quilômetros de deslocamentos antes necessários para coleta de assinaturas físicas.
Segundo Gontijo, esses resultados refletem uma mudança estrutural na forma de administrar processos. “O real ganho está em colocar todos os envolvidos na mesma página. Ao digitalizar os processos de rotina, trazemos conformidade e lisura para as auditorias, garantindo agilidade, previsibilidade e transparência na gestão. Além da redução de impactos ambientais, especialistas apontam que a digitalização fortalece um dos pilares mais relevantes da agenda ESG, a governança. Plataformas digitais permitem registrar todas as etapas de um processo, identificar responsáveis, manter históricos de alterações e facilitar auditorias internas e externas, reduzindo riscos de falhas, retrabalho e perda de informações”, completa o CEO.
O próprio Índice de Transformação Digital Brasil mostra que a evolução da maturidade digital depende justamente da integração entre tecnologia, cultura organizacional, governança e sustentabilidade, indicando que esses fatores passaram a caminhar de forma indissociável.
“As equipes deixam de perder tempo rastreando documentos e passam a dedicar energia ao que realmente importa, que é a qualidade da entrega. A sustentabilidade, no fim das contas, é a consequência inteligente de uma operação que escolheu a transformação digital para crescer com controle, eficiência e escala. À medida que metas ambientais, exigências regulatórias e critérios de governança ganham peso nas decisões corporativas, a transformação digital tende a assumir um papel ainda mais estratégico. Mais do que substituir papel por arquivos eletrônicos, ela passa a representar uma forma de tornar operações mais produtivas, transparentes e sustentáveis ao mesmo tempo”, finaliza Gontijo.
Orquestra Nacional estreia na Sala Minas Gerais
Novo projeto orquestral brasileiro será lançado na Sala Minas Gerais com obras de Carlos Gomes, Wagner e Gershwin
A Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, recebe no dia 1º de agosto de 2026, às 18h, o concerto de estreia da Orquestra de Câmara Nacional (OCN), novo projeto artístico brasileiro criado para aproximar o público da música de concerto por meio de experiências inovadoras, mediação cultural e novas formas de escuta.
Fundada pelo maestro Rossini Parucci, a OCN nasce em Belo Horizonte com uma vocação verdadeiramente nacional. Mais do que uma orquestra, a iniciativa busca conectar músicos, projetos e públicos de diferentes regiões do Brasil, ampliando o acesso à música de concerto e criando novas experiências tanto para quem já frequenta as salas de concerto quanto para aqueles que terão seu primeiro contato com este universo.
O concerto de estreia convida o público a redescobrir o universo da música de concerto por meio de um programa que reúne algumas das obras mais marcantes da história da música. Em uma única noite, os espectadores percorrerão diferentes mundos sonoros: da grandiosidade da ópera romântica ao brilho do jazz americano, em versões especialmente adaptadas para formação camerística.
A jornada musical começa com a abertura de O Guarani, obra-prima de Carlos Gomes e um dos maiores símbolos da música brasileira. Em seguida, a intensidade emocional de Richard Wagner toma conta da sala com o Prelúdio e Liebestod da ópera Tristão e Isolda, considerada uma das obras mais influentes da história da música e um marco do romantismo europeu.
Na segunda parte do concerto, o cenário muda completamente. O público será transportado para os Estados Unidos do século XX por meio de duas das mais célebres obras de George Gershwin. Em Rhapsody in Blue, o jazz encontra a música de concerto em uma combinação vibrante de energia, lirismo e virtuosismo pianístico. Encerrando a noite, An American in Paris retrata musicalmente as ruas da capital francesa através do olhar de um compositor americano, em uma obra repleta de cor, humor e imaginação.
“A Orquestra de Câmara Nacional nasce com o desejo de aproximar as pessoas da música de concerto de uma maneira mais próxima, viva e acessível. Queremos que o público redescubra grandes obras do repertório sinfônico em uma nova escala, percebendo detalhes, emoções e conexões que muitas vezes passam despercebidos em formações maiores”, afirma Rossini Parucci, fundador e diretor artístico da OCN.
A OCN tem como objetivo apresentar grandes obras do repertório sinfônico em novos formatos, demonstrando que essa música continua viva, atual e profundamente presente na cultura contemporânea. A frase “O universo sinfônico em nova escala” sintetiza a proposta da instituição, que pretende formar público, criar vínculos e ampliar o acesso à música de concerto em todo o país.
O concerto contará com a participação especial da soprano Melina Peixoto, uma das principais intérpretes da cena lírica brasileira, e do pianista Lucas Thomazinho, considerado pelo crítico Irineu Franco Perpetuo como “o maior talento natural de sua geração”. A direção artística e a regência serão de Rossini Parucci.
Fundador e diretor artístico da OCN, Rossini Parucci é regente titular da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina (OSUEL) e contrabaixista da Filarmônica de Minas Gerais. Ao longo de sua carreira, esteve à frente de importantes orquestras brasileiras e internacionais, consolidando uma atuação marcada pela excelência artística, pela formação de públicos e pelo desenvolvimento de novos projetos culturais.
Lucas Thomazinho é um dos mais destacados pianistas brasileiros da atualidade. Já atuou como solista junto à OSESP, Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica Brasileira e diversas outras importantes instituições, além de manter intensa atividade em salas de concerto e festivais no Brasil e no exterior.
Soprano de destaque no cenário lírico nacional, Melina Peixoto possui sólida trajetória em óperas e concertos sinfônicos. Entre suas atuações mais recentes estão produções de La Bohème, Die Zauberflöte e Carmina Burana. É doutora e pós-doutora em Performance Musical pela UFMG.
Rossini Parucci – Regência
Fundador e Diretor Artístico da OCN, Rossini Parucci é Regente Titular da Orquestra Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina (OSUEL) e contrabaixista da Filarmônica de Minas Gerais. Ao longo de sua carreira, esteve à frente de importantes orquestras brasileiras e internacionais, consolidando uma atuação marcada pela excelência artística, pela formação de públicos e pelo desenvolvimento de novos projetos culturais.
Lucas Thomazinho – Piano
Considerado pelo crítico Irineu Franco Perpetuo como “o maior talento natural de sua geração”, Lucas Thomazinho é um dos mais destacados pianistas brasileiros da atualidade. Já atuou como solista junto à OSESP, Filarmônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica Brasileira e diversas outras importantes instituições, além de manter intensa atividade em salas de concerto e festivais no Brasil e no exterior.
Melina Peixoto – Soprano
Soprano de destaque no cenário lírico nacional, Melina Peixoto possui sólida trajetória em óperas e concertos sinfônicos. Entre suas atuações mais recentes estão produções de La Bohème, Die Zauberflöte, além de Carmina Burana. É doutora e pós-doutora em Performance Musical pela UFMG.
Serviço
Concerto de Estreia da Orquestra de Câmara Nacional (OCN)
Programa: Da Ópera ao Jazz
Obras de: Carlos Gomes, Richard Wagner e George Gershwin
Participações: Melina Peixoto (soprano) e Lucas Thomazinho (piano)
Direção Artística e Regência: Rossini Parucci
Data: 1º de agosto de 2026, sábado
Horário: 18h
Local: Sala Minas Gerais – Belo Horizonte (MG)
Ingressos: disponíveis pela Sympla: ttps://bileto.sympla.com.br/
Mais informações: @orquestradecamaranacional
Drogaria Araujo e Ecogranito celebram parceria
A busca por soluções que combinem estética, durabilidade e eficiência são premissas nos padrões construtivos de grandes varejistas. Em Minas Gerais, uma parceria iniciada em 2015 entre a Ecogranito e a Drogaria Araujo tornou-se um exemplo desse movimento.
A Ecogranito procura atuar mais do que como um fornecedor para seus clientes. A adoção da Ecogranito como parte das fachadas e áreas externas das unidades reforça a estratégia da Drogaria Araujo de manter uma identidade visual consistente em sua expansão, ao mesmo tempo em que evidencia a capacidade da Ecogranito de atender às demandas de um dos maiores grupos do varejo farmacêutico do país.
“A padronização e criação da identidade da rede facilita a sua identificação pelos clientes e reforça sua consistente qualidade e confiança, independentemente da localização da filial. O desafio é escolher materiais versáteis, de fácil aplicação, baixa demanda de manutenção e que garantam a qualidade de acabamento”, destaca Flávia Lutkenhaus, gerente de obras e engenharia da Drogaria Araujo
Especializada em revestimentos com aparência de rochas ornamentais, a Ecogranito construiu sua trajetória apostando em tecnologia, leveza estrutural e praticidade de aplicação. Segundo a empresa, seu revestimento é cerca de 93% mais leve que o granito convencional, característica que reduz a necessidade de reforços estruturais e amplia as possibilidades de utilização em projetos comerciais de grande escala.
“O fato de a Drogaria Araujo ter adotado o Ecogranito Como parte do seu portfólio de soluções demonstra a confiança que grandes empresas depositam na nossa tecnologia. Quando uma rede com o porte e o nível de exigência da Araujo escolhe um revestimento para compor a identidade visual de suas lojas, ela está validando não apenas a estética do produto, mas também sua durabilidade, eficiência e capacidade de entrega em larga escala”, afirma Brenno Coelho, gerente-executivo da Ecogranito.
Ao longo dos anos, a parceria contribuiu para a padronização visual das unidades da rede farmacêutica, um aspecto considerado estratégico para marcas que dependem de reconhecimento imediato por parte dos consumidores. Casos apresentados pela própria Ecogranito mostram aplicações em diferentes lojas da Araujo em Belo Horizonte, dentro de um projeto voltado à uniformização das fachadas e à valorização dos pontos de venda.
Sonora Cena destaca mulheres na música em BH
No dia 30 de julho, o Teatro de Bolso do Sesc Palladium recebe o Sonora Cena – projeto do Sonora – Festival Internacional de Compositoras, com apoio da União Brasileira de Compositores (UBC). O objetivo é fortalecer o cenário musical feminino, promovendo a equidade de gênero e o empoderamento artístico, acadêmico, profissional e econômico das criadoras.
O Sonora Cena promete ampliar ainda mais o alcance do festival, oferecendo novas oportunidades e palcos para que as vozes femininas ecoem com força na indústria da música. Além disso, traz um novo espaço para compartilhamento de pesquisas feitas por mulheres, fora do ambiente acadêmico e com mais proximidade da comunidade.
O evento contará, assim, com uma programação especial que celebra a criatividade e a produção científica feminina. Na primeira parte, duas pesquisas relacionadas ao tema do Festival serão apresentadas.
A primeira será a “Sonora Conecta”, realizada por Isabella Bretz, Deh Muss e Elisa de Sena, uma plataforma virtual dedicada a mapear e conectar iniciativas de empoderamento feminino na indústria musical em todo o mundo, com o objetivo de criar redes de apoio, impulsionar colaborações e acelerar a igualdade de gênero na música.
Depois, Fernanda Takai, consagrada artista mineira e Diretora Secretária-Geral da UBC, mostrará os resultados colhidos pela pesquisa “Por elas que fazem música”, uma iniciativa que mapeia a presença e o impacto das mulheres na indústria musical do Brasil, promovendo debates sobre equidade de gênero, visibilidade e direitos autorais.
Logo após se apresenta a cantora Titane e, em seguida, Augusta Barna. A mineira Titane incorpora em seu trabalho influências e vivências dentro do Reinado do Rosário, o congado mineiro, manifestação de vigorosas implicações estéticas da população de ascendência negra de Minas Gerais. Surpreende pela integração das artes em seu processo criativo, mantendo, desde sempre, o diálogo com artistas de outras linguagens, a exemplo do encenador João das Neves, diretor de seus espetáculos, e do coreógrafo Klauss Vianna e sua Técnica do Movimento Consciente, cujas proposições influenciaram definitivamente seu trabalho vocal. Já lançou sete álbuns e dois DVDs, todos disponíveis nas plataformas digitais.
Augusta Barna carrega, em seus 22 anos, o querer de quem deseja ser lembrada no agora por dividir sua poesia, voz e sentimentos com o mundo. A música sempre esteve presente na vida da cantora e compositora, que também é atriz formada pela escola de teatro Cefart – Palácio das Artes (MG). Dona de uma desenvoltura impressionante, uma personalidade marcante e determinação diante de seus sonhos e objetivos, Augusta é um acontecimento e promete provocar sinestesias ao dividir seu processo de criação de maneira disruptiva, entre a neblina da noite e raios solares, ao mesmo tempo. Além dos dois projetos lançados como obras musicais fechadas, dois discos e um EP, Augusta coleciona participações importantes como na gravação dos coros vocais do disco “NVV” do cantor Hot da antiga dupla Hot e Oreia – 2023, também tem feats com artistas como Lisle (MG) na canção “A fruta do teu olhar”- 2023, Lis (MG) em “Piedade”- 2022, La Coya (França/equador) “Quiero” -2023, sendo o primeiro feat internacional.
“O Sonora Cena foi pensado para aproximar as compositoras e o público da cidade, além de ser um espaço importante de difusão de conhecimento. Infelizmente, a produção acadêmica fica muito restrita às universidades e conferências. Somos pesquisadoras também e queremos que haja mais interação entre as mulheres que pesquisam, mais pontos de colaboração entre os estudos e, principalmente, mais acesso por parte do público. Queremos mostrar a cena belo-horizontina de mulheres que fazem e que estudam música e o mercado musical”, explica uma das organizadoras do evento, Isabella Bretz.
Para participar do Sonora Cena a entrada é gratuita, mas os ingressos devem ser retirados pelo site da Sympla.

Sobre o Sonora
Criado em 2016 a partir do movimento #mulherescriando, idealizado por Deh Muss nas redes sociais, o SONORA rapidamente transcendeu as fronteiras virtuais para se tornar o maior festival internacional de compositoras em rede. O evento funciona através de uma colaboração de artistas, produtoras e profissionais da indústria que atuam localmente, mas são conectadas por uma coordenação geral. Ao longo de sua trajetória, o festival já impactou mais de mil artistas, realizando edições em 74 cidades distribuídas por 16 países.
O objetivo central permanece legitimar a presença da mulher compositora e contribuir ativamente para a redução das desigualdades de gênero no mercado musical. O apoio da UBC, uma das mais importantes sociedades de gestão coletiva de direitos autorais do Brasil, reforça o compromisso da instituição de profissionalizar e garantir os direitos das criadoras.

Serviço
Sonora Festival Internacional de Compositoras apresenta Sonora Cena BH
Data: 30 de julho
Horário: 19:30h
Local: Teatro de Bolso do Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, 1046)
Entrada gratuita com retirada de ingressos no Sympla
Link para retirada: https://bileto.sympla.com.br/event/124171/d/401088/s/2631915
Manuela Dias lança livros sobre heroínas da Bahia
Antes de escrever algumas das obras mais conhecidas da dramaturgia brasileira contemporânea, Manuela Dias encontrou na literatura seu primeiro caminho para contar histórias. À frente da Editora Voante, a escritora lança “Heroínas da Independência”, ao lado da nova edição de “Maria Felipa de Oliveira”, da educadora e pesquisadora baiana Eny Kleyde Vasconcelos. Depois de passar por Salvador, Manuela apresenta os livros em São Paulo, no dia 25 de julho, às 15h, na Livraria Martins Fontes da Avenida Paulista.
Os dois títulos nasceram de um trabalho de pesquisa iniciado a convite de Antônio Pitanga, que desenvolve um projeto cinematográfico sobre a Independência da Bahia. Ao mergulhar na trajetória de Maria Quitéria, Maria Felipa e Joana Angélica, a autora reuniu histórias fundamentais para compreender a guerra que consolidou a independência brasileira em 2 de julho de 1823. As capas das obras são assinadas pela artista baiana Lila Cruz que, com traços delicados e expressivos, traduz visualmente a força e o legado das heroínas retratadas nos livros.
Desse percurso surgiu, primeiro, a nova edição de “Maria Felipa de Oliveira”, considerada uma das principais referências sobre a heroína baiana. Fruto de mais de dez anos de um estudo minucioso conduzido por Eny Kleyde Vasconcelos, o livro reúne fontes históricas e relatos da memória popular da Ilha de Itaparica para reconstruir o legado de Maria Felipa, pescadora, marisqueira, capoeirista e líder popular da resistência contra as tropas portuguesas durante a Guerra da Independência da Bahia. Foi nesse contexto que a Ilha de Itaparica se consolidou como um dos principais territórios de enfrentamento ao domínio português, tendo Maria Felipa como uma de suas protagonistas na luta pela liberdade e pela dignidade humana. Ao articular pesquisa histórica e memória coletiva, a escritora devolve visibilidade a uma personagem que permaneceu por muito tempo à margem das narrativas oficiais.

Em “Heroínas da Independência”, Manuela Dias transforma esse mesmo episódio histórico em um poema narrativo que aproxima leitores de diferentes gerações das trajetórias de Maria Quitéria, Maria Felipa e Joana Angélica. Com linguagem delicada e potente, o livro revisita a história da Independência da Bahia sob a perspectiva de mulheres que tiveram papel decisivo na consolidação da soberania brasileira, propondo uma reflexão sobre memória, identidade, pertencimento e protagonismo feminino.
Mais do que recuperar personagens historicamente invisibilizadas, as duas obras dialogam com temas contemporâneos como memória, cidadania, representatividade, cultura afro-brasileira e educação, propondo novas formas de compreender a formação do Brasil e ampliando o repertório sobre um dos momentos mais importantes da história nacional.
Os lançamentos dão continuidade ao projeto editorial da Voante, criada por Manuela Dias em 2024 com a proposta de incentivar a formação de leitores e publicar títulos que aproximam literatura, história e imaginação. Desde então, o catálogo reúne “Cartas da Vovó Menina”, “Aniversário da Porquinha Bailarina” e “Trovoada”, de Priscila de Jesus, desenvolvido a partir de uma bolsa voltada a autores estreantes.
SERVIÇO
Lançamento dos livros “Maria Felipa de Oliveira” e “Heroínas da Independência” – São Paulo
Data: 25 de julho (sábado)
Horário: 15h
Local: Livraria Martins Fontes Paulista
Endereço: Avenida Paulista – São Paulo (SP)
Sessão de autógrafos
Mineira estreia na ficção com horror latino-americano
O que se move não precisa ser nomeado integra a coleção Papéis Selvagens e é inspirada na tradição do horror escrito por mulheres latino-americanas como Mariana Enriquez e Carmen Maria Machado
Depois de fazer da autoficção um instrumento para discutir gordofobia, desejo e pertencimento em Porca Gorda, um dos livros brasileiros de maior repercussão de 2025, a escritora, jornalista e curadora mineira Jéssica Balbino inaugura um novo momento de sua trajetória literária.
A autora estreia na ficção fantástica com O que se move não precisa ser nomeado, publicado pela Mapa Lab em parceria com a Janela Livraria. A obra integra Papéis Selvagens, coleção organizada pela escritora e artista Janaina Tokitaka que reúne cinco narrativas inéditas sobre mulheres, animais e as fronteiras entre o humano e o selvagem.
Mais do que mudar de gênero literário, Jéssica Balbino amplia uma investigação que atravessa toda a sua obra: como escrever violências que o realismo já não consegue explicar.
Em O que se move não precisa ser nomeado, a autora constrói um horror em que a monstruosidade deixa de pertencer aos corpos historicamente marginalizados para revelar a violência estrutural dirigida contra eles. Água, lama, animais e transformação corporal tornam-se elementos de uma narrativa em que mulheres carregam memórias ancestrais e interrompem ciclos de violência masculina.
“Depois de Porca Gorda, percebi que existiam experiências que já não cabiam na linguagem da realidade. A violência contra mulheres e pessoas gordas é tão cotidiana que muitas vezes se torna invisível. O horror me permitiu devolver estranhamento ao que nunca deveria ter sido considerado normal”, afirma a autora.
A escolha dialoga com uma geração de escritoras latino-americanas que recolocou o horror no centro da literatura contemporânea. Nomes como a argentina Mariana Enriquez, a equatoriana María Fernanda Ampuero e a cubano-americana Carmen Maria Machado transformaram o fantástico em ferramenta para narrar feminicídio, violência doméstica, desigualdade social e traumas herdados.
É nesse território que a escritora insere sua estreia ficcional. Se Enriquez faz das cidades organismos vivos e Ampuero utiliza o grotesco para revelar a brutalidade das relações de gênero, Balbino parte da experiência dos corpos gordos e femininos para construir um horror profundamente brasileiro, marcado pelas águas, pela oralidade, pela memória coletiva e por uma criatura que transforma um dos insultos mais antigos dirigidos às mulheres gordas em potência narrativa.
A porca, historicamente utilizada como metáfora de degradação feminina, deixa de representar vergonha para tornar-se uma entidade que reorganiza o mundo.
“A mulher gorda sempre foi tratada como monstruosa. Resolvi inverter essa lógica. O monstro da minha história não é a mulher. O monstruoso é o sistema que transforma determinados corpos em alvo permanente de violência”, diz.

Uma coleção que apresenta novas vozes do fantástico brasileiro
A estreia acontece dentro de um projeto editorial que aposta justamente na renovação da literatura fantástica escrita por mulheres.
Organizada por Janaina Tokitaka, Papéis Selvagens reúne cinco plaquetes que exploram o encontro entre mulheres e animais. São narrativas em que medo, desejo, luto, memória, raiva e sobrevivência atravessam o cotidiano, enquanto os bichos revelam violências invisíveis, transformam corpos e desfazem as fronteiras entre natureza e humanidade.
Além de Balbino, participam da coleção Janaina Tokitaka (Animais domésticos), Isabela Noronha (Martas), Tainá Muhringer Tokitaka (O reconhecimento dos insetos necrófagos) e Silvana Tavano (Zumbido).
Da autoficção ao horror
Embora represente sua estreia na ficção fantástica, O que se move não precisa ser nomeado estabelece um diálogo direto com Porca Gorda. Nos dois livros, o corpo permanece no centro da narrativa.
Se na autoficção Balbino investiga a formação subjetiva de uma mulher gorda diante da violência cotidiana, na nova obra essa violência assume uma dimensão fantástica, aproximando-se do horror e do realismo mágico latino-americano para discutir memória, trauma e sobrevivência.
Para a autora, trata-se menos de uma mudança de tema do que de linguagem. “Percebi que algumas violências só podem ser narradas quando abandonamos a obrigação de sermos realistas. O horror permite escrever aquilo que o corpo sabe antes que a linguagem consiga explicar.”
Circulação nacional
O lançamento da plaquete marca também um momento de intensa circulação da autora.Durante a Flip, em Paraty, Jéssica Balbino participa da mesa “Para não ser esquecido: Memória, encarceramento e a palavra como resistência das periferias brasileiras”, ao lado de Jandira Feghali, Cléo Santos, Hamilton Borges, Julinho Barroso e Marcus Galinã, com mediação de Elaine Barbosa, em um debate sobre memória, criminalização e a literatura como ferramenta de resistência nas periferias brasileiras. Também integra o Café Literário – Podcasts Literários, no Sesc Santa Rita, ao lado da jornalista e criadora de conteúdo Tatiany Leite, com mediação de Diogo Brunner, discutindo como podcasts e plataformas digitais vêm transformando a circulação da literatura e aproximando autores e leitores. A programação segue em Registro (SP), onde participa da mesa “Nóis por Nóis – Literatura Marginal e Resistência nas Quebradas”, dividindo o palco com Ferréz, em uma realização da Flipei em parceria com o Sesc. Na sequência, a autora integra o Festival Ebulição Marginal, em Curitiba (PR), um dos principais encontros dedicados à literatura periférica no Brasil, novamente ao lado de Ferréz e desta vez também de Ryane Leão. Em agosto, retorna a São Paulo como uma das curadoras da Flipei – Festa Literária Pirata das Editoras Independentes, realizada entre os dias 5 e 9 de agosto, ministra a oficina “Meu Corpo, Minha Biografia”, no Sesc Botucatu, nos dias 12 e 13, e encerra essa intensa temporada literária em sua cidade natal, Poços de Caldas, durante o Rabiscos – A Festa (20 a 23 de agosto), quando lança a coletânea Narrativas Urgentes, organizada por ela e que reúne importantes vozes da literatura brasileira contemporânea.
Volta às aulas pede readequação gradual da rotina
Com a proximidade do fim das férias e o início do segundo semestre, muitas famílias enfrentam um desafio de readequar a rotina das crianças. Dormir e acordar mais tarde, horários flexíveis para as refeições e a maior convivência com os pais mudam a dinâmica familiar. Na retomada das aulas, o resultado desse período de liberdade costuma aparecer em sala de aula em forma de sonolência, falta de foco, agitação e, principalmente nos menores, na dificuldade de desapego da presença constante dos responsáveis.
Para orientar as famílias a enfrentarem essa transição sem desgaste, a pedagoga Giulia Schneider, diretora da SIS Swiss International School de Belo Horizonte, aponta caminhos práticos para alinhar os ponteiros do relógio e garantir o suporte emocional necessário dentro e fora da escola.
Ajuste gradual: comece pelo horário de dormir
A quebra da estrutura de horários nas férias mexe diretamente com a rotina dos estudantes. Segundo a especialista, o erro mais frequente é tentar reverter essa mudança de forma abrupta muito próximo ao retorno. “Se a criança passou as férias acordando às 9h30 e precisa despertar às 6h para a escola, os pais idealmente não devem forçar o novo horário de uma só vez. Primeiro ajuste o horário em que ela vai dormir, começa por isso e aí vai para o horário em que ela vai acordar”, adverte Giulia.
A pedagoga destaca que explicar o motivo da mudança ajuda na aceitação e sugere trazer um propósito para o novo horário. “Comunicar a transição com clareza e afeto faz toda a diferença. Os pais podem dizer algo como: ‘A partir de amanhã, vamos começar a acordar um pouco mais cedo para nos acostumarmos com o ritmo da escola. Que tal me ajudar a preparar o café da manhã?’ Trazer um sentido prático para esse novo horário ajuda a criança a lidar melhor com a mudança”, afirma Giulia.
Schneider lembra ainda que a decisão final sobre a rotina deve ser do adulto responsável. A rotina não pode ser uma decisão da criança no sentido de ela escolher integralmente o que fazer ou não. Cabe ao adulto o cuidado da criança e não a ela tomar as decisões sobre seu próprio bem-estar, particularmente quando falamos de crianças mais novinhas”, explica Schneider. E acrescenta. “Sempre oferecemos à criança a possibilidade de escolhas que são compatíveis com sua idade e capacidade de lidar com consequências dessa escolha”.
Autonomia na mochila: participação por faixa etária
Envolver os alunos na arrumação dos materiais e do uniforme ajuda a criar previsibilidade e reduz o estresse da volta, mas a cobrança deve respeitar a maturidade de cada idade. “É extremamente importante que a criança participe de forma ativa dessa organização. Na faixa dos três aos quatro anos, o processo deve ser feito em conjunto, momento em que o responsável explica o que guarda em cada compartimento e estimula o filho a participar guardando a agenda ou o kit de escovação, por exemplo. O hábito de pensar em voz alta, verbalizando para a criança o que está sendo feito e pensado, ajuda na estruturação da noção de ordem na mente dos menores”, detalha a diretora.
Na faixa dos cinco aos seis anos, de acordo com a pedagoga, a criança já responde bem a indagações específicas voltadas para o cronograma escolar do dia seguinte. “Nessa fase, o pai deve instigar o filho a pensar nas necessidades da rotina escolar. Vale perguntar quais materiais ou roupas são necessárias para as disciplinas do dia posterior, como a aula de educação física ou um livro da biblioteca. Isso inclui progressivamente o estudante nas responsabilidades do cotidiano”, pontua. E acrescenta: “A partir dos sete ou oito anos, a responsabilidade de verificar os compromissos e montar a mochila passa a ser do aluno. A criança já é a responsável pela organização desse material e o adulto está ali para apoiar esse processo. Quanto mais velha a criança for, o adulto passa a atuar na retaguarda, com supervisão e suporte para a conferência dos deveres de casa e do planejamento da semana.”
O papel da escola no acolhimento
O recomeço das aulas também exige um planejamento por parte das instituições. A diretora da SIS Swiss International School Belo Horizonte explica que as primeiras semanas demandam atividades centradas no acolhimento e no restabelecimento dos vínculos do grupo. “A rotina pedagógica deve alternar momentos lúdicos e de movimentação com tarefas que podem exigir maior concentração”.
Para Schneider, as dinâmicas que resgatam as vivências das férias funcionam melhor do que as redações tradicionais sobre as férias. “O papel da escola nesse retorno é mostrar como os alunos formam um grupo e valorizar o que cada um descobriu durante o recesso. O incentivo para que as crianças compartilhem um diário de férias, desenhos ou fotografias de momentos marcantes ajuda na criação de conexões naturais com o ambiente escolar”, aponta. Para os estudantes que demandam mais tempo de adaptação, a escola deve adotar estratégias individualizadas para o atendimento de cada necessidade emocional.
Estratégias contra a quebra de vínculo e a saudade
A separação após semanas de convivência intensa com a família pode gerar resistência na entrada da escola, sobretudo na Educação Infantil. Giulia Schneider orienta os pais a manterem uma postura tranquila e consistente. “O adulto deve liderar o caminho de forma segura. Em vez de perguntar se a criança quer ir à escola, o que transfere para ela uma escolha que não lhe cabe, os pais devem afirmar o compromisso letivo e validar o sentimento do filho com a explicação de que compreendem a saudade”, afirma.
Giulia Schneider destaca que uma postura tranquila e consistente por parte dos pais contribui para que a criança retome a rotina escolar com mais segurança. Se o filho demonstrar resistência, a pedagoga sugere o acolhimento do momento com o uso do que a ciência chama de objeto de transição. “A oferta de um amuleto afetivo, como um bilhete carinhoso ou uma foto da família guardada em um bolso específico da mochila, funciona como uma ponte de segurança entre a vivência de casa e o colégio. Isso ajuda o aluno no processo de lidar com o distanciamento temporário de forma saudável.”
Na rotina de volta para casa, a recomendação da especialista é fugir do hábito de perguntar apenas se o dia foi bom, deixando que os próprios exemplos reais da rotina tragam o diálogo de volta. “O direcionamento da conversa para situações concretas do cotidiano escolar abre canais reais de comunicação. Perguntas sobre a história contada em sala de aula, as atividades na biblioteca ou a brincadeira preferida no parquinho estimulam a memória afetiva e transformam a retomada das aulas em um processo natural e leve para toda a família”, finaliza Giulia.
Aldeia Curadoria estreia Festival na Casa Curió
Festival transforma casa de arte no Belvedere em território de brincar livre, teatro e oficinas de arte para crianças, enquanto os adultos são recebidos com café de grãos especiais, vinhos e gastronomia de mães empreendedoras. Dias 15 e 16 de agosto, em Belo Horizonte.
Belo Horizonte recebe, nos dias 15 e 16 de agosto, o Aldeia Curadoria Festival de Arte e Brincadeiras, na Casa Curió, no Belvedere. É um convite para as crianças fazerem o que a rotina de agenda cheia e telefone na mão quase não deixa mais: brincar livremente, com as mãos, com o corpo e com tempo.
Dentro da casa, cada atividade é autoral: teatro, contação de histórias, oficinas de arte e as brincadeiras de antigamente, escolhidas uma a uma pela curadoria da Aldeia — entre elas, uma oficina em que as crianças criam seu próprio jardim suspenso com kokedama, técnica japonesa de cultivo. A programação é pensada para crianças de até 12 anos.
“Não somos uma recreação, somos uma experiência vivida em família. Nosso diferencial é inovar em cada oficina e em cada apresentação: tudo o que entra na programação passa pela nossa curadoria e existe para promover o livre brincar e uma infância mais afetiva, sem telas”, afirma Marina Braga, cofundadora da Aldeia Curadoria.
O adulto não é acompanhante de pé no canto. Com ou sem crianças, todos são bem-vindos: enquanto os pequenos brincam, os grandes têm o seu próprio programa, com café de grãos especiais da Elisa Café, vinhos da Casa Geraldo e a gastronomia do Empório Mães Gentis, projeto da Casa de Gentil que fortalece o empreendedorismo feminino e o mercado justo com produção artesanal de alimentos saudáveis. É um “day off” dentro do passeio em família, fiel à origem do festival, criado por uma rede de mães empreendedoras.
“O protagonismo materno é um dos nossos pilares, mas queremos que todo mundo saia feliz: a criança, a mãe, o pai, os tios, os avós. Este formato nasce para isso: uma casa cheia de experiências para as famílias passarem o dia com a gente — e que abre caminho para levarmos esses encontros a outras cidades”, diz Natália Campos, cofundadora da Aldeia Curadoria.
O endereço é a Casa Curió, espaço autoral dedicado à arte e à infância no Belvedere, comandado pela diretora teatral Alice Máximo, formada pela USP e com mais de 15 anos de gestão cultural. A parceria com a Aldeia une teatro e curadoria em uma mesma experiência.
Os ingressos custam R$ 89 (entrada), com opções de ingresso com oficina (R$ 129), oficina avulsa (R$ 59) e passaporte para os dois dias (R$ 229); adultos acompanhantes não pagam entrada. Vendas pela Sympla. A programação completa será divulgada no perfil @aldeiacuradoria, no Instagram.
Apoio institucional
Para ampliar o acesso a experiências manuais e cênicas marcantes, o festival conta nesta edição com a participação da SIS Swiss International School Belo Horizonte. A tradicional escola bilíngue suíça, que abrirá suas portas no Belvedere em 2027, apoia duas das frentes lúdicas da programação: a Oficina de Biscoitos Alpes Suíços que acontece no sábado, às 14h e o Teatro Culturas do Mundo, no domingo (16), às 11h.
Carolina Madalon, gerente de marketing da SIS Swiss International School, explica que a parceria tem total sintonia entre a proposta pedagógica da escola e o festival. “Na SIS Swiss International School, entendemos que o aprendizado acontece quando estimulamos a autonomia, a criatividade e a curiosidade natural das crianças. Apoiar este festival é uma oportunidade de levar esse propósito para além das salas de aula. Queremos proporcionar às famílias um espaço de convivência genuína, onde as crianças possam explorar novas habilidades, interagir e construir memórias afetivas em um ambiente seguro e acolhedor”, destaca Carolina.
SERVIÇO: Aldeia curadoria Festival de Arte e Brincadeiras
Datas: 15 e 16 de agosto de 2026
Horários: 9h às 18h
Local: Casa Curió — R. Prof. Pedro Aleixo, 740 – Belvedere, Belo Horizonte (MG)
Ingressos: Entrada R$ 89; ingresso + oficina R$ 129; oficina avulsa R$ 59; passaporte dois dias R$ 229. Adultos acompanhantes não pagam. Vendas pela Sympla
Faixa etária: Programação para crianças de até 12 anos; adultos com ou sem crianças são bem-vindos
Gastronomia: Elisa Café, Casa Geraldo e Empório Mães Gentis (emporiomaesgentis.com.br)
Instagram: @aldeiacuradoria
SOBRE A ALDEIA CURADORIA
A Aldeia Curadoria cria experiências culturais, educativas e afetivas com foco na infância e nos encontros familiares, guiadas pelo livre brincar, pela infância sem telas, pelo consumo consciente e pelo protagonismo materno. Conduzida por mães empreendedoras, realizou em 2024 três edições gratuitas e ao ar livre no Parque do Palácio, uma delas com 5,3 mil visitantes em um único dia, e assinou a Casa do Papai Noel no Parque do Palácio, que recebeu 8.248 pessoas em dez dias, além de projetos como o Férias na Casa Fiat de Cultura. O Festival de Arte e Brincadeiras inaugura a nova fase do projeto: experiências intimistas, com vagas limitadas e curadoria assinada.
