Finalista do Jabuti lança livro sobre Ditadura

O escritor e jornalista Paulo Stucchi, finalista do Prêmio Jabuti 2024 com “O Homem da Patagônia”, se prepara para lançar “A Dança da Serpente”, livro onde cria um romance histórico – com tons de ficção contemporânea — que entrelaça as vidas das gêmeas Cléo e Clarice e de Luzia. Tratam-se de duas narrativas separadas por quase dois séculos, ambas marcadas pela perseguição a mulheres com dons espirituais e de cura. A trama se passa em Sabará (MG) e conecta o Brasil colonial do século XVIII ao país sob o regime autoritário da Ditadura Militar em meados dos anos de 1970. A obra será lançada pela editora Jangada, a mesma pela qual o autor concorreu ao Jabuti há 2 anos.

Em uma das linhas temporais, “A Dança da Serpente” acompanha a história real de Luzia Pinta, mulher escravizada trazida de Angola, curandeira por meio dos rituais de calundu — um conjunto de cerimônias religiosas e de cura de origem centro-africana —, que conquistou a alforria em Sabará, mas foi deportada para Lisboa e condenada pela Inquisição Portuguesa. Na outra, ambientada em 1977, o foco recai sobre as irmãs gêmeas Cléo e Clarice, ligadas desde a infância por uma conexão espiritual incomum e estranhos dons.

Após uma tragédia, Cléo foge da cidade ainda jovem, tentando negar os dons herdados das mulheres de sua família. Onze anos depois, ela retorna a Sabará para reencontrar Clarice, que se tornara conhecida como a “Sacerdotisa de Sabará”, reunindo seguidores por Minas Gerais e despertando o temor das elites em plena Ditadura Militar. O reencontro força Cléo a confrontar seu passado traumático e buscar respostas para uma herança espiritual que atravessa gerações.

A Dança da Serpente investiga como o medo do desconhecido, em diferentes épocas, levou à marginalização e à punição de mulheres que desafiaram estruturas religiosas, políticas e sociais. Com uma narrativa crua, forte e comovente, Stucchi ilumina as vidas dessas mulheres, que se cruzam em um inevitável destino que as une através dos séculos em uma grande revelação. Intercalando ficção e fatos históricos com rara maestria, o autor descreve um mundo patriarcal que insiste em temer e punir mulheres fortes que são perseguidas por carregarem “a chama do sagrado” dentro de si, ao mesmo tempo que dialoga com a misoginia e o feminicídio dos tempos atuais.

Trecho do livro:

Os tambores haviam voltado a soar. Mais forte, mais alto. Clarice ficou em pé e caminhou em direção ao centro do terreiro. Mantinha os olhos fechados e andava como se flutuasse. As duas mulheres (de cuja presença eu havia me esquecido) abriram os cestos de vime e os aproximaram de Clarice. Inclinando-se, ela enfiou os braços em ambos e, quando voltou a erguê-los, exclamações uníssonas ecoaram por todos os cantos. Ao redor de seus braços, duas serpentes deslizavam em direção ao seu rosto. Pareciam bailar ao som dos tambores. Meu Deus… Quando dei por mim, eu tinha as unhas cravadas na madeira das estacas, e o suor me escorria pelo rosto. — Número um! — o menino que se aproximara de mim gritou. Um senhor levantou-se da cadeira e caminhou em direção a Clarice. Mas, antes que ele chegasse até ela, minha irmã abriu os olhos. Foi aí que notei que ela olhava na minha direção. Parecia me encarar, penetrar minha alma.

Ela sabe que estou aqui!

Sobre o Autor:

Paulo Stucchi é jornalista e psicanalista. Formado em Comunicação Social pela Unesp Bauru, com habilitação em Jornalismo, é especialista em Jornalismo Institucional pela PUC-SP e Mestre em Processos Comunicacionais, com ênfase em Comunicação Empresarial pela Universidade Metodista de São Paulo. Trabalhou como jornalista em revistas e jornais impressos, tornando-se editor, por treze anos, de uma publicação segmentada para o setor gráfico. Divide seu tempo entre o trabalho de assessor de comunicação e sua paixão pela literatura, principalmente romances históricos. É autor das obras Um de Nós Foi Feliz (2022), No Fundo do Rio (2021), Menina – Mitacuña (2013), O Triste Amor de Augusto Ramonet (2011), Natal sem Mamãe (2008), A Fonte (2010). Pela Editora Jangada, publicou A Filha do Reich (2019), finalista do Prêmio Jabuti 2020, e O Homem da Patagônia, finalista do Prêmio Jabuti 2024.

Serviço:

Livro:  A Dança da Serpente

Autor: Paulo Stucchi

Editora: Jangada

Páginas: 472

Preço: R$ 69,90

Compre na pré-venda através do link

Campeonato de Drift retorna ao Mega Space

O ronco dos motores e a fumaça dos pneus vão tomar conta do Mega Space nos dias 07 e 08 de março. O local recebe a abertura da temporada do Ultimate Drift, o maior campeonato de Drift na América Latina. O evento promete um espetáculo de habilidade e controle, reunindo a elite do drift nacional em batalhas eletrizantes que misturam velocidade, adrenalina e entretenimento para toda a família.

Para Hamilcar Motta, presidente da Ultimate Drift, a escolha de Minas Gerais para a abertura do calendário é estratégica e afetiva. “Começar a temporada no Mega Space é especial. O público mineiro tem uma energia única e uma paixão declarada pelo automobilismo. A pista na montanha tem uma conexão muito forte com o Drift e estamos preparando um espetáculo inesquecível para abrir o ano com o pé direito, trazendo uma estrutura impecável para que os pilotos possam levar seus carros ao limite”, destaca.

Diferente das corridas tradicionais onde o objetivo é apenas chegar em primeiro, o Drift é uma modalidade automobilística focada na técnica de pilotagem. Os carros deslizam de lado em alta velocidade através de um traçado marcado, exigindo perícia extrema dos condutores. Os pilotos são avaliados por juízes baseados em critérios rigorosos como o ângulo, linha, e o estilo da volta com que o piloto entra e mantém o controle do carro.

O público mineiro poderá acompanhar disputas da elite da modalidade onde competem os nomes mais consagrados e os carros mais potentes do grid. “O nível técnico do Ultimate Drift cresce a cada ano. Nesta temporada, a competitividade estará ainda mais acirrada. O público vai ver batalhas de tirar o fôlego, com carros extremamente potentes e pilotos que hoje são referências na América Latina”, complementa o presidente.

A etapa do Mega Space marca o início da corrida pelo título, trazendo grandes nomes que brilharam na última temporada. O público deve ficar de olho em destaques como o próprio Sheriff Barion, atual campeão, além de competidores de alto nível como Matheus Sartor e Juninho, que figuraram no topo da classificação recentemente, além da estreia de mais uma mulher no grid, diretamente do Chile, Mia Orellana.

A realização do Ultimate Drift conta com o patrocínio de grandes marcas do setor automotivo e de performance, incluindo Perfect Automotive, Barbarius, Valvoline, FuelTech, Mahle, Sky Pneus, Hipper Freios, NGK e Monster Energy. O evento também possui o apoio institucional da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), Silicon Village e SFI Chips.

Serviço

Evento: Ultimate Drift – Abertura da Temporada 2026

Data: 07 e 08 de março (sábado e domingo)

Local: Mega Space (Av. das Indústrias, 3000 – Dist. Industrial II, Santa Luzia – MG)

Ingressos e informações: ultimatedrift.com.br

 

Na web

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Vinícola inicia safra 2026 com colheita inédita

Vinícola Essenza inicia processo de colheita no fim do mês de fevereiro no vinhedo mais alto do mundo, com projeção de até 25 mil litros de vinho e integração entre produção, terroir e enoturismo em Minas Gerais e São Paulo

A Vinícola Essenza inicia, no final deste mês, a colheita de verão que dará origem à safra 2026 de seus vinhos. Realizado em condições específicas de clima e altitude, o processo ocorre em vinhedos com áreas entre 1.200 m e 1.910 metros de altitude, sendo reconhecido como o mais alto do mundo, e integra um modelo adotado por poucas vinícolas no Brasil, que exige planejamento técnico, manejo rigoroso e acompanhamento permanente do ciclo produtivo.

A colheita de verão se diferencia por antecipar etapas do calendário vitivinícola tradicional, concentrado no inverno. Na Vinícola Essenza, esse modelo permite maior controle sobre a maturação das uvas e favorece a preservação das características naturais da fruta. “A colheita de verão exige atenção em todas as fases, porque o clima impõe desafios que só podem ser superados com método e disciplina”, afirma Herbert Sales, produtor e proprietário da vinícola.

A produção da vinícola está distribuída em dois terroirs localizados na Serra da Mantiqueira. No Refúgio Tuiuva, em Maria da Fé (MG), estão concentrados o olival e o vinhedo e, é por lá, que também acontece boa parte do manejo. Instalada a 14 quilômetros de Santo Antonio do Pinhal (SP), funciona a sede da Vinícola Essenza, onde também há áreas de cultivo das uvas além de receber visitantes para experiências que revelam o percurso entre produção e a degustação.

A combinação entre altitude, amplitude térmica, relevo e manejo influencia diretamente o perfil dos vinhos. “Essa divisão territorial permite diversificar microclimas, solos e regimes de insolação ao longo do ano. O terroir não é apenas um fator geográfico, ele define a identidade do produto e orienta nosso trabalho no campo e na adega”, explica Sales.

A propriedade ocupa cerca de 51 hectares e cultiva as variedades Alvarinho, Sauvignon Blanc, Shiraz, Merlot, Cabernet Franc, Pinot Noir e Chardonnay. As parreiras têm, em média, cinco anos de idade, fase considerada estratégica para o equilíbrio entre produtividade e estrutura dos vinhos. “Estamos em um momento em que os vinhedos começam a expressar com mais clareza o perfil que buscamos”, observa o produtor.

Na safra anterior, a produção da vinícola alcançou aproximadamente 18 mil litros. Para este ciclo, a projeção é acima de 25 mil litros, impulsionada pela expansão das áreas produtivas e pela consolidação dos protocolos de manejo. “Esse crescimento reflete planejamento técnico, investimento em campo e amadurecimento da operação”, afirma Sales.

O desempenho da produção ocorre em um cenário de estabilidade do consumo de vinho no Brasil em 2025, após oscilações registradas nos anos anteriores. Segundo a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), o consumo per capita de vinho no Brasil permaneceu próximo de 2 litros por habitante em 2025, ainda abaixo de mercados tradicionais, mas com tendência de recuperação gradual após o pico registrado no período pandêmico.

Para 2026, a expectativa do setor é de retomada moderada, sustentada pelo avanço do enoturismo, pela ampliação da oferta nacional e pelo interesse crescente do consumidor por vinhos de origem identificada.

O processo produtivo da safra 2026 envolve colheita manual, seleção criteriosa dos cachos e vinificação adaptada às características de cada variedade. Os tempos de fermentação e maturação são definidos conforme o perfil pretendido para cada rótulo. “Cada vinho nasce de uma decisão técnica, não de improviso”, ressalta o produtor.

A integração entre produção e turismo também faz parte da estratégia da Vinícola Essenza. No dia 1º de março, a vinícola realizará a Vindima Essenza, evento fechado que permitirá ao público participar da colheita durante uma experiência imersiva, acompanhando etapas do processo no campo e na vinícola.

Ao longo de todo o ciclo produtivo, a Vinícola Essenza estrutura sua atuação a partir da relação entre território, técnica e identidade. A condução dos vinhedos nos dois terroirs da Serra da Mantiqueira, o manejo adaptado à colheita de verão e a valorização das condições naturais da região orientam as decisões estratégicas da propriedade. Esse modelo busca estabelecer uma conexão direta entre o ambiente de produção e o perfil dos vinhos entregues ao mercado, reforçando a proposta de origem controlada e rastreabilidade.

“A colheita de verão, o trabalho nos dois terroirs e o respeito às condições naturais da Mantiqueira formam a base do que entregamos em cada garrafa, porque nosso compromisso é transformar esse território em identidade, não apenas em volume”, conclui Herbert Sales.

Vinhos Premiados
Os vinhos da Vinícola Essenza também conquistaram reconhecimento em competições nacionais e internacionais. Entre as premiações destacadas está o Shiraz Rosé, que recebeu medalhas como Duplo Ouro no Wine of Brasil Awards e outras honrarias em concursos como o International Wine & Spirit Competition e o Decanter World Wine Awards. O rótulo Alvarinho Mantikir foi premiado em eventos como o International Wine Challenge em Londres.

Rotas do Vinho de SP
O espaço integra as Rotas do Vinho de São Paulo – que reúne 66 vinícolas em todo o estado, e se destaca pela estrutura que conecta o público à origem dos produtos, combinando visita técnica, menu harmonizado e loja de produtos regionais.

Diego & Arnaldo encerram turnê Natora 10 Anos

A celebração de uma década de história chega ao seu capítulo final. Diego & Arnaldo encerram os lançamentos do álbum “NATORA 10 ANOS” com um pacote especial que reforça a essência, a força vocal e a identidade que consolidaram a dupla entre os grandes nomes do sertanejo nacional.

A faixa foco do encerramento é “Minas Gerais”, que chega acompanhada de uma participação mais que especial de Clayton & Romário, unindo duas potências da nova geração em uma interpretação carregada de emoção e intensidade. O lançamento ainda traz o pot-pourri de “Tudo Tem Um Porquê / Perdoa Amor” e o pot-pourri de “Borbulhas de Amor / Desliga”, esse também ao lado de Clayton & Romário, ampliando ainda mais a força do encontro.

Para fechar o projeto com a identidade que marcou a trajetória da dupla, o repertório é completado pelas regravações de “Labirinto / Deixa”, “Delegada / Pra Lá de Bagdá”, “Liga Lá em Casa / Eu Duvido” e “Lembranças de Amor / Parabéns Pro Nosso Amor”, músicas que ajudam a contar a história construída ao longo desses dez anos.

Gravado em São José do Rio Preto, o projeto nasceu com a proposta de revisitar a essência de Diego & Arnaldo em um formato intimista, orgânico e verdadeiro, exaltando a musicalidade, o carisma e principalmente a força vocal que conduziram a dupla ao topo das paradas e ao coração do público. O “NATORA 10 ANOS” não foi apenas um registro comemorativo, mas uma reafirmação artística, um olhar maduro sobre a própria trajetória.

“Esse projeto é muito mais do que comemorar 10 anos de carreira. O ‘NATORA’ fez a gente olhar pra nossa história, revisitar nossas raízes e lembrar exatamente quem somos e por que começamos. Gravar de forma mais intimista, deixando a música falar mais alto, foi especial demais. Encerrar esse ciclo com ‘Minas Gerais’ e com amigos que admiramos tanto é a certeza de que estamos no caminho certo” comenta Diego.

E foi justamente desse projeto que surgiu um dos maiores sucessos recentes da dupla: “Vai Cair Água”. A canção ultrapassou as expectativas, conquistou as plataformas digitais, dominou playlists e se mantém como uma das mais tocadas do país, consolidando o “NATORA 10 ANOS”, ta da dupla com o público e prova que, mesmo celebrando o passado, eles seguem ditando o presente do sertanejo.

Para Arnaldo, cada música escolhida carrega um pedaço da trajetória da dupla e da conexão construída com o público ao longo desses anos. Ver canções como “Vai Cair Água” alcançando tanta gente e se mantendo entre as mais tocadas do país, além de encerrar o projeto com participações tão fortes, mostra que esses dez anos foram apenas o começo de uma história que ainda tem muitos capítulos pela frente.

O encerramento do projeto chega como a consagração de um trabalho sólido, que uniu repertório forte, identidade artística e estratégia, mostrando que os próximos dez anos prometem ser ainda maiores. Mais do que celebrar uma década de história, o “NATORA” marca o início de uma nova fase na carreira da dupla: o projeto agora se transforma em label e passará a rodar todo o Brasil, levando aos palcos a mesma proposta intimista, orgânica e verdadeira que conquistou o público desde a gravação.

Mineira é aprovada em programa concorrido de medicina

Um envio feito nos últimos minutos antes do prazo final acabou mudando os rumos da trajetória de Kevillyn Wislet, estudante do 11º período de Medicina da Afya Centro Universitário Itaperuna. Natural de Araxá, no Triângulo Mineiro, e hoje vivendo longe da cidade onde cresceu, ela foi uma das quatro selecionadas entre mais de 500 inscritos de todo o Brasil para integrar mais uma edição do Programa Jovens Médicos Inovadores e Pesquisadores.

A iniciativa é desenvolvida pela Dasa, uma das maiores empresas de saúde integrada da América Latina.Segundo a estudante, o processo seletivo e as entrevistas aconteceram em um momento especialmente sensível: ainda em luto pelo falecimento do seu avô. Para Kevilyn, a conquista da vaga  já representa um marco antes mesmo do início oficial das atividades, previsto para fevereiro. “Eram candidatos de todo o país disputando, apenas quatro selecionados e eu fui uma delas”, diz orgulhosa.

Estágio que revela talentos e impulsiona grandes trajetórias

Pelo programa, já passaram diversos nomes de referência, como é o caso de João Innecco, médico de 24 anos e criador da Marisa.Care, uma startup em healthtech mineira que já movimentou mais de R$115 milhões. A iniciativa chega à quinta edição com a proposta de aproximar estudantes da vanguarda da pesquisa clínica, do uso estratégico de dados e do desenvolvimento de soluções com impacto real no sistema de saúde. Ao longo de 2026, os participantes terão vivências práticas com mentores da Dasa e da Afya, além de workshops e projetos voltados à inovação.

Inscrições abertas para Festival de Dança de Joinville

Bailarinos dos mais diversos gêneros de dança: “não percam o passo”. O prazo para as inscrições de grupos e coreografias para o Festival de Dança de Joinville está terminando. A última data para o cadastro de grupos é 24 de março de 2026. Já para a inscrição das coreografias, o primeiro prazo é 31 de março de 2026, e o segundo prazo vai de 1° de abril a 6 de abril de 2026. A diferença entre o primeiro e o segundo prazo são os valores de inscrição: R$ 170,00 e R$ 220,00, respectivamente.

Todo o processo deve ser realizado na Área dos Grupos no site oficial: festivaldedanca.com.br. Lembrando que é preciso estar atento ao regulamento, que teve algumas alterações , e também está disponível no site.

Fotos: Instituto Festival de Dança de Joinville/Divulgação

Fazem parte do Festival, os seguintes eventos: Mostra Competitiva, Festival Meia Ponta, Festival 40+, Festival da Sapatilha, Festival de Teatro Musical, além dos Palcos Abertos e da Mostra Dança para Todos. “Venha brilhar nos palcos da Capital Nacional da Dança, no Festival que este ano será realizado de 20 de julho a 1° de agosto”, convida Ely Diniz, presidente do Instituto Festival de Dança de Joinville.

Orquestra SESIMINAS celebra 40 anos com concerto

No dia 5 de março de 2026, a Orquestra SESIMINAS sobe ao palco do Teatro SESIMINAS BH, às 20h30, para dar início às comemorações de seus 40 anos de atividade ininterrupta. O concerto abre a Série Artes e Cordas 2026 e propõe um olhar retrospectivo sobre a trajetória do grupo a partir de reencontros musicais que ajudaram a moldar sua identidade artística. A apresentação será conduzida pelos maestros Felipe Magalhães, atual regente titular, e Marco Antônio Maia Drumond, antigo regente titular e fundador da Orquestra. Compre seu ingresso NESTE LINK.

O espetáculo reúne artistas convidados que, em diferentes momentos, dividiram o palco com a Orquestra SESIMINAS e participaram da construção de um repertório marcado pela diversidade e pela escuta entre linguagens. Cada convidado apresentará um trecho de concertos realizados anteriormente com o grupo, criando uma espécie de mosaico sonoro que atravessa décadas, estilos e formações.

Formada por músicos que atuam juntos há muitos anos, a Orquestra SESIMINAS se consolidou como um grupo estável, de forte identidade coletiva, no qual a permanência dos integrantes é elemento central da sua sonoridade. Ao longo do tempo, essa convivência artística contínua resultou em um modo próprio de tocar, interpretar e dialogar com diferentes universos musicais, característica que diferencia o grupo no cenário brasileiro.

Desde sua fundação, em 1986, a Orquestra construiu uma trajetória marcada pela versatilidade de repertório e pela capacidade de transitar com naturalidade entre a música de concerto e a música popular brasileira. Essa fluidez permitiu parcerias consistentes com artistas de diferentes gerações e estilos, ampliando o alcance do grupo e fortalecendo sua presença tanto em salas de concerto quanto em projetos de caráter educativo e popular.

Imagem: Divulgação FIEMG

 

Entre os artistas convidados para o concerto de abertura estão Marcelo Dai, Titane, Luiza Brina, Nath Rodrigues, Maria Tereza Costa, Mariana Nunes, Vitor Santana, Diego MúsicoPai, Juarez Moreira, Toninho Horta, Sérgio Pererê, Túlio Mourão, Maurício Tizumba e Renegado, nomes que refletem a amplitude estética e o histórico de colaborações da Orquestra ao longo de quatro décadas.

Para o maestro Marco Antônio Maia Drumond, fundador do grupo, a longevidade da Orquestra está diretamente ligada à sua abertura artística e ao compromisso com a formação de público. “Levamos a música a fábricas, escolas, hospitais, teatros e praças, sempre buscando ampliar o repertório e aproximar as pessoas da experiência musical. Ver a Orquestra chegar aos 40 anos com essa vitalidade é uma grande realização”, afirma.

Atual regente titular, o maestro Felipe Magalhães destaca o significado simbólico do concerto. “Celebrar 40 anos com um programa que revisita parcerias é reconhecer que a identidade da Orquestra foi construída no encontro, entre músicos, repertórios e públicos. É uma história que segue viva e em movimento”, resume.

O concerto do dia 5 de março inaugura uma programação comemorativa que se estenderá ao longo de 2026, reafirmando a Orquestra SESIMINAS como um grupo que construiu sua relevância não apenas pela excelência técnica, mas pela capacidade de se reinventar sem perder sua essência coletiva.

SERVIÇO
Orquestra SESIMINAS – 40 anos | Abertura da Série Artes e Cordas 2026
Data: 5 de março de 2026
Horário: 20h30
Local: Teatro SESIMINAS BH
Ingressos: R$ 70 (inteira)
Compre seu ingresso NESTE LINK.

Fernando e Sorocaba estreiam Churrasco On Fire em BH

O espetáculo une entretenimento, open churras premium e muita música em um verdadeiro Parque do Churrasco

Fernando e Sorocaba estrearam neste fim de semana a agenda 2026 do Churrasco On Fire, o maior evento gastronômico e musical do país. No sábado, dia 7, o evento desembarcou em Balneário Gaivota/SC, e no domingo, em Florianópolis.

O Churrasco On Fire integra open churras premium e um show de três horas com Fernando e Sorocaba. Criado pela dupla, o projeto chega ao seu quarto ano consecutivo de apresentação.  Ao longo de sua trajetória, o projeto passou por 75 cidades em nove estados brasileiros, com público estimado em mais de 500 mil pessoas. São 139 edições realizadas, mais de 415 horas de show, cerca de 480 toneladas de proteína servidas e mais de 1,7 milhão de long necks consumidas. Mais de 5 mil churrasqueiros já integraram a operação, com impacto direto em setores como turismo, hotelaria, gastronomia, comércio e serviços.

“O Churrasco On Fire é um encontro, é uma festa especial para os nossos fãs e para a gente também. A ideia sempre foi criar algo vivo, em movimento, onde música, churrasco e pessoas interagem e têm experiências únicas. A gente gosta de pensar no evento como algo que acontece de dentro para fora, sem roteiro padrão, deixando espaço para o inesperado. Cada edição é única”, afirma Sorocaba.

A agenda do primeiro semestre reforça o posicionamento estratégico do projeto. O evento passa apenas uma vez por cada cidade ao longo do ano, com ingressos limitados, e cria a atmosfera de um verdadeiro Parque do Churrasco.

Agenda do Churrasco On Fire para primeiro semestre:
14.02 – Porto Rico, PR

14.03 – Bauru, SP
21.03 – Cuiabá, MT
28.03 – Belo Horizonte, MG

11.04 – Araçatuba, SP
25.04 – Cianorte, PR

09.05 – Mogi Mirim, SP
16.05 – Blumenau, SC
23.05 – Londrina, PR
30.05 – Foz do Iguaçu, PR

13.06 – Cascavel, PR
27.06 – Goiânia, GO

No centro do Churrasco On Fire está o open churras premium, um dos principais diferenciais do evento. O cardápio inclui cortes como picanha, ancho, chorizo, brisket, costela fogo de chão, chicken lollipop, cortes suínos, hambúrgueres, pão de alho, farofa, massas, legumes grelhados e sobremesa de panqueca de doce de leite.

Toda a operação é conduzida pelo Team On Fire, grupo de mestres churrasqueiros responsáveis pelo open churras. Com em média 250 churrasqueiros por edição, eles comandam o preparo das carnes e a operação das estações, servindo o público com carinho, alto astral e muito conhecimento sobre cada corte.

Se há um coração pulsante neste evento, ele bate dentro da Máquina do Churrasco, uma carreta gourmet com 40 m² de área fechada e 350 m² de área aberta, criada exclusivamente para o projeto por Fernando e Sorocaba em parceria com Camaleão Cenografia e Artmill. No primeiro andar, os parrilleros trabalham os cortes premium. A estrutura também abriga uma roda gigante de cortes especiais e se transforma em palco, posicionada no centro do público, integrando gastronomia e espetáculo.

Destaque para o hambúrguer Maturatta, preparado com carne 100% bovina e sem conservantes artificiais. O produto integra a linha premium da marca, hoje líder de vendas no segmento no Brasil. No Churrasco On Fire, os hambúrgueres são preparados no segundo andar da máquina do churrasco e entregues ao público por um escorregador, elemento que se tornou uma marca do evento.

O Churrasco On Fire tem o maior palco itinerante da América Latina, composto por 12 espaços distintos distribuídos estrategicamente. Não há palco principal fixo. A proposta é criar proximidade e mobilidade, permitindo que a apresentação aconteça em diferentes pontos do espaço. O show tem início a mais de 10 metros de altura e se desenvolve em uma estrutura móvel, com ativações e conexões entre palcos ao longo das três horas de apresentação.

Durante o espetáculo, Fernando prepara ao vivo seu arroz carreteiro, incorporando a gastronomia à apresentação musical. O repertório é exclusivo para o projeto. A operação também inclui ações especiais, como entregas de churrasco por drones e ativações de marca integradas ao fluxo do evento.

“O Churrasco On Fire é uma experiência que conecta pessoas com música e gastronomia. Existe uma operação estruturada por trás de cada edição, com planejamento, logística e relacionamento com marcas”, afirma Fernando.

O projeto conta com parcerias de marcas como Ford, Maturatta, Frimesa, Baly, Irriga Brasil, Santa Massa e Artmill. O evento também mantém uma loja oficial, presente nas edições físicas e no ambiente digital, ampliando o relacionamento com o público.

A direção criativa é de Sorocaba em parceria com a Camaleão Cenografia. A direção executiva é da Ross Produções e a produção musical é assinada por Fernando.

A programação completa e as informações sobre ingressos estão disponíveis em churrascoonfire.com.br.

Tim Santos revela bastidores da Mocidade no Rio

A magia que o público vê na Sapucaí é fruto de um trabalho de engenharia e arte contra o relógio. Em relato exclusivo, o artista Tim Santos detalhou os bastidores da criação de elementos cruciais para a comissão de frente da Mocidade Independente de Padre Miguel, que este ano homenageou o legado de Rita Lee.

A jornada começou com o convite dos coreógrafos Alan Keller e Marcelo Misailidis. Tim, que já havia trabalhado com a dupla no ano anterior, construindo um boneco gigante junto com o seu irmão, Eduardo Santos, foi chamado para reforçar a equipe em um momento em que o cronograma estava apertado devido à complexidade técnica do projeto e à quantidade de elementos a serem construídos.

Um dos grandes destaques da apresentação foi a estrutura de um Jeep, construída sobre o chassi de uma moto elétrica. Tim Santos foi o responsável por dar vida à “lataria” do veículo.

Estrutura: O artista trabalhou desenvolvendo todo visual do Jeep junto com o Marcelo e a equipe de cenografia, e construiu  a carcaça com materiais leves – já que em alguns momentos ele teria que ser erguido pelos bailarinos – e também em alguns detalhes técnicos como encaixes para fixação do Jeep em outra estrutura cênica.

Logística: Devido às dimensões de algumas estruturas, e à altura da sala da comissão de frente no “barracão” da escola na Cidade do Samba, os ensaios e a finalização tiveram que ser realizados na quadra da Mocidade, onde havia espaço suficiente para as manobras.

Intensidade: Foram nove dias de trabalho ininterrupto, com jornadas que às vezes se estendiam até as 3h da manhã para garantir que tudo estivesse pronto para o desfile.

A Vassoura-Guitarra: Transformação em Cena

Além do Jeep, Tim contribuiu para o visual definitivo de um acessório que sintetizou a proposta do enredo: a vassoura-guitarra.

O objeto possuía um mecanismo de gatilho acionado pela própria atriz/bailarina durante a coreografia. Em um primeiro momento, o público via apenas uma vassoura de palha (referência à “bruxa” Rita Lee); ao acionar o dispositivo, o objeto girava suas faces para revelar o formato de uma guitarra, simbolizando a transmutação da artista em ícone do rock.

“O processo deste ano foi mais complexo, com mais elementos, estruturas gigantes tripés e iluminação. Estávamos com o prazo bem apertado para finalizar tudo”, revelou Tim Santos sobre a pressão dos últimos dias antes do desfile.

O resultado foi uma apresentação que uniu tecnologia e artesanato, provando que, por trás do brilho da avenida, existe uma oficina pulsante operada por artistas como Tim Santos, que transformam materiais em pura poesia visual.

Para conhecer mais sobre o projeto do artista, acesse o instagram @timsantos

O Morro dos Ventos Uivantes lidera bilheteria

Estrelado por Margot Robbie e Jacob Elordi, “O Morro dos Ventos Uivantes” chegou com enorme sucesso nas telonas do Brasil e do mundo. Uma semana após sua estreia, 409 mil pessoas já assistiram ao filme da diretora e roteirista Emerald Fennel, resultando em uma bilheteria de R$ 9.6M. Durante o período de Carnaval o longa chegou a atingir o topo das bilheterias nacionais.

A trama traz um olhar totalmente novo sobre o clássico homônimo de Emily Brontë, apresentando a história de Cathy (Robbie) e Heathcliff (Elordi), que crescem juntos após o menino ser adotado pela família da jovem. Seus destinos são eternamente entrelaçados em uma mistura de amor, orgulho e sofrimento conforme suas vidas se aproximam e se afastam.

Embalado pela trilha sonora original de Charli XCX, o romance entre os dois atravessa os anos em um rastro de paixão e destruição.

“O Morro dos Ventos Uivantes” está em cartaz em todo o Brasil, também em IMAX e em versões acessíveis. Para informações sobre ingressos e detalhes das sessões, consulte as redes de cinema mais próximas.

Sobre o filme

Da Warner Bros. Pictures e da cineasta vencedora do Oscar e do BAFTA, Emerald Fennell, chega “O Morro dos Ventos Uivantes”, estrelado pela indicada ao Oscar e ao BAFTA Margot Robbie, ao lado do indicado ao BAFTA Jacob Elordi.

O filme também conta com a indicada ao Oscar Hong Chau, Shazad Latif, Alison Oliver, o vencedor do BAFTA Martin Clunes e Ewan Mitchell.

Fennell dirige a partir de seu próprio roteiro. Os produtores são o indicado ao Oscar e vencedor do BAFTA Josey McNamara, Fennell e Robbie. Sara Desmond e o indicado ao Oscar Tom Ackerley assinam a produção executiva.

Warner Bros. Pictures e MRC apresentam uma produção da Lie Still & LuckyChap Entertainment, um filme de Emerald Fennell, “O Morro dos Ventos Uivantes”. Distribuído pela Warner Bros. Pictures, o filme chega aos cinemas em todo o país em 12 de fevereiro de 2026.

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