GEORGE ARRUNÁTEGHI LANÇA “NEVER GONNA LET YOU GO”, SEU NOVO SINGLE

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Never Gonna Let You Go é uma canção romântica gravada originalmente por Dione Warwick em 1982. Nesta versão de George Arrunáteghi, o cantor e compositor faz dueto com a cantora mineira Núbia Mansur, contando também com a participação da Saint Petersburg Studio Orchestra e dos arranjos, piano e produção de Christiano Caldas.

A gravação, lançada como single, dá sequência à sua releitura de canções românticas dos anos 70 e 80, que já conta com How You Gonna See me Now, (Alice Cooper), We All Fall in Love Sometimes (Elton John) e Selfpity (Margriet Eshuijs).

Escrita pelo casal Barry Mann e Cynthia Weil, Never Gonna Let You Go é conhecida por sua complexidade melódica e harmônica, o que requer maior habilidade e sensibilidade de seus intérpretes.

Cantor e compositor brasileiro residente em Los Angeles, George Arrunáteghi é um artista versátil em gêneros musicais e idiomas diversos: além das canções pop românticas, seu vasto repertório inclui standards do jazz, clássicos da MPB e canções italianas e francesas.

Nesta versão de Never Gonna Let You Go, Arrunáteghi, adiciona à canção pop o balanço brasileiro. A faixa será incluída no EP Especial de George Arrunáteghi, a ser lançado em dezembro.

A arte crossover de George Arrunáteghi

Uma voz privilegiada, intimidade com as palavras em cinco idiomas e versatilidade no trato e na confluência dos diversos estilos musicais, clássicos e populares são alguns dos atributos do cantor e compositor George Arrunáteghi.  Alie-se a isso uma sólida formação musical, iniciada na infância com lições de piano e continuada na adolescência com a descoberta do canto. Qualidades que estão em evidência em seus dois discos, “Let’s Fall in Love”, lançado em 2015, e “Tropical Romance” (2019), trabalho no qual expande e refina a confluência de gêneros em seu repertório.

Por conta de sua extensão vocal, de sua afinidade com os idiomas italiano, francês e espanhol, além do português e do inglês que estuda desde a infância, e do trânsito entre os gêneros brasileiros, europeus e norte-americanos, George Arrunáteghi é qualificado como artista “cross cultural”, além se ser também um notável cantor de pop jazz.

O interesse pelo canto surgido ainda na infância aflorou na adolescência, incitando George a considerar uma carreira profissional. Sua estreia como intérprete aconteceu em 1989, em Istambul, Turquia. Regressando dessa temporada na Europa, buscou aprimorar-se neste ofício, atuando nos corais Julia Pardini e Madrigale, em Belo Horizonte, a cidade onde foi criado (o artista nasceu em Trujillo, Peru). Simultaneamente, seguiu com seus estudos de piano, sob a atenção do professor João Paulo Suzano.

Em 2002, George mudou-se para Los Angeles, EUA, onde aprofundou informalmente seus conhecimentos sobre jazz, interpretação dramática, espetáculos musicais e cinema, tendo, inclusive, atuado em alguns filmes. De volta ao Brasil, em 2009, passou a estudar canto profissionalmente na Babaya Casa de Canto, dando continuidade ao aprimoramento de sua técnica vocal, época em que retomou também os estudos de piano, desta vez com ênfase no repertório popular, sendo aluno do professor Felipe Moreira.

Durante esta temporada de estudos, George ampliou sua carreira profissional, apresentando-se regularmente ao lado de expoentes da música mineira, como Caxi Rajão e Ozéas Hipólito (que participam do CD “Let’s Fall in Love”), Marcelo Drumond, Cecilia Barreto e Nova Dixie Band, entre outros.

A necessidade de experimentar novas trilhas levou George Arrunáteghi de volta a Los Angeles, onde, em 2014, atuou junto ao Metropolitan Master Chorale, sob a regência do maestro Glenn Carlos.  Ainda na cidade californiana, conheceu Pat Whiteman, respeitada professora de técnica vocal e dramática.

Seu primeiro álbum, “Let’s Fall in Love”, gravado com prestigiados músicos de Belo Horizonte, apresenta a versatilidade de Arrunáteghi como intérprete nos mais variados estilos. Entre suas 13 faixas, estão “The Autumn Leaves/Les Feuilles Mortes”, “Ne me Quitte Pas”, “Choro Bandido”, “Súplica”, “Ev’ry Time We Say Goodbye” e “Un Vestido y un Amor”, além da canção que dá nome ao disco.

 “Tropical Romance”, por sua vez, apresenta maior afinidade com a produção musical contemporânea, embora inclua em seu repertório dois hits atemporais, “Moonglow” e “Till There Was You”. Seguindo a receita do título, o repertório do CD privilegia músicas de grande densidade emocional, tal qual “Je Suis Malade”, de Serge Lama, e “SelfPity”, da holandesa Margriet Eshuijs, e de balanço sofisticado, como “Being Cool (Avião)”, de Djavan.

Suas recentes gravações são releituras de canções românticas dos anos 70 e 80, com a participação especial da Saint Petersburg Recording Orchestra.

Disponível em todos aplicativos de música no dia 25 de fevereiro.

Acesse: https://bfan.link/George-Arrunateghi-never-gonna-let-you-go

Assista agora: 

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