Festival Felicidade recebe Samba da Lua e oficinas criativas

O Festival FelizCidade continua movimentando Santa Bárbara até o dia 23 de dezembro. No próximo sábado, dia 13, a programação envolve show, música, exposição e muitas oficinas.

Das 10h às 12h, a cidade vai receber uma série de intervenções culturais na Praça Pio XII, como Retrato em Tela com a Sol Arte – Pintura em Tela realizada ao vivo, retratando alguma personalidade ou liderança local; Pintura ao vivo com a artista Maria Lúcia, inspirada em elementos simbólicos e culturais da cidade de Santa Bárbara; Grafite ao vivo com Joselito com elementos e traços referentes a Santa Bárbara Terra do Mel; Oficina de Cerâmica com a Olaria Urbana com modelagem manual de peças pequenas com argila local preparada, valorizando o toque artesanal, e nossa cultura – exclusiva para o público infantil; e a Exposição Doce Riqueza com Ronaldo Júnior sobre Abelhas Nativas e Apis Melíferas, com elementos sobre as abelhas, os diversos tipos de méis e subprodutos.

É o festival transformando a rua em Praça das Artes. Depois, haverá show com Gabriel Baez e o Samba da Lua – projeto musical que une o cantor, ator e instrumentista paulista Gabriel Baez com a cantora e compositora capixaba Lua (Lua Germano), criando um show de samba e MPB que mistura canto, violão e percussão.

Mais tarde, a Casa da Cultura recebe, das 13h às 17h, a Oficina de Pintura em Máscaras – Brincando de Zé Pereira, com a Sol Arte, apresentando uma técnica ancestral de produção de máscaras a partir de argila, grude e papel;  Das 15h às 17h, é a vez da Oficina de Musicalização com Laura e Poliana – voltada para crianças e jovens, utiliza instrumentos de percussão para proporcionar o primeiro contato com o universo musical, por meio de práticas dinâmicas que relacionam ritmos a figuras geométricas, facilitando o aprendizado de forma lúdica e criativa. Além disso, na Secretaria de Educação,  das 14h às 17h, acontece a Oficina Level 1: Criando o seu primeiro Jogo com Marcos Felipe: a ideia é mostrar, de forma prática e acessível, os primeiros passos no universo do desenvolvimento de jogos digitais.

A 4ª edição do Festival FelizCidade conta com apresentações de cerca de 42 grupos com intervenções de rua, teatro, artes plásticas, dança, oficinas, música, exposições e feiras de artesanato – com artistas vindos de Santa Bárbara, Catas Altas, Barão de Cocais, Ouro Preto, Mariana e Belo Horizonte. A realização é da Adesb – Agência de Desenvolvimento Econômico e Social de Santa Bárbara.

A programação completa pode ser acessada pelo IG: https://www.instagram.com/festivalculturalfelizcidade/. O Festival da FelizCidade é uma realização da Adesb – Agência de Desenvolvimento Econômico e Social de Santa Bárbara, com patrocínio da Vale e apoio da Prefeitura de Santa Bárbara, da AngloGold Ashanti, da Jaguar Mining e da JM Serviços.

Serviço __________________________________
Festival Cultural FelizCidade
Data:
 até 23 de dezembro de 2024
Programação 13/12
Praça Pio XII
10h às 12h: Intervenção Praça das Artes
Retrato em Tela (Sol Arte); Pintura ao vivo (Maria Lúcia); Grafite ao vivo (Joselito); Oficina Cerâmica (Olaria Urbana); Exposição Doce Riqueza (Ronaldo Júnior); Show Samba de Lua com Gabriel Baez
Casa da Cultura
13h às 17h: Oficina de Pintura em Máscaras – Brincando de Zé Pereira com a Sol Arte
15h às 17h: Oficina de Musicalização com Laura e Poliana
Secretaria de Educação
14h às 17h: Oficina Level 1 (jogos interativos)
Realização: Adesb – Agência de Desenvolvimento Econômico e Social de Santa Bárbara
Patrocínio: Vale
Apoio: Prefeitura Municipal de Santa Bárbara, AngloGold Ashanti e da Jaguar Mining – JM Serviços
Programação completa: Instagram do Festival FelizCidade

Museu dos Brinquedos lança programação infantil de férias

Durante todo o mês de janeiro, o Museu dos Brinquedos se transforma em um grande ateliê de arte e convida as crianças e suas famílias para viverem experiências que misturam brincadeiras e diversas modalidades artísticas. Tudo isso com entrada a preços acessíveis e meia entrada para todos.

O público irá encontrar um circuito com estações de pintura gigante, modelagem com argila, construção de brinquedos com materiais de reuso, faz de conta com fantasias e adereços e teatrinho de fantoches. E, para completar, um quintal de brinquedos e brincadeiras tradicionais e uma exposição de brinquedos de diferentes épocas e culturas, com apresentação da marionete Vovó Luiza. Tudo pensado para estimular autonomia, convivência, imaginação e criação coletiva.

O Museu dos Brinquedos conta com o patrocínio da Cemig, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, e com o apoio do Instituto Unimed-BH, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura no Projeto Plano anual de atividades do Museu dos Brinquedos 2025, Pronac 247967; além das empresas Marcelo Guimarães Advogados e Associados e Decta Contabilidade, sendo a realização do Governo de Minas Gerais-Aqui o TREM prospera, e do Ministério da Cultura.

Confira abaixo detalhes de cada espaço:

1. Estação de Pintura Gigante

Grandes painéis de papel kraft transformam a parede em um mural coletivo. Com pincéis, rolinhos e tintas atóxicas, as crianças exploram gestos, misturas de cores e criações espontâneas. A proposta fortalece a coordenação, expressão livre, cuidado com o espaço comum e alegria em produzir juntos.

2. Estação de Argila

Com argilas naturais nas mãos, as crianças moldam seres, objetos e cenários, despertando percepção tátil, concentração e imaginação tridimensional. Educadores acompanham o processo, incentivando a exploração e a narrativa sobre as formas criadas.

3. Estação dos Brinquedos de Reciclados

Em uma grande mesa de invenções, materiais reaproveitados (tampinhas, rolos, caixas, tecidos, barbante) se transformam em brinquedos criados pelas próprias crianças. A oficina reforça sustentabilidade, autonomia criativa e a ideia de que brincar também é inventar com o que se tem à mão.

4. Estação do Faz de Conta

Um cantinho do quintal ganha figurinos, tecidos, chapéus, adereços e pintura facial simples para ampliar o universo simbólico das crianças. Ali surgem personagens, histórias e aventuras, fortalecendo expressão corporal, empatia, imaginação e convivência entre diferentes idades.

5. Estação de Teatrinho de Fantoches

Um mini palco convida crianças e famílias a criarem pequenas cenas com fantoches de mão. O espaço estimula narrativa, expressão verbal e criação coletiva, promovendo cooperação, escuta e valorização do protagonismo infantil.

6. Estação Exposição de Brinquedos

A sala expositiva apresenta brinquedos de diferentes épocas, materiais e culturas, permitindo que crianças e adultos descubram como o brincar se transforma e permanece vivo ao longo do tempo. Em horários específicos, a marionete Vovó Luiza aparece para dar as boas-vindas ao público, compartilhar curiosidades e celebrar o patrimônio do brincar. A estação estimula memória afetiva, repertório cultural e diálogo intergeracional, valorizando a infância como parte fundamental da nossa história coletiva.

7. Estação Quintal de Brincadeiras

Um gostoso quintal com brinquedos e brincadeiras tradicionais, como amarelinha, elástico, peteca, bambolê, cordas, pé-de-lata, perna de pau e ainda desafios cooperativos, é um convite à diversão coletiva. As crianças experimentam o corpo em movimento, aprendem regras simples, criam variações das brincadeiras e interagem com outras famílias em um ambiente leve e acolhedor. A estação reforça a convivência, a colaboração e a alegria dos jogos ao ar livre, convidando todos a redescobrir brincadeiras que atravessam gerações.

FUNCIONAMENTO

As atividades acontecem em fluxo contínuo, permitindo que cada criança escolha seu tempo de permanência em cada estação. Educadores acompanham o percurso, garantindo acolhimento, segurança, inclusão e escuta sensível.

DIREITO AO BRINCAR E À CULTURA

A programação dialoga com a missão do Museu dos Brinquedos: defender o direito ao brincar, valorizar a cultura da infância, promover experiências afetivas entre gerações e incentivar práticas sustentáveis. Em um período em que as crianças estão em casa e as famílias buscam atividades significativas, o Museu oferece um espaço seguro, acolhedor e inspirador, onde cada criança pode experimentar, inventar e descobrir novas formas de brincar.

E como parte das ações de acessibilidade e democratização cultural incentivadas pelo Ministério da Cultura, o MuBrinc aceita o Vale-Cultura. O público interessado poderá utilizar o benefício para adquirir ingressos, mediante apresentação do cartão magnético pré-pago na bilheteria.

SERVIÇO: ATELIÊ BRINCAR DE ARTE – FÉRIAS DE JANEIRO NO MUSEU DOS BRINQUEDOS

DATA: De terça a sábado, durante todo o mês de janeiro de 2026
HORÁRIO: das 9h30 às 12h30 OU das 14h às 17h
LOCAL: Museu dos Brinquedos – Av. Afonso Pena, 2564, Funcionários – Belo Horizonte/MG
ATIVIDADES: circuito de estações com pintura gigante, modelagem com argila, brincadeiras tradicionais, brinquedos com materiais de reuso, faz de conta, teatrinho de fantoches e exposição de brinquedos – todas incluídas no ingresso e realizadas ao longo dos turnos.
FAIXA ETÁRIA: Livre, com foco em crianças de 4 a 10 anos
INGRESSOS: R$20 (meia-entrada) – Todos pagam meia durante as férias de janeiro!

Venda direta na bilheteria do Museu (sujeito à lotação)

Encontro de Brechós faz edição especial de Natal na Savassi

O evento reunirá marcas mineiras no próximo dia 20 de dezembro com moda circular, perfumaria de ambientes e acessórios

Com a proximidade das festas de fim de ano, cresce a busca por presentes que unam propósito, originalidade e, muitas vezes, exclusividade. Opções que valorizam estilo, custo-benefício, moda circular e sustentabilidade estão ganhando cada vez mais espaço. Para atender esse público, o projeto Nosso Encontro de Brechós realizará um evento especial no dia 20 de dezembro. Com entrada gratuita, o projeto acontecerá no Royal Design Savassi Hotel, localizado na Savassi, um dos melhores e mais tradicionais centros de compras da capital mineira.

Ao todo, 13 marcas de segmentos variados, como brechós, bolsas, perfumaria de ambientes, bijuterias e outros acessórios, estarão presentes em uma estrutura que oferece conforto, praticidade e fácil acesso. Estar presente na Savassi reforça a proposta de conveniência do projeto, já que o bairro é conhecido por concentrar lojas, serviços e um amplo fluxo de consumidores. Além disso, quem passar pelo evento poderá curtir música ao vivo e um espaço dedicado à comercialização de drinks, cervejas e petiscos.

“O Nosso Encontro de Brechós pensou nas facilidades que o público belo-horizontino não abre mão durante o fim de ano: atendimento personalizado, preço justo e tranquilidade para fazer compras. Tudo isso em um local de fácil acesso, que ainda proporciona entretenimento com boa música, bebida e comida”, explica a idealizadora do Nosso Encontro e Brechós, Adriana de Araújo Lima Moreira.

 Serviço Nosso Encontro de Brechós

Data: 20/12(sábado)

Horário: 10h30 às 18h

Local:* Royal Design Savassi Hotel – Rua Bernardo Guimarães, 1045, Savassi

Projeto Expedições do Patrimônio visita o Presépio do Pipiripau

O Presépio do Pipiripau, obra tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que ocupa o Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG, será o tema da 32ª edição do projeto “Expedições do Patrimônio”. A visita ao presépio acontece nesta quinta-feira (11), quinta-feira. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no Portal PBH. As vagas são limitadas. A ação integra a programação especial de aniversário de Belo Horizonte.

Promovido pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura, o projeto realiza encontros formativos e estimula o conhecimento e a preservação dos bens culturais da cidade. O encontro no Presépio do Pipiripau será mediado por Patrícia Urias e contará com a participação da convidada Fernanda Bichara, pedagoga e coordenadora do educativo do museu.

A atividade é destinada a estudantes da graduação de todas as áreas, professores de todos os níveis da educação básica – das redes públicas e privadas – gestores educacionais e de centros culturais, mediadores de aprendizagem em museus e centros culturais, estudiosos e demais de pessoas interessadas nos debates sobre Patrimônio Cultural.

Criado pelo Sr. Raimundo Machado, em 1906, o Presépio do Pipiripau foi transferido para a UFMG em 1976. Desde então, são realizadas apresentações semanais. O local foi cuidado e mantido pelo próprio Sr. Raimundo até sua morte, em 1988, e, posteriormente, por técnicos do Museu de História Natural e Jardim Botânico (MHNJB).

Composto por 580 personagens tipicamente mineiros que se movem, a obra narra a vida de Cristo em quatro cenas e realiza um total de 616 apresentações cênicas anuais, atendendo aproximadamente 56 mil pessoas. Devido ao seu valor cultural, o Presépio do Pipiripau foi tombado pelo IPHAN em 1984. A partir desse reconhecimento, coube à Universidade a responsabilidade institucional pela sua preservação, manutenção e acesso ao público.

O PROJETO EXPEDIÇÕES DO PATRIMÔNIO

Desenvolvido desde 2019, o projeto “Expedições do Patrimônio” é uma ação educativa da Diretoria de Patrimônio Cultural da Fundação Municipal de Cultura. A proposta é possibilitar, a cada edição, o aprofundamento do conhecimento e da vivência dos bens materiais e imateriais que integram o Patrimônio Cultural de Belo Horizonte.

Desde a primeira edição — que destacou o Ofício dos Lambe-lambes, primeiro bem a receber o título de Patrimônio Cultural Imaterial de Belo Horizonte —, o projeto já abordou temas como a Praça da Estação, o Conjunto Moderno da Pampulha, o Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte (APCBH), as Festas de Iemanjá, os Quilombos Urbanos e o Largo do Rosário, entre outros.

SERVIÇO

32º Expedições do Patrimônio | Presépio do Pipiripau

Data: dia 11 de dezembro, quinta-feira, das 14h às 16h

Ingressos gratuitos: inscrições no Portal PBH.

Local: Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG – Portaria 01 – Rua Gustavo da Silveira, 1035 – Santa Inês.

Exposição Arte e Inclusão destaca artistas PcDs na reta final

Mostra segue aberta até 16 de dezembro e reúne obras produzidas no Ateliê Arte Lavrinha, em parceria com as APAEs de Liberdade e Bocaina de Minas

O Centro de Atendimento ao Turista (CAT) de Liberdade (MG) encerra, no dia 16 de dezembro, a I Exposição Arte e Inclusão, que vem atraindo moradores e visitantes interessados na produção artística de pessoas com deficiência da Serra da Mantiqueira. A mostra reúne trabalhos desenvolvidos no Ateliê Arte Lavrinha — sediado em Bocaina de Minas e realizado em parceria com as APAEs de Liberdade e Bocaina — apresentando ao público obras individuais e coletivas em pintura, desenho, escultura e papietagem.

No espaço, o público pode conhecer parte do universo dos artistas Francisco Laurentino da Cunha (Catita), Ivanir de Carvalho Silva, Maria Aparecida da Silva (Cida), Rosineia da Silva e Luciano Amaral Capistrano. Entre os destaques estão pinturas, desenhos, recipientes de vidro pintados que interagem com a luz natural e figuras em papietagem que dialogam com a fauna, a flora e a paisagem mineira em geral.

Oficinas abertas ao público

Um dos pontos centrais da programação são as oficinas abertas ao público, realizadas sempre às sextas-feiras. Nesses encontros, os próprios artistas PcDs assumem o papel de professores e mediadores, conduzindo as propostas de criação. A última oficina da mostra acontece nesta sexta-feira (12), das 8h às 11h e das 13h às 16h, e será dedicada à prática da pintura. 

Entre as atividades que mais marcaram o público até o momento está a oficina conduzida pela artista Elizangela Vilela, que tem deficiência visual. Nessa vivência, os participantes foram convidados a realizar as propostas de criação com os olhos vendados — experiência que, segundo o artista-educador Deni Cláudio de Carvalho, ampliou a empatia e despertou o interesse em novas oficinas. “Foi uma vivência maravilhosa”, comenta.

De acordo com o educador, as oficinas têm como propósito fortalecer o protagonismo e a autonomia dos artistas, além de ampliar a compreensão do público sobre inclusão, troca de saberes e diferentes modos de aprender e ensinar. As obras produzidas pelos participantes dessas atividades também podem ser vistas na mostra.

“É importante ressaltar que quem visita a exposição é convidado a pensar sobre o direito das pessoas com deficiência à criação e ao reconhecimento. Todo mundo é capaz de produzir; todo mundo tem um potencial. Nosso trabalho no Ateliê [em Lavrinha] é criar oportunidades e entender como apoiar cada pessoa para que ela seja autônoma”, explica Deni Claudio.

Oficinas no Ateliê Arte Lavrinha

Além das oficinas realizadas no CAT durante a exposição, o Ateliê Arte Lavrinha mantém suas atividades regulares todas as sextas-feiras, diretamente na RPPN Ave Lavrinha. Deni planeja cada encontro pela manhã, considerando as necessidades, dificuldades e habilidades individuais dos participantes. A APAE de Bocaina chega ao ateliê às 13h, seguida pela APAE de Liberdade às 14h.

Os encontros incluem um lanche coletivo preparado na própria reserva pelas tecelãs da Casa do Tear Dona Mariana — Luzia e Luciana. Entre as delícias, servidas na cozinha comunitária às 15h, estão o tradicional biscoito gordo, carro-chefe das tardes, além de tortas, bolos e outras receitas caseiras que fazem parte da rotina afetiva do grupo.

A metodologia das oficinas é inspirada, em parte, no legado de Nise da Silveira, referência no diálogo entre arte e saúde mental. Em 2016, Deni passou uma semana no Museu de Imagens do Inconsciente (RJ), estudando arquivos e processos de criação — experiência que originou iniciativas como as camisetas estampadas com obras dos artistas e o bloco de carnaval da APAE, que reúne mais de 60 participantes anualmente em Liberdade.

Mais sobre a RPPN Ave Lavrinha

O Ateliê Arte Lavrinha integra a RPPN Ave Lavrinha, unidade de conservação localizada em Bocaina de Minas, com 138 hectares de área preservada. A reserva desenvolve ações de proteção ambiental, reflorestamento, recuperação de nascentes e uma série de atividades educativas e comunitárias.

A RPPN e o ateliê são mantidos por Nietta Lindenberg do Monte, educadora com ampla trajetória na formação de professores indígenas no Acre e na formulação de políticas públicas de educação escolar indígena. Sua atuação integra cultura, sustentabilidade e justiça social, estabelecendo pontes entre arte, território e inclusão em diversas regiões do país. Na Ave Lavrinha, as ações reúnem artistas, estudantes das APAEs, mulheres da comunidade, produtores rurais e pesquisadores.

Serviço – Últimos dias da I Exposição Arte e Inclusão

Local: Ministro Barbosa Lima – CAT/Liberdade (MG)

Período: até 16 de dezembro

Horários de visitação:

• Segunda a quinta: 8h às 11h | 13h às 16h

• Sexta-feira: oficinas de arte e artesanato 

• Sábado: fechado

• Domingo: 13h às 16h

Espetáculo gratuito A Casa de Bernarda Alba ganha nova versão

Nova leitura da obra de Lorca destaca opressão, liberdade e força feminina. Espetáculo será apresentado nos dias 12 e 13 de dezembro

A força dramática de Federico García Lorca volta aos palcos em uma nova montagem de “A Casa de Bernarda Alba”, apresentada pela Patuá Cia de Teatro. O espetáculo, que será encenado nos dias 12 e 13 de dezembro, às 20h, no CEU das Artes Nova Contagem, é gratuito e promete trazer ao público uma leitura potente, visualmente clássica e emocionalmente profunda da obra do dramaturgo espanhol.

Escrita em 1936, a peça retrata a vida de Bernarda Alba, uma matriarca autoritária que, após enviuvar pela segunda vez, impõe luto rigoroso às cinco filhas solteiras. Confinadas dentro de casa junto à avó, à governanta e à criada, essas mulheres revelam tensões, desejos e conflitos que expõem um sistema social opressor. Na montagem da Patuá, a densidade da obra se mantém, mas ganha novos contornos a partir de um olhar para a busca pela liberdade.

“A nossa encenação mergulha na tradição estética criada por Lorca, mas também abre espaço para respirar novas camadas simbólicas. É uma obra sobre controle, dor e resistência, e queremos que o público sinta isso pulsando no palco”, afirma Nilmara Gomes, que assina a direção e produção ao lado de Sileide Lopez.

O espetáculo conta com coreografia e preparação corporal de Jordanya Duarte, que reforça a expressividade e as tensões entre as personagens. O elenco reúne Nina Flor, Natália Corval, Jéssica Cristina, Jéssica Matos, Álex Dalton, Carlos Salomé, Tony Ross, Daiana Silvestre, Célia Trigueiro, além das diretoras Nilmara Gomes e Sileide Lopez.

Atuante desde 2010, a Patuá Cia de Teatro se destaca por trabalhos realizados junto à Casa de Arte Sabiá, incluindo a mostra “Reflexos”, baseada no Teatro do Oprimido de Augusto Boal, e a circulação Voa Sabiá com o espetáculo Meu Amigo Sabiá, que já alcançou mais de 100 mil espectadores. A nova montagem integra o Projeto 370263, aprovado na PNAB Contagem 2024 – Categoria Expressões Culturais Diversas.

Serviço
Espetáculo “A Casa de Bernarda Alba”
Datas: 12 e 13 de dezembro, às 20h
Local: CEU das Artes Nova Contagem – R. VP-2, 2490, Nova Contagem – Contagem
Ingressos: gratuitos, com retirada 30 minutos antes do espetáculo na porta do teatro

Re-lançamento de Dona Maria do Pompéu será neste domingo

A força da cultura popular mineira ganha novos contornos com o re-lançamento do livro “Dona Maria do Pompéu: A Marrecada, o Ora-pro-nóbis e Outras Histórias”, será no dia 14/12 (domingo), às 9h30, no Rancho da Cultura na cidade de Sabará. A obra resgata memórias, afetos e tradições do distrito de Pompéu, em Sabará. O evento celebra a preservação de narrativas que atravessam gerações e reafirma a importância de contar — e recontar — histórias que formam o tecido social de Minas, no dia serão distribuídos alguns exemplares gratuitamente.

Escrito com sensibilidade por seu filho Silas da Fonseca, pelas histórias ouvidas pelo autor, o livro apresenta episódios marcantes da vida de Dona Maria do Pompeu, figura emblemática da região, conhecida por sua personalidade forte, seu acolhimento e pela habilidade de transformar simples momentos cotidianos em lembranças inesquecíveis. Entre pratos típicos como a marrecada e o tradicional ora-pro-nóbis, o leitor é conduzido por um mosaico de relatos que misturam humor, encantamento e identidade.

A fundadora do tradicional Festival Ora- pro-nóbis e proprietária do restaurante que leva seu nome infelizmente veio a falecer este ano. Mas deixa seu legado de força das mulheres do interior, guardiãs de histórias, afetos e saberes que atravessam gerações. Símbolo da culinária e tradição em Sabará, na região metropolitana de BH, Maria Torres da Fonseca, mais conhecida como Dona Maria do Pompéu, fundadora do primeiro restaurante na região, de acordo com a prefeitura do município, a matriarca foi a homenageada da 27ª edição do Festival de Ora-Pro-Nóbis, realizado neste ano.

O re-lançamento faz parte de um movimento de valorização da cultura local e busca aproximar antigas e novas gerações de um imaginário que precisa ser preservado. Durante o evento, o público poderá conhecer mais sobre o processo de construção da obra, dialogar com os responsáveis pela pesquisa e ainda reviver histórias que mantêm viva a memória de Pompéu.

Com linguagem acessível e forte apelo emocional, a publicação reforça o papel das narrativas orais como patrimônio imaterial, revelando personagens e cenas que traduzem a essência de uma Minas Gerais profunda, afetuosa e cheia de histórias para contar.

Sobre o escritor:

Silas da Fonseca é Poeta, escritor, compositor e contador de causos. Nascido na cidade mineira de Jaboticatubas, em 17 de Julho de 1951. Ainda menino, chegou ao bairro Pompéu, na histórica cidade de Sabará, onde vive até os dias de hoje num pequeno sítio da família.

O escritor Silas da Fonseca destaca-se no cenário literário contemporâneo por sua escrita sensível, marcada pelo olhar atento às relações humanas e às transformações sociais que moldam o cotidiano brasileiro. Autor de obras que transitam entre a poesia, a crônica e a prosa de ficção, Silas constrói narrativas que capturam memórias, afetos e identidades, sempre com linguagem precisa e profundidade emocional.

 Esse projeto foi contemplado pela PNAB no âmbito do estado de Minas Gerais e que no lançamento serão distribuídos exemplares do livro gratuitamente.

SERVIÇO
Re-lançamento do livro: “Dona Maria do Pompéu: A Marrecada, o Ora-pro-nóbis e Outras Histórias” neste domingo
Data: 14 dezembro de 2025 (domingo)
Horário:30
Local: Rancho da Cultura – Pompéu – Sabará
Entrada: gratuita

 Atividades: apresentação da obra, bate-papo com o autor.

Espetáculo sobre Tereza de Benguela estreia em 13 de dezembro

Idealizado e interpretado por Leidy Nara, “Tereza” busca refletir sobre a ausência de  protagonismo de mulheres negras na historiografia brasileira e sobre o impacto desse apagamento na formação identitária do país. Como continuidade à pesquisa cênica iniciada em 2023 sobre Tereza de Benguela, líder do Quilombo do Quariterê no século XVIII, o espetáculo será apresentado ao público no próximo dia 13 de dezembro, às 19h, no CEU (Centro Esportivo Unificado), em Poços de Caldas (MG) com entrada gratuita.

Motivada pela necessidade da preservação da memória e disputas de narrativas historiográficas a partir da atuação de mulheres negras, Leidy traz em seu processo criativo a preparação corporal com Adnã, trilha sonora de Augusta Clementino (Guta), Geisiane de Sousa e Marina Rosa, além de pesquisa histórica e visual voltada ao contexto do Quilombo do Quariterê. Assim, se propõe a contribuir para o debate sobre representatividade, igualdade racial e educação antirracista, articulando passado e presente a partir da linguagem teatral.

“ Ser uma mulher preta nessa sociedade racista que vivemos é um desafio e falar de Tereza é dar voz a uma história silenciada e apagada propositalmente. Por isso a importância de se falar de uma mulher preta que foi rainha e que ainda é rainha”, pontua a artista.

Tereza de Benguela viveu no século XVIII e liderou o Quilombo do Piolho, também chamado Quilombo do Quariterê, situado na região que corresponde hoje à fronteira entre Mato Grosso e Bolívia. Após o assassinato de seu marido, José Piolho, líder do quilombo, Tereza assumiu a condução da comunidade, composta por cerca de 79 negros e 30 indígenas. Sob sua liderança, o quilombo estruturou um sistema político e econômico próprio, funcionando como um parlamento e mantendo atividades agrícolas e comerciais. Registros indicam que utilizava embarcações para circulação no Pantanal, fortalecendo sua autonomia e estratégia territorial. A morte de Tereza segue sem consenso histórico: algumas versões apontam suicídio após captura; outras, execução. Seu legado permanece como referência na história contra a opressão colonial.

Projeto viabilizado pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), através do Edital 11345/2024 -Desenvolvimento de Projetos promovido pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais.

SERVIÇO

Data: 13 de dezembro de 2025

Horário: 19h

Local: CEU – Rua Miguel Calixto, 1153, Poços de Caldas (MG)

Entrada gratuita

Sobre Leidy

Atriz há mais de 17 anos,trabalhou em diversos projetos no Guarujá, litoral de São Paulo, onde morou mais de 20 anos e iniciou sua carreira. Participa de diversos trabalhos artísticos como, teatro, dança,  publicidade e cinema, tendo recebido alguns prêmios em algumas áreas, como teatro e cinema. Há alguns anos mora em Poços de Caldas e desenvolve diversos trabalhos com grupos de diferentes segmentos, além de ser educadora social e mãe, exerce trabalhos solos e autorais.

Clube de Jazz encerra 2025 com show Marcos Rabello Quarteto

Apresentação traz o violino como protagonista e repertório que viaja pela trajetória do artista, do erudito ao pop, soul, rock e jazz

O tradicional Clube de Jazz do Café com Letras encerra a programação deste ano em grande estilo com uma apresentação eclética e envolvente do violinista Marcos Rabello e banda. O show ‘Marcos Rabello Quarteto’ acontece no dia 20 de dezembro, às 21h, e vai combinar estilos musicais que fazem parte da carreira do artista, que iniciou na música erudita, se apaixonou pelo rock progressivo e chegou até à música popular. Tendo o violino como companheiro e um dna autenticamente mineiro, Marcos Rabello prepara um show sofisticado e moderno que juntamente com seu repertório autoral, soul jazz fusion e progressivo.

O concerto de encerramento será um combo da versatilidade que consolidou Rabello na cena instrumental. No setlist, o público poderá conferir faixas de seu mais recente trabalho, o álbum instrumental ‘22 Horas’, lançado em novembro do ano passado. “Voltar a apresentar esse disco, que teve como impulso o convite do próprio Café com Letras, e é predominantemente guiado pelo Jazz Fusion, gênero que une o jazz tradicional ao rock e funk,é muito especial. Acredito que o show como um todo marca uma celebração da música através do jazz,” define Rabello.

Além das canções autorais, também marcam presença releituras de artistas como Pat Metheny e sucessos do álbum “Tributo a Didier Lockwood”. O show ainda reserva uma sessão mais intimista, onde o violinista e sua banda mergulham em standards clássicos, levando ao público uma experiência completa do jazz em suas diferentes vertentes.

Sobre Marcos Rabello

Marcos Rabello é um violinista e compositor mineiro com uma sólida trajetória musical. Começou a estudar violino aos 11 anos e, aos 15, já fazia parte de bandas de Rock and Roll, enquanto se formava em música no Palácio das Artes, em Belo Horizonte. Ele integrou a Orquestra de Jovens do Palácio das Artes por dez anos, marcando sua formação clássica e diversificando seus interesses musicais.

Com uma carreira que transita por gêneros como Blues Rock, Jazz e Música Eletrônica, Rabello desenvolveu uma pegada marcante no estilo Jazz Fusion, trazendo uma abordagem alegre e inovadora ao gênero. Entre seus principais trabalhos estão o álbum “Tributo a Didier Lockwood”, que mistura Jazz Fusion com uma visão única, e “O Quarto Click”, lançado em 1999, que marcou sua estreia na discografia. Outros álbuns de destaque incluem “Todas as Cores” (2004) e “Marcos Rabello 2020”, com composições autorais.

Além de seus trabalhos solo e gravações, Marcos Rabello participa de importantes festivais de Jazz em Minas Gerais, como o Savassi Jazz Festival e o Betim Jazz Festival, consolidando-se como uma figura de destaque na cena musical local.

Serviço

Show Marcos Rabello Quarteto

Data: 20 de dezembro (sábado)

Horário: 21hrs

Local: Clube de Jazz do Café com Letras (Rua Antônio de Albuquerque, 47 – Savassi, Belo Horizonte/MG)

Ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/113554/d/350751

Férias em Maceió: 5 novos atrativos que chegam em 2026

Rica em atrativos de tirar o fôlego, Maceió (AL) é um verdadeiro oásis de bem-estar e acolhimento para turistas do mundo inteiro. Ao longo dos últimos anos, as transformações pelas quais vem passando vão dando lugar a uma cidade totalmente renovada e cada vez mais atraente e imperdível para os visitantes.

Para a temporada de verão 2025/2026, uma das grandes novidades é a chegada do Sais Beach Living Hotel. Na famosa Praia da Pajuçara, um dos grandes cartões-postais da capital alagoana, novo empreendimento upscale ergue-se com sua fachada imponente e feito sob medida para quem deseja desfrutar de serviços exclusivos com conforto, sofisticação e conexão genuína com a cultura local.

Inspirado no conceito wellness, o Sais Beach Living Hotel apresenta piscinas de frente para o mar, lounges com sofás e poltronas cercadas de vegetação. Do alto de um rooftop panorâmico de 360 graus, os hóspedes têm o privilégio ver tanto o nascer quanto o pôr do sol e apreciar toda a beleza das praias da Pajuçara e de Ponta Verde, desfrutando, assim, do prazer de sentir um acolhimento genuíno.

O hotel junta-se a outras novidades em Maceió, contribuindo para que Alagoas continue se firmando como grande destino turístico. Atualmente, é um dos cinco estados do Nordeste mais procurados por viajantes do mundo inteiro. Em 2024, recebeu 348 mil visitantes nacionais, um aumento de 16% em relação a 2023, de acordo com dados da PNAD Contínua: Turismo divulgados pelo IBGE. Em relação aos turistas internacionais, o crescimento foi de 80% no primeiro semestre de 2025, segundo o Governo do Estado. A expectativa é encerrar o ano com a marca histórica de 3 milhões de embarques e desembarques no Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares.

Confira cinco novidades de Maceió para a temporada de verão e descubra por que você não pode deixar de visitá-la nas suas próximas férias.

1. Roda gigante: De uma altura de 45 metros – o equivalente a um prédio de 13 andares –, o turista se desarma. É ali, dentro de uma das 20 cabines climatizadas da roda gigante, nova atração turística de Maceió (AL), que o deslumbrante visual da Praia da Pajuçara se descortina, oferecendo ao visitante a chance de conhecê-la de um ângulo diferente. Cada volta dura em média 18 minutos. As cabines contam com wi-fi e possibilidade de escolher a trilha sonora desejada. No entorno, loja temática de souvenirs, espaços instagramáveis e estações gastronômicas completam a experiência. A atração tem capacidade para receber 1.300 pessoas por dia.

2. Orla do Porto: Um novo cartão-postal surge na capital alagoana. As obras da primeira etapa da requalificação da Orla do Porto de Maceió estão na fase final de acabamento e já ultrapassam 75% de execução. No trecho de 1,5 km, entre os bairros Jaraguá e Pajuçara, o calçadão com pista de cooper e a ciclovia já estão praticamente concluídos, assim como os quatro mirantes de contemplação e a nova iluminação em LED instalada em todo o percurso. Nos próximos dias, será implantada a estrutura de convivência, com mobiliário moderno, praças, playground e academia ao ar livre. Além disso, as obras de canalização do riacho Salgadinho e de revitalização de toda a área ao redor, assim como o retrofit no Centro, seguem avançando.

3. Novos restaurantes: A culinária é outro grande atrativo de Maceió, e o turista sabe disso. Para os que têm paladar exigente e não abrem mão de ofertas gastronômicas de qualidade, não faltam novas e excelentes opções. Uma delas é o Coco Bambu, que acaba de abrir sua primeira unidade em Maceió, totalizando 98 em todo o Brasil. Especializado em frutos do mar, o restaurante oferece deliciosos pratos, como lagosta grelhada e moqueca cearense de peixe. Quem também fez sua estreia na capital alagoana esse ano foi o Madero reconhecido por sua ampla seleção de hambúrgueres gourmet, grelhados e saladas. De dar água na boca!

4. Ônibus de graça: Todo ano, o Maceió Shopping oferece, entre o final de dezembro e o início de fevereiro, o Free Bus. Trata-se de um transfer gratuito entre o shopping e mais de 30 hotéis localizados nos bairros de Cruz das Almas, Ponta Verde e Pajuçara. O transporte tem capacidade para até 50 passageiros.

5. Sais Beach Living Hotel: O novo empreendimento upscale tem três piscinas. Uma delas é semi-olímpica. A que está localizada no piso Bem-Estar é ideal para quem busca tranquilidade. Já a do rooftop tem música ao vivo e drinks exclusivos. Todas têm espreguiçadeiras, ombrelones e mesas de excelente qualidade, garantindo conforto em todas as ocasiões. Outro ponto alto é a gastronomia, que chega com o propósito de oferecer uma verdadeira experiência cultural pelas mãos do premiado chef Wanderson Medeiros, o Picuí. O restaurante principal apresenta uma curadoria de ingredientes regionais em diálogos criativos com técnicas internacionais, valorizando pequenos produtores locais e práticas sustentáveis.

Sais Beach Living Hotel em Alagoas, Maceio, Nordeste, Praia Pajuçara

Onde ficar:

Sais Beach Living Hotel

Endereço: Avenida Dr. Antônio Gouveia, 81, Pajuçara, Maceió, AL.

Contato: (82) 3512-1004 / [email protected]

Site: https://www.saishotel.com.br/