Novo empreendimento chega à Contorno, em BH

Belo Horizonte vai ganhar um novo empreendimento o CASAMIRADOR UNO, situado na Rua Piauí com Contorno, bem ali no coração da Savassi – no famoso tobogã da Contorno. Serão 42 studios de 30 a 72m² e 4 lojas de 26 a 52m², um rooftop wine bar com vista definitiva para o nosso belo horizonte, fachada ativa com espaços comerciais e com uma área de fruição que promovem a conexão com a rua. Imponente e ao mesmo tempo simpático o edifício impressiona e aproxima.

Segundo Gisele Borges, arquiteta responsável, “a ideia da CASAMIRADOR é proporcionar uma estrutura inteligente, e a localização e as facilidades possibilitam viver o luxo com custos enxutos. Além do mais estamos falando de um prédio sustentável, que promove uma mudança nos hábitos de vida dos seus moradores. Ter um studio compacto em uma localização estratégica é uma decisão sustentável na hora de comprar um imóvel”.

A premissa da CASAMIRADOR é sempre por condomínios enxutos – custo baixos de manutenção – bem localizados, mais caminhadas, tudo mais acessível onde se mora, tudo mais prático. A CASAMIRADOR busca entregar uma “experiência de morar” que seja contemporânea, no contexto urbano, com design de qualidade e perfil diferenciado — mais “lifestyle” que meramente “apartamento padrão”.

O novo empreendimento vem após o sucesso do CASAMIRADOR SAVASSI, concluído e entregue em 2021 com 100% das unidades vendidas ainda nas obras, consolidando o conceito da marca, muito bem aceito pelo mercado e sucesso na revenda. Histórico de 100% de ocupação, com preços de aluguéis acima do percebido pelo mercado. Premiado nacional e internacionalmente. E de outro empreendimento o CASAMIRADOR CATARINA que será entregue nos próximos meses também com 100% das unidades já vendidas e premiado internacionalmente. O CASAMIRADOR UNO foi lançado com 30% das unidades vendidas, e desde o lançamento já atingiu 45% das vendas.

Outra característica importante deste empreendimento é a valorização da Savassi, em Belo Horizonte, que ocupa a 5ª posição no ranking nacional dos bairros com o metro quadrado mais caro do Brasil, segundo levantamentos recentes do Índice Fipe ZAP divulgados em janeiro de 2026. A inclusão da Savassi no top 5 nacional a posiciona entre os endereços mais valorizados do país, historicamente dominados pelo eixo Rio-São Paulo. O valor médio do metro quadrado na Savassi foi registrado em aproximadamente R$ 18.053 em dezembro de 2025. O ranking dos cinco bairros com o metro quadrado mais caro do Brasil é liderado pelo Rio de Janeiro e São Paulo: 1º Leblon (RJ) – R$ 25.717/m², 2º Ipanema (RJ) – R$ 25.302/m², 3º Itaim Bibi (SP) – R$ 19.468/m², 4º Pinheiros (SP) – R$ 18.355/m², 5º  Savassi (BH) – R$ 18.053/m². Esse posicionamento reflete a consolidação da Savassi como o bairro mais caro de Belo Horizonte e um importante hub de comércio, gastronomia e vida noturna, o que impulsiona sua alta valorização imobiliária.

O projeto CASAMIRADOR agrega valor geral de venda na casa dos R$ 188 milhões de reais, e além dos R$ 33,5 milhões do UNO, ainda temos o CASAMIRADOR VIA LÁCTEA, no no bairro Santa Lúcia, com R$ 36,8 milhões, CASAMIRADOR MARANHÃO, retrofit residencial em desenvolvimento no Edifício Maranhão, localizado na Rua dos Tupinambás, no centro de Belo Horizonte com R$ 52,4 milhões, e CASAMIRADOR TRAVESSIA, na esquina das ruas Quimberlita e Tenente Freitas, no tradicional bairro Santa Tereza, , R$ 65,5 milhões.

História

A CASAMIRADOR foi criada em 2016 pelos arquitetos Leon Myssior e Carlinhos Barros Santos, colegas do curso de Arquitetura e Urbanismo nos anos 80, que trilharam caminhos diferentes: Leon foi para o lado do urbanismo, engenharia consultiva, gerenciamento e consultorias, enquanto Carlinhos focou na arquitetura de varejo, projetos de lojas e ambientes comerciais.

O ponto principal que os uniu foi a percepção da oportunidade no mercado imobiliário de BH, para projetos arrojados, com design diferenciado e arquitetura autoral, voltado para clientes com capital cultural, apostando numa identidade forte, atributos que, em conjunto, garantem que o investimento siga valorizando e despertando interesse por mais tempo que os imóveis nos empreendimentos tradicionais.

Contexto imobiliário X CASAMIRADOR

O mercado imobiliário de Belo Horizonte possui uma característica que lembra a zona sul da cidade do Rio de Janeiro: é pequeno em território, e oferece poucos terrenos, e poucos negócios. Sendo os melhores bairros da cidade para se morar, a escassez de oferta é uma constante.

Onde há escassez constante, os preços sobem constantemente e a oferta sempre estará em desvantagem frente à demanda. Nesse contexto, ser ágil para decidir e tomar decisões é crucial na busca por um imóvel.

E, onde o mercado sempre sobe, até mesmo imóveis usados encontram preço e interessados no mercado, e embora não ofereçam a qualidade ambiental e construtiva dos novos empreendimentos, trocam de mãos com facilidade.

A escassez que existe na oferta de imóveis em construção é ainda maior na procura de terrenos, e a demanda tem empurrado a valorização a ponto de já viabilizar a demolição de pequenos prédios para a construção de novos prédios. Mais caros os terrenos, mais cara a fração ideal – e o preço de venda – de cada apartamento a ser produzido, fortalecendo a tendência atual de redução do tamanho das unidades.

A redução no tamanho das unidades vem ao encontro dos custos envolvidos nos melhores bairros, mas também ao encontro do perfil de moradores: pessoas solteiras ou casais sem filhos, jovens, poucos móveis, vida digital, conectada, sem carro e com apreço pela cidade, e pelo que o bairro oferece.

O CASAMIRADOR UNO entende o contexto atual e atende a todas essas demandas, por uma localização privilegiadíssima, num bairro que oferece, à distância de poucos passos, poucos quarteirões, os melhores bares e restaurantes, academias, escolas e universidades, hospitais e clínicas, coworking, museus, centros culturais, vida noturna, praças, comércio de rua e shopping center, enfim, tudo que é necessário para uma vida plena e independente do carro.

E oferece em unidades do tamanho certo para uma pessoa ou um casal, e do tamanho do bolso da maior parte dos compradores. Oferece num prédio com design autoral e identidade única, com condomínio enxuto, sem vizinhos demais, e com um rooftop para apreciar o melhor pôr do sol da cidade.

CASAMIRADOR UNO

31-99991-5787

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@casamirador

Santa Casa BH alerta sobre câncer de pênis

15 pacientes passarão pelo procedimento cirúrgico que reduz os riscos da doença; saiba como evitar
O serviço de urologia da Santa Casa BH vai realizar neste sábado, 28, um mutirão de cirurgia de fimose. São esperados 15 pacientes encaminhados pela Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte para os procedimentos de postectomia, além de um paciente que precisará passar por uma linfadenectomia em um caso de câncer de pênis.
A postectomia consiste na remoção da pele que cobre a glande, que quando não sai naturalmente causa dores e desconforto ao urinar, além de possibilitar a melhor higienização do local e evitar infecções que podem causar o câncer de pênis. Os procedimentos são simples, com anestesia local, não exigem internação e costumam levar cerca de 40 minutos.
Brasil é recordista de casos de câncer de pênis no mundo
Mais do que melhorar a qualidade de vida desses pacientes, esse mutirão vai ao encontro da campanha da Sociedade Brasileira de Urologia que, sempre em fevereiro, chama a atenção dos homens quanto aos riscos do câncer de pênis. Entre 2021 e 2025, mais de 2,3 mil pessoas morreram em decorrência da doença no país e outros 2,9 mil tiveram que amputar o pênis no mesmo período, segundo dados do Ministério da Saúde. A presença de fimose e a má higienização do local são os principais fatores de risco para a doença.
O urologista da Santa Casa BH, Dr. Felipe Câmara, que atuará no mutirão, explica como notar sinais que podem indicar um possível tumor. “Quando o paciente nota feridas que não cicatrizam, verrugas ou caroços, secreções, sangramento da glande ou até mesmo coceira persistente, ou qualquer outra alteração no pênis, ele tem que procurar um atendimento médico para avaliar a situação”, esclarece.
A higienização adequada com água e sabão, o uso de preservativos e a vacinação contra o HPV, disponível gratuitamente pelo SUS, são medidas fundamentais na prevenção da doença.
Mais de um século de excelência no combate ao câncer
Pioneira no atendimento a pacientes oncológicos em Minas Gerais, a Santa Casa BH acumula mais de 100 anos de experiência no tratamento da doença. O Instituto de Oncologia oferece toda a linha de cuidado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), abrangendo consultas clínicas, atendimento ambulatorial, quimioterapia, radioterapia, internações e cirurgias oncológicas, entre outros serviços.
A Santa Casa BH investe continuamente em inovação, sendo um dos poucos hospitais do estado a contar com dois aceleradores lineares, equipamentos de última geração utilizados no tratamento por radioterapia. Essa estrutura avançada permite dobrar a capacidade de atendimento e reduzir significativamente a fila de espera, garantindo acesso mais rápido e eficiente à terapia oncológica.
Em 2024, a unidade registrou 82.293 atendimentos adultos e pediátricos, consolidando-se como o único serviço do estado com uma estrutura integrada para todas as necessidades do tratamento oncológico em um único local. O instituto conta com 13 especialidades, entre elas oncologia clínica e pediátrica, onco-hematologia, radioncologia, mastologia, urologia, coloproctologia, cirurgia oncológica geral e torácica.
Para dimensionar a grandiosidade do instituto, apenas em 2024 foram realizados:
  • 22.225 tratamentos oncológicos, incluindo sessões de quimioterapia (pediátrica e adulta) e hormonioterapia;
  • 23.680 consultas em especialidades cirúrgicas;
  • 20.685 sessões de radioterapia.
Estes números só foram possíveis graças ao apoio de uma ampla rede de parceiros, incluindo os guardiões do Instituto de Oncologia Santa Casa BH e os deputados Weliton Prado e Elismar Prado, que destinam emendas parlamentares para custear projetos como a Carreta da Família, que permitiu que o Instituto de Oncologia Santa Casa BH alcançasse comunidades remotas, promovendo a saúde e o bem-estar de milhares de pessoas.

Tom Cavalcante estreia BOOM! na Record em MG

Duas equipes encaram bombas e muita pressão por um prêmio que pode chegar a R$ 100 mil a cada episódio

 

Tem novidade chegando nos domingos da RECORD. No dia 08 de março, a partir das 14h, estreia o game show BOOM!, apresentado por Tom Cavalcante. O jogo de perguntas e respostas coloca duas equipes frente a frente em uma disputa marcada por estratégia, agilidade e controle emocional.

No centro do programa, estão bombas repletas de fios coloridos, que representam alternativas de resposta. A missão dos participantes é clara: cortar apenas os fios das respostas erradas e manter intacto o fio da correta. Por isso, qualquer deslize ou perda de concentração pode provocar uma explosão e, pior, a perda do prêmio em jogo.

Cada time é formado por quatro participantes, que jogam em duplas nas fases iniciais, um deles será o capitão que vai liderar as decisões nos momentos mais tensos. O entrosamento é fundamental, já que cada escolha pode garantir dinheiro no placar ou provocar a temida explosão da bomba.

Ao longo de quatro fases, as equipes se alternam entre desafios individuais e confrontos diretos. Na primeira etapa, cada time joga separadamente para acumular valores. Na segunda, o duelo é direto, com as equipes dividindo a mesma bomba e se revezando nos cortes dos fios. Na terceira fase, chamada de “Bomba-Relógio”, apenas o time com melhor desempenho avança para a decisão, já a equipe eliminada deixa a competição sem levar o valor acumulado.

Na grande final, o grupo classificado enfrenta ainda a “Bomba Dourada”, que vale R$ 50 mil. Se desativar corretamente, soma o valor ao montante já conquistado ao longo do programa. No total, a equipe vencedora pode faturar até R$ 100 mil por episódio.

BOOM! é uma produção da Boxfish, com direção de David Feldon e direção artística de Cesar Barreto. Vai ao ar nas tardes de domingo da RECORD, às 14 horas. Todas as edições do programa estarão na íntegra no RecordPlus, a plataforma de streaming da emissora.

Crédito de: Edu Moraes / Divulgação RECORD

Agência de MG aposta em IA para crescer

A Partners Comunicação Integrada apresentou metodologia própria de IA durante evento da Associação Brasileira de Agências Digitais e afirma já ter impacto direto na eficiência do atendimento

Em meio à corrida das agências para incorporar inteligência artificial às rotinas operacionais, a Partners Comunicação Integrada decidiu estruturar o movimento como processo – e não como tendência pontual. A empresa apresentou nesta quarta-feira (25), durante o lançamento da segunda versão do Guia de Inteligência Artificial da Associação Brasileira de Agências Digitais (Abradi), um modelo interno que vem utilizando para integrar IA às áreas de atendimento e operação criativa.

Batizada de “Esteira de IA”, a metodologia foi criada para responder a um cenário de pressão crescente por prazos mais curtos, maior volume de entregas e redução de custos – especialmente no segmento de comunicação pública, onde contratos exigem alta complexidade operacional e rigor técnico.

Em vez de adotar ferramentas de forma isolada, a agência estruturou ciclos mensais de testes. A área de Inovação se reúne com equipes de Atendimento, Design, Audiovisual, Monitoramento e Digital para mapear gargalos, selecionar ferramentas e executar um período de experimentação de 30 dias. Ao fim do ciclo, são avaliados ganho de produtividade, qualidade percebida, aderência ao fluxo de trabalho e impacto real na entrega ao cliente.

No recorte mais recente apresentado no evento – entre setembro e novembro de 2025 – metade das atividades operacionais do atendimento já contou com algum apoio de IA. Desse volume, 92,72% foram validadas pelos clientes sem necessidade de ajustes posteriores, segundo dados internos acompanhados em painel de business intelligence.

Para Samuel Costa, gerente de inovação da Partners, o diferencial está na governança do processo. “Ao colocar o poder de decisão e o conhecimento das ferramentas nas mãos dos nossos times, garantimos que a inovação fosse adotada, e não imposta. A Esteira nos permite ter visão gerencial em tempo real e agir com base em dados, sem abrir mão da qualidade técnica das entregas”, afirma.

O movimento ocorre em um momento em que o mercado de comunicação ainda busca maturidade no uso corporativo de IA. Embora ferramentas generativas tenham se popularizado rapidamente, muitas empresas enfrentam desafios relacionados à padronização, controle de qualidade e integração com processos já estabelecidos.

Ao apresentar o case no lançamento do guia da Abradi, a Partners sinaliza uma estratégia de posicionamento que vai além do discurso de inovação. A proposta é transformar a adoção de IA em vantagem competitiva mensurável, sustentada por método, métricas e cultura organizacional – um caminho que pode se tornar referência em um setor que ainda experimenta como equilibrar automação e valor criativo.

Roberto Almeida anima sexta no Point Bar

A agenda cultural da região tem destaque confirmado para esta sexta-feira (27). O cantor Roberto Almeida se apresenta no Point Bar com a “Noite do Piseiro”.

Após o sucesso no reagendamento da data, a organização do evento confirmou a festa a partir das 21 horas. A expectativa é de casa cheia para curtir o melhor do piseiro e começar o fim de semana com muita animação.

O evento acontece na Rua Délcio Muniz Silva Filho, na Gleba B (em frente ao condomínio Safira 2).

Para reservas e mais informações, o público pode entrar em contato pelo WhatsApp (21) 97932-7208. Por podcast edinhotaon / Edno Mariano

Emilly: Juventude, talento e determinação no futebol

Aos 20 anos, Emilly já demonstra maturidade, foco e uma determinação admirável dentro e fora de campo. Atleta do Santa Margarida, ela atua como atacante e tem se destacado pela garra, velocidade e vontade constante de evoluir.

Apaixonada por futebol desde cedo, Emilly constrói sua trajetória com muito trabalho e disciplina. Motivada a fazer desta temporada uma das mais marcantes de sua carreira, ela reforça que está vivendo um momento especial, de crescimento e preparação para voos ainda maiores.

Com uma equipe forte e o apoio de um treinador experiente, a atacante acredita no potencial do grupo para conquistar grandes resultados ao longo do ano. Entre suas principais metas está a Taça de Favela, competição que considera de extrema importância tanto para sua carreira quanto para o Santa Margarida. Para ela, levantar esse título representa mais do que uma vitória: é a concretização de esforço, dedicação e espírito coletivo.

Determinada a ir longe no futebol, Emilly sonha em representar não apenas seu time, mas também seu país, levando consigo orgulho, identidade e superação. Dentro de campo, busca sempre fazer a diferença, contribuindo com gols, movimentação e liderança.

Com talento, disciplina e ambição, Emilly segue escrevendo sua história no esporte — uma trajetória que promete ainda muitos capítulos de conquistas e realizações. Por podcast edinhotaon/ Edno Mariano

Niterói zera feminicídios e vira exemplo no RJ

Município se destaca no cenário nacional ao integrar segurança, saúde e assistência social para evitar que a violência doméstica chegue a casos extremos.

A cidade de Niterói alcançou um marco histórico na segurança pública fluminense: um ano inteiro sem nenhum registro de feminicídio. Os dados, confirmados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), colocam o município em uma posição de vanguarda não apenas no Rio de Janeiro, mas em todo o cenário nacional de enfrentamento à violência de gênero.

O período de 12 meses sem assassinatos de mulheres motivados pela condição de gênero não é obra do acaso. Segundo especialistas e autoridades locais, o número reflete a eficácia de uma rede de apoio estruturada e de políticas públicas contínuas que atuam diretamente na raiz do problema: a prevenção e o monitoramento rigoroso dos casos de violência doméstica.

Estratégia multidisciplinar e amparo financeiro para alcançar esse resultado, Niterói apostou no fortalecimento da sua rede de proteção. O município ampliou significativamente a oferta de atendimento psicológico e jurídico especializado para as vítimas. Além disso, a criação de mecanismos de apoio financeiro foi fundamental para garantir que mulheres em situação de extrema vulnerabilidade tivessem condições de quebrar o ciclo de violência e dependência de seus agressores.

Outro pilar de sucesso foi a integração entre os serviços de assistência social, segurança pública e saúde. Essa comunicação em rede permite que as autoridades identifiquem sinais de risco precocemente, intervindo antes que as agressões evoluam para o feminicídio.

O feito de Niterói ganha ainda mais relevância quando contrastado com o panorama estadual. Enquanto diversas regiões do Rio de Janeiro ainda enfrentam o combate à violência contra a mulher como um desafio crônico e crescente, Niterói prova que o investimento contínuo em prevenção e acolhimento salva vidas.

Por podcast edinhotaon/ Edno Mariano

Maior roubo de arte do Brasil prescreve

Obras de Picasso, Dalí e Monet levadas da Chácara do Céu no Carnaval de 2006 chegam à prescrição sem punição aos culpados e com prejuízo superior a R$ 260 milhões.

Vinte anos após o maior roubo de obras de arte já registrado no país, o assalto ao Museu da Chácara do Céu atinge um desfecho frustrante: a prescrição legal. Como apontou o Diário do Rio, o Estado brasileiro perde o direito de punir os criminosos por uma ação que expôs a grave vulnerabilidade do patrimônio nacional, mesmo que venham a ser identificados futuramente.

O crime no Carnaval

A ação ocorreu em 24 de fevereiro de 2006. Enquanto o bloco das Carmelitas lotava as ruas de Santa Teresa, quatro homens armados invadiram o museu, que não possuía alarme conectado à polícia. Em minutos, renderam visitantes, arrancaram as telas das molduras e fugiram de Kombi, misturando-se aos foliões. O único vestígio encontrado dias depois foram pedaços de molduras queimadas.

Prejuízo milionário

Avaliado em US$ 50 milhões na época, o valor de mercado do conjunto roubado hoje ultrapassa R$ 260 milhões. As peças nunca foram recuperadas:

* “A Dança”, de Pablo Picasso
* “Os Dois Balcões”, de Salvador Dalí
* “Marinha”, de Claude Monet
* “O Jardim de Luxemburgo”, de Henri Matisse
* Livro “Toros”, com poemas de Pablo Neruda e gravuras originais de Picasso

Investigação falha

A impunidade no caso foi facilitada por uma sucessão de erros e despreparo do Estado na época:

* Sem especialização: O Rio não tinha delegacia de patrimônio cultural; o caso foi para uma unidade ambiental.
* Atraso na perícia: Digitais não foram colhidas no dia e os reféns não foram ouvidos de imediato.
* Fronteiras abertas: Alertas aos aeroportos foram enviados sem a descrição detalhada das telas, facilitando a fuga do país.

A cicatriz que fica

O Museu da Chácara do Céu, com seus jardins de Roberto Burle Marx e acervo de 22 mil peças, permanece aberto. No entanto, as paredes vazias daquele Carnaval seguem como um lembrete permanente do preço da negligência com a nossa própria memória.

Por podcast edinhotaon/ Edno Mariano

Bilhete Único: RJ identifica 18 mil fraudes

Auditoria encontrou salários declarados muito abaixo da realidade do mercado. Empregadores têm 20 dias para regularizar a situação e evitar a suspensão do benefício.

Uma auditoria detalhada nos cadastros do Bilhete Único Intermunicipal (BUI) colocou mais de 18 mil benefícios na mira da suspensão. A Secretaria de Estado de Transporte e Mobilidade Urbana do Rio de Janeiro identificou exatos 18.517 beneficiários com declarações de renda incompatíveis com as regras do programa, gerando um alerta sobre a veracidade das informações prestadas pelas empresas.

O levantamento, realizado com o apoio da Riocard Mais, detectou que muitos dos valores de renda informados pelos empregadores — responsáveis por cadastrar seus funcionários — estavam totalmente abaixo da realidade de mercado. O cruzamento de dados levantou dúvidas imediatas sobre fraudes ou erros massivos no preenchimento, o que fere diretamente o propósito do programa.

O Bilhete Único Intermunicipal é um benefício de caráter social, destinado exclusivamente a trabalhadores da região metropolitana fluminense que possuam renda mensal de até R$ 3.205,20. O programa garante a redução nas tarifas de transporte entre os municípios, aliviando o custo de vida da população de menor renda.

Prazo para regularização e risco de suspensão

Para evitar o corte do benefício, o governo estadual já iniciou a notificação aos responsáveis pelos cadastros. As empresas têm um prazo improrrogável de 20 dias para corrigir os valores declarados. Caso a renda correta não seja informada dentro desse período, o BUI do funcionário será desabilitado temporariamente.

Como as empresas devem proceder:

1. Os empregadores precisam acessar o sistema online do Bilhete Único Intermunicipal usando o login e a senha já habituais.
2. Dentro da plataforma, devem atualizar a declaração de renda dos funcionários notificados, informando o valor real recebido.
3. Após a correção, a habilitação do benefício pode ser solicitada no portal da Riocard Mais. O serviço costuma ser restabelecido em até 48 horas após o pedido.

Por podcast edinhotaon/ Edno Mariano

Ônibus da Grande BH viram galeria de arte

Cerca de 20 ônibus da RMBH ganharam cor com as imagens que retratam a mineiridade e as belezas do Estado.

A paisagem cinza e a rotina apressada do trânsito na Região Metropolitana de Belo Horizonte ganharam novas cores nos últimos dias. O projeto Arte pela Via transformou 20 ônibus do transporte coletivo em telas gigantes, levando obras de arte para fora dos museus e diretamente para o cotidiano de quem circula pela capital mineira e cidades da região metropolitana.

O projeto, uma realização do Ministério da Cultura e da Result Gestão de Projetos e Produções, com a idealização da Total MídiaBus, conta com o patrocínio da Copasa, por meio da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991). Até o momento é o maior projeto de mobilidade nas Américas com foco exclusivo em arte urbana. O objetivo é democratizar o acesso à cultura para um público que, muitas vezes, não frequenta museus e galerias de arte.

Ao todo, são seis obras estampadas na lataria dos veículos, assinadas por quatro artistas selecionados via edital. As ilustrações retratam a mineiridade, as tradições culturais do Estado como o Congado, além das paisagens e igrejas mineiras.

O novo trajeto da arte na Grande BH
O projeto possui um impacto logístico e social calculado. A curadoria da iniciativa desenhou o alcance das obras baseadas na capilaridade do transporte público. Para se ter uma ideia da dimensão, uma mesma linha contemplada pelo projeto chega a percorrer um longo itinerário ao decorrer do dia dependendo do número de viagens.

Um dos trajetos, por exemplo, pode chegar a cortar mais de 30 bairros de Belo Horizonte, conectando regiões periféricas a áreas nobres e centros comerciais por meio da cultura. Juntas, as 20 linhas, chegam a todas as regiões da capital mineira, do qual a audiência é estimada em mais de 100 bairros.

Além de Belo Horizonte, a galeria sobre rodas atende também os municípios de Caeté, Nova Lima, Santa Luzia, Rio Acima, Ibirité e Sarzedo. O volume de visualizações das obras, considerando o fluxo intenso de passageiros e pedestres, podem chegar a números surpreendentes, segundo os idealizadores.

Segundo a pesquisa “O Impacto das Artes Urbanas” (Offerwise/Jumppi, 2022), a sede por cultura é latente: 88,3% dos brasileiros manifestam o desejo de ter mais acesso a atividades culturais em seu cotidiano. Esse movimento vai muito além da estética, pois 85,8% acreditam que a arte nas ruas eleva a qualidade de vida, enquanto 80% enxergam nela um caminho sólido para a promoção de uma cultura de paz.

A aceitação visual também é expressiva, com 86,6% de aprovação para grafites em prédios, reforçando a ideia da cidade como uma galeria a céu aberto. Pelo viés financeiro, 85,5% percebem que esse investimento impulsiona a economia criativa e o turismo, o que explica por que 82,2% dos entrevistados defendem que o poder público deveria reconhecer e valorizar ainda mais essas manifestações artísticas.

Para José Megale, representante da Total Mídia Bus é uma das vozes ativas na cultura de rua de Minas Gerais é responsável por idealizar o projeto no campo da mobilidade urbana. Ele detalha que a iniciativa rompe barreiras invisíveis que separam a população do universo das artes visuais.

“A rua é o palco mais democrático que existe. Quando você coloca uma obra de arte em um ônibus, você tira aquele peso solene do museu e entrega a cultura no trajeto do trabalhador, do estudante, de quem está no ponto esperando para voltar para casa. É a arte pedindo passagem na vida real das pessoas”, afirma Megale.

Segundo ele, a seleção dos artistas privilegiou a diversidade regional de Minas, sendo que cada linha de ônibus carrega a assinatura de um talento distinto, compondo uma exposição coletiva em movimento. Dentre os nomes responsáveis pelas obras, estão:

  • Kaká Chazz: Traz elementos do Sul e Sudeste de Minas, fundindo realismo e intervenção urbana com destaque para a cultura do café e a fauna (lobo-guará e onça-pintada;
  • Samm Amarante: Representa o Norte e o Jequitinhonha, traduzindo em cores a força do sertão mineiro e a estética do povo da região.;
  • Kota: Representa a Região Metropolitana com a linguagem do asfalto, dialogando com a dinâmica e a diversidade da Grande BH;
  • Ed-Mun: Uma síntese da capital mineira através de suas formas icônicas, paletas vibrantes e a efervescência de suas expressões culturais.

A produção envolveu 16 artistas locais e premiou os artistas selecionados com cachês de R$ 15 mil cada, fomentando a cadeia produtiva da economia criativa no Estado.