Jogando em casa, André Baran projeta BT400 em Balneário Camboriú

Buscando o primeiro título da temporada 2026, o beach tennista André Baran terá um incentivo extra para o próximo torneio do calendário. A partir desta quinta-feira, o catarinense de Brusque disputará em seu estado natal o BT400 de Balneário Camboriú. O torneio renderá 400 pontos à dupla campeã no ranking mundial, além de distribuir uma premiação de 45 mil dólares.

Ao lado de Michele Cappelletti, o número 1 do Brasil e 3 do mundo conta com o fator “casa” para voltar ao pódio. Para Baran, atuar em Santa Catarina e poder contar com o apoio de amigos e familiares nas arquibancadas é sempre uma motivação.

“Competir no meu Estado é sempre um motivo de muito orgulho e também de responsabilidade. A presença de familiares e amigos me motiva muito a dar o meu melhor dentro de quadra e buscar o melhor resultado possível. Estou muito motivado com essa oportunidade de atuar em Balneário e conto com o apoio e torcida de todos para que a gente possa quem sabe comemorar o primeiro título do ano”, disse o atleta do Praia Clube, patrocinado por Havan, Acto, Loja BT, Heroes, Alto Giro, Da Colônia, Aquacoco, Sunrise Homes, Grupo Urca e Oakley.

A realização do BT400 de Balneário Camboriú será na Praia Central e a organização espera um público de 60 mil pessoas ao longo dos cinco dias de competição. A etapa eliminatória com os principais atletas do ranking mundial tem início na quinta-feira e as finais estão previstas para domingo. A entrada na arena é gratuita, com exceção à quadra central, que já tem seus ingressos esgotados.

ENAF chega aos 40 anos e movimenta o setor fitness brasileiro

A edição comemorativa de 40 anos do Encontro Nacional de Atividade Física (ENAF) reafirmou a relevância do encontro no calendário do setor fitness brasileiro. Realizado entre 19 e 22 de março de 2026, no CenterMinas Expo, em Belo Horizonte, o evento reuniu feira de negócios, congresso e atividades práticas, em um modelo que privilegia a qualificação profissional e a geração de oportunidades. Ao longo de quatro décadas, o ENAF firmou-se como plataforma de integração entre diferentes agentes do mercado.

A programação desta edição ampliou essa proposta ao concentrar, em um único ambiente, exposições de marcas, lançamentos de produtos e uma extensa agenda de palestras e cursos. O evento recebeu cerca de 2 mil congressistas e 15 mil visitantes, além de mais de 70 palestrantes e 50 marcas expositoras. Os conteúdos abordaram gestão, treinamento, saúde, tecnologia e comportamento do consumidor, refletindo um setor em transformação e cada vez mais orientado por inovação e eficiência.

O formato híbrido, que combinou formação técnica, negócios e entretenimento, reforça o papel do ENAF como catalisador de conexões. Workshops e trilhas especializadas ampliaram o alcance do evento, ao mesmo tempo em que competições e atividades abertas ao público contribuíram para a circulação de diferentes perfis de participantes. A edição também apresentou experiências, com destaque para soluções cenográficas que ampliam a interação com o público.

“Foi uma edição muito especial. Não é trivial um evento alcançar 40 anos com consistência, reconhecimento e um público fiel, que segue crescendo a cada ano. Nesta edição, buscamos inovar, inclusive com um palco em formato 360 graus, pensado para ampliar a visibilidade e a experiência dos participantes, além de valorizar ainda mais os conteúdos apresentados”, afirma Yasmin Paulino uma das organizadoras do evento.

Veja fotos exclusivas do evento:

FAN Raízes celebra arte negra nas regionais de BH

Entre os destaques da programação, de 23 a 29 de março, estão cortejos de Congado, oficinas de maculelê com Mestranda Sinhá, apresentações artísticas e, no encerramento, roda de capoeira na Feira Hippie

A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura, em parceria com o Instituto Periférico, realiza, de 23 a 29 de março, o quarto ato das comemorações de 30 anos do Festival de Arte Negra de Belo Horizonte: o FAN Raízes. A etapa conecta arte, tradição e território nas dez regionais, reunindo, ao longo de sete dias, artistas, mestres de tradição e comunidades, com práticas culturais que atravessam gerações e fortalecem as raízes afro-brasileiras presentes na capital. A abertura do FAN Raízes, na segunda-feira, 23, homenageia o Congado do bairro Urca  com cortejo e exposição de lambe-mural BATICUM do Urca, de Dimitri Torres, no Centro Cultural Pampulha. Cortejo de Congado, roda de capoeira, oficinas, espetáculo musical, encontro gastronômico e atividades formativas conduzidas por mestres, artistas e lideranças culturais fazem parte da programação. Todas as atividades são gratuitas. Para mais informações: https://portalbelohorizonte.com.br/fan.

O FAN Raízes integra a metodologia curatorial da edição intitulada FAN Espiralar e a Cidade em Movimento, iniciada no ano passado e inspirada no conceito de tempo espiralar formulado pela pesquisadora e dramaturga Leda Maria Martins. Nesta edição, o Festival de Arte Negra de Belo Horizonte – FAN BH amplia para nove meses o seu período de realização – de outubro de 2025 a junho de 2026. Tradicionalmente bienal e concentrado entre novembro e dezembro, passa a assumir um tempo mais expandido, que permite processos de escuta e planejamento com a reunião pública, realizada em outubro, seguida pelo FAN Rotas, em novembro, além dos chamamentos artísticos, que ampliam a presença nos territórios da cidade com o FAN Raízes, e o encerramento, em junho, com FAN Espiralar.

Para esta etapa, o FAN Raízes se junta a mestres, artistas e articuladores culturais levando atividades aos centros culturais, comunidades tradicionais e territórios da cultura negra da cidade, reforçando Belo Horizonte como espaço de memória, criação e ancestralidade.

Segundo a Presidenta da Fundação Municipal de Cultura, Bárbara Bof, este é um importante momento de reflexão e comemoração. “O FAN Raízes nos possibilita olhar com profundidade para as nossas comunidades, levando a elas a energia e a estrutura proporcionada pelo Festival de Arte Negra. Na mesma medida é um momento que inspira e reforça todo o movimento espiral que esta edição propõe. Descentralizar ações, levando o Festival para todas as regiões da cidade, amplia o olhar e reverbera com muita força a força da cultura e da arte negra que existe em Belo Horizonte”, afirma Bárbara.

Programação

A abertura oficial do FAN Raízes, no dia 23, apresenta o Cortejo do Congado de Nossa Senhora do Rosário, do bairro Urca, que sai às 18h da sede da Guarda (Rua Urca, 148, B. Urca) em direção ao Centro Cultural Pampulha (Rua Expedicionário Paulo de Souza, 185). No local, será realizada a abertura da exposição do lambe-mural BATICUM do Urca, do artista Dimitri Torres, inspirado na Guarda. A obra, em preto e branco, retrata uma cena do congado e incorpora QR Codes que dão acesso a conteúdos como fotos, vídeos, cantos e registros da guarda. Na sequência, às 20h30, haverá uma roda de conversa com o artista e a Guarda.

No dia 24, às 19h, a oficina de maculelê com Mestranda Sinhá, no bairro Aarão Reis, propõe uma vivência prática dessa manifestação afro-brasileira ligada à capoeira. A atividade apresenta movimentos com bastões, marcação rítmica, cantos e aspectos históricos. No mesmo dia, às 19h30 (concentração), a Irmandade Nossa Senhora do Rosário do Novo Gameleira realiza um cortejo de Moçambique no bairro Nova Gameleira, com cantos e toques tradicionais que fazem parte da história da comunidade.

O Centro Cultural Alto Vera Cruz recebe, no dia 25, às 19h, o espetáculo Identidade Ancestral, do coletivo Boca de Dendê, que reúne teatro, música e dança em uma apresentação que trata de memória, pertencimento e da presença das tradições afro-brasileiras na construção das identidades.

O show Raízes Afro-Brasileiras da Viola Caipira, de Marcos Catarina com o Coletivo Violagoa, chega ao espaço cultural Quinta Arte, no Barreiro, no dia 26, às 19h30. A apresentação destaca as contribuições da cultura negra para a formação da viola caipira, relacionando som, história e território.

Já na sexta-feira, 27, às 20h, o Instituto SôUai, em Venda Nova, recebe o show O Lado Negro das Coisas, de Tiocapone, que mistura referências do rock, rap, funk e reggae.

No sábado, 28, o FAN Raízes será marcado pelo encontro gastronômico Sabores que Alimentam o Tempo, conduzido por Josiane Botelho, que utiliza o preparo e a partilha de alimentos para conversar sobre memória, cultura e vivências ligadas à comida. O encontro será realizado no Mercado da Lagoinha, às 10h. No mesmo dia, às 14h, o cubano Eugenio Clavelles conduz uma atividade sobre os tambores Batá, apresentando sua história, seus usos em contextos religiosos e suas características sonoras. O encontro será no Nufac/ELA-Arena, Centro. Às 19h30, na sede da Guarda de Moçambique Treze de Maio, no bairro Concórdia, haverá a exibição do documentário A Rainha Nzinga Chegou seguida de conversa com a Rainha Isabel Casimira e jantar coletivo, promovendo um encontro entre cinema, tradição e comunidade.

Encerramento

Marcando o encerramento, às 10h do domingo, 29, é a vez da Feira Hippie, tradicional espaço da cidade, ser ocupada pelo FAN Raízes com uma roda de capoeira. Conduzido pelo Mestre Manso e pela Escola de Capoeiragem Quilombo de Minas, o encontro é uma celebração da ancestralidade, da resistência e da cultura afro-brasileira. Com mais de três décadas de dedicação à capoeira regional, Mestre Manso mantém viva uma prática que articula arte marcial, dança, música e cultura popular, transmitindo seus fundamentos, filosofia e valores para diferentes gerações.

Às 14h, na Praça Gabriel Passos, no bairro Concórdia, a atividade Candombe Rosário dos Pretos, conduzida por Capitão Luiz Cláudio, apresenta cantos, toques e práticas ligadas a uma das matrizes do Congado mineiro, encerrando a programação com a participação do público e a presença de diferentes grupos e tradições. A atração segue até às 20h.

Todas as atividades são gratuitas, com parte da programação sujeita à retirada de ingressos pela plataforma Sympla pelo link https://linktr.ee/FANBH ou, presencialmente, 30 minutos antes do evento.

Sobre o FAN BH 2025/2026

Com o tema Tempo Espiralar e a Cidade em Movimento, a 13ª edição do FAN BH comemora os 30 anos do Festival e a proposta curatorial rompe com o modelo linear e centralizado dos grandes festivais para instaurar um processo contínuo e colaborativo de elaboração, que se desenvolve em etapas de escuta, formação e ativação territorial. O FAN BH, portanto, ao ativar rotas de resistência e memória, se desloca do eixo hegemônico da produção cultural e propõe novas territorialidades simbólicas que afirmam o protagonismo negro como princípio civilizatório e transformador.

E neste ano, em que a Organização das Nações Unidas (ONU) renova a Década Internacional de Afrodescendentes, o que se pretende com o FAN 2025 – 2026 é reafirmar a importância da corporeidade, do legado e da herança da arte e da cultura negra na constituição do país e de Belo Horizonte. Busca-se reconhecer o passado, revisitar memórias, viver o presente e abrir caminhos para o futuro. Portanto, trata-se de uma proposta que reitera a cosmovisão africana, que entende a espiralidade do tempo e enxerga os movimentos dinâmicos, crescentes e qualificados das fazedoras e dos fazedores de cultura negra na cidade.

Próximas etapas

O FAN Espiralar, em junho, representa o último ato do FAN BH 2025-2026 em uma grande celebração da arte negra e do afroempreendedorismo com shows, exposições, Ojá – Mercado das Culturas (credenciamento em breve), atividades formativas e o Fanzinho, dedicado às infâncias e juventudes.

Serviço

FAN RAÍZES – Festival de Arte Negra de Belo Horizonte

Data: 23 a 29 de março de 2026
Local: diversos espaços de Belo Horizonte
Entrada: gratuita (parte da programação com retirada de ingressos via Sympla), ou, presencialmente, 30 minutos antes do evento.

Link de retirada de ingressos: https://linktr.ee/FANBH. Para mais informações: https://portalbelohorizonte.com.br/fan

23/3 (segunda-feira)
18h (concentração) | 18h30 – Cortejo e abertura da exposição Lambe – Mural BATICUM do Urca, de Dimitri Torres seguido de roda de conversa (20h30) do artista com a Guarda de Congado da Urca
Local: Centro Cultural Pampulha – R. Expedicionário Paulo de Souza, 185 – Pampulha

Visitação: terça a domingo até 29/3

Não é necessário retirar ingressos

24/3 (terça-feira)
19h – Maculelê: Corpo, Ritmo e Ancestralidade, com Mestranda Sinhá
Local: Rua Delso Renault, 52 – Aarão Reis
Ingressos: Sympla ou presencialmente 30 minutos antes do evento (sujeito à lotação)

19h30 (concentração) | 20h – Cortejo de Moçambique – Irmandade Nossa Sra. do Rosário do Novo Gameleira
Saída: Beco F Dois, nº 6 – Nova Gameleira

25/3 (quarta-feira)
19h – Identidade Ancestral com Samba da Black cantando para as Matriarcas – Coletivo Boca de Dendê
Local: Centro Cultural Alto Vera Cruz – Rua Padre Júlio Maria, 1577 – Alto Vera Cruz
Acessibilidade: Libras

Não é necessário retirada de ingressos

26/3 (quinta-feira)
19h (abertura) | 19h30 – Raízes Afro-Brasileiras da Viola Caipira – Marcos Catarina convida Violagoa
Local: Espaço Cultural Quinta Arte – Av. Sinfrônio Brochado, 1053 – Barreiro
Acessibilidade: Libras

Não é necessário retirada de ingressos

27/3 (sexta-feira)
19h30 (abertura) | 20h – O Lado Negro das Coisas — show-celebração, com Tiocapone
Local: Instituto SôUai – Rua Humberto Campos, 63 – Jardim Leblon
Ingressos: Sympla
Acessibilidade: Libras

28/3 (sábado)
10h – Sabores que Alimentam o Tempo: Roda de Gastronomia e Memória, com Josiane Botelho
Local: Centro Cultural Liberalino Alves de Oliveira (Mercado da Lagoinha) – Rua Formiga, 140 – Lagoinha
Ingressos: Sympla ou presencialmente 30 minutos antes do evento (sujeito à lotação)

14h – Oficina Os tambores Batá e a Linguagem Musical Afro-Diaspórica, com Eugenio Clavelles
Local: Nucaf – Av. dos Andradas, 367, 3º andar, Centro (Edifício Central)

Ingressos: Sympla ou presencialmente 30 minutos antes do evento (sujeito à lotação)

19h (abertura) | 19h30 – Sessão comentada do documentário A Rainha Nzinga Chegou + roda de conversa e jantar coletivo com Isabel Casimira Gasparino
Local: Sede da Guarda de Moçambique Treze de Maio – Rua Jataí, 1309 – Concórdia
Acessibilidade: Libras

Não é necessário retirada de ingressos

29/3 (domingo)
10h – Roda de capoeira com Mestre Manso e Escola de Capoeiragem Quilombo de Minas
Local: Feira Hippie (ao lado do Sesc Mercado das Flores) – Av. Afonso Pena, esquina com Rua da Bahia – Centro
Não é necessário retirada de ingressos

14h – Vivência Candombe Rosário dos Pretos na Pequena África de BH: Comunidade e Afromineiridades, com capitão Luiz Cláudio
Local: Praça Gabriel Passos – Concórdia
Encerramento: 20h

Não é necessário retirada de ingressos

Cine Graciano tem mostra e sessões especiais

O Cine Graciano apresenta, entre os dias 24 e 31 de março, uma programação que reúne a continuidade da mostra Juninho Vende-se – Filmografia Completa, uma sessão convidada e a reprise de um longa recente.

No dia 24 de março (terça), às 19h, será exibido o Programa 4 da mostra, com classificação livre. A sessão reúne dois documentários mineiros. Além da Linha, dirigido por Juninho Vende-se e Renato Sarieddine, acompanha moradores da Comunidade Bela Vista, de diferentes idades, em momentos de seu cotidiano, do bairro e de suas fantasias. Em seguida, A Paixão de Rita, de Renato Sarieddine, com codireção de Rita de Cássia, que também protagoniza o filme, apresenta um retrato de sua vida e de sua luta por dignidade após a prisão do filho, em um movimento de afirmação e enfrentamento ao sistema judiciário.

A mostra se encerra no dia 26 de março (quinta), às 15h, com o Programa 5, que exibe A Vizinhança do Tigre, dirigido por Affonso Uchôa. O longa acompanha Juninho, Menor, Neguinho, Adilson e Eldo, jovens moradores do bairro Nacional, na periferia de Contagem (MG), divididos entre o trabalho e a diversão, o crime e a esperança, enquanto buscam maneiras de lidar com as dificuldades do cotidiano.

No mesmo dia, às 19h, o Cine Graciano realiza a sessão Cine Graciano convida Cine Taquara, com a exibição de Boalândia, de Patrik Thomas e Mathias Reitz Zausinger, em programação sujeita à confirmação do coletivo convidado. O documentário retrata a resistência cultural nas periferias do Brasil, acompanhando pessoas e coletivos que lutam por visibilidade por meio da arte, ocupando as cidades e levantando suas vozes contra a discriminação, a violência policial, o racismo e a homofobia. A sessão contará com debate, com participação a confirmar.

Encerrando a programação, no dia 31 de março, às 19h, o espaço realiza a reprise de Neirud, após pedido do público. Dirigido por Fernanda Faya, o documentário investiga a trajetória de uma personagem marcada pela ausência de registros. A partir de arquivos familiares e de uma busca atravessada por lacunas, a diretora reconstrói a história de sua tia, que integrou uma trupe circense feminina clandestina nos anos 1960. O filme articula memória, apagamento e descoberta, revelando também uma história de amor que reconfigura narrativas familiares. Premiado na edição de 2023 do Festival Olhar de Cinema, como melhor longa-metragem e melhor montagem, o filme também recebeu, em 2024, no Queer Lisboa, os prêmios de Melhor Longa Documentário pelos júris oficial e popular.

SOBRE A FILME DE RUA

A Filme de Rua tem suas primeiras movimentações em 2010, a partir de rodas de conversa organizadas pela psicanalista Joanna Ladeira com jovens que tinham as ruas como espaço de moradia e vivência, entre eles Hugo, Maíra, Samuel, Lelo, Alexander. Inicialmente, os encontros ocupavam o antigo espaço Miguilim e depois o Viaduto Santa Tereza. Em 2015, esse grupo informal consolidou-se como um coletivo – integrado também por Joanna, Ed Marte, Daniel Carneiro, Guilherme Melo, Paula Kimo e  Zi Reis, – com o objetivo de ver e fazer filmes, junto a essa juventude. Foi produzido o curta-metragem “Filme de Rua” (2017), premiado em festivais pelo país. Com o tempo, outras pessoas passaram a integrar o coletivo e, mais tarde, a Associação.

A produção colaborativa tornou-se método, criando um espaço de expressão e aprendizado que resultou em outros curtas como “Maloca”, “Chuá de Maloqueiro” e dois longas, “Pérola” e “Ficção tipo real”, atualmente em fase de finalização. Em 2019, com projetos premiados no Rumos Itaú Cultural, o coletivo formalizou-se como Associação Cultural e ocupou sua primeira sala de cinema no Edifício Sulamérica, inaugurando a ocupação cultural desta localidade no centro da cidade. O espaço tornou-se pólo cultural, hospedando debates, seminários, mostras e exibições, fechando as suas portas em 2023 e hoje revivendo com a iniciativa do Cine Graciano

QUEM FOI HUGO GRACIANO

A sala de cinema tem, em seu nome, uma homenagem a Hugo Graciano, um dos jovens com trajetória marcante junto à Filme de Rua, participante do coletivo desde o seu início, e que partiu em março de 2024, com apenas 26 anos. Conhecido por sua persistência, alegria, amizade e criatividade, ele atuou como artista, criador e mobilizador da Filme de Rua. Também é pai do Samuel e atuou como redutor de danos no Consultório de Rua, da PBH. Aos 7 anos, Hugo encontrou-se em situação de rua, onde viveu por muitos anos. Ao longo da vida, ele se tornou uma força positiva para muitas pessoas. Agora, a Filme de Rua celebra a sua vida e o homenageia, com a criação do Cine Graciano.

Serviço

24 e 26/03 (terça e quinta-feira) Juninho Vende-se – Filmografia Completa
• 24/03 (terça-feira), 19h – Programa 4
Além da Linha (Juninho Vende-se e Renato Sarieddine)
A Paixão de Rita (Renato Sarieddine e Rita de Cássia)

 • 26/03 (quinta-feira), 15h – Programa 5
A Vizinhança do Tigre (Affonso Uchôa)

26/03 (quinta-feira) Cine Graciano convida Cine Taquara
• 26/03 (quinta-feira), 19h – Boalândia (Patrik Thomas e Mathias Reitz Zausinger)

31/03 (terça-feira)
• 31/03 (terça-feira), 19h – Neirud [reprise] (Fernanda Faya)

Cine Graciano

Rua Itapecerica, 468, Lagoinha
Entrada gratuita (Sem retirada de ingressos. É só chegar!)
Informações: instagram.com/filmederua

“Ben-Hur” retorna aos cinemas na Páscoa

Em comemoração ao feriado de Páscoa, a Warner Bros. Pictures anuncia o relançamento especial do monumental clássico do cinema, Ben-Hur (1959). O filme, aclamado pela crítica, retornará às telonas em uma exibição limitada com sessões entre os dias 2 e 5 de abril (quinta a domingo). A pré-venda de ingressos já está disponível em cinemas selecionados por todo o Brasil.

O filme acompanha Judah Ben-Hur (Charlton Heston), um nobre judeu da Jerusalém do século I, que é traído por seu amigo de infância. Condenado a uma vida de escravidão, Ben-Hur sobrevive com o desejo de vingança. Isso até sua jornada o levar de volta à sua terra natal para um confronto definitivo com o antigo rival.

Dirigido por William Wyler, Ben-Hur marcou a história do cinema com sua narrativa poderosa e cenas grandiosas. O filme foi um marco em sua época ao conquistar 11 estatuetas das suas 12 indicações ao Oscar, e continua a ser uma referência cultural e cinematográfica.

Para mais informações sobre sessões e horários, confira a programação da rede de cinema mais próxima.

“Eles Vão Te Matar” estreia nos cinemas em 1 semana

Os fãs do terror já podem se preparar para darem boas risadas e verem muito, muito sangue, em Eles Vão Te Matar, lançamento da Warner Bros. Pictures que chega aos cinemas na próxima quinta-feira, dia 26 de março. Com uma mistura de horror, ação e comédia, o filme é dirigido por Kirill Sokolov e produzido por Andy e Barbara Muschietti (IT: Bem-Vindos a Derry).

“Este filme tem muitas mudanças de tom. Começa como um filme de terror, depois entra em um lado mais cômico e vai para muita ação”, conta Sokolov. “Às vezes mudamos o tom dentro de uma cena, que começa um pouco mais dramática e séria e se torna engraçada, voltando para o drama depois”.

Em Eles Vão Te Matar, Asia (Zazie Beetz) chega ao hotel Virgil para começar em um novo emprego, mas logo percebe que se tornou alvo de um culto demoníaco. Ela terá que lutar – e muito! – para sobreviver a uma noite dentro do Virgil, enquanto descobre mistérios cada vez mais doentios sobre o lugar e seus moradores.

Eles Vão Te Matar chega aos cinemas brasileiros em 26 março de 2026.

Sobre o filme

New Line Cinema e Nocturna apresentam Eles Vão Te Matar, eletrizante e sanguinária comédia de ação de terror na qual uma jovem precisa sobreviver à noite no Virgil, o misterioso e mortal esconderijo de um doentio culto demoníaco, antes de se tornar a próxima oferenda em uma batalha única, um verdadeiro e autêntico evento cinematográfico com mortes épicas e sarcástico humor negro.

Eles Vão Te Matar é estrelado por Zazie Beetz, Myha’La, Paterson Joseph, Tom Felton, Heather Graham e Patricia Arquette.

Dirigido por Kirill Sokolov e coescrito por Sokolov & Alex Litvak, Eles Vão Te Matar foi produzido por Andy Muschietti, Barbara Muschietti e Dan Kagan, e a produção executiva é de Russell Ackerman, John Schoenfelder, Carl Hampe, Litvak e Sokolov.

A equipe de produção criativa do diretor Kiril Sokolov nos bastidores inclui o diretor de fotografia Isaac Bauman; o designer de produção Jeremy Reed; o editor Luke Doolan; o figurinista Neil McClean; o supervisor de efeitos visuais Marc Smith; a supervisora musical Andrea von Foerster;  o diretor de elenco Richard Delia; e Carlos Rafael Rivera compôs a trilha sonora.

New Line Cinema e Nocturna apresentam Eles Vão Te Matar, distribuído pela Warner Bros. Pictures no Brasil e nos cinemas de todo o mundo a partir de 26 de março de 2026.

Ana Flávia Borsali lança “Borda Invertida”

A escritora Ana Flávia Borsali lança, neste 28 de março, o livro Borda Invertida. A autora mineira, que apresenta sua primeira reunião de poemas, recebe os cumprimentos na Livraria Quixote, em Belo Horizonte, a partir das 11h. A obra, que chega ao leitor pela editora Cas’a Cântaro, cujo acervo se dedica predominantemente à autoria feminina, apresenta o trabalho de Borsali por intermédio de temas como partidas, retornos, escolhas e limites — todos eles inerentes à existência humana e expressos a partir de uma perspectiva imagética.

Rodeada por inquietações desde a infância, Borsali encontrou no gesto da escrita uma forma de ocupar o sensível e de decifrar as próprias fronteiras. “Minha entrada no universo da linguagem clareou parte daquilo que eu não entendia desde muito cedo. Ao ser alfabetizada, comecei a trilhar, como nas palavras de Clarice Lispector, minha descoberta do mundo. Comecei a escrever para ter notícias minhas, pistas e indícios de quem eu era”, diz a autora. Já adulta, quando se voltou para a poesia, vivia mais um desses momentos. “Aos 40 anos, vamos revolvendo a terra e outras questões começam a surgir. Percebi que recuar não era uma boa estratégia”, explica.

O espanto decorrente desse exercício, que se apodera da relação estabelecida entre escritor e leitor, reflete-se nos 28 poemas que compõem o livro. Nas palavras de Inês Campos, que assina o texto da orelha, enveredar-se por cada um deles é chegar à conclusão de que o pensamento da autora “se revira, enquanto a escrita se dobra e o vivido se renova”. Para falar de bordas, Borsali valeu-se de diversas imagens, que se expõem tanto pelos cenários que constroi quanto pelas ilustrações de Julia Panadés.

Crédito: Acervo pessoal (Divulgação)

Na visualidade dos poemas, a autora evoca frestas e fendas como formas de contornar as palavras e os significantes escolhidos que lhe são caros. Seus cenários, por vezes ausentes de árvores, anéis ou promessas, revelam um desejo de trilhar o novo, de encontrar “terra fofa pronta para receber as impossibilidades”. Seria natural que um sentimento de coragem se apoderasse da escrita, tal qual observamos no poema a seguir:

 

 

“Carrega no corpo uma fissura
acesso à escura carótida
A dúvida sem recuo
Da beleza — o próprio avesso:
é o que aponta para fictícia paz das coisas
é perpétua sede
é odor de espanto e fascínio
No hálito do tempo”

Dividido em dois tomos, que traçam um fio invisível entre a história das fronteiras e a dos poetas, o livro lança de imediato uma primeira indagação: o que seria essa borda a que se refere Borsali? Trata-se da cartografia do sujeito, uma tentativa de decantação daquilo que se sente. “Borda Invertida é um livro que me deu a chance de visualizar quais eram as minhas enseadas, para além dos limites subjetivos e de perguntas como: ‘O que é meu?’ e ‘O que é do outro?’”, diz a autora. Trata-se, portanto, também de uma obra que mergulha naquilo que existe entre as dicotomias de amor e separação, vínculos rompidos e iniciações.

Em um segundo momento, a proposta nos conduz a pensar na inversão desses papéis. Pouco a pouco, o leitor percebe que não somos indissociáveis uns dos outros. “Quando a borda se inverte, a gente se transforma. Somos afetados pelo mundo, e é nessas contínuas inversões que a gente muda”, completa Borsali. Diante do próprio reflexo, essa mulher que escreve parece provocar tanto uma certeza quanto uma indagação: se a cada inversão deixamos algo para trás, o que restará para seguirmos?

Sobre a autora

Ana Flávia Borsali nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, onde também vive. É poeta e servidora pública. Antes da chegada de Borda Invertida, seu trabalho de estreia, publicou poemas em revistas literárias como a Casa Quarup e Ruído Manifesto. Além disso, é uma das autoras incluídas na antologia As Estratégias Fatais, organizada por Flávia Figueirêdo e lançada pela editora Ofícios Terrestres.

Serviço

Ana Flávia Borsali convida para o lançamento do livro Borda Invertida.

Local: Livraria Quixote.

Endereço: Rua Fernandes Tourinho, 74, Savassi. Belo Horizonte/MG.

Horário: das 11h às 14h.

 

Festival Uaine junta a paixão pelos vinhos e a mineiridade

No dia 28 de março, a capital mineira recebe a primeira edição do Festival Uaine – Na Praça, evento que traz todo um contexto de apreciação e sofisticação dos vinhos à descontração das praças públicas que se tornou uma característica marcante da famosa ‘mineiridade’. Desta vez, a trilha sonora ganha protagonismo com grandes nomes da cena local, acompanhados por uma curadoria gastronômica assinada por restaurantes renomados da cidade que vai mesclar harmonizações com as paixões mineiras.

O palco montado na Praça da Filarmônica (Barro Preto) receberá o balanço contagiante do Baile do Maguá, trazendo clássicos do samba e da MPB com a energia lá no alto. A programação segue com o rock e o pop envolvente da banda No Label, as nuances sofisticadas do Jazzô e a discotecagem precisa do DJ Pablo Catão, garantindo o clima perfeito desde o pôr do sol até o início da noite.

Experiência Gastronômica

Para harmonizar com a vasta carta de vinhos — que inclui tintos, brancos, rosés e espumantes de diversas regiões —, o festival convidou restaurantes renomados de Belo Horizonte. O público poderá desfrutar de pratos assinados por chefs experientes, elevando a experiência do “comer na rua” a um novo patamar de sofisticação e sabor, com opções que vão de antepastos refinados a pratos principais elaborados.

Ocupação Urbana e Convivência

Localizado em frente à imponente Sala Minas Gerais, o evento oferece uma estrutura completa para toda a família contando com áreas de descanso e convivência. “Nossa proposta é transformar a praça em uma grande sala de estar, onde a alta gastronomia e a boa música se encontram de forma acessível e leve”, destaca a organização.

SERVIÇO

Evento: Festival Uaine – Na Praça

Data: 28 de março de 2026 (Sábado)

Horário: A partir das 14h

Local: Praça da Filarmônica (Rua Tenente Brito Melo, 1090 – Barro Preto)

Atrações: Baile do Maguá, No Label, Jazzô e DJ Pablo Catão.

Ingressos: Disponíveis no Sympla (Gratuitos até 15:30 ou Entrada Garantida/Combos com vinho).

https://www.sympla.com.br/evento/festival-uaine-na-praca/3318858

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Novo Teatro Jota Dangelo é anunciado em Belo Horizonte

Belo Horizonte ganhará um novo equipamento cultural em homenagem ao médico, dramaturgo, escritor e diretor mineiro José Geraldo Dangelo. O moderno Teatro Jota Dangelo terá capacidade para mais de 400 lugares e é uma iniciativa da Fundação Educacional Lucas Machado (Feluma) e da Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (FCM-MG). O anúncio será feito na próxima segunda-feira (23), durante o evento de lançamento da Pedra Fundamental do Teatro Jota Dangelo, realizado no Teatro Feluma, localizado no 7º andar da FCM-MG.
O Teatro Jota Dangelo será construído na Avenida dos Andradas, próximo aos campi II e III da FCM-MG. O projeto do edifício é assinado pelo arquiteto mineiro Guilherme Moretzsohn. O espaço contará com um palco de 9 metros de boca de cena e 10 metros de profundidade, estrutura compatível com a realização de espetáculos de dança e outras atrações.
Além disso, o projeto inclui instalações cênicas com assessoria do mundialmente respeitado Pedro Pederneiras, diretor-geral e artístico do Grupo Corpo. Já o sistema de climatização do novo espaço, assim como o tratamento acústico dimensionado, é assinado pelo professor da UFMG Marco Antônio Vecci.
A cerimônia de lançamento da pedra fundamental contará com a apresentação de um trecho da mais nova produção do Instituto Cultural Ciências Médicas de Minas Gerais (ICCM-MG), intitulada “Angelim, professor de humor”, com estreia prevista para o mês de abril de 2026. A obra é escrita e dirigida por Jair Raso e estrelada por Carlos Nunes.
Com curadoria do neurocirurgião, escritor, dramaturgo, diretor teatral e professor da FCM-MG, Dr. Jair Raso, o novo teatro representa uma nova esperança para os mineiros. “O mundo está precisando de arte. Somos bombardeados diariamente com notícias de violência, guerras, catástrofes. De repente, um anúncio inusitado: a construção de um teatro novo! É como um lindo alvorecer após dias de tempestades. A construção do Teatro Jota Dangelo pela Feluma é mais um grande presente que Dr. Wagner dá para a classe artística.”
Para o presidente da Feluma, Dr. Wagner Eduardo Ferreira, a iniciativa é uma ampliação da cultura mineira alinhada às diretrizes de educação, arte e ciência já características da instituição. “O Teatro Jota Dangelo será um local aberto a atores, atrizes e para as diferentes manifestações artísticas, com o incentivo da instituição tanto para artistas de Minas Gerais quanto para produções de outras regiões. Nosso objetivo é estimular cada vez mais a arte e a cultura. Além disso, o espaço também poderá receber seminários e eventos científicos, ampliando as possibilidades de integração com o ensino e oferecendo mais oportunidades para nossos alunos.” E complementa: “É uma honra poder, neste momento tão especial, homenagear Jota Dangelo, um grande nome das artes, em vida”.
Sobre Jota Dangelo
 
Nascido em São João del-Rei, em 1931, Jota Dangelo formou-se em Medicina pela UFMG e já foi presidente da Confederação Nacional de Teatro Amador (Confenata); secretário de Estado de Cultura em 1985 e 1986; presidente da Belotur de 1989 a 1992; e o 7º sucessor da cadeira nº 26 da Academia Mineira de Letras (AML). Também foi agraciado com a Medalha Santos Dumont, a Medalha do Mérito Legislativo Estadual de Minas Gerais, a Medalha Tiradentes e a Medalha da Inconfidência.

Prime Rock Brasil BH 2026 entra no clima do hexa

No ano da copa o Prime Rock é Hexa! O festival que celebra os clássicos do rock nacional chega a sua 6° edição e retorna a BH para mais um dia memorável. O evento que vai agitar o Mineirão acontece no dia 25 de julho.

Os ingressos serão vendidos, a partir do dia 08 de abril, e a line-up será anunciada domingo (22), às 12h.

Em sua sexta edição o Prime Rock já não é só um festival, é tradição no calendário de quem gosta de rock nacional. Uma experiência única, repleta de energia e nostalgia, uma verdadeira revolução musical que transcende gerações.

Reunindo os maiores ícones do rock brasileiro em um só lugar, o palco do Mineirão será o cenário perfeito para apresentações incríveis e performances eletrizantes. Os fãs poderão se emocionar e cantar junto com seus artistas favoritos, revivendo momentos marcantes e relembrando os sucessos que embalaram diferentes épocas.

O evento conta com três setores:

– Pista Rock Brasil: o coração do festival, onde se encontra a maior energia. Tem acesso exclusivo ao front stage, loja oficial, bares, banheiros e uma enorme varanda com vista panorâmica exclusiva do palco, maior praça de alimentação e área de descompressão.

– Camarote Secreto: palco exclusivo para shows no intervalo, espaço ultra confortável com capacidade controlada e acesso ao front stage, bar de drinks e praça de alimentação, banheiros dentro do Mineirão, área de convivência e um mezanino com visão panorâmica do palco principal.

– Lounge Prime: espaço limitado com área especial ao lado dos camarins, com acesso ao front stage, área de descompressão com lounges, bar de drinks com mixologistas, restaurante, banheiro e entrada exclusivos.

Com uma programação repleta de grandes nomes da música do Rock nacional, que vão ser divulgados em breve, o Festival Prime Rock Brasil BH promete surpreender e encantar o público mais uma vez.

Então não fique de fora dessa experiência única e prepare-se para viver intensamente essa celebração da cultura, da história e da paixão pelo rock!

Serviços:

Prime Rock Brasil BH 2026

Data: 25 de julho (sábado)

Local: Esplanada do Mineirão (Av. Presidente Carlos Luz, São Luiz, BH/MG)

Atrações: em breve

Ingressos: a partir de 08 de abril.

Mais informações: acesse as redes sociais @primerockbrasil.bh

Classificação: 16 anos

Realização: Secreto e Produtora Prime