Christiana Lobo comemora 15 anos de carreira com show intimista

Uma viagem sonora em clima intimista com canções autorais que marcaram a trajetória artística e clássicos internacionais.  Essa é a proposta da cantora Christiana Lobo que celebra o aniversário e também 15 anos de carreira. A data será marcada com show no dia 6 de novembro, às 20h, na Casa Outono (Rua Outono, 571, Carmo), em Belo Horizonte.

Para comemorar o novo ciclo, a artista preparou um repertório especial, com músicas que foram destaques em seus três álbuns autorais: Palavra Sentida (2010), Navegador (2017) e Plantar Ações (2022). Entre as músicas estão “La Boca”, versão em espanhol, “Plantar Ações”, cuja gravação contou com participação de Lô Borges e “Pouso dos Sons” (Feat Maurício Tizumba).

Christiana Lobo interpretará, ainda, clássicos internacionais, como “Fly Me to the Moon” (Bart Howard) e ‘La Vie en Rose’ (Édith Piaf), que ganharam nova roupagem com arranjos de Cleberson Silva, responsável também pela direção musical do espetáculo.

O espetáculo terá participação especial da cantora Maria Victoria, que fará dueto com Christiana Lobo na apresentação da música coreana “Something New”. Outro convidado é o músico Armando Lobo, irmão da protagonista da noite.

Christiana Lobo subirá ao palco acompanhada pelos músicos: Cleberson Silva (violão e guitarra) e Evandro Canutto (teclado).

“Estou muito feliz em celebrar esta nova fase com o público que me acompanhou até aqui. Desejo que esta apresentação seja uma experiência única. Vou compartilhar as minhas músicas, as minhas histórias e tudo o que me inspira a continuar criando e levando a emoção através da arte”, enfatiza a cantora.

Ingressos

Os ingressos podem ser obtidos no site da Sympla ( https://encurtador.com.br/UYz4S). Já no dia do evento será cobrado couvert artístico com o mesmo valor dos ingressos. A entrada estará sujeita a lotação. A Casa Outono trabalha com mesas compartilhadas a partir de quatro lugares. Informações e reservas pelo telefone: (31) 99906-0624.

Sobre Christiana Lobo

Christiana Lobo é cantora, compositora, psicóloga e contadora de histórias. Sua trajetória une música e poesia. Com três álbuns lançados, “Palavra Sentida” (2010), Navegador (2017) e Plantar Ações (2022), construiu uma obra marcada por colaborações de artistas de destaque da cena musical, como Lô Borges, Maurício Tizumba e Toninho Horta.

Ao longo dos últimos anos, a cantora tem se dedicado a projetos infantojuvenis, como “Segredos de uma Maleta Mágica” e “Escolher – A criança que há em você”, nos quais une arte e psicologia para despertar encantamento e reflexão. As obras transitam entre o popular e o afetivo, o psicológico e o sensorial. As letras falam de natureza, vínculos e autoconhecimento.

Show de Ivete Sangalo no Mineirinho terá linha de ônibus

A Prefeitura de Belo Horizonte realiza operação de trânsito e transporte para o show de Ivete Sangalo, no Mineirinho, neste sábado (1º). A abertura dos portões será às 14h. Será disponibilizada a linha especial 55 (Mineirão/Savassi – Via Centro), com partidas do Mineirinho e atendimentos ao Centro e Savassi.

Agentes da Unidade Integrada de Trânsito (BHTrans, Guarda Civil Municipal e Polícia Militar) vão atuar na região do evento para garantir a fluidez e a segurança de motoristas e pedestres.

Alterações de trânsito

A partir das 20h desta sexta-feira (30), faixas serão afixadas para orientação dos motoristas e pedestres. Também serão instaladas as sinalizações provisórias, como placas de regulamentação, cavaletes e balizadores, demarcando áreas específicas para táxis, viaturas policiais, idosos e pessoas com deficiência.

As sinalizações também serão posicionadas em esquinas críticas para proteger o raio de giro dos ônibus, nos acessos aos estacionamentos e próximos às agulhas de mudança de pista, para otimizar a circulação nas áreas de maior fluxo.

Linha especial 55

Atendimento na saída do show.

Confira o local de embarque:

– Avenida Coronel Oscar Paschoal, 1, em frente ao Mineirinho.

As viagens terão intervalos de 15 minutos, entre 21h45 e 23h. Agentes da Sumob vão organizar o embarque e as viagens poderão ter início de acordo com a demanda.

A linha seguirá para o Centro com desembarque na Estação UFMG (Avenida Antônio Carlos), na Avenida Amazonas (Praça Sete) e na Avenida Cristóvão Colombo, entre a Rua Alagoas e a Avenida Getúlio Vargas (Savassi).

O pagamento da passagem poderá ser feito pelo Cartão BHBUS, utilizando o QR Code do aplicativo BHBUS+ e por dinheiro.

Transporte coletivo

Linhas de ônibus que também atendem a região:

Move: 
– 64 (Estação Venda Nova/Assembleia/Via Carlos Luz) – diariamente;
– 67 (Estação Vilarinho/Santo Agostinho/Via Carlos Luz) – dias úteis e sábados, substituída pela linha 64 aos domingos e feriados;
– 5106 (Bandeirantes/BH Shopping) – diariamente, incluindo o horário noturno;
– 5401 (São Luiz/Dom Cabral) – diariamente, incluindo horário noturno.

Convencionais: 
– 503 (Estação São Gabriel/Aparecida/Santa Rosa) – diariamente;
– 504 (Estação São Gabriel/Santa Rosa/Aparecida) – diariamente;
– 506 (Estação Ponto São José/Avenida Antônio Carlos) – diariamente;
– 5102 (UFMG/Santo Antônio) – sábados (após 13h), domingos e feriados.

Suplementares: 
– S53 (Confisco / Ouro Minas) – diariamente;
– S54 A (Dom Bosco/Shopping Del Rey/Via Castelo) – diariamente;
– S54 B (Dom Bosco/Shopping Del Rey/Via Padre Eustáquio) – diariamente;
– S56 (São José/Vilarinho) – Diariamente.

Os  quadros de horários e os itinerários das linhas podem ser conferidos no Portal da PBH.

Táxi

Será criado um ponto de táxi na Avenida Antônio Abrahão Caram, entre a Alameda das Palmeiras e a Avenida Coronel Oscar Paschoal.

Veículos de APP/carona

Será permitido o embarque e desembarque para veículos de aplicativos/carona na Avenida Chaffir Ferreira, entre a Avenida Otacílio Negrão de Lima e Alameda das Palmeiras. Nos demais locais, será permitido o embarque e desembarque de acordo com a sinalização prevista no Código de Trânsito Brasileiro.

Vans e fretados

Será implantado um bolsão para estacionamento das caravanas na Avenida Chaffir Ferreira, entre a Alameda das Palmeiras e a Avenida Otacílio Negrão de Lima.

Inscrições até 12 de novembro para o Fórum Ambiental Causa Animal

Estão abertas as inscrições para o Fórum Ambiental Causa Animal 2025, evento virtual que será promovido pela Subsecretaria de Bem-Estar Animal, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, nos dias 12 e 13 de novembro, das 18h30 às 21h, com palestras de especialistas e emissão de certificado de participação. A atividade tem como objetivo o debate sobre a coexistência, saúde e bem-estar dos animais. O prazo final para as inscrições é 12 de novembro. Para garantir uma das 250 vagas, clique aqui.

Nos dois dias de programação, o Fórum Ambiental receberá quatro especialistas da causa animal. A primeira convidada será a professora Camila Stéfanie Fonseca, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), abordando a relação humano-animal. Na sequência, o médico-veterinário Lucas Galdioli, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), fará palestra sobre adoção responsável. O público também poderá tirar dúvidas após cada uma das palestras.

No dia 13, o comportamento animal e a saúde mental serão abordados pela médica-veterinária Ana Luísa Lopes, mestre pela Universidade de Lincoln (Inglaterra). Encerrando a programação, a bióloga Nadja Simbera Hemetrio, da Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica de Belo Horizonte (FPMZB) apresentará a palestra “Animais Silvestres e Urbanização: Como Garantir a Biodiversidade nas Cidades?”.

A abertura do Fórum será feita pelo secretário de Meio Ambiente, João Paulo Menna Barreto, e pela subsecretária de Bem-estar Animal, Maria Clara Rêgo. Ela destaca que o evento será uma oportunidade de integração entre diferentes setores da sociedade em prol da causa animal. “Será um espaço essencial para fortalecer o diálogo entre a sociedade civil, o poder público e as entidades de proteção animal”.

A subsecretária também menciona a importância do Fórum para Belo Horizonte: “A troca de experiências e o debate qualificado que o evento vai promover são fundamentais para aprimorar as políticas públicas da Prefeitura de Belo Horizonte, consolidando a cidade como uma referência nacional em bem-estar animal”, ressalta Maria Clara.

A Subsecretaria de Bem-Estar Animal (Subem), criada em fevereiro de 2025, tem como competência coordenar o desenvolvimento, a implementação e o monitoramento das políticas municipais voltadas à proteção e ao bem-estar dos animais, promovendo a integração e a eficiência das políticas públicas voltadas para a fauna urbana.

Dentre os principais projetos da Subem estão o AdotaBH, portal de adoção responsável da Prefeitura de Belo Horizonte; o Complexo Público Veterinário, no Bairro Madre Gertrudes;  e o Bem-Estar sobre Rodas, uma unidade móvel adaptada para prestar serviços veterinários, com capacidade para realizar consultas mensais e castração de cães e gatos que percorre comunidades vulneráveis para atender animais.

Para mais informações, acesse a página da (Subem).

Aposentados de outubro devem fazer prova de vida até 31

Os aposentados e pensionistas da Prefeitura de Belo Horizonte que fazem aniversário em outubro têm até esta sexta-feira (31) para fazer a Prova de Vida 2025. O procedimento é obrigatório e necessário para coibir possíveis fraudes no recebimento de vencimentos por terceiros. Quem perder o prazo terá o salário suspenso.

Dos 1.835 aniversariantes de outubro, 314 (17,11%) ainda não fizeram a prova de vida. Caso haja bloqueio do salário por não comparecimento no prazo, o pagamento será retomado no mês seguinte, após a realização do procedimento, respeitando a data de processamento da folha de pessoal.

A prova de vida pode ser feita pela internet, de maneira rápida e fácil, sem necessidade de deslocamento. O atendimento presencial nas agências do banco Bradesco (conveniado à PBH) é uma segunda opção e pode ser realizado no serviço de autoatendimento.

Como fazer?

Pelo aplicativo gov.br

Para a prova de vida digital é preciso ter:

– Cadastro de biometria no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) ou no Departamento de Trânsito (Detran)
– Conta no aplicativo gov.br

Siga os seguintes passos:

– Acesse o aplicativo gov.br no celular (é necessário ter login e senha)
– Clique em “Prova de Vida” (se estiver pendente, constará um aviso)
– Em seguida, clique em “Autorizar”
– Faça o reconhecimento facial utilizando a câmera do celular em um ambiente iluminado
– Na tela de autorização, o status da prova de vida mudará para autorizado

Presencialmente

Nas agências ou equipamentos do Bradesco, basta se dirigir ao serviço de autoatendimento e utilizar a leitura.

Ao realizar a prova de vida presencialmente é importante retirar o comprovante no equipamento. Ele é a garantia de que a prova de vida foi efetivada.

Exceções

– Caso haja impedimento de locomoção por questões médicas;
– Para o beneficiário que tenha sido declarado absolutamente incapaz em processo judicial;
– Quando o beneficiário residir ou estiver em viagem ao exterior. Nesses casos, acesse o Portal da PBH para saber os procedimentos necessários. Basta clicar em “Acesso Rápido” e, em seguida, Prova de Vida.

Balanço 2025

De acordo com levantamento da Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão, 160 aniversariantes de janeiro a setembro estão com situação pendente e salário bloqueado.

A remuneração só poderá ser retomada após o aposentado ou pensionista realizar o processo no Bradesco. A data dependerá do tempo de fechamento da folha de pagamento.

Alerta

A Prefeitura de Belo Horizonte informa que não solicita dados pessoais ou bancários por telefone para comprovação de prova de vida e não realiza ligações com mensagens gravadas para seus beneficiários.

China desenvolve “supercola óssea” que promete unir fraturas

HFR analisa inovação que pode transformar o futuro dos tratamentos ortopédicos

 A inovação tecnológica tem chegado cada vez mais ao nosso cotidiano e já faz parte de diversas áreas profissionais, inclusive na saúde. A mais recente novidade que tem despertado o interesse de médicos e cientistas é uma cola capaz de unir ossos quebrados em até três minutos. Batizada de Bone 02, a invenção foi desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Zhejiang, localizada na província chinesa de Chequião.

Inspirada nas ostras, conhecidas pela capacidade de se fixarem com força às pedras do mar, a tecnologia utiliza o mesmo princípio biológico. Após diversas análises, os cientistas chineses descobriram que essa aderência ocorre por meio de uma secreção natural produzida por esses moluscos, substância que foi reproduzida em laboratório com o objetivo de criar uma “supercola” capaz de auxiliar na regeneração óssea de pacientes.

De acordo com os desenvolvedores, que apresentaram a novidade em uma coletiva de imprensa no Hospital Sir Run Run Shaw, vinculado à universidade, a substância artificial é 100% biodegradável e é completamente absorvida pelo organismo em até seis meses. O material também demonstra alta resistência, suportando cerca de 200 kg, além de 0,5 MPa em cisalhamento e 10 MPa em compressão. Os resultados iniciais foram observados em aproximadamente 150 pacientes, segundo dados divulgados pela equipe chinesa.

Considerada um avanço promissor na medicina, a Bone 02 pode representar um salto significativo na ortopedia, ao reduzir e possivelmente eliminar, no futuro, o uso de placas e parafusos em cirurgias de reconstrução óssea. Para Tiago Baumfeld, ortopedista do Hospital Felício Rocho, de BH, referência nacional nesta área, a novidade de fato representa um grande avanço para a medicina ortopédica no mundo, pois vai permitir a aplicação em tipos de fraturas nas quais o uso de placas e parafusos são muito complexos e nem sempre viáveis.

Para ele, a cola pode auxiliar na redução da fratura, por meio da colocação dos fragmentos ósseos nas suas posições corretas, de uma maneira mais fisiológica e mais natural. “Eu creio que placas e parafusos nunca vão ser abandonados, porque eles possuem princípios mecânicos muito bons para consolidação óssea. Acredito que a cola vai ser um adjuvante, ou seja, será uma auxiliar da placa e do parafuso. Muito provavelmente, será uma solução para aqueles fragmentos de ossos muito pequenininhos, nos quais passar um parafuso é difícil. Nestes casos, colar poderá ser a melhor decisão”, avalia Baumfeld.

A jornada de comprovação científica

Embora bem recebida pela comunidade médica, a tecnologia ainda precisa passar por etapas fundamentais antes de chegar ao uso clínico regular. Entre elas, estão a publicação dos resultados em periódicos científicos, a realização de ensaios clínicos randomizados e multicêntricos, a aprovação por agências regulatórias, a produção em larga escala, a padronização de protocolos e o treinamento de equipes médicas, além da criação de normas de segurança e monitoramento pós-comercialização.

O ortopedista Baumfeld reforça que o estudo já passou por uma série de casas, mas o processo de comprovação científica ainda é longo. Até a cola óssea ser liberada para uso prático na medicina e autorizada no Brasil, por exemplo, pode-se levar até uma década. “Entendo que a solução entra na fase de validação em um número maior de pacientes e de maneira comparativa entre os grupos que usam a cola e os que não usam. O objetivo é verificar precisamente se a aplicação da cola óssea traz um benefício clínico efetivo. Com isso, teremos uma validação científica completa”, explica Dr. Baumfeld.

Ele detalha que, para ter uma difusão e uma comprovação científica correta, serão necessários pelo menos cinco anos. Na sequência, o estudo entra na fase de entraves e aprovação dos órgãos competentes dos países, como a Anvisa no Brasil, que vai analisar e autorizar a incorporação da solução no ROL de convênios do país. Dessa forma, estima-se que a cola óssea deve levar cerca de uma década para chegar no Brasil, considerando todos os entraves burocráticos.

“Por outro lado, nosso país sempre teve grande potencial, iniciativa e boas conexões globais na área médica, além de instituições que são referências no âmbito da ciência, o que contribui para acelerar a absorção de inovações. O próprio Hospital Felício Rocho está sempre aberto e disposto a participar de estudos científicos globais, em especial na área de ortopedia. Com certeza, a novidade representa mais uma oportunidade de evolução técnica na ortopedia.

Brasil precisa de novo pacto para a mineração sustentável

Setor, que faturou R$ 270,8 bilhões em 2024, exige legislação robusta, transparente e moderna para garantir segurança jurídica, atrair investimentos e proteger o meio ambiente

O Brasil, detentor de uma das maiores riquezas geológicas do planeta, se consolida como potência mineral, impulsionando a economia nacional e atraindo investimentos estrangeiros. Contudo, esse potencial exige um Direito Minerário robusto e moderno, capaz de transcender a mera regulamentação e se tornar um verdadeiro vetor de desenvolvimento.

Especialistas defendem a necessidade de modernizar a legislação, assegurando segurança jurídica, transparência e governança para que a mineração continue a prosperar sem comprometer o futuro. A atividade, fundamental para a geração de empregos e renda, deve coexistir com a responsabilidade ambiental, uma urgência reforçada pelas tragédias de Mariana (2015) e Brumadinho (2019). Esses episódios revelaram fragilidades no sistema e reforçaram a importância de uma fiscalização rigorosa, com a adoção de tecnologias inovadoras na construção e operação de barragens de rejeitos.

“A mineração é estratégica para a economia brasileira, mas seu futuro depende de um novo pacto regulatório. Precisamos de um Código de Mineração moderno, que combine inovação, sustentabilidade e transparência, assegurando segurança jurídica para investidores e benefícios concretos para as comunidades. Só assim conseguiremos transformar a nossa imensa riqueza mineral em um motor de desenvolvimento compartilhado e duradouro”, afirma a advogada Lia Noleto de Queiroz, especialista em Direito Minerário.

A governança e a transparência são pilares para o crescimento sustentável da mineração. Nesse contexto, a atuação da Agência Nacional de Mineração (ANM) é central. Uma agência eficiente e clara em seus processos fomenta segurança jurídica, atrai investidores e reduz a burocracia, ao mesmo tempo em que combate a mineração ilegal. A simplificação regulatória pode ainda favorecer pequenas e médias mineradoras, promovendo conformidade, ética e competitividade.

Outro ponto crucial é a justa divisão dos royalties, mecanismo que garante compensação social e econômica. Por ser uma atividade finita, a mineração deve gerar benefícios equitativos para comunidades do entorno, traduzidos em avanços concretos em saúde, educação e infraestrutura.

Com faturamento de R$ 270,8 bilhões em 2024 — alta de 9,1% em relação ao ano anterior — e com o minério de ferro representando 60% desse montante, o setor mostra sua força. Ainda assim, o Brasil precisa avançar na criação de um novo Código de Mineração, que garanta inovação, sustentabilidade e transparência. O fortalecimento do marco regulatório e da atuação da ANM permitirá que o país deixe de ser apenas exportador de commodities brutas e passe a agregar mais valor ao beneficiamento de minérios, ampliando sua participação no PIB e fomentando o desenvolvimento regional.

Mais do que uma questão de leis, o futuro do Direito Minerário no Brasil é uma questão de valores: como transformar a mineração em vetor de desenvolvimento sustentável, capaz de enfrentar desigualdades regionais, respeitar o meio ambiente e construir um legado de prosperidade e responsabilidade para as próximas gerações.

Concerto Pelas Bandas do Paraopeba em Brumadinho

No dia 8 de novembro, sábado, a partir das 11 horas, o Auditório da Prefeitura de Brumadinho será tomado por uma das manifestações mais importantes da região: as bandas de música. Com formações longevas e talentos que atravessam gerações, elas marcam, em tom de festa, a abertura da segunda edição do Anagama – Arte, Inclusão e Sustentabilidade. O Concerto Pelas Bandas do Paraopeba conta com a Corporação Musical Santa Efigênia, Banda São José, Corporação Musical Santo Antônio de Suzana – Lira Suzanense, Corporação Musical Nossa Senhora da Conceição e Corporação Musical Banda São Sebastião.

A iniciativa da ONG Contato conta com o apoio de associações, entidades e coletivos de artistas e ativistas sociais na cidade de Brumadinho. Desde a primeira edição, seis territórios foram assistidos que, inclusive, englobam quatro regiões quilombolas. O local, fortemente impactado pelo rompimento da barragem da Vale em janeiro de 2019, é uma referência em artesanato, cultura, turismo, gastronomia e sustentabilidade no Estado.

Depois de uma pesquisa sobre hábitos culturais na região, a Contato identificou a enorme conexão dos moradores de Brumadinho com a música, em especial, as bandas (há, inclusive, centenárias). Por isso, as primeiras atividades desta segunda edição começaram com notas e acordes. “A ideia é resgatar a história dessas bandas, trazer um pouco a questão da resistência cultural delas, valorizando a tradição musical dessas famílias (que passam os ensinamentos para novas gerações). Você tem desde a banda Lira Suzanense, que tem mais de 100 anos;  e a Banda São José de Melo Franco, que tem 15 anos. Isso é uma chama musical de resistência que está acesa e vai continuar”, explica o coordenador de Mobilização e Articulação do Anagama, Vítor Santana.

“A intenção é potencializar aquilo que já é uma força na comunidade, a exemplo do que fizemos na primeira edição, com a cerâmica. O que a gente faz nesses contatos para desenhar os nossos projetos é criar inovações em cima daquilo que já acontece. Se a gente tem um parceiro que desenvolve um trabalho, a gente não chega lá propondo outra coisa. Ele tem que olhar para esse trabalho, identificar o potencial. A partir disso, nós vamos ver de que forma contribuir. É uma proposta, uma troca”, conta o coordenador-geral do Anagama, Carlos Nagib, revelando a dinâmica participativa do Anagama.

Da primeira edição saiu um coletivo de ceramistas, por exemplo, e a segunda tem tudo para seguir no propósito formativo que transforma. “A gente vai continuar empoderando esse grupo, vai trabalhar com eles porque é uma construção coletiva. No caso das bandas, sabemos que instrumentos de sopro são caros, de manutenção complexa. Mas a abordagem das oficinas passa até pelo cuidado com o instrumento e existe essa motivação de aprender com grandes musicistas e manter viva a tradição”, completa Nagib.

Como foram as primeiras oficinas

 Pelas Bandas do Paraopeba

Nos dias 4, 5 e 18 de outubro o Anagama – Arte, Inclusão e Sustentabilidade – promoveu com a série de oficinas Pelas Bandas do Paraopeba. Este encontro com grandes mestres e musicistas das bandas da região provou que uma das manifestações culturais mais populares da região segue inspirando.

Conduziram a oficina: Aldo Bibiano, tubista, professor universitário e mestre em música. Atua como tuba solo, na Orquestra Sinfônica de Minas Gerais; Joanir Oliveira, fundador e coordenador-geral do projeto Música de Sarzedo, maestro da Banda Municipal Sarzedense, ele guiou os participantes na modalidade Regência e Prática de Bandas; Mestre João Paulo Santos Corrêa, trompetista, professor e pesquisador musical, mostrou a potência do naipe; já no trombone,  o projeto contou com o talento de Doutor Jonatha Maximiano, que é professor e integra o coletivo Babadan Banda de Rua. Mestre Edvaldo de Oliveira veio com o clarinete e a experiência de dar aulas para público infantojuvenil. Mestre Sandra Alves, primeira flauta na Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, é especialista em educação musical; Mestre César Baracho é professor e saxofonista e, completou o time, Jonas Henrique, na percussão, que atua como professor e chefe de naipe de percussão no projeto Música de Sarzedo.

As expectativas foram acima das esperadas. Tivemos até que fazer readequação de espaços por causa da alta procura. As famílias dos alunos prestigiaram, participaram e assistiram as atividades. Na terceira oficina foram cerca de 100 pessoas. As crianças e jovens me encontram e agradecem, perguntam quando vamos ter mais. O coração fica cheio e feliz”, conta Bibiano, que assina a direção artística do projeto, e é uma das presenças da oficina Pelas Bandas do Paraopeba.

Cozinha Ancestral

Nos dias 10 e 11 de outubro, Joseane Jorge e Mestra Rosentina conduziram a oficina Cozinha Ancestral, onde os participantes puderam conhecer receitas e técnicas para preparar delícias tradicionais da quitanda mineira, como bolos, roscas, biscoitos, pães, etc.

Criando Imagens Ṕossíveis

Entre os dias 13 e 16 de outubro, a oficina Criando Imagens Possíveis: Fotografia e Vídeo foi conduzida por Amanda Dias e Júlia Duarte, que exploraram junto aos alunos novas formas de olhar, registrar e contar histórias.

O que vem por aí

 Anote na agenda: o Anagama terá uma segunda rodada da oficina de Fotografia e Vídeo, agora em Mário Campos, nos dias  27 e 29 de outubro e também nos dias  3, 5 e 7 de novembro. Também em Mário Campos será aberta a Oficina de Adornos Cerâmicos, no dia  29 de outubro, das  17h às 21h, com a artista Raísa Paco. E, ainda, a oficina Pão Artesanal: farinha, água e sal, nos dias 4 e 5 de novembro, no Córrego do Feijão, em Brumadinho. Todas as atividades são gratuitas, mas com inscrição prévia. Formulários estão no perfil do Anagama no Instagram: @projetoanagama.

O Anagama – Arte, Inclusão e Sustentabilidade

 O projeto começou a ser desenhado pela ONG Contato, referência em formação artística para jovens há 23 anos em Minas Gerais, logo após o crime ambiental que atingiu em cheio Brumadinho e região.  Foi aprovado pelo Comitê Gestor do Dano Moral Coletivo, composto pela AVABRUM – Associação dos familiares de vítimas e atingidos pelo rompimento da Barragem Mina Córrego do Feijão, Defensoria Pública da União, Ministério Público do Trabalho – Minas Gerais e Tribunal Regional do Trabalho -3a região.

A primeira edição, em 2023, foi lançada nos distritos de Suzana e Piedade do Paraopeba, no mês de maio. As atividades contemplaram Casa Branca, São José do Paraopeba, Quilombo dos Rodrigues, e na sede do município de Brumadinho. Com a cerâmica e o artesanato como fios-condutores das interações com a população, as  oficinas de formação e capacitação artística abrangeram diversos segmentos, além da criação de núcleos comunitários de ceramistas visando a geração de renda para as populações atingidas pela tragédia nestas localidades. Mais de 350 pessoas foram diretamente contempladas com o Anagama.

A magia do teatro com a peça “As Maravilhas de Alice’s”

A magia do teatro vai tomar conta do palco com a apresentação da peça “As Maravilhas de Alice’s”, resultado do trabalho desenvolvido pela bailarina, coreógrafa e diretora Roberta Lodi que oferece gratuitamente atividades artísticas e educativas para crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social. O espetáculo será apresentado nos dias 8 e 9 de novembro (sábado e domingo) no Teatro Municipal de Nova Lima – Manoel Franzen de Lima, com sessões às 15h e 19h,  classificação livre. Os ingressos podem ser adquiridos na plataforma  Sympla.

A iniciativa tem como objetivo promover a inclusão social e o desenvolvimento humano por meio da arte, estimulando a criatividade, o trabalho em equipe e a autoconfiança das crianças e jovens.

“As Maravilhas de Alice’s é mais do que um espetáculo. É um encontro com o imaginário, um mergulho nas nossas próprias descobertas e sentimentos. A arte tem essa força de transformar, de unir, de despertar o que há de mais bonito nas pessoas”, destaca Roberta Lodi.

A produção reúne mais de 350 participantes, de crianças à adultos, mesclando apresentações de alunos do Espaço Momentum Roberta Lodi e do projeto social “Na Ponta dos Pés – Formação em Dança”, iniciativa que oferece aulas gratuitas de Ballet Clássico, Jazz Dance e Danças Urbanas para jovens em situação de vulnerabilidade social.

Segundo a responsável pelo projeto, Roberta Lodi, a dança tem sido um instrumento fundamental na formação das crianças. “A cada ensaio percebemos o quanto elas crescem em autoestima e descobrem novas formas de se expressar. Ver o brilho nos olhos delas, no palco, é a maior recompensa do nosso trabalho”, destaca.

A apresentação contará com a participação de quatro núcleos sociais do projeto “Na Ponta dos Pés – Formação em Dança”, edições Belo Horizonte e Nova Lima:

  • Sistema Divina Providência – Lar dos Meninos, BH/MG (120 crianças)

  • Sistema Divina Providência – Creche União, BH/MG (120 crianças)

  • Espaço Social Transformar – Jardim Canadá, Nova Lima/MG (80 crianças)

  • Creche São Judas Tadeu – Jardim Canadá, Nova Lima/MG (35 crianças)

Sob a direção Artística de Roberta Lodi, as coreografias criadas especialmente para esta produção  “As Maravilhas de Alice’s” convida o público a reviver o clássico de Lewis Carroll de forma contemporânea e sensível — uma celebração da infância, da imaginação e da força coletiva que nasce da arte e da educação.

O projeto “Na Ponta dos Pés – Formação em Dança”, edições Belo Horizonte (@projetonaponta.dospes_lar) e Nova Lima (@projetonaponta.dospes)” é uma das mais belas expressões do compromisso do Espaço Momentum Roberta Lodi e da Associação Momentum de Arte & Cultura com a transformação social através da dança.
O projeto leva arte, afeto e oportunidade a crianças e jovens de comunidades de Belo Horizonte e Nova Lima, despertando talentos, fortalecendo vínculos e ampliando horizontes.

Essa iniciativa só é possível graças ao incondicional apoio e parceria das instituições:

  • Sistema Divina Providência – unidades Lar dos Meninos e Creche União;

  • Espaço Social Transformar – Jardim Canadá;

  • Ministério da Cultura (MINC);

  • Espaço Momentum Roberta Lodi;

  • Associação Momentum de Arte e Cultura e;

💛 Juntos, estamos levando arte e cultura através da dança, para crianças, adolescentes, familiares e comunidades, transformando sonhos em realidade e abrindo novos horizontes.

Serviço:

🎭 PROJETO SOCIAL APRESENTA ESPETÁCULO DE DANÇA “AS MARAVILHAS DE ALICE’S” E CELEBRA A FORÇA TRANSFORMADORA DA ARTE.

📅 Data: 8 e 9 de novembro de 2025 (sábado e domingo)

📍 Local: Teatro Municipal de Nova Lima, Praça Bernardino de Lima – Centro, Nova Lima – MG

Ingressos: R$ 40,00 (meia-entrada extensiva a todo o público) pela Sympla

💬 Classificação: Livre

CURA Macro na fase final do maior macromural do Brasil

Nova Lima se prepara para receber oficialmente o maior macromural do Brasil — e uma das mais potentes ações de arte pública já realizadas pelo Instituto CURA. Em fase final de execução, com curadoria de Janaina Macruz e Priscila Amoni, o CURA Macro se consolida como um marco artístico e social que transforma a paisagem da comunidade e o cotidiano de seus moradores. Cerca de 100 casas foram pintadas e integram a composição do mural, que ocupa os bairros Vila São Luís, Monte Castelo, Vila Marise, Morro das Pedrinhas, Cascalho e Montividiu, formando uma gigantesca tela viva visível a grandes distâncias.

A pintura é assinada pelo MAHKU (Movimento dos Artistas Huni Kuin) — coletivo indígena do Acre que vem conquistando reconhecimento internacional, com passagens por instituições como MASP, Pinacoteca, Fondation Cartier e Bienal de Veneza. A presença do grupo no projeto amplia o alcance do CURA para além das fronteiras urbanas, estabelecendo uma ponte entre a floresta e a cidade, entre o sagrado e o cotidiano.

Segundo Janaina Macruz, uma das fundadoras do Instituto CURA, o momento representa um marco: “Estamos muito felizes com este momento em que o CURA deixa de ser um festival e passa a ser um movimento de arte pública. O macro mural consolida essa nossa missão de impacto econômico, social, turístico — e amplia nossa atuação. É um projeto de grande amplitude e profundidade, que chega na comunidade, envolve as pessoas, gera impacto econômico e educativo, forma equipes e profissionais que agora têm currículo e experiência. E tudo isso em diálogo com a arte contemporânea mundial”, conta.

“Quando a gente traz o MAHKU, estamos falando de um coletivo indígena com a força da floresta, de um povo originário do Brasil, mas que também é muito contemporâneo. É uma arte que está nas maiores mostras do mundo, e agora está também nas casas e muros de Nova Lima. Isso é muito potente: é o encontro da arte ancestral com a cidade”, completa Priscila Amoni, também idealizadora do CURA. O MAHKU traduz e transforma os cantos huni meka em imagens, pinturas que funcionam como pontes em direção ao mundo não indígena.  Em parceria com a Carmo Johnson Projects, o coletivo apresenta pinturas de Ibã Huni Kuin, Acelino Sales, Cleiber Bane, Cleudon Txana Tuin, Pedro Maná, Kássia Borges, Yaka Huni Kuin e Rita Huni Kuin.

Ibã Sales hunikuin, coordenador do Mahku, comenta sobre os significados do trabalho para o coletivo: “A pintura partiu de uma música de cura que o coletivo escolheu. Um canto do espírito da floresta, da língua hunikuin, transmutado pelas pinturas coloridas. As casas ficam mais seguras com a força dos encantos da floresta. Qualquer pintura não, é pintura muito sagrada, pintura espiritual, espírito da floresta vivo, que protege nossa saúde, nossa paz — é isso que as comunidades recebem”.

O CURA Macro é mais do que uma pintura. É uma ação de regeneração urbana e pertencimento, que valoriza o território e transforma a relação das pessoas com o espaço em que vivem. Cada casa foi tratada como uma obra individual — dos muros laterais aos telhados — compondo um mosaico coletivo que só se revela por completo quando visto de longe. O processo envolveu desde a preparação estrutural dos imóveis até o reboco e pintura, em uma ação que alia técnica, cuidado e escuta. Foram mais de 500 pessoas impactadas diretamente, entre moradores, pintores, produtores e parceiros locais. É sobre transformar o território junto com quem vive nele.

Instituto CURA – um projeto consolidado

Criado em 2017, o CURA se tornou referência em arte pública na América Latina, e hoje atua como Instituto CURA. O projeto já realizou nove edições de festivais em Belo Horizonte e duas em Manaus, com um legado que soma na pintura em grande escala de 35 empenas de edifícios (14 no Mirante Sapucaí, 13 na Raul Soares, 4 no bairro Lagoinha e 4 em Manaus). Dessas, a representatividade é marcante: 16 empenas assinadas por mulheres; 8 empenas indígenas. Os números incluem, ainda, 12 murais, uma pintura de chão indígena, 6 instalações urbanas, uma fachada de lambe, 3 exposições individuais e uma residência artística.

Em uma curta trajetória, o CURA consolidou uma forma singular de produzir cidade: a partir do pertencimento, da convivência e da participação coletiva. Ao longo dos anos, transformou horizontes com murais monumentais e expandiu sua atuação para práticas que unem esporte, música, performance, cuidado e memória.

O projeto “Primeiro Macro-Mural de Nova Lima” foi contemplado via Plataforma Semente, uma iniciativa do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). (Sugestão de inclusão)

CURA Macro Nova Lima
Realização: Instituto CURA
Parceria: Patrimônio Cultural de Nova Lima e Prefeitura de Nova Lima
Apoio: Plataforma Semente | Ministério Público de Minas Gerais

Mais informações:
www.cura.art
Instagram: @cura.art
E-mail: [email protected]

Lucas Lucco lança primeiro EP do “Se Conselho Fosse Som”

O cantor e compositor Lucas Lucco lança nesta quinta-feira (23) o primeiro volume do seu mais novo projeto musical, “Se Conselho Fosse Som”, disponível a partir das 21h nas plataformas digitais via ONErpm. Com quatro faixas, sendo três inéditas e uma regravação, o EP marca uma nova fase na carreira do artista, mais madura e visualmente refinada.

A faixa de destaque do lançamento é “Entre Nós”, que chega simultaneamente com clipe no YouTube, também às 21h. Romântica e melancólica, a canção foge do sertanejo tradicional e traz até mesmo referências à MPB. A letra conta a história de um casal que ficou no “quase” e guarda o ressentimento de não terem conseguido viver o amor e o futuro que sempre sonharam juntos.

As demais músicas ganharão videoclipes nos próximos dias: “Versão de Mim” (25/10 – 12h), “Amor de Boate” (27/10 – 12h) e “Amor Com Prazo de Validade” (29/10 – 12h). Cada faixa explora uma faceta distinta dos relacionamentos e emoções humanas. Em “Versão de Mim”, Lucas retrata a tentativa frustrada de se reinventar após o fim de um relacionamento. Já “Amor de Boate” mergulha na intensidade e contradições de um ex-casal que vive um ciclo de brigas, beijos e recaídas. Por fim, “Amor Com Prazo de Validade” apresenta um contraste entre sentimentos, narrando a história de um casal que não conseguiu alinhar expectativas.

“Esse projeto significa muito pra mim, porque marca uma virada artística que venho construindo há algum tempo. Cada faixa traz uma emoção real, vivida ou observada, com letras que falam de sentimentos que muita gente já passou, mas talvez nunca conseguiu colocar em palavras. É um projeto mais maduro, mais introspectivo, e que também me permitiu explorar novos caminhos musicais, como em ‘Entre Nós’. Estou muito feliz em compartilhar esse EP com o público e mal posso esperar pra lançar o restante”, afirma o artista.

Gravado em São Paulo no final de 2024, “Se Conselho Fosse Som” contará ao todo com 13 faixas, incluindo participações especiais de Gusttavo Lima, Nattan e Traia Véia. Antes do lançamento do EP, duas músicas já haviam sido divulgadas: “Lembra Que Aqui Não Tem Nada”, lançada em março, e “Carta Pra Quem Vem Depois de Mim”, em junho. Juntas, as canções já somam mais de 14 milhões de streams nas plataformas digitais, antecipando o sucesso do projeto completo.

Tracklist:

1. Entre Nós

2. Versão de Mim

3. Amor de Boate

4. Amor Com Prazo de Validade

“Se Conselho Fosse Som, Vol.1” já está disponível em todas as plataformas digitais via ONErpm.

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Sobre Lucas Lucco: Lucas Lucco é cantor, compositor e ator mineiro, nascido em 4 de abril de 1991 em Patrocínio (MG). Lucas se apaixonou por cantar e tocar aos 10 anos de idade no coral da igreja, apaixonado pelo universo musical, aos 11 anos fez sua primeira composição “50%”.  Em 2013 Lucas escreveu e gravou seus primeiro hits: O arrocha “Plano B”, a canção romântica “Pra te fazer lembrar” e o funknejo “Princesinha” o que consolidou seu timbre e estilo único.  Em 12 anos de carreira, acumula 19 indicações em premiações, incluindo o Grammy Latino, em 2016, de Melhor Álbum de Música Sertaneja, com “Advinha” e troféu de Melhor Cantor no Prêmio Multishow de 2017. O artista se envolve muito em seu trabalho visual, principalmente na roteirização e direção dos seus clipes que acumulam milhões de visualizações. Dentre eles, “Vai Vendo”, “O Destino” e o emocionante roteiro de “Mozão”. Seu último grande sucesso de 2019 “Posto 24h” possui mais de 100 milhões de streams no Spotify. Lucas,  agora no casting da Roça Music, lança o projeto “Se Conselho Fosse Som”, com músicas que são verdadeiras inspirações, desabafos e histórias que muita gente já viveu.