Festival Sarará terá edição 2026 no Parque das Mangabeiras

O Festival Sarará chega à sua 13ª edição reafirmando o compromisso com a diversidade, a identidade e a celebração da cultura brasileira. Após o sucesso desse ano, um dos maiores eventos de Minas Gerais volta ao Parque das Mangabeiras no dia 23 maio de 2026 prometendo encontros únicos entre diferentes sons, ritmos e gerações. Os ingressos já estão à venda!

Em sua última edição, o Sarará reuniu milhares de pessoas no Parque das Mangabeiras – patrimônio cultural e ambiental de BH –, dando foco também aos impactos e marcas que são deixados na natureza, realizando uma série de ações ESG. Em 2026, este compromisso é amplificado e se une a uma programação ímpar, que logo será revelada.

SERVIÇO
Festival Sarará 2026
Data: 23 de maio
Local: Parque das Mangabeiras
Endereço: Avenida José do Patrocínio Pontes, 580 – Mangabeiras – Belo Horizonte/MG
Ingressos: https://shotgun.live/festivals/sarara

Palácio das Mangabeiras recebe sarau com violão clássico em BH

A cidade de Belo Horizonte será palco de um evento cultural significativo, apresentado pela Confraria Nota Azul: o sarau “Sonâncias e Ressonâncias – uma Ponte Poética entre o Rio de Janeiro e o Campo das Vertentes”. No dia 16 de setembro, às 20h, o maestro Ewerton de Brito conduzirá a apresentação com seu violão clássico, prometendo levar o público a uma experiência sensorial e intelectual única. A proposta do sarau é reavivar a conexão entre música, poesia e história em um ambiente imponente, o Palácio das Mangabeiras, projetado por Oscar Niemeyer.

O evento é organizado pela Associação Mineira de Cultura Educação Patrimonial – AMCEP, com curadoria de Cyane Tinoco, Marcelo Menicucci, Rômulo Pizzolante e Silvia Diniz. Eles unem esforços para criar um espaço de reflexão e apreciação profunda da música clássica em um cenário que une a história de Minas Gerais à contemporaneidade das artes.

O repertório do maestro Ewerton de Brito é uma síntese da riqueza cultural e tradição musical mineira em consonância com a música clássica. Com formações acadêmicas robustas que incluem licenciatura em música pela Universidade Federal de Ouro Preto e especializações internacionais, Ewerton é um nome proeminente na cena cultural, reconhecido tanto pelo prêmio Focus Brasil Milano quanto por suas contribuições à música no Campo das Vertentes.

Para ele, a apresentação tem grande significado e inspiração, pois o evento marca a inauguração de uma nova etapa na série “Sonâncias e Ressonâncias”, uma ponte poética que conecta o Rio de Janeiro às raízes do Campo das Vertentes, unindo história e música de uma forma única e aprofundada. Ewerton enfatiza a importância de trazer à tona essa síntese entre o violão erudito europeu — que influenciou profundamente a identidade brasileira — e as tradições populares de raízes africanas e nativas, elementos essenciais na formação cultural de Minas Gerais.

“Acredito que essa apresentação no Palácio das Mangabeiras, e a própria realização desse encontro, representam uma celebração da nossa história e cultura. É uma honra imensa fazer parte disso, levando um pouco da nossa identidade mineira através da música. Desejo que essa experiência inspire e toque o coração de todos, convidando a refletir sobre nossas raízes e celebrar a nossa essência, numa noite de beleza sonora e identidade cultural,” afirmou Ewerton, reforçando seu desejo de que a música seja uma ponte de reflexão e emoção, proporcionando uma experiência memorável para o público presente.

A noite começará com uma recepção acolhedora às 19h, no Salão Nobre do Palácio das Mangabeiras, seguida pelo concerto às 20h e uma confraternização com vinho de honra às 21h. Maria Elvira Salles, anfitriã e homenageada do sarau, será responsável por acolher os convidados com palavras que prometem semear poesia no ambiente, destacando a relevância histórica e cultural do evento.

Segundo o curador Rômulo Pizzolante, a música de câmara, em especial, tem o poder transformador, no qual o silêncio da plateia se torna parte da obra, permitindo que cada um pense por conta própria. “Ao idealizar o sarau ‘Sonâncias e Ressonâncias’, queremos criar uma verdadeira ponte poética entre lados tão ricos da nossa cultura — o Rio de Janeiro e o Campo das Vertentes. Este projeto busca mais do que apenas apresentações musicais; é uma oportunidade de estabelecer uma conexão profunda entre o público e a obra de arte, através de uma experiência multisensorial que une poesia, história e música. Para nós, a música de câmara representa a essência da arte que fala sem palavras, que faz silenciar a mente para ouvir a alma. É nesse silêncio cheio de significados que acontece o verdadeiro encontro com a nossa humanidade”.

A curadora Silvia Diniz expressa a profunda responsabilidade e satisfação em trazer “Sonâncias e Ressonâncias” a Belo Horizonte. “O Palácio das Mangabeiras, com sua beleza e história, é o cenário perfeito para a arte que integra o sensorial, o afetivo e o intelectual. Meu desejo é que o público se sinta completamente imerso nessa experiência, criando um espaço de encontro e troca entre artistas e espectadores”, afirmou Silvia.

Este evento será não apenas um concerto, mas uma oportunidade de imersão completa no que chamam de ‘Arte Total’. A Confraria Nota Azul busca oferecer um refúgio de beleza e inspiração em meio à agitação urbana, um espaço onde a música e a poesia se entrelaçam para estimular a emoção e a reflexão.

O ingresso para o sarau pode ser adquirido pelo site da Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/saraus-classicos-no-palacio-das-mangabeiras/3082960), pelo valor de R$180.

A Confraria Nota Azul consolidou-se como uma promotora de encontros musicais de excelência, reunindo desde Cameratas e Quintetos de Violinos até o som raro do Cravo, sempre buscando oferecer ao público experiências únicas e enriquecedoras. E a apresentação no Palácio das Mangabeiras marca um novo capítulo dessa jornada, com a intenção é estabelecer uma programação regular de eventos, integrando não apenas concertos, mas também preleções filosóficas, como as que serão conduzidas por convidados especiais.

Cris Marzagão inaugura Casa Oficina em Belo Horizonte

Com uma carreira bastante consolidada na medicina, mais precisamente na área de dermatologia, a mineira Cris Marzagão vem surpreendendo o mercado brasileiro e internacional com os resultados da sua nova paixão profissional: o design. Fundadora do Estúdio Trama, ela acaba de inaugurar em Belo Horizonte a Cris Marzagão Casa Oficina. Reunindo estúdio e espaço expositivo para as suas criações – incluindo também trabalhos assinados por artistas parceiros – o novo endereço tem projeto assinado pela arquiteta Luciana Garcia, e nasce com o objetivo de oferecer um espaço híbrido, de criação e de exposição de peças de arte, design e trabalhos manuais.

O acervo da Cris Marzagão Casa Oficina reúne mobiliário, adornos e objetos decorativos e colecionáveis, produzidos de forma artesanal, permitindo que sejam totalmente personalizados — inclusive em parceria com arquitetos e decoradores. É um convite para conhecer de perto o universo autoral de Cris Marzagão, pautado pela exclusividade e personalidade em cada detalhe.

A marca vive um momento de franca expansão. Cresce rapidamente, conquista o mercado ávido por novidades e se destaca pelo trabalho essencialmente artesanal, que valoriza o casamento entre a criatividade e o uso dos materiais, incluindo as tramas naturais (como algodão certificado) e sintéticas (como corda náutica), perfeitas para áreas externas. O reconhecimento já ultrapassa fronteiras: em 2023, Cris apresentou suas criações na CASACOR Minas e, neste ano, levou suas peças para a Semana de Design de Milão – o maior evento de design do mundo, no espaço “Tropicalistic”, a convite do arquiteto Lucas Ribeiro.

Entre as produções mais recentes, que podem ser conferidas na Cris Marzagão Casa Oficina, está o imperdível banco Zaga. Reunindo conceito inovador, caraterísticas escultóricas, funcionalidade, estética e liberdade criativa, a peça em madeira maciça esculpida à mão, é resultado das investigações da designer, e foi responsável por inaugurar uma nova forma de produção dentro do ateliê. Montado como um quebra-cabeças – brincadeira que costumava fazer com a filha, Cristiana partiu em busca de experimentar novos materiais, além de formas e possibilidades inexploradas para suas criações. Composta por apenas 3 peças, que são encaixadas, o lançamento tem tiragem limitada. “A ideia foi criar uma peça versátil, explorando as infinitas possibilidades de composição”, sintetiza Cristiana.

A Cris Marzagão Casa Oficina não é apenas um espaço físico: é um manifesto do design autoral brasileiro, feito à mão, com alma e identidade.

Histórico

A primeira peça surgiu durante o período da pandemia, quase que por acaso. Desejando uma peça colorida, leve e resistente para a varanda de sua nova casa, Cris Marzagão decidiu reunir suas habilidades manuais(aprendeu ainda na infância a arte de tramar, enlaçar e bordar), e acabou desenvolvendo a poltrona Nana, sua primeira criação. De lá para cá, ela não parou mais. Em 2023, suas peças foram destaque nos ambientes da CASACOR Minas. Entre os produtos desenvolvidos, estão poltronas, cadeiras, bancos, luminárias, almofadas, biombos, entre outras.  Multicoloridas ou com pegada minimalistas, as peças, produzidas em edições limitadas, transitam perfeitamente entre o design e a arte.  São tramadas à mão, em fios 100% algodão, garantindo assim uma riqueza de texturas e movimentos, incluindo também a possibilidade de personalização completa de cada item. “As tramas, muitas vezes têm vida própria – e isso é lindo, pois nunca uma trama vai ser exatamente igual a outra…”, destaca Cris Marzagão.

Cris Marzagão Casa Oficina

Instagram: @crismarzagao.co

  1. Alagoas, 601 – Loja 35 – Funcionários, Belo Horizonte – MG, 30130-165

Informações e agendamento de horários: (31)99984-1100

Festival Sertanejo confirma edição 2025 no Mineirão

O Festival Sertanejo, um dos mais importantes eventos do gênero no Brasil, consolidado no calendário cultural de Belo Horizonte, confirma sua edição de 2025. A festa, que promete reunir milhares de fãs da música sertaneja, acontecerá no dia 07 de dezembro (domingo), véspera de feriado, no Mineirão, e promete mais um encontro histórico entre grandes ícones da música brasileira.

As atrações serão divulgadas em breve, mas, considerando o histórico do evento, a expectativa é de um lineup que reúne alguns dos maiores nomes do gênero, como em edições anteriores que já trouxeram ao palco artistas como Chitãozinho & Xororó, Henrique & Juliano, César Menotti & Fabiano, Gusttavo Lima, Zé Neto & Cristiano, além da eterna Marília Mendonça.

Os ingressos e outras informações serão disponibilizados em breve no site oficial da Nenety Eventos: www.nenety.com.br.

Sobre o Festival Sertanejo

Criado no ano de 2015 pela Nenety Eventos, o Festival Sertanejo, inicialmente conhecido como Festival Brasil Sertanejo, foi idealizado com o objetivo de reunir em um só espaço artistas que, muitas vezes, tinham agendas limitadas para apresentações em Belo Horizonte. Desde sua primeira edição, o festival se tornou um marco no calendário cultural mineiro, atraindo um público fiel e apaixonado por música sertaneja.

Durante sua história, o evento tornou-se conhecido por sua estrutura de ponta, produção impecável e, principalmente, por ser o palco de encontros memoráveis entre artistas consagrados. Mais do que um show, o Festival Sertanejo é uma celebração desse gênero musical que move milhões de brasileiros.

Serviço

Festival Sertanejo

Data: 07 de dezembro (domingo) – véspera de feriado

Local: Mineirão – Av. Antônio Abrahão Caram, 1001 – São José, Belo Horizonte – MG

Ingressos: mais informações em breve no site oficial da Nenety Eventos (www.nenety.com.br).

Projeto Colorindo leva grafite e arte a Venda Nova

Liderado pelo grafiteiro e muralista Leonardo Snake, a ação celebra a história e a identidade do bairro, homenageando seus moradores e trabalhadores. O projeto é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.

A proposta prevê a criação de cinco murais em locais estratégicos, como praças e prédios públicos. Até o momento, já foram finalizadas obras na Praça Santo Antônio, na fachada do CESEC Maria Vieira Barbosa e, mais recentemente, na fachada da GERMA – Gerência Regional de Manutenção Venda Nova. Este último, assinado por Leonardo Snake e Sérgio Ilídio, é uma homenagem direta aos trabalhadores que desempenham um papel essencial no cuidado da cidade.

Além de Sérgio Ilídio o projeto conta com a participação de mais dois artistas convidados, Edmun e Helly Costa, que junto com Leonardo Snake, exploram diferentes estilos de grafite, como realismo, freestyle e criação de personagens, para traduzir a memória afetiva e a importância da cultura local.

Para documentar todo o processo estão sendo produzidos vídeos das pinturas, com tradução em libras, que mostram a criação dos murais e incluirão depoimentos de moradores e transeuntes das ruas de Venda Nova. Os vídeos estão disponibilizados nas redes sociais de Leonardo Snake, ampliando o alcance da iniciativa e a valorização da arte urbana.

O quarto mural está em andamento, no Viaduto da Avenida Vilarinho junto com Hely Costa e o próximo, será na Praça Economistas, no bairro Santa Mônica, com o convidado Edmun.

De acordo com a gestora do projeto Nayara Amorim “A ideia do projeto é valorizar e revitalizar espaços públicos de Venda Nova com arte, transformando a cidade em um museu a céu aberto, além de também buscar o reconhecimento da história de Venda Nova e seu patrimônio cultural. Desde o início a equipe pesquisou a história da regional para dar vida ao projeto que além dos murais tem vídeos e toda uma cobertura disponível nas redes sociais”. O artista principal Leonardo Snake ressalta que “tem sido um projeto interessante de realizar por chamar atenção e ganhar muitos elogios das pessoas, que interagem e perguntam sobre o tema das artes além de parabenizar pela iniciativa de embelezar a região”.

A iniciativa é financiada pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte (Edital 003/2023).

Para saber mais sobre o trabalho do artista, você pode acessar seu Instagram: @_snakeartes.

Bar Pirex é eleito o 9º melhor do Brasil pela Exame Casual

Fiel representante da botecagem de BH, o Bar Pirex acaba de conquistar mais um importante reconhecimento. Publicada em 28 de agosto, a lista “Os 100 Melhores Bares do Brasil”, da revista Exame Casual, destacou o Pirex na 9ª colocação entre casas de todo o país. A eleição é feita por um júri de especialistas, que considera desde a qualidade dos drinques e bebidas até a excelência do atendimento e da gastronomia. O bar é o representante de MG mais bem colocado ba lista.

Mas a lista de premiações pode aumentar, pois o bar está concorrendo novamente ao Prêmio Melhores da Taça 2025. Belo Horizonte mostra sua força com dois representantes em categorias importantes: enquanto o Pirex disputa como Melhor Bar do Brasil e Melhor Bar do Sudeste, o Bar da Lora concorre ao título de Melhor Boteco do Brasil. Vizinhos, na praça Raul Soares e Mercado Central, os bares se uniram em campanha para trazer a dobradinha para cidades em um video que circula nas redes sociais. A votação é aberta ao público e pode ser feita no link bit.ly/voteembh.

Com pouco mais de dois anos de funcionamento, o Pirex se tornou parada obrigatória para quem faz a típica peregrinação pelos botecos de BH. O local já esteve entre os 10 melhores neste mesmo ranking em 2023, agora subindo uma colocação. Foi, ainda,  agraciado no Prêmio Cumbucca 2024 como Melhor Bar e Melhor Estufa, e considerado este ano o Melhor Bar da Região Sudeste pelo Prêmio Melhores da Taça 2024, promovido pela revista Prazeres da Mesa.

Para o sócio Vitor Velloso, o reconhecimento é motivo de orgulho: “Pra gente é uma honra e uma baita responsabilidade estar entre os 10 melhores da lista, representando a capital dos bares, em meio a tantas casas incríveis de todo o Brasil. Nosso trabalho é fruto de muita gente que veio antes e criou uma cultura de botecagem na cidade que temos o privilégio de perpetuar”, comenta.

A premiada cozinha do Pirex é comandada pela chef Isabela Rochinha, ao lado de Caio Soter, também sócio. A casa resgata os clássicos da estufa ao mesmo tempo em que apresenta releituras e pratos autorais. Cerca de 30% do cardápio é dedicado a opções vegetarianas e veganas. A ideia é valorizar a cultura de boteco de Belo Horizonte sem cair em clichês, mas atualizando esse legado com autenticidade.

SERVIÇO

Bar Pirex
Endereço: Galeria São Vicente – Avenida Amazonas, 1049 – loja 54 – Belo Horizonte (MG)
Horário: Ter-Sex | 11h30 às 15h; Qua-Sex | 18h à 0h; Sáb | 12h à 0h; Dom | 12h às 18h
Mais informações: @barpirex
Link para votar no Melhores da Taça: bit.ly/voteembh

Lagoa Santa recebe o 1º Encontro Nacional de Carros Antigos

Nos próximos dias  6 e 7 de Setembro, Lagoa Santa recebe o 1.° Encontro Nacional de Antigos e Clássicos: Jardineiras, ônibus e caminhos de Belo Horizonte e região. Será um encontro de amigos, empresários, colecionadores e antigomobilistas com paixão pelo transporte rodoviário de passageiros e cargas e sua evolução histórica.

Esta exposição tem suas raízes na Caravana de Integração Nacional de 1960 que foi um deslocamento Rodoviário dos quatro pontos cardeais do país rumo à Brasília. Idealizada e convocada pelo presidente Juscelino Kubitschek com total participação e apoio das Montadoras Automobilisticas por ocasião da inauguração da nova Capital Federal. As partidas se deram  de Belém, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Cuiabá, e a chegada triunfal na Esplanada dos Ministérios, onde o presidente JK recebeu os caravaneiros e seus veículos com uma grande festa dois meses antes da inauguração de Brasília.

Este feito histórico foi relembrado e comemorado em Brasília, aos 7 de Setembro de 2022, na segunda Caravana da Integração Nacional onde a exemplo do que estará acontecendo este ano em Minas, houve um Encontro de Antigos e Clássicos do Transporte Pesado, Caminhões e Ônibus vindos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Brasília. (vide site cinbrasilia.com)

Para receber nossos amigos do trecho foi escolhido um local “chique no úrtimo” com uma completa infra-estrutura para Eventos e Shows: Mercadão Internacional de Lagoa Santa. Local totalmente calçado com amplo espaço para expositores e visitantes, coberturas, sanitários, praça de alimentação com variedade gastronômica e o melhor da cozinha mineira, especiarias de feiras e mercados, artesanato, espaço Kids e pets e muitos outros atrativos… além dos lindos exemplares expostos  das décadas de 50, 60, 70, 80, 90…

Venha e traga sua família para esta aula de história e viagem no tempo.

Local: Mercadão Internacional – Lagoa Santa-MG

Data: 6 e 7 de Setembro de 2025 das 10h às 17h.

Expositores somente com inscrições no site

cinbrasilia.com

Visitantes: entrada franca

Atlético confirma a data do tradicional Churrascão do Galo

No próximo dia 06 de setembro está marcada a volta do Churrascão do Galo, que promete ser uma tarde épica na Vila Olímpica. Com presença do Galo Doido, um dos mascotes mais carismáticos de todos os tempos, para tirar fotos, o evento terá uma estrutura para ninguém botar defeito. Sobe ao palco nesta tarde Chama Chuva, Deu Samba e Rick e Nogueira, que prometem fazer um grande show pra galera.

O evento que é open bar e open food premium, já está com os convites a venda e a todo vapor, a partir de R$240,00 para sócios, R$260,00 para não sócios e R$120,00 para crianças (de 6 a 12 anos). A parte gastronômica vai contar com a expertise do Big Churrasco, empresa especializada em grandes eventos. Serão 15 estações de churrasco, com cortes selecionados, dentre eles: costelaço, costela janela + farofa de alho, chorizo, costelinha BBQ, hambúrguer no brioche com cheddar e molho barbecue, pirarucu à portuguesa, cordeiro, além de pizzas á moda do Big (massa orgânica recheada com costelada e pulled pork) e também opções veganas. Terá arroz caldoso de costela, arroz de jacaré e tropeiro a moda do Big, choripan com queijo, e os tradicionais pastéis carne e queijo e batata frita.

Bebidas terá chope pilsen, refrigerantes, sucos e água mineral. As crianças terão uma área kids e recreação durante todo o evento, paga a parte. E para os atleticanos apaixonados o evento vai contar com um bazar, com camisas e produtos oficiais a preços irresistíveis. O evento tem a realização do Clube Atlético Mineiro e produção do Big Churrasco e Horta Produções e Eventos.

Serviço

Churrascão do Galo

Data: 06 de setembro

Onde: Vila Olímpica – Avenida Pedro I, 2676

Horário: das 14h às 22h

Informações: 3499-1313 ou 3490-0300

Vendas pelo Sympla, no Clube Labareda e na Vila Olímpica

https://www.sympla.com.br/evento/churrascao-do-galo-2025/3045385?fbclid=PAQ0xDSwMQQvVleHRuA2FlbQIxMQABpyJcR1YWO_A3uD7sFECxyElkdFJUMGd_3HofWiLZsISCMEBEOKFMjiTKpL3t_aem_ODz3L052Tl-tOGmA2I8Z6g&referrer=l.instagram.com

Foto do acervo do Big Churrasco

Fotos Rick & Nogueira – Divulgação

Foto Chama Chuva – Pedro Bargas

Festival de Burguer movimenta o Bebedouro com promoção

O Bebedouro Bar & Fogo da Pampulha, e a partir dessa semana a unidade do 356, vão promover um grande festival de hambúrgueres artesanais. A casa vai oferecer até domingo, 7 de setembro um menu especial com hambúrgueres exclusivos. Tem de costela bovina fraldinha, brisket, tilápia e cordeiro. Combinações diferenciadas, preparadas na brasa, com blends selecionados. São três lançamentos e mais três clássicos que já fazem sucesso no cardápio. Entre as novidades, está o Pankada que traz um blend de costela bovina com 180g empanado na farinha panko, preparado na churrasqueira, servido no pão de brioche artesanal, com muçarela derretida, maionese de alho e limão siciliano, cebola caramelizada e rúcula fresca. Tem ainda o Tilápio, que vem com burger de tilápia empanado e dourado, finalizado na churrasqueira, servido no pão de brioche artesanal, com queijo Canastra derretido, maionese de curry e um toque final de lemon pepper. Pra fechar, tem o Sanduíche de Fraldinha, que vem com o corte bovino suculento grelhado na churrasqueira, no pão de brioche artesanal, com provolone defumado e chimichurri da casa. Preços a partir de R$ 50.

Os clássicos da casa continuam: Burger de cordeiro, com 180g, grelhado na churrasqueira, servido no pão de brioche artesanal, com alface americana crocante, tomate fresco e cremoso gorgonzola. E mais p burger de costela bovina com 180g, grelhado na churrasqueira, servido no pão de brioche artesanal, com cheddar derretido e bacon crocante. E mais, o Sanduiche de Brisket, com brisket defumado lentamente na churrasqueira, servido no pão de brioche artesanal, com queijo Canastra e vinagrete defumado. Cada uma das opções clássicas também saem a partir de R$ 50.

O rooftop do Espaço 356 ganhou uma grande novidade gastronômica. É a segunda unidade do Bebedouro em BH, instalada no Olhos D’água, com todo o conceito de bar de fogo que conquistou BH. O primeiro Bebedouro chegou à capital mineira em 2023, depois de marcar época em Curitiba, e rapidamente ganhou o coração dos amantes da boa gastronomia. No 356, o bar foi construído sobre uma estrutura feita de contêineres, com teto retrátil e lareiras espalhadas pelo ambiente, bem rústico e aconchegante. O letreiro Belori Hills, que na Pampulha tem como cenário de fundo a igrejinha São Francisco, na nova casa tem as montanhas e o bairro Belvedere e Vila da Serra e seu imponente Sky Line.

O conceito de bar e fogo veio com cada detalhe. Uma caminhonete antiga será adaptada como uma churrasqueira para costelas, num carrossel que vai girar e assar as carnes no estilo fogo de chão. O primeiro Bebedouro é um sucesso e os números provam isso. Foram 240 mil pessoas atendidas nesses dois anos. Mais que a população de muita cidade  de Minas. São 50 toneladas de carne, mais de 300 mil copos de chope e 130 mil drinks servidos. Outro numero que impressiona são as 220 mil porções preparadas na cozinha da casa. Esses impressionantes números estimularam a segunda unidade.

A gastronomia e a decoração são destaques da proposta principal. Uma parrilla foi idealizada por Diogo Manfredini, proprietário da casa, também para o 356.

No cardápio, entre as opções bovinas, tem picanha, fraldinha com mostarda, mignon com gorgonzola, T-Bone, tomahawk com manteiga de ervas são as opções feitas neste equipamento. Há ainda ostras, trazidas de Santa Catarina, gratinadas clássicas e também com bacon. Uma mistura exótica. Outro destaque é o pernil de cordeiro e a tulipa de frango a moda italiana. Nas grelhas ainda é preparado o salmão. A linguiça artesanal é servida em formato caracol e tem e a clássica panceta também é uma aposta. O Bacon é destaque. Ele é preparado com açúcar mascavo, que deixa ele crocante e realça o sabor.

Nas entradas tem as tostadas, torradas de salmão e também de tomate. Tem o croquete de carne, o camarão à romana, que vêm empanados com parmesão. Outras opções são o bolinho de bacalhau e as batatas rústica e a servida com pulled pork. Este último estrela um sanduíche com mozarela e sour cream. Tem um sanduíche de brisket com queijo canastra e vinagrete defumado. E o cheese burguer com costela e bacon.

O local é todo exclusivo, com móveis feitos por Diogo Manfredini, que também desenhou e executou vários projetos em bares da cidade e do Brasil. O destaque da decoração são objetos antigos, como televisões da década de 70, caixa registradora e rádios retro .

No bar, chopes artesanais de Minas Gerais e linhas Premium da AmBev. E muitos drinks exclusivos. São seis a base de gin, incluindo o Bebedouro, com xarope de grenadine, tônica, espuma de gengibre e pimenta rosa. Outros clássicos como o Kir Royale e Aperol Spritiz, mais quatro opções a base de vodca e outros a base de Jack Daniel’s e suas versões e mais caipis. Tem ainda o Tóquio Mule, com saque e espuma de gengibre. Pra fechar, mais duas opções não alcoólicas. Haverá ainda open wine em dias específicos.

O Bebedouro de BH é inspirado no homônimo de Curitiba, que foi inaugurado em 1977 no Largo de mesmo nome, no Largo da Ordem, local histórico da capital do Paraná. Um dos destaques da casa eram os camarões que também estarão no cardápio que vai chegar aos mineiros agora. O estabelecimento lá ficava ao lado do teatro e era frequentado por artistas e famosos. Dona Angela, que além de comandar a cozinha e a gestão da casa, fazia questão de ir a cada mesa e cantar uma música para alegrar os clientes. O bar funcionou até 1983 e marcou a história da cidade.

Bebedouro Bar e Fogo

https://www.instagram.com/bebedourobarefogo/

Otacílio Negrão de Lima 1835 – São Luiz

Bebedouro 356

https://www.instagram.com/bebedouro356/

Rua Adriano Chaves de Matos, 100 – Espaço 356 – Rooftop

Velha Companhia lança o livro “As Águas”, trilogia premiada

Após 21 anos de trajetória ininterrupta e premiada, a Velha Companhia lança As águas, livro que reúne três de suas criações mais representativas. Escritas por Kiko Marques e já consagradas nos palcos com prêmios como Shell e APCA, as peças agora chegam ao público em edição pela Editora Javali, com prefácio de Maria Fernanda Vomero (USP) e posfácio de Daniele Sampaio. O lançamento acontece no dia 16 de setembro, às 19h, na Bibla Livraria, em São Paulo, marcando o primeiro lançamento de livro de teatro realizado no espaço, que rapidamente se firmou como referência na cena literária.

A publicação traz, em volume único, a trilogia composta por Cais ou Da Indiferença das Embarcações (2012), obra vencedora dos prêmios Shell, APCA e Aplauso Brasil de Melhor Autor; Sínthia (2016), vencedora do APCA de Melhor Direção e indicada ao Shell nas categorias de Melhor Diretor e Melhor Atriz para Denise Weinberg; e Casa Submersa (2019), peça que recebeu indicações ao Shell e APCA e foi considerada uma das melhores montagens do ano pela Veja SP. O livro oferece um mergulho nas memórias pessoais e coletivas do país, atravessando temas como Estado Novo, ditadura militar, violência política e apagamentos históricos — não pelos pormenores políticos em si, mas pelo modo como essa história é contada, nos detalhes da narração. São as histórias individuais que convocam a coletividade, revelando como o tempo histórico atravessa essas vidas.

Conforme assinala o editor Assis Benevenuto, “São três textos — textões mesmo, no sentido de serem muito bem fundamentados, muito bem construídos. É uma literatura dramática de fato, muito boa de ser lida. Quando falamos de teatro contemporâneo, muitas vezes nos deparamos com aqueles textos que exigem bastante do leitor. Eu, particularmente, gosto muito disso também: do apreço pela palavra, da relação que se estabelece, da construção, da ação, da imaginação, de tudo. Mas aqui há uma condução muito forte da palavra. São peças de três horas, algo que é raro de se ver. Há esse cuidado com a palavra, que se conecta também ao trabalho do Kiko na parte editorial. Vi nele um zelo muito grande nesse sentido — na revisão, na atualização de certas passagens”.

Fundada em 2003 por Alejandra Sampaio, Kiko Marques e Virgínia Buckowski, a Velha Companhia consolidou-se como uma das mais relevantes do teatro de grupo em São Paulo. Reconhecida com os principais prêmios nacionais, a companhia sempre trabalhou a partir de longos processos de pesquisa, aliando dramaturgia, debates, oficinas e ações em grupos periféricos. Seu compromisso com o diálogo entre arte e sociedade é marca de uma trajetória que soma espetáculos de grande repercussão, como Banco dos sonhos, Valéria e os pássaros e a própria trilogia As águas.

Esta publicação dá conta de um processo de cerca de 12 anos de pesquisa, preparação, encenação e criação dos textos dramatúrgicos. Em tempos de desvalorização e sucateamento do ofício teatral, Alejandra Sampaio, destaca que “esses três espetáculos foram produzidos com algum tipo de incentivo (editais e pesquisa). Do ponto de vista da companhia, trata-se de uma pesquisa que se alimenta dos recursos que sustentam esse convívio de um coletivo de artistas. E é esse processo que o Kiko orienta e direciona, entendendo os caminhos que encaminham a dramaturgia”. Ao longo de duas décadas, a companhia consolidou uma prática teatral que fomenta a dramaturgia contemporânea brasileira, preserva a memória cultural do país e, ao mesmo tempo, contribui para o desenvolvimento do setor, gerando empregos diretos e indiretos em produções que reúnem múltiplos profissionais das artes e fortalecem a comunicação com o público.

O livro nasce como um novo sopro, ampliando o contato do repertório da companhia com seu público e alcançando lugares onde os espetáculos ainda não chegaram, ativando novos encontros por meio das páginas da literatura. Virgínia Buckowski ressalta que a publicação do volume representa um marco de profissionalização para a companhia. Se antes o acesso a textos se restringia a versões em PDF, agora o livro, editado e disponível ao público, confere legitimidade e solidez ao trabalho dramatúrgico. Dessa maneira, a edição transforma a trajetória da companhia em patrimônio editorial, reafirmando sua presença no cenário cultural brasileiro.

Alejandra Sampaio comenta o simbolismo dessa publicação: “Minha escolha pelo teatro sempre foi a de uma arte fugaz: cada espetáculo termina, eu termino, e o que fiz também se desfaz. Mas existe algo maior do que nós, que é o próprio teatro. O teatro carrega essa característica da efemeridade. Que um texto possa se eternizar dessa forma é um testemunho — o meu, o do Kiko, o dos meus parceiros, do nosso tempo. Significa que não nos apagaremos completamente; nosso depoimento permanecerá mesmo após nossa passagem  por aqui. Para o teatro, acredito que isso seja muito importante. Todo esse trabalho que o Kiko realiza seria um desperdício se se perdesse com o passar do tempo”.

Quanto à primeira publicação, Kiko Marques reflete que ainda não havia atentado para o universo da editoração teatral. “Somos pessoas de teatro. Fomos criando e colocando no palco, repetidamente. Quando a ideia da publicação surgiu, percebi que nem tinha a maioria dos textos finalizados como textos escritos, porque a encenação ia mudando, a gente ia mudando, simplesmente fazíamos teatro. Aquilo era uma ferramenta do teatro, o coração talvez, mas do fazer teatral. E então, transformar isso em publicação, tornar em objeto do mundo é algo muito poderoso. Tem um sentido artístico profundo: tudo que está ali — o trabalho da Alejandra, da Virgínia — é tão íntimo e pessoal, e, ao mesmo tempo, se torna público, se torna obra, se torna escultura, se torna livro, se torna dramaturgia lançada. É um lugar ao mesmo tempo assustador e bonito.”

O trabalho da Velha Companhia, para além do teatro e da literatura, também se aproxima do cinema. As três obras publicadas neste livro estão em processo de adaptação para o audiovisual. “Cais: os direitos da obra estão com Marco Ricca, que pretende transformá-la em filme ou talvez em série dirigidos por ele. Os direitos de Sínthia eram de Toni Venturi até seu falecimento, no ano passado; há alguns anos estávamos em processo de adaptação e criação de roteiro. Casa Submersa está com o roteirista Marc Bechar, que, junto comigo e com o diretor Aly Muritiba, desenvolve o projeto de uma série ou longa-metragem”, relata Kiko Marques. Vale lembrar que Denise Weinberg, atriz de Sínthia, é protagonista de O último azul, novo filme de Gabriel Mascaro, vencedor do Urso de Prata no Festival de Berlim, atualmente em exibição em salas de cinema de todo o país.

O lançamento do livro integra o Projeto Empatia, contemplado pelo 43º Fomento ao Teatro da Cidade de São Paulo. Além da publicação, o projeto incluiu a temporada lotada de Cais ou Da indiferença… no TUSP, a pesquisa de adaptação de Crime e castigo de Dostoiévski, debates com especialistas como a Dra. Elena Vássina, reflexões dramatúrgicas em grupos periféricos e experiências sonoras na EMESP.

SINOPSES

Cais ou Da indiferença das embarcações | A peça narra as histórias de três gerações de uma família moradora da Ilha Grande, litoral do Rio de Janeiro, entre as décadas de 1930 e 1990 — sob o ponto de vista de um velho barco, em conversa com a poita à qual está amarrado.

Sínthia | Acompanhamos as trajetórias de Maria Aparecida e de seu filho caçula, Vicente — esperado por ela como uma menina —, desde seu nascimento, em 1968, durante os chamados anos de chumbo da ditadura militar brasileira, até um reencontro no Natal de 2013.

Casa submersa | Em 2018, após um encontro com uma figura marcante da história política do país, a bióloga Maíra parte em uma viagem sem volta, na qual encontrará não apenas suas próprias origens, mas também os abismos de sua família — e de sua nação.

 

SOBRE O AUTOR

Kiko Marques é ator, dramaturgo, diretor e professor de teatro. Formado pela Escola de Teatro Martins Pena, no Rio de Janeiro, em 1988, transferiu-se para São Paulo em 1993, onde fundou a Velha Companhia, da qual é diretor artístico. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu um trabalho autoral, marcado pela pesquisa cênica e pela criação coletiva, reconhecido com prêmios como o Shell, a APCA e o Aplauso Brasil, entre outros.

SERVIÇO

Lançamento do livro As águas (Ed. Javali), de Kiko Marques (Velha Companhia)

16 de setembro (terça-feira), às 19h

Bibla Livraria – Praça Profa. Emília Barbosa Lima, 58, Vila Madalena, São Paulo – SP

(11) 3022-6683

A casa fecha às 21h30

Sobre o livro: 384 páginas| Valor promocional durante o evento: 50$

Link para pré-venda: https://www.editorajavali.com/product-page/as-%C3%A1guas-trilogia-da-velha-companhia