Inhotim promove programação aberta na Galeria Claudia Andujar

Nos dias 16 e 17 de agosto, o Instituto Inhotim promove programação pública e gratuita na Galeria Claudia Andujar | Maxita Yano, inaugurada em abril deste ano. A programação reúne lideranças e artistas indígenas de diferentes povos e territórios, propondo encontros que combinam música, performance, oficinas e rodas de conversa. Participam o povo Xukuru Kariri (Aldeia Arapowã Kakyá), a artista Uakyrê Braz Pataxó, a cacica Katorã Kamakã (Território Indígena Kamakã Mongoió), a liderança Cleonice Pankararu (Aldeia Cinta Vermelha Jundiba) e o multiartista Nelson D. Não é necessário inscrição prévia.

As atividades fazem parte do Programa Público da galeria, que tem como foco o diálogo entre  povos de Minas Gerais e as aldeias de Brumadinho. O programa busca aprofundar e ampliar as questões do território de Brumadinho, a partir dos ecos indígenas do passado que permanecem na região e das questões recentes que afetam as comunidades locais.

A programação integra o trabalho da artista Renata Tupinambá – jornalista, produtora e artista visual reconhecida pela atuação na difusão das culturas indígenas – e será registrada para dar origem a uma peça de “imagens sonoras”. Essa obra sonora convidará o visitante a explorar histórias e sons de elementos presentes, mas nem sempre visíveis, no território do Inhotim, por meio de um passeio na área externa à exposição.

“Serão atividades que buscam pensar Minas Gerais como território indígena e o Inhotim também como território indígena, trazendo as questões, os conflitos, os impasses, mas também as invenções, as manifestações artísticas e culturais. A gravação das atividades tem como fim uma espécie de áudio-guia, com uma narrativa em que o visitante vai poder acompanhar a mostra, mas também algo que transborda a exposição. A programação pública é um grande acontecimento em si, mas também alimenta o trabalho de uma artista que vai ficar para depois, para esse acesso a posteriori dos visitantes”, explica a curadora de Programas Públicos, Marilia Loureiro.

 

PROGRAMAÇÃO

 

Sábado | 16 de agosto

10h30 – Toré Xukuru Kariri + conversa aberta

O povo Xukuru Kariri, da aldeia Arapowã Kakyá, da região de Brumadinho, apresenta um Toré, manifestação cultural e espiritual de diversas culturas indígenas. Após a apresentação, haverá uma conversa aberta com os Xukuru Kariri sobre questões relacionadas à terra e ao território.

 

14h – Oficina artística com Uakyrê Braz Pataxó

A artista Uakyrê Braz Pataxó (Aldeia Cinta Vermelha Jundiba) desenvolve uma oficina artística para crianças e adultos para pensar as conexões entre arte e território e as interfaces entre o Vale do Jequitinhonha, seu território de origem, e a região de Brumadinho por meio de diferentes linguagens artísticas.

 

Domingo | 17 de agosto

11h – Roda de conversa: lideranças indígenas femininas e sua atuação no território

As lideranças indígenas Katorã Kamakã (Território Indígena Kamakã Mongoió) e Cleonice Pankararu (Aldeia Cinta Vermelha Jundiba) conversam sobre os desafios de seus territórios e o papel delas como lideranças em suas aldeias.

 

15h30 – Show de Nelson D

O multiartista Nelson D fecha a programação com show que apresenta o Futurismo Indígena.

 

SOBRE A GALERIA CLAUDIA ANDUJAR | MAXITA YANO

 

Uma das principais fotógrafas de sua geração, Claudia Andujar tornou-se uma voz central na defesa dos direitos Yanomami. Em reconhecimento à sua relevância para a arte brasileira, o Instituto Inhotim inaugurou, em 2015, a Galeria Claudia Andujar, dedicada exclusivamente à sua obra.

Em abril deste ano, o espaço ganhou uma nova exposição e passou a se chamar Galeria Claudia Andujar | Maxita Yano – “casa de terra” na língua Yanomami. A mostra, que marca os dez anos da galeria, reúne trabalhos de 22 artistas indígenas da América do Sul e propõe repensar o espaço expositivo, ampliando diálogos e reflexões sobre as existências indígenas.

Entre os participantes estão Denilson Baniwa (AM), Paulo Desana (AM), Edgar Kanaykõ Xakriabá (MG), UÝRA (AM), Tayná Uráz (RJ), Graciela Guarani (MS), Alexandre Pankararu (PE), Renata Tupinambá (RJ), Tiniá Pankararu Guarani (PE) e Hutukara Associação Yanomami (RR), além de nomes internacionais como Elvira Espejo Ayca (Bolívia), Julieth Morales (Colômbia), Olinda Silvano (Peru), David Díaz González (Peru) e Lanto’oy’ Unruh (Paraguai).

Em cartaz por tempo indeterminado, a exposição convida o público a revisitar a trajetória de Claudia Andujar e a explorar, em núcleos temáticos, temas como espiritualidade, cotidiano, rituais, retratos, memória e resistência, mostrando como arte e território se entrelaçam na preservação de identidades e cosmologias indígenas.

A Galeria Claudia Andujar I Maxita Yano tem a Vale como Mantenedora Master por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e a Parceria Institucional da Embaixada e do Consulado da Colômbia e do Peru.

 

INHOTIM – INFORMAÇÕES GERAIS

HORÁRIOS DE VISITAÇÃO

De quarta a sexta-feira, das 9h30 às 16h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30.

Nos meses de janeiro e julho, o Inhotim funciona também às terças.

ENTRADA

Inteira: R$ 60,00 | Meia-entrada*: R$ 30,00.

*Veja as regras de meia-entrada no site: www.inhotim.org.br/visite/ingressos/

ENTRADA GRATUITA

Inhotim Gratuito: acesse o guia especial sobre a gratuidade no Inhotim.

Moradores e moradoras de Brumadinho cadastrados no programa Nosso Inhotim; Amigos do Inhotim; crianças de 0 a 5 anos; patronos, patrocinadores e instituições parceiras do Inhotim não pagam entrada;

Quarta Gratuita Inhotim: todas as quartas-feiras são gratuitas;

Domingo Gratuito: o último domingo do mês é gratuito;

LOCALIZAÇÃO

O Inhotim está localizado no município de Brumadinho, a 60 km de Belo Horizonte (aproximadamente 1h15 de viagem). Acesso pelo km 500 da BR-381 – sentido BH/SP. Também é possível chegar ao Inhotim pela BR-040 (aproximadamente 1h30 de viagem). Acesso pela BR-040 – sentido BH/Rio, na entrada para o Retiro do Chalé.

https://www.inhotim.org.br/

O Inhotim tem a Vale como Mantenedora Master; o Nubank e a Cemig como Parceiros Estratégicos; Shell e Itaú como Patrocinadores Master e conta com o Patrocínio Ouro da Vivo, Santander, Supernosso, CBMM, Grupo Ultra e Petronas. Os patrocínios são viabilizados por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Rubah lança “Amour” com afropunk e banda punk japonesa

O cantor e compositor mineiro Rubah está de volta com um single que transpira intensidade e quebra fronteiras. “Amour”, que chega às plataformas digitais no dia 22 de agosto, é uma colaboração inédita com a banda feminina de punk japonês SecondLady, de Osaka, e traz um caldeirão sonoro que mistura rock setentista, psicodelia afropunk, blues e punk moderno.

Cantada em português e japonês, a faixa abre espaço para versos recitados em crioulo haitiano, criando uma ponte cultural rara no rock contemporâneo. O resultado é um diálogo elétrico entre liberdade e paixão, com seus encantos e tragédias, que se aplica a todas as formas de amor.

O duelo vocal entre Rubah e Alyse Sugara (SecondLady) é o coração pulsante da música: ele, com sua entrega crua e melódica; ela, com a urgência do punk japonês, trocando versos que soam como faíscas no escuro. O peso das guitarras fuzz e a estética analógica elevam a faixa a um patamar de rock artesanal, produzido e lapidado por Jorge Guerrero (Pitty, Sepultura, Dead Fish, Matanza), referência na cena nacional.

“Flerte com a tragédia, coração selvagem, do excesso sai a fera, em alta voltagem. Vida a fora, noite a dentro, certo nem errado. Vida a fora, noite a dentro, sabor de liberdade”, soam os versos de Rubah como manifesto e confissão ao mesmo tempo.

O lançamento vem acompanhado de um videoclipe com imagens captadas no Japão e no Brasil, costurando luzes de Osaka com a estética urbana brasileira. O registro visual mantém a atmosfera intensa da faixa, com performances viscerais e enquadramentos que valorizam o contraste entre as duas culturas.

Com uma trajetória marcada pela independência e pela ousadia, Rubah já provou sua capacidade de furar o bloqueio geográfico do rock mineiro. Seu álbum de estreia, “Origem” (2023), foi lançado simultaneamente no Brasil, Cuba, Argentina, México e Itália, e consolidou seu nome como um artista que se recusa a jogar pelo seguro. Seus 18 videoclipes já rodaram o mundo, conquistando admiradores dentro e fora do país.

“Amour” é mais do que um single — é um encontro improvável, gravado com a urgência e o cuidado que só o rock independente de verdade entrega.

Ficha Técnica de “Amour”:

Composição, letra, voz e guitarra e produção musical: Rubah

Feat. vocal: Alyse Sugahara – SecondLady

Masterização: Jorge Guerrero (Pitty, Sepultura, Dead Fish, Matanza).

Guitarra solo: Rone Gomes

Baixo: Hiago Fernandes

Bateria: Cazão Drums

Gravação: Fabiano Oliveira – Estudio Fulltime – Juiz de Fora/ MG

Sobre Rubah

Com mais de duas décadas de carreira, o guitarrista, baixista, cantor e compositor, o mineiro Edgard Leite de Oliveira, Rubah, vem se consolidando é um nome de destaque do Rock Brasileiro e latino-americano, com forte produção musical, vídeos com qualidade de cinema e letras únicas tem obtido um número grande fãs e engajamento nas redes sociais.

Discografia de Rubah

  • Disco “Cidadão Perfeito” (2001) com a banda MISERICORE
  • Disco “Misericore” (2004) com a banda MISERICORE
  • Primeiro EP “Encruzilhada” (2020) em carreira solo, gravado no Estúdio Delírio Graba, em Buenos Aires, assinado pelo renomado produtor argentino Ivan Caplan.
  • Segundo EP, “Libertad” (2021), foi lançado simultaneamente no Brasil, Cuba, Argentina, México e Itália
  • Disco “Origem” (2023), remete a um minucioso trabalho de composição e arranjos, sob a produção de Rubah, mixagem e masterização de Jorge Guerreiro (Elza Soares, Sepultura, Pitty, Cachorro Grande, Matanza, Dead Fish).
  • 18 videoclipes lançados atraíram público de mais de 500 mil pessoas: https://www.youtube.com/playlist?list=PL48RJHg5Kqj8eFhea–dBMvJz6EZoS1KX

Sobre a banda japonesa SecondLady

A SecondLady é uma banda de rock japonesa liderada por Alyse, uma musicista americana radicada no Japão. Alyse é a vocalista, compositora e guitarrista da banda, que se formou em Osaka. A banda é conhecida por seu estilo musical influenciado pelo rock alternativo e por suas letras que refletem a experiência de Alyse na cena musical e cultural de Osaka, de acordo com o site Oganpazan.

A banda tem um álbum chamado “春夏秋冬”, que significa “Primavera, Verão, Outono, Inverno” em japonês, e cada música do álbum é nomeada após uma área na região de Kansai e baseada no conceito das quatro estações, segundo o Bandcamp. O álbum está disponível para streaming e download no Bandcamp. Além disso, a banda tem uma música chamada “DTB”, que está disponível para download e streaming no Bandcamp.

Vídeo exclusivo do lançamento:

RUBAH Feat. Secondlady – AMOUR (Official Video)

https://www.youtube.com/watch?v=bI_T6MJGUbQ

REDES SOCIAIS:

Instagram: https://www.instagram.com/rubahoficial/

YouTube: https://www.youtube.com/@RubahOficial

Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/3MYKId7VpEmW7R13N6bQT0

Apple Music: https://music.apple.com/us/artist/rubah/1508657940

Deezer: https://www.deezer.com/us/artist/14583661

 

Festival de Cinema Infantil exibe “Cinema de Brinquedo” em BH

No dia 16 de agosto, acontece, às 16h20 e às 17h30, no Cine Santa Tereza, duas sessões da 5ª edição do Festival de Cinema Infantil de Belo Horizonte – Cinema de Brinquedo, composta por 10 filmes de várias partes do país e uma animação belga. Com curadoria de Daniela Pimentel, Iakima Delamare e Diego Souza, a linguagem cinematográfica passeia entre a animação e o experimental, dialogando com as diferentes formas de expressão das crianças e dos jovens realizadores. As temáticas abordam temas como amizade, coragem, meio ambiente, relações familiares e o universo lúdico, sempre com um olhar respeitoso e curioso sobre as múltiplas infâncias. Os ingressos, gratuitos, ficam disponíveis na semana do evento para retirada on-line no site https://cinemadebrinquedo.com.br/ e também podem ser obtidos na bilheteria do cinema 30 minutos antes da sessão. Todos os filmes têm classificação indicativa livre. O 5º Festival de Cinema Infantil de Belo Horizonte – Cinema de Brinquedo é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, com patrocínio da MGS.

A primeira sessão, às 16h20, é composta pelas animações “Trash” (Bélgica, 2025), dirigida por jovens de 9 a 14 anos, que conta a história de um personagem que, por preguiça, não separava o seu lixo, o que traz consequências graves para os mundos que vivem do lixo; “PiOinc” (Brasíia – DF, 2024), de Alex Ribondi e Ricardo Makoto, sobre coragem e companheirismo quando Oinc, um porquinho que sempre brincava sozinho, conhece Pi, um passarinho recém-nascido, faminto, que o segue até em casa, e Oinc o ajuda a voltar para o seu lar; e “Receita de Vó” (Curitiba – PR, 2024), de Carlon Hardt, que nos leva ao quentinho da casa da vó, onde as comidas cantam e dançam ao som do mundo mágico do Hip Hop.

Compõem, ainda, a sessão das 16h20, os filmes “A abelha Uruçu” (Vitória – ES, 2024), dirigida por crianças do Projeto Animação do Instituto Marlin Azul da Escola Municipal Lacerda de Aguiar, sobre a abelha Uruçu, que voa sobre toda a Baixo Gandu; “A Concha me Contou” (Aracruz – ES, 2023), dirigida por crianças e adolescentes do Projeto Animação Ambiental do Instituto Marlin Azul, que fala sobre a história de uma concha que encontra Gabriela para revelar-lhe um segredo: encontrar a maior árvore do lugar e fazer com que ela se levante.

Às 17h30 será exibida a segunda sessão da mostra, composta pelas animações “Um Abraço” (São Paulo – SP, 2025), de Carol Guimarães, que narra a história do jovem Marcelino e sua avó, separados pela distância durante o isolamento social, e que constroem maneiras criativas de se manterem próximos. Por meio de encontros virtuais, eles constroem um mundo onde a saudade se transforma em esperança, enquanto aguardam um abraço que os reencontre. Uma história poética sobre amor e resiliência em tempos de separação. Na sequência, será exibido o curta “Tsuru” (Salvador – BA, 2024), de Pedro Anias, sobre Suru, que conta a história de um pedaço de papel adormecido que, após ser despertado pelo bater de asas de um Tsuru (origami de ave Japonesa), inicia uma desafiadora jornada em busca de transformação.

A sessão conta, ainda, com o curta “Fiando o Tempo” (Santana do Matos – RN, 2023), dirigido por alunos do Projeto Animação do Instituto Marlin Azul da Escola Municipal Prof. Osvágrio Rodrigues de Carvalho, que fala sobre o tempo e o fiar; “A Vila de Itueta” (Itueta – MG, 2024), dirigida por crianças do Projeo Animação Institudo Marlin Azul da Escola Municipal de Santo Antônio, sobre histórias sobre a Vila Itueta; “O Enigma Do Tempo” (São Paulo – SP, 2024), de Anderson Lister, que narra a história de Lupi, que mal pode esperar para comer os deliciosos figos que crescem demoradamente na Figueira. Quando fica sabendo sobre a lenda de um antigo artefato chamado Chronokairo que, diz a lenda, pode controlar o tempo, Lupi se anima para usá-lo e, assim, comer as frutas mais rápido. Ela convence Baduki a se aventurarem por uma parte não-explorada do mapa a fim de procurar pelo lendário artefato. No caminho, Baduki vê coisas impressionantes que o fazem se perguntar: se o artefato existir, será que acelerar o tempo é mesmo uma boa ideia?

Segundo Iakima Delamare, “a curadoria desta edição celebra a riqueza e a pluralidade das infâncias, apresentando uma seleção vibrante de filmes que atravessam gêneros, estilos e territórios nacionais e internacionais. De animações produzidas por crianças e adolescentes em projetos comunitários a ficções sensíveis sobre memórias, ancestralidades e desafios contemporâneos, a programação mostra que o cinema infantil é um espaço plural, potente e cheio de possibilidades”, conta.

Para Diego Silva, “a mostra é um convite a celebrar a infância em sua pluralidade, suas contradições, suas potências criativas e seus modos próprios de perceber e transformar o mundo. Um cinema que acolhe, provoca, encanta e, sobretudo, respeita a inteligência e sensibilidade das crianças”, diz.

O 5º Festival de Cinema Infantil de BH também apresenta produções que, se antes eram dirigidas ao público adulto, hoje se fazem cada vez mais presentes no cinema infantil, uma vez que os tópicos habitam o imaginário infantil e adolescente.

Os filmes produzidos em escolas também chamam a atenção. “Isso é algo que nos deixa muito contentes. Saber que algumas dessas escolas dedicam-se a fomentar espaços para a criação coletiva destinada a uma transmissão, o que não é pouca coisa no âmbito escolar quando pensamos na verticalidade e na hierarquia do nosso sistema educacional”, informa Daniela Pimentel.

Mini-bios das organizadores e curadoras

Daniela Pimentel é psicanalista e também trabalha com cinema há 13 anos, produzindo mostras e festivais. Foi umas das organizadoras, coordenadora e produtora do Cinecipó – Festival do Cinema Insurgente, Mostra de Cinema Feminista e Mostra Cine Integrada Beagá. Também produziu alguns curtas como “A Batalha das Colheres” e “Jardim de Lírios”, de Fabiana Leite, e o longa “Foro Íntimo”, de Ricardo Mehedff.

Iakima Delamare é formada em Comunicação pela UFMG, onde atuou como bolsista na Formação Transversal em Saberes Tradicionais e frequenta o Grupo “Poéticas da Experiência”, tendo produzido como TCC a publicação “Nós, Por Nós, Para Nós – Manifestos Para Um Cinema Popular”.  Em 2018 integrou a equipe de formação e produção do curta-metragem “Nove Águas”, dirigido por Gabriel Martins ao lado do Quilombo dos Marques. Participou do Júri Jovem da 22ª Mostra de Cinema de Tiradentes, em 2019, e integrou a equipe de curadoria do 9º Cinecipó – Festival do Filme Insurgente, em 2020. Produziu o 9º e 10º Cinecipó, a 2ª Mostra Lona – Cinemas e Territórios e a 1ª Mostra UFMG de Cinema Universitário, mostra concebida pelo Coletivo Zanza da qual é membro e co-fundadora.

Diego Silva Souza é nascido e criado em Timóteo, no interior de Minas Gerais, e atua escrevendo sobre audiovisual em artigos e textos críticos. Mestrando em Comunicação na UFMG, fez parte do Júri Jovem da 23ª Mostra de Tiradentes, integrou a comissão julgadora da 2ª Mostra de Curtas Cinecubo e a curadoria do 9° Cinecipó – Festival do Filme Insurgente. Possui colaborações com a Zagaia em Revista, Cinética e Cine Festivais, além de comentar filmes na Mostra Cinema Permanente do Cine Humberto Mauro.

SERVIÇO

5º Festival de Cinema Infantil de Belo Horizonte – Cinema de Brinquedo

Programação de julho/2025

Data: 16 de agosto (sábado), às 16h20 e às 17h30

Local: Cine Santa Tereza – Rua Estrela do Sul, 89, Santa Tereza, BH

Ingressos: A distribuição dos ingressos na bilheteria do cinema acontece 30 minutos antes da sessão. Pelo site https://cinemadebrinquedo.com.br/ é possível adquirir os ingressos on-line com mais antecedência.

 Classificação indicativa: Todos os filmes têm classificação indicativa livre

*Toda a programação da mostra é gratuita.

*Mais informações no Instagram @cinemadebrinquedo

Osmar Souza apresenta show de gaita no Blues Brasileiro

Autodidata e influenciado por ícones como Little Walter, Junior Wells e Paul Butterfield, Osmar Souza é um dos grandes nomes da gaita blues no Brasil. Com mais de 25 anos de carreira, integra a banda Audergang, com a qual gravou três álbuns e se apresentou em diversos festivais nacionais e internacionais.

Reconhecido pela técnica refinada, autenticidade e paixão pelo gênero, Osmar conduz a Jam em Belo Horizonte como um espaço de liberdade criativa, troca musical e resistência blueseira.

Com edições semanais sempre às quartas-feiras, a jam session tem proposta clara: celebrar o blues em sua essência, abrir espaço para novos talentos e reunir músicos veteranos em noites marcadas pela improvisação, respeito às raízes e espírito colaborativo. “O verdadeiro bluesman é forjado na fogueira da jam session”, afirma Osmar, ativo na cena desde os anos 1990 e com passagens ao lado de nomes como Sugar Blue, Jason Ricci, Lurrie Bell e Flávio Guimarães.

O palco do Madalena está aberto a músicos convidados e interessados, que devem entrar em contato antecipadamente para garantir a qualidade do evento. A curadoria organiza as participações, equilibrando instrumentos, repertório e estilo, para manter a coerência musical. A jam contempla vertentes como Delta, Chicago, Texas, West Coast, além de jump shuffle e slow arrastado — sempre com o pé cravado no blues tradicional.

Com seu som fiel às raízes do blues, Osmar mantém viva a chama do gênero, conquistando fãs e inspirando novas gerações.

Programação:

Jam do Osmar
Madalena – Rua Silvianópolis, 328, Santa Tereza – BH
Todas as quartas-feiras – 20h
Inscrição: [email protected]
Mais informações: 
https://osmareoblues.com.br

Instagram: @osmareoblues

Ingressos: https://eventos.gofree.co/a-jam-do-osmar-blues-ao-vivo-toda-quarta-no-madalena_37482/

Inverno na Praça reúne música, gastronomia e cultura em BH

A capital mineira vai ganhar ainda mais charme nesta temporada com a realização do Inverno na Praça, evento que acontece no dia 23 de agosto (sábado) a partir das 14h na praça JK. Os ingressos podem ser adquiridos no site da SYMPLA.

A programação reunirá apresentações musicais, delícias gastronômicas e atrações culturais, transformando o espaço público em um ponto de encontro para famílias, amigos e turistas.

O evento proporciona em experiência única a música, vinhos e gastronomia. As atrações musicais incluem a banda Tianastácia, com seu novo show acústico sucesso por todo o Brasil, Lurex com seu show épico tributo ao Queen, a Banda Cash, reconhecida em todos os cantos da cidade trazendo os hits do rock, Velotrol, com os clássicos do Rock na voz do seu Rockstar Elvis Krause e Dj Siman. Além de uma carta de vinhos de vários países, harmonizações e uma gastronomia variada para todos os paladares.

A gastronomia terá um papel especial no evento, vamos ter excelentes harmonizações como a empresa Sabor & Frios que estará presente com a tábua de frios com porção generosa, perfeita para compartilhar com amigos e família com Salame artesanal curado ao vinho, Lombo suíno defumado lentamente na lenha de macieira, com toque de ervas, roastbeef com defumação suave e finalização no alho dourado e Queijo parmesão maturado, produzido em Minas Gerais.

A presença da Chef Cristina Misk com seus 25 anos de mercado, levará para o Inverno na Praça seu talento gastronômico o Arroz de Socarrat preparado com legumes, bacon, costelinha, couve e ovo. Camarão Crocante, empanado em massa Harumaki e Macarrão Cacio e Pepe, preparado com molho branco feito dentro do Queijo Grana Padano. Além do seu espetacular Chocolate Quente.

A tradicional Queijaria Senzala, produtor desde 1954 na região de Araxá, medalha de ouro e super ouro no Concurso Mundial de Queijos na França, irá fornecer porção de queijos para acompanhar os selecionados rótulos de vinhos além do seu fondue na panhoca. Sabor Argentino, Empanadas Argentinas, massa leve e saborosa, recheadas com filé de boi cortado na faca, cebola, pimentão vermelho, azeitonas e ovo cozido, receita tradicional feita pelo argentino Claudio Eggs. Além de comida japonesa com Sushi Now, espetos suculentos com a Prime Espetos, as coxinhas recheadas do Coxinha do Douglas, milho e mingau de milho da Milho Mágico, Fish ‘n’ Chips e Batatas com Bacon do Gran Batata, hambúrgueres fabulosos da Nick Burger, e as pizzas crocantes do Precin Pizzas completam a gastronomia do evento.

Saiba mais sobre o projeto siga a página do festival no instagram: @invernonapraçabh .

Serviço:

Inverno na Praça promete aquecer o público com música, gastronomia e cultura

Data: 23 de agosto de 2025

Horário: 14h às 22h

Local: Praça JK

Endereço: Praça JK – Sion, Belo Horizonte – MG

Vendas: SYMPLA

Assessoria de Imprensa: Paula Granja (31) 99649-2968

Crédito: Bia Gontijo

Livro infantil traz mito indígena sobre cores e sons dos bichos

No dia 23 de agosto, sábado, será lançado o Livro “Origem das cores e dos sons dos bichos” pela Crivo Editorial. De autoria da poeta, atriz, palhaça, educadora e contadora de histórias Jéssica Tamietti, a obra narra, em poesia, o mito indígena Arekuná sobre como os animais da Amazônia ganharam seus sons e tonalidades. As ilustrações são da artista plástica Nila N. Neves. O evento, que conta com lançamento no Youtube de vídeo sobre a história do mito, ocorre a partir das 13h, no Centro Cultural Venda Nova. Também está previsto um segundo lançamento, no dia 23.09, terça-feira, às 19h, no Centro Cultural Santa Rita. Durante os eventos de lançamento haverá uma vivência para estímulo à leitura e narração de histórias na qual os participantes recebem dois livros cada. A programação é toda gratuita. Este projeto – História das cores e do sons dos bichos – conta com patrocínio da Minas Gerais Administração e Serviços S.A. e é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

Antes do lançamento presencial, será realizada um Live com informações sobre o projeto, no dia 17.08, em que será anunciada a disponibilização gratuita de mais de 700 exemplares, sendo 360 para professores e público em geral, que irão receber os livros em suas residências. Os interessados devem se inscrever via link na bio do instagram @históriasquenoshabitam. A ideia é que professores da rede pública recebam três exemplares e, os demais inscritos, dois exemplares: um para si e outro para presentear um amigo/amiga, com o objetivo de difundir o hábito da leitura. Cem professores e suas escolas também receberão, além dos livros, um material didático e criativo relacionado ao mito indígena para usar em sala de aula . Ao final do projeto, o livro estará à venda, no valor de R$40, no site da Crivo Editorial ou diretamente com a autora, que pode ser contactada em suas redes sociais. A live tem tradução em Libras.

A história dos Taurepang, etnia indígena da Amazônia, reescrita por Jéssica Tamietti, conta de uma época em que os bichos e homens tinham uma cor só e falavam a mesma língua. Nesse tempo nasce Azá, um garoto que tinha o poder de matar os peixes toda vez que entrava nos rios. Todos ficaram maravilhados com essa proeza até que acontece algo inesperado, que faz com que os animais recebam as cores e sons que têm até hoje.

Segundo Jéssica, com onze ilustrações em preto e branco da artista plástica Nila N. Neves, “ ‘Origem das cores e dos sons dos bichos’ é um livro para ler, colorir, e para que as crianças sejam ativas na construção da história podendo preencher do jeito delas as cores e texturas que imaginarem”, diz a autora Jéssica Tamietti, que lançou, em 2019, “Sereias”, seu livro de estreia que também convida a criançada a colorir e imprimir seu olhar.

Em ‘Origem das cores e dos sons dos bichos’, a ação de colorir ganha outras ‘camadas’ de sentido pela própria história do mito que narra como cada bicho vai recebendo novas roupagens de cor. Segundo Jéssica, durante a leitura, os pequenos podem tanto brincar de propor outras tonalidades, como ainda pesquisar e conhecer a fauna e a flora da nossa floresta, para tentar reproduzir as palhetas originais. “Os livros fazem isso, são transformadores para grandes e pequenos leitores. Ter contato com outros mundos, outras histórias, outras culturas, é muito enriquecedor”, afirma a autora.

A ideia do livro nasceu do trabalho de Jéssica Tamietti que, desde 2010, conta mitologias em espaços públicos e privados de BH. Formada em Letras e Pedagogia, a literatura sempre foi uma paixão, cultivada desde a infância. Quando estudou na Escola Municipal Arthur Versiani, que ficava no mesmo prédio da Biblioteca Pública Infanto Juvenil, passava o tempo lendo ou participando de cursos de contação de histórias, leituras, poesia, Haikai, teatro. Aos 11 anos, lia cerca de 50 livros por ano. Aos 12, começa a escrever poesia e, mais tarde, no Teatro Universitário, é apresentada à literatura de cordel. Junto com as palavras, a autora também carrega outra paixão: as histórias. “Meus pais e familiares contavam e liam histórias para mim desde pequena. Cresci num ambiente de muito estímulo à leitura”, diz.

Como boa parte dos brasileiros, Jéssica também vem de uma família de origens diversas: pai negro, descendente do povo Bantu e bisneto de mulher indígena. Do lado materno, bisavós italianos que vieram para a construção da capital mineira. Muito curiosa, desde cedo se interessou por conhecer mais sobre as histórias de seus antepassados e acabou se encantando pelas diversas mitologias. Em uma de suas leituras, chama atenção em “O som e o sentido – Uma outra história das músicas”, de José Miguel Wisnik, o trecho sobre o mito Arekuná, que explica a origem do som dos bichos da nossa Floresta Amazônica.

Depois de longa e minuciosa pesquisa, a autora encontra o relato indígena no segundo volume de ‘Vom Roraima zum Orinoco’ – obra do estudioso alemão Theodor Koch-Grünberg que inspirou a criação de “Macunaína” de Mário de Andrade. O livro narra mitos e lendas dos povos Taurepang e Arekuná, de Roraima. Theodor ficou conhecido como um dos maiores nomes da etnologia brasileira, e conviveu com populações indígenas do Circum-Roraima entre 1911 e 1913.

“Aprender sobre o povo indígena Arekuná é aprender sobre nós mesmos, sobre uma origem muitas vezes silenciada pela dominação europeia. A variedade de pontos de vista trazida pela mitologia é riquíssima, tanto no aspecto cultural quanto educacional. Trabalhar com os mitos reitera que a diversidade sempre existiu em nossa história. Nós, do Sudeste, temos uma distância enorme da Amazônia, então, é muito difícil que essas histórias cheguem até aqui. Seja pela tradição oral ou pelos livros, é importante que sejam contadas e lembradas para que mais pessoas tenham acesso. Uma das coisas que me motiva a contar e escrever histórias é justamente isso, deixá-la viva, para que as famílias as contem e recontem. É assim que percebemos que existem outros modos de ver e agir e que não necessariamente nossa realidade é uma verdade absoluta, nossa maneira de ser e de pensar estão profundamente ligadas às nossas origens”, contextualiza.

Digital

Mesmo com tantas ofertas de plataformas para leituras hoje, como audiobooks, kindle, tablets, celulares, Jéssica Tamietti aposta na experiência analógica para a infância. “Eu acredito no objeto livro. Na minha opinião, as telas tornam o leitor ainda mais passivo, precisamos trabalhar essa interação real e atividades concretas com as crianças. A materialidade e a manualidade do livro, a textura da capa, as cores, ilustrações, tudo faz diferença e se soma na fruição literária”, diz.

Sobre Jéssica Tamietti

Jéssica Tamietti é atriz, palhaça, educadora, contadora de histórias e escritora. Graduada em Pedagogia pela UNIBF (2023), em Letras pela UFMG (2014), formada em teatro no Teatro Universitário UFMG (2007), mestre em Estudos Literários na UFMG (2017), é professora da rede particular de ensino, além de desenvolver um trabalho solo de narração e pesquisa de histórias de  mitologias diversas.

SERVIÇO

LANÇAMENTO DE LIVRO SOBRE MITO INDÍGNEA PARA CRIANÇAS

Live de pré-lançamento e apresentação do projeto

Dia 17 de agosto, domingo – 10h

Através do Instagram @históriasquenoshabitam, com tradução em LIBRAS

Lançamento presencial

Dia 23 de agosto, sábado – 13h

Centro Cultural Venda Nova

Com Vivência de estímulo à literatura + Lançamento de vídeo com a história do mito Origem das Cores e dos Sons dos bichos (com tradução em Libras)

https://www.youtube.com/@JessicaTamietti

Lançamento presencial 2

23 de setembro, terça-feira – 19h

Centro Cultural Vila Santa Rita

Com Vivência de estímulo à literatura

Programação toda gratuita

+informações: @historiasquenoshabitam

“Eu, Mêrcks Paulo” faz show intimista na Casa Outono em BH

Com três álbuns lançados: “Entre o Real e a Fantasia”,(1988);  “O Mapa do Tesouro” (2002) e  “Jardim Particular”, (2013), Mêrcks Paulo é natural de Jacinto, baixo Jequitinhonha/MG.  É violonista, cantor e compositor, com mais de 37 anos de carreira. É, também, advogado formado pela Faculdade de Direito Milton Campos, em Belo Horizonte/MG. Venceu o primeiro festival de música aos 12 anos.

Desde 1983 participou de inúmeros festivais de música por toda Minas Gerais, sendo finalista e vencedor em vários deles. Abriu shows do cantor e compositor Belchior em várias cidades mineiras, e sua carreira inclui shows em Belo Horizonte, Jacinto, Almenara, Rubim, Governador Valadares, Teófilo Otoni, Jaboticatubas, Serra do Cipó, Santa Luzia, Lagoa Santa, Betim, Lavras, Contagem, dentre outras. Em Belo Horizonte realizou shows no Cabaré Mineiro, Teatro da Imprensa Oficial (Clara Nunes), Teatro ICBEU, Teatro da PUC Minas, Teatro Marília, Feira do Servas, Saraus Culturais da Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), Espaço Usiminas, AABB (Associação Atlética Banco do Brasil), Boi Lourdes Savassi, Pátio Espanhol, Bar do Clube da Esquina e Casa Outono. Além de centenas de músicas autorais, Mêrcks Paulo tem parcerias com inúmeros poetas e cantores da MPB, tais como: Paulinho Pedra Azul, Mirabô Dantas, Gonzaga Medeiros, Klery Ramos, Mari Carvalho, Beto Renzi, Gilvane Marques, Edna Ruas, Marcílio Diniz e Francisco Bastos.

Os ingressos para o show “Eu, Mêrcks Paulo”, do violonista cantor e compositor Mêrcks Paulo, já estão à venda. O evento acontece no dia 05 de setembro, sexta-feira, às 20h30, na Casa Outono (Rua Outono, 171 – Carmo – BH).

O artista será acompanhado por acompanhado por Geovane Sassá (Bateria e Percussão) e Marcílio Diniz (Teclados). O espetáculo contará com as participações especiais de Babilak Bah e Matheus Badê.

No repertório, Mêrcks apresenta uma seleção de canções autorais e de parcerias, interpreta nomes especiais da MPB, como Fagner, Zé Ramalho, Alceu Valença, Vital Brasil, Accioly Neto e Paulinho Pedra Azul e prepara surpresas.

Com lugares limitados, “Eu, Mêrcks Paulo” tem ingressos (R$40,00) disponíveis no Sympla:

https://www.sympla.com.br/evento/eu-mErcks-paulo—show-casa-outono/3070821

Dipanas Blues 2025 reúne lendas e promete edição histórica

No dia 16 de agosto, o Festival Internacional Dipanas Blues chega à sua 13ª edição no Parque de Exposições Francisco Olivé Diniz, em Pará de Minas, com o tema “Chicago Edition”, uma homenagem à capital mundial do blues.

Reconhecido como um dos maiores festivais do gênero no Brasil, o Dipanas Blues vai além da música: é uma celebração da cultura, da história e da força transformadora da arte. A programação oferece uma verdadeira imersão nas raízes e ramificações do blues, reunindo grandes nomes da cena nacional e internacional.

Mais do que um evento, o Dipanas Blues se firma como uma plataforma de transformação social, promovendo o acesso democrático à cultura e impulsionando a economia local por meio da arte.

Grandes atrações e homenagem histórica

O line-up deste ano reúne artistas consagrados. Entre os destaques estão Samuel Rosa, ícone do pop rock brasileiro, e a lendária banda Barão Vermelho, que sobem ao palco para apresentações memoráveis. Um dos momentos mais aguardados será o show de Claudette King, filha de B.B. King, em uma homenagem especial aos 100 anos do mestre do blues.

Artistas internacionais como Lorenzo Thompson e Keeshea Pratt trazem ao festival o autêntico Chicago Blues. A cena nacional também será representada por nomes como Prado Brothers Band, Bruno Marques Band, Gabi Ferreira, Eduardo Sanna & The Blues Boys, Netto Rockfeller Trio & Mayra Aveliz, Jam Trio & Irene Dias e Big Chico. O público poderá curtir três palcos com apresentações ininterruptas, em uma verdadeira maratona musical.

Cultura, inclusão e formação

Entre os dias 09 e 15 de agosto, o festival ganha as ruas da cidade com o Circuito Dipanas Blues, oferecendo shows gratuitos em praças, bares e outros pontos estratégicos. Ações educativas e sociais ampliam o impacto do evento:

  • Blues na Escola: palestras e apresentações em escolas públicas;
  • Jovens Acordes: oficinas gratuitas para novos talentos locais;
  • Workshops abertos ao público com foco em música e cultura;
  • Ingresso Solidário: campanha de arrecadação de alimentos. Em 2024, mais de 2 toneladas foram doadas a instituições sociais.

Economia e sustentabilidade

Com geração de empregos, fomento ao turismo e valorização de fornecedores locais, o Dipanas Blues contribui diretamente para o desenvolvimento regional. A edição 2025 reforça o compromisso com a sustentabilidade e a economia criativa, fortalecendo parcerias com marcas e produtores da região.

Novidades e estrutura ampliada

Pensado para toda a família, o festival traz novidades que prometem uma experiência completa:

  • Tirolesa e roda-gigante Quatree, para os aventureiros;
  • Espaço Pet Quatree, para quem não abre mão da companhia dos pets;
  • Arena Gastronômica Real Alimentos, com novo palco e variedade culinária;
  • Adega Wine Club Panelão, em ambiente renovado;
  • Ativações com marcas como Paramix, Elmig, BR Super, entre outras.

Com áreas de descanso, estrutura ampliada e programação inclusiva, o Festival Internacional Dipanas Blues 2025 se firma como uma celebração da música, da arte e da solidariedade.

Apresentado por: Ministério da Cultura, Secretaria de Cultura de Minas Gerais, Descentra Cultura e Quatree.
Realização: Festival Dipanas Blues.

Festival Internacional Dipanas Blues 2025 – Chicago Edition

16 de agosto de 2025 (sábado) – 16 horas

Parque de Exposições Francisco Olivé Diniz

Rua Francisco Cecílio Mendonça, 738 – Bairro Papa João Paulo II – Pará de Minas/MG

Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/13-festival-internacional-dipanas-blues-chicago-edition/2870080

Informações: www.dipanasblues.com.br

 

Pabllo Vittar apresenta o Club Vittar em Belo Horizonte

Pabllo Vittar desembarca em Belo Horizonte no dia 15 de agosto, na festa TREMBASE, com o Club Vittar. O evento acontece no Mirante Beagá. Os últimos ingressos estão à venda na página da TREMBASE na plataforma Shotgun.
Com curadoria da TREMBASE e DJ Set de Pabllo Vittar como headliner, o evento TREMBASE Convida Club Vittar reúne um line-up potente de DJ sets e performances, ampliando a experiência do Club Vittar com convidados especiais e uma programação vibrante.

O “Club Vittar”é uma noite em que a cantora vira DJ e fica à frente das pick-ups. A cultura clubber está presente na minha vida, é uma referência para mim e foi o tema do meu bloco de carnaval deste ano. Estou desenvolvendo este projeto há um tempo e agora vou viajar pelo Brasil mostrando para os meus fãs outra faceta minha. Estou muito feliz e quero todo mundo me acompanhando”, conta Pabllo Vittar, que no último ano excursionou o país com a turnê “Batidão Tropical” e conquistou as paradas globais com dois hits simultâneos. Com o Club, a cantora se consolida como uma artista multifacetada e oferece uma experiência única para o seu público.

Atualmente, além do Club Vittar, a artista tem viajado pelo Brasil e por outros países com a turnê “Batidão Tropical Vol. 2”.
MEXE

Após movimentar as redes sociais com um teaser misterioso conectando o Brasil e a Coreia do Sul, a cantora Pabllo Vittar acaba de anunciar que sua nova música de trabalho será “MEXE”, um feat com o girl group sul-coreano NMIXX. A canção será lançada em todas as plataformas de streaming musical no dia 21 de agosto.

No início deste ano, NMIXX se apresentou pela primeira vez no país e durante uma entrevista para a MTV Brasil, as artistas falaram do desejo em gravar uma música com Pabllo Vittar. Poucos meses depois, os fãs das cantoras já podem comemorar, pois o feat é uma realidade! “MEXE” é o segundo lançamento de 2025 da brasileira. A música integra o próximo álbum de estúdio de Pabllo Vittar, o PV7, que está em produção e será lançado com todas as faixas em inglês e espanhol.

Em fevereiro de 2022, o NMIXX fez sua entrada explosiva no cenário do K-Pop, sendo nomeado como um dos “Novos Grupos Femininos de K-Pop Mais Quentes” do ano pela Forbes. O nome NMIXX combina a letra “N”, que representa “now” (agora), “new” (novo) e “next” (próximo), e a palavra “mix”, que simboliza combinação e diversidade, significando juntas “a melhor combinação para uma nova era”. O grupo é composto por seis membros: Lily, Haewon, Sullyoon, Bae, Jiwoo e Kyujin.

TREMBASE

Criada em 2019 com o objetivo de democratizar a cultura eletrônica, a TREMBASE vive uma nova fase. A produtora se posiciona como um polo multidisciplinar dedicado à criação de eventos, conteúdos e produtos culturais que dialogam com as cenas pop e eletrônica underground brasileiras.

A festa “TREMBASE apresenta Club Vittar” promete ser uma das maiores edições já realizadas. A programação reúne uma série de atrações sonoras e visuais de destaque nacional e local.

Um dos pontos altos do line-up será uma performance conjunta de três grandes nomes da cena drag brasileira: Márcia Pantera, pioneira do bate-cabelo; Mellody Queen, participante da segunda temporada de Drag Race Brasil; e Natasha Princess, drag de grande destaque nacional por sua potência artística e presença nos palcos. Além delas, completam a programação de performances nomes de forte projeção local, como Amerikana, Satya, Kellé e o coletivo Bambolíricas.

No som, o line-up traz Miss Tacacá, DJ paraense radicada em São Paulo que mistura ritmos amazônicos, latinos e eletrônicos em sets que celebram a diversidade sonora do Norte; e Cyberkills, duo formado por GDZ e RKills, que cruza funk, tribal e techno, e já colaborou com artistas como a própria Pabllo Vittar, Gloria Groove e Jup do Bairro. O Baile da Bôta também se junta à festa com seu som envolvente, misturando tecnobrega, piseiro, reggaeton e eletromelody, sob o comando de DJ Jambruna, DJ Cordoval e a drag Charlotte.

Completam a escalação Votú, que apresenta um live set autoral com influências brasileiras e eletrônicas, e o b2b de veiga! e Xoxottini, que encerram a noite com uma seleção energética e cheia de identidade.

A festa será realizada no Mirante Beagá, no bairro Olhos d’Água, em Belo Horizonte. A nova locação oferece uma vista privilegiada da cidade, mais espaço para o público e acesso facilitado, a apenas 15 minutos de carro do local originalmente anunciado e mais próximo do centro de Belo Horizonte. A mudança aconteceu por questões técnicas com a locação anterior, e o novo espaço atenderá melhor à proposta da festa e à estrutura necessária para o evento.

Como já é tradição entre os frequentadores da TREMBASE, o público é incentivado a se montar e explorar visuais criativos. Nesta edição, o dresscode sugerido é “A Noite das 1000 Pabllos”, inspirado nas diferentes eras e visuais da carreira de Pabllo Vittar. O estilo do público torna-se parte essencial da experiência da festa.
Além da programação artística, o evento contará com a presença do criador de conteúdo Licentrismo, referência no YouTube por suas reações a álbuns pop. Nesta edição, ele será o correspondente especial da noite, entrevistando público e artistas e registrando os bastidores desta celebração histórica.
Com uma programação diversa e provocativa, o evento reafirma a TREMBASE como espaço de encontro entre o pop, o underground e as expressões dissidentes, promovendo a festa como forma de arte, celebração e resistência.

Serviço

Club Vittar Belo Horizonte

Data: 15/08, sexta-feira

Local: TREMBASE no Mirante Beagá (Rua Henrique Cardinali, 280, Olhos D’água – Belo Horizonte/MG)

Horário: à partir das 22h

Classificação: 18 anos

Ingressos: em Link

Yasmim Salim lança “BH tá me matano” com crítica social

A artista independente, compositora e cantora Yasmim Salim anuncia o lançamento do seu mais novo single, “BH tá me matando”, nas  plataformas de streaming de todo o mundo no dia 11 de agosto. A data, que celebra o dia do estudante, reforça o compromisso da artista com a valorização da educação e do conhecimento como ferramentas de transformação social.

Desde 2019, Yasmim tem dedicado sua carreira à música autoral, explorando temas políticos, existenciais e filosóficos. Com três singles lançados e participações em projetos colaborativos, ela constrói canções que dialogam com o cotidiano, promovendo reflexões profundas por meio de suas letras e sonoridades.

A artista destaca a importância do aprendizado para além da educação formal, firmando seu compromisso com a cultura popular. De acordo com a artista, “BH tá me matano” aborda de forma leve temas densos. “Minhas músicas sempre tratam de temas muito densos e isso torna um desafio fazer com que essa mensagem chegasse aos ouvidos de forma mais leve”, ressalta.

Em parceria para a sessão de fotos com o Pior Bloco do Mundo, que completou dez anos,, Yasmim destaca que a ideia é homenagear a maior festa popular da capital. “Juntos celebramos a força da cultura popular e a ocupação dos espaços públicos. Além de celebrar a festa, questionamos o que tem sido feito politicamente na cidade”, finaliza.

Redes sociais:

@yasmimsalimoficial

YouTube: Yasmim Salim