Expocachaça 2025 começa hoje e movimenta economia

Portões do CenterMinas Expo abrem às 12h para a abertura solene. Evento será em dose tripla – 34ª Expocachaça, 18ª Brasilbier e 3ª Minas + Doce, edição 2025 reúne expositores de 18 estados brasileiros ocupando os 12 mil m2 do Center Minas. Estimativa é de que 25 mil pessoas passem pelo evento no período

Belo Horizonte, 7 de agosto de 2025. Tem início hoje (7) em Belo Horizonte a 34ª Expocachaça, evento pioneiro do setor. Neste ano, a Feira que se estende até o sábado (9) se consolida como um hub de fomento cultural, gastronômico e empreendedor ancorando mais dois eventos: a 18ª BrasilBier ampliando a visibilidade das cervejas especiais brasileiras; e a 3ª edição do Minas + Doce, plataforma que traz visibilidade à riqueza cultural da produção de doces do Estado de Minas. O evento acontece todos os dias das 12h às 00h no CenterMinas Expo (Av. Pastor Anselmo Silvestre, 1495 – União) com uma programação intensa nos formatos B2B (feira de negócios) e B2C (festival aberto ao público). Ingressos já estão à venda no site Ingresse (https://www.ingresse.com/expocachaca/ ) e na bilheteira do evento.

Duzentos e cinquenta expositores de 18 estados brasileiros ocuparão integralmente os mais de 12.170 m² do Center Minas distribuídos em estandes coletivos e individuais apresentando mais de 2 mil marcas de produtos, insumos e equipamentos de toda a cadeia produtiva para as cachaças de alambique. A previsão é de que a feira movimente R$ 30M durante e pós-evento.

A realização da Expocachaça desde 1998 foi um importante movimento para que a cachaça, antes vista de forma depreciativa, passasse a ser reconhecida como um destilado nobre, produzido dentro de padrões de qualidade que impulsionam inclusive a ampliação de seu consumo no mercado nacional e internacional. “Mais uma vez reforçamos nossa missão de promover a cachaça de alambique, agregando valor ao produto e fomentando negócios em todo o ecossistema. Aqui a cachaça sempre foi protagonista,” diz José Lúcio Mendes idealizador da Expocachaça. “É interessante dizer que esta trajetória que iniciamos há 27 anos atrás com a cachaça de alambique é a mesma que realizamos há 18 com a cerveja artesanal e agora há 3 com a doçaria mineira. Acredito firmemente que estas iniciativas fomentam um movimento em prol da valorização de nossos patrimônios históricos, culturais e gastronômicos”, afirma José Lúcio Mendes. Somada todas as edições, a Expocachaça já gerou cerca de R$ 500M em negócios e recebeu aproximadamente 2,36 milhões de visitantes.

A 34ª Expocachaça, 18ª BrasilBier e 3ª edição do Minas + Doce tem o patrocínio do Sicoob Divicred e apoio da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte. A 34a Expocachaça e a 3a edição do Minas + Doce são realizados através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e do patrocínio da CEMIG.

Informações: expocachaca.com.br

Um paraíso de oportunidades e negócios ____________________________________
Mais que um festival, a Expocachaça se posiciona como um verdadeiro hub de negócios e conexões, envolvendo produtores, distribuidores, lojistas, exportadores, pesquisadores e apreciadores.

O evento responde a um setor que segue em ritmo de crescimento e fortalecimento, como revela o Anuário da Cachaça 2025 (Acesse aqui para ter acesso ao documento), divulgado recentemente pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Os dados, referentes ao ano de 2024, mostram que o Brasil conta atualmente com 1.266 estabelecimentos registrados, um aumento de 4% em relação ao ano anterior e de 33% na comparação com 2018. A região Sudeste lidera com folga, reunindo 65,4% do total nacional. Nesse cenário, Minas Gerais reafirma sua posição de protagonismo: são 501 cachaçarias registradas no estado, o que corresponde a 39,6% de todos os produtores do país.

O número de rótulos de cachaça registrados também teve avanço expressivo, totalizando 7.223 produtos, um crescimento de 20,4% em relação a 2023. Mais uma vez, Minas Gerais se destaca, sendo responsável por 2.492 desses registros, ou seja, 34,5% do total nacional, o que demonstra a riqueza e a diversidade da produção artesanal no estado.

A produção nacional também registrou uma alta significativa. Em 2024, foram declarados 292,46 milhões de litros de cachaça, um crescimento de 29,6% frente aos 225,6 milhões de litros produzidos em 2023. A região Sul foi a que apresentou o maior avanço percentual: um salto de 300,6%, com 58,2 milhões de litros produzidos. Já a região Sudeste permanece na liderança, com mais de 172,6 milhões de litros, o equivalente a 59% da produção nacional.

Em termos de empregabilidade, a cadeia produtiva da cachaça também se mostra relevante. Em 2024, o setor gerou cerca de 6.363 empregos diretos mensais, o que representa 4,5% de todos os empregos formais no setor de bebidas do país, segundo dados do CAGED/MTE.

No campo das exportações, o setor enfrentou retração. O Brasil exportou 5,58 milhões de litros da bebida para 74 países, o que representa uma queda de 22,7% no volume e de 28,1% no valor, totalizando US$ 14,54 milhões.

Minas Gerais, além de ser o berço da cachaça de alambique, permanece como motor cultural e econômico da bebida, seja pela quantidade de alambiques, seja pela variedade de marcas e estilos, preservando o saber-fazer tradicional ao mesmo tempo em que impulsiona inovação e profissionalização no setor.

3ª Minas + Doce: Tradição e inovação da doçaria mineira ______________________
Desde 2023, a Expocachaça abriga também o evento Minas + Doce, uma feira e festival ancorado que celebra a riqueza e a diversidade da doçaria mineira, envolvendo a produção de doces artesanais, quitandas, queijos minas artesanais, licores, cachaças, azeites e vinhos.

Em sua 3ª edição, o evento ocupa um espaço ainda mais estruturado e afetivo, com cerca de 40 estandes selecionados a dedo, conforme destaca José Lúcio, diretor do evento. “Começamos com apenas 12 estandes, dentro da Expocachaça, de forma experimental. Mas a parceria entre a doçaria e a cachaça deu muito certo e o projeto cresceu.

Rosilene Campolina, curadora da Minas + Doce, mestre em gastronomia e Sustentabilidade explica os motivos do sucesso nessa união dos projetos: “Ambos vêm da cana-de-açúcar e usam o cobre como símbolo da tradição e da técnica: o tacho nos doces e o alambique na cachaça”, pontua. Ela continua: “A doçaria mineira vai muito além do queijo com goiabada, do doce de figo ou de laranja. Temos muita tradição unida à inovação e é isso que também iremos mostrar em nosso festival”, reforça a curadora.

Além da exposição e comercialização dos produtos, o Minas + Doce investe em vivência e conhecimento gastronômico por meio da “Cozinha Viva Minas + Doce”, com nove oficinas distribuídas ao longo dos três dias de evento, sendo três por dia e duração de 50min / aula, todas ministradas por chefs confeiteiros premiados.

Cada oficina recebe até 30 participantes, com inscrições gratuitas feitas no local, garantindo o acesso democrático para quem estiver presente na feira. “Essa cozinha é viva, porque mostra o preparo ao vivo, valoriza as receitas afetivas e a cultura por trás das mãos que fazem o doce. Cada receita conta uma história. Teremos releituras de doces históricos com toques de inovação, como brigadeiro de cachaça com café, broa de fubá com queijo Minas + doce de jabuticaba e toque de cachaça, trufa de doce de leite com queijo, são alguns exemplos de deliciosas receitas com ingredientes típicos de Minas que teremos no dia”, explica.

Os queijos artesanais mineiros também são presença garantida na feira, ingredientes essenciais da cultura gastronômica do Estado. “Doce sem queijo é igual amor sem beijo”, brinca Rosilene, destacando a parceria com a Amiqueijo (Associação Mineira do Queijo Artesanal) e outros expositores que estarão presentes ao lado dos estandes de doces.

O evento ainda reúne uma cadeia diversa de profissionais que movimentam a economia criativa da gastronomia: do confeiteiro ao designer de embalagem, do produtor ao comunicador. “Estamos unindo produtores, chefs, jornalistas, comerciantes e empreendedores em um só espaço, celebrando o que Minas tem de melhor. Receberemos representantes de quase 20 estados brasileiros, o que mostra a força da Expocachaça como vitrine nacional”, completa.

O Minas + Doce também abre espaço para os sabores salgados que carregam a identidade mineira. Nesta edição, o público poderá se deliciar com opções como pão de queijo com doce de leite ou com goiabada de São Bartolomeu, reconhecida como patrimônio imaterial, além de quitutes afetivos como o famoso pão com linguiça artesanal, aquele típico das paradas de estrada que mora na memória afetiva dos mineiros. A chef Euzi Nascimento assina essa iguaria, que poderá ser apreciada no seu estande no evento. Também terão sanduíches de pão de queijo recheados com pernil, reafirmando a proposta do festival de valorizar a tradição, a simplicidade e o sabor das receitas mineiras, sejam doces ou salgadas.

Outro destaque da edição é a valorização das associações de produtores, que desempenham papel fundamental na estruturação e no fortalecimento do setor. Entre elas estarão presentes associações de doceiras de diversas regiões, como a Rota das Doceiras da Lapinha, em Lagoa Santa, e a ASQUIC – Associação As Quitandeiras de Congonhas, que está próxima de conquistar o título de patrimônio cultural imaterial brasileiro pelo “ofício das quitandeiras, além da Associação dos Produtores de Azeites do Sul de Minas (ASSOLIVE), a Associação dos Vinhos de Mesa e de Sobremesa da Uva, a Associação das Prodejas (Produtoras de derivados de jabuticaba de Sabará). “As associações agregam, formalizam e viabilizam a presença de pequenos produtores em eventos grandiosos como esse. Muitas vezes, é por meio delas que os expositores conseguem participar e mostrar a qualidade do seu trabalho. Há ali um espírito de cooperativismo muito bonito e necessário”, ressalta Rosilene Campolina.

Ao impulsionar a geração de renda e formalização dos produtores locais, o Minas + Doce se firma como uma plataforma estratégica de visibilidade para o setor, promovendo conexões entre público, produtores, associações e negócios. Segundo Rosilene, o evento já garante não só a venda no local, mas encomendas, pós-venda e networking entre os expositores. “Queremos manter viva essa tradição e, ao mesmo tempo, criar caminhos para transformar a arte de fazer doces em negócios sustentáveis. Toda essa visibilidade que a vitrine Expocachaça proporciona tem sido um sucesso para a construção dessas pontes”, concluiu José Lúcio.

18ª BrasilBier: cervejas artesanais em evidência ____________________________
A BrasilBier, ancorada na Expocachaça desde 2017, chega à sua 18ª edição como espaço dedicado às cervejarias artesanais brasileiras. O espaço oferece degustações, harmonizações e oportunidades de negócio em um ambiente que promove cultura cervejeira, diversidade e empreendedorismo. O público poderá vivenciar experiências com IPAs, sours, lagers, stouts e outros estilos que mostram a qualidade e a criatividade das cervejarias mineiras.

“Com a BrasilBier, fortalecemos a imagem das cervejas especiais e oferecemos uma plataforma sólida para exposição, inovação e crescimento do setor, que em 2007 precisou muito do impulsionamento da Expocachaça, mas hoje caminha mais independente”, afirma José Lúcio Mendes. “A 18ª BrasilBier não é apenas mais uma parte da Expocachaça, é um evento consolidado, que impulsiona o ecossistema cervejeiro, com resultados de longo prazo em visibilidade, negócios e cultura. Uma experiência imperdível para todos que buscam a essência das cervejas especiais , finaliza o empresário.

Programação em dose tripla: Festival com shows, palestras e atividades _____
Muito mais do que uma feira de negócios, a Expocachaça é também um verdadeiro festival cultural e musical, com uma programação pensada para embalar o público em três dias de celebração da cultura brasileira em shows de rock, soul e sertanejo.

As apresentações acontecem sempre a partir das 19h, no palco principal do evento, no CenterMinas Expo, em Belo Horizonte.

Na quinta-feira (07/08), a abertura musical fica por conta da Banda Beatles Rock Show, trazendo os clássicos eternos dos Beatles em uma apresentação cheia de nostalgia e carisma. Em seguida, quem assume o palco é a Rock Beats, com um repertório recheado de sucessos do pop e do rock nacional e internacional, além de músicas autorais.
A sexta-feira (08/08) será dedicada ao rock clássico. Às 19h, a Banda Creedence Cover transporta o público direto para os anos 70 com os maiores hits do Creedence Clearwater Revival. Logo depois, às 21h30, é a vez da Lurex – Queen Tribute, banda que homenageia Freddie Mercury e companhia com uma performance eletrizante e fiel ao legado do Queen.

No sábado (09/08), a programação traz ainda mais diversidade. com três bandas no palco o Arteria Trio a partir das 17h00 e no início da noite o groove contagiante do Super Tim, show tributo a Tim Maia, um dos maiores ícones da música brasileira. Para encerrar a Expocachaça 2025 com emoção, a dupla sertaneja Marcos Paulo & Marcelo sobe ao palco às 21h30. O destaque vai para Marcos Paulo, filho de José Rico, da histórica dupla Milionário & José Rico, que promete uma apresentação marcada por clássicos do sertanejo raiz e suas baladas além de sucessos autorais.

Os ingressos já estão disponíveis para compra através da plataforma Ingresse (https://www.ingresse.com/expocachaca/ ), com diferentes modalidades e vantagens para quem garantir presença com antecedência.

Os valores individuais por dia são de R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia-entrada).

Há também os passaportes promocionais “Galera”, válidos para grupos de quatro pessoas, com preços especiais até 30 de julho ou enquanto durar o estoque: R$ 110,00 (inteira) e R$ 80,00 (meia) para acesso em todos os dias do evento; além dos ingressos específicos para grupos nas datas isoladas: Quinta (07/08) – R$ 120,00, Sexta (08/08) – R$ 120,00 e Sábado (09/08) – R$ 120,00. A recomendação é garantir com antecedência para aproveitar os valores promocionais e evitar filas.

Programação de palestras reforça o caráter de formação e empreendedor do setor e da Feira ____________
Além de consolidar-se como a maior vitrine mundial da cachaça de alambique, a 34ª Expocachaça também será palco de debates, lançamentos e reflexões sobre o futuro da cadeia produtiva, reunindo especialistas, pesquisadores e protagonistas do setor em uma programação nos dias 8 e 9 de agosto (sexta e sábado).

Na sexta-feira (08/08), a programação terá início com uma participação especial da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), com palestra das 14h às 15h00 – Promoção da Cachaça e dos Projetos setoriais por Alberto Bicca e Mapa de Oportunidades e Estudo de Acesso a Mercado sobre a Cachaça por Zimmer de Souza Bom Gomes. Em seguida, das 15h30 às 18h00, acontece o aguardado lançamento do “Guia do Mapa da Cachaça”, projeto encabeçado pelo pesquisador e divulgador Felipe Januzzi, com edição do Senac, que também promoverá sessão de autógrafos e venda de exemplares no local e depois no seu estande na Feira.

No sábado (09/08), o conteúdo técnico e prospectivo ganha força com duas palestras de alto nível. A partir das 14h, o especialista João Almeida conduz a palestra “A Cachaça do Futuro: Como a Inteligência Artificial Pode Melhorar a Produtividade, a Sustentabilidade e o Lucro na Destilaria”, trazendo uma visão inédita sobre o papel da tecnologia de dados na gestão moderna das produções artesanais e industriais.

Às 15h30, Maria das Graças antecipa debate do III Simpósio e VII Seminário Brasileiro de Cachaça de Alambique. Durante a programação do evento, o público poderá conferir a palestra da especialista Maria das Graças, que trará o tema “Cachaça de Alambique: Bebida Genuinamente Brasileira! Crescimento, Qualidade Atrelados à Tecnologia e Inovação!”. Com duração de 1h30, a apresentação será uma prévia dos debates que vão nortear dois grandes encontros do setor marcados para abril de 2026, na Universidade Federal de Lavras (UFLA): o III Simpósio Brasileiro de Cachaça de Alambique e o VII Seminário Brasileiro de Cachaça de Alambique.

A trajetória da Expocachaça
Criada em 1998, em Belo Horizonte, a Expocachaça tornou-se a primeira feira e festival da cadeia produtiva e de valor do agronegócio da cachaça do mundo. Com uma proposta ousada e pioneira, o evento foi ganhando força e projeção até se consolidar como a maior vitrine internacional da cachaça de alambique.

Em 2005, a relevância da feira foi reconhecida pelo Governo de Minas Gerais, que, por meio da FAEMG e da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, convidou a Expocachaça para ancorar um grande evento do agronegócio mineiro. Essa parceria público-privada foi realizada de 2005 a 2013, no Expominas e no Parque de Exposições da Gameleira, em Belo Horizonte, envolvendo milhares de produtores e profissionais do setor em edições com mais de 16 mil m² de área ocupada.

Entre 2010 e 2013, a Expocachaça também teve uma edição anual em São Paulo, chamada “Expocachaça Dose Dupla”, realizada com sucesso no Mercado Municipal Paulistano (O Mercadão). A iniciativa conquistou o público paulista e gerou grande repercussão na mídia e nos negócios e é considerada até hoje em evento modelo.

Com a chegada da pandemia de Covid-19, o evento precisou ser interrompido em 2020. No entanto, em 2021, a Expocachaça retornou com fôlego renovado na Serraria Souza Pinto, em Belo Horizonte, um espaço menor, mas que reafirmou a força da feira e sua conexão com o público. O sucesso dessa retomada impulsionou um novo salto: em 2024, a Expocachaça passou a ser realizada no CenterMinas Expo, triplicando seu tamanho e consolidando-se como a maior edição de sua história.

SERVIÇO ____________________________________
34a EXPOCACHAÇA, 18a BRASIL BIER e 3a MINAS + DOCE
Patrocínio: Sicoob Divicred
Apoio: Prefeitura Municipal de Belo Horizonte
A 34a Expocachaça e a 3a edição do Minas + Doce são realizados através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais e do patrocínio da CEMIG.

Data: 7 a 9 de agosto de 2025
Horário: Das 12h às 00h
Local: CenterMinas Expo – Av. Pastor Anselmo Silvestre, 1495, União, Belo Horizonte (MG)
Ingressos: à venda no local e online via Ingresse, com meia-entrada para 40% dos tickets

Compartilhar capacetes pode transmitir doenças, alerta

Especialista dá dicas para prevenir infecções e evitar danos, como micoses e agravamento da acne

Minas Gerais tem a segunda maior frota de motocicletas do Brasil, segundo dados do Ministério dos Transportes. Em Belo Horizonte, das mais de 320 mil motos circulando diariamente, estima-se que cerca de 120 mil estejam cadastradas em plataformas de entrega e transporte de passageiros por aplicativo na capital mineira.

Com a popularização dos chamados ‘mototáxis’ por aplicativos no Brasil — modalidade que, segundo a empresa 99, pode ser até 40% mais barata do que as corridas de carro — cresce também uma prática prioritariamente voltada à segurança do passageiro: o compartilhamento de capacetes. O que muitos negligenciam é que, sem a devida higienização, o item pode se transformar em um vetor propício à proliferação de fungos e bactérias, com potencial para causar diversas doenças da pele e do couro cabeludo.

Diogo Pazzini, dermatologista da Hapvida, alerta que capacetes utilizados por diferentes pessoas ao longo do dia, sem higienização adequada, podem favorecer a transmissão de infecções como foliculite, impetigo, pediculose (piolhos) e micoses. Segundo ele, também é comum o agravamento de quadros de acne, especialmente na região da testa, do couro cabeludo e das têmporas, em razão do contato direto e constante com o equipamento.

“É o que chamamos de acne mecânica, provocada pela obstrução dos poros devido à pressão e ao atrito”, explica o especialista. Além da fricção, o ambiente interno do capacete costuma ser quente, abafado e, muitas vezes, úmido, condições ideais para o crescimento de fungos e bactérias.

De acordo com Diogo, esses micro-organismos podem sobreviver por dias ou até semanas no interior do acessório, alimentando-se de resíduos de suor, oleosidade e células mortas. “Isso pode desencadear coceira, ardência, queda localizada de cabelo, formação de espinhas e agravamento de condições pré-existentes, como dermatite seborreica”, afirma.

Dentre os sinais que devem acender um alerta estão coceira persistente, espinhas, feridas no couro cabeludo, falhas capilares localizadas e sensação de ardência. Pazzini ressalta que, nesses casos, é fundamental procurar um dermatologista e informar sobre o uso de capacetes compartilhados. Isso ajuda no diagnóstico e na identificação precoce de possíveis infecções cutâneas.

Cuidados extra para evitar contaminações

Medidas simples de proteção devem ser adotadas, segundo o dermatologista, ao utilizar capacetes em mototáxis. “O uso de uma touca descartável ou de uma bandana entre o couro cabeludo e o capacete funciona como barreira física e reduz o risco de contaminação. Sabemos que nem sempre é viável o passageiro ter seu próprio capacete, mas pequenas atitudes de cuidado já ajudam bastante”, orienta.

O especialista também recomenda atenção à aparência e ao cheiro do capacete antes do uso. Equipamentos visivelmente sujos ou com odor forte devem ser evitados. Os mototaxistas também devem realizar a higienização frequente dos capacetes com produtos adequados, para garantir a segurança da pele.

“A saúde da pele é parte da saúde geral. E o capacete, que é um item de segurança obrigatório, pode acabar se tornando um vetor de infecções se não for higienizado com frequência”, conclui o dermatologista.

Aluna de BH representa o Brasil em Olimpíada em Paris

Evento acadêmico reuniu jovens de diversos países e estimula pensamento crítico e análise histórica; conquista reforça excelência da educação Marista

Com apenas 15 anos, a aluna do 1º ano do ensino médio, do Colégio Marista Dom Silvério, Carmem Gomes cruzou o oceano para representar o Brasil em uma das competições estudantis mais prestigiadas do mundo. Ela foi selecionada para participar da Olimpíada Internacional de História, que foi realizada entre os dias 20 e 26 de julho de 2025, em Paris, na França.

A Olimpíada Internacional de História é organizada pela International Academic Competitions e ocorre a cada dois anos, reunindo estudantes do ensino fundamental e médio de vários países. A competição exige muito mais que conhecimento teórico: os participantes são desafiados em provas escritas, atividades em grupo e desafios individuais que testam a capacidade de interpretação, análise crítica de fontes históricas e raciocínio lógico.

A participação dela é resultado de um longo processo de preparação, que envolveu dedicação, disciplina e paixão pelos estudos. A conquista é motivo de orgulho para toda a comunidade escolar e simboliza o compromisso da instituição com uma formação integral, que valoriza o protagonismo juvenil e o incentivo à excelência acadêmica.

Para o diretor do Colégio Marista Dom Silvério, Vanderlei Soela, ver uma aluna representando o Brasil em um evento internacional tão relevante é motivo de imenso orgulho. “Isso mostra o quanto o ambiente escolar pode transformar vidas, estimular talentos e formar jovens preparados para os desafios do mundo. É um reconhecimento que valoriza não só o esforço dela, mas também o trabalho coletivo de nossos educadores”, destaca.

A Olimpíada proporciona aos jovens uma oportunidade única de intercâmbio cultural, crescimento intelectual e desenvolvimento de habilidades essenciais para o mundo contemporâneo. Além da competição, os estudantes terão atividades culturais e educativas na capital francesa.

“Participar da Olimpíada Internacional de História é, pra mim, uma realização enorme. Sempre gostei muito de História e poder representar o Brasil em Paris, ao lado de estudantes do mundo todo, é um sonho que mostra que todo o esforço valeu a pena. Mais do que competir, aprendi, troquei experiências e mostrei o quanto a educação pode nos levar longe”, destaca Carmem Gomes.

Melly faz show no UrbanoZ Festival em BH dia 08/08

No próximo dia 08 de agosto, a cantora baiana Melly participa da primeira edição do UrbanoZ Festival, que acontecerá dia 08 de agosto no CCBB Belo Horizonte. Destaque no WME Awards 2024 ao levar para casa a estatueta na categoria de Melhor Compositora e indicada na última edição do Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa, a artista promete encantar e agitar o público com sua afrobaianidade. Os ingressos são gratuitos e estarão disponíveis no site oficial do CCBB BH e na bilheteria a partir de 04/08 (segunda-feira).

Misturando ritmos e colecionando elogios pelo seu som autoral, além de sucessos da carreira, a jovem de 23 anos traz no repertório do show músicas e releituras de seu primeiro álbum de estúdio, “Amaríssima”. A apresentação conta com novas roupagens para faixas como “Derreter & Suar”, gravada com Duda Beat, “Bandida”, com Karol Conká, “Paraíso”, com Carlos do Complexo e “Falar de amor”, com Luccas Carlos.

Com produção musical e composições assinadas pela própria artista, o projeto transita entre o pop e o R&B, celebrando a diversidade e a expressão pessoal da Melly. “Esse show traz canções do meu primeiro disco e músicas importantes da minha trajetória. Vamos revisitar essas músicas de forma pulsante. Vai ser intensidade regada de afrobaianidade. É um show de corpo inteiro”, destaca a artista.

Melly canta desde os 6 anos de idade, com um DNA musical único, a cantora e compositora construiu sua identidade musical a partir do gênero norte-americano R&B e sua autenticidade afro-baiana, tornando-se uma aposta potente no cenário musical brasileiro. Em 2021, lançou o EP “Azul”, que conta com participações de Chibatinha (ÀTTOXXÁ) e Sullivan (Afrocidade). Ainda nesse ano, foi uma das selecionadas pela AUR para o projeto “”POSS – Proteja Os Seus Sonhos””. Se apresentou pela primeira vez no Festival Afropunk Bahia com Deepkapz e Cronista do Morro.

Em 2023, a cantora e compositora recebeu o prêmio Artista Revelação no Prêmio Multishow. Em maio deste ano realizou uma turnê internacional pela Europa, onde passou pelas cidades de Cascais, Setúbal e Lisboa (Portugal); Barcelona (Espanha) e Dublin (Irlanda). Além disso, no último mês, Melly fez sua estreia em Nova York, se apresentando no palco do Lincoln Center, como atração do Summer for the City.

Serviço:

Melly no UrbanoZ Festival

Local: CCBB BH (Praça da Liberdade, 450 – Funcionários – Belo Horizonte/MG)

Data: 08 de agosto de 2025

Horário: 18h45

Classificação indicativa: 18 anos

Ingressos: Gratuito com retirada no site

 

Acompanhe em: oficialmelly

Orquestra Ouro Preto estreia turnê “Hilda Furacão” em SP

Uma das personagens mais icônicas da literatura e da teledramaturgia brasileira ganha versão operística em uma montagem inédita que será apresentada em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e Boa Vista. O projeto conta com o patrocínio da Petrobras, que há mais de 40 anos investe na cultura como uma força transformadora, apoiando iniciativas em todo o país que promovem a diversidade, valorizam a identidade nacional e ampliam o acesso à produção artística brasileira.

A Orquestra Ouro Preto leva aos palcos brasileiros Hilda Furacão, a Ópera, adaptação do aclamado romance de Roberto Drummond, ambientado em Belo Horizonte e imortalizado na célebre minissérie dos anos 1990. Com música original de Tim Rescala e direção de cena de Julliano Mendes, a montagem é regida pelo maestro Rodrigo Toffolo e promete emocionar plateias de todo o Brasil.

Com libreto em português e dividida em dois atos, a ópera celebra a riqueza da cultura brasileira e mergulha nos dilemas éticos, sociais e religiosos de uma época marcada por contradições. A turnê nacional começa por São Paulo, nos dias 8 e 9 de agosto, às 20h, no Theatro Municipal, após o sucesso da temporada de estreia em 2024, quando as duas récitas realizadas na cidade tiveram ingressos esgotados. Atendendo a muitos pedidos, a produção retorna ao palco paulistano. Os ingressos já estão à venda no site do Theatro.

A protagonista é vivida pela mezzo-soprano Carla Rizzi, que retorna à cena com a Orquestra após sua atuação em Auto da Compadecida, a Ópera. Ao seu lado, o tenor Anibal Mancini interpreta Frei Malthus, trazendo ao palco a intensidade do conflito entre desejo e fé. Completam o elenco de solistas Marília Vargas (Loló Ventura), Marcelo Coutinho (Nelson Sarmento), Johnny França (Aramel) e Fernando Portari, que assume o papel de narrador e do próprio autor, Roberto Drummond. A montagem conta ainda com a participação de um coro com 16 vozes, que contribui para a densidade dramática e musical da obra.

Nos bastidores, Luiz Abreu assina a direção de arte; Paula Gascon, os figurinos; Tiça Camargo, o visagismo; Carol Gomes, a cenografia; e Bruno Corrêa, a engenharia de som. A época em que a história se passa ganha vida com as cores e a ousadia da Orquestra Ouro Preto, que imprime sua identidade visual e cênica à montagem. O resultado são cenas impactantes, cheias de surpresas, que ampliam o drama e a potência narrativa da ópera.

Na partitura original, Tim Rescala incorporou elementos do universo musical popular da época retratada no romance, como músicas brasileiras, boleros e sucessos radiofônicos, ao discurso operístico tradicional, criando uma obra híbrida entre a ópera e o musical.

O romance do escritor mineiro conta a história de Hilda, uma jovem bela e rebelde que rompe com as expectativas ao abandonar sua vida de prestígio e refugiar-se na zona boêmia da capital mineira. Sua jornada se entrelaça com a de Frei Malthus, um jovem religioso determinado a transformar a vida dos habitantes da região. Esse encontro desencadeia uma série de conflitos éticos e sociais, em um confronto entre desejo e dever, liberdade e moralidade. Uma narrativa que encontra na ópera a linguagem perfeita para seu desenvolvimento dramático, somando-se ao panteão de grandes heroínas do gênero, como Carmen e Aída, e consolidando o caminho para a criação de uma ópera nacional que dialoga com nossa história, cores e sons.

“Hilda tem todos os elementos para se tornar uma ópera: uma trama instigante e trágica, personagens fortes e uma grande carga emocional”, afirma o compositor Tim Rescala. Para o maestro Rodrigo Toffolo, “Hilda é uma protagonista perfeita para esse ciclo de óperas brasileiras que a Orquestra Ouro Preto vem desenvolvendo. É uma personagem feminina forte, com reflexões profundas sobre liberdade, destino e imposições sociais.”

Com esta produção, a Orquestra reafirma seu compromisso com a criação de um repertório operístico brasileiro, acessível, contemporâneo e enraizado na identidade cultural do país.

Serviço

Hilda Furacão, a Ópera – Orquestra Ouro Preto

Datas: Dias 8 e 9 de agosto de 2025 – sexta e sábado

Horário: 20h

Local: Theatro Municipal de São Paulo – Praça Ramos de Azevedo, s/n – República
Ingressos: À partir de R$20. À venda no site do Theatro: www.theatromunicipal.org.br ou pelo link: https://theatromunicipalsp.byinti.com/#/ticket/

Patrocínio: Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet
Classificação indicativa: 12 anos

CHIII Festival leva música experimental a BH em agosto

No dia 13 de agosto, Belo Horizonte recebe uma edição especial da Noite Internacional de Música Experimental, promovida pelo CHIII Festival (SP) em colaboração com os festivais mineiros Quartas de Improviso e Pequenas Sessões. A programação propõe um intercâmbio artístico entre nomes da música experimental da América Latina, Europa e Canadá, reunindo artistas de cinco países em duas formações inéditas que combinam improvisação livre, eletrônica e práticas instrumentais expandidas. A ação integra o calendário do CHIII Festival, que realiza atividades em São Paulo ao longo do segundo semestre.

As apresentações serão divididas em duas formações. O trio será composto pela suíça Martina Berther (baixo elétrico), pela argentina Violeta Garcia (violoncelo) e por Ajítẹnà, codinome do artista brasileiro Marco Scarassatti (voz, pássara-cocho e objetos). Já o quarteto reúne a harpista mineira Arícia Ferigato, a canadense Audréanne Filion (violoncelo), a francesa Fanny Lasfargues (baixo elétrico) e a suíça Tizia Zimmermann (acordeon). As formações foram pensadas a partir de afinidades estéticas e da escuta entre os artistas convidados.

Os músicos envolvidos mantêm trajetórias reconhecidas nas cenas contemporâneas de seus países. Ajítẹnà é artista sonoro, professor da UFMG e autor de livro sobre Walter Smetak. Arícia Ferigato é doutora em performance musical e atua entre o experimentalismo e o jazz. Filion desenvolve uma linguagem que cruza eletroacústica, noise e composição clássica contemporânea. Berther transita entre o pop e a música experimental e já foi premiada com o Swiss Music Prize. Zimmermann é especializada em música contemporânea e improvisação livre. Lasfargues investiga timbres extremos a partir do baixo elétrico, e Garcia é referência na improvisação livre na América Latina.

A iniciativa dá continuidade à parceria entre os três festivais, que em 2024 promoveu um encontro inédito com as artistas Charlotte Hug e Diane Labrosse. Com foco na experimentação sonora, improvisação e formatos não convencionais, o CHIII, Quartas de Improviso e Pequenas Sessões fortalecem as conexões entre cenas brasileiras e internacionais. O CHIII Festival é sediado em São Paulo e realiza uma programação que inclui performances, instalações e oficinas. O Quartas de Improviso acontece desde 2013 com curadoria de Matthias Koole e Henrique Iwao. Já o Pequenas Sessões, criado por Daniel Nunes em 2008, desenvolve experiências sonoro-visuais em contextos experimentais.

SERVIÇO

CHIII Festival leva Noite Internacional de Música Experimental a Belo Horizonte Data: 13 de agosto de 2025
Horário: 19h30
Local: Funarte MG – Rua Januária, 68, Floresta | Belo Horizonte
Ingressos: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia)
Vendas online: sympla.com.br
Classificação: Livre

Minascentro recebe concerto da turnê Lendas do Rock

A turnê Lendas do Rock, que promete emocionar o público brasileiro ao apresentar clássicos do rock em um espetáculo onde o violino assume o papel do vocalista, passa por Belo Horizonte (MG) no próximo dia 24, em apresentação única, a partir das 18h, no BeFly Minascentro. Os ingressos estão à venda.

Unindo a energia contagiante do rock à sensibilidade da música clássica, o show presta um tributo especial às bandas Queen, Guns N’ Roses e Bon Jovi, levando uma experiência sonora única a diferentes cidades.

CROSSOVER A fusão entre música clássica e rock não é novidade, porém, nestas canções cuidadosamente adaptadas – executada por uma banda de músicos experientes (guitarra, baixo, bateria e teclado), que mantém a essência dos arranjos originais, o protagonista é o violino, acompanhado pelo público presente. “Convidamos a plateia a cantar, vivenciando as músicas sob uma perspectiva inovadora e emocionante”, destaca FeOliver, que é responsável pelo projeto.

SETLIST O repertório reúne os maiores hits de Queen, Guns N’ Roses e Bon Jovi, entre eles We Are the Champions, Don’t Stop Me Now, Livin’ on a Prayer, These Days, Sweet Child o’ Mine e Paradise City. “O setlist foi selecionado para garantir uma experiência nostálgica e surpreendente, com espaço para improvisação e surpresas a cada apresentação”, comenta Oliver.

HISTÓRIA Com mais de 20 anos de carreira, o violinista e maestro FeOliver, transita entre os universos do erudito e do rock desde a adolescência, tocando guitarra em bandas e violino em orquestras. Inspirado pela vontade de unir suas duas paixões, criou um formato de show que não encontra paralelo no Brasil, proporcionando interpretações sofisticadas e cheias de energia para clássicos do rock.

O concerto Lendas do Rock – Belo Horizonte acontece no dia 24 de agosto, às 18h, no BeFly Minascentro. Os ingressos do 1º lote – que variam de R$55 a R$140,00 –, já estão disponíveis para compra na plataforma Sympla, clicando aqui. Mais informações pelo WhatsApp (19) 99144 3717.

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SERVIÇO
Lendas do Rock
Data: 24/08 l Horário: 18h
Local: BeFlyMinascentro – Portaria Guajajaras l Endereço: rua Guajajaras, 1022, Belo Horizonte (MG)
Ingressos: Disponíveis aqui 

INFORMAÇÕES
WhatsApp (19) 99144 3717
E-mail [email protected]
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Site classrockart 

Festival Artes Vertentes traz estreias e sons inéditos

Em sua 14ª edição internacional, o Festival Artes Vertentes — que acontece de 11 a 21 de setembro nas cidades históricas de Tiradentes, São João del-Rei e Bichinho, (MG) — reafirma seu papel como plataforma de diálogo entre as culturas das margens do Atlântico e de incentivo à criação contemporânea. A programação musical de 2025 se ancora na escuta de repertórios clássicos e populares, lançando luz sobre a história compartilhada entre Europa, África e Américas, por meio de estreias mundiais, obras encomendadas, redescobertas históricas e interpretações de excelência.

Neste ano, o festival integra oficialmente a Temporada Cultural França-Brasil e homenageia os 150 anos de nascimento de Maurice Ravel com um extenso panorama de sua produção vocal e camerística. A obra do compositor francês — nascido em Ciboure, no País Basco, às margens do Atlântico — será apresentada em diálogo com suas referências jazzísticas e coloniais. Ao lado das Sonatas para violino e piano, do Trio para piano, violino e violoncelo e da Introdução e Allegro, a soprano Eliane Coelho, nos dias 13 e 16 de setembro, interpreta o ciclo Chansons madécasses, baseado em poemas de Évariste de Parny que questionam a lógica da colonização francesa nas ilhas do Índico.

Destacam-se também interpretações de obras de Florence Price, primeira mulher afro-americana a ser reconhecida como compositora sinfônica e a ter uma obra executada por uma grande orquestra nos Estados Unidos. Autora de mais de 300 composições — entre elas quatro sinfonias, quatro concertos, peças corais, música de câmara e solos instrumentais — sua produção revela camadas profundas da experiência negra no país. Também integra o repertório do festival o trabalho de Joseph Boulogne, Chevalier de Saint-Georges, filho de um colonizador francês com uma mulher escravizada, que se tornou professor de Marie Antoinette, exímio espadachim e o primeiro compositor negro reconhecido na Europa, frequentemente comparado a Mozart. Sua trajetória revela tanto os apagamentos quanto as complexidades da presença negra na história da música europeia.

A curadoria musical, assinada por Luiz Gustavo Carvalho, propõe ainda uma escuta cruzada entre repertórios europeus e latino-americanos. Um exemplo é o encontro entre as Histoires naturelles, de Ravel, e as Lendas Amazônicas, do paraense Waldemar Henrique, articuladas na voz do barítono Michel de Souza, que se apresenta em 14/09. A presença de obras de George Gershwin (EUA), Ernesto Lecuona (Cuba), Sigismund Neukomm (Áustria), Francisco Mignone, Brasílio Itiberê e Heitor Villa-Lobos (Brasil) amplia esse campo de diálogo musical transatlântico, ativando linguagens híbridas entre o erudito, o popular e o afro-diaspórico.

“A programação musical deste ano nasce do desejo de traçar conexões entre repertórios históricos e questões contemporâneas. Quando escolhemos destacar a obra de Ravel, por exemplo, não foi apenas por sua relevância no repertório clássico, mas pela escuta que ele estabeleceu com outras culturas, especialmente o jazz afro-americano e referências coloniais. Essas interseções revelam muito do que nos interessa curatorialmente: tensionar fronteiras, desestabilizar hierarquias e propor novas escutas entre as margens do Atlântico. O Festival não se limita a repetir obras consagradas — ele busca ativar suas camadas políticas, poéticas e históricas, sem perder o compromisso com a excelência artística”, explica o curador.

A programação reforça ainda o papel do Festival como berço de novas criações contemporâneas. Um dos pontos altos da programação é a estreia mundial de O boi voador, composição inédita encomendada ao pianista e compositor paulista André Mehmari, que será apresentada pelos pianistas Cristian Budu e Gustavo Carvalho. A peça constitui uma resposta brasileira à célebre Le Bœuf sur le toit, de Darius Milhaud — obra composta a partir da escuta do choro, do maxixe e da música popular carioca durante a passagem do compositor francês pelo Brasil entre 1917 e 1919. Enquanto Milhaud mirava o sul, Mehmari propõe o caminho inverso: parte de temas e atmosferas da música francesa para produzir uma peça que atravessa linguagens, flerta com a cena boêmia do piano a quatro mãos e reinterpreta os cruzamentos do modernismo franco-brasileiro a partir de uma sensibilidade do século XXI.

“A ideia de compor O boi voador me provocou desde o início. Se Milhaud partiu do Brasil para compor Le Bœuf sur le toit, eu quis inverter esse movimento — partir da França e de sua tradição musical para responder, do nosso tempo, àquele gesto modernista. Usei o piano a quatro mãos como símbolo dessa travessia conjunta, dialogando com o espírito boêmio e cosmopolita que unia artistas, gêneros e territórios no início do século XX. Mas acima de tudo, essa peça é uma celebração da liberdade musical e do encontro entre mundos”, explica o compositor André Mehmari.

A curadoria musical deste ano também homenageia o compositor francês Ferdinand Jouteux, que viveu em Tiradentes no início do século XX. Uma seleção de suas obras camerísticas será interpretada pela Orquestra e Banda Ramalho — formação tradicional da cidade criada no século XIX — e por músicos convidados do Festival Artes Vertentes. O resgate da obra deste compositor francês que foi aluno de Jules Massenet e também diretor do Conservatório de Oran, na Argélia, será acompanhado de uma pequena exposição contendo cartas, manuscritos, objetos pessoais do compositor e registros fotográficos da encenação de sua ópera Canudos, a partir do livro “Os Sertões”, de Euclides da Cunha. A exposição acontecerá no IPHAN de Tiradentes, em parceria com o Instituto Histórico e Geográfico de Tiradentes.

A programação se completa com apresentações de alguns dos principais nomes contemporâneos da música brasileira. No domingo, 14 de setembro, Fabiana Cozza sobe ao palco do Museu de Sant’Ana com repertório voltado à ancestralidade afro-brasileira. O encerramento do festival, no dia 21, contará com show do cantor e compositor Tiganá Santana, cuja obra articula línguas africanas, filosofia e afrossonicidades.

Elise Pittenger | Foto: Daniel Fogli

Sensível às desigualdades estruturais da música de concerto, o festival também reafirma seu compromisso com a equidade de gênero na seleção de intérpretes. Estão presentes nomes como a soprano Eliane Coelho, a clarinetista Cássia Lima e a violoncelista norte-americana Elise Pittenger. Apesar das limitações impostas pela própria história da música erudita — marcada por uma baixa presença de compositoras e intérpretes no cânone — a curadoria sinaliza caminhos possíveis ao ampliar o protagonismo feminino nos palcos.

Combinando tradição, escuta crítica e invenção estética, o Festival Artes Vertentes 2025 estabelece mais uma vez seu lugar singular no cenário das artes, como espaço de criação, encontro e provocação entre tempos, territórios e vozes.

O Festival Artes Vertentes é apresentado pela Cemig e tem patrocínios do Itaú e Minasmáquinas por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Estado de Minas Gerais.

Sobre o Festival Artes Vertentes

Criado em 2012 por Luiz Gustavo Carvalho e Maria Vragova, o Festival Artes Vertentes é um projeto realizado pela Ars et Vita e pela Associação dos Amigos do Festival Artes Vertentes. O evento vem apresentando, ininterruptamente, uma programação artística que estimula diálogos entre as mais diversas linguagens artísticas e propõe, por meio da arte, reflexões sobre temas de relevância para a sociedade contemporânea. Vencedor do prêmio CONCERTO 2021 e nomeado para o prêmio internacional Classic: NEXT Innovation Award 2022, durante as últimas doze edições, o Festival Artes Vertentes já recebeu mais de 550 artistas, originários de 40 países. Mais informações no site www.artesvertentes.com

SERVIÇO

Datas: de 11 a 21 de setembro

Locais: Centro Cultural Yves Alves, Instituto Rouanet, Museu de Sant´Ana, Casa Museu Padre Toledo, Galeria do IPHAN, Igreja São João Evangelista, Centro Cultural UFSJ – Solar da Baronesa (São João del Rey), entre outros.

Ingressos: Parte da programação é gratuita; vendas e retirada de ingressos serão abertas em breve por meio do site do Festival Artes Vertentes

Site: https://www.artesvertentes.com/

Redes Sociais: @artesvertentes

Banda teen QuatroK lança “Moletom”, nova fase dos artistas

Formada por três jovens artistas, músicos e compositores que compartilham a mesma paixão pela música, a banda QuatroK, reconhecida como uma das bandas teens mais promissoras da geração, dá o start a uma nova era em sua trajetória com o lançamento do single “Moletom”. A faixa já está disponível em todas as plataformas digitais.

Inspirados por artistas das mais variadas gerações e sempre prezando por levar para seus fãs muita verdade, autenticidade e identidade, além de qualidade musical, “Moletom” é uma história baseada em fatos reais e composta por eles, desde a letra até a melodia. “Essa música significa o início desta nossa nova fase, tanto de lançamentos com a nossa identidade e verdade, além de shows e vários projetos. Esperamos que vocês curtam muito esse som que fizemos com muito amor e carinho pra vocês!”, comentam Henrique Bonadio, Pedro Miranda e Lucca Omura, artistas que já somam inúmeras composições próprias em suas trajetórias até aqui.

Vale ressaltar que a banda QuatroK é uma celebração da música sem rótulos e sem amarras. É o reflexo da visão de jovens talentos que enxergam a arte como um espaço de expressão e conexão. E tudo começou com uma pergunta simples e provocadora: “O que a gente ama ouvir, mas quase não se vê mais na cena musical atual?” A resposta veio em forma de som, atitude e presença de palco.

Ouça “Moletom” – https://nosantosom.ffm.to/moletom-presave

Acompanhe as novidades: https://www.instagram.com/quatrok.oficial?igsh=MTl2bnA0ZGNkYXc2eg==

Conheça mais sobre os integrantes: 

Henrique Bonadio: 

Aos 17 anos, Henrique já carrega uma trajetória marcante na música e nas artes. Cantor e multi-instrumentista, o artista tem a guitarra como seu principal instrumento e se dedica a música desde os oito anos. Seu talento o levou às semifinais do The Voice Kids, onde mostrou ao país sua presença de palco e sensibilidade musical.

Em 2019, uniu suas habilidades musicais à atuação ao protagonizar o guitarrista Zack Moneyham no espetáculo Escola do Rock – O Musical. Além dos palcos, Henrique também se destaca como dublador, dando voz a personagens de grande relevância no mercado audiovisual. Com versatilidade e carisma, ele imprime personalidade como compositor, vocalista e guitarrista na QuatroK.

Lucca Omura: 

Com apenas 17 anos, Lucca já demonstra uma maturidade musical impressionante. Iniciou seus estudos em bateria aos 4 anos de idade e, desde os 7, sobe aos palcos com naturalidade, entrega e energia. Além da bateria, hoje também se dedica à guitarra e a produção musical, ampliando suas possibilidades como artista e criador.

Em 2022, viveu um momento marcante ao se apresentar para um público de mais de 40 mil pessoas no Allianz Parque, integrando o espetáculo Rockin’1000 — a maior banda de rock do mundo. Na QuatroK,como baterista, Lucca traz a força do ritmo e a inquietude criativa de quem nasceu para viver a música.

Pedro Miranda:

Com apenas 18 anos, Pedro já acumula uma sólida trajetória artística. Seu talento vocal, marcado por um timbre único, conquistou todos os jurados do The Voice Kids, onde brilhou como finalista da edição em que participou. Mas sua relação com as artes chegou bem cedo. Aos sete anos, estreou em novelas e, desde então, vem se destacando no mercado audiovisual, além de participações expressivas no cinema nacional.

Nos palcos, viveu momentos marcantes no espetáculo “2 Filhos de Francisco – O Musical”, reforçando sua versatilidade como artista, ator e cantor. Além disso, atua também como dublador, emprestando sua voz a personagens que fazem parte do imaginário de diferentes gerações.

Na QuatroK, Pedro une sua bagagem à emoção da música ao vivo — com entrega, verdade e identidade como compositor, vocalista e instrumentista.

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Circuito dos Mercados de Origem propõe novo olhar para BH

Inaugurado há pouco mais de um ano, o Mercado de Origem Olhos d’Água rapidamente se consolidou como ponto de encontro de pessoas, sabores e histórias em Belo Horizonte. É um espaço onde tradição, inovação e pertencimento se entrelaçam.

“Estamos falando de um corredor cultural, onde diferentes regiões, tradições e conhecimentos se encontram para celebrar o sabor, a cultura e as histórias de Minas, do Brasil e do mundo. Além de termos uma experiência de vários anos à frente desses mercados”, destaca Elias Tergilene, fundador e presidente do Circuito dos Mercados de Origem.

O Mercado de Origem Olhos d’Água ocupa atualmente 20.000 m² de área totalmente revitalizada, fruto de um investimento de R$ 60 milhões. Sua infraestrutura inclui espaço para feiras e eventos, shows, centro de distribuição, área gastronômica com 12 restaurantes no rooftop, estacionamento para 600 carros, acessibilidade total, ambiente pet friendly e o novo espaço kids “Casa do Sol”, que e um verdadeiro parque  — tudo pensado para valorizar o pequeno produtor, o empreendedor, os clientes e as famílias.

A gestão institucional e social é realizada pela Fundação Doimo, que atua com foco em impacto social, revitalização urbana e promoção do empreendedorismo urbano e rural.

“Os Mercados são centralidades de valorização da cultura local, de promoção do desenvolvimento sustentável e de construção de um Brasil mais diverso e próspero. São atrativos turísticos que oferecem aos visitantes uma experiência autêntica e enriquecedora. Ao fomentar o pequeno produtor, o artesão e o empreendedorismo, fortalecemos a economia familiar e criamos um país mais diverso e culturalmente rico”, complementa Elias.

O Circuito dos Mercados de Origem já conta com cinco unidades em BH: Santa Tereza, Padre Eustáquio, Cruzeiro, Olhos d’Água e São Paulo, tornando a capital mineira referência nacional em mercados urbanos. Soma-se a isso a unidade de Manaus, o Mercado de Origem da Amazônia.

“Acreditamos que o verdadeiro desenvolvimento urbano passa pela inclusão produtiva, pelo fortalecimento das redes de pequenos produtores e pelo resgate da cultura regional. Nossa missão na Fundação Doimo é transformar mercados em espaços vivos de convivência, geração de renda e valorização da identidade brasileira.”

— Bernard Martins, presidente da Fundação Doimo

O espaço foi idealizado para ser uma central de distribuição para pequenos produtores e famílias empreendedoras, aproximando-os do consumidor final, que se beneficia de verdadeiras iguarias de origem — produtos com história, arte e cultura. Hoje, o Mercado de Origem é responsável pela geração de cerca de 3.000 empregos diretos e indiretos.

“Temos dado chance ao pequeno produtor de vir expor na nossa casa, casa que é dele. Somos aqui um meio de comunicação e ligação do pequeno produtor com o cliente final”, ressalta Elias.

Além de feiras fixas aos fins de semana — com cerca de 200 expositores de artesanato, gastronomia, cosméticos, moda, crochê e produtos feitos à mão — o Circuito dos Mercados de Origem se destaca por sua programação cultural e de experiências.

Eventos como o Festival de Pastel, a Rua do Queijo, o Circuito de Cerâmica, a Feira do Café e a Feira do Vinho movimentam o espaço, promovendo a economia criativa e atraindo visitantes de todo o país.

Casos de sucesso como a Queijaria Senzala (queijo premiado internacionalmente) e o Empório Vó Olivia — a maior loja de artesanato mineiro do Brasil, com mais de 150 artesãos parceiros — ilustram o impacto direto do projeto no fortalecimento de negócios locais.

“Vemos que, na maioria das vezes, essa pequena produção envolve toda a família, e que a mulher exerce um papel fundamental nessa economia, a que faz girar.” — Elias Tergilene

O Mercado de Origem também apoia a adoção de práticas sustentáveis, valorizando produtos orgânicos, agroecológicos e de origem controlada. Parcerias com Emater-MG, IMA, SENAC, SEBRAE, Prefeitura de Belo Horizonte, Governo de Minas e Fundação dos Correios permitem oferecer assistência técnica e capacitação contínuas para aprimorar práticas de gestão, marketing e vendas.

“O estímulo ao empreendedorismo, ao oferecer um espaço para que os produtores possam inovar, criar novos produtos, expandir seus negócios e diversificar suas fontes de renda; e também ao oferecer cursos de gestão, marketing e vendas, que ajudam os produtores a profissionalizarem seus negócios. Tudo isso resulta na geração de renda e emprego para as famílias empreendedoras e, ainda, em produtos de melhor qualidade e mais diversos para o consumidor final.” — Bernard Martins

O Mercado de Origem é, portanto, muito mais do que um espaço de comércio:

É um movimento de pertencimento e transformação, integrando cultura, sustentabilidade, economia criativa e oportunidade para todos.

Oportunidades para empreendedores e produtores locais

Desempenhando mais do que um papel econômico, o Mercado de Origem em BH, tem desempenhado um papel social. “Temos dado chance ao pequeno produtor de vir expor na nossa casa, casa que é dele. Somos aqui, um meio de comunicação e ligação do pequeno produtor com o cliente final”, fala Elias Tergilene, Diretor presidente do Mercado de Origem.

Durante os finais de semana acontecem as feiras dos mercados de origem, que recebem empreendedores não só de Minas Gerais, mas de qualquer lugar do país e que vão levar seus produtos para esse espaço, para esse local que tem uma estrutura, que tem um conceito. O mercado de origem foi formatado para isso, para fazer a conexão do pequeno produtor com o público final.  Geralmente são entre 15 e 20 expositores, com produtos de artesanato, gastronomia, cosméticos, doces, roupas, produtos feitos a mão, crochê e tudo relacionado a feira.

Ações como essa, trazem o desenvolvimento da economia criativa, do artesanato, da cultura e gastronomia de Minas, além do turismo.

“A ideia é que todos os mercados de origem abram as suas portas para esses produtores. Vemos que na maioria das vezes, essa pequena produção envolve toda a família, e que a mulher exerce um papel fundamental nessa economia, a que faz girar”, completa Elias Tergilene, Diretor presidente do Mercado de Origem.

Fundação Doimo

A Fundação Doimo é uma instituição sem fins lucrativos com foco no empreendedorismo social de impacto e de inovação fomentando a valorização do ser humano essencialmente através de ações de capacitação e trabalho. Seu fundador é Elias Tergilene.  Em 1990, com apenas 17 anos, Elias fundou a “Augusta Móveis”, seu primeiro empreendimento e que se tornou em apenas cinco anos a maior indústria de móveis em ferro do Brasil. A Augusta Móveis conquistou o mercado europeu em 2001, através da sociedade com o Grupo Doimo, também principal indústria de móveis da Itália. Fundador da rede de shoppings populares “Uai Shopping”, hoje com duas Unidades em Minas Gerais e uma no Amazonas. Um dos fundadores e sócio da Favela Holding Participações, criada com objetivo de aprimorar o mundo empresarial organizado com as favelas em todo Brasil. Ativo militante da área de desenvolvimento social através do empreendedorismo em favelas e regiões periféricas. Desde 2008 dedicou-se a promover a criação de um novo modelo de shopping popular, lançando em 2013 o primeiro conceito de shopping favela.

Mercado de Origem

Rua Adriano Chaves e Matos, 447 Olhos d’Água

Mais informações: @mercadodeorigem