MIDR lança programa Mercado do Povo

Iniciativa viabiliza a construção de 136 mercados municipais modulares em regiões com maior vulnerabilidade socioeconômica

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) lança, na próxima segunda-feira (29), o programa Mercado do Povo, iniciativa coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial (SDR). O programa vai apoiar agricultores familiares e pequenos produtores, além de ampliar o acesso da população a espaços modernos e adequados de comercialização.
A ação prevê a instalação de mercados municipais modulares em diferentes regiões do país, com foco em municípios que enfrentam maior vulnerabilidade socioeconômica e déficit de infraestrutura. As novas estruturas vão dinamizar a economia local, fortalecer arranjos produtivos regionais e gerar emprego e renda.
O evento contará com a presença do ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, além de autoridades federais e municipais.
Serviço:

Lançamento do programa Mercado do Povo
Data: Quarta-feira, 08 de outubro
Horário: 10h
Local: Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional – Esplanada dos Ministérios, Bloco E, 6º andar – Brasília/DF

Supera realiza atividades gratuitas neste domingo

O evento ocorrerá em 05 de outubro, de 10h às 12h, na Praça da Assembleia e na Av. Getúlio Vargas

Em celebração ao Dia do Idoso (1º de outubro) e o Dia Internacional da Saúde Mental (10 de outubro), o Supera – Ginástica para o Cérebro, realizará dois eventos gratuitos para a população. Todos que passarem por lá, poderão fazer um teste rápido das habilidades de base: atenção, foco, memória e raciocínio lógico.

De acordo com Erica Oliveira, gestora pedagógica e franqueada do Supera, durante as atividades, cada pessoa vai ter a oportunidade de testar suas habilidades cognitivas de forma lúdica e divertida. “É importante para cada pessoa tirar um tempinho para si e para a saúde mental”, conta.

O evento, que é gratuito, acontecerá em dois locais: Av. Getúlio Vargas – Quarteirão Fechado, Savassi e na Praça da Assembleia, de 10h às 12h. Venha e traga um amigo para desafiar seu cérebro.

Festa da Luz em Diamantina ocorre entre 2 e 5 de outubro

Entre 2 e 5 de outubro, a Festa da Luz (FDL) chega pela primeira vez a Diamantina (MG), com dois projetos: a Mostra Minas, com uma seleção de artistas mineiros, e a Mostra Mundo, com obras de artistas do Brasil e de fora. As duas Mostras têm patrocínio exclusivo da Cemig e do Governo de Minas por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.

A Festa da Luz nasceu em Belo Horizonte e busca trazer novas formas de perceber e viver as cidades. Com grandes instalações, letreiros, música e videomappings, a iniciativa transforma o centro de Diamantina por quatro dias. Artistas renomados como Thiago Mazza, Homem Gaiola, Grace Passô, Ricardo Bizafra e Raquel Bolinho assinam obras que convocam o olhar e a reflexão do público.

A Festa da Luz traz obras que marcaram outras edições em Belo Horizonte e circularam pelo Brasil e pelo mundo. O festival, que desde 2021 ilumina as ruas do baixo centro da capital, já levou suas criações para o Rock The Mountain, em Itaipava (RJ); para o Mapa Festival, em Itabira (MG), para o SSA MAPPING, em Salvador (BA) e para o Festival SESC de Inverno, na região serrana do Rio de Janeiro. Em 2024, ainda cruzou o continente, chegando ao Geary Art Crawl, em Toronto, no Canadá, e chegou ao interior mineiro, em Montes Claros.

Em Diamantina, as instalações e a programação ocupam os espaços: Praça Dr. Prado, Praça JK, Praça do Mercado, Praça do Bonfim, Casa da Música, Catedral de Santo Antônio, Igreja Nossa Senhora do Rosário, Igreja São Francisco de Assis, Teatro Santa Izabel, Beco Tertuliano de Mattos e Rua Antônio de Pádua Oliveira.

Para a diretora de Comunicação e Marketing da Cemig, Cristiana Kumaira, a realização da Festa da Luz em Diamantina reafirma o compromisso da Companhia com a descentralização dos repasses dos incentivos culturais, contribuindo para a ampliação do acesso às práticas artísticas nas várias regiões do estado. “Como a maior incentivadora da cultura de Minas Gerais, a Cemig busca proporcionar que as muitas expressões artísticas existentes no estado possam contemplar um maior número de pessoas, nas diversas cidades mineiras. A Festa da Luz existe há alguns anos em Belo Horizonte, mas é importante fazer com que outras localidades possam contemplar essa experiência inovadora. Agora ela estará em Diamantina e, no final do mês em Uberlândia, misturando, em suas duas mostras, a arte, a arquitetura, os espaços urbanos, a tecnologia e muitos outros elementos culturais”, destacou.

INSTALAÇÕES – MOSTRA MUNDO

O ser fantástico de nove metros de altura da designer e ilustradora capixaba Amanda Lobos, “Ventura”, conquista o olhar do público na Igreja São Francisco de Assis. A primeira instalação inflável da artista traz as cores, estampas e referências da natureza marcantes dos seus trabalhos. Na Igreja Nossa Senhora do Rosário, estará o inflável “Sonhando Acordado”, de Alex Senna, apresentado em primeira mão no Festival Sensacional deste ano.

“Templo da Luz”, de Pedro Campiche, de Lisboa (Portugal), também conhecido como Akacorleone, leva à Praça Dr. Prado composições de luz que remetem aos templos religiosos, buscando criar na cidade um espaço de contemplação e reflexão. Os “Bonecos Black de Posto” de Dpaula representam a força gráfica do hip-hop e da cultura de rua na Praça JK.

Dois letreiros também compõem a mostra. “A rua é do desejo”, do poeta Francisco Mallmann, iluminará o Teatro Santa Izabel, celebrando o encontro entre poesia e pulsação urbana, enquanto o famoso letreiro de Nívea Sabino “Fé no Mutirão” estará na Praça Dr. Prado, no espaço Casa da Música.

INSTALAÇÕES – MOSTRA MINAS

Um dos destaques na Festa da Luz deste ano em Belo Horizonte, a obra “Foco”, do artista e arquiteto Ricardo Bizafra, leva à Praça do Mercado seu túnel de luz, formado por dez grandes arcos infláveis coloridos que guiam o olhar do público. Do mesmo local,  será possível admirar a instalação “Paisagens Digitais”, do Homem Gaiola, que utiliza laser mapping para criar contornos luminosos pelos edifícios.

Os simpáticos personagens da grafiteira mineira Raquel Bolinho irão colorir a Praça do Bonfim, conquistando públicos de todas as idades, enquanto no Beco Tertuliano de Mattos a atriz Grace Passô traz sua “frase-feitiço” na obra “Mandinga”.

Na Rua Antônio de Pádua Oliveira, um dos expoentes do muralismo contemporâneo brasileiro, Thiago Mazza (MG), apresenta “Plantas Pulsam”, inspirada nas mais recentes descobertas científicas de que as plantas, mesmo sem ter músculos, pulsam. O grande inflável em formato de coração humano traz a paixão do artista mineiro pela flora brasileira, representada pelas folhas da espécie Tinhorão pintadas à mão.

MOSTRA DE VIDEO MAPPING

A Mostra de Video Mapping vai colorir e iluminar de formas surpreendentes a Catedral de Santo Antônio em três sessões por dia (19h, 20h e 21h). Na Mostra Minas, VJ Bah (BH) e VJ Eletroíman (BH) comandam as projeções, enquanto a Mostra Mundo conta ainda com VJ Flora (BA), VJ Gyulyia (SP), Kelly Pires (SP), Letícia RMS (SP), Lígia Alonso (SP) e o Coletivo Coletores (SP).

MÚSICA

A Festa da Luz também movimenta a cidade com uma programação musical especial na Casa CEMIG, espaço montado na área externa da Casa da Música, perto da Praça Dr. Prado. A programação conta com atrações todos os dias, às 20h: na quinta, o trio de Milho Verde (MG) Forró da Onça; sexta, o diamantinense Gabriel Botelho; sábado, Elisa Pretinha, e domingo, Gafieira Geral fechando a programação.

SERVIÇO

FESTA DA LUZ EM DIAMANTINA

Mostra Minas e Mostra Mundo
Data: 2 a 5 de outubro

Patrocínio exclusivo: CEMIG e GOVERNO DE MINAS por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura

Gratuito

Mais informações: www.instagram.com/festadaluz.art

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

 

INSTALAÇÕES

Todos os dias, 18h à 00h

 

Mostra Mundo

Alex Senna (SP) – Sonhando Acordado

Igreja Nossa Senhora Do Rosário

Amanda Lobos (ES) – Ventura

Igreja São Francisco De Assis

Akacorleone (Portugal) – Templo Da Luz

Praça Dr. Prado

Dpaula (SP) – Bonecos Black De Posto

Praça Jk (Rua Fechada)

Francisco Mallmann (PR) – A Rua É Do Desejo

Teatro Santa Izabel

Nívea Sabino  (BH)

Espaço Cemig (Casa Da Música – Praça Dr. Prado)

 

Mostra Minas

Bizafra (BH) – Foco

Praça Do Mercado

Bolinho (BH) – No Passinho Do Bolinho

Praça Do Bonfim

Grace Passô (BH) – Mandinga

Beco Tertuliano De Mattos

Homem Gaiola (BH) – Paisagens Digitais

Praça Do Mercado + Montanha

Thiago Mazza (BH) -Plantas Pulsam

Rua Antônio De Pádua Oliveira (Rua Fechada)

 

MOSTRA DE VIDEO MAPPING

Todos os dias, três sessões: 19h, 20h e 21h

Local: Catedral De Santo Antônio

 

Mostra Minas

Vj Bah (BH)

Vj Eletroíman (BH)

 

Mostra Mundo

Coletivo Coletores (SP)

Vj Flora (BA)

Vj Gyulyia (SP)

Kelly Pires (SP)

Letícia Rms (SP)

Lígia Alonso (SP)

 

PROGRAMAÇÃO MUSICAL

Todos os dias, às 20h

Local: Casa da Música – Praça Dr. Prado

 

Quinta – Forró da Onça

Sexta – Gabriel Botelho

Sábado – Elisa Pretinha

Domingo – Gafieira Geral

LUXUOSA DUBAI e MIL E UMA NOITES de Misuric Aromas

A Paixão pelo perfume encontra o Fascínio Árabe, nesta Coleção COMPARTILHÁVEL de 32mL

LUXUOSA DUBAI: é uma fragrância compartilhável que traduz o equilíbrio perfeito entre o frescor luminoso e a sofisticação oriental.
Inspirada na cidade onde o luxo encontra a inovação, seja levado por essa experiência olfativa que brilha como os arranha-céus dourados sob o sol do deserto.

Inspiração olfativa: Baccarat Rouge 540 (Maison Francis Kurkdjian)

Público alvo: Homens e mulheres antenados com as últimas tendências mundiais, que buscam o despertar dos sentidos através da riqueza que as notas orientais proporcionam. Esta fragrância é luminosa e elegante, perfeita para você se destacar em todas as ocasiões, e deixar um rastro de luxo por onde passa.

MIL E UMA NOITES:  é uma fragrância compartilhável que desperta os sentidos com frescor vibrante, seduz com elegância e envolve com um mistério que permanece na memória. Mergulhe em um conto perfumado onde o ar é doce como promessas sussurradas e o céu estrelado, nos lembra de histórias de amores intensos e desejos antigos.

Inspiração olfativa: Royal Amber (Orientica)

Público alvo: Homens e mulheres antenados com as últimas tendências mundiais, que buscam o despertar dos sentidos através da riqueza que as notas orientais proporcionam. Esta fragrância é sensual e envolvente, perfeita para ocasiões especiais, onde você queira deixar um rastro de mistério e conquista por onde passa. Podcast edinhotaon/ Edno Mariano

Porcão completa 50 anos com sua tradicional Churrascada

No próximo dia 11 de outubro, sábado, a partir das as 12h às 20h, a Churrascaria Porcão vai promover um grande encontro para os amantes do churrasco. A Churrascada do Porcão, um evento que une sabor, música e cultura, com a vista mais espetacular de Belo Horizonte. Sob o tema “Do Pasto ao Prato”, celebraremos a origem dos alimentos, a tradição local e a paixão pelo churrasco como nunca antes. Com carnes premium de produção própria e muita história para contar, cada detalhe foi pensado para tornar esta experiência incomparável: da procedência à excelência do que será servido no seu prato.

O evento será no formato open food com doze estações assinadas por Chefs renomados e mestres da arte do churrasco. Cada estação destaca cortes premium, preparados com maestria em fogo de chão e parrillas. Tem ainda guarnições clássicas da casa, como a farofa de ovos, variadas e acompanhamentos servidos com amor e tradição. A Churrascada Porcão também será open bar com chope Krug Bier gelado, refrigerantes e água, além de drinks com gin.

O chef Luiz Avelar será o responsável pelos cortes bovinos tradicionais do Porcão: prime rib, picanha angus, ancho, chorizo, assado de tiras, brisket e o novo Burger Porcāo. Mario Portella comanda o charmoso fogo de chão com paleta de cordeiro levemente defumadas no varal e a costela bovina no fogo de chão servidos com Batata ao creme de queijo Canastra. Yves Saliba fica a cargo dos suínos como a porcheta com salsa fresca e purê de cenoura com maçã verde defumado e a picanha suína com salada de batata e farofinha de limão.

No palco, a festa será embalada por dois grandes shows ao vivo e um DJ para animar ainda mais o clima de celebração. Música boa para agradar todos os estilos e garantir diversão o dia inteiro. Está confirmado o sertanejo do Rick e Nogueira e Off Wite Band, além do Dj Cateb

O evento terá área Kids com diversão e Segurança para os Pequenos Enquanto você aproveita o evento, as crianças terão um espaço dedicado com: atividades recreativas com monitores treinados e segurança. Estão programadas brincadeiras que vão transformar o dia deles em pura alegria.

A decoração será temática com ambiente rústico e charmoso , cuidadosamente planejado para você se sentir no campo com mesas e cadeiras confortáveis, estrategicamente distribuídas. As Estações gastronômicas bem sinalizadas com um charme rústico especial e haverá luminação aconchegante que valoriza ainda mais a beleza da paisagem de Belo Horizonte.

A churrascaria Porcão, uma referência nacional em churrasco, possui uma história de 50 anos, marcada pela tradição, sabor e excelência. Foi fundada em 1975 no Rio de Janeiro, na Avenida Brasil, e rapidamente se tornou uma referência nacional em churrasco brasileiro tradicional. A unidade de Belo Horizonte, com duas décadas de história, tornou-se um ícone gastronômico na cidade, combinando sofisticação, qualidade e paixão pelo autêntico churrasco brasileiro. A expansão para Montes Claros demonstra o compromisso da marca em levar sua experiência e qualidade para o norte de Minas Gerais.

Localizada na Avenida Raja Gabáglia, no bairro São Bento, a Porcão BH oferece um rodízio de carnes nobres, tradicionais e exóticas, além de frios e outros pratos, sempre com alta qualidade. A churrascaria foi fundada em 2003 e completou 22 anos de operação na capital mineira.

O Porcão se destaca pelo conceito “do pasto ao prato”, com a Fazenda Porcão localizada em Abaeté, Minas Gerais. Lá, eles criam e selecionam os cortes de carne servidos em seus restaurantes, garantindo qualidade e sustentabilidade.

Churrascada Porcão

Data: 11 de Outubro de 2025

Horário: Das 12h às 20h

Churrascaria Porcão – Belo Horizonte

Av. Raja Gabáglia, 2671 – São Bento

Informações: https://www.instagram.com/porcaobh/

https://ingresso.grupoporcao.com.br/portal/evento/205e089851d83af01e22b92dc11205c2

Foto do chope – Leo Sato

Fotos das Carnes – Victor Schawner

Fotos do evento anterior – Bruno Werneck

“O Cravo e a Rosa” ganha adaptação para o teatro

Com direção de Pedro Vasconcelos, protagonizado por Paloma Bernardi e Marcelo Faria “O Cravo e a Rosa – O Espetáculo” 

Uma das novelas mais amadas e marcantes da teledramaturgia brasileira, “O Cravo e a Rosa”, de Walcyr Carrasco, ganha adaptação inédita para o teatro. Com direção de Pedro Vasconcelos e direção de produção de Marcelo Faria, “O Cravo e a Rosa – O Espetáculo”. Se na televisão o casal protagonista foi interpretado por Adriana Esteves e Eduardo Moscovis, nos palcos, Catarina e Petruchio ganharão vida com Paloma Bernardi e Marcelo Faria. O elenco também conta com João Camargo (como Batista), Catarina de Carvalho (como Bianca), Rosana Dias (como Mimosa), Marcello Gonçalves (como Seu Calixto), Carlos Félix (como Seu Etevaldo Praxedes, o cobrador) e John Garita (como Seu Venceslau Torres).

A montagem é apresentada e patrocinada pela BrasilCap, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com realização da FV Produções e associação ao Grupo Globo. Após a temporada carioca, a peça passará por São Paulo, Salvador, Belo Horizonte e Curitiba.

A história

Ambientada na São Paulo do final da década de 1920, “O Cravo e a Rosa” conta a história do relacionamento tumultuado de Petruchio, um rude fazendeiro em dificuldades financeiras, e Catarina, uma temperamental jovem rica e feminista, conhecida pelo apelido de “fera” por afugentar seus pretendentes. Com o desenrolar de uma trama hilária e emocionante, ele precisa conquistá-la para pegar seu dote e pagar suas dívidas. No entanto, entre tapas e beijos, ambos se apaixonam perdidamente.

A obra é inspirada em “A Megera Domada”, uma das peças mais famosas do dramaturgo inglês William Shakespeare, e transporta o público para uma época em meio a questões importantes como o voto feminino e a igualdade de gênero, tema esse ainda relevante para o nosso país.

Fenômeno na telinha

Exibida de 2000 a 2001 com grande sucesso de audiência pela TV Globo, a novela é uma das mais reprisadas, seja pela emissora como pelo Canal Viva, conquistando diferentes gerações ao longo das últimas duas décadas, chegando inclusive a Portugal. Para se ter uma ideia do quanto ela foi arrebatadora, um único episódio chegou reunir mais de 50 milhões de espectadores simultaneamente. A produção também marcou a estreia de Walcyr Carrasco na Globo.

Palavra do Pedro

A novela o Cravo e a Rosa nasceu do espetáculo A MEGERA DOMADA, de Shakespeare, de forma que trazer a história de Petruchio e Catarina de volta para os palcos foi um trabalho de redução e síntese da adaptação para o gênero novela muito bem-feito pelo autor Walcyr Carrasco.

O que eu fiz foi voltar ao núcleo central da história, Petruchio e sua fazenda, e Catarina com seus familiares. Me fixei nesses núcleos principais para extrair a base da comédia romântica O Cravo e a Rosa, acentuando os contrastes que envolvem essa história.

O homem e a mulher, com todas as suas divergências e convergências, o universo rural e a cidade grande, a simplicidade e a vida de abundâncias, além de claro, pontuar o que mais me instiga nesse projeto!

O amor que nasce das diferenças, da aceitação do outro com suas características diversas, as dores humanas retidas em nossos corações que fazem a gente cair em ciladas emocionais e comportamentais. Vem daí o humor de Catarina e Petruchio.

Comportamentos que sublimam nossa individualidade e causam conflitos de relações.

A obra é leve, divertida, porém profunda na questão dos relacionamentos. Eu estou muito feliz por juntar em um único projeto duas das minhas grandes paixões profissionais. A novela e o teatro!! Me tornei um diretor de novelas por conta do meu trabalho como diretor de teatro. Nas novelas, nunca deixei de fazer teatro. Com outra linguagem, de outra maneira, mas pra mim, sempre foi teatro. E durante os anos em que estive na Globo fazendo novelas tomei o cuidado de nunca me distanciar dos palcos.

Sempre que havia espaço eu buscava fazer um espetáculo. O teatro de humor, a comédia e o melodrama, compõe as bases do que mais gosto de fazer em dramaturgia. Amo novelas. Amo o teatro.

Walcyr Carrasco

Nascido no interior de São Paulo em 01 de dezembro de 1951, formou-se em jornalismo pela Universidade de São Paulo e atuou em vários órgãos importantes de imprensa. É autor de livros, peças de teatro, além de novelas e séries de televisão, a maior parte delas exibida pela Rede Globo. Recebeu o prêmio Jabuti pela tradução e adaptação de “Romeu e Julieta” para jovens. No teatro, ganhou o Prêmio Shell por “Êxtase”. Na televisão, entre muitos prêmios, destaca-se o Emmy, maior conquista do segmento no mundo, por “Verdades Secretas”, além de ser o autor de “O Cravo e a Rosa”, uma das novelas mais reprisadas da TV.

Pedro Vasconcelos

Começou a carreira como ator ainda na adolescência na novela Top Model (1989), na TV Globo. Na sequência, tornou-se figura marcante em várias produções da emissora, como Riacho Doce (1990), Vamp (1991), Fera Ferida (1993), A Próxima Vítima (1995) e Malhação (protagonista na temporada de 1997). Passou a se dedicar à direção a partir dos anos 2000, colecionando uma galeria de grandes sucessos, como Sítio do Picapau Amarelo, Alma Gêmea (2005), A Favorita (2008), Paraíso (2009), Escrito nas Estrelas (2010), Morde & Assopra (2011), Amor Eterno Amor (2012), A Teia (2014), Império (2014), Além do Tempo (2015), A Força do Querer (2017) e Espelho da Vida (2018). Além dos projetos na TV, também fez trabalhos como ator e diretor no cinema e no teatro, conquistando o Prêmio Qualidade Brasil de Melhor Espetáculo e Direção com “Dona Flor e seus Dois Maridos”.

Marcelo Faria

Ator e produtor. Entre novelas, filmes e peças de teatro, coleciona mais de 40 trabalhos. Desde 1993, também está à frente da sua produtora, a FV Produções Artísticas, ao lado do amigo diretor Pedro Vasconcelos. De lá para cá, foram mais de 10 espetáculos produzidos, levando mais de 1 milhão de espectadores para o teatro, além do longa-metragem “Dona Flor e seus Dois Maridos”. O ator também se consolida como um grande produtor cultural no mercado brasileiro.

Serviço:

Local: Centro Cultural Unimed BH Minas

Data: 10,11 e 12 de outubro

Sessões: Sexta e Sábado às 20h e Domingo às 18h

Duração: 100 min

Gênero: comédia

Classificação: 10 anos

Vendas e mais informações:

 https://www.instagram.com/ocravoearosaumespetaculo

5º Festival Camelo de Arte Contemporânea na Casa Camelo

A 5ª edição do Festival Camelo conta com quatro exposições inéditas de artistas de Minas Gerais, Goiás e Piauí; quatro oficinas realizadas por artistas de Belo Horizonte; além de palestras e ações educativas. Nesta edição, o festival aborda temas como ancestralidade, memória, território, periferia e imaginários coletivos

Entre os dias 2 de outubro e 15 de novembro, acontece o 5º Festival Camelo de Arte Contemporânea, na Casa Camelo, no bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte. Dedicado ao fomento das artes visuais, o festival tem como proposta discutir e descentralizar o panorama emergente da produção artística local e nacional, ampliando perspectivas de experimentações artísticas, formação e difusão. A abertura da 5ª edição do festival acontece no dia 2 de outubro, quinta-feira, das 18h às 22h. Toda a programação é gratuita e inclui, ainda, oficinas, palestras, ações educativas para grupos escolares e uma publicação final com reflexões e registros do festival. A publicação será organizada pelo professor do Departamento de Comunicação da UFMG, Eduardo de Jesus, pesquisador das relações entre imagem em movimento, espaço e território nos campos da arte e do cinema contemporâneo brasileiro.

Idealizado pelo fundador da Casa Camelo, Luiz Lemos, em parceria com a sócia e produtora cultural Eloá Mata, ambos artistas, o 5ª Festival Camelo de Arte Contemporânea conta com curadoria de Camilla Rocha Campos, Fabíola Martins, Gabriela Carvalho e Luiz Lemos. Ao todo, esta edição do festival recebeu 305 inscrições e está com uma programação intensa que visa movimentar o cenário das artes visuais na cidade, aproximando artista, obra e público. O projeto é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Mais informações sobre o festival e link para inscrições nas oficinas no Instagram @casacamelo.

Segundo Fabíola Martins, nesta edição do festival, a curadoria se construiu como um gesto de constelar. “Partimos das propostas inscritas e, em diálogo com a comissão de seleção, cultivamos uma escuta atenta e generosa. Buscamos criar um ‘entre-lugar’ onde as singularidades de cada artista ou coletivo pudessem ser vivenciadas em sua potência, mas também colocadas em relação, provocando encontros e atravessamentos. Para mim, esse processo revelou uma mostra que parte do território não apenas como geografia, mas como forma de ser e estar no mundo — corpos, memórias e afetos que expressam cartografias próprias e urgentes”, diz a curadora.

O 5º Festival Camelo de Arte Contemporânea é composto por quatro exposições inéditas: Raízes d´água: confluências diaspóricas, de Hariel Revignet (Goiás); RUMA!, de Antônio Cigania (Minas Gerais); Cada Maloqueiro Tem um Saber Empírico, do projeto Visão de Cria (Belo Horizonte); e Plantação, de Roberval Borges (Piauí). As exposições apresentam obras em linguagens como fotografia, pintura, vídeo e instalação, trazendo à tona questões ligadas à ancestralidade, memória, território, periferia e imaginários coletivos.

As oficinas ofertadas nesta edição do evento são “Poesia Pela Luz”; ministrada pelo fotógrafo, diretor de arte e curador cultural Bené (André Fernandes Xavier), do projeto Visão de Cria”, no dia 11 de outubro; “Cola-gravura”, administrada pelos professores Alessandro Lima, Gizelle Cândido e Rafael CasaMenor, do projeto Ateliê Central, no dia 25 de outubro; “Tecno-costura: customizando com LEDS”, ministrada pela artista Juliana Porfírio, no dia 1 de novembro; e “Quem se vê?”, concedida pela artista visual Juliana de Oliveira (Julianismo), no dia 13 de novembro.

Entre as quatro exposições inéditas, estão a mostra Raizes d’água, de Hariel Revignet, que reflete sobre as confluências a partir das sementes Mboy, também conhecidas como Lágrimas de Nossa Senhora, que trazem uma relação entre território e memória, principalmente sobre águas que se encontram. “Desta semente germinada no chão, brotam raízes de vários afluentes que unem reisados, congadas e umbandas com encantarias Guarani Kaiowá e Xukuru a partir de seu uso sagrado. A mostra, que traz estudos, pinturas e instalação, resulta de minha pesquisa de mestrado em Urbanismo, onde faço da água uma metáfora visual das diásporas indígenas e africanas, focando na relação Bantu – Iorubá, com referência direta das leituras de Leda Maria Martins e Márcia Wayna Kambeba”, conta Hariel.

RUMA!, de Antônio Cigania, exposição que tem por objetivo retratar um gesto de retorno em que o artista, através de imagens, revisita a paisagem emocional de sua origem, marcada por figuras familiares e pela relação intensa com o território rural e sua cultura. “As obras criam um diálogo entre lembranças recontadas e registros documentais, tecendo uma narrativa visual que mistura fantasia, história, saudade e pertencimento”, relata.

Plantação, de Roberval Borges, cuja ideia é criar um gesto de reparação ao apagamento histórico tanto das vivências LGBTQIAPN+ quanto das pessoas de terreiros de Umbanda. “Trabalho com uma variedade de materiais e meios, como vídeo, fotografia e gravura, transformando o ato de plantar em uma proposta de fertilização de imaginários, fabulando outros passados e futuros”, informa.

E a exposição Cada Maloqueiro Tem um Saber Empírico, do projeto Visão de Cria, um manifesto visual sobre a potência criativa das periferias. “Cada obra revela saberes invisibilizados e dá voz a artistas que transformam suas vivências em arte”, diz Renata Assis, integrante do projeto.

Mini-bios dos artistas selecionados

Artista: Hariel Revignet (Raízes d´água: confluências diaspóricas)

Nascida em 1995, em Goiás, Hariel é artista diaspórica que vive entre os países Brasil e Gabão (África Central). Suas pesquisas são autobiogeográficas e interseccionam raça, gênero, ancestralidade, memória e território. Como artista, participou do livro “Enciclopédia Negra: biografias afro-brasileiras”; e de exposições na Pinacoteca de São Paulo, MAM Rio, MUNCAB e Miami Hispanic Cultural ART Center. Formada em Arquitetura e Urbanismo, mestra em Urbanismo pela UFBA, conceituou Axétetura para refletir sobre ocupação e compreensão do espaço pelo Axé.

Artista: Antônio Cigana (RUMA!)

Artista visual e designer gráfico nascido em Taiobeiras, no norte de Minas Gerais, em seu trabalho investiga a relação entre lembrança e fantasia por meio de símbolos de sua terra natal. Sua direção não é apenas geográfica, mas também afetiva e sociopolítica. Em tempos de homogeneização cultural, o artista propõe um gesto de retorno, revisitando a paisagem emocional e reelaborada de sua origem. Nos últimos anos, tem recriado símbolos e tradições do Alto Rio Pardo a partir de memórias, registros e diálogos com moradores da região. Cigania transita por linguagens como pintura, serigrafia, fotografia e colagem.

Artista: Visão de Cria (Cada Maloqueiro Tem um Saber Empírico)

Visão de Cria é um projeto de formação e criação em cinema, fotografia e empreendedorismo voltado para jovens da periferia de Belo Horizonte. Por meio de oficinas e vivências, os participantes transformam suas realidades em imagens e narrativas potentes. A exposição Cada Maloqueiro Tem um Saber Empírico é fruto desse processo coletivo, reunindo olhares que revelam a força, a estética e os saberes das quebradas, transformando experiências de vida em arte e memória.

Artista: Roberval Borges (Plantação)

Artista visual, pesquisador e educador, Roberval investiga, em sua poética, o cotidiano e as dinâmicas de territórios como feiras populares e terreiros de Umbanda. Trabalhando com uma variedade de materiais e meios como fotografia, vídeo, gravura e instalação, sua pesquisa constrói narrativas a partir de situações e gestos reais para fabular outras possibilidades de existência. Essa abordagem constitui uma intervenção direta na representação comum desses territórios. Em vez de se limitar à reencenação da marginalização, sua poética volta-se tanto para a criação quanto para a vitalidade. O objetivo é gerar visualidades que afirmam a potência inventiva e as táticas desses coletivos, deslocando o olhar do estigma para a capacidade de fertilização da imaginação política.

SERVIÇO

5º Festival Camelo de Arte Contemporânea

Data: entre os dias 2 de outubro e 15 de novembro de 2025

Abertura: 2 de outubro, das 18h às 22h

Visitação gratuita: de quarta a sábado, das 15h às 19h

Agendamentos e visitas em grupo: [email protected]

Endereço: Rua Santo Agostinho 365, Sagrada Família, Belo Horizonte

Mais informações e link para inscrições nas oficinas: Instagram @casacamelo

Natália Buonincoutro e Grazi Silva Pan-Americano de Beach Tennis

Mineiras foram vice-campeãs no profissional e na categoria 16 anos em disputa realizada em Caraguatatuba (SP)

Atletas de Belo Horizonte, Natália Buonincoutro e Grazi Silva subiram ao pódio representando o Brasil no Pan Americano de Beach Tennis em Caraguatatuba (SP), que terminou neste domingo.

Natália foi vice-campeã de dupla mista ao lado de Enzo Battaglini e terceiro lugar na dupla feminina ao lado de Ana Guaita na categoria 16 anos. Esta foi a primeira vez da atleta representando o Brasil em um Pan-Americano.

“O campeonato foi incrível, minha primeira vez representando o Brasil e sentir que conseguir dar meu melhor em quadra em todos os jogos é uma sensação inexplicável.”, disse Natália.

Grazi Silva foi vice-campeã no profissional na dupla feminina ao lado de Raquel Iotte. As duas superaram na semi a principal dupla do torneio de Sophia Chow e Vitória Marchezini por 7/5 0/6 10/3 e foram superadas na final por Marcela Vita e Julia Nogueira pelo placar de 6/1 3/6 10/3.

“Avaliação que faço é sobre resiliência e nunca desistir independente do momento! A parceria inédita que tive com a Raquel foi de ir se conhecendo jogo a jogo, sempre segurando a mão da outra, ajudando , orientando e com muita energia! Lutamos até a última bola e aprendi muito nesse Pan sobre como conseguir lhe dar melhor com os momentos difíceis! Jogar com o coração e com a força da torcida”, destacou Silva.

Fotos: Natália à esquerda (mais baixa) e Grazi à direita na segunda foto (mais alta) – Crédito: Divulgação

Edital para fomentar a cultura na Zona Cultural Praça da Estação

Reconhecer, valorizar e potencializar as atividades artísticas e culturais no território da Zona Cultural Praça da Estação, região central de Belo Horizonte. Esses são alguns dos objetivos da Prefeitura de Belo Horizonte que, por meio Secretaria Municipal de Cultura, publicou o Edital Zona Cultural Praça da Estação 2025. Viabilizado com recursos do Fundo Municipal de Cultura, o Edital prevê a aplicação de R$575 mil em projetos de diversas áreas culturais.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de 1º a 31 de outubro, exclusivamente por meio da plataforma Mapa Cultural BH. O edital completo, bem como os formulários necessários e o link direto para a página de inscrição, podem ser acessados no Portal da PBH.

Serão selecionados projetos das áreas de Artes Visuais e Design; Moda; Audiovisual e Cultura Digital; Circo, Dança, Literatura e Leitura, Música, Patrimônio (Culturas Populares Tradicionais; Culturas Populares Urbanas; Cultura Alimentar e Gastronomia; Memória, Arquivo E Museus); Teatro; além de propostas multissetoriais. Os interessados poderão se inscrever nas categorias de manutenção de espaços e grupos culturais e continuidade de projetos artísticos-culturais; e programação artístico-cultural do território.

A seleção dos projetos será feita pela Câmara de Fomento à Cultura Municipal, baseada em critérios como a consistência do projeto, sua exequibilidade (orçamento, cronograma, capacidade de articulação e mobilização, entre outros), a acessibilidade e democratização do acesso, além do impacto cultural e efeitos multiplicadores (histórico de atuação na ZCPE, desconcentração dos recursos, formação de público e retorno social). O protagonismo da proposta também será critério de avaliação. O resultado do Edital será publicado no Diário Oficial do Município (DOM), com a atualização das informações no Portal da PBH.

SObRE A ZCPE

A Zona Cultural Praça da Estação – ZCPE foi instituída formalmente em 2014, fruto de uma iniciativa conjunta da Prefeitura e da sociedade civil, e se consolidou como espaço central de convergência cultural em Belo Horizonte. O território abriga movimentos artísticos, equipamentos e agentes culturais em diferentes manifestações, fortalecendo a cena local em suas dimensões simbólica, econômica e cidadã. Além de palco para práticas culturais, esportivas e artísticas de caráter urbano e tradicional, reúne um conjunto arquitetônico tombado que compõe o patrimônio da capital. Considerada o “coração da cidade”, a ZCPE alia valor histórico e urbanístico à vitalidade das atividades que mantêm o espaço vivo e pulsante no cotidiano dos moradores. Em 2025, novos equipamentos públicos e privados passaram a integrar o território da ZCPE, entre eles está o Centro de Referência das Culturas Urbanas – Viaduto Santa Tereza – CRCURB-FMC, espaço de apoio às manifestações e movimentos culturais urbanos de Belo Horizonte.

Mais do que um espaço físico, a Zona Cultural Praça da Estação representa um movimento vivo de valorização da cultura e do patrimônio. No local, convivem iniciativas da sociedade civil e do poder público que mantêm em atividade um território protegido por tombamento, mas em constante transformação. Ao articular tradições e novas linguagens, a ZCPE se afirma como um verdadeiro coração cultural da cidade, capaz de preservar a memória, estimular a criação contemporânea e ampliar o acesso da população às múltiplas expressões artísticas de Belo Horizonte.

POLÍTICA DE FOMENTO À CULTURA

Os editais do Fundo Municipal de Cultura integram a Política de Fomento à Cultura promovida pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura. Ao longo deste ano, está previsto o investimento de cerca de R$45 milhões na cultura da cidade, com o lançamento de cinco editais da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, além da aplicação dos recursos do Ciclo 2 da Política Nacional Aldir Blanc – PNAB.

Em maio, a PBH lançou o Calendário de Editais 2025 para o setor de fomento à cultura, com a previsão de lançamento de todos os editais do ano. A intenção é que os agentes culturais se preparem com antecedência para concorrer a todas as oportunidades de fomento à cultura criadas pela Prefeitura. No mês de junho, foram lançados dois editais do Fundo Municipal de Cultura: O Edital Multilinguagens 2025, que seleciona propostas de todas as áreas culturais, exceto audiovisual, e o Edital BH nas Telas 2025, específico para propostas do setor audiovisual. Já em agosto, foi lançado o Edital Descentra 2025, que visa promover ações descentralizadas, favorecendo o desenvolvimento artístico em todas as regionais da cidade. Estes três editais já encerraram a fase de inscrições e encontram-se na fase de análise das propostas.

Além do Edital Zona Cultural Praça da Estação 2025, lançado agora, a Secretaria Municipal de Cultura prepara o lançamento de outros editais importantes ainda neste ano. A partir de outubro serão lançados os editais para aplicação dos recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). Já em dezembro, está previsto o lançamento do Edital Incentivo Fiscal 2025 (LMIC), que seleciona projetos para a captação de patrocínio de empresas, usando a renúncia fiscal (ISSQN) para financiar as atividades.

SERVIÇO

Edital Zona Cultural Praça da Estação – ZCPE 2025

 

Inscrições:  de 1º a 31 de outubro de 2025

 

Edital, informações e link para inscrição: pbh.gov.br/zcpe2025

“O Felizardo” chega a Contagem neste domingo

O grupo Ovorini Carpintaria Cênica inspira-se no legado literário dos Irmãos Grimm para encenar “O Felizardo”. A montagem chega a Contagem neste domingo, 5 de outubro, às 11h, no Parque Cataguás, no bairro Cinco. Recomendada a partir de 8 anos, a apresentação gratuita e acessível em Libras faz parte da temporada 2025 do programa Diversão em Cena, promovido pela Fundação ArcelorMittal e pela Belgo Arames.

O espetáculo adapta o conto “João da Sorte” (em alemão, “Hans im Glück”). Depois de anos de serviço e longe de casa, o personagem recebe uma barra de ouro como pagamento. Na jornada de retorno, João se vê envolto em situações que o fazem realizar uma série de trocas aparentemente desvantajosas, mas que, para ele, são sempre uma alegria. A peça estimula o público a encontrar a felicidade nas coisas simples e a cultivar o desapego material.

Sediado em Sete Lagoas, o coletivo Ovorini apresentou “O Felizardo” pela primeira vez em 2016. Desde então, a montagem percorreu diversos festivais pelo Brasil. Em 2024, entrou para o edital Pnab Municipal (Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura) e integra a programação comemorativa do projeto Ovorini – 15 Anos em Cena.

Este espetáculo é viabilizado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, em parceria com a Prefeitura Municipal de Contagem. Conta com patrocínio da Fundação ArcelorMittal, por meio da ArcelorMittal e da Belgo Arames. Realização: Lima Produções Culturais e Governo de Minas Gerais.

“Estimular o diálogo entre diferentes expressões artísticas e garantir que mais pessoas tenham acesso às manifestações culturais brasileiras; é investir em pertencimento, memória e identidade”, declara a diretora-executiva da Fundação ArcelorMittal, Camila Valverde.

“Programas como o Diversão em Cena são catalisadores de mudanças. O acesso à cultura é fundamental para a formação de cidadãos mais conscientes e engajados, e as sessões criam oportunidades para o diálogo e troca de experiências, o que gera um impacto social duradouro”, conclui Clarisse Drummond, diretora de Gente, Cultura e Engajamento da Belgo Arames.

Serviço

O quê: “O Felizardo”

Apresentação gratuita e acessível em Libras

Duração: 60 minutos

Classificação: livre, recomendado a partir de 8 anos

Quando: 5 de outubro, domingo, às 11h

Onde: Parque Cataguás (Rua Rio Comprido, 4.655, Cinco, Contagem – MG)