Justiça mantém Programa de Transferência de Renda em Brumadinho

Mineradora deve manter pagamento a atingidos por rompimento de barragem

O desembargador André Leite Praça, da 19ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), determinou que a mineradora Vale S.A. continue pagando auxílio emergencial à população atingida pelo rompimento de três barragens da Mina Córrego do Feijão, em 25/1 de 2019. A decisão foi dada em julgamento monocrático de agravo de instrumento interposto pela Vale S.A. contra decisão da 2ª Vara de Fazenda Pública e

Autarquias da Comarca de Belo Horizonte.

Deverão ser mantidos, provisoriamente, os mesmos critérios de definição dos beneficiários do Programa de Transferência de Renda (PTR) instituído pelo Acordo Judicial para Reparação Integral (AJRI), e os valores previstos no PTR antes da redução iniciada em março de 2025. Pela decisão, a 2ª Vara de Fazenda Pública e Autarquias da Comarca de Belo Horizonte fica encarregada de definir os critérios específicos e a melhor forma de operacionalização do novo auxílio emergencial.

A decisão do relator, desembargador André Leite Praça, se fundamentou no artigo 3º, inciso VI, da Lei Federal nº 14.755/2023, denominada Política Nacional de Direitos das Populações Atingidas por Barragens (PNAB), a Recomendação nº 8/2025, do Conselho Nacional de Direitos Humanos, e a Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Pacto de San José da Costa Rica).

O pedido liminar foi formulado pela Associação Brasileira dos Atingidos por Grandes Empreendimentos (ABA), pela Associação Comunitária do Bairro Cidade Satélite (Ascotélite) e pelo Instituto Esperança Maria (IEM). A questão ainda deverá ser apreciada no mérito.

Questionamento

No agravo de instrumento, a mineradora sustentou que sua obrigação de pagar, no valor de R$ 4,4 bilhões, foi integralmente cumprida em outubro de 2021, resultando em quitação plena, e que, desde então, a gestão e operacionalização do PTR competia exclusivamente às instituições de Justiça e à Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Para a empresa, a aplicação da Lei Federal nº 14.755/2023 viola o princípio da segurança jurídica e representa uma penalização retroativa à companhia, uma vez que a PNAB foi promulgada mais de dois anos após o trânsito em julgado do acordo.

Decisão

Segundo o relator do recurso, desembargador Leite Praça, o exame dos autos demonstra que a pretensão das associações autoras não é uma revisão ou reinterpretação do AJRI, mas a reivindicação da adoção de um novo marco legal, a Política Nacional de Direitos das Populações Atingidas por Barragens, uma vez que os danos causados em decorrência do rompimento das barragens estendem seus efeitos no tempo.

“É indiscutível que a contaminação ambiental persiste, bem como é notável que as atividades econômicas não foram restabelecidas, as famílias seguem deslocadas de suas moradias originais e o processo reparatório encontra-se manifestamente inconcluso. Nesse contexto, a aplicação da Lei nº 14.755/2023 não configura retroatividade vedada pelo ordenamento jurídico, pois a norma não pretende regular fatos consumados no passado, mas sim disciplinar situações jurídicas ainda em curso, cujos efeitos danosos permanecem produzindo consequências no presente.”

Na avaliação do magistrado, o auxílio emergencial “constitui resposta legislativa à permanência da situação de risco e desamparo das comunidades atingidas, não se confundindo com qualquer tentativa de revisão de fatos pretéritos”.

Crise humanitária

O desembargador Leite Praça ponderou, ainda, que o próprio AJRI reconhece que novos danos poderiam surgir após sua celebração, reservando expressamente sua reparação. Conforme o magistrado, cláusulas excluem do documento pactuado a restauração e recuperação socioambiental integral, inclusive dos danos desconhecidos, futuros ou supervenientes; indenizações referentes aos direitos individuais; e a contratação, custeio e auditoria dos Estudos de Risco à Saúde Humana e Risco Ecológico (ERSHRE), entre outras despesas.

“A leitura sistemática dessas cláusulas conduz à inequívoca conclusão de que o Acordo Judicial de Reparação Integral não teve por objeto, nem poderia ter, a quitação ampla e definitiva de todas as obrigações reparatórias da agravante. Trata-se de negócio jurídico processual de objeto limitado, que contemplou obrigações específicas relacionadas a danos conhecidos à época de sua celebração”, concluiu.

Para o relator, “a abrupta interrupção da fonte de renda para milhares de famílias que ainda não puderam retomar suas atividades econômicas desencadearia uma crise humanitária de proporções incalculáveis, com consequências diretas sobre a segurança alimentar, a saúde e a própria vida das pessoas atingidas”.
Leia a íntegra da decisão e acompanhe a movimentação processual do recurso.

 

Crédito: Cecília Pederzoli / TJMG

Engenharias da Uniube estão entre as melhores de Minas

Cursos se destacaram na avaliação anual do ensino superior, que é realizada pela Folha de São Paulo desde 2012

As Engenharias Civil, Química, Mecânica, Elétrica, de Computação, de Controle e Automação e de Produção da Uniube ocupam posições de destaque no Ranking Universitário Folha – RUF 2025, divulgado pela Folha de São Paulo.

O ranking é feito anualmente pela Folha e avalia o ensino superior no Brasil desde 2012, com base em dados nacionais e internacionais, além de estatísticas relacionadas a cinco indicadores: pesquisa, ensino, mercado, internacionalização e inovação.

Dentre as universidades privadas do Estado de Minas Gerais, as Engenharias da Uniube estão entre as melhores do ranking. Já na região do Triângulo Mineiro, nesse mesmo contexto, os cursos ocupam a primeira posição conforme apontado pelo RUF 2025 – veja a classificação de cada Engenharia mais abaixo.

A importância da classificação no RUF 2025

O gestor dos cursos de Engenharia Civil e Engenharia Química da Uniube, Luis César de Oliveira destaca que a classificação das graduações no RUF 2025 confirma a liderança regional e o desempenho competitivo no Estado de Minas Gerais.

“Ocupar posições de topo no estado e liderar a região reforça a qualidade do que entregamos: currículo atualizado; boas práticas de ensino; e bons resultados acadêmicos. Destaco um corpo docente experiente e atuante no mercado, nossos laboratórios, metodologias ativas, projetos integradores e extensão curricularizada. Mantemos parcerias com empresas, programas de estágio e trainee, que ampliam o repertório e a empregabilidade”, pontua Oliveira.

Já o gestor dos cursos de Engenharia Mecânica, Engenharia Elétrica, Engenharia de Computação e Engenharia de Controle e Automação da Uniube, Leandro Aureliano, salienta que a Universidade figura entre as melhores Instituições de Ensino Superior (IES) privadas.

“É um sinal muito positivo. Isso mostra que, em termos de critérios avaliados pelo RUF, a instituição está conseguindo desempenho diferenciado. Significa que os cursos de Engenharia se alinham não apenas à ‘massa nacional’, mas à realidade específica da região. Isso traz vantagens: proximidade com empresas locais; estágio; rede de contatos; e aplicabilidade prática.”

Para o gestor do curso de Engenharia de Produção da Uniube, Wagner Cardoso, que também é responsável pelos cursos de Logística e Gestão da Qualidade, a classificação do RUF 2025 representa a validação do compromisso contínuo do corpo docente com a excelência em ensino.

“Ser reconhecido não apenas regionalmente, mas também no cenário estadual, demonstra que os esforços conjuntos de nossos alunos e professores estão sendo convertidos em resultados concretos e de alto nível. É o reflexo direto de um projeto pedagógico moderno, que está alinhado com as demandas do mercado de trabalho, e focado em formar engenheiros com visão estratégica e capacidade de solucionar problemas complexos”, afirma.

As Engenharias da Uniube no RUF 2025

As Engenharias da Uniube se destacaram no RUF 2025 nos contextos estadual e regional, ocupando as seguintes posições entre as melhores graduações de universidades privadas:

  • Engenharia Civil – 2ª em Minas Gerais | 1ª no Triângulo Mineiro
  • Engenharia de Computação – 3ª em Minas Gerais | 1ª no Triângulo Mineiro
  • Engenharia Elétrica – 3ª em Minas Gerais | 1ª no Triângulo Mineiro
  • Engenharia de Produção – 3ª em Minas Gerais | 1ª no Triângulo Mineiro
  • Engenharia de Controle e Automação – 4ª em Minas Gerais | 1ª no Triângulo Mineiro
  • Engenharia Química – 4ª em Minas Gerais | 1ª no Triângulo Mineiro
  • Engenharia Mecânica – 12ª em Minas Gerais | 1ª no Triângulo MineiroFoto/Divulgação – Marketing Uniube

TJMG empossa dois novos desembargadores

Foram promovidos os magistrados Élito Batista de Almeida e Fabiana da Cunha Pasqua

Os juízes Élito Batista de Almeida e Fabiana da Cunha Pasqua tomaram posse, nesta sexta-feira (14/11), como desembargadores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

A solenidade ocorreu no Auditório do Tribunal Pleno e foi conduzida pelo presidente do TJMG, desembargador Luiz Carlos Corrêa Junior, que destacou a importância da chegada dos novos membros:

“Ao receber uma nova desembargadora e um novo desembargador, ambos experientes e com uma vida dedicada à magistratura, somos oxigenados e estamos, também, qualificando a nossa prestação jurisdicional. Com dois novos membros, que vão, juntamente com os demais, trabalhar com muito afinco e dedicação, o Tribunal se agiganta enquanto colegiado.”

Em seu discurso na solenidade de posse, o presidente Corrêa Junior também enfatizou a importância de o TJMG ter sediado, nesta semana, o XVIII Encontro do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (Consepre).

Ele destacou que foram apresentadas, aos membros do colegiado nacional, três boas práticas realizadas pela Corte mineira: campanhas de saúde e bem-estar voltadas a magistrados e servidores; inclusão de pessoas com síndrome de Down em seu quadro de colaboradores; e o Programa de Formação Continuada Orquestra Jovem e Coral Infantojuvenil, que atende crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

“Nós devemos ter em mente que o nosso Tribunal, além de julgar processos, também tem que ser um ator de modificação da sociedade. Se queremos uma sociedade mais justa e igualitária, devemos trabalhar muito para isso, interagindo juntamente com a própria sociedade”, analisou o presidente Corrêa Junior.

Os dois novos desembargadores prestaram o compromisso legal e receberam a botoneira do TJMG das mãos do presidente Corrêa Junior, ao lado de seus familiares: a esposa do desembargador Élito Batista de Almeida, Cristiane Ramos de Oliveira; e o irmão da desembargadora Fabiana da Cunha Pasqua, Adriano da Cunha Pasqua.

Fabiana da Cunha Pasqua

A desembargadora Fabiana da Cunha Pasqua, natural de Guaxupé (MG), formou-se em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ela construiu uma trajetória marcada pela atuação em diferentes frentes do Judiciário mineiro. Antes de ingressar na magistratura, trabalhou como advogada no Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG), atuou no extinto Tribunal de Alçada e integrou a Defensoria Pública do Estado (DPMG).

Na magistratura desde 1997, iniciou sua carreira no Juizado Especial Cível da Comarca de Belo Horizonte. Em seguida, passou pelas Comarcas de Paracatu e Uberlândia, retornando posteriormente à Capital. Foi juíza titular da 7ª Vara de Família da Comarca de BH e, a partir de 2022, foi convocada para atuar em Câmaras Cíveis do TJMG, incluindo a 15ª, a 7ª e a 18ª.

Em 2024, voltou a ser convocada, desta vez, para o 3º Núcleo de Justiça 4.0 – Cível. Atualmente, vinha exercendo suas funções como juíza de 2º Grau no 2º Núcleo de Justiça 4.0 – Cível Especializado.

Élito Batista de Almeida

O desembargador Élito Batista de Almeida, natural de Chalé (MG), também é formado em Direito pela UFMG. Sua carreira começou na DPMG, após aprovação no primeiro concurso externo da instituição. Tomou posse em 1992 e atuou no 2º Tribunal do Júri e nas Varas Criminais da Comarca de Belo Horizonte.

Quatro anos depois, foi aprovado no concurso para a magistratura do TJMG. Desde então, passou por diversas comarcas, entre elas, Governador Valadares, Mesquita, Minas Novas, Carangola, Coronel Fabriciano, Betim e Belo Horizonte. Foi titular da 1ª Vara de Sucessões e Ausência da Capital e, mais recentemente, atuou como juiz auxiliar de 2ª instância no 1º Núcleo de Justiça 4.0 – Cível Especializado.

Mesa de Honra

Compuseram a mesa de honra o presidente Corrêa Junior; o 1º vice-presidente do TJMG, desembargador Marcos Lincoln dos Santos; o 3º vice-presidente do TJMG, desembargador Rogério Medeiros; o corregedor-geral de Justiça de Minas Gerais, desembargador Estevão Lucchesi de Carvalho; o vice-presidente e corregedor do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), desembargador Carlos Henrique Perpétuo Braga; o vice-presidente administrativo da Associação Nacional dos Magistrados Estaduais (Anamages), desembargador Magid Nauef Láuar; o ouvidor do Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais (TJMMG), desembargador Fernando Armando Ribeiro; a presidente da Associação dos Magistrados Mineiros (Amagis), juíza Rosimere das Graças do Couto; e o subcorregedor-geral do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Marco Antônio Borges.
Também estiveram presentes na solenidade os ex-presidentes do TJMG desembargadores Nelson Missias de Morais, Gilson Soares Lemes e Joaquim Herculano Rodrigues; o superintendente administrativo adjunto do TJMG, desembargador Vicente de Oliveira Silva; e o juiz diretor do Foro da Comarca de Belo Horizonte, Sérgio Henrique Fernandes; além de demais magistrados, servidores e colaboradores da Corte mineira.

 

Crédito: Juarez Rodrigues / TJMG

Casa dos Sonhos da Coral traz a magia das princesas Disney

Espaço promovido pela marca de tintas decorativas transforma casa no bairro Prado em um cenário inspirado nas princesas da Disney e celebra o poder das cores na decoração

Quem passa pela Avenida Francisco Sá, no bairro Prado, em Belo Horizonte, tem parado para observar uma casa que ganhou cores e magia dignas de contos de fadas. Batizado de Casa dos Sonhos , o espaço é uma iniciativa da Coral , marca de tintas decorativas da AkzoNobel , e da Planalto Tintas que celebra a campanha “Crie Seu Mundo” , com a exclusiva coleção de cores inspirada nas princesas da Disney . Criada para inspirar arquitetos, designers, e consumidores de todas as idades, são paletas desenvolvidas a partir da identidade visual de nove princesas: Branca de Neve, Cinderela, Mulan, Ariel, Bela, Jasmine, Tiana, Rapunzel e Moana.

“A magia e a atemporalidade das princesas da Disney atravessam gerações e, com essa seleção de cores, queremos trazer inspiração para os lares e espaços criativos. As paletas foram cuidadosamente selecionadas para traduzir os elementos marcantes de cada personagem e criar um ambiente temático cheio de personalidade. São todas personagens relevantes ao longo dos anos e algumas delas trazemos nessa seleção, considerando aspectos como popularidade, representatividade e variedade de estilos e narrativas”, conta Jonathan Rego, da AkzoNobel.

Na Casa no Prado, Branca de Neve, Bela, Ariel e Moana ganharam ambientes com as tonalidades que remetem a essas personagens, como o amarelo, azul e vermelho do vestido da Branca de Neve. A proposta foi executada por Verônica Ferreira, responsável por projetar quatro ambientes transformados quase que inteiramente pela pintura. “Nesta residência é possível ver claramente como, basicamente, só com a mudança das cores e criatividade se muda a atmosfera dos ambientes”, explica a arquiteta.

Do imaginário popular às paletas exclusivas de cores

Conheça as paletas de cores de cada princesa e suas inspirações para compor cada ambiente com harmonia e criatividade:

Ariel (A Pequena Sereia) → Os tons refletem o fundo do mar e a cauda cintilante dessa princesa curiosa e encantadora. As cores são: Ilha Deserta (verde água), Mergulho Tranquilo (azul), Romã Intensa (vermelho), Diário de Menina (lilás) e Rosa Indiana (rosado).

Bela (A Bela e a Fera) → Dourado, um azul sofisticado e marrons quentes estão na paleta dessa princesa autêntica e empática, que conta com as cores Ipê Florido (amarelo), Reflexo da Beleza (azul), Marrom Queimado, Âmbar Dourado (mostarda) e Amarelo Maio (bege).

Branca de Neve → Tons marcantes de amarelo, azul e vermelho, remetendo ao icônico vestido da princesa bondosa e resiliente estão na paleta. As cores são: Bico de Pássaro (amarelo), Amor (vermelho), Branco Cru, Elegância Clássica (azul) e Lápis Preto (Preto).

Cinderela → Tons azuis, ocre e rosado compõem a paleta dessa princesa perseverante e gentil. As cores no leque da Coral são: Amsterdã (azul intenso), Chuvas de Verão (azul esverdeado), Casa de Vidro (azul suave), Valência (abóbora) e Luz da Alvorada (rosado).

Jasmine (Aladdin) → Tons verdes azulados se destacam na paleta dessa princesa radiante e perspicaz, com as cores: Beleza do Caribe (verde azulado), Mergulho em Noronha (verde intenso), Castanha Espanhola (marrom), Brocado Rico (mostarda) e Lápis Preto (preto).

Moana → Um azul profundo e tons terrosos remetem à aventura na Polinésia dessa princesa motivada e corajosa. As cores são: Pote de Argila (terra), Mamão Maduro (laranja avermelhado), Sorvete de Creme (bege neutro), Cookie (marrom intenso) e Azul Marítimo (azul esverdeado).

Mulan → As cores que representam essa princesa forte e destemida são: Flores Silvestres (verde pigmentado), Rota do Vinho (vinho), Verde Clássico (verde intenso), Habitat (creme) e Lápis Preto (preto).

Tiana (A Princesa e o Sapo) → Verdes frescos se destacam na paleta da princesa esperançosa e criativa com as cores Jardim de Hortelã (verde alcachofra), Verde Cidra, Vaso de Cactos (verde amarronzado), Chocolate Quente (marrom) e Lago Vienense (turquesa acinzentado).

Rapunzel (Enrolados) → Entre tons amarelos, vermelhos e laranjas, destaque para o roxo na paleta dessa princesa sonhadora, porém determinada. As cores são: Roxo Paixão, Cacto Dália (rosa), Dança Típica (amarelo), Argila Pêssego (laranja) e Deusa do Pêssego (rosado claro).

Edição limitada de kits de pintura

A coleção de cores inspirada nas princesas está disponível no leque de cores da Coral e nas lojas de todo o Brasil, por meio do sistema tintométrico. As paletas inspiradas em Branca de Neve, Bela, Ariel e Moana, inclusive, ganharam kits de pintura. Em edição limitada, cada kit inclui um galão de 3,6L e um quartinho de 0,8L de Coral Super Lavável, um adesivo decorativo exclusivo da princesa (90×60 cm), bandeja, rolo e trincha. O conjunto vem em uma caixa ilustrada resistente, que pode ser reutilizada como organizador de brinquedos ou itens diversos.

A Coral Super Lavável é uma tinta à base de água propícia para quartos infantis por ser fácil de limpar e resistente, além de ter propriedades antimanchas, antibactérias e antimofo. Com ela é fácil limpar manchas de chocolate, canetinha e ketchup.

Casa dos Sonhos

A Casa dos Sonhos está aberta à visitação até fevereiro de 2026, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 13h, ao lado da Planalto Tintas , localizada na Avenida Francisco Sá, 620 – Prado . Na compra de cores relacionadas à coleção inspirada nas princesas, o cliente ganha brindes, como copos e garrafas temáticas.

 

28ª Artesania do Papel agita Mercado Novo com 60 artistas

A Artesania do Papel,  feira que reúne artistas do papel, da cerâmica e da madeira, chega à sua 28ª edição, em Belo Horizonte, celebrando o talento e o empreendedorismo feminino nas artes. Com entrada gratuita, o evento promete movimentar o  3º piso do Mercado Novo, nos dias 22 e 23 de novembro, com a presença de 60 artistas e artesãos — a maioria deles  mulheres. Além de apreciar e comprar objetos de arte e utilitários direto das mãos de artistas, o público poderá participar de oficinas de arte, assistir a demonstrações ao vivo e curtir shows musicais.

“Grande parte dos expositores são mulheres que encontram na arte e no artesanato uma fonte de renda, seja principal ou complementar. Muitas empreendem, criam marcas próprias e seguem caminhos criativos, seja no início da carreira ou após deixarem o mercado formal de trabalho”, descreve a papeleira Lúcia Dias, uma das organizadoras da Artesania do Papel.

Entre os expositores estão pessoas 50+, que encontram na arte diversas formas de se manterem ativas e criativas. “Um lugar com muitas possibilidades de encontros e trocas, entre apreciadores e gerações”, completa Lúcia Dias.

Produtos para todos os gostos e bolsos

Lúcia Dias, organizadora da feira

Todos os produtos da feira são feitos com materiais naturais e trabalhados de forma autoral. No setor de papelaria, estarão  expostos trabalhos como gravuras e papéis feitos com fibras naturais; cadernos; agendas; flores; bijuterias; bolsas; cestaria e até peças lúdicas, como brinquedos infantis. Ceramistas e escultores em madeira colocarão à mostra objetos de arte e decoração, além de utilitários, esculturas, caixas, utensílios para mesa e cozinha e bijuterias. Uma ótima opção para as compras de presentes de Natal, que se aproxima.

“Toda arte carrega em si um pouco de quem a faz, são criações as quais foi dedicado tempo e onde cada criador coloca sua maneira única de fazer e de ver o mundo”, observa Lúcia Dias, lembrando que, mais que um espaço de venda, a feira se consolida como uma  plataforma de visibilidade para artistas independentes, fortalecendo redes de colaboração e promovendo o consumo consciente e autoral.

Tudo começou com o papel

A  Feira Artesania do Papel nasceu em 2003, idealizada pela desenhista, gravadora e papeleira Vera Queiroz , que faleceu em 2022. Na época, Vera havia participado da Feira de Cerâmica de Minas Gerais, que acontece anualmente, mas resolveu criar também um evento só da papelaria.  “Vera também era ceramista, mas seu amor maior era o papel”, lembra Lúcia Dias. De 2020 a 2023, a Artesania do Papel foi interrompida em razão do isolamento social imposto pela pandemia de Covid-19 e a morte de Vera Queiroz.

O evento retornou em 2024, com duas edições anuais. A primeira aconteceu em abril  do ano passado no Mercado Novo,  que se tornou a casa da Artesania, com a participação também de ceramistas, numa homenagem  póstuma à Vera Queiroz. A segunda foi realizada em novembro,  com o convite e inclusão dos artistas que trabalham a madeira. A última edição aconteceu em abril deste ano, quando foi prestada homenagem póstuma ao bonequeiro e cenógrafo Agnaldo Pinho, que faleceu em janeiro deste ano.

As organizadoras

Márcia Meyer, Lúcia Dias e Heloísa Trindade

Além de Lúcia Dias, que é  formada em artes plásticas pela Escola Guignard UEMG, participam da organização da feira as  artistas Heloísa Trindade e Márcia Meyer. Formada na Escola de Belas Artes da UFMG, Heloisa Trindade, mais conhecida por Lolô, é multiartista, com  uso de papel, madeira e cestaria.    Com formação em Desenho, também pela Belas Artes da UFMG, Marcia Meyer é  encadernadora, professora e referência em papéis marmorizados em Minas Gerais.

Serviço:
Artesania do Papel de Minas Gerais
Entrada: Gratuita
Data:  22 e 23 de novembro (sábado e domingo),
Horários: Sábado, das 10 às 19 horas, e domingo, das 10 às 17 horas.
Local: 3º andar do Mercado Novo, na Avenida Olegário Maciel, 714, Centro de Belo Horizonte.

Crédito: Márcia Queirós

Por que cresce o consumo de cervejas sem álcool no Brasil

Ascensão do segmento “balanced choices” expande mercado cervejeiro, cria novas ocasiões de consumo e atende a demanda de consumo moderado com opções de grandes marcas relevantes da Ambev como Brahma, Budweiser e Corona, que graças a tecnologia, entregam ao consumidor equilibrio e sabor

A cerveja é um grande símbolo cultural no país, presente na mesa dos bares e diretamente ligada ao jeito brasileiro de socializar, celebrar e compartilhar a vida com amigos e família. E mesmo em meio a mudanças comportamentais e novos hábitos de consumo, os brasileiros seguem tendo a cerveja como uma das bebidas preferidas dos adultos também para escolhas mais balanceadas, expandindo as possibilidades de consumo.

Estudo do Ministério da Agricultura e Pecuária, Anuário da Cerveja, revela que em 2024 sextuplicou no país a produção de cervejas zero em relação ao ano anterior, além do aumento expressivo no volume de vendas das bebidas de menor teor alcoólico, menos calorias e atributos funcionais, acompanhando tendência de consumo mais consciente e equilibrado

As empresas também têm tido provas desse movimento. A Ambev, maior cervejaria do Brasil, por exemplo, tem reportado um crescimento contínuo do seu portfólio de “balanced choices” (opções zero e/ou de menor teor alcoólico, sem glúten e menos calóricos) e, apenas no terceiro trimestre de 2025, apresentou crescimento de 65% comparado ao mesmo período do ano anterior. Dentro desse cenário, a categoria de cervejas sem álcool – Corona Cero, Bud Zero e Brahma 0,0% – cresceu em 20% em vendas.

A ascensão das cervejas zero no Brasil atende a uma demanda crescente de pessoas que buscam opções de cerveja sem abrir mão do sabor. As cervejas zero são alternativas também para quem não quer ingerir álcool ou então deseja alternar a “zero” com bebidas alcoólicas, mantendo o poder da cerveja em proporcionar experiências sociais e culturais que conectam pessoas.

“Para nós, cerveja é muito mais do que uma bebida: é o brinde à conexão entre pessoas, à moderação e à cultura que vai do grão ao gole dos consumidores. Está presente nas celebrações, nos momentos compartilhados, na variedade de ocasiões de consumo, estilos e aspectos sociais. A cerveja é a bebida mais versátil para moderar sem abrir mão do sabor e da diversão, sendo apreciada em diferentes contextos sociais devido ao seu menor teor alcoólico em comparação com outras bebidas alcoólicas, o que permite ao consumidor aproveitar os momentos por mais tempo de forma “cool”.” destaca Gustavo Castro, Diretor de Estratégia e Insights da Ambev.

Para ele, esse aumento do consumo das bebidas tem relação direta com investimentos em tecnologia e inovação, que permitiram levar ao consumidor uma bebida zero álcool com sabor muito próximo da versão com álcool.

“Os resultados refletem os esforços e investimentos da cia nos últimos anos para tornar sua produção mais tecnológica e inovadora. Hoje, a cerveja zero álcool, por exemplo, se aproxima muito mais da versão regular do que há 10 anos. Para a cia, o amplo portfólio e novas ocasiões de consumo mostram que a cerveja é a bebida mais versátil para moderar sem abrir mão do sabor e da diversão. Com Corona Cero, Bud Zero e Brahma 0,0%, o consumidor tem sempre uma zero para chamar de sua”, acrescenta.

Novas ocasiões: do brunch ao jantar sofisticado

A cerveja zero álcool possibilitou novas ocasiões de consumo, ampliando os territórios em que versões da bebida com álcool estão presentes. A cerveja zero ganhou espaço em mais momentos para quem gosta de cerveja sem abrir mão do sabor, como, por exemplo, em brunchs, no ambiente corporativo para celebrações, durante uma atividade cotidiana, entre outros, participando também de ocasiões especiais, como um jantar sofisticado.

“Observamos o crescimento no mercado nacional das bebidas zero álcool, alternativas para quem não quer ingerir álcool ou então deseja alternar a ‘zero’ com bebidas alcoólicas, uma forma de equilibrar ou simplesmente curtir com moderação. A cerveja sem álcool possibilitou o aumento das ocasiões de consumo, atendendo ao interesse de pessoas que gostam de cerveja e que desejam ampliar as formas de consumo.Temos observado pessoas consumindo bebidas alcoólicas de forma mais responsável e isso está alinhado com o que sempre defendemos, que é a moderação. Na última década investimos mais de R$ 1.4 bilhão em iniciativas de Consumo Responsável”, ressalta Gustavo.

Versões sem álcool ganham maior protagonismo no país

As versões sem álcool caíram no gosto dos consumidores brasileiros, e as marcas têm investido em diferentes ações para consolidar a zero com o público. Cerveja dos ídolos e fãs, Bud tem reforçado zero em grandes eventos esportivos e musicais. Bud foi a cerveja oficial da NFL no Brasil, assim como no LollaPalooza e Mada, com ações de trial da Bud Zero, mostrando que mesmo sem o álcool, o sabor é o mesmo e perfeito para todos os momentos.

Corona Cero, por sua vez, intensificou sua presença no cotidiano dos brasileiros de forma autêntica, se mostrando ativa, por exemplo, na cultura praiana carioca com a campanha em collab com a FARM Rio. Nos esportes, Corona Cero apoiou grandes torneios, como Jogos Olímpicos, Liga Mundial de Surf (WSL) e Semana Internacional de Vela.

Presente na mesa de boteco e em outros diversos momentos de celebração, a Brahma 0,0% integra o portfólio de cervejas da campanha Sociedade Anônima Brahma (SAB), que ajuda o consumidor a investir no time do coração na compra de bebidas pela plataforma Zé Delivery. Parte do valor é repassado ao clube do consumidor.

Menos calóricas também se destacam

Além das opções zero álcool, os principais destaques do período foram as cervejas menos calóricas. No portfólio da Ambev, Stella Pure Gold e Michelob Ultra fazem parte da plataforma de balanced choices.

Versão sem glúten, com menos calorias e com todo o sabor premium de Stella Artois, a Stella Pure Gold foi lançada em 2023 especialmente para o mercado nacional e no segundo trimestre de 2025 já representava cerca de 30% de todo o volume da marca. Já no terceiro trimestre, o produto teve crescimento de 150% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. A Ambev anunciou que a produção da cerveja mais que dobrou de acordo com dados do segundo trimestre deste ano em comparação ao ano anterior.

Já Michelob Ultra, uma bebida mais leve e com teor calórico reduzido, apresentou um avanço de 80% em relação ao mesmo período do ano passado.

“Essa busca por um estilo de vida equilibrado é uma oportunidade para os nossos negócios, pois a cerveja é versátil, com opções que tem menor teor alcoólico, menos calorias ou até sem glúten; o que pode ser um incentivo para que mais consumidores escolham cerveja em diferentes ocasiões de consumo. Oferecer opções de cerveja a partir de um profundo conhecimento das necessidades dos consumidores é fundamental. Por essa e outras razões que a Ambev possui estudos desenvolvidos diretamente com os consumidores para analisar as percepções e interesses dos consumidores brasileiros, mantendo essa aproximação tão importante e que reflete na excelência do nosso portfólio, finaliza o Diretor de Estratégia e Insights da Ambev.

2ª Mostra de Cinema de Betim homenageia Lô Borges e Maurício

A 2ª MOSTRA DE CINEMA DE BETIM, com uma curadoria 100% feminina, anuncia a seleção de mais de 30 filmes, entre longas e curtas, de ficção, animação e documentário, nacionais e locais, divididos em diferentes sessões, que compõem a grade de programação das Mostras de Filmes, que acontece em sala de cinema profissional do Grupo Cineart, no Monte Carmo Shopping, em Betim, Minas Gerais, de 25 a 30 de novembro.

Entre os principais destaques deste ano está a exibição de filmes inéditos, como “Morte e Vida Madalena”, de Guto Parente; “Um dia antes de todos os outros”, de Valentina Homem e Fernanda Bond; filmes recém-lançados e obras celebradas como o cotado ao Oscar “O Agente Secreto”, direção de Kleber Mendonça,vencedor do Urso de Prata, em Berlim; “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro, “Kasa Branca”, de Luciano Vidigal; o “Manas”, de Marianna Brennand, e os sucessos infantis “Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa”, direção Fernando Fraiha, em homenagem ao artista  Maurício de Sousa,  que completa 90 anos este ano e “O Menino e o Mundo”, de Alê Abreu.

No dia 26 de novembro acontecem duas sessões especiais  em homenagem aos músicos mineiros Lô Borges e Milton Nascimento, com exibições  dos longas “Nada Será Como Antes”, direção de Ana Rieper  e “Milton Bituca Nascimento”, de Flávia Moraes.

O filme “Otelo, O Grande”, de Lucas H. Rossi terá a “Sessão Especial: Igualdade Racial”, nas atividades do mês da Consciência Negra, em parceria com “Novembro Negro”, evento realizado pela Superintendência de Igualdade da Prefeitura de Betim.

Segundo a cineasta e jornalista, Elizabete Martins Campos, idealizadora da “Mostra de Cinema de Betim” e fundadora da It Filmes, “a prioridade é colaborar para garantir a democratização do acesso ao cinema brasileiro, principalmente a quem nunca foi a uma sala de cinema, contribuindo para a  formação de público e profissionais, por meio de sessões gratuitas de filmes nacionais, aprendizado e experimentações em oficinas, e debates durante o seminário, que busca saídas coletivas para o desenvolvimento local do setor”.

“A curadoria da Mostra partiu da premissa do território que é Betim,  uma cidade industrial que, de alguma forma, fica fora do eixo Rio-São Paulo-BH, onde são os grandes centros cinematográficos, aos quais  chegam o cinema diverso, com mostras nacionais e internacionais. Então, partindo desse pressuposto, fez-se a escolha de filmes que trouxessem linguagens ousadas, diversificadas, com temáticas de várias regiões do Brasil, filmes feitos por mulheres, no âmbito da periferia, com ousadia e experimentação peculiar na linguagem, no conteúdo, na forma”, diz Lorena Ortiz, cineasta e curadora de longas e curtas da 2ª MOSTRA DE CINEMA DE BETIM.

A programação conta com filmes de artistas e produtores de Betim, com o lançamento de dois curtas realizados por alunos das oficinas da Mostra, com os documentários “Celso Moretti – Favela Negra”, direção Sebastian Gómez,  “Solitude”, direção de Miguel dos Anjos e Elizabete Martins Campos, “Histórias que o Povo Conta: O Samba em Betim”, de Roberto Vinícius e Rafael Aquino e os curtas de ficção, “Mãe D’ouro”, de Maick Hannder; “Fia”, da cineasta Pris Garcia.

O SEMINÁRIO “BETIM INDÚSTRIA CRIATIVA – DESAFIOS E CAMINHOS POSSÍVEIS”, que acontece no dia 25 de novembro,  é o encontro que se estabelece como uma plataforma de troca de informações, diálogos e ponto de partida de ações, buscando conectar o primeiro, segundo e terceiro setores da sociedade para dialogar sobre a indústria criativa, com foco no  cinema e audiovisual. O evento contará com a presença de artistas, autoridades e empresas locais e uma palestra do produtor de cinema e presidente da RioFilme, Leonardo Edde.

Uma ação de intercâmbio acontece no dia 26 de novembro, na sede da Instituição Ramacrisna de Betim, parceira da Mostra junto ao Instituto Energisa, com a promoção de um encontro e trocas de experiências entre colaboradores das duas instituições. No mesmo dia haverá realização de uma sessão especial de curtas produzidos, no âmbito do Polo Audiovisual da Zona da Mata Mineira, incentivados pelo Grupo Energisa, que também será homenageada, durante o seminário, como empresa “case” de sucesso em  investimentos sociais e em projetos artísticos-culturais, na programação “Cidades amigas do Cinema e Audiovisual”, da  2ª MOSTRA DE CINEMA DE BETIM.

Reforçando seu compromisso com as capacitações profissionais, como pilar de desenvolvimento, um dos eixos principais da Mostra, são 10 oficinas gratuitas ofertadas, com 200 vagas, sendo 6 horas de duração cada, que abrangem a cadeia criativa, produtiva e de difusão em projetos audiovisuais.

“O carro chefe da Mostra  de Cinema de Betim são as exibições de filmes. No entanto, a vejo inserida em um projeto maior, que tem  impulsionado a cadeia  do audiovisual na cidade e região – promovendo oficinas que servem também como preparação para a Mostra, que é um grande movimento de formação de público e de profissionais de Betim para o audiovisual”, comenta  Mariana Tavares, professora, pesquisadora e curadora da 2ª MOSTRA DE CINEMA DE BETIM.

“Entre os critérios de seleção, foram priorizadas produções dirigidas por mulheres. A própria Mostra é a materialização do fazer feminino, contando com uma equipe majoritariamente formada por mulheres e dirigida pela cineasta Elizabete Martins Campos, profissional ativista de longa trajetória na defesa do social e da representatividade no audiovisual”, comenta Leliane de Castro, curadora dos curtas da Mostra de Curtas.

“A 2ª Mostra de Cinema de Betim é uma iniciativa pioneira, ousada, que vem de encontro com uma vocação que a cidade tem. É uma oportunidade para mostrar, não só produção local, mas também de outras partes do Brasil. Também está sendo fomentada diferentes atividades que colaboram para fortalecer o audiovisual em Betim e em toda a região. É evento gratuito, aberto à população e serve de estímulo para quem tenha vocação, interesse e queira participar desse mundo fantástico, que é o mundo do cinema”, Vittorio Medioli, empresário do Grupo Sada, patrocinadora da Mostra.

Sessão de filmes na 1ª MOSTRA DE CINEMA DE BETIM    (foto Vladimir Araujo)

“A 2ª MOSTRA DE CINEMA DE BETIM  é patrocinada pela Lei Rouanet – Lei Federal de Incentivo à Cultura e Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, pelo GRUPO SADA.  Apoio Cultural Cineart, Prefeitura de Betim, Monte Carmo Shopping, Studio Cerri. Realização IT Filmes, Governo de Minas Gerais, Ministério da Cultura, Governo Federal.”

PROGRAMAÇÃO

2ª MOSTRA DE CINEMA DE BETIM

SERVIÇO:

2ª MOSTRA DE CINEMA DE BETIM

de 25 a 30 de novembro- Mostra de Cinema

de 29/10 a 30/11 – Oficinas, Debates e Seminário “Betim Indústria Criativa – Desafios e Caminhos Possíveis”

Oficinas abertas para inscrições.

PROGRAMAÇÃO GRATUITA.

Inscrições e mais informações: www.mostrabetim.com.br

Youtube – www.youtube.com/watch?v=bsYOb1euTZ0.

A Etnografia da Irmandade: Um olhar sobre duas rodas

Um colete, um capacete, luvas e botas pretas, bandanas de caveira, brasão do motoclube e muitos… muitos encontros de alegria e confraternização com muito rock do bom e ronco de motores. Tantos Motoclubes nesse gigantesco universo motociclístico que cresce a cada dia.As estruturas sociais que definem essa cultura: os motoclubes e a simbologia que os une. O motociclismo, muito além de um meio de transporte, é um complexo fenômeno sociocultural que transpira emoções, que preserva tradições por décadas. Gente que se cumprimenta quando em pistas opostas cruza com irmãos… dois dedos em V. Pessoas e máquinas que que não apenas observam a paisagem, mas a compõem, completam.

A gênese dos motoclubes (MCs), como os conhecemos, remonta ao período pós-Segunda Guerra Mundial nos Estados Unidos. Veteranos, acostumados à adrenalina e, principalmente, à intensa camaradagem das frentes de batalha, buscaram replicar esse senso de pertencimento na vida civil. Formaram-se grupos que viam na motocicleta um símbolo de liberdade e rebeldia contra o status quo. Clubes históricos estabeleceram códigos, hierarquias e uma estética que, para o bem ou para o mal, moldaram a percepção pública do motociclista e ecoam até hoje. Gigantes como Bodes do Asfalto, ou nem tão grandes em componentes como os Águias Sem Rota alimentam a tradição.

A caveira é uma curiosidade para o público em geral. Para o observador externo, pode parecer um símbolo de perigo ou morbidez. No entanto, dentro da irmandade, seu significado é profundo e filosófico. A caveira é o grande equalizador. Nos faz lembrar, refletir sobre o quão iguais somos.

Sob o colete, diante da estrada ou perante a caveira, não há distinção de classe social, origem ou profissão. Ela é um “memento mori” (uma lembrança da mortalidade) que nos recorda da nossa igualdade fundamental. Na irmandade, todos são irmãos, nivelados por essa verdade estoica.

Esse espírito de congregação floresceu em solo brasileiro. Em estados como Minas Gerais, o calendário de encontros de motociclistas tornou-se uma tradição cultural robusta, vitalizando a economia de diversas cidades do interior, hotéis e comércio movimentados. Sites como o Jacaré (https://jacaremoto.com.br/agenda-jacaremoto/) fomentam e lembram as datas dos eventos. A capital, Belo Horizonte, não é exceção, servindo como ponto de partida e chegada para grandes eventos que celebram essa paixão.

O encontro para comemorar os 19 anos dos Bodes do Asfalto em sua subsede Belo Horizonte, reuniu mais de 200 pessoas em um evento com mulheres, crianças e muito rock. MCBDA que tem como objetivo misturar lazer e filantropia, com apoio a creches e asilos. Com paciência e muito amor ao próximo. Sob a batuta do BDA Anderson e a primeira dama Thamires, também o Dr. João Bomfim que nos agraciaram com grandes histórias sobre o MC.

É fascinante observar a diversidade das “tribos” que compõem esse universo. Temos os entusiastas das icônicas Harley-Davidson, focados na cultura custom; os aventureiros das Big Trails, equipados para longas expedições; o pessoal do trail, que busca o desafio da terra e da lama; e, claro, os inúmeros grupos de amigos que rodam juntos, unindo diversos tipos de motocicletas, onde o que realmente importa é o prazer compartilhado da jornada.

Não podíamos passar em branco na data de 05 de novembro, ondes se comemora o dia nacional da cultura do motociclismo. Parabéns a todos os motociclistas do Brasil.

Quer seja em um MC americano da década de 60 ou em um encontro casual em Minas Gerais, o motociclismo segue sendo um poderoso vetor de fraternidade. Experimente e jamais viverá sem.

Na próxima coluna uma visão sobre a nova NC 750x.

O professor Eduardo Dias é o responsável pela “coluna Sobre Duas Rodas” Faça contato por msg para 31 98875-3814 ou insta @profedudias

 

Saulo Fernandes, desembarca em BH no dia 24 de janeiro de 2026

O cantor baiano Saulo Fernandes aterrissa em Belo Horizonte com seu projeto especial Saulo, Som e Sol, no dia 24 de janeiro, sábado, às 15 horas, para uma tarde repleta de música e boas energias. Com altas temperaturas, em clima de verão e carnaval, o evento acontece às margens da deslumbrante Lagoa dos Ingleses, um dos locais mais belos e alto-astral da cidade. Com o pôr do sol refletido nas águas da lagoa, a atmosfera será perfeita para um espetáculo único e inesquecível.

“Saulo, Som e Sol é um encontro da Deusa Música com o Deus Sol. Canções autorais, abraços apertados, suor, delícia e felicidade,” explica Saulo Fernandes sobre o projeto.

Prometendo uma experiência completa de som, sol e vibração positiva, transformando o entardecer da cidade em uma celebração inesquecível, com uma proposta que vai além de um show convencional, o evento conduz os fãs por todas as fases da carreira de Saulo Fernandes: desde os primeiros passos, passando pelos anos marcantes à frente da Banda Eva, até os sucessos que consolidaram sua trajetória solo.

Saulo, Som e Sol é mais que um show; é um espetáculo completo que promete momentos intensos, de muita música e emoção, com uma duração maior, Saulo leva o público a uma verdadeira viagem pelas diversas fases e influências que moldaram o artista ao longo dos anos. No repertório, os clássicos da música baiana e os sucessos inesquecíveis de Saulo, como “Rua 15”, “Raiz de Todo Bem”, “Tudo Certo na Bahia”, “Eva”, entre outros, em que convidam o público a mergulhar em uma atmosfera cheia de percussão, energia e alegria, marcada pela essência do artista.

SOBRE SAULO FERNANDES

Nascido em Barreiras, Bahia, Saulo Fernandes é um ícone da música brasileira, com uma trajetória marcada por sucessos e momentos inesquecíveis. Desde cedo, influenciado pela família, Saulo se envolveu com a música e, aos 18 anos, já liderava a banda Mukeka. Logo depois, voltou para a Bahia e fundou a banda Chica Fé, conquistando seu primeiro Carnaval baiano em 2001.

Em 2002, foi convidado para liderar a tradicional Banda Eva, onde permaneceu por 11 anos, gravando seis CDs, três DVDs e consolidando seu nome na música brasileira. Desde que iniciou sua carreira solo em 2014, Saulo tem explorado novas possibilidades musicais e artísticas, sem perder a essência e as raízes de seu berço baiano. Hoje, é uma das figuras mais aguardadas no Carnaval de Salvador, especialmente com a sua Pipoca de Saulo.

Com uma trajetória dedicada à música e aos fãs, Saulo Fernandes segue construindo seu legado e encantando o público com sua energia, carisma e autenticidade.

Venha viver o verão ao som de Saulo, Som e Sol, uma celebração de música e energia positiva com Saulo Fernandes!

SERVIÇO: Saulo, Som e Sol

Atração: Saulo Fernandes

Data: 24 de janeiro (sábado)

Local: Alphaville – Lagoa dos Ingleses

Endereço:  BR 040 – Nova Lima

Horário: 15 horas

Ingressos pelo Sympla: https://www.sympla.com.br/saulosomesol

Valores a partir de R$ 130,00

Classificação: 16 anos

Realização: Trio Produtora

Chef mineiro conquista paladares com Recanto do Manjericão

A história do chef Matheus Faria é daquelas que revelam como dedicação, estudo e paixão pela cozinha podem transformar trajetórias e criar experiências gastronômicas memoráveis.

Natural de Minas Gerais, Matheus iniciou sua jornada em 2014, quando inaugurou uma pizzaria delivery que marcou o começo de sua relação profissional com a gastronomia. Desde então, o que era um sonho juvenil se tornou carreira sólida. Formado em Alta Gastronomia pelo IGA, ele passou por importantes cozinhas de Belo Horizonte — como o Bacon Paradise e o Era Uma Vez um Armazém — e acumulou experiência como chef e gerente em restaurantes de Juatuba e Mateus Leme.

Ao longo dos anos, Matheus também se destacou prestando consultorias, coordenando eventos, ensinando técnicas culinárias em oficinas e participando de feiras gastronômicas. Esse repertório diverso ajudou a moldar sua identidade culinária, marcada pelo respeito aos ingredientes e pela busca por sabores autênticos.

Um novo capítulo: Recanto do Manjericão

Hoje, Matheus celebra a realização de um antigo sonho: comandar seu próprio gastrobar. O Recanto do Manjericão, localizado no coração de Juatuba (MG), traduz a essência do chef — uma cozinha afetiva, contemporânea e profundamente mineira.

O espaço combina acolhimento, estética rústica e um conceito aberto que aproxima o público da criação dos pratos. Cada detalhe, da escolha dos ingredientes ao atendimento, reflete a personalidade do chef e seu compromisso com a hospitalidade mineira.

Sabores que encantam

O cardápio do Recanto vem chamando atenção dos clientes e conquistando paladares exigentes. Entre os destaques estão:

  • Tulipinha Picante — preparada com pimenta artesanal produzida na casa;

  • Costela Barbecue — defumada lentamente no próprio gastrobar, garantindo aroma marcante, maciez e sabor profundo.

Matheus prioriza ingredientes frescos e selecionados, valorizando produtores locais e técnicas que unem tradição, criatividade e autenticidade.

Experiência completa

Mais que um restaurante, o Recanto do Manjericão oferece uma experiência sensorial: música leve, ambiente aconchegante e clima ideal para momentos entre amigos, família ou casais. O atendimento personalizado e a cozinha aberta reforçam a interação entre chef, equipe e clientes — um aspecto que Matheus considera essencial.

Serviço

Recanto do Manjericão | Gastrobar
📍 Alameda Gavinia, 908 – Icaraí de Cima – Juatuba/MG
⏰ Sexta e sábado, das 17h às 23h | Domingo, das 15h às 22h
📲 Instagram: @recantodomanjericao_