“Princesa Falalinda” faz crítica bem-humorada aos contos de fadas

Neste domingo, dia 21 de setembro, o público de Belo Horizonte poderá assistir ao espetáculo infantojuvenil “Princesa Falalinda, Sem Papas na Língua”. A peça será exibida às 16h, no Teatro Francisco Nunes, dentro do Parque Municipal Américo Renné Giannetti, promovida pela Fundação ArcelorMittal, por meio do programa Diversão em Cena. A montagem de 55 minutos tem classificação livre, acessibilidade em Libras e ingressos a preços populares: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

“Princesa Falalinda” narra uma fábula contemporânea que questiona os arquétipos clássicos dos contos de fadas. Em uma fusão de humor, poesia e crítica social, o enredo convida o público a refletir sobre o silenciamento feminino e a importância da liberdade de expressão desde a infância.

Na trama, a protagonista Falalinda recebe de uma bruxa a maldição de dizer tudo o que pensa. Curiosa, inteligente e divertida na infância, ela passa a ser vista como incômoda à medida que cresce e se recusa a silenciar suas opiniões. O conflito com o pai, o rei, se intensifica quando ele decide casá-la com um príncipe especialista em, literalmente, calar as pessoas.

Depois de ser isolada em uma torre e perder gradualmente a fala, Falalinda reencontra sua voz graças à intervenção da bruxa, que revela ser, na verdade, sua mãe, a rainha. O desfecho surpreendente transforma a protagonista na soberana mais amada de todos os reinos, por sua coragem e sinceridade.

Assinado pela companhia de teatro O Trem, também de Belo Horizonte, o espetáculo aposta na delicada fusão entre lirismo e ironia para tratar temas como empoderamento feminino, escuta ativa e liberdade de expressão. A encenação inclui trilha sonora original e figurinos que misturam elementos clássicos e modernos, reforçando o contraste entre tradição e ruptura. Ainda criança, Falalinda é interpretada por uma atriz-mirim, criando forte identificação com o público infantil.

“Princesa Falalinda, Sem Papas na Língua” é mais do que um conto reimaginado: é um convite ao pensamento crítico, inclusive para os pequenos espectadores. Ao propor novos repertórios e protagonismos, a montagem contribui para formar uma geração mais consciente e plural.

15 anos de Diversão em Cena

O programa Diversão em Cena foi criado pela Fundação ArcelorMittal em 2011, com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, por meio da oferta de espetáculos gratuitos ou a preços populares. Está presente nos seguintes estados: Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Mato Grosso do Sul. Ao todo, mais de 1 milhão de pessoas já assistiram às apresentações.

“Acreditamos que a democratização da cultura é uma ferramenta essencial para a transformação social. Por isso, é uma grande satisfação levar gratuitamente mais esse espetáculo ao público do Sul Fluminense”, afirma Camila Valverde, diretora-executiva da Fundação ArcelorMittal.

Esta apresentação é viabilizada com recursos da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, com realização da Lima Produções Culturais e Governo de Minas Gerais.

Sobre a Fundação ArcelorMittal

Há mais de três décadas, a Fundação ArcelorMittal é a organização dedicada a direcionar os investimentos sociais do Grupo ArcelorMittal — maior produtora de aço do país e líder no mercado global. Com o propósito de criar oportunidades, a Fundação ArcelorMittal busca promover o impacto social positivo, por meio da educação, do esporte e da cultura. Anualmente, cerca de 450 mil pessoas são alcançadas pelas iniciativas promovidas em cidades de todo o país. Saiba mais em famb.org.br.

Ficha técnica

Texto: Livia Gaudencio | Direção: Cynthia Falabella | Elenco: Cecília Gaudencio, Isabella Michielini, Jordan Antunes, Leo Campos e Livia Gaudencio | Trilha sonora original: Chuck Hipolitho e Thiago Guerra | Cenários e figurinos: Kleber Montanheiro | Iluminação: Bruno Cerezoli | Técnico: Cristiano Medeiros | Assistente de produção: Hudson Moreira | Produção executiva: Lucas Chiaradia | Diretor de produção: Marcelo Carrusca

Serviço

O quê: “Princesa Falalinda, Sem Papas na Língua”

Quando: 21 de setembro, domingo, às 16h

Onde: Teatro Francisco Nunes (Parque Municipal Américo Renné Giannetti – Avenida Afonso Pena, 1.321, Centro, Belo Horizonte – MG)

Apresentação gratuita e acessível em Libras

Duração: 55 minutos

Classificação: livre

30ª edição do projeto Nosso Encontro de Brechós

Belo Horizonte receberá, nos próximos dias 18 e 19 de setembro, a 30ª edição do projeto Nosso Encontro de Brechós, que, desta vez, ocupará o Shopping Cidade, no coração da capital mineira. A iniciativa reunirá 14 marcas de segmentos variados, como roupas, bolsas, perfumaria de ambientes e outros acessórios, em um espaço dedicado à moda sustentável, consumo consciente e fomento ao empreendedorismo.

O projeto é considerado como uma das principais plataformas de visibilidade para mulheres empreendedoras que atuam na moda circular, setor em ascensão no Brasil e que vem transformando as formas de consumir, produzir e se relacionar com o vestuário e a decoração. “Mais do que um ponto de vendas, o Encontro de Brechós promove conexões entre marcas consolidadas, grifes independentes e o público consumidor, além de estimular novos formatos de colaboração entre empreendedoras locais.”, argumenta a idealizadora do evento, Adriana de Araújo Lima Moreira.

A escolha do local para essa edição também foi outra estratégia que levou em consideração aspectos como ampliação da visibilidade das marcas e, ao mesmo tempo, oferecimento de conforto, segurança e praticidade aos visitantes. “Chegar ao Shopping Cidade, um dos centros comerciais mais tradicionais e movimentados de Belo Horizonte, representa um avanço importante para o Nosso Encontro de Brechós. É a moda circular ocupando um espaço de destaque, levando o garimpo, a sustentabilidade e o trabalho de marcas autorais a um público cada vez mais diverso.”, destaca Adriana. Para Thâmara Zaia, Head de Marketing e Experiência do Cliente do empreendimento, a construção de uma política pautada no consumo consciente e na responsabilidade ambiental é parte do DNA do Shopping Cidade: “Mais do que uma ação promocional, o evento é uma oportunidade de apresentar uma moda mais consciente e super conectada ao nosso momento atual, em que iniciamos a temporada que celebra 35 anos de vanguarda no mercado varejista”, garante.

Pontapé para quem está começando

Participar de uma feira de variedades pode ser um divisor de águas para novas marcas que estão buscando se consolidar no mercado. Além de oferecer um ambiente único para apresentar produtos e serviços a um público qualificado, as feiras geram feedback imediato, o que é essencial para ajustes na apresentação de novos produtos, por exemplo.

Esse é o caso da marca Dicas & Alegrias, empresa que estreou no mercado mineiro há um pouco mais de dois anos e que é especializada no desenvolvimento de presentes afetivos customizados e itens de perfumaria de ambientes. “Estou apostando nessa edição da feira porque acredito que ela será uma oportunidade genuína para ampliação do meu público-alvo e, também, um ambiente fértil para novas parcerias.”, explica a fundadora e diretora criativa, Virgínia Ramos. Durante o evento, a empresa lançará coleções específicas de difusores e velas aromáticas. “Quando uma pessoa cuida do cheiro onde vive, cuida do mundo que não vê, mas sente.”, complementa a empreendedora.

Serviço

30ª Edição do Nosso Encontro de Brechós

Datas: 18 e 19/9

Horário: 10h às 21h

Local: Piso GG – Shopping Cidade (Rua dos Tupis, 337 – Centro)

Inhotim promove o “Seminário Internacional Transmutar”

Nos dias 27 e 28 de setembro de 2025, o Instituto Inhotim realiza mais uma edição do Seminário Internacional Transmutar, que este ano tem como tema Invenções da terra. A proposta é criar um espaço de reflexão crítica e de criação coletiva sobre a relação com a terra e os territórios que habitamos, em diálogo com os desafios ecológicos e urgências ambientais do presente. A programação é formada por debates, situações artísticas e momentos de trocas de experiências em torno de temas como biodiversidade, clima, território e cultura, nas intersecções entre natureza, arte e educação.

“Transmutar” é um programa institucional de pesquisa e programação que nasceu em 2023. Desde o ano passado, integra a esse programa a realização de um seminário internacional, que traz uma seleção de diálogos entre pessoas intelectuais de diversos campos de conhecimento com o foco em discutir a vida na terra frente aos desafios contemporâneos.

“O objetivo geral do Seminário Internacional Transmutar é tecer uma rede de produção de conhecimentos em torno de temas relevantes para a vida no planeta hoje. Na edição de 2025, o Inhotim se propõe a integrar conhecimentos a partir das noções de terra e território. Um convite a fabular outros modos de vida que podem fazer confluir, por exemplo, ancestralidade e justiça climática. Para isso, se apoia em sua vocação de colocar em diálogo a arte e a natureza e, como resultado, traz uma programação transdisciplinar, com nomes importantes como Sandra Benites e Edgar Calel” reflete Sabrina Carmo, gerente de natureza, que compõe o grupo de curadores do seminário.

A participação no seminário é gratuita para visitantes do parque, sem necessidade de inscrição prévia, e acontece em espaços descentralizados do Inhotim, como a Galeria Claudia Andujar | Maxita Yano e áreas ao ar livre do museu.

 

Programação

No sábado, 27 de setembro, a programação tem início com a conferência Frutos de uma velha árvore, conduzida pelo artista Edgar Calel e seus irmãos Julio, Elsa e Pedro Lisandro, do povo indígena Maya Kaqchikel, na Guatemala. O grupo compartilha práticas que unem sonhos, cultivo e rituais em experiências de arte contemporânea e espiritualidade. À tarde, o destaque é a performance da artista guatemalteca Regina José Galindo, reconhecida internacionalmente por seu trabalho em torno do corpo como ferramenta de crítica política e social.

Já no domingo, 28 de setembro, a conferência é conduzida por Sandra Benites, Diretora de Artes Visuais da Fundação Nacional de Artes (FUNARTE), pesquisadora e curadora que se dedica a refletir sobre a presença e as vozes indígenas no campo da arte contemporânea. Na sequência, os Diálogos reúnem Eyder Calambás Tróchez (Isua Pørøpik) e Phuyu Uma (Jenniffer Ávila Jordan), ambos da Colômbia e integrantes do Consejo Ancestral Willka Yaku, em conversa com a brasileira Melissa Alves, do coletivo Sertão Negro. Encerrando o seminário, a cantora e pesquisadora Inaicyra Falcão apresenta um show em que reafirma sua trajetória de difusão da cultura africana e afro-brasileira.

Sobre os participantes

Edgar Calel e família (Guatemala)
Edgar Calel, junto com seus irmãos Julio, Elsa e Pedro Lisandro, compõe uma grande família do povo indígena Maya Kaqchikel, de Chi Xot – San Juan Comalapa. Seus trabalhos se baseiam em sonhos, no cultivo de alimentos, na conexão com a Natureza e no cosmos, integrando práticas cerimoniais e arte contemporânea. Juntos, criam experiências que unem coletividade, espiritualidade e resistência cultural.

Regina José Galindo (Guatemala)
Artista visual e poeta, Galindo utiliza o corpo como principal meio de expressão em performances de forte impacto político e social. Recebeu o Leão de Ouro de Melhor Jovem Artista na 51ª Bienal de Veneza (2005), o Prêmio Príncipe Claus (2011) e o Prêmio Robert Rauschenberg (2021). Participou de diversas bienais internacionais, como Veneza, Kassel (Documenta 14) e Sydney, consolidando-se como uma das mais importantes artistas da performance na atualidade.

Sandra Benites (Brasil)
Pesquisadora e curadora indígena, Sandra Benites é Doutora em Antropologia Social pelo Museu Nacional (RJ) e atua na promoção da diversidade e inclusão no cenário artístico. É titular da Cátedra Olavo Setúbal de Artes, Cultura e Ciências da USP e atual Diretora de Artes Visuais da Funarte. Seu trabalho explora as interseções entre arte contemporânea, questões socioambientais e a valorização das vozes indígenas.

Eyder Calambás Tróchez (Isua Pørøpik) (Colômbia)
Filósofo, escritor e artista do povo originário Misak, é magíster em Artes Integradas com o Ambiente pela UniCauca e docente da Ala Kusreik Ya Misak Universidad. Seu trabalho investiga práticas decoloniais, artes e territorialidades, atuando junto ao Consejo Ancestral Willka Yaku. Foi premiado pelo Idartes (2019) e pela convocatória Estímulos (2022), e tem publicado livros sobre ecologia, estética da libertação e epistemologias indígenas.

Phuyu Uma (Jenniffer Ávila Jordan) (Colômbia)
Docente, ativista ambiental e artista intercultural, Phuyu Uma significa “nuvem da montanha” em runasimi. Integra o Consejo Ancestral Willka Yaku, onde atua em processos de fortalecimento indígena e ecologia política. Foi diretora curatorial do 18º Salão Regional de Artistas da Colômbia e é reconhecida por trabalhos que integram decolonialidade, ancestralidade e arte indígena.

Melissa Alves (Brasil)
Arquiteta e urbanista, Melissa Alves é pesquisadora e curadora ligada ao coletivo Sertão Negro Ateliê e Escola de Artes. Foi contemplada pelo Prêmio CAU + Diversidade (2022) e atuou como curadora-mentora no MAM-Rio. Suas pesquisas abordam territorialidades, ancestralidades urbanas e arte-educação, com foco na legitimação da memória urbana e das corporeidades afro-brasileiras.

Inaicyra Falcão (Brasil)
Cantora lírica, educadora e pesquisadora, é filha de Mestre Didi e herdeira da tradição afro-brasileira. Seu trabalho reafirma a ancestralidade em diálogo com a contemporaneidade, como no livro Corpo e ancestralidade: uma proposta pluricultural de dança-arte-educação. Lançou álbuns como Okan Awa e Sementes Ancestrais e participou da 35ª Bienal de São Paulo. Em 2022, recebeu o Prêmio Milu Villela do Itaú Cultural.

O Transmutar tem a Vale como Mantenedora Master, Parceria Estratégica da Cemig por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e Patrocínio Bronze do Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe – CAF.


 

SERVIÇO

Seminário Internacional Transmutar: invenções da terra
Datas: 27 e 28 de setembro de 2025
Local: Instituto Inhotim – Galeria Claudia Andujar | Maxita Yano
Classificação indicativa: Livre
Participação gratuita mediante acesso ao museu, sem necessidade de inscrição prévia.

INHOTIM – INFORMAÇÕES GERAIS

HORÁRIOS DE VISITAÇÃO

De quarta a sexta-feira, das 9h30 às 16h30, e aos sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30.

Nos meses de janeiro e julho, o Inhotim funciona também às terças.

ENTRADA

Inteira: R$ 60,00 | Meia-entrada*: R$ 30,00.

*Veja as regras de meia-entrada no site: www.inhotim.org.br/visite/ingressos/

ENTRADA GRATUITA

Inhotim Gratuito: acesse o guia especial sobre a gratuidade no Inhotim.

Moradores e moradoras de Brumadinho cadastrados no programa Nosso Inhotim; Amigos do Inhotim; crianças de 0 a 5 anos; patronos, patrocinadores e instituições parceiras do Inhotim não pagam entrada;

Quarta Gratuita Inhotim: todas as quartas-feiras são gratuitas;

Domingo Gratuito: o último domingo do mês é gratuito;

LOCALIZAÇÃO

O Inhotim está localizado no município de Brumadinho, a 60 km de Belo Horizonte (aproximadamente 1h15 de viagem). Acesso pelo km 500 da BR-381 – sentido BH/SP. Também é possível chegar ao Inhotim pela BR-040 (aproximadamente 1h30 de viagem). Acesso pela BR-040 – sentido BH/Rio, na entrada para o Retiro do Chalé.

https://www.inhotim.org.br/

O Inhotim tem a Vale como Mantenedora Master; o Nubank e a Cemig como Parceiros Estratégicos; Shell e Itaú como Patrocinadores Master e conta com o Patrocínio Ouro da Vivo, Santander, CBMM, Grupo Ultra e Petronas. Os patrocínios são viabilizados por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Campeonato de Esportes do Mangalarga Marchador e Na Brasa BBQ

Entre 19 a 21 de setembro, acontece o Campeonato Brasileiro de Esportes com Mangalarga Marchador e o Na Brasa BBQ, dia 20, estarão de volta ao Parque de Exposições da Gameleira. A programação vai reunir em um só lugar a adrenalina das provas esportivas, boa gastronomia e entretenimento. Sexta e domingo, entrada gratuita. No sábado, retire seu ingresso pelo Sympla, com gratuidade até às 15H.

No palco, tem banda Saideira e seu tributo ao Skank, 100% Charlie Brown com as melhores da banda de Santos e mais: Castelli & Thiago com as melhores do sertanejo, além de roda de viola e Texas Radio, com as clássicas do country.

Mais uma vez, o Festival na Brasa, Cidade do Churrasco, vai reunir grandes assadores com cortes nobres e especiais de diversas partes do mundo. Teremos cortes de churrasco clássicos do Brasil, costela de fogo de chão, torresmo de rolo, varal de aves, porco no rolete, além de acompanhamentos sensacionais.

Também teremos gastronomia dos quatro cantos do mundo, a começar a parrilha clássica argentina com ancho, chorizo, picanha, além de outros símbolos da gastronomia porteña como choripan e empanadas. Teremos massas artesanais da Itália, pit smoker com o estilo de churrasco dos Estados Unidos. O joelho de porco e salsichão vão representar a Alemanha, tem opções da gastronomia japonesa, a autêntica paella espanhola, pratos com bacalhau e outras iguarias portuguesas, tacos e nachos do México, o ceviche típico peruano e costela a molho do barbecue ao estilo da Austrália.

A Cervejaria Läut, parceira do Mangalarga Marchador, será a cervejaria oficial dos eventos, além de muitos drinks deliciosos. A estrutura contará com um mega espaço kids, mini fazendinha, exposição de carros antigos, feira de artesanato e muito mais.

 Campeonato Brasileiro de Esportes do Mangalarga Marchador

sexta-feira (19 de setembro)

A partir das 9h

Prova de Maneabilidade

Premiação do Campeonato Brasileiro Caminhos do Marchador e Provas Esportivas (Ano Hípico 2024/2025)

Prova de Ranch Sorting

Atrações Musicais (DJ e Banda)

sábado (20 de setembro)

A partir das 9h

Prova de Seis Balizas

Prova de Ranch Sorting

Na Brasa BBQ – cidade do churrasco – Edição Mundo (a partir das 12h)

Entretenimento (Fazendinha; Espaço Kids; Festival de Carros Antigos; Feira de Artesanatos e muito mais)

22h – Show Texas Radio – Palco Principal

Domingo (21 de setembro)

A partir das 9h

Prova de Três Tambores

Encerramento

Na Brasa BBQ – Cidade do Churrasco

Sábado, 20 de setembro, a partir do meio dia

Parque Gameleira – Avenida Amazonas, 6020 – Gameleira, Belo Horizonte – MG

Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/mangalarga-marchador-cidade-do-churrasco/3106009

Informações: https://www.instagram.com/cidadedochurrasco/

Espetáculo AZEDO estreia temporada no Galpão Cine Horto

De 19 a 28 de setembro de 2025, o espetáculo AZEDO – com idealização de Arthur Rogério,  atuação de Arthur Rogério e Matheus Cunha e direção de Andréa Rodrigues – estreia no Galpão Cine Horto – Teatro Wanda Fernandes. Vencedor do Cena Espetáculo no Festival Cenas Curtas 2024, a peça – agora em formato de longa duração – nasce da urgência de expor feridas abertas pela violência do racismo e pela falsa promessa de que os espaços de arte seriam territórios seguros. A temporada conta com o apoio do Centro Cultural Galpão Cine Horto e marca um novo momento na trajetória do projeto, após um ano de processo e ensaios.

Em 2019, Arthur Rogério foi impedido de entrar no CEFART (Centro de Formação Artística e Tecnológica), onde estudava. Esse episódio revelou o quanto ainda se acredita na segurança e neutralidade das artes, quando, na prática, corpos negros seguem sendo controlados, silenciados e violentados. Foi desse acontecimento que, em 2020, germinou a ideia de AZEDO, um experimento que se expandiu em pesquisa artística sobre o grotesco, o mascaramento, o corpo extra cotidiano e o Body Horror como ferramentas para pensar o teatro contemporâneo.

“Depois dessa e de outras situações que eu vivi, passei a pesquisar essa estética dos filmes de terror psicológico, li bastante sobre o afro surrealismo e busquei transformar essa narrativa em algo lúdico, recontar esse ponto dessa história sob o nosso olhar. E agora, que é um espetáculo, eu estou nervoso e animado. Quero entender, saber e ver a reação das pessoas assistindo. É um desafio trazer essa temática para o teatro, é um experimento e, pra mim, tem sido muito importante ter esse espaço para fazer acontecer essa pesquisa toda”, comenta Arthur Rogério.

Azedo, o personagem que dá nome à obra, só conheceu o mundo do circo. Seu domador era referência de pai, deus e dono. Mas tudo desmorona com o incêndio que destrói o picadeiro, a morte do pai e as marcas eternas deixadas pelo dono. Mesmo devastado, ele insiste em apresentar seu “grande número” e alcançar o sonho de ser “o maior artista já visto”. Preso em sua própria mente, deforma-se e transita entre o bufonesco e o horror, encarnando um corpo atravessado pela opressão cotidiana.

Em cena, o público não encontra catarse, mas sim o incômodo, o escárnio e o riso nervoso. AZEDO leva o espectador ao limite entre loucura e espetáculo, mostrando que a grande estreia do personagem não é o começo de nada, mas o fim de tudo.

SOBRE O PROJETO CENA-ESPETÁCULO

O Cena-Espetáculo é um projeto do Galpão Cine Horto criado em 2008, em Belo Horizonte, voltado ao fomento da criação dramática local, com foco em cenas curtas, experimentais, para desenvolvimento até um espetáculo de longa duração. Ele funciona como uma cadeia de incentivo e difusão das artes cênicas, identificando trabalhos de cena curta com potencial, e apoiando sua transformação em espetáculos maiores.

Sinopse:

O único mundo que Azedo conhece é o circo, o domador é sua referência de pai, deus, dono. Seu mundo ruiu em um incêndio, seu pai se foi, seu deus segue e seu dono deixou marcas eternas. Apesar de tudo ele segue tentando apresentar seu grande número e se tornar o maior artista já visto. Respeitável público com vocês…

Temporada de estreia:
Galpão Cine Horto – Teatro Wanda Fernandes
19 a 28 de setembro de 2025 | qui a sáb, 20h | dom, 19h

Casa Circo Gamarra
17 a 19 de outubro de 2025 | sex a dom, 20h

Ingressos: R$20 (inteira) | R$10 (meia)

Nossa manutenção e programação só são possíveis graças aos recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura e da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.

Dia de Rock volta em sua 2ª edição com programação gratuita

O Dia de Rock chega à sua segunda edição em Belo Horizonte no dia 20 de setembro, embaixo do Viaduto Santa Tereza, com a proposta de ocupar espaços da cidade com música e valorizar a cena independente. O evento gratuito apresenta um line-up que mescla ícones da cena mineira com novas vozes do rock nacional, reunindo diferentes gerações em torno do gênero.

Para Daniel Moura, um dos idealizadores do festival, estar novamente na capital mineira é um marco: “Chegar à segunda edição do Dia de Rock em Belo Horizonte é reafirmar um propósito. Queremos mostrar que o rock é vivo, pulsa nas ruas e tem a capacidade de reunir diferentes gerações em torno de música, cultura e experiências. Não se trata apenas de shows, mas de um movimento que conecta histórias, fomenta novas bandas, abre espaço para quem está começando e fortalece quem já vem trilhando seu caminho. A segunda edição em BH é um passo importante nessa trajetória, e meu sentimento é de gratidão por todos que acreditam e caminham junto com a gente nesse projeto.”

Abrindo a programação, às 14h30, Martiataka traz sua energia já conhecida do público do festival, com uma sonoridade que combina peso e irreverência. Na sequência, às 15h30, é a vez de Maurinho e os Mauditos, banda autoral mineira que carrega letras intensas e uma performance visceral, conectando-se com a essência de resistência do evento.

Às 16h30, sobe ao palco o grupo Last Warning, referência do cenário independente com seu HardCore direto e sem concessões. Logo depois, às 17h30, a Libertà apresenta seu rock engajado, de atitude e letras afiadas, representando a cena contemporânea que pulsa em Minas.

Já consolidada no circuito nacional, a Black Pantera é atração das mais aguardadas: a banda mineira leva ao palco sua mistura potente de hardcore, metal e letras de forte impacto social, às 18h30. Às 20h, a Sagrada Escritura do Gueto traz uma fusão singular de hardcore e rap, traduzindo a potência das periferias em som e palavra.

Fechando a noite, às 21h, a Seu Madruga apresenta o melhor do repertório do AC/DC, com uma performance que faz jus a uma das maiores bandas de rock de todos os tempos, garantindo o encerramento em alta voltagem.

Sobre o Dia de Rock

O festival nasceu em Juiz de Fora em 2022, onde já realizou quatro edições e se consolidou como tradição. A cidade, conhecida como a “Manchester Mineira”, foi palco histórico do rock nacional e segue sendo base importante do projeto. Hoje, o Dia de Rock se firma como um movimento que valoriza a cena autoral, abre espaço para novos nomes e fortalece o papel do gênero como símbolo de diversidade e resistência.

SERVIÇO

Dia de Rock – 2ª edição Belo Horizonte
Data: 20 de setembro de 2025
Local: Embaixo do Viaduto Santa Tereza – Rua Aarão Reis, 542, Centro – BH/MG
A partir das 14h30
Acesso gratuito
Mais informações: @odiaderock

Atividade musical pode ser ferramenta para abrir caminhos à mobilidade social no Brasil

Empresas e empreendedores sociais utilizam da arte para transformar vidas e erradicar a pobreza através do empreendedorismo social

 

A arte sempre foi um canal de expressão e resistência, mas, nos últimos anos, com o advento das plataformas de streaming está se consolidando também como uma das mais potentes ferramentas de mobilidade social no Brasil. Em periferias urbanas, especialmente através da música, jovens vêm transformando realidades de vulnerabilidade em carreiras sólidas. Mais do que entretenimento, o trabalho artístico tornou-se sinônimo de dignidade, geração de renda e um caminho concreto para a erradicação da pobreza.

Essa informação já é estatística. Por exemplo, segundo a Unesco, o setor cultural é responsável por mais de 2% do PIB mundial e, em países como o Brasil, vem crescendo acima da média global. No recorte social, o impacto é ainda mais expressivo. Um levantamento do Ipea aponta que a participação de trabalhadores da cultura oriundos de periferias cresceu cerca de 30% na última década.

Esses números refletem uma tendência. Quando jovens recebem oportunidades para desenvolver seus talentos artísticos, a arte deixa de ser apenas vocação e passa a ser também projeto de vida. Nesse cenário, o protagonismo de empreendedores e empresas de desbravam esse mercado com um propósito social tem sido decisivo. Um exemplo é a mineira Maria Laura Tergilene, fundadora e CEO da Fábrica Criativa. Reconhecida por sua atuação de impacto social, Maria Laura criou um modelo inovador que alia capacitação gratuita, gestão de carreira e suporte empresarial a jovens músicos.

Seu propósito é claro, oferecer à juventude em situação de vulnerabilidade a chance de trilhar caminhos profissionais sustentáveis por meio da música. “Acreditamos que cada jovem tem dentro de si um potencial transformador. A música é a linguagem que conecta esse talento ao mundo, e nossa missão é abrir portas para que esse dom se torne carreira, renda e dignidade”, explica Maria Laura.

Além da dimensão econômica, a iniciativa também atua como mecanismo educacional. “Nós utilizamos a própria música como instrumento de capacitação. Há mais de cinco anos, a Fábrica Criativa vem realizando workshops gratuitos e, desta forma, construímos uma plataforma educacional que já acolheu mais de 1.300 jovens carentes. O reflexo disso é uma maior consciência de classe e também um enriquecimento cultural valioso para que ocorra um impacto socioeconômico nas comunidades”, completa a CEO da Fábrica Criativa.

Ao colocar a música como protagonista, Maria Laura Tergilene reafirma seu papel como uma das principais vozes do empreendedorismo social no Brasil. Um trabalho que demonstra, na prática, como a criatividade pode ser uma das mais sólidas estratégias para mudar o futuro.

 

Como a Fábrica Criativa empreende a serviço da inclusão

Criada em Belo Horizonte, a Fábrica Criativa já capacitou centenas de jovens de comunidades periféricas, oferecendo cursos técnicos, workshops de produção musical, mentorias de carreira e suporte para apresentações públicas. O modelo vai além da formação: a empresa atua também como gestora de carreiras, ajudando artistas a circularem em palcos, festivais e plataformas digitais.

O resultado é visível. Diversos talentos formados pela Fábrica Criativa já alcançaram destaque em seus territórios e se sustentam exclusivamente da música, rompendo ciclos de vulnerabilidade. Para Maria Laura, cada trajetória de sucesso é também um ato de resistência e de impacto coletivo. “Quando um jovem consegue viver da sua arte, ele não só transforma a própria vida, mas inspira toda uma comunidade a acreditar que é possível vencer”, reforça.

 

Micheliny Verunschk será atração da Faculdade de Direito da UFMG

A convite do grupo de estudos dirigido pelo Professor em Filosofia do Direito da Universidade Federal de Minas Gerais, Marcelo Galuppo, a autora premiada Micheliny Verunschk será atração da Faculdade de Direito da UFMG, localizada na Av João Pinheiro, 100, Centro, Belo Horizonte (Salão Nobre, 4º andar do edifício Villas Boas), no dia 26 de setembro, às 11h. Durante o evento, a escritora falará sobre intolerância religiosa, tema de “Caminhando com os Mortos”, seu livro lançado pela Companhia das Letras, vencedor do Prêmio Oceanos (2024), e sobre processos criativos.

Nascida em 1972, no Recife, e hoje reconhecida internacionalmente, Micheliny é formada em História, mestre em História e doutora em Literatura. Entre seus outros livros, destaca-se “O Som do Rugido da Onça”, vencedor do Prêmio Jabuti 2023.
Atualmente, ela lança o terceiro volume da tetralogia do Mato, “Depois do Trovão”, no próximo dia 26, às 19h, na Academia Mineira de Letras, obra que integra a tetralogia do mato, que investiga a formação do Brasil a partir de seus males de origem.

A atividade é promovida pelo Grupo de Pesquisa em Direito e Literatura Sapientia, com apoio da Academia Mineira de Letras e patrocínio da Ordem dos Advogados do Brasil de Minas Gerais (OAB-MG). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site: https://bit.ly/3QZyH5N.

Mercado imobiliário se prepara para o ‘despejo em 15 dias’

Novo procedimento prevê notificação em cartório, devolução de chaves e ação judicial mais rápida, com impacto direto no mercado de locações corporativas

Aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados em junho deste ano, o Projeto de Lei 3.999/2020 propõe uma mudança significativa na Lei do Inquilinato (Lei 8.245/91), ao permitir o despejo extrajudicial de inquilinos inadimplentes por meio de cartório. A medida visa agilizar a retomada de imóveis, especialmente em contratos corporativos e de galpões logísticos, onde a vacância prolongada pode gerar prejuízos substanciais.

O procedimento estabelecido pelo PL prevê que o locador poderá requerer ao cartório a notificação do locatário para desocupar o imóvel ou pagar a dívida no prazo de 15 dias corridos, sob pena de desocupação compulsória. A notificação deve ser acompanhada de documentos como a planilha dos débitos e pode ser realizada preferencialmente de forma eletrônica, quando convencionada, ou pessoalmente.

Caso o inquilino desocupe o imóvel, o cartório entregará as chaves ao locador. Se o prazo expirar sem pagamento ou desocupação, o locador poderá requerer na Justiça o despejo compulsório, com desocupação liminar em 15 dias, independentemente de garantia contratual.

Para o advogado Pedro Maia, sócio do escritório Amadiz Advogados e especialista no direito imobiliário, a proposta representa um avanço na desburocratização das relações locatícias. “A possibilidade de resolver o inadimplemento de forma extrajudicial traz mais segurança jurídica e celeridade para os locadores, especialmente no segmento corporativo, onde a ocupação rápida do imóvel é crucial para a rentabilidade do negócio”, afirma.

No setor de galpões logísticos, em especial, o impacto pode ser imediato. Esses ativos costumam ter alta rotatividade e contratos de grande porte, em que a inadimplência gera prejuízos expressivos em cadeia. “A possibilidade de reaver o imóvel em prazo mais curto é vista como um fator de equilíbrio para o mercado, que poderia rever exigências de garantias robustas e ajustar a forma como integra cartórios em seus processos de locação”, completa Maia.

Entretanto, o locatário adimplente não perde direitos, mas o inadimplente deixa de ter espaço para protelar indefinidamente. “Isso significa segurança operacional em um segmento que depende de agilidade. Não é uma faca de dois gumes. No final das contas é um exercício de agilidade para os processos”, finaliza Maia.

Agora, o PL 3.999/20 ainda aguarda análise do Plenário da Câmara dos Deputados, após recurso apresentado em 26 de junho de 2025. Se aprovado, seguirá para o Senado. A expectativa é que a medida, ao entrar em vigor, traga maior dinamismo ao mercado de locações, reduzindo a vacância e os custos operacionais para proprietários e administradoras de imóveis comerciais e industriais.

Hofbräuhaus Belo Horizonte produz uma edição histórica

A Hofbräuhaus Belo Horizonte acaba de anunciar uma novidade inédita para o mercado cervejeiro. Pela primeira vez, em 436 anos, uma cerveja da marca alemã é elaborada, produzida e engarrafada em Minas Gerais. “Desde que trouxe a HB para Belo Horizonte, meu sonho era engarrafar a cerveja e vender aqui, fresca, para quem quisesse levar pra casa. Depois de anos de negociação conseguimos essa vitória e a cerveja já está sendo vendida aqui”, fala Bruno Vinhas, proprietário da HB.

A Royal Export é uma cerveja mais encorpada e sutilmente mais alcóolica, conservando a refrescância, a leveza e o brilho e toda a tradição da Hofbräu. O teor alcóolico é de 5,7%, o amargor de 24 IBUs e a fermentação do tipo Lager.

A cerveja pode ser comprada diretamente na HB, pelo Instagram ou WhatsApp da empresa e inclusive é a cerveja que está sendo comercializada esse mês na casa, desde o lançamento na tradicional cerimônia de abertura do primeiro barril, ou online, a partir desta terça-feira, dia 09.

A cerveja é uma Exportbier, cuja receita estava extinta desde 1982 e agora a HB conseguiu trazer de volta. “O pensamento foi resgatar uma receita que mantivesse as características consagradas da nossa Hofbräu Premium Lager, mas que trouxesse ainda mais exclusividade para esse primeiro lançamento em garrafa. O resgate dessa receita histórica encaixou perfeitamente, trazendo inovação ao nosso portfólio sem nos distanciarmos da tradição cervejeira alemã,” fala Carlos Henrique Vasconcelos, mestre-cervejeiro da HB.

Vale ressaltar que essa é uma edição histórica e super limitada, então quem quiser tem que correr na Hofbräuhaus BH.

A Cerveja

Em Belo Horizonte, são produzidas quatro cervejas em regularmente: uma lager, do estilo Munich Helles; uma de trigo, do estilo Weissbier e também uma escura, do estilo Dunkel, além da Hopfen Special, uma cerveja um pouco mais lupulada que remete às IPAs californianas, mas sem perder a identidade germânica. Além dessas, são fabricadas 12 sazonais (uma por mês) em menor litragem, que são abertas em uma tradicional cerimônia chamada Keg Tapping, uma experiência única, super alemã, e que só tem na HB, que pode ser traduzida como abertura do primeiro barril do mês. Os ingredientes são 100% importados e a água passa por um processo de beneficiamento para que se iguale a água utilizada na fábrica de Munique. Isso faz com que a cerveja produzida no Brasil seja idêntica a produzida na Alemanha, apesar da distância.

“Aqui na Hofbräuhaus temos hoje a capacidade de produzir 30 mil litros por mês e seguimos rigorosamente os padrões de produção da HB de Munique, segundo a Reinheitsgebot, mais conhecida como Lei de Pureza Alemã. Todo lote de cerveja passa por cinco análises laboratoriais de aferição de padronização do produto, que são enviados à matriz e chancelados para que possamos servir a mesma cerveja da matriz aos consumidores brasileiros”, especifica Carlos Henrique Faria de Vasconcelos, mestre cervejeiro da Hofbräuhaus BH.

A Vinda da HB para BH

A Hofbräuhaus Belo Horizonte, a primeira cervejaria da marca na América Latina, veio para BH em 2015, em um modelo Brewpub, em que a fábrica é ligada ao restaurante no qual as cervejas são servidas “frescas”, saídas diretamente dos tanques de produção. Hoje é uma das únicas cervejarias em que a cerveja é realmente fresca, com um ciclo completamente fechado, onde ela só tem contato com o oxigênio no seu copo. Segundo o proprietário, Bruno Vinhas, cada detalhe, desde o projeto arquitetônico – desenvolvido pelo aclamado arquiteto Gustavo Penna – até a decoração, escolha dos móveis, lustres, equipamentos, mestre-cervejeiro, chef de cozinha, pratos e até as músicas passaram pelo crivo dos alemães para que os consumidores e clientes possam sentir sons, aromas e sabores como se estivessem realmente lá, na Bavária. A arquitetura é toda inspirada na Hofbrauhaus München, com os arcos e as mesas de madeira compartilhas. A cervejaria veio toda de fora, é o mesmo equipamento que eles utilizam na Hofbrau München, em menor escala.

Em 2025, ano no qual a cervejaria comemora 10 anos de existência, Bruno adianta muitas novidades para a casa. “Esse é um ano muito significativo para nós. São 10 anos de muito trabalho à frente dessa casa maravilhosa e, nesse ano, faremos muitas mudanças, traremos muitas novidades. Uma delas é a contratação da nossa nova Chef de Cozinha, que vem com uma bagagem muito boa para a HB, quero que os clientes venham e tenham muito prazer em comer e ter toda a experiência”, fala Vinhas.

A vinda da Hofbräuhaus para o Brasil

 A semente para a vinda da Hofbräu para Belo Horizonte começou a germinar em 2005, quando Bruno Vinhas fez uma viagem a Munique durante a Oktoberfest e conheceu a cervejaria. Ele ficou impressionado com a qualidade das comidas, cerveja e a grandiosidade da festa. Esse contato foi o gatilho para que ele pesquisasse mais sobre a casa e se apaixonasse pela história da HB. Em 2007 ele começou a planejar a abertura de um negócio cervejeiro e se lembrou da marca. “Vou dar um jeito de trazer a marca para o Brasil”, lembra Vinhas. Mas como, se ele não falava nada de alemão. Ele então iniciou os contatos com a cervejaria alemã sem sucesso. Foram mais de 40 ligações! Até que conseguiu falar com Rudolph (Rudi) Seider, que é o presidente de franquias da HB no mundo. Sendo de BH, o objetivo de Bruno era trazer a marca para a capital mineira. De cara Seider falou com ele que seria necessário 60 milhões de euros para trazer a cervejaria. Bruno engoliu a informação, mas não desistiu. Fez um plano de negócios que ficou pronto em 2009 e apresentou à cervejaria para eles entenderem que a ideia dele era real. A conversa começou a fluir, mas sem grandes avanços. Bruno seguiu a vida, e em 2010 foi viajar com amigos para Europa. Lá ele recebe um email da cervejaria marcando uma reunião, com Rudi. Tratou de arrumar um terno, e seguiu seu plano em frente. Chegou para a reunião com a cara e a coragem de um menino de 22 anos e um sonho pela frente. Foi difícil, porque a imagem não passava a confiança que os alemães esperavam. O projeto de Vinhas era abrir uma fábrica da cervejaria no Brasil, mas Rudi fez a contraproposta de um Brewpub, que significava ter a fábrica ligada a um restaurante. Era um conceito novo na época e a única unidade tinha sido inaugurada em Las Vegas (EUA). A negociação foi além e o executivo propôs que a unidade brasileira fosse uma master franquia, já prevendo uma expansão da marca no Brasil.

As negociações deram certo e em 2013 o contrato foi fechado e a HB finalmente viria para o Brasil. As obras começaram em 2014 e a HB abriu as portas na capital mineira em novembro de 2015.

Hofbräuhaus BH

Av. do Contorno, 7613 – Lourdes, BH-MG

Telefone: 31-3327-7613

@hofbrauhausbh

www.hofbraubh.com.br