Paim lança single “Rito de Passagem” com nova sonoridade

Já está no ar “Rito de Passagem”, novo single do cantor e compositor Paim, disponível em todas as plataformas. A música é a segunda de uma sequência de cinco lançamentos que culminam em dois EPs autorais, a serem lançados esse ano.

Composta por Paim e gravada em casa, “Rito de Passagem” foi mixada e masterizada por Thiago Corrêa e Henrique Mateus, no estúdio Frango no Bafo, reconhecido por trabalhos com Lô Borges, Pêlos, Graveola, entre outros nomes da cena mineira contemporânea.

Sobre a canção

Se Rock a Três, primeiro single da série, dialogava com o desejo e o desencanto em clima de folia melancólica, o novo lançamento mergulha em um lugar mais soturno e reflexivo. 

Rito de Passagem evoca o momento em que o caos interno silencia tudo ao redor e obriga o corpo a seguir em frente. É uma travessia emocional que parte do colapso para alcançar alguma forma de lucidez, ainda que provisória. Intensa, escura e sensível, a faixa traduz o peso de se perder para reencontrar sentido, como quem aprende a respirar debaixo d’água. Uma canção sobre transformação – não a celebrada, mas a inevitável.

Ambas as canções revelam diferentes pesos e tons de uma mesma busca: o processo de se reconhecer no meio da bagunça do mundo – e de si mesmo.

Quem é Paim

Mineiro de Belo Horizonte, Paim estreou na música com a banda psicodélica Ram, no disco Orange Orgio Orbis (2011), e fez parte de grupos como Cabeza Flutuantes. É também uma das vozes à frente do Bloco da Alcova Libertina, um dos marcos da retomada do carnaval de rua em BH, além de integrar a Orquestra Mineira de Brega.

Com mais de dez anos de trajetória, já se apresentou em palcos e festivais como South by Southwest (Austin, EUA), Feira da Música (Fortaleza), Mostra Cantautores, Virada Cultural BH, Festival de Cinema de Tiradentes, CineOp, Tudo É Jazz, entre outros.

Sua música nasce no cruzamento entre o folk, o lo-fi, a MPB e o rock psicodélico. Influenciado por nomes como Jeff Buckley, Sérgio Sampaio e Fiona Apple, Paim assume a postura de cantautor como forma de expressão fluída e confessional.

Para o músico, a persona do singer-songwriter possibilita navegar com mais liberdade por diferentes conceitos e abordagens estéticas: “Adotar essa posição acaba resultando num passeio por estilos mas com uma assinatura muito particular, com as peculiaridades, as imperfeições e o que há de mais sincero em mim”, comenta o artista.


 

Serviço
Lançamento – “Rito de Passagem” | Paim
Disponível nas plataformas: onerpm.link/119186531312 

Instagram: @paimcantando

Fotos (Pedro Handam): link

Contato: (31) 97400-6363 (Paim)

Redentor comemora 22 anos como polo cultural da Savassi

Se lá em 2003 alguém perguntasse ao empresário Daniel Ribeiro como ele imaginava que estaria a Rua Fernandes Tourinho em 2025, certamente não seria possível afirmar, com clareza, o que estaria por vir. Passados 22 anos da chegada do Redentor ao local, hoje a região se transformou em um reduto gastronômico repleto de opções e casas com estilo próprio que endossam a força e onipresença do Grupo na Savassi.

Do paulistano Moema, aberto em 2023, e seu filho caçula, Moeminha, ao japonês Maru, inaugurado em março, o quarteirão entre Fernandes Tourinho e Sergipe vem se consolidando, nas palavras de Ribeiro, como a esquina mais legal do Brasil. “Cada vez mais, tem gente vindo para cá, agregando, vibrando conosco. Com isso é fundamental recebermos toda essa galera com conforto, segurança e espaço para que elas curtam o nosso melhor”, destaca Daniel.

Como, segundo o comerciante, o crescimento precisa ser sustentável e impactar a todos, de forma positiva, medidas importantes foram tomadas no último ano, uma delas a criação de um estacionamento próximo ao bar, o Tourinho Park, que chega para trazer comodidade não só para clientes como também para os moradores locais.

Ainda segundo o empresário, em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte e a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), o Redentor doou uma câmera Olho Vivo para a Savassi. “O dispositivo, instalado no quarteirão dos bares, permite ainda mais agilidade no serviço da polícia, trazendo mais segurança e tranquilidade para quem vive e celebra aqui”.

Bar da Fila

Na busca por boas experiências para os clientes, um outro negócio do Grupo – o Bar da Fila, anexo ao Redentor – chega na toada de celebrações pelos 22 anos da casa e promete resolver outro problema antigo no quarteirão. “Antes, as pessoas ficavam na fila sem conforto, em pé, ocupando espaço do passeio dos passantes da Savassi, à espera de uma vaga no Redentor. Agora, conseguimos não só dar início a um bom atendimento desde a fila, mas também minimizar o problema da ocupação da calçada e oferecer um cardápio novo e delicioso para quem aguarda”. Petiscos de estufa carioca que não são oferecidos no Redentor, como bolinhos de feijoada, costelinha, frango com quiabo e costela com angu, são algumas das delícias à disposição para serem saboreadas. Croquetes de bacalhau e camarão, além de torresmo de barriga, queijo temperado, linguicinha de vitela e alho espanhol também prometem uma experiência gastronômica ímpar.

            A grande atração, porém, fica por conta das batidinhas, muito comuns nos quiosques do Rio de Janeiro. Preparadas pelo mixologista Tiago Santos, uma das maiores autoridades na coquetelaria mineira, com mais de 20 anos de mercado, elas são servidas, a princípio, em duas opções: coco e pêssego. “Nossa intenção é fazer dessas bebidas a marca do Bar da Fila a ponto de que os clientes façam questão de passar por ele antes de chegarem no Redentor”, afirma Ribeiro.

Ação especial de aniversário

Durante a temporada de celebração dos 22 anos do Redentor, a casa contará com decoração interna, com bandeirolas e displays de mesa temáticos. Todos os garçons e funcionários também estarão com camisas do Bar da Fila.

Os clientes poderão ainda participar de uma ação especial: a cada 22 chopes tomados em uma mesma mesa, o grupo ganha uma caldereta personalizada com a data do aniversário do estabelecimento. “Nossa história é marcada, sobretudo, pela energia da celebração e dos encontros. Prova disso é que é ao longo dessas mais de duas décadas, muitos de nossos clientes viraram nossos amigos. Porém, apesar do passado que nos enche de orgulho, construir essa trajetória é, acima de tudo, olhar para frente com entusiasmo e saber que a gente segue criando memórias e capítulos que só ficam incríveis se forem vividos juntos com o nosso público, respeitando sempre o espaço público e convivendo harmonicamente com todos que dele fazem parte”, finaliza Daniel.

“Nasci para servir”: garçons da velha guarda

Uma das figuras mais emblemáticas do bar/restaurante, o garçom é quase um patrimônio desses estabelecimentos. É aquele que escuta os desabafos dos clientes – de alguns até ouve confidências – sabe a marca da cerveja preferida dos mais chegados, além de ser, sem dúvida, o cartão de visita da casa. Isso porque se o atendimento for mal, o sucesso do negócio pode não ser longevo.

Profissional na área há 30 anos, Antônio Faustino afirma que para ser um garçom de sucesso, é fundamental gostar do que está fazendo para fazer bem, com técnica. “Acredito, porém, que o talento e a paixão se sobressaem, afinal para tudo que a gente faz na vida, independentemente da profissão, temos que gostar, pelo menos um pouquinho. Fazer só pelo dinheiro fica chato”, destaca acrescentando que o trabalho se transformou em diversão.  “Eu gosto de gente, de conversar, conhecer pessoas. Eu gosto de servir. Nasci para servir. Isso é o que mais me encanta no ramo e não faço só pelo dinheiro, mas porque realmente tenho muito amor pela profissão”.

Atualmente Faustino integra o time de garçons do Barolio Cucina Napolitana, pizzaria italiana com unidades no Vila da Serra e na Savassi, mas sua trajetória inclui passagens por outros restaurantes famosos de Belo Horizonte, como a Casa dos Contos e Cantina do Lucas, onde teve a oportunidade de trabalhar com o saudoso Olympio Perez Munhoz. Cidadão honorário de Belo Horizonte, o “Seu Olympio”, como era conhecido, foi imortalizado pelo Guinness Book como o garçom que exerceu a atividade por mais tempo no Brasil. Faleceu em 2003, aos 84 anos, deixando várias amizades e memórias carinhosas de fraternidade.

Colega de profissão de Faustino, o garçom Sidélio Cordeiro Gomes, de 54 anos, 35 deles no Pop Kid, bar do hipercentro da capital, afirma que sua paixão pelo trabalho é tamanha que não consegue se imaginar em outra profissão. “Nenhum dia é igual ao outro. A gente conhece pessoas, faz amizades. Trabalhar em um bar bem no miolo do centro da cidade, então, é um prato cheio para termos contato com uma infinidade de histórias. O garçom acaba se tornando uma espécie de terapeuta”, brinca.

Desde que começou a trabalhar como garçom, o Pop Kid, aliás, foi o único local de trabalho de Sidélio, e ele é taxativo ao ressaltar as principais qualidades para quem está começando, hoje, na profissão. “É importante ser dedicado e ter comprometimento com a empresa porque se um garçom falta, sem explicação, causa um prejuízo danado para a equipe. É um trabalho onde o coletivo é muito importante. E é essencial gostar de gente, afinal as pessoas são a matéria prima mais preciosa do nosso serviço”.

Serviço

 

  • Bar da Fila

Rua Fernandes Tourinho, 538 – Savassi

 

  • Marú

Rua Fernandes Tourinho, 604 – Savassi

Funcionamento: todos os dias, das 11h às 0h

Reservas: (31) 2528-7337

https://marubar.com.br/

https://www.instagram.com/maru.barjapones/

Cardápio completo: https://marubar.com.br/menu/

  • Moema Bar & Cozinha

Rua Sergipe, 1370 – Savassi

Funcionamento: segunda-feira a domingo, das 11h30 a 0h

https://moemabar.com.br/reservas

  • Redentor

Rua Fernandes Tourinho, 500 – Savassi

Funcionamento: segunda-feira a domingo, das 11h30 às 0h

@redentorbar

Casos de acidentes com escorpiões mais que dobram em 10 anos no Brasil

Especialista da Afya Contagem alerta para os riscos em grupos vulneráveis e reforça que prevenção eficaz depende de controle ambiental e medidas físicas.

O mês de agosto, devido ao clima mais seco e frio, é marcado pelo aumento dos acidentes com escorpiões. O período favorece o ciclo reprodutivo da espécie e a aproximação desses animais de áreas urbanas em busca de abrigo.

Segundo um estudo divulgado este ano na revista Frontiers in Public Health, o número de acidentes com escorpiões no Brasil cresceu mais de 150% na última década. De acordo com os dados, no ano passado o Brasil registrou mais de 180 casos relacionados ao animal peçonhento e 133 mortes foram confirmadas.

O estado de Minas Gerais se destaca negativamente, de acordo com o último boletim epidemiológico divulgado ano passado, obtendo em 2023 um total de 38.946 notificações, o que corresponde a 19,21% do total nacional. O estado também apresentou o maior coeficiente de incidência do país: 182,13 acidentes por 100 mil habitantes. A gravidade do cenário se reflete nos óbitos: das 131 mortes registradas, 67 ocorreram no estado, o que representa 51,14% do total nacional.

A coordenadora médica da Afya Contagem, Dra Cinthya Miura, informa que os sinais e sintomas após uma picada de escorpião podem variar bastante, dependendo principalmente da espécie do escorpião envolvido, da quantidade de veneno inoculado e da sensibilidade individual da pessoa. “Nos casos mais leves, os sintomas são locais, como dor intensa, inchaço, vermelhidão e formigamento na área da picada. Já nas formas graves, o veneno pode causar sintomas sistêmicos, como náuseas, vômitos, sudorese, salivação excessiva, agitação ou sonolência, além de possíveis alterações cardíacas e convulsões.”

Embora os acidentes afetem homens e mulheres em proporções semelhantes (50,13% em mulheres e 49,85% em homens), as crianças de até 9 anos são as mais vulneráveis a desfechos graves. Essa faixa etária concentrou 33,59% dos óbitos, e o risco de morte é 5,89 vezes maior em comparação com adultos entre 40 e 49 anos.

“Crianças, idosos e pessoas com alergias graves ou doenças crônicas fazem parte dos grupos de maior risco e podem apresentar reações mais graves à picada de escorpião. Em caso de acidente é importante, se possível e com segurança, capturar o escorpião para levá-lo ao atendimento médico, pois isso ajuda na identificação da espécie e contribui para a avaliação adequada dos sinais e sintomas apresentados pelo paciente”, reforça a médica.

Estratégias de prevenção

A especialista da Afya Contagem destaca que, em termos de prevenção, o uso de repelentes ou venenos não é a medida mais eficaz, já que esses produtos têm eficácia limitada contra escorpiões. As estratégias mais recomendadas envolvem o controle ambiental e a adoção de barreiras físicas, uma vez que esses animais peçonhentos costumam se esconder em locais com acúmulo de entulho, lixo doméstico, mato alto e áreas mal conservadas. “É fundamental manter quintais limpos, jardins bem cuidados e evitar o acúmulo de materiais que possam servir de abrigo. Também é importante instalar telas de proteção em portas, janelas e ralos, especialmente em regiões com maior incidência desses animais.”

Dentro de casa, a médica orienta que calçados, roupas e toalhas sejam sempre inspecionados antes do uso, especialmente se estiverem guardados por longos períodos. Além disso, o lixo doméstico deve ser armazenado corretamente e descartado com regularidade para evitar atrair insetos que servem de alimento para os escorpiões.

O poder oculto das plataformas de conteúdo no setor financeiro

por Marcos Pinotti, diretor de engajamento da Kron Digital

O setor de Bancos, Serviços Financeiros e Seguros (BFSI) lida diariamente com dados de clientes, contratos regulatórios e transações em tempo real. A falta de um sistema unificado de gestão de conteúdo (ECM), além de aumentar o risco de não conformidade, também sobrecarrega equipes de TI com processos manuais e vulnerabilidades de segurança. Neste cenário, ferramentas como automação e Inteligência Artificial (IA) surgem como aliadas críticas para transformar a complexidade do setor em eficiência operacional.

Em um cenário altamente digital, as empresas buscam desenvolver novas ferramentas para atender às demandas de seus clientes e defender ideias para liderar a revolução tecnológica. Essa mudança radical cresce na medida em que a IA deixa de ser apenas um termo da moda e se torna essencial para os negócios. Uma pesquisa da Gartner já havia revelado que quase 60% dos CIOs do setor bancário implementaram ferramentas baseadas em IA ou planejam fazê-lo nos próximos 12 meses.

Personalização centrada no cliente

A ascensão dos serviços bancários Mobile First está remodelando o cenário financeiro, à medida em que os consumidores esperam melhores serviços digitais integrados, seguros e acessíveis. Em todo o setor, os bancos estão investindo em plataformas móveis para atender às necessidades de uma sociedade que quer gerenciar suas finanças em qualquer lugar.

Esse foco renovado em um design centrado no usuário, impulsionado tanto pelo engajamento emocional quanto pela excelência tecnológica, posiciona os bancos para prosperar ao lado de fintechs, proporcionando experiências que conversam com as necessidades e aspirações reais de uma base de clientes diversificada e global.

Enquanto os serviços bancários digitais evoluem, as instituições financeiras estão dando maior ênfase à automação e à segurança cibernéticas para aumentar a eficiência e proteger os clientes. Análises baseadas em IA estão permitindo que os bancos ofereçam soluções hiperpersonalizadas, ajudando os usuários a tomarem decisões mais assertivas.

Ao mesmo tempo, estruturas avançadas de proteção, incluindo detecção de fraudes em tempo real e gerenciamento de riscos com tecnologia de IA, estão se tornando essenciais para transações digitais mais seguras.

Transformando dados em experiências

A gestão de conteúdo financeiro disponibiliza informações completas para clientes, investidores, reguladores ou equipes internas. Em termos rigorosos, isso pode significar uma série de documentos, como demonstrações financeiras, histórico de transações, dados do cliente, documentos KYC e outras conformidades.

Para habilitar essa jornada, os bancos precisam ir além de tecnologias pontuais e adotar plataformas robustas de conteúdo, como:

– CSM (Content Services Management) – entrega conteúdo dinâmico, relevante e personalizado em todos os canais digitais. Além disso, automatiza processos e garante governança da informação;

– DAM (Digital Asset Management) – organiza e distribui ativos digitais com controle de uso, garantindo consistência em campanhas e experiências.

Essas plataformas são o elo entre o dado bruto e a experiência personalizada. São elas que viabilizam uma comunicação mais humana, relevante e contextualizada. Investir em CSM e DAM é o que permite que os bancos usem seu poder de influência de forma inteligente e escalável. Mais do que oferecer um app funcional, é sobre construir relacionamentos digitais autênticos.

Além disso, essas ferramentas também podem auxiliar na precisão, relevância e conformidade do conteúdo, uma vez que criam níveis de confiança e transparência nos clientes e investidores. Isso permite fluxos de trabalho simplificados que reduzem custos operacionais e ineficiências, auxiliando na tomada de decisões e permitindo acesso fácil a dados financeiros críticos.

Investindo em inovação e IA para o futuro

A tecnologia continua a remodelar todos os setores, e as instituições financeiras estão acelerando seus investimentos em transformação digital. Bancos em todo o mundo priorizam agilidade, inovação e resiliência para atender às crescentes expectativas dos clientes. Ferramentas com o auxílio de IA permitirão recomendações monetárias automatizadas, assistentes bancários conversacionais e opções de autoatendimento para os usuários.

Apesar do seu vasto potencial, existem vários fatores que contribuem para a expansão da adoção de finanças incorporadas. Tecnologicamente, são necessárias interfaces de programação de aplicativos (APIs) robustas e seguras para facilitar a integração perfeita de serviços em plataformas não financeiras. Ao mesmo tempo, os provedores precisam navegar por cenários regulatórios complexos para garantir sua conformidade e as leis de privacidade de dados.

Também existem barreiras relacionadas ao usuário, principalmente em relação à construção de confiança e à educação dos consumidores sobre os benefícios das finanças integradas. Para superar esses desafios, as empresas devem investir em tecnologias seguras e fáceis de usar, além de implementar estratégias eficazes de educação do consumidor.

Por meio de novas tecnologias e plataformas baseadas em dados, as instituições de serviços financeiros podem evoluir sua forma de trabalhar para atender às demandas de seus clientes por uma experiência mais rápida, segura e completa. Dados e tecnologia avançada são a chave para alcançar um melhor desempenho e, em última análise, gerar novas oportunidades para todos, empresas e consumidores.

Prepare a cesta e estique a toalha para o “Picnic na Praça” em Caeté

Diversão para toda a família com programação musical, teatral e circense

 

Estender uma toalha no chão para se sentar, dividir a comida e uma programação cultural vasta e voltada para toda a família é a proposta do inédito Picnic na Praça, que vai acontecer em Caeté, no dia 17 de agosto. O projeto vai ganhar forma na praça do Ginásio Poliesportivo, das 11 às 16h, e será totalmente gratuito e acessível com intérprete de libras. Mais informações no Instagram @culturanaspracas.

 

Na cidade em que o nome remete às “matas densas”, em tupi, o evento desembarca a fim de valorizar o espaço público destinado ao encontro, lazer e às manifestações culturais: a praça. “Mais do que um evento, o Picnic na Praça é uma experiência pensada para famílias se reunirem. Ele nasce com a proposta de circular por diferentes cidades, levando uma programação cultural gratuita, com foco na infância e nos encontros ao ar livre. É cultura com afeto, feita para todas as idades”, afirma Márcia Cardoso, coordenadora técnica do projeto.

 

Márcia ainda destaca que o Picnic foi planejado como uma pausa em meio à velocidade do dia a dia e trata-se de um convite para toda a família ocupar e deixar-se pertencer ao município mineiro. “Queremos converter as praças das cidades em espaços de encontro, alegria e memórias”, acrescentou.

 

Quem vai conduzir a energia do picnic é Rúbia Mesquita, transformando a praça em um programa de auditório para despertar a imaginação das crianças e a nostalgia em quem já cresceu. O cronograma é musical, teatral e circense. Ele conta com o teatro de bonecos do Giramundo, espetáculo e oficinas com a Cia Gêmea e canções inspiradas na cultura popular do Vale do Jequitinhonha, com o violeiro e cantor Rubinho do Vale. O projeto também aposta no protagonismo local, apresentando o melhor do sertanejo pelo artista Gabriel Monteiro.

 

O “Projeto Meu Vizinho | Edição Picnic na Praça” é um projeto Árvore, com patrocínio da Cemig, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, e com o apoio da Prefeitura Municipal de Caeté.

 

Estrutura – O evento terá fraldário e um espaço gentileza para pessoas com deficiência. Cenografia, ambientação e experiências que valorizem o encontro e que promovam acessibilidade com conforto e segurança para todos.

 

 

 

Cemig: a energia da cultura

 

Como a maior incentivadora da cultura em Minas Gerais, a Cemig segue investindo e apoiando as diferentes produções artísticas existentes nas várias regiões do estado. Afinal, fortalecer e impulsionar o setor cultural mineiro é um compromisso da Companhia, refletindo seu propósito de transformar vidas com energia.

 

Ao abraçar a cultura em toda a sua diversidade, a Cemig potencializa, ao mesmo tempo que preserva, a memória e a identidade do povo mineiro. Assim, os projetos incentivados pela empresa trazem na essência a importância da tradição e do resgate da história, sem, contudo, deixar de lado a presença da inovação. Apoiar iniciativas como essa reforça a atuação da Cemig em ampliar, no estado, o acesso às práticas culturais e em buscar uma maior democratização dos seus incentivos.

 

Serviço

 

Picnic na Praça – Caeté

Dia 17 de agosto, domingo, das 11h às 16h

Local: Praça do Ginásio Poliesportivo / Av. Carlos Cruz – José Brandão, Caeté

Entrada gratuita

MTG: tendência musical ou ameaça aos direitos autorais?

Montagens musicais conhecidas como MTGs viralizam nas redes e acendem o alerta sobre violações de direitos autorais e registros indevidos de obras famosas

A sigla MTG tem se espalhado pelas plataformas de música digital e pelas redes sociais, especialmente no universo do funk e do trap. A abreviação de “montagem” ganhou força principalmente em Minas Gerais (MG), onde produtores e artistas utilizam trechos de músicas famosas, muitas vezes hits nacionais e internacionais, em faixas curtas, com batidas aceleradas e edições rápidas, geralmente destinadas ao TikTok, Instagram e outras plataformas.

Em muitos casos, essas criações são feitas sem autorização dos autores ou titulares dos direitos das músicas originais, gerando uma enorme preocupação no setor musical e levantando debates sobre a proteção dos direitos autorais no ambiente digital.

“O MTG está dando problema porque misturam criações e, muitas vezes, usam trechos famosos sem autorização dos criadores. É um cenário que tem crescido especialmente em Minas Gerais, onde essas montagens com partes de músicas conhecidas estão sendo registradas como se fossem obras novas”, alerta Adonis Marcelo, diretor-geral da Sociedade Brasileira de Administração e Proteção dos Direitos Intelectuais (SOCINPRO).

Essas montagens viraram febre entre os jovens, com faixas curtas que viralizam rapidamente e atingem milhões de reproduções. O problema se agrava quando essas músicas passam a ser registradas como obras inéditas, ignorando os créditos e os direitos dos autores das obras originais utilizadas. Em alguns casos, até artistas internacionais, como Billie Eilish, já foram inseridos nessas montagens sem autorização e remuneração.

Além de configurar violação de direitos autorais, o uso indevido desses trechos pode prejudicar tanto os autores quanto os intérpretes, que deixam de receber os devidos valores por execução pública, streamings e sincronizações.

A SOCINPRO, entidade que representa artistas e criadores, reforça a importância da valorização do trabalho criativo e alerta: ainda que exista espaço para remixagens e criações coletivas no universo digital, é essencial que elas respeitem a legislação vigente. “A internet não é terra sem lei. Criar em cima de uma obra exige autorização. Usar trecho famoso sem consentimento não é criatividade, é infração”, conclui Adonis.

A tendência dos MTGs escancara um dilema contemporâneo: como estimular a inovação e a produção cultural nas redes sem atropelar os direitos de quem cria? Para a SOCINPRO, o caminho passa por educação autoral, fiscalização e valorização do trabalho artístico em todas as suas formas.

A Sociedade Brasileira de Administração e Proteção dos Direitos Intelectuais (SOCINPRO) representa milhares de criadores brasileiros, protegendo seus direitos autorais e promovendo o desenvolvimento sustentável das indústrias criativas no Brasil. A Sociedade Brasileira de Administração e Proteção dos Direitos Intelectuais (SOCINPRO) representa milhares de criadores brasileiros, protegendo seus direitos autorais e promovendo o desenvolvimento sustentável das indústrias criativas no Brasil.

Brinquedos adultos podem afetar visão infantil, alerta estudo

Fenômenos como bebês reborn e o boneco Labubu, que viraram tendência entre adultos nas redes sociais, são analisados por especialista em saúde emocional

Brinquedos voltaram ao centro das atenções, mas desta vez, nas mãos dos adultos. Bonecos hiper-realistas como os bebês reborn, que imitam recém-nascidos com impressionante fidelidade, e figuras colecionáveis de aparência inusitada, como o Labubu, criadas por artistas de Hong Kong e valorizadas no mercado de luxo, se tornaram itens de desejo entre influenciadores, celebridades e jovens consumidores. A princípio inofensiva ou mesmo terapêutica, essa tendência tem despertado preocupações entre especialistas, especialmente sobre o que representa para o universo infantil.

Para a educadora, psicóloga e gestora da Escola Internacional de Alphaville, de Barueri/SP, Ana Claudia Favano, o fenômeno lança luz sobre questões profundas ligadas à formação emocional de crianças e adolescentes e ao papel que adultos e influenciadores exercem na construção simbólica do brincar. “Não se trata de demonizar o ato de brincar na vida adulta, que pode, sim, ter função terapêutica ou nostálgica”, explica Ana Claudia. “Mas quando esses objetos passam a ocupar o lugar de vínculos afetivos reais, há risco de confusão emocional, especialmente para as crianças que observam esse comportamento.”

O alerta é direcionado principalmente ao contexto digital, onde esses brinquedos circulam como símbolo de status, estilo de vida e até pertencimento. Vídeos com adultos embalando reborns como filhos e exibindo coleções de bonecos de pelúcia como ícones de “estética alternativa” acumulam milhões de visualizações e são consumidos por um público que inclui pré-adolescentes e adolescentes em processo de formação identitária.

“Esses símbolos se tornam uma espécie de avatar emocional. Eles não são apenas brinquedos, mas representações de como alguém quer ser visto”, avalia a educadora e psicóloga. “É essencial desenvolver nos alunos a capacidade crítica de entender o que estão expressando ou absorvendo ao seguir essas tendências.”

Impactos – O brincar é uma das linguagens fundamentais da infância. Mais do que entretenimento, é uma via de expressão emocional, desenvolvimento cognitivo e socialização. Para a educadora da EIA, o risco não está no brinquedo em si, mas na forma como ele é ressignificado fora de sua função original — e depois reintroduzido no universo infantil como referência aspiracional.

“A criança aprende por imitação. Se o brincar adulto passa a ser performance para a câmera, colecionismo vazio ou fuga da realidade, a criança internaliza esses valores como legítimos”, aponta Ana Claudia. “Isso pode levar a uma percepção distorcida de afeto, cuidado e até do próprio papel da infância.”

O primeiro passo para lidar com a questão, segundo a especialista, é o diálogo. Ao invés de proibir ou ridicularizar o interesse por esse tipo de tendência, é mais eficaz conversar com os filhos sobre o que aqueles brinquedos representam, como surgiram e por que se tornaram populares. Perguntar, escutar e compartilhar pontos de vista pode abrir portas para uma relação mais segura com o consumo simbólico.

“É também papel da escola ajudar pais e alunos a entenderem que afeto, pertencimento e identidade não se constroem por objetos, mas por relações”, resume a gestora da Escola Internacional de Alphaville.

A especialista: Ana Claudia Favano é gestora da Escola Internacional de Alphaville. É psicóloga; pedagoga; educadora parental pela Positive Discipline Association/PDA, dos Estados Unidos; e certificada em Strength Coach pela Gallup. Especialista em Psicologia da Moralidade, Psicologia Positiva, Ciência do Bem-Estar e Autorrealização, Educação Emocional Positiva e Convivência Ética. Dedicada à leitura e interessada por questões morais, éticas, políticas, e mobiliza grande parte de sua energia para contribuir com a formação de gerações comprometidas e responsáveis.

Mulher é condenada a 10 anos por homicídio em Belo Horizonte

Acusada escondeu o corpo com concreto, debaixo da cama do casal

Foi condenada a mulher acusada de enforcar, matar o companheiro e ocultar o corpo dele, dentro do quarto do casal, concretado debaixo da cama. O Conselho de Sentença da Comarca de Belo Horizonte considerou que a ré cometeu o crime de homicídio qualificado e também de ocultação de cadáver.

De acordo com a denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Na madrugada do dia 30/10 de 2022, no interior da residência da família, situada na Rua Zumbi dos Palmares, Ocupação Rosa Leão, Bairro Granja Werneck, em Belo Horizonte, a mulher esganou e estrangulou o seu então companheiro, Marcos Antônio Soares, causando a morte dele por asfixia.

Ainda segundo a denúncia, o crime foi praticado mediante recurso que dificultou a defesa do ofendido, que se encontrava no interior do quarto do casal, durante a noite, sem possibilidade de reação. O motivo do crime foi torpe, segundo o MPMG, pois a denunciada agiu por um sentimento de posse em relação ao seu então companheiro, e o matou por supor que ele estava tendo relacionamentos amorosos com outras mulheres.

Ocultação de cadáver

A ré também foi acusada pelo crime de ocultação de cadáver, porque, após cometer o crime de homicídio, ocultou o cadáver debaixo da cama do casal e, em seguida, o cobriu com massa de cimento e argamassa.

Após esconder o corpo cimentado sob a cama, a denunciada passou a dissimular junto aos familiares que o ofendido Marcos havia desaparecido, inclusive fazendo com que sua filha registrasse uma ocorrência policial noticiando o suposto desaparecimento.

O corpo do homem foi encontrado 8 dias após a morte dele, quando o pai da ré, que ficou cuidando dos netos, esteve na casa do casal para pegar alguns pertences dos jovens.

Após ouvir as teses da acusação e da defesa, o Conselho de Sentença considerou que a ré cometeu o crime de homicídio qualificado e também de ocultação de cadáver, porém reconheceu a tese da defesa de homicídio privilegiado, previsto no artigo 121, § 1º, do Código Penal, em função de o crime ter sido “cometido sob o domínio de violenta emoção, logo após injusta provocação da vítima (…)”.

Diante da decisão do Conselho de Sentença, o juiz Luiz Felipe Sampaio Aranha estipulou a pena pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver, inicialmente calculada acima de 14 anos, em 10 anos e seis meses de prisão.

A mulher estava em liberdade até o julgamento, mas diante da condenação, o juiz expediu o mandado de prisão e ela deixou o Fórum Lafayette presa, sem direito a recorrer em liberdade.

Itabirito recebe a 23ª edição do festival Tudo é Jazz

Evento será nos dias 15 e 16 de agosto, apresentado pelo Ministério da Cultura, Gerdau, Secretaria de Cultura MG e patrocínio da Vivo 

A cidade de Itabirito/MG recebe, nos dias 15 e 16 de agosto, sexta e sábado, a 23ª edição do Festival Tudo é Jazz que, em 2025 homenageia duas grandes divas da música: a americana Ella Fitzgerald e a brasileira Dolores Duran. A curadoria é do pianista, compositor e arranjador Gustavo Figueiredo e a direção geral do produtor cultural, Rud Carvalho, da New View Entretenimento e Comunicação. Os shows acontecem na Praça da Estação.

“É uma grande honra homenagear essas duas mulheres fortes e marcantes para a história do jazz e é um privilégio estar à frente desse projeto e proporcionar ao nosso público uma programação 100% gratuita e democrática”, explica Rud Carvalho. Na cidade, os shows serão com os artistas Xênia, George Paiva, Happy Feet Big Band, além de músicos selecionados pelo edital de novos artistas do Festival: Silvia Neiva e Camila Leonel.

O Festival Tudo é Jazz é um evento artístico-cultural de música que, até a pandemia, acontecia anualmente, na cidade de Ouro Preto, Minas Gerais. Desde 2022, quando completou 20 anos, expandiu sua programação para Belo Horizonte e outros municípios do interior mineiro. Promove o intercâmbio entre os mais variados estilos de jazz do Brasil e do mundo, tendo trazido já mais de 1.700 músicos que se apresentaram em teatros, praças públicas, cortejos, workshops e pocket shows. Reúne a tradição e a inovação, conectando artistas de gerações e nacionalidades distintas, levando ao público o que há de mais relevante na música produzida atualmente, não apenas no Brasil, mas também em outras partes do mundo. 

O Festival é considerado um dos 10 melhores eventos de jazz do mundo pela renomada revista Down Beat e viabilizada pelo Ministério da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. É apresentada pela Gerdau, patrocinada pela Vivo, com apoio da Prefeitura de Itabirito. Uma realização da New View Entretenimento e Comunicação e da ALCE – Associação Livre de Cultura e Esporte, com curadoria do pianista, compositor e arranjador Gustavo Figueiredo, e direção geral do produtor cultural Rud Carvalho.

Para a Gerdau o apoio ao Festival Tudo é Jazz reflete o compromisso da empresa com o fomento às artes, à cultura e ao desenvolvimento integral das pessoas e das comunidades. “Apoiamos o festival há mais de 20 anos porque acreditamos no poder da arte para criar conexões e fomentar a criatividade. Ao incentivar atividades culturais como essa, buscamos não apenas apoiar artistas e iniciativas locais, mas também contribuir para o desenvolvimento das comunidades onde atuamos, comprometidos com o desenvolvimento sustentável em todas as suas dimensões socioculturais e ambientais”, afirma Pedro Torres, Diretor Global de Comunicação e Relações Institucionais.

Já para a Vivo, “o Festival é uma vitrine da riqueza cultural de Minas Gerais, que promove a diversidade artística e o acesso gratuito à música, e que são premissas da Vivo no fomento da Cultura”, afirma Sabrina Romero, gerente sênior de marketing da Vivo.

Depois de Itabirito, o Tudo É Jazz será realizado também nos dias 23 e 24 de agosto em Congonhas; 13 e 14 de setembro em Ouro Branco; e de 19 a 20 de setembro em Grão Mogol.

Exposição _______________________

Parte importante da programação, o Festival apresenta, ainda, a exposição “Ella & Dolores”, um encontro imaginário entre duas gigantes da música de dores e amores e encantamento: Dolores Duran e Ella Fitzgerald. Fica em cartaz durante o Festival, também na Praça da Estação, com entrada gratuita. Com direção criativa de Ronaldo Fraga, o fotógrafo Rodrigo Januário assina o ensaio que imagina encontros possíveis entre as divas nos bastidores da vida: mesas de botequim, salões de beleza, igrejas e quartos de solidão sonora. 

A cenografia é assinada pelos arquitetos Clarissa Neves e Paulo Waisberg.  “Meu coração sempre pulsou mais forte fazendo a direção gráfica e criativa do Tudo é Jazz, mas, nesta edição, além do coração, minha alma está cantando com Ella e Dolores! O desafio vai ser transportar o público para ambientes do tempo delas através de suas vozes e composições”, explica.

Serviço _____________________________
FESTIVAL TUDO É JAZZ 2025
Mais informações no site: www.tudoejazz.com 

Instagram: @tudoejazz

ITABIRITO:
dias 15 e 16 de agosto
Local: Praça da Estação
Programação:
15/08: 20h: Silvia Neiva (edital de novos artistas) / 21h30: Xênia

16/08: 19h: Camila Leonel (edital de novos artistas) / 20h30: George Paiva / 22h: Happy Feet Big Band

 

Outras cidades __________________
Congonhas: 23 e 24 de agosto
Ouro Branco: 13 e 14 de setembro
Grão Mogol: 19 a 20 de setembro

 

Agosto Vermelho: Cemig dá 5 dicas para evitar acidentes

O mês de agosto foi escolhido para representar os cuidados com a rede elétrica no Brasil. Apesar de ser um serviço tão essencial para a sociedade moderna, a eletricidade também representa riscos. Por isso, é fundamental o uso seguro e consciente, para que não ocorram acidentes que podem causar sequelas e até a morte.

Pensando nisso, a Cemig lista cinco dicas para que a população possa desfrutar da energia elétrica sem colocar a vida em risco.

1 – Fique longe de fios partidos

As pessoas nunca devem se aproximar de fios no chão ou tentar retirar restos de árvores sobre veículos ou até mesmo do solo, caso estejam obstruindo a passagem de uma via ou da garagem. Nesses casos, é essencial ter paciência e aguardar a chegada do Corpo de Bombeiros e da Cemig.

2 – Não utilize adaptadores, Ts ou benjamins

Apesar de parecerem objetos simples e muito úteis, os adaptadores, Ts e benjamins representam grande risco para as instalações elétricas, especialmente em aparelhos de grande potência. Esse tipo de equipamento pode aquecer e provocar incêndios.

Essa alternativa é perigosa, já que pode provocar sobrecarga de energia e curtos-circuitos em redes não preparadas para suportar a carga elétrica demandada, causando incêndios e até acidentes fatais, afirma o engenheiro de Segurança do Trabalho da Cemig, Alexandre Pinto da Silva.

“Caso haja a necessidade de conectar vários aparelhos simultaneamente, o recomendado é utilizar um filtro de linha devidamente dimensionado para a carga total. Em caso de sobrecarga, o fusível do equipamento pode atuar, interrompendo a alimentação elétrica e protegendo os aparelhos conectados”, explica.

3 – Não retire o terceiro pino dos aparelhos elétricos

Muitas vezes, o terceiro pino das tomadas é considerado um detalhe insignificante por grande parte da população. Porém, esse mecanismo tem uma função muito importante e visa evitar acidentes elétricos, como explica o engenheiro da Cemig.

“O terceiro pino das tomadas serve para conectar a carcaça dos aparelhos ao sistema de aterramento da instalação, evitando-se choque elétrico em caso de defeito. Ele não deve ser removido e é importante que a instalação da casa tenha o sistema de aterramento”, orienta.

4 – Aparelho que salva vidas

O Dispositivo Diferencial Residual (DR) é recomendado para todas as residências. Esse equipamento protege adultos e crianças de correntes elétricas de maior intensidade, evitando acidentes graves dentro de casa.

O aparelho atua em caso de fuga de corrente elétrica em circuitos defeituosos. O sistema é desligado imediatamente e evita que o usuário sofra choque elétrico ou que ocorram danos às instalações elétricas, graças à rápida atuação do equipamento.

5 – Dispositivos móveis

O uso de celulares e outros dispositivos móveis enquanto estiverem conectados à tomada deve ser evitado. Essa prática pode causar superaquecimento das baterias e dos componentes internos, podendo resultar em explosões ou em danos irreversíveis ao dispositivo.

O carregamento deve ser feito com o aparelho sobre uma superfície lisa e bem ventilada, sem a capinha de proteção, para melhorar o arrefecimento.