Chico César faz show no BeFly Minascentro
Videomonitoramento redesenha a segurança pública em Minas
Wagner Favarello*
O videomonitoramento deixou de ser algo restrito a empresas e passou a influenciar diretamente a rotina das cidades mineiras. De BH ao interior, câmeras mais modernas ajudam a identificar riscos, orientar operações policiais e acelerar respostas a incidentes. Um levantamento do CESeC – Centro de Estudos de Segurança e Cidadania mostra que 47,6 milhões de brasileiros, quase um quinto da população, já podem estar sob vigilância por sistemas com reconhecimento facial.
O avanço é rápido, mas vem acompanhado de uma discussão inevitável: até que ponto os municípios estão preparados para transformar tecnologia em segurança real?
As câmeras mais recentes já não se limitam a registrar imagens. Elas analisam padrões, apontam trechos com maior incidência de furtos, identificam ruas com iluminação insuficiente e até apoiam decisões sobre mobilidade urbana. Em BH, por exemplo, sistemas desse tipo ajudam a mapear áreas de maior vulnerabilidade e orientar o reforço do patrulhamento. No interior, onde a infraestrutura é mais limitada, a tecnologia tem ajudado prefeituras a agir de forma mais preventiva.
Quando uma via apresenta ocorrências repetidas de assaltos ou quando um bairro aparece com trechos escuros, a informação técnica chega mais rápido aos gestores. Isso acelera desde ajustes no fluxo de trânsito até intervenções na iluminação pública. É a cidade reagindo ao que a câmera revela antes que o problema cresça.
Mas há um ponto sensível: a tecnologia não se resolve sozinha. Para que esses sistemas funcionem, é preciso equipe qualificada para interpretar os dados e integrar áreas que, muitas vezes, trabalham de forma isolada. Sem preparo e coordenação, o monitoramento vira só mais uma sala cheia de telas piscando.
Especialistas apontam que o videomonitoramento abre espaço para políticas públicas mais inteligentes. Porém, a conta só fecha quando tecnologia, planejamento e regulação caminham juntos. Assim, os “olhos eletrônicos” deixam de ser apenas símbolos de modernização e passam a atuar como instrumentos reais de proteção e gestão urbana.
*diretor de Tecnologia da Informação da Sinaurb
Tributo ao Samba: o coração de BH no compasso da história
Há datas que não cabem no calendário. O Dia Nacional do Samba, celebrado em 2 de dezembro, transborda para os dias seguintes, invade as ruas e reivindica seu lugar no presente. Em Belo Horizonte, a celebração ganha corpo no próximo sábado, 6 de dezembro, a partir das 16h, quando a Quadra da Escola de Samba Cidade Jardim se transforma em território de memória viva e resistência sonora.
Não se trata apenas de um show. É um encontro geracional, um diálogo entre sotaques e estilos, uma reafirmação do samba como código cifrado da brasilidade – aquele gênero que carrega em seus compassos a dor e a delícia de ser o que é, como diria o poeta.
O SAMBA QUE VEM DA TERRA E DA ALMA
Encabeçando a celebração está Pirulito da Vila, artista cuja projeção ultrapassa as fronteiras mineiras. Natural de Itabirito, ele se destaca pela voz grave e inconfundível, marca registrada de sua trajetória no samba. Em 2015, lançou o disco Tudo Começa em Samba, produzido por Milton Manhães e com arranjos de Ivan Paulo, trabalho que consolidou sua presença no cenário nacional e reafirmou sua ligação com a tradição do gênero.
Ao seu lado, participa Marina Gomes, cantora, compositora e instrumentista de forte presença na cena contemporânea. Para esta apresentação, ela recebe o cavaquinista, arranjador e intérprete Fernando Bento, formando uma roda de samba marcada pela troca entre suas referências.
Na mesma ocasião, Marina lança oficialmente o Bloco Engrossa o Caldo, dedicado ao samba. Entre seus principais trabalhos estão O Samba é Meu Guia (2015) e Central do Amor (2023).
QUANDO O ENREDO É A PRÓPRIA HISTÓRIA
Um dos momentos centrais da noite será o lançamento oficial do Samba-Enredo 2026 do GRES Cidade Jardim, interpretado por Nego – irmão de Neguinho da Beija-Flor – e assinado em parceria com Diego Nicolau, Fabinho do Terreiro e Cidade Amaral. O enredo exalta a potência da mulher negra: Dandara, Aqualtune, Tereza de Benguela e Yabás. São séculos de resistência condensados em minutos de poesia e batucada.
VOZES QUE COMPLETAM O CORO
A festa conta ainda com participações que enriquecem o mosaico: Fabinho do Terreiro, Ana Proença, Murilo Santiago, Cidade Amaral, Michelle Andreazzi, Cabral, Ágatha Efe, Marcelle Amaral e a vibrante Ala Show do GRES Cidade Jardim. Cada nome carrega consigo uma história, um timbre, uma forma de honrar o samba.
Formado por ritmistas e professores apaixonados pelo carnaval, o BORA PRO NOBIS nasce da experiência de seus fundadores, que transformaram anos de vivências em um bloco vibrante. Misturando ritmos e a força das escolas de samba, o Bora se destaca pela bateria com 120 ritmistas, pela banda no trio elétrico e pela emocionante Ala da Inclusão.
Quem completa o time é a DJ Little Sil, produtora cultural e RP, que incendeia a pista com sets intensos que misturam brasilidades, latinidades e novos sons.
E porque celebração boa é aquela que alimenta corpo e alma, haverá opções gastronômicas para acompanhar a cerveja gelada que, bem sabemos, é parceira inseparável de qualquer roda que se preze.
SAMBA É PATRIMÔNIO, SAMBA É PAUTA
Mais que espetáculo, o Tributo ao Samba reafirma o gênero como patrimônio vivo, capaz de dialogar com o agora sem perder raízes. É um encontro entre memória e contemporaneidade, afeto e resistência. Em tempos de tanto barulho, parar para ouvir o samba é ato de reconexão. Com a história, com o outro, consigo mesmo.
Belo Horizonte, no dia 6 de dezembro, escolhe pulsar nesse tempo. Porque o samba não se explica. Samba se sente. E se celebra.
Tributo ao Samba
Com Pirulito da Vila e banda | Marina Gomes convida Fernando Bento
Participações especiais: Fabinho do Terreiro, Ana Proença, Murilo Santiago, Cidade Amaral, Michelle Andreazzi, Cabral, Ágatha Efe, Marcelle Amaral, Ala Show do GRES Cidade Jardim, Bloco Bora Pro Nobis e a DJ Little Sil.
6 de dezembro (sábado), a partir das 16h
Quadra da Escola de Samba Cidade Jardim – Rua do Mercado, 47, Conjunto Santa Maria, Belo Horizonte
Ingressos: Sympla – https://www.sympla.com.br/evento/dia-nacional-do-samba/3198163
Porque samba não se explica. Samba se sente. E se celebra.
Ambev investe R$ 1,3 bilhão, em Minas Gerais nos negócios
Com novas linhas de produção cervejeira em Uberlândia, a companhia reafirma o compromisso com o crescimento do Brasil, do agricultor ao dono do bar
Em mais um movimento que alinha tradição e inovação, a Ambev investe R$ 1,3 bilhão na cervejaria de Uberlândia, em Minas Gerais. O objetivo é reforçar o papel central do estado na produção de cerveja premium no Sudeste. É um dos maiores investimentos em uma cervejaria criada do zero pela companhia. Considerando os aportes desde a inauguração em 2016, a unidade recebeu R$ 2 bilhões.
A cervejaria passa de três para cinco linhas de envase industrial, sendo três para garrafas e duas para latas. Com os novos investimentos, a cervejaria de Uberlândia duplica a capacidade de produção de rótulos consagrados do segmento premium e core plus como Stella Artois, Corona, Spaten, Original e Budweiser, marcas que são hoje sinônimos de paixão nacional por cerveja e líderes na expansão da empresa.
“O aporte em Uberlândia representa o nosso compromisso de longo prazo com Minas Gerais e com o desenvolvimento do mercado cervejeiro. É mais capacidade produtiva, mais empregos, mais arrecadação em impostos e mais desenvolvimento econômico”, afirma Valdecir Duarte, vice-presidente de Supply da Ambev. Ao todo, são mais de 66 mil empregos diretos, indiretos e induzidos criados em toda a cadeia produtiva da região.
A presença da Ambev em Minas remonta ao tempo anterior à fusão que deu origem à maior empresa de cervejas do mundo. Desde o início do século 20, Antarctica e Brahma protagonizam juntas o desenvolvimento do mercado produtor mineiro. Hoje, após a fusão, a Ambev em Minas Gerais possui cinco unidades industriais, entre cervejaria, refrigeranteira e fábrica de latas, localizadas nos municípios mineiros de Contagem, Juatuba, Sete Lagoas e Uberlândia.
Na distribuição, a companhia possui 13 centros de distribuição e 30 revendedores parceiros no estado. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a indústria de bebidas possui o maior efeito multiplicador da economia brasileira. O instituto aponta que para cada R$ 1 investido para uma cervejaria, outros R$ 2,50 são gerados na economia do país.

Ambev investe R$ 10 bilhões no Brasil
Nos últimos 3 anos a Ambev investiu mais de R$ 10 bilhões nas suas operações ao redor do Brasil. Os investimentos foram para expandir linhas de produção de cervejas, refrigerantes e embalagens.
Feira Nacional de Artesanato compensará toneladas de carbono
Um dos maiores eventos do gênero da América Latina apresenta ações concretaspara redução dos gases de efeito estufa, estudadas e planejadas pela Eco Restaura e Engear Consultoria, empresas especializadas em sustentabilidade e soluções ambientais
No mês em que o mundo volta seus olhos para o Brasil, com a realização da COP30 – o maior evento global para discussão e negociações deenfrentamento da crise climática – em Belém, a “36ª Feira Nacional de Artesanato” (FNA)renova seucompromisso em valorizar a arte e a cultura brasileiras de maneira responsável e sustentável.
Um dos maioreseventos de artesanato da América Latina, que ocorrerá de 03 a 07 de dezembro, no Expominas, em Belo Horizonte, terácomo tema a sustentabilidade e já está promovendo uma série de ações para reduzir a pegada ecológica esensibilizar e capacitar os participantes a se tornarem agentes de mudança. De acordo com Tânia Machado, organizadora da feira, todas as iniciativas foram cuidadosamente estudadas e planejadas pela Eco Restaura, empresa especializada em sustentabilidade e soluções ambientais.
“A parceria com a Eco Restaurae a Engear Consultoriafoi fundamental para conseguirmos implantarações estratégicas que neutralizam os impactos ambientais do evento e conscientizam a população sobre a adoçãode condutas socioambientais em seu dia a dia”, declara Tânia Machado.
Para Caroline Ziade, bióloga, CEO da Eco Restaura e idealizadora do Plano de Exposição Sustentável, a Feira Nacional de Artesanato “se consolida como um marco de inovação e sustentabilidade, reafirmando o compromisso de unir cultura, economia criativa e respeito ao meio ambiente. A mostra pretende ainda inspirar atitudes conscientes e contribuir para a construção de um futuro ambientalmente equilibrado, socialmente inclusivo e culturalmente enriquecido”.
Entre as iniciativas, as emissões de gases de efeito estufa (GEE) associadas à logística, transporte e infraestrutura da FNA, inventariadas pela empresa Engear Consultoria, já começaram a ser compensadas neste mês de novembro, por meio do plantio de1 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica e do Cerrado em cinco áreas municipais de Belo Horizonte: Serra do Engenho Nogueira e nos parques do Brejinho, Vitória, Goiânia e Alfredo Sabetta. A iniciativa, que conta com a parceria com a Fundação de Parques Municipais e Zoobotânica (FPMZB) de BH,está sendo desenvolvida pela equipe de voluntários daAssociação Bora Plantar.
Tânia Machado estima que a FNA gere pelo menos 5 toneladas de carbono. “Esta projeção foi feita com base em cerca de 60% dos dados que temos de 2023. Certamente, essa emissão será maior este ano, considerando a expectativa de que, aproximadamente,100 mil pessoas se deslocarão até o Expominas nos cinco dias de evento, além da participação dos 3.500 artesãos de todos os estados brasileiros, distribuídos em 700 estandes– 40% deles se hospedam em hotéis – e de 1.500 prestadores de serviço. Mas os númerosprecisos serão devidamente apurados pela empresa de consultoria Engear e a Eco Restaura fará o cálculo do número de mudas necessárias para acompensação das emissões, garantindo que o impacto ambiental do evento seja efetivamente neutralizado”, descreve a organizadora da feira. “Com o inventário da quantidade de emissão de GEE finalizado, a quantidade de mudas a serem plantadas pode aumentar e nós seguiremos com a parceria com a Bora Plantar para fazermos a compensação”, complementa.
Outro destaque será a exposição “Sustentabilidade em Ação”, uma experiência imersiva que conecta os visitantes a práticas sustentáveis por meio de elementos visuais, interatividade e educação. O espaço será composto de atividades lúdicas e educativas (Tabuleiro Interativo de Ações Sustentáveis e Roda Interativa dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS – da ONU), e do painel “Mudas Nativas e Educação Ambiental”, sobre a importância das espécies nativas na recomposição de ecossistemas e na mitigação das mudanças climáticas. “Monitores estarão presentes nesse espaço, em tempo integral, conduzindo os visitantes e explicando de forma acessível cada iniciativa”, adianta Caroline Ziade.
Para “reforçar a mensagem de que a sustentabilidade também se manifesta na arte, na cultura e nas relações humanas”, como observa Caroline Ziade, durante todos os dias da feira, uma atriz fará uma performance de até 15 minutos abordando, de forma lúdica e poética, questões relacionadas ao consumo consciente e a atitudes cotidianas que contribuem para a preservação do planeta.

O plano de ações contempla também a cartilha digital “Sementes de Sustentabilidade:Pequenas Ações, Grandes Mudanças”, voltadas para expositores e visitantes, com dicas deações diárias (coleta seletiva, tomar banho menos demorado etc.) que todos podem adotarpara ajudar na preservação ambiental.
Os participantes também poderão usar uma calculadora de pegada de carbono, desenvolvida em parceria com a Engear. A ferramenta estima as emissões de gases de efeito estufa de uma pessoa ou de uma família, com base nas informações fornecidas pelos próprios usuários. O objetivo é promover a conscientização ambiental e incentivar atitudes voltadas para uma economia de baixo carbono. Além de descobrir o valor estimado de suas emissões, o público saberá quantas mudas de árvores seriam necessárias para compensá-las. O acesso à calculadora estará disponível no decorrer do evento, por meio de um QR Code. Os participantes poderão utilizá-la diretamente pelo celular ou em tablets disponibilizados no local para essa finalidade.Após o evento, a calculadora ficará disponível nos sites do CentroCape e Engear para as pessoas poderem fazer seus cálculos e ver a sua responsabilidade naemissão de GEE.
Outras ações concretas – Reutilização ou reciclagem de pelo menos 80% do lixo gerado, adoção de sacolas, canudinhos, pratos e copos biodegradáveis. Premiações de artesãos que retornarem com suas embalagens para as suas oficinas de origem de forma que elas possam vir a ser reutilizadas é outra ação. Também serão premiados artesãos cujos produtos tenham recebido, antes do evento, o selo ARTESANATO SUSTENTÁVEL. Estes artesãos receberão um stand gratuito ou um cash back referente a 5% do valor pago pelo estande, caso já sejam expositores.
“Faremos uma campanha de sensibilização com os visitantes para que eles nos ajudem a cumprir a meta de 80% de reciclados, jogando o lixo certo no local correto”, acrescenta Tânia Machado.
Artistas, artesãos, expositores da Feira Nacional e entusiastas da arte poderão participar de dois concursos como incentivo às práticas sustentáveis: o “Concurso de Presépios Feitos com Materiais Reciclados” e “Esculturas Feitas com Sucatas.” Para participar, o artesão/artista deve se inscrever pelo site da feira (www.feiranacionaldeartesanato.com.br ). As obras serão avaliadas por um júri especializado, que levará em conta a criatividade, o uso de materiais reciclados e a originalidade. As melhores peças serão expostas durante o evento e poderão ser premiadas através de votação do público presente.
Mais compensações – Durante a feira,serão realizadas oficinas artesanais gratuitas em dez salas, quando serão utilizadas somente matérias-primas de material reciclado, ou seja, os participantes serão incentivados a transformar lixo em arte, sempre conduzidos por artesãos experientes.

Outra iniciativa rumo à sustentabilidade é o lançamento do selo “Artesanato Sustentável”, que identificará todos os artesãos que se comprometem com práticas sustentáveis. Ao escolher produtos com o selo, o visitante estará contribuindo para a preservação do meio ambiente.
Importância econômica – De acordo com Tânia Machado, a expectativa é de que a Feira Nacional de Artesanato movimente cerca de R$ 50 milhões nos cinco dias de evento, gere aproximadamente dois mil empregos diretos – sem a inclusão dos cerca dos 3.500 artesãos e artistas – e 20 mil indiretos.
Organizada pelo Instituto Centro de Capacitação e Apoio ao Empreendedor (Centro CAPE), a FNA integra o Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e é considerada atualmente uma das maiores feiras do gênero da América Latina. Desde 2022, a feira está no ambiente virtual com um catálogo que fica no ar anualmente com os artesãos daquele período. O catálogo pode ser acessado pelo https://catalogofna.org.br
Em 2025, a Feira Nacional de Artesanato conta com patrocínio da COPASA e apoio da Prefeitura de Belo Horizonte, Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDE), Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (SECULT),Governo de Minas, Lei Rouanet, Ministério da Cultura, Governo Federal, participação do Sebrae Nacional e Neooh como mídia partner.
SERVIÇO:
Feira Nacional de Artesanato
Local: Expominas | avenida Amazonas, 6.200 – Gameleira.
Datas e horários:
Dias 03, 04 e 05/12 (quarta, quinta e sexta-feira): das 14 às 22 horas
Dia 06/12 (sábado): das 10 às 22 horas
Dia 07/12 (domingo): das 10 às 22 horas
www.feiranacionaldeartesanato.com.br
@feiranacionaldeartesanato
Festival Brasil Sertanejo agita a Esplanada do Mineirão
O Festival Brasil Sertanejo vai deixar a véspera de feriado bem animada em Belo Horizonte. A festa será realizada neste domingo, 7 de dezembro, a partir das 14h, na Esplanada do Mineirão, com os shows de Zezé Di Camargo, Lauana Prado, Natanzinho Lima, Murilo Huff, Panda e Bruna Lipiani. Os últimos ingressos estão à venda por meio da plataforma Nenety Eventos: www.nenety.com.br.
Zezé Di Camargo, um dos maiores ícones da música sertaneja e responsável por sucessos que marcaram gerações, como “É o Amor” e “No Dia em Que Saí de Casa”, promete um show repleto de emoção e nostalgia, com grandes clássicos que conquistaram o Brasil. Já a cantora Lauana Prado, conhecida por sua personalidade marcante e hits como “Cobaia”, levará ao palco sua mistura única de sertanejo com influências de rock e reggae, prometendo uma apresentação vibrante e envolvente.
Natanzinho Lima, revelação da música brasileira, traz uma nova roupagem para o forró, mesclando ritmos como piseiro, arrocha e brega. Com apenas 23 anos, é dono de sucessos como “Mentira Estampada” e “Pilantra e Meio”, e já conquistou uma legião de fãs. Murilo Huff, um dos grandes nomes da nova geração sertaneja, se destaca por suas canções emocionantes e letras que tocam o coração.
O cantor Panda, com sua energia contagiante e presença de palco marcante, aposta em um repertório que mistura clássicos do sertanejo a composições próprias. Sua apresentação promete ser uma das grandes surpresas do evento. Por fim, Bruna Lipiani, jovem revelação do sertanejo, impressiona por sua voz potente e carisma. No repertório, ela traz canções que falam de amor, superação e alegria, unindo o sertanejo tradicional ao estilo universitário.
Uma experiência consolidada
Desde sua estreia, em 2015, o Festival Brasil Sertanejo se tornou um dos eventos mais importantes do calendário artístico-cultural de Belo Horizonte, atraindo fãs de todo o país. Reconhecido pela qualidade em sua organização, o evento já proporcionou encontros icônicos entre artistas, deixando sua marca como um espaço de celebração da música e da cultura.
Nas edições anteriores, o festival recebeu talentos consagrados como Chitãozinho & Xororó, Gusttavo Lima, Henrique & Juliano, Zé Neto & Cristiano, além da icônica e saudosa Marília Mendonça. A edição de 2025 mantém o compromisso com a excelência, prometendo mais uma vez surpreender e emocionar o público em grande estilo.
Setores e ingressos
O Festival Brasil Sertanejo oferece uma variedade de setores que irão atender a diferentes perfis de público:
- Arena: destinada ao público geral, com uma visão privilegiada do palco.
- Camarote Frontstage Open Bar: inclui vodka, gin, cerveja, água tônica, suco, refrigerante e água.
- Camarote Black Open Bar: oferece whisky premium, vodka, gin, cerveja, água tônica, suco, refrigerante e água, além de um ambiente exclusivo.
- Camarote Raro Open Bar: uma experiência ainda mais diferenciada com os mesmos serviços do camarote Black.
- Lounge Privativo: espaço para 12 pessoas com open bar completo, ideal para quem busca uma experiência ainda mais personalizada.
O evento também disponibiliza ingressos na modalidade inteira social, mediante a doação de 1kg de alimento não perecível, a ser entregue na entrada.
Serviço
Festival Brasil Sertanejo 2025
Data: 07 de dezembro (domingo) – véspera de feriado
Horário: A partir das 14h
Local: Esplanada do Mineirão – Avenida Antônio Abrahão Caram, 1001, Belo Horizonte – MG
Atrações: Natanzinho Lima, Lauana Prado, Murilo Huff, Panda, Zezé Di Camargo e Bruna Lipiani
Ingressos: por meio do site oficial da Nenety Eventos (www.nenety.com.br)
Realização: Nenety Eventos, João Wellington e Raro
Festival Brincante celebra a infância afro-brasileira em BH
Nos dias 4 e 6 de dezembro, quinta e sábado, o Festival gratuito realiza oficinas, vivências de graffiti, palhaçaria, dança urbana, batuques e cantos africanos com o propósito de aproximar infância, território e ancestralidade por meio da arte e da criação coletiva
Entre brincadeiras, encontros e criação coletiva, o Festival Brincante chega a Belo Horizonte nos dias 4 e 6 de dezembro com uma programação gratuita que transforma a cidade em espaço de convivência e imaginário compartilhado. Em um gesto de ocupação afetiva — um convite para brincar junto, criar junto e iluminar o agora — o evento reúne oficinas, vivências artísticas, apresentações musicais e intervenções culturais dedicadas à infância afro-brasileira. A agenda inclui pinturas corporais com Bru Quilombo, pintura artística com Gabriel Lost, a Oficina Bicho Folha, vivência de graffiti com Ella Proença, dança urbana com Chellz Tapayó, palhaçaria com o Palhaço Cuscuzinho, Batuques Africanos com Tadeu Moura e Ricardo de Moura, Cantos Africanos com Gabriel Moura e Ary Helton, o espetáculo “O Regente da Folia” com o OriSamba, além das intervenções de Tamara Franklin, Kainná Tawá e DJ A Coisa.
Após passar por Uberaba durante o mês das crianças, o festival ocupa o Orbi Conecta, na Lagoinha, e a Casa Gamela, integrante do Circuito Liberdade, ampliando o diálogo entre infância, território e expressões afro-brasileiras. Patrocinado pela Cemig por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, o Brincante propõe a ocupação de espaços culturais e comunitários com práticas que aproximam infância, ancestralidade e expressões afro-brasileiras contemporâneas.
No dia 4 de dezembro, quinta-feira, das 9h às 18h, o Orbi Conecta recebe a abertura com Negro F. A manhã oferece três oficinas simultâneas: Vivência de Pinturas Corporais com Bru Quilombo, marcada pelo uso de tintas naturais e estamparias que dialogam com memórias ancestrais; Pintura Artística em Tela com Gabriel Lost, artista e educador do Taquaril que também conduz a intervenção colaborativa “Raízes do Futuro”; e a Oficina Bicho Folha, criada por Laíra, Laura e Luciana Luanda, que une educação ambiental, saberes tradicionais, reconhecimento de ervas e criação com elementos da natureza.
À tarde, o Palhaço Cuscuzinho apresenta “Rir pra não chorar”, espetáculo que integra palhaçaria, música, jogos cênicos e temas ligados à agroecologia. A música ocupa o espaço com a apresentação Batuques Africanos, conduzida por Tadeu Moura e Ricardo de Moura – Pai Ricardo, que trazem repertórios ligados às tradições Angola-Bantu e à trajetória do terreiro Casa de Caridade Pai Jacob do Oriente. Em seguida, Cantos Africanos reúne Gabriel Moura e Ary Helton em uma proposta baseada em musicalidades ancestrais e expressões de matriz africana das comunidades urbanas de Belo Horizonte. A programação do dia encerra com a intervenção musical de Tamara Franklin, MC de Ribeirão das Neves com trajetória ligada ao hip-hop mineiro e à pesquisa sobre tradições do Reinado.
No dia 6 de dezembro, sábado, das 10h às 18h, a Casa Gamela recebe o festival com abertura de Negro F. A manhã inclui a vivência Expressão Visual em Graffiti com Ella Proença, que apresenta técnicas da linguagem urbana e discussões sobre identidade e território, e o Encontro de Dança Urbana e Breaking Kids com Chellz Tapayó, artista da cultura hip-hop com presença em projetos e coletivos que atuam em territórios periféricos.
À tarde, DJ A Coisa conduz intervenções musicais que fazem parte de sua trajetória de quatro décadas dedicadas à Black Music, à música eletrônica e às culturas urbanas de Belo Horizonte. A Vivência Afro-Infantil Magia Erê, do Bloco Afro Magia Negra, propõe experiências ligadas a oralituras, tambores e corpo-oralidades. Em outra frente, Valentino Pelé (Favela Bela) e Márcio Murikim realizam a Partilha Artística em Telas Acrílicas, convidando o público para processos coletivos de criação. A Batalha de Rimas com MC BPO integra a programação como espaço de celebração da palavra.

O espetáculo “O Regente da Folia”, do OriSamba, apresenta repertório de artistas negros como Gilberto Gil, Sérgio Pererê, Olodum e Ilê Aiyê, com ritmos como samba-reggae e samba-duro, além de acrobacias e pirofagia. O encerramento inclui a intervenção musical de Kainná Tawá, artista que une rap, poesia e dança, seguida do baile infantil conduzido por DJ A Coisa.
Serviço: Festival Brincante 2025 — Infância que cria, brinca e ilumina
Datas e locais:
4 de dezembro, quinta-feira, das 10h às 18h – Orbi Conecta (Av. Pres. Antônio Carlos, 681, Lagoinha)
6 de dezembro, sábado, das 10h às 18h – Casa Gamela (Av. João Pinheiro, 341, Boa Viagem – integrante do Circuito Liberdade)
Atividades gratuitas: oficinas, vivências, apresentações musicais, grafite, contação de histórias, dança urbana, intervenções artísticas, cortejo musical, batalha de rimas e baile infantil.
Aperol lança espumante em lata criado especialmente para o Brasil
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Cantina Paulista celebra aniversário de Eliana Célia
Eliana Célia é produtora musical e jurada de eventos artísticos, com atuação consolidada na cena cultural de Belo Horizonte. Ao longo de sua carreira, acompanha de perto o trabalho de artistas da região, contribuindo para agendas, organização de eventos e orientação profissional. Reconhecida por seu olhar técnico e sensível, participa como jurada de festivais e competições que revelam novos talentos. Sua atuação firme nos bastidores da música, mediando oportunidades e fortalecendo carreiras, evidencia seu compromisso com o desenvolvimento artístico local e com a valorização da música mineira.
O Cantina Paulista, no Riacho, recebe nesta noite uma comemoração especial: o aniversário de Eliana Célia, produtora musical e jurada amplamente reconhecida no cenário artístico de Belo Horizonte. A celebração reúne amigos, artistas e parceiros que acompanham sua trajetória e prestam homenagem à sua contribuição para a cultura mineira.
Ao longo dos anos, Eliana Célia se destacou por seu apoio constante a novos talentos e pela atuação direta no desenvolvimento profissional de diversos cantores da região. Sua participação ativa ajudou a fortalecer a cena musical local, ampliando oportunidades e dando visibilidade a artistas em ascensão.
Como produtora musical, Eliana é responsável por organizar agendas, intermediar contatos com casas de shows e orientar artistas em apresentações, gravações e eventos. Sua experiência nos bastidores da música faz dela uma referência em profissionalismo e visão estratégica. Já como jurada, integra festivais e competições em Belo Horizonte e na Região Metropolitana, oferecendo avaliações pautadas em sensibilidade, técnica e profundo conhecimento artístico.
A comemoração de hoje é marcada por homenagens e celebrações que reconhecem sua dedicação, compromisso e paixão pela música. Além de brindar sua trajetória, o encontro destaca os novos projetos que Eliana prepara para os próximos meses, reforçando seu papel essencial na valorização e no crescimento da cena cultural mineira.
Sérgio Reis e o cantor português Zé Amaro lançam parceria
O sertanejo Sérgio Reis e o cantor português Zé Amaro se unem para o lançamento da música “Casinha Branca”. Com imagens cinematográficas, o videoclipe acaba de estrear nesta sexta-feira (28/11) no canal oficial de Zé Amaro e está sendo divulgado simultaneamente nas redes sociais dos dois artistas. Assista aqui.
Gravado em Portugal, o clipe utiliza as vinhas e a paisagem local como cenário, conectando a música às suas referências culturais. Sérgio destaca que o projeto tem um significado especial para ele: “O que mais me emocionou é porque eu sou neto de português, meu avô era de Vila Real. Cantar com esse jovem português que é esperto, bom e talentoso, me deu oportunidade para agradecer o coração”.
A colaboração promete emocionar os fãs com uma música que resgata as raízes, tanto na letra, quanto no cenário, mantendo uma presença marcante na música portuguesa contemporânea. Zé Amaro também comenta a parceria, classificada por ele como um marco pessoal. “A parceria com o Sérgio Reis é daqueles maiores sonhos, quase inacreditável. Fiquei tão sensibilizado, fiquei tão contente, porque é um ídolo. Coloco o Sérgio Reis ao nível mundial. Por tudo aquilo que ele faz, a aparência musical que ele tem, o amor que ele entrega nas canções e o amor que entregou à Casinha Branca é realmente incrível”.
Para saber mais, acompanhe:
@serjaooficial
@zeamarooficial
